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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, sábado, 31 de outubro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/31-10-2026.htm
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Os últimos 5 emails enviados |
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DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
30-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/30-10-2026.htm 29-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/29-10-2026.htm 28-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/28-10-2026.htm 27-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/27-10-2026.htm 26-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/26-10-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 10 - 1867 |
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(Continua na próxima postagem)
(Copiado do site Febnet) |
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Revista Espírita. Janeiro de 1867. Edição em francês. Copiado de https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k2709611q/f3.item |
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As obras básicas do Espiritismo codificado por Allan Kardec. Imagem/fonte: http://www.guia.heu.nom.br/obras_basicas.htm |
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Monumento dedicado a Allan Kardec na rua Sala em Lião, França, cidade onde nasceu aos 03 de outubro de 1804. Foto: Ismael Gobbo.
ESTA BELA OBRA FOI DESTRUIDA NESTE ANO DE 2026 |
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Banca de flores em rua de Lião, França, cidade natal de Allan Kardec. Foto Ismael Gobbo.
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Lião, França, cidade onde Allan Kardec nasceu aos 03 de outubro de 1804. Foto Ismael Gobbo |
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. Dólmen de Allan Kardec. O mais visitado e mais florido túmulo do Cemitério Pére Lachaise, em Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
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Busto de Allan Kardec no dólmen do Cemitério Père Lachaise. Foto Ismael Gobbo Allan Kardec: Lião 03-10-1804 / Paris 31-03-1869. |
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Paris em 1897. Óleo sobre tela de Camille Pissarro. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Camille_Pissarro_-_Boulevard_Montmartre_-_Eremitage.jpg |
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COM ESTA PUBLICAÇÃO INICIAMOS O REPASSE DO VOLUME X DA REVISTA ESPÍRITA, ANO 1867. COPIADO DO SITE DA FEB- FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/WEB-Revista-Espirita-1867.pdf
AUTOR: ALLAN KARDEC TRADUÇÃO DE EVANDRO NOLETO BEZERRA
O REPASSE É FEITO DIARIAMENTE EXCETO AOS DOMINGOS
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Grande é a gentileza |
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No imenso tecido da jornada humana, muitos instantes de aparente acaso são caminhos silenciosos da Providência. A internet, por vezes criticada, foi o palco de uma bela história de solidariedade, iniciada por um simples erro. Em março de 2018, a jovem Sydney estava provando um vestido de festa. Ela enviou as fotos no espelho para o celular de uma amiga, porém as fotos acabaram no aparelho de um estranho. Número errado. Sabemos que isso representa um certo perigo: fotos de nossa intimidade indo para algum lugar que não sabemos onde. Mas, quem recebeu a mensagem foi Tony Wood, pai de seis filhos. Ele teria várias opções após receber as fotos. Vale a pena pensar o que faríamos se acontecesse conosco, lembrando que são fotos de uma adolescente. Ele poderia ter apagado a mensagem. Poderia ter respondido de forma fria: Número errado. Poderia ter feito algum tipo de brincadeira de mau gosto ou se aproveitado da situação. No entanto, ele decidiu fazer daquele momento um gesto de gentileza, respondendo com bom humor: Sua mensagem foi para o número errado. Eu queria ajudar, mas minha esposa não está em casa, então não pude pedir a opinião dela. Contudo, eu e os meus filhos achamos que você ficou deslumbrante nesse vestido! Com certeza deveria comprar! Para deixar a reação descontraída, Tony anexou uma foto de cinco de seus filhos no sofá, sorrindo com sinal de positivo com o polegar. Sydney achou sensacional. Pediu desculpas, e fez questão de compartilhar com a amiga, aquela que deveria ter recebido as fotos. As duas deram boas risadas e viram uma oportunidade de divulgar como há pessoas gentis no mundo. E publicaram a história nas redes sociais. A foto das cinco crianças encantou a todos. Porém, os internautas encontraram algo estranho. Tony era pai de seis filhos e na foto só havia cinco. Onde estava o sexto? Assim, a internet descobriu que o caçula de Tony, Kaizler, de apenas quatro anos, lutava contra a leucemia desde 2015. Havia, inclusive, uma campanha on-line da família para arrecadar vinte mil dólares para o tratamento, mas que mal havia chegado aos dois mil. Ao descobrir a história, a comunidade virtual se mobilizou em velocidade recorde. Em dias, as doações ultrapassaram sessenta mil dólares. A própria Sydney contribuiu. O valor cobriu o tratamento e, em abril de 2019, Kaizler concluiu a última quimioterapia. Curado, tornou-se destaque no atletismo escolar. * Essa história ilustra o quão grande é a gentileza. Tony, ao responder com carinho a uma desconhecida, não imaginava que semeava a salvação do seu filho. Ele não pediu ajuda, porém, sua gentileza preparou o caminho para as bênçãos que a Providência Divina se propunha entregar. Que possamos escolher sempre o trato ameno e a compreensão diante dos acasos que nos surjam. Muitas vezes, os imprevistos são bênçãos de Deus convidando-nos a exercer o amor e a transformar a nossa existência numa perene canção de luz.
Redação do Momento Espírita com base (Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7736&stat=0) |
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Maria |
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Pelo Espírito Irmão X (Humberto de Campos). Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Boa Nova. Lição nº 30. Página 196.
Junto da cruz, o vulto agoniado de Maria produzia dolorosa e indelével impressão. Com o pensamento ansioso e torturado, olhos fixos no madeiro das perfídias humanas, a ternura materna regredia ao passado em amarguradas recordações. Ali estava, na hora extrema, o filho bem-amado. Maria deixava-se ir na corrente infinda das lembranças. Eram as circunstâncias maravilhosas em que o nascimento de Jesus lhe fora anunciado, a amizade de Isabel, as profecias do velho Simeão, reconhecendo que a assistência de Deus se tornara incontestável nos menores detalhes de sua vida. Naquele instante supremo, revia a manjedoura, na sua beleza agreste, sentindo que a Natureza parecia desejar redizer aos seus ouvidos o cântico de glória daquela noite inolvidável. Através do véu espesso das lágrimas, repassou, uma por uma, as cenas da infância do filho estremecido, observando o alarma interior das mais doces reminiscências. Nas menores coisas, reconhecia a intervenção da Providência celestial; entretanto, naquela hora, seu pensamento vagava também pelo vasto mar das mais aflitivas interrogações. Que fizera Jesus por merecer tão amargas penas?... Não o vira crescer de sentimentos imaculados, sob o calor de seu coração? Desde os mais tenros anos, quando o conduzia à fonte tradicional de Nazaré, observava o carinho fraterno que dispensava a todas as criaturas. Frequentemente, ia buscá-lo nas ruas empedradas, onde a sua palavra carinhosa consolava os transeuntes desamparados e tristes. Viandantes misérrimos vinham a sua casa modesta louvar o filhinho idolatrado, que sabia distribuir as bênçãos do Céu. Com que enlevo recebia os hóspedes inesperados que suas mãos minúsculas conduziam à carpintaria de José!... Lembrava-se bem de que, um dia, a divina criança guiara a casa dois malfeitores publicamente reconhecidos como ladrões do vale de Mizhep. E era de ver-se a amorosa solicitude com que seu vulto pequenino cuidava dos desconhecidos, como se fossem seus irmãos. Muitas vezes, comentara a excelência daquela virtude santificada, receando pelo futuro de seu adorável filhinho. Depois do caricioso ambiente doméstico, era a missão celestial, dilatando-se em colheita de frutos maravilhosos. Eram paralíticos que retomavam os movimentos da vida, cegos que se reintegravam nos sagrados dons da vista, criaturas famintas de luz e de amor que se saciavam na sua lição de infinita bondade. Que profundos desígnios haviam conduzido seu filho adorado à cruz do suplício?... Uma voz amiga lhe falava ao espírito, dizendo das determinações insondáveis e justas de Deus, que precisam ser aceitas para a redenção divina das criaturas. Seu coração rebentava em tempestades de lágrimas irreprimíveis; contudo, no santuário da consciência, repetia a sua afirmação de sincera humildade: - “Faça-se na escrava a vontade do Senhor!...” De alma angustiada, notou que Jesus atingira o último limite dos padecimentos inenarráveis. Alguns dos populares mais exaltados multiplicavam as pancadas, enquanto as lanças riscavam o ar, em ameaças audaciosas e sinistras. Ironias mordazes eram proferidas a esmo, dilacerando-lhe a alma sensível e afetuosa. Em meio de algumas mulheres compadecidas, que lhe acompanhavam o angustioso transe, Maria reparou que alguém lhe pousara as mãos, de leve, sobre os ombros. Deparou-se-lhe a figura de João que, vencendo a pusilanimidade criminosa em que haviam mergulhado os demais companheiros, lhe estendia os braços amorosos e reconhecidos. Silenciosamente, o filho de Zebedeu abraçou-se àquele triturado coração maternal. Maria deixou-se enlaçar pelo discípulo querido e ambos, ao pé do madeiro, em gesto súplice, buscaram ansiosamente a luz daqueles olhos misericordiosos, no cúmulo dos tormentos. Foi aí que a fronte do divino supliciado se moveu vagarosamente, revelando perceber a ansiedade daquelas duas almas em extremo desalento. “Meu filho!... Meu amado filho!...“ - exclamou a mártir, em aflição diante da serenidade daquele olhar de melancolia intraduzível. O Cristo pareceu meditar no auge de suas dores, mas, como se quisesse demonstrar, no instante derradeiro, a grandeza de sua coragem e a sua perfeita comunhão com Deus, replicou com significativo movimento dos olhos vigilantes: - “Mãe, eis aí teu filho!...“ E dirigindo-se, de modo especial, com um leve aceno, ao apóstolo, disse: - “Filho, eis aí tua mãe!...” Maria envolveu-se no véu de seu pranto doloroso, mas o grande evangelista compreendeu que o Mestre, na sua derradeira lição, ensinava que o amor universal era o sublime coroamento de sua obra. Entendeu que, no futuro, a claridade do Reino de Deus revelaria aos homens a necessidade da cessação de todo egoísmo e que, no santuário de cada coração, deveria existir a mais abundante cota de amor, não só para o círculo familiar, senão também para todos os necessitados do mundo, e que no templo de cada habitação permaneceria a fraternidade real, para que a assistência recíproca se praticasse na Terra, sem serem precisos os edifícios exteriores, consagrados a uma solidariedade claudicante. Por muito tempo, conservaram-se ainda ali, em preces silenciosas, até que o Mestre, exânime, fosse arrancado à cruz, antes que a tempestade mergulhasse a paisagem castigada de Jerusalém num dilúvio de sombras. Após a separação dos discípulos, que se dispersaram por lugares diferentes, para a difusão da Boa Nova, Maria retirou-se para a Batanéia, onde alguns parentes mais próximos a esperavam com especial carinho. Os anos começaram a rolar, silenciosos e tristes, para a angustiada saudade de seu coração. Tocada por grandes dissabores, observou que, em tempo rápido, as lembranças do filho amado se convertiam em elementos de ásperas discussões, entre os seus seguidores. Na Batanéia, pretendia-se manter uma certa aristocracia espiritual, por efeito dos laços consanguíneos que ali a prendiam, em virtude dos elos que a ligavam a José. Em Jerusalém, digladiavam-se os cristãos e os judeus, com veemência e acrimônia. Na Galiléia, os antigos cenáculos simples e amoráveis da Natureza estavam tristes e desertos. Para aquela mãe amorosa, cuja alma digna observava que o vinho generoso de Caná se transformara no vinagre do martírio, o tempo assinalava sempre uma saudade maior no mundo e uma esperança cada vez mais elevada no céu. Sua vida era uma devoção incessante ao rosário imenso da saudade, às lembranças mais queridas. Tudo que o passado feliz edificara em seu mundo interior revivia na tela de suas lembranças, com minúcias somente conhecidas do amor, e lhe alimentavam a seiva da vida. Relembrava o seu Jesus pequenino, como naquela noite de beleza prodigiosa, em que o recebera nos braços maternais, iluminado pelo mais doce mistério. Figurava-se-lhe escutar ainda o balido das ovelhas que vinham, apressadas acercar-se do berço que se formara de improviso. E aquele primeiro beijo, feito de carinho e de luz? As reminiscências envolviam a realidade longínqua de singulares belezas para o seu coração sensível e generoso. Em seguida, era o rio das recordações desaguando, sem cessar, na sua alma rica de sentimentalidade e ternura. Nazaré lhe voltava à imaginação, com as suas paisagens de felicidade e de luz. A casa singela, a fonte amiga, a sinceridade das afeições, o lago majestoso e, no meio de todos os detalhes, o filho adorado, trabalhando e amando, no erguimento da mais elevada concepção de Deus, entre os homens da Terra. De vez em quando, parecia vê-lo em seus sonhos repletos de esperança. Jesus lhe prometia o júbilo encantador de sua presença e participava da carícia de suas recordações. A esse tempo, o filho de Zebedeu, tendo presentes as observações que o Mestre lhe fizera da cruz, surgiu na Batanéia, oferecendo àquele espírito saudoso de mãe o refúgio amoroso de sua proteção. Maria aceitou o oferecimento, com satisfação imensa. E João lhe contou a sua nova vida. Instalara-se definitivamente em Éfeso, onde as idéias cristãs ganhavam terreno entre almas devotadas e sinceras. Nunca olvidara as recomendações do Senhor e, no íntimo, guardava aquele título de filiação como das mais altas expressões de amor universal para com aquela que recebera o Mestre nos braços veneráveis e carinhosos. Maria escutava-lhe as confidências, num misto de reconhecimento e de ventura. João continuava a expor-lhe os seus planos mais insignificantes. Levá-la-ia consigo, andariam ambos na mesma associação de interesses espirituais. Seria seu filho desvelado, enquanto receberia de sua alma generosa a ternura maternal, nos trabalhos do Evangelho. Demorara-se a vir, explicava o filho de Zebedeu, porque lhe faltava uma choupana, onde se pudessem abrigar; entretanto, um dos membros da família real de Adiabene, convertido ao amor do Cristo, lhe doara uma casinha pobre, ao sul de Éfeso, distando três léguas aproximadamente da cidade. A habitação simples e pobre demorava num promontório, de onde se avistava o mar. No alto da pequena colina, distante dos homens e no altar imponente da Natureza, se reuniriam ambos para cultivar a lembrança permanente de Jesus. Estabeleceriam um pouso e refúgio aos desamparados, ensinariam as verdades do Evangelho a todos os espíritos de boa-vontade e, como mãe e filho, iniciariam uma nova era de amor, na comunidade universal. Maria aceitou alegremente. Dentro de breve tempo, instalaram-se no seio amigo da Natureza, em frente do oceano. Éfeso ficava pouco distante; porém, todas as adjacências se povoavam de novos núcleos de habitações alegres e modestas. A casa de João, ao cabo de algumas semanas, se transformou num ponto de assembléias adoráveis, onde as recordações do Messias eram cultuadas por espíritos humildes e sinceros. Maria externava as suas lembranças. Falava dele com maternal enternecimento, enquanto o apóstolo comentava as verdades evangélicas, apreciando os ensinos recebidos. Vezes inúmeras, a reunião somente terminava noite alta, quando as estrelas tinham maior brilho. E não foi só. Decorridos alguns meses, grandes fileiras de necessitados acorriam ao sitio singelo e generoso. A notícia de que Maria descansava, agora, entre eles, espalhara um clarão de esperança por todos os sofredores. Ao passo que João pregava na cidade, as verdades de Deus, ela atendia, no pobre santuário doméstico, aos que a procuravam exibindo-lhe suas úlceras e necessidades. Sua choupana era, então, conhecida pelo nome de “Casa da Santíssima”. O fato tivera origem em certa ocasião, quando um miserável leproso, depois de aliviado em suas chagas, lhe osculou as mãos, reconhecidamente murmurando: “Senhora, sois a mãe de nosso Mestre e nossa Mãe Santíssima!...” A tradição criou raízes em todos os espíritos. Quem não lhe devia o favor de uma palavra maternal nos momentos mais duros? E João consolidava o conceito, acentuando que o mundo lhe seria eternamente grato, pois fora pela sua grandeza espiritual que o Emissário de Deus pudera penetrar a atmosfera escura e pestilenta do mundo para balsamizar os sofrimentos da criatura. Na sua humildade sincera, Maria se esquivava às homenagens afetuosas dos discípulos de Jesus, mas aquela confiança filial com que lhe reclamavam a presença era para sua alma um brando e delicioso tesouro do coração. O título de maternidade fazia vibrar em seu espírito os cânticos mais doces. Diariamente, acorriam os desamparados, suplicando a sua assistência espiritual. Eram velhos trôpegos e desenganados do mundo, que lhe vinham ouvir as palavras confortadoras e afetuosas, enfermos que invocavam a sua proteção, mães infortunadas que pediam a bênção de seu carinho. “Minha mãe - dizia um dos mais aflitos - como poderei vencer as minhas dificuldades? Sinto-me abandonado na estrada escura da vida... Maria lhe enviava o olhar amoroso da sua bondade, deixando nele transparecer toda a dedicação enternecida de seu espírito maternal. - “Isso também passa!... dizia ela, carinhosamente só o Reino de Deus é bastante forte para nunca passar de nossas almas, como eterna realização do amor celestial...” Seus conceitos abrandavam a dor dos mais desesperados, desanuviavam o pensamento obscuro dos mais acabrunhados. A igreja de Éfeso exigia de João a mais alta expressão de sacrifício pessoal, pelo que, com o decorrer do tempo, quase sempre Maria estava só, quando a legião humilde dos necessitados descia o promontório desataviado, rumo aos lares mais confortados e felizes. Os dias e as semanas, os meses e os anos passaram incessantes, trazendo-lhe as lembranças mais ternas. Quando sereno e azulado, o mar lhe fazia voltar à memória o Tiberíades distante. Surpreendia no ar aqueles perfumes vagos que enchiam a alma da tarde, quando seu filho, de quem nem um instante se esquecia, reunindo os discípulos amados, transmitia ao coração do povo as louçanias da Boa Nova. A velhice não lhe acarretara nem cansaços nem amarguras. A certeza da proteção divina lhe proporcionava ininterrupto consolo. Como quem transpõe o dia em labores honestos e proveitosos, seu coração experimentava grato repouso, iluminado pelo luar da esperança e pelas estrelas fulgurantes da crença imorredoura. Suas meditações eram suaves colóquios com as reminiscências do filho muito amado. Súbito recebeu notícias de que um período de dolorosas perseguições se havia aberto para todos os que fossem fiéis à doutrina do seu Jesus divino. Alguns cristãos banidos de Roma traziam a Éfeso as tristes informações. Em obediência aos éditos mais injustos, escravizavam-se os seguidores do Cristo, destruíam-se-lhes os lares, metiam-nos a ferros nas prisões. Falava-se de festas públicas, em que seus corpos eram dados como alimento a feras insaciáveis, em horrendos espetáculos. Então, num crepúsculo estrelado, Maria entregou-se às orações, como de costume, pedindo a Deus por todos aqueles que se encontrassem em angústias do coração, por amor de seu filho. Embora a soledade do ambiente, não se sentia só: uma como força singular lhe banhava a alma toda. Aragens suaves sopravam do oceano, espalhando os aromas da noite que se povoava de astros amigos e afetuosos e, em poucos minutos, a lua plena participava, igualmente, desse concerto de harmonia e de luz. Enlevada nas suas meditações, Maria viu aproximar-se o vulto de um pedinte. - Minha mãe - exclamou o recém- chegado, como tantos outros que recorriam ao seu carinho -, venho fazer-te companhia e receber a tua bênção. Maternalmente, ela o convidou a entrar, impressionada com aquela voz que lhe inspirava profunda simpatia. O peregrino lhe falou do céu, confortando-a delicadamente. Comentou as bem-aventuranças divinas que aguardam a todos os devotados e sinceros filhos de Deus, dando a entender que lhe compreendia as mais ternas saudades do coração. Maria sentiu-se empolgada por tocante surpresa. Que mendigo seria aquele que lhe acalmava as dores secretas da alma saudosa, com bálsamos tão dulçorosos? Nenhum lhe surgira até então para dar; era sempre para pedir alguma coisa. No entanto, aquele viandante desconhecido lhe derramava no íntimo as mais santas consolações. Onde ouvira noutros tempos aquela voz meiga e carinhosa?!... Que emoções eram aquelas que lhe faziam pulsar o coração de tanta carícia?... Seus olhos se umedeceram de ventura, sem que conseguisse explicar a razão de sua terna emotividade. Foi quando o hóspede anônimo lhe estendeu as mãos generosas e lhe falou com profundo acento de amor: - “Minha mãe, vem aos meus braços!...” Nesse instante, fitou as mãos nobres que se lhe ofereciam, num gesto da mais bela ternura. Tomada de comoção profunda, viu nelas duas chagas, como as que seu filho revelava na cruz e, instintivamente, dirigindo o olhar ansioso para os pés do peregrino amigo, divisou também aí as úlceras causadas pelos cravos do suplício. Não pôde mais. Compreendendo a visita amorosa que Deus lhe enviava ao coração, bradou com infinita alegria: “Meu filho! meu filho!... as úlceras que te fizeram!...“ E precipitando-se para ele, como mãe carinhosa e desvelada, quis certificar-se, tocando a ferida que lhe fora produzida pelo último lançaço, perto do coração. Suas mãos ternas e solícitas o abraçaram na sombra visitada pelo luar, procurando sofregamente a úlcera que tantas lágrimas lhe provocara ao carinho maternal. A chaga lateral também lá estava, sob a carícia de suas mãos. Não conseguiu dominar o seu intenso júbilo. Num ímpeto de amor, fez um movimento para se ajoelhar. Queria abraçar-se aos pés do seu Jesus e osculá-los com ternura. Ele, porém, levantando-a, cercado de um halo de luz celestial, se lhe ajoelhou aos pés e, beijando-lhe as mãos, disse em carinhoso transporte: - “Sim, minha mãe, sou eu!... Venho buscar-te, pois meu Pai quer que sejas no meu reino a Rainha dos Anjos... Maria cambaleou, tomada de inexprimível ventura. Queria dizer da sua felicidade, manifestar seu agradecimento a Deus; mas o corpo como que se lhe paralisara, enquanto aos seus ouvidos chegavam os ecos suaves da saudação do Anjo, qual se a entoassem mil vozes cariciosas, por entre as harmonias do céu. No outro dia, dois portadores humildes desciam a Éfeso, de onde regressaram com João, para assistir aos últimos instantes daquela que lhes era a devotada Mãe Santíssima. Maria já não falava. Numa inolvidável expressão de serenidade, por longas horas ainda esperou a ruptura dos derradeiros laços que a prendiam à vida material. A alvorada desdobrava o seu formoso leque de luz quando aquela alma eleita se elevou da Terra, onde tantas vezes chorara de júbilo, de saudade e de esperança. Não mais via seu filho bem-amado, que certamente a esperaria, com as boas-vindas, no seu reino de amor; mas, extensas multidões de entidades angélicas a cercavam cantando hinos de glorificação. Experimentando a sensação de se estar afastando do mundo, desejou rever a Galiléia com os seus sítios preferidos. Bastou a manifestação de sua vontade para que a conduzissem à região do lago de Genesaré, de maravilhosa beleza. Reviu todos os quadros do apostolado de seu filho e, só agora, observando do alto a paisagem, notava que o Tiberíades, em seus contornos suaves, apresentava a forma quase perfeita de um alaúde. Lembrou-se, então, de que naquele instrumento da Natureza Jesus cantara o mais belo poema de vida e amor, em homenagem a Deus e à humanidade. Aquelas águas mansas, filhas do Jordão marulhoso e calmo, haviam sido as cordas sonoras do cântico evangélico. Dulcíssimas alegrias lhe invadiam o coração e já a caravana espiritual se dispunha a partir, quando Maria se lembrou dos discípulos perseguidos pela crueldade do mundo e desejou abraçar os que ficariam no vale das sombras, à espera das claridades definitivas do Reino de Deus. Emitindo esse pensamento, imprimiu novo impulso às multidões espirituais que a seguiam de perto. Em poucos instantes, seu olhar divisava uma cidade soberba e maravilhosa, espalhada sobre colinas enfeitadas de carros e monumentos que lhe provocavam assombro. Os mármores mais ricos esplendiam nas magnificentes vias públicas, onde as liteiras patrícias passavam sem cessar, exibindo pedrarias e peles, sustentadas por misérrimos escravos. Mais alguns momentos e seu olhar descobria outra multidão guardada a ferros em escuros calabouços. Penetrou os sombrios cárceres do Esquilino, onde centenas de rostos amargurados retratavam padecimentos atrozes. Os condenados experimentaram no coração um consolo desconhecido... Maria se aproximou de um a um, participou de suas angústias e orou com as suas preces, cheias de sofrimento e confiança. Sentiu-se mãe daquela assembléia de torturados pela injustiça do mundo. Espalhou a claridade misericordiosa de seu espírito entre aquelas fisionomias pálidas e tristes. Eram anciães que confiavam no Cristo, mulheres que por ele haviam desprezado o conforto do lar, jovens que depunham no Evangelho do Reino toda a sua esperança. Maria aliviou-lhes o coração e, antes de partir, sinceramente desejou deixar-lhes nos espíritos abatidos uma lembrança perene. Que possuía para lhes dar?... Deveria suplicar a Deus para eles a liberdade?!... Mas, Jesus ensinara que com ele todo jugo é suave e todo fardo seria leve, parecendo-lhe melhor a escravidão com Deus do que a falsa liberdade nos desvãos do mundo. Recordou que seu filho deixara a força da oração como um poder incontrastável entre os discípulos amados. Então, rogou ao Céu que lhe desse a possibilidade de deixar entre os cristãos oprimidos a força da alegria. Foi quando, aproximando-se de uma jovem encarcerada, de rosto descarnado e macilento, lhe disse ao ouvido: - “Canta, minha filha!... Tenhamos bom ânimo!... Convertamos as nossas dores da Terra em alegrias para o Céu!..” A triste prisioneira nunca saberia compreender o porquê da emotividade que lhe fez vibrar subitamente o coração. De olhos extáticos, contemplando o firmamento luminoso, através das grades poderosas, ignorando a razão de sua alegria, cantou um hino de profundo e enternecido amor a Jesus, em que traduzia sua gratidão pelas dores que lhe eram enviadas, transformando todas as suas amarguras em consoladoras rimas de júbilo e esperança. Daí a instantes, seu canto melodioso era acompanhado pelas centenas de vozes dos que choravam no cárcere, aguardando o glorioso testemunho. Logo, a caravana majestosa conduziu ao Reino do Mestre a bendita entre as mulheres e, desde esse dia, nos tormentos mais duros, os discípulos de Jesus têm cantado na Terra, exprimindo o seu bom ânimo e a sua alegria, guardando a suave herança de nossa Mãe Santíssima. Por essa razão, irmãos meus, quando ouvirdes o cântico nos templos das diversas famílias religiosas do Cristianismo, não vos esqueçais de fazer no coração um brando silêncio, para que a Rosa Mística de Nazaré espalhe aí o seu perfume!...
(Texto recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG)
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Quadro com o retrato de Maria, mãe de Jesus. Capa do Anuário Espírita 1986. |
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Presépio na Noite de Natal na Praça de São Pedro, Vaticano. Foto Ismael Gobbo |
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Quadro intitulado: Madona com a Almofada Verde. Andrea di Bartolo dito Solario. Museu do Louvre, Paris, França. Foto Ismael Gobbo.
Madona com a Almofada Verde, uma imagem devocional da Virgem amamentando Jesus, é assim chamada desde o século XVII devido ao motivo da almofada verde colocada em um pedestal de mármore em primeiro plano. Este detalhe, perfeitamente integrado aqui dentro do grupo sagrado, é realmente notável; Com seu conforto macio e acolchoado, ele realmente acompanha este cenário de ternura e bem-estar familiar. Leia mais: https://www.louvre.fr/en/oeuvre-notices/madonna-green-cushion
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Apresentação de Jesus ao Templo. Têmpera em madeira de Giovanni Bellini. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bellini_maria1.jpg |
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A sagrada Família com um pássaro. Óleo sobre tela de Bartolomé Esteban Murillo Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sagrada_Familia_del_pajarito_(Murillo).jpg |
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Jesus em casa com a família. Óleo sobre tela de Sir John Everett Millais. Imagem: http://en.wikipedia.org/wiki/File:Sir_John_Everett_Millais_002.jpg |
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Jesus e sua mãe na fonte. Aquarela de James Tissot Imagem:
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Jesus escolhe os apóstolos Imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:The_disciples_chosen_and_sent_out.jpg |
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Sermão da Montanha. Óleo sobre tela Carl Heinrich Bloch Imagem: http://en.wikipedia.org/wiki/File:Bloch-SermonOnTheMount.jpg |
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Jesus curando o cego nas proximidades de Jericó. Óleo sobre painel de Eustache Le Sueur Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Eustache_Le_Sueur_003.jpg |
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Flagelação de Cristo. Peter Paul Rubens Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Flagellation-of-christ-_Rubens.jpg |
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Jesus sendo pregado na cruz (detalhe). Óleo sobre tela de Michael Willmann. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Willmann_Jesus_being_nailed_to_the_cross_(detail).jpg |
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A crucificação de Jesus por Jacopo Tintoretto. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jacopo_Tintoretto_-_The_Crucifixion_of_Christ_-_WGA22477.jpg |
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A incredulidade de Tomé. Óleo sobre tela de Caravaggio. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Doubting_Thomas |
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Efésus na Turquia. Foto Angel Salvador |
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Turistas visitando o local difundido como da Casa da Virgem Maria. Efésus, Turquia. Foto Angel Salvador. |
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Este obelisco situado no calçadão de Tiberíades mostra o formato do Lago de Tiberíades, ou Mar da Galiléia, ou Lago de Genesaré, ou Lago Kineret, etc, parecido ao de uma viola ou de uma pera. Trata-se de um reservatório natural de água doce formado pelo Rio Jordão que entra no lago a - 208,80 m e dele sai a - 213,00m em relação ao nível do Mar Mediterrâneo. O Rio Jordão nasce no Monte Hermon e deságua no Mar Morto. As dimensões máximas do lago são de 19kms de comprimento por 13 km de largura. A profundidade varia de 55 a 77m. Foto Ismael Gobbo |
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Plantações e sistema de irrigação às margens do Mar da Galiléia em Cafarnaum, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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Roma. O Coliseu e área do Fórum Romano e Palatino. Foto Ismael Gobbo |
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Humberto de Campos, espírito que ditou, e, Francisco Cândido Xavier, o médium que psicografou o livro Boa Nova, da Editora FEB. |
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[1032-JornalMundoMaior] ENERGIA E BRANDURA. |
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ENERGIA E BRANDURA. Na marcha do dia a dia, urge harmonizar as manifestações de nossas qualidades com o espírito de proporção e proveito, a fim de que o extremismo não nos imponha acidentes, no trânsito de nossas tarefas e relações.
Brandura na bondade; não demais que entremostre relaxamento. Energia na convicção; não demais que se transforme em teimosia.
Brandura na humildade; não demais que degenere em servilismo. Brandura na gentileza; não demais que denuncie bajulação.
Energia na sinceridade; não demais que descambe no desrespeito. No caminho da vida, há que aprender com a própria vida.
Vejamos o carro moderno nas viagens de hoje; nem passo a passo, porque isso seria ignorar o progresso, diante do motor; nem velocidade além dos limites justos, o que seria abusar do motor para descer ao desastre e à morte prematura.
Em tudo, equilíbrio, porque, se tivermos equilíbrio, asseguraremos, em toda parte e em qualquer tempo, a presença da caridade e da paciência, em nós mesmos, as duas guardiãs capazes de garantir-nos trajeto seguro e chegada feliz. No Livro:- ALMA E CORAÇÃO. Emmanuel/Chico Xavier.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido Em email de [email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]]) |
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*** POST para compartilhar nas redes sociais |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST de hoje (com ilustração) que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
BÍBLIA: O MANUAL DE UMA VIDA ABENÇOADA (Cínthia Cortegoso) Se nos lembrássemos mais de Jesus em nossos dias, sem dúvida o nosso coração conheceria melhor a paz; o nosso corpo, a saúde; e o nosso espírito, a liberdade. Como Mestre amoroso, bondoso e justo. [...] (Augusto Cezar, autor espiritual) Era noite. O mentor Silvério Pires recomendou-me esperá-lo por instantes. Em seguida, veio a mim explicando: — Augusto, temos serviço urgente. Venha comigo. Trata-se de um pedido de mãe devotada, em apoio de um filho enfermo. [...] Leia na íntegra ambos os textos clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e ótima semana.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
Ilustração das Crônica (terça-feira)
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Dirigente Espírita há 36 anos apóia centros e movimento espírita |
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A edição da revista digital Dirigente Espírita, na edição de setembro/outubro de 2026, assinala 36 anos como órgão da USE – União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, com contínua mensagem aos dirigentes de centros espíritas e de órgãos unificação. Na Mensagem da Presidência, uma importante orientação sobre as chamadas cartas consoladoras, que tem sido apresentadas no movimento espírita, atingindo muitos que perderam seus entes queridos e encontram-se esperançosos quanto ao recebimento de mensagens que possam trazer a consolação que buscam. A temática central desta edição volta-se para a Valorização da Vida. Sob a ótica da codificação kardequiana, artigos recordam e permitem a reflexão e análise de que viver é uma bênção divina. Reflete-se sobre a importância do acolhimento, da escuta ativa e dos cuidados aos enlutados, ressaltando o papel vital da casa espírita como porto seguro, onde a responsabilidade e o afeto superam qualquer julgamento. Na seção Perfil, a trajetória de Mauro Antonio dos Santos em sua caminhada no movimento espírita. Há notícias dos eventos do dinâmico movimento espírita paulista no Painel Estadual e no Painel Nacional, além da seção histórica Fatos & Vidas do Espiritismo, com as efemérides dos meses de setembro e outubro. Prosseguem as divulgações das Campanhas Comece pelo Começo e Viver em Família. Acesse pelo link: https://usesp.org.br/wp-content/uploads/2026/09/RDE-214.pdf
DE: https://grupochicoxavier.com.br/dirigente-espirita-ha-36-anos-apoia-centros-e-movimento-espirita/
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX) |
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POST referente ao Blog de domingo (para divulgar). |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
(Astolfo O. de Oliveira Filho) Um leitor pergunta se pessoas com diabetes, hipertensão arterial ou arritmia cardíaca, bem como aquelas que fazem uso de medicamentos controlados, podem ministrar passes magnéticos. A pergunta é bastante oportuna, mas a resposta não pode ser resumida a uma simples frase. [...] Leia na íntegra clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/10/cuidados-e-impedimentos-para-aplicacao.html
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Aliança Espírita Varas da Videira Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Palestras no Centro Espírita Allan Kardec de Penápolis |
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(Copiado de João Marchesi Neto) |
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Faça seu livro preferido virar uma nova história |
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ACESSE AQUI: https://marketing.feal.org.br/email/view/6ad11f3033154211040153
(Informação recebida de Fundação Espírita André Luiz [[email protected]]) |
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Resenha: Obra de Vultos – Volume 3 – 2026 |
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Obra de Vultos, surge em seu Volume 3, com organização de Ismael Gobbo. Contém 38 biografias de destacados lidadores do movimento espírita de Araçatuba, Birigui, Guararapes, Penápolis e Ilha Solteira. Redigimos o Prefácio dessa obra. O organizador Ismael, integra as amizades iniciadas desde a fundação da Mocidade Espírita Irma Ragazzi Martins, na Instituição Nosso Lar, Araçatuba (SP), nos idos de 1964, e de continuadas trocas de mensagens em função do Boletim de Notícias do Movimento Espírita que ele edita semanalmente. Em geral, fomos contemporâneos e conhecemos vários dos vultos focalizados que atuaram nas cidades da região Noroeste do Estado de São Paulo. Entre os homenageados, encontram-se a minha genitora, Bebé; Joana, genitora de minha esposa Célia; a marcante figura de Linda Dias de Almeida; Auzília Chessa Gobbo, genitora de Ismael; vários parceiros dos nossos tempos de residência e atuação direta em Araçatuba e, o mais recente, o dinâmico Sirlei Nogueira. Os autores das biografias são parentes ou amigos dos homenageados. Anotações tão queridas para os autores dos capítulos, com preito de homenagem e gratidão a esse conjunto de espíritos desencarnados. Embora em breves linhas, cada anotação representa muito esforço e dedicação que marcaram as trajetórias corpóreas. Há ilustrações. As publicações anterioresforam editadas há algum tempo: Obra de vultos – Volume 1 (1999) e Obras de vultos – Volume 2 (2000), também reunindo biografias de lidadores daquela região. Obra de Vultos- Volume 3, tem sido lançada, desde final de setembro de 2026, em instituições espíritas de Araçatuba e região, com a presença do organizador Ismael. Comparecemos em uma delas, dia 11/10/26, na União Espírita Paz e Caridade. O exemplar pode ser adquirido em: - União Espírita Paz e Caridade – Rua Marcílio Dias 129 – Araçatuba; - Aliança Espírita Varas da Videira – Rua Bernardino de Campos, 363 - Araçatuba; encomendas pelo fone/zap: 18 – 99686-2898.
(Antonio Cesar Perri de Carvalho) DE: https://grupochicoxavier.com.br/obra-de-vultos-volume-3-2026/
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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📚💚 OBRA DE VULTOS – VOLUME 3 | 2026 💛
Uma obra que reúne histórias inspiradoras de espíritos ilustres que contribuíram para o movimento espírita em nossa região, trazendo exemplos de dedicação, amor ao próximo e trabalho em favor do bem. ✨📖
Adquira seu exemplar por apenas R$ 30,00 e prestigie essa importante obra!
🏡 À venda no Abrigo Ismael 📍 Rua Marcílio Dias, 129 – Araçatuba/SP 📞 Informações: (18) 3623-3408
Cada gesto de apoio fortalece nossa missão de acolher e cuidar de nossas idosas com carinho e dignidade. ❤️
Adquira o seu e faça parte dessa história! 📚
(Recebido em email de Adair Anacleto) |
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Obra de Vultos 3 Compras na Aliança Espírita Varas da Videira. Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Atividades da casa. Aliança Espírita Varas da Videira e Casa da Caridade. Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Correio Espírita - Jornal de outubro de 2026 |
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Problemas com a mensagem? visualize no navegador.
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Jornal Momento Espírita - EDIÇÃO DE OUTUBRO Centro Espírita Amor e Caridade, Bauru, SP. Assesse abaixo: |
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ACESSE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Jornal-Momento-Esp-Out-26_compressed.pdf
(Recebido em email do amigo Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Outubro/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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APES : programme d'activités spirites OCTOBRE 2026 APES: programa de atividades espíritas – outubro de 2026 |
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Chère Madame, Cher Monsieur,
Indépendamment de la fermeture de notre local historique à Vincennes à la fin d’année 2025, nous ne restons pas inactifs et depuis janvier 2026, dès le mois de janvier 2026, nous avons mis en place des réunions en distanciel par la plateforme ZOOM WORPLACE : des Réunions Publiques d'Etudes et Assistance Spirituelle (RPEAS) et des réunions d'étude de l'Evangile selon le Spiritisme avec les demandeurs d'Assistance Spirituelle.
Petit à petit, nous avons appris à travailler en distanciel, et de cet fait nous arrivons à toucher d'autres personnes qui habitent dans une ville où n'existe pas de centres spirites, ou que pour des raisons diverses ces personnes n'ont plus la capacité de se déplacer. Ces réunions ont attiré beaucoup de personnes que étaient isolées et ainsi, de cette façon le messages spirite arrivent chez elles.
Ces réunions spirites sont réalisées sous l'orientation de l'Esprit guide du Centre Spirite APES et selon l'éthique spirite : de l'écoute, de la bonne volonté, de la gratuité, sans aucun jugement, avec amour et respect de l'autre.
Veuillez trouver ci-joint le programme d'activités spirites pour le mois d'OCTOBRE 2026. Aujourd’hui, nous recherchons un nouvel espace afin de reprendre nos activités en présentiel, mais nous continuons avec celles en distanciel. Matériellement, il représente un défi financier qui NECESSITE VOTRE PARTICIPATION. Humainement, il restera une
réalité vivante AVEC VOTRE COLLABORATION. Nous vous remercions pour votre fidélité et votre soutien, et nous nous réjouissons de vous retrouver prochainement lors de ces prochaines réunions hebdomadaires d’étude spirite en distanciel. Fraternellement,
Anita BECQUEREL Présidente de l'APES
GOOGLE TRADUTOR- EM PORTUGUÊS (BRASIL)
Prezados Senhores e Senhoras,
Independentemente do fechamento de nossa sede histórica em Vincennes no final de 2025, não permanecemos inativos; desde janeiro de 2026, implementamos reuniões remotas através da plataforma ZOOM WORKPLACE: Reuniões Públicas de Estudos e Assistência Espiritual (RPEAS) e reuniões de estudo de *O Evangelho segundo o Espiritismo* com aqueles que buscam Assistência Espiritual.
Aos poucos, aprendemos a trabalhar remotamente e, com isso, conseguimos alcançar pessoas que vivem em cidades sem centros espíritas ou que, por diversos motivos, não têm mais condições de se deslocar. Essas reuniões atraíram muitas pessoas que estavam isoladas e, assim, a mensagem espírita chega até elas.
Essas reuniões espíritas são realizadas sob a orientação do Espírito guia do Centro Espírita APES e em conformidade com a ética espírita: escuta, boa vontade, gratuidade, ausência de julgamentos, amor e respeito ao próximo.
Segue em anexo a programação das atividades espíritas para o mês de OUTUBRO de 2026. Atualmente, buscamos um novo espaço para retomar as atividades presenciais, mas continuamos com as atividades remotas. No aspecto material, isso representa um desafio financeiro que NECESSITA DA SUA PARTICIPAÇÃO. No aspecto humano, continuará sendo uma realidade viva COM A SUA COLABORAÇÃO. Manter um local de acolhimento espiritual gratuito e aberto a todos. Preservar um espaço de reflexão, estudo e assistência moral espírita. Se quiser nos ajudar, clique aqui: https://www.helloasso.com/associations/association-parisienne-d-etudes-spirite-apes/collectes/xxx. Uma nova janela será aberta, direcionando você ao site HelloAsso. Agradecemos pela sua fidelidade e pelo seu apoio, e esperamos reencontrá-lo em breve nas próximas reuniões semanais de estudo espírita realizadas a distância. Fraternalmente,
Anita BECQUEREL Presidente da APES
(Recebido em emails de Association Parisienne d'Etudes Spirites [[email protected]]) |
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Gepar. Confira nosso Informe Especial de Outubro |
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ACESSE AQUI:
(GEPAR [[email protected]]) |
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GEPAR Piratininga, Niterói. |
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ACESSE AQUI: |
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Resultados Parciais – PNE 2026 |
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✅Resultados Parciais – PNE 2026 Mais moderna, novo portal! Novas questões interessantes e instigantes. Participe! Para refletir, esclarecer e agir Participação atual de 18 estados. https://pesquisa.portalkardec.org.br/B43605E6
Ivan Franzolim WhatsApp: 55 (11) 98156-0030 http://franzolim.blogspot.com.br/
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta Março/Abril-2026. Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf
(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
aqui:
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Você sabia? | O Bem é sempre o grande vencedor
CLIQUE AQUI: https://febnet.org.br/voce-sabia-o-bem-e-sempre-o-grande-vencedor/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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Clique
aqui:
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FEEGO. Federação Espírita do Estado de Goiás Goiânia |
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CLIQUE AQUI: https://www.facebook.com/feego.oficial/?locale=pt_BR
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FEETINS. Federação Espírita do Estado de Tocantins Palmas |
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ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/feetins/?locale=pt_BR
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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HOMENAGEM
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João Antônio |
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João Antônio Imagem do livro Obra de Vultos, volume 1.
Biografia elaborada por: Clarice Antônio Ribeiro e João Antônio Júnior No Córrego do Feijão, localizado no Município de Birigüi, SP, nasceu, em 3 de abril de 1919, João Antônio, que, mais tarde, tendo sido nosso pai, nos proporciona as alegrias e emoções de escrever esta sucinta biografia. João Antônio, filho do imigrante italiano Onofre Antônio e de Ana Francisca da Conceição, estudou apenas até o quinto ano primário, no Instituto Noroeste, em Birigüi, SP. Alma de artista mostrou logo acentuada propensão para o desenho e a pintura, que escolheu como profissão para, assim, trabalhar naquilo que mais gostava de fazer. De família espírita, freqüentou, desde moço, o Centro Espírita “Amor e Caridade”, dirigido por Dona Linda Dias de Almeida. Casou-se em 14 de julho de 1940 com Yolanda Citro Antônio, nascendo-lhes os filhos: Clarice, João Antônio Júnior, Ana Maria, Virgínia, Marco, Alexandre, Naruna, Jorge Luiz e Guilherme. Em 1942, mudou-se definitivamente para Araçatuba, SP e, mesmo residindo nesta cidade, por falta de maior entrosamento, continuou freqüentando o Espiritismo na cidade de Birigüi, fazendo-o no Centro Espírita “Raymundo Mariano Dias”. Trabalhador incansável, dono de um coração generoso que a todos acolhia, usou seu próprio lar para abrigar quantos necessitados o procuraram, oferecendo-lhes banho, roupas limpas e os alimentos de sua própria mesa, além, é claro, da palavra amiga e consoladora. Leitor ávido, João “Pintor”, como ficou conhecido, abraçou carinhosamente a tarefa da divulgação doutrinária, formando vasta biblioteca, na qual colheu e estudou os fundamentos da Doutrina Espírita, utilizados por ele, com maestria, para analisar com seus filhos e seus amigos os postulados do Consolador, prometido por Jesus. É com os corações sensibilizados que nos lembramos daqueles momentos fraternos nos quais se faziam presentes amigos inesquecíveis como Adalberto da Silva Braga, Elias Nemer Elias, Luiz Ortiz, Victor Bombonati, Júlio Monteagudo, Waldomiro Matheus e Ricieri Punhali. Em meados de 1946, João Pintor conheceu Antônio Pagan e, através dele, teve acesso às reuniões mediúnicas realizadas nos fundos da residência do novo companheiro. Passou então a dedicar-se à tarefa de socorro aos obsediados, visitando-os em seus próprios lares para levar orientação doutrinária, além do conforto de sua presença fraterna. Nessa missão, desempenhada com amor, não escolhia dia ou hora, atendendo a todos, sempre que o chamavam. Lembramo-nos de vê-lo, muitas vezes, abandonar seus afazeres para ir ao encontro dos que necessitavam de suas palavras ou de passes mediúnicos. Em 1950, fundou, com sua esposa Yolanda e com os amigos Adalberto da Silva Braga, Heitor de Oliveira, João e Luiza Neves, José Carlos de Carvalho e Raul Lino, o Grupo Espírita Fraterno de Estudos Evangélicos, que foi por ele mesmo representado junto à União Municipal Espírita de Araçatuba – UMEA. Em 1955, escreveu e encenou, no Centro Espírita “Bezerra de Menezes”, a peça de fundo espírita Obsessão, história transcorrida em duas épocas distintas, mostrando o drama de um espírito endurecido no mal e seu doloroso resgate. Nos anos seguintes, junto a Elias Nemer Elias, desenvolveu uma atividade assistencial de distribuição de medicamentos e nos lembramos de vê-lo coletando amostras para distribuí-las sob a orientação desse amigo, e, mais, prestando pessoalmente serviços de aplicar injeções em quem delas precisasse. Perseguindo o ideal de fundar uma Casa Assistencial, conforme sempre sonhara, mudou-se, nos idos de 1958, para um sítio no Bairro do Campo, localidade rural de Araçatuba, próximo à Estação Ferroviária Ferdinando Laboriaux – também conhecida por Conderlândia –, onde, instalado com sua família e à míngua dos recursos de que necessitava para realizar o sonho de criar e manter a Casa Assistencial, iniciou um trabalho mais modesto, porém não menos importante, de distribuir brinquedos e doces, por ocasião das festas natalinas, para crianças carentes. Temos ainda guardado, para documentar a lembrança, um “santinho” distribuído pelas irmãs da Casa da Criança em uma dessas festas promovidas por nosso pai, por ocasião do Natal de 1962, à qual compareceram as crianças e as irmãs daquela casa. Víamos que era com alegria verdadeiramente cristã que, durante meses a fio, nosso pai cortava, lixava e colava as madeiras com que fazia pequenos carrinhos enquanto nossa mãe, Yolanda, se dedicava aos panos, linhas e cordas com que preparava as bonecas que, depois, eram pintadas por nosso pai, que lhes dava rosto e cor e, ao final, nas festas, esses brinquedos faziam a alegria da garotada. Embora mudado em sua feição, esse trabalho de distribuição de alegria sobreviveu após a desencarnação de nosso pai, coordenado por nossa mãe, que o manteve até meados de 1982. Desde a fundação do Grupo Espírita de Estudos Evangélicos, João Pintor manteve seus filhos fortemente unidos em torno do ideal de construção de um mundo mais evangelizado. Alma de artista, sensibilidade à flor da pele, coração generoso e amigo, nunca deixou de aproveitar qualquer tempo de que dispusesse, para nos lembrar dos sentimentos cristãos da integridade, solidariedade e moral elevada com que deveríamos pautar nossas vidas. Plantou em nossos corações a força de seu exemplo e a inteireza de seu caráter, valores éticos de que nos socorremos ainda hoje, nas lutas que nos cabe empreender. Foi o melhor amigo, o grande exemplo de amor aos filhos, de fidelidade aos amigos e de responsabilidade no trabalho. Todos nós que o conhecemos, trazemos gravada a marca de sua presença e a lição de sua vivência espírita, orientada pelo Evangelho de Jesus e estudada através dos postulados de Kardec. Em 30 de outubro de 1967, às 23 horas, com apenas 48 anos de idade, voltou à pátria espiritual vitimado por um enfarte do miocárdio, sendo, então, sepultado no Cemitério Municipal da Saudade, em Araçatuba. MENSAGEM FINAL “A família Antônio sempre foi e é, toda ela, muito especial para mim. Quando eu soube que a biografia do Sr. João seria inserida no livro da USE, lembrei-me que, quando o conheci, Rolandinho, meu mano muito amado, disse-me: ‘sabe Bebé, o Sr. João não perde a oportunidade de fazer o bem e praticar a caridade’ e contou-me alguns fatos do conhecimento dele que me comoveram bastante, e aí Rolando completou: ‘pois bem, ele está trabalhando na Casa da Sopa, colocando a placa dessa nossa casa e tudo fazendo por amor, dizendo ainda que ele é quem teria que me agradecer muito por tê-lo escolhido para fazer a placa da Casa da Sopa Emília Santos’. Trabalho feito assim com tanto amor perdurará, por certo, por muito e muito tempo, e, com ele, a nossa lembrança e a nossa gratidão ao Sr. João Antônio. “Josefina Perri Cefaly de Carvalho”.
(Copiado de
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João Antônio Imagem do livro Obra de Vultos, volume 1. |
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João Antônio, na extrema esquerda, de pé, depois da filha Clarice. Reunião de família. |
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João Antonio com o uniforme do time do coração em jogo de várzea. Fotos do arquivo de Clarice Ribeiro |
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João Antônio (D) com sua magrela alemã junto do amigo “Pavão” na década de 1940. Foto do arquivo de Clarice Ribeiro. |
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Cine Bandeirantes. Foto do arquivo do Museu e da Câmara Municipal de Araçatuba, SP.
João Antonio (03/04/1919 – 30/10/1967) era artista e funcionario da Empresa Teatral Peduti No cinema ele pintava os cartazes e as faixas dos filmes em exibição.
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Luar. Foto: Ismael Gobbo |
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Deus
Eurípedes Barsanulfo (Texto copiado na internet do site http://www.forumespirita.net/fe/poesia/deus-euripedes-barsanulfo/)
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The Rose Garden. Hyde Park. Londres, Reino Unido.Foto Matheus Gobbo. |
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Crepúsculo em Auriflama, SP. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus e o precursor |
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Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X Psicografia Francisco Cândido Xavier FEB
Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias. Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais. O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso – é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos. Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –, trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino. Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios. Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel. Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!” Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”. No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria! Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso. As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças. * Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita. Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas. Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos? Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”. Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo. João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade. O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos. Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.
Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.
(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)
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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte: |
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Jesus aos doze anos encontrado entre os doutores do templo. James Tissot Fonte da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo. |
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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus abençoa João Batista no deserto. Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG |
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Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
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Amor Infinito Caminhos retos |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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