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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, segunda-feira, 13 de julho de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/JULHO/13-07-2026.htm
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Os últimos 5 emails enviados |
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06-07-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/JULHO/06-07-2026.htm 04-07-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/JULHO/04-07-2026.htm 03-07-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/JULHO/03-07-2026.htm 02-07-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/JULHO/02-07-2026.htm 01-07-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/JULHO/01-07-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 9 - 1866 |
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1ª. Página do “Le Petit Journal” do dia 6 de dezembro de 1865 noticiando a morte do Sr. Didier. Abaixo o recorte da 2ª. coluna da referida página com a notícia. |
Pierre-Paul Didier (1800-1865)
Livreiro-editor e agente de livreiro-comissão. - Nascido em Paris em 1800. Filho de um funcionário da Triperie Parisiense. Balconista da livraria de 1818, em seguida, vendedor ambulante da livraria. Livreiro patenteado em Paris em 2 de agosto de 1825 em sucessão a Marie-Nicolas-Louis Vacheron. Trabalha em parceria com o livreiro Jean-Armand Pichon, como "sucessores (em parte) do (François) Béchet ancião", de 1827, sob o nome "Pichon et Didier", e até por volta de 1832 (em 1835, P.-P. Didier é qualificado como liquidatário da empresa). Fundou em 1828 a "Livraria Acadêmica" para a publicação de cursos de taquigrafia de grandes professores (Victor Cousin, François Guizot, etc.). Em 1856, ele associou seus funcionários D. Glorian e Charles Morel, sob o título "
Fonte: https://data.bnf.fr/fr/15100010/pierre-paul_didier/
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Quai des Grands Augustins ao entardecer. Por volta d 1938. Imagem/fonte: |
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Le Quai des Grands Augustins. Pintura a óleo de Albert Marquet. 1905. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Quai_des_Grands_Augustins_Albert_Marquet_(1905).jpg |
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Edição de O Livro dos Espíritos”, ano 1860. 4ª. edição. Editado por Didier et Cie, Libraires- Éditeurs. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Le_Livre_des_Esprits_2.jpg
O Livro dos Espíritos em sua primeira edição foi lançado por Allan Kardec aos 18 de abril de 1857 |
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Palays Royal, Paris, França. No interior do edifício doe século XVII, ficava a Galeria D’Orleans, onde, nas livraria de E. Dentu, foi lançado O Livro dos Espíritos, assinado por Allan Kardec, aos 18 de abril de 1857. Foto Ismael Gobbo |
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Galerie d’Orleans , no Palays Royal, em Paris, no ano de 1829. Na livraria de E. Dentu foi lançado O Livro dos Espíritos, no dia 18 de abril de 1857. Imagem: |
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Veja outras edições de O Livro dos Espíritos e seus respectivos editores Acesse: https://kardec.blog.br/18-de-abril-de-1857/
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Allan Kardec, Codificador do Espiritismo. Óleo sobre tela por Nair Camargo, São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
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Laços de afeto |
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Do poeta e escritor gaúcho Mário Quintana, encontramos uma preciosidade que fala sobre algo muito simples: um laço. Escreveu ele: Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... Uma fita... dando voltas. Enrosca-se, mas não se embola. Vira, revira, circula e pronto: está dado o laço. É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço. É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço. E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando... devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço. Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido. E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço. Ah, então, é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita. Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade. E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços. E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço. Então o amor e a amizade são isso... Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam. Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço! * * * Tem toda razão o poeta em sua analogia. Amor e amizade são sentimentos altruístas. Quem ama somente deseja o bem do ser amado. Por isso, não interfere em suas escolhas, em seus desejos. Sugere, opina, mas deixa livre o outro para a tomada das próprias decisões. Quem ama auxilia o amado a atingir seus objetivos. Nunca cobra o ofertado, nem exige nada em troca. Quem ama não aprisiona o amado, não o algema ao seu lado. Ama e deixa o amado livre para estender suas asas. Assim crescem os dois, pois há espaços para ambos conquistarem. Na amizade, não se faz diferente o panorama. O verdadeiro amigo não deseja que o outro pense como ele próprio pois reconhece que os pensamentos são criações originais de cada um. Entende que o amigo é uma bênção que lhe cabe cultivar e o auxilia a realizar a sua felicidade sem cogitar da sua própria. Sente-se feliz com o bem daquele a quem devota amizade. Entende que cada criatura humana é um ser inteligente em transformação e que, por vezes, poderão ocorrer mudanças na forma de pensar, de agir do outro. Mudanças que nem sempre estarão na mesma direção das suas próprias escolhas. O amigo enxerga defeitos no coração do outro, mas sabe amá-lo e entendê-lo mesmo assim. E, se ventos diversos se apresentam, criando distâncias entre ambos, jamais buscará desacreditar ou desmoralizar aquele amigo. Tudo isso porque a ventura real da amizade é o bem dos entes queridos. Um laço que ata... Um laço que se desata.. Aqueles a quem oferecemos o coração, poderão se distanciar, buscar outros caminhos, atravessar outras fronteiras. Eles têm o direito de assim proceder, se o desejarem. De nossa parte, lembremos da leveza do laço e cuidemos para que não se transforme em nó, que prende e retém. Redação do Momento Espírita, com base
em versos
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=2891&stat=0) |
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Botões |
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Possivelmente, você clicou em alguns botões para ouvir esta mensagem. Acessou um site, um link, usando o sistema de touch screen. Aumentou volume, baixou. Para isso, teve de utilizar o smartphone, que também foi ligado por um botão. Ou um computador pessoal: ligou, clicou aqui, ali e abriu. Perceba como sua vida é repleta de botões. Quantos controles remotos? Quantos controles para abrir portão, porta do carro, ligar ar-condicionado, acionar ou desligar alarmes. Botão para dar entrada num relógio de ponto. Botões e botões. Tudo se liga e se desliga, se acessa ou se desconecta por eles. É uma grande praticidade. Tudo, menos você mesmo. Já percebeu isso? Não possuímos botões. Não temos esses sistemas e nunca tivemos. Somos outro tipo de máquina, outro tipo de sistema. Acontece que nos acostumamos tanto com o mundo do liga/desliga, com o mundo do standby, dos acessos rápidos para isso e aquilo, que muitos de nós começamos a nos tratar assim também. Temos certeza de que um dos nossos grandes inimigos é o alarme da manhã. Em tempos idos seria um relógio barulhento na cabeceira, treinado para nos acordar na hora marcada. Marcada com o compromisso, mas não com o corpo. Paramos para pensar nisso? Chegamos a inventar o rádio-relógio, que poderia nos despertar com música ou com um alarme que parecia um aviso de incêndio, de tão assustador. Muitos relógios e rádios foram destruídos por pessoas que se revoltavam contra aquela determinação das horas. Por que será? Porque nosso corpo não tem botões, não é uma máquina com circuitos, com placas, que pode ser simplesmente acordado a tal hora e sentir-se bem. Depende de muitos fatores. Passamos a nos tratar como se pudéssemos ser ligados e desligados a qualquer momento. Deita na cama. Aperta o desliga. A tal hora, aperta o liga e sai vivendo. O corpo cansa. Algo que nos ameaça acontece. Aperta o botão da fome, da sede, do pequeno descanso. E tudo parece seguir funcionando bem. Sabemos que não é assim conosco. Nosso corpo, ligado diretamente à mente, comandado pelo Espírito, é muito mais complexo e precisa ser respeitado, precisa ser mais bem tratado. Precisamos entender como funcionamos. Precisamos perceber nosso ritmo e não sermos agressivos conosco mesmo. Ideal seria deixar o corpo acordar sem a utilização de recursos externos, barulhentos, que o colocam em alerta como preparado para o perigo. Ideal prepará-lo igualmente para o sono, reduzindo o ritmo gradualmente ao chegar a noite, cuidando dos hábitos, daquilo que assistimos, daquilo que lemos e com o que nos alimentamos. A oração será sempre um recurso precioso nesse preparo. Não pode ser mais um botão, mas sim uma proposta de higiene da alma, uma transição saudável e lenta entre momentos importantes do dia. Pensemos nisso, na próxima vez que apertarmos qualquer botão. Quais deles nos fazem bem? Quais deles estão quase nos escravizando e nos tornando dependentes de algo que não precisamos? Lembremos: não temos em nós os botões de refletir, pensar, sentir. Pensemos nisso. Redação do Momento Espírita
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7672&stat=0) |
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Laboratório de amor |
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O que fazer quando alguém deseja se alfabetizar? Certamente o caminho mais fácil será buscar a escola. Quando desejamos aprender um ofício, buscar uma profissão? Vamos às escolas técnicas, à Universidade. Lá, certamente encontraremos meios, possibilidades e recursos para nossa formação. E quando desejamos aprender a amar? Qual a melhor escola a buscar? Após breve reflexão, percebemos, através de nosso cotidiano, de nossa vida de relação, grande e indispensável escola. Não existe fórmula para aprender a amar sem conviver. Toda possibilidade de relacionamento com o próximo é convite para o aprendizado do amor. É natural que, quanto mais frequente, quanto maior a convivência, maiores sejam os desafios e as oportunidades para essa aprendizagem. Dessa forma, a vida em família, o viver sob o mesmo teto, a intimidade do cotidiano familiar possibilitam incomparável laboratório de experimentação. Por essa razão é que a Providência Divina ali coloca muitos daqueles seres com compromissos adquiridos desde muito tempo. Sob a tutela do lar encontraremos ou reencontraremos almas que, de alguma forma, se vinculam à nossa história por já termos vivido outras experiências reencarnatórias, em tempo próximo ou distante. Sob nova vestimenta, com outros vínculos de relação, no ambiente do lar se apresentam possibilidades de experiências necessárias à nossa economia moral. Não raro, desafetos do ontem renascem sob vínculos sanguíneos a fim de superar as diferenças. Vítimas e algozes de relações passadas, agora sob o abençoado véu do esquecimento, reiniciam suas lides nos liames do lar. Assim também amores se reencontram, almas afins se programam para as experiências em regime de comunhão cooperativa, com planejamentos estabelecidos antes do nascimento. É por essa razão que o lar será sempre a oficina bendita, o laboratório por excelência, no exercício do amor. Por isso mesmo é natural que relacionamentos familiares, por vezes, se apresentem em fase de construção dos laços de afeto e bem querer. Importante tenhamos em mente que o acaso não é fator que defina a estrutura de nossa família. Portanto, por mais desafiadoras sejam as relações familiares, serão essas as mais necessárias e ricas em aprendizado. Entendendo-as como operosa lide nos exercícios do coração, perceberemos que mesmo antagonismos e atritos que surjam nessa convivência são processos naturais entre os recém matriculados aprendizes do amor. Superando divergências, iremos aos poucos renovando paisagens íntimas e restabelecendo parâmetros em nossa intimidade. Ausentarmo-nos ou fugirmos desses relacionamentos será adiar compromisso perante aqueles que constituem hoje nosso universo familiar. Entendermos que as dificuldades de relação são passíveis de serem melhoradas, e mesmo superadas, desde que haja vontade, denota maturidade e desejo de ajustamento. Assim, entendamos nosso lar, por mais difícil que às vezes se nos apresente como a melhor escola que a vida nos proporciona. E somos todos, aqueles que nos relacionamos na intimidade da família, professores uns dos outros, no maravilhoso desafio do aprendizado do amor. Redação do Momento Espírita.
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=4339&stat=0) |
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Nossas incoerências |
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Muitas vezes, em nossas preces silenciosas ou no recolhimento do lar, elevamos o pensamento a Deus com um pedido recorrente: a saúde. É comum dizermos que, se o Criador nos conceder o bem-estar do corpo, o restante nós mesmos resolveremos. Brindados com a saúde do corpo, acreditamos que poderemos trabalhar com honra para o sustento, estudar para iluminar a inteligência e guiar nossos filhos pelas veredas do bem. É um discurso bonito e, em sua essência, sincero. No entanto, compete-nos considerar se há coerência entre o que pedimos e nosso proceder. Por vezes, rogamos pela saúde ao mesmo tempo que agredimos nosso organismo com excessos à mesa ou nos entregando a vícios, como o tabaco, com suas dezenas de itens nocivos. Pedimos a bênção do equilíbrio enquanto nos permitimos o uso de alcoólicos que, naturalmente, nos desequilibrarão física e emocionalmente. Não raro, criamos problemas que transbordam para o ambiente doméstico, afetando aqueles que amamos por puro descontrole emocional. Nosso corpo físico é nosso instrumento precioso de trabalho nesta escola terrena. Mais do que isso, trata-se de uma obra-prima da engenharia divina, cedida por empréstimo para que nos alcemos para a luz. Quando o prejudicamos, criamos transtornos que poderão ser passageiros ou se instalar como doenças insidiosas. Da mesma forma, é habitual pedirmos paz. E Deus, em Sua bondade infinita, sempre a envia para nós. Contudo, a conservação dessa paz em nosso íntimo é tarefa que nos cabe. A paz não é um estado estático que recebemos de fora, mas uma construção diária que exige o controle de nossas reações impulsivas, a disciplina de não agir impensadamente. Também o cuidado com as palavras agressivas que, uma vez lançadas, semeiam má vontade em nosso caminho. Como a toda ação corresponde uma reação de igual intensidade, mesma direção e sentido oposto, se oferecemos ofensas, colheremos, em algum momento, os frutos amargos, reflexo da nossa própria semeadura. Jesus, o Mestre por excelência, ensinou-nos que aquele que não é fiel no pouco, não conseguirá ser fiel no muito. É de nos indagarmos como poderemos gerir nosso destino se negligenciamos o cuidado com o nosso corpo, com nossas atitudes e com nossas ações mais simples. É indispensável um ajuste de rota. Precisamos nos libertar do que é supérfluo, daquilo que não promove o nosso bem-estar. Antes de nos deixarmos vencer por hábitos destruidores ou por atitudes que esfacelam nossa paz interior, vale o questionamento: Para que isso me serve? Ao buscarmos o melhor para nós mesmos através da disciplina e do autocontrole, nossa oração ganhará uma nova força. Então, quando suplicarmos por saúde, equilíbrio e paz, a resposta será o suave abraço da Divindade, duplicando e consolidando tudo o que, com esforço e dedicação, estamos ensaiando dentro de nós. E seremos, na Terra, o reflexo de um Espírito que compreendeu que viver com equilíbrio é a forma mais bela de dizer: Obrigado, Senhor, pelo dom da vida. Redação do Momento Espírita, com base
no curta
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7673&stat=0) |
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A prática da caridade |
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Estou devendo a ti A prática da caridade. Horas de trato mais manso Dias de fala serena Semanas de escuta atenta E alguns meses de abraço.
Estou devendo a ti A prática da caridade. A hora difícil de desistir do ódio Os dias sem ensaio de desforra. Semanas largando o que ainda guardo E alguns meses voltando a ser livre.
Estou devendo a ti A prática da caridade. Aquelas horas sem sentença Dias sem malícia em todo olhar. Semanas compreendendo, compreendendo E meses a mais meses de autovigiar.
Estou devendo a ti, sim A prática da caridade. * * * O apóstolo Paulo estabeleceu a caridade como o amor em ação, afirmando que se não a exercesse, seria como o metal que soa ou como o sino que badala. Jesus entende a caridade, basicamente, em três grandes práticas: benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Em nossas reflexões diárias, aquelas realizadas ao fim do dia, vale pensar em como estamos na relação com cada uma delas. Quanto de benevolência exercitamos hoje? Benevolência no trato, bondade nas ações, em doação a todos e a qualquer um, desde que são nosso próximo. E quanto de indulgência colocamos em prática? Com que olhos julgamos, avaliamos, examinamos as situações e as pessoas ao nosso redor? Nossas lentes estão bem ajustadas? Será que estamos enxergando unicamente o mal, o pior, e nunca o bom e o melhor? Nossas lentes ainda nos levam a julgar sumariamente, sem um mínimo de compreensão? Ou será que já estamos conseguindo ter uma pequena dose de empatia? Por fim, quanto de perdão fomos convidados a exercer no dia de hoje? Perdão das pequenas coisas e também das grandes, daquelas que ainda guardamos conosco e não conseguimos deixar para trás. Quanto de ódio, raiva, sentimentos que nos deprimem, nos machucam, ainda guardamos dentro de nós porque não nos propusemos a exercitar o caminho do perdão. Caminho, pois é uma estrada, um processo de libertação que nos permitirá sermos livres de sofrer. Estamos mesmo devendo ao outro a prática da caridade. Após conhecer o exemplo de Jesus, o Seu sacrifício, o Seu amor, prometemos que iríamos nos esforçar um pouco mais. Alguns de nós, antes de voltarmos ao mundo, nos comprometemos a trilhar um caminho de redenção, buscando apagar um passado difícil. Tenhamos certeza de que esse caminho passa, inevitavelmente, pela prática da caridade. Será que esquecemos? Perdemos a vontade ou nos perdemos na estrada? Ainda há tempo. Não é o Mestre que nos cobra, mas nossa consciência, nós mesmos lembrando do que traçamos de melhor para esta nossa nova encarnação. A prática da caridade não pode deixar de estar em nossos planos, em nossos objetivos. Diariamente, mantenhamos ligado esse sensor que identifica as oportunidades e não as desperdicemos. Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. A caridade em sua mais pura essência. Pensemos nisso. Redação do Momento Espírita com base
na pt. 3, cap. XI, q. 886 de
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7674&stat=0) |
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Transformando o caos em esperança |
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A cidade de Lyon, na França, guarda em suas pedras milenares a memória de quem sabe o que significa resistir. Conhecida historicamente como a terra dos mártires, em 1943, ela se viu mergulhada em um dos períodos mais sombrios da alma humana. Sob o jugo da ocupação nazista, ela se transformou em um tabuleiro de sombras. Cada esquina, cada café e cada prédio pareciam vigiados por olhos invisíveis. O terror tinha um nome: Klaus Barbie, o carniceiro de Lyon. E uma sede: o Hotel Terminus, onde interrogatórios brutais silenciavam vozes para sempre. Foi nessa ambiência de medo, incertezas e dor que uma mulher se dispôs a alterar o rumo de algumas vidas. Lucie Aubrac era professora de História. Seu marido, Raymond, engenheiro. Aos olhos do mundo, um casal comum. Na intimidade do dever cívico, eram pilares da resistência francesa. Em junho de 1943, o véu da segurança rompeu-se: Raymond foi preso e levado para a temida prisão de Montluc. Condenado à morte. Grávida de cinco meses, Lucie não se permitiu o luxo do desespero. Recusou-se a aceitar o inevitável. Sozinha, ela atravessou as portas do Hotel Terminus e sentou-se diante de um dos torturadores mais temidos da Europa. Dizendo-se uma noiva desesperada, alegou que precisava casar com o prisioneiro antes de sua execução para que seu filho tivesse o nome do pai e para salvar sua honra. O carrasco cedeu. A cerimônia de casamento era, na verdade, o gatilho para uma operação de resgate meticulosamente planejada. No dia 21 de outubro de 1943, após o breve encontro nupcial, o comando organizado por ela interceptou o comboio que reconduzia detidos à prisão. Em meio ao fogo cruzado e à neutralização dos guardas alemães, não apenas Raymond, mas outros treze prisioneiros foram arrancados das garras da morte e levados para a segurança. Uma única pessoa, agindo com inteligência e coragem, mudou a trajetória de catorze famílias e fortaleceu o espírito de uma resistência que se recusava a morrer. Após a emboscada, a família Aubrac conseguiu chegar a Londres, onde o seu segundo filho teve como padrinho Charles de Gaulle. * * * Diante das tempestades que assolam o mundo e das sombras que, por vezes, parecem obscurecer o horizonte da Humanidade, é comum sermos assaltados por um sentimento de profunda pequenez. Olhamos ao redor e nos questionamos: O que pode um único coração fazer diante de tamanha desordem? A história que acabamos de percorrer nos recorda que, embora não possamos mudar o mundo inteiro, detemos o poder de mudar o mundo de alguém. Ou de plantar a semente que alterará o curso de uma vida. Todos carregamos essa centelha transformadora. A noite escura que parece sufocar a última réstia de fé pode se tornar aquela que precede o espetáculo do sol que renasce. A aurora não pede licença para brilhar. Sejamos alvorada no panorama de sombras. Afinal, um único coração fiel ao bem é capaz de redirecionar o destino de uma ou de várias vidas. Redação do Momento Espírita, com base
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7675&stat=0) |
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Rio Sena, Ponte de Sully e Catedral Notre Dame. Paris, França. Foto Ismael Gobbo
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Mediunidade e Espiritismo |
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Pelo Espírito Efigênio S. Vítor. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Vozes do Grande Além. Lição nº 54. Página 223.
No remate das nossas tarefas da noite de 28 de Junho de 1956, nosso núcleo foi honrado com a visita do nosso amigo espiritual Efigênio S. Vítor, que controlou o médium e discorreu brilhantemente sobre Espiritismo e Mediunidade. Dr. Efigênio S. Vítor: Espírita militante e extremamente dedicado à Causa do Evangelho. Sócio fundador do Centro Espírita “Tiago Maior” e da Sociedade de Amparo à Pobreza de Belo Horizonte. Desencarnado em Belo Horizonte, em 1953.
Roguemos a bênção de Jesus em nosso favor... Assuntos existem, no âmbito de nossa construção doutrinária, que nunca serão comentados em excesso. Reportamo-nos aqui ao tema “Espiritismo e Mediunidade”, para alinhar algumas anotações que consideramos indispensáveis à segurança de nossas diretrizes. Mediunidade é atributo peculiar ao psiquismo de todas as criaturas. Espiritismo é um corpo de princípios morais, objetivando a libertarão da alma humana para a Vida Maior. Médium, em boa sinonímia, segundo cremos, quer dizer “meio”. Médium, em razão disso, dentro de nossas fileiras, significa intermediário, medianeiro, intérprete. Médiuns, por isso, existiram em todos os tempos. Na antiguidade remota, eram adivinhos e pitonisas que, freqüentemente, pagavam com a vida o conhecimento inabitual de que se faziam portadores. Na Idade Medieval, eram santos e santas, quando se afinavam à craveira religiosa da época, ou, então, feiticeiros e bruxas, recomendados à fogueira ou à forca, quando se não ajustavam aos preconceitos do tempo em que nasceram. Hoje, possuímo-los em todos os tons, em dilatadas expressões polimórficas. Médiuns psicógrafos, clarividentes, clariaudientes, curadores, poliglotas, psicofônicos, materializadores, intuitivos... Médiuns de efeitos físicos ou de efeitos intelectuais... No próprio Evangelho, em cujas raízes divinas o Espiritismo jaz naturalmente mergulhado, vamos encontrar um perfeito escalonamento de valores, definições e atividades mediúnicas. Vemos a mediunidade, absolutamente sublimada, em nossa Mãe Santíssima, quando registra a visitação das entidades angélicas. Reconhecemos a clariaudiência avançada em José da Galileia, quando recolhe dos mensageiros do Plano Superior comentários e noticias acerca da gloriosa missão de Jesus. Simão, Pedro era médium da sombra, quando se adaptava à influência perturbadora de que muitas vezes se sentiu objeto, e era médium da luz, quando partilhava a claridade divina em sua vida mental. O mesmo Simão Pedro, Tiago e João foram médiuns materializadores no Tabor, favorecendo a aparição tangível de grandes instrutores da mais elevada hierarquia. João, o grande evangelista, foi médium, na mais sublime acepção da palavra, quando anotou as visões do Apocalipse. Os companheiros do Senhor, no dia inolvidável do Pentecostes, foram médiuns de efeitos físicos, médiuns poliglotas e psicofônicos da mais nobre expressão. Saulo de Tarso foi notável médium de clarividência e clariaudiência, às portas de Damasco, ao ensejo de seu encontro pessoal com o Divino Mestre. Todavia, não será lícito esquecer que os possessos, os doentes mentais e os obsidiados de todos os matizes, que enxameavam a estrada do Cristo de Deus, quando de sua passagem direta entre os homens, eram também médiuns. Precisamos, assim, na atualidade, encarecer a diferença, a fim de que não venhamos a guardar injustificável assombro, diante de fenômenos que não condizem com o imperativo de nossa formação moral. Médiuns existem, tanto aí quanto aqui, nas esferas de serviço em que nos situamos. Médiuns permanecem em toda a parte, porque mediunidade é meio de manifestação do Espírito em seus diversos degraus de evolução. Por esse motivo, o grande problema dos trabalhadores mediúnicos é aquele da sustentação de boas companhias espirituais, em caráter permanente. Mal se descerram faculdades psíquicas ou percepções mentais um tanto mais avançadas em alguém, corre na direção desse alguém a malta dos desencarnados que não plantaram o bem e que, por isso, não podem recolher o bem, de imediato, nas leiras da vida. Mal surge um médium promissor e mil ameaças se lhe agigantam no caminho, porque o vampirismo vive atuante, qual gafanhoto faminto devorando a erva tenra. Eis por que um fulcro de fenômenos medianímicos é motivo para vasta meditação de nossa parte, competindo-nos a obrigação de prestar-lhe incessante socorro, pois, em verdade, são muito raras as criaturas encarnadas ou desencarnadas que logram manter contacto permanente com a orientação superior, de vez que, se é fácil acomodar-nos no convívio das Inteligências ambientadas nas zonas inferiores, é muito difícil acompanhar os servos da verdade e do amor que, em procurando a comunhão com o Cristo, se confiam, intrépidos e humildes, ao apostolado da Grande Renúncia. Imperioso, assim, e que vivamos alertas, sem exigir dos médiuns favores que não nos podem dar e sem conferir-lhes privilégios que não podem receber, garantindo-se, desse modo, a estabilidade e a pureza de nossa Doutrina, porquanto o Espiritismo é como o Sol, que resplende para todos, e a Mediunidade é a ferramenta que cada criatura pode manobrar no campo da vida, na edificação da própria felicidade. Quantas, porém, se utilizam de semelhante ferramenta para a aquisição de compromissos escusos com a delinqüência?!... Em razão disso, é indispensável compreender que Mediunidade é Mediunidade e Espiritismo é Espiritismo. Ajustemo-nos, desse modo, aos princípios salvadores de nossa fé! E, na posição de instrumentos do progresso e do bem, com mais ou menos expressão de serviço nas atividades mediúnicas, diretas ou indiretas, conscientes ou inconscientes, procuremos, antes de tudo, a nossa efetiva integração com o Mestre Divino, para que não nos falte ao roteiro a necessária luz.
(Texto recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
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Episódio da Transfiguração em aquarela de James Tissot. Imagem/fonte:
VISÃO ESPÍRITA DA TRANSFIGURAÇÃO DE JESUS NO MONTE TABOR A Gênese de Allan Kardec, Capítulo XV:
44. É ainda nas propriedades do fluido perispirítico que se encontra a explicação deste fenômeno. A transfiguração, explicada no cap. XIV, item 39, é um fato muito comum que, em virtude da irradiação fluídica, pode modificar a aparência de um indivíduo; mas, a pureza do perispírito de Jesus permitiu que seu Espírito lhe desse excepcional fulgor. Quanto à aparição de Moisés e Elias cabe inteiramente no rol de todos os fenômenos do mesmo gênero. (Cap. XIV, itens 35 e seguintes.).
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São Pedro curando os enfermos. Detalhe do quadro de Laurent de La Hyre exposto na Catedral Notre Dame, Paris. Foto Ismael Gobbo
Foto obtida antes do incêndio ocorrido em 15 de abril de 2019.
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São João Evangelista em Patmos. Óleo sobre tela por Diego Velázquez. Imagem/fonte:
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São Mateus e o anjo. Óleo sobre tela por Girolamo Savoldo. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Giovanni_Gerolamo_Savoldo_-_St_Matthieu.jpg
São Mateus e o anjo. Óleo sobre tela por Girolamo Savoldo. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Giovanni_Gerolamo_Savoldo_-_St_Matthieu.jpg
São Mateus e o anjo. Óleo sobre tela por Girolamo Savoldo. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Giovanni_Gerolamo_Savoldo_-_St_Matthieu.jpg
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Joana D’Arc pastora no Panteão de Paris, França. Obra de E. Lenepveu. Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/af/Jeanne_d%27Arc_-_Panth%C3%A9on_I.jpg
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Mosaico representando o episódio bíblico do Pentecostes no teto da Catedral Basílica de São Luis. St. Louis, Missouri, EUA. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/File:Pentecost_mosaic.jpg
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São Paulo na prisão. Óleo sobre tela de Rembrandt. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Paul_in_prison_by_Rembrandt.jpg
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Alegoria que ilustra Francisco Cândido Xavier psicografando mensagem ditada pelo seu espírito-guia Emmanuel. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Xavier#/media/File:Chico_Psicografia_Emmanuel.jpg
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Chico Xavier psicografando no programa Pinga Fogo Assista: https://www.youtube.com/watch?v=Pq4s8otVhFk
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Capa de “O Livro dos Médiuns”, de Allan Kardec, edição de 1861. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_dos_M%C3%A9diuns
O Livro dos Médiuns, ou Guia dos Médiuns e dos Evocadores (em língua francesa Le Livre des Médiums), é um livro espírita francês. De autoria de Allan Kardec, foi publicado em Paris em janeiro de 1861. É uma das obras básicas do espiritismo. Versa sobre o caráter experimental e investigativo da doutrina espírita, visto como ferramenta teórico-metodológica para se compreender uma "nova ordem de fenômenos", até então jamais considerada pelo conhecimento científico: os fenômenos ditos espíritas ou mediúnicos, que teriam como causa a intervenção de espíritos na realidade física. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_dos_M%C3%A9diuns
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Busto de Allan Kardec em gesso. Obra de Angel Texeira Brasero, Mérida, Espanha. Allan Kardec, Codificador do Espiritismo, nasceu em Lião, França em 03 de outubro de 1804 e Desencarnou em Paris, França, no dia 31 de março de 1869. |
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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte: |
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Quadro com o retrato de Maria, mãe de Jesus. Capa do Anuário Espírita 1986. |
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Jesus em tela bordada por Alexandra Herrmann (imagem cedida por Oceano Vieira de melo) A data do nascimento de Jesus é comemorada no dia 25 de dezembro “Dia de Natal”.
(Colaboração recebido em email de Leopoldo Zanardi |
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Julho/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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Casa Editora O Clarim Acesse abaixo: |
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Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha Portugal |
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Exms Senhores OCS,
CCE
www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
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A arte na revista Visão DuBem |
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A revista digital Visão DuBem, de junho/26, Edição 27, tem a Arte Espírita como o tema central do mês. Com apresentação de Sirlaine Aiala, a revista reúne reflexões, experiências e importantes contribuições de estudiosos, artistas e comunicadores que ajudam a compreender o papel da arte na divulgação dos valores espirituais e humanos. Expositores: 🎭 A atriz e diretora teatral Lucienne Cunha fala sobre o poder transformador da arte e, em especial, da Arte Espírita como instrumento de sensibilização e crescimento interior. 📚 Francisco Cardec, no quadro Causos de Chico, destaca como poemas e livros psicografados continuam inspirando e fomentando a produção artística espírita até os dias atuais. 🎶 No quadro Movimento 21, o educador, músico e compositor Thiago Ariel aborda a relação entre arte, sentimento e Inteligência Artificial, propondo reflexões sobre os desafios e possibilidades do mundo contemporâneo. 🗣️ César Perri relembra a extraordinária capacidade de comunicação de Paulo de Tarso, cuja arte da oratória contribuiu decisivamente para a consolidação do Cristianismo nas principais províncias do Império Romano. 🌟 Astrid Sayegh exalta a arte como manifestação da alma e alimento indispensável para o espírito. 🎨 Marco Milani ressalta que a arte e o Espiritismo se encontram no convite permanente ao aperfeiçoamento do ser humano pela verdade, pela beleza e pelo bem. 🎉 A edição conta ainda com a participação especial de Carolina Medeiros, recém-eleita presidente da ABRARTE – Associação Brasileira de Artistas Espíritas, trazendo sua visão sobre os desafios e perspectivas da arte espírita no Brasil. 💬 Bárbara Bezerra, com sua coluna sobre Comunicação Não-Violenta, e Roberto Beletati, abordando importantes reflexões sobre prevenção ao consumo de álcool.
#CanalDuBEM #Espiritismo #DoutrinaEspírita #Evangelho #Jesus #AllanKardec #FéRaciocinada #EstudoEspírita #ArteEspírita #RevistaVisãoDuBEM #ABRARTE #LucienneCunha #CarolinaMedeiros #ArteEEspiritismo #Movimento21
Acesse a revista pelo link: https://youtube.com/live/XGAUBV5rcFo?feature=share
(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]) |
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Centro centenário de Curitiba com palestra “influências espirituais” |
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Na manhã do domingo, dia 05 de julho, Cesar Perri (de São Paulo), proferiu palestra presencial na Sociedade Espírita Os Mensageiros da Paz, em Curitiba (Pr). O expositor abordou o conteúdo de seu recente livro "Entre vidas. Cá e lá" (Ed. O Clarim), que foi disponibilizado no local. Estava acompanhado de esposa, filho e nora. Entre os presentes, o dr. Célio Costa, um dos prefaciadores da obra. A reunião foi dirigida por Nilson Nazareno. Essa Sociedade conta com 113 anos. O expositor já proferiu outras palestras na Sociedade e foi o conferencista convidado para as comemorações do Centenário em 2013. Acesse a palestra pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=tYRfg4KB444&t=69s
(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]) |
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Palestras e autógrafos no “Luz Eterna” de Curitiba |
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O tema de seu recente livro “Entre vidas. Cá e lá”, foi abordado por Cesar Perri em duas palestras públicas no Centro Espírita Luz Eterna, em Curitiba. No dia 07 de julho, em reuniões vespertinas e noturnas e a direção das mesmas foi feita por Célio Costa, um dos prefaciadores da obra. Presença da presidente do Centro, Márcia Wellner, e de Neuton Albach. Este, juntamente com Célio Costa são amigos do expositor há décadas. O entrosamento de Perri com a equipe do Luz Eterna, incluindo Alexandre Sech (já desencarnado) iniciou-se em 1972 em função do COEM – Centro de Orientação e Educação Mediúnica, método que o expositor implantou pioneiramente no Estado de São Paulo, no início de 1974, no C.E. Luz e Fraternidade, em Araçatuba. Após as palestras, o expositor autografou esta sua recente obra, lançada pela Casa Editora O Clarim. Houve lanche de confraternização; Informações sobre o Luz Eterna: https://cele.org.br/videos-e-arquivos/
(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]) e do GEECX) |
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Radionovela "Desiguais" já está no ar. Ouça agora! |
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Acesse aqui: https://marketing.feal.org.br/email/view/6a4e8ebddb2ae649669337
(Informação de Fundação Espírita André Luiz [[email protected]]) |
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Correio Espírita - Jornal de julho de 2026 |
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Today: Kardec Radio's 15th Anniversary - Special Program Hoje: 15º Aniversário da Rádio Kardec - Programa Especial |
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O poder da coragem |
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O conteúdo do livro Poder da coragem, do espírito Benedita Fernandes irradia imagens de autoridade moral. Isso porque em sua existência como Benedita (1883-1947), foi curada de atroz obsessão e passou a dedicar-se ao atendimento de crianças abandonadas e doentes mentaisem Araçatuba (SP), onde fundou a primeira instituição beneficente espírita da região, a Associação das Senhoras Cristãs, aos 06/03/1932.
Nessa romagem terrena ela viveu intensos desafios e nessa obra, os depoimentos sobre sua situação espiritual após algumas existências na Europa esclarecem a origem das agruras vivenciadas como Benedita Fernandes.
Foi o autêntico “poder da coragem” que guiou seus passos assegurando-lhe a superação da trajetória de séculos de desajustes e de infringências à Lei Divina. Benedita aborda temas sobre suas aprendizagens espirituais relacionados com situações que foram objetivos na última existência corpórea. A coragem que alimentou a existência da “dama da caridade” deve servir de estímulo para impulsionar em nossas vidas os poderes espirituais para a concretização de melhores opções e ações.
O médium psicógrafo José Francisco Gomes (Ipatinga, MG) tem sido o intermediário de diversas obras desse espírito.Esse livro se destina a obter recursos para a construção da Casa do Caminho Benedita Fernandes, em Ipatinga (MG), relacionada com a equipe da Comunidade Espírita Amor, Luz, Esperança, da mesma cidade, onde já funciona a Escola Espírita de Evangelização Benedita Fernandes.
O prefaciador Antonio Cesar Perri de Carvalho é biógrafo de Benedita Fernandes.
Informações e encomendas: ZAP: (31) 8684-6311.
Resenha:
GEECX.
(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]) |
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[981-JornalMundoMaior] PROGRESSO E AMOR. |
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PROGRESSO E AMOR. Grande é o avanço do progresso. Maior será sempre o amor que o ilumina.
Grande é a inteligência dos que fabricam os pássaros metálicos que povoam os céus do mundo. Maior é a inteligência de quantos se utilizam deles para levantar a fraternidade entre os povos.
Grande é a eficiência dos que engenham máquinas que eliminam as distâncias. Maior é o espírito de responsabilidade e entendimento daqueles que as dirigem favorecendo o trabalho.
Grande é o raciocínio de quantos se dedicam à radiotelevisão, sustentando a informação rápida na vida comunitária. Maior é a bondade de quantos lhe manejam os recursos em auxílio da educação entre as criaturas.
Grande é a força de quantos organizam as maravilhas da imprensa. Maior é o poder de todos aqueles que escrevem para instruir e reconfortar os irmãos em humanidade.
Grande é a segurança dos que formaram o trator destinado a revolver facilmente o solo. Maior é o mérito de quantos semeiam com humildade e devotamento, formulando os prodígios do pão na mesa.
Grande é a técnica. Maior é a compreensão.
Grande é a cultura que ensina. Maior é a caridade que socorre.
Onde estiveres e seja com quem for, ama sempre. O progresso faz estruturas. O amor acende a luz do caminho.
Por isto mesmo aprendemos a trabalhar e servir sempre, a fim de conquistarmos a felicidade maior.
Em verdade perante Deus por mais amplo o surto de evolução que nos caracterize a existência, não haverá progresso real sem a bênção do amor. No livro:- COMPANHEIRO/Emmanuel/Chico Xavier. Magali Inês Brum - Colaboradora.
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[981-JornalMundoMaior] EFEITOS DO PERDÃO. |
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EFEITOS DO PERDÃO. Dentre os ângulos do perdão, um existe dos mais importantes, que nos cabe salientar: os resultados dele sobre nós mesmos, quando temos a felicidade de desculpar.
Muito frequentemente interpretamos o perdão como sendo simples ato de virtude e generosidade, em auxílio do ofensor, que passaria a contar com a absoluta magnanimidade da vítima.
Urge perceber, no entanto, que, quando conseguimos desculpar o erro ou a provocação de alguém contra nós, exoneramos o mal de qualquer compromisso para conosco, ao mesmo tempo que nos desvencilharmos de todos os laços suscetíveis de apresar-nos a ele.
Pondera semelhante realidade e não te admitas carregando os explosivos do ódio ou os venenos da mágoa que destroem a existência ou corroem as forças orgânicas, arremessando a criatura para a vala da enfermidade ou da morte sem razão de ser.
Ante ofensas quaisquer, defende-te, pacifica-te e restaura-te perdoando sempre. Nas trilhas da vida, somos nós próprios quem acolhe em primeiro lugar e mais intensivamente os resultados da intolerância, quando nos entrincheiramos na dureza de alma.
Sem dúvida, é impossível saber, quando venhamos a articular o perdão em favor dos outros, se ele foi corretamente aceito ou se produziu as vantagens que desejávamos; entretanto, sempre que olvidemos o mal que se nos faça, podemos reconhecer, de pronto, os benéficos efeitos do perdão conosco, em forma de equilíbrio e de paz agindo em nós. No Livro:-Alma e Coração. Emmanuel/Chico Xavier.
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[980-JornalMundoMaior] ALAVANCAS DE LUZ. |
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ALAVANCAS DE LUZ. Queres distância do mal, entretanto, para que o mal se afaste de nós será preciso esquecê-lo.
Não podemos ser ingênuos e simplistas, a ponto de ignorá-lo. Urge, porém, não se lhe conferir a honra da atenção permanente, qual se fosse ornamento precioso que devamos embutir na cabeça.
O caminho da experiência nem sempre surge asfaltado de segurança.
Todos possuímos, todavia, duas alavancas de força que, se conjugadas e usadas devidamente, resolvem quaisquer problemas ou subtraem obstáculos quaisquer: a oração e o trabalho.
A oração, além de clarear-nos por dentro, granjeia, em nosso favor o Amparo Divino sobre nossas fraquezas, e o trabalho, além de burilar-nos as faculdades, atrai em nosso benefício o concurso do próximo, capaz de atenuar-nos as imperfeições.
Em todos os desgostos e empeços da estrada, oração e trabalho funcionam, eficientes.
Sejam eles doenças ou mágoas, frustrações ou contratempos, tentações ou desastres, recorramos a essas chaves de socorro e os caminhos se nos abrirão, amplos e claros, ao calor da paciência e à luz da esperança.
Perante quaisquer dissabores e provações, empreguemos a oração com o apoio do trabalho e apliquemos o trabalho com o auxílio da oração.
Através do uso correto de semelhantes indicações, seguiremos adiante de alma livre e coração renovado, entre a serenidade da consciência e a bênção de Deus. No Livro:- PALAVRAS DE CORAGEM. Emmanuel/Chico Xavier e Carlos A. Baccelli.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]]) |
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APES : Programme d'activités spirites JUILLET 2026 APES: Programa de Atividades Espíritas - JULHO DE 2026 |
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Chère Madame, Cher Monsieur, · une semaine le samedi après-midi de 15h à 17h, · la semaine suivante le vendredi soir de 20h à 22h, · ainsi de suite... Veuillez trouver le programme de nos activités spirites de JUILLET 2026 en pièce jointe et sur http://www.apes-asso.fr
Fraternellement,
Anita BECQUEREL Présidente de l'APES Fraternellement,
A.P.E.S. - Association Parisienne d'Etudes Spirites - Association loi 1901 Spiritisme : Construire aujourd'hui l'Homme de demain > Réunions publiques hebdomadaires en distanciel (accès libre et gratuit) : un vendredi ou un samedi sur deux, alternativement (sauf jours fériés) > Plus d'informations sur notre site internet http://www.apes-asso.fr ou par téléphone 07 82 09 71 58 ou par mail [email protected]
ABAIXO EM PORTUGUÊS COPIADO DO GOOGLE
Prezada Senhora, Prezado Senhor,
O Centro Espírita APES é parte integrante e estatutária da Associação Parisiense de Estudos Espíritas (APES). Fundamentado nos ensinamentos de Allan Kardec, expressos em suas obras, que constituem o núcleo da doutrina espírita, sua missão é dupla: em primeiro lugar, estudar e disseminar esses ensinamentos e, em segundo lugar, colocar esse estudo em prática, oferecendo assistência espiritual a todos que a solicitam, por meio de um ambiente acolhedor, oração, orientação espírita, purificação da água, encontros de estudo espírita, sessões de mediunidade e muito mais.
Essas práticas espíritas são realizadas sob a orientação do Espírito do Centro Espírita APES e de acordo com a ética espírita: escuta, benevolência, generosidade, ausência de julgamento e amor e respeito ao próximo.
Fiéis ao nosso compromisso de explorar juntos os ensinamentos do Espiritismo em um espírito de seriedade, reflexão e comunhão, temos o prazer de convidá-los para nossos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS).
Estas reuniões são realizadas online, através da plataforma ZOOM WORKPLACE, uma vez por semana, em horários alternados: • uma semana aos sábados à tarde, das 15h às 17h, • na semana seguinte às sextas-feiras à noite, das 20h às 22h, • e assim por diante... Encontre em anexo a programação das nossas atividades espíritas para JULHO de 2026 e acesse http://www.apes-asso.fr
Para participar das nossas Reuniões Públicas de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS), consulte as diretrizes de participação em anexo.
Esperamos que este formato online permita a todos continuar aprendendo, trocando ideias e aprofundando sua compreensão dos princípios, conceitos e ética espírita, em uma atmosfera de respeito e elevação moral.
Agradecemos o seu apoio contínuo e esperamos vê-lo(a) em breve em nossas próximas reuniões semanais de estudo espírita.
Fraternalmente,
Anita Becquerel Presidente da APES Fraternalmente,
A.P.E.S. - Associação Parisiense de Estudos Espíritas - Organização sem fins lucrativos (sob a lei francesa de 1901) Espiritismo: Construindo o Humano do Amanhã Hoje > Encontros públicos online semanais (acesso livre e gratuito): em sextas-feiras ou sábados alternados (exceto feriados) > Mais informações em nosso site http://www.apes-asso.fr ou pelo telefone +33 7 82 09 71 58 ou pelo e-mail [email protected]
(Recebido em email de Association Parisienne d'Etudes Spirites [[email protected]]) |
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POST referente ao novo lançamento da EVOC (para divulgar hoje) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao novo lançamento da EVOC, a editora da revista O CONSOLADOR, que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
Foi publicado nesta semana o novo lançamento de nossa editora, a EVOC – Editora Virtual O Consolador: o e-book Quando o jogo deixa de ser jogo, de Felipe Cicotti Gallesco, do website Juventude Espírita. Na obra, o autor examina o crescimento das apostas esportivas e seus impactos, especialmente entre os jovens. Como ocorre com todas as publicações da EVOC, o download é livre e gratuito. Para baixá-lo, clique em: https://www.oconsolador.com.br/editora/evoc.htm
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Programação Instituição Beneficente Nosso Lar julho 2026 |
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Yahoo Mail: Pesquise, organize e aumente sua produtividade
Olá, amigos! Olá, caro Ismael! Agradeço mais uma vez sua gentileza em divulgar alguns dos trabalhos da IBNL. Em anexo segue a programação do DECE - Departamento de Cultura Espírita do Nosso Lar para o mês de julho de 2026. Que seja um mês de paz, aprendizado e bons encontros para todos nós. Abraço fraterno,
“Cartas do Coração” – Meimei por Francisco Cândido Xavier
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita julho 26. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo: |
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ACESSAR AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Jornal-Momento-Esp-julh-26-final.pdf
(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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GEPAR. Informes GEPAR Julho 2026 Piratininga, Niterói |
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Jornada da AME-SP debate o papel da espiritualidade na medicina contemporânea |
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Da evidência à prática: jornada da AME-SP debate o papel da espiritualidade na medicina contemporânea
Evento acontece em setembro, na nova sede da AME-Brasil, na capital paulista, e reunirá profissionais da Saúde, pesquisadores e estudantes para discutir experiências espirituais, neurociência, saúde mental e cuidado integral
São Paulo, 10 de junho de 2026 – A nova sede da AME Brasilserá palco, em 19 e 20 de setembro, da 14ª Jornada da AME-SP, evento que deve reunir médicos, psicólogos, enfermeiros e profissionais da Saúde para discutir o papel da espiritualidade na prática clínica contemporânea. No mesmo espaço e em conjunto ao evento acontece o 14º CondAME(Congresso Nacional do Departamento Acadêmico da AME-Brasil). Com o tema “A Dimensão Espiritual da Medicina – da Evidência à Prática”, ambos os encontrosserão uma preparação para o próximo Mednesp 2027, que acontece no ano que vem, no feriado do Corpus Christi, em Recife (PE), com promoção da AME-Brasil. Com 200 vagas para a Jornada e 100 para o CondAME – Congresso Nacional do Departamento Acadêmico da AME-Brasil –, o evento acontece na rua Valdemar Ferreira, 162, no Butantã, em São Paulo (SP), reforçando a nova sede da entidade como espaço permanente de formação, debate e produção de conhecimento na interface entre saúde, ciência e espiritualidade. “A proposta é discutir como a dimensão espiritual vem sendo incorporada, de forma cada vez mais consistente, às reflexões sobre cuidado, saúde mental, humanização da assistência e qualidade de vida de pacientes e profissionais da Saúde”, informa o psiquiatra Marcus Ribeiro, presidente da AME-SP. Ao longo de dois dias, a programação reunirá diferentes especialidades e abordagens para discutir desde evidências científicas até aplicações práticas no cotidiano clínico. Entre os temas em debate estão experiências espirituais não ordinárias, experiências de quase-morte, comunicação após a morte, memórias de vidas passadas, práticas de cuidado em instituições espíritas, florescimento humano, neurociência, gratidão, crescimento pós-traumático e o impacto emocional sobre profissionais da Saúde. A programação também dedica espaço ao debate sobre o cuidado de quem cuida — um dos temas mais urgentes no cenário contemporâneo da saúde. Questões como fadiga por compaixão, isolamento emocional, impotência diante do sofrimento e saúde espiritual dos profissionais serão abordadas sob diferentes perspectivas, incluindo Medicina, Psicologia e espiritualidade. Realizada simultaneamente ao CondAME, a Jornada também busca fortalecer o movimento médico-espírita entre estudantes e jovens profissionais, ampliando a integração entre formação acadêmica, pesquisa e prática assistencial. No sábado (19), os painéis abordarão a integração da espiritualidade nas diferentes áreas da Saúde, experiências de cuidado desenvolvidas em instituições espíritas e os impactos clínicos das chamadas experiências espirituais não ordinárias. Já no domingo (20), o foco estará no cultivo da saúde espiritual de profissionais da Saúde e nas contribuições das virtudes humanas — como esperança, amorosidade e gratidão — para o bem-estar físico e emocional. As inscrições para a 14ª Jornada da AME-SP e para o 14º CondAME já estã abertas. A programação completa pode ser consultada no site oficial do evento. São apoiadores do evento a Federação Espírita do Estado de São Paulo (Feesp), o Grupo Espírita Batuíra (GEB), Grupo Espírita CairbarSchutel, Instituto Espírita de Educação e a Fraternidade sem Fronteiras. Serviço 14ª Jornada da AME-SP + 14º CondAME Tema: A Dimensão Espiritual da Medicina – da Evidência à Prática Data: 19 e 20 de setembro de 2026 Endereço: Nova sede da AME Brasil, à rua Valdemar Ferreira, 162 – Butantã – São Paulo (SP) Programação e inscriçõesaqui
Proposta da AME A AME traz uma outra face da Medicina e propõe uma saúde baseada nos valores da alma, calcados no conhecimento da Doutrina dos Espíritos (Espiritismo), uma verdadeira revolução iniciada no século XIX pelo advento de O Livro dos Espíritos e continuada mais recentemente nas obras de André Luiz (psicografia de Chico Xavier). Esses trabalhos trouxeram para a Medicina, Psicologia e outras disciplinas da Saúde um conhecimento que desvenda um lado ainda desconhecido da etiopatogenia das doenças e a dimensão espiritual do ser humano.
Mais informações: Connectare Comunicação Cláudia Santos – [email protected] – (11) 97663-4001
(Recebido em email de Cláudia Santos [[email protected]]) |
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Solicitud de divulgação espírita Recebido em email de Ruben de los Santos do Uruguai |
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(Recebido de email de solicitud de divulgação espírita)
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Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta Março/Abril-2026. Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf
(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
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REDE SOCIAL DA FEB É, MAIS UMA VEZ, SELECIONADA PARA O PRÊMIO IBEST CLIQUE AQUI: https://www.febnet.org.br/portal/2026/07/10/ibest-top20-2026/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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FEEMT. Federação Espírita do Estado de Mato Grosso Cuiabá |
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CLICAR AQUI: https://www.facebook.com/feemt.oficial/?locale=pt_BR
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FEMS. Federação Espírita de Mato Grosso do Sul Campo Grande |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti – O Pensamento” - Vol 1 |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1 Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento WhatsApp- Editora 14 99164-6875
(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]]) |
Desencontros teológicos sobre o Espírito SantoAs questões da Trindade e do sinal da cruz |
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Obra em O Tempo/Colunas Belo Horizonte, MG Autor: José Reis Chaves
José Reis Chaves Foto de Ismael Gobbo
Embora os teólogos trinitaristas sempre se esforcem por afirmarem que as Pessoas da Santíssima Trindade é que são três, mas Deus é um só, as dúvidas sempre continuam, pois Deus não é pessoa, menos ainda três. E não seria isso uma grave antropomorfização de Deus? O Concílio Ecumênico de Niceia, em 325, decretou que o homem Jesus é também Deus da mesma substância (em grego, “Homoousios”) de Deus Pai. Mas se a Igreja tem erros a serem corrigidos, não seria esse de Niceia citado um dos maiores? Lembremos que Jesus e nós somos deuses (Salmo 82:6; João 10:34), mas relativos. Absoluto é só o Único Deus Pai, Criador Incriado. Jesus Cristo é o Primogênito das criaturas, mas criado (Colossenses 1: 15). Essa grande diferença entre Deus Pai incriado e Jesus Cristo criado incomoda demais. Ademais, o próprio Jesus disse que o Pai é maior do que Ele! (João 10:34). Num seminário que fiz em Portugal, um antropólogo perguntou-me se Jesus Cristo era o primogênito das criaturas do universo ou somente de nosso planeta Terra. Eu respondi que Paulo não esclareceu isso, mas que eu achava que ele se referiu às criaturas do nosso mundo terreno, pois o conhecimento de geografia e astronomia era ainda muito atrasado naquele tempo. Outro exemplo teológico que divide a Igreja Católica e as Igrejas Ortodoxas é o do sinal da cruz. Os católicos o fazem com a mão direita, da testa ao peito, dizendo “em nome do Pai” e, em seguida, levando a mão ao lado esquerdo do peito dizendo “em nome do Filho” e, deste, ao lado direito do peito, falando “do Espírito Santo”. Para os ortodoxos, a mão deve ir do peito ao seu lado direito, citando-se o Filho; e, por fim, a mão vai para o lado esquerdo do peito, citando-se o Espírito Santo, numa evidente demonstração de que o Espírito Santo é menos importante do que o Filho, pois na Bíblia o lado esquerdo é menos importante do que o direito! E se Jesus Cristo e o Espírito Santo foram criados, eles nem existiam antes de serem criados! E o próprio Jesus Cristo ensinou que o Pai é maior do que Ele (João 10:34). E quem criou o Espírito Santo não foi o Deus Pai Todo-Poderoso, mas homens teólogos trinitaristas... Parece que com a oficialização do “Filioque” (significado latino: e do Filho), a Igreja Católica quis dar uma resposta acachapante aos ortodoxos, dizendo que o Espírito Santo vem do Pai e do Filho, mas como vimos, foram os teólogos trinitaristas que o criaram! Com este colunista, “Presença Espírita na Bíblia” na TV Mundo
Maior, palestras e entrevistas em TVs e vídeos no YouTube e Facebook. Seus
livros estão também na Amazon, inclusive os em inglês e a tradução da Bíblia
(Novo Testamento) do grego para o português e que está sendo vertida para o
inglês nos EUA, exatamente, por ser ela fiel aos seus originais.
[email protected] - Cássia e Cléia
(Recebido em email de Jose Reis Chaves [[email protected]] e Copiado de https://www.otempo.com.br/opiniao/jose-reis-chaves/2026/7/6/desencontros-teologicos-sobre-o-espirito-santo |
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Deus convidando Cristo para sentar-se no trono à sua direita Artista Pieter de Grebber (cerca de 1600–1652/1653) wikidata:Q512817 Editar isto no Wikidata imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título Holandês: God nodigt Christus uit plaats te nemen aan zijn rechterhand Editar isto no Wikidata Deus convidando Cristo para sentar-se no trono à sua direita Tipo de objeto pintura Editar isto no Wikidata Gênero arte religiosa Editar isto no Wikidata Data 1645 Editar isto no Wikidata Técnica óleo sobre tela e sobre painel de álamo Editar isto no Wikidata Dimensões altura: 115 cm (45,2 pol.) Editar isto no Wikidata; largura: 133 cm (52,3 pol.) Edite isto no Wikidata Coleção Wikidata do Museu Catharijneconvent:Q1954426 Museu Bisschoppelijk Haarlem wikidata:Q61942636. Imagem/fonte:
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Prece do “Pai Nosso”. Aquarela de James Tissot Imagem/fonte:
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Jesus Cristo no Monte das Oliveiras. Óleo sobre tela de Rodolfo Amoedo. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo
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MORTES COLETIVAS |
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Sidney Fernandes
O episódio do desastre aéreo, narrado em Ação e Reação, de André Luiz, revela que a morte simultânea não produz efeitos espirituais idênticos. Embora vários desencarnem no mesmo instante, cada espírito reage segundo sua condição íntima, seus vínculos e o grau de apego à vida material. Após a queda da aeronave, observa-se que alguns espíritos conseguem desligar-se com relativa rapidez, enquanto outros permanecem presos aos corpos, em estado de extrema perturbação. Muitos não percebem que morreram e continuam ligados ao cenário do acidente, presos ao choque, ao medo e à sensação de desastre iminente. A diferença entre eles não está no tipo de morte, mas na estrutura mental de cada um. Espíritos mais equilibrados libertam-se com maior facilidade. Já aqueles excessivamente vinculados à matéria, aos prazeres ou às preocupações terrenas permanecem magneticamente presos aos despojos físicos, incapazes de compreender a nova realidade. O sofrimento não decorre de punição divina, mas da dificuldade de desligamento. A morte física não equivale à libertação automática. A consciência precisa estar preparada para romper os laços que a prendem ao corpo e às sensações. Quando isso não ocorre, instala-se um estado de confusão, medo e sofrimento prolongado. Alguns desencarnados permanecem longos períodos revivendo o instante do acidente, como se estivessem presos à memória do impacto. Outros gemem, gritam ou permanecem em torpor, sem compreender o que aconteceu. A mente, ainda presa às impressões do mundo físico, reproduz indefinidamente o momento final. A assistência espiritual atua com cautela, respeitando o grau de lucidez de cada um. Nem todos podem ser socorridos de imediato. Alguns precisam permanecer por certo tempo vinculados ao ambiente do acidente, até adquirirem condições mínimas de compreensão. O socorro existe, mas não pode violar o ritmo interior de cada consciência. O episódio demonstra que a morte coletiva não iguala destinos. Cada espírito leva consigo sua história, seus hábitos e seu nível de amadurecimento moral. A forma do desencarne não determina a situação espiritual; o que conta é a qualidade da vida interior construída antes dele. A narrativa convida à reflexão sobre a importância do preparo íntimo. A vida não termina subitamente com a morte, e a liberdade espiritual depende menos das circunstâncias externas do que do estado da consciência. A verdadeira segurança não está em evitar tragédias, mas em cultivar equilíbrio, responsabilidade e lucidez. Assim, o desastre coletivo ensina que a morte não é niveladora. Ela apenas revela, com mais clareza, aquilo que cada um traz dentro de si. O sofrimento que surge não é punição, mas expressão de um processo educativo que continua além da existência física, convidando à transformação e ao despertar interior.
(Recebido em email de Sidney Fernandes 4.8 [[email protected]]) |
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Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier Boletim semanal – Ano XII. 2a semana de Julho de 2026 |
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O “Luz Eterna” e o COEM – ontem e hoje; Centro centenário de Curitiba com palestra “influências espirituais”; Palestras e autógrafos no “Luz Eterna” de Curitiba; Como amar os inimigos; A arte na revista Visão DuBem; Contra a insensatez
Artigo: - O “Luz Eterna” e o COEM – ontem e hoje: https://grupochicoxavier.com.br/o-luz-eterna-e-o-coem-ontem-e-hoje/
Notícias: - Centro centenário de Curitiba com palestra “influências espirituais”: https://grupochicoxavier.com.br/centro-centenario-de-curitiba-com-palestra-influencias-espirituais/
- Palestras e autógrafos no “Luz Eterna” de Curitiba: https://grupochicoxavier.com.br/palestras-e-autografos-no-luz-eterna-de-curitiba/
Estudo do Evangelho: - Como amar os inimigos: https://grupochicoxavier.com.br/como-amar-os-inimigos-3/
Vídeos: - A arte na revista Visão DuBem: https://grupochicoxavier.com.br/a-arte-na-revista-visao-dubem/ https://www.youtube.com/live/XGAUBV5rcFo
Mensagens: - Contra a insensatez: https://grupochicoxavier.com.br/contra-a-insensatez/
o0o
“O porto chamado de "consciência tranquila" é atingível por aqueles que saem do castelo de torres altas – o "refúgio do ócio" – e, abraçando o trabalho caridoso, nunca mais saem da faixa mental da cura real que procede de Jesus” - Benedita Fernandes.
(Mensagem psicografada recebida pelo médium Hélio Ribeiro Loureiro na reunião mediúnica na Casa de Batuíra, São Gonçalo-RJ, em 30/05/2026).
o0o Com fraternal abraço, Equipe GEECX
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(Astolfo O. de Oliveira Filho) Os vocábulos fronteira, divisa e limite, quando dizem respeito a proximidade, são sinônimos, mas cada qual deve ter, para maior clareza do texto, uma aplicação definida. Se queremos referir-nos à proximidade de dois países, usaremos a palavra fronteira. Se nos referimos aos estados que formam um país, utilizaremos a palavra divisa. [...] Para ler na íntegra clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/07/os-vocabulos-fronteira-divisa-e-limite.html Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
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Está disponível gratuitamente na internet o jornal O IMORTAL de julho, que apresenta, entre vários outros textos, uma entrevista com Luiz Fernando Grijó, engenheiro civil e voluntário no Grupo Espírita Recanto da Prece Dr. Eurípedes Barsanulfo, de Campo Grande (MS), onde reside. Outro destaque da mesma edição, de autoria de Eliana Haddad, é uma matéria especial intitulada “O diálogo entre a tradição judaica e a prática espírita em São Paulo”. Para acessar, clique em https://www.jornaloimortal.com.br/Home Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e uma ótima semana. Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
Andréa Kogan
Alfredo Maria Adriano d'Escragnolle Taunay
Luiz Fernando Grijó
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O presente tema foi explanado no e-book Preces para Crianças e Jovens, de Maria Eny Paiva, de Lins (SP), publicado em 12 de dezembro de 2014 pela EVOC - Editora Virtual O Consolador, que o leitor pode baixar gratuitamente clicando em https://www.oconsolador.com.br/editora/1a50/Preces%20para%20Crian%C3%A7as%20e%20Jovens.pdf Nele, a autora oferece um guia prático de preces fundamentado na Doutrina Espírita, direcionado especificamente ao público infantil e juvenil, mostrando que a oração verdadeira não consiste em repetições automáticas, mas sim na sinceridade do coração e, acima de tudo, na prática do bem cotidiano. O VÍDEO que exibimos no blog apresenta em poucos minutos um resumo do que a fonte nos apresenta. O vídeo e o PODCAST pertinentes ao assunto foram produzidos com ajuda da IA. Confira em https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/07/preces-para-criancas-e-jovens-o.html Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.
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Maria de Souza (13/12/1893 - 10/07/1964) |
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Maria de Souza Imagem do livro Obra de Vultos, volume 2
Biografia elaborada por Celso Luiz Souto e Maria Luzia da Silva Maria de Souza, nasceu na cidade de Crato-CE, em 13 de dezembro de 1893, filha de Cezario de Souza Coelho e Maria Joaquina Conceição de Souza. Católica, casou-se em 1916, na cidade de Petrolina – PE, com Antonio Domingos da Silva, cuja profissão era viajante. Pelos idos de 1925, a vida do casal experimentou abalos financeiros, tendo o marido ficado desempregado, quando decidiu vir só para a capital paulista, para fixar-se, posteriormente, na cidade de Pirajuí. Deixara a família aos cuidados dos pais, Cezario e Maria Joaquina. O tempo ia passando, e Maria de Souza não recebia notícias do marido. Nem mesmo sabia onde se encontrava, fato que acabou por provocar na família a firme decisão de também vir para São Paulo, trazendo a única filha do casal, Maria Luzia, que, na época, contava com cerca de 4 anos de idade, vindo direto para Araçatuba, onde chegaram em 27 de setembro de 1927, e, de imediato, alugaram uma casa na rua Newton Prado, bairro São Joaquim. Algum tempo depois, o marido, em Pirajuí, ficou sabendo que a família já residia em Araçatuba, vindo, portanto, ao seu encontro, sendo fortemente recusado por Maria de Souza, por não admitir de forma alguma o tempo em que o marido ficara distante, sem dar-lhe notícias e mandar dinheiro para ajudá-la nos compromissos. Muito determinada e decidida, logo já estava trabalhando como cozinheira na casa da família Macriani, comerciantes estabelecidos na rua Marechal Deodoro. Enviuvou-se em 1930, ocasião em que o marido fora submetido a delicada cirurgia em São Paulo, não conseguindo sobreviver.
APROXIMAÇÃO COM A DOUTRINA
Em 1933, continuando a trabalhar como cozinheira, experimentou fortes sinais de alterações em sua saúde, especialmente ao sair das missas, sentia muita tontura e mal-estar geral o que a preocupava, visto que até então tudo ia bem. Próximo de sua casa, residia Manoel Clemente Gonçalves, conhecido como “Seo Caneca”, ferroviário e médium espírita, muito respeitado no local. - Seu nome, hoje, pertence a uma rua do município -, que se interessou por Maria de Souza, pois sabia que seus sintomas não eram de ordem material. Ela, todavia, relutava em acreditar, era católica fervorosa, mas aceitava a medicação homeopática prescrita por “Caneca”, porque, ao tomá-la, sentia melhoras gerais. Após insistentes convites, acabou por conhecer uma reunião mediúnica realizada no Centro Espírita “União, Paz, Amor e Caridade”, hoje União Espírita “Paz e Caridade”, presidida por “Caneca”. Não demorou muito e Maria de Souza logo se integrava às atividades do Centro, freqüentando com regularidade todas as reuniões da Casa, abandonando o catolicismo. Já no ano seguinte, incorporou-se como voluntária na equipe de colaboradores do “União”, que executava importante trabalho de assistência social na cidade, considerado pioneiro como serviço filantrópico. Estes voluntários angariavam donativos diversos, mantimentos, roupas, calçados e dinheiro para distribuí-los aos pobres, viúvas e idosas existentes na época – grande parte não possuía pensão, razão maior da pobreza constatada. Rapidamente, Maria de Souza identificou-se como angariadora do União, como o Centro era conhecido. As instalações do Centro ainda não incorporavam as atividades do Asilo, porém todos que lá chegavam eram atendidos. O trabalho de Maria de Souza foi crescendo na região, quando passou a percorrer bairros como a Prata e a Fazenda Jacutinga, que ficou caracterizada pelo gesto de sua proprietária que doou dez mil tijolos para a edificação do primeiro dos quartos que formaria o bloco de construção do Abrigo Ismael. Maria de Souza foi buscá-los, trazendo-os sobre um carro de bois, debaixo de intensa chuva. O primeiro registro formal de sua presença como angariadora do Centro União data de 18 de novembro de 1936, já marcada por sua característica pessoal: embora analfabeta, não se embaraçava com o manuseio do dinheiro, ao controlar os donativos recebidos através de alfinetes espetados nos pacotinhos, para assim realizar a prestação das contas relacionadas nas listas. De tão integrada que ficou no Abrigo, passava o dia todo envolvida com suas atividades de angariadora, retornando só à noite para casa. A filha única, Maria Luzia, praticamente foi criada com os tios e casou-se muito cedo, fato que possibilitou à mãe , maior tempo para sua peregrinação junto aos colaboradores.
UM SUSTO EM ANDRADINA
Quando, em viagem àquela cidade, hospedava-se na casa de dona “Belé” (Benedita) família de espíritas ligada com a administração da ferrovia. O trabalho de angariadora abrangia cidades como Birigüi, Valparaíso, Mirandópolis, Andradina, Três Lagoas e Campo Grande, em Mato Grosso. Nesta cidade matogrossense, conseguiu arrecadar dinheiro, que, na ocasião, foi suficiente para construir três novos quartos para o Abrigo, na época, presidido por Júlio Monteagudo Pinheiro. O dinheiro foi doado pelos trabalhadores e engenheiros que construíram o aeroporto da cidade de Campo Grande. Em fevereiro de 1940, na companhia de Rosa Fernandes, dirigiu-se a Andradina e, como de costume, foi à Delegacia de Polícia, colher o “visto” do delegado na lista e assustou-se quando este chamou-as de “charlatãs”, dizendo-lhes que não assinaria nada, enquanto não providenciassem a Carteira de Saúde, documento muito exigido na época. Assim, até que a carteira de saúde não foi obtida, não mais colocou os pés naquela cidade!
A FAMÍLIA DONHA
Pelos idos de 1938, o casal Josefa e João Donha residia no bairro Goulart, zona rural de Araçatuba, onde tinham um Centro Espírita e hospedavam Maria de Souza quando esta percorria os sítios da vizinhança, carregando duas cestas e conquistando, assim, grandes amizades bem como simpatizantes. Deste bairro, ela tomava uma “jardineira” e retornava para a cidade carregada de donativos. A família Donha integrou-se na história de Abrigo desde o final de 1920, ocasião em que José Donha, “Bepe”, irmão de João, adquiriu um terreno na rua Marcílio Dias, para registrar e edificar o Centro Espírita União, Paz, Amor e Caridade, cuja fundação ocorreu em 21 de Abril de 1921. O trabalho desta família, juntamente com Maria de Souza, em benefício do Abrigo, registrou vínculos de vários anos, atendendo pobres e idosas.
PROJETOS PARA UMA COZINHA
Maria de Souza acompanhou o trabalho de inúmeras administrações da entidade, que ultrapassou trinta anos. Neste período, experimentou diversas alterações procedidas no Abrigo Ismael, principalmente as relacionadas com sua antiga construção. Os ambientes existentes, embora agasalhassem as idosas, mantinham pequenos fogões à lenha, que serviam para cozimento das refeições, nem sempre a contento, havendo inúmeros riscos de acidentes com fogo. Mais uma vez, surge o trabalho decidido de “Souza”, como era conhecida, que, sob a presidência de Júlio Monteagudo Pinheiro, idealizara construir uma cozinha central, para retirar dos quartos todos os fogões a lenha. Nesta oportunidade, “Souza” foi reconhecida como cobradora da Instituição, cujo trabalho já consistia em visitar os contribuintes, arrecadar donativos, montar chás beneficentes, vender convites das promoções e ainda ajudar internamente na preparação dos eventos promocionais. A cozinha central foi inaugurada na década de 50, sendo preparada para fornecer inicialmente cerca de trinta refeições diárias, entre internas e doações para pessoas carentes que batiam na porta da Casa. Com a estrutura conquistada, as atividades de Maria de Souza continuaram firmes, desta feita, para manter o pleno funcionamento, assim permanecendo por muito tempo, chegando inclusive a assumir o comando desta cozinha e até do Abrigo, oferecendo condições para continuidade do atendimento em ocasiões emergenciais. O tempo passava, e a idade já demonstrava sinais de que seu rítmo precisava diminuir. A saúde também mostrava algumas alterações. Seu trabalho diário foi reduzido para apenas meio período, porque o cansaço ditava as regras que exigiam repouso, porém a natureza e o gênio determinado não esmoreceram, mantendo-lhe a firme lucidez. Nos registros da Casa, consta que sua última presença nas reuniões ocorreu em maio de 1964. Segundo a filha Maria Luzia, “Souza” passou a reclamar de muita falta de ar, mas continuou sua permanência no Abrigo até o final de julho de 1964.
SINAIS DO RETORNO
Maria Luzia empreendera uma viagem, e inesperadamente, Souza, foi acometida de mal súbito, com profundas alterações cardiológicas, sendo imediatamente internada no antigo Hospital Francisco Barbosa, conhecido como Hospital da Estrada de Ferro, confirmando-se o quadro clínico inicialmente constatado. Com o retorno da filha, o médico deu-lhe alta e informou-a que o quadro era grave e que não alimentasse grandes esperanças. Já em casa, Souza passou a receber inúmeras visitas, pois era pessoa muitíssimo querida na cidade. Nas vésperas de sua desencarnação, mandou chamar Maria Araújo, sua sobrinha, para entregar-lhe a bolsa com todos os carnês e a relação dos contribuintes, recomendando-lhe muito respeito e seriedade para com aquelas pessoas, visto tratar-se dos colaboradores da Casa que tanto amava. No começo da noite de 10 de Julho de 1964, já agonizante, Souza ainda trabalhou mediunicamente, e, auxiliada por “Caneca”, ajudou a esclarecer entidade que se utilizou da sua já inaudível psicofonia para ser doutrinada. Os espasmos continuaram fortes, porém as preces e vibrações dos presentes contribuíram para um suave desligamento, sem os torpores comumente observados. Por volta das 21 horas, ela mesma pediu para que fosse desligado o soro, pois sentia o iminente momento da partida. Atendida pelo médico, não demorou a libertação física de seu espírito, que se entregou confiante aos companheiros da espiritualidade que a assistiam. Assim, aos 71 anos, terminou mais uma existência terrena de Maria de Souza, considerada por todos como uma das fundadoras do Abrigo Ismael.
(Copiado de: http://www.universoespirita.org.br/catalogo/literatura/textos/ISMAEL%20GOBI/obras_de_vultosII/maria_souza.htm) |
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Maria de Souza. Imagem do livro Obra de Vultos, volume 2. |
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Dona Maria de Souza, no centro. Imagem copiada do livro Obra de Vultos, volume 2. |
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Estação ferroviária de Crato, CE. Imagem copiada de http://www.estacoesferroviarias.com.br/ce_crato/fotos/crato9301.jpg
Na cidade de Crato, CE, nasceu dona Maria de Souza. Leia a sua biografia nesta postagem. |
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Manoel Clemente Gonçalves (23/11/1894 – 03/11/1986) Imagem copiada do livro Obra de Vultos, volume 2.
Foi através do Sr Manoel Clemente Gonçalves, também conhecido como “Manoel Caneca”, que Maria de Souza, até então católica, se aproximou do Espiritismo. Foi uma das “Senhoras Espíritas” que participaram da fundação do Abrigo Ismael. Leia sobre Manoel Clemente Gonçalves: http://www.noticiasespiritas.com.br/2021/ABRIL/19-04-2021.htm
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Evento no Abrigo Ismael no ano de 1943. Paritipação de presidentes, crianças da evangelização e da escola pública municipal que ali funcionava. Foto copiada do livro Obra de Vultos, volume 1. |
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Antiga estação ferroviária de Araçatuba. Imagem copiada de http://www.estacoesferroviarias.com.br/a/aracatuba-seg.htm |
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Antiga rua Marechal Deodoro, Araçatuba, SP. Foto do acervo da Câmara Municipal de Araçatuba. |
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Jésus Gonçalves (12-07-1902/ 16-02-1947) |
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Jésus Gonçalves Ismael Gobbo
Jésus Gonçalves é um vulto respeitado e homenageado no movimento espírita e muitas são as instituições e iniciativas que levam o seu nome. Nasceu em Borebi, SP, e foi batizado como “Jesus*” aos 12 de julho de 1902. Segundo Eduardo Carvalho Monteiro, foi ele, depois de desencarnado, quem pediu que seu nome fosse grafado como Jésus Gonçalves, pois se considerava indigno de ostentar o mesmo nome do Rabi da Galiléia. A vida de Jésus foi marcada por provas acerbas desde a mais tenra idade. Ficou órfão da mãe Josepha Mendes aos três anos; foi morar com um tio na cidade de Agudos e depois em Borebi, onde, aos 14, enfrentou a dura faina de trabalhador rural. Perdeu o pai João Gonçalves em 1917 e em 1919 mudou-se para Bauru onde passou a trabalhar na tesouraria da prefeitura e participar da banda da cidade. Em 1920 casa-se com a viúva e mãe de 2 filhos Theodomira de Oliveira que lhe daria mais quatro rebentos. Tudo caminhava em clima de normalidade até o ano de 1930 quando sofreu dois duros golpes: é diagnosticado como portador da hanseníase e perde a esposa. Aposenta-se e leva a vida na companhia dos 6 filhos até se unir maritalmente a dona Anita Vilela, um anjo bom em sua vida. Para não ser recolhido de imediato a um estabelecimento destinado aos leprosos, seu compadre João Martins Coube leva-o para viver com a familia em sua propriedade rural onde pelo trabalho duro retirava o pão de cada dia. Mas, a doença insidiosa não lhe dá trégua, agrava-se, exige mais cuidados e, retira-lhe abruptamente do convívio social e familiar. No dia 16 de agosto de 1933 é internado no Asilo-Colônia de Aymorés, em Bauru, SP, destinado ao tratamento de leprosos. Jésus e o filho Jaime, também suspeito da doença passam a morar nessa colônia. Fato digno de nota é a mulher Anita, saudável, ter pleiteado e depois de longa luta junto aos órgãos do governo, ter a permissão para ir morar com Jésus naquele leprosário. Mesmo revoltado com a vida e com Deus – costumava dizer-se ateu – Jésus levou sua contribuição aos seus companheiros de infortúnio. Inteligente, transferiu seus dotes do teatro, do jornalismo, da musica e de poesia para proporcionar um pouco de alegria àquelas criaturas presas à solidão e ao abandono. Criou a “Jazz Band de Aymorés” onde tocava clarineta; fundou o jornal O Momento;o Grupo de Balé e de Teatro. No ano de 1937 buscando um melhor tratamento para si, Jésus Gonçalves parte com destino a Guarulhos, SP, visando internar-se no hospital Padre Bento que gozava de grande conceito para tratamentos da espécie. Todavia em plena viagem sente o agravamento de suas dores no fígado e é obrigado a fazer uma parada para descanso no hospital Pirapitingui, em Itu, SP., que também atendia leprosos. Ali permaneceu e levou avante tudo o que já fizera em Aymorés, inclusive montando uma emissora de rádio. Idealista mas revoltado ao extremo não dava atenção às palavras de Ninita, uma médium espírita também doente que buscava consolar o seu espírito endurecido, até que no dia 3 de março de 1943 um fato inusitado aconteceu. Durante o velório de sua mulher Anita, esta, utilizando-se de uma médium presente lhe transmite uma mensagem dizendo entre outras palavras carinhosas: “Velho, não duvides mais. Deus existe! A partir daí e com outros acontecimentos que se sucederam, Jésus Gonçalves se converte ao Espiritismo. Consorcia-se com Ninita e funda aos 16 de dezembro de 1945 a Sociedade Espírita Santo Agostinho, com autorização da direção do hospital . O trabalho de Jésus ganha expressão nacional e começa a receber caravanas e mais caravanas de visitantes de todo Brasil que vem participar dos seus trabalhos e prestar solidariedade a todos àqueles que mesmo em meio ao sofrimento começaram a viver uma nova realidade. Jésus, desencarnou aos 16 de fevereiro de 1947 e naquele mesmo mês se apresentou a Chico Xavier, em Pedro Leopoldo, MG, cumprindo promessa que a ele fizera através das cartas expedidas de Pirapitingui. Tanto através de Chico como por Divaldo Pereira Franco se tem noticia de que Jésus Gonçalves em passado distante fora o conquistador Alarico I, rei dos visigodos. Ao final de uma das comunicações através de Chico Xavier a identificação: Alarico, o leproso, - Jésus, o rei... Não por acaso, Jésus Gonçalves é conhecido no meio espírita como “O poeta das chagas redentoras” ou “O apóstolo de Pirapitingui”. Concluindo o intróito deste email de Noticias do Movimento Espirita, totalmente dedicado a Jésus Gonçalves, reproduzimos a parte final do comentário de Herculano Pires, um dos seus visitantes de Pirapitingui, a real importância da Doutrina Espírita para a existência redentora e luminosa de Jésus Gonçalves. “... Mas, direi apenas que o Espiritismo, se nenhuma conversão real tivesse até hoje produzido, nenhum benefício tivesse ainda prestado à humanidade, só com esta maravilhosa transformação de um poeta leproso, far-se-ia digno da admiração e respeito de todas as consciências capazes de compreender as angústias humanas”.
Leia todas as matérias acessando: http://www.noticiasespiritas.com.br/2012/JULHO/12-07-2012.htm
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Jésus Gonçalves e a primeira esposa, d. Theodomira, em foto com dedicatória datada de 1926 Foto do acervo particular de Jandyra Gonçalves da Silva |
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Enteados e filhos de Jésus Gonçalves. Neréia e Ligia, filhas do primeiro casamento de Theodomira. Jaime, Jandyra, Helena e Carlos, filhos de Jésus e Theodomira |
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A Jazz Aimorés Band do Asilo-colônia de Aimorés. Foto fornecida por Jaime Prado. |
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O primeiro Baile da “Kermesse” no Asilio-colônia em Aimorés no ano de 1935. Foto fornecida por Jaime Prado.
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Jésus visitado em Pirapitingui por Julinha Kobleisen (de lenço) e Zaíra Pitt. Do Livro: A Extraordinária vida de Jésus Gonçalves
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Flagrante da inauguração do C.E. Santo Agostinho. Jésus Gonçalves é o quarto da direita para a esquerda. Seu filho Jaime está logo à sua direita (16/12/1945) Do livro: A Extraordinária Vida de Jésus Gonçalves. Eduardo Carvalho Monteiro. USE/Madras
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Visita de caravaneiros espíritas ao Sanatório de Pirapitingui na década de 1940 sob a liderança de João Lopes. Do livro: A Extraordinária Vida de Jésus Gonçalves. Eduardo Carvalho Monteiro. USE/Madras. Leia mais: https://cejg.org.br/pdfs/biografia-JG.pdf |
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Eduardo Carvalho Monteiro (03 de novembro de 1950 / 15 de dezembro de 2005) Na foto em prece na palestra que realizou na cidade de Matão, SP. Foto Ismael Gobbo
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José Herculano Pires e a esposa dona Maria Virgínia Ferraz Pires Imagem: http://www.fundacaoherculanopires.org.br/mariavirginia/ultimaentrevista Herculano Pires e esposa eram visitantes do Sanatório de Pirapitingui Leia aqui: https://cejg.org.br/pdfs/biografia-JG.pdf |
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Ivan Santos de Albuquerque (Brotas, SP, 16-01-1918 / Pompéia, SP, 05-04-1946) Foto recebida de Dr. Ivan Alberto Albuquerque Doretto. Jesus Gonçalves, um dos internados no sanatório de Pirapitingui, tinha-lhe grande admiração por Ivan, assim como sua esposa, Dona Ninita. Leia aqui: https://www.noticiasespiritas.com.br/2021/OUTUBRO/03-10-2021.htm |
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Tumulo de Jésus Gonçalves em Pirapitingui (Itu, SP) Foto/autora: Helena Bueno |
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Alarico e o saque de Roma em 24 de agosto de 410 Imagem: http://povosgermanicos.blogspot.com.br/2009/12/alarico-i.html
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O rio Tibre com a ilha Tiberina e as pontes Cestius (E) e Fabricius, em Roma. Foto Ismael Gobbo
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Alarico I, Rei dos Visigodos. Ilha de Peuce, atual Romênia 375/ Cosenza, Itália 410 Imagem: http://alaricomodelismo.blogspot.com.br/p/alarico-i.html
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Chico Xavier psicografando em Pedro Leopoldo, MG Acervo de Jhon Harley M. Marques. Pedro Leopoldo, MG |
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Jandyra Gonçalves da Silva filha de Jésus Gonçalves desencarnada em Bauru, SP, no dia 19-04-2022 aos 97 anos. Foto Ismael Gobbo
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HOMENAGEM
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Judith Machareth (12-07-1907 / 02-10-1964) |
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Judith Machareth Imagem do livro Obra de Vultos, volume 2.
Biografia elaborada
por
Judith Machareth, filha de Américo Machareth e Dolores Barbosa Machareth, ambos fluminenses, nasceu em Melo Barreto, no Estado de Minas Gerais, em 12 de julho de l907. Teve os seguintes irmãos: Milton, Carmem, ambos desencarnados, Maria Izabel “Belinha” e Napoleão. Sua infância foi muito alegre; era criança muito ativa e, como filha mais velha, sempre procurava orientar seus irmãos. Fez o primário inicialmente em Cataguazes-MG, terminando-o em Leopoldina-MG. Cursou o secundário, como era chamado o curso que hoje compreende da 5ª à 8ª série, em Manhumirim-MG, no Ginásio Bom Jesus, onde recebeu, no ano de 1923, medalha de Honra ao Mérito pela sua aplicação nos estudos. Iniciou o curso Normal, atualmente Magistério, em Manhumirim, mas não o terminou por motivo de mudança para Monte Azul Paulista-SP, onde não havia esse curso. Veio para Araçatuba em 1928, lecionando em Frutal, hoje Guararapes. Em 1929, foi nomeada pela Câmara Municipal e pelo Prefeito de Araçatuba, Edgard Jardim Bastos, professora do Córrego do Roberto. No ano de 1930, o mesmo prefeito a nomeia professora do Bairro Baguaçu, que, concomitantemente, lecionou na Água Limpa, um núcleo japonês, durante quatro anos. Pediu exoneração em 1933, indo para o Rio de Janeiro, onde lecionou na Academia Nacional do Comércio e no Ginásio Santa Tereza, tendo se destacado pelos seus dotes pedagógicos, conforme atestado do diretor, Sr. Alcides Rosa. Voltou para Araçatuba em 1934, lecionando no Colégio Teuto-Brasileiro, nas disciplinas de Português, Geografia e História do Brasil. No mesmo ano, foi nomeada professora e diretora da Escola Tupi, da Loja Maçônica Tupi, onde permaneceu até o ano de 1958. Passou a dirigir sua própria escola em 1959, o Externato Américo, onde trabalhou até 15 de setembro de 1964, dezessete dias antes de sua desencarnação. Vitimada por um aneurisma cerebral, veio a desencarnar em 2 de outubro de 1964, em São Paulo, no Hospital Beneficência Portuguesa, onde foi internada para tratamento, todavia não houve tempo para operá-la. Seu corpo foi trasladado para Araçatuba e sepultado no Cemitério da Saudade. Durante sua vida corporal, alfabetizou centenas de crianças, hoje médicos, professores, engenheiros, dentistas, contadores e outras profissões. Atualmente, existe uma rua no Bairro Jardim TV, em Araçatuba, com seu nome, atribuído pela Lei nº 1195, de 22/12/1965. Estes dados até aqui registrados mostram a pessoa trabalhadora, eficiente professora, responsável. Mas o que poucas pessoas têm conhecimento é do seu trabalho como militante espírita. O objetivo desta biografia é exatamente tornar mais conhecida esta criatura naquilo que ela representa para o Movimento Espírita de nossa cidade. Ao mesmo tempo que lecionou em tantas escolas, não descuidou de seu trabalho espiritual, destacando-se pela sua extremada dedicação. No ano de 1948, participou das primeiras reuniões visando à fundação da Aliança Espírita “Varas da Videira”, encontros estes que eram realizados na residência do Sr. Antônio Crivellini, ao lado de outros conhecidos trabalhadores como: Francisco Martins Filho, Irma Ragazzi Martins, Victor Bombonati e Izabel Grandizioli. Foi evangelizadora em várias Casas Espíritas: Aliança Espírita “Varas da Videira”, Centro Espírita “Bezerra de Menezes” e “Casa da Criança”, no atual Sanatório Benedita Fernandes. Além da evangelização infantil, colaborava em várias outras atividades das instituições a que pertenceu, praticando a caridade indistinta e desinteressada para com todos aqueles que por seu caminho viessem a cruzar. Colaboradora e amiga pessoal de D. Benedita Fernandes, de Rolando Perri Cefaly e vários outros espíritas militantes como ela, deixou seu nome indelevelmente ligado ao movimento espírita de Araçatuba. De semblante meigo, mas enérgico, deixou a todos que a conheceram e aos seus familiares o exemplo de vida saudável, correta e sobretudo de desvelado amor ao próximo.
(Copiado de: http://www.universoespirita.org.br/catalogo/literatura/textos/ISMAEL%20GOBI/obras_de_vultosII/judith_macharet.htm) |
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Judith Machareth Imagem do livro Obra de Vultos, volume 2. |
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Judith Machareth, a última da direita, com grupo dos primeiros professores de Araçatuba, em 1931. Imagem do livro Obra de Vultos, volume 2. |
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Dona Benedita Fernandes, sentada no centro da foto, com colaboradores. Atrás de Dona Benedita, de blusa branca, a professora Judith Machareth. Foto do ano de 1947 do acervo do Hospital Benedita Fernandes. |
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A “Casa da criança” * fundada por dona Benedita Fernandes. Foto do ano de 1946. Araçatuba, SP. Imagem do arquivo do Hospital Benedita Fernandes.
* A professora Judith Machareth ministrou aulas de Evangelização na “Casa da Criança” .
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Deus |
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Eurípedes Barsanulfo (Texto copiado na internet do site http://www.forumespirita.net/fe/poesia/deus-euripedes-barsanulfo/)
Prece do “Pai Nosso”. Aquarela de James Tissot Imagem/fonte: |
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Busto de Eurípedes Barsanulfo no Colégio Allan Kardec, Sacramento, MG. Foto Ismael Gobbo |
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Amor Infinito Caminhos retos |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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