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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, sábado, 21 de fevereiro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma for
ma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/FEVEREIRO/21-02-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 7 - 1864 |
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(Copiado do site Febnet) |
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Palácio Real de Bruxelas. Bélgica. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Paleis_brussel2.jpg
Bruxelas:
Bruxelas (em francês: Bruxelles [bʁysɛl] ( Bruxelas cresceu de uma fortaleza no século X, fundada por um descendente de Carlos Magno, para uma aglomeração urbana de mais de um milhão de habitantes.[5] A área metropolitana da região tem uma população de mais de 1,8 milhões de habitantes, o que a torna a maior do país.[6][7] Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bruxelas
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O portão de Louvain em Saint-Josse-ten-Noode, por volta de 1900. Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Saint-Josse-ten-Noode
Saint-Josse-ten-Node (em holandês : Sint-Joost-ten-Node ), muitas vezes chamado de Saint-Josse , é um dos dezenove municípios da Região de Bruxelas-Capital . Esta comuna foi criada 2 em 1795 após a dissolução do Cuve de Bruxelles do qual fazia parte e recebe sua primeira organização municipal em 1796 com o agente municipal André-Étienne-Joseph O'Kelly, que leva o título de prefeito de 1800. Faz parte da zona policial 5344 com Evere e Schaerbeek. A cidade é nomeada em homenagem a Saint Josse , um monge bretão. Com uma presença marroquina e turca de 49,3%, a comuna se torna o local onde há o maior número de muçulmanos na Bélgica em porcentagem 3 . Leia mais: |
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"Vista de Antuérpia com o Scheldt congelado" (1590) por Lucas van Valckenborch Imagem/fonte:
Antuérpia Antuérpia ( / æ n t w ɜr p / ( escute ) Antuérpia fica no rio Scheldt , ligado ao mar do Norte pelo estuário de Westerschelde . Fica a cerca de 40 quilômetros ao norte de Bruxelas e a cerca de 15 quilômetros ao sul da fronteira holandesa . O porto de Antuérpia é um dos maiores do mundo, ocupando o segundo lugar na Europa [5] [6] e entre os 20 melhores do mundo . [7] A cidade também é conhecida por sua indústria e comércio de diamantes. Leia mais: https://en.wikipedia.org/wiki/Antwerp
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Retrato de Jean-Baptiste-Ambroise-Marcellin Jobard (17-05-1792/ 27-10-1861) Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/MarcAllan Kardec, Codificador do Espiritismo. Foi muito admirado pelo belga Jean-Baptiste-Ambroise-Marcellin Jobard (vide acima) Imagem/fonte: Biblioteca Nacional da França. ellin_Jobard#Honours_and_distinctions
Jobard foi um litógrafo belga, fotógrafo e inventor de origem francesa. Fundador do primeiro estabelecimento litográfico belga significativo, primeiro fotógrafo na Bélgica, em 16 de setembro de 1839, diretor do Museu da Indústria de Bruxelas (Museu da Indústria de Bruxelas) de 1841 a 1861, Jobard desempenhou um papel, hoje em dia, subestimado, no artístico , desenvolvimento tecnológico, científico e industrial da Bélgica Durante o período holandês e o reinado de Leopold I . (Wikipedia)
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Allan Kardec, Codificador do Espiritismo. Foi muito admirado pelo belga Jean-Baptiste-Ambroise-Marcellin Jobard Imagem/fonte: Biblioteca Nacional da França. |
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Ilustração de caridade. Do livro Needham, Geo C. "Street Arabs and Gutter Snipes" https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Charity_to_Street_Arab.jpg |
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O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira |
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CAPÍTULO XXVII ---------- Pedi e obtereis
– Qualidades da prece – Eficácia da prece – Ação da prece Transmissão do pensamento – Preces inteligíveis – Prece pelos Mortos e pelos Espíritos sofredores – Instruções dos Espíritos: Maneira de orar – Felicidade que a prece proporciona
Qualidade da prece
1. Quando orardes, não vos assemelheis aos hipócritas, que gostam de orar de pé nas sinagogas e nos cantos das ruas para serem vistos pelos homens. Digo-vos, em verdade, que eles já receberam sua recompensa. Quando quiserdes orar, entrai para o vosso quarto e, fechada a porta, orai a vosso Pai em segredo; e vosso Pai, que vê o que se passa em segredo, vos recompensará.
Não cuideis de pedir muito nas vossas preces, como fazem os pagãos, os quais imaginam que é pela multiplicidade das palavras que serão atendidos. Não vos torneis semelhantes a eles, porque vosso Pai sabe do que é que tendes necessidade, antes que lhe peçais. (MATEUS, 6:5 a 8.)
2. Quando vos apresentardes para orar, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, a fim de que vosso Pai, que está nos Céus, também vos perdoe os pecados. Se não perdoardes, vosso Pai, que está nos Céus, também não vos perdoará os pecados. (MARCOS, 11:25 e 26.)
3. Disse também esta parábola a alguns que punham a sua confiança em si mesmos, como justos, e desprezavam os outros:
Dois homens subiram ao templo para orar. Um era fariseu; o outro, publicano. O fariseu, mantendo-se de pé, orava assim, consigo mesmo: “Meu Deus, rendo-vos graças por não ser como os outros homens que são ladrões, injustos e adúlteros, nem mesmo como esse publicano. Jejuo duas vezes na semana; dou o dízimo de tudo o que possuo”.
O publicano, ao contrário, conservando-se afastado, não ousava, sequer, erguer os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: “Meu Deus, tem piedade de mim, que sou um pecador”.
Declaro-vos que este voltou para a sua casa justificado, e o outro não; porque, aquele que se eleva será rebaixado e aquele que se humilha será elevado. (LUCAS, 18: 9 a 14.)
4. Jesus definiu claramente as qualidades da prece. Quando orardes, diz Ele, não vos ponhais em evidência, mas orai em segredo. Não afeteis orar muito, pois não é pela multiplicidade das palavras que sereis escutados, mas pela sinceridade delas. Antes de orardes, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, visto que a prece não pode ser agradável a Deus, se não parte de um coração purificado de todo sentimento contrário à caridade. Orai, enfim, com humildade, como o publicano, e não com orgulho, como o fariseu. Examinai os vossos defeitos, e não as vossas qualidades; se vos comparardes aos outros, procurai o que há de mau em vós. (Cap. X, itens 7 e 8.)
Próximo Eficácia da prece
(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira) |
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O evangelista Mateus inspirado por um anjo. Óleo sobre tela por Rembrandt. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Authorship_of_the_Bible#/media/File:The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel.jpg
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São Marcos escreve seu Evangelho sob o ditado de São Pedro. Óleo sobre tela de Pasquale Ottino Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Pasquale_Ottini
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São Lucas. Pintura de Simon Vouet. Imagem/fonte:
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Jesus curando o cego nas proximidades de Jericó. Óleo sobre painel de Eustache Le Sueur Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Eustache_Le_Sueur_003.jpg
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Jesus Cristo no Monte das Oliveiras. Óleo sobre tela de Rodolfo Amoedo. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo
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Jesus ensina o povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:
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Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com Nicodemos, um fariseu, falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8)
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Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard
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Três anos... |
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Foram três anos incompletos para Ele mudar o curso da vida no planeta. Tempo marcado a partir do início de Seu ministério, quando se apresentou a João Batista às margens do rio Jordão, até os instantes derradeiros na crucificação. São estimativas, naturalmente. Mas tomemos a simbologia do período para uma análise necessária para todos nós. Foi nesse período que Simão Pedro deixou de ser um pescador comum, e foi convidado a se tornar um pescador de almas. Mesmo com dificuldades e um ato de invigilância antes da partida do Mestre, tornou-se a pedra fundamental do que seria construído. Foi nesse período que João, ainda adolescente, juntou-se ao grupo que estava sendo formado por Jesus, e vivenciou experiências inigualáveis. Falaria delas em seu evangelho, com doçura e saudade. O único dos apóstolos a estar com Ele aos pés da cruz. João construiu muito ao longo da existência. Desencarnou em idade avançada, dando continuidade ao trabalho de amor proposto por Jesus. Tudo graças àquele período com Ele. E certa Maria, da cidade de Magdala, nessa mesma etapa, repensou seus caminhos, e se tornou outra pessoa. Transformou-se na trabalhadora de Jesus, acolhendo sofredores e levando-lhes as lições do Evangelho. Sobram exemplos. Pouco menos de três anos. Quantas vidas transformadas. Quantos seareiros multiplicados. * * * E nós? Como estamos nos últimos três giros da Terra em torno do sol? São cerca de mil e noventa e cinco dias. Mil e noventa e cinco oportunidades de transformação, de construção de algo de valor. Pensemos. Nesses últimos três anos: Estamos mais calmos, afáveis, compreensivos? Trazemos o Evangelho mais vivo em nossas atitudes? Demonstramos mais disposição para servir? Andamos um pouco mais livres da influência e do anseio pelas posses terrestres? Usamos mais intensamente os pronomes nós, nosso, nossa e menos os determinativos eu, meu e minha? Temos orado realmente? Os nossos ideais evoluíram? E a lista continua... Um exame importante e necessário, que precisa ser realizado de tempos em tempos por todo cristão. Trata-se de uma disciplina fundamental a ser adotada por aqueles que nos propomos a melhorias, a mudanças. Como saber no que estamos indo bem e no que precisamos de mais atenção sem realizar qualquer medição, qualquer controle? Não se trata de buscar a perfeição em poucos anos nem de nos frustrarmos e desanimar cada vez que percebemos que não estamos evoluindo muito bem na caminhada. Trata-se de assinalarmos pontos de urgência, de atenção, de necessidade. Caso contrário certas questões irão ficando, se solidificando. Daqui a pouco, estaremos adoecidos. As lições do Cristo são um tesouro. Devemos estudá-las e aprofundar nosso conhecimento, mirando em seu exemplo magnífico e de todos aqueles que lhe seguiram os passos. Por fim, ainda um ponto de destaque dos itens a serem verificados: Evangelho é alegria no coração: Estamos, de fato, mais alegres e felizes, intimamente, nesses últimos três anos? Pensemos nisso. Redação do Momento Espírita, com base
no cap. 1,
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7582&stat=0) |
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O batismo de Jesus. Guache sobre grafite no papel de tecelagem cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:
Então veio Jesus da Galiléia ter com João, junto do
Jordão, para ser batizado por ele. https://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/3
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O santuário sublime |
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Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Roteiro. Lição nº 03. Página 19.
Noutro tempo, as nações admiravam como maravilhas o Colosso de Rodes, os Jardins Suspensos da Babilônia, o Túmulo de Mausolo, e, hoje, não há quem fuja ao assombro, diante das obras surpreendentes da engenharia moderna, quais sejam a Catedral de Milão, a Torre Eiffel ou os arranha-céus de Nova Iorque. Raros estudiosos, no entanto, se recordam dos prodígios do corpo humano, realização paciente da Sabedoria Divina, nos milênios, templo da alma, em temporário aprendizado na Terra. Por mais se nos agigante a inteligência, até agora não conseguimos explicar, em toda a sua harmoniosa complexidade, o milagre do cérebro, com o coeficiente de bilhões de células; o aparelho elétrico do sistema nervoso, com os gânglios à maneira de interruptores e células sensíveis por receptores em circuito especializado, com os neurônios sensitivos, motores e intermediários, que ajudam a graduar as impressões necessárias ao progresso da mente encarnada, dando passagem à corrente nervosa, com a velocidade aproximada de setenta metros por segundo; a câmara ocular, onde as imagens viajam, da retina para os recônditos do cérebro, em cuja intimidade se incorporam às telas da memória, como patrimônio inalienável do espírito; o par que da audição, com os seus complicados recursos para o registro dos sons e para a fixação deles nos recessos da alma, que seleciona ruídos e palavras, definindo-os e catalogando-os na situação e no conceito que lhes são próprios; o centro da fala; a sede miraculosa do gosto, nas papilas da língua, com um potencial de corpúsculos gustativos que ultrapassa o número de 2.000; as admiráveis revelações do esqueleto ósseo; as fibras musculares; o aparelho digestivo; o tubo intestinal; o motor do coração; a fábrica de sucos do fígado; o vaso de fermentos do pâncreas; o caprichoso sistema sangüíneo, com os seus milhões de vidas microscópicas e com as suas artérias vigorosas, que suportam a pressão de várias atmosferas; o avançado laboratório dos pulmões; o precioso serviço de seleção dos rins; a epiderme com os seus segredos dificilmente abordáveis; os órgãos veneráveis da atividade genésica e os fulcros elétricos e magnéticos das glândulas no sistema endocrínico. No corpo humano, temos na Terra o mais sublime dos santuários e uma das supermaravilhas da Obra Divina. Da cabeça aos pés, sentimos a glória do Supremo Idealizador que, pouco a pouco, no curso incessante dos milênios, organizou para o espírito em crescimento o domicílio de carne em que alma se manifesta. Maravilhosa cidade estruturada com vidas microscópicas quase imensuráveis, por meio dela a mente se desenvolve e purifica, ensaiando-se nas lutas naturais e nos serviços regulares do mundo, para altos encargos nos círculos superiores. A bênção de um corpo, ainda que mutilado ou disforme, na Terra, é como preciosa oportunidade de aperfeiçoamento espiritual, o maior de todos os dons que o nosso Planeta pode oferecer. Até agora, de modo geral, o homem não tem sabido colaborar na preservação e na sublimação do castelo físico. Enquanto jovem, estraga-lhe as possibilidades, de fora para dentro, desperdiçando-as impensadamente, e, tão logo se vê prejudicado por si mesmo ou prematuramente envelhecido, confia-se à rebelião, destruindo-o de dentro para fora, a golpes mentais de revolta injustificável e desespero inútil. Dia surge, porém, no qual o homem reconhece a grandeza do templo vivo em que se demora no mundo e suplica o retorno a Ele, como trabalhador faminto de renovação, que necessita de adequado instrumento à conquista do abençoado salário do progresso moral para a suspirada ascensão às Esferas Divinas.
(Texto recebido em email do divulgador Antonio Sávio, Belo Horizonte, MG)
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Catedral de Milão em dia de muita neve. Foto: Ismael Gobbo |
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Torre Eiffel. Paris, França. Foto Ismael Gobbo
A Torre Eiffel (em francês: Tour Eiffel, /tuʀ ɛfɛl/) é uma torre treliça de ferro do século XIX localizada no Champ de Mars, em Paris, a qual se tornou um ícone mundial da França. A torre, que é o edifício mais alto da cidade,[1] é o monumento pago mais visitado do mundo, com milhões de pessoas frequentando-o anualmente. Nomeada em homenagem ao seu projetista, o engenheiro Gustave Eiffel, foi construída como o arco de entrada da Exposição Universal de 1889. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Torre_Eiffel
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Representação da cidade de Rodes, com o Colosso ao fundo. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Coloso_de_Rodas..jpg
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Exposição “Body Worlds”. O verdadeiro mundo do corpo humano. Günther Von Hagens’, * realizada na Fábrica de Vapor. Milão, Itália. Foto Ismael Gobbo. * Gunther von Hagens é um anatomista alemão, inventor da plastinação, técnica que preserva tecidos biológicos. A plastinação foi inventada em 1977 e por ele patenteada no ano seguinte.
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Palestra no Centro Espírita Allan Kardec de Penápolis, SP |
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(Informação de Antonio Carlos Menchon Felcar [[email protected]]) |
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[925-JornalMundoMaior] A PACIÊNCIA. |
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A PACIÊNCIA. A dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos; não vos aflijais, pois, quando sofrerdes; antes, bendizei de Deus onipotente que, pela dor, neste mundo, vos marcou para a glória no céu.
Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus.
A caridade que consiste na esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Outra há, porém, muito mais penosa e, conseguintemente, muito mais meritória: a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos porem à prova a paciência.
A vida é difícil, bem o sei. Compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinetes, mas que acabam por ferir.
Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações que, por outro lado, recebemos, havemos de reconhecer que são as bênçãos muito mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado, quando se olha para o alto, do que quando se curva para a terra a fronte.
Coragem, amigos! Tendes no Cristo o vosso modelo. Mais sofreu ele do que qualquer de vós e nada tinha de que se penitenciar, ao passo que vós tendes de expiar o vosso passado e de vos fortalecer para o futuro. Sede, pois, pacientes, sede cristãos. Essa palavra resume tudo. O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. IX, item 7. Um Espírito amigo. (Havre, 1862.)
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
--
(Recebido em email de [email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]]) |
Palestra no C.E. Maria BentaJabaquara, São Paulo, capital |
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(Informação de Jorge Lira Rezala) |
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APES : programme d'activité spirites en distanciel FEVRIER 2026 APES: Programa de Atividades Espiritualistas Remotas - FEVEREIRO DE 2026 |
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Chère Madame, Chers Monsieur,
Suite à la fermeture de nos locaux à Vincennes et dans l’attente de trouver un nouveau lieu pour poursuivre, en présentiel, nos Réunions Publiques d'Etudes et d'Assistance Spirituelle (RPEAS) et les Réunions d'Etude de l'Évangile avec les demandeurs d'Assistance Spirituelle (AS), notre centre spirite APES maintient ses réunions, ainsi que d'autres activités, et des travaux d’étude spirite en distanciel via plateforme ZOOM. Fidèles à notre engagement d’approfondir ensemble les enseignements du Spiritisme dans un esprit de sérieux, de réflexion et de fraternité, nous reprenons l’envoi de notre programme mensuel. Vous y trouverez les titres des exposés hebdomadaires ainsi que les informations nécessaires pour participer à nos réunions en ligne. Veuillez trouver en pièce jointe le programme d'activités spirites du mois de FÉVRIER 2026 ; Pour assister les Réunions Publiques d'Etudes et d'Assistance Spirituelle (RPEAS) veuillez accéder les modalités de participation sur la page WEB de notre centre spirite APES : http://www.apes-asso.fr Nous espérons que cette organisation provisoire permettra à chacun de continuer à s’instruire, à échanger et à progresser dans la compréhension les principes, les concepts et l'éthique spirite, dans un climat de respect et d’élévation morale. Pour plus d'information, contactez nous par téléphone 07 8209 7158 ou par mail : [email protected] Nous vous remercions pour votre fidélité et votre soutien, et nous nous réjouissons de vous retrouver prochainement lors de nos prochaines réunions hebdomadaires d’étude spirite. Fraternellement, Anita Becquerel Présidente de l'APES A.P.E.S. - Association
Parisienne d'Etudes Spirites - Association loi 1901
TRADUÇÃO EM PORTUGUÊS POR GOOGLE TRADUTOR
Prezada Senhora, Prezado Senhor,
Após o fechamento de nossas instalações em Vincennes e enquanto aguardamos um novo local para continuarmos nossos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS) e Encontros de Estudo do Evangelho com aqueles que buscam Assistência Espiritual (AS) presencialmente, nosso Centro Espírita APES está mantendo suas reuniões, bem como outras atividades e estudos espíritas, remotamente, por meio da plataforma ZOOM.
Fiéis ao nosso compromisso de aprofundar juntos nossa compreensão dos ensinamentos do Espiritismo em um espírito de seriedade, reflexão e fraternidade, estamos retomando a distribuição de nossa programação mensal. Nela, vocês encontrarão os títulos das apresentações semanais, bem como as informações necessárias para participar de nossas reuniões online.
Segue em anexo a programação das atividades espíritas para fevereiro de 2026;
Para participar dos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS), acesse os detalhes de participação no site do nosso centro espírita, APES: http://www.apes-asso.fr Esperamos que este arranjo temporário permita a todos continuar aprendendo, trocando ideias e progredindo em sua compreensão dos princípios, conceitos e ética espírita, em uma atmosfera de respeito e elevação moral.
Para mais informações, entre em contato conosco pelo telefone +33 7 82 09 71 58 ou pelo e-mail: [email protected] Agradecemos seu apoio e lealdade contínuos e esperamos vê-lo(a) em breve em nossos próximos encontros semanais de estudo espírita.
Fraternalmente, Anita Becquerel Presidente da APES A.P.E.S. - Associação Parisiense de Estudos Espíritas - Organização sem fins lucrativos (sob a lei francesa de 1901) Espiritismo: Construindo as Pessoas do Amanhã Hoje. Para obter mais informações, ligue para 07 8209 7158 ou visite nosso site: http://www.apes-asso.fr
(Recebido em email de Association Parisienne d'Etudes Spirites [[email protected]]) |
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Casa Editora O Clarim - Nós e a Natureza; Vampiros no amor - venha conferir pré-vendas com 40% off |
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ACESSE
(Informações recebidas em email de Casa Editora O Clarim [[email protected]]) |
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52ª CAMPANHA DO CANELONE ALIANÇA ESPÍRITA VARAS DA VIDEIRA. ARAÇATUBA, SP |
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✨🍝 52ª CAMPANHA DO CANELONE 🍝✨ Aliança Espírita Varas da Videira Já pensou em saborear um canelone delicioso e ainda colaborar com uma causa do bem? 💛 Essa é a sua chance de unir solidariedade e sabor! 💰 Valor: R$ 50,00 💠 Chave Pix: 51.093.250/0001-54 📲 Faça o seu pedido: ➡️ Adriana: (18) 99686-2898 ➡️ Inácia: (18) 99743-7329 🚚 Entrega: 🗓️ Sábado, 21 de março ⏰ Das 11h30 às 13h 📍 Local: CASA DA CARIDADE Rua Péricles Pimentel Salgado, nº 1010 – BR Umuarama
(Informação de Casa da Caridade. Araçatuba, SP) |
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Nota: Filme sobre Benedita Fernandes será exibido em São Paulo |
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O Centro Espírita Irmãos da Nova Era, localizado no bairro Santo Amaro, em São Paulo exibirá o filme “Benedita. Uma heroína invisível. O legado da superação”, produzido por Lalucci Filmes e dirigido por Sirlei Nogueira. Trata-se da primeira exibição após a desencarnação do diretor Sirlei. Dia 22/02/2026 – 16 horas; Endereço: Rua Gen. Roberto Alves de Carvalho Filho, 522 - Santo Amaro – São Paulo. (Informações para exibições do filme: [email protected])
(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]) |
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Pesquisa: Estudo sobre mediunidade ostensiva (2026) |
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Olá! Você já deve nos conhecer da Pesquisa Nacional Espírita (PNE), realizada desde 2015. Estamos com nova pesquisa neste ano. Se você é médium ostensivo, seu relato é muito importante. Estamos conduzindo o Estudo sobre Mediunidade 2026, que vai gerar indicadores e boas práticas para fortalecer o trabalho nas casas.
👉 Responda aqui: https://forms.gle/iapcM2F7abmgiHfA8 Se não for o seu caso, poderia, por gentileza, repassar a médiuns ostensivos do seu Centro? Agradecemos muito e ficamos à disposição para outras informações.
Abraço, Ivan Franzolim WhatsApp (11) 98156-0030 https://franzolim.blogspot.com/ [em nome da equipe de pesquisas da PNE]
Alguns dados iniciais. Principais mediunidades: Psicofonia (41%), Psicografia (17%), Vidência (12%), Desdobramento (8%), Audiência (7%), Cura sem cortes (6%), Efeitos Físicos (2%), Psicopictografia (1,5%); Sexo feminino (73%); Alimentação: Omnívoro - se alimenta de tudo (83%); Psicofonia: Consciente (54%), Inconsciente (1%), Semiconsciente (45%).
PMed 2026 - Resultados iniciais
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Campanha | Juntos pelo Esporte que Transforma |
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Email de Gepar [[email protected]] |
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ESTÁ DISPONÍVEL NA INTERNET O JORNAL “O IMORTAL” DE FEVEREIRO (se puder, divulgue) |
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Amigo(a) das lides espíritas: Leia a edição de fevereiro do jornal O IMORTAL, que traz, entre muitos assuntos, uma entrevista com a pedagoga Milena Barbosa Juliatti, de Jundiaí (SP) e uma reportagem sobre O Novo Centro Espírita, promovido pela Editora Correio Fraterno. O acesso ao jornal é livre e gratuito. Para acessar a edição, clique aqui: https://www.jornaloimortal.com.br/Home Muito obrigado pela divulgação que puder fazer em sua Casa Espírita e junto a amigos e familiares. Um forte abraço e ótima semana para todos os seus.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo |
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ACESSE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Jornal-Momento-Esp-fev-26_compressed.pdf
(Recebido em emails de [email protected] e de Leopoldo Zanardi) |
Programação de palestras Instituição Beneficente Nosso Lar fevereiro 2026. São Paulo, capital |
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Olá Ismael, espero que esteja bem. Segue em anexo a programação de palestras e do Café Cultural do mês de fevereiro de 2026.
Abraço fraterno, Clodoaldo de Lima Leite Presidente Voluntário da IBNL
Ajuda-te (Casimiro Cunha)
"...Caridade, gentileza, Auxílio, calma e perdão
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Dezembro.2025 / Janeiro.2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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Edição 125 da Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG. Acesse abaixo: |
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(Informação de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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Federação Espírita Piauiense- FEPI Teresina |
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FEMAR. Federação Espírita do Maranhão São Luís |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti – O Pensamento” - Vol 1 |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1 Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento WhatsApp- Editora 14 99164-6875
(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]]) |
Palestra de GERÔNIMO MENDONÇA,O GIGANTE DEITADO |
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ACESSE AQUI: https://www.youtube.com/watch?v=HGuKERdXWOI
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Leia no texto a mensagem de Jefferson falando do acidente que sofreu e da ajuda que recebeu de Ivan Albuquerque ao desencarnar. |
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Jefferson Luiz Ribeiro (26/03/1961 – 21/02/1975) |
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Biografia elaborada por
Jefferson Luiz Ribeiro, filho primogêntio de Carlos Alberto Ribeiro e de Clarice Antônio Ribeiro, nasceu em Araçatuba-SP, no dia 26 de março de 1961. A existência atual de Jefferson foi curta, porém extremamente exemplar e produtiva em tudo o que fez, em especial no movimento espírita jovem, no qual angariou reconhecidos méritos para figurar ao lado de outros vultos espíritas da região de Araçatuba que são homenageados nesta obra. Não era um menino comum, revelando, desde muito cedo, precocidade intelectual e moral elevada. Participativo, decidido e amoroso, tinha plena consciência daquilo que teria de fazer no breve lapso de tempo que a vida terrena estava a lhe reservar. Fez o curso primário no Grupo Escolar “Cristiano Olsen” e, no ano em que desencarnou, estava prestes a iniciar a 8ª série, no Instituto de Educação “Manoel Bento da Cruz”. Sempre foi ótimo aluno e se fez destacar em meio aos demais companheiros, criando um clima de expectativa para pais e mestres, que anteviam para aquele jovenzinho de cabelos dourados, olhos azuis, espigado, altivo e sem acanhamento, dias de muita prosperidade naquilo que viesse a buscar. Jefferson se preocupou igualmente com a sua instrução espiritual, buscando se aproximar daqueles núcleos que pudessem lhe atender esse imperioso desejo que tinha de receber e também se doar na tarefa da evangelização. Embora nascido em lar espírita, ainda em tenra idade, freqüentou as aulas da Escola Bíblica Dominical da Igreja Presbiteriana Independente de Araçatuba, dirigida pela evangelizadora Yvone. Quando a família se mudou para a Rua Wandenkolk, no Bairro Paraíso, começaram a freqüentar o Centro Espírita “Luz e Fraternidade”, dirigido por Rolandinho, onde Jefferson foi encaminhado para as aulas da Pré-Mocidade, que eram ministradas nas tardes de sábado. Ali, além dos ensinamentos que recebia sob a direção da evangelizadora Célia Maria Rey de Carvalho, Jefferson teve a oportunidade de colocar em prática todos os seus sentimentos de amor e caridade para com o próximo, pela ajuda que começou a prestar na Casa da Sopa Emília Santos, que até hoje funciona ao lado do Centro, nas pregações do Evangelho, nas preces e na distribuição de sopa, que se dão diariamente, tanto no almoço como no jantar. Nas reuniões festivas que se realizavam na Instituição “Nosso Lar” durante o ano todo, Jefferson chamava atenção pelas suas participações artísticas nos jograis, canto-coral e poesias, pelo seu jeitinho desinibido, sua voz vibrante, seu interesse em participar. A seu respeito, assim se expressa D. Auzília Chessa Gobboi, que era responsável pelo Departamento Artístico da Instituição “Nosso Lar” e também a zeladora da Casa da Sopa “Emília Santos”: “A lembrança que tenho do Jefferson era de um menino alegre, educado e prestativo. Aos domingos, na Instituição “Nosso Lar”, estava sempre ao lado das demais crianças e jovens para os ensaios artísticos que antecediam as várias apresentações que se davam ao longo do ano. Certa vez, lembro-me, em meio a uma festividade, Jefferson demonstrou toda sua desinibição e altivez, ao dizer-me: “Eu quero ir falar lá na frente”. Levantou-se, foi lá, deu o seu recado e foi muito aplaudido. Na Casa da Sopa, além de nos auxiliar nas pregações que antecediam as refeições, também o fazia nos encontros que ali freqüentemente se realizavam, não se furtando a prestar sua ajuda na preparação dos lanches, guloseimas e sucos, servindo os convidados, com alegria, otimismo e entusiasmo, ao lado de companheiros valorosos como Sérgio, Tuca, Gleiner e Paulo, quando dizia, em tom de brincadeira: “Se não fosse eu a animar isso aqui, não sei o que seria”. Jefferson era muito jovem, mas apesar de seu pouco tempo de vida entre nós, trouxe-nos exemplo de amor, alegria e confiança, qualidades que muitas pessoas com muito mais idade não conseguem demonstrar”. Jefferson tinha uma ligação muito extremosa com Ironi Rosa Protteti, uma das fundadoras do Centro Espírita “Bezerra de Menezes” e idealizadora do Solar “Bezerra de Menezes”, que era um departamento do Centro. Sua mãe, Clarice, colaborava na preparação de roupas para o Bazar que o Centro mantinha e Jefferson fazia a ponte entre a mãe e a instituição, levando e trazendo materiais. Conta-nos Clarice que em certas ocasiões, devido os seus inúmeros afazeres, tinha certa dificuldade em atender os pedidos que a amiga Rosa lhe endereçava. Quando isso acontecia, o menino Jefferson carinhosamente se aproximava da mãe e falava: “Mamãe, a senhora vai fazer, não vai? Faça, mamãe, é para ajudar a tia Rosa...”. Diante da súplica do filho querido, Clarice não tinha como deixar de atender a companheira querida que foi um marco no movimento espírita de Araçatuba. E foi no Solar “Bezerra de Menezes”, que Jefferson teve oportunidade de realizar um dos trabalhos mais relevantes da sua existência, pela sua decidida disposição em ministrar aulas de evangelização às dezenas de crianças que ali recebiam amorosamente o amparo material e espiritual sob a carinhosa e firme direção de Rosa Protteti. Para lá ele acorria todos os sábados, depois de assistir às suas aulas da pré-mocidade, na companhia do amigo inseparável Sérgio, numa longa viagem de bicicleta que cortava a cidade de ponta-a-ponta. Era 15 de fevereiro de 1975, um sábado de trabalho como tantos outros. Jefferson estava no Solar, em meio à criançada. Em dado momento, uma delas pede a Jefferson que lhe apanhe uma fruta em árvore que avançava sobre frágil cobertura de telhas de amianto. Jefferson conta, em carta psicografada, abaixo reproduzida, que, à medida que subia, pressentia o perigo, mas uma força superior o impelia a subir cada vez mais. Instantes depois, rompe-se o galho, Jefferson passa pelo telhado, que não lhe resiste o peso, e cai de cabeça ao solo. Ferido gravemente, é colocado no ônibus coletivo, onde sofre convulsão, e nele mesmo é conduzido para a Santa Casa, onde permanece em observação. Detectado um grande hematoma no cérebro, é levado para a sala de cirurgia na segunda-feira, submetendo-se a cirúrgia de cinco horas. No mesmo dia, ocorrem-lhe complicações; uma hemorragia estomacal o leva ao estado de coma, situação que perdura até o dia 21 de fevereiro , quando ocorreu a sua desencarnação. Trinta e seis dias depois de retornar à pátria espiritual, precisamente no dia 27 de março de 1975, o espírito Jefferson manifesta-se mais vivo do que nunca, através da psicografia do médico e médium Alexandre Sech, de Curitiba, que, na oportunidade, visitava Araçatuba, dando-nos pela sua mensagem, um atestado eloqüente do seu excelente preparo espiritual, uma alma que daqui partiu sem mácula, consciente, serena, tranqüila. “Meus queridos pais e irmãos, Nem sempre as coisas são como projetamos e queremos. Às vezes, temos que ceder em face do imperativo da Lei Maior. Somos frutos de um passado remoto e carregamos conosco a responsabilidade de nossos atos pretéritos. Alcancei o ninho doméstico, que me serviu de lar na Terra, até bem pouco tempo, depois de me ter preparado para o evento aqui na Espiritualidade. Quando me vi cercado por aqueles que seriam os parentes consangüíneos, sorridentes e felizes, meu coração disparava de felicidade. Sabia que minha passagem na Terra era rápida e representava um curso intensivo na Universidade da dor. Dor, para mim, que partiria para o Além, deixando na Terra os corações queridos; dor para os que ficaram e ainda hoje choram a minha ausência. Mas teria que ser assim para benefício espiritual de todos nós. Se tivesse ficado na carne, ontem teria completado 14 anos e estaria me preparando para participar da Concentração. Sei que muitos não gostariam que eu fosse, porque me consideravam novo demais e que se continuasse assim poderia ficar fanático. Eu, porém, desde cedo sentia que a minha volta seria para breve; por isso, desde cedo, procurei dedicar-me ao trabalho na Seara do Mestre Jesus. Para o Espírito, a idade física não conta. Tive a felicidade de contar com a orientação doutrinária desde pequeno, o que despertou em minha consciência espiritual as minhas experiências e aquisições anteriores. Tinha ansiedade de viver bem, aproveitando o ensejo da reencarnação, ensinando aos outros o que sabia, porque meu tempo estava contado. Naquela tarde de sábado, no Solar, alguém pediu que eu lhe tirasse uma fruta da árvore e eu fui. Na subida, pressenti o perigo, mas uma força determinava que eu subisse mais. Quando perdi o equilíbrio, por momentos, revi meu passado, que logo se obscureceu com a pancada do meu corpo no chão. A cabeça foi atingida e senti como um choque no cérebro. Tonto, me levantei e pensei que não tivesse sido nada. O que eu estranhava, porém, é que estava vendo mais pessoas do que as que me cercavam. Via amigos espirituais, que, desde então, começaram a atender-me, preparando-me para a volta... Após a convulsão no ônibus, comecei a entontecer e caí num redemoinho, acompanhando, de quando em vez, com o pensamento, as súplicas que eram feitas por vocês a Jesus. Queria responder-lhes, mas meu cérebro se achava inundado e funcionava como máquina que tem parte de si avariada. Acompanhei seus rogos e pedidos e comecei a assustar-me quando o Ivan de mim se aproximou, confortando-me com sua palavra. Depois, dormi e só fui acordar em quarto de hospital, onde sempre estive cuidado por mãos generosas. Uma vez, durante o sono, fui visitado por vocês, que me ficaram vendo através de uma janela de vidro, para terem certeza de que eu estava bem. Lembram-se? Eu queria levantar-me e fazer alguma coisa, mas só hoje é que o Ivan me trouxe até aqui para eu lhes mandar este recado que ele escreve por mim. Ontem, de onde estive, senti o peso da saudade e a lágrima fortuita quando lembraram do meu aniversário Quero dizer-lhes que não se lamentem, nem se entristeçam, porque tudo aconteceu conforme tinha que ser. Peço ao papai que não se deixe abater pelo desânimo e pela descrença de tudo... Agora, seu caminho de realizações se abre e estou sabendo que poderei, de futuro, ajudá-lo. Não mais como pai e filho será o nosso relacionamento, mas como de irmãos, conforme já fomos, segundo me explicam agora. À mamãe, peço que não deixe as atividades do bazar porque muita felicidade é feita de pequenas coisas. Quanto mais se faz, mais se recebe; quanto mais se dá, mais se tem. É da Lei Divina que se multipliquem os talentos. Ao querido irmão Wlamir, meu ósculo de gratidão e meu conselho de que estude e atenda o que lhe for ensinado. Para que eu aqui viesse, muitos tiveram que trabalhar e interceder a meu favor. Para lhes escrever esta cartinha, minha cabeça, estranhamente, ficou penetrada pela cabeça do Ivan, que dela tira as idéias e recordações e por mim escreve. Sou eu, mas não sozinho que consigo escrever. Em breve, conseguirei alta definitiva e, então, poderemos estar juntos novamente. Antes, passarei por uma fase de adaptação maior para render o que posso. Não chorem, nem se entristeçam, volto a pedir. A vida verdadeira é a do Espírito liberto da matéria, depois de ai cumprir sua tarefa. Que ninguém apresse a volta, porque senão voltará mais tarde de forma aparentemente apressada. Que Jesus nos ilumine e fortifique para podermos andar na trilha certa e sempre de ânimo elevado é o que roga o Jefferson. Araçatuba, 27-3-1975”. A mensagem reproduzida, plena de esclarecimentos e conforto, foi publicada com aprofundada análise e preciosos comentários de Antônio César Perri de Carvalho, no jornal “O Clarim”, de 15 de janeiro de 1976. Dona Cynira de Barros Macedo Carmini, mãe de Marco Antônio, o “Tuca”, nos fala de uma conversa entre seu filho e Jefferson na semana do acidente, em que este tem e externa premonição muito clara dos acontecimentos que estavam prestes a acontecer-lhe: “Em 1975, meu filho Marco Antonio (Tuca) e o Jefferson estudavam no Instituto de Educação “Manoel Bento da Cruz”, e, no início do ano letivo, eles aguardavam no pátio a chamada dos alunos para formação das classes. Como demorasse, Jefferson e Tuca foram sentar-se em um tronco de árvore cortada, que estava um pouco afastada do barulho que ali se fazia. Lá ficaram conversando sobre assuntos da pré-mocidade espírita que freqüentavam. Em dado momento, Jefferson, muito sério, diz a Tuca: “Nossas mães se preocupam tanto conosco; você já pensou se um de nós desencarnar logo, como elas sofreriam?”. Ao que Tuca lhe respondeu: “Ora, Jefferson, deixe de bobagem, somos muito jovens e saudáveis”. No sábado seguinte , após a pré-mocidade, Jefferson foi até o Solar “Bezerra de Menezes” para dar evangelização para as crianças ali internadas, quando ocorreu-lhe a queda e a desencarnação, dias após, como previra, deixando a todos e principalmente aos seus pais e familiares uma grande dor e muitas saudades. Que Deus o abençoe pela bondade e fé com que trabalhou nos poucos anos que ficou encarnado entre nós”. Interessante é o relato que nos faz Clarice, mãe de Jefferson, sobre o encontro que o Dr. Alexandre Sech tivera com Jefferson na jornada sobre mediunidade, realizada em Araçatuba no ano anterior: “Eu recebi uma carta do Dr. Alexandre Sech, na qual ele contava que, quando esteve aqui em Araçatuba, em 1974, Jefferson levou-lhe o livro “Segue-me” para receber autógrafo. O Dr. Sech diz, na sua missiva, que, no momento em que o Jefferson se aproximou dele, os amigos espirituais lhe chamaram a atenção, dizendo que aquele menino tinha um trabalho muito grande no campo da evangelização infantil. Quando ele soube da desencarnação do Jefferson, o fato voltou a lhe chamar atenção, porque ele acreditava que ele tivesse um grande trabalho pele frente, aqui na Terra. Como vemos, a obra continuaria, porém noutra esfera de trabalho”. Efetivamente, o labor de Jefferson continua intenso na espiritualidade, conforme já revelaram outras entidades desencarnadas, trabalhando ao lado de outros espíritos valorosos, entre os quais o também jovem Ivan de Albuquerque(*), seu anfitrião no regresso à pátria espiritual, uma prova de que “o conceito universal de idade espiritual prevalece sobre o de idade física”, conforme a doutrina espírita tem nos ensinado e Jefferson deixou patente em sua esclarecedora mensagem.
(Copiado do site http://www.universoespirita.org.br/catalogo/literatura/textos/ISMAEL%20GOBI/obras_de_vultosII/jefferson_luiz_ribeiro.htm)
VEJA NESTA PUBLICAÇÃO, LOGO ABAIXO, A BIOGRAFIA E IMAGENS DE IVAN SANTOS DE ALBUQUERQUE
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Jefferson, sentado, ao lado dos irmãos. |
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Clarice, na extrema esquerda, de pé, mãe de Jefferson, ao lado do pai desta, João Antonio, conhecido vulto do movimento espírita de Araçatuba, deserncarnado com 48 anos de idade. |
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Clarice Ribeiro, mãe de Jefferson, grande oradora espírita, mãe extremosa e esposa exemplar. Foto Ismael Gobbo |
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HOMENAGEM
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FAMÍLIA IVAN SANTOS ALBUQUERQUE, MEU TIO SANTO |
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Texto de Dr. Ivan Alberto Albuquerque Doretto
Meu tio Ivan (Ivan Santos Albuquerque) era o irmão mais velho de minha mãe Laurita. Nasceu em Brotas, SP, em 16.01.1918, filho de Romeu Vieira de Albuquerque e Laura Santos Albuquerque. Crescendo num lar espírita, Ivan desde cedo mostrou-se um espírito afável, bondoso e solidário. Preocupado com os jovens, sempre que podia lhes levava sua mensagem esclarecedora. Só estudou até o quarto ano ginasial. Mostrando desde cedo pendores para as artes manuais, construía brinquedos para os irmãos e amigos e confeccionava flores à base de farinha de trigo ou papel. Quando o pai passou por grandes dificuldades materiais, Ivan tomou a iniciativa de renunciar aos estudos, a fim de que seu irmão Cyro pudesse prossegui-los. Começou, então, a trabalhar como enfermeiro no Hospital Esperança, em São Paulo, auferindo recursos para se manter e ainda ajudar o irmão. Solteiro e avesso a festividades mundanas, Ivan continuava à noite no hospital, visitando os doentes, conversando com eles e os animando. Foi amigo de Cairbar Schutel, expoente do Espiritismo na cidade de Matão, SP, assim como de Herculano Pires, outra figura renomada na literatura espírita. Embora “desligado” em relação às coisas materiais, Ivan granjeava amigos com facilidade, adaptando-se às necessidades e possibilidades de cada um. Adolescente, abraçou fervorosamente o Espiritismo. Insigne doutrinador, ainda muito jovem já era convidado para palestras, tendo viajado em pregação por muitas cidades do interior paulista. Em 1942 sua família se mudou para Sorocaba. Nesse ano ocorreu um Congresso Eucarístico na Capital do Estado. Um Ivan entusiasta resolveu fazer propaganda do Espiritismo no local, distribuindo boletins e panfletos. Eram tempos de intolerância religiosa e ele acabou preso. Seu desaparecimento infligiu grande sofrimento aos familiares, que somente após dois dias conseguiram localizá-lo. Apurou-se que estava internado no Juqueri, hospital psiquiátrico estadual sediado em Franco da Rocha. Lá, enfraquecido e de cabeça raspada, Ivan não se dava por achado, pregando o Espiritismo para os enfermos... Com o auxílio de amigos, a família finalmente conseguiu resgatá-lo. Esse episódio não o desalentou e ele prosseguiu na faina de divulgar o Evangelho e a mensagem kardecista da Boa Nova. Dedicou-se aos hansenianos e quinzenalmente visitava os pacientes do Sanatório Pirapitingui, almoçava com os internados e limpava-lhes as feridas. Não se abalava nem com as advertências do próprio diretor do estabelecimento, que temia acabasse ele infectado pelo bacilo da lepra. Jesus Gonçalves, um dos internados no sanatório, tinha-lhe grande admiração, assim como sua esposa, Dona Ninita. Ivan, apesar de pessoa sóbria e de espírito nobre, cultivava seu lado brincalhão e costumava “pregar peças” em seus pais e irmãos. Era caridoso ao extremo. Frequentava o Asilo dos Velhinhos e palestrava para eles. Para espalhar suas mensagens de esperança, não tinha dia nem hora. Costumava também visitar, com a mãe Laurinha, com quem tinha grande afinidade, a Cadeia Pública de Sorocaba, levando aos detentos sua mensagem consoladora. Ivan costumava levar doentes para a casa dos pais, lá os abrigando até que se recuperassem. Quando houve uma epidemia de leishmaniose no Estado de São Paulo, Ivan ofereceu-se para banhar os doentes, alimentá-los e lhes fazer curativos, sempre disposto, sempre alegre. Sua vida teve fatos curiosos. Certa feita, em Itaporanga, atravessou a nado um rio só para dar assistência a uma parturiente. Exímio nadador, havia se exercitado na infância nas águas do Rio Piracicaba, que banha a cidade do mesmo nome, local de residência de sua família por alguns anos. Na semana seguinte à proeza, foi acometido de gripe forte, com ameaça de pneumonia, numa época em que ainda não existia a penicilina. Conseguiu, no entanto, recuperar-se. Ivan, por sua compleição física e temperamento amável, era sempre muito assediado pelas jovens, mas se esquivava de qualquer compromisso, pois tinha a premonição de que partiria cedo nesta encarnação. Costumava dizer que não chegaria aos 30 anos, para a compreensível aflição dos pais e irmãos. Em sua peregrinação espírita, Ivan viajou em 1946 para Marília, onde proferiu palestra. Prosseguiu de trem rumo a Tupã, com o mesmo propósito. Nas proximidades de Pompeia, quis ver mais de perto um cafezal e dirigiu-se à porta do último vagão. O trem fez uma curva súbita e ele, desequilibrado, caiu desacordado sobre os trilhos. Outra composição veio em seguida e a roda passou-lhe por cima do peito. Estava cumprido, assim, seu vaticínio. Meu tio Cyro foi a pessoa que fez o reconhecimento do corpo e certo dia me relatou essa cena horrível. Ivan, cerca de um mês depois do desenlace, começou a se comunicar, primeiro para a mãe por meio de psicografia e depois em vários centros espíritas. Um deles, na Vila Santana, em Sorocaba, leva seu nome. Ele tem ainda alguns livros psicografados, entre os quais “Luz nas Trevas”. Eu não cheguei a conhecer esse tio com fama de santo na família, mas meu prenome foi-me dado em sua homenagem. Ivan Santos Albuquerque foi um verdadeiro apóstolo do Cristo, incansável na tarefa de semear o bem sem olhar a quem. Deve estar, do elevado plano espiritual a que certamente foi alçado, sempre atento às necessidades dos encarnados neste planeta de expiação.
(Texto recebido em email de Lilia Grosso [[email protected]])
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Ivan Santos de Albuquerque (Brotas, SP, 16-01-1918 / Pompéia, SP, 05-04-1946) Foto recebida de Dr. Ivan Alberto Albuquerque Doretto. |
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Paisagem nas proximidades de Brotas, SP. Foto: Ismael Gobbo. Ivan Santos de Albuquerque nasceu em fazenda na região de Brotas, SP. Leia a biografia nesta postagem.
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Foto rara de Brotas, entre 1930 e 1941, período em que por ali ainda passavam os trilhos em bitola métrica. Foto cedida por Nilson Rodrigues. Foto copiada de http://www.estacoesferroviarias.com.br/b/brotas.html
Ivan Santos de Albuquerque (16-01-1918/ 05-04-1946) nasceu em Brotas, SP.
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Colégio Piracicabano a primeira escola metodista do Brasil e precursor da Universidade Metodista de Piracicaba ]1928. Imagem copiada de https://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%A9gio_Piracicabano LEIA NO LINK
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Sanatório Esperança S/A Inaugurado em 1938, este hospital é um das mais belas construções hospitalares da cidade de São Paulo. Localizado na rua dos Ingleses, na Bela Vista, atualmente atende com o nome de Hospital Menino Jesus. Foto: Acervo do jornal Correio Paulistano Imagem copiada de https://br.pinterest.com/pin/209910032616101724/
Como consta no texto acima reproduzido o jovem Ivan Santos de Albuquerque trabalhou no Sanatório Esperança na Rua dos Ingleses, em São Paulo.
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O Asilo Dr. Jaime de Oliveira, criado pela Associação das Senhoras Cristãs, entidade fundada por Dona Benedita Fernandes em 6 de março de 1932. Foto do acervo do Hospital Benedita Fernandes
Ivan Santos de Albuquerque nos poucos anos que residiu em Araçatuba (1938- 1942) realizou muitos trabalhos e teve estreita ligação com dona Benedita Fernandes da Associação das Senhoras Cristãs e com Gedeão Fernandes de Mirada da União Espírita Paz e Caridade.
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Dona Benedita Fernandes, na extrema direita, com assistidos na Casa da Criança, pertencente à entidade Associação das Senhoras Cristãs por ela fundada em 6 de março de 1932. Foto do acervo do Hospital Benedita Fernandes
Ivan Santos de Albuquerque nos poucos anos que residiu em Araçatuba (1938- 1942) realizou muitos trabalhos e teve estreita ligação com dona Benedita Fernandes da Associação das Senhoras Cristãs e com Gedeão Fernandes de Mirada da União Espírita Paz e Caridade.
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Evento no Abrigo Ismael no ano de 1943. Paritipação de presidentes, crianças da evangelização e da escola pública municipal que ali funcionava. Foto copiada do livro Obra de Vultos, volume 1.
Ivan Santos de Albuquerque nos poucos anos que residiu em Araçatuba (1938- 1942) realizou muitos trabalhos e teve estreita ligação com dona Benedita Fernandes da Associação das Senhoras Cristãs e com Gedeão Fernandes de Mirada da União Espírita Paz e Caridade e de seu departamento Abrigo Ismael. |
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Aguardando o trem em Sorocabas, SP. (Comendador Gualberto Tenor- sem data) Copiade de : http://www.estacoesferroviarias.com.br/s/sorocaba.htm
Ivan Santos de Albuquerque (16-01-1918/ 05-04-1946) cuja biografia se encontra nesta postagem nasceu em Brotas, SP. Viveu e desenvolveu muitos trabalhos na cidade de Sorocaba, SP. e noutras cidades do Estado de São Paulo.
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Flagrante da inauguração do C.E. Santo Agostinho. Jésus Gonçalves é o quarto da direita para a esquerda. Seu filho Jaime está logo à sua direita (16/12/1945) Do livro: A Extraordinária Vida de Jésus Gonçalves. Eduardo Carvalho Monteiro. USE/Madras
Ivan Santos de Albuquerque teve um trabalho intenso ao lado de Jésus Gonçalves que se encontrava internado com a doença hanseníase na Colônia de Pirapitingui (Itú, SP) onde fundou a Sociedade Espírita “Santo Agostinho”.
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Jésus Gonçalves sentado Dona Ninita, companheira de Jésus Gonçalves, Álvaro Ribeiro Branco, Zaíra Junqueira Pitt e Julinha Thekla Kohleisen. Foto do acervo do Grupo Socorrista Zaira Pitt, São Paulo, Brasil.
Ivan Santos de Albuquerque teve um trabalho intenso ao lado de Jésus Gonçalves que se encontrava internado com a doença hanseníase na Colônia de Pirapitingui (Itú, SP) onde fundou a Sociedade Espírita “Santo Agostinho”. Ivan fazia as visitas e lá também estavam os componentes da foto acima e espírita de vulto como José Herculano Pires. Ivan desencarnou no dia 05 de abril de 1943 e no dia 03 de dezembro de 1951 enviou uma mensagem para a amiga Julinha (vide no livro “Flores de Outono”) pela psicografia de Chico Xavier.
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Pátio da estação ferroviária de Marília, SP. (sem data). Acervo de Klaus Jurgen Marienholz. Foto copiada de http://www.estacoesferroviarias.com.br/m/marilia.htm
Na biografia de Ivan Santos de Albuquerque acima publicada, numa sexta-feira, dia 05 de abril de 1946, depois de ter proferido palestra em um Congresso na cidade de Marília, tomou trem com destino a cidade de Tupã aceitando convite de amigo que lhe pediu proferir a mesma palestra naquela cidade. Na estação de Marília se despediu do célebre José Herculano Pires, que morava em Marília. Durante a viagem admirou os cafezais e disse ao companheiro que o convidara que gostaria de ver mais de perto a paisagem. Se locomoveu à porta do último vagão para a contemplação do cafezal. Neste momento o trem sofreu um chacoalho e Ivan foi arremessado sobre a linha. Consta que quando o trem chegou em Pompéia uma outra composição partiu de imediato com destino a São Paulo e passou sobre o corpo de Ivan. Espíritas compareceram em Pompéia e homenagearam Ivan que se encontra sepultado no Cemitério Municipal de Pompéia.
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Cafezal. Foto Ismael Gobbo.
Na biografia de Ivan Santos de Albuquerque acima copiada, numa sexta-feira, dia 05 de abril de 1946, depois de ter proferido palestra em um Congresso na cidade de Marília, tomou trem com destino a cidade de Tupã aceitando convite de amigo que lhe pediu proferir a mesma palestra naquela cidade. Na estação de Marília se despediu do célebre José Herculano Pires, que morava naquela cidade. Durante a viagem admirou os cafezais e disse ao companheiro que o convidara que gostaria de ver mais de perto a paisagem. Se locomoveu à porta do último vagão para a contemplação do cafezal. Neste momento o trem sofreu um chacoalho e Ivan foi arremessado sobre a linha. Consta que quando o trem chegou em Pompéia uma outra composição partiu de imediato com destino a São Paulo e passou sobre o corpo de Ivan. Espíritas compareceram em Pompéia e homenagearam Ivan que se encontra sepultado no Cemitério Municipal de Pompéia.
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A inauguração da Estação de Pompéia em 1935 Imagem/fonte: http://www.estacoesferroviarias.com.br/p/pompeia.htm
Na biografia de Ivan Santos de Albuquerque acima copiada, numa sexta-feira, dia 05 de abril de 1946, depois de ter proferido palestra em um Congresso na cidade de Marília, tomou trem com destino a cidade de Tupã aceitando convite de amigo que lhe pediu proferir a mesma palestra naquela cidade. Na estação de Marília se despediu do célebre José Herculano Pires, que morava naquela cidade. Durante a viagem admirou os cafezais e disse ao companheiro que o convidara que gostaria de ver mais de perto a paisagem. Se locomoveu à porta do último vagão para a contemplação do cafezal. Neste momento o trem sofreu um chacoalho e Ivan foi arremessado sobre a linha. Consta que quando o trem chegou em Pompéia uma outra composição partiu de imediato com destino a São Paulo e passou sobre o corpo de Ivan. Espíritas compareceram em Pompéia e homenagearam Ivan que se encontra sepultado no Cemitério Municipal de Pompéia. Na Certidão de Óbito consta que faleceu no dia 5 de abril de 1946 às 17:00 (dezes- sete horas) no “leito da estrada de ferro Paulista, em Pompéia, SP” e como causa da morte “traumatismo- esmagamento por roda de locomotiva”. O Sepultamento foi no cemitério de Pompéia.
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Túmulo de Ivan Santos de Albuquerque no Cemitério Municipal de Pompéia, SP Imagem fornecida pela Prefeitura Municipal de Pompéia, SP. Recebida em email de [email protected]
Na Certidão de Óbito consta que faleceu no dia 5 de abril de 1946 às 17:00 (dezes- sete horas) no “leito da estrada de ferro Paulista, em Pompéia, SP” e como causa da morte “traumatismo- esmagamento por roda de locomotiva”. O Sepultamento foi no cemitério de Pompéia. |
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Placa no túmulo de Ivan Santos de Albuquerque no Cemitério Municipal de Pompéia, SP Imagem fornecida pela Prefeitura Municipal de Pompéia, SP. Recebida em email de [email protected]
Na Certidão de Óbito consta que faleceu no dia 5 de abril de 1946 às 17:00 (dezes- sete horas) no “leito da estrada de ferro Paulista, em Pompéia, SP” e como causa da morte “traumatismo- esmagamento por roda de locomotiva”. O Sepultamento foi no cemitério de Pompéia.
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Placa no túmulo de Ivan Santos de Albuquerque no Cemitério Municipal de Pompéia, SP Imagem fornecida pela Prefeitura Municipal de Pompéia, SP. Recebida em email de [email protected]
Na Certidão de Óbito consta que faleceu no dia 5 de abril de 1946 às 17:00 (dezes- sete horas) no “leito da estrada de ferro Paulista, em Pompéia, SP” e como causa da morte “traumatismo- esmagamento por roda de locomotiva”. O Sepultamento foi no cemitério de Pompéia.
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HOMENAGEM DE JOSÉ HERCULANO PIRES AO AMIGO QUERIDO IVAN SANTOS DE ALBUQUERQUE PUBLICADO NO JORNAL “O CLARIM” DE MATÃO, SP, EM 08-05-1948 (VEJA ABAIXO) “BILHETE AO IVAN”
(Recebido em email de O Clarim, Matão, SP Cássio - Casa Editora O Clarim [[email protected]] ) |
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HOMENAGEM DE JOSÉ HERCULANO PIRES AO AMIGO QUERIDO IVAN SANTOS DE ALBUQUERQUE PUBLICADO NO JORNAL “O CLARIM” DE MATÃO, SP, EM 08-05-1948 “BILHETE AO IVAN”
Recebido em email de O Clarim, Matão, SP Cássio - Casa Editora O Clarim [[email protected]] ) |
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TRANSCRIÇÃO DA HOMENAGEM DE JOSÉ HERCULANO PIRES AO AMIGO QUERIDO IVAN SANTOS DE ALBUQUERQUE PUBLICADO NO JORNAL “O CLARIM” DE MATÃO, SP, EM 08-05-1948 (VEJA ACIMA)
José Herculano Pires Imagem/fonte: https://www.feesp.com.br/jose-herculano-pires/
“BILHETE AO IVAN” Ivan amigo
Há dois anos que retornaste ao mundo espiritual, e é como se não tivesse partido. Lembro-me ainda das horas emotivas e felizes de nosso congresso, em Marília. Da tua participação entusiástica, dos teus incessantes discursos, que faziam a Mãe Dita, de Araçatuba, - já agora também ao teu lado, - rir-se contente, satisfeita de tanto ardor ao serviço da causa. Lembro-me também da tua partida para Tupã, e do momento em que, à mesa, na minha casa, terminado o almoço de que participaram tantos confrades, quiseste falar e só conseguiste chorar. Ficamos todos perturbados, certos de que alguma coisa de grave se passava contigo. No trajeto de casa à estação conversamos muito, eu e o Urbano, sobre a necessidade de que repousasses bastante em Tupã, participando das alegrias reconfortantes do trabalho espiritual que ali se desenvolvia. E lembro-me ainda do trem partindo, naquele fim de tarde na estação de Marília, e de duas mãos que nos acenavam juntas, da mesma porta do vagão. Uma, a mão amiga do Urbano, que nos dizia um “até logo” material. Outra, a tua mão saudosa, que nos dava o “até logo” espiritual. Dois anos lá se foram. Dois anos de lutas, de vicissitudes, de batalhas incessantes na terra e no espaço. E quantas vezes sentimos, nesse periodo, a tua presença invisível a nos alentar, nas horas mais difíceis. Divino milagre da vida, que não conhece as barreiras da morte! Quando, à beira do túmulo em que ficaram os teus despojos, tive de interpretar a emoção dos teus companheiros, que ali se encontravam de coração premido e de pensamento voltado para os teus pais, lembro-me que o Urbano viu um grande foco de luz no interior da tumba. Essa luz, como a do Cristo, saiu dali para sempre. Ergueu-se muito acima da lage fria do túmulo, brilhou gloriosamente na alvorada da ressurreição, e voltou para junto de todos nós de maneira diferente, muito mais efetiva e radiosa do que na densa clausura do corpo carnal. Hoje, amigo Ivan, estás muito mais perto de nós. Todos nós, os teus amigos e companheiros de cruzada evangélica, sentimos os teus passos, prosseguindo a caminhada, ombro a ombro conosco, nesta hora, mundial de conturbação dos espíritos. Em Bebedouro, onde te conheci, em Marília, Bauru, Garça, Pompéia, Tupã, Sorocaba, São Manuel, no recanto de dor de Pirapitinguí, onde Jesus Gonçalves te acompanha as providências fraternas, em Matão e em todas as cidades e lugares por onde passaste, na tua última encarnação, todos continuam ouvindo os teus passos, amigos, sentindo a tua presença carinhosa. Tua mãe, de que tanto nos falavas, em cujas convicções tanto confiavas, tomou o teu lugar no plano material. E como Saulo, depois da morte de Abigail, ela refloriu espiritualmente, fazendo brotar, do coração regado pelas lágrimas da saudade, os clarões impereciveis, na visão divina da estrada de Damasco. Perdoa, Ivan amigo, se não consegui escrever-te apenas um bilhete, como desejava. Recomenda-nos ao Mestre, da os nossos abraços de saudade a Jesus Gonçalves, à Mãe Dita, ao velho Pai Jacob, ao nosso querido Schutel. E continua a alentar-nos, para que não fraquejemos um só momento, ao longo da caminhada onde tanto temos de fazer, neste mundo de egoismos, de incompreeensões e de ignorância, em que o Mestre não quis que continuasses a sofrer. Abraça-te o irmão terreno: Herculano S. Paulo, 5 de abril de 1.948
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Recebido do Instituto Maria Claro. Sorocaba, SP LEIA SOBRE A HISTÓRIA DO INSTITUTO MARIA CLARO |
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Recebido do Instituto Maria Claro. Sorocaba, SP LEIA SOBRE A HISTÓRIA DO INSTITUTO MARIA CLARO |
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Atividades desenvolvidas com nossas crianças assistidas Instituto Maria Claro. Lar Ivan Santos de Albuquerque. Sorocaba, SP LEIA SOBRE A HISTÓRIA DO INSTITUTO MARIA CLARO |
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Instituto Maria Claro. Sorocaba, SP Atividade externa. Ao fundo pode se ver a Casa Espírita mantida no Instituto. Reunião presencial às quintas feiras às 19 horas. LEIA SOBRE A HISTÓRIA DO INSTITUTO MARIA CLARO |
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Instuto Maria Claro. Nesta foto aparece a casa de orações Ivan Santos de Albuquerque. Sorocaba,SP. LEIA SOBRE A HISTÓRIA DO INSTITUTO MARIA CLARO |
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Algumas obras ditadas pelo espírito Ivan de Albuquerque ao médium Raul Teixeira |
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Lasaro Geraldo de Sousa (12-09-1950 / 22-02-2017) |
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Lasaro Geraldo de Sousa Fonte: Feparana
Natural de Rio Verde, Goiás,
nasceu em 12 de setembro de 1950. Casou-se com Nara Fátima de Sousa,
tornando-se pai de dois filhos e avô de dois netos.
Lincoln Barros de Sousa
(Copiado do site Feparana) |
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HOMENAGEM |
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Victor Bombonati |
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Victor Bombonati Imagem copiada do livro Obra de Vultos, volume 1.
Biografia elaborada por: Marisa Bombonati e Ismael Gobbo
Victor Bombonati nasceu na cidade de Batatais, Estado de São Paulo, em 24 de fevereiro de 1905. Teve por pais, João Bombonati e Assumpta Melanezi Bombonati, brasileiros filhos de imigrantes italianos e, por irmãos, Ângelo, Helena, Lúcia, Maria e Antônio. Com instrução primária e apenas 17 anos, mudou-se para Araçatuba no ano de 1922, acompanhado dos irmãos Ângelo e Antônio, passando os três, à época já órfãos de pai, a executarem fachadas artísticas em residências construídas na cidade. Devidamente assentados buscaram a mãe e as três irmãs. Em 25 de junho de 1927, casa-se com a senhorita Gentil Scavassa Bombonati. Do consórcio realizado em Araçatuba nascem-lhes onze filhos: Veníceo; Eunice; Sérgio; Mauro; Célio; Marisa; Carlos; Teresinha, esta última desencarnada em 10 de junho de 1998; e Nilson, Roberto e Laércio, que viveram pouco tempo. Em Araçatuba Victor foi considerado um construtor de ótimos recursos técnicos, participando de obras importantes como: primeira estação de tratamento de água; ponte ferroviária sobre o Ribeirão Baguaçu, no Jardim Alvorada; antiga Igreja Matriz; Carli Hotel; Hotel Gaspar; primeiro prédio da Santa Casa e início da pavimentação asfáltica da cidade. Embora de família católica, Victor Bombonati era abusado em declarar-se um autêntico ateu. Isso, evidentemente, antes de entrar em contato com a Doutrina Espírita que conheceu no final dos anos trinta, através da família Protetti, detentora de uma ótima biblioteca espírita. Autodidata que era, debruçou-se sobre os livros e, em pouco tempo, tornou-se um grande apaixonado pela obra da Codificação. Essa simpatia pelo Espiritismo causou-lhe algum sofrimento porque, cercado por familiares católicos, tornou-se qual estranho no ninho e, devido a isso, não raramente foi rotulado de louco. Na noite de 17 de outubro de 1940, na residência do Sr. Cézar Protetti, na Rua Rio Branco, 41, em Araçatuba, realizou-se uma reunião visando a fundação do Centro Espírita Bezerra de Menezes. Participaram da mesma: Antonio Pagan e Santiago G. Lopes, respectivamente Presidente e Secretário da Assembléia; Cézar Protetti; Carlos Carli; Antônio Barboza Sobrinho; Gregório Mangabeira; Antonio Protetti; Herculano França; Victor Bombonati; Vital Nunes de Almeida; Manoel Fernandes Miranda; João Joaquim de Oliveira; srªs Maria Protetti e Santa Protetti; e Senhoritas Rosa Protetti e Assumpta Protetti. Decidiu-se que o Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes funcionaria em prédio próprio, sito na Rua das Flores s/nº e a primeira diretoria eleita, com o encargo da elaboração dos estatutos ficou assim composta: Presidente: Antônio Pagan; Vice-Presidente: Carlos Carli; Secretário: Santiago G. Lopes; 2.º Secretário: Herculano França; 1.a Tesoureira: Rosa Protetti; 2.a Tesoureira: Assumpta Protetti; Bibliotecário: Antônio Protetti; Procurador: Antônio Barbosa Sobrinho; Diretor Assistente: Gregório Mangabeira. No dia 5 de janeiro de 1941, realizou-se uma Assembléia Extraordinária visando a eleição do Vice-Presidente, tendo em vista o afastamento do Sr. Carlos Carli para tratamento de saúde. Foi eleito e assumiu a Vice-Presidência, o Sr. Victor Bombonati. Victor participou também das reuniões dirigidas pelo Sr. Antônio Pagan e muito ativamente na Aliança Espírita Varas da Videira, uma entidade que já existia com este nome desde 1943, teve suas atividades paralisadas e foi reativada no ano de 1949. Victor Bombonati, ao lado de outros companheiros que trabalharam no C. E. Bezerra de Menezes, participou desde a primeira reunião da nova fase do Varas da Videira, realizada no dia 21 de abril de 1949, na residência do Sr. Francisco Martins Filho, situada na Rua Bandeirantes 450, em Araçatuba. Depois daquela e de outras reuniões, com a constituição de uma diretoria provisória, foi marcada a assembléia para aprovação dos Estatutos que se deu em 11 de junho de 1949, data considerada como a da efetiva fundação da Aliança Espírita Varas da Videira. Victor Bombonati presidiu a Assembléia que elegeu a primeira diretoria definitiva, no dia 13 de agosto de 1949, ficou assim constituída: Presidente: Francisco Martins Filho, Vice-Presidente: Victor Bombonati, 1º Secretário: Sálvio Costa, 2.º Secretário: Francolino Ribeiro e Tesoureiro: Paulo Noce. Victor foi eleito Vice-Presidente também nos anos de 1950, 1952, 1961, 1964, 1965, 1966, 1967, 1968. Foi Bibliotecário; Conselheiro; membro da Comissão de Construção do Varas da Videira, instituída em 29 de janeiro de 1950, junto com os companheiros Antônio Crivelini, Ricieri Punhali e Arsênio Navega. Sua participação no Varas da Videira é comprovada até o ano de 1972. O seu talento de construtor e desprendido colaborador foi aplicado no meio espírita. Por aproximados dez anos participou ativamente na construção do prédio do Varas da Videira, o mesmo acontecendo nas obras do Sanatório Benedita Fernandes, Centro Espírita Bezerra de Menezes e no Lar Espírita de Menores, da União Assistencial Espírita de Araçatuba. Era pessoa combativa, às vezes intransigente e, devido a isso, muitas vezes apontado como radical. No âmbito familiar encontrou algumas dificuldades de relacionamento, todavia nunca se furtou às obrigações de dar encaminhamento Cristão aos seus filhos, incentivando-os, desde cedo, a buscarem, nas aulas de evangelização infantil, a base indispensável para a boa formação moral. Estudioso de Astronomia, juntou-se a Cândido de Freitas Santos (Candinho) para construção de telescópios, com os quais observavam a lua e as estrelas, recebendo, com freqüência, a visita de alunos e professores que se faziam enriquecer com os abalizados conhecimentos dos mestres. Desencarnou em Araçatuba, no dia 12 de setembro de 1975, de infarto do miocárdio. Em sua homenagem, uma das ruas do Jardim Pinheiros, em Araçatuba, recebeu o seu nome.
(Copiado de: http://www.universoespirita.org.br/catalogo/literatura/textos/ISMAEL%20GOBI/obras_de_vultos/victor_bombardi.htm)
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Victor Bombonati Imagem copiada do livro Obra de Vultos, volume 1. |
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O casal Bombonati, à esquerda, no casamento do filho Sérgio. |
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Foto da Estação ferroviária de Batatais, SP, publicada em 16/6/1911 na Illustração Paulista. Imagem copiada de http://www.estacoesferroviarias.com.br/b/batatais.htm
Na cidade de Batatais, SP, nasceu Victor Bombonati aos 24 de fevereiro de 1905. |
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Cafezal em Batatais,SP, cidade onde nasceu Victor Bombonati. Foto: Ismael Gobbo. |
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A construção do prédio da Aliança Espírita “Varas da Videira”, no início dos anos de 1950. Imagem do acervo da Aliança Espírita Varas da Videira.
Victor Bombonati participou desde o início da Aliança Varas da Videira onde foi eleito vice-presidente na primeira diretoria eleita em 1949. Como construtor participou da construção da sede própria da Aliança. |
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Aliança Espírita Varas da Videira com dirigentes, evangelizandos e evangelizadores nos primeiros anos da década de 1950. Acervo da Aliança Espírita Varas da Videira.
Victor Bombonati participou da Aliança Espírita Varas da Videira desde a sua fundação e como construtor participou da obra da sede. |
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Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes. Araçatuba, SP. Foto de arquivo de Ismael Gobbo.
Victor Bombonati participou da fundação do C.E. Dr. Bezerra de Menezes no ano de 1940 e como construtor participou da edificação do belo prédio da sede própria na ruaOscar Rodrigues Alves. |
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Prédio da Santa Casa de Araçatuba. Imagem do acervo da Câmara Municipal de Araçatuba.
Victor Bombonati como construtor de prestígio participou da construção do prédio da Santa Casa de Araçatuba. |
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Ponte sobre o Ribeirão Baguaçu no bairro Alvorada. Araçatuba, SP. Sobre a ponte que Ainda existe passava a linha férrea da NOB. Imagem do acervo da Câmara Municipal de Araçatuba.
O construtor Victor Bombonati participou da construção da ponte sobre o O Ribeirão Baguaçu no bairro Alvorada sobre o qual passava a linha férrea da NOB. |
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Praça Rui Barbosa com a antiga Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida. Foto do acervo da Câmara Municipal de Araçatuba.
O construtor Sr. Victor Bombonati participou da construção da bela Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida na Praça Rui Barbosa em Araçatuba, SP. que foi demolida em 1967 e em seu lugar construída a Catedral Diocesana Nossa Senhora Aparecida
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DEUS |
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Eurípedes Barsanulfo (Texto copiado na internet do site http://www.forumespirita.net/fe/poesia/deus-euripedes-barsanulfo/)
Crepúsculo em Auriflama, SP. Foto Ismael Gobbo |
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Amor Infinito Senhas Cristãs |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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