Notícias do Movimento Espírita

São Paulo, SP, segunda-feira, 18 de maio de 2015

Compiladas por Ismael Gobbo

Agradecemos àqueles que gentilmente repassam este email

Parcerias

 

 

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Nota 1

Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento.

 

Nota 2

Este email é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes  diversas e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec.  Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.  O trabalho é totalmente gratuito e conta com ajuda de colaboradores voluntários (Ismael Gobbo)

 

 

Atenção

Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:

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Os últimos 5 emails enviados:

 

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16-05-2015     http://www.noticiasespiritas.com.br/2015/MAIO/16-05-2015.htm

15-05-2015     http://www.noticiasespiritas.com.br/2015/MAIO/15-05-2015.htm

14-05-2015     http://www.noticiasespiritas.com.br/2015/MAIO/14-05-2015.htm

13-05-2015     http://www.noticiasespiritas.com.br/2015/MAIO/13-05-2015.htm

12-05-2015     http://www.noticiasespiritas.com.br/2015/MAIO/12-05-2015.htm

 

 

 

     

O Evangelho Segundo o Espiritismo- Cap. XXVIII,  36-37

Coletânea de preces espíritas

 

 

À hora de dormir

 

     38. Prefácio. O sono tem por fim dar repouso ao corpo; o Espírito, porém, não precisa de repousar. Enquanto os sentidos físicos se acham entorpecidos, a alma se desprende, em parte, da matéria e entra no gozo das faculdades do Espírito. O sono foi dado ao homem para reparação das forças orgânicas e também para a das forças morais. Enquanto o corpo recupera os elementos que perdeu por efeito da atividade da vigília, o Espírito vai retemperar-se entre os outros Espíritos. Haure, no que vê, no que ouve e nos conselhos que lhe dão, ideias que, ao despertar, lhe surgem em estado de intuição. É a volta temporária do exilado à sua verdadeira pátria. É o prisioneiro restituído por momentos à liberdade.

     Como se dá com o presidiário perverso, acontece que nem sempre o Espírito aproveita dessa hora de liberdade para seu adiantamento. Se conserva instintos maus, em vez de procurar a companhia de Espíritos bons, busca a de seus iguais e vai visitar os lugares onde possa dar livre curso aos seus pendores.

     Eleve, pois, aquele que se ache compenetrado desta verdade, o seu pensamento a Deus, quando sinta aproximar-se o sono, e peça o conselho dos bons Espíritos e de todos cuja memória lhe seja cara, a fim de que venham juntar-se-lhe, nos curtos instantes de liberdade que lhe são concedidos, e, ao despertar, sentir-se-á mais forte contra o mal, mais corajoso

diante da adversidade.

     39. Prece. – Minha alma vai estar por alguns instantes com os outros Espíritos. Venham os bons ajudar-me com seus conselhos. Faze, meu anjo guardião, que, ao despertar, eu conserve durável e salutar impressão desse convívio.

 

(O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, FEB.  Texto copiado do site Febnet e da obra citada)

  

Cigano de sono.  Pintura a óleo abstrata de Henri Rousseau

Imagem: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henri_Rousseau_010.jpg

 

 

O Evangelho no Lar

 

        Trabalhemos pela implantação do Evangelho no lar, quando estiver ao alcance de nossas possibilidades.

*

        A seara depende da sementeira. Se a gleba sofre o descuido de quem lavra e prepara, se o arado jaz inerte e se o cultivador teme o serviço, a colheita será sempre desengano e necessidade, acentuando o desânimo e a inquietação.

*

        É importante nos unamos todos no lançamento dos princípios cristãos no santuário doméstico.

*

        Trazer as claridades da Boa Nova ao templo da família é aprimorar todos os valores que a experiência terrestre nos pode oferecer.

*

        Não bastará entronizar as relíquias materiais que se reportem ao Divino Mestre, entre os adornos da edificação de pedra e cal onde as almas se reúnem sob os laços da consanguinidade ou da atração afetiva. É necessário plasmar o ensinamento de Jesus na própria vida, adaptando-se-lhe o sentimento à beleza excelsa.

*

        Evangelho no Lar é Cristo falando ao coração. Sustentando semelhante luz nas igrejas vivas do lar, teremos a existência transformada na direção do Infinito Bem.

*

        O Céu, naturalmente, não nos reclama a sublimação de um dia para outro nem exige de nós, de imediato, as atitudes espetaculares dos heróis.

        O trabalho da evangelização é gradativo, paciente e perseverante. Quem recebe na inteligência a gota de luz da Revelação Cristã, cada dia ou cada semana transforma-se no entendimento e na ação, de maneira imperceptível.

*

        Apaga-se nas almas felicitadas por essa bênção o fogo das paixões, e delas desaparecem os pruridos da irritação inútil que lhe situa o pensamento nos escuros resvaladouros do tempo perdido.

*

        Enquanto isso ocorre, as criaturas despertam para a edificação espiritual com o serviço por norma constante de fé e caridade, nas devoluções a que se afeiçoam, de vez que compreendem, por fim, no Senhor, não apenas o Amigo Sublime que ampara e eleva, mas também o orientador que corrige e educa para a felicidade real e para o bem verdadeiro.

*

        Auxiliemos a plantação do Cristianismo no santuário familiar, à luz da Doutrina Espírita, se desejamos efetivamente a sociedade aperfeiçoada no amanhã.

*

        Em verdade, no campo vasto do mundo, as estradas se bifurcam, mas é no lar que começam os fios dos destinos, e nós sabemos que o homem na essência é o legislador da própria existência e o dispensador da paz ou da desesperação, da alegria ou da dor a si mesmo.

*

        Apoiar semelhante realização, estendendo-se nos círculos das nossas amizades, oferecendo-lhes o nosso concurso ativo, na obra de regeneração dos espíritos na época atormentada que atravessamos, é obrigação que nos reaproximará do Mentor Divino, que começou o seu apostolado na Terra, não somente entre os doutores de Jerusalém, mas também nos júbilos caseiros da festa de Caná, quando, simbolicamente, transformou a água em vinho na consagração da paz familiar.

*

        Que a providência Divina nos fortaleça para prosseguirmos na tarefa de reconstrução do lar sobre os alicerces do Cristo, nosso Mestre e Senhor, dentro da qual cumpre-nos colaborar com as nossas melhores forças.

 

Bezerra de Menezes

 

Livro:  Temas da Vida

Francisco Cândido Xavier, por Espíritos Diversos

(Texto recebido em email de Renê Magalhães [reneado[email protected]])

Chico Xavier participando do Culto do Evangelho no Lar da família Perácio.

Imagem cedida por Oceano Vieira de Melo

 

 

Lançamento de livro por André Trigueiro com

direitos autorais para o CVV. Nesta segunda-feira. São Paulo, SP

 

Convite-VIVER-CulturaCNacional.jpg

 

(Com informações de Izabel Vitusso, Correio Fraterno)

 

 

4º. Encontro Espírita da Academia da Força Aérea e G.E.I. Gabriel. Pirassununga, SP

 

 

(Informações recebidas em email de Renê Magalhães [[email protected]])

 

 

4º. Encontro Espírita para Evangelizadores

Duque de Caxias, RJ

 

 

(Informação recebida em emails de Nelio Luzze e  de Renê Magalhães [[email protected]])

 

 

Palestra musicada com Vansan no G.E. Maria de Nazaré

Uberaba, MG

 

 

(Informação recebida em emails de [email protected]; em nome de; Caderno de Mensagens [[email protected]]; de Nelio Luzze e  de Renê Magalhães [[email protected]])

 

 

Palestra no C.E. Fé e Amor

Fazenda Santa Maria. Conquista/Sacramento, MG

 

 

(Informações recebidas em email de [email protected]; em nome de; Caderno de Mensagens [[email protected]])

 

 

Palestra no C.E. Francisco de Assis

Avanhandava, SP

 

CONVITE de PALESTRA

Centro Espirita Francisco de Assis - Avanhandava

Rua Tibiriçá nº 522

convida a todos para assistirem a palestra que a

 

ROSA MARIA HECHT PIZZO.

 

DA CIDADE DE

PENÁPOLIS

 

Fará  nesta quarta-feira dia 20-05-2015

Às  20,00  horas

Tema:

" LIVRE "

 

 

(Informação recebida em email de Luiz Antonio da Silva)

 

 

Palestra na Casa do Caminho

Macaé, RJ

 

 

(Informações recebidas em email de Renê Magalhães [[email protected]agalhaesgomes.com.br])

 

 

Kardec Rádio (em inglês)

Baltimore, EUA

 

 

   SCIENCE OF PRAYER

JOIN US LIVE TODAY AT 11 AM (EST)

  

Fred Gouveia, Spiritist practitioner at the Inner Enlightenment Spiritist Society in NY, joins us for an interview on Prayer, Science and Spiritism.

Ask your question at 858-769-4705. LISTEN HERE

 

 

 

 

 

        

 

  

   
            
   

 

 

        
     

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

Revista eletrônica semanal  “O Consolador”

Londrina, PR

 

Acessar aqui:

www.oconsolador.com.br

 

 

 

 

Leia o jornal “O Arauto” da USE Intermunicipal de Piracicaba, SP

 

Acesse no site:

http://www.usepiracicaba.com.br/

 

 

 

 

 

 

Informativo FEBtv

 

Acesse:

http://www.febtv.com.br/maladireta/arquivo/1405151150.html

 

 

 

 

 

 

Peça Teatral Espírita "HÁ DOIS MIL ANOS"

 

 

Dia: 13 de junho - Jales-SP

Dia: 14 de Junho - Fernandópolis-SP

 

A Peça Teatral Espírita "HÁ DOIS MIL ANOS" está de volta no 

Teatro do Ator

em São Paulo para curta temporada.

 

DOMINGOS ÁS 19:00 HRS

 

NÃO PERCAM ESTA OPORTUNIDADE DE ASSISTIR ESTE ESPETÁCULO

      E CONVIDAR  TODOS OS FREQUENTADORES DA SUA CASA ESPÍRITA 

 

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VALOR DO INGRESSO: R$ 40,00 OU R$ 20,00 LEVANDO 1 KG DE ALIMENTO

 

PARA GRUPOS ACIMA DE 10 PESSOAS R$ 15,00

 

AS RESERVAS SÃO FEITAS ATRAVÉS DESDE E-MAIL OU PELO CEL.997142039-Tim

                                                                          

 

 

teatro_do_ator_-_2_mil_anos

1

 Esta é a nova versão deste clássico da literatura mundial, publicado em quase todo o mundo, que associa uma grande história de amor, a reflexão universal sobre o sentido da vida e dos atos que aqui praticamos. Inspirada numa das existências do espírito de Emmanuel, e psicografada pelo saudoso Chico Xavier, a história narra a trajetória do Senador Romano Públio Lêntulus e de sua esposa Lívia, que simbolizavam a força do Império construído pela Roma antiga. Ao encontrarem Jesus, numa viagem feita à Palestina para a cura da filhinha doente, vêem toda a sua vida ser transformada, num turbilhão de fatos que até hoje são exemplo de superação, renúncia e fé.A nova montagem do remete o público para a Roma antiga através dos mais de 50 figurinos confeccionados a partir de pesquisa extensa e do estudo contínuo da cultura e hábitos daquele período. São dezesseis atores no palco que se revezam para viverem mais de quarenta personagens.È uma história de amor e perdão que merece ser assistida num espetáculo para todas as idades. 



Teatro do Ator- Prça.Roosevelt 174 - ao lado da Igreja da Consolação- 

Próx.Metrô República- Centro- S.Paulo

 

Estamos agendando apresentações para outros locais 

ou no nosso próprio teatro para grupo de pessoas

 

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   C O N T A T O S

E-MAIL : [email protected]

  11-997142039 : TIM 

José Ramos 

São Paulo-SP

 

 

(Informações recebidas em email de Jose Ramos [[email protected]])

 

 

Na hora da cruz

 

Do livro “Cartas e Crônicas”

Irmão X

Psicografia de Francisco Cândido Xavier

 

 

Quando o Mestre se afastou do Pretório, suportando o madeiro a que fora sentenciado pelo povo em desvario, pungentes reflexões lhe assomavam ao pensamento. Que fizera senão o bem? Que desejara aos perseguidores senão a bênção da alegria e a visitação da luz? Quando receberiam os homens o dom da fraternidade e da paz? Devotara-se aos doentes com carinho, afeiçoara-se aos discípulos com fervor... Entretanto, sentia-se angustiadamente só. Doíam-lhe os ombros dilacerados. Porque fora libertado Barrabás, o rebelde, e condenado ele, que reverenciava a ordem e a disciplina? Em derredor, judeus irritados ameaçavam-no erguendo os punhos, enquanto legionários semi-ébrios proferiam maldições. A saliva dos perversos fustigava-lhe o rosto e, inclinando-o para o solo, a cruz enorme pesava... “Ó, Pai! – refletia, avançando dificilmente – que fiz para receber semelhante flagelação?” Anciãs humildes tentavam confortá-lo, mas, curvado qual se via, nem mesmo lhes divisava os semblantes. “Porque a cruz? – continuava meditando, agoniado – porque lhe cabia tolerar o martírio reservado aos criminosos?” Lembrou as crianças e as mulheres simples da Galiléia, que lhe compreendiam o olhar, recordando, saudoso, o grande lago, onde sentia a presença do Todo-Compassivo, na bondade da natureza... Lágrimas quentes borbotaram-lhe dos olhos feridos, lágrimas que suas mãos não conseguiam enxugar. Turvara-se-lhe a visão e, incapaz de mais seguro equilíbrio sobre o pedregulho do caminho estreito, tropeçou e caiu de joelhos. Guardas rudes vergastaram-lhe a face com mais violência. Alguns deles, porém, acreditando-o sob incoercível cansaço, obrigaram Simão, o Cireneu, que voltava do campo, a auxiliá-lo na condução do madeiro. Constrangido, o lavrador tomou sobre os ombros o terrível instrumento de tortura e só então conseguiu Jesus levantar a cabeça e contemplar a multidão que se adensava em torno. E observando a turba irada, oh! sublime transformação!... Notou que todos os circunstantes estavam algemados a tremendas cruzes, invisíveis ao olhar comum. O primeiro que pode analisar particularmente foi Joab, o cambista, velho companheiro de Anás, nos negócios do Templo. Ele se achava atado ao lenho da usura. Vociferava, aflito, escancarando a garganta sequiosa de ouro. Não longe, Apolônio, o soldado da coorte, mostrava-se agarrado à enorme cruz da luxuria, repleta de vermes roazes a lhe devorarem o próprio corpo. Caleb, o incensador, berrava frenético, entretanto, apresentava-se jungido ao madeiro do remorso por homicídios ocultos. Amós, o mercador de cabras, arrastava a cruz da enfermidade que o forçava a sustentar-se em vigorosas muletas. José de Arimateia, o amigo generoso, que o seguia, discreto, achava-se preso ao frio lenho dos deveres políticos, e Nicodemos, o doutor da lei, junto dele, vergava, mudo, sob o estafante madeiro da vaidade. Todas as criaturas daquele estranho ajuntamento traziam consigo flagelações diversas. O Mestre reconhecia-as, acabrunhado. Eram cruzes de ignorância e miséria, de revolta e concupiscência, de aflição e despeito, de inveja e iniqüidade. Tentou concentrar-se em maior exame, contudo, piedosas mulheres em lágrimas acercaramse dele, de improviso. - Senhor, que será de nós, quando partires? – gritava uma delas. - Senhor, compadece-te de nossa desventura! – suplicava outra. - Senhor, nós te lamentamos!... - Mestre, pobre de ti! O Cristo fitou-as, admirado. Todas exibiam asfixiantes padecimentos. Viu que, entre elas, Maria de Cléofas trazia a cruz da maternidade dolorosa, que Maria de Magdala pranteava sob a cruz da tristeza e que Joana de Cusa, que viera igualmente às celebrações da Páscoa, sofria, sob o madeiro do casamento infeliz... Azorragues lamberam-lhe a cabeça coroada de espinhos. 57 A multidão começava a mover-se, de novo. Era preciso caminhar. Foi então que o Celeste Benfeitor, acariciando a própria cruz que Simão passara a carregar, nela sentiu precioso rebento de esperança, com que o Pai Amoroso lhe agraciava o testemunho, a fim de que as sementes da renovação espiritual felicitassem a Humanidade. E, endereçando compassivo olhar às mulheres que o cercavam, pronunciou as inesquecíveis palavras do Evangelho: - Filhas de Jerusalém, não choreis por mim!... Chorai, antes, por vós mesmas e por vossos filhos, porque dias virão em que direis: bem-aventurados os ventres que não geraram e os seios que não amamentaram!... Então, clamareis para os montes: Caí sobre nós! – e rogareis aos outeiros: Cobri-nos! – porque, se ao madeiro verde fazem isto, que se fará com o lenho seco?

 

 

(Texto copiado do site http://bvespirita.com/Cartas%20e%20Cr%C3%B4nicas%20%28psicografia%20Chico%20Xavier%20-%20esp%C3%ADrito%20Humberto%20de%20Campos%29.pdf)

 

V Estação da Via Sacra. Obra de Candido Portinari exposta na Igreja do Bom Jesus da Cana Verde,

em Batatais, SP.  Jesus,  exausto, carregando a cruz, é ajudado por Simão Cireneu. Foto Ismael Gobbo

 

 

Vencer o mundo

 

O que será mais importante: vencer no mundo ou vencer o mundo?

Embora a pergunta apresente pequena sutileza entre uma situação e outra, o seu significado é profundamente distinto.

Vencer no mundo ou vencer o mundo?

Grande parte de nós crê ser extremamente importante vencer no mundo, ou seja, vencer conforme os valores e padrões correntes no mundo.

Talvez esse seja o motivo pelo qual abracemos padrões morais relativos, com os quais, o importante é alcançar nossos objetivos.

Vencer no mundo é ter o brilho, o reconhecimento, o sucesso social e financeiro que ele pode nos oferecer.

Para isso, por vezes, para nossos atos não há limites, normalmente impostos pela moral e a ética. Por vezes, desrespeitamos, inclusive, determinações legais.

Assim, podemos nos tornar donos de impérios econômicos, nos tornarmos famosos, aplaudidos, ícones disso ou daquilo, figuras públicas de projeção.

Podemos nos tornar referência como empresários, homens de negócios, empreendedores de sucesso.

Conquistamos o mundo, vencemos no mundo, e gozamos dos louros e prêmios dos triunfadores da Terra.

Outros de nós, anônimos e discretos, optamos por vencer o mundo.

Entendemos que a vida é oportunidade para testar, desenvolver e fortalecer valores morais.

Sabemos que a vida é passageira e nos empenhamos em viver para vencer os desafios, tentações e dificuldades que ela nos apresenta.

A partir disso, pautamos nossa conduta em valores morais elevados, que elegemos como nosso guia e referencial de propósitos.

Se propina nos é ofertada, em nome de um maior ganho, preferimos nos manter nos níveis da irrestrita honestidade.

Se, nas relações sociais, a difamação poderia nos granjear certos benefícios ou posições sociais privilegiadas, optamos pela discrição e respeito ao próximo.

Nas relações familiares, na educação dos filhos, haveremos de nos manter na pauta dos deveres, sem nos entregarmos a atitudes fúteis ou impensadas.

Naturalmente, esta segunda opção nos exigirá um preço.

Muitas vezes, seremos incompreendidos, mal interpretados, levados à conta de tolos e ingênuos, não sabendo reconhecer oportunidades valiosas de destaque.

Possivelmente sofreremos o destempero dos que não conseguem entender a postura que assumimos, nem os valores que nos conduzem os dias.

Importante que, resolutos, permaneçamos sem nos permitir vencer pelas seduções tolas do mundo transitório.

É Jesus que nos convida a perseverar até o fim.

Tende bom ânimo, eu venci o mundo, incentiva-nos o Bom Pastor.

E nos oferece o roteiro de conduta para vencer o mundo.

Basta segui-lO, na cartilha de amor ao próximo que foi toda a Sua existência.

Assim, mantenhamos o bom ânimo, quando as dificuldades surgirem, frutos da nossa boa conduta e correto agir.

Mantenhamos como nosso roteiro seguro o Evangelho do Mestre, e permaneçamos firmes, no reto proceder.

Redação do Momento Espírita.
Em 16.5.2015.

 

(Copiado do site Feparana)

 

UM GRANDE VENCEDOR

DR. RENATO DA COSTA MONTEIRO

(1925 – 2013)

 

Dr. Renato da Costa Monteiro em seu consultório em Araçatuba, SP. Foto Ismael Gobbo

Setor do Museu da Santa Casa de São Paulo expõe matérias do ilustre médico Renato da Costa Monteiro. Foto Ismael Gobbo

Roda da Santa Casa de São Paulo no museu da entidade. Neste equipamento as crianças eram deixadas. Foto Ismael Gobbo

 

 

Editoração: Ismael Gobbo, São Paulo,  SP.

Envio: Ismael Gobbo, SP, e, Wilson Carvalho Júnior, Araçatuba, SP

 

 

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