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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, quarta-feira, 04 de março de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/04-03-2026.htm
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Os últimos 5 emails enviados |
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DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
03-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/03-03-2026.htm 02-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/02-03-2026.htm 28-02-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/FEVEREIRO/28-02-2026.htm 27-02-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/FEVEREIRO/27-02-2026.htm 26-02-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/FEVEREIRO/26-02-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 7 - 1864 |
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(Continuação da postagem anterior)
(Copiado do site Febnet) |
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Uma visão de Paris da Pont Neuf. 1763. Óleo sobre tela de Jean-Baptiste Raguenet. Imagem/fonte: |
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Torre François I (Francisco I). Havre, França. Gravura de L'Illustration 1862, Torre de François I, Havre, demolida em 1861 Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Tour_Fran%C3%A7ois_Ier
Torre de François I st era um edifício militar que defendia a entrada do porto de Le Havre, e há muito tempo figurou como um emblema da cidade. Sua construção foi decidida em 1517, na fundação da cidade de Le Havre por ordem do rei François I er . Tinha 30 metros de altura, com um diâmetro de 25 metros 1 . É demolida entre 1861 e 1869. Leia mais: https://fr.wikipedia.org/wiki/Tour_Fran%C3%A7ois_Ier
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O "Grande Tour" (fonte: Arquivos Municipais 5Fi0094). Havre, França. Imagem copiada de https://medium.com/@clesiusnofolk/les-remparts-du-havre-110febdb1efd |
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Nascer do Sol. Pintura no porto Le Havre por Claude Monet. 1872. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Le_Havre#/media/File:Claude_Monet,_Impression,_soleil_levant.jpg
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Allan Kardec Lião (França): 03-10-1804 / Paris (França): 31-03-1869 Gravura cedida por Charles Kempf, Belfort, França. |
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O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira |
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CAPÍTULO XXVIII ---------- Coletânea de preces espíritas
– Preâmbulo – Preces gerais – Preces para si mesmo – Preces pelos outros – Preces pelos que já não são da Terra – Preces pelos doentes e obsidiados
Preâmbulo
1. Os Espíritos sempre disseram: “A forma nada vale, o pensamento é tudo. Ore, pois, cada um, segundo suas convicções e da maneira que mais o toque. Um bom pensamento vale mais do que grande número de palavras com as quais o coração em nada tome parte”. Os Espíritos jamais prescreveram qualquer fórmula absoluta de preces. Quando dão alguma, é apenas para fixar as ideias e, sobretudo, para chamar a atenção sobre certos princípios da Doutrina Espírita. Fazem-no também com o fim de auxiliar os que sentem embaraço para externar suas idéias, pois algumas pessoas não acreditariam ter orado realmente, desde que não formulassem seus pensamentos. A coletânea de preces contida neste capítulo é uma seleção feita entre as que foram ditadas pelos Espíritos em várias circunstâncias. Eles, sem dúvida, poderiam ter ditado outras, em termos diversos, apropriadas a certas ideias ou a casos especiais, mas pouco importa a forma, se o pensamento fundamental é o mesmo. O objetivo da prece consiste em elevar nossa alma a Deus; a diversidade das formas não deve estabelecer nenhuma diferença entre os que nele creem, nem, ainda menos, entre os adeptos do Espiritismo, porque Deus as aceita todas, desde que sinceras. Não se deve, pois, considerar esta coletânea como um formulário absoluto, mas apenas uma variedade entre as instruções que os Espíritos ministram. É uma aplicação dos princípios da moral evangélica desenvolvidos neste livro, um complemento aos ditados deles, relativos aos deveres para com Deus e o próximo, complemento em que são lembrados todos os princípios da Doutrina. O Espiritismo reconhece como boas as preces de todos os cultos, quando ditas de coração, e não de lábios. Não impõe nem reprova nenhuma. Deus, segundo ele, é grande demais para repelir a voz que lhe implora ou lhe entoa louvores, porque o faz de um modo, e não de outro. Quem quer que lance análtema às preces que não estejam no seu formulário provará que desconhece a grandeza de Deus. Crer que Deus se atenha a uma fórmula é emprestar-lhe a pequenez e as paixões da Humanidade. Uma condição essencial da prece, segundo Paulo (cap. XXVII, item 16), é que seja inteligível, a fim de que nos possa falar ao espírito. Para isso, não basta que seja dita numa língua que aquele que ora compreenda. Há preces em língua vulgar que não dizem ao pensamento muito mais do que se fossem proferidas em língua estrangeira, e que, por isso mesmo, não chegam ao coração. As raras ideias que elas contêm quase sempre ficam abafadas pela superabundância das palavras e pelo misticismo da linguagem. A principal qualidade da prece é ser clara, simples e concisa, sem fraseologia inútil, nem luxo de epítetos, que são apenas enfeites de lantejoulas. Cada palavra deve ter seu alcance próprio, despertar uma ideia, mover uma fibra. Numa palavra: deve fazer refletir. Somente sob essa condição a prece pode alcançar o seu objetivo; de outro modo, não passa de ruído. Entretanto, notai com que ar distraído e com que volubilidade elas são ditas na maioria dos casos. Veem-se os lábios a mover-se, mas, pela expressão da fisionomia, pelo som mesmo da voz, reconhece-se, um ato maquinal, puramente exterior, ao qual a alma se mantém indiferente. As preces contidas nesta coletânea estão divididas em cinco categorias: 1ª.) Preces gerais; 2ª) Preces para si mesmo; 3ª) Preces pelos vivos; 4ª) Preces pelos mortos; 5ª) Preces especiais pelos doentes e obsidiados. Com o propósito especial de chamar a tenção sobre o objeto de cada prece, e de tornar mais compreensível o seu alcance, todas vêm precedidas de uma instrução preliminar, de uma espécie de exposição de motivos, sob o título de prefácio.
Próximo I - Preces gerais
(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira) |
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Jesus orando no Getsêmani. Óleo de Heinrich Hofmann. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Christ_in_Gethsemane.jpg
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Apóstolo Paulo. Óleo sobre tela de Jan Lievens. Imagem/fonte:
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Velha orando. Óleo sobre tela por Theophile M. Lybaert. 1915. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Theophile_Lybaert_-_Old_Flanders.jpeg
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Prece do “Pai Nosso”. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Jesus ensina o povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:
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Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com Nicodemos, um fariseu, falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8)
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Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard
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As medalhas de Deus |
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Ele foi imortalizado nas telas do cinema no filme Carruagens de fogo, vencedor de quatro Oscars. Eric Liddell nasceu em Tianjin, no norte da China. Cresceu num ambiente permeado por valores religiosos sólidos. Seus pais e seus quatro irmãos eram missionários presbiterianos. Estudando em Londres, foi capitão dos times de rúgbi e críquete. Aos vinte anos, participou de sete jogos internacionais escoceses e se consagrou como o corredor mais veloz da Escócia. Optando com exclusividade pelo atletismo aos vinte e um anos, havia conquistado títulos nacionais, conseguindo estabelecer um recorde britânico, nas cem jardas, que duraria vinte e três anos. Em 1924, estava em Paris para os jogos olímpicos de verão. Tudo apontava para o ouro olímpico na prova dos cem metros rasos. Então, ele foi envolvido num grande escândalo. Ao tomar conhecimento de que as eliminatórias dessa prova seriam disputadas em um domingo, anunciou que não correria. Aquele dia era reservado a Deus. A imprensa britânica o chamou de traidor. Ele permaneceu firme. É a minha crença, afirmou, não critico os outros, mas não vou correr no domingo. Inscreveu-se nos quatrocentos metros, prova para a qual não era cotado. Venceu a final com cinco metros de vantagem, quebrando o recorde mundial com 47,6 segundos. O jornal The Times descreveu a prova como a corrida mais dramática já vista em uma pista de atletismo. A consagração olímpica, porém, não foi o ponto final de sua vida pública, mas um ponto de partida. Em 1925, Liddell voltou para a China, seguindo os passos dos pais. Tornou-se professor em Tianjin, dedicando-se ao ensino, ao esporte e ao trabalho pastoral. Sua atuação missionária unia fé e ação concreta. Além das aulas, treinava jovens, dirigia escola dominical e ajudava a projetar um estádio em Tianjin. Os anos 1930 e 1940 trouxeram tempos sombrios para a China, marcados pela invasão japonesa e pela Segunda Guerra Mundial. Em 1941, quando o governo britânico aconselhou seus cidadãos a deixarem o país, Eric tomou a decisão mais dolorosa. Enviou a esposa grávida e as duas filhas para o Canadá e permaneceu para cuidar dos que não tinham para onde ir. Dois anos depois, foi preso e detido no campo de internação na província de Shandong, junto com centenas de britânicos e americanos. Dedicou-se às crianças órfãs, organizou atividades, confortou os idosos e dava aulas, sempre com bom humor e espírito sereno. Em 1945, sucumbiu a um tumor cerebral, sem ter conhecido sua filha caçula. De forma surpreendente, seu maior legado não se mede em medalhas nem homenagens. Foi sua fé inabalável, sua coragem na renúncia e sua dedicação aos outros que o tornaram inesquecível. Ele afirmou: Foi uma experiência maravilhosa competir nos jogos olímpicos e trazer para casa uma medalha de ouro. Mas, desde que eu era jovem, eu tinha meus olhos em um prêmio diferente. Cada um de nós está em uma corrida maior do que qualquer uma das que eu já corri em Paris, e esta corrida termina quando Deus distribui as medalhas. Que extraordinária medalha o aguardava na Espiritualidade! Redação do
Momento Espírita, com base em dados da
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7588&stat=0)
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Descrição: Eric Liddell no encontro entre o Império Britânico e os Estados Unidos da América (Revezamentos) realizado em Stamford Bridge, Londres, no sábado, 19 de julho de 1924. Data: 19 de julho de 1924 Fonte: http://lewishamlegacy.wdfiles.com/local--files/eric-liddell/EricLiddell.jpg Autor desconhecido (Folheto do evento esportivo)[1]. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Eric_Liddell.jpg |
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Descrição: "Deus Abençoando o Dia" - uma pintura a caneta e aquarela de William Blake, c. 1805, 42 x 35,5 cm (16 x 14 pol.). "A 'misericórdia, piedade, paz e amor' do poeta William Blake em ação - repito, 'em ação' - resumem a essência do que entendemos por Deus", diz o autor David Boulton. Data: 9 de janeiro de 1805 Fonte: Galeria Dickinson, Londres e Nova York Autor: William Blake (1757–1827) wikidata:Q41513 s:en:Author:William Blake q:en:William Blake. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Blake_God_Blessing.jpg |
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O serviço religioso |
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Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Roteiro. Lição nº 12. Página 55.
Desde quando começou na Terra o serviço de adoração a Deus? Perde-se o alicerce da fé na sombra de evos insondáveis. Dir-se-ia que o primeiro impulso da planta e do verme, à procura da luz, não é senão anseio religioso da vida, em busca do Criador que lhes instila o ser. Considerando, porém, as escolas religiosas dos povos mais antigos, vemos no sistema egípcio a ideia central da imortalidade, com avançadas concepções da Grandeza Divina, mas enclausurada nos templos do sacerdócio ou no palácio dos faraós, sem ligação com o espírito popular, muita vez relegado à superstição e ao abandono. Na Índia, identificamos o culto da sabedoria. Instrutores eminentes aí ensinam que a bondade deve ser a raiz de nossas relações com os semelhantes, que as nossas virtudes e vícios são as forças que nos seguirão, além do túmulo, propagando-se abençoadas lições de aperfeiçoamento moral e compreensão humana; entretanto, o espírito das castas aí sufocou os santuários, impedindo a desejável extensão dos benefícios espirituais aos círculos do povo. Na Pérsia, temos no zoroastrismo a consagração do nosso dever para com o Bem; todavia, as comunidades felicitadas por seus respeitáveis ensinamentos se confiam a guerras de conquista e destruição. Entre os judeus, sentimos o sopro da revelação do Deus Único, estabelecendo o reino da justiça na Terra, mas, apesar da glória sublime que coroa a fronte de Moisés e dos profetas que o sucederam, o orgulho racial é uma chaga viva no coração do Povo Escolhido. Na China, possuímos a exaltação da simplicidade, através de lições que fulguram em todas as suas linhas sociais, destacando o equilíbrio e a solidariedade, contudo, o grande povo chinês não consegue superar as perturbações do separativismo e do cativeiro. Na Grécia, encontramos o culto da Beleza. Os mistérios de Orfeu traçam formosos ideais e constroem maravilhosos santuários. O aprimoramento da arte e da cultura, porém, não consegue criar no espírito helênico a noção do Amor Universal. Generais e filósofos usam a inteligência para a dominação e, de modo algum, se furtam às tentações do campo bélico, acendendo a abominável fogueira da discórdia e do arrasamento. Em Roma, surpreendemos o Direito ensinando que o patrimônio e a liberdade do próximo devem ser respeitados, no entanto, em nenhuma civilização do mundo observamos juntos tantos gênios da flagelação e da morte. Hermes é a Sabedoria. Buda é a Renunciação. Zoroastro é o Dever. Moisés é a Justiça. Confúcio é a Harmonia. Orfeu é a Beleza. Numa Pompílio é o Poder. Em todos os grandes períodos da evolução religiosa, antes do Cristo, vemos, porém, as demonstrações incompletas da espiritualidade. Não há padrões absolutos de perfeição moral, indicando aos homens o caminho regenerador e santificante. Aparecem linhas divisórias entre raças e castas, com vários tipos de louvor e humilhação para ricos e pobres, senhores e escravos, vencedores e vencidos. Com Jesus, no entanto, surge no mundo o vitorioso coroamento da fé. No Cristianismo, recebemos as gloriosas sementes de fraternidade que dominarão os séculos. O Divino Fundador
da Boa Nova entra em contato com a multidão e o santuário do Amor Universal
se abre, iluminado e sublime, para a santificação da Humanidade inteira. (Texto recebido em email do divulgador Antonio Sávio, Belo Horizonte, MG,SP) |
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Buda. Pintura. Autor anônimo Copiado de https://commons.wikimedia.org/wiki/File:MET_DP355134.jpg
Buda Buda (sânscrito-devanagari: बुद्ध, transliterado Buddha, que significa "Desperto",[1] do radical Budh-, "despertar") é um título[2] dado na filosofia budista àqueles que despertaram plenamente para a verdadeira natureza dos fenômenos e se puseram a divulgar tal descoberta aos demais seres. "A verdadeira natureza dos fenômenos", aqui, quer dizer o entendimento de que todos os fenômenos são impermanentes, insatisfatórios e impessoais. Tornando-se consciente dessas características da realidade, seria possível viver de maneira plena, livre dos condicionamentos mentais que causam a insatisfação, o descontentamento e o sofrimento. LEIA MAIS NO LINK: https://pt.wikipedia.org/wiki/Buda
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Zoroastro. Imagem/fonte: https://es.wikipedia.org/wiki/Zoroastro
Zoroastro Zoroastro (en griego: Ζωροάστρης, Zōroastrēs) o Zarathustra (en avéstico: Zarathuštra), castellanizado Zaratustra, o también Zarathushtra Spitama o Ashu Zarathushtra (en persa moderno: زرتشت, Zartosht), fue un antiguo profeta (o líder espiritual) iraní que fundó lo que ahora se conoce como zoroastrismo. Sus enseñanzas desafiaron las tradiciones existentes de la religión indoirania e inauguraron un movimiento que finalmente se convirtió en la religión dominante en la antigua Persia y que dio forma a la filosofía persa. Leia mais no link: https://es.wikipedia.org/wiki/Zoroastro
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Cópia da Estátua de Michelangelo executada em bronze pelo Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Exposta na Galeria Prestes Maia, São Paulo, Brasil.. Foto Ismael Gobbo |
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Confúcio. Imagem/fonte https://fr.wikipedia.org/wiki/Confucius
Confúcio ( em francês : /kɔ.fy.sjys/ ; chinês simplificado :孔子 ; pinyin : ; Wade : K'ung³-tzu³ ), nascido28 de setembro de 551 AC. J.-C. para Zou (陬) e morreu em 11 de abril de 479 AC. J.-C.em Qufu (曲阜), na atual província de Shandong , é um filósofo chinês . Seu sobrenome é Kong, seu primeiro nome Qiu e seu primeiro nome social Zhongni. Ele é a figura histórica que mais marcou a civilização chinesa, sendo considerado o primeiro “educador” da China . Seu ensinamento deu à luz o confucionismo doutrina política e social, estabelecido como a religião do estado da dinastia Han e foi oficialmente banido no início do xx ° século, com um ressurgimento em 1973 (ver crítica de Lin Piao e Confúcio ). Seus principais discípulos são chamados de Doze Filósofos e homenageados nos templos confucionistas . É geralmente chamado de Kǒngzǐ (孔子) ou Kǒng Fūzǐ (孔夫子) pelos chineses, que significa "Mestre Kong" e foi latinizado em Confúcio pelos Jesuítas . Os coreanos o chamam de Kong-ja , os japoneses , Kôshi, e os vietnamitas , Khổng Tử . Leia mais: https://fr.wikipedia.org/wiki/Confucius
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Orfeu. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Orfeu
Orfeu Orfeu (em grego: Oρφεύς, transl.: Orphéus, pronúncia clássica: [or.pʰeú̯s]) é um músico, poeta e profeta lendário na religião grega antiga. "Aristóteles acreditava que Orfeu nunca existiu; mas para todos os outros escritores antigos ele era uma pessoa real, embora vivesse na antiguidade remota. A maioria deles acreditava que ele viveu várias gerações antes de Homero".[1] Leia mais: |
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Numa Pompilio. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Numa_Pomp%C3%ADlio
Numa Pompílio (em latim: Numa Pompilius; 21 de abril de 753 a.C.-673 a.C.) foi um sabino escolhido como segundo rei de Roma. Sábio, pacífico e religioso, dedicou-se a elaboração das primeiras leis de Roma, assim como dos primeiros ofícios religiosos da cidade e do primeiro calendário. Imagem/fonte: |
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A obra mostra Jesus Cristo como Salvador do mundo , e faz parte do Apostolado pintado por El Greco que está guardado no Museu de El Greco em Toledo, Espanha. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:El_Greco_-_Christ_as_Saviour_-_Google_Art_Project.jpg
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Cristo cura o cego. Óleo sobre tela de El Greco. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:El_Greco_-_Christ_Healing_the_Blind_-_WGA10420.jpg
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Allan Kardec, Codificador do Espiritismo.(Lião 03-10-1804 / Paris 31-03-1869) Imagem/fonte: https://dialogos.files.wordpress.com/2007/02/allan-kardec-tratado-2.jpg
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“Casas espirituais” e estados de alma |
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Com base no capítulo III de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, Cesar Perri desenvolveu o tema sobre os conceitos de “casas” e estados de alma na visão espírita. A reunião presencial e transmitida pela internet ocorrida no dia 02 de março faz parte de série de palestras sobre essa obra de Allan Kardec, na sede do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo de São Paulo, às 2as feiras, 20 horas. Em seguida há passes. O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo localiza-se na Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista, São Paulo. Acesse pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=Jkt4pYtmsFs
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX) |
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Casa Editora O Clarim Acesse abaixo: |
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Cultivamos uma vida digna?, e outros destaques da RIE de março CLIQUE AQUI: https://www.facebook.com/casaeditoraoclarim/?locale=pt_BR
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Palestras Instituição Beneficente Nosso Lar- IBNL março 2026 |
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Olá caro Ismael e amigos! Espero que todos estejam bem 😊 Encaminho em anexo a programação do Nosso Lar para o mês de março 2026. Que seja um mês de construção e conquista da paz, de aprendizados e bons encontros para todos nós. Abraço fraterno, Clodoaldo de Lima Leite Presidente voluntário
Livro Pão Nosso, espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.
☕ Café Cultural | Todo 1º Sábado do mês – Temas da
Atualidade à Luz da Filosofia Espírita
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]])
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Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha Portugal |
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Exms Senhores OCS,
As nossas mais cordiais saudações.
1 - O Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, vai levar a cabo uma conferência subordinada ao tema "As emoções dos desencarnados e o luto" que será proferida pela Drª Filipa Ribeiro (Porto), no dia 6 de Março de 2026, 6ª feira, às 21h00, com entrada livre e gratuita. Posteriormente, teremos a Fluidoterapia (passe espírita) e o atendimento em privado.
2 - Todas as palestras são colocadas no Youtube do CCE em http://bit.ly/29VcVMV e todas as actividades são gratuitas.
Cordialmente,
CCE
Tel: 938 466 898; 966 377 204; www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
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Várias ações e divulgações na França |
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A Revue spirite, fundada por Kardec em 1858, prossegue sendo editada, desde 2011 por Le Mouvement Spirite Francophone-LMSF. Na edição do 4o trimestre de 2025, o editor Jean-Paul Evrard reafirma a fidelidade à histórica revista fundada pelo Codificador e inclui a Revue spirite belge; destaca várias atividades efetivadas nos últimos meses. Com fotos, homenageia Roger Perez e Nestor Masotti por terem passado tal responsabilidade ao LMSF. Tem continuidade o artigo “O acompanhamento de doentes terminais, aceitando a sobrevivência da alma”. Notícia ilustrada da “Jornada Kardec 2025” realizada em outubro de 2025, em Tours, cidade natal de Léon Denis, inclusive com visita ao local que ele viveu e à sua sepultura. É feita transcrição de conferência de Léon Denis proferida em Lyon no ano de 1887. Oportuna entrevista com Mickael Ponsardin sobre o movimento espírita e informando o lançamento de seu livro “Le spiritisme expliqué”, disponível na Association Allan Kardec (https://www.assokardec.fr/boutique/#!/products/le-spiritisme-expliqu%C3%A9). Prossegue a publicação conjunta com a União Espírita Belga, trazendo transcrições de artigo e informações do movimento espírita belga. Há continuidade na transcrição de capítulos da obra Pão nosso, do espírito Emmanuel, psicografia de Chico Xavier. Le Mouvement Spirite Francophone edita obras de Kardec e Léon Denis, sempre divulgadas nessa Revista. Relaciona notas sobre vários eventos espíritas realizados na França. Já se divulga o 26º Simpósio para a Francofonia, programado para o Castelo de Wégimont, 23-24 de maio de 2026, com o tema central “O espiritismo posto à prova pela ciência”. Informações: E-mail: [email protected]; http://www.revue-spirite.org
(Resenha
ACPC) (Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]) |
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Novo artigo publicado no JEE. "Normas para referências bibliográficas das obras de Allan Kardec" |
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Caros Leitores do Jornal de Estudos Espíritas (JEE), - Já reparou que quando alguém faz uma referência a um versículo bíblico, qualquer pessoa no mundo consegue identificá-lo e lê-lo, não importam a tradução, a editora, tamanho das letras, número de páginas da versão da Bíblia em mãos, etc.? "João 8:32" apresentará sempre o mesmo versículo, ainda que com palavras um pouco diferentes por conta de detalhes de tradução. - Pois o JEE acaba de publicar o artigo "Normas para referências bibliográficas das obras de Allan Kardec", de autoria de Silvio Seno Chibeni. O artigo apresenta orientações gerais sobre a importatíssima questão relacionada à divulgação do Espiritismo: como citar ou referenciar o conteúdo das obras de Kardec, de uma forma que leitores do mundo inteiro, não importam as traduções e edições, rapidamente conseguem encontrar o conteúdo citado ou referenciado. - Chibeni cita a padronização da citação de autores clássicos da Filosofia. Ele apresenta, portanto, valiosas sugestões nessa questão. Ele vai muito além de meramente sugerir que se cite, por exemplo, o número de uma questão do Livro dos Espíritos, ao invés da página. - Se o assunto te interessou, o link para o acesso gratuito ao artigo é: https://doi.org/10.22568/jee.v14.artn.010202 - O artigo pode ser lido no browser ou baixado para o seu computador, celular ou tablet (clique em PDF na janela que se abrir). Embora o acesso seja gratuito, os direitos autorais são do autor. Portanto, qualquer reprodução, em parte ou em todo, requer sua autorização. - Se gostar do artigo ajude a divulgar; se o artigo for útil à suas pesquisas, cite-o. - Como citar: M. Milani, Jornal de Estudos Espíritas 14,
010201 (2026). DOI: 10.22568/jee.v14.artn.010202. - Se tiver interesse ou souber de quem tem interesse em receber notícias sobre novas publicações do JEE, envie ou peça ao interessado enviar um e-mail para [email protected] solicitando cadastro do seu e-mail. Se, igualmente, não desejar mais receber mensagens e notícias do JEE, por favor, responda a este e-mail solicitando remoção do seu endereço. Não é necessário justificar. - O JEE é um periódico dedicado à publicação de artigos de pesquisa espíritas, sérios, científicos e/ou filosóficos, que valorizam Kardec e a Doutrina Espírita como teoria capaz de descrever e explicar os fenômenos psíquicos. Se um artigo é aceito para publicação no JEE, mesmo sobre assunto controverso, o Leitor pode confiar que o conteúdo não é apenas interessante ou sensato, mas principalmente bem fundamentado na Doutrina. - Excelentes estudos a todos! Alexandre Fontes da Fonseca
Editor - Jornal de Estudos Espíritas https://sites.google.com/site/jeespiritas/ ISSN: 2525-8753
(Recebido em email de Jornal de Estudos Espíritas [[email protected]]) |
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Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG. Acesse abaixo: |
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CLIQUE AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol126.pdf
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[929-JornalMundoMaior] BASES. |
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BASES.
Magali Inês Brum - Colaboradora.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]]) |
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Casa Editora O Clarim [[email protected]] |
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Fevereiro/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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52ª Campanha do canelone Aliança Espírita Varas da Cideira. Araçatuba, SP |
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✨🍝 52ª CAMPANHA DO CANELONE 🍝✨ Aliança Espírita Varas da Videira Já pensou em saborear um canelone delicioso e ainda colaborar com uma causa do bem? 💛 Essa é a sua chance de unir solidariedade e sabor! 💰 Valor: R$ 50,00 💠 Chave Pix: 51.093.250/0001-54 📲 Faça o seu pedido: ➡️ Adriana: (18) 99686-2898 ➡️ Inácia: (18) 99743-7329 🚚 Entrega: 🗓️ Sábado, 21 de março ⏰ Das 11h30 às 13h 📍 Local: CASA DA CARIDADE Rua Péricles Pimentel Salgado, nº 1010 – BR Umuarama
(Informação de Casa da Caridade. Araçatuba, SP) |
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Pesquisa: Estudo sobre mediunidade ostensiva (2026) |
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Olá! Você já deve nos conhecer da Pesquisa Nacional Espírita (PNE), realizada desde 2015. Estamos com nova pesquisa neste ano. Se você é médium ostensivo, seu relato é muito importante. Estamos conduzindo o Estudo sobre Mediunidade 2026, que vai gerar indicadores e boas práticas para fortalecer o trabalho nas casas.
👉 Responda aqui: https://forms.gle/iapcM2F7abmgiHfA8 Se não for o seu caso, poderia, por gentileza, repassar a médiuns ostensivos do seu Centro? Agradecemos muito e ficamos à disposição para outras informações.
Abraço, Ivan Franzolim WhatsApp (11) 98156-0030 https://franzolim.blogspot.com/ [em nome da equipe de pesquisas da PNE]
Alguns dados iniciais. Principais mediunidades: Psicofonia (41%), Psicografia (17%), Vidência (12%), Desdobramento (8%), Audiência (7%), Cura sem cortes (6%), Efeitos Físicos (2%), Psicopictografia (1,5%); Sexo feminino (73%); Alimentação: Omnívoro - se alimenta de tudo (83%); Psicofonia: Consciente (54%), Inconsciente (1%), Semiconsciente (45%).
PMed 2026 - Resultados iniciais
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo |
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ACESSE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Jornal-Momento-Esp-fev-26_compressed.pdf
(Recebido em emails de [email protected] e de Leopoldo Zanardi) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
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Revista Espírita na atualidade/ As leis divinas, um conselho... Clique aqui:
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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FEEMT. Federação Espírita do Estado de Mato Grosso Cuiabá |
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FEMS. Federação Espírita de Mato Grosso do Sul Campo Grande |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti – O Pensamento” - Vol 1 |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1 Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento WhatsApp- Editora 14 99164-6875
(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]]) |
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Bento Mure (Lião, França, 15/05/1809 – Cairo, Egito, 04/03/1858) |
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Benoit Jules Mure. (Lião, França, 15/05/1809 – Cairo, Egito, 04/03/1858) Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Beno%C3%AEt_Jules_Mure
Benoît Jules Mure (Lyon, 15 de maio de 1809 - Cairo, 4 de março de 1858) é considerado um dos introdutores e grande incentivador da homeopatia no Brasil, onde também é referido como Bento Mure. Filho de ricos comerciantes de seda de Lyon, em 1833, Benoît Mure foi acometido de tuberculose, e salvo pelo médico homeopata Conde Sebastien Gaeten Salvador Maxime Des Guidi (1769 – 1863), discípulo de Samuel Hahnemann, o primeiro homeopata da França e introdutor da homeopatia em Lyon.[1] Após a cura, dedicou-se ao estudo da homeopatia, formando-se em Montpellier, uma escola de medicina de tradição vitalista. Teve contato com Hahnemann em Paris e com ele manteve correspondência. [2] Mure trabalhou intensamente na difusão da homeopatia na Europa. Em Paris, fundou um dispensário, onde, com seus colaboradores, chegou a atender mais de mil pacientes por semana. Aderiu ao movimento fourierista.[3] e decidiu vir para o Brasil a fim de implantar um projeto de colonização de acordo com o ideário de Fourier. Chegou ao Brasil em 21 de novembro de 1840. No ano seguinte, tentou implantar um projeto do Falanstério do Saí. Após ter recebido licença do governo imperial e ter escolhido o local para a colônia, Mure partiu, em 22 de dezembro, com cem famílias, a bordo do navio Caroline para colonizar a península do Saí, na divisa do Paraná com Santa Catarina, no encontro dos rios São Francisco e rio Saí.[4]. Ali chegou a organizar a Escola Suplementar de Medicina e Instituto Homeopático de Saí, em 1842, destinado a ensinar a homeopatia a médicos já diplomados. Fracassado o seu projeto, transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1843, fundando aí o Instituto Homeopático do Brasil, do qual foi presidente até 1848. Com João Vicente Martins - médico português naturalizado brasileiro, diplomado cirurgião pela Real Escola de Cirurgia de Lisboa -, criou mais 26 locais de assistência ambulatorial no Rio de Janeiro, apesar de sofrer ataques da Academia Imperial de Medicina, que o acusava de charlatanismo. Na época, eram principalmente os médicos homeopatas que atendiam à população carente e aos escrava. Em 13 de abril de 1848, Mure regressou à Europa. Casou-se com Sophie Lemaire, homeopata experiente e reconhecida. O casal viveu no Cairo, no Sudão e depois em Gênova, onde abriu um ambulatório e também ensinava a prática da homeopatia a leigos. Em 1854, durante uma epidemia de cólera na cidade, Sophie e Benoît dedicaram-se ao tratamento dos doentes com grande sucesso. Entretanto, o governo não reconheceu seus esforços e seus alunos foram processados por exercício ilegal da medicina. O casal decide então voltar para o Egito, onde Mure passou os últimos dois anos de sua vida, ainda dedicado ao ensino da homeopatia para leigos. Ali faleceu, aos 48 anos, aparentemente em consequência dos ferimentos que recebera durante um atentado. [5]Depois de sua morte, em 1858, Sophie permaneceu mais dois anos no Cairo, atendendo doentes, retornando à França em 1860.[6] |
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Lião, França. Foto Ismael Gobbo Benoit Jules Mure nasceu em Lião, França, aos |
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O Rio Nilo atravessando a cidade do Cairo, Egito. Foto Ismael Gobbo Benoit Jules Mure. Desencarnou no Cairo, Egito,aos 04 de março de 1858. |
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Francisco Vieira Paim Pamplona (08-02-1872- 04-03-1955) |
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Francisco Vieira Paim Pamplona Imagem: Reformador, Abril/1955. Febnet
Francisco Vieira Paim Pamplona, nasceu no dia 8 de fevereiro de 1872, no Morro do Paim, de propriedade de seu pai, que deu o nome ao lugar, em Sampaio (Guanabara) e, depois, a uma rua no mesmo bairro. Nas terras cariocas passou sua existência, tornando-se espírita e ganhando o respeito de quantos tiveram a oportunidade de conhecê-lo. Seus contemporâneos retratam-no como homem de tenacidade inquebrável, fruto talvez da disciplina de sua vida e de sua educação, desenvolvida na Marinha Brasileira. Nos últimos anos de sua vida, caracterizada por um esforço intenso de servir, Paim Pamplona orgulhava-se de ter o seu nome como o n° 1 no quadro dos sócios vivos da Federação Espírita Brasileira. Era o mais antigo de todos e, igualmente, um dos mais dedicados a ela. Ignora-se de que maneira se fez espírita, todavia o fato de ter começado a freqüentar a FEB ainda quando era um jovem Guarda-Marinha, permite ajuizar que adquiriu a convicção espírita em sua primeira mocidade. Considerando sagrados os seus deveres, desde os mínimos aos máximos, não foi de espantar a sua ininterrupta ascenção na Marinha, até alcançar o posto máximo, isto é, o de Almirante. A alta patente, entretanto, não afetou o seu espírito de humildade modelar, a sua generosidade singela e espontânea, que passava quase despercebida num mundo onde se alardeia muito e em que a exemplificação autêntica se torna escassa. Jamais se impacientava, nunca se aborrecia nem punha em evidência sua autoridade, sua energia acima do vulgar. Além de suas funções na Marinha, foi professor no Colégio Militar, como lente de Geografia; fundou e dirigiu, no Engenho Novo, o "Colégio Nacional". Nos trabalhos doutrinários exerceu com abnegação as mais diversas funções. Na Federação Espírita Brasileira, foi chamado a prestar serviços em muitos postos, inclusive ao de Presidente nos exercícios de 1927 e 1928. Posteriormente, membro, nesta mesma casa, do Conselho Fiscal e do Conselho Superior, funções que exerceu até à desencarnação. Foi Presidente, por vários anos, do Asilo de órfãos "Anália Franco", e continuou sempre como membro do seu conselho administrativo. Era também, membro do conselho da Maternidade "Casa da Mãe Pobre". Em sua longa carreira doutrinária, ensinava através do exemplo. Não era visto à frente dos espíritas, mas sempre em meio dos espíritas Seu nome não aparecia nos jornais e são escassos os informes a respeito de sua vida. Sua voz não se ouvia nas tribunas. É mérito educador, criou em 1923, com o Dr. Eurico da Cunha Rabelo, diretor do Instituto Rabelo, o Colégio Maria de Nazaré, no qual se usaram de métodos racionais e naturais, consoante os mais modernos processos pedagógicos, e sob orientação espírita, observando-se, porém, a mais completa tolerância religiosa. Esse estabelecimento de ensino, destinado apenas a meninas, funcionou por algum tempo à rua Ibituruna, na Guanabara. Em 4 de março 1955, em sua residência à Avenida Maracanã, n.° 411, desencarnou com 83 anos de idade, o Almirante Reformado Francisco Vieira Paim Pamplona, deixando viúva a senhora D. Eleusina Paim Pamplona, mais conhecida, carinhosamente, pelo nome de Biosa, com quem foi casado durante 57 anos, bem como três filhos e três filhas: 0 Coronel Silvio Paim Pamplona, srs. Arnaldo Paim Pamplona, alto funcionário Federal Darcy Paim Pamplona, engenheiro mecânico, e sras. Elza, Milza e Marina, todas casadas e numerosos netos. O velho instrumento de suas atividades materiais foi sepultado no Cemitério de S. Francisco Xavier, em 5 de março de 1955. O Professor Newton de Barros fez o seu elogio fúnebre em discurso vibrante, apresentando as despedidas dos servidores do Espiritismo ao seu modelar companheiro. Diante de um público das mais versas expressão de crença e descrença, aquela despedida se tornou edificante propaganda do ideal espírita que orientou a vida de Paim Pamplona. Assim desapareceu da superfície da Terra um homem que, em 83 anos de existência, ocupando posições de comando, exercendo autoridade, nunca teve um desafeto. Fonte: Revista Internacional de Espiritismo – março/ 1972.
(Copiado de https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Francisco-Vieira-Paim-Pamplona.pdf) |
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(Copiado de https://www.febnet.org.br/portal/wp-content/uploads/2019/07/Paim-Pamplona.pdf) |
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Sede histórica da FEB. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo |
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Escada na sede histórica da FEB. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo |
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Av. Passos vista da janela da sede histórica da FEB. Ao fundo a Praça Tiradentes. Rio de Janeiro. Foto Ismael Gobbo |
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Salão na sede histórica da FEB. Rio de Janeiro. Foto Ismael Gobbo |
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Ermance Dufaux |
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Ermance De La Jonchére Dufaux nasceu em 1841, na cidade de Fontainebleau, França. Próxima a Paris, abrigava a residência oficial de Napoleão III e de outros nobres. O pai de Ermance, rico produtor de vinho e trigo, era um deles. Tradicional, a família Dufaux residia num castelo medieval, herança de seus antepassados. Em 1853, a filha dos Dufaux começou a apresentar inquietante desequilíbrio nervoso e a fazer premonições. Por causa desse problema, seu pai procurou o célebre médico Cléver De Maldigny. Pelo relato do Sr. Dufaux, o médico disse que Ermance parecia estar sofrendo de um novo distúrbio nervoso, que havia feito diversas vítimas na América e que, agora, estava chegando à Europa. As vítimas da doença entravam numa espécie de transe histérico e começavam a receber hipotéticas mensagens do Além. O médico aconselhou o Sr. Dufaux a trazer Ermance a seu consultório, o mais rápido possível. Assim foi feito. Alguns dias depois, a mocinha comparecia à consulta. Maldigny colocou um lápis na mão da menina e pediu que ela escrevesse o que lhe fosse impulsionado. Ermance começou a rir, gracejando, mas, de súbito, seu braço tomou vida própria e começou a escrever sozinho. Ao ver-se dominada por uma força estranha, Ermance assustou-se, largou o lápis e não quis continuar a experiência. Maldigny examinou o papel e confirmou seu diagnóstico. Os pais de Ermance ficaram extremamente preocupados. Como a família era famosa na corte, a notícia logo se espalhou em Paris e Fontainebleau, chegando aos ouvidos do Marquês de Mirvile, famoso estudioso do Magnetismo. O Marquês visitou o castelo dos Dufaux e pediu para examinar Ermance. Os pais aquiesceram, mas a mocinha teve que ser convencida. Por fim, Ermance colocou-se em posição de escrever e Mirvile perguntou ao invisível: - Está presente o Espírito em que penso? Em caso positivo, queira escrever seu nome por intermédio da garota. A mão de Ermance começou a se mover e escreveu: - Não, mas um de seus parentes remotos. - Pode escrever seu nome? - Prefiro que meu nome venha diretamente à sua cabeça. Pense um instante. - São Luís, rei de França (1), primo do primeiro nobre de minha família? - Sim, eu mesmo. - Vossa Majestade pode dar-me um prova de que é realmente o nosso grande rei? - Ninguém nesta casa sabe que você e seus parentes me consideram o Anjo da Guarda da família. Se Maligny via o caso de Ermance como doença, o Marquês também tinha suas explicações preconcebidas. Na sua opinião, ela apenas captava as idéias e pensamentos presentes no ambiente. Isso na melhor das hipóteses. Na pior, a jovem estava sendo intérprete do Diabo, pois, como católico, ele não acreditava que os mortos pudessem se comunicar. Uma análise conclusiva deveria ser feita pela Academia de Ciências de Paris. O Sr. Dufaux, no entanto, não levou o caso adiante. Embora também fosse católico, ele preferiu acreditar que sua filha não era doente ou possessa, mas apenas uma intermediária entre os vivos e os mortos. A família foi se acostumando com o fato e a faculdade de Ermance passou a ser vista como uma coisa natural e positiva. Os contatos com São Luís passaram a ser frequentes. Sob seu influxo, ela escreveu a autobiografia póstuma do rei canonizado, intitulada "A história de Luís IX, ditada por ele mesmo". Em 1854, esse texto foi publicado em livro, mas a Censura do Governo de Napoleão III proibiu a sua distribuição. Os censores acharam que algumas passagens podiam ser entendidas como críticas ao Imperador e à Igreja. O posicionamento favorável dos Dufaux ao neo-espiritualismo (spiritualisme) gerou retaliações. Numa confissão, Ermance recusou-se a negar sua crença nos Espíritos, atribuindo suas mensagens a Satanás, e foi proibida de comungar. A Imperatriz também esfriou seu relacionamento com a família. No entanto, o Imperador Napoleão III ficou curioso e pediu para conhecer a Srta. Dufaux. Ela foi recepcionada no Palácio de Fontainebleau e recebeu uma mensagem de Napoleão Bonaparte para o sobrinho. A mensagem respondia a uma pergunta mental de Luís Napoleão e seu estilo correspondia exatamente ao de Bonaparte. Com o tempo, os Espíritos também começaram a falar por Ermance. Em 1855, com 14 anos, Ermance publica seu segundo livro "spiritualiste" (na época, não existiam os termos espírita, mediunidade, etc). O primeiro a ser distribuído e vendido: "A história de Joana D'Arc, ditada por ela mesma" (Editora Meluu, Paris). Segundo Canuto Abreu, a família Dufaux conheceu Allan Kardec na noite do dia 18 de abril de 1857. O Codificador teria dado uma pequena recepção em seu apartamento e os Dufaux foram levados por Madame Planemaison, grande amiga do professor lionês. No final da reunião, Ermance recebeu uma belíssima mensagem de São Luís, que, a partir dali, tornaria-se uma espécie de supervisor espiritual dos trabalhos do Mestre. Segundo o ex-rei, Ermance, assim como Kardec, era uma druidesa reencarnada. Os laços entre os dois se estreitaram e ela se tornou a principal médium das reuniões domésticas do Prof. Rivail. No final de 1857, Kardec teve a idéia de publicar um periódico espírita e quis ouvir a opinião dos guias espirituais. Ermance foi a médium escolhida e, através dela, um Espírito deu várias e ótimas orientações ao Mestre de Lion. O órgão ganhou o nome de "Revista Espírita" e foi lançado em Janeiro do ano seguinte. Como o apartamento de Allan Kardec ficou pequeno para o grande número de frequentadores da sua reunião, alguns dos participantes decidiram alugar um local maior. Para isso, porém, precisavam de uma autorização legal. O Sr. Dufaux encarregou-se de obter o aval das autoridades, conseguindo em quinze dias o que, normalmente, levaria três meses. Conquistada a liberação, o Codificador e seus discípulos fundaram a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em Abril de 1858. Ermance foi uma das sócias fundadoras. Durante o ano de 1858, Ermance recebeu mais duas autobiografias mediúnicas. Desta vez, os autores foram os reis franceses Luís XI e Carlos VIII. O Codificador elogiou o trabalho da Srta. Dufaux (2) e transcreveu trechos das "Confissões de Luís XI" na Revista Espírita(3). Nesse mesmo ano, Kardec divulgou três mensagens psicografadas pela jovem sensitiva (4). Não temos notícia sobre a possível publicação das memórias de Carlos VIII. Canuto Abreu revelou que Rivail a utilizou como médium na revisão da 2ª edição de O Livro dos Espíritos. Em 1859, Ermance não é mais citada como membro da SPEE nas páginas do mensário kardeciano. Isso leva-nos a crer que ela teria saído da Sociedade. Outro indício dessa suposição é que São Luís passou a se comunicar através de outros sensitivos (Sr. Rose, Sr. Collin, Sra. Costel e Srta. Huet). Não há, igualmente, registros da continuidade do seu trabalho em outros grupos. O que teria acontecido com Ermance? Teria casado e deixado a militância, como Ruth Japhet e as meninas Baudin? Teria se desentendido com Kardec? Teria mudado da França? Teria desanimado com o Espiritismo? São perguntas que só ela poderia responder. Seja como for, o Codificador continuou a divulgar seu trabalho. Em 1860, ele noticiou a reedição de "A história de Joana D'Arc ditada por ela mesma", pela Livraria Lendoyen de Paris. Em 1861, enviou vários exemplares desse livro, junto com suas obras, para o editor francês Maurice Lachâtre, que se encontrava exilado em Barcelona, Espanha. O objetivo era a divulgação do Espiritismo em solo espanhol. Esses volumes acabaram confiscados e queimados em praça pública pela Igreja Católica no famoso Auto-de-fé de Barcelona. "A história de Luís IX ditada por ele mesmo", foi liberada pela Censura e finalmente publicada pela revista La Verité de Paris em 1864. No início de 1997, a editora brasileira Edições LFU traduziu "A história de Joana D'Arc" para o português. NOTAS: (1) Rei francês, filho de Luís VIII e Branca de Castela, nascido em 1215, coroado em 1226 e morto em 1270. Luís IX teve um reinado bastante conturbado. Até 1236 enfrentou a Revolta dos Vassalos e a Guerra dos Albigenses. Venceu duas batalhas contra os ingleses em 1242. Em 1249, organizou uma Cruzada, foi vencido e aprisionado. Resgatado, ficou na Palestina até 1252, quando voltou à França. Empreendeu mais uma Cruzada e morreu de peste ao desembarcar em Tunis. Foi canonizado pela Igreja em 1297. (2) Página 30 do Volume 1858, EDICEL. (3) Páginas 73, 148 e 175, ibidem. (4) Páginas 137, 167 e 317, ibidem. BIBLIOGRAFIA: O LIVRO DOS ESPÍRITOS E SUA TRADIÇÃO HISTÓRICA E LENDÁRIA, Silvino Canuto Abreu, Edições LFU, São Paulo, 1992. - OBRAS PÓSTUMAS, Allan Kardec, FEB, Rio de Janeiro, 1993. - COLEÇÃO DA REVISTA ESPÍRITA, Allan Kardec, EDICEL, São Paulo. Fonte: Site ww.espiritismogi.com.br
(Copiado de https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Ermance-Dufaux.pdf) |
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Antigo postal publicado pela ELD, n°418: FONTAINEBLEAU - Praça da Parada de Vinhos Data anterior a 1914 Fonte Coleção pessoal Autor escaneado por Claude_villetaneuse. Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:ELD_418_-_FONTAINEBLEAU_-_Place_de_l%27Etape_aux_Vins.jpg |
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Napoleão III da França. Óleo sobre tela de Alexandre Cabanel Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Napole%C3%A3o_III_de_Fran%C3%A7a |
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Joana D’Arc pastora no Panteão de Paris, França. Obra de E. Lenepveu. Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/af/Jeanne_d%27Arc_-_Panth%C3%A9on_I.jpg
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Provas voluntárias. O verdadeiro cilício. |
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26. Perguntais se é lícito ao homem abrandar suas próprias provas. Essa questão equivale a esta outra: É lícito, àquele que se afoga, cuidar de salvar-se? Àquele em quem um espinho entrou, retirá-lo? Ao que está doente, chamar o médico? As provas têm por fim exercitar a inteligência, tanto quanto a paciência e a resignação. Pode dar-se que um homem nasça em posição penosa e difícil, precisamente para se ver obrigado a procurar meios de vencer as dificuldades. O mérito consiste em sofrer, sem murmurar, as consequências dos males que lhe não seja possível evitar, em perseverar na luta, em se não desesperar, se não é bem-sucedido; nunca, porém, numa negligência que seria mais preguiça do que virtude. Essa questão dá lugar naturalmente a outra. Pois, se Jesus disse: “Bem-aventurados os aflitos”, haverá mérito em procurar, alguém, aflições que lhe agravem as provas, por meio de sofrimentos voluntários? A isso responderei muito positivamente: sim, há grande mérito quando os sofrimentos e as privações objetivam o bem do próximo, porquanto é a caridade pelo sacrifício; não, quando os sofrimentos e as privações somente objetivam o bem daquele que a si mesmo as inflige, porque aí só há egoísmo por fanatismo. Grande distinção cumpre aqui se faça: pelo que vos respeita pessoalmente, contentai-vos com as provas que Deus vos manda e não lhes aumenteis o volume, já de si por vezes tão pesado; aceitá-las sem queixumes e com fé, eis tudo o que de vós exige Ele. Não enfraqueçais o vosso corpo com privações inúteis e macerações sem objetivo, pois que necessitais de todas as vossas forças para cumprirdes a vossa missão de trabalhar na Terra. Torturar e martirizar voluntariamente o vosso corpo é contravir a Lei de Deus, que vos dá meios de o sustentar e fortalecer. Enfraquecê-lo sem necessidade é um verdadeiro suicídio. Usai, mas não abuseis, tal a lei. O abuso das melhores coisas tem a sua punição nas inevitáveis consequências que acarreta. Muito diverso é o que ocorre, quando o homem impõe a si próprio sofrimentos para o alívio do seu próximo. Se suportardes o frio e a fome para aquecer e alimentar alguém que precise ser aquecido e alimentado e se o vosso corpo disso se ressente, fazeis um sacrifício que Deus abençoa. Vós que deixais os vossos aposentos perfumados para irdes à mansarda infecta levar a consolação; vós que sujais as mãos delicadas pensando chagas; vós que vos privais do sono para velar à cabeceira de um doente que apenas é vosso irmão em Deus; vós, enfim, que despendeis a vossa saúde na prática das boas obras, tendes em tudo isso o vosso cilício, verdadeiro e abençoado cilício, visto que os gozos do mundo não vos secaram o coração, que não adormecestes no seio das volúpias enervantes da riqueza, antes vos constituístes anjos consoladores dos pobres deserdados. Vós, porém, que vos retirais do mundo, para lhe evitar as seduções e viver no insulamento, que utilidade tendes na Terra? Onde a vossa coragem nas provações, uma vez que fugis à luta e desertais do combate? Se quereis um cilício, aplicai-o às vossas almas, e não aos vossos corpos; mortificai o vosso Espírito, e não a vossa carne; fustigai o vosso orgulho, recebei sem murmurar as humilhações; flagiciai o vosso amor-próprio; enrijai-vos contra a dor da injúria e da calúnia, mais pungente do que a dor física. Aí tendes o verdadeiro cilício cujas feridas vos serão contadas, porque atestarão a vossa coragem e a vossa submissão à vontade de Deus. – Um anjo guardião. (Paris, 1863.)
(O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, FEB. Bem-aventurados os aflitos, Cap. V, 26) |
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Espinheiro. Cafarnaum, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Estátua – O menino do espinho. Autor desconhecido. Cópia de original romana. Séc. I – III d.C. Museu Nacional de Belas Artes. Santiago, Chile. Foto Ismael Gobbo |
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A cura da filha de Jairo. Óleo sobre papel montado em tela de Paolo Veronese. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Paolo_Veronese_cat01c.jpg |
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Pintura de Antonio da Firenze (século XV) retratando um penitente se autoflagelando aos pés de uma imagem de Cristo crucificado Imagem/fonte: Trabalho próprio , sailko |
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Estudo para Jesus em Cafarnaum (1885). Óleo sobre tela de Rodolpho Amoêdo Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo. Foto Ismael Gobbo |
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Amor Infinito Fenômenos Mediúnicos |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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