Notícias do Movimento Espírita

Araçatuba, SP, segunda-feira,  27 de agosto de 2012

Compiladas por Ismael Gobbo

Agradecemos àqueles que gentilmente repassam este email

 

 

 

Nota 1

Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento.

 

 

 

Nota 2

Este email é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes  diversas e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec.  Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas. (Ismael Gobbo)

 

 

 

 

Atenção

 

Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui: http://www.noticiasespiritas.com.br/2012/AGOSTO/27-08-2012.htm

 

 

 

 

 

Até parecia aula de ensino dogmático e não o programa “Fantástico”

 

José Reis Chaves

Belo Horizonte, MG

 

 

       Estranhei que a talentosa produção da Rede Globo de TV tenha criado uma seção materialista no seu mais famoso programa das noites de domingo, da TV brasileira, o Fantástico. Refiro-me ao de 5-8-2012.

     É ingenuidade e até antipopular querer negar a existência dos fenômenos de aparições e manifestações de espíritos (fantasmas). A própria Bíblia está cheia deles. (Atos 12: 15; Deuteronômio capítulo 18; e 1 Samuel capítulo 28).  Por que o Fantástico, ao contrário, não apresenta os resultados científicos desses fenômenos? Não bastou a decepção com o nosso irmão Quevedo?

     Quevedo foi até suspenso pela Igreja, durante 6 anos, de suas funções sacerdotais, porque ele negou, inclusive, a realidade católico-espírita das aparições de Lourdes e Fátima. Eu fiz um curso de parapsicologia com ele, quando eu era aluno de Comunicação e Expressão na PUC-Minas.  E ele dizia que foi estudar parapsicologia para destruir o espiritismo. Mas a sua parapsicologia religiosa dogmática, e não científica, passou, enquanto o espiritismo cresce grandemente dentro de todas as religiões existentes no mundo, e dá um golpe fatal no materialismo. E, hoje, os espíritas não são mais presos!

       Os exemplos apresentados tiveram explicações fantasiosas e não, pois, convincentes, não provando, em absoluto, que não existem os verdadeiros fenômenos de casas e castelos assombrados, de ouvir vozes e ruídos nas madeiras, e de aparições de pessoas mortas, os quais são universais e têm sido estudados, com o máximo rigor científico, por renomados cientistas de todo o mundo, que comprovaram a sua realidade. No espiritismo, há milhares deles, alguns dos quais são até detentores de Prêmio Nobel, como Charles Richet e William Croques.

       A madeira quente estala. E a lenha no fogo até chora, como diz o povo. Mas existem os fenômenos verdadeiros envolvendo espíritos, inclusive com sons inteligentes e interpretados por palavras nas manifestações dos espíritos (tiptologia, “raps” e “rappings”), o que só pode vir de um ser inteligente, um espírito. Os materialistas dizem que os fenômenos vêm do inconsciente, mas é justamente pelo inconsciente ou estados alterados de consciência (alfa, teta e delta) que os espíritos se manifestam. E, se um fenômeno é inteligente, é porque sua causa, o espírito, é também inteligente. O fenômeno não é, pois, simplesmente de madeira aquecida estalando e nem alucinação, ou todo mundo é e está sempre alucinado? As exceções existem, porque existem as regras que, porém, não podem ser anuladas pelas exceções. 

       Não há fenômenos sobrenaturais, no sentido de que eles são anulações das leis perfeitas de Deus. E, por isso, elas são imutáveis. E porque eles são realizados por espíritos, e não Deus, são naturais. Hebreus 1:14). Quem diz o contrário, é supersticioso.

       E as “mágicas” e as explicações dos “juízes” materialistas dos episódios do Fantástico são como nem as dos dogmas cristãos, que respeito, mas que são dogmas exatamente porque são doutrinas que entram em choque com a razão, a lógica e a própria Bíblia. E, no passado, ai de quem negasse um dogma! E é por isso que vingaram.

      E os tais de “juízes” materialistas desacreditados até lembram os eclesiásticos do passado, com seus “imprimatur” e o “nihil obstat”. Acredite neles quem quiser!

       PS:

       1) Seminário da Luz da Seicho-No-Ie, orientador: Ênio Maçaki Hara. Em 22-9-2012, Três Corações (MG), e 23-9-2012, BH.  Informações: (31) 3411-7411.

      2) Aos leitores portugueses de O TEMPO, informo que farei palestras no XIX Fórum Espírita Nacional, de 14 a 17-9-2012, em Leiria (Portugal).

     3) Estreia, em 30-8-2012, às 20h00, o programa “Presença Espírita na Bíblia”, às quintas, às 20h00, com reprise aos domingos, às 23h00, e às segundas, às 04h30, na Rede Mundo Maior de TV e TVCEI, na Grande SP, por parabólica (no interior todos têm parabólica), para toda a América Latina, a cabo, por alguns canais abertos, e pela internet, com apresentação deste colunista de O TEMPO, respondendo perguntas. Para saber mais:

 

http://www.redemundomaior.com.br/sys/Cobertura/Abrangencia_Rede_Mundo_Maior.pdf www.redemundomaior.com.br 
http://www.tvcei.com/portal/pages/cobertura.html  e com transmissão simultânea  de www.tvfraternidade.com.br   do “Presença Espírita na Bíblia”

 

E-mail para perguntas e sugestões:

Este com a sigla do programa:

penb@redemundomaior.com.br

 e mais este:  presenca@redemundomaior.com.br

 

     

      Obs.: Esta coluna, de José Reis Chaves, às segundas-feiras, no diário de Belo Horizonte, O TEMPO,  pode ser lida também no site www.otempo.com.br   Clicar “TODAS AS COLUNAS”.       Podem ser feitos comentários abaixo da coluna. Ela está liberada para publicações. Ficarei grato pela citação nelas de meus livros: “A Face Oculta das Religiões”, Ed. EBM (SP), “O Espiritismo Segundo a Bíblia”, Editora e Distribuidora de Livros Espíritas Chico Xavier, Santa Luzia (MG), “A Reencarnação na Bíblia e na Ciência” Ed. EBM (SP)  e “A Bíblia e o Espiritismo”, Ed. Espaço Literarium, Belo Horizonte (MG) –  www.literarium.com.br -  e meu e-mail: jreischaves@gmail.com Os livros de José Reis Chaves podem ser adquiridos também pelo e-mail:  contato@editorachicoxavier.com.br    e o telefone: 0800-283-7147.

 

(Texto recebido via email de José Reis Chaves)

 

 

 

 

 

O Antigo Egito (Ismael Gobbo)

VIII–  Segundo Período Intermediário e Novo Império

 

 

 

 

Segundo Período Intermediário

 

     O Segundo Período Intermediário tem se mostrado extremamente obscuro, suscitando inúmeras dúvidas e controvérsias entre os estudiosos. O principal motivo é a falta de informações precisas.

     Dentre os fatos conhecidos, emergem a debilidade política dos últimos reis do Médio Império e a invasão do Egito por povos estrangeiros, que o sacerdote Manethon chamou de hicsos, terminologia originária de uma deformação da palavra egípcia “Hekakhasut”, significando povos estrangeiros.

     Os invasores, identificados como de origem semítica e procedentes do Oriente, teriam atingido o Egito com a finalidade de buscar trabalho. Depois de certo tempo, estabeleceram-se com ânimo definitivo e, mercê de seu poderio militar, suplantaram os anfitriões, que acabaram por dominar.

     A infiltração dos hicsos acorreu pelo norte. Apoderaram-se das férteis terras do Delta e fortificaram a cidade de Ávaris, da qual fizeram capital.

     Posteriormente, avançaram por todo o país, instituíram as suas próprias dinastias (XV e XVI), elegeram seus faraós, cujos nomes inscreveram em “cartouche”, edificaram templos, monumentos e palácios, cobrindo-os de inscrições com caracteres egípcios; adoraram a Rá, de Heliópolis, e a Sete, que equivalia ao deus Baal.

     Nos quase dois séculos em que permaneceram no Egito, os hicsos absorveram a cultura e tradição local e, de sua parte, legaram expressivos avanços ao país, como a introdução dos usos do cavalo, carros de combate e carroças, o aperfeiçoamento das técnicas de trabalho com o cobre, especialmente utilizado na confecção de armas e instrumentos e o aprimoramento dos processos de fiação e tecelagem.

     Trouxeram novos instrumentos musicais, como a lira, o oboé e o pandeiro, além de promoverem a importação de novos gêneros alimentícios.

     Os hicsos foram combatidos por Ames, ou Amósis I, um príncipe de Tebas que os rechaçou do Alto Egito, retomou a cidade de Mênfis e os encurralou na região do norte.

     Em posteriores investidas, o tebano os expulsou definitivamente do Egito, perseguindo-os até a Palestina e a Síria, e reconquista a Núbia, que havia se tornado independente durante o domínio estrangeiro.

     A capital é transferida para Tebas, que pela segunda vez na história do Egito torna-se responsável pelo renascimento do país.

     Com a ascensão da XVIII dinastia, o Egito passa a conhecer uma nova era, o conhecido Novo Império, que, por cinco séculos, faria o pais preponderar sobre todo o mundo oriental e lançaria nos seus anais vultos célebres, como os faraós Tutmés, Ramsés, Aquenáton e Tutancâmon.

 

O esplendor 

 

     Amósis e seus sucessores inauguraram um período de grandes operações militares, voltadas não só à preservação do território, mas, sobretudo a uma política expansionista, que não conheceu limites e lançaram as bases de um império de domínio universal.

     Amenófis I figurou como pacificador da Núbia, onde construiu um templo. Teria subido ao trono muito novo e provavelmente teve sua mãe como regente nos primeiros anos de reinado. É conhecido como o faraó que construiu o primeiro templo mortuário isolado de sua tumba em Deir-el-Bahari, templo que acabou destruído pelo que Hatshepsute construiu para si naquele local.

     Tutmés I teve um governo significativo em termos de política externa.

     Inscrições encontradas nas proximidades da 3ª. e 4ª. cataratas do Nilo registram seus feitos na expansão e controle do Egito sobre a Núbia. Também há informações atestando sua chegada à região do Eufrates.

     A motivação principal para as investidas egípcias em direção á Núbia e à Ásia era a de garantir rotas comerciais que ensejassem a obtenção de matérias-primas, como óleos, madeiras, cobre, prata e mão-de-obra escrava.

     Tutmés II prosseguiu com a política externa agressiva do pai, como a documentada vitória em Assuã, onde promoveu um massacre para conter uma rebelião Núbia.

     Hatshepsute proclamou-se regente e alijou temporariamente o sobrinho Tutmés III na linha sucessória. Rainha por 22 anos, ao que parece usando barba e vestindo-se com trajes masculinos, teve uma administração caracterizada tanto pela tranqüilidade no campo militar como expressiva prodigalidade no campo artístico. Com efeito, foi quem mandou edificar, sob a direção do arquiteto Senemute, uma das mais esplendorosas obras da arquitetura funerária egípcia, o seu conjunto de Deir-el-Bahari.

     Tutmés III assumiu o poder com a morte de Hatshepsute. Mandou apagar todas as inscrições que levaram o nome da “usurpadora”. Reinando por 34 anos, ficou conhecido pelo cognome de “Conquistador” e, segundo a tradição, foi eleito faraó pelo próprio deus Amon.  Sob sua tutela o Egito viveu a fase de maior esplendor. Com dezessete expedições militares à Ásia, derrotou definitivamente os Mitânios. Inscreveram-se como célebres na história as suas vitórias em Kadesh, Megido e Karkemish. À época o império egípcio compreendia também as ilhas de Creta, Chipre e o grupo das Cíclades. Ao término de seu reinado, Tutmés III chegou até a quarta catarata, atingindo assim os confins desde Napata, na Núbia, até o Rio Eufrates.

     O Egito transformado em potência militar, instituiu largas zonas de protetorado, prevenindo-se contra novos movimentos de povos. Passa a cobrar tributos regulares dos seus “protegidos” e, não raramente, o tesouro foi enriquecido pelos espólios e prisioneiros de guerra.

     Os templos receberam seu quinhão, particularmente aqueles que cultuavam o deus eleito da dinastia, o deus Amon, que legara as vitórias aos seus filhos, os faraós.  Dignos de menção foram Amenófis III, que mandou edificar o maravilhoso templo de Luxor e os Colossos de Mémnon, e Amenófis IV, o faraó notabilizado como rei-poeta, herético e cismático.

     Assustado com o clero de Amon, que havia criado um verdadeiro estado dentro do próprio estado, o faraó Amenófis IV substituiu a religião de Amon pela de Áton, o disco solar, paara cuja adoração já não se faziam necessários os simulacros. Fechou os templos e dispersou os sacerdotes, abandonando Tebas.  Fundou uma nova capital, Aquetáton (O horizonte de Áton), a atual Tell-el-Amarna, além de exigir que o chamassem de Aquenáton, ou seja, “isto agrada a Áton”, como homenagem ao sol, o qual chamou de Áton.

     As artes egípcias evoluíram e ganharam com Aquenáton os mais expressivos requintes de beleza, como atestam os célebres bustos de sua esposa Nefertite, “a formosa que aqui vem”, admirados em todo o mundo, apesar dos séculos que se sucedem.

     Porém o cisma não sobreviveu. Com a morte de Aquenáton o clero de Tebas recuperou o seu poder e foi reinstaurado o culto a Amon. A coroa foi passada a um jovem príncipe, que, por influência daquele clero de Amon foi denominado Tutancâmon, como quisera seu antecessor.

     Relativamente a Tutancâmon, morto misteriosamente aos dezoito anos, além do retorno do culto religioso a Amon, registra-se o encontro de sua tumba quase intacta no Vale dos Reis, através do obstinado arqueólogo Howard Carter, em 1922. Esse imenso e rico tesouro, dos principais até hoje encontrados, lota um dos setores do Museu do Cairo e é, sem dúvida, a maior atração para os turistas que o visitam.

     A XIX dinastia prima pelo militarismo. São ressaltados Ramsés I (um militar de profissão), posteriormente Seti I, que reassumiu a política de conquistas no Oriente, e, por fim, Ramsés II, o mais famoso.

     Ramsés II, cognominado “o Grande” empenhou-se em guerrear com os hititas. Deteve-os em Kadesh em uma batalha histórica, cujo êxito é incerto. Nos sessenta e sete anos de seu reinado, Ramsés II quis demonstrar toda sua potência pelas construções, como demonstram as de Abu Simbel, Carnaque, Luxor, e um sem número de outras espalhadas por todo o país.  

     

Nova decadência

 

     A dinastia seguinte, a XX, foi governada pelos “Ramsés” (Ramsés III a XI), em cujos reinados o Egito começou a sentir os efeitos de grande recessão econômica, além da invasão dos chamados “Povos do Mar”, repelidos duramente por Ramsés III.

     Em face do assédio desses invasores, a capital do país foi transferida inicialmente para a região do Delta, em PI-Ramsés, cidade fundada por Ramsés II, e posteriormente para Tanis, mais a Nordeste.

     Com a XXI dinastia o declínio se acentua. Surge outro período conturbado na história egípcia, sobretudo por problemas políticos; o poder passa às mãos de dinastias estrangeiras e brota outra fase complicada, conhecido como Terceiro Período Intermediário.

 

Próximo artigo, na próxima semana: IX–  O fim do imperialismo egípcio

 

Templo de Hatshepsute em Deir-el-Bahari, Egito. Projeto concebido pelo arquiteto Senemute em dois pisos

e escavado na rocha. foto Ismael Gobbo

Grande e famosa estátua do faraó Ramsés II no

Museu Egípcio de Turim, Itália.

Foto do museu. Arquivo  Ismael Gobbo

Nefertiti, esposa de Aquenáton.  Museu Egípcio de Berlim, Alemanha.

Imagem: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/46/Nefertiti_30-01-2006.jpg

Nefertiti e Akhenáton. Museu do Louvre, Paris.

Imagem: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/cf/Egypte_louvre_173.jpg

Trono de madeira revestido em ouro e outros materiais preciosos

pertencente ao faraó Tutancâmon. Exposto no

Museu do Cairo, Egito. Foto Ismael Gobbo

 Sala Hipostila do templo de Carnac

É considerada uma das coisas mais belas que a arte egípcia legou à posteridade.

Destacam-se as belas colunas “papiriformes” com altura de 23 metros

e que podem abrigar em seu topo cinqüenta pessoas. A sala mede 102x53 metros.

Foto Ismael Gobbo

 

Templo de Luxor, na região da antiga Tebas, no Egito. A obra foi iniciada por Amenófis II, ampliada por Tutmés III

e concluída por Ramsés II. Era ligada ao templo de Carnac por uma avenida adornada de esfinges com cabeça de

carneiro da qual apenas um trecho é hoje visível. O obelisco que ficava à direita da porta de ingresso foi doado à França e

colocado no centro da Praça da Concórdia, em Paris, a 25 de outubro de 1836, homenageando Champollion. Fotos Ismael Gobbo

Colossos de Memnon. É tudo o que resta do templo funerário de Amenófis III, em Tebas,

atual Luxor. As estátuas de vinte metros de altura guarneciam a entrada do templo que não mais existe. Foto Ismael Gobbo

Rio Nilo e o porto em Assuã, Egito. Foto Ismael Gobbo

Tecelões egípcios confeccionando tapetes na região do Cairo. Foto Ismael Gobbo

 

 

 

 

Registro. Seminário “Integrar e Conviver” na FEB

Brasília, DF

 

A Federação Espírita Brasileira, promoveu em seu auditório principal, em Brasília o Seminário "Integrar e Conviver: Caminhos para a Ação Espírita", durante toda a manhã do dia 25 de agosto. O evento focalizou dois temas centrais: Ações integradas de acolhimento,consolo, esclarecimento e orientação; e, Novo olhar para a assistência social, tendo como público alvo os  freqüentadores e colaboradores da FEB. Programa desenvolvido: Apresentação geral da proposta do Seminário Integrado e fundamentos – Antonio Cesar Perri de Carvalho; Ações do Centro Espírita para acolher, consolar, esclarecer e orientar – Roberto Fuina Versiani; A FEB no contexto da Política Nacional de Assistência Social - Fabiana Lobo Sá, José Carlos da Silva Silveira e Maria de Lourdes Pereira de Oliveira; Ações integradas – relato de

casos – Célia Maria Rey de Carvalho e Miriam Lúcia Masotti Dusi; Características da Assistência e Promoção Social Espírita – José Carlos da Silva Silveira. As preces de abertura e de encerramento foram proferidas, respectivamente, por Maria Euny H. Masotti e Marta

Antunes de Moura. Houve música inicial por Gilza Aparecida e momento de lanche de confraternização. Informações: www.febnet.org.br,

diretoria@febnet.org.br

 

Seminário Acolhimento-Assistência Social,  FEB: Música; Maria Euny; César Perri, Roberto Versiani.

Seminário Acolhimento-Assistência Social,  FEB: José Carlos, Fabiana Miriam, Confraternização.

 

 

 

 

 

Conferência pública no Grupo “Cammino della Luce” vai abordar “A Proposta da Doutri Espírita para a Educação”. Vedelago (Treviso), Itália

 

Dia 1º. de Setembro de 2012

Das 17 às 18 horas.

 

Direcionada para pais, avós, tios, educadores e dirigentes.

 

 

 

(Informações recebidas em email de Claudia Werdine, Madrid, Espanha)

 

 

 

Palestra em Português com Sandra da Silva no GEEAK

Áustria

(Informação recebida em email de Elsa Rossi, Londres)

 

 

 

 

3ª. Manhã Espírita com André Trigueiro no C.E. Irmão Clarêncio

Rio de Janeiro, RJ

 

 

(Informação recebida em email de LUIZ CARLOS FORMIGA [formigalcd@hotmail.com])

 

 

 

Curso de Aplicador de Passes na União Espírita Paraense

Belém, Pará

 

 

(Informação recebida em email de Regina Bachega)

 

 

 

Registro. Encontro Fraterno da USE/SP

Jales, SP

 

Tivemos oportunidade de participar do ótimo Encontro Fraterno promovido pela USE- União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo e suas projeções Intermunicipais e regionais da região noroeste, na cidade de Jales, SP. Pela USE estadual compareceram os dirigentes José Antonio Luis Balieiro, de Ribeirão Preto, Hélio Alves Corrêa, de Sorocaba e Sidnei Batista,  da capital. O conclave contou com a participação de representantes de USE’s das seguintes localidades: Araçatuba,  Fernandópolis,  Ilha Solteira, Jales, Palmeira D’Oeste, Santa Fé do Sul e São José do Rio Preto. Os representantes da USE estadual expuseram a motivação da reunião, deram informes acerca da nova direção do órgão estadual que assumiu recentemente, também noticiaram sobre o movimento espírita nacional, mormente as ações da FEB e do Conselho Federativo Nacional. Os órgãos presentes expuseram suas principais ações, os êxitos que vem alcançando em suas realizações e as dificuldades que encontram em algumas delas. Muito positiva e digna de registro a disposição de dirigentes em reativar ou reestruturar órgãos que se encontram paralisados ou necessitados de um acompanhamento mais direto. (Ismael Gobbo). 

 

Dirigentes que participaram do Encontro Fraterno da USE. Jales, SP., em  25/8/2012.

 

 

 

Roteiro de Palestras com Manolo Quesada

São Paulo, capital e região

 

(Informação recebida em emails de Manolo Quesada;  de Regina Bachega; de elizabethmansour1@hotmail.com; de João Marchesi Neto)

 

 

 

Palestra com Jamiro dos Santos Filho no C.E. Discípulos de Jesus

Penápolis, SP

(Informação recebida em email de Maria José de Almeida)

 

 

 

Palestra Musical com Allan Vilches

Piracaia, SP

 

(Informação recebida em email de Regina Bachega)

 

 

 

 

Registro. Palestras com André Ariovaldo

Araçatuba, SP

 

Prosseguindo seu roteiro na cidade, André Ariovaldo esteve na quinta-feira, 23/8/2012,  no Centro Espírita Francisco de Assis onde abordou o tema “Audácia no Bem”.  Na sexta-feira encerrando sua participação em Araçatuba  o palestrante agradou a todos os presentes ao Grupo Espírita da Fraternidade onde discorreu sobre o tema  “Auto Conhecimento”.

Abaixo as fotos da palestra no G.E. da Fraternidade

 

O apresentador Nelson Custódio, André Ariovaldo em sua fala,  André com trabalhadores espíritas e  exposição de livros.

 

Em breve as imagens dos eventos com André Ariovaldo serão postadas no site

www.avozdoespiritismo.com.br

 

 

 

 

Centro Espírita Luz e Verdade

conclui programação do seu primeiro grupo do  ESDE. Marilia, SP

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Olá, amigos.

 

Repassamos informação sobre o ESDE, desenvolvido no Centro Espírita Luz e Verdade.

 

Abraços,

 

Donizete

 

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(Informação recebida em email de Donizete Pinheiro)

 

 

 

 

Palestra no C.E. Allan Kardec

Penápolis, SP

 

PALESTRA.

 

CENTRO ESPIRITA ALLAN KARDEC.

AV. LUIZ OSORIO 1262-PENAPOLIS.

 

SEGUNDA-FEIRA DIA 26/08/12 ÀS 20 HORAS.

 

MIRELA ABE CASANOVA.

 

                                                                                                                                 

TEMA: “NÃO ROUBE”.

                                                                                                                                                    

OBSERVAÇÃO:- A TRANSMISSÃO DOS PASSES COMEÇA ÀS 19:30 HORAS.

 

(Informações recebidas em email de João Marchesi Neto)

 

 

 

Palestras com Agnaldo Paviani

São Paulo, capital e região

 

(Informações recebidas em email de Regina Bachega)

 

 

 

 

Almoço Beneficente no Fraternidade Espírita O Bom Samaritano

Águas Claras, DF

 

 

(Informação recebida em email de Alexandre Magno [alexandre@febos.org])

 

 

 

 

Leia o informativo da Fundação Joana de Cusa

Sydney, Austrália

 

Acesse aqui:

http://www.joanadecusa.org.au/index.php?option=com_acymailing&ctrl=archive&task=view&listid=1-mailing_list&mailid=39-newsletter-august-2012&Itemid=95

 

 

 

 

 

 

Leia a revista eletrônica semanal O Consolador

Londrina, PR

 

Acesse aqui:

www.oconsolador.com.br

 

 

 

 

 

Prece eficaz

 

 

Em sua passagem pelo mundo, Jesus se notabilizou pela pureza, pela bondade e pela sabedoria.

A meditação sobre Sua vida é sempre salutar.

Um aspecto interessante para refletir consiste no hábito que Jesus tinha de orar.

Nas mais diversas oportunidades, buscava se conectar com o Pai.

A pedido dos Apóstolos, ensinou-lhes a oração dominical.

Em Suas derradeiras instruções, antes de experimentar o martírio, Ele também tratou da prece.

Disse que, até aquele momento, os discípulos nada haviam pedido em Seu nome.

Mas que, ao pedirem, receberiam, para que sua alegria se cumprisse.

Com base nessa assertiva, muitos cristãos entendem que toda e qualquer oração deve ser atendida.

Não têm pudor de rogar ao Senhor da Vida a satisfação de fantasias e caprichos.

Ou então pedem para que a morte poupe um ente querido.

De outras vezes, rogam para ter vida tranquila, ao abrigo de imprevistos e desastres.

Imaginam que todos os seus problemas se solucionarão, ao simples custo de uma rogativa.

Olvidam a lei do trabalho, para se lançarem no simples petitório.

Desejam facilidades, sucesso sem esforço.

Acreditam que sua condição de cristãos lhes garante uma posição privilegiada no mundo.

Com isso, esquecem outra afirmativa do Messias Divino, no sentido de ser necessário tomar a própria cruz.

Ou seja, esforçar-se para superar os percalços do mundo.

Guardar dignidade frente às tentações.

Servir de exemplo, com uma vida laboriosa e serena.

Na ausência de pronto atendimento a suas rogativas, quedam desalentados.

Entretanto, há um aspecto importante a ser observado.

Jesus prometeu a resposta do céu aos que pedissem em Seu nome.

Por isso mesmo, a alma crente, convicta da sua fragilidade, precisa interrogar a própria consciência.

Deve analisar o conteúdo de suas rogativas ao Supremo Senhor, no mecanismo das manifestações espirituais.

Estará ela suplicando em nome do Cristo ou das vaidades do mundo?

A título de orar, não estará apenas cultivando o hábito da reclamação?

Pedir, em nome de Jesus, implica aceitar a Vontade Divina sábia e amorosa.

Essa rogativa tão especial pressupõe a entrega do próprio coração.

E quem se entrega ao Divino Amigo sabe se contentar com o necessário que lhe é concedido.

Nessa entrega reside o segredo da compreensão perfeita da sublimidade do amor de Deus.

Ele não envolve Suas criaturas em padecimentos com o propósito de vê-las sofrer.

Experiências dilaceradoras destinam-se a fazer surgir a pureza dos anjos.

Elas propiciam a superação do estágio de infância espiritual.

Chamam a atenção para o que realmente importa: a consciência tranquila, a fraternidade e a fé.

Nisso reside a genuína alegria do cristão, que jamais perece.

Pense a respeito.

 

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 66, do
livro
Caminho, verdade e vida, pelo Espírito Emmanuel, pela
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.

Em 8.8.2012.

 

 

(Recebida em email de Adriano Barroso)

Escultura de pequena dimensão incrustada em parede da Igreja de Todas as Nações, ou Basílica da Agonia,  no

Jardim de Getsêmani,  que fica no sopé do Monte das Oliveiras. Local onde Jesus costumava orar. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo

 

 

 

 

Nota: Todas as notícias deste e de emails anteriores estão postadas no blog: http://ismaelgobbo.blogspot.com e no

site www.noticiasespiritas.com.br. O trabalho é totalmente gratuito e desenvolvido com o concurso de colaboradores voluntários. 

 

 

 

 

Em absoluto respeito à sua privacidade, caso não mais queira receber este boletim de notícias do movimento espírita, envie-nos um email solicitando a exclusão do seu endereço eletrônico de nossa lista. Nosso endereço: igobi@uol.com.br

 

 

 

Editoração e envio:

Ismael Gobbo, Araçatuba, SP

Gislaine Pascoal Yokomizo e Leonardo Yokomizo, Jacareí, SP