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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, quinta-feira, 24 de setembro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/24-09-2026.htm
No Blogonde é postado diariamente: http://ismaelgobbo.blogspot.com.br/
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23-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/23-09-2026.htm 22-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/22-09-2026.htm 21-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/21-09-2026.htm 19-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/19-09-2026.htm 18-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/18-09-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 9 - 1866 |
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(Copiado do site Febnet) |
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Les Saltimbanques (ou A Criança Ferida ) é uma pintura pintada por Gustave Doré em 1874 . Representa uma família de acrobatas atingida pela tragédia : uma criança fatalmente ferida na cabeça é segurada nos braços de sua mãe, após um acidente durante um ato de caminhada na corda bamba . Seu pai, sentado e ligeiramente retraído, testemunha a cena com profunda tristeza. Copiado de: https://fr.wikipedia.org/wiki/Les_Saltimbanques_(Dor%C3%A9) |
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Conforme a autora, o quadro retrata entidade espiritual feminina da falange de Meimei acolitando crianças. Óleo sobre tela da artista plástica Nair Camargo, de São Paulo, SP. Obra exposta no salão de reuniões do Fraternidade Espírita Gina, em São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo. |
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Jesus morto nos braços de sua mãe, Maria. Estatua Pietá de Michelangelo. Basílica de São Pedro, Vaticano. Foto Ismael Gobbo |
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Busto de Allan Kardec. Praça Allan Kardec. Guarulhos, SP, Brasil. Foto Ismael Gobbo. |
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Jesus Abençoa as Crianças , de um retábulo de 1888 por Elin Danielson-Gambogi em Ahlainen , Finlândia. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Christian_child%27s_prayer |
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Ascensão de Jesus Artista John Singleton Copley (1738–1815) wikidata:Q316016 s:en:Autor:John Singleton Copley (1738-1815) image of artwork listed in title parameter on this page Título Ascensão Tipo de objeto de pintura Edite isso no Wikidata Gênero arte sacra Edite isso no Wikidata Descrição Ascensão de Jesus Edite isso no Wikidata Data 1775 Técnica Óleo sobre tela Dimensões altura: 32 pol (81,2 cm) Edite isso no Wikidata; largura: 28,7 pol (73 cm) Edite isso no Wikidata Coleção [Expandir]Museu de Belas Artes de Boston wikidata:Q49133 Localização atual Galeria 136 Número de inventário 25.95 Lugar de criação Estados Unidos Edite isso no Wikidata Modo de aquisição Bequest de Susan Greene Dexter em memória de Charles e Martha Babcock Amory Referências The Museum of Fine Arts, Boston, Imagem Fonte / Fotógrafo abcgallery.com Outras versões Uma versão maior com termos de licenciamento semelhantes também pode estar disponível: :http://diglib.library.vanderbilt.edu/act-imagelink.pl?RC=50177. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Jesus_ascending_to_heaven.jpg |
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Deus Pai Artista Atribuído a Cima da Conegliano (1459–1517) wikidata:Q8453 q:it:Cima da Conegliano imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título português: Deus Pai Editar isso no Wikidata Tipo de objeto pintura Editar isso no Wikidata Gênero arte sacra Editar isso no Wikidata Pessoas retratadas Deus, o Pai Editar isso no Wikidata Dados cerca de 1510-1517 Técnica Óleo sobre madeira Editar isso no Wikidata Dimensões altura: 31,7 cm Editar isso no Wikidata; largura: 40,6 cm Editar isso no Wikidata Coleção [Expandir] Wikidata da Galeria Courtauld: Q12110695 Número de inventário P.1947.LF.62 (Courtauld Gallery) Editar isso no Wikidata História do objeto desconhecido Referências identificador de obras BBC Your Paintings: god-the-father-207087 Editar isso no Wikidata Fonte/Fotógrafo The Courtauld Institute of Art, Somerset House, Strand, Londres, WC2R 0RN, Reino Unido [1]. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cima_da_Conegliano,_God_the_Father.jpg |
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Sublime parceria |
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Alguma vez já nos detivemos a refletir sobre o poder contido em uma semente de conhecimento? E sobre a aliança sagrada que se forma entre a alma que ensina e o coração que se dispõe a aprender. A história que compartilhamos hoje nos convida a uma profunda meditação sobre essa sublime parceria. Ela se chamava Tilly Smith e tinha apenas dez anos de idade. Era a manhã de 26 de dezembro de 2004. A menina desfrutava de suas primeiras férias fora do país. Um presente de Natal junto à família, na belíssima praia de Mai Khao, na Tailândia. O cenário parecia um pedaço do paraíso na Terra. De repente, o mar começou a agir de um modo estranho. A água não se movia com a serenidade habitual. A superfície tornou-se espumosa, borbulhante, inquieta. Para os muitos banhistas ao redor, aquilo era apenas algo inusitado da natureza. Um fato curioso. Mas, para Tilly, aquele mar revolto era um sinal. Apenas duas semanas antes, em sua escola, o professor de geografia Andrew Kearney havia ministrado uma aula sobre tsunamis. Ele explicara para a turma as mudanças repentinas no comportamento do mar: recuos incomuns, água turva e o oceano se movendo de forma anormal. Vejamos a importância do bom professor e da boa aula. Aquele educador não se limitava a obedecer apenas a um currículo. Ele estava entregando a seus alunos ferramentas de compreensão do mundo. Porém, detalhe que não podemos esquecer: a semente do ensino, por melhor que seja o semeador, exige solo fértil para germinar. É aí que brilha o segundo milagre dessa história: a excelente atenção da aluna. Naquela sala de aula, Tilly acolheu o conhecimento, permitiu que a lição penetrasse em sua mente. E, então, na praia ensolarada, reconhecendo os sinais exatos do que havia aprendido, Tilly começou a gritar, alertando que um tsunami estava chegando. De início, ninguém lhe deu atenção. Não havia onda gigante à vista, o céu estava limpo. Entretanto, a convicção na voz da menina era tão assustadora que seu pai decidiu acreditar. O alerta se espalhou. A equipe do hotel começou a retirar as pessoas da praia. A família de Tilly alcançou a segurança. Então, a terrível muralha de água de quase 9 metros chegou. O tsunami do Oceano Índico levou centenas de milhares de vidas naquele triste dia. Mas, naquela praia específica de Mai Khao, ninguém morreu. Tudo porque uma criança prestou atenção em uma aula. Mais tarde, chamada de o anjo da praia e homenageada internacionalmente, Tilly fez questão de esclarecer: Não foi intuição, nem heroísmo. Foi conhecimento. Uma única aula, duas semanas antes, transpôs as paredes de uma escola e salvou uma centena de vidas. * * * Aprendamos a valorizar e abençoar os mestres que dedicam suas vidas a ensinar. Como educadores, preparemos nossas lições, nas escolas, nos lares ou na convivência diária, com amor e profundidade. Também saibamos, como a pequena Tilly, ser alunos atentos na grande escola da vida, guardando na alma os ensinamentos que, um dia, poderão ser a luz a guiar os nossos passos e a proteger os nossos irmãos. Pensemos nisso... Redação do Momento Espírita, com base
em
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7714&stat=0 ) |
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LEIA AQUI: |
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Oceano Índico (2 de jan. de 2005) – Um vilarejo próximo à costa de Sumatra encontra-se em ruínas após o tsunami que atingiu o Sudeste Asiático. Helicópteros designados para a Ala Aérea Embarcada 2 (CVW-2) e marinheiros do USS Abraham Lincoln (CVN 72) estão realizando operações humanitárias na sequência do tsunami que atingiu o Sudeste Asiático. O Grupo de Ataque do Porta-Aviões Abraham Lincoln opera atualmente no Oceano Índico, nas águas ao largo da Indonésia e da Tailândia. (Subúrbio a sudoeste de Banda Aceh, Indonésia. O vilarejo de Lampisang é visível no canto superior direito) Foto da Marinha dos EUA de autoria do Fotógrafo de 2ª Classe Philip A. McDaniel (DIVULGADO) Data Capturada em 2 de janeiro de 2005. Imagem/fonte: |
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Domicílios espirituais |
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Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Viajor. Lição nº 17. Página 87.
Há muitas moradas na casa de Nosso Pai - assevera-nos o Senhor nas bênçãos da Boa Nova. Entretanto, viverás naquela que houveres erguido em ti mesmo, segundo o ensinamento do próprio Mestre que manda conferir a cada um, de acordo com as próprias obras. Observa como te situas no campo do mundo, compreendendo que o sentimento é a força a impelir-te para os círculos superiores ou para as esferas inferiores, onde tecerás o próprio ninho. Não te valhas da palavra para menosprezar as tarefas dos irmãos de experiência, nem para reprovar as aflições que vergastam a Terra. Não te aproveites do conhecimento para condenar ou para destruir e nem procures nas mãos do Cristo o martelo com que derribes, desapiedado, os domicílios alheios. Não exibas a virtude, nos gestos exteriores, porque a lâmina da incompreensão pode ferir-te quando suponhas talar as flores de imaginária vitória e nem desejes a frente avançada no trabalho da elevação, com o desprestígio e a derrocada dos outros, porque, é possível o teu apressado recuo para retificar decisões. Lembremo-nos de que não há céu para quem não edificou o paraíso em si próprio e aprendamos, sobretudo, a sentir com o amor a fim de que o amor em nós se faça luz para a extinção das trevas. Aqueles que abusam dos recursos divinos que o Senhor lhes empresta estagiam nos desvãos do desequilíbrio, detendo-se por fim, nos redutos da enfermidade. Os desertores da luz jazem domiciliados nas sombras e os habitantes das sombras demoram-se em lamentável cegueira de espírito. As almas cristalizadas na crueldade estacionam nas enxovias do orgulho e do egoísmo e os devotos do egoísmo e do orgulho acabam despertando nos espinheirais do desengano. Observa teu campo íntimo e acautela-te, porque, sem dúvida, há inúmeras moradas no Universo Infinito, mas viverás na condição de senhor ou de escravo, no templo do bem ou no cárcere do mal que tiveres escolhido para a própria residência nos caminhos da vida.
(Texto recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
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Universum: representação do Universo elaborada e usada pelo astrônomo na obra “L’ atmosphère: météorologie populaire”. (Paris, 1888). Coloração de Heikenwaelder Hugo, Viena 1998) Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Camille_Flammarion#/media/File:Universum.jpg
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Os pobres agradecidos. Óleo sobre tela de Henry Ossawa Tanner. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/The_Thankful_Poor |
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Cristo e o jovem rico. Óleo sobre tela de A. N. Mironov. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Christ_and_the_rich_young_man._A.N._Mironov.jpg |
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GLORIFICAR A DEUS (Cínthia Cortegoso) Não há agradecimento maior do que glorificar a Deus com a nossa própria vida. E essa atitude deve ser realizada sempre, no dia a dia e nas pequenas coisas inclusive, sem a necessidade de um dia especial [...] (Scheilla, autora espiritual) Lembra-te de que em nossa tranquilidade e segurança necessitamos também de regimes e treinamentos. Não ingressaremos no santuário da educação sem constante exercício no estudo [...] Para ler na íntegra ambos os textos, clique em https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e ótima semana.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
O Espiritismo responde
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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14ª Jornada da AME-SP reúne instituições espíritas em torno da saúde e do cuidado integral |
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14ª Jornada da AME-SP reúne instituições espíritas em torno da saúde e do cuidado integral Encontro na nova sede da AME-Brasil aproximou experiências de diferentes entidades e discutiu como ciência e espiritualidade podem dialogar na atenção à saúde São Paulo, 21 de setembro de 2026 –A união de diferentes instituições espíritas em torno de um mesmo propósito — ampliar o cuidado em saúde, respeitando o conhecimento científico, a segurança dos tratamentos e a autonomia do paciente — marcou a 14ª Jornada da Associação Médico-Espírita de São Paulo (AME-SP), realizada neste final de semana, em conjunto com o 14º CondAME, na capital paulista. Com o tema “A Dimensão Espiritual da Medicina – da Evidência à Prática”, o encontro reuniu médicos, psicólogos, enfermeiros, pesquisadores, estudantes e representantes de diferentes instituições do Movimento Espírita. A programação marcou também a inauguração da nova sede da AME-Brasil, no Butantã, 31 anos após a criação da entidade. Ao longo de dois dias, as discussões passaram por cuidado integral, saúde mental, práticas assistenciais desenvolvidas por instituições espíritas, experiências de fim de vida e quase-morte, comunicação após a morte, alegadas memórias de vidas passadas, saúde de cuidadores, crescimento pós-traumático, esperança, gratidão e florescimento humano. Um dos momentos que evidenciaram essa aproximação foi a mesa dedicada às práticas de cuidado em instituições espíritas, que reuniu representantes do Grupo Espírita Batuíra, da Federação Espírita do Estado de São Paulo (FEESP), do Instituto Espírita de Educação (IEE) e da Seara Bendita. Outras atividades apresentaram ainda experiências do Instituto de Saúde do Grupo Espírita CairbarSchutel (GECS) e de ações realizadas em parceria com a Fraternidade sem Fronteiras. A diversidade das iniciativas foi destacada pela médica Maria Elisabete Rey, da FEESP. Ao falar das diferentes formas de atuação das casas espíritas, ela observou que essas experiências formam um mosaico voltado ao mesmo objetivo: acolher e cuidar. “As nossas casas são tão diferentes e, no entanto, uma coisa nos une: as portas abertas”, afirmou. Na abertura, o presidente da AME-SP, Marcus R.C. Ribeiro, destacou que a proposta era aproximar o conhecimento produzido sobre espiritualidade e saúde da prática cotidiana dos profissionais. “As demandas são muitas, o mundo tem pedido socorro cada vez mais alto e a gente não pode mais ficar parado”, afirmou o psiquiatra. O paciente para além da doença A defesa de uma assistência capaz de enxergar a pessoa em suas diferentes dimensões esteve presente desde a primeira mesa. O médico e escritor Décio Iandoli Jr. ressaltou que os avanços da Medicina ampliaram a expectativa de vida e permitiram tratar doenças antes fatais, mas alertou para o risco de a especialização reduzir o paciente ao órgão ou ao diagnóstico. “Você não atende o joelho; você atende uma pessoa que tem um joelho”, resumiu. Para Iandoli, aspectos biológicos, psíquicos, sociais, ambientais e espirituais se relacionam e podem interferir tanto no adoecimento quanto na resposta ao tratamento. Nesse contexto, a escuta e a anamnese espiritual podem contribuir para compreender melhor o paciente, desde que suas crenças sejam respeitadas e o profissional não imponha as próprias convicções. Diferentes experiências, um mesmo compromisso com o cuidado A programação mostrou também como esse olhar sobre a pessoa vem sendo colocado em prática de diferentes maneiras. As experiências apresentadas passaram pelo atendimento fraterno e pela assistência espiritual, por serviços de saúde mental, acompanhamento multiprofissional, recuperação após alta hospitalar, educação, ações sociais e projetos de cuidados paliativos. No Grupo Espírita Batuíra, mais de 1,8 mil pessoas já passaram pelo Lar Transitório, criado para receber pessoas em situação de exclusão social que deixam o hospital, mas ainda necessitam de recuperação e acompanhamento. A instituição também mantém atendimento multiprofissional para pessoas neurodivergentes e suas famílias. O serviço, iniciado em 2024 com 18 pacientes, atende atualmente 72 pessoas. Na Federação Espírita do Estado de São Paulo (FEESP), há assistências destinadas a pessoas com ansiedade, depressão, dependências, compulsões e em situação de luto, entre outras necessidades. Durante a apresentação, foi reforçado que o cuidado espiritual é complementar e não substitui o tratamento realizado por médicos ou outros profissionais de saúde. O Instituto Espírita de Educação (IEE) apresentou sua experiência com o atendimento fraterno, baseado na escuta e no acolhimento. Segundo a presidente executiva da instituição, Andrea Rejane dos Santos, chegam à casa pessoas com demandas relacionadas a saúde, luto, suicídio, dificuldades familiares e questões sociais. A proposta é compreender a necessidade de quem procura ajuda antes de encaminhá-lo às diferentes atividades oferecidas pela instituição. Fundado em 1949, o IEE mantém a educação como um de seus eixos de atuação e apresentou também o projeto Juntos pelo Capão, que acolhe crianças e jovens e oferece espaço e apoio para a preparação para o vestibulinho da Etec. A experiência foi apresentada como parte de uma compreensão ampliada de saúde, que considera também os aspectos sociais e educacionais. Na Seara Bendita, a discussão trouxe outra dimensão do cuidado: a responsabilidade das próprias instituições com a saúde e a segurança de quem trabalha e atua em suas atividades. O médico Aloysio Cartaxo chamou atenção para a necessidade de organização e planejamento das casas espíritas, que reúnem funcionários, voluntários, alunos e assistidos e também estão sujeitas a responsabilidades legais e de gestão. No Instituto de Saúde do GECS, apresentado pela geriatra Talita Junqueira, a atuação se traduz em atendimento direto à população. De fevereiro a agosto deste ano, o serviço realizou mais de 100 atendimentos on-line e recebeu presencialmente 280 pessoas. As ações extrapolam ainda as sedes das instituições. Na comunidade Terra Prometida, no extremo sul da capital paulista, onde vivem cerca de 2 mil pessoas, uma parceria entre a AME-SP e a Fraternidade sem Fronteiras reuniu recentemente profissionais da Saúde e voluntários para atendimento e acolhimento. Já na Amazônia, expedições em barco-ambulatório da Universidade do Amor oferecem assistência médica e odontológica a populações com acesso limitado aos serviços de saúde. Experiências incomuns também entram no campo da pesquisa Outro eixo do encontro foi a investigação científica de experiências humanas ainda cercadas de perguntas. O médico e pesquisador Eric V. Ávila Pires apresentou estudos sobre alegadas memórias de vidas passadas em crianças. O foco clínico, destacou, não deve ser provar ou negar a origem do relato, mas compreender seu impacto sobre a criança e a família. “Não assumir previamente como uma verdade ou como uma mentira, só porque eu acredito ou desacredito naquilo”, afirmou. Para ele, relatos desse tipo não devem ser interpretados automaticamente como sinal de transtorno psiquiátrico. A psiquiatra Marianna de Abreu Costa abordou pesquisas sobre experiências percebidas de comunicação com pessoas falecidas e suas possíveis repercussões no luto. Um dos pontos enfatizados foi que experiências espirituais ou consideradas incomuns podem ocorrer em pessoas saudáveis e, isoladamente, não permitem estabelecer um diagnóstico psiquiátrico. “Eu sei dizer que isso não é doença. Agora, o que isso é? Eu não sei”, resumiu, defendendo que profissionais procurem compreender o significado da experiência para o paciente sem impor uma explicação religiosa ou materialista. O que sabemos — e ainda não sabemos — sobre o processo de morrer Experiências de quase-morte, sonhos e visões relatados no fim da vida, momentos inesperados de lucidez em pacientes com comprometimento cognitivo grave e registros de atividade cerebral próximos à morte estiveram entre os temas apresentados pelo psiquiatra Henrique G. Ribeiro. O pesquisador chamou atenção para os limites atuais do conhecimento. Ao comentar estudos que identificaram atividade elétrica organizada no cérebro durante o processo de morte, evitou extrapolar os resultados. “Significa o quê? Nada”, afirmou, explicando que os registros demonstram atividade cerebral, mas não permitem concluir, por exemplo, que o paciente estivesse consciente naquele momento. Para Ribeiro, essas experiências podem ter grande significado para pacientes e familiares e, por isso, não devem ser automaticamente desprezadas, confirmadas ou classificadas como doença sem uma avaliação cuidadosa. Quem cuida também precisa de cuidado A saúde de familiares, profissionais e voluntários que assumem diariamente a responsabilidade de cuidar de outras pessoas também ganhou espaço. Exaustão, privação de sono, ansiedade, culpa, isolamento, dores e abandono de atividades pessoais estão entre os sinais de sobrecarga discutidos. Ao relatar a experiência de cuidar da própria mãe, Elizabete T. do Amaral falou sobre a necessidade de estabelecer limites e dividir responsabilidades. “Não é bonitinho. É lindo para quem está longe, mas quem está vivendo no dia a dia é muito difícil”, afirmou. A psicóloga Giovana T. Campos reforçou que o cuidado pode implicar perdas de liberdade, rotina, projetos e convívio social. “Cuidar de alguém não significa desaparecer”, destacou. Esperança e gratidão como objetos de estudo A programação terminou olhando não apenas para doença e sofrimento, mas também para recursos que podem ser cultivados ao longo da vida. Pesquisadores discutiram crescimento pós-traumático, florescimento humano, gratidão, esperança, sentido e propósito, procurando afastar esses conceitos de uma interpretação baseada apenas em “pensamento positivo”. Para Marcus Ribeiro, falar em crescimento depois de uma situação difícil não significa defender que o sofrimento seja necessário ou desejável. “Não é o trauma que faz crescer. É o que a gente vai fazer a partir dele”, afirmou. A pesquisadora Juliane P. B. Gonçalves apresentou experiências do Programa Florescer, intervenção em grupo que trabalha temas como bondade, espiritualidade, propósito, compaixão e perdão. Em um dos projetos, participantes com sintomas depressivos apresentaram melhora em indicadores de sofrimento psíquico, qualidade de vida e florescimento. Já o médico Leandro Romani discutiu pesquisas sobre gratidão e plasticidade cerebral, enquanto a terapeuta ocupacional e pesquisadora Camilla C. Braghetta mostrou que esperança não é sinônimo de esperar passivamente por um bom resultado. Na chamada Teoria da Esperança, ela envolve objetivos, caminhos possíveis para alcançá-los e motivação para seguir adiante. “A esperança é algo que pode ser aprendida e aprimorada”, afirmou. Ao final dos dois dias, uma ideia conectou temas e experiências tão diferentes: incorporar a espiritualidade ao cuidado não significa substituir ciência, medicamentos, exames ou tratamentos. Significa ampliar as perguntas feitas sobre quem está diante do profissional — suas relações, valores, crenças, medos, sofrimento, sentido de vida e formas de enfrentamento. A diversidade das experiências apresentadas por AMEs, instituições espíritas, projetos assistenciais e pesquisadores mostrou também que esse cuidado pode assumir diferentes formas. Ao aproximar essas iniciativas, a 14ª Jornada da AME-SP reforçou um ponto comum: ciência, espiritualidade, escuta e ação podem caminhar juntas quando o centro do cuidado é a pessoa.
Mais informações no site da AME-SP:https://jornadaamesp.amesaopaulo.org.br/
Mais informações: Connectare Comunicação Cláudia Santos – [email protected] – (11) 97663-4001
FOTOS DA MESA
(Recebido em email de Cláudia Santos [[email protected]]) |
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Diálogos sobre temas da relação mundos espiritual e corpóreo |
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No final da tarde do dia 20 de setembro houve uma mesa-debate virtual com atuação de Cesar Perri (São Paulo) e Nilson Nazareno (Curitiba), com coordenação de Túlio Márcio. O tema central foi “Entre vidas”. Atendendo a perguntas de internautas, ocorreram esclarecimentos sobre fenômenos relatados no livro de Perri (Entre vidas. Cá e lá. Ed. O Clarim. 2026) e de várias questões correlatas na relação entre mundos espiritual e corpóreo. A promoção é do Grêmio de Propaganda Espírita Luz e Amor, do Rio de Janeiro, com apoio da Rádio Rio de Janeiro. Acesse pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=LYt4hXRWh-A&t=868s
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX) |
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[1015-JornalMundoMaior] ENTRE DEUS E O PRÓXIMO. |
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ENTRE DEUS E O PRÓXIMO. Para todos nós, que ensinamos para aprender e aprendemos para ensinar lições de conduta evangélica, nos grupos de oração, impõe-se um problema que precisamos facear corajosamente — o problema de viver na prática as teorias salvacionistas ou regeneradoras que abraçamos.
Muitas vezes supomos seja isso muito difícil e acreditamos poder assumir duas atitudes distintas: aquela com que comparecemos corretamente perante Deus, através da oração, e aquela outra em que quase sempre pautamos os próprios atos pela invigilância, no trato com os irmãos da Humanidade.
Urge, porém, reconhecer que Deus está em toda parte, e em toda parte é forçoso comportar-nos como quem se sabe na presença Divina. Tanto se encontra o Criador com a criatura na oração quanto na ação.
De que nos valeria apresentar uma fisionomia doce a Deus e um coração amargo aos companheiros do cotidiano, se todos eles são também filhos de Deus quanto nós?
Aprendemos, assim, a viver diante de Deus, atendendo aos nossos deveres para com o próximo, e a viver, diante do próximo, recordando as nossas obrigações perante Deus. No Livro:- ALMA E CORAÇÃO. Emmanuel/Chico Xavier.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]]) |
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*** POST referente ao Blog de domingo (para divulgar). |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
(Astolfo O. de Oliveira Filho) Sintetizando os passos recomendados por especialistas e as orientações relacionadas com o tratamento espírita da obsessão, podemos apontar nove medidas que devem ser observadas por quem deseja, no âmbito espírita, superar a dependência [...] Leia na íntegra clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/09/como-livrar-nos-da-dependencia.html
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(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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CONHEÇA E, SE PUDER, DIVULGUE A EDIÇÃO DESTA SEMANA DE O CONSOLADOR |
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Amigo(a) das lides espíritas, Está no ar a nova edição da revista O CONSOLADOR. Além de inúmeros artigos e matérias de grande interesse, esta edição traz os seguintes destaques: Entrevista com Adilson Rufino, do G.E.D.E. (Grupo Espírita Despertar Espiritual), de Guaxupé (MG), onde reside e produz conteúdos virtuais voltados à divulgação dos ensinamentos espíritas. Especial de autoria de Sidney Fernandes, no qual ele aborda a visão social e antropológica do Espiritismo e afirma que a verdadeira paz social nasce da renovação moral do homem. Matéria especial da jornalista Eliana Haddad sobre o último Congresso Estadual de Espiritismo promovido, neste ano, pela União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo (USE). Acesse clicando em https://www.oconsolador.com.br/ano20/992/principal.html Se puder divulgar a Revista em sua casa espírita e compartilhá-la com familiares e amigos, sua colaboração será muito valiosa para ampliar o alcance da mensagem. Desde já, por sua atenção, nosso sincero agradecimento. Forte abraço e excelente semana para todos os seus.
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POST referente ao Blog (para divulgar hoje) |
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COMO SURGEM AS ALMAS OU ESPÍRITOS? A resposta dada a esta pergunta foi publicada no blog Espiritismo Século XXI em 22/3/2013, que os interessados podem acessar clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2013/03/como-surgem-as-almas-ou-espiritos.html O vídeo que abre este post apresenta, em poucos minutos, um resumo das ideias desenvolvidas na fonte. Tanto o vídeo quanto o podcast sobre o tema foram produzidos com o auxílio da inteligência artificial. Saiba mais clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/09/como-surgem-as-almas-ou-espiritos.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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The spiritist magazine |
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CLIQUE AQUI: https://spiritistmagazine.org/
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Vibração para os doentes Aliança Espírita Varas da Videira |
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(Recebido em email de Adriana Leite) |
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Correio Espírita - Jornal de setembro de 2026 |
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APES : Programme activités spirites SEPTEMBRE 2026 APES: Programa de Atividades Espíritas - Setembro de 2026 |
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Cher Madame, Cher Monsieur, · une semaine le samedi après-midi de 15h à 17h, · la semaine suivante le vendredi soir de 20h à 22h, · ainsi de suite... Nous espérons que cette organisation permettra à chacun de continuer à s’instruire, à échanger et à progresser dans la compréhension les principes, les concepts et l'éthique spirite, dans un climat de respect et d’élévation morale.
Veuillez trouver le programme de nos activités spirites de SEPTEMBRE 2026 en pièce jointe et sur http://www.apes-asso.fr
Pour assister à nos Réunions Publiques d'Etudes et d'Assistance Spirituelle (RPEAS) merci de prendre connaissance des modalités de participation ci-jointe.
Fraternellement,
Anita BECQUEREL Présidente de l'APES
A.P.E.S. - Association Parisienne d'Etudes Spirites - Association loi 1901 Spiritisme : Construire aujourd'hui l'Homme de demain > Réunions publiques hebdomadaires en distanciel (accès libre et gratuit) : un vendredi ou un samedi sur deux, alternativement (sauf jours fériés) > Plus d'informations sur notre site internet http://www.apes-asso.fr ou par téléphone 07 82 09 71 58 ou par mail [email protected]
TRADUZIDO AO PORTUGUÊS POR GOOGLE
Prezada Senhora, Prezado Senhor,
O Centro Espírita APES é parte integrante e estatutária da Associação Parisiense de Estudos Espíritas (APES). Fundamentado nos ensinamentos de Allan Kardec, expressos em suas obras, que constituem o núcleo da doutrina espírita, sua missão é dupla: em primeiro lugar, estudar e disseminar esses ensinamentos e, em segundo lugar, colocar esse estudo em prática, oferecendo assistência espiritual a todos que a solicitam, por meio de um ambiente acolhedor, oração, orientação espírita, purificação da água, encontros de estudo espírita, sessões de mediunidade e muito mais.
Essas práticas espíritas são realizadas sob a orientação do Espírito do Centro Espírita APES e de acordo com a ética espírita: escuta, benevolência, generosidade, ausência de julgamento e amor e respeito ao próximo.
Fiéis ao nosso compromisso de explorar juntos os ensinamentos do Espiritismo em um espírito de seriedade, reflexão e comunhão, temos o prazer de convidá-los para nossos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS).
Estas reuniões são realizadas online, através da plataforma ZOOM WORKPLACE, uma vez por semana, em horários alternados: • uma semana aos sábados à tarde, das 15h às 17h, • na semana seguinte às sextas-feiras à noite, das 20h às 22h, • e assim por diante... Esperamos que este formato permita a todos continuar aprendendo, compartilhando e aprofundando sua compreensão dos princípios, conceitos e ética espírita, em uma atmosfera de respeito e elevação moral.
Segue em anexo a programação de nossas atividades espíritas para setembro de 2026, disponível em http://www.apes-asso.fr
Para participar de nossas Reuniões Públicas de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS), consulte as diretrizes de participação em anexo.
Agradecemos seu apoio e lealdade contínuos e esperamos vê-lo(a) em breve nestas próximas reuniões semanais de estudo espírita.
Fraternalmente,
Anita Becquerel Presidente da APES
A.P.E.S. - Associação Parisiense de Estudos Espíritas - Organização sem fins lucrativos (sob a lei francesa de 1901) Espiritismo: Construindo o Humano do Amanhã Hoje > Encontros públicos online semanais (acesso livre e gratuito): em sextas-feiras ou sábados alternados (exceto feriados) > Mais informações em nosso site http://www.apes-asso.fr ou pelo telefone +33 7 82 09 71 58 ou pelo e-mail [email protected]
(Recebido em email de Association Parisienne d'Etudes Spirites [[email protected]]) |
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Setembro/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita - EDIÇÃO DE SETEMBRO Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo: |
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CLIQUE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Jornal-Momento-Esp-set-26_compressed.pdf
(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]] Bauru, SP) |
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Palestras Nosso Lar setembro 2026 São Paulo, capital |
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Olá Ismael, paz e saúde! Segue em anexo a programação do Departamento de Cultura Espírita da Instituição Beneficente Nosso Lar para o mês de setembro de 2026. Muita paz a todos. Abraço fraterno,
"Eis que Deus te abençoa a cada instante, no ar que respiras, no pão que te nutre, no remédio que refaz, na palavra que anima, no socorro que alivia, na palavra que consola." Emmanuel, livro Coragem, espíritos diversos, por Chico Xavier
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
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*** POST referente ao Jornal O IMORTAL (para divulgar hoje) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Jornal O IMORTAL de setembro de 2026, que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
Está disponível na internet o jornal O IMORTAL de setembro, que traz como destaque uma entrevista com a jornalista Luci Aparecida Miranda, especialista em Jornalismo Digital e Mídias Sociais, radicada em Bragança Paulista-SP, onde colabora nos trabalhos da Casa da Bênção. Outro destaque é uma reportagem sobre a inserção do jovem nos setores da casa espírita, de autoria de Stella Segatti, da equipe de coordenação da assistência social do Grupo Espírita Paulista (GEP), instituído para promover a união, o diálogo e o fortalecimento do movimento espírita. Para acessar, clique em https://www.jornaloimortal.com.br/Home
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e uma ótima semana. Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Entre a justiça humana e a justiça divina, e outros destaques da RIE de setembro |
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ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/casaeditoraoclarim/?locale=pt_BR
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Resultados Parciais – PNE 2026 |
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✅Resultados Parciais – PNE 2026 Mais moderna, novo portal! Novas questões interessantes e instigantes. Participe! Para refletir, esclarecer e agir Participação atual de 18 estados. https://pesquisa.portalkardec.org.br/B43605E6
Ivan Franzolim WhatsApp: 55 (11) 98156-0030 http://franzolim.blogspot.com.br/
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta Março/Abril-2026. Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf
(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
aqui:
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Palestra Pública na FEB/ Semana 20 a 26 de setembro CLIQUE AQUI: https://febnet.org.br/palestra-publica-na-feb-semana-20-a-26-de-setembro/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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Clique
aqui:
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FEA. Federação Espírita Amazonense Manaus |
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CLIQUE AQUI: https://www.facebook.com/feamazonas/?locale=pt_BR
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FER. Federação Espírita Roraimense Boa Vista |
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ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/comunicafer/?locale=pt_BR
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
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Pinga-Fogo. Origem das obras psicografadas José Herculano Pires e Chico Xavier |
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ACESSE: https://www.youtube.com/watch?v=O-uVMwsYQI8
José Herculano Pires
Chico Xavier |
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José Herculano Pires (25-09-1914 / 09-03-1979) |
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José Herculano Pires (25-09-1914 / 09-03-1979)
Nasceu na antiga Província do Rio Novo, hoje Província de Avaré, Zona Sorocabana. Filho do farmacêutico José Pires Corrêa e da pianista Bonina Amaral Simonetti Pires. Fez seus primeiros estudos em Avaré, Itaí e Cerqueira César. Revelou sua vocação literária desde que começou a escrever. Aos 9 anos fez o seu primeiro soneto, um decassílabo sobre o Largo São João, da cidade natal. Aos 16 anos publicou seu primeiro livro, Sonhos Azuis (contos) e aos 18 anos o segundo livro Coração (poemas livres e sonetos). Já possuía seis cadernos de poemas na gaveta, colaborava nos jornais e revistas da época, da província, de São Paulo e do Rio. Teve vários contos publicados com ilustrações na Revista da Semana e No Malho. Com Américo de Carvalho, Elias Salomão Farah e Luiz Aguiar (C. César) Duílio Gambini, Djalma Noronha e Raul Osuna Delgado (Avaré) Alfredo Nagib, Hilário Corrêa e Fuad Bunazar (Sorocaba) Benedito Almeida Júnior (Piracicaba) Cerqueira Leite, e Pedro José de Camargo (Itapetininga) fundou a União Artística do Interior, que promoveu dois concursos literários, um de poemas, pela sede da UAI em C. César, e outro de contos, pela Seção de Sorocaba.
Mário Graciotti o incluiu entre os colaboradores permanentes da seção literária de A Razão, em São Paulo, que publicava um poema de sua autoria todos os domingos. Nesse tempo já guardava três cadernos de contos e dois originais de romances em sua gaveta. Transformou (1928) o jornal político de seu pai em semanário literário e órgão da UAI. Mudou-se para Marília em 1940 (com 26 anos) onde adquiriu o jornal Diário Paulista e o dirigiu durante seis anos. Com José Geraldo Vieira, Zoroastro Gouveia, Osório Alves de Castro, Nchmja Singal, Anathol Rosenfeld e outros promoveu, através do jornal, um movimento literário na cidade e publicou Estradas e Ruas (poemas) que Érico Veríssimo e Sérgio Milliet comentaram favoravelmente. Em 1946 mudou-se para São Paulo e lançou seu primeiro romance, O Caminho do Meio, que mereceu críticas elogiosas de Afonso Schmidt, Geraldo Vieira e Wilson Martins. Repórter, redator, secretário, cronista parlamentar e crítico literário dos Diários Associados. Exerceu essas funções na Rua 7 de Abril por cerca de trinta anos. Publicou cerca de quarenta livros de Filosofia, Ensaios, História, Psicologia, Parapsicologia e Espiritismo, vários de parceria com Chico Xavier, e está lançando agora a série de ensaios Pensamento da Era Cósmica e a série de romances e novelas Ficção Científica Paranormal. Alega sofre de grafomania, escrevendo dia e noite. Não tem vocação acadêmica e não segue escolas literárias. Seu único objetivo é comunicar o que acha necessário, da melhor maneira possível. Graduado em Filosofia pela USP, publicou uma tese existencial: O Ser e a Serenidade.
OBRAS Filosofia Conceito Moderno de Poesia, Tip. Ipiranga, C. César, 1946 Reino, tese social-cristã, Lake, SP, 1947 Atlântida, Poesia e Mito, Ed. A Semana, C. César, 1948 Blavatski e Gandhi, Lake, SP, 1949. Os Filósofos, Cultrix, SP, 1960 Farias Brito, Ver. Filos. SP, 1960 As dimensões da Educação, FFCL, Araraquara, 1960 Ser e a serenidade, EDICEL, SP, 1960 Introdução à filosofia espírita, MEU, SP, 1965 Rousseau e a educação, Cultrix, SP, 1965 Renan e os evangelhos, Cultrix, SP, 1965 O verbo e a carne, Cairbar, SP, 1972 A pedra e o joio, Cairbar, SP, 1973 O espírito e o tempo, EDICEL, SP, 1964,77 Agonia das Religiões, Paidéia, SP, 1977
Psicologia e Parapsicologia Introdução à Psicologia, IBF (curso) SP, 1952 Parapsicologia e suas perspectivas, EDICEL, SP, 1964 Parapsicologia hoje e amanhã, EDICEL, SP, 1966 Parapsicologia e suas perspectivas, EDICEL, SP, edições atualizadas em 1974, 1976 e 1977 Arigó, um caso de fenomenologia paranormal, Francisco Alves, SP, 1963 Arigó, vida e mediunidade, EDICEL, SP, 1976 Psicologia da liderança, PAIDÉIA, SP, 1976 Pesquisa sobre o amor, PAIDËIA, SP Psicologia do desenvolvimento cultural, FFCLA, (curso), 1963
Ficção Literária Sonhos Azuis, Tip. Ipiranga, C. César, SP, 1930 Nhô Chico Bananeiro, contos, Ed. O Porvir, C. César, SP, 1928 Cabo velho & cia., contos, Ed. O Porvir, C. César, 1929 O sertanista, romance, Ed. A Semana, C. César, 1930 Cidades Vivas, contos da zona algodoeira, Ed. Rio Novo, Avaré, SP O caminho do meio, romance, Brasiliense, SP, 1948 Daga Moriga, Piratininga, SP, 1955 Tempo de magnólias, Piratininga, romance, SP, 1961 Um Deus vigia o planalto, romance, DN (folhetim ilustrado) SP, 1954, Francisco Alves, livro, SP, 1968 (Col. Terra Forte Barrabás o enjeitado, Lake, SP, Clube do Livro, 1961 (prêmio municipal de cultura), 1972 Lázaro, romance, EDICEL, SP, 1975-1977 Madalena, terceiro romance da trilogia "A conversão do mundo", EDICEL, 1978. Edição total da trilogia Adão e Eva, novela, PAIDËIA, 1977 O menino e o anjo, novela, PAIDËIA, 1977 Os sonhos nascem na areia, novela, PAIDËIA, 1978 Jamurana e as águas selvagens, PAIDÉIA, SP, 1978
Crônicas e ensaios Os caminhos de Hécate, EDICEL, SP, 1962 Crítica da teoria corpuscular do espírito, Cruso, SP, 1952 Espigão, crônica mariliense, Diário Paulista, SP, 1946 À margem da guerra, Diário Paulista, Marília, 1945 Chico Xavier pede licença, crônicas, Ed. G., SP, 1972 Na era do espírito, Ed. G., SP, 1973 Diálogo dos vivos, Ed. G., SP, 1974 Educação espírita, EDICEL, SP, 1970-77 Na hora do testemunho, PAIDËIA, SP, 1977
Poética Coração, poemas, Tip. Ipiranga, C. César, SP, 1932 Quando o outono chegar, poemas, Dat. Avareense, Avaré, 1932 Cânticos, Dat. Av. Avaré, SP, 1973 Poemas do tempo e da morte, Ed. Semana, C. César Estradas e ruas, poemas, Francisco Alves, SP, 1933 Mulher de pedra, poemas, Francisco Alves, SP, 1938 África-poema, Tip. O Minuto, SP, 1955 Mensagens, poemas, Tip. Paulista, SP, 1976 Murais, poemas, Ed. Palma, SP e Palermo, 1968 Para uma poética da era cósmica, PAIDËIA, 1978
Livros e Ação ... Abandono da infância, crônicas sobre a condição precária da infância na Média Sorocabana e conseqüente organização, com Elias Salomão Farah, Américo de Carvalho, Francisco Lanças e outros, da Cruzada Papai Noel para socorro às crianças pobres, Ed. O Porvir, C. César, 1936
Flores murchas, estudo sobre a carência de assistência médica e orientação alimentar da criança na região cerqueirense e conseqüente instalação do primeiro ambulatório infantil gratuito, sob orientação do Dr. Adalberto de Assis Nazaré, que gratuitamente o dirigiu e assistiu como médico, até o seu encampamento pela Prefeitura, que não conseguiu mantê-lo. Ed. O Porvir, Cerqueira César, 1937
Orientação pediátrica, trabalho em colaboração com o Dr. Adalberto de Assis Nazaré e conseqüente promoção do I concurso de robustez infantil da Sorocabana, com apoio da Estrada de Ferro Sorocabana, tendo o departamento oficial do Estado se recusado a editá-lo por ter a instituição promotora um nome estrangeiro: Cruzada Papai Noel - Tip. A Semana, Cerqueira César, 1936
Árvores sagradas, artigos em defesa das árvores do Jardim do Largo São João, em Avaré, que estava sendo devastado pela Prefeitura, e da arborização de várias ruas. Ed. Da Tip. Central, de Alberto Martins, Avaré, 1937
Ficção científica paranormal O túnel das almas, romance, PAIDËIA, SP, 1978 Metrô para o outro mundo, romance, PAIDËIA, SP, 1978 Fonte: Livro: Na hora do Testemunho Foto: http://www.geae.inf.br
José Herculano Pires, nasceu na cidade de Avaré, no estado de São Paulo a 25/09/1914, e desencarnou nesta capital em 09/03/1979. Filho do farmacêutico José Pires Correia e da pianista Bonina Amaral Simonetti Pires. Fez seus primeiros estudos em Avaré, Itaí e Cerqueira César. Revelou sua vocação literária desde que começou a escrever. Aos 9 anos fez o seu primeiro soneto, um decassílabo sobre o Largo São João, da sua cidade natal. Aos 16 anos publicou seu primeiro livro, "Sonhos Azues" (contos), e aos 18 anos o segundo livro, "Coração" (poemas livres e sonetos). Já possuía seis cadernos de poemas na gaveta, colaborava nos jornais e revistas da época, da província de São Paulo e do Rio. Teve vários contos publicados com ilustrações na Revista da Semana e no Malho..
Foi um dos fundadores da União Artística do Interior (UAI), que promoveu dois concursos literários, um de poemas pela sede da UAI em Cerqueira César, e outro de contos pela Seção de Sorocaba. Mário Graciotti o incluiu entre os colaboradores permanentes da seção literária de A Razão, em São Paulo, que publicava um poema de sua autoria todos os domingos. Transformou (1928) o jornal político de seu pai em semanário literário e órgão da UAI. Mudou-se para Marília em 1940 (com 26 anos), onde adquiriu o jornal "Diário Paulista" e o dirigiu durante seis anos. Com José Geraldo Vieira, Zoroastro Gouveia, Osório Alves de Castro, Nichemaja Sigal, Anthol Rosenfeld e outros promoveu, através do jornal, um movimento literário na cidade e publicou "Estradas e Ruas" (poemas) que Érico Veríssimo e Sérgio Millet comentaram favoravelmente. Em 1946 mudou-se para São Paulo e lançou seu primeiro romance, "O Caminho do Meio", que mereceu críticas elogiosas de Afonso Schimidt, Geraldo Vieira e Wilson Martins. Repórter, redator, secretário, cronista parlamentar e crítico literário dos Diários Associados. Exerceu essas funções na Rua 7 de Abril por cerca de trinta anos. Autor de 81 livros de Filosofia, Ensaios, Histórias, Psicologia, Pedagogia, Parapsicologia, Romances e Espiritismo, vários em parceria com Chico Xavier, sendo a maioria inteiramente dedicada ao estudo e divulgação da Doutrina Espírita... Lançou a série de ensaios Pensamento da Era Cósmica e a série de romances e novelas de Ficção Científica Paranormal. Alegava sofrer de grafomania, escrevendo dia e noite. Não tinha vocação acadêmica e não seguia escolas literárias. Seu único objetivo era comunicar o que achava necessário, da melhor maneira possível. Graduado em Filosofia pela USP em 1958, publicou uma tese existencial: "O Ser e a Serenidade". De 1959 a 1962, exerceu a cadeira de filosofia da educação na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara.
Foi membro titular do Instituto Brasileiro de Filosofia, seção de São Paulo, onde lecionou psicologia. Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo de 1957 a 1959. Foi professor de Sociologia no curso de jornalismo ministrado pelo Sindicato.
José Herculano Pires foi presidente e professor do Instituto Paulista de Parapsicologia de São Paulo. Organizou e dirigiu cursos de Parapsicologia para os Centros Acadêmicos: da Faculdade de Medicina da USP, da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, da Escola Paulista de Medicina e em diversas cidades e colégios do interior.
Fundou o Clube dos Jornalistas Espíritas de São Paulo em 23/01/1948. O Clube funcionou por 22 anos. Herculano foi membro da Academia Paulista de Jornalismo onde ocupou a Cadeira "Cornélio Pires" em 1964.
Herculano pertenceu também a União Brasileira de Escritores, onde exerceu o cargo de Diretor e Membro do Conselho no ano de 1964.
José Herculano Pires foi Chefe do Sub-Gabinete da Casa Civil da Presidência da República no governo do Sr. Jânio Quadros no ano de 1961, onde permaneceu até a renuncia do mesmo.
Espírita desde a idade de 22 anos não poupou esforço na divulgação falada e escrita da Doutrina Codificada por Allan Kardec, tarefa essa à qual dedicou a maior parte da sua vida. Durante 20 anos manteve uma coluna diária de Espiritismo nos Diários Associados com o pseudônimo de Irmão Saulo.
Durante quatro anos manteve no mesmo jornal uma coluna em parceria com Chico Xavier sob o título "Chico Xavier pede Licença". Foi Diretor fundador da revista "Educação Espírita" publicada pela Edicel.
Em 1954 publicou Barrabás, que recebeu um prêmio do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo, constituindo o primeiro volume da Trilogia Caminhos do Espírito.
Publicou em 1975, Lázaro e com o romance Madalena concluiu a Trilogia.
Traduziu cuidadosamente as obras da Codificação Kardecista enriquecendo-as com notas explicativas nos rodapés. Essas traduções foram doadas a diversas editoras espíritas no Brasil, Portugal, Argentina e Espanha.
Colaborou com o Dr. Júlio Abreu Filho na tradução da Revista Espírita.
Ao desencarnar deixou vários originais os quais vêm sendo publicados pela Editora Paidéia.
http://www.editorapaideia.com.br/Herculano_Pires/herculano_pires.html
(Copiado de http://www.feparana.com.br/topico/?topico=663) |
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José Herculano Pires participando do programa Pinga Fogo com Chico Xavier Acesse aqui: https://www.youtube.com/watch?v=O-uVMwsYQI8 |
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A oradora Heloísa Pires, filha de José Herculano Pires em palestra no Fraternidade Espírita Gina em São Paulo. 28-03-2015. Foto Ismael Gobbo |
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Evento comemorativo dos 100 anos de José Herculano realizado no sábado, 20/09/2014, no auditório da FEAL – Fundação Espírita André Luiz, em São Paulo. Fotos Ismael Gobbo LEIA AS INFORMAÇÕES DO EVENTO COM FOTOS AQUI: https://www.noticiasespiritas.com.br/2014/SETEMBRO/22-09-2014.htm |
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Republicamos para relembrar o aniversariante de hoje 25 de setembro José Herculano Pires que foi grande amigo de Ivan Santos Albuquerque
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FAMÍLIA IVAN SANTOS ALBUQUERQUE, MEU TIO SANTO |
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Texto de Dr. Ivan Alberto Albuquerque Doretto
Meu tio Ivan (Ivan Santos Albuquerque) era o irmão mais velho de minha mãe Laurita. Nasceu em Brotas, SP, em 16.01.1918, filho de Romeu Vieira de Albuquerque e Laura Santos Albuquerque. Crescendo num lar espírita, Ivan desde cedo mostrou-se um espírito afável, bondoso e solidário. Preocupado com os jovens, sempre que podia lhes levava sua mensagem esclarecedora. Só estudou até o quarto ano ginasial. Mostrando desde cedo pendores para as artes manuais, construía brinquedos para os irmãos e amigos e confeccionava flores à base de farinha de trigo ou papel. Quando o pai passou por grandes dificuldades materiais, Ivan tomou a iniciativa de renunciar aos estudos, a fim de que seu irmão Cyro pudesse prossegui-los. Começou, então, a trabalhar como enfermeiro no Hospital Esperança, em São Paulo, auferindo recursos para se manter e ainda ajudar o irmão. Solteiro e avesso a festividades mundanas, Ivan continuava à noite no hospital, visitando os doentes, conversando com eles e os animando. Foi amigo de Cairbar Schutel, expoente do Espiritismo na cidade de Matão, SP, assim como de Herculano Pires, outra figura renomada na literatura espírita. Embora “desligado” em relação às coisas materiais, Ivan granjeava amigos com facilidade, adaptando-se às necessidades e possibilidades de cada um. Adolescente, abraçou fervorosamente o Espiritismo. Insigne doutrinador, ainda muito jovem já era convidado para palestras, tendo viajado em pregação por muitas cidades do interior paulista. Em 1942 sua família se mudou para Sorocaba. Nesse ano ocorreu um Congresso Eucarístico na Capital do Estado. Um Ivan entusiasta resolveu fazer propaganda do Espiritismo no local, distribuindo boletins e panfletos. Eram tempos de intolerância religiosa e ele acabou preso. Seu desaparecimento infligiu grande sofrimento aos familiares, que somente após dois dias conseguiram localizá-lo. Apurou-se que estava internado no Juqueri, hospital psiquiátrico estadual sediado em Franco da Rocha. Lá, enfraquecido e de cabeça raspada, Ivan não se dava por achado, pregando o Espiritismo para os enfermos... Com o auxílio de amigos, a família finalmente conseguiu resgatá-lo. Esse episódio não o desalentou e ele prosseguiu na faina de divulgar o Evangelho e a mensagem kardecista da Boa Nova. Dedicou-se aos hansenianos e quinzenalmente visitava os pacientes do Sanatório Pirapitingui, almoçava com os internados e limpava-lhes as feridas. Não se abalava nem com as advertências do próprio diretor do estabelecimento, que temia acabasse ele infectado pelo bacilo da lepra. Jesus Gonçalves, um dos internados no sanatório, tinha-lhe grande admiração, assim como sua esposa, Dona Ninita. Ivan, apesar de pessoa sóbria e de espírito nobre, cultivava seu lado brincalhão e costumava “pregar peças” em seus pais e irmãos. Era caridoso ao extremo. Frequentava o Asilo dos Velhinhos e palestrava para eles. Para espalhar suas mensagens de esperança, não tinha dia nem hora. Costumava também visitar, com a mãe Laurinha, com quem tinha grande afinidade, a Cadeia Pública de Sorocaba, levando aos detentos sua mensagem consoladora. Ivan costumava levar doentes para a casa dos pais, lá os abrigando até que se recuperassem. Quando houve uma epidemia de leishmaniose no Estado de São Paulo, Ivan ofereceu-se para banhar os doentes, alimentá-los e lhes fazer curativos, sempre disposto, sempre alegre. Sua vida teve fatos curiosos. Certa feita, em Itaporanga, atravessou a nado um rio só para dar assistência a uma parturiente. Exímio nadador, havia se exercitado na infância nas águas do Rio Piracicaba, que banha a cidade do mesmo nome, local de residência de sua família por alguns anos. Na semana seguinte à proeza, foi acometido de gripe forte, com ameaça de pneumonia, numa época em que ainda não existia a penicilina. Conseguiu, no entanto, recuperar-se. Ivan, por sua compleição física e temperamento amável, era sempre muito assediado pelas jovens, mas se esquivava de qualquer compromisso, pois tinha a premonição de que partiria cedo nesta encarnação. Costumava dizer que não chegaria aos 30 anos, para a compreensível aflição dos pais e irmãos. Em sua peregrinação espírita, Ivan viajou em 1946 para Marília, onde proferiu palestra. Prosseguiu de trem rumo a Tupã, com o mesmo propósito. Nas proximidades de Pompeia, quis ver mais de perto um cafezal e dirigiu-se à porta do último vagão. O trem fez uma curva súbita e ele, desequilibrado, caiu desacordado sobre os trilhos. Outra composição veio em seguida e a roda passou-lhe por cima do peito. Estava cumprido, assim, seu vaticínio. Meu tio Cyro foi a pessoa que fez o reconhecimento do corpo e certo dia me relatou essa cena horrível. Ivan, cerca de um mês depois do desenlace, começou a se comunicar, primeiro para a mãe por meio de psicografia e depois em vários centros espíritas. Um deles, na Vila Santana, em Sorocaba, leva seu nome. Ele tem ainda alguns livros psicografados, entre os quais “Luz nas Trevas”. Eu não cheguei a conhecer esse tio com fama de santo na família, mas meu prenome foi-me dado em sua homenagem. Ivan Santos Albuquerque foi um verdadeiro apóstolo do Cristo, incansável na tarefa de semear o bem sem olhar a quem. Deve estar, do elevado plano espiritual a que certamente foi alçado, sempre atento às necessidades dos encarnados neste planeta de expiação.
(Texto recebido em email de Lilia Grosso [[email protected]])
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Ivan Santos de Albuquerque (Brotas, SP, 16-01-1918 / Pompéia, SP, 05-04-1946) Foto recebida de Dr. Ivan Alberto Albuquerque Doretto. |
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Paisagem nas proximidades de Brotas, SP. Foto: Ismael Gobbo. Ivan Santos de Albuquerque nasceu em fazenda na região de Brotas, SP. Leia a biografia nesta postagem.
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Foto rara de Brotas, entre 1930 e 1941, período em que por ali ainda passavam os trilhos em bitola métrica. Foto cedida por Nilson Rodrigues. Foto copiada de http://www.estacoesferroviarias.com.br/b/brotas.html
Ivan Santos de Albuquerque (16-01-1918/ 05-04-1946) nasceu em Brotas, SP.
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Colégio Piracicabano a primeira escola metodista do Brasil e precursor da Universidade Metodista de Piracicaba ]1928. Imagem copiada de https://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%A9gio_Piracicabano LEIA NO LINK
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Sanatório Esperança S/A Inaugurado em 1938, este hospital é um das mais belas construções hospitalares da cidade de São Paulo. Localizado na rua dos Ingleses, na Bela Vista, atualmente atende com o nome de Hospital Menino Jesus. Foto: Acervo do jornal Correio Paulistano Imagem copiada de https://br.pinterest.com/pin/209910032616101724/
Como consta no texto acima reproduzido o jovem Ivan Santos de Albuquerque trabalhou no Sanatório Esperança na Rua dos Ingleses, em São Paulo.
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O Asilo Dr. Jaime de Oliveira, criado pela Associação das Senhoras Cristãs, entidade fundada por Dona Benedita Fernandes em 6 de março de 1932. Foto do acervo do Hospital Benedita Fernandes
Ivan Santos de Albuquerque nos poucos anos que residiu em Araçatuba (1938- 1942) realizou muitos trabalhos e teve estreita ligação com dona Benedita Fernandes da Associação das Senhoras Cristãs e com Gedeão Fernandes de Mirada da União Espírita Paz e Caridade.
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Dona Benedita Fernandes, na extrema direita, com assistidos na Casa da Criança, pertencente à entidade Associação das Senhoras Cristãs por ela fundada em 6 de março de 1932. Foto do acervo do Hospital Benedita Fernandes
Ivan Santos de Albuquerque nos poucos anos que residiu em Araçatuba (1938- 1942) realizou muitos trabalhos e teve estreita ligação com dona Benedita Fernandes da Associação das Senhoras Cristãs e com Gedeão Fernandes de Mirada da União Espírita Paz e Caridade.
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Evento no Abrigo Ismael no ano de 1943. Paritipação de presidentes, crianças da evangelização e da escola pública municipal que ali funcionava. Foto copiada do livro Obra de Vultos, volume 1.
Ivan Santos de Albuquerque nos poucos anos que residiu em Araçatuba (1938- 1942) realizou muitos trabalhos e teve estreita ligação com dona Benedita Fernandes da Associação das Senhoras Cristãs e com Gedeão Fernandes de Mirada da União Espírita Paz e Caridade e de seu departamento Abrigo Ismael. |
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Aguardando o trem em Sorocabas, SP. (Comendador Gualberto Tenor- sem data) Copiade de : http://www.estacoesferroviarias.com.br/s/sorocaba.htm
Ivan Santos de Albuquerque (16-01-1918/ 05-04-1946) cuja biografia se encontra nesta postagem nasceu em Brotas, SP. Viveu e desenvolveu muitos trabalhos na cidade de Sorocaba, SP. e noutras cidades do Estado de São Paulo.
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Flagrante da inauguração do C.E. Santo Agostinho. Jésus Gonçalves é o quarto da direita para a esquerda. Seu filho Jaime está logo à sua direita (16/12/1945) Do livro: A Extraordinária Vida de Jésus Gonçalves. Eduardo Carvalho Monteiro. USE/Madras
Ivan Santos de Albuquerque teve um trabalho intenso ao lado de Jésus Gonçalves que se encontrava internado com a doença hanseníase na Colônia de Pirapitingui (Itú, SP) onde fundou a Sociedade Espírita “Santo Agostinho”.
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Jésus Gonçalves sentado Dona Ninita, companheira de Jésus Gonçalves, Álvaro Ribeiro Branco, Zaíra Junqueira Pitt e Julinha Thekla Kohleisen. Foto do acervo do Grupo Socorrista Zaira Pitt, São Paulo, Brasil.
Ivan Santos de Albuquerque teve um trabalho intenso ao lado de Jésus Gonçalves que se encontrava internado com a doença hanseníase na Colônia de Pirapitingui (Itú, SP) onde fundou a Sociedade Espírita “Santo Agostinho”. Ivan fazia as visitas e lá também estavam os componentes da foto acima e espírita de vulto como José Herculano Pires. Ivan desencarnou no dia 05 de abril de 1943 e no dia 03 de dezembro de 1951 enviou uma mensagem para a amiga Julinha (vide no livro “Flores de Outono”) pela psicografia de Chico Xavier.
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Pátio da estação ferroviária de Marília, SP. (sem data). Acervo de Klaus Jurgen Marienholz. Foto copiada de http://www.estacoesferroviarias.com.br/m/marilia.htm
Na biografia de Ivan Santos de Albuquerque acima publicada, numa sexta-feira, dia 05 de abril de 1946, depois de ter proferido palestra em um Congresso na cidade de Marília, tomou trem com destino a cidade de Tupã aceitando convite de amigo que lhe pediu proferir a mesma palestra naquela cidade. Na estação de Marília se despediu do célebre José Herculano Pires, que morava em Marília. Durante a viagem admirou os cafezais e disse ao companheiro que o convidara que gostaria de ver mais de perto a paisagem. Se locomoveu à porta do último vagão para a contemplação do cafezal. Neste momento o trem sofreu um chacoalho e Ivan foi arremessado sobre a linha. Consta que quando o trem chegou em Pompéia uma outra composição partiu de imediato com destino a São Paulo e passou sobre o corpo de Ivan. Espíritas compareceram em Pompéia e homenagearam Ivan que se encontra sepultado no Cemitério Municipal de Pompéia.
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Cafezal. Foto Ismael Gobbo.
Na biografia de Ivan Santos de Albuquerque acima copiada, numa sexta-feira, dia 05 de abril de 1946, depois de ter proferido palestra em um Congresso na cidade de Marília, tomou trem com destino a cidade de Tupã aceitando convite de amigo que lhe pediu proferir a mesma palestra naquela cidade. Na estação de Marília se despediu do célebre José Herculano Pires, que morava naquela cidade. Durante a viagem admirou os cafezais e disse ao companheiro que o convidara que gostaria de ver mais de perto a paisagem. Se locomoveu à porta do último vagão para a contemplação do cafezal. Neste momento o trem sofreu um chacoalho e Ivan foi arremessado sobre a linha. Consta que quando o trem chegou em Pompéia uma outra composição partiu de imediato com destino a São Paulo e passou sobre o corpo de Ivan. Espíritas compareceram em Pompéia e homenagearam Ivan que se encontra sepultado no Cemitério Municipal de Pompéia.
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A inauguração da Estação de Pompéia em 1935 Imagem/fonte: http://www.estacoesferroviarias.com.br/p/pompeia.htm
Na biografia de Ivan Santos de Albuquerque acima copiada, numa sexta-feira, dia 05 de abril de 1946, depois de ter proferido palestra em um Congresso na cidade de Marília, tomou trem com destino a cidade de Tupã aceitando convite de amigo que lhe pediu proferir a mesma palestra naquela cidade. Na estação de Marília se despediu do célebre José Herculano Pires, que morava naquela cidade. Durante a viagem admirou os cafezais e disse ao companheiro que o convidara que gostaria de ver mais de perto a paisagem. Se locomoveu à porta do último vagão para a contemplação do cafezal. Neste momento o trem sofreu um chacoalho e Ivan foi arremessado sobre a linha. Consta que quando o trem chegou em Pompéia uma outra composição partiu de imediato com destino a São Paulo e passou sobre o corpo de Ivan. Espíritas compareceram em Pompéia e homenagearam Ivan que se encontra sepultado no Cemitério Municipal de Pompéia. Na Certidão de Óbito consta que faleceu no dia 5 de abril de 1946 às 17:00 (dezes- sete horas) no “leito da estrada de ferro Paulista, em Pompéia, SP” e como causa da morte “traumatismo- esmagamento por roda de locomotiva”. O Sepultamento foi no cemitério de Pompéia.
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Túmulo de Ivan Santos de Albuquerque no Cemitério Municipal de Pompéia, SP Imagem fornecida pela Prefeitura Municipal de Pompéia, SP. Recebida em email de [email protected]
Na Certidão de Óbito consta que faleceu no dia 5 de abril de 1946 às 17:00 (dezes- sete horas) no “leito da estrada de ferro Paulista, em Pompéia, SP” e como causa da morte “traumatismo- esmagamento por roda de locomotiva”. O Sepultamento foi no cemitério de Pompéia. |
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Placa no túmulo de Ivan Santos de Albuquerque no Cemitério Municipal de Pompéia, SP Imagem fornecida pela Prefeitura Municipal de Pompéia, SP. Recebida em email de [email protected]
Na Certidão de Óbito consta que faleceu no dia 5 de abril de 1946 às 17:00 (dezes- sete horas) no “leito da estrada de ferro Paulista, em Pompéia, SP” e como causa da morte “traumatismo- esmagamento por roda de locomotiva”. O Sepultamento foi no cemitério de Pompéia.
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Placa no túmulo de Ivan Santos de Albuquerque no Cemitério Municipal de Pompéia, SP Imagem fornecida pela Prefeitura Municipal de Pompéia, SP. Recebida em email de [email protected]
Na Certidão de Óbito consta que faleceu no dia 5 de abril de 1946 às 17:00 (dezes- sete horas) no “leito da estrada de ferro Paulista, em Pompéia, SP” e como causa da morte “traumatismo- esmagamento por roda de locomotiva”. O Sepultamento foi no cemitério de Pompéia.
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HOMENAGEM DE JOSÉ HERCULANO PIRES AO AMIGO QUERIDO IVAN SANTOS DE ALBUQUERQUE PUBLICADO NO JORNAL “O CLARIM” DE MATÃO, SP, EM 08-05-1948 (VEJA ABAIXO) “BILHETE AO IVAN”
(Recebido em email de O Clarim, Matão, SP Cássio - Casa Editora O Clarim [[email protected]] ) |
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HOMENAGEM DE JOSÉ HERCULANO PIRES AO AMIGO QUERIDO IVAN SANTOS DE ALBUQUERQUE PUBLICADO NO JORNAL “O CLARIM” DE MATÃO, SP, EM 08-05-1948 “BILHETE AO IVAN”
Recebido em email de O Clarim, Matão, SP Cássio - Casa Editora O Clarim [[email protected]] ) |
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TRANSCRIÇÃO DA HOMENAGEM DE JOSÉ HERCULANO PIRES AO AMIGO QUERIDO IVAN SANTOS DE ALBUQUERQUE PUBLICADO NO JORNAL “O CLARIM” DE MATÃO, SP, EM 08-05-1948 (VEJA ACIMA)
José Herculano Pires Imagem/fonte: https://www.feesp.com.br/jose-herculano-pires/
“BILHETE AO IVAN” Ivan amigo
Há dois anos que retornaste ao mundo espiritual, e é como se não tivesse partido. Lembro-me ainda das horas emotivas e felizes de nosso congresso, em Marília. Da tua participação entusiástica, dos teus incessantes discursos, que faziam a Mãe Dita, de Araçatuba, - já agora também ao teu lado, - rir-se contente, satisfeita de tanto ardor ao serviço da causa. Lembro-me também da tua partida para Tupã, e do momento em que, à mesa, na minha casa, terminado o almoço de que participaram tantos confrades, quiseste falar e só conseguiste chorar. Ficamos todos perturbados, certos de que alguma coisa de grave se passava contigo. No trajeto de casa à estação conversamos muito, eu e o Urbano, sobre a necessidade de que repousasses bastante em Tupã, participando das alegrias reconfortantes do trabalho espiritual que ali se desenvolvia. E lembro-me ainda do trem partindo, naquele fim de tarde na estação de Marília, e de duas mãos que nos acenavam juntas, da mesma porta do vagão. Uma, a mão amiga do Urbano, que nos dizia um “até logo” material. Outra, a tua mão saudosa, que nos dava o “até logo” espiritual. Dois anos lá se foram. Dois anos de lutas, de vicissitudes, de batalhas incessantes na terra e no espaço. E quantas vezes sentimos, nesse periodo, a tua presença invisível a nos alentar, nas horas mais difíceis. Divino milagre da vida, que não conhece as barreiras da morte! Quando, à beira do túmulo em que ficaram os teus despojos, tive de interpretar a emoção dos teus companheiros, que ali se encontravam de coração premido e de pensamento voltado para os teus pais, lembro-me que o Urbano viu um grande foco de luz no interior da tumba. Essa luz, como a do Cristo, saiu dali para sempre. Ergueu-se muito acima da lage fria do túmulo, brilhou gloriosamente na alvorada da ressurreição, e voltou para junto de todos nós de maneira diferente, muito mais efetiva e radiosa do que na densa clausura do corpo carnal. Hoje, amigo Ivan, estás muito mais perto de nós. Todos nós, os teus amigos e companheiros de cruzada evangélica, sentimos os teus passos, prosseguindo a caminhada, ombro a ombro conosco, nesta hora, mundial de conturbação dos espíritos. Em Bebedouro, onde te conheci, em Marília, Bauru, Garça, Pompéia, Tupã, Sorocaba, São Manuel, no recanto de dor de Pirapitinguí, onde Jesus Gonçalves te acompanha as providências fraternas, em Matão e em todas as cidades e lugares por onde passaste, na tua última encarnação, todos continuam ouvindo os teus passos, amigos, sentindo a tua presença carinhosa. Tua mãe, de que tanto nos falavas, em cujas convicções tanto confiavas, tomou o teu lugar no plano material. E como Saulo, depois da morte de Abigail, ela refloriu espiritualmente, fazendo brotar, do coração regado pelas lágrimas da saudade, os clarões impereciveis, na visão divina da estrada de Damasco. Perdoa, Ivan amigo, se não consegui escrever-te apenas um bilhete, como desejava. Recomenda-nos ao Mestre, da os nossos abraços de saudade a Jesus Gonçalves, à Mãe Dita, ao velho Pai Jacob, ao nosso querido Schutel. E continua a alentar-nos, para que não fraquejemos um só momento, ao longo da caminhada onde tanto temos de fazer, neste mundo de egoismos, de incompreeensões e de ignorância, em que o Mestre não quis que continuasses a sofrer. Abraça-te o irmão terreno: Herculano S. Paulo, 5 de abril de 1.948
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Recebido do Instituto Maria Claro. Sorocaba, SP LEIA SOBRE A HISTÓRIA DO INSTITUTO MARIA CLARO |
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Recebido do Instituto Maria Claro. Sorocaba, SP LEIA SOBRE A HISTÓRIA DO INSTITUTO MARIA CLARO |
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Atividades desenvolvidas com nossas crianças assistidas Instituto Maria Claro. Lar Ivan Santos de Albuquerque. Sorocaba, SP LEIA SOBRE A HISTÓRIA DO INSTITUTO MARIA CLARO |
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Instituto Maria Claro. Sorocaba, SP Atividade externa. Ao fundo pode se ver a Casa Espírita mantida no Instituto. Reunião presencial às quintas feiras às 19 horas. LEIA SOBRE A HISTÓRIA DO INSTITUTO MARIA CLARO |
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Instuto Maria Claro. Nesta foto aparece a casa de orações Ivan Santos de Albuquerque. Sorocaba,SP. LEIA SOBRE A HISTÓRIA DO INSTITUTO MARIA CLARO |
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Algumas obras ditadas pelo espírito Ivan de Albuquerque ao médium Raul Teixeira |
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Curiosidades da Codificação |
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Ponte Marie, Paris, França. Foto Lucas Gobbo
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O rio Sena e a ponte Marie. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.
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O Livro dos Espíritos em edição de 1860. Imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_dos_Esp%C3%ADritos#/media/File:Le_Livre_des_Esprits_2.jpg
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Square D´Ajaccio com a Torre Eiffel ao fundo. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.
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Jesus e o precursor |
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Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X Psicografia Francisco Cândido Xavier FEB
Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias. Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais. O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso – é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos. Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –, trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino. Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios. Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel. Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!” Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”. No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria! Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso. As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças. * Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita. Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas. Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos? Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”. Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo. João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade. O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos. Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.
Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.
(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)
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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte: |
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Jesus aos doze anos encontrado entre os doutores do templo. James Tissot Fonte da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo. |
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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus abençoa João Batista no deserto. Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG |
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Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
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Amor Infinito Caminhos retos |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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