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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, quinta-feira, 22 de outubro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/22-10-2026.htm
No Blogonde é postado diariamente: http://ismaelgobbo.blogspot.com.br/
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Os últimos 5 emails enviados |
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DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
21-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/21-10-2026.htm 20-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/20-10-2026.htm 19-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/19-10-2026.htm 17-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/17-10-2026.htm 16-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/16-10-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 9 - 1866 |
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(Continuação da postagem anterior)
(Copiado do site Febnet) |
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O aparecimento do arcanjo a Martin de Gallardon, imaginado por um ilustrador em 1859. "Então o anjo ordena que Martin vá encontrar o rei ..." Copiado de: https://fr.wikipedia.org/wiki/Thomas_Martin
Thomas Martin , conhecido como “Martin de Gallardon”, nasceu em Gallardon em 1783 e morreu na mesma aldeia em 1834 . Leia mais: |
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As Vinte e cinco Aparições do Arcanjo Rafael ao lavrador Thomas-Ignace Martin de Gallardon em Beauce nos primeiros meses de 1816. Seguido pela Entrevista de Martin com o Rei escrita sob seu ditado em 1828. 5ª Edição Acesse aqui: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5796276v.texteImage |
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Retrato de Luis XVIII em vestes de coroação. Óleo sobre tela de Robert Lefevre. Imagem/fonte: |
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Alegoria do Retorno dos Bourbon em 24 de abril de 1814: Luís XVIII Levanta a França de Suas Ruínas, por Louis-Philippe Crépin em 1814. No Palácio de Versalhes. Óleo sobre tela de Louis-Philippe Crépin Imagem copiada de https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_XVIII_de_Fran%C3%A7a |
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Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b54000796h.item# |
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Gravura do século 17 do "horizonte" de Chartres Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Chartres |
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Moinhos de Montmartre. Foto de Hippolyte Bayard. Por volta de 1842. Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Montmartre |
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Philippe Pinel. https://fr.wikipedia.org/wiki/Philippe_Pinel
Philippe Pinel (20 de abril de 1745em Jonquières ( Tarn ) -25 de outubro de 1826em Paris ) é um estudioso francês : médico reconhecido como alienista, pioneiro da psiquiatria e, aliás, zoólogo . Ele trabalha pela abolição dos grilhões dos doentes mentais por correntes e, de forma mais geral, pela humanização de seu tratamento. No entanto, o gesto com que ele teria tirado suas correntes insanas é uma ficção inventada por seu filho 1 . Trabalhou em particular no hospital Bicêtre . Devemos a ele a primeira classificação de doenças mentais. Ele exerceu grande influência na psiquiatria e no tratamento dos loucos na Europa e nos Estados Unidos.. Após a Revolução Francesa , o Dr. Pinel voltou o olhar para os loucos (ou "insanos"), afirmando que eles podiam ser compreendidos e curados. Ele defende o " tratamento moral " do paciente que prefigura nossas psicoterapias modernas. Leia mais: |
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Pinel, médico-chefe da Salpêtrière, libertando os loucos de suas correntes Óleo sobre tela de Tony Robert-Fleury Imagem/fonte: https://fr.m.wikipedia.org/wiki/Fichier:Philippe_Pinel_%C3%A0_la_Salp%C3%AAtri%C3%A8re_.jpg |
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Allan Kardec. Óleo sobre tela por Nair Camargo. Foto Ismael Gobbo. |
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Deus, o Pai Artista Atribuído a Cima da Conegliano (1459–1517) wikidata:Q8453 q:it:Cima da Conegliano imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título português: Deus Pai Editar isso no Wikidata Tipo de objeto pintura Editar isso no Wikidata Gênero arte sacra Editar isso no Wikidata Pessoas retratadas Deus, o Pai Editar isso no Wikidata Dados cerca de 1510-1517 Técnica Óleo sobre madeira Editar isso no Wikidata Dimensões altura: 31,7 cm Editar isso no Wikidata; largura: 40,6 cm Editar isso no Wikidata Coleção [Expandir] Wikidata da Galeria Courtauld: Q12110695 Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cima_da_Conegliano,_God_the_Father.jpg |
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Prestando mais atenção |
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É interessante como, embalados pela rotina da vida, deixamos de prestar atenção em coisas importantes, ou seja, nos nossos tesouros mais valiosos. As pessoas que amamos. O casal Estrada aprendeu a lição de maneira dolorida. Certo dia, o marido entrou em sua caminhonete e saiu para o passeio habitual. Mais ou menos cinquenta minutos depois, um policial bateu à porta da casa de Herlinda Estrada e lhe perguntou qual era o nome do seu marido e o carro que ele dirigia. Em seguida, lhe informou que ele havia sofrido um ataque cardíaco e estava hospitalizado. Transtornada, ela partiu imediatamente para o hospital, que ficava perto de sua casa. Atendida tão logo se apresentou, descobriu que chegara tarde demais. Seu marido havia morrido. Em prantos, acompanhada pelo mesmo policial que fora à sua casa, ela foi identificar o corpo. Voltou para a sala de espera e pediu ao policial que desse os primeiros telefonemas, avisando a família e amigos. Porém, trinta minutos depois, a pessoa menos esperada chegou: o próprio senhor Estrada. Quando viu o marido, Herlinda se pendurou em seu pescoço, aos gritos: Você está vivo! Eles disseram que você tinha morrido! Os parentes, amigos, funcionários do hospital não estavam entendendo nada. Com calma, tudo ficou elucidado. Enquanto o senhor Estrada estacionara o carro e fazia sua caminhada, outro homem sofrera um infarto. A equipe de emergência e a polícia foram chamadas. Não encontraram nada que o pudesse identificar. A única pista era um chaveiro da General Motors que o policial experimentou nas portas dos veículos GM estacionados na área. Abriram o veículo errado, o do senhor Estrada, que assim foi identificado porque seus documentos estavam no porta-luvas. Mas como Herlinda identificou o corpo errado? Ela disse que estava fora de si. O corpo estava com fita crepe nos olhos e na boca. Nem conseguiu verificar se o homem tinha bigode. Ela olhou os pés, as mãos, a cor do shorts, os tênis. Pareceram ser de seu marido. E como o senhor Estrada chegou ao hospital? Muito simples: ao chegar em casa, recebeu um telefonema da esposa de seu patrão que, quando ouviu a voz dele ao telefone, exclamou: Meu Deus! Se você está aí, então foi Herlinda quem sofreu o ataque cardíaco! Que confusão, não é mesmo? Assim, enquanto o casal foi para casa, abraçado, o policial voltou para a pista, no parque. Lá, encontrou uma mulher que procurava o marido: era a verdadeira viúva. Depois daquele dia, o casal Estrada mudou muitas coisas em sua vida, passando a prestar muita atenção um no outro. * * * Por vezes, um fato dramático nos tira da apatia com que levamos nossos dias. Uma sacudidela para passarmos a prestar mais atenção nos nossos amados. Nesses seres sem os quais tudo o que temos perde importância: a casa, o carro, as joias... Pensemos nisso e comecemos a olhar com novos olhos essas criaturas que são a razão das nossas alegrias: os nossos amores. Comecemos hoje. Agora. * * * A propósito, você sabe dizer com que roupa seu filho saiu de casa há pouco? Redação do Momento Espírita, com base
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1549&stat=0) |
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Conto de Natal |
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Pelo Espírito Francisca Clotilde. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Antologia dos Imortais. Lição nº 01. Página 299.
A noite é quase gelada. Contudo, Mariazinha É a menina de outras noites Que treme, tosse e caminha...
Guizos longe, guizos perto... É Natal de paz e amor. Há muitas vozes cantando: - “Louvado seja o Senhor!...”
A rua parece nova Qual jardim que floresceu. Cada vitrina enfeitada Repete: “Jesus nasceu!...”
Descalça, vestido roto. Mariazinha lá vai... Sozinha, sem mãe que a beije, Menina triste sem pai.
Aqui e ali, pede um pão... Está faminta e doente. - “Vadia, saia depressa!” - É o grito de muita gente.
- “Menina ladra!” - outros dizem. - “Fuja daqui, pata feia! Toda criança perdida Deve dormir na cadeia.”
Mariazinha tem fome E chora, sentindo em torno O vento que traz o aroma Do pão aquecido ao forno.
Abatida, fatigada, Depois de percurso enorme, Estira-se na calçada... Tenta o sono, mas não dorme.
Nisso, um moço calmo e belo Surge e fala, doce e brando: - Mariazinha, Você Está dormindo ou pensando?
A pequenina responde, Erguendo os bracinhos nus: - Hoje é noite de Natal, Estou pensando em Jesus...
- Não lhe lembra mais alguém? Ela, em lágrimas, disse: - Eu penso também, com saudade, Em minha mãe que morreu...
- Se Jesus aparecesse, Que é que você queria? - Queria que Ele me desse Um bolo da padaria...
Depois de comer, então - E a pobre sorriu contente - Queria um par de sapatos E uma blusa grande e quente.
Depois... queria uma casa, Assim como todos têm... Depois de tudo... eu queria Uma boneca também...
- Pois saiba, Mariazinha, Eu lhe digo que assim seja! Você hoje terá tudo Aquilo que mais deseja.
- Mas, o Senhor quem é mesmo!... E Ele afirma, olhos em luz: - Sou seu amigo de sempre, Minha filha, eu sou Jesus!...
Mariazinha, encantada, Tonta de imensa alegria, Pôs a cabeça cansada Nos braços que Ele estendia...
E dormiu, vendo-se outra, Em santo deslumbramento, Aconchegada a Jesus, Na glória do firmamento.
No outro dia, muito cedo, Quando o lojista abre a porta, Um corpo caiu, de leve... A menina estava morta.
(Recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
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Cena da neve em Argenteuil. Óleo sobre tela de Claude Monet. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Monet_Snow_at_Argenteuil_1875.jpg |
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Praça com enfeites de Natal. Mérida, Espanha. Foto: Ismael Gobbo |
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Enfeites de Natal em Mérida, Espanha. Foto: Ismael Gobbo |
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Presépio no interior da Holy Trinity Church. Stevenage, Reino Unido. Foto Ismael Gobbo. 2012. |
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Noite nevada na Igreja “Holy Trinity Church”. Stevenage, Reino Unido. Fotos Ismael Gobbo |
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Uma pastora com seu rebanho, pastando. Óleo sobre tela de Cornelis van Leemputten (1841-1902) Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Leemputten_shepherdess.jpg |
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Adoração dos pastores. Óleo no painel de Giorgione. Imagem/fonte: |
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Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Christmas_Shopping,_1910.JPG |
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Santo Tomás de Villanueva dividindo suas roupas entre meninos mendigos. Óleo sobre tela de Bartolomé Steban Murillo. Imagem/fonte:
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Natal de Carol por Charles Dickens Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Christmascarol1843_--_137.jpg
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Charles Dickens : A Christmas Carol . Em prosa. Sendo uma história fantasma de Natal . Com ilustrações de John Leech . Londres: Chapman & Hall, 1843. Primeira edição. Folha de rosto. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Christmas_Carol
A Christmas Carol é um livro da autoria de Charles Dickens. Com várias traduções em Português, sendo uma delas Um Conto de Natal, o livro foi escrito em menos de um mês originalmente para pagar dívidas, mas tornou-se um dos maiores clássicos natalinos de todos os tempos e uma das mais célebres obras de Dickens. O autor descreveu-o como o seu "livrinho de Natal", e foi primeiramente publicado em 19 de dezembro de 1843,[1] com ilustrações de John Leech.[2] A história transformou-se instantaneamente num sucesso, vendendo mais de seis mil cópias apenas numa semana.[3]
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Jesus Cristo com as crianças / Deixe as criancinhas virem a mim / Suportem as crianças. Óleo sobre cobre de Carl Bloch Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Let_the_Little_Children_Come_unto_Jesus.jpg |
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Você sabia que o cinema nacional com temática espírita está com tudo nas plataformas de streaming? |
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FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA — SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES
O segundo turno das eleições reafirma a importância da democracia e da responsabilidade de cada cidadão na construção da sociedade. O exercício do voto, expressão da liberdade de consciência, constitui também um compromisso com o presente e o futuro da coletividade. A luz dos princípios espíritas, essa escolha deve ser orientada pelo livre-arbítrio, pelo discernimento e pela consciência de suas implicações sociais. Votar pressupõe considerar não apenas as convicções individuais, mas também as condições de vida da população, a dignidade humana, a justiça social e os efeitos das decisões públicas sobre o conjunto da sociedade, em especial sobre os mais vulneráveis. A Federação Espírita Brasileira não orienta nem induz a escolha de candidatos, assim como os centros espíritas não devem fazê-lo em nome da instituição ou da Doutrina Espírita. O respeito à liberdade de consciência e à pluralidade de ideias é indispensável à convivência democrática e à preservação dos vínculos de respeito e fraternidade entre pessoas que pensam de maneira diferente. A Doutrina Espírita oferece referências éticas para essa reflexão: a valorização da vida, a não violência, a justiça, a solidariedade e o respeito à dignidade de cada pessoa. O exemplo de Jesus, fundamento maior de amor ao próximo, convida-nos a superar os interesses estritamente individuais e a reconhecer que o compromisso com o bem compreende também a responsabilidade perante a sociedade. O exercício consciente do voto exige informação séria, serenidade e discernimento. As divergências políticas, próprias da democracia, não devem comprometer o respeito à vida, aos direitos humanos e à dignidade das pessoas, tampouco enfraquecer os princípios que sustentam a convivência democrática. Inspirados pelo Evangelho de Jesus e pelos princípios espíritas, somos chamados a fazer de nossas escolhas e atitudes expressões de responsabilidade, respeito e compromisso com o bem comum, contribuindo para uma sociedade mais justa, pacífica e solidária.
(Recebido em email de Comunicação FEB [[email protected]]) |
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Espiritismo não é privilégio de nações – movimento espírita internacional |
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O tema “espiritismo não é privilégio de nações; movimento espírita internacional” foi desenvolvido por Cesar Perri em transmissão no dia 20 de outubro. O expositor referiu-se à repercussão internacional das obras Kardec, empregando power para projeção das ilustrações e com base nos registros de sua obra em co-autoria com Charles Kempf e Elsa Rossi - "Movimento espírita internacional. Origens, ideais e experiências" (Ed. CCDPE-SP) e eBook-Kindle pela Amazon (https://www.amazon.com.br/Movimento-Esp%C3%ADrita-Internacional-Origens-experi%C3%AAncias-ebook/dp/B0FX7BC733) e “Entre irmãos de outras terras”, F.C.Xavier e W.Vieira, Espíritos diversos (Ed. FEB) e em inglês ebook Kindle pela Amazon (https://www.amazon.com/Among-brothers-FRANCISCO-C%C3%82NDIDO-XAVIER-ebook/dp/B08QPQLK69). Trata-se do estudo virtual “Espiritismo: das obras básicas às vivências e visão de futuro”, coordenado por Perri. No programa, houve a participação de Pedro e Mirna Nakano e apoio técnico de Kátia Golinelli.Desenvolvido às 3as feiras, às 20 horas, promovido pelo Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo, de São Paulo, transmitido pelo seu canal do You Tube do CCDPE-SP, com parcerias da Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes/RAETV e da Web Rádio Portal da Luz. 000 O tema “Períodos de transformação da Humanidade” será o estudo da próxima reunião. 000 Acesse a exposição pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=FhyZvzpv-XE
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
Palestra no C.E. Maria BentaJabaquara, São Paulo, capital |
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(Mensagem copiada de Jorge Lira Rezala) |
[1028-JornalMundoMaior] HEROÍSMO OCULTO. |
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HEROÍSMO OCULTO. Terás ouvido narrativas em torno de feitos sublimes, nos quais criaturas intrépidas ofereceram a própria existência para salvar os outros, quais os que tombaram na defesa da coletividade, em honra da justiça, em louvor da ciência, ao perquirirem processos de socorro aos sofrimentos da Humanidade.
Reverenciemos, sim, o nome dos que se esqueceram, a benefício dos semelhantes; o heroísmo oculto dos que sabem viver, dia por dia, no círculo estreito das próprias obrigações, a despeito dos empecilhos e das provações que os supliciam na estrada comum.
Pondera isso, quando os embaraços da vida te amarguem o coração! Reflitamos no assunto e observa a parte mais difícil da existência que o Senhor te confiou.
Será ela talvez o cativeiro de obrigações domésticas inadiáveis, a condução laboriosa de um filho doente, a tolerância permanente para com o esposo ou a esposa em desequilíbrio ou, ainda, a responsabilidade pessoal e direta na garantia das obras de benemerência e cultura, elevação e concórdia na direção da comunidade.
A matrícula na escola do heroísmo silencioso está aberta constantemente, a nós todos. Revisemos a anotação do Divino Mestre:- Quem quiser caminhar nos meus passos, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.
Qual será e como será a cruz que te pesa nos ombros? Seja ela qual for, lembra-te de que o Cristo de Deus nos aguarda no monte da vitória e da redenção, esperando tenhamos suficiente coragem para abraçar o heroísmo oculto na fidelidade aos nossos próprios deveres até o fim. No Livro:- ALMA E CORAÇÃO. Emmanuel/Chico Xavier.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]]) |
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Palestras na Aliança Espírita Varas da Videira Araçatuba, SP |
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(Recebido de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha Portugal |
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Exmos Senhores OCS,
CCE
www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
AdeilsonSalles é escritor-médium, filósofo e psicanalista. Poeta premiado pela prefeitura Municipal de Guarujá SP. Comunicador da TV Mundo Maior, Rádio Boa Nova. Até o momento tem 107 livros publicados, para crianças, jovens e adultos. Alguns dos seus livros infantis foram traduzidos para a lingua inglesa e adotados em escolas públicas e particulares. É requisitado para palestras em todo Brasil e no exterior. O êxito de seu trabalho se reflete na participação nas grandes Bienais Internacionais do Livro, assim como nas maiores feiras do livro do Brasil. Realiza palestras em escolas, universidades, empresas e centros espíritas.
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
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CONHEÇA E, SE PUDER, DIVULGUE A EDIÇÃO DESTA SEMANA DE O CONSOLADOR |
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Amigo(a) das lides espíritas, Está no ar a nova edição da revista O CONSOLADOR. Além de inúmeros artigos e matérias de grande interesse, esta edição traz os seguintes destaques: Entrevista com a jornalista Daniela Migliari, de Brasília (DF), autora do livro Divaldo – O Mensageiro da Paz, em que relata os bastidores da produção do filme de mesmo nome. Especial de Paulo Neto com o título “Nosso Lar: significativos indícios de sua realidade”, a respeito da colônia espiritual Nosso Lar, mencionada por André Luiz. Reportagem da jornalista Cláudia Santos sobre a 14ª Jornada da AME-SP, que reuniu médicos, outros profissionais da saúde e dirigentes de entidades espíritas. Acesse clicando em https://www.oconsolador.com.br/ano20/996/principal.html Se puder divulgar a Revista em sua casa espírita e compartilhá-la com familiares e amigos, sua colaboração será muito valiosa para ampliar o alcance da mensagem. Desde já, por sua atenção, nosso sincero agradecimento. Forte abraço e excelente semana para todos os seus.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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POST referente ao Blog de domingo (para divulgar) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
(Astolfo O. de Oliveira Filho) O termo intelecto-moral, que tem valor de adjetivo, é utilizado quando queremos dizer que determinado fato, coisa ou circunstância dá relevância, ao mesmo tempo, à inteligência e à moralidade. Allan Kardec o utilizou quando escreveu sobre as aristocracias na 1ª parte do livro Obras Póstumas. [...] Leia na íntegra
clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/10/as-aristocracias-que-imperaram-no-mundo.html Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo domingo.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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[1027-JornalMundoMaior] TALENTOS. |
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TALENTOS. A pobreza não é criação do Todo-Misericordioso. Ela existe somente em função da ignorância do homem que, por vezes, se arroja aos precipícios da inconformação ou da ociosidade, gerando o desequilíbrio e a penúria.
Observa os elementos de trabalho que a vida te conferiu e não te esqueças de que a única fonte de origem e de sustentação da riqueza legítima é sempre o trabalho.
O ouro é talento com que se pode ampliar o progresso. O apuro da inteligência é recurso de extensão da cultura. A escassez é o processo da aquisição de nobres qualidades para quem aprende a servir.
Cada qual de nós recebe na herança congênita do pretérito, as possibilidades de serviço que nos caracterizam as tendências no mundo, de acordo com os méritos e necessidades que apresentemos.
Usa a compreensão para que a fortuna terrestre te não prenda nas teias da sovinice e para que a carência de ordem material não te encarcere nas labaredas da rebeldia.
Derrama o tesouro de amor que o Pai Celestial te situou no coração, através das bênçãos de fraternidade e simpatia, bondade e esperança para com os semelhantes e, em qualquer grupo social no qual te vejas, serás, invariavelmente, a criatura realmente feliz, sob as bênçãos da Terra e dos Céus. No livro:- DINHEIRO - Emmanuel/Chico Xavier. Magali Inês Brum - Colaboradora.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]]) |
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(Informação recebida de Fundação Espírita André Luiz [[email protected]]) |
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Resenha: Obra de Vultos – Volume 3 – 2026 |
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Obra de Vultos, surge em seu Volume 3, com organização de Ismael Gobbo. Contém 38 biografias de destacados lidadores do movimento espírita de Araçatuba, Birigui, Guararapes, Penápolis e Ilha Solteira. Redigimos o Prefácio dessa obra. O organizador Ismael, integra as amizades iniciadas desde a fundação da Mocidade Espírita Irma Ragazzi Martins, na Instituição Nosso Lar, Araçatuba (SP), nos idos de 1964, e de continuadas trocas de mensagens em função do Boletim de Notícias do Movimento Espírita que ele edita semanalmente. Em geral, fomos contemporâneos e conhecemos vários dos vultos focalizados que atuaram nas cidades da região Noroeste do Estado de São Paulo. Entre os homenageados, encontram-se a minha genitora, Bebé; Joana, genitora de minha esposa Célia; a marcante figura de Linda Dias de Almeida; Auzília Chessa Gobbo, genitora de Ismael; vários parceiros dos nossos tempos de residência e atuação direta em Araçatuba e, o mais recente, o dinâmico Sirlei Nogueira. Os autores das biografias são parentes ou amigos dos homenageados. Anotações tão queridas para os autores dos capítulos, com preito de homenagem e gratidão a esse conjunto de espíritos desencarnados. Embora em breves linhas, cada anotação representa muito esforço e dedicação que marcaram as trajetórias corpóreas. Há ilustrações. As publicações anterioresforam editadas há algum tempo: Obra de vultos – Volume 1 (1999) e Obras de vultos – Volume 2 (2000), também reunindo biografias de lidadores daquela região. Obra de Vultos- Volume 3, tem sido lançada, desde final de setembro de 2026, em instituições espíritas de Araçatuba e região, com a presença do organizador Ismael. Comparecemos em uma delas, dia 11/10/26, na União Espírita Paz e Caridade. O exemplar pode ser adquirido em: - União Espírita Paz e Caridade – Rua Marcílio Dias 129 – Araçatuba; - Aliança Espírita Varas da Videira – Rua Bernardino de Campos, 363 - Araçatuba; encomendas pelo fone/zap: 18 – 99686-2898.
(Antonio Cesar Perri de Carvalho) DE: https://grupochicoxavier.com.br/obra-de-vultos-volume-3-2026/
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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📚💚 OBRA DE VULTOS – VOLUME 3 | 2026 💛
Uma obra que reúne histórias inspiradoras de espíritos ilustres que contribuíram para o movimento espírita em nossa região, trazendo exemplos de dedicação, amor ao próximo e trabalho em favor do bem. ✨📖
Adquira seu exemplar por apenas R$ 30,00 e prestigie essa importante obra!
🏡 À venda no Abrigo Ismael 📍 Rua Marcílio Dias, 129 – Araçatuba/SP 📞 Informações: (18) 3623-3408
Cada gesto de apoio fortalece nossa missão de acolher e cuidar de nossas idosas com carinho e dignidade. ❤️
Adquira o seu e faça parte dessa história! 📚
(Recebido em email de Adair Anacleto) |
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Obra de Vultos 3 Compras na Aliança Espírita Varas da Videira. Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Campanhas da casa. Aliança Espírita Varas da Videira e Casa da Caridade. Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Atividades da casa. Aliança Espírita Varas da Videira e Casa da Caridade. Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Correio Espírita - Jornal de outubro de 2026 |
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Jornal Momento Espírita - EDIÇÃO DE OUTUBRO Centro Espírita Amor e Caridade, Bauru, SP. Assesse abaixo: |
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ACESSE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Jornal-Momento-Esp-Out-26_compressed.pdf
(Recebido em email do amigo Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Outubro/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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APES : programme d'activités spirites OCTOBRE 2026 APES: programa de atividades espíritas – outubro de 2026 |
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Chère Madame, Cher Monsieur,
Indépendamment de la fermeture de notre local historique à Vincennes à la fin d’année 2025, nous ne restons pas inactifs et depuis janvier 2026, dès le mois de janvier 2026, nous avons mis en place des réunions en distanciel par la plateforme ZOOM WORPLACE : des Réunions Publiques d'Etudes et Assistance Spirituelle (RPEAS) et des réunions d'étude de l'Evangile selon le Spiritisme avec les demandeurs d'Assistance Spirituelle.
Petit à petit, nous avons appris à travailler en distanciel, et de cet fait nous arrivons à toucher d'autres personnes qui habitent dans une ville où n'existe pas de centres spirites, ou que pour des raisons diverses ces personnes n'ont plus la capacité de se déplacer. Ces réunions ont attiré beaucoup de personnes que étaient isolées et ainsi, de cette façon le messages spirite arrivent chez elles.
Ces réunions spirites sont réalisées sous l'orientation de l'Esprit guide du Centre Spirite APES et selon l'éthique spirite : de l'écoute, de la bonne volonté, de la gratuité, sans aucun jugement, avec amour et respect de l'autre.
Veuillez trouver ci-joint le programme d'activités spirites pour le mois d'OCTOBRE 2026. Aujourd’hui, nous recherchons un nouvel espace afin de reprendre nos activités en présentiel, mais nous continuons avec celles en distanciel. Matériellement, il représente un défi financier qui NECESSITE VOTRE PARTICIPATION. Humainement, il restera une
réalité vivante AVEC VOTRE COLLABORATION. Nous vous remercions pour votre fidélité et votre soutien, et nous nous réjouissons de vous retrouver prochainement lors de ces prochaines réunions hebdomadaires d’étude spirite en distanciel. Fraternellement,
Anita BECQUEREL Présidente de l'APES
GOOGLE TRADUTOR- EM PORTUGUÊS (BRASIL)
Prezados Senhores e Senhoras,
Independentemente do fechamento de nossa sede histórica em Vincennes no final de 2025, não permanecemos inativos; desde janeiro de 2026, implementamos reuniões remotas através da plataforma ZOOM WORKPLACE: Reuniões Públicas de Estudos e Assistência Espiritual (RPEAS) e reuniões de estudo de *O Evangelho segundo o Espiritismo* com aqueles que buscam Assistência Espiritual.
Aos poucos, aprendemos a trabalhar remotamente e, com isso, conseguimos alcançar pessoas que vivem em cidades sem centros espíritas ou que, por diversos motivos, não têm mais condições de se deslocar. Essas reuniões atraíram muitas pessoas que estavam isoladas e, assim, a mensagem espírita chega até elas.
Essas reuniões espíritas são realizadas sob a orientação do Espírito guia do Centro Espírita APES e em conformidade com a ética espírita: escuta, boa vontade, gratuidade, ausência de julgamentos, amor e respeito ao próximo.
Segue em anexo a programação das atividades espíritas para o mês de OUTUBRO de 2026. Atualmente, buscamos um novo espaço para retomar as atividades presenciais, mas continuamos com as atividades remotas. No aspecto material, isso representa um desafio financeiro que NECESSITA DA SUA PARTICIPAÇÃO. No aspecto humano, continuará sendo uma realidade viva COM A SUA COLABORAÇÃO. Manter um local de acolhimento espiritual gratuito e aberto a todos. Preservar um espaço de reflexão, estudo e assistência moral espírita. Se quiser nos ajudar, clique aqui: https://www.helloasso.com/associations/association-parisienne-d-etudes-spirite-apes/collectes/xxx. Uma nova janela será aberta, direcionando você ao site HelloAsso. Agradecemos pela sua fidelidade e pelo seu apoio, e esperamos reencontrá-lo em breve nas próximas reuniões semanais de estudo espírita realizadas a distância. Fraternalmente,
Anita BECQUEREL Presidente da APES
(Recebido em emails de Association Parisienne d'Etudes Spirites [[email protected]]) |
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Gepar. Confira nosso Informe Especial de Outubro |
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ACESSE AQUI:
(GEPAR [[email protected]]) |
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Programação Instituição Beneficente Nosso Lar - outubro 2026 São Paulo, capital |
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Olá Ismael! Segue em anexo a programação do Departamento de Cultura Espírita da Instituição Beneficente Nosso Lar - IBNL para o mês de outubro. Muita paz a todos. Abraço fraterno,
"Plantemos alegremente, Sob a fé que não descansa, Bondade, paz, otimismo, Consolação e esperança". Casimiro Cunha Sublime Sementeira: Evangelização Espírita Infantojuvenil, ed. FEB, 2012, p.141/143.
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
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GEPAR Piratininga, Niterói. |
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Resultados Parciais – PNE 2026 |
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✅Resultados Parciais – PNE 2026 Mais moderna, novo portal! Novas questões interessantes e instigantes. Participe! Para refletir, esclarecer e agir Participação atual de 18 estados. https://pesquisa.portalkardec.org.br/B43605E6
Ivan Franzolim WhatsApp: 55 (11) 98156-0030 http://franzolim.blogspot.com.br/
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta Março/Abril-2026. Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf
(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Federação Espírita Brasileira — Segundo Turno das eleições
CLIQUE AQUI: https://febnet.org.br/federacao-espirita-brasileira-segundo-turno-das-eleicoes/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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Clique
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UEP. União Espírita Paraense Belém |
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FEAP. Federação Espírita do Amapá Macapá |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Irma de Castro Rocha (MEIMEI) (22-10-1922 / 01-10-1946) |
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Meimei. Imagem/fonte: https://www.uemmg.org.br/biografias/irma-de-castro-rocha-meimei
Irma de Castro Rocha nasceu na cidade de Mateus Leme, Minas Gerais, às 7h30 da manhã do dia 22 de outubro de 1922. Filha do agente ferroviário Adolfo Castro e de Mariana Castro, teve quatro irmãos: Carmem, Ruth, Danilo e Alaíde. Aos dois anos de idade, sua família transferiu-se para Itaúna/MG, e aos cinco anos, ficou órfã de pai. Sua infância foi a de uma criança pobre, mas era extremamente modesta e de espírito elevado. Desde criança, era diferente de todos pela sua beleza física e por sua inteligência notável. Era alegre, comunicativa, espirituosa, espontânea e cativava a todos que com que convivia. Irma cursou com facilidade o ensino primário, matriculando-se, para dar sequência aos seus estudos, na Escola Normal de Itaúna (atual Colégio Estadual). Sua vida seria marcada pela moléstia que sempre a perseguia desde a infância (nefrite crônica), que se manifestou mais acentuadamente na época em que cursava com brilhantismo o 2º Ano Normal. Era considerada a primeira aluna da classe, mas teve que abandonar os estudos. Muito inteligente e ávida de conhecimentos, foi apurando sua cultura através de boa leitura, importante fonte de refinamento do seu espírito. Na flor de seus 17 anos, Irma de Castro tornou-se uma bela morena clara, alta, com 1,70m de altura e cabelos negros, ondulados e compridos, grandes olhos negros bastante expressivos e vivazes. Aos 20 anos, mudou-se com sua irmã Alaíde para Belo Horizonte. Foi onde conheceu Arnaldo Rocha (então ateu), de quem se tornou grande amiga e, no futuro, esposa. Casaram-se na igreja de São José, matriz de Belo Horizonte, em 10 de junho de 1942. Na saída da igreja, o casal e os convidados viveram uma cena inesquecível. Depararam-se com um mendigo, arrastando-se pelo chão, sujo, maltrapilho e malcheiroso. Este pediu-lhes uma esmola e Meimei, inesperadamente, volta-se para o andarilho; sensibilizada pela sua condição, ela lhe diz que nada têm, pois acabam de sair da cerimônia de casamento. A noiva, então, entrega o buquê ao pedinte e beija-lhe a testa. Os olhos dela ficaram marejados de lágrimas. APELIDO A carinhosa expressão familiar foi adotada pelo casal Arnaldo Rocha e Irma de Castro Rocha a partir da leitura que fizeram do livro Momentos de Pequim, do escritor sino-americano Lin Yutang. Ao final do livro, encontram o significado para o verbete Meimei: “Noiva Querida” ou “A Bem-Amada”, que a irmã Ruth preferia adaptar para “Amor Puro”. Este apelido ficara em segredo entre o casal, mas, após o desencarne da esposa, esta passa a tratar o seu ex-consorte por “Meu Meimei”. LIGAÇÃO COM ARNALDO Irma de Castro Rocha não foi espírita na acepção da palavra, pois foi criada na Religião Católica. Ela o era, porém, pela prática de alguns princípios da Doutrina Codificada por Allan Kardec, tais como caridade, benevolência, mediunidade, além de uma conduta moral ilibada. Meimei tinha mediunidade clarividente, conversava com os espíritos e relembrava cenas do passado. Segundo Arnaldo Rocha, era comum vê-la, por exemplo, lendo um livro e, de repente, ficar com o olhar perdido no tempo. Nesses instantes, Arnaldo olhava-a de lado e pensava: “Está delirando”. Algumas vezes, ela afirmava: “Naldinho, vejo cenas, e nós estamos dentro delas; aconteceu em determinada época na cidade...”. Arnaldo, à época materialista, não sabendo como lidar com esses assuntos, cortava o diálogo, afirmando: “Deixa isso de lado, pois quem morre deixa de existir”. Apesar do pouco tempo de casados, o casal foi muito feliz. Ela tinha muito ciúme do seu “cigano”. Esse cuidado por parte dela era devido ao passado complicado do marido. De acordo com Chico Xavier, Meimei vinha auxiliando Arnaldo na caminhada evolutiva há muitos séculos, por isso a sua acuidade em adocicar os momentos mais difíceis e alegrar ainda mais os instantes de ventura. A amizade entre o casal, projetando juras de eterno amor, teve início por volta do século VIII a.C. Um general do império Assírio e Babilônico, de nome Beb Alib, ficou conhecendo Mabi, bela princesa, salvando-a da perseguição de um leão faminto. Foi Meimei quem relatou a história, confirmada depois por Chico Xavier e traduzida, inconscientemente, pelo escritor e ex-presidente da União Espírita Mineira, Camilo Rodrigues Chaves, no livro Semíramis. Essas reminiscências de Meimei eram tão comuns que, além desse fato contido no livro citado, há, também, uma referência à personagem Blandina (Meimei), no livro “Ave, Cristo!”. Segundo relato de Arnaldo, Chico passou um determinado capítulo do livro para que ele avaliasse. À medida que lia, lágrimas escorriam por suas faces. Ao final da leitura, Arnaldo disse para Chico: “Já conheço esse trecho!”. Chico arrematou: “Meimei lhe contou, né?”. Nesse romance de Emmanuel, Blandina teria sido filha de Taciano Varro (Arnaldo Rocha), definindo a necessidade do reencontro de corações com vista à evolução espiritual. Já Arnaldo Rocha narra um fato muito importante no redirecionamento de sua vida. No romance “Ave, Cristo!”, que se desenvolve na antiga Gália Lugdunense, encontra-se um diálogo entre os personagens Taciano Varro (Arnaldo Rocha) e Lívia (Chico Xavier), no qual as notas do Evangelho sublimam as aspirações humanas. Lívia consola Taciano, afirmando que “no futuro encontrar-nos-emos em Blandina”. Essa profecia realizou-se mais ou menos 1600 anos depois, na Avenida Santos Dumont, em Belo Horizonte, no encontro “casual” entre Arnaldo Rocha e Chico Xavier, após o qual Arnaldo, materialista convicto, deixa cair as ‘escamas’ que lhe toldavam a visão espiritual. ENFERMIDADE E DESENCARNE Logo após o casamento, Meimei apresentou problemas nas amídalas - coisa que lhe era peculiar na infância. Ao operar-se, ficou um pequeno pedaço da amídala, que originou todo o seu drama. Seu organismo passou a ser minado pela infecção e todo tratamento foi inútil. Vieram complicações renais (nefrite), que depois se transformaram em glomerulonefrite, pressão alta e necrose nos rins, além de perturbações hipertensivas arterial e craniana. Motivado pelo estado hipertensivo de deslocamento das pupilas-cristalino e, com a marcha da enfermidade, Meimei ia perdendo a visão. Nos dias em que precederam o seu desencarne já estava completamente cega. Em seus derradeiros dias de vida terrena, ela começou a ter visões. Falava da avó Mariana, que vinha visitá-la e que em breve iria levá-la para viajar pela Alba dos céus. Depois de muitos anos veio, a confirmação através de Chico Xavier. Arnaldo recebe do médium amigo, em primeira mão, o livro Entre a Terra e o Céu, ditado por André Luiz, no qual encontra uma trabalhadora do Mundo Espiritual, Blandina, vivendo no Lar da Bênção, junto com sua Vovó Mariana, cuidando de crianças. Em determinado trecho, Blandina revela um pouco da sua vida terrena junto ao consorte amado. Memei desencarnou na madrugada de 1º de outubro de 1946, com 24 anos, após acordar vomitando sangue, devido a um edema agudo de pulmão. O marido sai desesperado em busca de médico, pois não tinham telefone e, ao voltar, encontra o corpo físico da amada sem vida. PÓS-DESENCARNE Arnaldo Rocha, agora viúvo, continuava a não acreditar em Deus. Foi convidado a uma sessão espírita a que compareceu com muito esforço e descrença. Ao retornar, sua mãe lhe emprestou “O Livro dos Espíritos”, que leu desordenada e desatenciosamente. Seu irmão deu-lhe o livro “O Problema do Ser do Destino e da Dor”, de Léon Denis, que leu em conjunto com o livro de sua mãe. Passou a se interessar pelos temas, sem, no entanto acreditar em Deus. Passando a viajar permanentemente a Pedro Leopoldo, berço da simplicidade da família Xavier, recebeu de Meimei, sua querida esposa, as mais belas missivas através da psicografia e da clarividência de Chico Xavier. Arnaldo tornou-se espírita e fundou o Centro Espírita Meimei. Depois daquele encontro, que marcou o cumprimento da profecia de Lívia e Taciano Varro, Arnaldo, o jovem incauto e materialista recebeu consolo para suas dores; presentes do céu foram materializados para dirimir sua solidão; pelas evidências do sobrenatural, incentivos nasceram para o estudo da Doutrina Espírita, surgindo, por consequência, novos amigos que indicaram ao jovem viúvo um caminho diferente das conquistas na Terra. Trabalhador e conselheiro da União Espírita Mineira desde 1946, Arnaldo Rocha foi inseparável amigo de Chico Xavier. Organizador dos livros “Instruções Psicofônicas” e “Vozes do Grande Além” (FEB), e coautor do livro “Chico, Diálogos e Recordações” (UEM).
Fontes: Carlos Alberto Braga Costa, em “O Espírita Mineiro”, nº 295; www.viafanzine.jor.br/meimei.htm (Copiado de https://www.uemmg.org.br/biografias/irma-de-castro-rocha-meimei) |
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De pé: Zeca Machado e
Zilica, Waldo Vieira, Chico Xavier, Nair Machado com a criança no colo, http://www.vinhadeluz.com.br/site/noticia.php?id=1741
Arnaldo Rocha, esposo de Irma de Castro Rocha (MEIMEI) desencarnou em 29 de outubro de 2012.
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A estação de Mateus Leme, MG, em junho de 1990. Foto Hugo Caramuru http://www.estacoesferroviarias.com.br/rmv_garcas/mateus.htm CLIQUE NO LINK E VEJA MAIS FOTOS DA ESTAÇÃO FERROVIARIA DE MATEUS LEME, MG
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Biografia de Antônio Wantuil de Freitas (23-10-1895 / 11-03-1974) |
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Antônio Wantuil de Freitas foi Presidente da Federação Espírita Brasileira durante vinte e sete anos consecutivos, encarnado a 23 de outubro de 1895 na cidade do Patrocínio do Muriaé (MG), filho do Capitão Joaquim Olinto de Freitas e de D. Virgínia Maria de Freitas, e desencarnado aos 11 de março de 1974, no Rio de Janeiro (RJ). Foi de muita luta a sua vida, pois ficara órfão de pai aos 5 anos de idade, e de mãe, aos 22, mas graças à ajuda dos irmãos pôde diplomar-se em Farmácia em 1913, na então famosa Escola de Farmácia e Odontologia d' "O Granbery", de Juiz de Fora (MG). Após dirigir farmácias em várias cidades mineiras, veio para o Rio de Janeiro em 1924, aí se instalando como farmacêutico-industrial. Casou em 1919 com D. Zilfa Fernandes de Freitas, com quem teve sete filhos, e sobre a qual externou este agradecimento: "(...) sua valiosa cooperação muito contribuiu para o meu encorajamento nos momentos difíceis da vida." Leitor assíduo de tudo que dissesse respeito a religiões e filosofias, nelas buscava, em vão, a doutrina que realmente atendesse aos seus mais recônditos anseios, tornando-se até mesmo meio cético de tudo, até que em 1932, convidado por um velho amigo para assistir a uma sessão espírita, aí presenciou tantos fatos inexplicáveis que ele resolveu estudar o Espiritismo, fazendo-o meses e meses seguidos, através de incansável leitura de um sem-número de obras espíritas, entre nacionais e estrangeiras. Surgiu, ao mesmo tempo, no seu próprio lar, uma série de fenômenos mediúnicos, de indiscutível força comprobatória da teoria haurida nos livros. Tomou-se, então, um espírita convicto. Ainda em 1932, ingressou como sócio remido da Federação Espírita Brasileira. Já em 1933 participava como delegado de uma Associação Espírita do Rio de Janeiro no Conselho Federativo da FEB. Eleito sócio efetivo em 1936, Guillon Ribeiro, então Presidente da Casa-Máter, vendo nele um espírita de vasto cabedal de conhecimentos doutrinários, muito ativo e possuidor de lúcida inteligência, convidou-o às eleições de 9 de agosto de 1936, sendo eleito e empossado no cargo de Gerente de REFORMADOR, onde ficou até 1943, quando ascendeu à presidência da Casa de Ismael, neste posto permanecendo até 22 de agosto de 1970, ininterruptamente reeleito todos os anos, quase sempre por unanimidade. As realizações de Antônio Wantuil de Freitas dentro do Espiritismo são de uma riqueza extraordinária. Sua enorme capacidade de trabalho, aliada a invejável descortino intelectual, fê-lo uma das mais destacadas figuras no Movimento Espírita nacional, um verdadeiro líder, no mais alto sentido. Em eruditas e substanciosas conferências pronunciadas da tribuna da FEB; em escorreitos escritos, sob variados temas, estampados em REFORMADOR com seu próprio nome ou sob mais de uma dezena de pseudônimos; em livros, opúsculos, folhetos editados pela FEB, Wantuil sempre se revelou unia personalidade forte, intransigente na defesa da verdade, de grande discernimento e de um raciocínio rápido e decisivo. Em 13 de junho de 1939, ele, sozinho, defendeu o Espiritismo na Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, da qual era sócio, contra acirrada campanha movida por alguns dos seus membros, que até dirigiram moções de desagrado ao Presidente da República e ao Ministro da Justiça. O acontecido foi amplamente noticiado por importantes jornais da época, que elogiaram a atitude desassombrada daquele ousado desconhecido. Outro fato que repercutiu na imprensa de então e demonstrou uma vez mais a coragem, o destemor, a impavidez do Presidente Wantuil de Freitas passou-se no Governo de Getúlio Vargas, entre 1941 e 1945. Recrudescia, nesses anos, mediante Portarias do Chefe de Polícia, um clima de cerceamento, de perseguição às Sociedades Espíritas, inclusive com o fechamento, no Rio de Janeiro, de todas elas (também a Federação Espírita Brasileira), tendo sido criado até mesmo um cadastro policial para o fichamento dos dirigentes espíritas. Tais absurdos levaram uma comissão febiana, em março de 1945, à presença do chefe de Polícia, Ministro João Alberto. Wantuil foi o porta-voz intimorato na defesa dos direitos do Espiritismo, conseguindo derrubar as infelizes Portarias que impediam às Instituições Espíritas o direito de se organizarem e funcionar livremente, como a Constituição prescrevia. Antes disso, certa feita Wantuil teve de comparecer ao Ministério da Justiça, onde seria interrogado por um verdadeiro tribunal, composto de um General, de um Almirante e do próprio Ministro. Ele não se intimidou. Falou o que tinha para falar e, em dado momento, se não fora a intervenção conciliatória do Ministro, Wantuil seria preso pelo Almirante. REFORMADOR, 1948, pag. 191
(Copiado de https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Antonio-Wantuil-de-Freitas.pdf
CLIQUE PARA VER FOTOS ANTIGAS DE PATROCÍNIO DO MURIA-MGhttps://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=GsJ6_7KI6Ag
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Antônio Wantuil de Freitas Imagem copiada de: https://seir.org.br/nascimento-de-wantuil-de-freitas/
Antônio Wantuil de Freitas (23/10/1895 – 11/03/1974) LEIA A BIOGRAFIA AQUI: https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Antonio-Wantuil-de-Freitas.pdf |
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Prédio da Federação Espírita Brasileira na cidade do Rio de Janeiro Copiado da revista Reformador de junho de 1948. Arquivo da FEB. A mudança da sede histórica do Rio de Janeiro para a administrativa em Brasília deu-se oficialmente na década de 1980.
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Pedro Richard (09-09-1853 / 25-10-1918) |
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Foi uma das mais fortes e atraentes personalidades do Movimento Espírita. Sua vida foi de testemunho em favor do Evangelho deixado pelo Divino Mestre Jesus. Pedro Richard nasceu, no dia 09 de setembro de 1853, na cidade de Macaé (RJ), filho de Pedro Richard e Dnª. Felismina Richard. Família modesta, mas de honorabilidade a toda prova. Órfão de pai aos nove anos de idade, tornou-se arrimo de sua mãe e de seus irmãos menores. Tinha adoração por sua genitora, que era de costumes austeros e de sentimentos elevados; era, aliás, carinhoso para a família. Quando seu pai desencarnou, estava fazendo o Curso Primário, tendo que interromper os estudos para trabalhar numa casa comercial. Depois foi admitido como funcionário da Alfândega, melhorando assim seus rendimentos. Sério, consciente de suas responsabilidades, adquirira o hábito salutar de nada realizar sem muita reflexão. Seguia a risca os conselhos do seu genitor. Pedro Richard contraiu núpcias com D. Mariana Campos Richard, natural de Angra dos Reis (RJ), e tiveram uma prole de seis filhos: Mário (desencarnado aos dois anos), Felismina, Pedro, Mário (2º), Izaura e Marta. Houve uma época em que D. Mariana teve que costurar para fora, e ajudar na manutenção do lar. Foram dias de muitas preocupações, porém não perderam a esperança de melhores dias. Isso não impediu de adotar uma criança necessitada: Francisco Antônio de Carvalho, que era parente longe de D. Mariana. Mais tarde o garoto foi motivo de muitas alegrias. Estudioso, aplicado, entrou para Escola Militar e se formou como Engenheiro Militar, honrando a dedicação dos pais adotivos. Chegou ao posto de Coronel do Exército e o que é mais importante, tornou-se o "patriarca" da família. A desencarnação de Mário, o seu primogênito, levou-o ao Espiritismo. O casal não compreendia como, diante da bondade imensurável de Deus, uma criança pudesse sofrer tanto. Nesse tempo, conheceu um homem chamado Nascimento, pessoa caridosa e simples, médium. Por seu intermédio recebeu noções de como age a Justiça Divina, através da reencarnação, dando-nos oportunidade de quitar faltas passadas. A vida de Pedro Richard foi de permanentes realizações. Era capacitado, inteligente, trabalhador, ativo e empreendedor. Formou uma firma de construções, com oficina de carpintaria, porém, para obter o registro de construtor era necessário apresentar declaração de um engenheiro civil, de que ele possuía capacidade para as funções. Embora extremamente capacitado, faltava-lhe o título oficial para poder trabalhar. Recorreu a um velho amigo da Federação Espírita Brasileira, Abel Ferreira de Mattos, engenheiro civil de prestígio, que veio em seu auxílio. Venceu uma concorrência para executar obras do Exército. Esse trabalho lhe deu melhores condições de manter a família. Indalício Mendes chamou-o de "Peregrino do Evangelho". Sua admiração por Dr. Bezerra de Menezes, "O Kardec Brasileiro", era ilimitada. Fê-lo fervoroso adepto do Evangelho, onde encontrava a bússola para os caminhos a palmilhar na Terra. Pedro Richard tinha na prece o seu maior ponto de apoio. Desenvolveu sua mediunidade de cura, que fez dele instrumento dos Espíritos Superiores, no labor incansável na Seara do Cristo, para socorrer sofredores. Foi considerado emissário para despertar criaturas que precisavam apenas de uma palavra para se melhorarem espiritualmente. Através de seus atos, de sua conduta e superioridade moral, tomaram-no como exemplo e renasceram para uma nova vida. Era companheiro de Bezerra de Menezes, dos irmãos Sayão, de Maia de Lacerda, Leopoldo Cirne e outros. Foi um dos fundadores do "Grupo Ismael". Sua fé em Deus, Jesus e Maria Santíssima não tinha limites, e sua palavra tinha o poder de deixar na lembrança daqueles que o ouviam o alento da fé. Era a transmissão simples da mensagem encorajadora, com a seiva da verdade cristã. Foi um Semeador. Pedro Richard regressou à Espiritualidade no dia 25 de outubro de 1918, no Rio de Janeiro, tendo deixado a Terra com a consciência tranqüila do dever cumprido. No dia 12 de junho de 1936, no "Grupo Ismael" deu a seguinte mensagem: - "Senhor!... Desdobra sobre meu eu Espiritual a luz da Tua misericórdia e deixa, Senhor, que desabroche, ainda agora, no meu coração de pecador, as açucenas perfumadas do Teu perdão e da Tua piedade paternal, para que eu seja incorporado às falanges radiosas que operam na Tua Casa, exibindo com meu esforço de espírito a mais clara e a mais sublime de todas as profissões de fé". Fonte: Jornal Mundo Espírita, setembro de 1999.
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Pedro Richard. Imagem/fonte: |
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Trecho da Rua Presidente Sodré, Macaé (RJ). Foto do Domínio público / Acervo Arquivo Nacional Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Trecho_da_Rua_Presidente_Sodr%C3%A9,_Maca%C3%A9_(RJ).tif
VEJA UM VÍDEO SOBRE MACAÉ https://pt.wikipedia.org/wiki/Maca%C3%A9
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AMPLA PUBLICAÇÃO DA REVISTA REFORMADOR DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA, DE 01-11-1918, SOBRE A VIDA E OBRA DE PEDRO RICHARD QUANDO DE SUA DESENCARNAÇÃO. OS TRÊS TEXTOS COPIADOS DE: https://docvirt.com/docreader.net/DocReader.aspx?bib=revreform&pagfis=8310 https://docvirt.com/docreader.net/DocReader.aspx?bib=revreform&pagfis=8311 https://docvirt.com/docreader.net/DocReader.aspx?bib=revreform&pagfis=8312
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Luar. Foto: Ismael Gobbo |
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Deus
Eurípedes Barsanulfo (Texto copiado na internet do site http://www.forumespirita.net/fe/poesia/deus-euripedes-barsanulfo/)
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The Rose Garden. Hyde Park. Londres, Reino Unido.Foto Matheus Gobbo. |
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Crepúsculo em Auriflama, SP. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus e o precursor |
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Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X Psicografia Francisco Cândido Xavier FEB
Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias. Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais. O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso – é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos. Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –, trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino. Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios. Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel. Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!” Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”. No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria! Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso. As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças. * Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita. Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas. Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos? Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”. Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo. João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade. O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos. Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.
Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.
(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)
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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte: |
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Jesus aos doze anos encontrado entre os doutores do templo. James Tissot Fonte da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo. |
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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus abençoa João Batista no deserto. Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG |
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Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
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Amor Infinito Caminhos retos |
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