Notícias do Movimento Espírita

Araçatuba, SP, terça-feira,  20 de novembro de 2012

Compiladas por Ismael Gobbo

Agradecemos àqueles que gentilmente repassam este email

 

 

Nota 1

Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento.

 

 

Nota 2

Este email é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes  diversas e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec.  Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas. (Ismael Gobbo)

 

 

 

Atenção

 

Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui: http://www.noticiasespiritas.com.br/2012/NOVEMBRO/20-11-2012.htm

 

 

 

 

Allan Kardec

 

A minha primeira iniciação no Espiritismo

Allan Kardec

 

     Foi em 1854 que pela primeira vez ouvi falar das mesas girantes. Encontrei um dia o magnetizador, Senhor  Fortier, a quem eu conhecia desde muito tempo e que me disse: Já sabe da singular propriedade que se acaba de descobrir no Magnetismo? Parece que já não são somente as

pessoas que se podem magnetizar, mas também as mesas, conseguindo-se que elas girem e caminhem à vontade. — “É, com efeito, muito singular, respondi; mas, a rigor, isso não me parece radicalmente impossível. O fluido magnético, que é uma espécie de eletricidade, pode perfeitamente atuar sobre os corpos inertes e fazer que eles se movam.” Os relatos, que os jornais publicaram, de experiências feitas

em Nantes, em Marselha e em algumas outras cidades, não permitiam dúvidas acerca da realidade do fenômeno.

     Algum tempo depois, encontrei-me novamente com o Sr. Fortier, que me disse: Temos uma coisa muito mais extraordinária; não só se consegue que uma mesa se mova, magnetizando-a, como também que fale. Interrogada, ela responde. — Isto agora, repliquei-lhe, é outra questão. Só acreditarei quando o vir e quando me provarem que uma mesa tem cérebro para pensar, nervos para sentir e que possa tornar-se sonâmbula. Até lá, permita que eu não veja no caso mais do que um conto para fazer-nos dormir em pé.

     Era lógico este raciocínio: eu concebia o movimento por efeito de uma força mecânica, mas, ignorando a causa e a lei do fenômeno, afigurava-se-me absurdo atribuir-se inteligência a uma coisa puramente material. Achava-me na posição dos incrédulos atuais, que negam porque apenas vêem um fato que não compreendem. Há 50 anos, se a alguém dissessem, pura e simplesmente, que se podia transmitir

um despacho telegráfico a 500 léguas e receber a resposta dentro de uma hora, esse alguém se riria e não teriam faltado excelentes razões científicas para provar que semelhante coisa era materialmente impossível. Hoje, quando já se conhece a lei da eletricidade, isso a ninguém espanta, nem sequer ao camponês. O mesmo se dá com todos os fenômenos espíritas. Para quem quer que não conheça a lei que os rege, eles parecem sobrenaturais, maravilhosos e, por conseguinte, impossíveis e ridículos. Uma vez conhecida a lei, desaparece a maravilha, o fato deixa de ter o que repugne à razão, porque se prende à possibilidade de ele produzir-se.

     Eu estava, pois, diante de um fato inexplicado, aparentemente contrário às leis da Natureza e que a minha razão repelia. Ainda nada vira, nem observara; as experiências, realizadas em presença de pessoas honradas e dignas de fé, confirmavam a minha opinião, quanto à possibilidade do efeito puramente material; a idéia, porém, de uma mesa falante ainda não me entrara na mente.

     No ano seguinte, estávamos em começo de 1855, encontrei-me com o Sr. Carlotti, amigo de 25 anos, que me falou daqueles fenômenos durante cerca de uma hora, com o entusiasmo que consagrava a todas as idéias novas. Ele era corso, de temperamento ardoroso e enérgico e eu sempre lhe apreciara as qualidades que distinguem uma grande e bela alma, porém desconfiava da sua exaltação. Foi o primeiro que me falou na intervenção dos Espíritos e me contou tantas coisas surpreendentes que, longe de me convencer, aumentou-me as dúvidas. Um dia, o senhor será dos nossos, concluiu. Não direi que não, respondi-lhe; veremos isso mais tarde.

     Passado algum tempo, pelo mês de maio de 1855, fui à casa da sonâmbula Sra. Roger, em companhia do Sr. Fortier, seu magnetizador. Lá encontrei o Sr. Pâtier e a Sra. Plainemaison, que daqueles fenômenos me falaram no mesmo sentido em que o Sr. Carlotti se pronunciara, mas em tom muito diverso. O Sr. Pâtier era funcionário público, já de certa idade, muito instruído, de caráter grave, frio e calmo; sua linguagem pausada, isenta de todo entusiasmo, produziu em mim viva impressão e, quando me convidou a assistir às experiências que se realizavam em casa da Sra. Plainemaison, à rua Grange-Batelière, 18, aceitei imediatamente. A reunião foi marcada para terça-feira1 de maio às oito horas da noite.

     Foi aí que, pela primeira vez, presenciei o fenômeno das mesas que giravam, saltavam e corriam em condições tais que não deixavam lugar para qualquer dúvida. Assisti então a alguns ensaios, muito imperfeitos, de escrita mediúnica numa ardósia, com o auxílio de uma cesta. Minhas idéias estavam longe de precisar-se, mas havia ali um fato que necessariamente decorria de uma causa. Eu entrevia, naquelas aparentes futilidades, no passatempo que faziam daqueles fenômenos, qualquer coisa de sério, como que a revelação de uma nova lei, que tomei a mim estudar a fundo.

Bem depressa, ocasião se me ofereceu de observar mais atentamente os fatos, como ainda o não fizera. Numa das reuniões da Sra. Plainemaison, travei conhecimento com a família Baudin, que residia então à rua Rochechouart. O Sr. Baudin me convidou para assistir às sessões hebdomadárias que se realizavam em sua casa e às quais me tornei desde logo muito assíduo.

     Eram bastante numerosas essas reuniões; além dos freqüentadores habituais, admitiam-se todos os que solicitavam permissão para assistir a elas. Os médiuns eram as duas senhoritas Baudin, que escreviam numa ardósia com o auxílio de uma cesta, chamada carrapeta e que se encontra descrita em O Livro dos Médiuns. Esse processo, que exige o concurso de duas pessoas, exclui toda possibilidade de

intromissão das idéias do médium. Aí, tive ensejo de ver comunicações contínuas e respostas a perguntas formuladas, algumas vezes, até, a perguntas mentais, que acusavam, de modo evidente, a intervenção de uma inteligência estranha.

     Eram geralmente frívolos os assuntos tratados. Os assistentes se ocupavam, principalmente, de coisas respeitantes à vida material, ao futuro, numa palavra, de coisas que nada tinham de realmente sério; a curiosidade e o divertimento eram os móveis capitais de todos. Dava o

nome de Zéfiro o Espírito que costumava manifestar-se, nome perfeitamente acorde com o seu caráter e com o da reunião. Entretanto, era muito bom e se dissera protetor da família. Se com freqüência fazia rir, também sabia, quando preciso, dar ponderados conselhos e manejar, se ensejo se apresentava, o epigrama, espirituoso e mordaz. Relacionamo-nos de pronto e ele me ofereceu constantes provas de grande simpatia. Não era um Espírito muito adiantado, porém, mais tarde, assistido por Espíritos superiores, me auxiliou nos meus trabalhos. Depois, disse que tinha de reencarnar e dele não mais ouvi falar.

     Foi nessas reuniões que comecei os meus estudos sérios de Espiritismo, menos, ainda, por meio de revelações, do que de observações. Apliquei a essa nova ciência, como o fizera até então, o método experimental; nunca elaborei teorias preconcebidas; observava cuidadosamente, comparava, deduzia conseqüências; dos efeitos procurava remontar às causas, por dedução e pelo encadeamento lógico dos fatos, não admitindo por válida uma explicação, senão quando resolvia todas as dificuldades da questão. Foi assim que procedi sempre em meus trabalhos anteriores, desde a idade de 15 a 16 anos. Compreendi, antes de tudo, a gravidade da exploração que ia empreender; percebi, naqueles fenômenos, a chave do problema tão obscuro e tão controvertido do passado e do futuro da Humanidade, a solução que eu procurara em toda a minha vida. Era, em suma, toda uma revolução nas idéias e nas crenças; fazia-se mister, portanto, andar com a maior circunspeção e não levianamente; ser positivista e não idealista, para não me deixar iludir.

     Um dos primeiros resultados que colhi das minhas observações foi que os Espíritos, nada mais sendo do que as almas dos homens, não possuíam nem a plena sabedoria, nem a ciência integral; que o saber de que dispunham se circunscrevia ao grau, que haviam alcançado, de adiantamento, e que a opinião deles só tinha o valor de uma opinião pessoal. Reconhecida desde o princípio, esta verdade me preservou do grave escolho de crer na infalibilidade dos Espíritos e me impediu de formular teorias prematuras, tendo por base o que fora dito por um ou alguns deles.

     O simples fato da comunicação com os Espíritos, dissessem eles o que dissessem, provava a existência do mundo invisível ambiente. Já era um ponto essencial, um imenso campo aberto às nossas explorações, a chave de inúmeros fenômenos até então inexplicados. O segundo ponto, não menos importante, era que aquela comunicação permitia se conhecessem o estado desse mundo, seus costumes, se assim nos podemos exprimir. Vi logo que cada Espírito, em virtude da sua posição pessoal e de seus conhecimentos, me desvendava uma face daquele mundo, do mesmo modo que se chega a conhecer o estado de um país, interrogando habitantes seus de todas as classes, não podendo um só, individualmente, informar-nos de tudo. Compete ao observador formar o conjunto, por meio dos documentos colhidos de diferentes lados, colecionados, coordenados e comparados uns com outros. Conduzi-me, pois, com os Espíritos, como houvera feito com homens. Para mim, eles foram, do menor ao maior, meios de me informar e não reveladores predestinados.

     Tais as disposições com que empreendi meus estudos e neles prossegui sempre. Observar, comparar e julgar, essa a regra que constantemente segui.

     Até ali, as sessões em casa do Sr. Baudin nenhum fim determinado tinham tido. Tentei lá obter a resolução dos problemas que me interessavam, do ponto de vista da Filosofia, da Psicologia e da natureza do mundo invisível. Levava para cada sessão uma série de questões preparadas e metodicamente dispostas. Eram sempre respondidas com precisão, profundeza e lógica. A partir de então, as sessões

assumiram caráter muito diverso. Entre os assistentes contavam-se pessoas sérias, que tomaram por elas vivo interesse e, se me acontecia faltar, ficavam sem saberem o que fazer. As perguntas fúteis haviam perdido, para a maioria, todo atrativo. Eu, a princípio, cuidara apenas de instruir-me; mais tarde, quando vi que aquilo constituía um todo e ganhava as proporções de uma doutrina, tive a idéia de publicar

os ensinos recebidos, para instrução de toda a gente. Foram aquelas mesmas questões que, sucessivamente desenvolvidas e completadas, constituíram a base de O Livro dos Espíritos.

     No ano seguinte, em 1856, freqüentei ao mesmo tempo as reuniões espíritas que se celebravam à rua Tiquetone, em casa do Sr. Roustan e Srta. Japhet, sonâmbula. Eram sérias essas reuniões e se realizavam com ordem. As comunicações eram transmitidas por intermédio da Srta. Japhet, médium, com auxílio da cesta de bico.

     Estava concluído, em grande parte, o meu trabalho e tinha as proporções de um livro. Eu, porém, fazia questão de submetê-lo ao exame de outros Espíritos, com o auxílio de diferentes médiuns. Lembrei-me de fazer dele objeto de estudo nas reuniões do Sr. Roustan. Ao cabo de algumas sessões, disseram os Espíritos que preferiam revê-lo na intimidade e marcaram para tal efeito certos dias nos quais eu trabalharia em particular com a Srta. Japhet, a fim de fazê-lo com mais calma e também de evitar as indiscrições e os comentários prematuros do público.

     Não me contentei, entretanto, com essa verificação; os Espíritos assim mo haviam recomendado. Tendo-me as circunstâncias posto em relação com outros médiuns, sempre que se apresentava ocasião eu a aproveitava para propor algumas das questões que me pareciam mais

espinhosas. Foi assim que mais de dez médiuns prestaram concurso a esse trabalho. Da comparação e da fusão de todas as respostas, coordenadas, classificadas e muitas vezes retocadas no silêncio da meditação, foi que elaborei a primeira edição de O Livro dos Espíritos, entregue à publicidade em 18 de abril de 1857.

     Pelos fins desse mesmo ano, as duas Srtas. Baudin se casaram; as reuniões cessaram e a família se dispersou. Mas, então, já as minhas relações começavam a dilatar-se e os Espíritos me multiplicaram os meios de instrução, tendo em vista meus ulteriores trabalhos.

 

(Livro: Obras Póstumas, Allan Kardec, FEB, 2ª. Parte)

Ilustração do fenômeno da Mesa Girante

 

 

 

Encontro com a Cultura Espírita terá presença de

Marcel Mariano. São Paulo, SP

 

Convidamos para o último Encontro com a Cultura Espírita do ano promovido pelo C.E.Nosso Lar Casas André Luiz -

Presença do Expositor Espírita da Bahia Marcel Mariano -   com o tema Lições para a Felicidade.

 

Dia 24 de novembro a partir das 19h30, na UD Santana  - Rua Duarte  de  Azevedo, 691 - Santana - São Paulo/SP

Dia 25 de novembro a partir das 17h30, na UD Vila Galvão. - Rua Vicente Melro, 878 - Vila Galvão - Guarulhos/SP

 Abertura Musical com o Coral do Centro Espírita Nosso Lar Casas André Luiz

 Marcel Mariano é:

Bacharel em Direito pela UCSal – Universidade Católica do Salvador e Professor licenciado em História pela FFPP – Faculdade de Formação de Professores de Petrolina/PE.; Assistente Jurídico do Menor lotado na 1ª Vara da Inf/Juventude de Salvador/Ba.; funcionário público concursado do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia; ex-Professor da Faculdade de Direito do Instituto Social da Bahia e da Academia de Polícia Militar da Bahia na matéria Estatuto da Criança e do Adolescente; atualmente trabalhador da Fed. Espírita do Estado da Bahia e do CE Caminho da Redenção.

 Informações c/ a Assessoria de Comunicação  -  Conselho Doutrinário e suas Divisões

(11) 2973-6579  ramal 105           silvanalima@nossolar.org.br

Centro Espírita Nosso Lar Casas André Luiz

(Informações recebidas em email de Claudio Palermo)

 

 

 

 

Seminário no G.E. Allan Kardec com Dr. Fernando Sant”anna

Araruama, RJ

 

(Informações recebidas em email de Giovana Campos)

 

 

 

 

23º Encontro Espírita sobre "Medicina Espiritual"

Cabo Frio, RJ

Ficha de inscrição

 

http://www.celd-cabofrio.org.br/slide3.php

Seções: Doutrinária, Científica I e II e Técnicas de Passe.

 


Na Escola Municipal Edilson Duarte.

Na rua Edilson Duarte, S/N - Jardim Caiçara, Cabo Frio / RJ

Dia 25 de novembro de 2012, das 8h às 13h

 

(Informações recebidas em email de Giovana Campos)

 

 

 

 

Palestra com lançamento de livro

Juíz de Fora, MG

 

 

(Informação recebida em email de Lucy Dias Ramos)

 

 

 

Lançamento do livro “Cisco Cândido Xavier” na FEESP

São Paulo, SP

 

(Informação recebida em emails de Regina Bachega e de Claudio Palermo)

 

 

 

 

Programação de palestras

com Luiz Augusto Macedo

 

(Informações recebidas em email de Luiz Augusto Macedo)

 

 

 

Palestra com Solange Urbner no C.E. Francisco de Assis

Avanhandava, SP

 

CONVITE de PALESTRA

Centro Espirita Francisco de Assis - Avanhandava

Rua Tibiriçá nº 522

Para assistirem a palestra que será realizada quarta-feira dia 21/11/2012

às 20,00 com

SOLANGE  URBNER.

da

Cidade de  PENÁPOLIS

Tema:

"   LIVRE  "

 

(Informações recebidas em email de Luiz Antonio da Silva e de João Marchesi Neto)

 

 

 

 

Evento Regional em

Frutal, MG

 

 

Os Centros Espíritas da Região do CRE Sul, com apoio da União Espírita Mineira, promovem neste dia 25 de novembro (domingo) um evento sobre Centro e Movimento Espírita, no Centro Espírita "Deus Amor e Caridade", sito à Rua Cel. Delfino Nunes, nº 304, em Frutal (MG). O expositor convidado é Aston Brian, secretário da Comissão Regional Centro do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira e abordará o tema “Gestão da Casa Espírita”. Informações: brazjomarques@terra.com.br ; www.febnet.org.br

 

 

 

 

 

2º. Simpósio- Projeto de Extensão. Espiritualidade, Saúde e Educação. Alagoas, CE

 

 

(Informações recebidas em email de Giovana Campos)

 

 

 

 

Palestras com Agnaldo Paviani

São Paulo, SP

 

 

(Informações recebidas em email de Regina Bachega)

 

 

 

 

 

Campanha Natal de Amor 2012

Guarulhos, SP

 

Olá, Amigos!

Todos os anos, ajudamos a realizar

uma ação social que tem como objetivo:

 

Fazer o Natal de famílias e principalmente de

CRIANÇAS carentes, MAIS FELIZ!!

 

Esse ano, essa ação será realizada em duas partes:

 

DIA 23/12/2012 (Domingo)

Festa com entrega de presentes de Natal

para as crianças carentes moradoras das

Favelas do Quinze, de Cumbica e Água Azul

Local: Teatro Adamastor

Av. Monteiro Lobato, 734

Macedo - Guarulhos - SP

Horário: 14:00 às 18:00 horas

Todos estão convidados a participar

 

DIA 22/12/2011 (Sábado)

Entrega de Cestas Básicas para 115 famílias.

Local: Favelas do Quinze e de Cumbica.

Horário: Durante todo o dia

 

Para que alcancemos o objetivo proposto conto

com a ajuda de todos!

Precisamos de PADRINHOS e MADRINHAS,

pessoas que se comprometam a comprar os

presentes de natal para as Crianças,

esse presente é composto de:

 

Uma roupa, um calçado, um brinquedo e uma

caixa de bombons.

 

Vocês não imaginam a alegria que proporcionarão

a essas crianças!

Às vezes, um pequeno sacrifício nosso, seja

financeiro ou de tempo, faz toda a Diferença para

aqueles que quase não têm nada!

 

Respondam a esse e-mail, dizendo querer

colaborar que eu mando o nome da(s)

criança(s) beneficiada(s), sua idade e os

tamanhos da roupa e do calçado.

 

Lembrem-se que é uma OPORTUNIDADE para

fazermos algo de bom pelo próximo, mas é

também uma grande RESPONSABILIDADE,

pois as crianças estarão esperando e contam

conosco!!!

 

Mobilizem amigos e familiares, são

quase 600 crianças!!!!

 

Os presentes deverão ser entregues,

até o dia: 10/12/2012.

 

Conto com vocês

Grande Abraço

Edson

 

(Informação recebida em email de Edson Hamazaki)

 

 

 

 

Grupo Vozes Eternas no C.E. Batuira de

Sorocaba, SP

 

 

(Informação recebida em emails de Regina Bachega e de Claudio Palermo)

 

 

 

 

Chá Beneficente do Grupo de Fraternidade João Ramalho

São Bernardo do Campo, SP

 

O Convida a Todos para o Chá Beneficente 

 

DIA: 25 DE NOVEMBRO

 

A partir das 14 horas

Local: Associação dos Funcionários Públicos de S. B. do Campo

Endereço: Rua 28 de Outubro , 61 - Centro

Convites à venda :  R$15,00

(Informações recebidas em email de Regina Bachea)

 

 

 

29ª; Feira Beneficente dp Grupo Socorrista Itaporã

São Paulo, SP

 

(Informação recebida em emails de Regina Bachega e de Claudio Palermo)

 

 

 

 

Estatuto da Nascituro

Leia a noticia abaixo

 

Acesse:

http://boletimsei.blogspot.com.br/2012/11/estatuto-do-nascituro-urgente.html

 

 

 

 

 

Crítica

 

Pelo Espírito André Luiz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro O Espírito da Verdade. Lição nº 43. Página 107.

 

Se você está na hora de criticar alguém, pense um pouco, antes de iniciar.

Se o parente está em erro, lembre-se de que você vive junto dele para ajudar.

Se o irmão revela procedimento lamentável, recorde que há moléstias ocultas que podem atingir você mesmo.

Se um companheiro faliu, é chegado o momento de substituí-lo em trabalho, até que volte.

Se o amigo está desorientado, medite nas tramas da obsessão.

Se o homem da atividade pública parece fora do eixo, o desequilíbrio é problema dele.

Se há desastres morais nos vizinhos, isso é motivo para auxílio fraterno, porquanto esses mesmos desastres provavelmente chegarão até nós.

Se o próximo caiu em falta, não é preciso que alguém lhe agrave as dores de consciência.

Se uma pessoa entrou em desespero, no colapso das próprias energias, o azedume não adianta.

Ainda que você esteja diante daqueles que se mostram plenamente mergulhados na loucura ou na delinquência, fale no bem e fuja da crítica destrutiva, porque a sua reprovação não fará o serviço dos médicos e dos juízes indicados para socorrê-los, e, mesmo que a sua opinião seja austera e condenatória, nisso ou naquilo, você não pode olvidar que a opinião de Deus, Pai de nós todos, pode ser diferente.

 

 (Texto  recebido em email do divulgador  Antonio Savio [asavio@uaivip.com.br])

 

 

 

 

Nota: Todas as notícias deste e de emails anteriores estão postadas no blog: http://ismaelgobbo.blogspot.com e no

site www.noticiasespiritas.com.br. O trabalho é totalmente gratuito e desenvolvido com o concurso de colaboradores voluntários. 

 

 

 

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Editoração e envio:

Ismael Gobbo, Araçatuba, SP

Gislaine Pascoal Yokomizo e Leonardo Yokomizo, Jacareí, SP