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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, quinta-feira, 13 de agosto de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/13-08-2026.htm
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Os últimos 5 emails enviados |
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12-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/12-08-2026.htm 11-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/11-08-2026.htm 10-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/10-08-2026.htm 08-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/08-08-2026.htm 07-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/07-08-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 9 - 1866 |
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(Copiado do site FEBNET) |
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Louis XIV visitando a Royal Academy of Sciences. Gravura de Sébastien Leclerc Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Acad%C3%A9mie_des_Sciences_1671.jpg |
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Os teatros do Boulevard du Temple. 1862. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Boulevard_du_Temple |
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Charles Philippe Robin. Autor: Les biographies medicales Imagem/fonte: https://es.wikipedia.org/wiki/Charles_Philippe_Robin
Charles Philippe Robin ( Jasseron , Departamento Ain , 4 de junho de 1821 - ibid . , 6 de outubro de 1885) foi um médico , botânico , ficologista , micologista , fisiologista animal e vegetal e francês político. Leia mais: |
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Colbert apresentando os membros da Royal Academy of Sciences a Louis XIV em 1667 Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/French_Academy_of_Sciences |
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THEATRE COMTE
Bronze, d. = 27 mm. Moeda de admissão ao teatro para uma família de 4. Anverso e reverso. Copiado de: https://fr.wikipedia.org/wiki/Louis_Comte_(prestidigitateur)
Louis -Christian-Emmanuel-Apollinaire Comte é um mágico e ventríloquo suíço nascido em Genebra , de pai francês, o22 de junho de 1783, e morreu em Rueil ( Seine-et-Oise ) em25 de novembro de 1859. Ele era um artista parisiense do xix ° século conhecido pela sua arte de prestidigitação e graças à sua torres ventriloquismo seria a ciência da engastrimysme 1 . Luís XVIII concedeu-lhe o título de “físico do rei” que utilizou em todas as suas interpretações 2 Leia mais: https://fr.wikipedia.org/wiki/Louis_Comte_(prestidigitateur) |
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Os irmãos Davenport Imagem copiada de https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Davenport_brothers_(1869)_(14596596818).jpg |
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Fotografia dos irmãos Davenport em frente ao seu gabinete espiritual. 1870. Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Davenport_brothers
Ira Erastus Davenport (17 de setembro de 1839 - 8 de julho de 1911) [1] e William Henry Davenport (1 de fevereiro de 1841 - 1 de julho de 1877), [1] conhecidos como irmãos Davenport , eram mágicos americanos no final do século XIX. , filhos de um policial de Buffalo , Nova York . Os irmãos apresentaram ilusões de que eles e outros afirmavam ser sobrenaturais . Leia mais: https://en.wikipedia.org/wiki/Davenport_brothers
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NOVO DICIONÁRIO UNIVERSAL. Volume 1. ACESSE O LIVRO AQUI: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k6122855b/f8.image.texteImage O DICIONÁRIO É EM ORDEM ALFABÉTICA
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NOVO DICIONÁRIO UNIVERSAL. Volume 2. ACESSE O LIVRO AQUI: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k50678k/f2.image.texteImage O DICIONÁRIO É EM ORDEM ALFABÉTICA
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Lachâtre Maurice Lachâtre Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maurice_Lach%C3%A2tre
Maurice Lachâtre (Issoudun, 14 de outubro de 1814 - Paris, 9 de março de 1900), forma sincopada e pseudônimo de Maurice de la Châtre, foi um influente e importante intelectual, editor e escritor francês. Foi responsável pela enciclopédia Novo Dicionário Universal, e mais conhecido por sua relação com o Auto de fé de Barcelona, em 1861. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maurice_Lach%C3%A2tre
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. Boulevard de Sébastopol, Paris, visto da Tour St Jacques Imagem copiada de: https://en.wikipedia.org/wiki/Boulevard_de_S%C3%A9bastopol |
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Torre Saint-Jacques, é um monumento em estilo gótico e tudo o que restou da igreja de Saint-Jacques-de-la-Boucherie (“da carnificina”) do século XVI, destruída durante a Revolução Francesa. Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
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Allan Kardec Imagem/fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b8529782x.item
Hippolyte Léon Denizard Rivail (francês: [ʁivɑj]; Lyon, 3 de outubro de 1804 — Paris, 31 de março de 1869) foi um influente educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec (francês: [kaʁdɛk]),[1] notabilizou-se como o codificador[nota 1] do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada.[2][3][4] Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec
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Teste cristão |
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O dever do cristão é se tornar cada vez melhor. Em O Livro dos Espíritos, encontramos a seguinte recomendação do Espírito Santo Agostinho: Fazei o que eu fazia quando vivi na Terra: no fim de cada dia interrogava a minha consciência. Passava em revista o que havia feito e perguntava a mim mesmo se não tinha faltado ao cumprimento de algum dever. Se ninguém teria tido motivo para se queixar de mim. Foi assim que cheguei a me conhecer e ver o que em mim necessitava de reforma. Muito oportuno então que, na condição de seguidores de Jesus, nos perguntemos, para saber como anda a nossa paciência: Estamos mais calmos e compreensivos? Lembrando do relacionamento doméstico, respondamos: Já conseguimos conquistar um clima de paz dentro do lar? Observando nossas manifestações com os amigos, questionemos: Trazemos o Evangelho mais vivo em nossas atitudes? Pesquisando o próprio desapego, verifiquemos: Andamos um pouco mais livres do anseio de posses terrestres? Estamos usando mais os pronomes nós, nosso, nossa e menos os possessivos, meu, minha? Nossos instantes de tristeza ou de cólera estão mais raros? Como anda a questão dos desafetos e aversões? Temos conseguido nos achegar às pessoas que não nos são tão simpáticas? Ou ainda cultivamos uma discreta inimizade? Auxiliamos aos necessitados com mais abnegação? Como temos olhado para os miseráveis que vivem pendurados em barrancos, à beira dos rios? Qual tem sido a nossa opinião a respeito das crianças que se apresentam como meninos e meninas de rua, descuidados e ociosos? Somos daqueles que somente criticam ou já nos credenciamos como voluntários em algum serviço do bem para reverter a situação? Recordando nossa fé, podemos afirmar que ela se mostra mais segura? Temos orado de forma sincera? Temos demonstrado através da nossa fala mais indulgência? Temos tornado os nossos braços mais ativos e as nossas mãos mais abençoadoras? Todo o Evangelho de Jesus, a quem seguimos, é alegria no coração. Estamos de fato, mais alegres e felizes em nossa intimidade? Tudo caminha. Tudo evolui. Busquemos fazer o mesmo. * * * Um dia que se foi é mais uma cota de responsabilidade, mais um passo rumo à vida espiritual, mais uma oportunidade valorizada ou perdida. Interroguemos a nossa consciência quanto à utilidade que temos dado ao nosso tempo, à saúde e aos ensejos de fazer o bem. Busquemos descobrir, em nós mesmos, as marcas do progresso que o contato com o Mestre Jesus tem realizado em nós. E se descobrirmos que andamos estacionários, coloquemos de imediato mãos à obra no trabalho de nossa reforma interior, a fim de nos tornarmos verdadeiros cristãos. Isso porque o mundo necessita muito da mensagem do Cristo pensada e vivida. Redação do Momento Espírita, com base
no item 919a, de
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3110&stat=0) |
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Santo Agostinho (354- 430) retratado em óleo sobre tela por Philippe de Champaigne Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_de_Hipona
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Cristo no Mar da Galiléia. Óleo sobre tela por Jacopo Tintoretto. Imagem/fonte:
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Sonhos vivos |
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Pelo Espírito Albino Teixeira. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Ideal Espírita. Lição nº 89. Página 211.
A semente no celeiro é sonho vivo; transportada, à lavoura, transforma-se em árvore que produz. Sem isso murcharia no silêncio. O minério no solo é sonho vivo; conduzido à atividade é matéria prima. Sem isso, por tempo indeterminado, estaria na condição de mero calhau. O plano de uma construção é sonho vivo; concretizado, porém, é obra de utilidade inapreciável. Sem isso seria mera figuração entregue à poeira. A escola de pé é um sonho vivo; movimentada pelos obreiros da instrução é oficina de luz. Sem isso não passaria de promessa distante. O livro na cabeça do escritor é sonho vivo; carregado ao campo das letras é usina de sugestões. Sem isso desapareceria por visão mental entrevista de longe. A convicção espírita é também sonho vivo; mas trazida à realidade prática é tarefa para edificação do mundo melhor. Sem isso não passará de clarão escondido. É por essa razão que todos podemos crer e aprender, discutir e apregoar, consolar e sermos consolados, entretanto, no terreno da verdadeira ascensão do espírito nada conseguiremos sem trabalhar.
(Texto recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
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Oliveiras no Jardim do Getsêmani localizado no sopé do Monte das Oliveiras. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Oliveiras no Vale do Cédron. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo.
O Vale do Cédron (em hebraico: נחל קדרון, em árabe: وادي الجز, "escuro") é um vale próximo de Jerusalém, descrito pela Bíblia como tendo grande significado. Também é chamado de Vale da Torrente do Cédron, devido a um fluxo continuo de correntes de águas por ocasião de enchente repentina nos meses de inverno chuvosos. Atualmente o nome dado à sua parte inferior, Uádi en-Nar ou Wadi al-Joz ("uádi de fogo"), indica que é quente e seco na maior parte do tempo. O Vale do Cédron se estende ao longo do muro oriental de Jerusalém, separando o Monte de Templo do Monte das Oliveiras. Continua ao leste pelo Deserto da Judeia, em direção ao Mar Morto. O assentamento israelense de Kedarestá situado num cume sobre o vale. O bairro de Wadi al-Joz recebe o nome de árabe do vale. O Vale é o local de muitos túmulos judaicos, inclusive o Pilar de Absalão, a tumba de Bene Hezir, e o Túmulo de Zacarias. Certa vez, a água da Fonte de Giom fluiu pelo vale, mas foi desviada pelo Túnel de Ezequias para prover água a Jerusalém. Atualmente permanece sem água mesmo no inverno. https://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_C%C3%A9dron
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A cúpula da Mesquita de Omar vista do Monte das Oliveiras. Jerusalém, Israel Foto Ismael Gobbo |
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Colheita manual de azeitonas. Usini, Sardenha, Itália. Foto Lucas Gobbo
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Colheitade azeitonas em Usini, Sardenha. Foto: Ismael Gobbo |
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A caminho da escola. Óleo sobre tela por Eliseu Visconti. Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro, RJ. Foto Ismael Gobbo.
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Crianças comendo sopa em uma escola de caridade. Pintura a óleo de Emma Herland. Imagem/fonte:
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Estudo, divulgação e a base do “começo” |
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O tema “estudos e divulgações nos Centros; Campanha Comece pelo começo” foi desenvolvido por Cesar Perri, empregando projeção de power point, no dia 11 de agosto, dentro do programa do estudo virtual “Espiritismo: das obras básicas às vivências e visão de futuro”. O expositor focalizou as opções de estudos básicos para centros e considerando a realidade de seus público-alvo. Houve a participação de Pedro e Mirna Nakano e apoio técnico de Kátia Golinelli.Esse programa do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo, de São Paulo, coordenado por Perri, mantém transmissões às 20 horas das 3as feiras, pelo canal do You Tube do CCDPE-SP, e com parcerias da Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes/RAETV e da WebRadio Portal da Luz. Acesse pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=qR7czq8QS88&t=448s
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX) |
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[996-JornalMundoMaior] DIANTE DAS HORAS. |
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DIANTE DAS HORAS. O homem pode acumular o ouro para negociá-lo quando julgue oportuno, dispõe de meios, a fim de reter as safras de cereais, na expectativa de preços que lhe satisfaçam as conveniências.
Entretanto, das riquezas que a Divina Providência lhe empresta, uma existe que ele não consegue armazenar: é o tesouro dos dias. Toda criatura é obrigada a gastar as próprias horas, trocando-as por algo.
Há quem as troque por trabalho e cultura, serviço ao próximo e dever cumprido, ociosidade e queixume, irritação e rebeldia.
Ao termo de cada existência no Plano Físico, os Administradores das Horas te perguntarão, naturalmente:- “Que fizeste do tempo que o Senhor te confiou?” Então, compreenderás, por fim, que o tempo é vida. No Livro:- AGORA É O TEMPO. Emmanuel/Chico Xavier.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
--
(Recebido em [email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]]) |
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Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha Portugal |
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Exmos Senhores OCS,
CCE
www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
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Aliança Espírita Varas da Videira Araçatuba, SP |
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(Recebido de Adriana Leite [[email protected]]) |
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A alma no ofício: a tarefa espírita e a pergunta de Paulo, e outros destaques da RIE de agosto |
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Link: https://assinaturas.oclarim.com.br/revistas/rie-agosto-2026/
Boa tarde, Ismael. Segue acima.
Abraços.
(Recebido em email de Cássio - Casa Editora O Clarim [[email protected]]) |
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Lançamentos 40% off | Obsessão coletiva: uma pandemia ignorada; e crônicas instrutivas e divertidas da vivência espírita |
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Bom dia, Ismael. Tudo bem?
Seguem as artes dos lançamentos. Link direto: https://www.oclarim.com.br/off
Abraços,
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Correio Espírita - Jornal de agosto de 2026 |
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Problemas com a mensagem? visualize no navegador.
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Aliança Espírita Varas da Videira e Casa da Caridade. Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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CONHEÇA O NOVO LANÇAMENTO DA EVOC (Editora da Revista O Consolador). |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST relativo ao novo lançamento da EVOC - Editora Virtual O Consolador, que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
No último dia 29, a EVOC – Editora Virtual O Consolador publicou o e-book DICIONÁRIO DOS ESPÍRITOS, fruto de minuciosa compilação realizada por Anselmo Ferreira Vasconcelos, de São Paulo (SP), com base nas obras de André Luiz e Emmanuel. Como ocorre com todos os lançamentos da EVOC, o e-book pode ser lido e baixado gratuitamente. Saiba mais clicando em https://www.oconsolador.com.br/ano20/985/especial2.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Programação IB Nosso Lar agosto 2026 São Paulo, capital |
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Olá Ismael e amigos! Espero que todos estejam bem. Segue em anexo a programação do Departamento de Cultura Espírita da Instituição Beneficente Nosso Lar - IBNL, para o mês de agosto de 2026. Este é um mês muito especial, pois a Instituição Beneficente Nosso Lar completa 80 anos de fundação no dia 08 de agosto de 2026. Nos dias 04 (terça-feira à noite) e 06 (quinta-feira à tarde), teremos uma "viagem pela história do Nosso Lar através da música". Venham se emocionar conosco! Gratidão Imael Gobbo! Muita paz a todos. Clodoaldo de Lima Leite Presidente voluntário. "....Senhor, quantas vezes por dia devo mostrar amor aos meus semelhantes? E a voz dele decerto se nos repercutirá no imo do coração: - Não digo que mostres amor tão somente uma vez, mas setenta vezes sete vezes". Ilação espírita, Albino Teixeira, por Chico Xavier.
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita – AGOSTO. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru,SP. Acesse abaixo: |
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CLIQUE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Jornal-Momento-Esp-Agos-26.pdf
(Recebido de Leopoldo Zanardi)
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Agosto/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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*** POST referente ao Jornal O IMORTAL (para divulgar hoje) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Jornal O IMORTAL de agosto de 2026, que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza: VEJA OS DESTAQUES D’ O IMORTAL DE AGOSTO Está disponível na internet o jornal O IMORTAL de agosto, que traz como destaque uma entrevista com Jéssica Moliterno Genú, de Recife (PE). Palestrante e autora do livro “Administração DEScomplicada”, ela é psicanalista e atua também como Mentora de Carreiras e de Desenvolvimento Pessoal. Outro destaque da edição é uma matéria de Eliana Haddad a respeito da segunda edição do evento “O Novo Centro Espírita”, que trouxe a público muitas e diferentes atividades que as casas espíritas vêm realizando Brasil afora e no exterior. Para acessar, clique em https://www.jornaloimortal.com.br/Home
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e uma ótima semana. Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Resultados Parciais – PNE 2026 |
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✅Resultados Parciais – PNE 2026 Mais moderna, novo portal! Novas questões interessantes e instigantes. Participe! Para refletir, esclarecer e agir Participação atual de 18 estados. https://pesquisa.portalkardec.org.br/B43605E6
Ivan Franzolim WhatsApp: 55 (11) 98156-0030 http://franzolim.blogspot.com.br/
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Jornada da AME-SP debate o papel da espiritualidade na medicina contemporânea |
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Da evidência à prática: jornada da AME-SP debate o papel da espiritualidade na medicina contemporânea
Evento acontece em setembro, na nova sede da AME-Brasil, na capital paulista, e reunirá profissionais da Saúde, pesquisadores e estudantes para discutir experiências espirituais, neurociência, saúde mental e cuidado integral
São Paulo, 10 de junho de 2026 – A nova sede da AME Brasilserá palco, em 19 e 20 de setembro, da 14ª Jornada da AME-SP, evento que deve reunir médicos, psicólogos, enfermeiros e profissionais da Saúde para discutir o papel da espiritualidade na prática clínica contemporânea. No mesmo espaço e em conjunto ao evento acontece o 14º CondAME(Congresso Nacional do Departamento Acadêmico da AME-Brasil). Com o tema “A Dimensão Espiritual da Medicina – da Evidência à Prática”, ambos os encontrosserão uma preparação para o próximo Mednesp 2027, que acontece no ano que vem, no feriado do Corpus Christi, em Recife (PE), com promoção da AME-Brasil. Com 200 vagas para a Jornada e 100 para o CondAME – Congresso Nacional do Departamento Acadêmico da AME-Brasil –, o evento acontece na rua Valdemar Ferreira, 162, no Butantã, em São Paulo (SP), reforçando a nova sede da entidade como espaço permanente de formação, debate e produção de conhecimento na interface entre saúde, ciência e espiritualidade. “A proposta é discutir como a dimensão espiritual vem sendo incorporada, de forma cada vez mais consistente, às reflexões sobre cuidado, saúde mental, humanização da assistência e qualidade de vida de pacientes e profissionais da Saúde”, informa o psiquiatra Marcus Ribeiro, presidente da AME-SP. Ao longo de dois dias, a programação reunirá diferentes especialidades e abordagens para discutir desde evidências científicas até aplicações práticas no cotidiano clínico. Entre os temas em debate estão experiências espirituais não ordinárias, experiências de quase-morte, comunicação após a morte, memórias de vidas passadas, práticas de cuidado em instituições espíritas, florescimento humano, neurociência, gratidão, crescimento pós-traumático e o impacto emocional sobre profissionais da Saúde. A programação também dedica espaço ao debate sobre o cuidado de quem cuida — um dos temas mais urgentes no cenário contemporâneo da saúde. Questões como fadiga por compaixão, isolamento emocional, impotência diante do sofrimento e saúde espiritual dos profissionais serão abordadas sob diferentes perspectivas, incluindo Medicina, Psicologia e espiritualidade. Realizada simultaneamente ao CondAME, a Jornada também busca fortalecer o movimento médico-espírita entre estudantes e jovens profissionais, ampliando a integração entre formação acadêmica, pesquisa e prática assistencial. No sábado (19), os painéis abordarão a integração da espiritualidade nas diferentes áreas da Saúde, experiências de cuidado desenvolvidas em instituições espíritas e os impactos clínicos das chamadas experiências espirituais não ordinárias. Já no domingo (20), o foco estará no cultivo da saúde espiritual de profissionais da Saúde e nas contribuições das virtudes humanas — como esperança, amorosidade e gratidão — para o bem-estar físico e emocional. As inscrições para a 14ª Jornada da AME-SP e para o 14º CondAME já estã abertas. A programação completa pode ser consultada no site oficial do evento. São apoiadores do evento a Federação Espírita do Estado de São Paulo (Feesp), o Grupo Espírita Batuíra (GEB), Grupo Espírita CairbarSchutel, Instituto Espírita de Educação e a Fraternidade sem Fronteiras. Serviço 14ª Jornada da AME-SP + 14º CondAME Tema: A Dimensão Espiritual da Medicina – da Evidência à Prática Data: 19 e 20 de setembro de 2026 Endereço: Nova sede da AME Brasil, à rua Valdemar Ferreira, 162 – Butantã – São Paulo (SP) Programação e inscriçõesaqui
Proposta da AME A AME traz uma outra face da Medicina e propõe uma saúde baseada nos valores da alma, calcados no conhecimento da Doutrina dos Espíritos (Espiritismo), uma verdadeira revolução iniciada no século XIX pelo advento de O Livro dos Espíritos e continuada mais recentemente nas obras de André Luiz (psicografia de Chico Xavier). Esses trabalhos trouxeram para a Medicina, Psicologia e outras disciplinas da Saúde um conhecimento que desvenda um lado ainda desconhecido da etiopatogenia das doenças e a dimensão espiritual do ser humano.
Mais informações: Connectare Comunicação Cláudia Santos – [email protected] – (11) 97663-4001
(Recebido em email de Cláudia Santos [[email protected]]) |
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Solicitud de divulgação espírita Recebido em email de Ruben de los Santos do Uruguai |
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(Recebido de email de solicitud de divulgação espírita)
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Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta Março/Abril-2026. Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf
(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
aqui:
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ACESSE AQUI:
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JESUS E KARDEC EM ESTUDO NA SEDE HISTÓRICA DA FEB. NO RIO DE JANEIRO |
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“Jesus, a porta; Kardec, a chave!” foi a premissa para a palestra pública na sede histórica da Federação Espírita Brasileira no último sábado, 1° de agosto. O vice-presidente da FEB, Geraldo Campetti, conduziu o público ao estudo das obras de Allan Kardec para o entendimento do Evangelho do Cristo, baseado no capítulo dois do livro Opinião espírita, pelo Espírito André Luiz e psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. “Todos que estavam puderam desfrutar de conhecimentos em clima de serenidade e amor da nossa casa. Foi uma manhã produtiva e prazerosa para todos que ali estavam”, comentou a diretora da sede histórica, Regina Lucia Rodrigues. Palestras Públicas na FEBSemanalmente, a Federação Espírita Brasileira oferece gratuitamente nas sedes de Brasília e Rio de Janeiro, estudo aberto ao público. O calendário semanal é disponibilizado sempre às sextas, nos canais oficiais da FEB na internet. Acompanhe as atividades do Rio de Janeiro no salão principal da FEB às terças, 13h30, sextas, às 13h e aos sábados, às 10h. Em Brasília, as reuniões ocorrem no Auditório principal, terças e sextas, às 19h30 e aos domingos, às 17h, com passe disponibilizado aos interessados ao final da explanação. GaleriaClique na imagem para ampliar.
(Copiado de https://www.febnet.org.br/portal/2026/08/10/jesus-e-kardec-em-estudo-na-sede-historica-da-feb-no-rio-de-janeiro-2/) |
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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Clique
aqui:
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FEP. Federação Espírita Pernambucana Recife |
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Clique aqui: https://www.facebook.com/Fepernambucana/?locale=pt_BR
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FEPB. Federação Espírita Paraibana João Pessoa |
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ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/FEPB.OFICIAL/?locale=pt_BR
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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José Angelo Rodrigues |
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José Ângelo Rodrigues Imagem do livro Obra de Vultos, volume 2
Biografia elaborada por José Angelo Rodrigues nasceu no dia 13 de agosto de 1878, na cidade de Barretos, estado de São Paulo. Era filho do casal Joaquim Antônio Rodrigues e Leopoldina de Souza Monteiro e tinha nove irmãos: Francisco, Pedro, João, Rita, Mariana, Liduína, Ana, Maria Umbelina e Etelvina. Ao ficar órfão de pai, aos sete anos de idade, além de experimentar privações materiais, sofreu as conseqüências do segundo casamento da mãe, em razão do comportamento rude do padrasto, que, incompreensivo, era incapaz de lhe dispensar um tratamento paternal. Depois de algum tempo, decidiu, com a anuência da mãe, sair de casa para viver sob a proteção de Segisfredo Mamed Pinto, com quem passou a trabalhar. De família pobre, trabalhou arduamente desde muito jovem, por isso não teve condições de freqüentar escolas regulares, a não ser cursos eventuais de pouca duração, ministrados esporadicamente por professor particular. Mesmo assim, graças à sua vivacidade e determinação, conseguiu alfabetizar-se e aprendeu a fazer operações matemáticas, inclusive de certo grau de complexidade. Quase autodidata, desenvolveu o gosto pela leitura, o que lhe seria de grande utilidade para os estudos doutrinários a que se dedicaria posteriormente. Durante sua existência, José Angelo exerceu diversas profissões, desde as experiências juvenis de servente de pedreiro, até as ocupações da fase adulta, ligadas ao campo, como a de carreiro – condutor de carro de bois –, e a de agricultor, incluindo a pecuária, a lavoura e a produção de rapadura e de açúcar através do engenho de cana. É preciso enfatizar , no entanto, as suas excepcionais qualidades de artesão, destacando-se as suas habilidades no trabalho com couro, bambu, chifre e madeira. Carpinteiro de muitos recursos, ele fabricava mesas, camas, portas e outros objetos. Todos os testemunhos dão conta de que era muito inteligente, prático no raciocínio e metódico em tudo que fazia. Em termos artísticos, era muito exaltada a sua veia musical, por ser exímio compositor de “modas de viola” , com letras voltadas para a narrativa de acontecimentos do cotidiano ou do cenário histórico do país. Tocava viola com maestria e cantava as suas composições e outras páginas da genuína música caipira, formando dupla com seu irmão Pedro, que fazia a segunda voz. Dominava também a arte de contar casos como um autêntico narrador oral, sabendo cativar a atenção dos ouvintes através de uma maneira muito especial de relatar histórias antigas ou contemporâneas, que, em sua narrativa, eram sempre interessantes. Dono de uma memória extraordinária, era capaz de aprender uma música ao ouvi-la uma única vez, além de improvisar versos em quaisquer situações ou ambientes em que fosse solicitado. Eis como terminou, segundo a lembrança do filho Deodato, um discurso de improviso no aniversário de Tio Pedro, seu irmão: “...e essas mocinhas, No dia 18 de outubro de 1900, José Angelo Rodrigues casou-se, em Barretos, com uma jovem de 17 anos, registrada como Jerônima Cândida de Jesus, nascida em Aterrados, hoje Ibiraci, estado de Minas Gerais, em 3 de outubro de 1883, filha de Firmino Ferreira Cintra e Maria Alves de Jesus. Posteriormente, ela incorporou o sobrenome paterno Cintra que passaria a nomear todos os filhos . O seu nome de registro foi, então oficialmente alterado para Jerônima Cândida Cintra. Jerônima tinha sete irmãos: Lidugero, Presciliano, Deodato, Calimério, Maria Alves, Ana e Maria Inácia. Ana, conhecida como Tia Sinhana, era casada com Segisfredo Mamed Pinto e Maria Inácia era esposa de Pedro Angelo Rodrigues, o Tio Pedro, irmão de José Angelo Rodrigues. Oito anos depois do casamento, resolvido a tentar uma experiência no sertão, iniciou uma longa e cansativa viagem, acompanhado da mãe, da esposa Jerônima e dos quatro filhos mais velhos: Manuel, José/Juca, Firmino e Joaquim/Quinzote. Também o acompanhavam, nessa empreitada, seus irmãos Pedro, João e Francisco com as respectivas famílias. Após 17 dias viajando em quatro carros de boi, chegaram, em 8 de maio de 1908, ao local onde, desde 1907, já residia a família de Segisfredo Mamed Pinto. Era a Pedra, como diziam na época, ou o Córrego da Pedra, nas imediações da antiga Vila Lourdes, hoje município de Lourdes, localizada a l5 km de Buritama e 40 de Birigüi, na região de Araçatuba. Logo após a chegada, foi tomado de grande tristeza pela morte da mãe, Leopoldina de Souza Monteiro, sepultada em Vicentinópolis, conhecida na época como Macaúva Velha. Esse acontecimento o abalou a tal ponto que, durante quase um ano, ele permaneceu indeciso, sem saber que destino dar a seu futuro. O sonho da viagem que o tinha levado àquela terra fértil, mas inteiramente por desbravar, que ele julgava ser o lugar destinado à realização de seus sonhos de vida, havia se transformado num pesadelo, com a perda da mãe. Mas a realidade exigia uma decisão e ele resolveu enfrentar todas as dificuldades instaando-se definitivamente no Córrego da Pedra. Por essa época, a família já começava a aumentar. Além dos quatro filhos, nascidos em Barretos, outros sete nasceriam na Pedra, frutos da feliz união de José Angelo e Jerônima: Lázaro, Izalpino, Sebastião, Jerônimo, Deodato, Olívia/Rosa e Maria/Tuta. De espírito inquieto, a formação católica da família nunca o satisfez inteiramente, o que o levou a buscar no protestantismo uma alternativa religiosa. Uma de suas grandes virtudes era a curiosidade, a busca de compreensão para questões complexas como o mistério da morte, a justiça divina, o porquê da dor e do sofrimento. Dotado de grande capacidade racional e crítica, não conseguia encontrar nas religiões mencionadas respostas convincentes para muitos pontos que o deixavam em dúvida. A morte de sua mãe, por exemplo, além do sentimento de perda e de desalento, era para ele motivo de questionamentos irrespondíveis do ponto de vista das doutrinas até então conhecidas. Foi por essa ocasião que José Angelo teve a primeira notícia sobre o Espiritismo, por meio de Segisfredo Mamed Pinto, com quem passou a se reunir com freqüência para estudar a nova doutrina, através da leitura de diversas obras. Ao tomar conhecimento da existência, em Barretos, do Centro Espírita do Capitão Felício, resolveu conhecê-lo sem perda de tempo. Após a reunião de que participou, segundo a lembrança de sua filha Rosa, “o dirigente, convidou-o a permanecer um pouco mais na sala, e, em seguida, relatou haver constatado a presença, ao lado dele, desde a sua chegada , de uma senhora, cujas características descritas permitiram a José Angelo reconhecer sua própria mãe em espírito”. Essa foi a resposta que, por meio de prece, ele havia pedido a Deus, pois tinha necessidade de certificar-se da veracidade do fenômeno mediúnico que estava presenciando. Entusiasmado com a prova recebida, a sua fé na Doutrina dos Espíritos agigantou-se e ele absorveu-se na leitura ininterrupta das obras de Kardec. De volta ao Córrego da Pedra, continuou estudando, com afinco, o Espiritismo e divulgando o seu conteúdo doutrinário. Durante mais de vinte anos ele prosseguiu nesse trabalho realizando reuniões regulares ora em sua casa, ora na residência de seu filho Juca, ou ainda numa escolinha existente no quintal da casa de João Melo. Além de presidir as sessões, que contavam com a participação de Jerônimo Urbano, médium de muitos recursos, José Angelo saía a cavalo para visitar doentes e orar por eles. Diversas curas são creditadas à sua presença e à sua fé. Por várias vezes foi discutida a intenção de fundar um Centro Espírita na zona rural, mas o momento não parecia chegado, pois nenhuma das tentativas deu resultado. Em 28 de janeiro de 1942, visitou, pela primeira vez, o Centro Espírita “Amor e Caridade” de Birigüi, sob a direção de João Dias de Almeida e sua esposa, D. Linda Dias de Almeida. Segundo relato do filho Jerônimo, que o acompanhava naquela noite, seu pai sentou-se atrás da médium e pediu, por meio de uma prece, uma explicação a respeito de um assunto doutrinário sobre o qual tinha dúvidas. No mesmo instante, o mentor espiritual Felício Luchini, servindo-se da mediunidade de D. Linda, esclareceu a sua dúvida através de manifestação psicofônica. A reação imediata de José Angelo Rodrigues, exclamando “aqui está a verdade”, selou uma relação de confiança e amizade com o casal de missionários que determinaria o futuro da doutrina espírita na região. Em 16 de abril de 1943, convidados por ele, João Dias e D. Linda fizeram a primeira visita ao Córrego da Pedra, hospedando-se na residência de Almiro Jerônimo Pinto e Lourdes Camargo Pinto. As reuniões foram realizadas na casa de José Angelo e Jerônima, que se tornou então a sede provisória das atividades espíritas naquele recanto. No dia 18 de julho desse mesmo ano, aconteceu uma reunião para tratar da escolha do local destinado à construção do prédio em que funcionaria a filial do Centro Espírita “Amor e Caridade” de Birigüi, no Córrego da Pedra. José Angelo Rodrigues manifestou aos companheiros sua intenção de doar um lote de terra, com área aproximada de 1200 metros quadrados, destacado do sítio de sua propriedade. Já em 9 de dezembro de 1943, em reunião extraordinária, é efetuado o lançamento da pedra fundamental do prédio próprio no terreno doado por José Angelo, com a presença de toda a diretoria do Centro de Birigüi. Em prece de agradecimento, feita na ocasião, conforme consta em ata, manifesta-se a esperança “de muito breve serem realizados os objetivos desta obra cristã, que possa demonstrar à posteridade o testemunho da fé dos moradores do Bairro Córrego da Pedra, e para aqui poderem se abrigar amparados pela luz dos espíritos superiores”. De fato, menos de quatro meses depois, foi inaugurada a sede própria do Centro, no dia 23 de março de 1944, em sessão presidida por João Dias de Almeida e D. Linda, com a presença de um “número superior a quatrocentas” pessoas, conforme consta da ata lavrada na ocasião. Dois dias depois, em 25 de março, às dezoito horas, tem lugar uma reunião festiva para comemorar o evento, também presidida por João Dias, com a participação de D. Linda e de toda a diretoria de Birigüi. Na oportunidade, são apresentados os “membros da Diretoria da Filial composta pelos irmãos José Angelo Rodrigues, presidente; Segisfredo Pinto da Cunha, vice-presidente; Almiro Jerônimo Pinto, secretário; Firmino Angelo Cintra, tesoureiro; Theobaldo Kohlrausch, segundo-secretário; Lázaro Querino da Silva, segundo-tesoureiro”. Durante os quatro anos seguintes, enquanto esteve encarnado, José Angelo permaneceu na presidência, liderando as atividades de estudo, orientação doutrinária e assistência a desvalidos da região. Exemplo de honestidade, lealdade e honradez, e tomado por uma fé imensurável, foi fiel à doutrina em todos os seus princípios, sem nunca vacilar. O carinhoso apelido de TIO ZECA, motivado pelo grande número de sobrinhos, a rigor se justificava em razão da grande amizade que a todos o unia e ao respeito que inspirava. O seu discernimento e a sua sabedoria prática da vida eram tão notáveis, que era procurado por pessoas de toda a região para ouvir a sua opinião sobre os mais diversos assuntos. Tornou-se então o conselheiro predileto não só para desentendimentos e brigas em questões familiares e de negócios, mas em qualquer circunstância em que fosse necessária uma palavra de equilíbrio e ponderação. Exercendo um verdadeiro apostolado a serviço da harmonia, da união fraterna e da concórdia, Tio Zeca era o mensageiro da paz, do amor e da caridade. Já velho, impossibilitado de trabalhar, passava os dias lendo o Evangelho e estudando a doutrina, sempre em voz alta. Tinha grande facilidade para ler e compreender qualquer texto, mesmo os mais difíceis. Era admirável a sua capacidade de explanar sobre as lições do evangelho e explicar as questões mais complexas da doutrina com simplicidade, clareza e convicção. Às 12 horas do dia 7 de junho de 1948, Tio Zeca desencarnou em sua casa, no Córrego da Pedra. Sessenta dias antes do fato, ele passou a visitar todos os filhos, parentes e velhos amigos, entre os quais o senhor Miguel Chibeni e sua esposa Amélia Chibeni, de Buritama. Segundo relato de dona Amélia , quando se despedia José Angelo confidenciou que aquela era sua última visita à casa dos amigos. Conforme testemunho posterior de Vovó Jerônima, ele tinha recebido sinais reveladores de espíritos amigos avisando-o a respeito de sua partida próxima. A saudade que deixou em toda a comunidade da Pedra foi retratada, na época, pelos versos emocionados de Elpides Serafim da Silva: Saudade do Vovô Sei que sofres, coração! Alma meiga e pura Para mim era sempre Vovozinho Vejo-o ainda com veneras cãs Consola-me a grande certeza No dia 7 de junho, 1948 era o
ano Caridade e perdão eram seu lema Sua esposa amada, a vovó Jerônima, ou vovozinha, como era chamada pelos netos, ou ainda Tia Jerônima, para amigos e familiares, foi a incansável companheira de tantas lidas, parceira fiel de seus ideais, seguindo-o com determinação em todos os passos. Com as atividades regulares do Centro, sobretudo nas ocasiões das visitas da comunidade espírita de Birigüi, liderada por D. Linda e João Dias, a casa de Tio Zeca transformava-se numa verdadeira hospedaria e Vovó Jerônima, generosamente, providenciava pouso e comida para todos aqueles que, vencendo longas distâncias e estradas difíceis, compareciam às reuniões doutrinárias, sequiosos de aprender as enriquecedoras lições do Espiritismo. Após a morte do inesquecível esposo, durante os catorze anos em que viveu, ela manteve cintilante a chama da fé e da caridade enraizada naquele recanto, fazendo do seu lar uma porta constantemente aberta para oferecer abrigo e proteção a todos que a procurassem. Sistematicamente Vovó Jerônima percorria aquele trajeto tão familiar e tão adorável entre sua casa e o Centro, com a lamparina sustentada pelos braços erguidos para vencer a escuridão e facilitar a caminhada dos que a acompanhavam. Essa imagem, que para sempre figurará na memória de quem teve a felicidade de presenciá-la, é o símbolo da missão desempenhada por ela: ser a fonte inesgotável de luz espiritual para proteger, amparar e iluminar os passos de sua grande família. Vovó Jerônima desencarnou , aos 78 anos de idade, no dia 22 de junho de 1962, em sua casa no Córrego da Pedra. Tio Zeca e Vovó Jerônima continuam, na pátria espiritual, amorosamente exercendo a missão de orientar, proteger, e conduzir o seu povo, essa grande família da Pedra, o lugar distante que escolheram para viver, exemplificar na prática o ideal espírita e dar testemunho do verdadeiro comportamento cristão. Pelos relevantes serviços prestados ao município na área de assistência social, a Câmara Municipal de Lourdes, por meio do Decreto Legislativo 02/98, concedeu a José Angelo Rodrigues , “in memoriam”, o título de Cidadão Lourdense, em solenidade ocorrida no dia 02 de junho de 1998. Em mensagem de 24 de novembro de 1999, José Angelo Rodrigues deixa o seu alerta para a necessidade de buscarmos a nossa iluminação espiritual: Nenhum de nós correu sem ser com suas próprias pernas. Nenhum de nós galgou sequer um degrau da evolução sem ter construído sua própria escada. Mostramos o caminho, falamos de nossos erros e de nossos acertos, mas não podemos caminhar por vocês. Cada um tem a própria maneira de enxergar a verdade. Sigam em frente colocando a verdade como a meta a alcançar. A verdade é o grande guia. Não fechem os olhos, nem tapem os ouvidos para continuar recebendo esclarecimento sobre suas próprias verdades. Aquele que pensa não poder mudar seu ponto de vista diante das verdades demonstradas, ficará parado até reconhecer seu engano. Procuramos esclarecer o mais que podemos, mas nem todos enxergam com os mesmos olhos, nem ouvem com os mesmos ouvidos. Uma planta da mesma espécie tem muitas variedades, mas todas têm a mesma origem e caminham na mesma direção: a do SOL, quer dizer a da LUZ. Assim é o homem: mesmo que durante algum tempo goste de viver nas trevas, um dia a luz o fascinará e ele correrá para ela como a única maneira de ser feliz. Uma pequena chama de uma candeia, lamparina, ou palito de fósforo é capaz de vencer a mais negra escuridão. Quando o homem resolve buscar a luz, a pequena fé que se desenvolve a partir dela serve para ajudá-lo a vencer dificuldades bem maiores que as da escuridão. Vejam tudo que se tem modificado dentro de cada um e verifiquem o quanto ainda podem modificar. Cada dia que passa é por si só uma nova lição , uma bênção maior, e um dote de esperança. Esperança que deve morar no coração de todos. Esperança por crerem em DEUS. Esperança por conhecerem o seu amparo. Tenham a certeza de que um dia estaremos todos iluminados e confiantes para continuar aprendendo.
(Copiado de http://www.universoespirita.org.br/catalogo/literatura/textos/ISMAEL%20GOBI/obras_de_vultosII/jose_angelo_rodrigues.htm) |
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Estação original de Barretos em 1923. (Instituto Moraes Salles) Imagem copiada de http://www.estacoesferroviarias.com.br/b/barretos.htm
José Ângelo Rodrigues nasceu na cidade de Barretos aos 13 de agosto de 1878. |
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José Ângelo Rodrigues e a esposa Jerônima. |
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José Ângelo Rodrigues com a família. |
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Dona Linda com outros companheiros fazendo a travessia do Rio Tietê para chegar ao Córrego da Pedra. Foto do acervo do Centro Espírita Amor e Caridade de Birigui, SP. |
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Dona Linda e Sr. João Dias de Almeida em reunião do centro espírita no Córrego da Pedra, uma extensão do C.E. Amor e Caridade de Birigui, SP . Foto do acervo do C.E. Amor e Caridade de Birigui, SP. |
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Participantes do centro espírita no Córrego da Pedra, uma extensão do C.E. Amor e Caridade de Birigui, SP. Foto do acervo do C.E. Amor e Caridade de Birigui, SP. |
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Valentim Lorenzetti 14-02-1938 / 14-08-1990 |
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O fundador da LVBA Comunicação é, até os dias de hoje, uma referência quando o assunto é integridade e ética. Foi um homem que se destacou não somente como profissional mas, sobretudo, como ser humano. Filho de imigrantes italianos, passou a infância e a adolescência no interior do estado de São Paulo. Nasceu e viveu, até concluir o primeiro grau, em Ribeirão Bonito. Foi para Araraquara a fim de concluir seus estudos e cursar o segundo grau. Aos 18 anos veio para São Paulo em busca de um sonho: estudar Medicina. E, para isso, era preciso ter recursos, pois se tratava de um curso caro. Como sempre se destacou no estudo da língua portuguesa, assim que chegou em São Paulo, em 1957, conseguiu o emprego como revisor no jornal Folha de S. Paulo. Logo nesta época, percebeu que sua real vocação era o Jornalismo. Só saiu da Folha de S. Paulo em 1968 quando respondia, há praticamente dois anos, pela Chefia de Reportagem. Era apaixonado pelo Jornalismo e muito crítico com relação à postura - muitas vezes fria - da maior parte dos colegas. Tinha um carinho especial pelas histórias humanas. Adorava os personagens que entravam na redação durante os plantões de finais de semana para contar histórias, chorar ou, simplesmente, compartilhar alegrias. Abrir mão do Jornalismo, só mesmo por um novo desafio. E foi assim que Valentim saiu da Folha de São Paulo e foi conhecer uma nova profissão. Em 1968, aceitou o convite para fazer parte do departamento de Relações Públicas da J. Walter Thompson, com o cargo de assistente de redação. Da JWT desligou-se em 1976, quando então respondia pela direção do departamento de Relações Públicas, para fundar sua própria empresa - a LVBA Comunicação e Propaganda Ltda. O Jornalismo ele nunca abandonou e, contrário à maioria de seus amigos, sua aposentadoria seria na máquina de escrever. Para que isso fosse possível ele sabia era necessário profissionalizar a gestão da LVBA. Contrariando o que o mercado praticava naquele momento, em 1986, durante as comemorações dos dez anos da LVBA, Valentim anunciou a criação do cargo de Diretor Executivo e nomeou Flavio Valsani, profissional que estava na LVBA já há nove anos. Desta forma, Valentim delegou a Flavio a função de principal executivo para que ele, com o tempo, pudesse se dedicar mais à consultoria e à redação. Mais tarde, em 1990, satisfeito com o rumo da profissionalização que conduziu, novamente inovou. Em reconhecimento à dedicação e ao empenho de Flavio Valsani e de João Aliotti, Diretor Administrativo-Financeiro desde o nascimento da LVBA, transformou-os em seus sócios. Os laços de Valentim com o Jornalismo sempre foram muito fortes. Manteve, de 1970 a 1984, uma coluna sobre Espiritismo no jornal Folha da Tarde. Ser espírita, naquela época, era muito diferente do que é hoje. Havia muita confusão sobre o que é espiritismo e o que são as outras religiões, muitas vezes fruto do sincretismo religioso. Além disso havia um certo preconceito em se assumir publicamente como praticante dessa religião. Valentim nunca se preocupou com isso. Muito pelo contrário. Além de pregar a liberdade de credo e de expressão, acreditava que tinha a obrigação de usar seu talento na difusão dos verdadeiros conceitos sobre o espiritismo. Em 1982, fez uma coletânea das crônicas publicadas até aquele ano e editou o livro Caminhos de Libertação. Ainda no campo pessoal, foi um iniciadores do CVV - Centro de Valorização da Vida, entidade que trabalha na prevenção do suicídio e foi, durante muitos anos, responsável pela difusão e comunicação desta entidade. Além da LVBA, da religião, do CVV, da Clínica Psiquiátrica mantida pelo CVV em São José dos Campos, ele sempre trabalhou ativamente em entidades da área de Comunicação. Foi da diretoria do CONRERP (Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas) e da APP (na época, Associação Paulista de Propaganda). Seu último cargo foi como presidente do CONFERP - Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas. Na área de Relações Públicas, certamente uma das mais importantes ações do Valentim foi a criação e fundação da ABERP - Associação Brasileiras das Empresas de Relações Públicas, em 1983. Trata-se do maior avanço pelo qual passou o mercado de empresarial de Relações Públicas no país, já que a entidade foi responsável pela definição de parâmetros que permitiram que a boa conduta profissional deixasse de ser um atributo subjetivo. Esta iniciativa foi reconhecida pelo mercado e, em dezembro de 1983, ele recebeu, do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas de São Paulo, o Prêmio Opinião Pública, na categoria Prêmio Especial - categoria especialmente instituída para homenageá-lo pela criação da ABERP. Em 1990, vítima de câncer, Valentim Lorenzetti morreu. Não sem antes registrar a sua visão, inovadora e ousada. Em 1989 , enviou a toda a equipe da LVBA um memorando que se tornou uma das principais marcas da empresa: "Se todos os sonhos se transformarem em realidade é sinal que você parou de crescer. Que haja sempre lugar para um sonho a mais em seu coração. Obrigado pelos sonhos que movem a LVBA" - Valentim Lorenzetti.
(Texto copiado de http://www.espiritismogi.com.br/biografias/valentim_lorenzetti.html) |
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Avenida Barão de Limeira onde funciona a sede da Folha de São Paulo. Bairro Campos Elíseos. Foto Ismael Gobbo. |
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Deus |
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Eurípedes Barsanulfo (Texto copiado na internet do site http://www.forumespirita.net/fe/poesia/deus-euripedes-barsanulfo/)
Prece do “Pai Nosso”. Aquarela de James Tissot Imagem/fonte: |
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Busto de Eurípedes Barsanulfo no Colégio Allan Kardec, Sacramento, MG. Foto Ismael Gobbo |
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Amor Infinito Caminhos retos |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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