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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, segunda-feira, 02 de novembro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/NOVEMBRO/02-11-2026.htm
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Os últimos 5 emails enviados |
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DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
31-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/31-10-2026.htm 30-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/30-10-2026.htm 29-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/29-10-2026.htm 28-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/28-10-2026.htm 27-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/27-10-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 10- 1867 |
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(Continuação da página anterior)
(Copiado do site Febnet) |
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Julien Offray de La Mettrie. Gravação. Artista Achille Ouvré (1872-1951) d'après G.-F. Schmidt Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Julien_Offray_de_La_Mettrie.jpg
Julien Offray de La Mettrie (Saint-Malo, 25 de dezembro de 1709 - Potsdam, 11 de novembro de 1751) foi um médico e filósofo francês e um dos primeiros escritores a escrever sobre o materialismo na era do iluminismo. É considerado como um fundador da ciência cognitiva. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Julien_Offray_de_La_Mettrie
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Livro L´Homme Machine de La Mettrie Acesse aqui: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k10558389.image
La Mettrie considera que todos os filósofos do passado foram enganados por seu raciocínio sobre o homem a priori . Somente o método empírico lhe parece legítimo. A mente deve ser considerada como uma continuação da organização sofisticada da matéria no cérebro humano: o homem é, portanto, apenas um animal superior (como o autômato de Vaucanson ). A Mettrie estende ao homem o princípio da máquina animal de Descartes e rejeita qualquer forma de dualismo em favor do monismo . Seu determinismo mecanicista naturalmente o leva a rejeitar qualquer idéia de Deus , mesmo a dos panteístas com quem ele se recusa a confundir a natureza. La Mettrie é particularmente conhecido na história da filosofia, graças ao título sugestivo deste livro. Leia mais: https://fr.wikipedia.org/wiki/L%27Homme_Machine
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Voltaire. Imagem/fonte:
François-Marie Arouet, mais conhecido pelo pseudônimo Voltaire (Paris, 21 de novembro de 1694 — Paris, 30 de maio de 1778), foi um escritor, ensaísta, deísta e filósofo iluminista francês.[1] Conhecido pela sua perspicácia e espirituosidade na defesa das liberdades civis, inclusive liberdade religiosa e livre comércio, é uma dentre muitas figuras do Iluminismo cujas obras e ideias influenciaram pensadores importantes tanto da Revolução Francesa quanto da Americana. Escritor prolífico, Voltaire produziu cerca de 70 obras[2] em quase todas as formas literárias, assinando peças de teatro, poemas, romances, ensaios, obras científicas e históricas, mais de 20 mil cartas e mais de 2 mil livros e panfletos. Foi um defensor aberto da reforma social apesar das rígidas leis de censura e severas punições para quem as quebrasse. Um polemista satírico, ele frequentemente usou suas obras para criticar a Igreja Católica e as instituições francesas do seu tempo. Voltaire é o patriarca de Ferney. Ficou conhecido por dirigir duras críticas aos reis absolutistas e aos privilégios do clero e da nobreza. Por dizer o que pensava, foi preso duas vezes e, para escapar a uma nova prisão, refugiou-se na Inglaterra. Durante os três anos em que permaneceu naquele país, conheceu e passou a admirar as ideias políticas de John Locke.[2] https://pt.wikipedia.org/wiki/Voltaire
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Estátua de Jean Jacques Rousseau (1712- 1778), que fica ao lado da Faculdade de Direito de Paris- Sorbonne e próximo do Panteón onde está sepultado. Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Jean-Jacques Rousseau, também conhecido como J.J. Rousseau ou simplesmente Rousseau (Genebra, 28 de junho de 1712 — Ermenonville, 2 de julho de 1778), foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor autodidata genebrino. É considerado um dos principais filósofos do iluminismo e um precursor do romantismo. Sua filosofia política de fato influenciou o Iluminismo por toda a Europa, assim como também aspectos da Revolução Francesa e o desenvolvimento moderno da economia, da política e do pensamento educacional. Para ele, as instituições educativas tradicionais corrompem o homem e tiram-lhe a liberdade. Para a criação de um novo homem e de uma nova sociedade, seria preciso educar a criança de acordo com a Natureza, desenvolvendo progressivamente seus sentidos e a razão com vistas à liberdade e à capacidade de julgar.[1] Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Jacques_Rousseau |
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Allan Kardec. Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: |
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Imagem de O Livro dos Espíritos da edição de 1860. https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_dos_Esp%C3%ADritos A primeira edição da obra foi lançada por Allan Kardec aos 18 de abril de 1857.
O Livro dos Espíritos (na língua francesa, Le Livre des Esprits) é o primeiro livro da Codificação Espírita publicado por Hippolyte Léon Denizard Rivail sob o pseudônimo de Allan Kardec. Esta obra contém os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as Leis Morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade (segundo os ensinamentos dos Espíritos Superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec). É uma das oito obras fundamentais para o estudo da Doutrina Espírita juntamente com: O que é o Espiritismo (1859); O Livro dos Médiuns (1861); O Evangelho Segundo Espiritismo (1863); O Céu e o Inferno ou a Justiça Divina Segundo o Espiritismo (1865); A Gênese, os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo (1868), Obras Póstumas (1890) e Revista Espírita (1858-1869). Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_dos_Esp%C3%ADritos
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Tudo ressurge e brilha |
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Não chores quem se vai, quando a faina termina!... * Esses versos sublimes de Constâncio Alves são uma verdadeira canção de esperança para os nossos dias de saudade. Eles traduzem a lição de Jesus: Deus não é de mortos, mas, sim, de vivos. Para acalmar o coração, é imprescindível compreender a morte não como extinção, mas como uma atividade transformadora da própria vida. Espiritualmente falando, apenas conhecemos um gênero temível de morte: a morte da consciência denegrida no mal, torturada de remorso ou paralisada nos despenhadeiros que marginam a estrada da insensatez e do crime. Essa sim, é a verdadeira morte da alma, que se encarcera nas sombras de seus próprios desatinos. Fora disso, é chegada a época de reconhecermos que todos somos vivos na Criação eterna. Por tardar esse conhecimento em nós, constatamos grandes erros diante da morte dos entes queridos. Em razão disso, a teologia criou céus e infernos artificiais, rejeitando a lógica reencarnacionista. Algumas pessoas se apegam à letra, crentes de que o corpo material - apenas vestimenta temporária - deverá ressurgir dos sepulcros. E outras veem os Espíritos como fantasmas de laboratório, vagando indefinidamente pelo espaço. Quem passa pela sepultura prossegue trabalhando e aprendendo nas estações do Além. Lá, tanto quanto aqui, só existe desordem para o desordeiro e equilíbrio para o trabalhador do bem. Na crosta da Terra ou além dos seus círculos, permanecemos vivos invariavelmente. Os desencarnados não são magos ou adivinhos para satisfazer curiosidades. São irmãos de jornada que continuam na luta do próprio aprimoramento. Tiveram seu tempo na encarnação atual e agora continuam os planos individuais em outra dimensão. Podem permanecer nesse estado por pouco ou muito tempo, porém, tão logo seja necessário, planejam novo retorno, assim como o fizeram antes. Recordemos que lidamos com algo semelhante aqui mesmo no planeta, quando parte da família habita outro continente; quando irmãos, filhos, amigos queridos, enfrentam o desafio de um emprego ou um longo período de estudos fora do país. Há os que se mudam para realizar tratamentos específicos de saúde e ainda os que encontram sua nova família no outro lado do oceano. O amor não conhece distâncias e se faz ponte de luz sobre todos os abismos do caminho. Ninguém morre. Ninguém desaparece. Apenas entramos em fases diferentes da vida do Espírito, que é muito maior do que esta que chamamos de existência. Todos nós já passamos por isso antes. Confiemos nas forças da Providência Divina. A natureza em tudo é sublime promessa. Tudo ressurge e brilha! Tudo em Deus tem um significado muito maior do que podemos, muitas vezes, compreender. Ou mesmo imaginar. A razão e o coração nos apontam: a morte não existe. Os mortos vivem. O amor dura para sempre. Redação do Momento Espírita com base no poema
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7737&stat=0) |
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Descrição. Português: Constâncio Alves. Data Data desconhecida. Fonte http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&pagfis=57333. Autor Correio da Manhã Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Const%C3%A2ncio_Alves.jpg |
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Jesus Cristo no Monte das Oliveiras. Óleo sobre tela de Rodolfo Amoedo. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo
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Jesus e o jovem rico. Pintura de Heinrich Hoffmann. Imagem/fonte : https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Hoffman-ChristAndTheRichYoungRuler.jpg
O Jovem Rico16 Eis que alguém se aproximou de Jesus e lhe perguntou: “Mestre, que farei de bom para ter a vida eterna?” 17 Respondeu-lhe Jesus: “Por que você me pergunta sobre o que é bom? Há somente um que é bom. Se você quer entrar na vida, obedeça aos mandamentos”. 18 “Quais?”, perguntou ele. Jesus respondeu: “‘Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não darás falso testemunho, 19 honra teu pai e tua mãe’[a] e ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’[b]”. 20 Disse-lhe o jovem: “A tudo isso tenho obedecido. O que me falta ainda?” 21 Jesus respondeu: “Se você quer ser perfeito, vá, venda os seus bens e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro nos céus. Depois, venha e siga-me”. 22 Ouvindo isso, o jovem afastou-se triste, porque tinha muitas riquezas. 23 Então Jesus disse aos discípulos: “Digo-lhes a verdade: Dificilmente um rico entrará no Reino dos céus. 24 E lhes digo ainda: É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus”. 25 Ao ouvirem isso, os discípulos ficaram perplexos e perguntaram: “Neste caso, quem pode ser salvo?” Leia mais: https://www.biblegateway.com/passage/?search=Mateus+19%3A16-30%2CLucas+18%3A18-30&version=NVI-PT
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Artista Pieter de Grebber (cerca de 1600–1652/1653) wikidata:Q512817 Editar isto no Wikidata imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título Holandês: God nodigt Christus uit plaats te nemen aan zijn rechterhand Editar isto no Wikidata Deus convidando Cristo para sentar-se no trono à sua direita Tipo de objeto pintura Editar isto no Wikidata Gênero arte religiosa Editar isto no Wikidata Data 1645 Editar isto no Wikidata Técnica óleo sobre tela e sobre painel de álamo Editar isto no Wikidata Dimensões altura: 115 cm (45,2 pol.) Editar isto no Wikidata; largura: 133 cm (52,3 pol.) Edite isto no Wikidata Coleção Wikidata do Museu Catharijneconvent:Q1954426 Museu Bisschoppelijk Haarlem wikidata:Q61942636. Imagem/fonte:
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Ilustração com o espírito Emmanuel e o médium Chico Xavier Imagem/fonte: http://planetaazul.ning.com/group/emmanuel
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Noite de Natal |
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Pelo Espírito Meimei. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Os Dois Maiores Amores. Lição nº 22. Página 89.
Não olvides que o Natal é uma festa do Céu, para a noite da Terra. A estrela de Belém brilhando, além das nuvens... Vozes angelicais, rompendo as trevas... E um berço, na manjedoura invadida de sombra em que o Rei da Luz começou o Apostolado Divino, entregando a Boa Nova de Eterna Alegria aos pastores de vida singela, que O afagavam, com mãos calejadas e trêmulas... É por isso que a tua Noite de Natal está povoada de júbilos santos. Quase sempre, a doce comunhão com aqueles que mais amas... A árvore simbólica, adornada por dádivas de carinho... O doce calor do lar, defendendo-te contra a ventania, que reina lá fora... O bolo festivo... Os cânticos e as orações que te recordam a chegada do Redentor... Entretanto, lembra-te de Jesus e não te detenhas!... Vives a tua hora de beleza, qual se respirasses num dia maravilhoso de regozijo e esperança, mas, não te esqueças de que milhões de almas choram, anônimas, no agoniado nevoeiro do sofrimento. São criancinhas esfomeadas, mães desfalecentes que a dor aprisiona em garras mortíferas, enfermos cansados de abandono e velhinhos torturados pela sede de afeto, a soluçarem de frio!... Pela memória do Celeste Renovador, que dizes amar, desce do trono doméstico para o vale dos que vagueiam sem rumo e estende-lhes mãos amigas. Deixe que o anjo da caridade te guie os passos e oferece algo de tua mesa e de tua fé aos filhos da aflição e sentirás que o orvalho da tua alegria será precioso bálsamo, sobre as lágrimas que encharcam os corações, perdidos no infortúnio... Recorda que o Divino Soberano escolheu a noite para clima revelador da Sua grandeza... Desce, pois, com a tua lâmpada, à sombra de quantos se debatem, entre as chagas da ignorância e da miséria, e, ajudando os que padecem, estarás, junto d’Ele, a exaltar-Lhe a mensagem de amor e luz.
(Recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
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Ilustração estilizada da Natividade de Jesus Fonte: Standard Bible Story Readers, livro Um, 1925; Ilustrado por OA Stemler; Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/File:NativityJesus.jpg |
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São José. Óleo sobre tela de Guido Reni. Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Guido_Reni_-_St_Joseph_-_WGA19305.jpg |
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Pintura da "Véspera de Natal" de J. Hoover & Son, 1878 Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Christmas_Eve#/media/File:ChristmasEve1878.jpg |
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O Striezelmarkt em Dresden, Alemanha, é considerado o primeiro verdadeiro mercado de Natal do mundo. Imagem?autor: LH DD / Dittrich. Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Christmas_market
Mercado de Natal Um mercado de Natal , também conhecida como Christkindlmarkt (literalmente: Cristo Criança mercado , mas o termo "Christkind" geralmente se refere a um anjo-like "espírito de Natal", em vez de, literalmente, o Menino Jesus), Christkindlesmarkt , Christkindlmarket , Christkindlimarkt e Weihnachtsmarkt , é uma feira de rua associada à celebração do Natal durante as quatro semanas do Advento . Esses mercados se originaram na Alemanha, mas agora são mantidos em muitos outros países. [1] A história dos mercados de Natal remonta ao final da Idade Médiana parte de língua alemã da Europa e em muitas partes do antigo Sacro Império Romano que inclui muitas regiões orientais da França. [1]
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Mercado de Natal em Jena, Alemanha. Foto/autor: ReneS no flickr Imagem copiada de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mercado_de_Natal |
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Publicidade de Natal mencionando presentes de c. 1900 Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Christmas_gift |
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Feliz Natal. Cartão postal. Autor desconhecido. Por volta de 1910. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Christmas_in_France |
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Natal na França. Père Noel. Pai Natal. Cartaz litográfico para o Natal desenhado por Firmin Bouisset [encomendado por?]. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Christmas_in_France |
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Sacré-Cœur-du-Christ , estátua de prata mostrando seu coração aberto, de Eugène Bénet (1912). Basílica do Sacré-Coeur. Paris, França. Foto: Laura Emília Michelin Gobbo. |
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Evento alusivo ao Natal no Parque do Ibirapuera. São Paulo, Brasil. Fotos: Ismael Gobbo. 12-2022. |
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Uma árvore de Natal eletrônica que muda de imagens e cores na Prefeitura de São Paulo. Foto: Ismael Gobbo |
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Presépio de Natal na Catedral da Sé. São Paulo, Brasil. Foto: Ismael Gobbo. 12-2022. |
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O Jovem Jesus com os doutores da lei. Esculturas no Santuário Sagrado Coração de Jesus. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo. 12-2022. |
COMO PERDER O MEDO DA MORTE? |
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VEJA SOBRE ANDRÉ LUIZ ESPÍRITOhttps://pt.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9_Luiz_(esp%C3%ADrito) |
VEJA SOBRE LÚCIFER |
Allan Kardec. Óleo sobre tela por Nair Camargo. Foto Ismael Gobbo. |
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Anotações sobre Finados e estados de alma |
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Antonio Cesar Perri de Carvalho A literatura espírita é muito rica de informações sobre a imortalidade da alma, incluindo as comemorações relacionadas com o chamado “dia dos mortos”. A título de lembrança, é sempre oportuno recorrer-se a obras de Allan Kardec. Assim, na obra inaugural O Livro dos Espíritos há registros no item “Comemoração dos mortos. Funerais: Perg. 320: Sensibiliza os Espíritos o lembrarem-se deles os que lhes foram caros na Terra? R – “Muito mais do que podeis supor. Se são felizes, esse fato lhes aumenta a felicidade. Se são desgraçados, serve-lhes de lenitivo.” Perg. 321: O dia da comemoração dos mortos é, para os Espíritos, mais solene do que os outros dias? Apraz-lhes ir ao encontro dos que vão orar nos cemitérios sobre seus túmulos? R – “Os Espíritos acodem nesse dia ao chamado dos que da Terra lhes dirigem seus pensamentos, como o fazem noutro dia qualquer.” a) Mas o de finados é, para eles, um dia especial de reunião junto de suas sepulturas? R – “Nesse dia, em maior número se reúnem nas necrópoles, porque então também é maior, em tais lugares, o das pessoas que os chamam pelo pensamento. Porém, cada Espírito vai lá somente pelos seus amigos e não pela multidão dos indiferentes.” b) Sob que forma aí comparecem e como os veríamos, se pudessem tornar-se visíveis? R – “Sob a que tinham quando encarnados.” Perg. 322: E os esquecidos, cujos túmulos ninguém vai visitar, também lá, não obstante, comparecem e sentem algum pesar por verem que nenhum amigo se lembra deles? Que lhes importa a Terra?R – “Só pelo coração nos achamos a ela presos. Desde que aí ninguém mais lhe vota afeição, nada mais prende a esse planeta o Espírito, que tem para si o Universo inteiro.” Perg. 323: A visita de uma pessoa a um túmulo causa maior contentamento ao Espírito, cujos despojos corporais aí se encontrem, do que a prece que por ele faça essa pessoa em sua casa?R – “Aquele que visita um túmulo apenas manifesta, por essa forma, que pensa no Espírito ausente. A visita é a representação exterior de um fato íntimo. Já dissemos que a prece é que santifica o ato da rememoração. Nada importa o lugar, desde que é feita com o coração.” No seu último discurso – Dia de Finados do ano de 1868 -, Kardec comenta:“Ofereçamos aos que nos são caros uma boa lembrança e o penhor de nossa afeição, encorajamentos e consolações aos que deles necessitem. Façamos de modo que cada um recolha a sua parte dos sentimentos de caridade benevolente, de que estivermos animados, e que esta reunião dê os frutos que todos têm o direito de esperar”(Revista Espírita, dezembro de 1868). Entre centenas de manifestações espirituais, destacamos o alerta de Eurípedes Barsanulfo, no livroO Espírito da Verdade (Lição nº 12) para nós, os encarnados, sobre os valores eternos:“O espírito deve ser conhecido por suas obras. É necessário viver e servir. É necessário viver, meus irmãos, e ser mais do que pó!” A propósito, sobre o reconhecimento de obras citadas, é cabível uma síntese sobre os estados de almas. Na 2ª. Parte do livro O Céu e o Inferno, Kardec analisa quase uma centena de comunicações espirituais que ele selecionou e analisou. Kardec comenta: “A certeza da vida futura não exclui as apreensões quanto à passagem desta para a outra vida. Há muita gente que teme não a morte, em si, mas o momento da transição. Sofremos ou não nessa passagem? Por isso se inquietam, e com razão, visto que ninguém foge à lei fatal dessa transição. Podemos dispensar-nos de uma viagem neste mundo, menos essa. Ricos e pobres, devem todos fazê-la, e, por dolorosa que seja a franquia, nem posição nem fortuna poderiam suavizá-la”. Com base em suas conclusões sobre os depoimentosdos espíritos comunicantes, Kardec identificou diferentes estados de alma dos desencarnados, e, sem dúvida, o mesmo raciocínio é válido num continuum de espírito encarnado/processo de desencarnação/espírito desencarnado.Ou seja,se enquadram no conceito de que “a Natureza não dá saltos”. A classificação genérica formulada por Kardec chama atenção para a relação entre a vida e morte corpórea e seus desdobramentos. O importante é o estado de alma e o nível e profundidade de como “a lei divina se encontra escrita na consciência” de cada um. O Espiritismo responde às dúvidas existenciais mais frequentes. À pergunta insistente que brota na alma humana: “para onde vou após a morte?”, o livro O céu e o infernoindica a resposta clara e fundamentada! DE: https://grupochicoxavier.com.br/anotacoes-sobre-finados-e-estados-de-alma/
(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX) |
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Retrato de Hippolyte Léon Denizard Rivail. Allan Kardec. |
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Abrigo Ismael na manhã deste domingo 01-11-2026 Araçatuba, SP |
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Com início às 9 horas, após a prece de abertura pelo Presidente Adair Anacleto a palestra foi proferida pelo excelente orador da casa, Fábio Cruz que desenvolveu o tema “BRASIL, PÁTRIA DO EVANGELHO” com informações dos grandiosos vultos espíritas do Brasil e da França. No mesmo horário acontecia a Evangelização para as crianças. O encerramento por Celso Luiz Souto e no final Adair Anacleto falou sobre aqui as compras do livro OBRA DE VULTOS III. Texto e fotos de Ismael Gobbo
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Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha Portugal |
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Exmos Senhores OCS,
CCE
www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
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Casa Editora O Clarim Em que perseveramos?, e outros destaques da RIE de novembro |
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ACESSE AQUI:
(Recebido de Casa Editora O Clarim [[email protected]]) |
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*** POST referente ao Blog (para divulgar hoje) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
QUESTÕES DE LÍNGUA PORTUGUESA (Astolfo O. de Oliveira Filho) A expressão “Era uma vez”, muito usada nos contos infantis, é invariável, isto é, não importa qual seja seu complemento. Assim, é correto dizermos: Era uma vez uma rainha muito má. Era uma vez três porquinhos. Era uma vez uma linda princesa. Era uma vez sete anões. [...] Para ler na íntegra clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/10/tres-observacoes-que-podem-interessar.html (Emmanuel, autor espiritual) Rogando amparo ao Senhor, não olvides a prestação de amparo a ti mesmo. Deus confere ao lavrador a luz do sol, a bênção da chuva e o fator do vento, mas não lhe dispensa o próprio suor, no trato da sementeira, para que a colheita lhe surja às mãos por recurso divino. [...] Para ler na íntegra clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/10/ajuda-te-emmanuel-autor-espiritual.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Estados de alma e Dia de Finados |
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Na reunião pública matutina do sábado, dia 31 de outubro, Cesar Perri fez exposição no Grupo Espírita Casa do Caminho, em São Paulo. Desenvolveu o tema sobre estados de alma, com base no capítulo III de “O Evangelho segundo o Espiritismo” e relacionou com as lembranças e homenagens típicas do dia de finados. As reuniões desse horário são coordenadas por Lúcia Travençolo e Rogério Ferraro. Acesse pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=-tV2G6XMCtQ&t=1727s
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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[1033-JornalMundoMaior] CARTÕES DE PAZ. |
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CARTÕES DE PAZ. Cada Espírito é um canal de bênçãos em se mantendo ligado às Leis do Criador. Lembre-se: você pode espalhar compreensão e otimismo.
Não se sabe de benefício algum que o desânimo tenha realizado. Siga em frente, criando simpatia e amizade, esperança e cooperação.
Felicidade é um fruto que se colhe da felicidade que se semeia. Plante amor e paz e a vida lhe trará farta colheita de paz e amor.
Quando a provação lhe apareça, terá surgido o seu momento mais importante para comunicar fé e coragem aos companheiros.
Quando o sofrimento desponte na estrada de alguém, estará você obtendo o instante dourado de auxiliar.
Haja o que houver, distribua confiança e bom-ânimo, porque a alegria é talvez a única dádiva que você é capaz de ofertar sem possuir.
Evite amargura e desespero, porque todos estamos seguindo ao encontro do júbilo imperecível.
Se você não acredita que Deus é plenitude de paz e amor, alegria e luz, pense que a Terra poderá envolver-se nas sombras da noite, mas haverá sempre no Céu a fatalidade do alvorecer. No Livro:- BUSCA E ACHARÁS. André Luiz/ Chico Xavier.
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GEPAR INFORMES | NOVEMBRO 2026 |
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ACESSE AQUI:
(Recebido email de GEPAR [[email protected]]) |
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[1032-JornalMundoMaior] ENERGIA E BRANDURA. |
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ENERGIA E BRANDURA. Na marcha do dia a dia, urge harmonizar as manifestações de nossas qualidades com o espírito de proporção e proveito, a fim de que o extremismo não nos imponha acidentes, no trânsito de nossas tarefas e relações.
Brandura na bondade; não demais que entremostre relaxamento. Energia na convicção; não demais que se transforme em teimosia.
Brandura na humildade; não demais que degenere em servilismo. Brandura na gentileza; não demais que denuncie bajulação.
Energia na sinceridade; não demais que descambe no desrespeito. No caminho da vida, há que aprender com a própria vida.
Vejamos o carro moderno nas viagens de hoje; nem passo a passo, porque isso seria ignorar o progresso, diante do motor; nem velocidade além dos limites justos, o que seria abusar do motor para descer ao desastre e à morte prematura.
Em tudo, equilíbrio, porque, se tivermos equilíbrio, asseguraremos, em toda parte e em qualquer tempo, a presença da caridade e da paciência, em nós mesmos, as duas guardiãs capazes de garantir-nos trajeto seguro e chegada feliz. No Livro:- ALMA E CORAÇÃO. Emmanuel/Chico Xavier.
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST de hoje (com ilustração) que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
BÍBLIA: O MANUAL DE UMA VIDA ABENÇOADA (Cínthia Cortegoso) Se nos lembrássemos mais de Jesus em nossos dias, sem dúvida o nosso coração conheceria melhor a paz; o nosso corpo, a saúde; e o nosso espírito, a liberdade. Como Mestre amoroso, bondoso e justo. [...] (Augusto Cezar, autor espiritual) Era noite. O mentor Silvério Pires recomendou-me esperá-lo por instantes. Em seguida, veio a mim explicando: — Augusto, temos serviço urgente. Venha comigo. Trata-se de um pedido de mãe devotada, em apoio de um filho enfermo. [...] Leia na íntegra ambos os textos clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e ótima semana.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
Ilustração das Crônica (terça-feira)
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Dirigente Espírita há 36 anos apóia centros e movimento espírita |
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A edição da revista digital Dirigente Espírita, na edição de setembro/outubro de 2026, assinala 36 anos como órgão da USE – União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, com contínua mensagem aos dirigentes de centros espíritas e de órgãos unificação. Na Mensagem da Presidência, uma importante orientação sobre as chamadas cartas consoladoras, que tem sido apresentadas no movimento espírita, atingindo muitos que perderam seus entes queridos e encontram-se esperançosos quanto ao recebimento de mensagens que possam trazer a consolação que buscam. A temática central desta edição volta-se para a Valorização da Vida. Sob a ótica da codificação kardequiana, artigos recordam e permitem a reflexão e análise de que viver é uma bênção divina. Reflete-se sobre a importância do acolhimento, da escuta ativa e dos cuidados aos enlutados, ressaltando o papel vital da casa espírita como porto seguro, onde a responsabilidade e o afeto superam qualquer julgamento. Na seção Perfil, a trajetória de Mauro Antonio dos Santos em sua caminhada no movimento espírita. Há notícias dos eventos do dinâmico movimento espírita paulista no Painel Estadual e no Painel Nacional, além da seção histórica Fatos & Vidas do Espiritismo, com as efemérides dos meses de setembro e outubro. Prosseguem as divulgações das Campanhas Comece pelo Começo e Viver em Família. Acesse pelo link: https://usesp.org.br/wp-content/uploads/2026/09/RDE-214.pdf
DE: https://grupochicoxavier.com.br/dirigente-espirita-ha-36-anos-apoia-centros-e-movimento-espirita/
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX) |
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POST referente ao Blog de domingo (para divulgar). |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
(Astolfo O. de Oliveira Filho) Um leitor pergunta se pessoas com diabetes, hipertensão arterial ou arritmia cardíaca, bem como aquelas que fazem uso de medicamentos controlados, podem ministrar passes magnéticos. A pergunta é bastante oportuna, mas a resposta não pode ser resumida a uma simples frase. [...] Leia na íntegra clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/10/cuidados-e-impedimentos-para-aplicacao.html
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Faça seu livro preferido virar uma nova história |
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ACESSE AQUI: https://marketing.feal.org.br/email/view/6ad11f3033154211040153
(Informação recebida de Fundação Espírita André Luiz [[email protected]]) |
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Resenha: Obra de Vultos – Volume 3 – 2026 |
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Obra de Vultos, surge em seu Volume 3, com organização de Ismael Gobbo. Contém 38 biografias de destacados lidadores do movimento espírita de Araçatuba, Birigui, Guararapes, Penápolis e Ilha Solteira. Redigimos o Prefácio dessa obra. O organizador Ismael, integra as amizades iniciadas desde a fundação da Mocidade Espírita Irma Ragazzi Martins, na Instituição Nosso Lar, Araçatuba (SP), nos idos de 1964, e de continuadas trocas de mensagens em função do Boletim de Notícias do Movimento Espírita que ele edita semanalmente. Em geral, fomos contemporâneos e conhecemos vários dos vultos focalizados que atuaram nas cidades da região Noroeste do Estado de São Paulo. Entre os homenageados, encontram-se a minha genitora, Bebé; Joana, genitora de minha esposa Célia; a marcante figura de Linda Dias de Almeida; Auzília Chessa Gobbo, genitora de Ismael; vários parceiros dos nossos tempos de residência e atuação direta em Araçatuba e, o mais recente, o dinâmico Sirlei Nogueira. Os autores das biografias são parentes ou amigos dos homenageados. Anotações tão queridas para os autores dos capítulos, com preito de homenagem e gratidão a esse conjunto de espíritos desencarnados. Embora em breves linhas, cada anotação representa muito esforço e dedicação que marcaram as trajetórias corpóreas. Há ilustrações. As publicações anterioresforam editadas há algum tempo: Obra de vultos – Volume 1 (1999) e Obras de vultos – Volume 2 (2000), também reunindo biografias de lidadores daquela região. Obra de Vultos- Volume 3, tem sido lançada, desde final de setembro de 2026, em instituições espíritas de Araçatuba e região, com a presença do organizador Ismael. Comparecemos em uma delas, dia 11/10/26, na União Espírita Paz e Caridade. O exemplar pode ser adquirido em: - União Espírita Paz e Caridade – Rua Marcílio Dias 129 – Araçatuba; - Aliança Espírita Varas da Videira – Rua Bernardino de Campos, 363 - Araçatuba; encomendas pelo fone/zap: 18 – 99686-2898.
(Antonio Cesar Perri de Carvalho) DE: https://grupochicoxavier.com.br/obra-de-vultos-volume-3-2026/
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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📚💚 OBRA DE VULTOS – VOLUME 3 | 2026 💛
Uma obra que reúne histórias inspiradoras de espíritos ilustres que contribuíram para o movimento espírita em nossa região, trazendo exemplos de dedicação, amor ao próximo e trabalho em favor do bem. ✨📖
Adquira seu exemplar por apenas R$ 30,00 e prestigie essa importante obra!
🏡 À venda no Abrigo Ismael 📍 Rua Marcílio Dias, 129 – Araçatuba/SP 📞 Informações: (18) 3623-3408
Cada gesto de apoio fortalece nossa missão de acolher e cuidar de nossas idosas com carinho e dignidade. ❤️
Adquira o seu e faça parte dessa história! 📚
(Recebido em email de Adair Anacleto) |
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Obra de Vultos 3 Compras na Aliança Espírita Varas da Videira. Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Atividades da casa. Aliança Espírita Varas da Videira e Casa da Caridade. Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Correio Espírita - Jornal de outubro de 2026 |
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Jornal Momento Espírita - EDIÇÃO DE OUTUBRO Centro Espírita Amor e Caridade, Bauru, SP. Assesse abaixo: |
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ACESSE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Jornal-Momento-Esp-Out-26_compressed.pdf
(Recebido em email do amigo Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Outubro/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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ACESSE AQUI: |
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Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta Março/Abril-2026. Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf
(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
aqui:
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Filme As Irmãs Fox será exibido gratuitamente na Federação Espírita Brasileira, em Brasília, com a presença do diretor Wagner de Assis
CLIQUE AQUI: https://febnet.org.br/as-irmas-fox-na-feb/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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Clique
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FEEGO. Federação Espírita do Estado de Goiás Goiânia |
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CLIQUE AQUI: https://www.facebook.com/feego.oficial/?locale=pt_BR
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FEETINS. Federação Espírita do Estado de Tocantins Palmas |
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ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/feetins/?locale=pt_BR
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier Boletim semanal – Ano XII. 1a semana de Novembro de 2026 |
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Anotações sobre finados e estados de alma; Kardec – das obras básicas às informações sobre a atualidade; Transições: períodos de transformação da Humanidade; Revista Visão DuBem focaliza o planejamento para a reencarnação; Obra de vultos valoriza vidas de dedicação; Dirigente Espírita há 36 anos apoia centros e o movimento espírita; Espiritismo na fé
Artigo: - Anotações sobre finados e estados de alma: https://grupochicoxavier.com.br/anotacoes-sobre-finados-e-estados-de-alma/
Vídeos: - Kardec – das obras básicas às informações sobre a atualidade: https://grupochicoxavier.com.br/kardec-das-obras-basicas-as-informacoes-sobre-a-atualidade/
-Transições: períodos de transformação da Humanidade: https://grupochicoxavier.com.br/transicoes-periodos-de-transformacao-da-humanidade/
-Revista Visão DuBem focaliza o planejamento para a reencarnação: https://grupochicoxavier.com.br/revista-visao-dubem-focaliza-o-planejamento-para-a-reencarnacao/
Notícias: -Obra de vultos valoriza vidas de dedicação: https://grupochicoxavier.com.br/obra-de-vultos-valoriza-vidas-de-dedicacao/
Bibliografia: - Dirigente Espírita há 36 anos apoia centros e o movimento espírita: https://grupochicoxavier.com.br/dirigente-espirita-ha-36-anos-apoia-centros-e-movimento-espirita/
Mensagens: -Espiritismo na fé: https://grupochicoxavier.com.br/espiritismo-na-fe-2/
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“Amaos que se mostram contrários ao teu coração, amparando-os fraternalmente com todas as possibilidades de socorro ao teu alcance, convicto de que semelhante medida te livrará do calamitoso duelo do mal contra o mal” – Emmanuel.
(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap.137. FEB)
o0o Com fraternal abraço, Equipe GEECX
(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]) |
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O Consolador. Revista Semanal de Divulgação Espírita. Londrina, PR. Clique no de abaixo: |
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ACESSE AQUI: https://www.oconsolador.com.br/ano20/998/principal.html
Amigo(a) espírita, boa noite. Peço que divulgue em suas redes sociais e pelo celular o post abaixo, relativo à edição deste domingo da revista O CONSOLADOR, já disponível na internet:
Leia a revista O CONSOLADOR desta semana, que nos apresenta os seguintes destaques: Entrevista - O psicólogo e escritor espírita Chrystian Barroso Chaves, de Juiz de Fora-MG, fala à revista, entre outros assuntos, sobre sua iniciação no Espiritismo. Especial - Paulo Neto apresenta-nos a última parte de “Nosso Lar: significativos indícios de sua realidade”. Internacional - Com o seminário "A vida não acaba aqui!”, a ACEMI, de Vale de Cambra, celebrou seu 20º aniversário. Acesse gratuitamente a edição clicando em https://www.oconsolador.com.br/ano20/998/principal.html
Obrigado pela colaboração e um forte abraço.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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REPUBLICAÇÃO EM HOMENAGEM |
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Eurípedes Barsanulfo (01-05-1880 / 01-11-1918. |
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Busto de Eurípedes Barsanulfo no Colégio Allan Kardec, Sacramento, MG. Foto Ismael Gobbo
Nascido em 1º de maio de 1880, na pequena cidade de Sacramento, Estado de Minas Gerais, e desencarnado na mesmo cidade, aos 38 anos de idade, em 1º de novembro de 1918.
Logo cedo manifestou-se nele profunda inteligência e senso de responsabilidade, acervo conquistado naturalmente nas experiências de vidas pretéritas.
Era ainda bem moço, porém muito estudioso e com tendências para o ensino, por isso foi incumbido pelo seu mestre-escola de ensinar aos próprios companheiros de aula. Respeitável representante político de sua comunidade, tornou-se secretário da Irmandade de São Vicente de Paula, tendo participado ativamente da fundação do jornal "Gazeta de Sacramento" e do "Liceu Sacramentano". Logo viu-se guindado à posição natural de líder, por sua segura orientação quanto aos verdadeiros valores da vida.
Através de informações prestadas por um dos seus tios, tomou conhecimento da existência dos fenômenos espíritas e das obras da Codificação Kardequiana. Diante dos fatos voltou totalmente suas atividades para a nova Doutrina, pesquisando por todos os meios e maneiras, até desfazer totalmente suas dúvidas.
Despertado e convicto, converteu-se sem delongas e sem esmorecimentos, identificando-se plenamente com os novos ideais, numa atitude sincera e própria de sua personalidade, procurou o vigário da Igreja matriz onde prestava sua colaboração, colocando à disposição do mesmo o cargo de secretário da Irmandade.
Repercutiu estrondosamente tal acontecimento entre os habitantes da cidade e entre membros de sua própria família. Em poucos dias começou a sofrer as conseqüências de sua atitude incompreendida.
Persistiu lecionando e entre as matérias incluiu o ensino do Espiritismo, provocando reação em muitas pessoas da cidade, sendo procurado pelos pais dos alunos, que chegaram a oferecer-lhe dinheiro para que voltasse atrás quanto à nova matéria e, ante sua recusa, os alunos foram retirados um a um.
Sob pressões de toda ordem e impiedosas perseguições, Eurípedes sofreu forte traumatismo, retirando- se para tratamento e recuperação em uma cidade vizinha, época em que nele desabrocharam várias faculdades mediúnicas, em especial a de cura, despertando-o para a vida missionária. Um dos primeiros casos de cura ocorreu justamente com sua própria mãe que, restabelecida, se tornou valiosa assessora em seus trabalhos.
A produção de vários fenômenos fez com que fossem atraídas para Sacramento centenas de pessoas de outras paragens, abrigando- se nos hotéis e pensões, e até mesmo em casas de famí1ias, pois a todos Barsanulfo atendia e ninguém saía sem algum proveito, no mínimo o lenitivo da fé e a esperança renovada e, quando merecido, o benefício da cura, através de bondosos Benfeitores Espirituais.
Auxiliava a todos, sem distinção de classe, credo ou cor e, onde se fizesse necessária a sua presença, lá estava ele, houvesse ou não condições materiais.
Jamais esmorecia e, humildemente, seguia seu caminho cheio de percalços, porém animado do mais vivo idealismo. Logo sentiu a necessidade de divulgar o Espiritismo, aumentando o número dos seus seguidores. Para isso fundou o "Grupo Espírita Esperança e Caridade", no ano de 1905, tarefa na qual foi apoiado pelos seus irmãos e alguns amigos, passando a desenvolver trabalhos interessantes, tanto no campo doutrinário, como nas atividades de assistência social.
Certa ocasião caiu em transe em meio dos alunos, no decorrer de uma aula. Voltando a si, descreveu a reunião havida em Versailles, França, logo após a I Guerra Mundial, dando os nomes dos participantes e a hora exata da reunião quando foi assinado o célebre tratado.
Em 1o. de abril de 1907, fundou o Colégio Allan Kardec, que se tornou verdadeiro marco no campo do ensino. Esse instituto de ensino passou a ser conhecido em todo o Brasil, tendo funcionado ininterruptamente desde a sua inauguração, com a média de 100 a 200 alunos, até o dia 18 de outubro, quando foi obrigado a cerrar suas portas por algum tempo, devido à grande epidemia de gripe espanhola que assolou nosso país.
Seu trabalho ficou tão conhecido que, ao abrirem- se as inscrições para matrículas, as mesmas se encerravam no mesmo dia, tal a procura de alunos, obrigando um colégio da mesma região, dirigido por freiras da Ordem de S. Francisco, a encerrar suas atividades por falta de freqüentadores.
Liderado a pulso forte, com diretriz segura, robustecia- se o movimento espírita na região e esse fato incomodava sobremaneira o clero católico, passando este, inicialmente de forma velada e logo após, declaradamente, a desenvolver uma campanha difamatória envolvendo o digno missionário e a doutrina de libertação, que foi galhardamente defendida por Eurípedes, através das colunas do jornal "Alavanca", discorrendo principalmente sobre o tema: "Deus não é Jesus e Jesus não é Deus", com argumentação abalizada e incontestável, determinando fragorosa derrota dos seus opositores que, diante de um gigante que não conhecia esmorecimento na luta, mandaram vir de Campinas, Estado de S. Paulo, o reverendo Feliciano Yague, famoso por suas pregações e conhecimentos, convencidos de que com suas argumentações e convicções infringiriam o golpe derradeiro no Espiritismo.
Foi assim que o referido padre desafiou Eurípedes para uma polêmica em praça pública, aceita e combinada em termos que foi respeitada pelo conhecido apóstolo do bem.
No dia marcado o padre iniciou suas observações, insultando o Espiritismo e os espíritas, "doutrina do demônio e seus adeptos, loucos passíveis das penas eternas", numa demonstração de falso zelo religioso, dando assim testemunho público do ódio, mostrando sua alma repleta de intolerância e de sectarismo.
A multidão que se mantinha respeitosa e confiante na réplica do defensor do Espiritismo, antevia a derrota dos ofensores, pela própria fragilidade dos seus argumentos vazios e inconsistentes.
O missionário sublime, aguardou serenamente sua oportunidade, iniciando sua parte com uma prece sincera, humilde e bela, implorando paz e tranqüilidade para uns e luz para outros, tornando o ambiente propício para inspiração e assistência do plano maior e em seguida iniciou a defesa dos princípios nos quais se alicerçavam seus ensinamentos.
Com delicadeza, com lógica, dando vazão à sua inteligência, descortinou os desvirtuamentos doutrinários apregoados pelo Reverendo, reduzindo- o à insignificância dos seus parcos conhecimentos, corroborado pela manifestação alegre e ruidosa da multidão que desde o princípio confiou naquele que facilmente demonstrava a lógica dos ensinos apregoados pelo Espiritismo.
Ao terminar a famosa polêmica e reconhecendo o estado de alma do Reverendo, Eurípedes aproximou-se dele e abraçou-o fraterna e sinceramente, como sinceros eram seus pensamentos e suas atitudes.
Barsanulfo seguiu com dedicação as máximas de Jesus Cristo até o último instante de sua vida terrena, por ocasião da pavorosa epidemia de gripe que assolou o mundo em 1918, ceifando vidas, espalhando lágrimas e aflição, redobrando o trabalho do grande missionário, que a previra muito antes de invadir o continente americano, sempre falando na gravidade da situação que ela acarretaria.
Manifestada em nosso continente, veio encontrá-lo à cabeceira de seus enfermos, auxiliando centenas de famílias pobres. Havia chegado ao término de sua missão terrena. Esgotado pelo esforço despendido, desencarnou no dia 1o. de novembro de 1918, às 18 horas, rodeado de parentes, amigos e discípulos.
Sacramento em peso, em verdadeira romaria, acompanhou- lhe o corpo material até a sepultura, sentindo que ele ressurgia para uma vida mais elevada e mais sublime.
Grandes Vultos do Espiritismo
(Copiado do site Feparana)
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Dona Meca, mãe de Eurípedes |
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Eurídice Miltan Cunha, “Sinhazinha”, irmã de Eurípedes Barsanulfo e mãe de Heigorina Cunha |
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Colégio Allan Kardec. Sacramento, MG. Eurípedes Barsanulfo, á frente, e alunos. Imagem/fonte: http://www.casadamaepobre.org/wp/euripedes-barsanulfo/ |
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Colégio Allan Kardec e busto de Eurípedes Barsanulfo. Sacramento, MG. Fotos Ismael Gobbo |
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Importante obra de Corina Novelino: “Eurípedes O Homem e a Missão”. |
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Quartinho de Eurípedes. Sacramento, MG. Foto Ismael Gobbo |
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Túmulo de Euripedes Barsanulfo no cemitério de Sacramento, MG. Euripedes desencarnou no dia 1º. de novembro de 1918. Foto Ismael Gobbo |
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Festa dos 100 anos do Colégio Allan Kardec comemorado no dia do nascimento de Eurípedes Barsanulfo em 01-05-2007. Foto Ismael Gobbo |
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Festa dos 100 anos do Colégio Allan Kardec comemorado no dia do nascimento de Eurípedes Barsanulfo em 01-05-2007. Presença de Dra. Marlene Nobre sentada à esquerda de blusa rosa. Foto Ismael Gobbo |
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Festa dos 100 anos do Colégio Allan Kardec comemorado no dia do nascimento de Eurípedes Barsanulfo em 01-05-2007. Caminhando o jornalista, pesquisador e documentarista Oceano Vieira de Melo. Foto Ismael Gobbo |
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Festa dos 100 anos do Colégio Allan Kardec comemorado no dia do nascimento de Eurípedes Barsanulfo em 01-05-2007. Foto Ismael Gobbo |
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Ophélia Thereza Vanzelli Vicente |
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Ophélia Thereza Vanzelli Vicente Imagem do livro Obra de Vultos, volume 2.
Biografia
elaborada por Nasceu em Ariranha-SP, em 1º de novembro de 1933, filha de Augusto Vanzelli e Maria José Ferreira Vanzelli, tendo como irmãos: Olavo José, Maria Aparecida e Oldemar Cácio. Em 1945, mudou-se com a família para Catanduva – SP, onde se formou na antiga Escola Normal Barão do Rio Branco e lecionou em escolas rurais da região até o ano de 1957, quando se casou com Norberto Vicente, passando a residir na cidade de Paraíso do Norte – PR, por apenas um ano, transferindo-se para Andradina-SP, onde continuou lecionando em grupos escolares: Grupo Escolar de Planalto, Francisco Teodoro de Andrade e Pereira Jordão. Teve duas filhas, Cássia Maria e Mariângela, sendo que, anos mais tarde, adotou um menino logo após o seu nascimento, Luís Henrique, que criou como um verdadeiro filho. No ano de 1963, sendo seu esposo presidente do Rotary Clube de Andradina, liderou a fundação da Casa da Amizade. Nesta época, pela sua dinâmica atuação na área social, apesar de católica, foi convidada a participar da direção do Lar dos Pequeninos Obreiros, entidade espírita que abrigava crianças carentes do sexo masculino em regime de internato. De família e formação católica tradicional, desde sua adolescência conviveu com fenômenos transcedentais, sem contudo ter consciência do que se tratava, talvez tendo sido através dos trabalhos com esta entidade espírita o primeiro chamamento para que assumisse seus compromissos de trabalhos na mediunidade, pois já então os “fenômenos” da escrita inconsciente (psicografia) e de vozes se intensificaram e, por não aceitá-los, acabou sofrendo acentuado processo obsessivo. Esgotados os recursos da medicina convencional, acabou sendo encaminhada para tratamento no Centro Espírita “Allan Kardec”, em São José do Rio Preto, dirigido pelo saudoso Elizeu Rigonatti e por Rubens Campos. Como a distância e a precariedade das estradas da época dificultavam as viagens semanais de Andradina a Rio Preto, acabaram fixando residência naquela cidade, onde, após a necessária educação mediúnica, passou a trabalhar no citado “Allan Kardec” e ainda na assistência espiritual dos internos do Hospital “Bezerra de Menezes”. Em 1969, retornou para Andradina, onde assumiu definitivamente a direção do Lar dos Pequeninos Obreiros, transformando-se em verdadeira mãe para os meninos daquela casa até a data de sua desencarnação. Ainda no ano de 1969, assumiu a direção da Associação Espírita “André Luís”, então mantenedora do Albergue Noturno, alternando-se com o esposo na presidência e na diretoria de doutrina, imprimindo naquela instituição uma nova dinâmica. Reativou os trabalhos mediúnicos da casa, inicialmente com grupos de estudo, depois com grupos de educação mediúnica e, logo a seguir, de desobsessão, grupos estes que se encontram em plena atividade até os dias atuais, sob a direção de seu marido Norberto Vicente. Sempre preocupada com o bem-estar do próximo, instituiu e orientou até o seu desencarne, junto ao Albergue, cursos de profissionalização (corte e costura, cabeleireiro, manicure, etc.) além do curso de orientação materno-infantil, que, após concluído, oferece às gestantes carentes um completo enxoval de recém-nascidos. Este curso também continua até hoje, sendo ministrado por suas companheiras de trabalho. Idealizou e liderou, sempre com o auxílio e o apoio de seu esposo, a organização e a fundação da APAE de Andradina, o que ocorreu em 1973, trazendo assim um inestimável bem à cidade. Pelos inumeráveis serviços prestados à comunidade, foi agraciada com o título de Cidadã Benemérita de Andradina, concedido pela Câmara Municipal no ano de 1974. Vítima de insidiosa enfermidade – câncer da mama –, não se deixou abater, continuando com seus inúmeros trabalhos em benefício do próximo até a sua desencarnação, ocorrido em 20 de abril de 1975, como verdadeiro exemplo de espírita, envolvendo a todos com sua fortaleza espiritual, sua fé e seu amor à vida.
(Copiado de |
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Ophélia Thereza Vanzelli Vicente Imagem do livro Obra de Vultos, volume 2.
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Ophélia Thereza Vanzelli Vicente na Pampulha, Belo Horizonte. Imagem do livro Obra de Vultos, volume 2.
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Estação ferroviária de Andradina ainda ativa em 1979. Foto José H. Belorrio Imagem/fonte: http://www.estacoesferroviarias.com.br/a/andradina.htm |
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da Aliança Espírita Varas da Videira de Araçatuba, com a peça “Allan Kardec- o homem universal” em 22-10-2007. |
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Grupo de teatro da Aliança Espírita Varas da Videira de Araçatuba, com a peça “Allan Kardec- o homem universal”, se apresentando no palco do Centro Cultural na antiga estação ferroviária de Andradina reformada. 22-10-2007. Fotos do arquivo de Ismael Gobbo. |
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1ª. EXPOESP- Exposição Espírita. Centro Cultural na antiga estação ferroviária de Andradina reformada. 22-10-2007. À esquerda Norberto Vicente, grande trabalhador espírita de Andradina. Foto Ismael Gobbo |
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Luar. Foto: Ismael Gobbo |
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Deus
Eurípedes Barsanulfo (Texto copiado na internet do site http://www.forumespirita.net/fe/poesia/deus-euripedes-barsanulfo/)
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The Rose Garden. Hyde Park. Londres, Reino Unido.Foto Matheus Gobbo. |
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Crepúsculo em Auriflama, SP. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus e o precursor |
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Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X Psicografia Francisco Cândido Xavier FEB
Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias. Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais. O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso – é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos. Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –, trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino. Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios. Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel. Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!” Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”. No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria! Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso. As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças. * Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita. Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas. Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos? Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”. Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo. João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade. O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos. Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.
Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.
(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)
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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte: |
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Jesus aos doze anos encontrado entre os doutores do templo. James Tissot Fonte da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo. |
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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus abençoa João Batista no deserto. Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG |
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Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
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Amor Infinito Caminhos retos |
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