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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, segunda-feira, 09 de março de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/09-03-2026.htm
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Os últimos 5 emails enviados |
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DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
07-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/07-03-2026.htm 06-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/06-03-2026.htm 05-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/05-03-2026.htm 04-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/04-03-2026.htm 03-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/03-03-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 7 - 1864 |
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(Copiado do site Febnet) |
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Cemitério Père Lachaise em 1815. No canto superior direito o túmulo de Heloise e Abelard. Imagem/fonte:
Em 29 de março de 1870, os despojos de Kardec foram exumados e transferidos do Cemitério Montmartre para o Cemitério Père-Lachaise. A inauguração do belo dólmen do Père Lachaise se deu às duas horas da tarde do dia 31. Na comovente solenidade, falaram os eminentes vultos do espiritismo da França: Levent, Desliens, Leymarie e Guilbert.
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Entada do Cemitério Père Lachaise. Paris, França.
O cemitério Père-Lachaise é referência turística, ao lado de outros grandes cemitérios de Paris, como Montparnasse e Montmartre. Todavia, nenhum deles tem a fama do Père Lachaise, onde estão sepultadas personalidades famosas, expoentes das ciências, filosofia, religião, política, pintura, escultura, cinema, teatro, literatura, etc. Os que visitam Paris, a capital mundial do turismo, têm no famoso cemitério um grande desafio: o de tentar localizar o maior número possível de notáveis que constam no mapa do cemitério, entre elas as de Alfred de Musset, Auguste Comte, Camille Pissarro, Edith Piaf, Claude Bernard, Maria Callas, Oscar Wilde, Théodore Géricault, Frédéric Chopin, Vivant Denon, Gay Lussac, Samuel Hahnemann, Honoré de Balzac, Jean-François Champollion, Jim Morrison, Louis Viscont, Vincenzo Bellini, Luigi Cherubini, Gustave Doré, Molière, La Fontaine, Marcel Proust, Sarah Bernhardt, Simone Signoret, Georges Bizet, Amedeo Modigliani, e dezenas e dezenas de outros vultos de destaque. (Ismael Gobbo)
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François Arago. Túmulo no Cemitério Père Lachaise. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.
François Jean Dominique Arago (Estagel, 26 de fevereiro de 1786 — Paris, 2 de outubro de 1853) foi um físico, astrônomo e político francês. Ocupou o cargo de primeiro-ministro da França, de 10 de maio a 24 de junho de 1848. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_Arago
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Monumento aos mortos. Cemitério Père Lachaise. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.
O monumento aos mortos do cemitério de Père-Lachaise é obra do pintor e escultor Albert Bartholomé , inaugurado em1 r de Novembro de 1899depois de doze anos de trabalho. Este monumento é dedicado a todos os mortos sem distinção; Três outros monumentos a mortes de militares já haviam sido erguido em memória de soldados que morreram durante o cerco de Paris (1870) (divisão 64), em memória da Guarda Nacional do Sena morto em combate Buzenval 19 de janeiro de 1871 (Divisão 72) e em memória dos Defensores de Belfort(Divisão 54) Leia mais: https://fr.wikipedia.org/wiki/Monument_aux_morts_du_P%C3%A8re-Lachaise
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Cairbar Schutel e colaboradores distribuindo “O Clarim” no cemitério de Matão. |
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Cairbar Schutel fotografado entre os túmulos no cemitério de Matão, SP |
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O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira |
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CAPÍTULO XXVIII ---------- Coletânea de preces espíritas
– Preâmbulo – Preces gerais – Preces para si mesmo – Preces pelos outros – Preces pelos que já não são da Terra – Preces pelos doentes e obsidiados
I- Preces gerais Oração dominical
V. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Cada uma das nossas infrações às tuas leis, Senhor, é uma ofensa que te fazemos e uma dívida contraída que, cedo ou tarde, teremos de saldar. Pedimos-te que no-las perdoes pela tua infinita misericórdia, sob a promessa, que te fazemos, de nos esforçarmos para não contrair novas dívidas. Tu nos impuseste por lei expressa a caridade, mas a caridade não consiste apenas em assistirmos os nossos semelhantes em suas necessidades; também consiste no esquecimento e no perdão das ofensas. Com que direito reclamaríamos a tua indulgência, se nós mesmos não a aplicamos em relação àqueles de quem nos queixamos? Dá-nos força, ó meu Deus, para sufocar em nossa alma todo ressentimento, todo ódio e todo rancor. Faze que a morte não nos surpreenda guardando no coração desejos de vingança. Se te aprouver tirar-nos hoje mesmo deste mundo, faze que possamos apresentar-nos, diante de ti, puros de toda animosidade, a exemplo do Cristo, cujas últimas palavras foram em favor dos seus algozes. (Cap. X.) As perseguições que os maus nos afligem fazem parte das nossas provas terrenas. Devemos aceitá-las sem nos queixarmos, como todas as outras provas e não maldizer dos que, por suas maldades, nos abrem o caminho da felicidade eterna, visto que nos disseste, pela boca de Jesus: “Bem-aventurados os que sofrem pela justiça!” Bendigamos, portanto, a mão que nos fere e humilha, uma vez que as mortificações do corpo nos fortalecem a alma e seremos exaltados por efeito da nossa humildade. (Cap. XII, item 4.) Bendito seja teu nome, Senhor, por nos teres ensinado que nossa sorte não está irrevogavelmente fixada depois da morte; que encontraremos, em outras existências, os meios de resgatar e de reparar nossas faltas passadas, de cumprir em nova vida o que não podemos fazer nesta, para nosso progresso. (Cap. IV; cap. V, item 5.) Assim se explicam, afinal, todas as anomalias aparentes da vida. É a luz que se projeta sobre o nosso passado e o nosso futuro, sinal evidente da tua justiça soberana e da tua infinita bondade. ‘
PRÓXIMO VI. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. 30
Próximo Continua I - Preces gerais Oração dominical Prece
(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira) |
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O Sermão da Montanha. Autor: Harold Copping. Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Matthew_6:17
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O evangelista Mateus Rembrandt (1606–1669) wikidata:Q5598 s:en:Autor:Rembrandt Harmenszoon van Rijn q:en:Rembrandt imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título O evangelista Mateus e o anjo Pintura de tipo de objeto Edite isto no Wikidata Gênero arte religiosa Edite isto no Wikidata Pessoas retratadas Mateus, o Apóstolo Edite isto no Wikidata Data 1661 Óleo médio sobre tela Altura das dimensões: 96 cm (37,7 pol.); largura: 81 cm (31,8 pol.) Coleção Wikidata do Louvre-Lens:Q405543 (inventário). Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel.jpg |
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Jesus orando no Getsêmani. Óleo de Heinrich Hofmann. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Christ_in_Gethsemane.jpg
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Apóstolo Paulo. Óleo sobre tela de Jan Lievens. Imagem/fonte:
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Velha orando. Óleo sobre tela por Theophile M. Lybaert. 1915. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Theophile_Lybaert_-_Old_Flanders.jpeg
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Prece do “Pai Nosso”. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Jesus ensina o povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:
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Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com Nicodemos, um fariseu, falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8)
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Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard
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A hora da morte |
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Das certezas que podemos ter, neste mundo, a morte é sem dúvida uma delas. Nenhum ser vivo pode se furtar a ela. Mensageira estranha, por vezes, abraça os mais jovens e os sadios, deixando para trás idosos e doentes. Contudo, sempre chega. Paradoxalmente, é um dos assuntos que quase todos evitamos tocar. Por isso mesmo, quando chega, surpreende e muitas lágrimas são derramadas. Lágrimas que se casam a exclamações como: Se eu soubesse que era o seu último dia! Se eu soubesse que ele iria morrer, não teria sido tão mau! Se eu soubesse que ele partiria tão cedo, teria abraçado mais, dito como o amava, sido melhor para ele. É bom considerarmos que nossa existência é efêmera. Hoje estamos aqui, amanhã poderemos não nos encontrar mais deste lado da vida. O ser amado que se despede para o trabalho diário pode não retornar. A criança que corre pela rua, rumo à escola, pode não voltar para casa. Como a irmã daquele menino de dez anos. Ele entrou em casa e chamou pela mãe. Ela estava no quarto, sentada, quieta. Sua irmã morreu esta manhã. - Foi o que ela disse. O conceito de morte não tinha um significado concreto para aquele garotinho. Durante muito tempo ele perguntava para a mãe: Ela vai voltar? Por que ela teve de morrer? Por muitos dias, ficava em frente à casa, esperando que o ônibus escolar a trouxesse de volta. Entrava no quarto dela e apanhava a sua pasta escolar. Tudo estava bem arrumado: os cadernos de um lado, os livros do outro, o estojo de lápis no meio. A faixa preta de elástico que ela usava nos cabelos quando fora para o colégio naquela última manhã. Depois, devolvia tudo no seu lugar. Perguntava-se se a irmã ficaria zangada por ele ter mexido em suas coisas. O que ele sempre lembraria foi o que acontecera duas noites antes de a irmã morrer. Ela chegara em casa preocupada. Esquecera de um trabalho de arte que deveria entregar no dia seguinte. Ele se dispôs a ajudá-la. Juntos fizeram doze borboletas coloridas, de antenas enroladas e asas triangulares. No dia em que ela morreu, ele estranhamente despertara mais cedo. Observou-a se aprontando para a escola e ficou segurando a porta aberta para que ela saísse com tranquilidade. Em uma das mãos, ela segurava a pasta, a outra balançava, enquanto descia os degraus. Estava de uniforme azul. Tinha só quatorze anos. E suas últimas palavras para Michael foram: Até logo, irmão. Passadas mais de quatro décadas, Michael ainda guardava a lembrança de sua irmã e de todos esses detalhes. Quando vê uma borboleta, recorda de imediato daquele último trabalho que fizeram juntos. E espera. Porque, um dia, ele também fará essa viagem para o Grande Além. Nesse dia, finalmente, ele a verá outra vez. * * * Amemos muito. Usufruamos a companhia dos afetos. Quando um deles se for, poderemos acalentar nossos dias com as doces lembranças dos afagos compartilhados. E isso amenizará nossa grande saudade até o dia do reencontro. Redação do
Momento Espírita, com base no
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1292&stat=0)
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A mãe morta e a criança. Óleo sobre tela de Edvard Munch (1863–1944. Coleção. Munchmuseet. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Munch,_The_dead_mother_and_the_child.jpg |
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Em louvor do livro |
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Pelo Espírito Irmão X (Humberto de Campos). Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Irmãos Unidos. Lição nº 10. Página 55.
Estranha você, meu irmão, que os Espíritos desencarnados façam coro com os intelectuais de nosso tempo, devotando-se à organização de livros que concorram no mercado das idéias e das letras e acrescenta: - "Não precisamos de novos livros e sim de mãos e pés, consagrados à caridade positiva, a fim de que os famintos e os doentes, os desabrigados e os infelizes tenham alimento e remédio, casa e consolo." Francamente, não somos contrários ao seu programa. Acreditamos, com o Apóstolo, que a fé sem obras é um cadáver bem adornado; entretanto, admitimos que você não é justo para com a sementeira da educação. Que seria do mundo sem a bênção do livro? Existiria, acaso, qualquer civilização sem ele? Veículo do pensamento, confia-nos a luz espiritual dos grandes orientadores do passado. Graças a ele, Hermes e Moisés, Sócrates e Platão acham-se vivos na Terra, com a mesma sabedoria e com a mesma sublimidade do momento remoto em que passaram entre os homens. Reporta-se você, muitas vezes, ao necessário movimento da piedade cristã; contudo, que seria do Cristianismo sem o Evangelho registrado em caracteres de forma? Realmente, o nosso Divino Mestre, segundo recorda a sua palavra conselheiral, não escreveu qualquer pergaminho destinado à posteridade; no entanto, não parece haver desconhecido o valor do ensinamento repetido e multiplicado. Não foi o próprio Jesus que recomendou, certa vez, aos aprendizes: - “Ide e pregai o Evangelho a todas as nações”? Diz você, com veemência e austeridade: - “Cristo não necessita de propaganda. Cristianismo é caridade”. Que a Boa Nova é amor santificante, em ação, não duvidamos; mas, ao que se nos afigura, Jesus não subestimou a propaganda, quando esteve pessoalmente entre nós. Se efetivamente multiplicou os pães e os peixes no monte, se curou leprosos e cegos, obsidiados e paralíticos, em nenhuma circunstância menosprezou a pregação do Reino de Deus. Depois da Ressurreição, quando os trabalhos da caridade já funcionavam harmoniosamente em Jerusalém, ei-lo que volta das Esferas Celestiais, em pessoa. Para encher novos cestos de saborosa vianda ou para transformar a água em vinho, satisfazendo aos caprichos do povo? Não. Regressava o Senhor, a fim de chamar Paulo de Tarso, nominalmente, para atender à extensão dos serviços evangélicos, comprometidos pelo acúmulo das obras de alimentação e assistência hospitalar. E diga-se, com franqueza, com toda a reverência aos demais componentes do colégio apostólico, que a Boa Nova não encontraria mais digno agente de publicidade que aquele sincero e intransigente Doutor da Lei, convocado por Jesus, às portas de Damasco, para a distribuição ativa dos princípios salvadores. É pelo concurso do livro que o Senhor e seus continuadores diretos se comunicam com os discípulos contemporâneos. Através dos serviços gráficos, recebemos as interpretações renovadoras do ensinamento cristão para todos os climas culturais da atualidade. E não fosse a cooperação do livro, que seria da religião, da ciência, da filosofia, da política, da técnica industrial, da arte e da socialização? O posto da caridade que alimenta e agasalha é, indubitavelmente, sublime; mas sem a colaboração direta e eficiente da escola que educa e aperfeiçoa, pode converter-se em tutela da ociosidade e do vício. A sua imagem das mãos e dos pés, imprescindíveis à materialização do socorro fraterno, traz-me à lembrança a necessidade de lâmpadas numerosas para as sombras da noite. Quando a treva se estende, é imperioso que as acendamos; mas, se não houver usina que as sustente, de que nos valeria a elevada expressão em que se alinham? Quando a dor alonga os tentáculos da aflição sobre a vida, de que nos serviriam milhões de mãos e pés, sem equilíbrio, sem orientação adequada, sem ideal edificante ou sem estímulo ao bem? Decididamente, você dispõe do amplo direito de proteger a benemerência pública, onde, como e quando você quiser; entretanto, meu amigo, para ser caridoso também conosco, não menoscabe o Livro como Instrumento de Educação.
(Texto recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
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Hermes agoraios e os Charites, relevo da Passagem de Theori, da ágora de Thasos. Mármore thasiano com vestígios de policromia nos sapatos de Hermes e ornamentos de bronze (caduceu de Hermes, fíbulas), ca. 480 aC. Inscrição: "Às Charites não se pode sacrificar cabra nem porco". Coleção do Museu do Louvre. Foto autor: Jastrow (2005) Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Hermes_Thasos_Louvre_MA696C.jpg |
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Moisés e os Dez Mandamentos, c. 1896-1902, por James Jacques Joseph Tissot (francês, 1836-1902), guache a bordo, 10 11/16 x 5 5/8 pol. (27,3 x 14,5 cm), no Museu Judaico, Nova York. Imagem/fonte: |
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Sócrates e Platão, precursores da idéia cristã e do Espiritismo difundiram a Reencarnação. Museu do Louvre, Paris. Foto Ismael Gobbo
Sócrates e Platão foram precursores das idéias cristãs e do Espiritismo. Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo” logo na Introdução faz um “Resumo da Doutrina de Sócrates e de Platão”
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Pintura intitulada: O milagre da multiplicação do pão. Óleo sobre tela de Rombout van Troyen. Imagem/fonte: |
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Jesus curando o leproso. Obra de Jean-Marie Melchior Doze. Imagem/fonte: https://www.wikigallery.org/wiki/painting_215870/Jean-Marie-Melchior-Doze/Jesus-Healing-the-Leper
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Cristo curando o cego. Óleo sobre tela de El Greco. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:El_Greco_-_Christ_Healing_the_Blind_-_WGA10420.jpg
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A ressurreição de Lázaro. Óleo sobre tela de Sebastiano del Piombo. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sebastiano_del_Piombo,_The_Raising_of_Lazarus.jpg
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A conversão de São Paulo. Pintura óleo no painel de Peter Paul Rubens Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/The_Conversion_of_Saint_Paul_(Rubens,_London)
Leia sobre a conversão de São Paulo https://www.bibliaonline.com.br/acf/atos/9
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APES : Programme d'Activités Spirites MARS 2026 APES: Programa de Atividades Espíritas - MARÇO DE 2026 |
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Chère Madame, Chers Monsieur,
Le Centre Spirite APES, est une partie intégrante et statutaire de l'Association Parisienne d'Etudes Spirites - APES, se situant dans les orientations d'Allan Kardec inscrites dans ses oeuvres, et que forment le "corpus" de la Doctrine Spirite, a pour mission, d'une part étudier et diffuser ces orientations, et d'autre part, mettre en pratique cette étude pour apporter de l'Assistance Spirituelle à tous ceux qui la demandent par : l'accueil fraternelle, la prière, la passe spirite, la fluidification d'eau, réunions d'études spirites, les séances médiumniques, etc ... Ces pratiques spirites sont réalisées sous l'orientation de l'Esprit guide du Centre Spirite APES et selon l'éthique spirite : de l'écoute, de la bonne volonté, de la gratuité, sans aucun jugement, avec amour et respect de l'autre. Fidèles à notre engagement d’approfondir ensemble de ces enseignements du Spiritisme dans un esprit sérieux, de réflexion et de fraternité, nous avons le plaisir de vous inviter aux Réunions Publiques d'Etude et d'Assistance Spirituelle (RPEAS). Ces réunions se réalisent en distanciel, via plateforme ZOOM WORKPLACE, une fois par semaine en alternance : une semaine le samedi après-midi de 15h à 17h, et la semaine suivante le vendredi soir de 20h à 22h, ainsi de suite. Veuillez trouver en pièce jointe le programme d'activités spirites de MARS 2026 Pour assister les Réunions Publiques d'Etudes et d'Assistance Spirituelle (RPEAS) veuillez accéder les modalités de participation sur la page WEB de notre centre spirite APES : http://www.apes-asso.fr Nous espérons que cette organisation expérimentale permettra à chacun de continuer à s’instruire, à échanger et à progresser dans la compréhension les principes, les concepts et l'éthique spirite, dans un climat de respect et d’élévation morale. Pour plus d'information, contactez nous par téléphone 07 8209 7158 ou par mail : [email protected] Nous vous remercions pour votre fidélité et votre soutien, et nous nous réjouissons de vous retrouver prochainement lors de ces prochaines réunions hebdomadaires d’étude spirite. Fraternellement, Anita Becquerel Présidente de l'APES A.P.E.S. - Association
Parisienne d'Etudes Spirites - Association loi 1901 TRADUZIDO PARA O PORTUGUÊS NO GOOGLE Prezada Senhora, Prezado Senhor, O Centro Espírita APES é parte integrante e estatutária da Associação Parisiense de Estudos Espíritas (APES). Fundamentado nos ensinamentos de Allan Kardec, expressos em suas obras que formam o "corpus" da Doutrina Espírita, sua missão é dupla: em primeiro lugar, estudar e disseminar esses ensinamentos e, em segundo lugar, colocar esse estudo em prática, oferecendo Assistência Espiritual a todos que a solicitam por meio de: acolhimento fraterno, oração, espiritismo, purificação da água, encontros de estudo espírita, sessões de mediunidade, etc. Essas práticas espíritas são realizadas sob a guia do Espírito do Centro Espírita APES e de acordo com a ética espírita: escuta, benevolência, generosidade, sem julgamento e com amor e respeito ao próximo. Fiéis ao nosso compromisso de explorar juntos os ensinamentos do Espiritismo em um espírito de seriedade, reflexão e fraternidade, temos o prazer de convidá-los para nossos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS). Essas reuniões são realizadas online, através da plataforma ZOOM WORKPLACE, uma vez por semana, em horários alternados: uma semana no sábado à tarde, das 15h às 17h, e na semana seguinte na sexta-feira à noite, das 20h às 22h, e assim por diante. Segue em anexo a programação das atividades espíritas para março de 2026. Para participar dos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS), acesse os detalhes de participação no site do nosso centro espírita, APES: http://www.apes-asso.fr Esperamos que esta organização experimental permita a todos continuar aprendendo, trocando ideias e progredindo na compreensão dos princípios, conceitos e ética espírita, em uma atmosfera de respeito e elevação moral. Para mais informações, entre em contato conosco pelo telefone +33 7 82 09 71 58 ou pelo e-mail: [email protected] Agradecemos sua fidelidade e apoio e esperamos vê-lo(a) em breve nestes próximos encontros semanais de estudo espírita. Fraternalmente, Anita Becquerel Presidente da APES A.P.E.S. - Associação Parisiense de Estudos Espíritas - Organização sem fins lucrativos (sob a lei francesa de 1901) Espiritismo: Construindo o Ser Humano do Amanhã Hoje. Mais informações pelo telefone +33 7 82 09 71 58 e em nosso site http://www.apes-asso.fr
(Recebido em email de Association Parisienne d'Etudes Spirites [[email protected]]) |
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Registro. Atividades do Projeto Chico Xavier na tarde deste sábado 07-03-2026. Araçatuba, SP |
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Após a prece de abertura as 16 horas várias pessoas vão ao local de alimentos e preparam para os inscritos da casa, outros preparam diversos alimentos para serem servidos aos presentes, inclusive o de jantar; evangelização para crianças e jovens.. Palestra por Osvaldo Magro Filho. Fotos de: Émerson Gratão e de Maria José Izique. Informações e fotos recebidas de Émerson Gratão
Fotos acima de Émerson Gratão
Fotos acima de Maria José Izique da palestra de Dr. Osvaldo Magro Filho
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Abrigo Ismael na manhã deste domingo 08-03-2026 Araçatuba, SP |
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Com início as 9 horas após a prece inicial do presidente Adair Anacleto e a excelente palestra pela oradora da cidade de Araçatuba, SP, Maderlene Yamada, da Aliança Espírita Varas da Videira. Ao mesmo tempo evangelização para crianças e ao final houve a aplicação de Passe para os presentes. Prece de encerramento pela vice presidente Rita de Cássia Zucon. Fotos de Ismael Gobbo.
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Casa Editora O Clarim Matão, SP |
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[932-JornalMundoMaior] FELIZ DIA DAS MULHERES. |
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MULHER. O seu ventre gera a vida, Os seios dão alimento, No colo a terna guarida, Nos braços doce acalento...
Com a voz ensina a verdade, Com as mãos aponta o caminho. Seu coração de bondade É pleno de santidade: Santuário de carinho!
No rosto um sorriso aberto, Um olhar pleno de luz É um farol que conduz, O rumo, o atalho mais certo.
No abraço, a terna acolhida, O abrigo de toda hora... A verdade, digo agora: MULHER - és a própria vida!
E esse meu poema encerro, Com um sentimento profundo Acredite quem quiser: Deus só deu sentido ao mundo Depois que fez a Mulher! Antônio Manuel Abreu Sardenberg.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
-- (Recebido em email de [email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]]) |
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[931-JornalMundoMaior] RECONHECERÁS. |
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RECONHECERÁS. Magali Inês Brum - Colaboradora.
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Correio Espírita - Jornal de março de 2026 |
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(Recebido em email de Correio Espírita [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita. Edição de março de 2026. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP |
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(Recebido de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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'O Advogado de Deus', estrelado por Nicolas Prattes, ganha trailer oficial |
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‘O Advogado de Deus’, estrelado por Nicolas Prattes, ganha trailer oficial Longa dirigido por Wagner de Assis stréia nos cinemas em 16 de abril
Acaba de ser divulgado o trailer oficial de O Advogado de Deus, novo filme do diretor Wagner de Assis, baseado no str-seller de Zíbia Gasparetto (autora de Ninguém é de Ninguém, também adaptado para o cinema) e Lucius, que stréia nos cinemas brasileiros em 16 de abril. Protagonizado por Nicolas Prattes, este drama de suspense espiritual tem como fio condutor a justiça – a dos homens e a de outros planos. Dirigido por Wagner de Assis (Nosso Lar 1 e 2), o longa reúne no elenco atores de diferentes gerações como Danilo Mesquita, Lorena Comparato, Leticia Braga, Lucas Letto, Beth Goulart, Augusto Madeira, Eucir de Souza, Henri Pagnoncelli e Gisele Fróes. Com produção da Cinética Filmes, coprodução da Sony Pictures International Productions e codistribuição da Sony Pictures e Film Connection, a obra narra uma história de amor e suspense, que envolve crimes do passado e do presente. Para conferir o trailer, clique aqui. “Este filme traz uma concepção mais ampla de justiça ao propor a existência de outras vidas e realidades”, comenta o diretor Wagner de Assis. “E se a justiça dos homens falhar? Existe uma justiça divina?”, acrescenta. Na história, Prattes interpreta Daniel, um advogado recém-formado que tem como objetivo de vida ajudar as pessoas. Ao lado de seu sócio e amigo de faculdade, Rubinho (Letto), ele se envolve em uma investigação para defender Alberto (Mesquita) em um caso que mescla um crime recente a desfechos mal resolvidos de uma vida passada. Em uma nova chance para corrigir problemas do passado, as vidas de Daniel e Alberto se interligam à de Lídia (Lorena Comparato) em busca de justiça, mesmo que tardia. “O Daniel é um advogado idealista e até cético. Mas, ao começar a ter intuições, sonhos premonitórios e reencontros com pessoas que fizeram parte de sua história no passado, ele passa por uma transformação e entra em uma batalha pessoal para fazer justiça, aqui na Terra mesmo”, completa Wagner. FICHA TÉCNICA: Uma
produção Cinética Filmes e Sony Pictures International Productions SINOPSE Um drama cheio de suspense, romance e aquele olhar espiritual e sobrenatural é o gênero da história de O Advogado de Deus. A trama gira ao redor do jovem Daniel, recém-formado na faculdade de Direito, idealista, pragmático, em conflitos familiares por não concordar com a vida e os negócios do pai, o deputado federal Antonio. Ao lado do amigo desde a faculdade, Rubinho, ele encontra no início de sua carreira uma causa que é muito mais do que apenas um processo jurídico: à sua frente, Daniel tem a possibilidade de atuar e interferir numa trama que diz respeito justamente à sua própria vida passada. Sem saber que terá que defender, nos interesses do novo cliente, o jovem Alberto, um inimigo de outra existência por conta de um triângulo amoroso que envolve a linda e desejada Lídia, ele começa a ter pesadelos recorrentes que o assustam, mas também abrem informações novas a respeito da possibilidade de vidas anteriores influenciarem no presente. A causa que Alberto vem buscar, uma usurpação de herança, envolve toda a família de Daniel e Lídia na esteira do tempo, com crimes passionais e destruição das famílias em fatos ocorridos há mais de 100 anos. Uma das mais afetadas é Maria Julia Camargo, mãe de Lidia, que traz do passado sofrimentos com o atual marido, o famoso médico Jose Luiz Camargo. É ela quem busca a ajuda de Daniel, ao lado da atuação do espírito do empresário Antonio Camargo. O desenrolar dos fatos mostra que Daniel vai precisar aprender a lidar com as leis humanas mas também com os códigos de leis divinas, que vão transformando-o durante a jornada e permitindo que os fatos trágicos de antes não se repitam. Só assim, ao advogar a partir dos novos conhecimentos espirituais, Daniel é o eixo que poderá libertar todos ao seu redor dos carmas adquiridos noutras existências. No fim, um novo tipo de defensor das leis nasce – decidido a trabalhar pelas leis da Terra, mas sem esquecer das leis de Deus. Sobre Wagner de Assis Wagner de Assis, 53, carioca, é diretor, roteirista e produtor, jornalista e autor de livros. Responsável pelos longas A Cartomante, a série Nosso Lar 1 e 2, A Menina Índigo, Amor Assombrado, Kardec, Ninguém é de Ninguém, além os documentários Os Transgressores, Que Geração é essa?, A Face Oculta da Medicina, Rogai Por Nós. É autor da série para TV ‘Rondon, o grande-chefe’ e colaborou na equipe de roteiristas das novelas como ‘Além do Tempo’ e ‘Espelho da Vida’, da TV Globo. É o responsável pela empresa Cinética Filmes, fundada em 1997. Sobre a Cinética Filmes A Cinética Filmes foi criada por Wagner de Assis em 1997. A produtora tem se destacado pela produção de filmes de longas-metragens e documentários. Dentre seus mais conhecidos projetos está a franquia NOSSO LAR, longas que alcançaram 4.060.000 espectadores em 2010 e 1.650.000 o segundo filme da série em 2024, marcando também a maior quinta-feira do cinema brasileiro da retomada e a 3ª maior bilheteria até o momento. A produtora também tem projetos em andamento como The Fox Sisters, em pós produção, e mais um filme da série Nosso Lar, além da franquia de Zibia Gasparetto. Amor Assombrado, A Menina Índigo, A Cartomante são outros longas desenvolvidos e produzidos pela empresa. Sobre a Sony Pictures A
Sony Pictures Entertainment (SPE) é uma subsidiária da Sony Corporation of
America, uma subsidiária da japonesa Sony Corporation. As operações globais
da SPE abrangem produção, aquisição e distribuição de filmes em cinema, home
entertainment, televisão e mídias digitais; uma rede global de canais;
operação de estúdio, desenvolvimento de novos produtos audiovisuais, serviços
e tecnologias. Tudo isto representa a distribuição de entretenimento em mais
de 140 países. Sobre a Sony Pictures International Productions A Sony Pictures International Productions é o braço de co-produção local da Sony Pictures, que lança mais de 30 filmes anualmente em 12 territórios pelo mundo. Sobre a Film Connection Distribuidora A Film Connection Distribuidora é uma empresa brasileira especializada na distribuição de longas-metragens nacionais, com atuação estratégica no circuito exibidor e em múltiplas janelas de exploração comercial. Com foco em inteligência de mercado e segmentação de público, a empresa desenvolve estratégias personalizadas de lançamento, incluindo definição de praças, número de cópias, posicionamento de campanha, coordenação de P&A e negociação com exibidores. Ao longo de sua trajetória, a Film Connection participou do lançamento de títulos que dialogam com diferentes nichos do público brasileiro, especialmente nas áreas de drama, espiritualidade e obras de temática social. Entre todos os filmes distribuídos estão em destaque:
A distribuidora atua desde a estruturação do plano estratégico até a entrega técnica e comercial das obras. Com modelo de atuação baseado em parceria e transparência, a Film Connection reforça seu compromisso com o fortalecimento do cinema independente brasileiro e a ampliação do acesso do público a produções nacionais.
(Recebido em email de Cinética Filmes [[email protected]]) |
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Palestra no C.E. Maria Benta Jabaquara, São Paulo, capital |
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(Informação de Jorge Rezala) |
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Casa Editora O Clarim Acesse abaixo: |
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Cultivamos uma vida digna?, e outros destaques da RIE de março CLIQUE AQUI: https://www.facebook.com/casaeditoraoclarim/?locale=pt_BR
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Palestras Instituição Beneficente Nosso Lar- IBNL março 2026 |
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Olá caro Ismael e amigos! Espero que todos estejam bem 😊 Encaminho em anexo a programação do Nosso Lar para o mês de março 2026. Que seja um mês de construção e conquista da paz, de aprendizados e bons encontros para todos nós. Abraço fraterno, Clodoaldo de Lima Leite Presidente voluntário
Livro Pão Nosso, espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.
☕ Café Cultural | Todo 1º Sábado do mês – Temas da
Atualidade à Luz da Filosofia Espírita
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]])
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Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG. Acesse abaixo: |
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CLIQUE AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol126.pdf
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Fevereiro/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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52ª Campanha do canelone Aliança Espírita Varas da Cideira. Araçatuba, SP |
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✨🍝 52ª CAMPANHA DO CANELONE 🍝✨ Aliança Espírita Varas da Videira Já pensou em saborear um canelone delicioso e ainda colaborar com uma causa do bem? 💛 Essa é a sua chance de unir solidariedade e sabor! 💰 Valor: R$ 50,00 💠 Chave Pix: 51.093.250/0001-54 📲 Faça o seu pedido: ➡️ Adriana: (18) 99686-2898 ➡️ Inácia: (18) 99743-7329 🚚 Entrega: 🗓️ Sábado, 21 de março ⏰ Das 11h30 às 13h 📍 Local: CASA DA CARIDADE Rua Péricles Pimentel Salgado, nº 1010 – BR Umuarama
(Informação de Casa da Caridade. Araçatuba, SP) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
aqui:
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PALESTRA PÚBLICA NA FEB/ SEMANA 8 A 14 DE MARÇO Clique aqui: https://www.febnet.org.br/portal/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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Clique aqui:
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FERGS. Federação Espírita do Rio Grande do Sul Porto Alegre |
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FEC. Federação Espírita Catarinense |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti – O Pensamento” - Vol 1 |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1 Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento WhatsApp- Editora 14 99164-6875
(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]]) |
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Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier Boletim semanal – Ano XI. 2a semana de Março de 2026 |
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Associação Benedita Fernandes completa 94 anos; Do Cristianismo primitivo à Reforma; Casas espirituais e estados de alma; Relações no além túmulo e cuidados espirituais; Livro inédito em lançamento: Entre vidas. Cá e lá; Espiritismo pelo mundo em Centro de São Paulo; Amparo à gestação na visão espírita; Várias ações e divulgações na França; Tratamento de obsessões
Artigo: - Associação Benedita Fernandes completa 94 anos: https://grupochicoxavier.com.br/associacao-benedita-fernandes-completa-94-anos/
Estudo do Evangelho: - Do Cristianismo primitivo à Reforma: https://grupochicoxavier.com.br/do-cristianismo-primitivo-a-reforma/
- Casas espirituais e estados de alma: https://grupochicoxavier.com.br/casas-espirituais-e-estados-de-alma/
- Relações no além túmulo e cuidados espirituais: https://grupochicoxavier.com.br/relacoes-no-alem-tumulo-e-cuidados-espirituais/ https://www.youtube.com/live/2iW-oufeRR0
Notícias: - Livro inédito em lançamento: Entre vidas. Cá e lá: https://grupochicoxavier.com.br/livro-inedito-entre-vidas-ca-e-la/
- Espiritismo pelo mundo em Centro de São Paulo: https://grupochicoxavier.com.br/espiritismo-pelo-mundo-em-centro-de-sao-paulo/
Vídeos: - Amparo à gestação na visão espírita: https://grupochicoxavier.com.br/amparo-a-gestacao-na-visao-espirita/
Bibliografia: - Várias ações e divulgações na França: https://grupochicoxavier.com.br/varias-acoes-e-divulgacoes-na-franca/
Mensagens: - Tratamento de obsessões: https://grupochicoxavier.com.br/tratamento-de-obsessoes/
o0o
“Veja o exemplo da fonte, que auxilia a todos, sem perguntar, e que nunca se detém até alcançar a grande comunhão com o oceano” – Meimei.
(Xavier, Francisco Candido. Pelo espírito Meimei. Pai nosso. Cap. 37, FEB) o0o Com fraternal abraço, Equipe GEECX
(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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O Consolador. Revista Semanal de Divulgação Espírita. Londrina, PR. Acesse abaixo: |
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ACESSE AQUI: http://www.oconsolador.com.br/ano19/964/principal.html
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PROTEÇÃO FAMILIAR |
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Sidney Fernandes Jorginho estava com o carro da mãe. Resolveu viajar com um amigo. Nem falou nada em casa, pois ameaçava chuva, e das boas. Na volta do passeio, caiu um temporal nas proximidades do Rio Batalha, entre Bauru e a vizinha cidade de Pirajuí. Em dado momento, não obstante a robustez do carro, ocorreu o que chamamos de aquaplanagem. Em instantes Jorginho perdeu o controle do veículo, que despencou barranco abaixo, em direção ao rio. Por Deus, o carro parou a poucos metros da margem, cheirando queimado. — Vai explodir, vai explodir!— gritou Flávio, amigo que o acompanhava. Felizmente, Jorginho havia lido a respeito e sabia que, quando disparam os "airbags", paira no ar um cheiro forte de queimado.Tranquilizou o companheiro e desligou a chave do contato por precaução. Ambos saíram do carro ilesos. Somente alguns arranhões. Tomou a decisão de comunicar o acidente aos pais somente quando estivesse em casa. O susto seria menor, ao constatarem que o filho estava ali, são e salvo. Assim que conseguiram alcançar a rodovia, acionaram o telefone celular pedindo a presença da polícia rodoviária e do guincho. Precisavam registrar o acidente e resgatar o carro da mãe de Jorginho. Em plena madrugada, tocou o seu celular. Era seu pai: — Jorginho, aconteceu alguma coisa? — Oi pai. Por que pergunta? — Sua mãe acordou aqui apavorada. Eu ainda tentei convencê-la de que talvez ela tivesse tido algum pesadelo e que você deveria estar em alguma balada ou coisa parecida. Está tudo bem com você, não é filho? Jorginho não teve alternativa senão narrar o ocorrido. Ao mesmo tempo, já deduzia como sua mãe havia sabido do acidente. Sempre fora muito ligado a ela. E desde muito pequeno já se acostumara com a sua proteção espiritual, mesmo dormindo. Provavelmente, em sono, presenciou o acidente e retornou imediatamente ao seu corpo, preocupada com o filho. Um pai, por exemplo, pode vir a ser o Espírito protetor de seu filho? — Ele o pode, mas a proteção supõe um certo grau de elevação, um poder ou uma virtude a mais concedida por Deus. O pai que protege seu filho pode ser, ele mesmo, assistido por um Espírito mais elevado(Questão 507 de O Livro dos Espíritos).
(Recebido em email de [email protected]) |
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José Herculano Pires (25-09-1914 / 09-03-1979) |
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Nasceu na antiga Província do Rio Novo, hoje Província de Avaré, Zona Sorocabana. Filho do farmacêutico José Pires Corrêa e da pianista Bonina Amaral Simonetti Pires. Fez seus primeiros estudos em Avaré, Itaí e Cerqueira César. Revelou sua vocação literária desde que começou a escrever. Aos 9 anos fez o seu primeiro soneto, um decassílabo sobre o Largo São João, da cidade natal. Aos 16 anos publicou seu primeiro livro, Sonhos Azuis (contos) e aos 18 anos o segundo livro Coração (poemas livres e sonetos). Já possuía seis cadernos de poemas na gaveta, colaborava nos jornais e revistas da época, da província, de São Paulo e do Rio. Teve vários contos publicados com ilustrações na Revista da Semana e No Malho. Com Américo de Carvalho, Elias Salomão Farah e Luiz Aguiar (C. César) Duílio Gambini, Djalma Noronha e Raul Osuna Delgado (Avaré) Alfredo Nagib, Hilário Corrêa e Fuad Bunazar (Sorocaba) Benedito Almeida Júnior (Piracicaba) Cerqueira Leite, e Pedro José de Camargo (Itapetininga) fundou a União Artística do Interior, que promoveu dois concursos literários, um de poemas, pela sede da UAI em C. César, e outro de contos, pela Seção de Sorocaba.
Mário Graciotti o incluiu entre os colaboradores permanentes da seção literária de A Razão, em São Paulo, que publicava um poema de sua autoria todos os domingos. Nesse tempo já guardava três cadernos de contos e dois originais de romances em sua gaveta. Transformou (1928) o jornal político de seu pai em semanário literário e órgão da UAI. Mudou-se para Marília em 1940 (com 26 anos) onde adquiriu o jornal Diário Paulista e o dirigiu durante seis anos. Com José Geraldo Vieira, Zoroastro Gouveia, Osório Alves de Castro, Nchmja Singal, Anathol Rosenfeld e outros promoveu, através do jornal, um movimento literário na cidade e publicou Estradas e Ruas (poemas) que Érico Veríssimo e Sérgio Milliet comentaram favoravelmente. Em 1946 mudou-se para São Paulo e lançou seu primeiro romance, O Caminho do Meio, que mereceu críticas elogiosas de Afonso Schmidt, Geraldo Vieira e Wilson Martins. Repórter, redator, secretário, cronista parlamentar e crítico literário dos Diários Associados. Exerceu essas funções na Rua 7 de Abril por cerca de trinta anos. Publicou cerca de quarenta livros de Filosofia, Ensaios, História, Psicologia, Parapsicologia e Espiritismo, vários de parceria com Chico Xavier, e está lançando agora a série de ensaios Pensamento da Era Cósmica e a série de romances e novelas Ficção Científica Paranormal. Alega sofre de grafomania, escrevendo dia e noite. Não tem vocação acadêmica e não segue escolas literárias. Seu único objetivo é comunicar o que acha necessário, da melhor maneira possível. Graduado em Filosofia pela USP, publicou uma tese existencial: O Ser e a Serenidade.
OBRAS Filosofia Conceito Moderno de Poesia, Tip. Ipiranga, C. César, 1946 Reino, tese social-cristã, Lake, SP, 1947 Atlântida, Poesia e Mito, Ed. A Semana, C. César, 1948 Blavatski e Gandhi, Lake, SP, 1949. Os Filósofos, Cultrix, SP, 1960 Farias Brito, Ver. Filos. SP, 1960 As dimensões da Educação, FFCL, Araraquara, 1960 Ser e a serenidade, EDICEL, SP, 1960 Introdução à filosofia espírita, MEU, SP, 1965 Rousseau e a educação, Cultrix, SP, 1965 Renan e os evangelhos, Cultrix, SP, 1965 O verbo e a carne, Cairbar, SP, 1972 A pedra e o joio, Cairbar, SP, 1973 O espírito e o tempo, EDICEL, SP, 1964,77 Agonia das Religiões, Paidéia, SP, 1977
Psicologia e Parapsicologia Introdução à Psicologia, IBF (curso) SP, 1952 Parapsicologia e suas perspectivas, EDICEL, SP, 1964 Parapsicologia hoje e amanhã, EDICEL, SP, 1966 Parapsicologia e suas perspectivas, EDICEL, SP, edições atualizadas em 1974, 1976 e 1977 Arigó, um caso de fenomenologia paranormal, Francisco Alves, SP, 1963 Arigó, vida e mediunidade, EDICEL, SP, 1976 Psicologia da liderança, PAIDÉIA, SP, 1976 Pesquisa sobre o amor, PAIDËIA, SP Psicologia do desenvolvimento cultural, FFCLA, (curso), 1963
Ficção Literária Sonhos Azuis, Tip. Ipiranga, C. César, SP, 1930 Nhô Chico Bananeiro, contos, Ed. O Porvir, C. César, SP, 1928 Cabo velho & cia., contos, Ed. O Porvir, C. César, 1929 O sertanista, romance, Ed. A Semana, C. César, 1930 Cidades Vivas, contos da zona algodoeira, Ed. Rio Novo, Avaré, SP O caminho do meio, romance, Brasiliense, SP, 1948 Daga Moriga, Piratininga, SP, 1955 Tempo de magnólias, Piratininga, romance, SP, 1961 Um Deus vigia o planalto, romance, DN (folhetim ilustrado) SP, 1954, Francisco Alves, livro, SP, 1968 (Col. Terra Forte Barrabás o enjeitado, Lake, SP, Clube do Livro, 1961 (prêmio municipal de cultura), 1972 Lázaro, romance, EDICEL, SP, 1975-1977 Madalena, terceiro romance da trilogia "A conversão do mundo", EDICEL, 1978. Edição total da trilogia Adão e Eva, novela, PAIDËIA, 1977 O menino e o anjo, novela, PAIDËIA, 1977 Os sonhos nascem na areia, novela, PAIDËIA, 1978 Jamurana e as águas selvagens, PAIDÉIA, SP, 1978
Crônicas e ensaios Os caminhos de Hécate, EDICEL, SP, 1962 Crítica da teoria corpuscular do espírito, Cruso, SP, 1952 Espigão, crônica mariliense, Diário Paulista, SP, 1946 À margem da guerra, Diário Paulista, Marília, 1945 Chico Xavier pede licença, crônicas, Ed. G., SP, 1972 Na era do espírito, Ed. G., SP, 1973 Diálogo dos vivos, Ed. G., SP, 1974 Educação espírita, EDICEL, SP, 1970-77 Na hora do testemunho, PAIDËIA, SP, 1977
Poética Coração, poemas, Tip. Ipiranga, C. César, SP, 1932 Quando o outono chegar, poemas, Dat. Avareense, Avaré, 1932 Cânticos, Dat. Av. Avaré, SP, 1973 Poemas do tempo e da morte, Ed. Semana, C. César Estradas e ruas, poemas, Francisco Alves, SP, 1933 Mulher de pedra, poemas, Francisco Alves, SP, 1938 África-poema, Tip. O Minuto, SP, 1955 Mensagens, poemas, Tip. Paulista, SP, 1976 Murais, poemas, Ed. Palma, SP e Palermo, 1968 Para uma poética da era cósmica, PAIDËIA, 1978
Livros e Ação ... Abandono da infância, crônicas sobre a condição precária da infância na Média Sorocabana e conseqüente organização, com Elias Salomão Farah, Américo de Carvalho, Francisco Lanças e outros, da Cruzada Papai Noel para socorro às crianças pobres, Ed. O Porvir, C. César, 1936
Flores murchas, estudo sobre a carência de assistência médica e orientação alimentar da criança na região cerqueirense e conseqüente instalação do primeiro ambulatório infantil gratuito, sob orientação do Dr. Adalberto de Assis Nazaré, que gratuitamente o dirigiu e assistiu como médico, até o seu encampamento pela Prefeitura, que não conseguiu mantê-lo. Ed. O Porvir, Cerqueira César, 1937
Orientação pediátrica, trabalho em colaboração com o Dr. Adalberto de Assis Nazaré e conseqüente promoção do I concurso de robustez infantil da Sorocabana, com apoio da Estrada de Ferro Sorocabana, tendo o departamento oficial do Estado se recusado a editá-lo por ter a instituição promotora um nome estrangeiro: Cruzada Papai Noel - Tip. A Semana, Cerqueira César, 1936
Árvores sagradas, artigos em defesa das árvores do Jardim do Largo São João, em Avaré, que estava sendo devastado pela Prefeitura, e da arborização de várias ruas. Ed. Da Tip. Central, de Alberto Martins, Avaré, 1937
Ficção científica paranormal O túnel das almas, romance, PAIDËIA, SP, 1978 Metrô para o outro mundo, romance, PAIDËIA, SP, 1978 Fonte: Livro: Na hora do Testemunho Foto: http://www.geae.inf.br
José Herculano Pires, nasceu na cidade de Avaré, no estado de São Paulo a 25/09/1914, e desencarnou nesta capital em 09/03/1979. Filho do farmacêutico José Pires Correia e da pianista Bonina Amaral Simonetti Pires. Fez seus primeiros estudos em Avaré, Itaí e Cerqueira César. Revelou sua vocação literária desde que começou a escrever. Aos 9 anos fez o seu primeiro soneto, um decassílabo sobre o Largo São João, da sua cidade natal. Aos 16 anos publicou seu primeiro livro, "Sonhos Azues" (contos), e aos 18 anos o segundo livro, "Coração" (poemas livres e sonetos). Já possuía seis cadernos de poemas na gaveta, colaborava nos jornais e revistas da época, da província de São Paulo e do Rio. Teve vários contos publicados com ilustrações na Revista da Semana e no Malho..
Foi um dos fundadores da União Artística do Interior (UAI), que promoveu dois concursos literários, um de poemas pela sede da UAI em Cerqueira César, e outro de contos pela Seção de Sorocaba. Mário Graciotti o incluiu entre os colaboradores permanentes da seção literária de A Razão, em São Paulo, que publicava um poema de sua autoria todos os domingos. Transformou (1928) o jornal político de seu pai em semanário literário e órgão da UAI. Mudou-se para Marília em 1940 (com 26 anos), onde adquiriu o jornal "Diário Paulista" e o dirigiu durante seis anos. Com José Geraldo Vieira, Zoroastro Gouveia, Osório Alves de Castro, Nichemaja Sigal, Anthol Rosenfeld e outros promoveu, através do jornal, um movimento literário na cidade e publicou "Estradas e Ruas" (poemas) que Érico Veríssimo e Sérgio Millet comentaram favoravelmente. Em 1946 mudou-se para São Paulo e lançou seu primeiro romance, "O Caminho do Meio", que mereceu críticas elogiosas de Afonso Schimidt, Geraldo Vieira e Wilson Martins. Repórter, redator, secretário, cronista parlamentar e crítico literário dos Diários Associados. Exerceu essas funções na Rua 7 de Abril por cerca de trinta anos. Autor de 81 livros de Filosofia, Ensaios, Histórias, Psicologia, Pedagogia, Parapsicologia, Romances e Espiritismo, vários em parceria com Chico Xavier, sendo a maioria inteiramente dedicada ao estudo e divulgação da Doutrina Espírita... Lançou a série de ensaios Pensamento da Era Cósmica e a série de romances e novelas de Ficção Científica Paranormal. Alegava sofrer de grafomania, escrevendo dia e noite. Não tinha vocação acadêmica e não seguia escolas literárias. Seu único objetivo era comunicar o que achava necessário, da melhor maneira possível. Graduado em Filosofia pela USP em 1958, publicou uma tese existencial: "O Ser e a Serenidade". De 1959 a 1962, exerceu a cadeira de filosofia da educação na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara.
Foi membro titular do Instituto Brasileiro de Filosofia, seção de São Paulo, onde lecionou psicologia. Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo de 1957 a 1959. Foi professor de Sociologia no curso de jornalismo ministrado pelo Sindicato.
José Herculano Pires foi presidente e professor do Instituto Paulista de Parapsicologia de São Paulo. Organizou e dirigiu cursos de Parapsicologia para os Centros Acadêmicos: da Faculdade de Medicina da USP, da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, da Escola Paulista de Medicina e em diversas cidades e colégios do interior.
Fundou o Clube dos Jornalistas Espíritas de São Paulo em 23/01/1948. O Clube funcionou por 22 anos. Herculano foi membro da Academia Paulista de Jornalismo onde ocupou a Cadeira "Cornélio Pires" em 1964.
Herculano pertenceu também a União Brasileira de Escritores, onde exerceu o cargo de Diretor e Membro do Conselho no ano de 1964.
José Herculano Pires foi Chefe do Sub-Gabinete da Casa Civil da Presidência da República no governo do Sr. Jânio Quadros no ano de 1961, onde permaneceu até a renuncia do mesmo.
Espírita desde a idade de 22 anos não poupou esforço na divulgação falada e escrita da Doutrina Codificada por Allan Kardec, tarefa essa à qual dedicou a maior parte da sua vida. Durante 20 anos manteve uma coluna diária de Espiritismo nos Diários Associados com o pseudônimo de Irmão Saulo.
Durante quatro anos manteve no mesmo jornal uma coluna em parceria com Chico Xavier sob o título "Chico Xavier pede Licença". Foi Diretor fundador da revista "Educação Espírita" publicada pela Edicel.
Em 1954 publicou Barrabás, que recebeu um prêmio do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo, constituindo o primeiro volume da Trilogia Caminhos do Espírito.
Publicou em 1975, Lázaro e com o romance Madalena concluiu a Trilogia.
Traduziu cuidadosamente as obras da Codificação Kardecista enriquecendo-as com notas explicativas nos rodapés. Essas traduções foram doadas a diversas editoras espíritas no Brasil, Portugal, Argentina e Espanha.
Colaborou com o Dr. Júlio Abreu Filho na tradução da Revista Espírita.
Ao desencarnar deixou vários originais os quais vêm sendo publicados pela Editora Paidéia.
http://www.editorapaideia.com.br/Herculano_Pires/herculano_pires.html
(Copiado de http://www.feparana.com.br/topico/?topico=663) |
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José Herculano Pires participando do programa Pinga Fogo com Chico Xavier Acesse aqui: https://www.youtube.com/watch?v=O-uVMwsYQI8 |
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A oradora Heloísa Pires, filha de José Herculano Pires em palestra no Fraternidade Espírita Gina em São Paulo. 28-03-2015. Foto Ismael Gobbo |
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Evento comemorativo dos 100 anos de José Herculano realizado no sábado, 20/09/2014, no auditório da FEAL – Fundação Espírita André Luiz, em São Paulo. Fotos Ismael Gobbo LEIA AS INFORMAÇÕES DO EVENTO COM FOTOS AQUI: https://www.noticiasespiritas.com.br/2014/SETEMBRO/22-09-2014.htm |
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Pinga-Fogo. Origem das obras psicografadas José Herculano Pires e Chico Xavier |
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ACESSE: https://www.youtube.com/watch?v=O-uVMwsYQI8
José Herculano Pires
Chico Xavier |
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José Herculano Pires |
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1914- 1979 José Herculano Pires nasceu na cidade de Avaré, no estado de São Paulo em 25 de setembro de 1914 e desencarnou em 09 de março de 1979. Filho do farmacêutico José Pires Correia e da pianista Bonina Amaral Simonetti Pires, fez seus primeiros estudos em Avaré, Itaí e Cerqueira César. Revelou sua vocação literária desde que começou a escrever. Aos 9 anos fez o seu primeiro soneto, um decassílabo sobre o Largo São João, da sua cidade natal. Aos 16 anos publicou seu primeiro livro, "Sonhos Azuis" (contos), e aos 18 anos o segundo livro, "Coração" (poemas livres e sonetos). Teve vários contos publicados com ilustrações na Revista da Semana e no Malho. Foi um dos fundadores da União Artística do Interior (UAI), que promoveu dois concursos literários, um de poemas pela sede da UAI em Cerqueira César, e outro de contos pela Seção de Sorocaba. Mário Graciotti o incluiu entre os colaboradores permanentes da seção literária de “A Razão”, em São Paulo, que publicava um poema de sua autoria todos os domingos. Transformou (1928) o jornal político de seu pai em semanário literário e órgão da UAI. Mudou-se para Marília em 1940 (com 26 anos), onde adquiriu o jornal "Diário Paulista" e o dirigiu durante seis anos. Com José Geraldo Vieira, Zoroastro Gouveia, Osório Alves de Castro, Nichemaja Sigal, Anthol Rosenfeld e outros, promoveu, através do jornal, um movimento literário na cidade e publicou "Estradas e Ruas" (poemas) que Érico Veríssimo e Sérgio Millet comentaram favoravelmente. Em 1946 mudou-se para São Paulo e lançou seu primeiro romance, "O Caminho do Meio", que mereceu críticas elogiosas de Afonso Schmidt, Geraldo Vieira e Wilson Martins. Repórter, redator, secretário, cronista parlamentar e crítico literário dos Diários Associados, exerceu essas funções na Rua 7 de Abril por cerca de trinta anos. Autor de 81 livros de Filosofia, Ensaios, Histórias, Psicologia, Pedagogia, Parapsicologia, Romances e Espiritismo, vários em parceria com Chico Xavier, sendo a maioria inteiramente dedicada ao estudo e divulgação da Doutrina Espírita. Lançou a série de ensaios Pensamento da Era Cósmica e a série de romances e novelas de Ficção Científica Paranormal. Alegava sofrer de grafomania, escrevendo dia e noite. Não tinha vocação acadêmica e não seguia escolas literárias. Seu único objetivo era comunicar o que achava necessário, da melhor maneira possível. Graduado em Filosofia pela USP em 1958, publicou uma tese existencial: "O Ser e a Serenidade". De 1959 a 1962, exerceu a cadeira de filosofia da educação na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara. Foi membro titular do Instituto Brasileiro de Filosofia, seção de São Paulo, onde lecionou psicologia. Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo de 1957 a 1959. Foi professor de Sociologia no curso de jornalismo ministrado pelo Sindicato. José Herculano Pires foi presidente e professor do Instituto Paulista de Parapsicologia de São Paulo. Organizou e dirigiu cursos de Parapsicologia para os Centros Acadêmicos: da Faculdade de Medicina da USP, da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, da Escola Paulista de Medicina e em diversas cidades e colégios do interior. Fundou o Clube dos Jornalistas Espíritas de São Paulo em 23/01/1948. O Clube funcionou por 22 anos. Herculano foi membro da Academia Paulista de Jornalismo onde ocupou a Cadeira "Cornélio Pires" em 1964. Herculano pertenceu também à União Brasileira de Escritores, onde exerceu o cargo de Diretor e Membro do Conselho no ano de 1964. José Herculano Pires foi Chefe do Subgabinete da Casa Civil da Presidência da República no governo do Sr. Jânio Quadros no ano de 1961, função em que permaneceu até a renúncia do presidente. Espírita desde a idade de 22 anos, não poupou esforço na divulgação falada e escrita da Doutrina Codificada por Allan Kardec, tarefa essa à qual dedicou a maior parte da sua vida. Durante 20 anos manteve uma coluna diária de Espiritismo nos Diários Associados com o pseudônimo de Irmão Saulo. Durante quatro anos manteve no mesmo jornal uma coluna em parceria com Chico Xavier sob o título "Chico Xavier pede Licença". Foi Diretor fundador da revista "Educação Espírita" publicada pela Edicel. Em 1954 publicou “Barrabás”, que recebeu um prêmio do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo, constituindo o primeiro volume da Trilogia “Caminhos do Espírito”. Publicou em 1975 “Lázaro” e com o romance “Madalena” concluiu a Trilogia. Traduziu cuidadosamente as obras da Codificação Kardecista enriquecendo-as com notas explicativas nos rodapés. Essas traduções foram doadas a diversas editoras espíritas no Brasil, Portugal, Argentina e Espanha. Colaborou com o Dr. Júlio Abreu Filho na tradução da Revista Espírita. Ao desencarnar deixou vários originais os quais vêm sendo publicados pela Editora Paideia.
(Copiado de http://www.oconsolador.com.br/linkfixo/biografias/joseherculanopires.html) |
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Sebastião Paraná de Sá Sottomaior |
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Publicação de Mundo Espírita Setembro/2008.
Nasceu em Curitiba em 19 de novembro de 1864, o grande educador Sebastião Paraná marcando a sua existência com exemplos de dinamismo infatigável em prol da Doutrina. Casou-se com Elvira da Costa Faria Paraná, em 19 de dezembro de 1905. Não teve filhos. Diplomou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. Muito contribuiu para enriquecer as letras e a cultura do Paraná. Geógrafo notável publicou obras que representam o melhor que se possui na matéria. Entre elas: Esboço geográfico do Paraná (1889), Corografia do Paraná (1899), O Brasil e o Paraná (1925), Guia do comerciante (1909), Os Estados da República (1911), Exultação (1913), O alcoolismo e o jogo (1913), Galeria Paranaense (1922), Países da América (1922), Países da Europa (1926), Efemérides da Revolução de outubro de 1930 no Estado do Paraná (1931). Sua obra O Brasil e o Paraná alcançou um número expressivo de edições, nunca antes registrado na bibliografia local. Em 1941, apareceu a 22ª edição. Como homem público exerceu altos cargos com descortínio e austeridade. Foi Diretor da Secretaria do Interior e Justiça do Paraná, a pedido, foi transferido para a direção do Museu Paranaense e Biblioteca Pública do Paraná, professor catedrático de Geografia e Corografia do Brasil, no Ginásio Paranaense e Escola Normal de Curitiba. Em 1906, regeu a Cadeira de História Universal no Ginásio Paranaense. Em 1916, exerceu a Superintendência Geral do ensino, foi Diretor do Ginásio Paranaense e professor da Universidade Federal do Paraná. Alcançou a patente de capitão da reserva do Exército Nacional, tendo servido como praça, no Batalhão Patriótico Benjamin Constant e foi deputado no Congresso Legislativo do Paraná, na legislatura 1902/1903. Pertenceu à Comissão de Instrução Pública, fez parte do Conselho Superior do Ensino Público no Paraná. Em 1905, foi nomeado, por indicação do Governo do Estado, agente auxiliar do Arquivo Nacional, no Paraná. Pertenceu ainda ao Centro de Letras do Paraná e Academia de Letras do Paraná. Sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, do Instituto Geográfico Argentino, da Sociedade de Geografia de Lisboa. Como jornalista foi Diretor do Jornal A Tribuna, Redator de A República e de O Município. Foi fundador da Federação Espírita do Paraná, em 24 de agosto de 1902, junto a outros homens valorosos e foi seu primeiro presidente eleito, após a aprovação do Estatuto Social, em 4 de outubro de 1903. Permaneceu no cargo, por reeleição, até 13 de janeiro de 1907. Também foi, na Federação Espírita do Paraná – FEP, Membro da Comissão Central de 2 de agosto de 1908 a 18 de julho de 1909 e de 13 de janeiro de 1918 a 1919. Ocupou ainda o cargo de diretor do Núcleo Central, diretor da Caixa Escolar e de Estudos Doutrinários. Escreveu o livro Vade-mecum (Preces e ensinos espíritas), editado pela FEP, em 1929-1930. Curitiba prestou sua homenagem, dedicando-lhe uma rua com o nome, no bairro Vila Izabel. Desencarnou em 08 de março de 1938.
(O texto foi copiado de http://www.mundoespirita.com.br/?materia=sebastiao-parana-de-sa-sottomaior) |
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Sebastião Paraná Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sebasti%C3%A3o_Paran%C3%A1#/media/File:Sebasti%C3%A3o_Paran%C3%A1.jpg |
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Vista de Curitiba no ano de 1900 com registros de população. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Curitiba-view.jpg |
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Provas voluntárias. O verdadeiro cilício. |
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26. Perguntais se é lícito ao homem abrandar suas próprias provas. Essa questão equivale a esta outra: É lícito, àquele que se afoga, cuidar de salvar-se? Àquele em quem um espinho entrou, retirá-lo? Ao que está doente, chamar o médico? As provas têm por fim exercitar a inteligência, tanto quanto a paciência e a resignação. Pode dar-se que um homem nasça em posição penosa e difícil, precisamente para se ver obrigado a procurar meios de vencer as dificuldades. O mérito consiste em sofrer, sem murmurar, as consequências dos males que lhe não seja possível evitar, em perseverar na luta, em se não desesperar, se não é bem-sucedido; nunca, porém, numa negligência que seria mais preguiça do que virtude. Essa questão dá lugar naturalmente a outra. Pois, se Jesus disse: “Bem-aventurados os aflitos”, haverá mérito em procurar, alguém, aflições que lhe agravem as provas, por meio de sofrimentos voluntários? A isso responderei muito positivamente: sim, há grande mérito quando os sofrimentos e as privações objetivam o bem do próximo, porquanto é a caridade pelo sacrifício; não, quando os sofrimentos e as privações somente objetivam o bem daquele que a si mesmo as inflige, porque aí só há egoísmo por fanatismo. Grande distinção cumpre aqui se faça: pelo que vos respeita pessoalmente, contentai-vos com as provas que Deus vos manda e não lhes aumenteis o volume, já de si por vezes tão pesado; aceitá-las sem queixumes e com fé, eis tudo o que de vós exige Ele. Não enfraqueçais o vosso corpo com privações inúteis e macerações sem objetivo, pois que necessitais de todas as vossas forças para cumprirdes a vossa missão de trabalhar na Terra. Torturar e martirizar voluntariamente o vosso corpo é contravir a Lei de Deus, que vos dá meios de o sustentar e fortalecer. Enfraquecê-lo sem necessidade é um verdadeiro suicídio. Usai, mas não abuseis, tal a lei. O abuso das melhores coisas tem a sua punição nas inevitáveis consequências que acarreta. Muito diverso é o que ocorre, quando o homem impõe a si próprio sofrimentos para o alívio do seu próximo. Se suportardes o frio e a fome para aquecer e alimentar alguém que precise ser aquecido e alimentado e se o vosso corpo disso se ressente, fazeis um sacrifício que Deus abençoa. Vós que deixais os vossos aposentos perfumados para irdes à mansarda infecta levar a consolação; vós que sujais as mãos delicadas pensando chagas; vós que vos privais do sono para velar à cabeceira de um doente que apenas é vosso irmão em Deus; vós, enfim, que despendeis a vossa saúde na prática das boas obras, tendes em tudo isso o vosso cilício, verdadeiro e abençoado cilício, visto que os gozos do mundo não vos secaram o coração, que não adormecestes no seio das volúpias enervantes da riqueza, antes vos constituístes anjos consoladores dos pobres deserdados. Vós, porém, que vos retirais do mundo, para lhe evitar as seduções e viver no insulamento, que utilidade tendes na Terra? Onde a vossa coragem nas provações, uma vez que fugis à luta e desertais do combate? Se quereis um cilício, aplicai-o às vossas almas, e não aos vossos corpos; mortificai o vosso Espírito, e não a vossa carne; fustigai o vosso orgulho, recebei sem murmurar as humilhações; flagiciai o vosso amor-próprio; enrijai-vos contra a dor da injúria e da calúnia, mais pungente do que a dor física. Aí tendes o verdadeiro cilício cujas feridas vos serão contadas, porque atestarão a vossa coragem e a vossa submissão à vontade de Deus. – Um anjo guardião. (Paris, 1863.)
(O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, FEB. Bem-aventurados os aflitos, Cap. V, 26) |
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Espinheiro. Cafarnaum, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Estátua – O menino do espinho. Autor desconhecido. Cópia de original romana. Séc. I – III d.C. Museu Nacional de Belas Artes. Santiago, Chile. Foto Ismael Gobbo |
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A cura da filha de Jairo. Óleo sobre papel montado em tela de Paolo Veronese. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Paolo_Veronese_cat01c.jpg |
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Pintura de Antonio da Firenze (século XV) retratando um penitente se autoflagelando aos pés de uma imagem de Cristo crucificado Imagem/fonte: Trabalho próprio , sailko |
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Estudo para Jesus em Cafarnaum (1885). Óleo sobre tela de Rodolpho Amoêdo Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo. Foto Ismael Gobbo |
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Amor Infinito Fenômenos Mediúnicos |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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