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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, sexta-feira, 23 de outubro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/23-10-2026.htm
No Blogonde é postado diariamente: http://ismaelgobbo.blogspot.com.br/
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Os últimos 5 emails enviados |
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DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
22-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/22-10-2026.htm 21-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/21-10-2026.htm 20-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/20-10-2026.htm 19-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/19-10-2026.htm 17-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/17-10-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 9 - 1866 |
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(Continuação da postagem anterior)
(Copiado do site Febnet) |
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O aparecimento do arcanjo a Martin de Gallardon, imaginado por um ilustrador em 1859. "Então o anjo ordena que Martin vá encontrar o rei ..." Copiado de: https://fr.wikipedia.org/wiki/Thomas_Martin
Thomas Martin , conhecido como “Martin de Gallardon”, nasceu em Gallardon em 1783 e morreu na mesma aldeia em 1834 . Leia mais: |
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O Conde de Provença (futuro Luis XVIII). Óleo sobre tela de Joseph Duplessis. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_XVIII_de_Fran%C3%A7a
Luís XVIII (Versalhes, 17 de novembro de 1755 – Paris, 16 de setembro de 1824), conhecido como Luís, o Desejado,[1] foi o Rei da França e Navarra de 1814 até sua morte, exceto por um período em 1815 conhecido como o Governo dos Cem Dias. Luís passou 23 anos em exílio, de 1791 a 1814, durante a Revolução Francesa, a Primeira República Francesa e o Primeiro Império Francês, e depois novamente em 1815 durante os Cem Dias quando Napoleão Bonaparte voltou da Ilha de Elba. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_XVIII_de_Fran%C3%A7a |
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Retrato de Luis XVIII de corpo inteiro. Imagem/fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b6946941v# |
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LEIA: http://shenandoahdavis.canalblog.com/archives/2014/11/14/30954636.html
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Esta ilustração retrata uma verdadeira cena da Restauração: Luís XVIII retorna triunfante ao Hôtel de Ville em 29 de agosto de 1814. Litografia: Theodor Josef Hubert Hoffbauer. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Bourbon_Restoration |
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Palácio das Tulherias e o Arco do Triunfo do Carrousel, fotografados desde o Louvre, cerca de 1865. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Tuileries3.jpg
O Palácio das Tulherias (em francês: Palais des Tuileries) foi um palácio parisiense, cuja construção começou em 1564 sob o impulso de Catarina de Médici, num local ocupado anteriormente por uma fábrica de telhas (tuiles). Foi aumentado em reinados sucessivos, dispondo de uma imensa fachada com 266 metros de comprimento. Foi residência real de numerosos soberanos, nomeadamente Henrique IV, Luís XIV, Luís XV e ainda Luís XVIII, depois residência Imperial com Napoleão III até à sua destruição por um incêndio em Maio de 1871. As suas ruínas foram abatidas em 1882. Leia mais: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Tuileries3.jpg |
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Palácio e jardim das Tulherias, durante um baile do Segundo Império. Pintura de Pierre Tetar van Elven. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Tuileries3.jpg |
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Fim de tarde no parque das Tulherias, por Adolph von Menzel. Óleo sobre tela 1867. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Tuileries3.jpg |
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Palays Royal, Paris, França. No interior do edifício doe século XVII, na Galeria de Valois, funcionou por um ano a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Foto Ismael Gobbo |
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O rio Sena com a Ponte Alexandre III, ornada com belas estátuas douradas; Museu do Louvre e Praça da Concórdia com o obelisco egípcio. Vista a partir da Torre Eiffel. Foto Ismael Gobbo |
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Rio Sena e Ponte Bir Hakeim vistos da Torre Eiffel. Paris, França.Foto Ismael Gobbo |
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Allan Kardec Lião (França): 03-10-1804 / Paris (França): 31-03-1869 Gravura cedida por Charles Kempf, Belfort, França.
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Detalhe de Deus convidando Cristo Pieter de Grebber Deus convidando Cristo a sentar-se no trono à sua direita (detalhe) 1645 Óleo sobre tela, 115 x 133 cm Museu Catharijneconvent, Utrecht Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:GodInvitingChristDetail.jpg
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Nosso lugar de paz |
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Num mundo repleto de ruídos, pressões e correrias, é muito comum nos perdermos de nós mesmos. Vivemos voltados para fora, preocupados em alimentar as aparências e atender aos caprichos do nosso ego. O poeta indiano Rabindranath Tagore nos faz um convite revelador. Ele escreve que, em todo indivíduo, existe um recanto imaculado, virgem, inexplorado, silencioso e profundo: Em toda criatura permanece um mundo, santo e ignorado, nunca dantes penetrado, aguardando, enriquecido de ternura... Há, no abismo de toda alma, um rochedo, um lugar, uma ilha, um paraíso, recanto de maravilha a ser descoberto... Em todo coração se demora um espaço aberto para a aurora, Um campo imenso a ser trabalhado, Terra de Deus, lugar de sonho, Reduto para o futuro... * Podemos interpretar esse lugar singular, como sendo nosso self, ou o nosso eu profundo. Benfeitora espiritual nos ensina que a conquista desse espaço íntimo é a grande meta da nossa evolução. No entanto, até alcançarmos esse amadurecimento, travamos uma guerra constante dentro de nós. A nossa personalidade consciente é, muitas vezes, governada pelo ego, que é transitório, caprichoso e dominador. Ele costuma se enfeitar com coisas que chamam a atenção e busca prazeres imediatos que não saciam a fome da alma. Por insegurança e falta de autoamor, o ego trava lutas internas, agindo com reações intempestivas para encobrir as nossas próprias debilidades. Entretanto, a proposta da vida é o triunfo da alma sobre a matéria. Essa batalha moral é comparada a uma luta no campo da consciência, entre as nossas poucas virtudes e os nossos muitos vícios. Cada vitória sobre as paixões primárias é um passo no autodescobrimento, um verdadeiro renascimento psicológico nesta nossa caminhada terrena. A desagregação do ego abre caminho para a dilatação do self, permitindo que a pureza do Espírito se manifeste. O si profundo é como o diamante que alcança a transparência após toda a depuração no silêncio do seu refinamento molecular, libertando-se da ganga que o reveste. Quando o adulto psicológico consegue acalmar a criança íntima e repartir o amor latente, ele aprende a silenciar o ego para deixar de ser juiz alheio. Afinal, há em cada coração um espaço aberto para a aurora, um campo imenso a ser trabalhado, que é terra de Deus e lugar de sonho. Se ainda nos sentimos longe da paz, façamos um mergulho nas águas dessa essência, elevando os pensamentos ao Criador. Convidemos o Senhor da vida a assumir o reino do nosso coração, acalmando a ansiedade e iluminando as nossas províncias íntimas com as claridades celestes. Digamos, com sinceridade: Senhor, ajuda-nos a ver aquilo que o orgulho não nos permite ver. Abre-nos os ouvidos surdos de vaidade, e sensibiliza nosso coração. Que descubramos a Tua divina presença em nós e transformemos a nossa vida num hino de serviço e numa perene canção de amor. Apanha a fragilidade dos nossos dias e fortalece-nos na fé que restaura e na caridade que edifica. Redação do Momento Espírita com trecho do
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7731&stat=0) |
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Rabindranath Tagore. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rabindranath_Tagore
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Uma das últimas 3 fotos de Rabindranath Tagore. Uploader: Rahat. 1941. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rabindranath_Tagore
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Divaldo Pereira Franco falando com os trabalhadores espíritas de Curitiba, PR, aos 26-11-2010 Foto gentilmente cedida por Jorge Moehlecke para este trabalho.
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Oração ante a manjedoura |
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Pelo Espírito Irmão X (Humberto de Campos). Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: À Luz da Oração. Lição nº 65. Página 135.
Senhor: quando iniciaste o Divino Apostolado, na Manjedoura singela, preocupava-se o Império Romano por um mundo só, em que se garantisse a paz pela centralização administrativa. Augusto, o glorioso imperador, ostentava a coroa do supremo poder humano, cercado de legisladores e filósofos que pugnavam pela unidade política da Terra... No entanto, Senhor, sabias que, além da superfície, brilhante das palavras, formavam-se legiões consagradas ao aniquilamento e à morte. Enquanto se erguiam as vozes do Senado, proclamando o direito, a concórdia e a dignidade humana, a Espanha pagava dolorosos tributos de sangue à pacificação; a Germânia experimentava a miséria; a Grécia conhecia incêndios e devastações da conquista; a Arábia tremia sob o terror; a Armênia pranteava os seus filhos; a África dobrava-se sob atrozes humilhações. Em Roma, os poetas teciam madrigais à beleza e os literatos homenageavam a justiça, mas, nas margens do Danúbio e do Reno, soluçavam crianças e mães desamparadas. Sabemos, hoje, que a atmosfera de júbilo, reinante no mundo de então, representava fruto de Tua presença santificante, e reconhecemos que os homens se embriagavam de alegria por fora, continuando, porém, por dentro, os mesmos enigmas de luz e treva, ignorância e conhecimento, impulsividade e razão. Sabias, por Tua vez, que eles glorificavam o respeito à dignidade pessoal e matavam-se, uns aos outros, nos circos, sob o aplauso quente da multidão; reverenciavam os deuses nos templos de pedra e partiam, em seguida, integrando expedições dedicadas à rapinagem; declaravam-se livres perante a lei e escravizavam-se, cada vez mais, ao império do egoísmo e da morte. Não consideras, Senhor que o quadro atual continua quase o mesmo?... Desde a Renascença, ouvimos lições de concórdia mundial, ensinamentos alusivos à liberdade, cânticos religiosos exaltando a fraternidade, discursos filosóficos definindo conceitos de solidariedade humana, argumentos científicos em favor da renovação social para um mundo só, onde a existência seja digna de ser vivida, mais elevada, mais feliz. Todavia, enquanto os peritos diplomáticos se reúnem solenes mobilizando rotativas e microfones, o espírito de hegemonia domina os povos e o ódio calcina os corações. Entoam-se hosanas à paz nos templos calmos e preparasse a guerra nas fábricas febris. A discórdia doméstica e coletiva nunca foi tão complexa, agora que a sociologia é mais pródiga em conceituação de harmonia. Os homens, não contentes com o poder de matar pelo canhão e pela metralhadora, pelo gás e pela fome, descobriram a desintegração atômica, a fim de que não somente os irmãos na espécie sejam exterminados, mas também os animais e as árvores, os ninhos e os vermes, os elementos vitalizantes do ar, da água e do solo... E invocam-Te a presença, antes da batalha, abençoam armas em Teu nome, declaram-se Teus protegidos, acionando maquinarias de arrasamento. Relacionando, porém, estas verdades, não desconhecemos que o Teu amor infinito prossegue vigilante e que, se nenhum serviço do bem permanece desapercebido adiante de Tua misericórdia, nenhuma interferência do mal se perpetua sem a corrigenda de Tua justiça! Acompanhas Teu rebanho com a mesma esperança do primeiro dia, e, quando as ovelhas tresmalhadas se precipitam no despenhadeiro, ainda é a Tua bondade que intervém, carinhosa, salvando-as da queda fatal. Teu devotamento cresce com as nossas transgressões, e se permites que a ventania do sofrimento nos fustigue o rosto, que os golpes da guerra nos abalem as entranhas do ser, é que, Artista Divino, concedes poder ao martelo da dor, a fim de que, vibrando sobre nós, desfaça a crosta de endurecimento que nos deforma a vida, entregando-nos a temporário infortúnio estabelecido por nós mesmos, como se fôramos pedras valiosas, confiadas ao zelo de um lapidário prudente e benigno!... É por este motivo, Mestre, que, inclinados, sobre a recordação de Teu Natal, agradecemos a luta benfeitora que nos deste, a experiência que nos permitiste, as bênçãos que renovas sobre a nossa fronte todos os dias! Pastor benevolente e sábio revela-nos o aprisco do bem!... Conheces os caminhos que ignoramos; acendes a tocha da verdade quando as trevas da mentira se espalham em torno; sabes onde se ocultam as armadilhas perigosas das margens; identificas de longe a presença da tempestade; tens o verbo que desperta o estímulo sadio; ensinas onde se localizam os raios do farol que conduz e as chamas do incêndio que destrói; curas nossas chagas sem panacéias de fantasia; repreendes amando; esclareces sem ferir; não desprezas as ovelhas quebrantadas, nem abandonadas as que ouviram o convite sedutor dos lobos escondidos na sombra!... Sê abençoado, Senhor, nos séculos, pela eternidade de Teu amor, pela grandeza de Teu trabalho, pela serenidade de Tua sublime esperança. E permite que nós, prosternados em espírito, ante a lembrança de Tua manjedoura desprotegida, possamos regressar às bases simples e humildes da vida, continuando nosso trabalho redentor, após repetir com o velho Simeão, encanecido nas inquietantes experiências do mundo: - “Agora, Senhor, despede em paz o teu servo, segundo a Tua palavra, pois, já os nossos olhos viram a salvação”.
(Recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
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A adoração dos pastores. Óleo sobre tela de Bartolomé Esteban Murillo. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Adoraci%C3%B3n_de_los_pastores_(Murillo).jpg |
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Busto do imperador César Augusto no Museu Nacional de Arte Romano. Mérida (a antiga romana Emérita Augusta). Espanha. Foto Ismael Gobbo. |
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Em primeiro plano o espaço onde ficava o Circus Maximus e acima o Palatino. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo
Circo Máximo (em latim: Circus Maximus) é um antigo circo — um estádio utilizado para corridas de bigas — e a maior arena de entretenimento de Roma. Situada no vale entre o Aventino e o Palatino, media 621 metros de comprimento e 118 metros de largura e podia acomodar mais de 150 000 espectadores[nota 1]. Em sua forma mais completa, tornou-se o modelo para todos os demais circos do Império Romano. Atualmente o local é um parque público. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Circo_M%C3%A1ximo
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Roma à época do imperador Constantino. Trecho reproduzido de poster da maquete do Museo della Civiltà Romana. Á esquerda o Coliseu e à direita o Circo Máximo e o rio Tibre. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo. |
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Teatro Romano, da antiga Emérita Augusta, capital da Lusitânia romana. A obra original, conforme inscrições encontradas no próprio teatro, foi realizada entre os anos 16 e 15 a.C., por determinação do Cônsul Marco Vipsanio Agripa, genro do imperador César Augusto. Mérida, Espanha. Foto: Ismael Gobbo |
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Ruínas do templo de Zeus Olímpico também conhecido por Olimpeu. A construção foi iniciada no século VI a.C. e só concluida pelo imperador romano Adriano, no século II d.C. Atenas, Grécia. Foto Ismael Gobbo
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Sítio arqueológico em Esmirna, Turquia. Foto Ismael Gobbo |
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Esmirna, Turquia. Foto Ismael Gobbo |
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Restos arqueológicos da cidade antiga. Ao fundo o Arco de Galério. Tessalônica, Grécia. Foto Ismael Gobbo. |
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Júlio César dando a Cleópatra o trono do Egito. Pintura em tela de Pietro de Cortona. Imagem/fonte: |
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O Rio Nilo atravessando a cidade do Cairo, Egito. Foto Ismael Gobbo |
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Vercingetorix abaixa os braços aos pés de Júlio César. Óleo sobre tela de Lionel Royer. A pintura retrata a rendição do chefe gaulês após a Batalha de Alesia (52 aC) Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Siege-alesia-vercingetorix-jules-cesar.jpg
Na Batalha de Alésia (actual Alise - Sainte-Reine, nas proximidades de Dijon), no ano de 52 a.C., os Romanos liderados por Júlio César venceram os Gauleses liderados por Vercingetórix. Foi o último grande confronto armado das guerras gálicas, cujo fim marcou a conquista da Gália por Roma. Para esta última tentativa dos gauleses de expulsarem a ameaça romana, Vercingetórix reuniu sob o seu comando várias tribos num total de cerca de 250 mil homens, somados aos 50 ou 60 mil guerreiros de Alésia, deveriam vencer facilmente os 70 mil romanos. O exército romano era constituído por entre 10 a 12 legiões romanas, mais auxiliares, num total de cerca de 70 mil homens comandados por Júlio César. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Al%C3%A9sia
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vista aérea do Anfiteatro El Djem. Tunísia. Imagem/autor: Hp.Baumele Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:El_Djem_Amphitheater_aerial_view.jpg |
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O Bom Pastor. Óleo sobre tela de Bartolomé Esteban Murillo Imagem/fonte: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:BuenPastorMurillo1660.jpg |
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O jovem Cristo como Bom Pastor. Óleo sobre tela de Bartolomé Esteban Murillo. Imagem/fonte:
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Estátua O Bom Pastor. Catacumbas de S. Calixto. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo |
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Bom Pastor. Obra de Bernhard Plockhorst Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bernhard_Plockhorst_-_Good_Shephard.jpg
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Ovelhas pastando em propriedade rural na Planície de Genesaré às margens do Mar da Galiléia. Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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A canção de louvor de Simeão. Óleo sobre tela de Aert de Gelder. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Aert_de_Gelder_-_Het_loflied_van_Simeon.jpg |
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Você sabia que o cinema nacional com temática espírita está com tudo nas plataformas de streaming? |
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FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA — SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES
O segundo turno das eleições reafirma a importância da democracia e da responsabilidade de cada cidadão na construção da sociedade. O exercício do voto, expressão da liberdade de consciência, constitui também um compromisso com o presente e o futuro da coletividade. A luz dos princípios espíritas, essa escolha deve ser orientada pelo livre-arbítrio, pelo discernimento e pela consciência de suas implicações sociais. Votar pressupõe considerar não apenas as convicções individuais, mas também as condições de vida da população, a dignidade humana, a justiça social e os efeitos das decisões públicas sobre o conjunto da sociedade, em especial sobre os mais vulneráveis. A Federação Espírita Brasileira não orienta nem induz a escolha de candidatos, assim como os centros espíritas não devem fazê-lo em nome da instituição ou da Doutrina Espírita. O respeito à liberdade de consciência e à pluralidade de ideias é indispensável à convivência democrática e à preservação dos vínculos de respeito e fraternidade entre pessoas que pensam de maneira diferente. A Doutrina Espírita oferece referências éticas para essa reflexão: a valorização da vida, a não violência, a justiça, a solidariedade e o respeito à dignidade de cada pessoa. O exemplo de Jesus, fundamento maior de amor ao próximo, convida-nos a superar os interesses estritamente individuais e a reconhecer que o compromisso com o bem compreende também a responsabilidade perante a sociedade. O exercício consciente do voto exige informação séria, serenidade e discernimento. As divergências políticas, próprias da democracia, não devem comprometer o respeito à vida, aos direitos humanos e à dignidade das pessoas, tampouco enfraquecer os princípios que sustentam a convivência democrática. Inspirados pelo Evangelho de Jesus e pelos princípios espíritas, somos chamados a fazer de nossas escolhas e atitudes expressões de responsabilidade, respeito e compromisso com o bem comum, contribuindo para uma sociedade mais justa, pacífica e solidária.
(Recebido em email de Comunicação FEB [[email protected]]) |
Palestra no C.E. Maria BentaJabaquara, São Paulo, capital |
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(Mensagem copiada de Jorge Lira Rezala) |
[1028-JornalMundoMaior] HEROÍSMO OCULTO. |
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HEROÍSMO OCULTO. Terás ouvido narrativas em torno de feitos sublimes, nos quais criaturas intrépidas ofereceram a própria existência para salvar os outros, quais os que tombaram na defesa da coletividade, em honra da justiça, em louvor da ciência, ao perquirirem processos de socorro aos sofrimentos da Humanidade.
Reverenciemos, sim, o nome dos que se esqueceram, a benefício dos semelhantes; o heroísmo oculto dos que sabem viver, dia por dia, no círculo estreito das próprias obrigações, a despeito dos empecilhos e das provações que os supliciam na estrada comum.
Pondera isso, quando os embaraços da vida te amarguem o coração! Reflitamos no assunto e observa a parte mais difícil da existência que o Senhor te confiou.
Será ela talvez o cativeiro de obrigações domésticas inadiáveis, a condução laboriosa de um filho doente, a tolerância permanente para com o esposo ou a esposa em desequilíbrio ou, ainda, a responsabilidade pessoal e direta na garantia das obras de benemerência e cultura, elevação e concórdia na direção da comunidade.
A matrícula na escola do heroísmo silencioso está aberta constantemente, a nós todos. Revisemos a anotação do Divino Mestre:- Quem quiser caminhar nos meus passos, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.
Qual será e como será a cruz que te pesa nos ombros? Seja ela qual for, lembra-te de que o Cristo de Deus nos aguarda no monte da vitória e da redenção, esperando tenhamos suficiente coragem para abraçar o heroísmo oculto na fidelidade aos nossos próprios deveres até o fim. No Livro:- ALMA E CORAÇÃO. Emmanuel/Chico Xavier.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]]) |
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Palestras na Aliança Espírita Varas da Videira Araçatuba, SP |
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(Recebido de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha Portugal |
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Exmos Senhores OCS,
CCE
www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
AdeilsonSalles é escritor-médium, filósofo e psicanalista. Poeta premiado pela prefeitura Municipal de Guarujá SP. Comunicador da TV Mundo Maior, Rádio Boa Nova. Até o momento tem 107 livros publicados, para crianças, jovens e adultos. Alguns dos seus livros infantis foram traduzidos para a lingua inglesa e adotados em escolas públicas e particulares. É requisitado para palestras em todo Brasil e no exterior. O êxito de seu trabalho se reflete na participação nas grandes Bienais Internacionais do Livro, assim como nas maiores feiras do livro do Brasil. Realiza palestras em escolas, universidades, empresas e centros espíritas.
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
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CONHEÇA E, SE PUDER, DIVULGUE A EDIÇÃO DESTA SEMANA DE O CONSOLADOR |
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Amigo(a) das lides espíritas, Está no ar a nova edição da revista O CONSOLADOR. Além de inúmeros artigos e matérias de grande interesse, esta edição traz os seguintes destaques: Entrevista com a jornalista Daniela Migliari, de Brasília (DF), autora do livro Divaldo – O Mensageiro da Paz, em que relata os bastidores da produção do filme de mesmo nome. Especial de Paulo Neto com o título “Nosso Lar: significativos indícios de sua realidade”, a respeito da colônia espiritual Nosso Lar, mencionada por André Luiz. Reportagem da jornalista Cláudia Santos sobre a 14ª Jornada da AME-SP, que reuniu médicos, outros profissionais da saúde e dirigentes de entidades espíritas. Acesse clicando em https://www.oconsolador.com.br/ano20/996/principal.html Se puder divulgar a Revista em sua casa espírita e compartilhá-la com familiares e amigos, sua colaboração será muito valiosa para ampliar o alcance da mensagem. Desde já, por sua atenção, nosso sincero agradecimento. Forte abraço e excelente semana para todos os seus.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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POST referente ao Blog de domingo (para divulgar) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
(Astolfo O. de Oliveira Filho) O termo intelecto-moral, que tem valor de adjetivo, é utilizado quando queremos dizer que determinado fato, coisa ou circunstância dá relevância, ao mesmo tempo, à inteligência e à moralidade. Allan Kardec o utilizou quando escreveu sobre as aristocracias na 1ª parte do livro Obras Póstumas. [...] Leia na íntegra
clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/10/as-aristocracias-que-imperaram-no-mundo.html Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo domingo.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Faça seu livro preferido virar uma nova história |
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ACESSE AQUI: https://marketing.feal.org.br/email/view/6ad11f3033154211040153
(Informação recebida de Fundação Espírita André Luiz [[email protected]]) |
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Resenha: Obra de Vultos – Volume 3 – 2026 |
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Obra de Vultos, surge em seu Volume 3, com organização de Ismael Gobbo. Contém 38 biografias de destacados lidadores do movimento espírita de Araçatuba, Birigui, Guararapes, Penápolis e Ilha Solteira. Redigimos o Prefácio dessa obra. O organizador Ismael, integra as amizades iniciadas desde a fundação da Mocidade Espírita Irma Ragazzi Martins, na Instituição Nosso Lar, Araçatuba (SP), nos idos de 1964, e de continuadas trocas de mensagens em função do Boletim de Notícias do Movimento Espírita que ele edita semanalmente. Em geral, fomos contemporâneos e conhecemos vários dos vultos focalizados que atuaram nas cidades da região Noroeste do Estado de São Paulo. Entre os homenageados, encontram-se a minha genitora, Bebé; Joana, genitora de minha esposa Célia; a marcante figura de Linda Dias de Almeida; Auzília Chessa Gobbo, genitora de Ismael; vários parceiros dos nossos tempos de residência e atuação direta em Araçatuba e, o mais recente, o dinâmico Sirlei Nogueira. Os autores das biografias são parentes ou amigos dos homenageados. Anotações tão queridas para os autores dos capítulos, com preito de homenagem e gratidão a esse conjunto de espíritos desencarnados. Embora em breves linhas, cada anotação representa muito esforço e dedicação que marcaram as trajetórias corpóreas. Há ilustrações. As publicações anterioresforam editadas há algum tempo: Obra de vultos – Volume 1 (1999) e Obras de vultos – Volume 2 (2000), também reunindo biografias de lidadores daquela região. Obra de Vultos- Volume 3, tem sido lançada, desde final de setembro de 2026, em instituições espíritas de Araçatuba e região, com a presença do organizador Ismael. Comparecemos em uma delas, dia 11/10/26, na União Espírita Paz e Caridade. O exemplar pode ser adquirido em: - União Espírita Paz e Caridade – Rua Marcílio Dias 129 – Araçatuba; - Aliança Espírita Varas da Videira – Rua Bernardino de Campos, 363 - Araçatuba; encomendas pelo fone/zap: 18 – 99686-2898.
(Antonio Cesar Perri de Carvalho) DE: https://grupochicoxavier.com.br/obra-de-vultos-volume-3-2026/
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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📚💚 OBRA DE VULTOS – VOLUME 3 | 2026 💛
Uma obra que reúne histórias inspiradoras de espíritos ilustres que contribuíram para o movimento espírita em nossa região, trazendo exemplos de dedicação, amor ao próximo e trabalho em favor do bem. ✨📖
Adquira seu exemplar por apenas R$ 30,00 e prestigie essa importante obra!
🏡 À venda no Abrigo Ismael 📍 Rua Marcílio Dias, 129 – Araçatuba/SP 📞 Informações: (18) 3623-3408
Cada gesto de apoio fortalece nossa missão de acolher e cuidar de nossas idosas com carinho e dignidade. ❤️
Adquira o seu e faça parte dessa história! 📚
(Recebido em email de Adair Anacleto) |
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Obra de Vultos 3 Compras na Aliança Espírita Varas da Videira. Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Campanhas da casa. Aliança Espírita Varas da Videira e Casa da Caridade. Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Atividades da casa. Aliança Espírita Varas da Videira e Casa da Caridade. Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Correio Espírita - Jornal de outubro de 2026 |
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Jornal Momento Espírita - EDIÇÃO DE OUTUBRO Centro Espírita Amor e Caridade, Bauru, SP. Assesse abaixo: |
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ACESSE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/Jornal-Momento-Esp-Out-26_compressed.pdf
(Recebido em email do amigo Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Outubro/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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APES : programme d'activités spirites OCTOBRE 2026 APES: programa de atividades espíritas – outubro de 2026 |
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Chère Madame, Cher Monsieur,
Indépendamment de la fermeture de notre local historique à Vincennes à la fin d’année 2025, nous ne restons pas inactifs et depuis janvier 2026, dès le mois de janvier 2026, nous avons mis en place des réunions en distanciel par la plateforme ZOOM WORPLACE : des Réunions Publiques d'Etudes et Assistance Spirituelle (RPEAS) et des réunions d'étude de l'Evangile selon le Spiritisme avec les demandeurs d'Assistance Spirituelle.
Petit à petit, nous avons appris à travailler en distanciel, et de cet fait nous arrivons à toucher d'autres personnes qui habitent dans une ville où n'existe pas de centres spirites, ou que pour des raisons diverses ces personnes n'ont plus la capacité de se déplacer. Ces réunions ont attiré beaucoup de personnes que étaient isolées et ainsi, de cette façon le messages spirite arrivent chez elles.
Ces réunions spirites sont réalisées sous l'orientation de l'Esprit guide du Centre Spirite APES et selon l'éthique spirite : de l'écoute, de la bonne volonté, de la gratuité, sans aucun jugement, avec amour et respect de l'autre.
Veuillez trouver ci-joint le programme d'activités spirites pour le mois d'OCTOBRE 2026. Aujourd’hui, nous recherchons un nouvel espace afin de reprendre nos activités en présentiel, mais nous continuons avec celles en distanciel. Matériellement, il représente un défi financier qui NECESSITE VOTRE PARTICIPATION. Humainement, il restera une
réalité vivante AVEC VOTRE COLLABORATION. Nous vous remercions pour votre fidélité et votre soutien, et nous nous réjouissons de vous retrouver prochainement lors de ces prochaines réunions hebdomadaires d’étude spirite en distanciel. Fraternellement,
Anita BECQUEREL Présidente de l'APES
GOOGLE TRADUTOR- EM PORTUGUÊS (BRASIL)
Prezados Senhores e Senhoras,
Independentemente do fechamento de nossa sede histórica em Vincennes no final de 2025, não permanecemos inativos; desde janeiro de 2026, implementamos reuniões remotas através da plataforma ZOOM WORKPLACE: Reuniões Públicas de Estudos e Assistência Espiritual (RPEAS) e reuniões de estudo de *O Evangelho segundo o Espiritismo* com aqueles que buscam Assistência Espiritual.
Aos poucos, aprendemos a trabalhar remotamente e, com isso, conseguimos alcançar pessoas que vivem em cidades sem centros espíritas ou que, por diversos motivos, não têm mais condições de se deslocar. Essas reuniões atraíram muitas pessoas que estavam isoladas e, assim, a mensagem espírita chega até elas.
Essas reuniões espíritas são realizadas sob a orientação do Espírito guia do Centro Espírita APES e em conformidade com a ética espírita: escuta, boa vontade, gratuidade, ausência de julgamentos, amor e respeito ao próximo.
Segue em anexo a programação das atividades espíritas para o mês de OUTUBRO de 2026. Atualmente, buscamos um novo espaço para retomar as atividades presenciais, mas continuamos com as atividades remotas. No aspecto material, isso representa um desafio financeiro que NECESSITA DA SUA PARTICIPAÇÃO. No aspecto humano, continuará sendo uma realidade viva COM A SUA COLABORAÇÃO. Manter um local de acolhimento espiritual gratuito e aberto a todos. Preservar um espaço de reflexão, estudo e assistência moral espírita. Se quiser nos ajudar, clique aqui: https://www.helloasso.com/associations/association-parisienne-d-etudes-spirite-apes/collectes/xxx. Uma nova janela será aberta, direcionando você ao site HelloAsso. Agradecemos pela sua fidelidade e pelo seu apoio, e esperamos reencontrá-lo em breve nas próximas reuniões semanais de estudo espírita realizadas a distância. Fraternalmente,
Anita BECQUEREL Presidente da APES
(Recebido em emails de Association Parisienne d'Etudes Spirites [[email protected]]) |
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Gepar. Confira nosso Informe Especial de Outubro |
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ACESSE AQUI:
(GEPAR [[email protected]]) |
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Programação Instituição Beneficente Nosso Lar - outubro 2026 São Paulo, capital |
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Olá Ismael! Segue em anexo a programação do Departamento de Cultura Espírita da Instituição Beneficente Nosso Lar - IBNL para o mês de outubro. Muita paz a todos. Abraço fraterno,
"Plantemos alegremente, Sob a fé que não descansa, Bondade, paz, otimismo, Consolação e esperança". Casimiro Cunha Sublime Sementeira: Evangelização Espírita Infantojuvenil, ed. FEB, 2012, p.141/143.
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
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GEPAR Piratininga, Niterói. |
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Resultados Parciais – PNE 2026 |
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✅Resultados Parciais – PNE 2026 Mais moderna, novo portal! Novas questões interessantes e instigantes. Participe! Para refletir, esclarecer e agir Participação atual de 18 estados. https://pesquisa.portalkardec.org.br/B43605E6
Ivan Franzolim WhatsApp: 55 (11) 98156-0030 http://franzolim.blogspot.com.br/
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta Março/Abril-2026. Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf
(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
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Federação Espírita Brasileira — Segundo Turno das eleições
CLIQUE AQUI: https://febnet.org.br/federacao-espirita-brasileira-segundo-turno-das-eleicoes/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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UEP. União Espírita Paraense Belém |
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FEAP. Federação Espírita do Amapá Macapá |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Adelaide Augusta Câmara (11-01-1874 / 24-10-1944) |
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Aura Celeste. Foto do acervo do Asylo Espírita João Evangelista Rio de Janeiro, RJ
Adelaide Augusta Câmara foi uma das mais devotadas figuras femininas do Espiritismo no Brasil, bem conhecida pelo seu pseudônimo de Aura Celeste. Encarnou na cidade de Natal, Estado do Rio Grande do Norte, em 11 de janeiro de 1874, e desencarnou na cidade do Rio de Janeiro, em 24 de outubro de 1944. Aura Celeste veio para a antiga Capital Federal em janeiro de 1896, graças ao auxílio de alguns militantes do Protestantismo, a cuja religião pertencia, os quais lhe propiciaram a oportunidade de lecionar no Colégio Ram Williams, o que fez com muita proficiência, durante algum tempo, até que organizou em sua própria residência, um curso primário, onde muitos homens ilustres do meio político e social brasileiro aprenderam com ela as primeiras letras. Foi nesse período de sua vida, no ano de 1898, que começou a sentir as primeiras manifestações de suas faculdades mediúnicas. Nessa época, o grande Bezerra de Menezes dirigia os destinos da Federação Espírita Brasileira, revestido daquela auréola de prestígio e de respeito que crentes e descrentes lhe davam, e o Espiritismo era o assunto de todas as conversas, não só pelos fenômenos e curas mediúnicas, como pela propaganda falada, pelos livros e pela imprensa. Sob a sábia orientação de Bezerra de Menezes começou a sua notável carreira mediúnica como psicografa, no Centro Espírita Ismael. O grande apóstolo do Espiritismo brasileiro, pela sua conhecida clarividência, prognosticou, certa vez, que Adelaide Câmara, com as prodigiosas faculdades de que era dotada, um dia assombraria crentes e descrentes. E essa profecia de Bezerra não se fez esperar, pois em breve Adelaide Câmara, como médium auditiva, começou a trabalhar na propagação da Doutrina, fazendo conferências e receitando, com tal acerto e exatidão, que o seu nome se irradiou por todo o País. Com a desencarnação do inolvidável mestre, doutor Bezerra de Menezes, em 1900, Adelaide Câmara aproximou-se do grande seareiro que foi Inácio Bittencourt e, nas sessões do Círculo Espírita “Cáritas”, passou a emprestar o seu concurso magnífico como médium e como propagandista de primeira grandeza. Contraindo núpcias em 1906, os afazeres do lar, e a educação dos filhos mais tarde, obrigaram-na a afastar-se da propaganda ativa nos Centros, mas, nem por isso, ficou inativa. Nas horas de lazer, entrava em confabulação com os guias espirituais, e pôde receber e produzir páginas admiráveis, que foram dadas à publicidade na obra “Do Além”, em 21 fascículos, e no livro “Orvalho do Céu”. Foi aí que adotou o pseudônimo de AURA CELESTE, nome com que ficou conhecida no Brasil inteiro. Em 1920, retorna à tribuna e aos trabalhos mediúnicos, com tal vigor e entusiasmo, que o seu organismo de compleição franzina ressentiu-se um pouco, mas, nem por isso, deixou ela de cumprir com os seus deveres. O Dr. Joaquim Murtinho era o médico espiritual que, por seu intermédio, começou a trabalhar na cura dos enfermos e necessitados, diagnosticando e curando a todos quantos lhe batiam à porta, desenvolvendo-lhe, espontaneamente, diversas faculdades mediúnicas nesse período. Além das mediunidades de incorporação, audição, vidência, psicográfica, curadora, intuitiva, possuía Adelaide Câmara, ainda, a extraordinária faculdade da bilocação. Muitas curas operou em diferentes lugares do Brasil, a eles se transportando em “desdobramento fluídico”, sendo visível o seu corpo perispirítico, como aconteceu em Juiz de Fora e Corumbá (provadamente constatado), por enfermos que, sob os seus cuidados, a viram aplicar-lhes “passes”. Poetisa, conferencista, contista, e educadora sobretudo, deixou excelentes obras lítero-doutrinárias, em prosa e verso, assinando-os geralmente com o seu pseudônimo. É assim que deu a público “Vozes d”Alma”, versos; “Sentimentais”, versos; “Aspectos da Alma”, contos; “Palavras Espíritas”, palestras; “Rumo à Verdade” e “Luz do Alto”. Esparsos em revistas e jornais espíritas, há muitas poesias e artigos doutrinários de sua autoria. O grande jornalista e literato Leal de Souza, referiu-se a Adelaide Câmara como “a grande Musa moderna, a Musa espiritualista”. Em 1924, teve as suas vistas voltadas para o campo da assistência às crianças órfãs e à velhice desamparada. Centralizou todos os seus esforços no propósito de materializar esse antigo anseio de sua alma. Pouco, entretanto, pôde fazer em quase três anos de lutas. Aconteceu, então, que um confrade, João Carlos de Carvalho, estava angariando donativos e meios para a fundação de uma instituição dessa natureza, e, um dia, faz-lhe entrega da lista de donativos a fim de que Adelaide Câmara arranjasse novos óbolos para tão humanitário fim. Dias depois, João Carvalho desencarna, e ela fica de posse da lista e do dinheiro arrecadado. Passados alguns meses, o Sr. Lopes, proprietário da Casa Lopes, que andava estudando a Doutrina, mostrou-se interessado na organização de uma instituição de amparo e assistência aos órfãos e Adelaide lhe informa possuir uma lista com alguns donativos para esse fim. A idéia foi recebida com entusiasmo e logo concretizada. Alugaram uma casa em Botafogo e aí foi instalado, no dia 13 de março de 1927, o Asilo Espírita “João Evangelista”, sendo ela a sua primeira diretora. Compareceu a essa festiva inauguração o doutor Guillon Ribeiro, então 2o . secretário da Federação Espírita Brasileira e representante desta naquela solenidade. Adelaide Câmara, em breves palavras, exprimiu o júbilo de sua alma, afirmando realizado o ideal de toda a sua existência – “ser mãe de órfãos, graça do céu que não trocaria por todo o ouro e todas as grandezas do mundo”. Dedicou, daí por diante, todo o seu tempo a essa grandiosa obra de caridade, emprestando-lhe as luzes do seu saber e de sua bondade até o dia em que serenamente entregou a alma a Deus. Com extremosa dedicação, trabalhou Aura Celeste em várias sociedades espíritas beneficentes da cidade do Rio de Janeiro, dando a todas elas o melhor de suas energias e de sua inteligência. No Asilo Espírita “João Evangelista”, porém, foi onde realizou sua tarefa máxima, não só como competente educadora, mas também como hábil orientadora de inumeráveis jovens que ali receberam, como ainda recebem, instrução intelectual e educação moral. A vida e a obra de Adelaide Câmara foram uma escada de luz, uma afirmação de fé e humildade, e um perene testemunho de amor. Era a grande educadora que ensinava educando e educava ensinando, pelo exemplo. Médium sem vaidades, sincera e de honestidade a toda prova, praticava a mediunidade como verdadeiro sacerdócio. Dotada de sólida cultura teria, se quisesse, conquistado fama no mundo das letras. Poetisa de vastos recursos, oradora convincente e natural, senhora de estilo vigoroso e de fulgurante imaginação, tudo deu e tudo fez, com o cabedal que possuía, para o bom nome e o engrandecimento da Doutrina Espírita. O Asilo Espírita “João Evangelista”, no Rio de Janeiro, aí está ainda, em sede própria, atestando a obra e o devotamento à causa do bem daquela nobre mulher que se chamou Adelaide Augusta Câmara. Fonte: WANTUIL, Zêus, Grandes Espíritas do Brasil, p. 384
(Texto copiado de https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Adelaide-Augusta-C%C3%A2mara.pdf) |
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Recebido em email de Asylo Espírita João Evangelista [mailto:[email protected]]
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Aura Celeste. Imagem do acervo do Asylo Espírita João Evangelista Rio de Janeiro, RJ |
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Imagem de Natal, Capital do Rio Grande do Norte em 1903. Autor: Virgilio Cardoso de Oliveira Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Natal_(Rio_Grande_do_Norte)
Em Natal (RN) nasceu Adelaide Camara aos 11 de janeiro de 1874. Leia a biografia acima. |
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Vista panorâmica da Enseada de Botafogo, Rio de Janeiro, Brasil, em 1889. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(cidade)#/media/File:Rio_de_janeiro_1889_01.jpg
Adelaide Camara nascida em Natal, RN, aos 11 de janeiro de 1874 aportou na cidade do . Rio de Janeiro em janeiro de 1896. Leia a biografia acima. |
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Dr. Adolfo Bezerra de Menezes. Óleo sobre tela de Nair Camargo. Foto Ismael Gobbo Dr. Bezerra é conhecido também por “Médico dos pobres. LEIA A BIOGRAFIA DE DR. ADOLFO BEZERRA DE MENEZES https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Adolfo-Bezerra-de-Menezes.pdf
Adelaide Camara nascida em Natal, RN, aos 11 de janeiro de 1874 aportou na cidade do . Rio de Janeiro em janeiro de 1896. No Rio de Janeiro Adelaide Camara recebeu orientações do Dr, Bezerra de Menezes para desenvolver suas atividades no Espiritismo. Leia a biografia acima. |
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Inacio Bittencourt. Imagem/fonte: http://bvespirita.com/Inacio%20Bittencourt%20-%20O%20Apostolo%20da%20Caridade%20(CELD).pdf LEIA SOBRE INACIO BITTENCOURT AQUI: http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/FEVEREIRO/17-02-2018.htm
Adelaide Camara nascida em Natal, RN, aos 11 de janeiro de 1874 aportou na cidade do . Rio de Janeiro em janeiro de 1896. No Rio de Janeiro Adelaide Camara recebeu orientações do Dr, Bezerra de Menezes para desenvolver suas atividades no Espiritismo. Com a desen- carnação de Dr. Bezerra, Adelaide Camara se aproximou do Sr. Inacio Bittencourt que pros- seguiu orientando-a acerca da Doutrina Espí- Rita. Leia a biografia acima. |
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Asylo Espírita João Evangelista fundado por Aura Celeste em 1923. Rio de Janeiro Imagem do acervo do Asylo Espírita João Evangelista
O Asylo Espírita João Evangelista é uma associação beneficente localizada no Humaitá, no Rio de Janeiro, que cuida de meninas de 3 a 15 anos moradoras de comunidades carentes. Fundado em 1923 pela médium brasileira Adelaide Augusta Câmara, também conhecida por Aura Celeste, o Asylo realiza ainda reuniões espíritas públicas, com palestras e aplicações de passes, além de reuniões de estudo da Doutrina Espírita. |
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Guillon Ribeiro, representando a FEB, participou da inauguração do Asylo Espírita João Evangelista fundado por Adelaide Augusta Câmara (Aura Celeste) em 1923. Imagem FEBNET.
Leia a biografia de Adelaide Augusta Câmara (Aura Celeste) na publicação acima. |
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ACESSE A PÁGINA DO ASYLO ESPÍRITA JOÃO EVANGELISTA NO FACEBOOK RIO DE JANEIRO, RJ CLIQUE AQUI: https://www.facebook.com/asyloespirita.joaoevangelista/
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Pórtico do Cemitério São João Batista no Bairro de Botafogo. Rio de Janeiro, RJ. Foto: Ismael Gobbo. Nesta famoso cemitério foi sepultada a incansável trabalhadora do movimento espírita brasileiro Adelaide Augusta Câmara (Aura Celeste) em 1944. |
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Cemitério São João Batista no Bairro de Botafogo. Rio de Janeiro, RJ., tendo ao fundo o Corcovado e o Cristo Redentor.. Foto: Ismael Gobbo. Nesta famoso cemitério foi sepultada a incansável trabalhadora do movimento espírita brasileiro Adelaide Augusta Câmara (Aura Celeste) em 1944. |
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Biografia de Antônio Wantuil de Freitas (23-10-1895 / 11-03-1974) |
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Antônio Wantuil de Freitas foi Presidente da Federação Espírita Brasileira durante vinte e sete anos consecutivos, encarnado a 23 de outubro de 1895 na cidade do Patrocínio do Muriaé (MG), filho do Capitão Joaquim Olinto de Freitas e de D. Virgínia Maria de Freitas, e desencarnado aos 11 de março de 1974, no Rio de Janeiro (RJ). Foi de muita luta a sua vida, pois ficara órfão de pai aos 5 anos de idade, e de mãe, aos 22, mas graças à ajuda dos irmãos pôde diplomar-se em Farmácia em 1913, na então famosa Escola de Farmácia e Odontologia d' "O Granbery", de Juiz de Fora (MG). Após dirigir farmácias em várias cidades mineiras, veio para o Rio de Janeiro em 1924, aí se instalando como farmacêutico-industrial. Casou em 1919 com D. Zilfa Fernandes de Freitas, com quem teve sete filhos, e sobre a qual externou este agradecimento: "(...) sua valiosa cooperação muito contribuiu para o meu encorajamento nos momentos difíceis da vida." Leitor assíduo de tudo que dissesse respeito a religiões e filosofias, nelas buscava, em vão, a doutrina que realmente atendesse aos seus mais recônditos anseios, tornando-se até mesmo meio cético de tudo, até que em 1932, convidado por um velho amigo para assistir a uma sessão espírita, aí presenciou tantos fatos inexplicáveis que ele resolveu estudar o Espiritismo, fazendo-o meses e meses seguidos, através de incansável leitura de um sem-número de obras espíritas, entre nacionais e estrangeiras. Surgiu, ao mesmo tempo, no seu próprio lar, uma série de fenômenos mediúnicos, de indiscutível força comprobatória da teoria haurida nos livros. Tomou-se, então, um espírita convicto. Ainda em 1932, ingressou como sócio remido da Federação Espírita Brasileira. Já em 1933 participava como delegado de uma Associação Espírita do Rio de Janeiro no Conselho Federativo da FEB. Eleito sócio efetivo em 1936, Guillon Ribeiro, então Presidente da Casa-Máter, vendo nele um espírita de vasto cabedal de conhecimentos doutrinários, muito ativo e possuidor de lúcida inteligência, convidou-o às eleições de 9 de agosto de 1936, sendo eleito e empossado no cargo de Gerente de REFORMADOR, onde ficou até 1943, quando ascendeu à presidência da Casa de Ismael, neste posto permanecendo até 22 de agosto de 1970, ininterruptamente reeleito todos os anos, quase sempre por unanimidade. As realizações de Antônio Wantuil de Freitas dentro do Espiritismo são de uma riqueza extraordinária. Sua enorme capacidade de trabalho, aliada a invejável descortino intelectual, fê-lo uma das mais destacadas figuras no Movimento Espírita nacional, um verdadeiro líder, no mais alto sentido. Em eruditas e substanciosas conferências pronunciadas da tribuna da FEB; em escorreitos escritos, sob variados temas, estampados em REFORMADOR com seu próprio nome ou sob mais de uma dezena de pseudônimos; em livros, opúsculos, folhetos editados pela FEB, Wantuil sempre se revelou unia personalidade forte, intransigente na defesa da verdade, de grande discernimento e de um raciocínio rápido e decisivo. Em 13 de junho de 1939, ele, sozinho, defendeu o Espiritismo na Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, da qual era sócio, contra acirrada campanha movida por alguns dos seus membros, que até dirigiram moções de desagrado ao Presidente da República e ao Ministro da Justiça. O acontecido foi amplamente noticiado por importantes jornais da época, que elogiaram a atitude desassombrada daquele ousado desconhecido. Outro fato que repercutiu na imprensa de então e demonstrou uma vez mais a coragem, o destemor, a impavidez do Presidente Wantuil de Freitas passou-se no Governo de Getúlio Vargas, entre 1941 e 1945. Recrudescia, nesses anos, mediante Portarias do Chefe de Polícia, um clima de cerceamento, de perseguição às Sociedades Espíritas, inclusive com o fechamento, no Rio de Janeiro, de todas elas (também a Federação Espírita Brasileira), tendo sido criado até mesmo um cadastro policial para o fichamento dos dirigentes espíritas. Tais absurdos levaram uma comissão febiana, em março de 1945, à presença do chefe de Polícia, Ministro João Alberto. Wantuil foi o porta-voz intimorato na defesa dos direitos do Espiritismo, conseguindo derrubar as infelizes Portarias que impediam às Instituições Espíritas o direito de se organizarem e funcionar livremente, como a Constituição prescrevia. Antes disso, certa feita Wantuil teve de comparecer ao Ministério da Justiça, onde seria interrogado por um verdadeiro tribunal, composto de um General, de um Almirante e do próprio Ministro. Ele não se intimidou. Falou o que tinha para falar e, em dado momento, se não fora a intervenção conciliatória do Ministro, Wantuil seria preso pelo Almirante. REFORMADOR, 1948, pag. 191
(Copiado de https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Antonio-Wantuil-de-Freitas.pdf
CLIQUE PARA VER FOTOS ANTIGAS DE PATROCÍNIO DO MURIA-MGhttps://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=GsJ6_7KI6Ag
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Antônio Wantuil de Freitas Imagem copiada de: https://seir.org.br/nascimento-de-wantuil-de-freitas/
Antônio Wantuil de Freitas (23/10/1895 – 11/03/1974) LEIA A BIOGRAFIA AQUI: https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Antonio-Wantuil-de-Freitas.pdf |
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Prédio da Federação Espírita Brasileira na cidade do Rio de Janeiro Copiado da revista Reformador de junho de 1948. Arquivo da FEB. A mudança da sede histórica do Rio de Janeiro para a administrativa em Brasília deu-se oficialmente na década de 1980.
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Pedro Richard (09-09-1853 / 25-10-1918) |
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Foi uma das mais fortes e atraentes personalidades do Movimento Espírita. Sua vida foi de testemunho em favor do Evangelho deixado pelo Divino Mestre Jesus. Pedro Richard nasceu, no dia 09 de setembro de 1853, na cidade de Macaé (RJ), filho de Pedro Richard e Dnª. Felismina Richard. Família modesta, mas de honorabilidade a toda prova. Órfão de pai aos nove anos de idade, tornou-se arrimo de sua mãe e de seus irmãos menores. Tinha adoração por sua genitora, que era de costumes austeros e de sentimentos elevados; era, aliás, carinhoso para a família. Quando seu pai desencarnou, estava fazendo o Curso Primário, tendo que interromper os estudos para trabalhar numa casa comercial. Depois foi admitido como funcionário da Alfândega, melhorando assim seus rendimentos. Sério, consciente de suas responsabilidades, adquirira o hábito salutar de nada realizar sem muita reflexão. Seguia a risca os conselhos do seu genitor. Pedro Richard contraiu núpcias com D. Mariana Campos Richard, natural de Angra dos Reis (RJ), e tiveram uma prole de seis filhos: Mário (desencarnado aos dois anos), Felismina, Pedro, Mário (2º), Izaura e Marta. Houve uma época em que D. Mariana teve que costurar para fora, e ajudar na manutenção do lar. Foram dias de muitas preocupações, porém não perderam a esperança de melhores dias. Isso não impediu de adotar uma criança necessitada: Francisco Antônio de Carvalho, que era parente longe de D. Mariana. Mais tarde o garoto foi motivo de muitas alegrias. Estudioso, aplicado, entrou para Escola Militar e se formou como Engenheiro Militar, honrando a dedicação dos pais adotivos. Chegou ao posto de Coronel do Exército e o que é mais importante, tornou-se o "patriarca" da família. A desencarnação de Mário, o seu primogênito, levou-o ao Espiritismo. O casal não compreendia como, diante da bondade imensurável de Deus, uma criança pudesse sofrer tanto. Nesse tempo, conheceu um homem chamado Nascimento, pessoa caridosa e simples, médium. Por seu intermédio recebeu noções de como age a Justiça Divina, através da reencarnação, dando-nos oportunidade de quitar faltas passadas. A vida de Pedro Richard foi de permanentes realizações. Era capacitado, inteligente, trabalhador, ativo e empreendedor. Formou uma firma de construções, com oficina de carpintaria, porém, para obter o registro de construtor era necessário apresentar declaração de um engenheiro civil, de que ele possuía capacidade para as funções. Embora extremamente capacitado, faltava-lhe o título oficial para poder trabalhar. Recorreu a um velho amigo da Federação Espírita Brasileira, Abel Ferreira de Mattos, engenheiro civil de prestígio, que veio em seu auxílio. Venceu uma concorrência para executar obras do Exército. Esse trabalho lhe deu melhores condições de manter a família. Indalício Mendes chamou-o de "Peregrino do Evangelho". Sua admiração por Dr. Bezerra de Menezes, "O Kardec Brasileiro", era ilimitada. Fê-lo fervoroso adepto do Evangelho, onde encontrava a bússola para os caminhos a palmilhar na Terra. Pedro Richard tinha na prece o seu maior ponto de apoio. Desenvolveu sua mediunidade de cura, que fez dele instrumento dos Espíritos Superiores, no labor incansável na Seara do Cristo, para socorrer sofredores. Foi considerado emissário para despertar criaturas que precisavam apenas de uma palavra para se melhorarem espiritualmente. Através de seus atos, de sua conduta e superioridade moral, tomaram-no como exemplo e renasceram para uma nova vida. Era companheiro de Bezerra de Menezes, dos irmãos Sayão, de Maia de Lacerda, Leopoldo Cirne e outros. Foi um dos fundadores do "Grupo Ismael". Sua fé em Deus, Jesus e Maria Santíssima não tinha limites, e sua palavra tinha o poder de deixar na lembrança daqueles que o ouviam o alento da fé. Era a transmissão simples da mensagem encorajadora, com a seiva da verdade cristã. Foi um Semeador. Pedro Richard regressou à Espiritualidade no dia 25 de outubro de 1918, no Rio de Janeiro, tendo deixado a Terra com a consciência tranqüila do dever cumprido. No dia 12 de junho de 1936, no "Grupo Ismael" deu a seguinte mensagem: - "Senhor!... Desdobra sobre meu eu Espiritual a luz da Tua misericórdia e deixa, Senhor, que desabroche, ainda agora, no meu coração de pecador, as açucenas perfumadas do Teu perdão e da Tua piedade paternal, para que eu seja incorporado às falanges radiosas que operam na Tua Casa, exibindo com meu esforço de espírito a mais clara e a mais sublime de todas as profissões de fé". Fonte: Jornal Mundo Espírita, setembro de 1999.
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Pedro Richard. Imagem/fonte: |
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Trecho da Rua Presidente Sodré, Macaé (RJ). Foto do Domínio público / Acervo Arquivo Nacional Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Trecho_da_Rua_Presidente_Sodr%C3%A9,_Maca%C3%A9_(RJ).tif
VEJA UM VÍDEO SOBRE MACAÉ https://pt.wikipedia.org/wiki/Maca%C3%A9
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AMPLA PUBLICAÇÃO DA REVISTA REFORMADOR DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA, DE 01-11-1918, SOBRE A VIDA E OBRA DE PEDRO RICHARD QUANDO DE SUA DESENCARNAÇÃO. OS TRÊS TEXTOS COPIADOS DE: https://docvirt.com/docreader.net/DocReader.aspx?bib=revreform&pagfis=8310 https://docvirt.com/docreader.net/DocReader.aspx?bib=revreform&pagfis=8311 https://docvirt.com/docreader.net/DocReader.aspx?bib=revreform&pagfis=8312
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Luar. Foto: Ismael Gobbo |
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Deus
Eurípedes Barsanulfo (Texto copiado na internet do site http://www.forumespirita.net/fe/poesia/deus-euripedes-barsanulfo/)
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The Rose Garden. Hyde Park. Londres, Reino Unido.Foto Matheus Gobbo. |
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Crepúsculo em Auriflama, SP. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus e o precursor |
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Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X Psicografia Francisco Cândido Xavier FEB
Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias. Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais. O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso – é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos. Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –, trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino. Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios. Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel. Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!” Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”. No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria! Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso. As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças. * Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita. Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas. Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos? Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”. Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo. João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade. O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos. Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.
Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.
(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)
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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte: |
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Jesus aos doze anos encontrado entre os doutores do templo. James Tissot Fonte da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo. |
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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus abençoa João Batista no deserto. Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG |
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Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
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Amor Infinito Caminhos retos |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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