Notícias do Movimento Espírita

São Paulo, SP, quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Compiladas por Ismael Gobbo

 

 

 

Notas

1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento.

2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes  diversas via e-mail  e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec.  Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.

 

3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).

 

 

 

Atenção

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Publicação em sequência

Revista Espírita – Ano 6 - 1863

 

 

 

 

 

 

 

(Continua na próxima postagem)

 

(Texto copiado do site Febnet)

 

CUIADO COM AS PUBLICAÇÕES INTEMPESTIVAS OU EXCÊNTRICAS

 

“...Entre as inabilidades é preciso colocar em primeira linha as publicações intempestivas ou excêntricas, por serem os fatos de maior repercussão. Nenhum espírita ignora que os   Espíritos estão longe de possuir a soberana ciência; muitos dentre eles sabem menos que certos homens e, como certos homens também, têm a pretensão de tudo saber”... (Do texto da Revista Espírita, março de 1863, acima transcrito)

 

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2017/JUNHO/20-06-2017_arquivos/image010.jpg

As obras básicas do Espiritismo codificado por Allan Kardec.

Imagem/fonte: http://www.guia.heu.nom.br/obras_basicas.htm

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/ABRIL/02-04-2019_arquivos/image017.jpg

O ainda jovem médium espírita Francisco Cândido Xavier lendo mensagem recebida

no Centro Espírita Luiz Gonzaga em Pedro Leopoldo, MG. Foto publicada em “O Globo”.

 

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/ABRIL/02-04-2019_arquivos/image022.png

Chico Xavier “Médium exemplo” psicografando no programa Pinga Fogo

Acesse: https://www.youtube.com/watch?v=Pq4s8otVhFk

 

 

O Peregrino de Jesus

http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/JUNHO/30-06-2018_arquivos/image017.jpg

Neste julho, o seareiro, 
em festa que o mundo requer, 
brilha, impoluto, altaneiro, 
Francisco Cândido Xavier. 

Setenta e cinco janeiros, 
De mediunato, obras mil, 
exaltam os brasileiros, 
o maior médium do Brasil. 

De Pedro Leopoldo a Uberaba, 
sua mão só grafou luz, 
em renúncia que não se acaba, 
sempre louvando a Jesus. 

Que o sol da paz ilumine, 
a glória dos dias teus, 
neste trabalho sublime, 
herdado das mãos de Deus. 

Ismael Gobi (05/2002) 

(Esta poesia foi escrita na cidade de Santa Rita do Passa Quatro, SP, no dia 11/05/2002, como homenagem aos 75 anos do mandato mediúnico de Chico Xavier, comemorado em 08/07/2002. Enviei para a Folha Espírita para publicação. Chico desencarnou no dia 30 de junho de 2002 e a poesia foi publicada pela FE  na edição de julho)

 

 

LEIA A EDIÇÃO DO NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA SOBRE O CENTENÁRIO DE FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER

ACESSE AQUI:

http://ismaelgobbo.blogspot.com/2010/04/este-email-especial-e-um-tributo-chico.html

 

 

A sabedoria das crianças

 Certa feita, Jesus serviu-se de um menino como exemplo, dizendo que o reino dos céus é daqueles que lhe fossem semelhantes.

As crianças, em verdade, nos surpreendem. Com sua argumentação, com sua lógica e conclusões, mais de uma vez.

Foi assim que um menino de treze anos ligou para uma determinada rádio no Texas.

Ele mora em uma fazenda no meio do Estado do Nebraska. Identificou-se como Logan Henderson e começou um diálogo com o locutor do programa.

Contou que um bezerro nascera de uma vaca muito velha, na fazenda onde mora e, por ter algumas dificuldades, como falta de vitamina C, era muito fraco.

Narrou que, na noite anterior, o bezerro quebrara a coluna e, por isso tivera que ser sacrificado.

Com a morte do animal, Logan ficara muito triste e passou a interrogar a Divindade:

Por que, Deus? O animal era muito especial para mim. Por que ele teve que morrer?

Até aí, a narrativa não tinha maiores novidades. Uma criança falava de sua perda, do sentimento que o tomara pela morte do seu animal.

Contudo, o que viria na sequência, é que deixou impressionados o locutor e os ouvintes. O garoto disse mais ou menos assim:

Deus me respondeu:

“Logan, meu filho era especial, mas ele morreu por um propósito.”

E antes que a surpresa se diluísse, concluiu o menino:

Sabe, aquele bezerro era muito querido por mim. E o Filho de Deus era querido por Ele. Eu só queria dizer a você que isso é muito importante.

Quando você perde uma pessoa que você ama ou um animal de estimação, lembre-se que Deus deu Seu filho também.

E Ele entende você. Ele sempre vai entender. Somente corra para Ele.

Emocionado, o locutor lhe respondeu: Logan, você é mais sábio do que imagina.

*   *   *

O fato é singelo. A fala do garoto, dependendo da crença religiosa que se abrace, pode soar um pouco estranha. Talvez infantil demais.

Ou ousada, pela comparação que faz entre a morte do nosso Irmão e Mestre Jesus e a perda de um animal.

Mas, a conclusão a que chega é que importa.

Deus sempre entende os Seus filhos. Entende quando eles sofrem pela perda de um animal, de um ser amado.

Entende as lágrimas da infância e a dor madura de quem já viveu muitas experiências e vai enfrentar a solidão, porque seu grande amor partiu.

Pensemos nisso. Pensemos na Sabedoria Divina que se serve de fatos aparentemente corriqueiros para grandes lições.

Que se serve da palavra de um menino para dizer ao mundo: Não se desespere se o seu amor morrer. Volte-se para Deus. Ele entende você. Ele vela por você.

É só pedir. É só chamar por Ele. É só se voltar para Ele.

 

Redação do Momento Espírita, a partir de diálogo que circula
pela Internet, atribuído a Logan Henderson, de uma Fazenda do
Estado do Nebraska, USA.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 9, ed. FEP.
Em 28.8.2019.

(Copiado do site Feparana)

http://www.noticiasespiritas.com.br/2015/ABRIL/22-04-2015_arquivos/image005.jpg

Boiada em fim de tarde. Região de Auriflama, SP. Foto Ismael Gobbo

 

Uma relíquia. Voz da querida Yvone do Amaral Pereira - Radio Emmanuel - Oceano Vieira de Melo

 

Uma relíquia. Voz da querida Yvone do Amaral Pereira - Radio Emmanuel - Oceano Vieira de Melo. São pérolas que nos chegam... porque merecemos saber!
https://m.soundcloud.com/radioemmanuel/ou-a-entrevista-hist-rica

OUÇA A MÉDIUM ESPÍRITA D. YVONNE PEREIRA EM ENTREVISTA HISTÓRICA EM 1978

Uma das maiores médiuns de todos os tempos, Yvonne do Amaral Pereira (1900 - 1984) concedeu entrevista em março de 1978 ao pesquisador Danilo Vilela, seis anos antes de sua desencarnação. O tema é me

soundcloud.com

 

 

 

Vídeo com Simoni Privato Goidanich falando sobre o processo de elaboração e amadurecimento do conteúdo de "A gênese

 

 

Neste vídeo, com base nas informações dadas por Allan Kardec, refletimos sobre o processo de elaboração e amadurecimento do conteúdo de "A gênese, os milagres e as predições segundo o espiritismo" , bem como suas implicações. Agradecemos a todos os que estao participando deste estudo e divulgando os vídeos. Muita paz e felicidade a todos. 

 

https://www.youtube.com/watch?v=6-GWHCqCdXA&feature=youtu.be 

 

Facebook: https://www.facebook.com/olegadodeallankardec/ 

 

Instagram https://www.instagram.com/olegadodeallankardec/

 

En ese video, sobre la base de las informaciones impartidas por Allan Kardec, reflexionamos sobre el proceso de elaboración y maduración del contenido de "La génesis, los milagros y las predicciones según el espiritismo", así como sus consecuencias. Agradecemos a todas las personas que han participado en este estudio y divulgado los videos. Mucha paz y felicidad a todos.

 

Simoni

 

 

Programação do C.E. ZildaGama

São Paulo, SP

 

 

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CENTRO ESPÍRITA ZILDA GAMA

R. Dr. Cesar Salgado, 238 - Morumbi

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Nossa missão: "Acolher e auxiliar fraternalmente o indivíduo no seu desenvolvimento espiritual, por meio da Divulgação, do Ensino, da Prática da Doutrina Espírita e das parcerias com grupos terapêuticos de reconhecido valor espiritual"

 

 

EAC 2019.

Matão, SP

Informações

https://www.facebook.com/events/370672423604661/

 

 

Informações do portal da Use de Piracicaba

Acesse no link

 

Clique:

https://www.usepiracicaba.com.br

 

 

Eventos Espíritas programados para

Marília, SP

Olá, amigos.

Seguem cartazes divulgando eventos promovidos pelas casas espíritas de
Marília.

Abraços fraternais,

Donizete
 

 

 

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Registro. Palestra com Maria da Graça Galetti na “Casa da Caridade”. Araçatuba, SP

 

Na palestra desta terça-feira a oradora desenvolveu o tema do Capitulo X de O Evangelho Segundo o Espiritismo, “Bem-aventurados os que são misericordiosos”, itens 1 a 6 onde o “Perdão” foi abordado com muita propriedade.

 

Palestra no Núcleo Espírita Chico Xavier

Niterói, RJ

 

(Informação recebida em email de Núcleo Espírita Chico Xavier [[email protected]])

 

Palestra na Congregação Espírita Maria Benta

São Paulo, SP

 

(Com informações de https://www.facebook.com/events/363523334579819/)

 

Palestra no Centro Espírita Unidos da Fé

São Paulo, SP

 

(Informação recebida em email de Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier [[email protected]])

 

Senado vai homenagear líder espírita em sessão especial

Da Redação | 26/08/2019, 12h08

  • Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia.  Em pronunciamento, à bancada, senador Eduardo Girão (Podemos-CE).  Foto: Roque de Sá/Agência Senado

senador Eduardo Girão é autor do requerimento para realização da homenagem em Plenário
Roque de Sá/Agência Senado

·Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia.  Em pronunciamento, à bancada, senador Eduardo Girão (Podemos-CE).  Foto: Roque de Sá/Agência Senado

 

O Plenário do Senado Federal terá sessão especial na quinta-feira (29), às 16h, para homenagear Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, um dos expoentes do Espiritismo.

Mais conhecido como Bezerra de Menezes (1831-1900), o homenageado foi médico, militar, jornalista, escritor e político e tornou-se um dos grandes nomes da chamada Doutrina Espírita.

Nascido na cidade de Riacho do Sangue, no Ceará, Bezerra de Menezes ficou conhecido como o "médico dos pobres" em virtude de ações voluntárias e de solidariedade que praticava. Foi duas vezes presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB).

A homenagem foi requerida pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE), para quem Bezerra de Menezes foi um grande humanista e pacifista: "Extremamente caridoso, dedicou a sua carreira a cuidar dos pobres e dos desfavorecidos".

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado 

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/08/26/senado-vai-homenagear-lider-espirita-em-sessao-especial?utm_medium=share-button&utm_source=whatsapp

 

 

 

(Informação recebida em email de [email protected]; em nome de; [email protected])

 

Homenagem a Bezerra de Menezes no Senado Federal

 

Ocorrerá no Senado Federal uma Sessão Especial em homenagem ao Dr. Bezerra de Menezes no dia 29 de agosto, às 16 horas. A Sessão foi requerida pelo Senador Eduardo Girão, do Ceará, que é atuante no movimento espírita e foi o produtor do filme sobre "Bezerra de Menezes - o diário de um espírito", lançado em 2008. O evento terá entrada aberta a todos os interessados. Contará com a participação do palestrante José Carlos de Lucca (de São Paulo); Luciano Klein, presidente da Federação Espírita do Estado do Ceará e pesquisador sobre Bezerra; e o ator Carlos Vereza, que fez o papel de Bezerra no filme já citado. Mais informações: (61) 3303-6678.

 

 

 

 

 

(Informação recebida em email de Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier [[email protected]])

 

17º. Teatro Transcendental

Fortaleza, CE

 

https://www.instagram.com/p/B1o6d7nnIh3/?utm_source=ig_web_copy_link

https://www.instagram.com/p/B1W6P_HHt6P/?utm_source=ig_web_copy_link

 

 

Presidente da FEB convida para o filme Divaldo, o Mensageiro da Paz

 

O presidente da FEB, Jorge Godinho, lhe convida para assistir o filme Divaldo, o Mensageiro da Paz.
Confira!

 

~

 

https://www.febnet.org.br/blog/geral/noticias/divaldo-o-mensageiro-da-paz-3/

 

 

29º Concurso de Poesia com Temática Espírita, da Arte Poética Castro Alves. São Paulo, SP

Estão abertas as inscrições para o 29º Concurso de Poesia com Temática Espírita, da Arte Poética Castro Alves.

Até o dia 30 de setembro de 2019. 

O Prêmio será entregue aos contemplados no dia 23 de novembro, (sábado) às 15 horas, no Salão Bezerra de Menezes, da Federação Espírita do Estado de São Paulo, Rua Santo Amaro, 370, em evento que será apresentado por José Damião, Vanessa Cavalcanti e Guiomar Sant’Anna, da Rádio Boa Nova e TV Mundo Maior. 

Saiba Mais:  

https://radioboanova.com.br/29o-concurso-de-poesia-com-tematica-espirita/

 

 

 

(Informação recebida em email de Jose Damiao [[email protected]])

 

Campanha de Doação de livros para o

Movimento Espírita do Japão

 

 

(Informações recebidas em email de ADE-JAPAO japão [[email protected]])

 

USE Intermunicipal de Guarulhos. Programação de Palestras

Guarulhos, SP

 

http://1.bp.blogspot.com/_HGKqCnqQt3Q/S5hCRLX6ZQI/AAAAAAAADUk/1PqB3Xvdi18/s1600/image024.jpg

MOMENTO HISTÓRICO

LUIZ GOUVEIA E JOSÉ ANTOIO LUIZ BALIEIRO (1942- 2018)  NO XIII CONGRESSO ESTADUAL DA USE EM GUARULHOS, SP. 2007.

FOTO ISMAEL GOBBO.

 

1º. Encontro Espírita do Sul de Minas

Três Pontas

 

(Informação recebida em email de Maria Flavia Menegatto [[email protected]])

 

Encontro Espírita da Primavera

São Paulo, SP

 

 

 

 

Encontro Espírita da Primavera em São Paulo

 

Data: 14 de setembro de 2019 - sábado - das 8h30 às 15h30

Local: Teatro APCD - Rua Voluntários da Pátria, 547 -Santana.

            São Paulo-SP (30m do metrô Tietê)

Realização: USE Regional de São Paulo, órgão da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo

 

 

PROGRAMAÇÃO - Tema central:

"Tudo me é lícito mas nem tudo me convém." Paulo, Cor. 6:12

 

8h00 Recepção e café

8h30 Apresentação Musical: Andréa Bien

9h00 Abertura e prece inicial

9h15 Alberto Almeida - tema: Cuidando da sua criança interior

10h30 Intervalo

11h00 Antonio Cesar Perri de Carvalho - tema: Paulo e contexto da Epístola com a recomendação para o que convém.

11h40 André Marouço - Filme Paulo de Tarso e a história do cristianismo. primitivo. Estreia marcada para o dia 3/10/2019 nos cinemas.

12h20 Mesa Redonda com Alberto Almeida, Cesar Perri e André Marouço. Perguntas do público.

13h15 Encerramento com Andrea Bien e Lirálcio Ricci 

 

Almoço 2 turnos 13h30  e 14h - Haverá almoço no local: strogonoffs de frango e vegetariano, com batatas palhas e saladas

 

14h00 Autógrafos com Alberto Almeida e Cesar Perri na área da  livraria.

 

Expositores:

 

ALBERTO ALMEIDA - de Belém-PA, médico homeopata, com formação em terapia Regressiva e Vivências Passadas, Psicologia Transpessoal, Terapia Familiar. Colabora com a União Espírita Paraense e é diretor da Associação Médico-Espírita do Pará e do Jardim das Oliveiras. Livros publicados: Arte do Reencontro - casamento, O perdão como caminho... o caminho do perdão, O amor pede passagem, Pais e Filhos...fortalecendo vínculos, Cuidando da sua criança interior, entre outros. (www.albertobelem.blogspot.com e www.jardimdasoliveiras.org

 

ANTONIO CESAR PERRI DE CARVALHO, de São Paulo-SP, professor titular aposentado da UNESP, Ex-presidente da Federação Espírita Brasileira, ex-diretor do Conselho Espírita Internacional, ex-presidente da USE-SP, palestrante e escritor com mais de 30 livros. Publicações recentes: Chico Xavier - o homem, a obra e as repercussões, União dos Espíritas: para onde vamos?, Cristianismo nos séculos iniciais - análise histórica e visão espírita, Epístolas de Paulo a Luz do Espiritismo, Centro Espírita - prática espírita e cristã, entre muitos outros. Atualmente atua em São Paulo: no Centro Cultural, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro e no Grupo Espírita Casa do Caminho.

 

ANDRÉ MAROUÇO, de São Paulo-SP, Diretor da TV Mundo Maior e da Rede Boa Nova de Rádio, jornalista, cineasta, formado em marketing pela UNIP, conferencista, apresentador de programas Mundo Maior, diretor executivo  de 8 curtas metragens, roteirizou e dirigiu os filmes Causa e Efeito, o Filme dos Espíritos, o documentário Nas Pegadas do Mestre e lançará um novo filme Paulo de Tarso e a história do cristianismo primitivo, no próximo dia 3 de outubro, no cinema.(www.tvmundomaior.com.br)

 

ANDREA BIEN, de São Paulo-SP, cantora lírica, soprano, formada em música pela Universidade Livre de Música, conhecida nacionalmente. 

 

LIRÁLCIO RICCI, de São Paulo-SP, cantor, compositor, Diretor do Departamento de Arte da USE-SP e palestrante espírita.

 

*Convite: R$40,00 incluindo almoço - Informações pelo e-mail: [email protected]

A renda será em prol da reforma do Centro Cultural da USE, da rua Brigadeiro Machado, 269 - Brás

Os convites podem ser adquiridos nas USEs da Capital que são distritais da sua região, nas USEs de Osasco, Carapicuiba, Embu das Artes, Guarulhos, Alto Tietê (Mogi das Cruzes), Cotia, na secretaria da USE, na rua Dr. Gabriel Piza, 433 - Santana, informações pelo e-mail: [email protected]*

 

 

(Informação recebida em email de Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier [[email protected]])

 

Instituição Amélia Rodrigues. Santo André, SP

Campanha “Dia das Crianças”. Doe um brinquedo novo.

 

 

(Com informações em

https://www.facebook.com/iameliarodrigues/photos/gm.388141351904736/2357935430909375/?type=3&theater)

 

Informações do GEPAR

Niterói, RJ

| GEPAR |

 

UNIDADE DE PROMOÇÃO INTEGRAL

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Espíritos de pessoas vivas: uma história de reconciliação

 

Wellington Balbo – Salvador BA

 

Um tempo atrás, quando saía do centro espírita, um senhor me abordou para narrar curioso fato.

Aspas pra ele:

“Participava de uma reunião de estudos de O livro dos médiuns e, certa vez vi um Espírito ao lado do coordenador do curso.O Espírito pedia que eu dissesse ao coordenador do curso para perdoá-lo.

Ao final da reunião abordei o coordenador do curso e narrei o fato. Ele, por sua vez, emocionado, começou a chorar e informou:

Trata-se de meu pai que se encontra enfermo numa cidade do interior. Obrigado pelo recado, irei até lá conceder-lhe o perdão para que possa partir em paz.

E assim foi feito, dois dias depois de receber a visita do coordenador do curso, seu pai desencarnava de forma mais leve, levando consigo o abençoado perdão do filho”.

 

Algumas pessoas poderão estranhar o fato do médium ter visto um Espírito que ainda não havia “batido as botas”, resumindo, que se encontrava no mundo dos “vivos”, até porque, quando se fala em interação com os Espíritos, a primeira ideia que se tem é a de que esses Espíritos já deram “adeus” à matéria.

Será possível um médium ver e interagir com o Espírito de uma pessoa viva?

Kardec diz que sim.

Em O livro dos médiuns, cap VII, Kardec traz diversos relatos em que médiuns viram os Espíritos de pessoas “vivas” e com eles interagiram de alguma forma.

A explicação dada por Kardec é a de que o períspirito dos desencarnados e encarnados possuem as mesmas propriedades, podendo, portanto, manifestarem-se, aqui ou alhures, sem quebrar qualquer dispositivo das leis naturais.

No caso em questão, o pai do coordenador do curso já estava com os laços que prendem Espírito e corpo físico mais frouxos por conta da enfermidade, o que, por certo, facilitou a “escapulida” do Espírito para transmitir o recado ao filho.

Fato é que a bondade de Deus, pelos mais diversos meios, faculta a seus filhos as oportunidades de reconciliação.

E a mediunidade, portanto, é uma dessas ferramentas que possibilita o encontro dos seres que, por algum motivo, desencontraram-se por conta das ciladas da vida.

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/JUNHO/22-06-2019_arquivos/image011.jpg

O Livro dos Médiuns.

Fonte:

https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_dos_M%C3%A9diuns#/media/Ficheiro:Le_Livre_des_M%C3%A9diums.jpg

 

Orientação

 

 

Pelo Espírito Emmanuel.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Relicário de Luz. Lição nº 02. Página 15.

 

Meu irmão... 

Que Jesus nos abençoe a todos, fortalecendo-nos nas realizações do seu Reino Divino.

O caminho é ainda o mesmo - não temos roteiro diferente daquele traçado pelo Divino Mestre à nossa atividade.

Servir sem recompensa...

Amar sem reclamações...

Amparar aqueles que nos ferem...

Auxiliar aos que não nos compreendem ainda...

Orar pelos que tentam perturbar-nos...

Levantar os que caem ao longo dos caminhos...

Viver os ensinamentos do bem, antes de transmiti-los a outrem...

Edificar o Reino do Senhor, dentro de nós mesmos, sem exigirmos a construção evangélica dos vizinhos...

Converter-nos substancialmente ao bem; com o Cristo colaborar na paz de todos, sem esperar retribuição do próximo...

Confiarmos em Jesus, ainda que tudo constitua ameaça em nosso derredor...

Estes, meu amigo, são princípios de nossa orientação que não devemos menosprezar em tempo algum.

Prossegue, com a tua sinceridade de aprendiz fiel do Evangelho, através do caminho áspero.

Não te desvie a tempestade que modifica e renova os quadros em torno.

Acende a tua luz e serve ao Senhor, servindo às criaturas.

Na realização deste sagrado propósito reside, hoje, aqui e agora, a nossa imediata missão.

Que o Senhor te abençoe.

 

 (Recebido em email do divulgador Antonio Sávio de Belo Horizonte, MG)

 

Os fariseus questionando a Jesus. Obra de James Tissot.

Imagem/fonte: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Brooklyn_Museum_-_The_Pharisees_Question_Jesus_(Les_pharisiens_questionnent_J%C3%A9sus)_-_James_Tissot.jpg

Arquivo: Brooklyn Museum - Os fariseus Pergunta Jesus (Les pharisiens questionnent Jésus) - James Tissot.jpg

Os fariseus questionando a Jesus. Aquarela de James Tissot. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Brooklyn_Museum_-_The_Pharisees_Question_Jesus_(Les_pharisiens_questionnent_J%C3%A9sus)_-_James_Tissot.jpg

A exortação aos apóstolos. Aquarela de James Tissot.

Imagem/fonte:

https://en.wikipedia.org/wiki/Apostles#/media/File:Brooklyn_Museum_-_The_Exhortation_to_the_Apostles_(Recommandation_aux_ap%C3%B4tres)_-_James_Tissot.jpg

 

 

Parabéns Dr. Adolfo Bezerra de Menezes. Feliz aniversário!

29-08-1831/ 11-04-1900

Ficheiro:Augusto Rodrigues Duarte - Bezerra de Menezes (detalhe).jpg

Detalhe de um retrato pintado a óleo de Bezerra de Menezes, por  Augusto Rodrigues Duarte

 ofertado como homenagem dos súditos portugueses residentes na Corte.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bezerra_de_Menezes

 

 

Dr. Adolfo Bezerra de Menezes

 

 

23 DE AGOSTO DE 2016

(AMEB)

Ensina-nos o Dr. Bezerra de Menezes: “A vida, sob qualquer aspecto considerado, é dádiva de Deus que ninguém pode perturbar. Todos os seres sencientes desenvolvem um programa na escala da evolução demandando a plenitude, a perfeição que lhes é meta final.

Preservar a vida, em todas as suas expressões é dever inalienável, que assume a consciência humana no próprio desenvolvimento da sua evolução. 
Quando alguém levanta a clava para interromper propositalmente o ciclo da vida, faz-se um novo Caim, jogando sobre si mesmo a condenação da consciência de culpa e experimentando, no remorso, hoje ou mais tarde, a necessidade de depurar-se, reabilitando-se, ao nadar nos rios das lágrimas.”

Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti

Nascido na antiga Freguesia do Riacho do Sangue, hoje Solonópole, no Ceará, aos 29 dias do mês de agosto de 1831, desencarnou em 11 de abril de 1900 no estado do Rio de Janeiro.

A Infância e a Família

Seu pai, Antônio Bezerra de Menezes, capitão das antigas milícias e então tenente-coronel da Guarda Nacional, tinha fazendas de criação de gado; sua mãe chamava-se Fabiana de Jesus Maria Bezerra e era senhora do lar. Antônio era importante fazendeiro local que “nunca mediu sacrifícios, na hora de socorrer àqueles que lhe estendiam a mão”. Tanta generosidade acabou por levar sua fortuna material e em determinada altura as dívidas alcançaram níveis insuportáveis. 

Antônio foi então procurar cada um de seus credores decidido a entregar seus bens para saldar as dívidas. Os credores, contudo, reuniram-se e decidiram que o coronel Bezerra continuaria com seus bens. Assinaram um documento que afirmava com força legal que o velho Bezerra ficasse com eles e “que gozasse deles e pagasse como e quando quisesse, que eles, credores, se sujeitariam aos prejuízos que pudessem ter.” O velho Bezerra, contudo, não aceitou tal decisão. 

Depois de muita discussão, resolveu que daquela data em diante seria simplesmente um administrador dos bens para seus credores. Retirava apenas o extremamente necessário para o sustento da família e muitas vezes passou privações. A esta altura, o menino Adolfo, último filho do casal, já estava terminando o então chamado curso preparatório. Os dois filhos mais velhos tinham se formado em direito e o terceiro ainda cursava o segundo ano na Faculdade de Direito de Olinda, Pernambuco. 

O pequeno Adolfo Bezerra de Menezes tinha sete anos de idade quando foi levado pela mãe para ser matriculado na escola pública da Vila do Frade. Em dez meses o menino aprendeu a ler, escrever e fazer contas simples. Quatro anos depois, quando o pai estava sendo alvo de perseguição política, a família mudou-se para o Rio Grande do Norte. O pequeno Adolfo “foi matriculado na aula pública de latinidade, que funcionava na Serra dos Martins e era dirigida por padres jesuítas” em Maioridade, hoje cidade de Imperatriz. Após dois anos, o rapaz tornou-se tão bom na matéria que chegou a substituir o professor. 

Em 1846, o velho Bezerra voltou para a capital do Ceará, onde o pequeno Adolfo foi matriculado no Liceu, que era dirigido pelo seu irmão mais velho. Terminando seus estudos, mostrou a vontade de ser médico, e não advogado como os irmãos. Como não havia faculdade de medicina no Nordeste do país, o pai foi obrigado a mandá-lo para a então sede da Corte, a cidade do Rio de Janeiro; contou-lhe tudo que havia acontecido com os bens da família, explicando a pobreza por que passavam. Os parentes cotizaram-se e levantaram quatrocentos mil réis para pagar a viagem até o Rio. Foi assim que Adolfo Bezerra de Menezes pôde pegar o navio e chegar na então sede do Império.

O Sacerdócio na Medicina

Aos vinte e dois anos, ingressou como praticante interno no Hospital da Santa Casa de Misericórdia. Doutorou- se em 1856 pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, defendendo a tese "Diagnóstico do Cancro". Nessa altura abandonou o último patronímico, passando a assinar apenas Adolfo Bezerra de Menezes.

Como não tinha dinheiro para montar um consultório, entrou em acordo com um colega de faculdade que possuía mais recursos e passou a dividir uma sala no centro comercial da cidade. Durante os meses em que o consultório ficou aberto, quase não houve pacientes. Mas a casa onde morava o médico Bezerra ficava repleta de doentes. Começou a atender aos componentes da família e depois aos amigos. Sua fama correu pelo bairro e os clientes apareciam; mas ninguém pagava, pois eram todos gente pobre e o dinheiro nunca foi mencionado. 

Foi então que um amigo e médico militar, Dr. Manoel Feliciano Pereira de Carvalho, chefe do corpo de saúde do Exército, resolveu contratá-lo como médico militar. Dr. Feliciano era chefe da clínica cirúrgica do Hospital da Misericórdia, hospital este onde o Dr. Bezerra tinha sido praticante e interno em 1852, quando ainda cursava o segundo ano de faculdade. Ainda em 1856, o governo imperial fez a reforma do Corpo de Saúde do Exército e nomeou o Dr. Feliciano como cirurgião-mor. Ele, então, chamou Bezerra para ser seu assistente e foi assim que, com um emprego remunerado estável, começou o caminho do médico dos pobres. 

Bezerra continuava atendendo gratuitamente aqueles que não podiam pagar. Sua fama continuava a se espalhar e o consultório do centro da cidade começou a ficar movimentado, também com clientes que pagavam. O dinheiro que recebia no consultório era gasto com os seus pobres em remédios, roupas ou simplesmente auxílio em dinheiro. 

Bezerra de Menezes tinha a função de médico no mais elevado conceito, por isso, dizia ele: "Um médico não tem o direito de terminar uma refeição, nem de perguntar se é longe ou perto, quando um aflito qualquer lhe bate à porta. O que não acode por estar com visitas, por ter trabalhado muito e achar- se fatigado, ou por ser alta hora da noite, mau o caminho ou o tempo, ficar longe ou no morro, o que sobretudo pede um carro a quem não tem com que pagar a receita, ou diz a quem lhe chora à porta que procure outro – esse não é médico, é negociante de medicina, que trabalha para recolher capital e juros dos gastos de formatura. Esse é um desgraçado, que manda para outro o anjo da caridade que lhe veio fazer uma visita e lhe trazia a única espórtula que podia saciar a sede de riqueza do seu Espírito, a única que jamais se perderá nos vaivens da vida."

O Casamento e a Iniciação Política

Com a vida mais organizada, resolveu casar tendo encontrado o amor na pessoa de D. Maria Cândida Lacerda; casaram-se em 6 de novembro de 1858. Nesta época, tinha posição social: além de médico, era jornalista, escrevendo para os principais jornais da cidade; no meio militar era muito respeitado. Não demorou muito até que lhe oferecessem um lugar na chapa de um partido para as eleições do Poder Legislativo. 

D. Maria foi uma das maiores incentivadoras da candidatura de Bezerra de Menezes. Os habitantes de São Cristóvão, bairro onde morava e clinicava, também queriam tê-lo como representante na Câmara Municipal; foi assim que em 1860 foi eleito por um grupo de São Cristóvão. Mas houve uma tentativa de impugnar seu diploma sob o pretexto de que um militar não poderia ser eleito. Bezerra teve então de escolher entre a carreira militar e a política. Seguindo os conselhos de sua esposa, renunciou à patente militar e abraçou a vida política de vez. 

Contudo, o destino reservava-lhe uma difícil provação para o ano de 1863. Depois de uma doença rápida e repentina, sua esposa desencarnava em menos de vinte dias no outono deste ano. Deixava o marido com dois filhos: um com três anos e outro com um ano de idade. 

O golpe da viuvez moveu os sentimentos religiosos que a dor sempre traz à tona. Em busca de consolação, Dr. Bezerra passou a ler a Bíblia com freqüência. Verificava a expansão vertical que a dor oferece às almas dos que sofrem, ligando-os a Deus.

Re-Conhecendo Doutrina Espírita

No mundo, o Espiritismo estava a se expandir. Em 1869 desencarnava Allan Kardec em Paris, deixando consolidada para a humanidade a Codificação Espírita. As idéias de Kardec eram revolucionárias e atraíam a atenção de sérios investigadores e cientistas mundo afora. Desencarnado o Codificador, restava a Obra a arregimentar novos espíritas. 

No Brasil, principalmente na Capital, a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, as influências européias modificavam a vida local. A homeopatia popularizava-se aos poucos, principalmente nos meios espíritas. Teve como um dos seus primeiros experimentadores o baluarte da República José Bonifácio de Andrada e Silva; “Desde 1818, o Brasil principiara a ouvir falar da homeopatia. O Patriarca da Independência correspondia-se com Hahnemann”, o criador da Homeopatia. Como médico, as discussões sobre a terapêutica homeopática também interessaram ao Dr. Bezerra de Menezes e notícias de curas creditadas a essa terapêutica chegaram a seus ouvidos.

O Dr. Carlos Travassos havia empreendido a primeira tradução das obras de Allan Kardec e levara a bom termo a versão portuguesa de "O Livro dos Espíritos". Logo que esse livro saiu do prelo levou um exemplar ao deputado Bezerra de Menezes, entregando- o com dedicatória. O episódio foi descrito do seguinte modo pelo futuro Médico dos Pobres: "Deu- mo na cidade e eu morava na Tijuca, a uma hora de viagem de bonde. Embarquei com o livro e, como não tinha distração para a longa viagem, disse comigo: ora, adeus! Não hei de ir para o inferno por ler isto… Depois, é ridículo confessar- me ignorante desta filosofia, quando tenho estudado todas as escolas filosóficas. Pensando assim, abri o livro e prendi- me a ele, como acontecera com a Bíblia. Lia. Mas não encontrava nada que fosse novo para meu Espírito. Entretanto, tudo aquilo era novo para mim!… Eu já tinha lido ou ouvido tudo o que se achava no "O Livro dos Espíritos". Preocupei- me seriamente com este fato maravilhoso e a mim mesmo dizia: parece que eu era espírita inconsciente, ou, mesmo como se diz vulgarmente, de nascença".

 Medicina e Espiritismo 

A Doutrina Espírita difundia-se, em muito ajudada pelas práticas de médicos homeopatas e espíritas, que passaram a prestar a Caridade também através de sua mediunidade . Um desses médicos era João Gonçalves do Nascimento ; muitos colegas de Bezerra de Menezes falavam das curas operadas através deste médium e tanto falaram que um dia Bezerra resolveu pedir-lhe uma receita enviando um pedaço de papel que dizia: “Adolfo, tantos anos, residente na Tijuca”). Logo recebeu uma resposta com o diagnóstico correto de seu problema de estômago. 

Ficou tão impressionado que resolveu pedir receitas também para pessoas que apresentavam problemas psíquicos — a loucura foi uma das áreas que Dr. Bezerra mais estudou. Acompanhou o desenvolvimento do tratamento em seus pacientes e depois de simplesmente assistir aos trabalhos desobsessivos, resolveu participar ativamente nesse tipo de tratamento. Na visão da Doutrina Espírita, os portadores de doenças psíquicas são pessoas que podem apresentar problemas mentais devido às causas biológicas detectáveis pela ciência humana e também devido à influência de espíritos de desencarnados, também doentes.

Segundo Casamento e a Carreira Política

Em 1864, Bezerra foi reeleito vereador e casou-se com D. Cândida Augusta de Lacerda Machado , irmã materna da sua primeira esposa. Com ela, sua esposa até o leito de morte, teve sete filhos. 

Deu continuidade à sua carreira política. Em 1867 foi aclamado e eleito deputado geral. Em 1878 foi reeleito deputado, tornou-se presidente da Câmara Municipal (correspondente ao atual cargo de Prefeito Municipal) e líder do seu partido, permanecendo no cargo até 1881. Manteve diversas lutas políticas, sendo conhecido como homem público que não comprometia seus princípios para colher favores ou posições.

A exemplo do que ocorre com todos os políticos honestos, uma torrente de injúrias que cobriu o seu nome de impropérios. Entretanto, a prova da pureza da sua alma deu- se quando, abandonando a vida pública, foi viver para os pobres, onde houvesse um mal a combater, levando ao aflito o conforto de sua palavra de bondade, o recurso da ciência de médico e o auxílio da sua bolsa minguada e generosa. 

Desviado interinamente da atividade política e dedicando- se a empreendimentos empresariais, criou a Companhia de Estrada de Ferro Macaé a Campos, na então província do Rio de Janeiro. Depois, empenhou- se na construção da via férrea de S. Antônio de Pádua, etapa necessária ao seu desejo, não concretizado, de levá-la até o Rio Doce. Era um dos diretores da Companhia Arquitetônica que, em 1872, abriu o "Boulevard 28 de Setembro", no então bairro de Vila Isabel, cujo topônimo prestava homenagem à Princesa Isabel. Em 1875, era presidente da Companhia Carril de S. Cristóvão.

Retornando à política, foi eleito vereador em 1876, exercendo o mandato até 1880. Foi ainda presidente da Câmara e Deputado Geral pela Província do Rio de Janeiro, no ano de 1880.

A Organização do Movimento Espírita

O amor e dedicação de Bezerra pela Doutrina Espírita deram bons frutos e ele veio a exercer papel fundamental no Movimento Espírita brasileiro. Nessa época o Espiritismo no Brasil buscava organizar-se: em 1876 surgia a primeira sociedade espírita no Rio de Janeiro; em 1883, Augusto Elias da Silva , interessado na difusão dos ensinos espíritas, fundava a revista O Reformador e punha-se a procurar colaboradores. 

O espiritismo sofria perseguições e era combatido veementemente. A imprensa era fonte diária de críticas ferozes; os sermões enchiam os púlpitos de insultos e insinuações contra a Doutrina. Elias da Silva foi então buscar em Bezerra de Menezes conselhos sobre como revidar toda a animosidade contra o Movimento Espírita. A resposta dada pelo Dr. Bezerra foi o de não seguir o caminho do ataque, de não combater o ódio com o ódio, mas antes combater o ódio com o amor . A tônica deste conselho norteou toda a vida e o trabalho de Bezerra, dentro e fora do Movimento Espírita brasileiro.

Pela Unificação do Movimento Espírita

Em 1883, reinava um ambiente francamente dispersivo no seio do Espiritismo brasileiro e os que dirigiam os núcleos espíritas do Rio de Janeiro sentiam a necessidade de uma união mais bem estruturada e que, por isso mesmo, se tornasse mais indestrutível.

A cisão era profunda entre os chamados "místicos" e "científicos", ou seja, espíritas que aceitavam o Espiritismo em seu aspecto religioso, e os que o aceitavam simplesmente pelo lado científico e filosófico.

No dia 27 de dezembro de 1883, Augusto Elias da Silva faz uma reunião com os 12 companheiros que o ajudavam no REFORMADOR. Nesse encontro, eles decidem fundar uma nova instituição, que não fosse nem mística, nem científica, deveria ser ideologicamente neutra.

Assim, no dia 1° de janeiro de 1884 foi fundada a Federação Espírita Brasileira (FEB), que promoveria a doutrinação, a disciplina e o intercâmbio de experiências entre os diversos centros já existentes. Bezerra foi um dos primeiros a ser convidado para assumir a posição de presidente da organização, mas não aceitou por não se considerar capaz de tamanha responsabilidade. Seu primeiro presidente foi o Marechal Ewerton Quadros e o REFORMADOR torna-se o órgão oficial da FEB.

Em 1887, o Médico dos Pobres passou a escrever uma série chamada “Espiritismo — Estudos Filosóficos”, que saía aos domingos no jornal “O País ”, com o pseudônimo de Max . Vale lembrar que na época esse era o jornal mais lido no Brasil. Continuaria a série de artigos até o Natal de 1894. Escreveria depois, com o mesmo pseudônimo, em outros dois jornais sempre em defesa dos postulados do Cristo Jesus, calcado na visão espírita.

Em 1888, logo no início da série de artigos, Dr. Bezerra perdeu dois filhos. Reagiu e continuou trabalhando. Durante cinco anos, escreveu sobre a Doutrina, elucidou muitas pessoas e arrebanhou outras tantas para as fileiras espíritas.

Em 1889, o Marechal Ewerton Quadros foi transferido para Goiás, ficando impossibilitado de permanecer à frente da FEB.

Para seu lugar, foi eleito o famoso médico e deputado Adolfo Bezerra de Menezes, que, há cerca de três anos, havia chocado a sociedade carioca com a sua conversão ao Espiritismo. A intenção dos febianos era colocar um elemento de grande prestígio e força moral na presidência, a fim de fortalecer o processo de unificação.

Em 1889, o Dr. Bezerra tornou-se presidente da Federação Espírita, onde tentou a todo custo promover a união de todos os espíritas, inspirado principalmente por mensagem ditada mediunicamente por Allan Kardec em janeiro do mesmo ano, através do médium Frederico Júnior , chamada “Instruções de Allan Kardec aos Espíritas do Brasil”.

Bezerra lutou muito para apaziguar as diferenças dentro do meio espírita e tinha como objetivo promover uma liderança que abrigasse todos os espíritas do Brasil. Quanto mais aumentavam as dissensões, mais aumentava também seu esforço e trabalho.

Na falta de pregadores espíritas cristãos, assumiu ele mesmo a função. Iniciou uma sessão semanal na Federação para o estudo de O Livro dos Espíritos no dia 23 de maio de 1889 e os resultados obtidos foram os melhores possíveis, com o grande número de pessoas que lá compareciam.

Além disto, realizava conferências e reuniões em uma casa espírita chamada União. Em outra casa chamada “Centro”, que ele mesmo fundara para promover o estudo do Evangelho e de O Livro dos Espíritos, tentava conciliar as diferentes correntes de pensamento espírita. E ainda em um outro grupo, participava dos trabalhos de desobsessão.

 A mensagem “Instruções”, de Kardec, fornecia as diretrizes para o trabalho do Dr. Bezerra . A certa altura Kardec pergunta: “Onde está a escola de médiuns?” e esse ponto ficou gravado na mente de Bezerra. Na realidade, ele não encontrou uma escola de médiuns em parte alguma. A solução encontrada foi fundar ele mesmo a tal escola.

Muitos se opuseram à idéia, mas ele terminou por instalar a “Escola de Médiuns” no “Centro ”. Foi quando se viu só, pois nem mesmo os próprios membros da diretoria desta instituição freqüentavam a escola. Chamou a todos, mas ninguém comparecia.

Contudo, a Doutrina ganhava terreno em outras áreas. “A Federação inaugurava o seu período áureo, preparando-se para a projeção formidável que iria ter no futuro”. Instituiu-se o serviço filantrópico de “Assistência aos Necessitados”, que atraiu muita gente. 

Bezerra continuava esquecido no “Centro”, mas mesmo assim manteve firme seus propósitos. A situação chegou a um ponto em que a despesa e os gastos da instituição tornaram-se insustentáveis, e Bezerra já não podia usar de seus próprios recursos. Convocou por carta cada um dos membros da diretoria, para buscar a solução do problema. Ninguém atendeu ao chamado.

Na semana seguinte, convocou-os novamente. Ninguém veio. Foi à casa de um por um para convocar uma última reunião que fosse. Nem mesmo assim eles queriam comparecer. Bezerra foi então sozinho procurar abrigo em outra casa espírita, onde foi bem recebido. Mas a boa acolhida não durou muito tempo, já que apareceriam novamente as dissensões entre as correntes de pensamento espírita. O Movimento Espírita carecia de união.

A Proibição do Espiritismo

O Brasil seguia em frente fazendo sua História. Em 1889, a República foi proclamada. Nosso país não mais seria governado por um imperador, mas por um presidente eleito pelo voto.

Em outubro de 1890, entrou em vigor o então Novo Código Civil . A recém proclamada República vivia com receio de conspiração daqueles contrários ao novo regime e por isso o Código Civil impunha limites às associações das pessoas, dentre as quais as reuniões espíritas. Reuniões de qualquer natureza eram denunciadas à polícia sob suspeita de conspiração.

O Reformador teve sua publicação suspensa; as casas espíritas chegaram a fechar.

O receio fez com que as diversas organizações espíritas se unissem e tomassem uma atitude, encabeçadas pela Federação . No final de 1890, enviaram todas unidas uma “Carta Aberta” ao Ministro da Justiça e um grupo de representantes ao Governo, que entrou com recursos à Constituinte.

Na Europa, o Espiritismo vivia um clima muito voltado à pesquisa dos fenômenos mediúnicos, tendência que chegou também ao Brasil. Todos os estudos ficaram voltados para o fenômeno , dando uma menor importância aos princípios morais enfocados pela doutrina codificada por Kardec. E o Evangelho ficou relegado a um segundo plano.

Dr. Bezerra, “que não podia compreender Espiritismo sem fé religiosa”, manteve-se no seu trabalho devocional, totalmente isolado das tendências da moda. Continuava escrevendo os artigos doutrinários no “País”, ia ao “Centro Ismael ”, e trabalhou até mesmo em um romance chamado “Lázaro, o Leproso”, publicado em 1892.

Em 1893, a situação ficou crítica. Dr. Bezerra estava só e desprovido de recursos materiais. Nunca havia se preocupado muito com suas finanças e assim chegou ao fim de suas reservas. Por sua vez, a situação política do país estava muito conturbada no final daquele ano pela Revolta da Armada, e as tropas estavam acampadas nas ruas. Já em setembro, houve o fechamento de todas as sociedades, espíritas ou não. No Natal do mesmo ano Bezerra encerrou a série de "Estudos Filosóficos" que vinha publicando no "O Paiz".

Reconstruindo o Movimento Espírita

Em 1894, apesar das divergências, as diferentes correntes restauraram a Federação, e em seguida, retomaram a publicação do Reformador. As novas diretrizes tencionavam alcançar o meio termo entre Fé e Ciência , Amor e Razão ; mas as lutas entre os irmãos espíritas continuavam. 

Com as desavenças, Dias da Cruz, o então presidente da Federação, deixou o cargo. Em 1895, o presidente seguinte, Júlio Leal , também o deixou. Restaram o cargo vago e a dúvida sobre quem convocar para ocupar a presidência.

O único nome que surgiu como consenso foi o de Bezerra de Menezes, e, em julho de 1895, um grupo de membros da diretoria da Federação bateu à sua porta. Bezerra estava cansado, doente, abatido pela dissensão entre os irmãos espíritas; apesar de todos os argumentos apresentados, não aceitou o convite. “Com a perspectiva de poder conciliar a grande família espírita em torno do ideal cristão, o venerando ancião prometeu pensar”. 

No dia seguinte, foi como sempre à sessão das sextas-feiras do Grupo Ismael , onde dirigia os trabalhos. Abriu os trabalhos, mas parecia aflito, com a cabeça entre as mãos. Depois da prece de abertura, feita por Bittencourt Sampaio, permaneceu na mesma posição. Quando por fim se levantou, estava transtornado e ficou assim durante a primeira etapa dos trabalhos, que consistia do recebimento de mensagens psicografadas. No momento da explanação dos temas evangélicos, Bezerra falou visivelmente emocionado das desavenças no Movimento Espírita e sobre o convite que havia recebido. Confessou-se fraco para assumir a posição àquela altura dos acontecimentos.

Terminou a explanação pedindo auxílio à Espiritualidade e prometeu seguir o que lhe fosse indicado. Pouco depois, o espírito Agostinho manifestou-se pelo médium Frederico Júnior, o mesmo médium que anos antes havia sido instrumento de Allan Kardec (Espírito) para ditar as “Instruções de Allan Kardec aos Espíritas do Brasil ”. Agostinho instruiu que Bezerra tomasse o cargo da presidência e se pusesse como elemento conciliador capaz de unir e erguer a família espírita, prometendo auxiliá-lo em mais esta tarefa. Naquela mesma noite Bezerra de Menezes anunciou aceitar o cargo, permanecendo presidente até 1900, quando voltou a pátria espiritual.

Desencarne

Em janeiro de 1900, Dr. Bezerra sofreu violento derrame cerebral, que o prostrou em uma cama. Durante três meses Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti agonizou sem poder falar ou se movimentar. Só os olhos ainda se moviam. A notícia correu a cidade e causou verdadeira peregrinação à casa do médico, no subúrbio modesto. Assim como acontecia no seu consultório, pobres e ricos misturaram-se em sua casa para visitar o doente. 

A cena era singular: cada pessoa entrava uma a uma no quarto onde estava Bezerra, sentava-se em uma cadeira, não falava nada,— já que ele não poderia responder — ficava alguns minutos e saía comovida pelo olhar que Bezerra lhe dirigia. A procissão seguiu-se dia e noite. 

No dia 11 de abril de 1900, na casa da Rua 24 de maio, Bezerra passou suavemente para a Vida Maior. A cidade agitou-se com o seu desencarne, esteve presente no sepultamento do Médico dos Pobres e prestou-lhe homenagens. 

Na Espiritualidade, Bezerra foi recebido pelas hostes do bem com louros de amor. Os anos de trabalho como verdadeiro servo do Cristo encarnado na terra transformaram-se em luzes para seu espírito, conferiram-lhe verdadeiro galardão espiritual. “Bezerra desprendeu-se do orbe, tendo consolidado a sua missão”.

Um “Causo” do Dr. Bezerra

Digno de registro foi um caso sucedido com o Dr. Bezerra de Menezes, quando ainda era estudante de Medicina. Ele estava em sérias dificuldades financeiras, precisando da quantia de cinqüenta mil réis (antiga moeda brasileira), para pagamento das taxas da Faculdade e para outros gastos indispensáveis em sua habitação, pois o senhorio, sem qualquer contemplação, ameaçava despejá-lo.

Desesperado – uma das raras vezes em que Bezerra se desesperou na vida – e como não fosse incrédulo, ergueu os olhos ao Alto e apelou a Deus.

Poucos dias após bateram- lhe à porta. Era um moço simpático e de atitudes polidas que pretendia tratar algumas aulas de Matemática.

Bezerra recusou, a princípio, alegando ser essa matéria a que mais detestava, entretanto, o visitante insistiu e por fim, lembrando- se de sua situação desesperadora, resolveu aceitar.

O moço pretextou então que poderia esbanjar a mesada recebida do pai, pediu licença para efetuar o pagamento de todas as aulas adiantadamente. Após alguma relutância, convencido, acedeu. O moço entregou- lhe então a quantia de cinqüenta mil réis. Combinado o dia e a hora para o início das aulas, o visitante despediu- se, deixando Bezerra muito feliz, pois conseguiu assim pagar o aluguel e as taxas da Faculdade. Procurou livros na biblioteca pública para se preparar na matéria, mas o rapaz nunca mais apareceu.

No ano de 1894, em face das dissensões reinantes no seio do Espiritismo brasileiro, alguns confrades, tendo à frente o Dr. Bittencourt Sampaio, resolveram convidar Bezerra a fim de assumir a presidência da Federação Espírita Brasileira.

Em vista da relutância dele em assumir aquele espinhoso encargo, travou- se a seguinte conversação:

Bezerra – Querem que eu volte para a Federação. Como vocês sabem aquela velha sociedade está sem presidente e desorientada. Em vez de trabalhos metódicos sobre Espiritismo ou sobre o Evangelho, vive a discutir teses bizantinas e a alimentar o espírito de hegemonia.

Bittencourt Sampaio – O trabalhador da vinha é sempre amparado. A Federação pode estar errada na sua propaganda doutrinária, mas possui a Assistência aos Necessitados, que basta por si só para atrair sobre ela as simpatias dos servos do Senhor.

Bezerra – De acordo. Mas a Assistência aos Necessitados está adotando exclusivamente a Homeopatia no tratamento dos enfermos, terapêutica que eu adoto em meu tratamento pessoal, no de minha família e recomendo aos meus amigos, sem ser, entretanto, médico homeopata. Isto aliás me tem criado sérias dificuldades, tornando- me um médico inútil e deslocado que não crê na medicina oficial e aconselha a dos Espíritos, não tendo assim o direito de exercer a profissão.

Bittencourt – E por que não te tornas médico homeopata? 

Bezerra – Não entendo patavinas de Homeopatia. Uso a dos Espíritos e não a dos médicos.

Nessa altura, o médium Frederico Júnior, incorporando o Espírito de S. Agostinho, deu um aparte:

S.Agostinho – Tanto melhor. Ajudar-te-emos com maior facilidade no tratamento dos nossos irmãos.

Bezerra – Como, bondoso Espírito? Tu me sugeres viver do Espiritismo?

S.Agostinho – Não, por certo! Viverás de tua profissão, dando ao teu cliente o fruto do teu saber humano, para isso estudando Homeopatia como te aconselhou nosso companheiro Bittencourt. Nós te ajudaremos de outro modo: Trazendo- te, quando precisares, novos discípulos de Matemática…

 Referências Bibliográficas:

Xavier, Chico; “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”
Acquarone, Francisco; “Bezerra de Menezes o Médico dos Pobres”, Aliança.

Abreu, Canuto; “Bezerra de Menezes”, FEESP.

Soares, Sylvio; “Vida e Obra de Bezerra de Menezes”, FEB.

Gama, R. “Lindos Casos de Bezerra de Menezes”. São Paulo, Lake.

Movimento Espírita Kardecista:

http://www.movimentoespirita.hpg.ig.com.br/

Portal do Espírito 

http://www.espirito.org.br/portal/biografias/adolfo-bezerra.html

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Da página eletrônica da Associação Médico Espírita do Brasil:http://www.amebrasil.org.br/html/perfil_bezerra.htm 

 

 

 

(Texto copiado em http://grupochicoxavier.com.br/dr-adolfo-bezerra-de-menezes/

bezerra e seus dois filhos

Dr. Bezerra de Menezes com os filhos.

Imagem http://canteiroideias.blogspot.com.br/2013/01/os-filhos-de-bezerra-de-menezes.html

 

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No Rio de Janeiro antigo os bondes eram puxados por burros.

Imagem: http://www.onibusparaibanos.com/2013/08/serie-historica-historia-do-transporte.html

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Sobrado onde  funcionou a clínica de Dr. Bezerra de Menezes,  no Rio de Janeiro, RJ. Foto Ismael Gobbo

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Dr. Joaquim Carlos Travassos.

Tradutor das obras básicas do Espiritismo para o português, Joaquim Carlos Travassos presentou Dr. Bezerra de Menezes com um exemplar  de O Livro dos Espíritos. Bezerra  se tornaria um dos principais e mais conhecidos vultos do Espiritismo no Brasil.

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Sede histórica da FEB. Rio de Janeiro. Foto Ismael Gobbo

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Túmulo de Dr. Adolfo Bezerra de Menezes

Cemitério de São Francisco Xavier,  também conhecido como Cemitério do Caju.

Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo

 

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