Notícias do Movimento Espírita

São Paulo, SP,  quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Compiladas por Ismael Gobbo

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18-09-2014     http://www.noticiasespiritas.com.br/2014/SETEMBRO/18-09-2014.htm    

 

 

 

Luzes em meio as trevas

 

Adelvair David (Jales, SP)

 

...enquanto tendes luz (Jesus)

A questão proposta por Jesus não é física e sim moral.

A caminhada existencial é abrigada por algumas luzes em meio as trevas densas da ignorância, que ainda campeiam em a natureza humana.

Segundo nos adverte o Senhor, devemos caminhar enquanto temos as luzes da razão, da inteligência, da saúde, das oportunidades do trabalho material e também espiritual.

Segue o homem às tontas, preferindo abrigar-se na escuridão íntima, agindo segundo suas paixões, do que valorizar as oportunidades que a vida lhe concede a seu benefício, para o seu crescimento.

As advertências não faltam. Vem da religiosidade, dos homens de bom senso, e muito mais das intuições que lhe chegam em todas as suas experiências, aconselhando-o qual o melhor caminho seguir e a viver com dignidade e respeito ao seu semelhante, a aproveitar o tempo para empreender a luta em sua própria melhoria moral e intelectual.

O problema é que, não se apercebendo das luzes que o acompanham, do valor do seu existir, negligencia tudo o que o poderia elevar espiritualmente. Desperdiça o tempo e perde-se em um labirinto de consequências que lhe atravancam a marcha fazendo-o sofrer, muita vez desnecessariamente. Muita gente diz: “eu não tenho sorte” ou “acho que sofrer é o meu destino”, sem se dar conta que perdeu-se por capricho ou viciação em ações negativas que lhe comprometeram a existência. Muita coisa poderia ser evitada se aproveitasse as luzes que possui para ver por onde anda, mas, mesmo sabendo muita vez que uma coisa é ruim, prefere seguir seus instintos inferiores e permitir-se a experiência que lhe trará muitos dissabores.

O que é previsível acontecer é que, de tanto malbaratar a luz que recebe das oportunidades felizes, o homem pode fixar a escuridão como regra em sua alma e não mais conseguir enxergar o bem nem o caminho correto, condenando a sua vida irremediavelmente à quase nulidade, pelo menos por agora.

Temos que nos instruir na luz do Mestre, dos seus ensinamentos, para não deixar passar a oportunidade do bem viver, do bem servir, do bem decidir, e assim, de maneira definitiva, rumarmos para a aquisição dos valores imperecíveis na atual existência.

CAMINHEMOS NA LUZ DA HUMILDADE, PARA EVITAR A TREVA DO ORGULHO.

 

(Texto recebido em email de Adelvair David)

 

Colônia Del Sacramento, Uruguai. Foto Ismael Gobbo

 

 

Pedro em visita

 

Pelo Espírito Irmão X (Humberto de Campos). Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Histórias e Anotações. Lição nº 16. Página 100.

 

Conta-se que Simão Pedro, há tempos, conseguiu chegar ao Rio de Janeiro, perfeitamente materializado. Utilizando preciosos fluidos da natureza, nos bosques floridos que marginam Petrópolis, desceu dos subúrbios para o centro, com o objetivo de verificar as realizações cristãs, entre os novos discípulos do Evangelho.

Alpercatas de pobre, cabelos à nazarena, leve bastão a sustentar-lhe o corpo e singela túnica de estamenha, ia o apóstolo, de olhos vivos e doces, estranho aos automóveis e aos arranha-céus, na consoladora antevisão do encontro com os aprendizes do Senhor.

Achavam-se multiplicados, pensava. Trazia, mentalmente, o endereço de muitos, de conformidade com as rogativas que subiam da Terra para o Céu. Que lhe contariam, acerca dos ideais evangélicos no mundo? Não ignorava que o Planeta continuava sob o guante infernal da guerra, entretanto, sabia que os ensinamentos do Messias avançavam salvando almas.

Ante o frontispício de admirável organização católica romana, deteve-se, emocionado.

Aproximou-se. Tocou a campainha. Pretendia avistar-se com os superiores da casa, a fim de trocarem idéias.

Um padre bem humorado atendeu:

- Quem é o senhor?

- Simão Pedro, para servi-lo.

O clérigo sorriu e anotou-lhe os desejos.

Findos alguns minutos, um dos diretores apareceu, em companhia de vários religiosos. Ouviram o visitante humilde, com inequívocos sinais de incredulidade e sarcasmo. Não chegaram nem mesmo a considerar-lhe as palavras.

- Volte segunda-feira, com o atestado policial -declarou o orientador da instituição - e providenciarei seu ingresso no asilo.

Simão tentou explicar-se.

O eclesiástico, no entanto, foi claro:

- Não insista. Tenho mais o que fazer. Venha segunda-feira. O psiquiatra organizará sua ficha.

Sequioso de entendimento, pediu Pedro:

- Tenho sede. Permita-me entrar, por obséquio.

- Quê? Entrar? Não precisa disto para beber água. Na esquina próxima encontrará um café, e será atendido.

Em vista da porta repentinamente cerrada, o apóstolo, algo triste, cruzou várias ruas e estacionou junto de simpática vivenda.

Perguntou ao jardineiro pelo ministro da igreja reformada que a ocupava. O robusto rapaz deu-se pressa em satisfazê-lo. Em momentos breves, trouxe consigo não só o pastor, mas também dois jovens presbíteros.

À primeira interrogação, o visitante respondeu, esperançado:

- Sou Pedro, o antigo pescador de Cafarnaum.

- Entreolharam-se os presentes, espantadiços.

- Debalde buscou o velho Cephas esclarecer os propósitos que alimentava. O ministro evangélico, ai invés de prestar-lhe atenção, pôs-se a ouvir os rapazes tagarelas.

- Penso que é portador da mania ambulatória – asseverou um deles - traz alpercatas e os pés não parecem muito distintos.

- Tenho ido pregar no hospício - informou o outro e conheço alguns casos de loucura circular.

O pastor dirigiu-se a Pedro e declarou, sem rebuços:

- Pode retirar-se. Aqui, não posso recebê-lo. Procure o culto no domingo pela manhã.

- Irmão, não me expulse assim... rogou Pedro, humilde.

- Nada posso prometer-lhe - revidou o ministro, seguro de si - a congregação está longe de construir o nosso hospital de alienados.

Vendo-se novamente sozinho, o ex-pescador Galileu varou largo trecho da via pública e parou à frente de nobre domicílio.

Bateu, acanhado. Ao rapazelho que atendeu, lépido, indagou pelo diretor de importante organização espírita que ali residia.

Decorridos alguns instantes, o dono da casa veio em pessoa, seguido de dois confrades.

À inquirição inicial, respondeu tímido:

- Sou Simão Pedro, o discípulo de Cafarnaum.

Os novos amigos permutaram expressivo olhar.

O missionário da Nova Revelação, que o apóstolo procurara, nominalmente, afirmou calmo:

- Obsessão evidente. Creio esteja ele atuado por argucioso perseguidor invisível.

- Um vidente faria aqui a necessária verificação, acentuou um dos companheiros.

O outro, contudo, mostrando extensa intimidade com Richet, acrescentou, com algum pedantismo:

- Tipo inabitual. Bem provável possa ser aproveitado aos estudos de criptestesia.

Adiantando-se, Pedro implorou:

- Irmãos, tenho sede de comunhão fraterna em torno do Cristo, Nosso Senhor. Que me dizem do trabalho evangélico, na atualidade do mundo?

O principal do grupo afagou-lhe a destra que se movia suplicante e replicou:

- Procure-me na sessão de sexta-feira, depois das vinte horas. Teremos doutrinação. A coisa vai melhorar “meu velho”.

E, gentilmente, deu-lhe o endereço. Fechou-se a porta e o trinco rodou, automático.

Quem contou a história, disse-nos ter visto o antigo discípulo da Galiléia enxugar as lágrimas a lhe deslizarem copiosas do rosto e perguntar a esmo, fixando o céu tranquilo do crepúsculo: - Senhor, onde estará pulsando o coração de teus aprendizes?!...

Em seguida, silencioso e taciturno, o velho pescador pôs-se de novo, a caminho, na direção do mar...

 

Praça Paris,  Rio de Janeiro, RJ. Foto Ismael Gobbo

 

 

Texto traduzido para o espanhol

Registro. Divaldo Franco em Paraná

Cascavel, 21 de septiembre de 2014

 

 

     Poco después de las 16:00 Divaldo Franco, ciudadano ilustre de Cascavel, ya se encontraba en el Tuiuti Esporte Clube, en la calle Ponta Grossa, en Cascavel/PR. Dando muestras de bienestar, alegría y optimismo, el conferencista de renombre internacional atendía a quienes se le acercaban en busca de una palabra amistosa, un saludo, un autógrafo. En la mirada de quienes se aproximaban a él estaba estampado el sentimiento de gratitud. Divaldo Franco hizo su primera visita a Cascavel el 23 de julio de 1968.

     Dio comienzo a su conferencia narrando la historia romana a partir del 1er. Triunvirato, y relató acontecimientos y circunstancias para describir aquellos días, además de la situación social, económica y política que existía en la época en que Cristo nació en Israel. Con tales informaciones, el ilustre conferencista planteó que las condiciones sociales y morales de la humanidad de entonces eran prácticamente las mismas de los días actuales.

     Jesús predicó y ejemplificó el amor sin discriminaciones, dirigido a todas las criaturas. El Sermón de la Montaña es el más notable poema épico. Propuso el autoamor, el amor al semejante y el amor a Dios. A pesar de todo ese conocimento, el hombre se dedicó con marcado énfasis al desenvolvimiento de las ciencias, para ampliar sus conocimientos, abasteciéndose de todo tipo de tecnología y dejando en un plano inferior a las conquistas morales elevadas.

     Es necesario -destacó- que la criatura humana, para alcanzar la plenitud, la felicidad, se establezca metas de carácter transpersonal, superando las tendencias negativas. Debe proceder con madurez, lo que significa que determine para sí misma niveles morales superiores, dominando sus malas tendencias y ejercitando la solidaridad. El Espiritismo tiene como característica la interpretación del significado de los mensajes del Cristo, dando ocasión a que se comprenda el sentido de la vida, y resaltó las obras básicas de la Doctrina Espírita codificadas por Allan Kardec.

     El hombre de la actualidad vive momentos de una gran necesidad de realizar una introspección, de hacer un viaje hacia adentro de sí mismo, de proceder al autoexamen de sus condiciones espirituales, de efectuar un examen de conciencia. Destacó que la depresión y el suicidio se propagan en el seno de la humanidad como  una terrible epidemia, y aniquilan vidas, familias, produciendo dolor y sufrimiento. Esas dos conductas deben merecer la atención y los cuidados de todos, pues las estadísticas llevan a considerar que de una forma o de otra, más tarde o más temprano, las familias serán víctimas de ellas.

     Para finalizar, subrayó que Jesús convoca al ejercicio del amor, de la solidaridad, de la compasión, de la fraternidad, de la moralidad elevada. Los aplausos de las dos mil trecientas personas presentes fueron prolongados, como reconocimiento a las magníficas lecciones que había trasmitido el Embajador de la Paz en el Mundo. Fueron estos, al mismo tiempo, de reconocimiento y de gratitud.

 

    Texto: Paulo Salerno

    Fotos: Jorge Moehlecke

 

(Texto em espanhol recebido em email de MARTA GAZZANIGA [[email protected]])

 

 

 

LEIA O TEXTO COM AS FOTOS EM PORTUGUÊS NO EMAIL DO DIA 23-09-2014

http://www.noticiasespiritas.com.br/2014/SETEMBRO/23-09-2014.htm

 

 

 

Café da Manhã com conferência

Cidade da Guatemala, Guatemala

 

Desayuno conferencia "Evolución Espiritual" impartida por la doctora Ingrid Chew domingo 5 octubre en La Estancia Frente a Tikal Futura calzada Roosevelt de 8:30 a 11:00 a.m. valor único del desayuno Q60

 

 




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Saludos Fraternales,
Grupo de Damas Heliosophicas-Rogelia Marroquin de Bravo- Ciudad de Guatemala
Escuela Heliosophica Luz y Caridad
http://www.facebook.com/damas.rogeliadebravo

siguenos en twitter   @DamasRogeliaGT
www.guatespirita.org

 

 

(Informações recebidas em emails de Damas Heliosophicas Guatemala Rogelia de Bravo [[email protected]] e de Regina Bachega)

 

 

Comemoração de 70 anos do C.E. Guilherme Prado

Paraguaçu  Paulista, SP

 

CENTRO ESPÍRITA GUILHERME PRADO

PARAGUAÇU  PAULISTA  -  SP

(1944 – 2014):  

SETENTA ANOS DE ACOLHIMENTO FRATERNO, PREPARANDO A FUTURA GERAÇÃO PARA A CONTINUIDADE DO AMPARO FRATERNAL.

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COMEMORE CONOSCO ESTA DATA TÃO IMPORTANTE

-- PALESTRA COM A

PSICÓLOGA ALCIONE CANDELORO RICCI,

DE PRESIDENTE PRUDENTE-SP

[COM O EXERCÍCIO DA PSICOLOGIA CLÍNICA HÁ 34 ANOS].

– VOLUNTÁRIA DA ASSOCIAÇÃO ESPÍRITA ADOLFO BEZERRA DE MENEZES, ONDE DESENVOLVE CURSOS SEMANAIS.

– PROFERE PALESTRAS NAS CASAS ESPÍRITAS DE TODA A REGIÃO.

[TEMA: “PERDÃO E AUTO-PERDÃO”]

DATA:   27 DE SETEMBRO DE 2014, SÁBADO, ÀS 20 HORAS

LOCAL: CENTRO ESPÍRITA GUILHERME PRADO

RUA VEREADOR ANTÔNIO NASCIMENTO NETO, 69 –   PRÓXIMO DA RODOVIÁRIA

PARAGUAÇU  PAULISTA  - SP.

 

(Informações recebidas em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]])

 

 

F.E. Semeadores do Amor: 9º. Mês do Livro Espírita

São Paulo, SP

 

 

(Informações recebidas em email de Cláudio Palermo)

 

 

Estudo do Evangelho. S.E. Allan Kardec

Jales, SP

 

 

(Informação recebida em email de Jane Maiolo)

 

 

40º. Mês de Kardec. Outubro 2014

Franca, SP

 

 



 

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USEFRANCA

União das Sociedades Espíritas Intermunicipal de Franca

R. Major Claudiano, 2185

Centro, Franca, SP

1637243178

Curtir: www.facebook.com/usefranca

 

(Informações recebidas em email da USE Franca)

 

 

36ª. Feira do Livro Espírita de

Botucatu, SP

 

 

(Informação recebida em email de Presidência USE Botucatu [[email protected]])

 

 

XV Jornada de saúde e espiritualidade do GEME

Santos, SP

 

 

(Informação recebida em email de Rose Moliterno)

 

 

Palestra no C.E. Capitão Vendramini

Três Corações, MG

 

 

(Informação recebida em email de Centro Espírita Capitão Vendramini [cev[email protected]])

 

 

XXXVII Jornada Espírita

Assis, SP

 

 

(Informação recebida em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]])

 

 

Palestra no C.E. Francisco Cândido Xavier

São José do Rio Preto, SP

 

Meus amigos,

Convidamos para a palestra de

 

JANE MAIOLO, 

 

de Jales - SP, no Centro Espírita Francisco Cândido Xavier, situado à Av. Alfredo Theodoro de Oliveira, 2195 - Solo Sagrado, São José do Rio Preto - SP, nesta quarta-feira, 24 de setembro, 20:00 h, e também para o cafezinho fraterno.

Abraços.

 

Navarro
São José do Rio Preto - SP
(17) 3228-0111 e 99702-7066


Conheça o Esperanto (www.esperanto.org.br)

 

 

(Informação recebida em emails de Antonio Carlos Navarro e de João Marchesi Neto)

 

 

Palestras programadas para o “Samaritanos de Jesus”

Taubaté, SP

 

 

(Informação recebida em emails de Use Taubaté e de Regina Bachega)

 

 

Site da Federação Espírita do Paraná

Curitiba, PR

 

Acesse:

www.feparana.com.br

 

 

 

Transmissões ao vivo do CEEJA

Cartagena, Colombia

 

 

 

(Informação recebida em email de Fundación Remanso de Amor [[email protected]])

 

 

O guarda-chuva amarelo

 

 

Amélie está de mau humor. Isso é raro. Raro como quatro dias de sol seguidos em minha cidade.

Amélie é sempre sol, mas hoje enxergo uma pequena nuvem, dessas de desenho animado, sobre sua cabeça.

Amélie está indo para a escola. Chove. Chuva fina e gelada.

Paro o carro. Agora vem a hora mais difícil. Acho que a despedida não vai ser fácil dessa vez – na maioria das vezes é. Fico torcendo para que venha alguém bem sorridente para buscá-la.

As professoras e assistentes que vêm apanhá-la são sempre muito simpáticas. Lá vem uma. E, além do sorriso, ela carrega em sua mão direita algo que vai mudar nossas vidas, minha e de Amélie, para sempre: um guarda-chuva amarelo.

Sim, é isso mesmo, um simples guarda-chuva de cor amarela.

Não é um amarelo qualquer, apagado. Não é amarelo-ouro. Não é amarelo-canário. Não é amarelo-limão. Não sei descrever. Procuro palavras, adjetivos, dicionário. Quem sabe: amarelo-sol. Inventei.

Olho Amélie pelo espelho e a mudança de semblante é espantosa. Emocionou-me. Ela se apaixonou por ele. Tudo ao redor parece ter perdido significado, apagando-se. O centro das atenções agora é o guarda-chuva amarelo.

Enquanto a moça se aproxima com aquele objeto amarelo reluzente maravilhoso, Amélie abre um sorriso lindo, sorriso de quem vai ganhar algo que sempre quis e nunca soube que quisesse. Sorriso de realização!

A moça está me oferecendo esta coisa linda e amarela! – Deve ter pensado ela.

Preciso dizer que Amélie esqueceu que tinha pai naquele instante?

Pois é... Lá foi ela no colo da professora, radiante, sorriso aberto, segurando com firmeza a haste prateada, desfilando, encantada, entre todas as pessoas e crianças com seu guarda-chuva amarelo-sol.

Seu dia não foi o mesmo depois daquele encontro. Ela soube curtir o momento de forma intensa, deixando de lado o mau humor, o sono, e seja lá o que fosse que a estivesse chateando. Foi como se o presente a tivesse lembrado de algo bom, algo que ela tivesse, momentaneamente esquecido.

Contudo, ainda vi algo mais, que me fez pensar que talvez aquele não fosse um guarda-chuva qualquer, fosse, quem sabe, uma sombrinha com poderes mágicos.

A claridade do dia - que era pouca, mas resistia – passava pela transparência da cúpula do guarda-chuva e iluminava minha filha com uma luz dourada tão intensa que não pude deixar de notar e admirar.

Confesso que não sei ao certo se foi Amélie que fez sol debaixo do guarda-chuva, ou se foi a luz que se fez amarela ao passar pelo tecido dessa cor. A verdade é que ali, onde ela estava, o sol brilhava.

E lá foi ela, fazendo sol debaixo do guarda-chuva num dia feio de inverno...

*   *   *

Nossa vida não é apenas repleta de aflições, mas também cheia de guarda-chuvas amarelos. Há sempre um braço nos estendendo um por aí... Salvam nosso dia quase sem querer.

Falta-nos, quem sabe, a sensibilidade para percebê-los. Para nós um guarda-chuva é apenas um guarda-chuva.

A vida é tão cheia de imaginação! É tão cheia de opções, de possibilidades... De pequenas felicidades certas!

Enxergar beleza nessas pequenas coisas é uma arte... A arte de ser feliz.

Sei que um dia vamos deixar de dizer que essas coisas são pequenas...

Amélie é pequena. Tem dois anos.

Amélie é um dos meus guarda-chuvas amarelos.

Faça sol ou tempestade, não saio mais de casa sem ele. 

Redação do Momento Espírita.
Em 23.9.2014.

 

Guarda-chuva amarelo.

Imagem: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Yellow_umbrella.JPG

 

 

Editoração Ismael Gobbo, São Paulo,  SP.

Envio: Ismael Gobbo (São Paulo, SP) e Wilson Carvalho Júnior (Araçatuba, SP)

 

 

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