Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita

São Paulo, SP, segunda-feira, 23 de março de 2026.

Compiladas por Ismael Gobbo

 

 

 

Notas

1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento.

2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes  diversas via e-mail  e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec.  Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.

 

3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).

 


 

Atenção

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Publicação em sequência

Revista Espírita – Ano 7 - 1864

 

 

 

 

(Copiado do site Febnet)

 

Livros de Kardec que a FEB Editora traz a você, prezado leitor. Acesse, leia e divulgue!

 https://www.febnet.org.br/blog/geral/divulgacao/downloads-divulgacao/obras-basicas/

http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/07/Oevangelio-segundo-o-espiritismo-171x240.jpg

“O Evangelho segundo o Espiritismo” é um dos cinco livros que constituem o corpo doutrinário do Espiritismo. “O Evangelho segundo o Espiritismo” é o ensino moral do Cristo Jesus para os cristãos de qualquer crença, desenvolvido pelos Espíritos de Luz em comunicações mediúnicas recolhidas, organizadas, comentadas e trazidas a público pelo Codificador Allan Kardec. Se o leitor é cristão, leia com aplicação o ensino moral do Mestre Jesus para a Humanidade sofredora e dê-se conta de conteúdos que talvez nunca antes tenha percebido, ou compreendido plenamente. Se não é cristão, mas um espírito indagador, leia com respeito a orientação desse Espírito divino, dada há dois mil anos e sempre atual, em seu caráter educativo, motivador e consolador.

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Dos cinco livros fundamentais que compõem a Codificação do Espiritismo, este foi o primeiro, reunindo os ensinos dos Espíritos Superiores através de médiuns de várias partes do Mundo. Ele é o marco inicial de uma Doutrina que trouxe uma profunda repercussão no pensamento e na visão de vida de considerável parcela da Humanidade, desde 1857, data da primeira edição francesa. Estruturado em quatro partes e contendo 1.019 perguntas formuladas pelo Codificador, aborda os ensinamentos espíritas, de uma forma lógica e racional, sob os aspectos científico, filosófico e religioso. Independentemente de crença ou convicção religiosa, a leitura de “O Livro dos Espíritos” será de imenso valor para todos, porque trata de Deus, da imortalidade da alma, da natureza dos Espíritos, de suas relações com os homens, das leis morais, da vida presente, da vida futura e do porvir da Humanidade, assuntos de interesse geral e de grande atualidade.

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“O Livro dos Médiuns” é uma das cinco obras que constituem a Codificação da Doutrina Espírita. Reúne “o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o mundo invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os tropeços que se podem encontrar na prática do Espiritismo”. Apresenta ainda, na parte final, precioso vocabulário básico espírita. De leitura e consulta indispensável para os espíritas, será sempre uma preciosa fonte de conhecimento também para qualquer pessoa indagadora e atenta ao fenômeno mediúnico, que se manifesta crescentemente no mundo inteiro, dentro ou fora das atividades espíritas. Sendo os homens parte integrante do intercâmbio entre os dois planos da vida o material e o espiritual, o melhor é que conheçamos, e bem, os mecanismos desse relacionamento. “O Livro dos Médiuns” é o manual mais seguro para todos os que se dedicam às atividades de comunicação com o Mundo Espiritual.

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Esta é uma das cinco obras básicas que compõem a Codificação do Espiritismo. Seu principal escopo é explicar a Justiça de Deus à luz da Doutrina Espírita. Objetiva demonstrar a imortalidade do Espírito e a condição que ele usufruirá no Mundo Espiritual, como conseqüência de seus próprios atos. Divide-se em duas partes: A primeira, estabelece um exame comparado das doutrinas religiosas sobre a vida após a morte. Mostra fatos como a morte de crianças, seres nascidos com deformações, acidentes coletivos e uma gama de problemas que só a imortalidade da alma e a reencarnação explicam satisfatoriamente. Kardec procura elucidar temas como: anjos, céu, demônios, inferno, penas eternas, purgatório, temor da morte, a proibição mosaica sobre a evocação dos mortos, etc. Apresenta, também, a explicação espírita contrária à doutrina das penas eternas. A segunda parte, resultante de um trabalho prático, reúne exemplos acerca da situação da alma durante e após a desencarnação. São depoimentos de criminosos arrependidos, de espíritos endurecidos, de espíritos felizes, medianos, sofredores, suicidas e em expiação terrestre. Livros da Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, 1857; O Livro dos Médiuns, 1861; O Evangelho segundo o Espiritismo, 1864; O Céu e o Inferno, 1865; A Gênese, 1868.

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É uma das cinco obras básicas da Codificação do Espiritismo. É um livro que, conhecido e estudado, proporciona uma oportunidade excepcional de imersão em grandes temas de interesse universal, abordados de forma lógica, racional e reveladora. Divide-se em três partes: Na primeira parte, analisa a origem do planeta Terra, de forma coerente, fugindo às interpretações misteriosas e mágicas sobre a criação do mundo; Em sua segunda parte, aborda a questão dos milagres, explicando a natureza dos fluidos e os fatos extraordinários contidos no Evangelho; Na terceira parte enfoca as predições do Evangelho, os sinais dos tempos e a geração nova, que marcará um novo tempo no Mundo com a prática da justiça, da paz e da fraternidade. Os assuntos apresentados nos dezoito capítulos desta obra têm como base a imutabilidade das grandiosas Leis Divinas.

Obras que complementam o Pentateuco da Doutrina Espírita

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Obra publicada após a desencarnação de Allan Kardec, apresenta, no começo, bem escrita biografia do Codificador, seguida do discurso que Camille Flammarion pronunciou quando do seu sepultamento. Reunindo importantes registros deixados por Allan Kardec, acerca de pontos doutrinários e fundamentação do Espiritismo, divide-se este trabalho em duas grandes partes. A primeira aborda assuntos como: caráter e conseqüências religiosas das manifestações dos Espíritos; as cinco alternativas da Humanidade; questões e problemas; as expiações coletivas; liberdade, igualdade, fraternidade; música espírita; a morte espiritual; a vida futura A segunda inclui apontamentos em torno da iniciação espírita e o roteiro missionário de Kardec, assim como uma “exposição de motivos”, apresentada na “Constituição do Espiritismo”, como precioso legado do mestre lionês às sociedades espíritas do futuro.

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Obra sempre atual, útil aos adeptos da Doutrina Espírita, como também àqueles que desejam conhecer a natureza do Espiritismo e a definição de seus pontos fundamentais. A lógica e o bom senso de Allan Kardec aí se evidenciam, desconcertando os negativistas e clareando as indagações dos que acreditam e aspiram à vida superior. Divide-se em 3 capítulos: O primeiro, sob a forma de diálogos com um crítico, um céptico e um padre, traz respostas àqueles que desconhecem os princípios básicos da Doutrina, bem como apropriadas refutações aos seus contraditores. O segundo capítulo, expõe partes da ciência prática e experimental, caracterizando-se como um resumo de O Livro dos Médiuns. No terceiro capítulo, é publicado o resumo de O Livro dos Espíritos, com a solução, apontada pela Doutrina Espírita, de problemas de ordem psicológica, moral e filosófica. Contém também a biografia de Allan Kardec, por Henri Sausse.

http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/07/Montagem-revista-espirita-2.jpgClique para baixar
COLEÇÃO REVISTA ESPÍRITA 

 

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Cristo Redentor no Corcovado. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo

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Busto de Allan Kardec. Praça Allan Kardec. Guarulhos, SP, Brasil. Foto Ismael Gobbo.

 

COM ESTA POSTAGEM CONCLUÍMOS O REPASSE DO VOLUME 7 DA REVISTA ESPÍRITA, DE ALLAN KARDEC,  INICIADO NO DIA 20  DE OUTUBRO 2025. A PARTIR DE TERÇA-FEIRA, DIA 24 DE MARÇO DE 2026.+.

 INICIAREMOS O REPASSE DO VOLUME 8. FONTE: SITE FEBNET DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA.

 

 

 

 

O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEBFederação Espírita Brasileira

 

 

CAPÍTULO XXVIII

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Coletânea de preces espíritas

 

 

–  Preâmbulo –  Preces gerais – Preces para si mesmo  – Preces pelos outros

– Preces pelos que já não são da Terra – Preces pelos doentes e obsidiados

 

II- Preces para si mesmo

 

Nas aflições da vida

 

      26. PREFÁCIO. Podemos pedir a Deus favores terrenos e Ele nos pode concedê-los, quando tenham um fim útil e sério. Mas como sempre julgamos a utilidade das coisas do nosso ponto de vista e como as nossas vistas se limitam ao presente, nem sempre vemos o lado mau do que desejamos. Deus, que vê melhor que nós e que só quer o nosso bem, pode recusar o que lhe pedirmos, como um pai nega ao filho o que lhe seja prejudicial. Se o que pedimos não nos é concedido, não devemos por isso entregar-nos ao desânimo; devemos pensar, ao contrário, que a privação do que desejamos nos é imposta como prova, ou com expiação, e que a nossa recompensa será proporcional à resignação com que a tivermos suportado. (Cap. XXVII, item 6; cap. II, itens 5 a 7.)

      27. PRECE. Deus Onipotente, que vês as nossas misérias, escuta com benevolência a súplica que neste momento te dirijo. Se o meu pedido é despropositado, perdoa-me; se é justo e conveniente aos teus olhos, que os Espíritos bons, executores das tuas vontades, venham em meu auxílio para que ele seja satisfeito.

     Como quer que  seja, meu Deus, faça-se a tua vontade. Se os meus desejos não forem atendidos, é que está nos teus desígnios experimentar-me e eu me submeto sem me queixar. Faze que eu não seja tomado por nenhum desânimo e que nem a minha fé nem a minha resignação sofram qualquer abalo.

      (Formular o pedido.)

 

II-Preces para si mesmo

Próximo

Ações de graças por um favor obtido

 

(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira)

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/JUNHO/18-06-2019_arquivos/image012.jpg

Jesus orando no Getsêmani. Óleo de Heinrich Hofmann.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Christ_in_Gethsemane.jpg

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEjLKhyOfrFH_NNYCz_u7NYFZXb-zf5UjboT19OW7Rc8RWJ2x_wTFS3McKwnhn94YWS6nNoNZ6JMWE2GpRE8Wf88zdhvz4vVa5NeVKoL7G0StI6MQsWXwYpfEAOhyw3siAln3hkr4t81VY_NXic6aGd-Y1rSWaA9eOUclS5sSCXDS8gi8Bf1gPRn6apc8A

“Ai de vocês,  Escribas e Fariseus”.  Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot.

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Brooklyn_Museum_-_Woe_unto_You,_Scribes_and_Pharisees_(Malheur_%C3%A0_vous,_scribes_et_pharisiens)_-_James_Tissot.jpg

 

Autor Andrea Pozzo (1642–1709) wikidata:Q380103 s:en:Author:Andrea Pozzo q:it:Andrea Pozzo Tipo de objeto pintura Descrição Anjo da guarda Data cerca de 1685 Técnica pintura Fonte/Fotógrafo [1]

Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Guardian-Angel-1685-94-Andrea-Pozzo.jpg

O evangelista Mateus

Rembrandt (1606–1669) wikidata:Q5598 s:en:Autor:Rembrandt Harmenszoon van Rijn q:en:Rembrandt imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título O evangelista Mateus e o anjo Pintura de tipo de objeto Edite isto no Wikidata Gênero arte religiosa Edite isto no Wikidata Pessoas retratadas Mateus, o Apóstolo Edite isto no Wikidata Data 1661 Óleo médio sobre tela Altura das dimensões: 96 cm (37,7 pol.); largura: 81 cm (31,8 pol.) Coleção Wikidata do Louvre-Lens:Q405543 (inventário).

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel.jpg

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/MARCO/15-03-2019_arquivos/image011.jpg

O Livro dos Médius, lançado por Allan Kardec em janeiro de 1861.

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2ZOCEItMmIaNJoJrCGjfLK3kWyADIlr-fOFwEz4LVLGeNUnC75uNpDXriJZR91D2_zfOsFsyhvYeDnYz65lXmbflId5dj_gaTqIu8tUIjOO95c1UJ_C4ireMXQiPPjsKN5OlDoBRgpKtU/

O grande médium Francisco Cândido Xavier psicografando no Centro Espírita Luiz Gonzaga, em  Pedro Leopoldo,          MG. Imagem/fonte: http://professorricardovieira.blogspot.com.br/2014/04/biografia-de-chico-xavier.html

 

Autor Josef August Untersberger (1864–1933) wikidata:Q1231330 Tipo de objeto pintura Descrição Cristo no Monte das Oliveiras. Técnica pintura Notas Josef Untersberger, artista austríaco costuma assinar suas pinturas como Giovanni. Fonte/fotógrafo próprio scan, 27/08/2013 19:45:55.

Imagem/fonte: https://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:Christ_on_the_Mount_of_Olives_by_Giovanni.jpg

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjY_HDoegehISMfSw4DYrcMCAm349QMNQPK_ZgXe3KHD8BlXmVStObEFEUAJckg4mJpM41_1dPOuR6qHV77gi2c0FpOCdhyphenhyphenC_ObzCIcJX4toWjsvXI1JIa8sba-Qn0TW7d86834J60u7ug7/

O Sermão da Montanha. Autor: Harold Copping.

Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Matthew_6:17

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjTuTGDD_2RaNAaq2FJ1-EPKm1P_LlNg2BQqFac4fSHGwUVhxvsi6nVmgsF5rn7ETLsw15Z3oIzV2oGeUOimdJBuW61jNZjornCvw0RaYq-3EJAchnyU8ZSGbHDU9Tz5ikyvR38xjbeB9z2/

Apóstolo  Paulo. Óleo sobre tela de Jan Lievens. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jan_Lievens,_Painting_of_St_Paul,_ca._1627-29._Oil_on_canvas._Nationalmuseum_Sweden.jpg

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi3YCU4rYtTEXyH24SKT7nX-oyxGxV3NFE-ObEJR5OUmQ4KB1kDch0Tm8Q8qoeR7bAH95FcP1tO4qZe7AXPvw3kyhzV3OHYqkHK9FDzIH7LF76HyZDDAShASklLNdPjGv9wxUci0grGamZB/

Velha orando. Óleo sobre tela por Theophile M. Lybaert. 1915.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Theophile_Lybaert_-_Old_Flanders.jpeg

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOG0WVvZX143zm5BDBKiyoyp4SYnFck_EjCvR5KP7JrA2IBdI9rJ96a6CcsNqsxpjnShOduWNjv8yzlYQEvYSuTNk3_34GD8EI5CyZK_vXARt2sjW-9EXybp0fRWiccDG8Mi3WEfjnLDpW/

Prece do “Pai Nosso”. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/dc/Brooklyn_Museum_-_The_Lord%27s_Prayer_%28Le_Pater_Noster%29_-_James_Tissot.jpg

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNsJyqO-LVnW0b6wituU0_ydxTUUYsuOU6KqkfR3Rc7xybEN_th5OcGL11jJoQD3aVdz_1r4SxonNgoIBfuo-nzIUdUd9i5lfnP47LrNrtHaAQTRAO45-19Cv-rjEdvldr7kf7hKXlI0JG/

Jesus ensina o povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:

https://es.m.wikipedia.org/wiki/Archivo:Brooklyn_Museum_-_Jesus_Teaches_the_People_by_the_Sea_(J%C3%A9sus_enseigne_le_peuple_pr%C3%A8s_de_la_mer)_-_James_Tissot_-_overall.jpg

 

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Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner.

Imagem/fonte:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg

 

No diálogo de Jesus com Nicodemos, um fariseu, falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8) 

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEitNI-Y-SGYiflNvx9PyT6LUCzhMv_CH3PZzemPKQA8DlUH-Dj8e9vdm8kxzXNIzec-CaJkesn7l0eoZqbyyCvJ6Tg5UEImay0xMzN2XG6NSK76SCDDQ62Ig5-Y1Tr0xDpVBY7YXSVggIJK8hlhXLgkLTAK27-UT5OKBkRqpXYkhJ7Z-7GsP3jwW0zAFg

Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik

Imagem/fonte:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp

 

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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo

Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard

 

 

 

 Apedrejamento moral

  

O apedrejamento é uma das formas mais antigas e brutais de execução de que se tem registro na História da Humanidade.

No contexto bíblico e na sociedade judaica da época de Jesus, era reservado para crimes considerados gravíssimos, como o adultério, a blasfêmia ou a idolatria.

Recordamos que o jovem Estêvão, considerado o primeiro mártir da Boa Nova, foi apedrejado pela acusação de blasfêmia contra Deus e Moisés.

O ato não era apenas uma punição física, mas um ritual de exclusão comunitária. Ao lançar pedras, a sociedade declarava que aquele indivíduo não era mais digno de habitar entre os vivos, transformando a execução em um espetáculo de dor lenta e humilhação pública.

Em algumas regiões do nosso planeta, continua vigente, qual um lembrete sombrio de como a intolerância pode se institucionalizar, ignorando a dignidade humana em nome de um julgamento implacável.

A Anistia Internacional tem desenvolvido campanhas para a abolição plena dessa penalidade e feito apelos diretos a países que utilizam ou preveem o apedrejamento para que abandonem essa prática.

No entanto, para além das pedras físicas que ferem o corpo, existe um apedrejamento simbólico que alguns enfrentamos diariamente.

Na arena social, as pedras são substituídas por palavras, olhares e silêncios punitivos.

Quando lançamos uma mentira em uma rede social ou um boato de corredor, isso funciona exatamente como um projétil.

Atinge o alvo com força e deixa marcas que, às vezes, levam anos para cicatrizar.

Talvez uma das pedras mais pesadas seja a do desprezo, especialmente quando direcionada às melhores intenções. Dedicamos tempo, energia e amor em alguma ação benemérita e recebemos a crítica destrutiva ou o julgamento de quem nada faz.

Podemos chamar de apedrejamento da boa vontade, em que o esforço altruísta é tido como vaidade ou erro.

Suportar ser apedrejado psicologicamente exige uma força interior profunda. Jesus, ao confrontar os acusadores da mulher adúltera, trouxe a reflexão: Aquele que estiver sem pecado, atire a primeira pedra.

Essa frase não apenas interrompeu uma execução física, mas desarmou o tribunal moral da época.

Dessa maneira, frente às pedras da calúnia e do desprezo que possam nos atingir no trabalho, na família ou na vida social, o desafio é não revidar com o mesmo peso.

Embora as feridas doam, elas não têm o poder de mudar quem somos, a menos que permitamos que o ódio do outro se torne o nosso próprio veneno.

Para lidar com o apedrejamento moral, especialmente quando ele vem de onde menos esperamos, como para nossos gestos de maior entrega, fortaleçamos nossa imunidade emocional. E não percamos tempo em nossa defesa.

Gastar energia nos defendendo de calúnias infundadas apenas alimenta o conflito. Deixemos que o tempo e a constância do nosso trabalho falem por nós.

As pedras que nos lançam, e que nos ferem, são as mesmas que, sob o solo da paciência, pavimentarão o caminho da nossa vitória moral.

Permaneçamos firmes no bem.

Redação do Momento Espírita
Em 21.3.2026

 

 

(Copiado de  https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7602&stat=0)

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhN9ECNfsCmrM2t19ImrPqtKCz8WBZLnomBXuKVL5fE8fkgptpdfPQIYxLQkeFNJZq4uXp6DbCH0ERpBHuw9Ed1OIX-JL9-WfXCSss17htUkZ_XynkADnORlO_oDNq9XWrW_P5Urw0AepBX/

Quadro: O apedrejamento de Santo Estêvão. Têmpera sobre tela de Vittore Carpaccio

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Vittore_Carpaccio_084.jpg

 

 

O Apedrejamento de Estêvão

E, ouvindo eles isto, enfureciam-se em seus corações, e rangiam os dentes contra ele.
Mas ele, estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus;
E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus.
Mas eles gritaram com grande voz, taparam os seus ouvidos, e arremeteram unânimes contra ele.
E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas capas aos pés de um jovem chamado Saulo.
E apedrejaram a Estêvão que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito.
E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu.
Atos 7:54-60

 

também Saulo consentiu na morte dele. E fez-se naquele dia uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos pelas terras da Judéia e de Samaria, exceto os apóstolos.
Atos 8:1

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgE04BkouCWT50l6xltMJGS8C0O39nt99MmSXZo6joDBRuUkWaX7SGjO1p5eQtjiIcCne-xGQPmIKIrVXhA5Peax1hoopbvX6MzeRv1vUoYeDehJDUy27saY7AHZEjvjoBoiAGBiIhPGglG/

Cristo e a mulher adúltera. Óleo no cobre por Pieter van Lint.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Cristo_y_la_mujer_adultera.jpg

 

 

 

Jesus, porém, foi para o Monte das Oliveiras.
E pela manhã cedo tornou para o templo, e todo o povo vinha ter com ele, e, assentando-se, os ensinava.
E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério;
E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando.
E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?
Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra.
E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.
E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra.
Quando ouviram isto, redargüidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio.
E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?
E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais.
João 8:1-11

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhl_zRnGg1sibiLeLmnlWoI9deAWVQcz_ZMo7CqcrDH8Wb5EeV_OWs5jDNB5_X9meTCc8dovBOB91iYMEdRl886WI1nT1WTpDOmrRmdR_7ufRBFPfuE2GL8_f9OmwldAlr_X_YBeo4pzV5y/

Jesus em tela bordada por Alexandra Herrmann (imagem cedida por Oceano Vieira de melo)

A data do nascimento de Jesus é comemorada no dia 25 de dezembro “Dia de Natal”.

 

(Colaboração recebido em email de Leopoldo Zanardi

 

 

 

Em silêncio

 

Pelo Espírito Emmanuel.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Vinha de Luz. Lição nº 04. Página 21.

 

"Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos do Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus."  Paulo. (Efésios, 6:6.)

 

Se sabes, atende ao que ignora, sem ofuscá-lo com a tua luz.

Se tens, ajuda ao necessitado, sem molestá-lo com tua posse.

Se amas, não firas o objeto amado com exigências.

Se pretendes curar, não humilhes o doente.

Se queres melhorar os outros, não maldigues ninguém.

Se ensinas a caridade, não te trajes de espinhos, para que teu contato não dilacere os que sofrem.

Tem cuidado na tarefa que o Senhor te confiou.

É muito fácil servir à vista. Todos querem fazê-lo, procurando o apreço dos homens.

Difícil, porém, é servir às ocultas, sem o ilusório manto da vaidade.

É por isto que, em todos os tempos, quase todo o trabalho das criaturas é dispersivo e enganoso. Em geral, cuida-se de obter a qualquer preço as gratificações e as honras humanas.

Tu, porém, meu amigo, aprende que o servidor sincero do Cristo fala pouco e constrói, cada vez mais, com o Senhor, no divino silêncio do espírito...

Vai e serve.

Não te dêem cuidado as fantasias que confundem os olhos da carne e nem te consagres aos ruídos da boca.

Faze o bem, em silêncio.

Foge às referências pessoais e aprendamos a cumprir, de coração, a vontade de Deus.

 

 

(Texto recebido em email do pesquisador e  divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG)

https://lh5.googleusercontent.com/proxy/XArX0P2cb7qZ-Iw9xIHOHqKU7xZRNqNQR1INeIPuEmmXc5g40A6xmR2xF9rGT8AMQXWHmHLqzW2cdokIlCR43GaC1867snS0XDYxU6hFrW8rsdF8cncpm9ial3xG9EvuKNs=s0-d

Dama da Caridade em pintura de Jean-Baptiste Greuze.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jean-Baptiste_Greuze_-_La_Dame_de_charit%C3%A9.jpg 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/OUTUBRO/03-10-2018_arquivos/image066.jpg

A Caridade. Óleo sobre tela de João Zeferino da Costa.

Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo.

 

 

 

 

 Abrigo Ismael na manhã deste domingo 22-03-2026

 Araçatuba, SP 

 

Com início as  9 horas após a prece inicial do ex-Presidente  Osvaldo Generoso a excelente palestra peoa orador da cidade de Araçatuba, SP, Roberto César dos Santos, que desenvolveu o tema “Esquecimento do passado)”. Ao mesmo tempo evangelização para crianças e ao final houve a aplicação de Passe para os presentes.  Prece de encerramento pelo Presidente Adair Anacleto.  Fotos de Ismael Gobbo.  

 

 

 

 

Palestra no C.E. Maria Benta

Jabaquara, São Páulo, capital

 

(Informação de Jorge Lira Rezala)

 

 

 

[938-JornalMundoMaior] GENTILEZA.

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GENTILEZA.

A gentileza é muito mais do que um simples ato de cortesia. É uma força capaz de catalisar mudanças profundas, tanto em quem a oferece quanto em quem a recebe.

 

Quando surge, pode até surpreender aquele que é alvo dela. Chega, por vezes, a alterar o rumo de sua vida.

 

Em um mundo cada vez mais acelerado e muitas vezes frio, um gesto de atenção e empatia se torna um bálsamo para a alma, quebrando barreiras de indiferença.

 

Pequenas ações, que podem ir de um sorriso sincero, uma palavra de apoio ou a simples escuta atenta até as que auxiliam em profundidade, criam uma onda de positividade que se espalha de forma contínua.

 

Ela não exige recursos financeiros. Somente riqueza de espírito e a decisão consciente de ter olhos de ver. Olhos de perceber a dificuldade que alguém atravessa e se dispor a auxiliar.

 

Não importa quem seja. Porque a gentileza não indaga de procedência, de crença religiosa, político-partidária ou qualquer detalhe da vida.

 

Simplesmente, ao se apresentar, ela estabelece a construção de um ambiente mais harmonioso, pavimentando o caminho para uma sociedade verdadeiramente mais humana e, por consequência, transformadora.

 

A gentileza não é um ato isolado. É a semente diária que plantamos para colher um futuro mais humano e radiante.

Redação do Momento Espírita.

www.momento.com.br

 

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(Recebido em email de

[email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]])

 

 

Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Março/2026

 

(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]])

 

 

 

Guerras e paz

Antonio Cesar Perri de Carvalho

Nos últimos anos o mundo acompanha estarrecido o que seria inimaginável nesse século: invasões de países e bombardeios generalizados com terríveis atrocidades.O direito internacional e astradicionais posições diplomáticas andam enfraquecidas e é evidente o desrespeito à soberania de países. Em que pesem as justificativas de combates a terrorismo e a tráfico de drogas, os meios adotados são questionáveis.

Em meio a um turbilhão de pensamentospara se buscar a explicação espiritual sobre os tristes episódios de nossos tempos, veem à nossa mente a trajetória do destacado literato russoLev NikolaievitchTolstoi, conhecido apenas como Leon Tolstoi (1828-1910). 

Esse carismático escritor tornou-se conhecido com seu romance Guerra e paz, onde focaliza a invasão da Rússia por Napoleão Bonaparte, entremeando enredo de amores e aventuras de alguns personagens. Inicialmente foi publicado em série em periódico entre 1865 e 1869.

Torna-se interessante pinçarmos alguns lances da linha de pensamento desenvolvida por Tolstoi. Os analistas do escritor comentam que na década de 1870, ele viveu uma profunda crise moral, em seguida caminhando para interesses espirituais.

No romance Ressurreição (1899) defende idéias ligadas à justiça social, fundamentando-se em filosofia econômica do intelectual Henry George.Tolstoi critica a injustiça das leis humanas e as posições falsas e hipócritas das igrejas cristãs.

Sua vida foi marcada por protagonismos políticos e religiosos e nos seus últimos anos defendia o amor e a não-violência.Seria uma resistência ou ação não violenta para se atingir uma meta sociopolítica através de protestos simbólicos, de não cooperação econômica ou política, até a desobediência civil, mas sem o uso da violência. Tolstoi baseia-se emfrase de Cristo sobre o oferecimento da “outra face”, parase evitar a violência e a vingança.

Nessa nova etapa de sua existência, deteve-se no estudo do Sermão da Montanha e se transformou numa espécie de anarquista cristão e pacifista. Ao longo de sua vida na conturbada Rússia dos Czares, claramente se nota uma evolução na sua visão sobre a sociedade.No fundo procurava entender a essência da “lei áurea” ensinada pelo Cristo.

Como espírito liberto, utilizando a mediunidade de Yvonne do Amaral Pereira, elaborou a obra Ressurreição e vida1, publicada em 1964. O autor espiritual desenvolve seis contos ou mini-romances, que seriam reais, ambientados na Rússia dos czares Romanov.A temática ressurreição é tratada em referência às aparições de Jesus. Destacamos que o autor espiritual acrescenta ao título de sua obra como encarnado Ressurreição,o verbete “vida”, no sentido amplo de vida espiritual.

Nessa obra mediúnica, o espírito Tolstoi realça que apenas uma sólida educação moral-intelectual com base nos ensinos de Jesus poderá encaminhar o homem para o cultivo das virtudes e relata o encontro espiritual com um luminar do cristianismo e a aceitação de seus ensinos:

“Foi esse um dos mestres que encontrei aquém do túmulo. Seus ensinamentos, os exemplos de ternura em favor do próximo, que me deu, revigoraram minhas forças. Sob seus conselhos amorosos orientei-me, dispondo-me a realizações conciliadoras da consciência...”1 Trata-se de uma alusão a registros de Mateus (22, 37-39).

As ideias de Tolstoi sobre não-violência e, depois, do “lado de lá”, são claramente vinculadas ao amor ao próximo e oferecem subsídios para algumas considerações doutrinárias sobre os preocupantes episódios da atualidade.

Em O livro dos espíritos há o esclarecimento porque o homem é impelido à guerra:

“Predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e transbordamento das paixões. No estado de barbaria, os povos um só direito conhecem — o do mais forte. Por isso é que, para tais povos, o de guerra é um estado normal. À medida que o homem progride, menos frequente se torna a guerra...”2

“Que se deve pensar daquele que suscita a guerra para proveito seu? - Grande culpado é esse e muitas existências lhe serão necessárias para expiar todos os assassínios de que haja sido causa, porquanto responderá por todos os homens cuja morte tenha causado para satisfazer à sua ambição.”2

Após a citação dessa obra do Codificador, destacamos que habitamos um mundo chamado de provas e expiações, onde ocorrem constantes embates entre luz e trevas. Há muitas expectativas, mas o mundo de regeneração somente se estabelecerá com um longo processo de transformação, com base na real educação fundamentada em valores e senso espiritual.

            Essa caminhada – com uma cultura de paz - começa pela transformação do indivíduo e a profilaxia das várias formas de violência (verbal, física, social e vibratória), mas precisa ser elaborada desde os lares - alicerces da sociedade -, nas instituições de ensino, nas relações sociais em geral para que reflitam nas propostas, ações e decisões político-partidárias. A cultura da não-violência deve ser trabalhadadesde as bases da sociedade.

Referências:

1)      Pereira, Yvonne Amaral. Pelo espírito Léon Tolstoi. Ressurreição e vida. Cap. Conclusão. Brasília: FEB.

2)      Kardec, Allan. Trad. Ribeiro, Guillon. O livro dos espíritos. Q. 742-745. Brasília: FEB.

DE:

https://grupochicoxavier.com.br/guerras-e-paz/

 

 

(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX)

 

 

[937-JornalMundoMaior] TRABALHAR SEMPRE.

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TRABALHAR SEMPRE.

Se teus encargos te parecem pesados em demasia, não te abandones à impressões negativas e sim ergue-te em espírito ante a luz da compreensão.

 

Comparemos a existência, quando na Terra a um campo que o Senhor nos concede cultivar. Cada criatura permanece na gleba que lhe coube.

 

Decerto encontraremos pedras a remover, espinheiros a suprimir, ervas selvagens a erradicar e certos tratos de solo por adubar e corrigir.

 

É imperioso, de nossa parte, educar instintos, sublimar impulsos, estabelecer o autodomínio e aprimorar-nos quanto possível, no transcurso do tempo em que usufruamos a gleba de nossas realizações no mundo, em regime de comodato.

 

Haja o que houver, adianta-te e faze o melhor que possas.

 

Recorda que é preciso semear o bem, por dentro de nós e por fora de nós, onde estivermos, de vez que, nessas diretrizes, o bem se nos fará alegria e paz, coragem e esperança, nas áreas de cada hora.

 

Se algo te fez parar no serviço do bem a que te impuseste, recebendo o empréstimo da existência no mundo, refaze as próprias energias, levanta-te das sombras da tristeza e não te acomodes com a inércia.

 

Prossegue constantemente no encalço do bem a que somos chamados.

 

Reanima-te em qualquer lance difícil do caminho e confia na Divina Providência que jamais nos abandona. E, sobretudo, guarda a certeza de que o desânimo, ainda mesmo quando na embalagem das mais belas frases, nunca auxiliou e nem melhorou a ninguém.

No livro:- AMIGO./Emmanuel/Chico Xavier.

Magali Inês Brum- Colaboradora.

 

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(Recebido em email de

[email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]])

 

 

21º Encontro Amigos da Boa Nova: Jesus e o Espiritismo

São Paulo, capital

 

 

Vem aí o 21º Encontro Amigos da Boa Nova, o aguardado evento anual realizado pela FEAL-Fundação Espírita André Luiz.

Dia  25 de abril em São Paulo, com o tema: “Jesus e o Espiritismo: uma jornada de educação moral e espiritual”.

 

Um encontro especial com grandes nomes do Espiritismo dedicado ao aprendizado e reflexão sobre Jesus e o Espiritismo.

 

Um grande time de palestrantes:

 

William Sanches, Dr. Paulo Fructuoso; Irmã Eliana; Del Mar Franco; Roseli Aparecida , André Gandolfo, Dr. Aldeniz Leite, Thiago Ariel.

 

E ainda uma palestra especial sobre o livro O Espiritismo é Obra de Jesus, com o autor Lucas Sampaio.

 

Participe!

25/04/2026,  das 9h às 16h30

Teatro APCD – Rua Voluntários da Pátria, 547, Santana - São Paulo, SP - Em frente ao metrô Tietê. 

 

Adquira seu ingresso em mundomaior.com.br ou pelo telefone 0800 12 018 38

Sócios do Clube Amigos da Boa Nova têm desconto exclusivo!

Garanta seu ingresso e venha viver um dia de aprendizado e inspiração

 

--

https://ci3.googleusercontent.com/mail-sig/AIorK4ywm-eqUTpo7xWsyAhs0iK5D7SlMkZ7OtFv_ft4Gv1unVn3IGiDu43rdoJsLwBohlwHo1lFPMGxpP2T

 

(Recebido em email de Erika Silveira - FEAL [[email protected]])

 

 

Pesquisa 2026 mapeia mediunidade espírita no Brasil

   

 

Olá,

Você já deve nos conhecer pela Pesquisa Nacional Espírita (PNE), realizada desde 2015. Estamos com nova pesquisa neste ano.

Se você é médium ostensivo, seu relato é muito importante. Estamos conduzindo o Estudo sobre Mediunidade 2026, que vai gerar indicadores e boas práticas para fortalecer o trabalho nas casas.

  • Confidencial e em conformidade com a LGPD
  • Questionário com núcleo comum + módulos por mediunidade
  • Duração: ~20 min (pode concluir depois, sem fechar a página)

👉 Responda aqui: https://forms.gle/iapcM2F7abmgiHfA8

Se não for o seu caso, poderia, por gentileza, repassar a médiuns ostensivos do seu Centro?

Agradecemos muito e ficamos à disposição para outras informações.

 

Abraço,

Ivan Franzolim

WhatsApp (11) 98156-0030

https://franzolim.blogspot.com/

[em nome da equipe de pesquisas da PNE]

 

Alguns dados iniciais. Sexo feminino (72%); Alimentação: Omnívoro - se alimenta de tudo (83%); Vegetariano e Vegano (11,9%) Psicofonia: Consciente (54%), Inconsciente (1%), Semiconsciente (45%). Escolaridade Superior e acima (76%); Conhecimento sobre Espiritismo: Básico (13%); Conhecimento sobre mediunidade: Básico (17%)

 

PMed 2026 - Resultados em 10/03/2026

Tipos de Mediunidade

Qtd.

Part.

Psicofonia

420

38,0%

Psicografia

175

15,8%

Vidência

147

13,3%

Desdobramento

105

9,5%

Audiência

83

7,5%

Cura (sem cortes)

65

5,9%

Efeitos Físicos

26

2,4%

Psicopictografia

14

1,3%

Psicometria

13

1,2%

Musical

10

0,9%

Cura (com cortes)

0

0,0%

Xenoglossia

2

0,2%

Outras

45

4,1%

Respostas Recebidas

1105

100,0%

Participantes

571

 

Mediunidades por pessoa

1,9

 


Ivan Franzolim

WhatsApp: 55 (11) 98156-0030

[email protected]

http://franzolim.blogspot.com.br/

 

(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]])

 

 

Casa Editora O Clarim

Pestalozzi, educador da humanidade

 

ACESSE AQUI:

https://emktlw.com.br/accounts/29946/messages/1186/preview?c=1772710402&contact_id=12492&email=igobi%40uol.com.br&envelope_id=963

 

 

 

(Informações em email de Casa Editora O Clarim [[email protected]])

 

 

APES : Programme d'Activités Spirites MARS 2026

APES: Programa de Atividades Espíritas - MARÇO DE 2026

Chère Madame, Chers Monsieur,

 

Le Centre Spirite APES, est une partie intégrante et statutaire de l'Association Parisienne d'Etudes Spirites - APES, se situant dans les orientations d'Allan Kardec inscrites dans ses oeuvres, et que forment le "corpus" de la Doctrine Spirite, a pour mission, d'une part étudier et diffuser ces orientations, et d'autre part, mettre en pratique cette étude pour apporter de l'Assistance Spirituelle à tous ceux qui la demandent par : l'accueil fraternelle, la prière, la passe spirite, la fluidification d'eau, réunions d'études spirites, les séances médiumniques, etc ...

Ces pratiques spirites sont réalisées sous l'orientation de l'Esprit guide du Centre Spirite APES et selon l'éthique spirite : de l'écoute, de la bonne volonté, de la gratuité, sans aucun jugement, avec amour et respect de l'autre.

Fidèles à notre engagement d’approfondir ensemble de ces enseignements du Spiritisme dans un esprit sérieux, de réflexion et de fraternité, nous avons le plaisir de vous inviter aux Réunions Publiques d'Etude et d'Assistance Spirituelle (RPEAS).

Ces réunions se réalisent en distanciel, via plateforme ZOOM WORKPLACE, une fois par semaine en alternance : une semaine le samedi après-midi de 15h à 17h, et la semaine suivante le vendredi soir de 20h à 22h, ainsi de suite.

Veuillez trouver en pièce jointe le programme d'activités spirites de MARS 2026

Pour assister les Réunions Publiques d'Etudes et d'Assistance Spirituelle (RPEAS) veuillez accéder les modalités de participation sur la page WEB de notre centre spirite APES : http://www.apes-asso.fr

Nous espérons que cette organisation expérimentale permettra à chacun de continuer à s’instruire, à échanger et à progresser dans la compréhension les principes, les concepts et l'éthique spirite, dans un climat de respect et d’élévation morale.

Pour plus d'information, contactez nous par téléphone 07 8209 7158 ou par mail : [email protected]

Nous vous remercions pour votre fidélité et votre soutien, et nous nous réjouissons de vous retrouver prochainement lors de ces prochaines réunions hebdomadaires d’étude spirite.

Fraternellement,

Anita Becquerel

Présidente de l'APES

A.P.E.S. - Association Parisienne d'Etudes Spirites - Association loi 1901
Spiritisme : Construire aujourd'hui l'Homme de demain.
Plus d'information par téléphone au 07 8209 7158 et
sur notre site internet
http://www.apes-asso.fr

TRADUZIDO PARA O PORTUGUÊS NO GOOGLE

Prezada Senhora, Prezado Senhor, O Centro Espírita APES é parte integrante e estatutária da Associação Parisiense de Estudos Espíritas (APES). Fundamentado nos ensinamentos de Allan Kardec, expressos em suas obras que formam o "corpus" da Doutrina Espírita, sua missão é dupla: em primeiro lugar, estudar e disseminar esses ensinamentos e, em segundo lugar, colocar esse estudo em prática, oferecendo Assistência Espiritual a todos que a solicitam por meio de: acolhimento fraterno, oração, espiritismo, purificação da água, encontros de estudo espírita, sessões de mediunidade, etc. Essas práticas espíritas são realizadas sob a guia do Espírito do Centro Espírita APES e de acordo com a ética espírita: escuta, benevolência, generosidade, sem julgamento e com amor e respeito ao próximo. Fiéis ao nosso compromisso de explorar juntos os ensinamentos do Espiritismo em um espírito de seriedade, reflexão e fraternidade, temos o prazer de convidá-los para nossos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS). Essas reuniões são realizadas online, através da plataforma ZOOM WORKPLACE, uma vez por semana, em horários alternados: uma semana no sábado à tarde, das 15h às 17h, e na semana seguinte na sexta-feira à noite, das 20h às 22h, e assim por diante. Segue em anexo a programação das atividades espíritas para março de 2026. Para participar dos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS), acesse os detalhes de participação no site do nosso centro espírita, APES: http://www.apes-asso.fr Esperamos que esta organização experimental permita a todos continuar aprendendo, trocando ideias e progredindo na compreensão dos princípios, conceitos e ética espírita, em uma atmosfera de respeito e elevação moral. Para mais informações, entre em contato conosco pelo telefone +33 7 82 09 71 58 ou pelo e-mail: [email protected] Agradecemos sua fidelidade e apoio e esperamos vê-lo(a) em breve nestes próximos encontros semanais de estudo espírita. Fraternalmente, Anita Becquerel Presidente da APES A.P.E.S. - Associação Parisiense de Estudos Espíritas - Organização sem fins lucrativos (sob a lei francesa de 1901) Espiritismo: Construindo o Ser Humano do Amanhã Hoje. Mais informações pelo telefone +33 7 82 09 71 58 e em nosso site http://www.apes-asso.fr

(Recebido em email de Association Parisienne d'Etudes Spirites [[email protected]])

 

 

Jornal Momento Espírita. Edição de março de 2026.

Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP

 

ACESSE AQUI:

https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Jornal-Momento-Esp-Marco-26-oficial_compressed.pdf

 

 

 

 

(Recebido de Leopoldo Zanardi [[email protected]])

 

 

Palestras Instituição Beneficente Nosso Lar- IBNL março 2026

Olá caro Ismael e amigos! Espero que todos estejam bem 😊

Encaminho em anexo a programação do Nosso Lar para o mês de março 2026.

Que seja um mês de construção e conquista da paz, de aprendizados e bons encontros para todos nós.

Abraço fraterno,

Clodoaldo de Lima Leite Presidente voluntário 

 


......."Examina os assuntos e as atitudes que a tua presença desperta nos outros. Com atenção, descobrirás a qualidade de tua sombra e, se te encontras interessado na aquisição de valores iluminativos com Jesus, será fácil descobrires as próprias deficiências e corrigi­las."

Livro Pão Nosso, espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.

 

 

 

 

 ☕ Café Cultural | Todo 1º Sábado do mês – Temas da Atualidade à Luz da Filosofia Espírita

✨ Tema: DEPENDÊNCIAS, BETS E AUTONOMIA NA ERA DIGITAL

Venha participar de uma manhã especial de roda de conversa, reflexão e convivência. Com café fresco, chá quentinho, bolo de fubá e outras delícias, vamos explorar como o mundo digital nos desafia com plataformas persuasivas, algoritmos e tendências como “Bets” - um tipo de dependência digital entre tantas outras - e como podemos lidar com elas de forma equilibrada, preservando nossa autonomia e escolhas.

📱 Como nossas emoções, hábitos e atenção são moldados por esse ambiente digital hiperconectado?

🌿 Que caminhos podemos trilhar para retomar controle sobre nosso tempo, decisões e bem-estar emocional, sem sermos reféns das distrações e armadilhas digitais?

Este é um encontro pensado com carinho para quem busca presença, reflexão e formas de viver com mais equilíbrio e liberdade na era digital.

🗓️ Quando? Sábado, 7 de março, 2026
⏰ Horário: 10h15
📍 Onde? Salão Fonte Viva (IBNL – Instituição Beneficente Nosso Lar – Praça Florence Nightingale, 79, Jardim da Glória | Vila Mariana)

Chegue, pegue sua xícara e sinta-se parte da roda.

(Se quiser trazer um bolo ou salgado, fique à vontade! ️)

 

 

 

 

 

 

 

(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]])

 

 

Folha Espírita Francisco Caixeta

Araxá, MG. Acesse abaixo:   

 

CLIQUE AQUI:

http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol126.pdf

 

 

 

Site da Federação Espírita Brasileira

Brasília, DF

 

Clique aqui:
https://www.febnet.org.br/portal/

 

 

PALESTRA PÚBLICA NA FEB/ SEMANA 22 E 28 DE

MARÇO

Clique aqui:

https://www.febnet.org.br/portal/2026/03/20/palestra-publica-na-feb-semana-22-a-28-de-marco/

 

 

 

FEP- Federação Espírita do Paraná

Curitiba

 

Clique aqui:
http://www.feparana.com.br/

 

 

 

 

FEP. Federação Espírita Pernambucana

 Recife

 

Clique aqui:
https://www.facebook.com/Fepernambucana/

 

 

 

 

FEPB. Federação Espírita Paraibana

João Pessoa

 

Clique aqui:

https://www.facebook.com/FEPB.OFICIAL/

 

 

 

 

Abrigo Ismael

Araçatuba, SP

Quer ajudar o Abrigo e não sabe como?

Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!

 

(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)

 

 

 

Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti –

O Pensamento” - Vol 1

 

Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1

Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. 

https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento

WhatsApp- Editora

14 99164-6875

 

 

 

(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]])

                                          

 

Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier

Boletim semanal – Ano XI. a semana de Março de 2026

 

GEECX_LogoOriginal.png

Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier

Boletim semanal – Ano XI

4a semana de Marçode 2026

 

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A fraternidade no diálogo espiritual; Recordações do passado e o verdadeiro profeta; Espiritismo e evangelho em ambientes simples; Espiritismo & atualidade – visão de futuro; Laços familiares ampliados na ótica da vida imortal; Contexto social e religioso na França de Kardec; Livro sobre Entre vidas está disponível; Guardemos saúde mental

 

Artigo:

- A fraternidade no diálogo espiritual:

https://grupochicoxavier.com.br/a-fraternidade-no-dialogo-espiritual-2/

 

Estudo do Evangelho:

- Recordações do passado e o verdadeiro profeta:

https://grupochicoxavier.com.br/recordacoes-do-passado-e-o-verdadeiro-profeta/

 

Vídeos:

- Espiritismo e evangelho em ambientes simples:

https://grupochicoxavier.com.br/espiritismo-e-evangelho-em-ambientes-simples/

 

- Espiritismo & atualidade – visão de futuro:

https://grupochicoxavier.com.br/espiritismo-atualidade-visao-de-futuro/

 

- Laços familiares ampliados na ótica da vida imortal:

https://grupochicoxavier.com.br/lacos-familiares-ampliados-na-otica-da-vida-imortal/

 

-Contexto social e religioso na França de Kardec:

https://grupochicoxavier.com.br/contexto-social-e-religioso-na-franca-de-kardec/

 

 

Notícias:

-Livro sobre Entre vidas está disponível:

https://grupochicoxavier.com.br/livro-sobre-entre-vidas-esta-disponivel/

 

Mensagens:

- Guardemos saúde mental:

https://grupochicoxavier.com.br/guardemos-saude-mental-2/

 

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“É necessário instalar o governo de nós mesmos em qualquer posição da vida.

O problema fundamental é de vontade forte para conosco, e de boa-vontade para com os nossos irmãos” – Emmanuel.

 

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap. 158.FEB)

 

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Com fraternal abraço,

Equipe GEECX

 

 

(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e de GEECX)

                                         
 

O Consolador. Revista Semanal de Divulgação Espírita

Londrina, PR. Acesse abaixo:

 

CLIQUE AQUI:

http://www.oconsolador.com.br/ano19/966/principal.html

 

 

 

ANJOS PRECISAM DE NÓS


 

 


Sidney Fernandes
Protetores espirituais muitas vezes têm dificuldades para nos prestar sua ajuda. Estão ali à nossa disposição, mas nossas atitudes impedem sua aproximação.
Pelas elucidações trazidas por Allan Kardec com depoimentos de pessoas que já faleceram, há dificuldades, tristezas e expectativas dos mentores, quando se prestam à missão de nos ajudar. Precisam que nós criemos situações adequadas para nos dar a sua tutela.
Fomos buscar no artigo “Quando os guias se encontram” (Revista “Reformador”, julho/2025 – FEB), de Carlos Augusto Abranches, preciosos depoimentos de guias espirituais.
— Minha protegida — comentou um dos protetores — permaneceu na mesma onda mental comigo pelos primeiros treze anos, até mergulhar nas curvas envolventes da adolescência... Depois de alguns anos, após formar família e ter dois filhos, a minha tutelada vive como se eu, seu protetor, não existisse. Não faz uso da prece para facilitar nossa aproximação. Vive como se não precisasse de um amigo espiritual.
No mesmo tom se manifestou outro colaborador daquele encontro de guias:
Ai de mim! Meu protegido insiste em dar brecha a ideações suicidas, por causa de experiências infelizes em suas relações afetivas pessoais.
E sucederam-se os tristes depoimentos, arrolando as dificuldades que os anjos encontram para cumprir sua divina tarefa de nos conduzir.
Costumamos chamar de anjos os Espíritos superiores que foram colocados ao nosso lado por Deus, a fim de aconselhar, amparar e consolar, ajudando-nos a vencer os obstáculos da jornada evolutiva. Jamais nos esqueçamos de que o sucesso de suas missões depende do sucesso da nossa missão.
Espíritos mais evoluídos moral e intelectualmente tornam-se intermediários dos programas de Deus. Anjos protetores são irmãos mais vividos, mais esclarecidos e conscientes, cujo êxito depende do nosso empenho na jornada evolutiva.
Valorizemos a misericórdia divina, nesse trabalho grande e sublime dos Espíritos guardiães, que velam por nós e nem sempre são por nós ouvidos e reconhecidos. Eles estão sempre prontos para nos ajudar. O nosso progresso, no entanto, depende de nós mesmos. Nem sempre percebemos, mas eles estão lá — inspirando-nos no silêncio, desviando-nos do mal, sustentando-nos na dor. 
Jamais nos sintamos desprotegidos. O Senhor nunca nos deixa sem o amparo necessário. Amigos invisíveis seguem nossos passos. Guias espirituais nos inspiram, silenciosamente para o bem. Nunca estamos sós!


REFERÊNCIAS
1 – KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Cap. IX. Intervenção dos Espíritos no mundo corporal. Questão 495. Trad. Dr. Guillon Ribeiro – Ed. 18. 1942. FEB.
2 – MAGNO, São Basílio. Homilia sobre os Salmos.
3 – KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Cap. IX. Intervenção dos Espíritos no mundo corporal. Influência dos Espíritos nos acontecimentos da vida. Questão 525 Letra “a”. Trad. Dr. Guillon Ribeiro – Ed. 18. 1942. FEB.
4 – IDEM, Idem. Questão 524.
5 – KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Cap. IX. Intervenção dos Espíritos no mundo corporal. Pressentimentos. Questão 522. Trad. Dr. Guillon Ribeiro – Ed. 18. 1942. FEB.
6 – KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Cap. IX. Intervenção dos Espíritos no mundo corporal. Familiares. Questão 507. Trad. Dr. Guillon Ribeiro – Ed. 18. 1942. FEB.
7 – ABRANCHES, Carlos Augusto. Quando os guias se encontram. Reformador nº 2356. Julho/2025. FEB.

(Recebido em email de [email protected])

[Recueil. Portraits d'Hippolyte Léon Denizard Rivail, dit Allan-Kardec (XIXe s.)]

Retrato de Hippolyte  Léon Denizard Rivail. Allan Kardec.

Copiado de https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b8529781h

 

 

 

HOMENAGEM

 

 

Aurélio Luiz de Oliveira
(22/03/1916 - 26/12/1980)

 

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2021/MARCO/25-03-2021_arquivos/image058.jpg

Aurélio Luiz de Oliveira

Imagem do livro Obra de Vultos, volume2.

 

Biografia elaborada por
 Claudio Roberto Pagan

 

 

 

As Origens

Aurélio Luiz de Oliveira foi o terceiro filho do casal Noberto Luiz de Oliveira e de Ana Julieta Puccinelli de Oliveira, ele, imigrante português, naturalizado brasileiro; ela, descendente de italianos.

Nasceu no dia 22 de março de 1916, na cidade de Carvalho-MG, e teve nove irmãos: Angelina, Ivani, Geni, Ruth, Lucy, Jefferson, Amauri, José Luiz e Maria de Lurdes.

Ao longo da infância de Aurélio, a família Oliveira percorreu diversas vilas e cidades de Minas Gerais e São Paulo, em busca de novas oportunidades de trabalho, almejando à melhoria das condições de vida. Dessas andanças, o Sr. Noberto acabou aportando, lá pelos idos de 1930, em Araçatuba, onde foi admitido pela Estrada de Ferro Noroeste do Brasil - NOB. Na época, Aurélio contava com 14 anos de idade.

Para ajudar no orçamento da numerosa família, ele começou a trabalhar desde cedo. Com 15 anos, ingressou na NOB, onde seu pai já trabalhava, empenhando sua adolescência como ajudante de manutenção e limpeza de locomotivas, exatamente no local onde encontram-se hoje os barracões designados como Centro Cultural Ferroviário.

 

Seu Sonho

O grande sonho da vida de Aurélio Luiz era se formar médico, fato impossível de ser realizado naquela época, já que as universidades eram poucas, existindo somente nas grandes cidades e capitais, além do que havia a necessidade de se ter um bom recurso financeiro para se dedicar apenas aos estudos.

Mas esse sonho era tão forte que ele deixava transparecer o seu fascínio pela medicina através da sua busca do aprender acerca do ser humano, da anatomia e as doenças que o afligiam, bem como a farmacologia e sua aplicação, requisitos que, pelo menos poderiam possibilitar que lhe fosse conferida a condição de paramédico.

 

A Carreira Profissional

Ao mesmo tempo em que trabalhava na estrada de ferro, dedicava-se com esmero e afinco aos estudos.

Após muita luta, no ano de 1928, veio a se formar contador pela Escola D. Pedro II, mais conhecida como Escola do Professor Dibo. Devido à sua brilhante passagem como aluno no curso da faculdade de contabilidade, as portas se lhe abriram para que se iniciasse na carreira de professor.

Sua competência, conhecimento e versatilidade eram tão grandes que lhe conferiram gabarito para lecionar matérias distintas como Português, Matemática Comercial e Taquigrafia, esta última tida como uma disciplina que poderia proporcionar profissão promissora e, devido a isso, atraía a atenção de grande parte da juventude da época.

Foi transferido pela NOB para a cidade de Três Lagoas-MS, onde se situava importante núcleo administrativo da ferrovia, desempenhando a função de escriturário administrativo pelo período de três anos.

Regressando a Araçatuba, obteve logo a promoção para chefe administrativo da Terceira Residência, tendo sob sua administração, ao lado de diversos engenheiros que passaram pelo mesmo escritório, centenas de operários que desenvolviam a manutenção da linha que chegava até a cidade de Corumbá no Estado de Mato Grosso do Sul, divisa com a Bolívia.

Concomitantemente ao importante cargo que desempenhava na ferrovia, retomou as funções de professor, na mesma Faculdade D. Pedro II, contribuindo, assim, para a formação de centenas de profissionais, muitos dos quais vieram a se tornar personalidades ilustres em todos os segmentos sociais.

Homem culto que era, Aurélio dedicava horas a fio em leituras de livros da literatura brasileira, como as de Machado de Assis, Eça de Queiroz, Jorge Amado, dentre outros, além de se aprofundar nos livros científicos sobre medicina, o comportamento psicológico e sociológico do ser humano e na literatura espírita, conhecendo todas as obras básicas da codificação kardequiana e obras subsidiárias como as de André Luiz e Emmanuel.

 

A Família

No início da década de 40, foi professor da Sra. Santa Stort, filha de Antonieta e Pedro Stort, imigrantes italianos , e como se fosse uma história romanceada: - “O Professor e a Aluna” -, acabaram se apaixonando e se casaram em 22 de junho de 1946. Da união, vieram os filhos, Cézar, cirurgião-dentista, Aurélio, engenheiro civil, e Ronaldo, engenheiro eletricista.

Pessoa muito dedicada à família, sempre foi excelente esposo e pai, fazendo-se sempre presente na condução e orientação de seus filhos, cultivando sempre os valores e princípios de amor e respeito ao próximo, a perseverança, amizade, fraternidade, companheirismo, otimismo, dignidade, honestidade e tantos outros valores morais que, para enumerá-los, despenderíamos laudas e laudas de papel.

 

Do Filho Cézar

“De sua dedicação, lembro-me, ainda da época de criança, em que estivemos com ele por diversas vezes, junto às obras de expansão do Lar Espírita de Menores, oportunidade em procurava sempre demonstrar que cultivar o amor ao próximo era muito mais do que doar a sua sobra, no mínimo seria doar uma parte de si para que o próximo, necessitado, tivesse um pouco mais.

Pai de fibra e de cultura fantástica, foi nosso grande companheiro desde o tempo de escola primária, nos socorrendo, incentivando e orientando quando necessário. Da mesma forma que foi bom pai, o foi como avô, no curto espaço de tempo em que pôde curtir os seus netos.

Quando partiu para a outra vida, deixou para nós um vazio de sua ausência e, ao mesmo tempo um sentimento de plenitude pelo exemplo deixado com suas ações, resultado de sua missão, que, para nós, foi cumprida com louvor”.

 

A Vida Espírita

Aos 25 anos de idade, por volta de 1941, teve os primeiros contatos com a Doutrina Espírita, através de uma família tradicional de Araçatuba que era espírita. Mas falar do Professor Aurélio, como espírita, é muito difícil, pois, nos deixou exemplos claros de que já conhecia os princípios esposados e pregados pelo Espiritismo, antes da presente reencarnação.

A sua participação no movimento espírita de Araçatuba foi muito marcante, da qual conseguiu fazer muitos amigos.

Conhecemos o Professor Aurélio, como era carinhosamente chamado nas lides espíritas, nas atividades do Grupo Espírita da Fraternidade, naquela época conhecido como Grupo Espírita Pagan, onde participou ativamente, por mais de vinte anos, fazendo brilhantes exposições doutrinárias que abrangiam o tríplice aspecto da Doutrina Espírita: científico, filosófico e religioso.

Participava também das reuniões mediúnicas e de doutrinação de espíritos, como dirigente, juntamente com o meu tio Armando Pagan.

Nessa época, nos espelhamos em seus exemplos como princípio orientador aos nossos primeiros passos no movimento espírita. Sua postura e seus exemplos, que sempre foram marcados por muita calma e segurança, com certeza, muito ajudaram a nós e a todos aqueles que tiveram oportunidade de sorver sua cultura, conhecimento e sincera amizade.

Em suas exposições, sempre usava o quadro, fazendo ilustrações para melhor demonstrar os assuntos. Nunca me esqueço de que, quando ele falava sobre o cérebro humano, externando-se sobre o consciente e o inconsciente, usava esquemas e ilustrações detalhadores, para melhor compreensão, uma técnica eclética que, sinceramente, depois dele, não mais tive oportunidade de encontrar. Era um profundo conhecedor da doutrina espírita, ao lado de outros dois respeitados oradores espíritas contemporâneos, com os quais tinha grande amizade: Sálvio Costa e Lauro Bittencourt.

Lembro-me, como se hoje fosse, de que, quando meu avô, Antônio Pagan, desencarnado em 1965, pressentindo a partida, chamou meu tio Armando Pagan e o Professor Aurélio, para que assumissem as rédeas da obra iniciada por ele, em 1942, a fim de que ela não perecesse, dizendo que em ambos depositava plena confiança no prosseguimento da obra.

Da estreita convivência com o Professor Aurélio, sabíamos que ele participava das reuniões das quartas-feiras e dos domingos, na União Espírita Paz e Caridade, conhecido como Abrigo Ismael, entidade que cuidava de velhinhas, auxiliando o confrade Francisco Martins Filho, por um laço de amizade iniciado na Aliança Espírita “Varas da Videira”, onde ambos participavam desde a década de 1950. Naquela entidade, fazia exposições doutrinárias e participava da reuniões mediúnicas, visitando, quase que diariamente, aquelas velhinhas internadas, com elas conversando, orientando sobre a saúde, ensinando princípios espíritas, confortando os seus corações marcados pela solidão e ausência de seus entes queridos. Participou da diretoria, sendo eleito em 19/12/64 para o cargo de primeiro-secretário, ao lado de José Rubens Braga da Silva, eleito presidente, e Francisco Martins Filho, eleito vice.

Aurélio participou do movimento de mocidades espíritas, ao lado de Sálvio e Orlando Ayrton de Toledo, na época da Mocidade Espírita de Araçatuba, entidade autônoma com estatuto próprio, que, naquela época, se reunia no Centro Espírita “Dr. Bezerra de Menezes”, graças à deferência daquela diretoria, fazendo exposições doutrinárias, que era a finalidade principal daquela entidade, hoje extinta.

Por indicação do Grupo Espírita Pagan, o Professor Aurélio participou ativamente da fundação da União Assistencial Espírita de Araçatuba - UAEA, mais conhecida como “Lar Espírita de Menores”, tendo sido eleito na primeira diretoria como segundo-tesoureiro, tendo como presidente o confrade Orlando Airton de Toledo.

Depois daquele cargo, veio assumir muitos outros na UAEA, como segue: em 13/09/59, foi eleito primeiro-secretário; em 11/09/60, segundo- secretário; em 24/09/61, primeiro-secretário; em 30/09/62 e 29/06/63, eleito segundo-secretário; em 29/08/64 e 18/12/65, eleito primeiro-secretário; em 29/01/67, segundo-secretário; em 20/01/68, primeiro-secretário; em 25/01/69, eleito presidente da UAEA; em 25/01/75, eleito primeiro-secretário e, finalmente em 31/01/76, eleito segundo-secretário, encerrando, assim, a sua longa participação na diretoria daquela operosa casa espírita.

Conforme César Perri registra em “O Espiritismo em Araçatuba”, pág. 36, foi sob a convocação do Prof. Aurélio Luiz de Oliveira que reuniram-se os representantes das várias entidades espíritas locais para reorganizar a U.M.E.A - União Municipal Espírita de Araçatuba, que estava estacionária desde 1960. Assim, em 21 de agosto de 1965, foi eleita a seguinte diretoria: presidente: José Rubens Braga da Silva; secretário: Aurélio Luiz de Oliveira e, tesosureiro, Orlando Ayrton de Toledo. A partir de então, embora a sigla tenha se alterado para União Intermunicipal Espírita de Araçatuba, nunca mais o movimento espírita da cidade ­deixou de contar com a coordenação daquele órgão que é uma projeção local da USE Estadual.

Em 1969, prossegue César, sob os auspícios da UMEA, houve a tentativa para se iniciar a “Escola de Médiuns de Araçatuba” com orientação da Federação Espírita do Estado de São Paulo. Assim, no dia 31 de maio de 1969, a srª. Maria Aparecida Garbatti, de São Paulo, proferiu a aula inaugural da citada “Escola”, que teve como diretores e expositores os companheiros: Francisco Martins Filho, Aurélio Luiz de Oliveira, Lauro Bittencourt, Arlindo Módena. No entanto, o empreendimento subsistiu por apenas dois anos tendo funcionado no “Varas da Videira” e na U. E. “Paz e Caridade”.

Aurélio participou das reuniões do Centro Espirita “Bezerra de Menezes” onde foi eleito segundo-secretário nas eleições de 1963, 1964 e 1965. Atuou como expositor na Instituição Nosso Lar, entidade dirigida pelo seu amigo Rolandinho.

O Professor Aurélio levava tão a sério sua participação nas lides espíritas, ilustrada na narração pitoresca que nos fizeram seus filhos. Disseram-nos que, um dia, quando ele se preparava para sair e participar de uma reunião no Lar Espírita de Menores, apanhando o seu guarda-chuvas e o tradicional molho de chaves, sua esposa, D. Santa, indagou-lhe: “Aurélio, aonde vais? Estamos com visitas!” . Recebeu como resposta: “Neste momento, estou indo “cuidar” dos meus outros vinte e tantos filhos”.

Por diversas vezes, o acompanhamos em visitas, ao Sanatório Benedita Fernandes, aos domingos à tarde, onde fazíamos explanações evangélicas e distribuição de mensagens para os internos melhor enfrentarem suas dores.

Certa feita, numas dessas visitas, o acompanhamos em visita domiciliar a uma senhora idosa, que já estava em leito de dor por meses a fio. Ela apresentava feridas por todo corpo e, para amenizar suas dores, colocava compressas em alguns locais que já apresentavam decomposição dos tecidos. Foi feita a leitura do Evangelho e ministrado um passe por ele, e notamos logo, quase de imediato, um alívio geral na agonia da enferma. A senhora agradeceu com tanto fervor os benefícios recebidos, que nos deixou muito emocionados, pois temos a plena convicção que os amigos espirituais providenciaram a presença do grupo, especialmente do Professor Aurélio, como um preparo para seu retorno à pátria espiritual, que, efetivamente ocorreu dias após, porém, em clima de calma, resignação e coragem.

 

Apreciação de Confrades

Convidamos o confrade Celso Luiz Souto para falar sobre o irmão Aurélio Luiz de Oliveira, tendo em vista a sua convivência com ele por longos anos na União Espírita “Paz e Caridade”. Assim, Celso nos fala do grande mestre com o qual trabalhou nos tempos da NOB:

“Aurélio Luiz de Oliveira, homem simples e humilde, funcionário da extinta Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, desenvolvia ainda a função de professor, tinha o seu modo peculiar de tratar a todos. Atencioso, possuía sempre uma frase ou palavra amiga para fortalecer os corações combalidos que o procuravam.

Como educador, a função propiciou-lhe base para transformar-se em eloqüente divulgador da doutrina espírita. Sabe-se que atuava no Centro Espírita “Bezerra de Menezes”, porém, sua afinidade com muitos dirigentes permitiu-lhe participar dos trabalhos desenvolvidos por outras casas como: Aliança Espírita “Varas da Videira”, Centro Espírita Pagan- atual Grupo Espírita da Fraternidade -, União Espírita Paz e Caridade, Instituição Espírita Nosso Lar e visitas a Centros Espíritas da região.

No Paz e Caridade (Abrigo Ismael), simpatizou-se com o grupo de companheiros que, na oportunidade, era coordenado pelo confrade Brasil Nogueira, e, ao lado de Lauro Bittencourt e Francisco Martins Filho, conduziam as reuniões públicas existentes.

Homem de fala mansa e pausada, o Prof. Aurélio aplicava-se no estudo do “Livro dos Espíritos” nas quartas-feiras, oferecia a todos, além de verdadeiras “aulas”, grandes incursões aos textos filosóficos da codificação. Suas exposições recebiam da espiritualidade amiga, um verdadeiro compêndio inspirativo, pois enebriava os freqüentadores que, atentos e sintonizados com o interesse em aprender, ofereciam-lhe verdadeiras infovias magnéticas à consecução dos assuntos espíritas.

Em oportunidades especiais e amparado pelo tema discorrido, dedicava-se a momentos de meditação vibratória, enquanto transcorriam as atividades de fluidoterapia para os freqüentadores e assim motivado por amigos e inspiradores espirituais, alçava da memória a prece do Pai Nosso, que brotava forte em seu coração e era proferida em forma de poesia mais ou menos assim: “Pai nosso, todo poderoso, infinitamente bom e misericordioso, santificado e glorificado seja o teu nome, que estás aqui presente como presente estás em tudo e em toda parte....” É o que se consegue recordar de um homem bom, que nos deixou exemplos e que guardamos em nossos corações.

Que Deus lhe abençoe, pelos inúmeros benefícios distribuídos.”

Conclusão

Aurélio Luiz de Oliveira retornou ao mundo espiritual em 26/12/1980, com 64 anos de idade, tendo mais de três décadas dedicadas ao ­Espiritismo, deixando entre nós marcas inconfundíveis de como ser um bom espírita e um bom pai.

Que Deus abençoe nosso irmão por esta jornada dedicada à profícua divulgação da doutrina espírita e ao amor vivido junto a seus familiares e companheiros de ideal.

 

(Copiado de

http://www.universoespirita.org.br/catalogo/literatura/textos/ISMAEL%20GOBI/obras_de_vultosII/aurelio_luiz_oliveira.htm

http://www.noticiasespiritas.com.br/2021/MARCO/25-03-2021_arquivos/image059.jpg

Aurélio Luiz de Oliveira

Imagem do livro Obra de Vultos, volume2.

http://www.noticiasespiritas.com.br/2021/MARCO/25-03-2021_arquivos/image060.jpg

Aurélio, com a esposa e filhos.

Imagem do livro Obra de Vultos,volume 2.

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Oficinas da NOB onde sr. Aurélio Luiz de Oliveira começou a trabalhar com 15 anos de idade. Araçatuba,

Fotos do arquivo da Câmara Muncipal de Araçatuba. 

 

 

 

 

 

João Cyríaco de Souza Filho

(29-11-1915 / 22-03-1998)

 

https://www.noticiasespiritas.com.br/2024/MARCO/22-03-2024_arquivos/image116.jpg

João Cyríaco de Souza Filho

http://www.feparana.com.br/topico/?topico=536

 

João Cyríaco de Souza Filho, ou simplesmente Capitão Cyríaco - como até hoje é lembrado -, foi um dos abnegados pioneiros do Espiritismo, em Foz do Iguaçu. O Capitão Cyríaco chegou à Terra das Cataratas no ano de 1938 e não mais a deixou.

 

Nasceu em Mirascivas, cidadezinha que ficava na estrada de ferro que ía de Bragança a Belém do Pará, em 29 de novembro de 1915, e desencarnou no Paraná em 22 de março de 1998. Com 13 anos, entrou para a Marinha, onde ficaria até 1960. Durante os 46 anos em que serviu à Marinha, passou por todos os postos, desde aprendiz até chegar a Capitão.

 

Consorciou-se com Dona Nacir Kuster (atualmente [2007]com 80 anos), com quem teve quatro filhos.

 

Em julho de 1957, o Capitão Cyríaco colocou as bases para que, na região de Foz do Iguaçu, surgisse o primeiro Programa Radiofônico Espírita, intitulado: A Hora Espírita, nas ondas da Rádio Cultura AM 820 de Foz do Iguaçu, que entrou no ar pouco depois, em 2 de outubro, ano das comemorações do 1º Centenário da Doutrina Espírita.

 

O Programa Espírita continua até hoje, veiculado agora aos domingos, das 19h às 20h, e neste ano de 2007 estará cumprindo 50 anos de atividades ininterruptas.

 

Sociedade Espírita Aprendizes do Evangelho (SEAE), da Vila «A», de Foz do Iguaçu, é atualmente a responsável pela direção desse Programa Radiofônico histórico, em nossa região. Desde os tempos do Capitão Cyríaco, o Programa de Rádio sempre contou com grande audiência do público da tríplice fronteira, através de cartas, telefonemas e visitas de pessoas de cidades como Ciudad del Este (antiga Puerto Stroesner), Caacupé (perto de Assunção) e Santa Rosa, no Paraguai, Puerto Iguazú e El Dorado, na Argentina, além de inúmeras cidades do Paraná.

 

No ano de 1984, João Cyríaco de Souza Filho recebeu, da Egrégia Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, o título de Cidadão Honorário de Foz, pelos relevantes serviços prestados à comunidade iguaçuense.

 

Para colher os dados biográficos acima, entrevistamos a filha do Capitão Cyríaco, Yvette de Souza Cyríaco, em sua própria casa, em Foz, que teve a gentileza de nos fornecer também uma das poucas entrevistas escritas dadas pelo Capitão Cyríaco (talvez a única), que está registrada no livro: Foz do Iguaçu - Retratos (da Editora Campana & Alencar Ltda., 1997, pág. 66), entrevista concedida ao jornalista iguaçuense Juvêncio Mazzarollo, e publicada originalmente no jornal A Gazeta do Iguaçu de 04/03/1994, que transcrevemos literalmente a seguir.

 

Eis a nossa simples mas sincera homenagem ao saudoso pioneiro de Foz do Iguaçu, que junto de outros baluartes pioneiros da nossa região, construíram, com muitas lutas e ingentes sacrifícios, os alicerces do nosso Movimento Espírita regional, que hoje usufruímos com tantas bênçãos, sob a dinâmica coordenação da Federação Espírita do Paraná.

 

Capitão Cyríaco

 

Ele é de todos conhecido por Capitão Cyríaco, mas é João Cyríaco de Souza Filho, nascido no Estado do Pará, em 1915. Passou pelo Rio de Janeiro, navegou pelos mares e, em 1938, literalmente aportou em Foz do Iguaçu. Aqui se enraizou e casou com Nacir Kuster, com quem teve quatro filhos, e aqui fez sua história de marinheiro, esportista e principalmente de espírita fervoroso e ativo.

 

Onde e como começou sua carreira de marinheiro?
Depois de fazer o curso primário em Mirasselva, no Estado do Pará, fui cursar o ginásio em Belém, e lá mesmo, aos 13 anos de idade, ingressei na Escola de Aprendiz de Marinheiro, em 1929. No ano seguinte fui transferido à Escola Naval de Angra dos Reis, RJ, onde concluí os cursos de aprendiz de marinheiro e grumete. Na Base de Defesa Minada fiz curso de torpedos e bombas. E em 1932 embarquei no destróier Paraíba, onde servi durante a Revolução Constitucionalista.

 

Teve participação direta na Revolução?

Direta não. Nós só patrulhávamos a costa marítima do Rio a São Paulo.

 

E sua vinda a Foz do Iguaçu como se deu?
Vim para cá em 1938, a convite do comandante «Goiano», da Capitania dos Portos do Rio Paraná. Aceitei o convite. Mas trocar o Rio por Foz do Iguaçu daquele tempo foi uma mudança muito brusca. Foi como sair da cidade e ir para o mato, porque isto aqui era quase só mato, floresta nativa. Mas também gosto de mato. Aqui havia rios, e o que eu fazia no mar podia fazer nos rios daqui.

 

Fazia o quê na Marinha em Foz do Iguaçu?
Fui instrutor da Escola Provisória de Marítimos de 1939 a 1945. A Marinha participava de tudo, ajudava em tudo na cidade. Não ficava só inspecionando embarcações no rio Paraná, que patrulhávamos de Foz a Guaíra. Em 1940 prestei concurso para o quadro de práticos da Armada dos rios Paraná, Paraguai e Costa Nordeste. E em 1941 fui designado para fazer curso de bordo no navio José Bonifácio, no Rio de Janeiro. Ali fui promovido a primeiro sargento do quadro de práticos da Marinha, retornando a Foz seis meses depois.

 

Que patentes conseguiu em sua carreira na Marinha?
Em 1945 fui promovido a sub-oficial de 2ª classe e em 1949, a sub-oficial de 1ª classe. Em 1955 fui promovido a tenente prático-mor da Armada do rio Paraná. E em 1964 fui promovido a 1º tenente, em seguida a capitão-tenente - daí ser hoje conhecido por Capitão Cyríaco. Permaneci na ativa até 1975, quando me aposentei pela Marinha e logo fui trabalhar na coordenação do serviço de segurança física de Itaipu, onde fiquei durante quinze anos. Na Marinha servi durante 46 anos.

 

Recebeu condecorações, medalhas e diplomas de mérito?
Recebi da Marinha do Brasil as medalhas de bronze, prata e ouro, medalha de guerra sem estrelas, passador de platina e de honra ao mérito Tamandaré.

 

O senhor teve e ainda tem grande envolvimento com o Espiritismo. É figura de destaque no Espiritismo em Foz do Iguaçu. Como entrou no Espiritismo?
Eu era católico. Nunca reneguei a Igreja Católica, que sempre respeitei. Sou inclusive muito amigo do bispo Dom Olívio Fazza. Bem, logo que cheguei a Foz do Iguaçu comecei a viver fenômenos estranhos dentro de mim. Certo dia, como que em sonho, uma amiga que havia deixado em Belém do Pará me fez ouvir sua voz claramente. Dizia-me ela que tinha deixado seu corpo, saído do seu corpo. Fiquei intrigado, muito intrigado com aquilo, porque pareceu-me que a moça estava realmente falando comigo, como se estivesse ali presente. Dias depois recebi de Belém a notícia de que ela havia falecido.

 

Naturalmente, foi em busca de explicação para o fenômeno.
Conversei com um argentino e ele me levou a um Centro Espírita que funcionava meio clandestinamente, porque o Espiritismo era mal-visto e até condenado aqui naquela época.

 

O que aconteceu no Centro Espírita?
Um Espírito se manifestou através de um médium que estava de costas para mim. Essa Entidade, esse Espírito me chamou e disse: «Meu filho, quem trouxe você aqui fui eu. Aqui está o início de sua missão espiritual nesta região. Este é o seu caminho. Siga dando exemplos do bem, dos ensinamentos de Jesus, que eu estarei sempre com você».

 

Entrou no Espiritismo de corpo e alma?
Sim. Seis meses depois já era vice-presidente do Centro Espírita, mais tarde presidente. Participei, junto com José Vicente Ferreira, da fundação do Centro Espírita Paz, Amor e Caridade. E em 1942 idealizei e construí a Escola Jorge Schimmelpfeng para crianças carentes.

 

O senhor difundia o Espiritismo através de um serviço de alto-falantes?
É verdade, fiz isso durante anos. Apareceu na cidade uma rede de alto-falantes e eu passei a usá-la na difusão de mensagens espíritas. O programa chamava-se «Carrossel Melodioso», que depois passei para a Rádio Cultura logo que foi instalada. Na Rádio o programa passou a chamar-se «A Hora Espírita», na época transmitido ao vivo, aos domingos de manhã, diretamente do Hotel Cassino Iguaçu na presença de muita gente. Mantenho até hoje A Hora Espírita na Rádio Cultura. Vai ao ar aos sábados, das 19h às 20 horas. [1994]

 

 

Enrique Eliseo Baldovino

 

(Copiado de http://www.feparana.com.br/topico/?topico=536)

 

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Foz do Iguaçu, Paraná, em setembro de 1934. Fundo Documental: Correio da Manhã

Domínio público / Acervo Arquivo Nacional

Copiado de:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Foz_do_Igua%C3%A7u_(PR).tif

 

 

 

João Cyríaco  de Souza Filho aportou  na  cidade de

Foz do Iguaçu, no ano de 1938 (Veja o texto acima)

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Cataratas de Iguaçu vista do  lado argentino. Foto Ismael Gobbo

 

 

João Cyríaco  de Souza Filho aportou  na  cidade de

Foz do Iguaçu, no ano de 1938 (Veja o texto acima)

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A Tríplice Fronteira com os rios Paraná e Iguaçu. Em  primeiro plano, abaixo,  a Argentina,

à esquerda o Paraguai e à direita o Brasil. Foto: Ismael Gobbo

 

 

 

João Cyríaco  de Souza Filho aportou  na  cidade de

Foz do Iguaçu, no ano de 1938 (Veja o texto acima)

 

 

 

Gabriel Delanne

(23-03-1857 / 15-02-1926)

 

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Gabriel Delanne

Imagem http://www.ceakitajuba.org.br/informe-se/personalidades/delanne

 

Gabriel Delanne Gabriel Delanne era filho de pais espíritas convictos e praticantes, sendo o seu pai um dos fundadores da Liga Parisiense de Ensino e afeiçoado amigo de Allan Kardec, fazendo parte com este da direção da Sociedade Espírita fundada por ambos. Sua mãe, portadora de mediunidade ostensiva, muito colaborou na codificação kardequiana com suas comunicações, transmitindo informações confiáveis filtradas do mundo espiritual através de seus dons. Nasceu portanto esse grande defensor do Espiritismo em ambiente espiritual propício a sua preparação, o que se fez nos moldes rigorosamente científicos e com estrita fidelidade ao seu codificador. Afirmando sempre que a sua crença inabalável era a espírita, e dedicando-se desde cedo à pesquisa experimental dos fatos presenciados dentro da sua própria casa, veio a receber da espiritualidade uma mensagem cujo teor o faria mais dedicado e disciplinado para com suas pesquisas. Dizia a mensagem: "Nada temas. Tem confiança. Jamais ser rico do ponto de vista material. Coisa alguma, porém, te faltar na vida". Em 1883 ele fundou a revista "O Espiritismo" graças à generosidade de uma inglesa, Elisabeth D'Esperance, que lhe doou o dinheiro para as despesas. Passou então a realizar experiências com grandes médiuns. Em 1904 juntamente com Charles Richet e outros estudiosos, presenciou os prodigiosos fenômenos de materialização de Vila Cármen, em Argel. A produção literária de Delanne não se apoia em especulações imaginárias, mas em fatos por ele mesmo investigados e confirmados. Dedicando-se de maneira especial ao trabalho de demonstrar que o Espiritismo se apoia em bases científicas, escreveu essas principais obras hoje conhecidas em todo o mundo: "Pesquisas sobre a Mediunidade", "A Alma é Imortal", "O Espiritismo perante a Ciência", "O Fenômeno Espírita ","A Evolução Anímica", "As Aparições Materializadas de Vivos e Mortos", "Documentos para o Estudo da Reencarnação". e finalmente "A Reencarnação". Em "O Espiritismo perante a Ciência", ele traça com rara maestria um quadro completo dos dados que o psiquismo pode apresentar para merecer o respeito dos cientistas. E como demonstração da admirável segurança de sua argumentação, basta que se lance os olhos sobre suas páginas e verifique-se, que desde a época já distante em que apareceu a primeira edição desta obra, o seu autor teve a satisfação de verificar que algumas das mais importantes teorias expostas tiveram a consagração da Ciência. Em sua luta para estabelecer a verdade espírita, sabedor dos males gerados pela ignorância, pelo fanatismo e pela paixão desregrada escreve: "A luta é inflamada e provavelmente será longa, de vez que os prejuízos religiosos e científicos se mostram obstinados. Insensivelmente, porém, a evidência acaba impondo-se. Temos agora a convicção de que a certeza da imortalidade se tornar uma verdade científica, cujas conseqüências benfazejas, fazendo-se sentir no mundo inteiro, mudarão os destinos da humanidade". Homem de mentalidade politécnica, afeiçoado desde cedo aos estudos exatos, às observações frias, às deduções rigorosas, foi o chefe supremo da parte experimental do Espiritismo à qual deu o maior desenvolvimento, ainda não suplantado. Delanne fez ver através de suas obras que a Física moderna, o magnetismo, o hipnotismo, a sugestão verbal ou mental, a clarividência, a telepatia e o Espiritismo, todos esses conhecimentos novos são convergentes para as fronteiras espirituais. Tornou evidente que as provas das comunicações dos espíritos, sendo tão numerosas quão variadas tornariam o Espiritismo uma demonstração científica da imortalidade. Em sua luta incessante iniciada aos 13 anos, publicou aos 68 anos de idade uma obra de incomparável valor intitulada "A Reencarnação", última de seu gênio privilegiado. Pela solidez apresentada, pelo rigor de sua lógica, pelo valor de sua argumentação, pela escolha de suas provas, pela superioridade de sua tese, e pela imparcialidade com que apresenta os fatos, essa obra ‚ a primeira da coleção delanneana. Abordando todas as angulações elaboradas pela codificação, Delanne sempre respondia com humildade sobre sua própria obra: "Nada tenho dilatado. Tudo que há é de Kardec. Apenas tenho feito constatações. Mostrei-as em meus livros e demonstro-as na prática diária. Nada acrescento". Excesso de modéstia dele. Sua obra complementa e solidifica os ensinamentos de Kardec, abordando temas correlatos e aprofundando outros onde o grande codificador não dispusera de tempo para considerações maiores. Delanne foi o pesquisador que de maneira incansável soube aproximar a ciência da religião, certo que ambas teriam que caminhar unidas para uma compreensão lógica do universo e dos seus habitantes, os espíritos. O insigne pesquisador dedicou toda a sua vida à propagação do Espiritismo, pelo qual se sacrificou inutilmente aos olhos daqueles que só vêem no imediatismo a verdadeira razão do viver humano e por isso não podem compreender que, por força desse desprezo pelas vaidades e ambições terrenas, ele se cobriu de glórias espirituais pelo trabalho bem conduzido, sem vacilações e fielmente executado até seu derradeiro instante da vida corpórea. Fonte: site: www.gesp.org.br/biografias 

 

 

(Texto copiado de http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Gabriel-Delanne.pdf

 

 

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O Fenômeno Espírita de Gabriel Delanne

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gabriel_Delanne#/media/File:LePhSpirite.jpg

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Gabriel Delanne

Imagem/fonte: http://www.ceakitajuba.org.br/informe-se/personalidades/delanne

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Túmulo de Gabriel Delanne, singelo e florido. Cemitério Père Lachaise, Paris, França. Fotos  Ismael Gobbo

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Entada do Cemitério Père Lachaise. Paris, França.

 

O cemitério Père-Lachaise é referência turística, ao lado de outros grandes cemitérios de Paris, como Montparnasse e Montmartre.  Todavia, nenhum deles tem a fama do Père Lachaise, onde estão sepultadas personalidades famosas, expoentes das ciências, filosofia, religião, política, pintura, escultura, cinema, teatro, literatura, etc.

Os que visitam Paris, a capital mundial do turismo,  têm no famoso cemitério um grande desafio: o de tentar localizar o maior número possível de notáveis que constam no mapa do cemitério, entre elas as de Allan Kardec, Alfred de Musset, Auguste Comte, Camille Pissarro, Edith Piaf, Claude Bernard, Maria Callas, Oscar Wilde, Théodore Géricault, Frédéric Chopin, Vivant Denon,  Gay Lussac, Samuel Hahnemann, Honoré de  Balzac, Jean-François Champollion, Jim Morrison, Louis Viscont, Vincenzo  Bellini, Luigi Cherubini, Gustave Doré, Molière, La Fontaine, Marcel Proust, Sarah Bernhardt, Simone Signoret, Georges Bizet,  Amedeo Modigliani,  e dezenas e dezenas de outros vultos de destaque. (Ismael Gobbo)

 

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Monumento aos mortos. Cemitério Père Lachaise. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

 

monumento aos mortos do cemitério de Père-Lachaise é obra do pintor e escultor Albert Bartholomé , inaugurado emr de Novembro de 1899depois de doze anos de trabalho.

Este monumento é dedicado a todos os mortos sem distinção; Três outros monumentos a mortes de militares já haviam sido erguido em memória de soldados que morreram durante o cerco de Paris (1870) (divisão 64), em memória da Guarda Nacional do Sena morto em combate Buzenval 19 de janeiro de 1871 (Divisão 72) e em memória dos Defensores de Belfort(Divisão 54)

Leia mais:

https://fr.wikipedia.org/wiki/Monument_aux_morts_du_P%C3%A8re-Lachaise

 

Sem título

 

 

 

Provas voluntárias. O verdadeiro cilício.

 

26. Perguntais se é lícito ao homem abrandar suas próprias provas. Essa questão equivale a esta outra: É lícito, àquele que se afoga, cuidar de salvar-se? Àquele em quem um espinho entrou, retirá-lo? Ao que está doente, chamar o médico? As provas têm por fim exercitar a inteligência, tanto quanto a paciência e a resignação. Pode dar-se que um homem nasça em posição penosa e difícil, precisamente para se ver obrigado a procurar meios de vencer as dificuldades. O mérito consiste em sofrer, sem murmurar, as consequências dos males que lhe não seja possível evitar, em perseverar na luta, em se não desesperar, se não é bem-sucedido; nunca, porém, numa negligência que seria mais preguiça do que virtude. Essa questão dá lugar naturalmente a outra. Pois, se Jesus disse: “Bem-aventurados os aflitos”, haverá mérito em procurar, alguém, aflições que lhe agravem as provas, por meio de sofrimentos voluntários?  A isso responderei muito positivamente: sim, há grande mérito quando os sofrimentos e as privações objetivam o bem do próximo, porquanto é a caridade pelo sacrifício; não, quando os sofrimentos e as privações somente objetivam o bem daquele que a si mesmo as inflige, porque aí só há egoísmo por fanatismo.  Grande distinção cumpre aqui se faça: pelo que vos respeita pessoalmente, contentai-vos com as provas que Deus vos manda e não lhes aumenteis o volume, já de si por vezes tão pesado; aceitá-las sem queixumes e com fé, eis tudo o que de vós exige Ele. Não enfraqueçais o vosso corpo com privações inúteis e macerações sem objetivo, pois que necessitais de todas as vossas forças para cumprirdes a vossa missão de trabalhar na Terra. Torturar e martirizar voluntariamente o vosso corpo é contravir a Lei de Deus, que vos dá meios de o sustentar e fortalecer. Enfraquecê-lo sem necessidade é um verdadeiro suicídio. Usai, mas não abuseis, tal a lei. O abuso das melhores coisas tem a sua punição nas inevitáveis consequências que acarreta. Muito diverso é o que ocorre, quando o homem impõe a si próprio sofrimentos para o alívio do seu próximo. Se suportardes o frio e a fome para aquecer e alimentar alguém que precise ser aquecido e alimentado e se o vosso corpo disso se ressente, fazeis um sacrifício que Deus abençoa. Vós que deixais os vossos aposentos perfumados para irdes à mansarda infecta levar a consolação; vós que sujais as mãos delicadas pensando chagas; vós que vos privais do sono para velar à cabeceira de um doente que apenas é vosso irmão em Deus; vós, enfim, que despendeis a vossa saúde na prática das boas obras, tendes em tudo isso o vosso cilício, verdadeiro e abençoado cilício, visto que os gozos do mundo não vos secaram o coração, que não adormecestes no seio das volúpias enervantes da riqueza, antes vos constituístes anjos consoladores dos pobres deserdados. Vós, porém, que vos retirais do mundo, para lhe evitar as seduções e viver no insulamento, que utilidade tendes na Terra? Onde a vossa coragem nas provações, uma vez que fugis à luta e desertais do combate? Se quereis um cilício, aplicai-o às vossas almas, e não aos vossos corpos; mortificai o vosso Espírito, e não a vossa carne; fustigai o vosso orgulho, recebei sem murmurar as humilhações; flagiciai o vosso amor-próprio; enrijai-vos contra a dor da injúria e da calúnia, mais pungente do que a dor física. Aí tendes o verdadeiro cilício cujas feridas vos serão contadas, porque atestarão a vossa coragem e a vossa submissão à vontade de Deus. – Um anjo guardião. (Paris, 1863.)

 

(O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, FEB. Bem-aventurados os aflitos, Cap. V, 26)

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Espinheiro. Cafarnaum, Israel. Foto Ismael Gobbo

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Estátua – O menino do espinho. Autor desconhecido.  Cópia de original romana. Séc. I – III d.C.

Museu Nacional de Belas Artes. Santiago, Chile. Foto Ismael Gobbo

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A cura da filha de Jairo. Óleo sobre papel montado em tela de Paolo Veronese.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Paolo_Veronese_cat01c.jpg

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Pintura de Antonio da Firenze (século XV) retratando um penitente se autoflagelando aos pés de uma imagem de Cristo crucificado

Imagem/fonte: Trabalho próprio , sailko

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Antonio_da_firenze,_calvario_con_donatore,_dett_flagellante_(battuti_bianchi).JPG

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Estudo para Jesus em Cafarnaum (1885). Óleo sobre tela de Rodolpho Amoêdo

Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo. Foto Ismael Gobbo

 

 

Amor Infinito

Fenômenos Mediúnicos

 

 

(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]])

 

 

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