|
Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, sábado, 18 de abril de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
|
|
|
Notas |
|
1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
|
|
Atenção |
|
Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/ABRIL/18-04-2026.htm
No Blogonde é postado diariamente: http://ismaelgobbo.blogspot.com.br/
Ou no Facebook:https://www.facebook.com/ismael.gobbo.1
|
|
Os últimos 5 emails enviados |
|
DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
17-04-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/ABRIL/17-04-2026.htm 16-04-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/ABRIL/15-04-2026.htm 15-04-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/ABRIL/15-04-2026.htm 14-04-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/ABRIL/14-04-2026.htm 13-04-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/ABRIL/13-04-2026.htm
|
|
Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 7 - 1864 |
|
|
|
(Copiado do site Febnet) |
|
O gavião devorando a rolinha. Foto Ismael Gobbo. |
|
Antropofagia no Brasil segundo a descrição de Hans Staden. Canibais. Autor: Theodor de Bry. Século XVI. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Theodor_de_Bry_-_Canibais.jpg
Antropofagia é um ato ritual de comer uma ou várias partes de um ser humano. Os povos que praticavam esse ritual faziam pensando que, assim iriam ter a vingança do seu povo morto pelo bando do prisioneiro. O sentido etimológico original da palavra "antropófago" (do grego anthropos, "homem" e phagein, "comer") foi sendo substituído pelo seu uso comum, que designa o caso particular de canibalismo na espécie humana.[1] Por sua realização em contexto mágico cerimonial ou patológico, não deve ser classificada ou compreendida como um hábito alimentar, o que não se aplica ao canibalismo, na maioria das vezes associado ao comportamento predatório. Observa-se também que muitos autores utilizam esses termos indistintamente. Leia mais: |
|
Uma píton-tapete comendo um frango. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Constri%C3%A7%C3%A3o Constrição é um método de abate de presas usado por vários espécies de serpentes. Apesar de também ser usado por algumas serpentes peçonhentas para imobilizar suas presas, a maioria das serpentes que constrigem não são peçonhentas.[1][2] Ao contrário do mito, as serpentes não sufocam a presa ou quebram seus ossos. Um estudo sobre a constrição em jiboias mostrou que a constrição interrompe o fluxo sanguíneo (e, consequentemente, o fluxo de oxigênio), necessário para órgãos vitais como o coração e o cérebro, levando à morte em pouco tempo.[3] Serpentes peçonhentas que utilizam a constrição para matar suas presas incluem a muçurana, algumas espécies do gênero Boiga, alguns elapídeos e colubrídeos australianos, entre outros. |
|
Um tigre do sul da China com matança. https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Stud_327_with_Blesbuck.jpg
Predação é uma relação ecológica em que animais predadores se alimentam de outros animais para obter os recursos necessários para sobrevivência, independentemente se de forma herbívora ou carnívora, além de evitar a soberania de uma espécie mais hábil em um determinado habitat gerado pela competição. Em consequência, essa relação impactará de forma considerável nessa comunidade[1]. Os predadores procuram ativamente e perseguem suas presas ou armam emboscadas. Diversas classes de animais possuem essa estratégia para obtenção de alimentos. São exemplos deste comportamento os leões e a maioria dos outros carnívoros terrestres, assim como muitos peixes. Tipicamente, os predadores são carnívoros que se alimentam de animais herbívoros, mas podem também ser onívoros. Geralmente possuem os dentes afiados que ajudam na matança. Esses dentes podem ser pequenos em números, como nos tubarões, ou onças e outros felinos. Um tipo de predação específica, chamada canibalismo, indica que alguns animais se alimentam de outros da mesma espécie. Esse tipo de predação, muitas vezes visa reduzir a competição intraespecífica, mas por vezes incluem até mesmo os descendentes[1][2] Leia mais: |
|
Capivaras. Lagoa Maior. Três Lagoas, MS. Foto Ismael Gobbo A capivara (nome científico: Hydrochoerus hydrochaeris) é uma espécie de mamífero roedor da família Caviidae e subfamília Hydrochoerinae. Alguns autores consideram que deva ser classificada em uma família própria. Está incluída no mesmo grupo de roedores ao qual se classificam as pacas, cutias, os preás e o porquinho-da-índia. Ocorre por toda a América do Sul ao leste dos Andes em habitats associados a rios, lagos e pântanos, do nível do mar até 1 300 m de altitude. Extremamente adaptável, pode ocorrer em ambientes altamente alterados pelo ser humano. É o maior roedor do mundo, pesando até 91 kg e medindo até 1,2 m de comprimento e 60 cm de altura. A pelagem é densa, de cor avermelhada a marrom escuro. É possível distinguir os machos por conta da presença de uma glândula proeminente no focinho apesar do dimorfismo sexual não ser aparente. Existe uma série de adaptações no sistema digestório à herbivoria, principalmente no ceco. Alcança a maturidade sexual com cerca de 1,5 ano de idade, e as fêmeas dão à luz geralmente a quatro filhotes por vez, pesando até 1,5 kg e já nascem com pelos e dentição permanente. Em cativeiro, pode viver até 12 anos de idade. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Capivara
|
|
O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira |
|
CAPÍTULO XXVIII ---------- Coletânea de preces espíritas
– Preâmbulo – Preces gerais – Preces para si mesmo – Preces pelos outros – Preces pelos que já não são da Terra – Preces pelos doentes e obsidiados
V- Preces pelos doentes e obsidiados
Pelos obsidiados
81. PREFÁCIO. A obsessão é a ação persistente que um Espírito mau exerce sobre um indivíduo. Apresenta características muito diversas, desde a simples influência moral, sem sinais exteriores perceptíveis, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais. Oblitera todas as faculdades mediúnicas. Na mediunidade escrevente ela se traduz pela obstinação de um Espírito em se manifestar, com exclusão de todos os outros. Os Espíritos maus pululam em torno da Terra, em virtude da inferioridade moral de seus habitantes. Sua ação malfazeja faz parte dos flagelos com que a Humanidade se defronta neste mundo. A obsessão, como as enfermidades e todas as tribulações da vida, deve ser considerada como prova ou expiação e aceita como tal. Do mesmo modo que as doenças resultam das imperfeições físicas, que tornam o corpo acessível às influências perniciosas exteriores, a obsessão é sempre o resultado de uma imperfeição moral, que dá acesso a um Espírito mau. A causas físicas se opõem forças físicas; a uma causa moral, tem-se de opor uma força moral. Para preservá-lo das enfermidades, fortifica-se o corpo; para livrá-lo da obsessão, é preciso fortificar a alma. Daí a necessidade de o obsidiado trabalhar pela sua própria melhoria, o que basta na maioria das vezes para o livrar do obsessor, sem recorrer a terceiros. O auxílio destes se torna indispensável quando a obsessão degenera em subjugação e em possessão, porque, então, o paciente muitas vezes perde a vontade e o livre-arbítrio. A obsessão exprime quase sempre a vingança exercida por um Espírito e que com frequência tem sua origem nas relações que o obsidiado menteve com ele em precedente existência. (Veja-se cap. X, item 6; cap. XII, itens 5 e 6.) Nos casos de obsessão grave, o obsidiado se acha como que envolvido e impregnado por um fluido pernicioso, que neutraliza a ação dos fluidos salutares e os repele. É desse fluido que importa desenbaraçá-lo. Ora, um fluido mau não pode ser eliminado por outro fluido mau. Mediante ação idêntica à do médium curador nos casos de enfermidade, é preciso que se expulse o fluido mau com o auxílio de um fluido melhor, que produz, de certo modo, o efeito de um reativo. Esta é a ação mecânica, mas que não basta; é preciso, acima de tudo, que se atue sobre o ser inteligente, ao qual se possa falar com autoridade, que só existe onde há superioridade moral. Quanto maior for esta, tanto maior será a autoridade. Ainda não é tudo; para garantir-se a libertação, é preciso induzir o Espírito perverso a renunciar aos seus maus desígnios; fazer que nele despontem o arrependimento e o desejo do bem, por meio de instruções habilmente ministradas, em evocações particulares, tendo em vista a sua educação moral. Só então se pode ter a dupla satisfação de libertar um encarnado e de converteer um Espírito imperfeito. A tarefa se apresenta mais facil quando o obsidiado, compreendendo a sua situação, presta o concurso da sua vontade e da prece. O mesmo não se dá quando, seduzido pelo Espírito embusteiro, ele se ilude sobre as qualidades daquele que o domina e se compraz no erro em que este último o lança, visto que, então, longe de auxiliar, repele toda assistência. É o caso da fascinação, infinitamente mais rebelde do que a mais violenta subjugação. (O livro dos médiuns, Segunda parte, cap. XXIII.) Em todos os casos de obsessão, a prece é o mais poderoso auxiliar que se tem para agir contra o Espírito obsessor. ----------- -------- ------
NO PRÓXIMO SEGUE 82. PRECE...
Próximo V- Pelos obsidiados (CONCLUI)
(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira) |
|
|
|
Deus convidanto Cristo Pieter de Grebber, Deus convidando Cristo a sentar-se no trono à sua direita (detalhe), 1645. Óleo sobre tela, 115 x 133 cm. Museu Catharijneconvent, Utrecht. Fonte: https://www.wga.hu/art/g/grebber/inviting.jpg Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:GodInvitingChristDetail.jpg |
|
Jesus Cristo no Monte das Oliveiras. Óleo sobre tela de Rodolfo Amoedo. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo
|
|
Jesus Cristo com as crianças / Deixe as criancinhas virem a mim / Suportem as crianças. Óleo sobre cobre de Carl Bloch Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Let_the_Little_Children_Come_unto_Jesus.jpg
|
|
Jesus orando no Getsêmani. Óleo de Heinrich Hofmann. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Christ_in_Gethsemane.jpg
|
|
“Ai de vocês, Escribas e Fariseus”. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:
|
|
Autor Andrea Pozzo (1642–1709) wikidata:Q380103 s:en:Author:Andrea Pozzo q:it:Andrea Pozzo Tipo de objeto pintura Descrição Anjo da guarda Data cerca de 1685 Técnica pintura Fonte/Fotógrafo [1] Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Guardian-Angel-1685-94-Andrea-Pozzo.jpg |
|
O evangelista Mateus Rembrandt (1606–1669) wikidata:Q5598 s:en:Autor:Rembrandt Harmenszoon van Rijn q:en:Rembrandt imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título O evangelista Mateus e o anjo Pintura de tipo de objeto Edite isto no Wikidata Gênero arte religiosa Edite isto no Wikidata Pessoas retratadas Mateus, o Apóstolo Edite isto no Wikidata Data 1661 Óleo médio sobre tela Altura das dimensões: 96 cm (37,7 pol.); largura: 81 cm (31,8 pol.) Coleção Wikidata do Louvre-Lens:Q405543 (inventário). Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel.jpg |
|
O Livro dos Médius, lançado por Allan Kardec em janeiro de 1861.
|
|
O grande médium Francisco Cândido Xavier psicografando no Centro Espírita Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo, MG. Imagem/fonte: http://professorricardovieira.blogspot.com.br/2014/04/biografia-de-chico-xavier.html
|
|
Autor Josef August Untersberger (1864–1933) wikidata:Q1231330 Tipo de objeto pintura Descrição Cristo no Monte das Oliveiras. Técnica pintura Notas Josef Untersberger, artista austríaco costuma assinar suas pinturas como Giovanni. Fonte/fotógrafo próprio scan, 27/08/2013 19:45:55. Imagem/fonte: https://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:Christ_on_the_Mount_of_Olives_by_Giovanni.jpg |
|
O Sermão da Montanha. Autor: Harold Copping. Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Matthew_6:17
|
|
Apóstolo Paulo. Óleo sobre tela de Jan Lievens. Imagem/fonte:
|
|
Velha orando. Óleo sobre tela por Theophile M. Lybaert. 1915. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Theophile_Lybaert_-_Old_Flanders.jpeg
|
|
Prece do “Pai Nosso”. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
|
|
Jesus ensina o povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:
|
|
Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com Nicodemos, um fariseu, falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8)
|
|
Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp
|
|
Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard
|
|
A fúria da natureza |
|
Foram dez minutos de forte vendaval, chuva arrasadora. Galhos de árvores antigas foram arrancados e levados para longe. Tormenta alucinante. O ulular do vento semelhava adolescente despejando sua revolta por não ter seus desejos atendidos. Quando se apresenta a fúria da natureza, nos lembramos de rogar ao Senhor dos mundos o amainar das consequências, como o profeta do Antigo Testamento. Que não sejam levados os telhados, nem destruídas as habitações. Que sejam poupadas as vidas e diminuídas as desastrosas agruras da passagem dos elementos rebeldes. Dez minutos apenas que deixaram marcas profundas. Para alguns de nós, mais do que a outros. Telhados carregados para longe, postes arrancados, residências abaladas, enxurrada arrastando tudo pelo caminho. Noite de tristeza, de incertezas, de intranquilidade. * * * Após o rugido da noite, onde o céu desabou e o vento açoitou o mundo, o silêncio do alvorecer nasce como um milagre manso, límpido e profundo. A tormenta que, em sua violência, levou ninhos e dobrou o orgulho das pedras, dá lugar a um ouro líquido que escorre pelas frestas e cura as velhas fendas. O sol desperta com dedos de seda, tocando as ruínas com uma calma luz, transformando o rastro da lama em um espelho onde o azul se reproduz. Ainda há galhos partidos no chão, cicatrizes de um tempo que não perdoou. Mas a brisa agora sopra um hálito doce, provando que a vida não se findou. As casas, que tremeram sob o açoite do raio e o peso da água bruta, erguem-se banhadas em cores, vencendo a mais amarga e longa luta. Muros derrubados mostram seu porte ferido, aguardando mãos habilidosas que os venham recompor. Cada gota que pende das telhas, sobrevivente da fúria que tudo invadiu, brilha como um pequeno diamante, celebrando o novo dia que enfim se abriu. Os passarinhos, sem casa, mas com voz, ensaiam os primeiros cantos, pois o céu, antes carrasco e escuro, se veste com o mais puro manto. Não há destruição que resista ao calor que abraça a Terra em renovação, pois a beleza é teimosa e floresce, mesmo após a maior e mais vil devastação. A luz de hoje não apenas ilumina. Ela acolhe, restaura e promete o bem, lembrando que o sol, depois da tempestade, é a maior vitória que a vida tem. O homem contempla as ruínas com olhos cansados, mas despertos. Onde antes havia o teto protetor, agora resta apenas o chão coberto pelo barro da desolação. Com uma força que brota do âmago da sobrevivência, ele ergue a primeira pedra, a primeira viga, a parede, limpando os escombros do que um dia chamou de lar. Ele reconstrói a rua, convoca o vizinho e redesenha os limites da cidade com a teimosia de quem se recusa a ser apagado. A plantação, embora devastada, guarda no solo a memória da colheita, esperando pelo suor que a trará de volta à vida. Tudo o que foi demolido torna-se alicerce para algo mais sólido: a convicção de que a alma humana é o único abrigo que nenhuma tormenta consegue derrubar. Redação do Momento
Espírita
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7621&stat=0)
|
|
Sobre a preguiça |
|
Pelo Espírito de Cornélio Pires. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Retratos da Vida. Lição nº 05. Página 36.
Tenho em mãos sua consulta, Minha prezada Larissa, Você procura por nós, Informes sobre a preguiça.
Preguiça mesmo no Além, É uma sombra malfazeja, Que o nosso espírito abraça, Contra si próprio onde esteja.
É treva de obsessão, Tão forte aí quanto aqui, Moléstia do pensamento Que a pessoa esconde em si.
A preguiça escuta o verbo De quem procura ajudar, Aprova, aceita, agradece, Depois se põe a queixar. Fala que anseia servir, Dia a dia, hora por hora, Que o trabalho é sempre a trilha Por onde a vida melhora.
Afirma que a vida é luta, Conhece o próprio dever, Mas apresenta as razões Porque não pode atender.
Preguiça não evolui, Diz ela: - porque não tem, Palavra de voz amiga Nem proteção de ninguém. As lágrimas que carrega Só ela as vê como são, Tem problemas que não cessam, Tem família em provação. Traz a saúde imperfeita Embora reze com fé, Suporta a cabeça fraca, Carrega fogo no pé.
Tem cólica, batedeira, Dor no fígado e no baço, De dia, tudo é tristeza, De noite, tudo é cansaço. Sente aflição e azedume, Sofre a queda dos cabelos, Caminha de perna bamba, Tem dores nos tornozelos. Padece angústia constante, Vê fel por todos os lados, Alega a perseguição De espíritos atrasados. Quando está caindo chuva Sofre zelos naturais, Quando o calor aparece Diz que o calor é demais.
Não se aguenta com vizinhos Que estão sempre contra ela, Em casa nunca dispõe De apoio da parentela.
Preguiça, prezada irmã, É sempre uma cousa assim: Um sofrimento parado Numa doença sem fim.
Preguiça, antiga moléstia, É praga na criatura, Recebe muito remédio Mas só serviço é que cura.
(Texto recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
|
O servo ocioso. Pinturta a óleo de Nicolaes Maes. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_idle_servant.jpg
|
|
A leiteira. Pintura por Johannes Vermeer. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Johannes_Vermeer_-_Het_melkmeisje_-_Google_Art_Project.jpg
|
|
Caricatura original em aquarela assinada por Rowlandson; cena no club lounge, mostrando membros e atendentes sentados, cochilando, comendo etc., incluindo 2 oficiais do exército e cachorro. Fonte: Brown University. Autor: Thomas Rowlandson. Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:British_club_scene.jpg |
|
O Semeador. Óleo sobre tela de Vincent van Gogh. Imagem copiada de https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Sower.jpg |
|
Homenagem a Kardec na Câmara de São José dos Campos |
|
Na noite do dia 15 de abril, o auditório da Câmara de Vereadores de São José dos Campos esteve lotado em evento oficial em homenagem a Allan Kardec. Na palestra alusiva ao vulto, Cesar Perri (de São Paulo) focalizou as ações educacionais, humanísticas e espíritas do "bom senso encarnado" na definição de Flammarion. Compuseram a mesa e usaram da palavra: vereadores Fernando Petit e Carlos Abranches; o presidente da USE Intermunicipal, Rodolfo Collevatti, e o representante da Aliança Espírita Evangélica, Carlos Daniel, estas duas instituições promotoras do evento; sendo mestre de cerimônia Apparecido José Orlando (ex-presidente da USE-SP). Estavam presentes representantes de dezenas de instituições espiritas. Houve apresentações dos corais Fraternidade Colmeia e do C.E. Amor e Caridade Jacob. No hall de entrada foi montada exposição de painéis de arte de participantes da evangelização infantil. Nesse ambiente houve confraternização no final. O "dia de Kardec' foi definido por Lei Municipal 4935 de 1996.
SJC Evento Câmara Vereadores com Perri. Mesa- público-Coral 15 abril 2026
SJC Evento Homenagem Kardec. Câmara Vereadores com Perri. 15 de abril de 2026 (Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]) |
|
|
|
|
|
Centro Espírita Allan Kardec Lucélia, SP |
|
(Recebido em email de Edson Luís da Silva [[email protected]]) |
|
Seminário Multiplicadores em Defesa da Vida |
|
(Recebido em email de Luiz Carlos [[email protected]]) |
|
[949-JornalMundoMaior] O FRUTO QUE DESAFIA AS ESTAÇÕES |
|
Curta o Jornal Mundo Maior no facebook:- www.facebook.com/jornalmundomaior Acesse o site do Jornal Mundo Maior e leia outras mensagens:- www.jornalmundomaior.com.br JORNAL MUNDO MAIOR ESTÁ NO WATSAPP clique no link e participe do nosso grupo:- https://chat.whatsapp.com/JqtroYousqNKuK5mmgBino
O FRUTO QUE DESFIA AS ESTAÇÕES. A maturidade é um estado de espírito que, frequentemente, ignora o calendário, revelando-se pela profundidade com que absorve a vida.
Trata-se de uma sabedoria silenciosa, que floresce precocemente naqueles que mal despontam na adolescência, subvertendo a lógica do tempo linear.
Enquanto muitos associam o amadurecimento ao declínio da juventude, ele se manifesta, na verdade, na capacidade de discernir o essencial em meio ao caos da descoberta.
Esse discernimento costuma ser forjado em experiências que exigem responsabilidade antes da hora, transformando o ímpeto juvenil em uma temperança rara.
Assistir a esse fenômeno é testemunhar que a alma pode ser antiga, em um corpo que ainda descobre o mundo.
A maturidade independente da idade é o reconhecimento de que a dor e o aprendizado não esperam momento certo para chegar.
Foi o que viveu Sarah Garret, ao chegar em casa, depois de um dia inteiro lavando roupa.
Ela tinha quinze anos e descobriu que seu pai, dado aos vícios da bebida e do jogo, não tendo nada mais para apostar, colocara sobre a mesa suja de cartas a filha de oito anos.
Perdera a rodada. Em poucas horas, o ganhador da aposta viria buscar a menina para levá-la a um acampamento mineiro. Sabia-se que naquele lugar as mãos pequenas sangravam na separação do minério. E não se sobrevivia até os quinze anos.
Corria o ano de 1877. Sarah não avançou contra o pai insano. Ela sabia que ele assinara um contrato para parecer legal aquela entrega.
Sabia também que na cidade havia um juiz recém-nomeado que afirmara publicamente que nenhuma criança devia pagar a dívida de um adulto.
Enquanto todos ainda dormiam, ela caminhou até o tribunal. Relatou, com voz trêmula, o drama de sua irmãzinha. Denunciou a servidão por dívida e o estado de embriaguez do pai no momento da assinatura.
Ao meio-dia, quando o homem voltou para buscar a pequena Emma, encontrou Sarah na porta segurando um documento com selo judicial.
O contrato fora anulado. O juiz declarou a transação ilegal e retirou de Thomas Garret qualquer autoridade sobre as filhas.
Nomeou Sarah como tutora da irmã. A adolescente nem teve tempo de comemorar. Estavam juntas, mas sem casa. Sem pais. Sem dinheiro.
Sarah bateu a portas, ofereceu trabalho duro em troca de teto e comida. Depois de várias recusas, uma viúva aceitou.
Por três anos, Sarah trabalhou dezesseis horas por dia. Guardou cada moeda. Dormiu pouco. Não reclamou.
Então, abriu a própria lavanderia, empregou mulheres e pagou salários justos.
Emma estudou. Cresceu. Tornou-se professora, diretora e defensora das leis contra o trabalho infantil.
Sarah nunca se casou. Dizia que criara uma menina e o fizera melhor do que muitos.
Com sua atitude, provou que há almas que amanhecem antes do sol, trazendo no olhar adolescente o outono sereno de quem já compreendeu o mundo.
Afinal, a maturidade é o fruto que desafia as estações, provando que o Espírito pode florescer em sabedoria enquanto a pele ainda celebra a primavera. Redação do Momento Espírita.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
--
(Recebido em email de [email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]] |
|
9º. Encontro Espírita de Inverno Poços de Caldas MG |
|
(Recebido em email de Domingos B. Rodrigues [[email protected]]) |
|
O porvir e nada? |
|
Na noite do dia 12 abril, Cesar Perri (São Paulo) foi entrevistado on line por Débora Rabelo (Novo Hamburgo, RS) sobre o tema: O Porvir e o Nada (Capítulo 1 de “O Céu e o Inferno”). Trata-se do programa “Entrevista Kardec: ontem, hoje e amanhã” do canal Amigos de Nosso Lar. Acesse pelo link: https://www.youtube.com/live/4y2LSRXhKCc?si=oQsJIWt-O-9r9dLe
(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]) |
|
New Headquarters: Starting on April 19, 2026 Nova sede: a partir de 19 de abril de 2026. |
|
ACESSE AQUI:
|
|
Clube Amigos da Boa Nova |
|
ACESSE AQUI: https://marketing.feal.org.br/email/view/69de8738e92a4853946509
|
|
A inauguração da placa em homenagem ao Dr. Bezerra de Menezes, executado pela Use Guarulhos |
|
Solicito
ao estimado amigo divulgar a inauguração da placa em homenagem ao Dr. Bezerra
de Menezes, executado pela Use Guarulhos
(Recebido em email de [email protected])
|
|
Programme - Association Parisienne d'Etudes Spirites APES : Programação de abril de 2026 |
|
Chers amis spirites du Brésil,
Notre local historique de Vincennes a fermé définitivement ses portes en fin d’année 2025 depuis 33 de longues années de Charité spirite. Aujourd’hui, nous recherchons un nouveau local afin de poursuivre nos activités spirites dans de bonnes conditions. Son emménagement est prévu entre fin mai et début juillet 2026. Humainement, il deviendra une réalité vivante avec la collaboration de tous ceux qui s'intéressent au Spiritisme en France, et ailleurs. Matériellement, il représente un défi financier important, pour y arriver nous vous invitons à participer à notre projet d'une cagnotte solidaire (via HelloAsso). Ainsi solidairement nous pouvons : ü Maintenir un lieu d’accueil spirite gratuit et ouvert à tous ü Préserver un espace de réflexion et d’étude spirite et d’assistance morale et spirituelle à tous ceux qui nous cherchent ü Permettre à une association engagée depuis 1993 en France à poursuivre sa mission spirite Si vous souhaitez soutenir l'Association Parisienne d'Etudes Spirites (APES) à financer il suffit de cliquer sur le lien ci-dessous : https://www.helloasso.com/associations/association-parisienne-d-etudes-spirite-apes/collectes/xxx Toute contribution, même modeste, ou tout partage est un soutien précieux. Pour plus d'information n'hésitez pas à nous contacter par [email protected] ou par téléphone 07 82 09 71 58
Actuellement, nos réunions publiques d’étude et d’assistance spirituelle (RPEAS) et nos réunions d’assistance spirituelle à la personne (ASP), continuent en distanciel, avec une nouvelle programmation mensuelle : chaque semaine : o soit un vendredi à 20h00 o soit un samedi à 15h00 Veuillez trouver en pièce jointe, le programme des activités spirites pour le mois d'AVRIL 2024.
Nous vous remercions pour votre fidélité et votre engagement, et nous réjouissons de vous retrouver prochainement lors de nos prochaines réunions publiques en distanciel et bientôt en présentiel dans nos nouvelles installations. Salutations fraternelles Anita Becquerel Présidente de l'APES
A.P.E.S. - Association Parisienne
d'Etudes Spirites - Association loi 1901
ABAIXO O TEXTO EM PORTUGUÊS PELO GOOGLE
Caros amigos espíritas no Brasil,
Nossas instalações históricas em Vincennes fecharam definitivamente no final de 2025, após 33 longos anos de caridade espírita.
Hoje, estamos buscando um novo local para continuar nossas atividades espíritas em boas condições. Planejamos nos mudar entre o final de maio e o início de julho de 2026. Em nível pessoal, isso se tornará uma realidade vibrante com a colaboração de todos os interessados no Espiritismo na França e em outros lugares. Em nível prático, representa um desafio financeiro significativo. Para nos ajudar a alcançar esse objetivo, convidamos você a participar de nossa campanha de arrecadação de fundos (via HelloAsso). Assim, juntos podemos:
Manter um centro espírita gratuito e acolhedor, aberto a todos Preservar um espaço para reflexão e estudo espírita, e para apoio moral e espiritual a todos que nos procuram Permitir que uma associação ativa na França desde 1993 continue sua missão espírita
Se você deseja apoiar a Associação Parisiense de Estudos Espíritas (APES), basta clicar no link abaixo: https://www.helloasso.com/associations/association-parisienne-d-etudes-spirite-apes/collectes/xxx Qualquer contribuição, por menor que seja, ou qualquer compartilhamento, é um apoio inestimável.
Manter um centro espírita gratuito e acolhedor, aberto a todos Preservar um espaço para reflexão e estudo espírita, e para apoio moral e espiritual a todos que nos procuram Para mais informações, entre em contato conosco pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone +33 7 82 09 71 58.
Atualmente, nossos encontros públicos de estudo e assistência espiritual (RPEAS) e nossos encontros individuais de assistência espiritual (ASP) continuam online, com um novo cronograma mensal: Todas as semanas: sexta-feira, às 20h ou sábado, às 15h Segue em anexo a programação de atividades espirituais para abril de 2024.
Agradecemos sua fidelidade e comprometimento e esperamos vê-lo(a) em breve em nossos próximos encontros públicos online e, em breve, presencialmente em nossas novas instalações.
Saudações fraternas, Anita Becquerel Presidente da APES
A.P.E.S. - Associação Parisiense de Estudos Espíritas - Organização sem fins lucrativos (sob a lei francesa de 1901) Espiritismo: Construindo o Ser Humano do Amanhã Hoje.
Para mais informações, ligue para +33 7 82 09 71 58 ou acesse nosso site:
http://www.apes-asso.fr
(Recebido em email de Association Parisienne d'Etudes Spirites [[email protected]]) |
|
Até domingo! Todo o nosso catálogo com até 50% de desconto! Acesse abaixo |
|
ACESSE AQUI:
|
|
Jornal Momento Espírita ABRIL. CEAC- Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo: |
|
CLIQUE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Jornal-Momento-Esp-Abril-26_compressed.pdf
(Recebido de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
|
Núcleo Espírita Chico Xavier complete 16 anos de fundação |
|
Amigos,
Em abril o Núcleo Espírita Chico Xavier (NECX), fundado em 25 de abril de 2010, completa 16 anos de atividades.
No mês comemorativo nossos convidados nos levarão a conhecer e a refletir sobre alguns aspectos das obras recebidas por Chico Xavier.
Participe, prestigie e divulgue!
(Recebido em email de Marcio Hungria [[email protected]]) |
|
Estudo sobre Mediunidade - atualizado |
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Pesquisa 2026 mapeia mediunidade espírita no Brasil Olá, Você já deve nos conhecer pela Pesquisa Nacional Espírita (PNE), realizada desde 2015. Estamos com nova pesquisa neste ano. Se você é médium ostensivo, seu relato é muito importante. Estamos conduzindo o Estudo sobre Mediunidade 2026, que vai gerar indicadores e boas práticas para fortalecer o trabalho nas casas.
👉 Responda aqui: https://forms.gle/iapcM2F7abmgiHfA8
Se não for o seu caso, poderia, por gentileza, repassar a médiuns ostensivos do seu Centro? Agradecemos muito e ficamos à disposição para outras informações. Abraço, Ivan Franzolim WhatsApp (11) 98156-0030 https://franzolim.blogspot.com/ [em nome da equipe de pesquisas da PNE]
Alguns dados iniciais. Sexo feminino (70%); Alimentação: Omnívoro - se alimenta de tudo (84%); Vegetariano e Vegano (11%) Grau de Consciência: Consciente (59%), Inconsciente (2,7%), Semiconsciente (30%). Escolaridade Superior e acima (83%); Conhecimento sobre Espiritismo: Básico (13,6%); Conhecimento sobre mediunidade: Básico (15,4%). Possui apenas uma mediunidade (45,9%), Com duas mediunidades (32,3%), com 3 mediunidades (12,7%), com 4 mediunidades (4,7%), acima de 4 (4,4%).
PMed 2026 - Resultados em 05/04/2026
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
|
Maria Benta. Campanha do Agasalho 2026 Jabaquara, São Paulo, capital |
|
(Informação de Jorge Lira Rezala) |
|
Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Abril/2026 |
|
(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
|
Divulgação palestras Instituição Beneficente Nosso Lar abril 2026 |
|
Caro Ismael, segue em anexo a programação da Instituição Beneficente Nosso Lar para o mês de abril. Excepcionalmente neste mês, o Café Cultural será realizado no segundo sábado, em razão do feriado de Páscoa. Um abraço fraterno,
"A tua ansiedade ou o teu receio não alterarão o curso das horas. Aguarda o que há de suceder sem que te imponhas sofrimento desde a véspera." Joanna de Ângelis
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
|
Participe do maior encontro espírita do Estado de São Paulo |
||||||||||||||||||||
|
|
|
ESTÁ DISPONÍVEL NA INTERNET O JORNAL “O IMORTAL” DE ABRIL (caso possa, por favor divulgue) |
|
|
Amigo(a) das lides espíritas: Já disponível gratuitamente na Web, o jornal O IMORTAL de abril apresenta, entre vários outros textos, uma entrevista com a jornalista paulista Ângela Francischini Moraes, de Bauru-SP, Ligada ao Centro Espírita Vicente de Paulo, de sua cidade, ela nos fala na entrevista sobre seu novo livro: “Quando o Amor encontra a Dor”, fruto das próprias experiências com a mediunidade, que é um dos assuntos tratados na entrevista. Outra matéria publicada na edição versa sobre o Concurso “A Doutrina Explica”, ciclo 2026, uma iniciativa já tradicional do Jornal Brasília Espírita, do Distrito Federal, cujas inscrições encontram-se abertas. Para acessar a edição, clique aqui: https://www.jornaloimortal.com.br/Home Muito obrigado pela divulgação que puder fazer em sua Casa Espírita e junto a amigos e familiares. Um forte abraço e ótima semana para todos os seus.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
|
Kardec e o domínio do "pathos" coletivo, e outros destaques da RIE de abril |
|
ACESSE AQUI:
(Informação de Casa Editora O Clarim [[email protected]]) |
|
Filme “Sexo e Destino”: dia 21 de maio nos cinemas |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
---------- Forwarded message ---------
(Informação em email de Mayara Paz - Comunicação e Cinema [[email protected]]) |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Confira a nova edição da Revista Dirigente Espírita |
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
(Recebido em email de USE SP [[email protected]]) |
|
21º Encontro Amigos da Boa Nova: Jesus e o Espiritismo São Paulo, capital |
|
Vem aí o 21º Encontro Amigos da Boa Nova, o aguardado evento anual realizado pela FEAL-Fundação Espírita André Luiz. Dia 25 de abril em São Paulo, com o tema: “Jesus e o Espiritismo: uma jornada de educação moral e espiritual”.
Um encontro especial com grandes nomes do Espiritismo dedicado ao aprendizado e reflexão sobre Jesus e o Espiritismo.
Um grande time de palestrantes:
William Sanches, Dr. Paulo Fructuoso; Irmã Eliana; Del Mar Franco; Roseli Aparecida , André Gandolfo, Dr. Aldeniz Leite, Thiago Ariel.
E ainda uma palestra especial sobre o livro O Espiritismo é Obra de Jesus, com o autor Lucas Sampaio.
Participe! 25/04/2026, das 9h às 16h30 Teatro APCD – Rua Voluntários da Pátria, 547, Santana - São Paulo, SP - Em frente ao metrô Tietê.
Adquira seu ingresso em mundomaior.com.br ou pelo telefone 0800 12 018 38 Sócios do Clube Amigos da Boa Nova têm desconto exclusivo! Garanta seu ingresso e venha viver um dia de aprendizado e inspiração
--
(Recebido em email de Erika Silveira - FEAL [[email protected]]) |
|
Jornal Momento Espírita. Edição de março de 2026. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP |
|
ACESSE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Jornal-Momento-Esp-Marco-26-oficial_compressed.pdf
(Recebido de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
|
Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG. Acesse abaixo: |
|
CLIQUE AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol126.pdf
|
|
Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
|
Clique
aqui:
|
|
PALESTRA PÚBLICA NA FEB/ SEMANA 19 A 25 DE ABRIL Clique aqui: https://www.febnet.org.br/portal/2026/04/17/palestra-publica-na-feb-semana-19-a-25-de-abril/
|
|
FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
|
Clique aqui:
|
|
UEM. União Espírita Mineira Belo Horizonte |
|
Clique aqui: https://www.facebook.com/uniaoespiritamineira/?locale=pt_BR
|
|
FEEB. Federação Espírita do Estado da Bahia Salvador |
|
Clique aqui:
|
|
Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
|
Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
|
|
Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti – O Pensamento” - Vol 1 |
|
Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1 Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento WhatsApp- Editora 14 99164-6875
(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]]) |
|
A VISÃO ESPÍRITA DA SOCIEDADE |
|
Aylton Paiva – [email protected]
“A vida social está em a Natureza?
Certamente, Deus fez o homem para viver em sociedade.
Não lhe deu inutilmente a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação”. (Questão nº 766 de O Livro dos Espíritos). 1
O livro dos Espíritos, em sua Parte Terceira, no capítulo VII – Da lei de sociedade informa que a vida social é condição da própria Natureza.
Esclarece e fundamenta porque o ser humano tem que viver em sociedade, apresentando os seguintes conceitos.
Deus criou o homem para viver em sociedade; por isso o homem é dotado dos meios de comunicação.
O homem não é um ser perfeito e completo, portanto ele precisa da união social a fim de que um possa ajudar o outro. Precisando uns dos outros, os homens foram feitos para viver em sociedade e não insulados.
Não se justifica o isolamento do homem, seja por pretenso fim religioso (asceta, ermitão, etc.), seja pelo fim egoístico de usufruir os bens materiais sem aborrecimento de ter que se relacionar com pessoas (residir em uma ilha isolada, por exemplo).
Aqueles que pretendem viver em absoluta reclusão, fugindo do pernicioso contacto com o mundo, advertiram os Espíritos que incorriam com duplo egoísmo.
Toda forma de insulamento que nada produza de bom é considerada inútil pelo Espiritismo.
Já pudemos afirmar que: “toda pessoa tem compromisso com a sociedade em que vive. Nela deve participar, dando sua contribuição, de acordo com suas possibilidades intelectuais e sentimentais. O espírita, pelo conhecimento que tem da Doutrina Social Espírita, consubstanciada nas Leis Morais de O Livro dos espíritos, tem o dever de participar ativa e conscientemente na sociedade em que vive, agindo para que os princípios expressos em tais leis se efetivem na sociedade humana.” 2.
Há uma forma de insulamento que o Espiritismo admite: os que saem do mundo para se dedicarem ao trabalho de socorrer os necessitados. Aqueles que assim agem, na verdade se elevam em seu progresso espiritual, pois adquirem duplo mérito, superam o egoísmo no gozo material e praticam o bem, obedientes à lei do trabalho.
Nesse aspecto, os Espíritos valorizam duas situações importantes: fazer o bem e obedecer à lei do trabalho.
Conseqüentemente, a omissão e a ociosidade que venham alimentar qualquer tipo de isolamento social, produzirão sempre a inutilidade, o fanatismo ou o egoísmo rotulado de pureza ou santidade.
O homem tem necessidade de progredir, de desenvolver suas potencialidades e isso ele só pode fazer em sociedade e é necessário que a sociedade esteja estruturada a fim de que todos que a compõem tenham tal possibilidade.
O progresso do homem, tanto em seu aspecto da vida material quanto da vida espiritual, é uma imposição do Criador à Vida. Ele necessita relacionar-se com seu semelhante para criar os bens indispensáveis ao seu aprimoramento.
Esse relacionamento social, no entanto, deve ser inspirado pelo amor entre os seres, pela fraternidade que implica no exercício da justiça.
Desses bens necessários ao seu progresso, alguns ele colhe na própria família, outros, porém, ele precisa colher em outras agencias: a religião, a escola, as associações com fins culturais, artísticos, científicos, etc. Então ele poderá satisfazer suas necessidades de ordem econômica, social, cultural e espiritual.
Por outro lado, o ser humano, a família, as instituições sociais precisam de paz, justiça e segurança a fim de que todos possam progredir, sem restrições ou discriminações.
Retirando da criatura humana a manifestação do amor em seu relacionamento, resta apenas o egoísmo, inclusive rebaixando a relação sexual ao puro instinto.
O amor faz com que haja a responsabilidade, o cuidado, o carinho e o zelo de uma pessoa para com a outra. A família é o precioso laboratório onde se exercita e se aprimora a sublime manifestação desse sentimento.
Conclui-se, assim, que o homem não é um ser independente. Pelo contrário, ele depende de seu semelhante ao mesmo tempo em que é impulsionado ao progresso; por isso impõe-se lhe a necessidade de aprender a amar o seu próximo e não explorá-lo física, intelectual e sentimentalmente.
Esse amor deve ser traduzido de forma concreta.
Não apenas dar esmola ao pobre e pedir-lhe paciência, acolher o velho desamparado no asilo, agasalhar a criança órfã ou abandonada, mas agir para que o amai-vos uns aos outros se efetive através do direito que todo ser humano tem de possuir o necessário: alimentação, vestuário, casa, saúde, educação, lazer e desenvolvimento espiritual.
Felizmente esses direitos já estão assegurados no artigo 203 da Constituição Federativa do Brasil e em leis complementares.
Referência:
1. KARDEC, Allan. O Livro dos espíritos. Trad. Guillon Ribeiro.93 e.1 imp.(Edição Histórica) Brasília:FEB, 2013.
2. PAIVA, Aylton G.C. Espiritismo e política: contribuição para evolução do ser e da sociedade. 1. Im.Brasília: FEB, 2014, 2014
(Recebido em email de paiva.aylton paiva.aylton [[email protected]]) |
|
Allan Kardec. Óleo sobre tela por Nair Camargo. Foto Ismael Gobbo. |
|
Dirigente Espírita da USE-SP homenageia Kardec |
|
A edição da revista digital Dirigente Espírita, março/abril de 2026, da USE – União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, apresenta sob a bandeira da união e da unificação, as ações necessárias para um ano de intensa atividade doutrinária pela que terá seu apogeu em junho com o 19o Congresso Estadual de Espiritismo, sob o tema central O centro espírita no novo tempo. Várias matérias homenageando Kardec e sua obra: - O movimento espírita francês quando da desencarnação de Allan Kardec, por Charles Kempf (da França); - A liderança moral e intelectual de Kardec na Codificação é destacada por Norberto Tomasini Júnior; - Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas foi focalizada por Alessandro Viana Vieira de Paula; - Antonio Cesar Perri de Carvalho recupera os discursos proferidos no sepultamento de Kardec, revelando o perfil de “bom senso encarnado” do mestre. - Luís Jorge Lira Neto oferece análise comparativa entre as edições de O livro dos espíritos, demonstrando o labor contínuo de Kardec no aprimoramento da obra. Na Palavra da Presidência, por Julia Nezu, destaca 2026 como um período de grande mobilização dos espíritas paulistas, culminando com o 19o Congresso Estadual de Espiritismo que também contará com o 1o Encontro de Ciência e Pesquisa Espírita. O espírito de coesão é reforçado por João Thiago de Oliveira Garcia na campanha “A USE somos todos nós”, que nos recorda que a força institucional reside no sentimento de pertencimento e na unidade visual de cada centro Na seção Circuito Aberto, Marco Milani nos apresenta reflexões sobre a “ilusão materialista de justiça” e a importância de ver o espiritismo além de repetições devocionais. Em um cenário digital complexo, João Thiago alerta para o uso da inteligência artificial na simulação de comunicações espirituais, exortando-nos à prudência ativa. Homenagens a trabalhadores com atuação no estado de São Paulo que retornaram à pátria espiritual, como Luiz Fernando Penteado, Miguel de Jesus Sardano e a jovem Juliana Faustino Bassetto. Acesse pelo link: https://usesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/rdDE-211.pdf
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e de GEECX) |
|
Há um século |
|
Busto de Allan Kardec no túmulo onde está sepultado com a esposa Amélie Boudet Cemitério Père Lachaise, Paris, França, Foto Ismael Gobbo
Pelo Espírito Hilário Silva. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: O Espírito da Verdade. Estudos e dissertações em torno de O Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec. Lição nº 52. Páginas 125 a 128. Capitulo XXV. Item 2.
Allan Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita, naquela triste manhã de abril de 1860, estava exausto, acabrunhado. Fazia frio. Muito embora a consolidação da Sociedade Espírita de Paris e a promissora venda de livros, escasseava o dinheiro para a obra gigantesca que os Espíritos Superiores lhe haviam colocado nas mãos. A pressão aumentava... Missivas sarcásticas avolumavam-se à mesa. Quando mais desalentado se mostrava, chega a paciente esposa, Madame Rivail - a doce Gaby -, a entregar-lhe certa encomenda, cuidadosamente apresentada. O professor abriu o embrulho, encontrando uma carta singela. E leu: “Sr. Allan kardec: Respeitoso abraço. Com a minha gratidão, remeto-lhe o livro anexo, bem como a sua história, rogando-lhe, antes de tudo, prosseguir em suas tarefas de esclarecimento da Humanidade, pois tenho fortes razões para isso. Sou encadernador desde a meninice, trabalhando em grande casa desta capital. Há cerca de dois anos casei-me com aquela que se revelou minha companheira ideal. Nossa vida corria normalmente e tudo era alegria e esperança, quando, no início deste ano, de modo inesperado, minha Antoinette partiu desta vida, levada por sorrateira moléstia. Meu desespero foi indescritível e julguei-me condenado ao desamparo extremo. Sem confiança em Deus, sentindo as necessidades do homem do mundo e vivendo com as dúvidas aflitivas de nosso século, resolvera seguir o caminho de tantos outros, ante a fatalidade... A prova da separação vencera-me, e eu não passava, agora, de trapo humano. Faltava ao trabalho e meu chefe, reto e ríspido, ameaçava-me com a dispensa. Minhas forças fugiam. Namorava diversas vezes o Rio Sena e acabei planejando o suicídio. “Seria fácil, não sei nadar” – pensava. Sucediam-se noites de insônia e dias de angústia. Em madrugada fria, quando as preocupações e o desânimo me dominaram mais fortemente, busquei a Ponte Marie. Olhei em torno, contemplando a corrente... E, ao fixar a mão direita para atirar-me, toquei um objeto algo molhado que se deslocou da amurada, caindo-me aos pés. Surpreendido, distingui um livro que o orvalho umedecera. Tomei o volume nas mãos e, procurando a luz mortiça de poste vizinho, pude ler, logo no frontispício, entre irritado e curioso. “Esta obra salvou-me a vida. Leia-a com atenção e tenha bom proveito. - A. Laurent.” Estupefato, li a obra - “ O Livro dos Espíritos” - ao qual acrescentei breve mensagem, volume esse que passo às suas mãos abnegadas, autorizando o distinto amigo a fazer dele o que lhe aprouver. Ainda constavam da mensagem agradecimentos finais, a assinatura, a data e o endereço do remetente. O Codificador desempacotou, então, um exemplar de “O Livro dos Espíritos” ricamente encadernado, em cuja capa viu as iniciais do seu pseudônimo e na página do frontispício, levemente manchada, leu com emoção não somente a observação a que o missivista se referira, mas também outra, em letra firme: - “Salvou-me também. Deus abençoe as almas que cooperaram em sua publicação. - Joseph Perrier.” Após a leitura da carta providencial, o Professor Rivail experimentou nova luz a banhá-lo por dentro... Conchegando o livro ao peito, raciocinava, não mais em termos de desânimo ou sofrimento, mas sim na pauta de radiosa esperança. Era preciso continuar, desculpar as injúrias, abraçar o sacrifício e desconhecer as pedradas... Diante de seu espírito turbilhonava o mundo necessitado de renovação e consolo. Allan Kardec levantou-se da velha poltrona, abriu a janela à sua frente, contemplando a via pública, onde passavam operários e mulheres do povo, crianças e velhinhos... O notável obreiro da Grande Revelação respirou a longos haustos, e, antes de retomar a caneta para o serviço costumeiro, levou o lenço aos olhos e limpou uma lágrima...
(Texto recebido em email do divulgador Antonio Sávio de Belo Horizonte, MG) |
|
Ponte Marie sobre o rio Sena.Paris, França. Foto: Lucas Gobbo |
|
Ponte Marie sobre o rio Sena, Paris, França. Foto: Ismael Gobbo. |
|
Capa da 1ª. edição de O Livro dos Espíritos de Allan Kardec, lançados aos 18 de abril de 1857. Copiada de https://kardec.blog.br/18-de-abril-de-1857/ |
|
Entrada do Cemitério Montmartre em 1860. Imagem/fonte: http://www.pariscemeteries.com/news-1/2017/12/3/postcard-from-paris
Allan Kardec desencarnou no dia 31-03-1869 e foi sepultado no dia 2 de abril de 1869 no Cemitério Montmartre. Discursaram: o vice-presidente da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, Sr. Levent, o célebre astrônomo Camille Flamarion, que fez um relato da veneranda existência do codificador, Alexandre Delanne e E. Muller.
|
|
Busto de Allan Kardec no túmulo onde está sepultado. Cemitério Père Lachaise. Paris, França. Foto: Ismael Gobbo.
Em 29 de março de 1870, os despojos de Kardec foram exumados e transferidos do Cemitério Montmartre para o Cemitério Père-Lachaise. A inauguração do belo dólmen do Père Lachaise se deu às duas horas da tarde do dia 31. Na comovente solenidade, falaram os eminentes vultos do espiritismo da França: Levent, Desliens, Leymarie e Guilbert.
*******************
Sobre o túmulo de Allan Kardec assim se expressa Jacques Barozzi autor do “Guide des Cimetières Parisiens” - “Guia dos Cemitérios Parisienses”
“Fundador da Doutrina Espírita e autor do Livro dos Espíritos. Sua sepultura é a mais visitada e a mais florida do Père Lachaise”.
"Fondateur de la doctrine du spiritisme et auteur du Livre des esprits. Sa tombe est la plus visitée et la plus fleurie du Père-Lachaise".
|
|
Monteiro Lobato (18-04-1882 / 04-07-1948 |
|
José Bento Renato Monteiro Lobato[nota 1] (Taubaté, Província de São Paulo, 18 de abril de 1882 – cidade de São Paulo, São Paulo,4 de julho de 1948)[nota 2] foi um escritor, ativista, diretor e produtor brasileiro.
Leia sobre a vida e obra de Monteiro Lobato neste link: https://pt.wikipedia.org/wiki/Monteiro_Lobato
|
|
Autor brasileiro Monteiro Lobato. Por volta de 1920. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Monteiro_Lobato |
|
Túmulo de Monteiro Lobato. Cemitério da Consolação. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo |
|
Amor Infinito Nossa vida mental |
|
(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
|
Em absoluto respeito à sua privacidade, caso não mais queira receber este Boletim Diário de notícias do movimento espírita, envie-nos um email solicitando a exclusão do seu endereço eletrônico de nossa lista. Nosso endereço: [email protected]
|