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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, sábado, 21 de março de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
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Os últimos 5 emails enviados |
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DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
19-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/19-03-2026.htm 18-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/18-03-2026.htm 17-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/17-03-2026.htm 16-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/16-03-2026.htm 14-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/14-03-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 7 - 1864 |
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(Continuação da postagem anterior)
(Copiado do site Febnet) |
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Praça Real. Bruxelas, Bélgica. Entre 1890 e 1900 |
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Imitação do Evangelho Segundo o Espiritismo Veja cópia da edição original de 1864 em Google Books |
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Imitação do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB
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1ª. página do jornal “Le Siècle” de 14 de outubro de 1861 noticiando o Auto de Fé de Barcelona ocorrido no dia 9 de outubro de 1861. No alto à esquerda da página. Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k727439h/f1.item |
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Auto de fé de Barcelona com queima de livros espíritas aos 9 de outubro de 1861. Imagem/fonte: https://useece.blogspot.com.br/2011/10/onde-ocorreu-o-auto-de-fe-de-barcelona.html |
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Relatório do incêndio de Limoges, 15 e 16 de agosto de 1864/ por P. Laforest Leia aqui: |
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Limoges. França. O incêndio de 1864 levou à reconstrução do distrito localizado entre a Place d'Aine e a Place de la Motte, permitindo que as condições insalubres desta área desaparecessem, mas também instalando um urbanismo precário como outros distritos. Fonte:
Limoges (em occitano: Lemòtges ou Limòtges) é uma cidade de França, capital do departamento de Alto Vienne, na região Nova Aquitânia. A população da área urbana é de 248 000 habitantes (138 000 na cidade). Limoges é conhecida mundialmente pelo seus esmaltes medievais (esmaltes de Limoges) sobre cobre, pela sua porcelana (porcelana de Limoges) e pelos seus barris de carvalho que são usados na produção de conhaque. O adjetivo pátrio referente a Limoges é limusino. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Limoges
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Pote de chocolate em porcelana de Limoges: Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Verseuse_porcelaine_de_Limoges.jpg |
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Allan Kardec. Óleo sobre tela por Nair Camargo. Foto Ismael Gobbo.
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O óbolo da viúva em aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira |
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CAPÍTULO XXVIII ---------- Coletânea de preces espíritas
– Preâmbulo – Preces gerais – Preces para si mesmo – Preces pelos outros – Preces pelos que já não são da Terra – Preces pelos doentes e obsidiados
II- Preces para si mesmo
Para pedir um conselho
24. PREFÁCIO. Quando estamos indecisos em fazer ou não fazer uma coisa, devemos antes de tudo propor-nos a nós mesmos as seguintes questões: 1. Aquilo que eu hesito em fazer pode acarretar algum prejuízo a outrem? 2. Pode ser proveitoso a alguém? 3. Se agissem assim comigo, eu ficaria satisfeito? Se o que pensamos fazer só interessa a nós mesmos, devemos pesar as vantagens e os inconvenientes pessoais que nos possam resultar. Se interessa a outro, e se, resultando em bem para um, possa fazer mal para um terceiro, é preciso igualmente pesar a soma de bem ou de mal que se produzirá, para que possamos agir ou deixar de agir. Enfim, mesmo para as melhores coisas, devemos ainda considerar a oportunidade e as circunstâncias acessórias, porque uma coisa, boa em si mesma, pode dar maus resultados em mãos inábeis, se não for conduzida com prudência e circunspeção. Antes de empreendê-la, convém que consultemos suas forças e seus meios de execução. Em todos os casos, sempre podemos solicitar a assistência dos nossos Espíritos protetores, lembrados desta sábia advertência: na dúvida, abstém-te. 25. PRECE. Em nome de Deus Onipotente, inspirai-me, Espíritos bons que me protegeis, a melhor resolução a ser tomada na incerteza em que me encontro. Dirigi meu pensamento para o bem e desviai a influência dos que tentarem transviar-me.
II-Preces para si mesmo Próximo Nas aflições da vida
(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira) |
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Jesus orando no Getsêmani. Óleo de Heinrich Hofmann. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Christ_in_Gethsemane.jpg
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“Ai de vocês, Escribas e Fariseus”. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:
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Autor Andrea Pozzo (1642–1709) wikidata:Q380103 s:en:Author:Andrea Pozzo q:it:Andrea Pozzo Tipo de objeto pintura Descrição Anjo da guarda Data cerca de 1685 Técnica pintura Fonte/Fotógrafo [1] Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Guardian-Angel-1685-94-Andrea-Pozzo.jpg |
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O evangelista Mateus Rembrandt (1606–1669) wikidata:Q5598 s:en:Autor:Rembrandt Harmenszoon van Rijn q:en:Rembrandt imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título O evangelista Mateus e o anjo Pintura de tipo de objeto Edite isto no Wikidata Gênero arte religiosa Edite isto no Wikidata Pessoas retratadas Mateus, o Apóstolo Edite isto no Wikidata Data 1661 Óleo médio sobre tela Altura das dimensões: 96 cm (37,7 pol.); largura: 81 cm (31,8 pol.) Coleção Wikidata do Louvre-Lens:Q405543 (inventário). Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel.jpg |
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O Livro dos Médius, lançado por Allan Kardec em janeiro de 1861.
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O grande médium Francisco Cândido Xavier psicografando no Centro Espírita Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo, MG. Imagem/fonte: http://professorricardovieira.blogspot.com.br/2014/04/biografia-de-chico-xavier.html
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Autor Josef August Untersberger (1864–1933) wikidata:Q1231330 Tipo de objeto pintura Descrição Cristo no Monte das Oliveiras. Técnica pintura Notas Josef Untersberger, artista austríaco costuma assinar suas pinturas como Giovanni. Fonte/fotógrafo próprio scan, 27/08/2013 19:45:55. Imagem/fonte: https://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:Christ_on_the_Mount_of_Olives_by_Giovanni.jpg |
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O Sermão da Montanha. Autor: Harold Copping. Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Matthew_6:17
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Apóstolo Paulo. Óleo sobre tela de Jan Lievens. Imagem/fonte:
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Velha orando. Óleo sobre tela por Theophile M. Lybaert. 1915. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Theophile_Lybaert_-_Old_Flanders.jpeg
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Prece do “Pai Nosso”. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Jesus ensina o povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:
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Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com Nicodemos, um fariseu, falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8)
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Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard
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Surpresas numa carta |
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Tanto se fala a respeito da gentileza. Livros são escritos, vídeos são postados. Quando paramos, em uma dessas tardes de tempo para amar, e trocamos confidências sobre gestos de gentileza que nos alcançaram um dia, refazendo nosso ânimo, descobrimos exemplos extraordinários. Paulo, um amigo, contou que, recém-saído da Escola Técnica de Indústria Química, foi estagiar na capital pernambucana. Saindo do Rio de Janeiro, ele e o colega Jair foram procurados pela vizinha para que levassem, em mãos, uma carta a seus parentes. Nenhum dos dois questionou por que ela não postou a carta, enviando pelos correios. Afinal, eles chegariam numa cidade desconhecida e teriam de procurar o tal endereço para a entrega. Deliberados a se desincumbirem da tarefa, se apressaram, tão logo chegaram a Recife, a entregar a encomenda. A surpresa veio exatamente na recepção da correspondência pela família. A carta era uma apresentação dos dois jovens estudantes, acrescida do pedido para que fossem auxiliados da melhor maneira possível. As portas daquela casa se abriram, de imediato. Eles poderiam ficar hospedados ali, pelo tempo que necessitassem. Ambos aceitaram e permaneceram naquele lar por muitos meses. Finalizando o estágio, Jair retornou à sua cidade. Paulo somente deixou aquela casa quando se casou, anos mais tarde. Relata ele que, até hoje, lembrando da gentileza daquela família, se emociona. Uma família que acolheu dois estranhos. E uma vizinha que os recomendou aos seus próprios parentes. Narrando o fato, ele mesmo nem se recorda que também se dispôs, junto com seu colega, a ser gentil entregando uma correspondência que poderia ter seguido por via postal. Gentileza verdadeira é assim, espontânea, nem percebida por quem a oferece. * * * A gentileza é muito mais do que um simples ato de cortesia. É uma força capaz de catalisar mudanças profundas, tanto em quem a oferece quanto em quem a recebe. Quando surge, pode até surpreender aquele que é alvo dela. Chega, por vezes, a alterar o rumo de sua vida. Em um mundo cada vez mais acelerado e muitas vezes frio, um gesto de atenção e empatia se torna um bálsamo para a alma, quebrando barreiras de indiferença. Pequenas ações, que podem ir de um sorriso sincero, uma palavra de apoio ou a simples escuta atenta até as que auxiliam em profundidade, criam uma onda de positividade que se espalha de forma contínua. Ela não exige recursos financeiros. Somente riqueza de espírito e a decisão consciente de ter olhos de ver. Olhos de perceber a dificuldade que alguém atravessa e se dispor a auxiliar. Não importa quem seja. Porque a gentileza não indaga de procedência, de crença religiosa, político-partidária ou qualquer detalhe da vida. Simplesmente, ao se apresentar, ela estabelece a construção de um ambiente mais harmonioso, pavimentando o caminho para uma sociedade verdadeiramente mais humana e, por consequência, transformadora. A gentileza não é um ato isolado. É a semente diária que plantamos para colher um futuro mais humano e radiante. Redação do
Momento Espírita.
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7600&stat=0) |
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O pai ao pé da cama |
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Ela sempre teve pesadelos noturnos. Os sonhos ruins atrapalhavam as noites. Acordava assustada uma, duas, três vezes. Assim foi enquanto era menina e depois, quando chegou na adolescência. E ela nunca conseguiu dizer o que perturbava tanto o período noturno. A única coisa que solucionava, que resolvia o problema dos pesadelos, era a presença da mãe ou do pai. Ela os buscava no quarto, quase sonâmbula, pegava-os pelas mãos em silêncio, e os conduzia até o seu quarto. Eles a abraçavam, faziam breve oração, diziam para ela pensar em um lugar bem bonito onde desejava estar, e a colocavam de volta na cama. Um gesto, porém, era bastante curioso, e durou anos. A menina simplesmente apontava para os pés da cama como a dizer: Fiquem um pouquinho comigo ali. Eles entendiam e ficavam. Bastava uns cinco minutos. A resposta vinha imediata. Ela se deitava, fechava os olhos, e uns segundos depois os abria, como que a espiar para saber se o pai ou a mãe ainda estava ali. Quando identificava um deles, nascia um sorriso sem igual, um sorriso de Agora está tudo bem. A respiração se normalizava, o sono se restabelecia e tudo voltava à paz. Bastava ela saber que o pai ou a mãe permanecia ali, aos pés da cama. * * * Isso é muito simbólico. Não porque tenhamos pesadelos e acordemos assustados pedindo ajuda, mas pela questão da confiança. A figura dos pais ao pé da cama representa a vigilância, a guarda, a certeza de que nada nos fará mal, pois eles estão velando. Na vida adulta, essa figura ainda existe, representada por nosso Espírito protetor, que é também uma mãe ou um pai, que é um amigo ou uma amiga querida presente em nossos dias. Mais ainda, a figura dos pais ao pé da cama é também a confiança que devemos construir em Deus, nosso Pai Maior. Ele está sempre conosco, embora não O sintamos na maioria das vezes, por estarmos nas batalhas dos pesadelos, sem poder abrir os olhos. Falta-nos despertar, buscá-lO pelas mãos e pedir Seu auxílio. Ele nunca nega ajuda a quem lha pede. O Pai aos pés da cama nos ouve com paciência. Poderá ser invocado diversas vezes à noite e nunca irá reclamar. Sempre nos atenderá com a mesma boa vontade e paciência. Contemos com Ele. Contemos com a figura de nosso Espírito protetor. Conversemos mais com esse Espírito amigo que assumiu missão tão grandiosa. Perguntemos, peçamos e tenhamos a sensibilidade e a humildade de ouvir as respostas, mesmo que não sejam aquelas que desejaríamos. Lembremos que nosso anjo de guarda e nosso Pai Maior não são gênios da lâmpada, ou serviçais que existem apenas para atender nossos três desejos ou caprichos. Eles nos conhecem. Eles nos viram nascer, sabem das nossas necessidades. Sabem o que é manha e sabem o que é carência. Sabem o que é real ou apenas passageira ilusão de nossa parte. Mas, no que diz respeito aos pesadelos, aos medos e aos enfrentamentos, podemos contar sempre com eles, ali, ao pé da cama, nos dizendo: Fique tranquilo. Você não está sozinho. Estamos com você. Redação do
Momento Espírita
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7601&stat=0) |
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Pensemos nisso |
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Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Hoje. Lição nº 09. Página 49.
Exaltemos a indulgência não apenas qual lâmpada que deve brilhar nos vizinhos, mas, acima de tudo, por luz viva que nos cabe trazer no coração, de maneira a clarear o próprio caminho. Pensemos nisso, observando as dificuldades do próximo, como se as dificuldades do próximo, em verdade, nos pertencessem. - Viste o companheiro embriagado, na via pública, e, instado a prestar-lhe breve momento de apoio, desapareceste na esquina, desistindo conscientemente de auxiliá-lo. Reflete, porém, nos suplícios da esposa digna que o suporta, incessantemente, dentro de casa. - Percebeste as manifestações desagradáveis da irmã irrefletida e lhe atiraste em rosto reprovações e críticas, através de advertências amargas. Recorda, no entanto, a luta do homem correto que a sustenta do lar, por mãe dos próprios filhos. - Registraste a presença do irmão obsidiado e fugiste sorrateiramente, temendo a obrigação de socorrê-lo, no espaço de algumas horas. Medita, contudo, nos sacrifícios do coração materno que o carrega sem pausa. - Ouviste as lamentações do enfermo, a censurar-lhe gemidos e descontroles. Imagina, entretanto, como te comportarias se a doença que o verga te invadisse a esfera da própria carne. - Assinalaste as inibições do amigo que conversa de maneira infantilizada e abandonaste, intempestivamente, a palestra, negando-lhe mais alguns minutos de atenção cordial. Pensa, todavia, quão longo e doloroso te seria o sofrimento, se guardasses no cérebro semelhantes entraves. Ninguém pode viver sem a indulgência dos outros, mas, para exercer com sinceridade a indulgência para com os outros, é necessário saibamos colocar-nos no lugar deles.
(Texto recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
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Monge alimentando os pobres. Óleo sobre tela de Louis Gallait Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Louis_Gallait_-_Monk_Feeding_the_Poor_-_WGA8437.jpg |
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Permita que as criancinhas venham a mim. guache sobre grafite sobre papel trançado cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
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Órfãos. Óleo sobre tela por Thomas Benjamin Kennington. Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/78/Thomas_Benjamin_Kennington_-_Orphans.jpg
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Ilustração de caridade. Do livro Needham, Geo C. "Street Arabs and Gutter Snipes" https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Charity_to_Street_Arab.jpg
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Março/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]])
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Recordações do passado e o verdadeiro profeta |
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Na reunião matutina de domingo, dia 15 de março, na Instituição Nosso Lar, em Araçatuba, Felipe Perri abordou o tema “Recordação da existência corpórea” (O Livro dos Espíritos, questões 304 a 319). Paulo Sérgio Perri de Carvalho expôs sobre “Caracteres do verdadeiro profeta” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 21). A reunião foi transmitida pelo canal da Instituição e pela Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes. Acesse as palestras pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=zc8NE36s1uM
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX) |
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Guerras e paz |
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Antonio Cesar Perri de Carvalho Nos últimos anos o mundo acompanha estarrecido o que seria inimaginável nesse século: invasões de países e bombardeios generalizados com terríveis atrocidades.O direito internacional e astradicionais posições diplomáticas andam enfraquecidas e é evidente o desrespeito à soberania de países. Em que pesem as justificativas de combates a terrorismo e a tráfico de drogas, os meios adotados são questionáveis. Em meio a um turbilhão de pensamentospara se buscar a explicação espiritual sobre os tristes episódios de nossos tempos, veem à nossa mente a trajetória do destacado literato russoLev NikolaievitchTolstoi, conhecido apenas como Leon Tolstoi (1828-1910). Esse carismático escritor tornou-se conhecido com seu romance Guerra e paz, onde focaliza a invasão da Rússia por Napoleão Bonaparte, entremeando enredo de amores e aventuras de alguns personagens. Inicialmente foi publicado em série em periódico entre 1865 e 1869. Torna-se interessante pinçarmos alguns lances da linha de pensamento desenvolvida por Tolstoi. Os analistas do escritor comentam que na década de 1870, ele viveu uma profunda crise moral, em seguida caminhando para interesses espirituais. No romance Ressurreição (1899) defende idéias ligadas à justiça social, fundamentando-se em filosofia econômica do intelectual Henry George.Tolstoi critica a injustiça das leis humanas e as posições falsas e hipócritas das igrejas cristãs. Sua vida foi marcada por protagonismos políticos e religiosos e nos seus últimos anos defendia o amor e a não-violência.Seria uma resistência ou ação não violenta para se atingir uma meta sociopolítica através de protestos simbólicos, de não cooperação econômica ou política, até a desobediência civil, mas sem o uso da violência. Tolstoi baseia-se emfrase de Cristo sobre o oferecimento da “outra face”, parase evitar a violência e a vingança. Nessa nova etapa de sua existência, deteve-se no estudo do Sermão da Montanha e se transformou numa espécie de anarquista cristão e pacifista. Ao longo de sua vida na conturbada Rússia dos Czares, claramente se nota uma evolução na sua visão sobre a sociedade.No fundo procurava entender a essência da “lei áurea” ensinada pelo Cristo. Como espírito liberto, utilizando a mediunidade de Yvonne do Amaral Pereira, elaborou a obra Ressurreição e vida1, publicada em 1964. O autor espiritual desenvolve seis contos ou mini-romances, que seriam reais, ambientados na Rússia dos czares Romanov.A temática ressurreição é tratada em referência às aparições de Jesus. Destacamos que o autor espiritual acrescenta ao título de sua obra como encarnado Ressurreição,o verbete “vida”, no sentido amplo de vida espiritual. Nessa obra mediúnica, o espírito Tolstoi realça que apenas uma sólida educação moral-intelectual com base nos ensinos de Jesus poderá encaminhar o homem para o cultivo das virtudes e relata o encontro espiritual com um luminar do cristianismo e a aceitação de seus ensinos: “Foi esse um dos mestres que encontrei aquém do túmulo. Seus ensinamentos, os exemplos de ternura em favor do próximo, que me deu, revigoraram minhas forças. Sob seus conselhos amorosos orientei-me, dispondo-me a realizações conciliadoras da consciência...”1 Trata-se de uma alusão a registros de Mateus (22, 37-39). As ideias de Tolstoi sobre não-violência e, depois, do “lado de lá”, são claramente vinculadas ao amor ao próximo e oferecem subsídios para algumas considerações doutrinárias sobre os preocupantes episódios da atualidade. Em O livro dos espíritos há o esclarecimento porque o homem é impelido à guerra: “Predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e transbordamento das paixões. No estado de barbaria, os povos um só direito conhecem — o do mais forte. Por isso é que, para tais povos, o de guerra é um estado normal. À medida que o homem progride, menos frequente se torna a guerra...”2 “Que se deve pensar daquele que suscita a guerra para proveito seu? - Grande culpado é esse e muitas existências lhe serão necessárias para expiar todos os assassínios de que haja sido causa, porquanto responderá por todos os homens cuja morte tenha causado para satisfazer à sua ambição.”2 Após a citação dessa obra do Codificador, destacamos que habitamos um mundo chamado de provas e expiações, onde ocorrem constantes embates entre luz e trevas. Há muitas expectativas, mas o mundo de regeneração somente se estabelecerá com um longo processo de transformação, com base na real educação fundamentada em valores e senso espiritual. Essa caminhada – com uma cultura de paz - começa pela transformação do indivíduo e a profilaxia das várias formas de violência (verbal, física, social e vibratória), mas precisa ser elaborada desde os lares - alicerces da sociedade -, nas instituições de ensino, nas relações sociais em geral para que reflitam nas propostas, ações e decisões político-partidárias. A cultura da não-violência deve ser trabalhadadesde as bases da sociedade. Referências: 1) Pereira, Yvonne Amaral. Pelo espírito Léon Tolstoi. Ressurreição e vida. Cap. Conclusão. Brasília: FEB. 2) Kardec, Allan. Trad. Ribeiro, Guillon. O livro dos espíritos. Q. 742-745. Brasília: FEB. DE: https://grupochicoxavier.com.br/guerras-e-paz/
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX) |
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[937-JornalMundoMaior] TRABALHAR SEMPRE. |
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TRABALHAR SEMPRE. Se teus encargos te parecem pesados em demasia, não te abandones à impressões negativas e sim ergue-te em espírito ante a luz da compreensão.
Comparemos a existência, quando na Terra a um campo que o Senhor nos concede cultivar. Cada criatura permanece na gleba que lhe coube.
Decerto encontraremos pedras a remover, espinheiros a suprimir, ervas selvagens a erradicar e certos tratos de solo por adubar e corrigir.
É imperioso, de nossa parte, educar instintos, sublimar impulsos, estabelecer o autodomínio e aprimorar-nos quanto possível, no transcurso do tempo em que usufruamos a gleba de nossas realizações no mundo, em regime de comodato.
Haja o que houver, adianta-te e faze o melhor que possas.
Recorda que é preciso semear o bem, por dentro de nós e por fora de nós, onde estivermos, de vez que, nessas diretrizes, o bem se nos fará alegria e paz, coragem e esperança, nas áreas de cada hora.
Se algo te fez parar no serviço do bem a que te impuseste, recebendo o empréstimo da existência no mundo, refaze as próprias energias, levanta-te das sombras da tristeza e não te acomodes com a inércia.
Prossegue constantemente no encalço do bem a que somos chamados.
Reanima-te em qualquer lance difícil do caminho e confia na Divina Providência que jamais nos abandona. E, sobretudo, guarda a certeza de que o desânimo, ainda mesmo quando na embalagem das mais belas frases, nunca auxiliou e nem melhorou a ninguém. No livro:- AMIGO./Emmanuel/Chico Xavier. Magali Inês Brum- Colaboradora.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
-- (Recebido em email de [email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]]) |
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Contexto social e religioso na França de Kardec |
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O tema: “Contexto social e religioso na França de Kardec” foi desenvolvido no dia 17 de março, por Cesar Perri (São Paulo), apresentando projeção de power point, no estudo virtual “ESPIRITISMO: DAS OBRAS BÁSICAS ÀS VIVÊNCIAS E VISÃO DE FUTURO”, coordenado pelo expositor e promovido pelo Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo. A reunião foi coordenada por Pedro Nakano, que fez a prece de abertura com apoio técnico de Sidnei Zaluchi (da USE-SP), que proferiu a prece de encerramento, e de Kátia Golinelli, As transmissões às 20 horas das 3as feiras, pelo CCDPE, canal do You Tube, e conta com parcerias da Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes/RAETV e da WebRadio Portal da Luz. Acesso pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=sbR8e8--GjU
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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[936-JornalMundoMaior] TUDO É AMOR. |
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TUDO É AMOR. Observa, amigo, em como do amor tudo provém e no amor tudo se resume. Vida — é o Amor existencial. Razão — é o Amor que pondera. Estudo — é o Amor que analisa. Ciência — é o Amor que investiga. Filosofia — é o Amor que pensa. Religião — é o Amor que busca Deus. Verdade — é o Amor que se eterniza. Ideal — é o Amor que se eleva. Fé — é o Amor que se transcende. Esperança — é o Amor que sonha. Caridade — é o Amor que auxilia. Fraternidade — é o Amor que se expande. Sacrifício — é o Amor que se esforça. Renúncia — é o Amor que se depura. Simpatia — é o Amor que sorri. Altruísmo — é o Amor que se engrandece. Trabalho — é o Amor que constrói. Indiferença — é o Amor que se esconde. Desespero — é o Amor que se desgoverna. Paixão — é o Amor que se desequilibra. Ciúme — é o Amor que se desvaira. Egoísmo — é o Amor que se animaliza. Orgulho — é o Amor que enlouquece. Sensualismo — é o Amor que se envenena. Vaidade — é o Amor que se embriaga. Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do Amor, não é senão o próprio Amor que adoeceu gravemente. Tudo é Amor. Não deixes de amar nobremente. Respeita, no entanto, a pergunta que te faz, a cada instante, a Lei Divina: “Como?” No Livro:- APOSTILAS DA VIDA. André Luiz/Chico Xavier.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
--
(Recebido em email de [email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]])
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Palestra na Aliança Espírita Varas da Videira Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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21º Encontro Amigos da Boa Nova: Jesus e o Espiritismo São Paulo, capital |
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Vem aí o 21º Encontro Amigos da Boa Nova, o aguardado evento anual realizado pela FEAL-Fundação Espírita André Luiz. Dia 25 de abril em São Paulo, com o tema: “Jesus e o Espiritismo: uma jornada de educação moral e espiritual”.
Um encontro especial com grandes nomes do Espiritismo dedicado ao aprendizado e reflexão sobre Jesus e o Espiritismo.
Um grande time de palestrantes:
William Sanches, Dr. Paulo Fructuoso; Irmã Eliana; Del Mar Franco; Roseli Aparecida , André Gandolfo, Dr. Aldeniz Leite, Thiago Ariel.
E ainda uma palestra especial sobre o livro O Espiritismo é Obra de Jesus, com o autor Lucas Sampaio.
Participe! 25/04/2026, das 9h às 16h30 Teatro APCD – Rua Voluntários da Pátria, 547, Santana - São Paulo, SP - Em frente ao metrô Tietê.
Adquira seu ingresso em mundomaior.com.br ou pelo telefone 0800 12 018 38 Sócios do Clube Amigos da Boa Nova têm desconto exclusivo! Garanta seu ingresso e venha viver um dia de aprendizado e inspiração
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(Recebido em email de Erika Silveira - FEAL [[email protected]]) |
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Pesquisa 2026 mapeia mediunidade espírita no Brasil |
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Olá, Você já deve nos conhecer pela Pesquisa Nacional Espírita (PNE), realizada desde 2015. Estamos com nova pesquisa neste ano. Se você é médium ostensivo, seu relato é muito importante. Estamos conduzindo o Estudo sobre Mediunidade 2026, que vai gerar indicadores e boas práticas para fortalecer o trabalho nas casas.
👉 Responda aqui: https://forms.gle/iapcM2F7abmgiHfA8 Se não for o seu caso, poderia, por gentileza, repassar a médiuns ostensivos do seu Centro? Agradecemos muito e ficamos à disposição para outras informações.
Abraço, Ivan Franzolim WhatsApp (11) 98156-0030 https://franzolim.blogspot.com/ [em nome da equipe de pesquisas da PNE]
Alguns dados iniciais. Sexo feminino (72%); Alimentação: Omnívoro - se alimenta de tudo (83%); Vegetariano e Vegano (11,9%) Psicofonia: Consciente (54%), Inconsciente (1%), Semiconsciente (45%). Escolaridade Superior e acima (76%); Conhecimento sobre Espiritismo: Básico (13%); Conhecimento sobre mediunidade: Básico (17%)
PMed 2026 - Resultados em 10/03/2026
Ivan Franzolim WhatsApp: 55 (11) 98156-0030 http://franzolim.blogspot.com.br/
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Casa Editora O Clarim Pestalozzi, educador da humanidade |
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ACESSE AQUI:
(Informações em email de Casa Editora O Clarim [[email protected]]) |
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APES : Programme d'Activités Spirites MARS 2026 APES: Programa de Atividades Espíritas - MARÇO DE 2026 |
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Chère Madame, Chers Monsieur,
Le Centre Spirite APES, est une partie intégrante et statutaire de l'Association Parisienne d'Etudes Spirites - APES, se situant dans les orientations d'Allan Kardec inscrites dans ses oeuvres, et que forment le "corpus" de la Doctrine Spirite, a pour mission, d'une part étudier et diffuser ces orientations, et d'autre part, mettre en pratique cette étude pour apporter de l'Assistance Spirituelle à tous ceux qui la demandent par : l'accueil fraternelle, la prière, la passe spirite, la fluidification d'eau, réunions d'études spirites, les séances médiumniques, etc ... Ces pratiques spirites sont réalisées sous l'orientation de l'Esprit guide du Centre Spirite APES et selon l'éthique spirite : de l'écoute, de la bonne volonté, de la gratuité, sans aucun jugement, avec amour et respect de l'autre. Fidèles à notre engagement d’approfondir ensemble de ces enseignements du Spiritisme dans un esprit sérieux, de réflexion et de fraternité, nous avons le plaisir de vous inviter aux Réunions Publiques d'Etude et d'Assistance Spirituelle (RPEAS). Ces réunions se réalisent en distanciel, via plateforme ZOOM WORKPLACE, une fois par semaine en alternance : une semaine le samedi après-midi de 15h à 17h, et la semaine suivante le vendredi soir de 20h à 22h, ainsi de suite. Veuillez trouver en pièce jointe le programme d'activités spirites de MARS 2026 Pour assister les Réunions Publiques d'Etudes et d'Assistance Spirituelle (RPEAS) veuillez accéder les modalités de participation sur la page WEB de notre centre spirite APES : http://www.apes-asso.fr Nous espérons que cette organisation expérimentale permettra à chacun de continuer à s’instruire, à échanger et à progresser dans la compréhension les principes, les concepts et l'éthique spirite, dans un climat de respect et d’élévation morale. Pour plus d'information, contactez nous par téléphone 07 8209 7158 ou par mail : [email protected] Nous vous remercions pour votre fidélité et votre soutien, et nous nous réjouissons de vous retrouver prochainement lors de ces prochaines réunions hebdomadaires d’étude spirite. Fraternellement, Anita Becquerel Présidente de l'APES A.P.E.S. - Association
Parisienne d'Etudes Spirites - Association loi 1901 TRADUZIDO PARA O PORTUGUÊS NO GOOGLE Prezada Senhora, Prezado Senhor, O Centro Espírita APES é parte integrante e estatutária da Associação Parisiense de Estudos Espíritas (APES). Fundamentado nos ensinamentos de Allan Kardec, expressos em suas obras que formam o "corpus" da Doutrina Espírita, sua missão é dupla: em primeiro lugar, estudar e disseminar esses ensinamentos e, em segundo lugar, colocar esse estudo em prática, oferecendo Assistência Espiritual a todos que a solicitam por meio de: acolhimento fraterno, oração, espiritismo, purificação da água, encontros de estudo espírita, sessões de mediunidade, etc. Essas práticas espíritas são realizadas sob a guia do Espírito do Centro Espírita APES e de acordo com a ética espírita: escuta, benevolência, generosidade, sem julgamento e com amor e respeito ao próximo. Fiéis ao nosso compromisso de explorar juntos os ensinamentos do Espiritismo em um espírito de seriedade, reflexão e fraternidade, temos o prazer de convidá-los para nossos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS). Essas reuniões são realizadas online, através da plataforma ZOOM WORKPLACE, uma vez por semana, em horários alternados: uma semana no sábado à tarde, das 15h às 17h, e na semana seguinte na sexta-feira à noite, das 20h às 22h, e assim por diante. Segue em anexo a programação das atividades espíritas para março de 2026. Para participar dos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS), acesse os detalhes de participação no site do nosso centro espírita, APES: http://www.apes-asso.fr Esperamos que esta organização experimental permita a todos continuar aprendendo, trocando ideias e progredindo na compreensão dos princípios, conceitos e ética espírita, em uma atmosfera de respeito e elevação moral. Para mais informações, entre em contato conosco pelo telefone +33 7 82 09 71 58 ou pelo e-mail: [email protected] Agradecemos sua fidelidade e apoio e esperamos vê-lo(a) em breve nestes próximos encontros semanais de estudo espírita. Fraternalmente, Anita Becquerel Presidente da APES A.P.E.S. - Associação Parisiense de Estudos Espíritas - Organização sem fins lucrativos (sob a lei francesa de 1901) Espiritismo: Construindo o Ser Humano do Amanhã Hoje. Mais informações pelo telefone +33 7 82 09 71 58 e em nosso site http://www.apes-asso.fr
(Recebido em email de Association Parisienne d'Etudes Spirites [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita. Edição de março de 2026. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP |
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ACESSE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Jornal-Momento-Esp-Marco-26-oficial_compressed.pdf
(Recebido de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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Palestras Instituição Beneficente Nosso Lar- IBNL março 2026 |
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Olá caro Ismael e amigos! Espero que todos estejam bem 😊 Encaminho em anexo a programação do Nosso Lar para o mês de março 2026. Que seja um mês de construção e conquista da paz, de aprendizados e bons encontros para todos nós. Abraço fraterno, Clodoaldo de Lima Leite Presidente voluntário
Livro Pão Nosso, espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.
☕ Café Cultural | Todo 1º Sábado do mês – Temas da
Atualidade à Luz da Filosofia Espírita
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]])
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Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG. Acesse abaixo: |
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CLIQUE AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol126.pdf
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52ª Campanha do canelone Aliança Espírita Varas da Cideira. Araçatuba, SP |
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✨🍝 52ª CAMPANHA DO CANELONE 🍝✨ Aliança Espírita Varas da Videira Já pensou em saborear um canelone delicioso e ainda colaborar com uma causa do bem? 💛 Essa é a sua chance de unir solidariedade e sabor! 💰 Valor: R$ 50,00 💠 Chave Pix: 51.093.250/0001-54 📲 Faça o seu pedido: ➡️ Adriana: (18) 99686-2898 ➡️ Inácia: (18) 99743-7329 🚚 Entrega: 🗓️ Sábado, 21 de março ⏰ Das 11h30 às 13h 📍 Local: CASA DA CARIDADE Rua Péricles Pimentel Salgado, nº 1010 – BR Umuarama
(Informação de Casa da Caridade. Araçatuba, SP) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
aqui:
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PALESTRA PÚBLICA NA FEB/ SEMANA 22 E 28 DE MARÇO Clique aqui: https://www.febnet.org.br/portal/2026/03/20/palestra-publica-na-feb-semana-22-a-28-de-marco/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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Clique aqui:
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FEES. Federação Espírita do Estado de Sergipe Aracaju |
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Clique
aqui:
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FEEAL. Federação Espírita do Estado de Alagoas Maceió |
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Clique aqui: https://www.facebook.com/feealagoas/?locale=pt_BR
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti – O Pensamento” - Vol 1 |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1 Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento WhatsApp- Editora 14 99164-6875
(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]]) |
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Daniel Dunglas Home (20-03-1833/ 21-06-1886) |
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"O Senhor Daniel Dunglas Home nasceu em 15 de março de 1833, perto de Edimbourg (Escócia). Tem, pois, hoje, 24 anos (artigo escrito por Allan Kardec em fevereiro de 1858). Descende da antiga e nobre família dos Douglas da Escócia, outrora soberana. É um jovem de talhe mediano, louro, cuja fisionomia melancólica nada tem de excêntrico; é de compleição muito delicada, de costumes simples e suaves, de um caráter afável e benevolente sobre o qual o contato das grandezas não lançou nem arrogância e nem ostentação. Dotado de uma excessiva modéstia, jamais exibiu a sua maravilhosa faculdade, jamais falou de si mesmo, e se, na expansão da intimidade, conta coisas que lhe são pessoais, é com simplicidade, e jamais com a ênfase própria das pessoas com as quais a malevolência procura compará-lo. Vários fatos íntimos, que são do nosso conhecimento pessoal, provam nele nobres sentimentos e uma grande elevação de alma; nós o constatamos com tanto maior prazer quanto se conhece a influência das disposições morais sobre a natureza das manifestações. O Senhor Home é um médium do gênero daqueles que produzem manifestações ostensivas, sem excluir, por isso, as comunicações inteligentes; mas as suas predisposições naturais lhe dão, para as primeiras, uma aptidão mais especial. Sob a sua influência, os mais estranhos ruídos se fazem ouvir, o ar se agita, os corpos sólidos se movem, se erguem, se transportam de um lugar a outro através do espaço, instrumentos de música fazem ouvir sons melodiosos, seres do mundo extra-corpóreo aparecem, falam, escrevem e, freqüentemente, vos abraçam até causar dor. Ele mesmo foi visto, várias vezes, em presença de testemunhas oculares, elevado sem sustentação a vários metros de altura. Do que nos foi ensinado sobre a classe dos Espíritos que produzem, em geral, essas espécies de manifestações, não seria preciso disso concluir que o Sr. Home não está em relação senão com a classe íntima do mundo espírita. Seu caráter e as qualidades morais que o distinguem, devem, ao contrário, granjear-lhe a simpatia dos Espíritos Superiores; ele não é, para esses últimos, senão um instrumento destinado a abrir os olhos dos cegos por meios enérgicos, sem estar, por isso, privado de comunicações de uma ordem mais elevada. É uma missão que aceitou; missão que não está isenta nem de tribulações e nem de perigos, mas que cumpre com resignação e perseverança, sob a égide do Espírito de sua mãe, seu verdadeiro anjo guardião. A causa das manifestações do senhor Home é inata nele; sua alma, que parece não prender-se ao corpo senão por fracos laços, tem mais afinidade pelo mundo espírita do que pelo mundo corpóreo; por isso ela se prepara sem esforços, e entra, mais facilmente que em outros, em comunicação com os seres invisíveis. Essa faculdade se revelou nele desde a mais tenra infância. Com a idade de seis meses, seu berço se balançava inteiramente sozinho, na ausência de sua babá, e mudava de ligar. Nos seus primeiros anos, era tão débil que tinha dificuldade para se sustentar, sentado sobre um tapete, os brinquedos que não podia alcançar, vinham, eles mesmos, colocar-se ao seu alcance. Com três anos teve as suas primeiras visões, mas não lhes conservou a lembrança. Tinha nove anos quando sua família foi se fixar nos Estados Unidos; aí os mesmos fenômenos continuaram com uma intensidade crescente, à medida que avançava em idade, mas a sua reputação, como médium, não se estabeleceu senão em 1850, por volta da época em que as manifestações espíritas começaram a se tornar populares nesse país. Em 1854, veio para a Itália, nós o dissemos, por sua saúde; espanta Florença e Roma com verdadeiros prodígios. Convertido à fé católica, nessa última cidade, tomou a obrigação de romper as suas relações com o mundo dos Espíritos. Durante um ano, com efeito, seu poder oculto parece tê-lo abandonado; mas como esse poder estava acima de sua vontade, a cabo desse tempo, assim como lhe havia anunciado o Espírito de sua mãe, as manifestações se produziram com uma nova energia. Sua missão estava traçada; deveria distinguir-se entre aqueles que a Providência escolheu para nos revelar, por sinais patentes, a força que domina todas as grandezas humanas. Para o senhor Home, os fenômenos se manifestam, algumas vezes, espontaneamente, no momento em que menos são esperados. O fato seguinte, tomado entre mil, disso é uma prova. Desde há mais de quinze dias, o senhor Home não tinha podido obter nenhuma manifestação, quando, estando a almoçar na casa de um dos seus amigos, com duas ou três pessoas do seu conhecimento, os golpes se fazem súbito ouvir nas paredes, nos móveis e no teto. Parece, disse, que voltaram. O senhor Home, nesse momento, estava sentado no sofá com um amigo. Um doméstico trás a bandeja de chá e se apressa em colocá-la sobre a mesa, situada no meio do salão; esta, embora fosse pesava, se eleva subitamente e se destaca do solo em 20 a 30 centímetros de altura, como se tivesse sido atraída pela bandeja; apavorado, o criado deixa-a escapar, e a mesa, de pulo, se atira em direção do sofá e vem cair diante do senhor Home e seu amigo, sem que nada do que estava em cima tivesse se desarrumado. Esse fato, sem contradita, não é o mais curioso daqueles que teríamos a relatar, mas apresenta essa particularidade, digna de nota, de ter se produzido espontaneamente, sem provocação, num círculo íntimo, onde nenhum dos assistentes, cem vezes testemunhas de fatos semelhantes, tinha necessidade de novos testemunhos; seguramente, não era o caso para o Senhor Home de mostrar as suas habilidades, se habilidades havia." (1) Outras manifestações: O que distingue Daniel Douglas Home é sua mediunidade excepcional. Enquanto outros médiuns obtém golpes leves, ou o deslocamento insignificante de uma mesa, sob a influência do senhor Home os ruídos, os mais retumbantes, se fazem ouvir, e todo o mobiliário de um quarto pode ser revirado, os móveis montando uns sobre os outros. Igualmente os objetos inertes, ele próprio é elevado até o teto (levitação), depois desce do mesmo modo, muitas vezes sem que disso se aperceba. De todas as manifestações produzidas pelo Sr. Home, a mais extraordinária é a das aparições, segundo análise de Allan Kardec. Do mesmo modo sons se produzem no ar ou instrumentos de música tocam sozinhos. "Seguramente, se alguém fosse capaz de vencer a incredulidade por efeitos materiais, este seria o senhor Home. Nenhum médium produziu um conjunto de fenômenos mais surpreendentes, nem em melhores condições de honestidade." (2) O senhor Home realizou várias experiências perante o Imperador Napoleão II. Durante essas experiências, obteve-se uma prova concreta da assinatura de Napoleão Bonaparte, com a presença da Imperatriz Eugênia, cujo fato aumentou grandemente sua fama. Jamais esse excepcional médium mercadejou seus preciosos dons mediúnicos. Teve inúmeras oportunidades, mas sempre se recusou. Dizia ele: "Fui mandado em missão. Essa missão é demonstrar a imortalidade. Nunca recebi dinheiro por isso e jamais receberei." Como todo o médium, o senhor Home foi caluniado e ferido em sua dignidade, mas nunca lhe faltou, nas horas mais difíceis, o amparo de seus mentores espirituais. (1) Narração de Allan Kardec - Revista Espírita de 1858, mês de fevereiro. (2) Narração de Allan Kardec - Revista Espírita de 1863, mês de setembro. Fonte: site: www.feparana.com.br
(Copiado de https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Daniel-Dunglas-Home.pdf)
OBS: CONSTA EM OUTRAS INFORMAÇÕES A DATA DE NASCIMENTO DE DANIEL DUNGLAS HOME EM 20/03/1833 VEJA AQUI: https://www.google.com/search?client=firefox-b-e&q=Daniel+Dunglas+Home |
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Daniel Dunglas Home. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Daniel_Dunglas_Home#/media/Ficheiro:Daniel_Dunglas_Home.jpg |
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O médium Daniel Dunglas Home no jornal “Le Monde Illustré” de 25 de abril de 1857. Imagem/fonte: http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k6222955x/f8.item |
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O famoso médium Daniel Dunglas Home. Imagem BNF/Gallica. Imagem/fonte: http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b53050325z |
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Daniel Dunglas Home Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/8c/Daniel_Dunglas_Home_by_Nadar.jpg |
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O jornal mensal “Le Chercheur”, de Paris, França, 01/1888, traz ilustração de Daniel Dunglas Home levitando. Imagem/fonte: http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k96914488.texteImage
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Flávio Ferreira da Luz (18-08-1887 / 20-03-1954) |
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Flávio Ferreira da Luz Nascido em 18 de agosto de 1887, na Rua Comendador Araújo, em Curitiba, Paraná, onde hoje é a sede da Sociedade Thalia. Faleceu em 20 de março de 1954. Foram seus pais José Ferreira da Luz e Bertholina Pereira da Luz. Em 1905 matriculou-se na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, tendo concluído o curso de bacharel em Direito em 1909. Contraiu núpcias em 19 de abril de 1910 com a senhorita Sarah Lopes, que passou a assinar-se Sarah Lopes Luz. Desse casamento houveram cinco filhos: Cid, Clotilde, José, Ruy e Laura. Sucedeu seu genitor como titular do Cartório de Registro de Imóveis do 1º Distrito da Capital. Foi, em companhia de Nilo Cairo, que era seu concunhado, um dos idealizadores e fundador da atual Universidade do Paraná. Foi pioneiro da radiofonia no Paraná e um dos fundadores da Rádio Clube Paranaense – a nossa PRB-2. Ainda muito jovem, já se dedicava às pesquisas no campo do Espiritismo. Em 18 de julho de 1915 era incluído nos quadros da Federação Espírita do Paraná, como membro da Comissão Central e já em 14 de janeiro de 1917 era eleito presidente, sendo reeleito para os anos de 1918, 1919, 1920 e 1921. Em 1920 participou da primeira comissão organizadora do Hospital Espírita. Sua vida foi por longos anos dedicada, além da família, às mais diversas atividades sociais e à causa da Doutrina Espírita. Companheiro inseparável das atividades espíritas de Arthur Lins de Vasconcellos esteve ao seu lado até o ano de 1930. Sua folha de serviços prestados à Federação Espírita do Paraná é uma das mais repletas de dedicação. Assim é que, tendo deixado a presidência em 1922, a ela voltou em 16 de janeiro de 1927, depois de ter exercido o cargo de secretário geral de 20 de janeiro de 1923 a janeiro de 1926. Foi diretor da “Revista Espiritualista” e secretário da Federação, subscritor de um telegrama de protesto dirigido aos poderes públicos, contra a tramitação na Assembleia Legislativa do Paraná de um projeto de Lei, mandando o governo do Estado doar á igreja Católica, para instalação de dois bispados, de uma gleba de centenas de alqueires de terras pertencentes ao patrimônio do Estado. (Copiado de http://www.mundoespirita.com.br/?materia=flavio-ferreira-da-luz) |
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Arthur Lins de Vasconcellos Lopes (27-03-1891 / 21-03-1952) |
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Publicação de Mundo Espírita Março/2018.
outubro/2012 - Por José Virgílio Góes e Maria Helena Marcon Lins de Vasconcellos é nome citado, largamente, pelos espíritas. Contudo, nem todos lhe conhecemos a extraordinária performance como homem, cidadão, trabalhador espírita. Lins reencarnou no dia 27 de março de 1891, na Vila da Serra de Teixeira, no alto sertão da Paraíba. Ainda garoto enfrentou o cabo da enxada, trabalhando na roça com seu pai. Aos quinze anos, transpôs os limites do território do seu sertão e se tornou tropeiro. Muitas vezes, dormiu ao relento, no meio da viagem, enquanto descansavam os burros cargueiros. Nessa época, começa ele a suspeitar que o mundo era muito maior e mais belo do que pensava, pois, quando atingia o limite do horizonte longínquo que, do alto de uma colina divisava, outro horizonte, ainda mais vasto, se abria ante os seus olhos deslumbrados… Então deixou o sertão, rumo à capital do Estado em busca de melhor trabalho e de oportunidade escolar. Alistou-se no Exército e matriculou-se na Escola Regimental do Quartel. De tal sorte foi seu esforço intelectual e moral que, a breve tempo, conquistou as divisas de cabo e, logo, de sargento. Sentia-se atraído, no entanto, para as terras do sul do país. Recebeu transferência para o Rio de Janeiro (RJ) e depois para Florianópolis(SC). A sede de saber o impulsionava a buscar jornais para sua leitura e livros, que obtinha de empréstimo. Foi por essa época que ouviu falar em Espiritismo. Foi a sessões espíritas. Achava absurdo o que via, mas interessante o que ouvia. Mergulhou, então, a fundo, na leitura de obras espíritas. Sem o saber, encontrara, afinal, o verdadeiro objetivo de sua existência terrena. Iniciara, nesse ponto, a trajetória que o levaria à proeminência de líder espírita no Brasil. Ainda como militar veio para Curitiba e passou a frequentar a Federação Espírita do Paraná – FEP, tomando parte ativa nos seus trabalhos doutrinários e mediúnicos. Foi o encontro do missionário com a missão. Era o ano de 1912 e Lins, sargento do Exército, tinha somente vinte e um anos de idade. Iniciou seus estudos superiores matriculando-se, em 1918, na Escola Superior de Agronomia, onde concluiu brilhantemente o curso de Engenheiro Agrônomo. Deixando o Exército, foi para o Corpo de Bombeiros, mas o seu destino não era apagar labaredas dos incêndios devoradores de coisas materiais, mas acender nas almas dos seus semelhantes a chama rutilante da fé cristã, incutindo-lhes a certeza nos superiores destinos do homem. Assim, logo depois, foi trabalhar como escrevente juramentado em Cartório, na Praça Tiradentes. Na FEP, já em 1916, assumiu a Presidência, cargo para o qual seria eleito mais cinco vezes. Também ocupou diretorias várias, foi secretário e tesoureiro. Quando precisou renunciar ao cargo de Presidente, em 1929, em virtude da sua transferência para o Rio de Janeiro, foi aclamado Presidente Honorário da FEP, dados os relevantes serviços prestados. Mas, antes disso, em 1925, quando o Projeto de Lei no 4, do Poder Executivo Estadual pedia autorização ao Congresso Legislativo para conceder auxílio financeiro para a formação de dioceses católicas, em Ponta Grossa e Jacarezinho, Lins liderou um grupo de espiritualistas e livres pensadores para denunciar o Presidente do Estado ao Presidente da República, encaminhando-lhe longo telegrama. Lins o assinou pela Federação Espírita do Paraná, representando dezoito associações federadas. O gesto lhe valeu a exoneração do cargo de Segundo Tabelião Interino da Capital e Escrevente Juramentado. Ele precisou entregar a casa onde morava com a família e mudou-se para uma dependência da Federação Espírita, no terceiro pavimento do edifício da rua Saldanha Marinho (atual Sede Histórica). Foi Lins quem sugeriu fosse dada a denominação de Bom Retiro ao sanatório (hoje Hospital), que deveria ser construído na propriedade adquirida no bairro do Pilarzinho. Foi Lins quem, em 1949, decidiu transferir para a FEP, a Gráfica e o Jornal Mundo Espírita. Ele investira apreciável soma de dinheiro e assumira a responsabilidade total. Sonhara para o jornal o prosseguimento da propaganda espírita mas tinha a saúde comprometida. Assim, ressarciu o fundador e até então mantenedor Dr. Henrique de Andrade, saldou débitos com outras editoras e externou à FEP o seu sonho. Suas esperanças repousavam nela. O Conselho da FEP se mostrou favorável e Gráfica e Jornal foram trazidos ao Paraná. Assinale-se que a ação de Lins não se restringiu ao Paraná. Levantou e apoiou inúmeras obras de caridade e de beneficência, nas quais até hoje lhe abençoam o nome, devendo-se-lhe o desenvolvimento da obra social, sem paralelo no meio espírita nacional. Tornou-se um dos que mais concorreram para a concretização do Pacto Áureo, em 5 de outubro de 1949, razão pela qual, entre tantas outras, é considerado responsável pela efetivação do processo de Unidade, União e Unificação do Movimento Espírita, tão ardentemente desejada por todos os verdadeiros espíritas. Embora as preocupantes questões de saúde, Lins empreendeu a sua última viagem em prol do Espiritismo. No dia 15 de fevereiro de 1952, foi a Florianópolis, SC, para a inauguração da sede da Federação Espírita Catarinense – FEC. Foi atendido com passes, por Abibe Isfer, mais tarde, no hotel, pois se sentiu mal. Mas, no dia seguinte, participou de uma Concentração Geral dos Centros Espíritas, na sede da FEC. À noite, proferiu a palestra O que é atualmente o Espiritismo no Brasil e sua gigantesca obra em marcha. Ainda visitou, nos dois dias seguintes, Centros Espíritas na capital catarinense, em Itajaí, Joinville e São Francisco do Sul. Na madrugada de 21 de março, em São Paulo, onde residia, poucas horas antes da desencarnação, escreveu: Não tenho medo do que chamamos morte, mas não gostaria de partir sem deixar as coisas em ordem. Isso me atormenta mais que o fenômeno da “morte” em si mesmo. O que ora estou escrevendo é uma espécie de despedida. Sem tempo de meditar. Vou lançando os pensamentos como se estivesse conversando com os companheiros que vão ficar. Não há tempo para fazer literatura, nem corrigir nada. Cada um desculpará os erros, as repetições de palavras, o desalinho das frases. São três madrugadas que se foram. Terei tempo de prosseguir? São 4 horas. Vou repousar. Senão tiver essa ventura… até breve!” Conforme seu desejo, seu corpo foi sepultado no jardim do Sanatório Bom Retiro. Em agosto de 1952, quando das solenidades alusivas ao cinquentenário da FEP, sob a vibração de fraternos sentimentos, foi inaugurado o túmulo erigido em testemunho das saudades que deixou Lins de Vasconcellos nos corações dos Espíritas do Paraná, que tanto ficou a dever-lhe pela enorme soma de benefícios aqui espalhados durante largo espaço de tempo. O bronze morto e frio de expressiva placa recebeu, sem dúvida, com desvanecimento a honra, o calor e a vida que estas palavras imprimiram os Espíritas do Paraná: “A quem na Terra foi discípulo de Cristo, apóstolo do Bem, exemplo de compreensão e renúncia; que soube sublimar a riqueza material, transformando-a em instrumentos de Amor e Progresso – preito de admiração, reconhecimento e saudade dos seus companheiros de ideal cristão.” No mesmo monumento, também foi incrustada a saudade carinhosa da esposa querida, expressa nesta delicada e maravilhosa síntese: “Imorredouras saudades de sua esposa.” Segundo Francisco Cândido Xavier, era ele uma coluna firme da Doutrina em nosso País e um companheiro de nosso movimento de Unificação.
Bibliografia consultada: 1.LOBO, Ney. Lins de Vasconcellos – o Diplomata da Unificação e o Paladino do Estado Leigo. Curitiba: Fep, 1997. 2.VASCONCELLOS, Arthur Lins e FRANCO, Divaldo Pereira. Lins, neste mundo e no outro. Curitiba: Fep, 2004. 3.Semeando a boa nova por um mundo melhor. Federação Espírita do Paraná. 1902-2012. Curitiba: Fep, 2012.
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Túmulo de Lins de Vasconcellos enquanto no jardim do Sanatório Bom Retiro |
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Hospital Bom Retiro |
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Lins de Vasconcelos |
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Lins de Vasconcellos - traslado para o recanto |
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julho/2013 - Por Mary Ishiyama Foi na tarde de 18 de setembro de 2012, que se realizou o traslado dos despojos de Artur Lins de Vasconcellos Lopes, da antiga sede do Hospital Espírita de Psiquiatria Bom Retiro (Rua Nilo Peçanha, bairro Bom Retiro, em Curitiba) para Balsa Nova, no Recanto que leva seu nome. Tudo se realizou em ambiente tranquilo, onde era sentida a paz com que esse grande Espírito sempre nos brinda. Fizeram-se presentes o Presidente da Federação Espírita do Paraná – FEP, Luiz Henrique da Silva e esposa; o Primeiro Vice-Presidente, Francisco Ferraz Batista e esposa; João de Matos Lima, conselheiro; Clayton Reis, conselheiro, e sua esposa; José Virgílio Góes, Diretor do Departamento de Expansão do Movimento Espírita e Assessor da Presidência; Alexandre e Maderli Sech, do Hospital Espírita de Psiquiatria Bom Retiro; Evandro Rabel e João Edson Alves, Diretor e Vice-Diretor do Departamento de Programação e Eventos Doutrinários; Maria Rabel, Coordenadora do Setor de Atendimento Espiritual na Casa Espírita; Lolari Caneparo e Magali Sanches, Diretora e Vice-Diretora do Centro de Educação Infantil Mariinha, de Campo Largo; Ana Maria Boschirolli, Diretora do Centro de Estudos e Pesquisas Espíritas; João Sérgio Boschirolli, do Departamento Editorial; Marco Antonio Negrão, gerente da FEP; Mary Ishiyama, Vice-Coordenadora da Área de Comunicação Social Espírita; funcionários e voluntários. A retirada dos despojos foi realizada, com muito carinho e respeito, lembrando o grande homem que habitara aquelas vestes. Um clima de emoção envolvia o grupo de corações amigos. Luiz Henrique agradeceu a presença de todos e, principalmente, a Lins de Vasconcellos pelo muito que fez pela Doutrina Espírita no Paraná e no Brasil. Foi realizado um culto ao ar livre, com a leitura inicial, por Marco Antonio Negrão, do capítulo Altar íntimo,do livro Fonte Viva, da psicografia de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel; em seguida, Francisco procedeu à apropriada leitura do item Missão dos espíritas, de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec. João de Matos Lima, memória viva do Movimento Espírita no Paraná, proferiu sentida prece, relembrando feitos desse grande servidor de Jesus, agradecendo o muito que realizou e continua fazendo pela Federativa estadual e, naturalmente, pelo Movimento Espírita do Paraná. Os presentes, como lembrança do significativo ato, foram agraciados com a publicação da FEP, datada do ano de 2004: Lins, neste mundo e no outro, com especial dedicatória alusiva ao evento. Caía a tarde e o sol, qual imensa bola de fogo, projetava seus raios em direção ao local previamente escolhido, entre os pinheiros e o gramado imenso, no Bosque das Araucárias, quando a caravana dos amigos de Lins chegou ao Recanto. Sob as bênçãos da tarde, os pássaros que vieram se aliar, com seu canto, às emoções do momento, a urna foi depositada no seio da generosa terra, presente que, conforme as informações espirituais através de Divaldo Pereira Franco, era um presente de Lins à Federativa. José Virgílio Góes teceu considerações a respeito da vida de Lins, encerrando com as palavras escritas pelo próprio, algumas horas antes de sua desencarnação: Transmito ao papel essa exposição para que seja útil aos meus semelhantes. Os que dispuserem de muitos recursos, não se dispensem de realizar obras benéficas, em pequenas ou em grandes proporções. Uma coisa, porém, nunca descuidem: é a realização delas com a máxima humildade e buscando interessar nelas todo o mundo. Nunca desprezem o concurso dos que podem menos ou, aparentemente, são incapazes ou como tais se consideram. Procurem despertar neles as iniciativas modestas e verão como é possível e grandioso o desabrochar de forças desconhecidas. Todos são convocados ao trabalho demonstrativo dos sentimentos de amor ao próximo. Não tenho medo do que chamamos morte, mas não gostaria de partir sem deixar as coisas em ordem. Isso me atormenta mais que o fenômeno da “morte” em si mesmo. O que ora estou escrevendo é uma espécie de despedida. Sem tempo de meditar. Vou lançando os pensamentos como se estivesse conversando com os companheiros que vão ficar. Não há tempo para fazer literatura, nem corrigir nada. Cada um desculpará os erros, as repetições de palavras, o desalinho das frases. São três madrugadas que se foram. Terei tempo de prosseguir? – São quatro horas. Vou repousar. Se não tiver essa ventura… até breve! A prece, encerrando o ato, foi feita por Góes, ao som dos pássaros e do vento que salmodiava melodias entre a copa dos pinheiros. A bola de fogo do sol desaparecia, suavemente, por detrás das araucárias. A caravana foi se dispersando, retornando aos seus lares, com grande paz. A presença de Lins podia ser sentida na intimidade de cada um, nessa certeza de que a morte não extermina a vida e o bom trabalhador prossegue, no Além, as tarefas que o moveram enquanto na carne. O corpo de Lins recebeu todas as homenagens, e os despojos lá ficaram, no alto, em meio ao Bosque das Araucárias, o canto dos pássaros e a visita diária do sol… E o perfume da gratidão dos corações está materializado nas flores que lhe ornam a lápide.
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Túmulo de Lins de Vasconcellos agora em Balsa Nova, no Recanto que leva seu nome
Túmulo de Lins de Vasconcellos em Balsa Nova. Foto por Jackson Adriano Ferreira
Túmulo de Lins de Vasconcellos em Balsa Nova. Foto por Edizio Alencar Farias. |
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Homenagem |
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Elvira Marquesini Vaz- Servidora do bem. 15-10-1915 / 21-03-1996) |
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Maio;/2012- Por Maria Helena Marcon.
Ela nasceu em Ponta Grossa, Paraná, distante 117 quilômetros da capital. Era o ano de 1915, período da Primeira Guerra Mundial e, naquele 15 de outubro, sua chegada ao mundo foi saudada pelo pai italiano, Lúcio e a mãe alemã, Madalena. Teve uma vida de extrema dedicação e nos dá exemplo desses Espíritos que vêm à Terra, não somente para sua própria edificação e progresso, mas para demonstrar como o Bem pode e deve ser feito, a qualquer tempo. Sua vida física se encerrou aos oitenta anos, no dia 21 de março de 1996. Foi esposa de Bernardo Vaz. Foi mãe, parteira, professora, enfermeira, cidadã. Com a administração do Albergue Noturno da Federação Espírita do Paraná – FEP, sob a responsabilidade de seu pai, a partir do ano 1934, Elvira, gradativamente, foi se inteirando daquela atividade e, ao desencarnarem seus pais, a ela foi entregue a administração, prestando serviços por mais de quarenta e cinco anos como Diretora e cinco como Voluntária. Tendo cursado Magistério e Técnica de Agente Social, correspondente ao 2º grau (atual ensino médio), paralelamente ao trabalho junto ao Albergue, lecionou português e datilografia, durante vinte e cinco anos, na Escola Profissional Maria Ruth Junqueira. Fez o Curso de Enfermagem e atendia os albergados, com verdadeiro esmero. Criou o Ambulatório Médico do Albergue, tendo como Diretor o Dr. Saluciano Ribeiro, contando com uma equipe de mais de quinze acadêmicos sob sua coordenação. Durante o seu trabalho no Albergue, realizou quarenta e oito partos, pois muitas vezes não havia tempo para encaminhamento aos Hospitais. Várias dessas crianças eram abandonadas pelas mães, sendo encaminhadas ao Juizado de Menores, para posterior adoção. Elvira contribuiu para a inserção de inúmeras delas em lares adequados, poupando a dor de muitos seres. Para essa atividade, realizou um Curso de Comissária de Menores, credenciando-se para atuar junto ao encaminhamento de menores abandonados. Era uma mulher de visão ampla, conforme depoimento do Conselheiro João de Mattos Lima, que teve a felicidade de conhecê-la e com ela desempenhar atividades na Federativa Estadual. Segundo ele, o primeiro telefone da FEP, o mesmo número até hoje utilizado, foi uma conquista de dona Elvira. Com muita insistência, conseguiu ofício da diretoria da Federativa para ser entregue à TELEPAR, com quem já havia conversado, a fim de conseguir a linha telefônica. Vale lembrar que, à época, não era costume ser disponibilizada, gratuitamente, a instalação da linha para nenhum órgão não oficial. Mas ela o conseguiu. Em 1969, foi eleita a Mãe Espírita pela Associação Cristã Feminina, em função de sua extrema dedicação ao trabalho junto às crianças e a adoção de algumas como se suas filhas fossem. Em 1973, no dia 2 de outubro, foi agraciada com o Pinhão de Ouro, numa iniciativa da Associação Feminina e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Preocupada com possível discurso que teria que fazer, pediu ao Dr. Walter do Amaral que a acompanhasse a fim de, em seu lugar, realizá-lo. Na solenidade, com representação do Setor Assistencial do Estado do Paraná, recebeu a comenda entre elogios, flores, abraços e palmas. Conforme pedira, Dr. Walter do Amaral fez os agradecimentos, em nome dela e da Federativa. Contudo, ela mesma, na sequência, manifestou-se verbalmente e deixou a todos boquiabertos diante das expressões simples, singelas, ditadas com amor, de que se serviu, a todos sensibilizando. Recebeu o título de Cidadã Honorária de Curitiba e a Câmara Municipal de Curitiba lhe honrou a memória denominando uma rua, no bairro do Sítio Cercado, com seu nome (Rua Elvira Marquesini Vaz – CEP 81900-700). Em 1974, já viúva, com duas filhas legítimas (Ana Cristina e Tânia Salete) e quatro adotadas (Mariana, Isabel, Denise e Maria Ângela), a edição de 10 de novembro do Jornal Gazeta do Povo lhe conferiu destaque, registrando seus quarenta anos de administração do Albergue Noturno, dizendo de seu expressivo trabalho votado à assistência mensal de seis mil pessoas. E lhe reproduziu alguns depoimentos: O Albergue Noturno foi criado em 1915, sempre com os mesmos objetivos, isto é, dar assistência aos necessitados e possivelmente encaminhá-los para o internamento hospitalar; por dia atendemos cerca de trezentas pessoas, após uma rápida entrevista para sabermos se realmente são necessitadas. A maioria vem do Interior do Estado, principalmente da Região Norte, e poucos de outros Estados. Ao repórter, Elvira falou de algumas das dificuldades enfrentadas com a despesa que girava em torno de quinze mil cruzeiros mensais. Também não é uma tarefa das mais fáceis, mas com auxílios de um lado e de outro, a gente consegue ir adiante. Da Secretaria do Trabalho e Assistência Social, recebemos mensalmente a quantia de seis mil cruzeiros; depois, há o grupo de associados que contribui com suas mensalidades e doações espontâneas. Por último, a participação principal, que praticamente mantém a instituição, e vem da Federação Espírita do Paraná. Em outubro de 1995, por seus cinquenta anos de trabalho no Albergue Noturno, a Federação Espírita do Paraná lhe rendeu homenagem, que o Jornal Folha de Londrina registrou, em sua edição do dia 19, assinalando que ela foi responsável, também, ao longo de tantos anos, por vários casamentos. Nas palavras dela: Eu levava os casais no cartório e fui madrinha de muitos deles. Foi uma mulher abnegada e de um sentimento de fraternidade imensurável. Sua bondade era percebida em cada gesto. Abdicou de uma série de situações supérfluas em benefício das pessoas carentes e necessitadas.
Fontes: Jornal Gazeta do Povo, de 10.11.1974. Jornal Folha de Londrina, de 19.10.1995. Jornal Mundo Espírita de outubro de 2006, ano LXXIV, número 1487. Depoimentos escritos e orais de Ana Cristina (filha) e de João Mattos Lima. (Biografia copiada de http://www.mundoespirita.com.br/?materia=elvira-marquesini-vaz-servidora-do-bem) |
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A única mulher da foto é: 1-Elvira Marquesini (ainda solteira), ao seu lado esquerdo, aquele que seria seu futuro esposo, 2-Bernardo Vaz. Foto cedida por Cristina, filha de Elvira. Data da foto 09/03/1933.
Foto recebida em email de [email protected] |
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Momento confraternativo, em pé da esquerda para a direita: 1-Não identificado, 2-Elvira Marquesini, 3-João Pina, 4-Abibe Isfer, vice-presidente da FEP; 5-Adelaidinha Schleder Bley, 6-May Balão, 7-Glicera Gomes, 8-Regina Schleder, 9-Valtelina Schleder, 10-Dudu Natal, 11-Geny Marques, 12-Amélia Luzia Schleder, à cabeceira: 13-Hercília de Vasconcellos, 14-Arthur Lins de Vasconcellos Lopes, à direita de Hercília: 15-Adelaide Schleder e à esquerda de Lins. Foto de 1942.
Foto recebida em email de [email protected] |
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Da esquerda para a direita a segunda: Elvira Marquesini Vaz.
Foto recebida em email de [email protected] |
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Da esquerda para a direita em pé: Bernardo Vaz, Elvira Marquesini Vaz; Irene Marquesini, a 1ª pessoa da direita para a esquerda em pé: Allan Kardec Marquesini, sentados: Madalena Marquesini e Lúcio Marquesini Foto cedida por Cristina, filha de Elvira. Data da foto 28/12/1936. Foto recebida em email de [email protected] |
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Provas voluntárias. O verdadeiro cilício. |
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26. Perguntais se é lícito ao homem abrandar suas próprias provas. Essa questão equivale a esta outra: É lícito, àquele que se afoga, cuidar de salvar-se? Àquele em quem um espinho entrou, retirá-lo? Ao que está doente, chamar o médico? As provas têm por fim exercitar a inteligência, tanto quanto a paciência e a resignação. Pode dar-se que um homem nasça em posição penosa e difícil, precisamente para se ver obrigado a procurar meios de vencer as dificuldades. O mérito consiste em sofrer, sem murmurar, as consequências dos males que lhe não seja possível evitar, em perseverar na luta, em se não desesperar, se não é bem-sucedido; nunca, porém, numa negligência que seria mais preguiça do que virtude. Essa questão dá lugar naturalmente a outra. Pois, se Jesus disse: “Bem-aventurados os aflitos”, haverá mérito em procurar, alguém, aflições que lhe agravem as provas, por meio de sofrimentos voluntários? A isso responderei muito positivamente: sim, há grande mérito quando os sofrimentos e as privações objetivam o bem do próximo, porquanto é a caridade pelo sacrifício; não, quando os sofrimentos e as privações somente objetivam o bem daquele que a si mesmo as inflige, porque aí só há egoísmo por fanatismo. Grande distinção cumpre aqui se faça: pelo que vos respeita pessoalmente, contentai-vos com as provas que Deus vos manda e não lhes aumenteis o volume, já de si por vezes tão pesado; aceitá-las sem queixumes e com fé, eis tudo o que de vós exige Ele. Não enfraqueçais o vosso corpo com privações inúteis e macerações sem objetivo, pois que necessitais de todas as vossas forças para cumprirdes a vossa missão de trabalhar na Terra. Torturar e martirizar voluntariamente o vosso corpo é contravir a Lei de Deus, que vos dá meios de o sustentar e fortalecer. Enfraquecê-lo sem necessidade é um verdadeiro suicídio. Usai, mas não abuseis, tal a lei. O abuso das melhores coisas tem a sua punição nas inevitáveis consequências que acarreta. Muito diverso é o que ocorre, quando o homem impõe a si próprio sofrimentos para o alívio do seu próximo. Se suportardes o frio e a fome para aquecer e alimentar alguém que precise ser aquecido e alimentado e se o vosso corpo disso se ressente, fazeis um sacrifício que Deus abençoa. Vós que deixais os vossos aposentos perfumados para irdes à mansarda infecta levar a consolação; vós que sujais as mãos delicadas pensando chagas; vós que vos privais do sono para velar à cabeceira de um doente que apenas é vosso irmão em Deus; vós, enfim, que despendeis a vossa saúde na prática das boas obras, tendes em tudo isso o vosso cilício, verdadeiro e abençoado cilício, visto que os gozos do mundo não vos secaram o coração, que não adormecestes no seio das volúpias enervantes da riqueza, antes vos constituístes anjos consoladores dos pobres deserdados. Vós, porém, que vos retirais do mundo, para lhe evitar as seduções e viver no insulamento, que utilidade tendes na Terra? Onde a vossa coragem nas provações, uma vez que fugis à luta e desertais do combate? Se quereis um cilício, aplicai-o às vossas almas, e não aos vossos corpos; mortificai o vosso Espírito, e não a vossa carne; fustigai o vosso orgulho, recebei sem murmurar as humilhações; flagiciai o vosso amor-próprio; enrijai-vos contra a dor da injúria e da calúnia, mais pungente do que a dor física. Aí tendes o verdadeiro cilício cujas feridas vos serão contadas, porque atestarão a vossa coragem e a vossa submissão à vontade de Deus. – Um anjo guardião. (Paris, 1863.)
(O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, FEB. Bem-aventurados os aflitos, Cap. V, 26) |
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Espinheiro. Cafarnaum, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Estátua – O menino do espinho. Autor desconhecido. Cópia de original romana. Séc. I – III d.C. Museu Nacional de Belas Artes. Santiago, Chile. Foto Ismael Gobbo |
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A cura da filha de Jairo. Óleo sobre papel montado em tela de Paolo Veronese. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Paolo_Veronese_cat01c.jpg |
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Pintura de Antonio da Firenze (século XV) retratando um penitente se autoflagelando aos pés de uma imagem de Cristo crucificado Imagem/fonte: Trabalho próprio , sailko |
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Estudo para Jesus em Cafarnaum (1885). Óleo sobre tela de Rodolpho Amoêdo Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo. Foto Ismael Gobbo |
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Amor Infinito Fenômenos Mediúnicos |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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