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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, terça-feira, 01 de setembro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/01-09-2026.htm
No Blogonde é postado diariamente: http://ismaelgobbo.blogspot.com.br/
Ou no Facebook:https://www.facebook.com/ismael.gobbo.1
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Os últimos 5 emails enviados |
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DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
31-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/31-08-2026.htm 29-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/29-08-2026.htm 28-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/28-08-2026.htm 27-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/27-08-2026.htm 26-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/26-08-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 9 - 1866 |
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(Copiado do site Febnet) |
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Rio Corrèze em Tulle. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Corr%C3%A8ze_(river)
O Corrèze ( Occitano : Corresa ) é um rio com 95 km de comprimento no sudoeste da França , afluente esquerdo do rio Vézère . [1] Sua origem está no Maciço Central do noroeste . Ele flui para sudoeste através do departamento Corrèze (em homenagem ao rio) e das cidades de Tulle e Brive-la-Gaillarde . Poucos quilômetros depois de Brive-la-Gaillarde, o Corrèze deságua no Vézère. |
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Vista em frente à Catedral em Tulle. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Tulle |
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Catedral Notre Dame. Tulle. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Tulle
Tulle Tulle ( francês: [tyl] ( ouvir ) Estendendo-se por mais de três quilômetros no estreito e tortuoso vale Corrèze , Tulle espalha seus antigos bairros na encosta com vista para o rio, enquanto a catedral de Notre-Dame emerge do coração da cidade. Conhecida às vezes como "a cidade das sete colinas", Tulle ganhou destaque com o desenvolvimento de seu setor manufatureiro. Leia mais: |
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Étienne Baluze Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tienne_Baluze
Étienne Baluze, também conhecido como Stephanus Baluzius (Tulle, 24 de novembro de 1630 – Paris, 28 de julho de 1718) foi um bibliotecário e historiógrafo francês. Leia mais: |
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Mapa da cidade e subúrbios de Tulle, contendo todas as praças, ruës, pátios, passei... Imagem/fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b8445246d |
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La Gare de Tulle. Estação ferroviária de Tulle (Corrèze, França). Autor: Babsy Copiada de: https://fr.wikipedia.org/wiki/Gare_de_Tulle |
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Allan Kardec. Óleo sobre tela por Nair Camargo. Foto Ismael Gobbo. |
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Artista Pieter de Grebber (cerca de 1600–1652/1653) wikidata:Q512817 Editar isto no Wikidata imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título Holandês: God nodigt Christus uit plaats te nemen aan zijn rechterhand Editar isto no Wikidata Deus convidando Cristo para sentar-se no trono à sua direita Tipo de objeto pintura Editar isto no Wikidata Gênero arte religiosa Editar isto no Wikidata Data 1645 Editar isto no Wikidata Técnica óleo sobre tela e sobre painel de álamo Editar isto no Wikidata Dimensões altura: 115 cm (45,2 pol.) Editar isto no Wikidata; largura: 133 cm (52,3 pol.) Edite isto no Wikidata Coleção Wikidata do Museu Catharijneconvent:Q1954426 Museu Bisschoppelijk Haarlem wikidata:Q61942636. Imagem/fonte:
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Jesus falando com Nicodemos. Obra de William Brassey Imagem/fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Nicodemus#/media/File:William_Brassey_Hole_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com Nicodemos falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8). A Doutrina Espírita aprofundou o estudo da reencarnação que Jesus mencionou para Nicodemos.
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A memória do coração |
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Muitas vezes, caminhamos pela estrada da existência sem nos darmos conta de quantas sementes de luz são plantadas em nosso íntimo, por almas generosas que cruzam nossos passos. São pequenos gestos, palavras de incentivo ou momentos de pura dedicação que alteram o rumo de nossas vidas, sem que tenhamos a sensibilidade de agradecer. E, no entanto, a gratidão é virtude que devemos cultivar, sem nos esquecer de manifestá-la a quem nos ofereceu, em algum momento, sua atenção, sua orientação, sua gentileza. Lembramos de um menino de sete anos que vivia em Mount Vernon, em Nova York. Ele costumava visitar a biblioteca pública, acompanhado por sua mãe. Um dia, ele foi até Connie Mauro, a bibliotecária infantil, e lhe explicou que precisava ler algo curto no fim de semana para apresentar um relatório na escola na segunda-feira. Com paciência, Connie buscou um livro curto, entregou-lhe o seu primeiro cartão de usuário e o ajudou a iniciar uma relação com a leitura que ele nunca mais abandonaria. Para ela, foi apenas um gesto diário, o simples cumprimento de seu trabalho. O garoto cresceu e tornou-se um consagrado ator de Hollywood, diretor e vencedor de importantes reconhecimentos: Denzel Washington. Do outro lado do tempo, Connie envelheceu e foi viver em uma residência assistida em Marietta, na Georgia. Quando ela estava prestes a completar noventa e nove anos, a equipe do local gravou um vídeo lembrando o menino que procurava a biblioteca em Nova York. A gravação chegou até as mãos de Washington. Tocado pela lembrança, ele telefonou para ela. Disse-lhe, comovido, que ainda se lembrava daquele dia e que nunca tinha deixado de ler. Prometeu visitá-la. Em dezembro de 2016, ele cumpriu a sua palavra. Connie reconheceu imediatamente o homem famoso, mas viu nele também o menino que outrora procurara um livro para uma tarefa escolar. Denzel a beijou, segurou suas mãos e passou um longo tempo conversando. Por sua vez, Connie, transbordando carinho, havia tricotado dois cachecóis, um para ele e outro para a sua esposa. Entregou-lhe ainda um livro com uma dedicatória. * * * Nenhum de nós sabe para onde a vida nos levará e quem acabará nos influenciando intensamente. Quantos de nós carregamos em nossa história benfeitores aos quais esquecemos de agradecer? Um professor que enxergou nosso potencial, um amigo que nos estendeu a mão em um momento de dor, um colega cujo sorriso iluminou um dia sombrio. A gratidão é a memória do coração. Que possamos resgatar em nossas lembranças essas almas queridas e, mesmo em pensamento, dizer-lhes um profundo obrigado. Que sigamos plantando pequenas sementes de bondade, influenciando beneficamente outras vidas. Porém, que não nos esqueçamos jamais de quem plantou uma flor no jardim de nossa vida, nos ofereceu um conselho, nos abraçou em dia de triunfo ou de tristeza. Sejamos gratos! Manifestemos nossa gratidão! Redação do Momento Espírita, com
dados
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7701&stat=0 ) |
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Descrição Inglês: Denzel Washington comparece à estreia do filme "Highest 2 Lowest" no Festival de Cinema de Cannes de 2025 Data 19 de maio de 2025, 19:03:43 Fonte Obra própria Autor Gabriel Hutchinson Atribuição (exigida pela licença) Gabriel Hutchinson / WikiPortraits. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Denzel_Washington_at_the_2025_Cannes_Film_Festival.jpg |
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Bons Espíritos |
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Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Seara dos Médiuns. Lição nº 51. Página 151. Estudos e Dissertações em torno da Substância Religiosa de “O Livro dos Médiuns”, de Allan Kardec. Questão nº 267. Parágrafos 1º, 2º e 3º. Reunião Pública de 11.07.1960.
Quando em dificuldade, assinalas, contente, a mão que te oferta auxílio espontâneo. Se sofres, adquires ânimo novo, perante alguém que te reanima. Doente, sabes ser reconhecido a quem te socorre. Em erro, apresentas-te renovado, diante daquele que te apóia o reajuste, sem recorrer à condenação. Solitário, encontras a presença do amor no companheiro que te dirige a boa palavra. Sabes que te enganas muitas vezes, apesar do teu devotamento à verdade, e que, em muitas circunstâncias, pareces abraçar a ingratidão e a agressividade, não obstante o propósito de honrar a justiça, e, por esse motivo, dignificas todos aqueles que te estendam bondade e compreensão. Respeitas quem te não dá prejuízo. Admiras quem não te fere as convicções. Estimas a quem te ajuda sem perguntar. Abençoas a quem não te cria problemas. Agradeces a quem te aprecia a nobre intenção. Em suma, recolhes reconforto e felicidade junto de todo aquele que te aceita como és, amparando-te as necessidades sem exigir-te certificados de perfeição e exames de consciência. Pelo auxílio que recebes, conheces, perfeitamente, o auxílio que podes prestar. Identificarás, assim, facilmente, a condição do Amigo Desencarnado. Se ele deseja comunicar-te o bem a que aspira, em favor de si mesmo, não permitirá que faças ao próximo aquilo que não queres te seja feito. O Bom Espírito, por isso, não é somente aquele que te faz bem, mas, acima de tudo, o que te ensina a fazer bem aos outros para que sejas igualmente um Espírito Bom.
(Recebido em email do divulgador Antonio Sávio de Belo Horizonte, MG)
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A criança doente. Óleo sobre tela de Edvard Munch. Edvard Munch The Sick Child , de 1885 a 1886, descreve a doença de sua irmã Sophie, que morreu de tuberculose quando Edvard tinha 14 anos; sua mãe também morreu da doença.
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Hagar e o Anjo. Óleo sobre tela por Carel Fabritius. Imagem/fonte:
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O Livro dos Médiuns de Allan Kardec |
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Alegoria que ilustra Francisco Cândido Xavier psicografando mensagem ditada pelo seu espírito-guia Emmanuel. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Xavier#/media/File:Chico_Psicografia_Emmanuel.jpg
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Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha Portugal |
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Exmos Senhores OCS,
CCE
www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
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POST referente ao Blog de domingo (para divulgar) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
(Astolfo O. de Oliveira Filho) Mesmo no meio espírita, há quem pense e divulgue que a palavra “reencarnação” foi criada por Allan Kardec, assim como teria ocorrido com os vocábulos perispírito, espírita e Espiritismo. Tal ideia é, porém, equivocada. [...] Leia na íntegra clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/08/o-vocabulo-reencarnacao-nao-foi-criado.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo domingo.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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De Bezerra à atualidade |
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O tema “Bezerra de Menezes e o Espiritismo no Brasil” foi desenvolvido pelo palestrante Cesar Perri (de São Paulo) no Centro Espírita Caridade e Fé, em Parnaíba (Piauí) na noite do dia 30 de agosto. Alusivo à data de nascimento de Bezerra, o expositor focalizou tópicos da experiência de vida do personagem e a relação com o movimento espírita da atualidade. A mesa foi composta por representante do Centro anfitrião e pelo Coronel Lucimar, representando a Federação Espírita Piauiense. Preliminarmente, Samuel Aguiar apresentou um número musical. Após a palestra o expositor autografou livros de sua autoria. Na véspera, o visitante inaugurou Plenário com seu nome em outra dependência dessa Centro. Acesse a palestra pelo link: https://www.youtube.com/live/T3sOBhikBpw
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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Inauguração do Plenário Cesar Perri em Parnaíba |
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Em programa de palestra no Centro Espírita Caridade e Fé, em Parnaíba (litoral do Piauí), na noite do dia 29 de agosto houve a inauguração do Plenário Cesar Perri, em novas dependências deste Centro, que mantém muitas atividades na cidade. Com a presença de diretores das várias áreas, colaboradores e visitantes, houve o descerramento da placa pela presidente dra. Jeaninne Seligmann Soares com Perri, seguindo-se das manifestações do ex-presidente e atual vice, Samuel Cunha Aguiar; da presidente dra. Jeaninne; do Coronel José Lucimar de Oliveira, ex-presidente da Federação Espírita Piauiense, atual diretor e representando a Instituição. Os oradores relataram momentos da história do Centro e do movimento espírita de Parnaíba, com referências à atuação local e no Estado do homenageado. Destacaram suas contribuições durante 25 anos com presenças continuadas, iniciadas nos tempos em que foi diretor e presidente da Federação Espírita Brasileira, várias vezes com a participação da esposa Célia. Durante esse longo período, o homenageado foi agraciado com várias distinções: Medalha de Mérito Legislativo (2015), Medalha do Mérito Policial Militar do Estado (2018), Cidadão Honorário de Parnaíba (2018). No final da cerimônia, que também contou com apresentações musicais, Perri expressou sua surpresa, emoção e gratidão pela designação do Plenário; fez referência a Humberto de Campos, que residiu na cidade, e que foi a motivação para lançar o livro “Os frutos do cajueiro”, na cidade, em 2018; homenageou Bezerra de Menezes, como o cidadão do bem, pela data de seu nascimento; e fez análise sobre o contexto atual das sociedades espíritas inseridas no contexto social. Em seguida, Perri autografou seu livro “Emmanuel. Trajetória espiritual e atuação com Chico Xavier” (O Clarim), selecionado pelo Centro para a oportunidade. E houve um coquetel de confraternização. Informações sobre o Centro: Vídeo no Instagram do Centro: https://www.instagram.com/reel/DcqrqPyO-98/?igsi=MWF5dTJ1Mzh0Y3Fvcw==
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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Podcasts sobre Espiritismo - no YouTube e no Spotify (favor divulgar) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza, assim como na Casa Espírita de que faça parte:
Quer conhecer ou aprofundar seus conhecimentos sobre o Espiritismo de forma simples, rápida e acessível? Produzimos, com recursos de Inteligência Artificial, podcasts sobre diversos temas espíritas, sempre com base em fontes doutrinárias confiáveis e em consonância com os ensinamentos de Allan Kardec e seus continuadores. Há
dois formatos: Os podcasts são gratuitos e estão disponíveis no YouTube e no Spotify, com novos conteúdos publicados semanalmente. ▶️ YouTube: áudios curtos, com imagens 🎵 Spotify: diálogos em áudio, com
desenvolvimento maior Se você apreciar o conteúdo, ajude-nos a divulgá-lo. Compartilhar os ensinamentos espíritas é também uma forma de caridade que todos podemos praticar. 🙏 Gratidão pela divulgação! Para saber mais, clique em: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/08/podcasts-sobre-espiritismo-astolfo-o.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
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[1005-JornalMundoMaior] NA TRAVESSIA DAS PROVAS. |
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Curta o Jornal Mundo Maior no facebook:- www.facebook.com/jornalmundomaior Acesse o site do Jornal Mundo Maior e leia outras mensagens:- www.jornalmundomaior.com.br JORNAL MUNDO MAIOR ESTÁ NO WATSAPP clique no link e participe do nosso grupo:- https://chat.whatsapp.com/JqtroYousqNKuK5mmgBino
NA TRAVESSIA DAS PROVAS. Conserva as diretrizes do bem e segue com Deus.
Age. Deus te inspira.
Cala-te. Deus falará por ti no idioma das circunstâncias.
Não temas. Deus está velando.
Trabalha e auxilia aos outros. Deus trabalha por ti.
Onde estiveres, recorda que Deus nos ama e guia sempre.
Em qualquer lugar em que te vejas, decerto precisarás de alguém ou alguém, nesse mesmo local, estará necessitando de ti. No livro:- PRONTO SOCORRO/Emmanuel/Chico Xavier. Magali Inês Brum - Colaboradora.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]]) |
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Homenagem a Arnaldo Rocha – viúvo de Meimei |
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Arnaldo Rocha foi homenageado com vídeo pela passagem da data de seu natalício (29/08/2022). O conhecido vulto espírita era viúvo de Meimei, amigo de Chico Xavier, organizador dos livros “Instruções psicofônicas” e “Vozes do grande além”, colaborador da União Espírita Mineira até sua desencarnação (29/10/2012). O vídeo foi produzido pelo Canal Gênese, canal de divulgação dos projetos da Fraternidade de Estudos Espíritas Allan Kardec, de Belo Horizonte. Acesse pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=3Tyl_9Jci7w
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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Bezerra de Menezes – cidadão do bem |
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Antonio Cesar Perri de Carvalho O dia 29 de agosto assinala 195 anos do nascimento do dr. Adolfo Bezerra de Menezes (1831-1900), notável vulto espírita, nascido no Ceará, e que se destacou no Rio de Janeiro. Na então Capital foi médico reconhecido, vereador, deputado, dirigente de empresas públicas e líder espírita. Durante dois mandatos curtos foi presidente da Federação Espírita Brasileira. Autor de artigos publicados na imprensa da Capital, também em periódicos espíritas, e, de vários livros. Destacamos um livro significativode Bezerra de Menezes: A loucura sob novo prisma, tendo como subtítulo: “Estudo psíquico-fisiológico”. Surgiu em forma de livro editado pela FEB, 20 anos após sua desencarnação. No final dos anos 1880, como médico e membro da Academia Imperial de Medicina, consta que Bezerra escreveu esse trabalho,em forma de tese, direcionado à instituição. Aborda tema complexo, a 'loucura por obsessão', isto é, por ação fluídica de agentes inteligentes e extraterrenos sobre a criatura encarnada. Em pleno século XIX, contemporâneo de notáveis colegas de profissão, voltados à procura de respostas extra orgânicas nas chamadas 'pesquisas psíquicas, Bezerra escreveu o trabalho inédito para os contextos médico e espírita. Nessa obra, comenta sobre a postura tradicional "de que toda perturbação do estado fisiológico do ser humano procede invariavelmente de uma lesão orgânica, os homens da ciência têm até hoje, como verdade incontroversa, que a alienação mental, conhecida pelo nome de loucura, é efeito de um estado patológico do cérebro...” Propõe-se "a preencher essa lacuna, demonstrando, com fatos de rigorosa observação: que o pensamento é pura função da alma ou Espírito, e, portanto, que suas perturbações, em tese, não dependem de lesão do cérebro, embora possam elas concorrer para o caso, pela razão de ser o cérebro instrumento das manifestações, dos produtos da faculdade pensante." Relaciona com obras de Allan Kardec e relata seus estudos de casos, citando testemunhas que se curaram da chamada alienação mental com o tratamento espiritual incluindo o atendimento de espíritos envolvidos pela ideia de perseguição e de vingança. Aí inclui o caso de um de seus filhos, inteligente e bem formado, subitamente tomado de alienação mental. Relata diálogos durante o atendimento do espírito que atuava como obsessor do filho. A vivência desse caso familiar foi um dos fatores que estimularam Bezerra a escrever o trabalho.A loucura sob novo prisma, revela estudo criterioso do autor. No seu perfil, o “médico dos pobres” é reconhecido pela benemerência, honestidade e seriedade: um autêntico homem de bem! Em 2021 veio a lume portentosa pesquisa sobre a vida e obra de Bezerra, o livro “Bezerra de Menezes: o homem, seu tempo e sua missão”, de autoria de Luciano Klein, editado pela Federação Espírita do Estado do Ceará (FEEC) e pelo Memorial Bezerra de Menezes (MEBEM). De: https://grupochicoxavier.com.br/bezerra-de-menezes-cidadao-do-bem/
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POST referente ao Blog (para divulgar hoje) |
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(Astolfo O. de Oliveira Filho) Embaixador e embaixadora são palavras que designam o titular de um cargo diplomático. Embaixatriz aplica-se apenas à mulher do embaixador. Exemplos: Helena Vargas é a embaixadora de Costa Verde. O embaixador Raul Trindade e a embaixatriz, sua esposa, foram recebidos pelo papa. [...] Para ler na íntegra clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/
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Leitura sugerida para esta terça-feira: MENS SANA, CORPORE SANO (Rogério Coelho) O processo saúde-doença no ser humano está vinculado à interação mente-corpo; portanto, não é sem motivo que a sabedoria ancestral já vaticinava: “mens sana, corpore sano” (...) Leia na íntegra: https://www.oconsolador.com.br/ano20/988/especial.html A CONFIANÇA NO PROCESSO DA VIDA (Cínthia Cortegoso) Enquanto não se aceita a realidade, e a rejeição continua, é certo que há um desgaste enorme e uma infelicidade presente, pois o tempo em que se pode viver com paz e progredir apreciando a vida é desperdiçado (...) Leia na íntegra: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/08/a-confianca-no-processo-da-vida-cinthia.html
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(Recebido de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Encontro de pesquisadores do espiritismo |
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O 21º ENLIHPE, o Encontro Nacional da Liga de Pesquisadores do Espiritismo, um evento presencial a ser realizado em São Paulo, Capital, nos dias 29 e 30 deste mês de agosto, reunindo e divulgando pesquisas de interesse espírita, sob a direção da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo e do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo. A Liga de Pesquisadores do Espiritismo - LIHPE é uma comunidade virtual que reúne pesquisadores, sejam espíritas ou não, sejam acadêmicos ou não, que se interessam em pesquisar o Espiritismo ou o Movimento Espírita. Anualmente, realiza-se o Encontro Nacional (ENLIHPE) sendo oportunidade de encontro de pessoas com objetivos afins de contínuo desenvolvimento de pesquisas com temática espírita e interessados na divulgação e discussão de seus estudos em diferentes áreas do conhecimento. Local: Programa e informações gerais: https://espiritismoemmovimento.blogspot.com/2026/08/21-encontro-nacional-da-liga-de.html
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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POST para divulgação nas redes sociais. |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
ENTREVISTA COM JOÃO ABINAJM FILHO Diretor financeiro do Centro Espírita Luz e Caridade, de
Itobi-SP, e educador espírita infantil na Sociedade Espírita Luz e Amor, de
São Caetano do Sul-SP, A entrevista é um dos destaques da revista O
CONSOLADOR desta semana. ALGUM SERVIÇO Não afirmes que a vida na Terra se constitui unicamente de provas e sofrimentos. A escola expõe o desafio das lições, mas é sempre lembrada por celeiro de alegrias inesquecíveis. (Meimei) Para acessar, clique em: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/08/algum-servico-meimei-autora-espiritual.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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O que é o espiritismo – edição especial |
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Em um volume, estão reunidos: o livro “O que é o espiritismo”, de Allan Kardec, e o artigo “Resumo da lei dos fenômenos espíritas”, do mesmo autor, publicado na “Revista Espírita” de abril de 1864. Edição especial pelo conteúdo e pelo objetivo principal da edição: “distribuição gratuita aos frequentadores das casas espíritas que compõem a USE”. O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro (CCDPE) editou a obra e a iniciativa é do órgão da USE-SP, a USE Distrital do Ibirapuera, com o apoio do Museu virtual AKOL – Allan Kardec on line. Trata-se de obra traduzida por Evandro Noleto Bezerra e com edição autorizada pela FEB com base na Licença de Obra Intelectual. A apresentação do novo volume é feita por Adair Ribeiro Júnior, do AKOL e USE-SP. Informações:
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX)) |
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III Encontro Espírita das Águas Caxambu, MG |
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(Recebido em email de Domingos B. Rodrigues [[email protected]]) |
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Lançamentos O CLARIM |
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Bom dia, Ismael.
Seguem as artes de propaganda.
Link para ambos: https://www.oclarim.com.br/off
Abraços,
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(Recebido em email de Cássio - Casa Editora O Clarim [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita – AGOSTO. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru,SP. Acesse abaixo: |
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CLIQUE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Jornal-Momento-Esp-Agos-26.pdf
(Recebido de Leopoldo Zanardi)
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Agosto/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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*** POST referente ao Jornal O IMORTAL (para divulgar hoje) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Jornal O IMORTAL de agosto de 2026, que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza: VEJA OS DESTAQUES D’ O IMORTAL DE AGOSTO Está disponível na internet o jornal O IMORTAL de agosto, que traz como destaque uma entrevista com Jéssica Moliterno Genú, de Recife (PE). Palestrante e autora do livro “Administração DEScomplicada”, ela é psicanalista e atua também como Mentora de Carreiras e de Desenvolvimento Pessoal. Outro destaque da edição é uma matéria de Eliana Haddad a respeito da segunda edição do evento “O Novo Centro Espírita”, que trouxe a público muitas e diferentes atividades que as casas espíritas vêm realizando Brasil afora e no exterior. Para acessar, clique em https://www.jornaloimortal.com.br/Home
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e uma ótima semana. Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Resultados Parciais – PNE 2026 |
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✅Resultados Parciais – PNE 2026 Mais moderna, novo portal! Novas questões interessantes e instigantes. Participe! Para refletir, esclarecer e agir Participação atual de 18 estados. https://pesquisa.portalkardec.org.br/B43605E6
Ivan Franzolim WhatsApp: 55 (11) 98156-0030 http://franzolim.blogspot.com.br/
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Jornada da AME-SP debate o papel da espiritualidade na medicina contemporânea |
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Da evidência à prática: jornada da AME-SP debate o papel da espiritualidade na medicina contemporânea
Evento acontece em setembro, na nova sede da AME-Brasil, na capital paulista, e reunirá profissionais da Saúde, pesquisadores e estudantes para discutir experiências espirituais, neurociência, saúde mental e cuidado integral
São Paulo, 10 de junho de 2026 – A nova sede da AME Brasilserá palco, em 19 e 20 de setembro, da 14ª Jornada da AME-SP, evento que deve reunir médicos, psicólogos, enfermeiros e profissionais da Saúde para discutir o papel da espiritualidade na prática clínica contemporânea. No mesmo espaço e em conjunto ao evento acontece o 14º CondAME(Congresso Nacional do Departamento Acadêmico da AME-Brasil). Com o tema “A Dimensão Espiritual da Medicina – da Evidência à Prática”, ambos os encontrosserão uma preparação para o próximo Mednesp 2027, que acontece no ano que vem, no feriado do Corpus Christi, em Recife (PE), com promoção da AME-Brasil. Com 200 vagas para a Jornada e 100 para o CondAME – Congresso Nacional do Departamento Acadêmico da AME-Brasil –, o evento acontece na rua Valdemar Ferreira, 162, no Butantã, em São Paulo (SP), reforçando a nova sede da entidade como espaço permanente de formação, debate e produção de conhecimento na interface entre saúde, ciência e espiritualidade. “A proposta é discutir como a dimensão espiritual vem sendo incorporada, de forma cada vez mais consistente, às reflexões sobre cuidado, saúde mental, humanização da assistência e qualidade de vida de pacientes e profissionais da Saúde”, informa o psiquiatra Marcus Ribeiro, presidente da AME-SP. Ao longo de dois dias, a programação reunirá diferentes especialidades e abordagens para discutir desde evidências científicas até aplicações práticas no cotidiano clínico. Entre os temas em debate estão experiências espirituais não ordinárias, experiências de quase-morte, comunicação após a morte, memórias de vidas passadas, práticas de cuidado em instituições espíritas, florescimento humano, neurociência, gratidão, crescimento pós-traumático e o impacto emocional sobre profissionais da Saúde. A programação também dedica espaço ao debate sobre o cuidado de quem cuida — um dos temas mais urgentes no cenário contemporâneo da saúde. Questões como fadiga por compaixão, isolamento emocional, impotência diante do sofrimento e saúde espiritual dos profissionais serão abordadas sob diferentes perspectivas, incluindo Medicina, Psicologia e espiritualidade. Realizada simultaneamente ao CondAME, a Jornada também busca fortalecer o movimento médico-espírita entre estudantes e jovens profissionais, ampliando a integração entre formação acadêmica, pesquisa e prática assistencial. No sábado (19), os painéis abordarão a integração da espiritualidade nas diferentes áreas da Saúde, experiências de cuidado desenvolvidas em instituições espíritas e os impactos clínicos das chamadas experiências espirituais não ordinárias. Já no domingo (20), o foco estará no cultivo da saúde espiritual de profissionais da Saúde e nas contribuições das virtudes humanas — como esperança, amorosidade e gratidão — para o bem-estar físico e emocional. As inscrições para a 14ª Jornada da AME-SP e para o 14º CondAME já estã abertas. A programação completa pode ser consultada no site oficial do evento. São apoiadores do evento a Federação Espírita do Estado de São Paulo (Feesp), o Grupo Espírita Batuíra (GEB), Grupo Espírita CairbarSchutel, Instituto Espírita de Educação e a Fraternidade sem Fronteiras. Serviço 14ª Jornada da AME-SP + 14º CondAME Tema: A Dimensão Espiritual da Medicina – da Evidência à Prática Data: 19 e 20 de setembro de 2026 Endereço: Nova sede da AME Brasil, à rua Valdemar Ferreira, 162 – Butantã – São Paulo (SP) Programação e inscriçõesaqui
Proposta da AME A AME traz uma outra face da Medicina e propõe uma saúde baseada nos valores da alma, calcados no conhecimento da Doutrina dos Espíritos (Espiritismo), uma verdadeira revolução iniciada no século XIX pelo advento de O Livro dos Espíritos e continuada mais recentemente nas obras de André Luiz (psicografia de Chico Xavier). Esses trabalhos trouxeram para a Medicina, Psicologia e outras disciplinas da Saúde um conhecimento que desvenda um lado ainda desconhecido da etiopatogenia das doenças e a dimensão espiritual do ser humano.
Mais informações: Connectare Comunicação Cláudia Santos – [email protected] – (11) 97663-4001
(Recebido em email de Cláudia Santos [[email protected]]) |
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Solicitud de divulgação espírita Recebido em email de Ruben de los Santos do Uruguai |
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(Recebido de email de solicitud de divulgação espírita)
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Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta Março/Abril-2026. Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf
(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
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Palestra Pública na FEB | Semana 30 de agosto a 5 de setembro
CLIQUE AQUI: https://febnet.org.br/palestra-publica-na-feb-semana-30-de-agosto-a-5-de-setembro/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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Clique
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FERGS. Federação Espírita do Rio Grande do Sul Porto Alegre |
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Clique aqui: https://www.facebook.com/federacaoespiritars/?locale=pt_BR
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FEC. Federação Espírita Catarinense Florianópolis |
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ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/fec.federacaoespiritacatarinense/?locale=pt_BR
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier Boletim semanal – Ano XII. 1a semana de Setembro de 2026 |
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Imortalidade significa amor sem adeus;Fé racional e ativa; A simbologia de Cesar e Deus, de Jesus a nossos dias; Seleção de mensagens e orientações para práticas espiritas; Sucesso de vídeo de Benedita Fernandes no Instagram; Confraternização na Casa do Caminho; Manifestações espirituais Artigo: -Imortalidade significa amor sem adeus: https://grupochicoxavier.com.br/imortalidade-significa-amor-sem-adeus-2/
Estudo do Evangelho: - Fé racional e ativa: https://grupochicoxavier.com.br/fe-racional-e-ativa/
- A simbologia de Cesar e Deus, de Jesus a nossos dias: https://grupochicoxavier.com.br/a-simbologia-de-cesar-e-deus-de-jesus-a-nossos-dias/
Vídeos: - Seleção de mensagens e orientações para práticas espiritas: https://grupochicoxavier.com.br/selecao-de-mensagens-e-orientacoes-para-praticas-espiritas/
- Sucesso de vídeo de Benedita Fernandes no Instagram: https://www.instagram.com/reel/DcSGZH3SWAc/?igsi=MWN6OXc1YjM2M3llaA https://grupochicoxavier.com.br/sucesso-de-video-de-benedita-fernandes-no-instagram/
Noticias:
- Confraternização na Casa do Caminho:
https://grupochicoxavier.com.br/confraternizacao-na-casa-do-caminho-5/
Mensagens: - Manifestações espirituais: https://grupochicoxavier.com.br/manifestacoes-espirituais-3/
o0o
“Mantenhamos unidos, em Jesus, para edificar e acender Kardec no caminho de nossas vidas, porque unicamente assim, agindo com a fraternidade e progredindo com o discernimento, é que conseguiremos obter os valores que nos erguerão na existência em degraus libertadores de paz e ascensão” - Bezerra de Menezes.
(Psicografia de Chico Xavier. In: Carvalho, Antonio Cesar Perri. União dos espíritas. Para onde vamos? Capivari: EME. 2018). o0o Com fraternal abraço, Equipe GEECX
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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O Consolador. Revista Semanal de Divulgação Espírita. Londrina, PR, Acesse abaixo: |
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ACESSE AQUI: https://www.oconsolador.com.br/ano20/989/principal.html
Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustrações) relativo à revista O CONSOLADOR, que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza: Está no ar a nova edição da revista O CONSOLADOR. Além de inúmeros artigos e matérias de grande interesse, esta edição traz os seguintes destaques: Entrevista com a artista plástica Maria Carolina Gobbi, colaboradora do Centro Espírita Allan Kardec, de Campinas-SP, onde reside. Especial de Juan Carlos Orozco, do Distrito Federal, acerca do tema hipocrisias morais, por ele analisadas à luz da doutrina espírita. Matéria sobre o novo lançamento da EVOC – Editora Virtual O Consolador, o e-book O que dizem as letras?, de Cláudio Bueno da Silva. Acesse clicando em https://www.oconsolador.com.br/ano20/989/principal.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e ótima semana.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Olympio Alves Lisboa (01-09-1873 / 16-12-1941) |
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Olympio Alves Lisboa Imagem/fonte: Feparana
Presidente: 1920; 1922
Nascido em 1º de setembro de 1873, em Guarapuava-PR. Foi, por longo tempo, industrial e comerciante, tendo chegado por vezes ao exercício de funções públicas.
Ingressou nos quadros federativos como membro do Conselho Permanente em 13 de janeiro de 1918. Exerceu a Presidência de 11 de janeiro de 1920 a 9 de janeiro de 1921, posteriormente, de 8 de janeiro de 1922 a 14 de janeiro de 1923.
Foi incansável trabalhador e sempre pautou sua vida dentro dos preceitos cristãos. Desencarnou em 16 de dezembro de 1941, na cidade de Curitiba, após duras lutas enfrentadas, face às vicissitudes que a existência lhe reservou.
(Copiado de http://www.feparana.com.br/topico/?topico=578) |
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Sede histórica da Federação Espírita do Paraná. Imagem/fonte: LEIA NO LINK |
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Leôncio Correia (01-09-1865 – 19-06-1950) |
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Leôncio Correia Registrou-se no Rio de Janeiro, no dia 19 de Junho de 1950, a desencarnação do venerando confrade Dr. Leôncio Correia, que fora presidente da Liga Espírita do Brasil, posteriormente Liga Espírita do Estado da Guanabara.
A imprensa diária tratou largamente da vida pública e literária do eminente brasileiro e primoroso poeta, cuja existência tanto engrandeceu as letras nacionais. Republicano histórico, tendo tomado parte na campanha abolicionista, começou a sua vida pública muito moço, no Paraná, seu Estado natal, onde se bateu pela implantação da República. Leôncio Correia era um dos poucos republicanos de 1889, por ocasião de sua morte. Foi deputado estadual no Paraná, de 1892 a 1897, deputado federal, diretor da Instrução Pública do Rio de Janeiro, diretor do Colégio Pedro II (Internato), diretor da Imprensa Nacional. Durante muito tempo lecionou História Universal na Escola Normal (hoje Instituto de Educação do Rio de janeiro), da qual foi, mais tarde, Diretor. Na política, na imprensa e na tribuna, foi sempre um defensor das liberdades públicas. Era formado em Direito, mas não abraçou a advocacia nem a magistratura. Ao lado de Machado de Assis, Olavo Bilac, Paula Ney e outras brilhantes figuras das letras, desenvolveu grande atividades literárias.
Inegavelmente, sua carreira literária é uma das mais fulgurantes e fecundas do Brasil. .Era membro da Academia Paranaense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, da Academia Carioca de Letras, da Federação das Academias de Letras, no Instituto Brasileiro de Cultura, e outras instituições literárias. Deixou diversos livros publicados, dentre os quais estes: "Barão do Serro Azul", "A Boêmia do Meu Tempo" (crônica), "Brasiliada" (poema)", "Evocações" (crônicas), "Frauta de Outono" (poesia), "Panóplias" (crônicas), "Perfis" (sonetos), "A Verdade Histórica sobre o 15 de Novembro", "Meu Paraná" (crônicas e versos), "Vultos e Fatos do Império e da República" (ensaio), "Parlendas e Palestras" (discursos), etc.
Foi pioneiro do Dia da Bandeira, pois em 1907, quando diretor da Instrução Pública, tornou obrigatório, nas escolas primárias, a Festa da Bandeira.
Como parte das comemorações do 1º Centenário do Estado do Paraná, o Governador Bento Munhoz da Rocha mandou editar as "Obras Completas" de Leôncio Correia, prefaciadas por nomes ilustres da nossa literatura, como Rodrigo Otávio Filho, Andrade Muricy, Othon Costa, etc, todos a enaltecerem, sob vários aspectos, a fecunda existência daquele paranaense inesquecível.
Tendo nascido em Paranaguá, Estado do Paraná, em 1º de Setembro de 1865, desencarnou pouco antes de completar 85 anos de idade.
Em sua homenagem, fundou-se na rua Jardim Botânico o Instituto Leôncio Correia, conceituado estabelecimento de ensino primário e admissão.
Cabe-nos, agora, tratar de Leôncio Correia como espírita. Em 1922 tomou parte no Congresso Espírita realizado no Rio de Janeiro. Pertenceu ao Conselho da Associação Espírita Obreiros do Bem, foi presidente da Liga Espírita do Brasil (atual Liga Espírita do Estado da Guanabara) no triênio 1939-1942. No dia 15 de Novembro de 1939, na Associação Brasileira de Imprensa, quando se comemorou o cinqüentenário da República Brasileira, Leôncio Correia ocupou a presidência de honra do 1º Congresso Brasileiro de Jornalistas Espíritas.
Por ocasião do 90º aniversário do poeta, Deolindo Amorim revelou, do homem espírita, esta página do passado:
"Estávamos no período crepuscular da ditadura. Não havia liberdade de imprensa, liberdade crítica, nem mesmo liberdade religiosa, porque as sociedades espíritas estavam sob fiscalização policial. Leôncio Correia era o presidente da então Liga Espírita do Brasil, enquanto éramos, como ainda hoje, o secretário-geral. Os diretores das sociedades espíritas eram obrigados a comparecer à Polícia Central para serem fichados, porque o regime era de arrocho, todas as formas de liberdade do pensamento estavam abafadas pela censura. Pois bem, Leôncio Correia, já velho, com sua expressão respeitável, não faltou ao cumprimento do dever, foi à repartição policial, e lá deixou as suas impressões digitais, na qualidade de presidente da Liga Espírita. O funcionário da Polícia, um tanto espantado, exclamou, com certo ar de estranheza: "Dr. Leôncio, por aqui? ! ... E Leôncio Correia, sem perder a sua serenidade imperturbável, respondeu humildemente: Que vou fazer, meu amigo? São ordens ..."
Além das fronteiras da Morte o poeta continua, vez por outra, a nos deleitar com suas magníficas produções. Uma delas está publicada no "Parnaso de Além-Túmulo ", obra mediúnica de Francisco Cândido Xavier. Não vamos transcrevê-las todas. Para encerrarmos esta singela biografia do saudoso companheiro, cujo centenário de nascimento foi festivamente lembrado, inclusive com a emissão, pelo D.C.T., de um selo comemorativo, --- Permita-nos o leitor reproduzir apenas um soneto do Espírito de Leôncio Correia, psicografado pelo referido médium e que foi estampado, em 1955, nas páginas do "Reformador":
RESSURREIÇÃO Triste viajante na floresta escura, Tateando na estrada erma e sombria, Alcancei a aflição do último dia, Esmagado na sombra da amargura...
Mas, além do pavor da sepultura, Eis que a paz novamente a graça da alegria, E, ave exalçando a graça da alegria, Embriaga-me a luz vibrante e pura!
Glória às dores da vida transitória!... Não traduzo o meu grito de vitória, Por mais que a minha fé se estenda e brade;
Cego que torna a ver, além do mundo, Canto somente a luz de que me inundo, Nos caminhos de sol da eternidade.
WANTUIL, Zêus. Grandes Espíritas do Brasil. FEB, 1ª edição. RJ
(Texto copiado de http://www.feparana.com.br/topico/?topico=679) |
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Poeta Leôncio Correia. Fundo Documental: Agência Nacional. Domínio público / Acervo Arquivo Nacional Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia |
Leôncio Correia(01-09-1865 / 19-06-1950) |
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Leôncio Correia (Paranaguá, 1 de setembro de 1865 - Rio de Janeiro, 19 de junho de 1950) foi um advogado, escritor, jornalista e político brasileiro. Filho de João Ferreira Correia e Carolina Pereira Correia, ficou órfão aos seis anos, já que seu pai faleceu, em 1865, aos 33 anos de idade. Logo acolhido pelos tios, personagens célebres do campo político local e nacional, tendo tido como patrono o Comendador Ildefonso Pereira Correia, principal empresário ervateiro do estado (do Paraná) e irmão do Senador Correia, alto funcionário do Império e com ampla inserção na Corte.[1] Exerceu os cargos de diretor da Instrução Pública do Rio Janeiro, diretor do colégio Dom Pedro II, diretor da Imprensa Nacional, diretor do Instituto de Educação do Rio de Janeiro, deputado federal e deputado estadual pelo Paraná. Leôncio Correia foi o pioneiro na homenagem ao Dia da Bandeira: em 1907, ainda diretor da Instrução Pública, tornou obrigatória nas escolas primárias a Festa da Bandeira. Apesar de ter sido formado em Direito por uma faculdade em Niterói, nunca chegou a exerceu a advocacia e a magistratura. Sempre foi um defensor da liberdade pública. Publicou diversos livros ao lado de Machado de Assis, Olavo Bilac e outros. Membro da Academia Paranaense de Letras, no Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, da Academia Carioca de Letras, da Federação das Academias de Letras, no Instituto Brasileiro de Cultura, e outras instituições literárias.
Religião Leôncio Correia era espírita. Em 1922 entrou para o Congresso Espírita no Rio de Janeiro. Pertenceu ao Conselho da Associação Espírita Obreiros do Bem, e se tornando presidente da Liga Espírita do Brasil (atual Liga Espírita do Estado da Guanabara). Além disso, foi presidente da Liga Espírita do Brasil - atual Liga Espírita do Estado da Guanabara - no triênio 1939-1942. No dia 15 de Novembro de 1939, na Associação Brasileira de Imprensa, quando se comemorou o cinquentenário do Brasil República, Leôncio Correia ocupou a presidência de honra do 1º Congresso Brasileiro de Jornalistas Espíritas. Mesmo sem ter condições de cumprir com seus deveres, Correia participava de tudo o que lhe cabia, foi até a Repartição Policial e deixando suas impressões digitais para serem marcadas como Presidente da Liga Espírita.[2]
Homenagens
Como parte das comemorações do 1º centenário do estado do Paraná, o então governador Bento Munhoz da Rocha mandou editar as Obras Completas de Leôncio Correia, prefaciadas por nomes ilustres como Rodrigo Otávio Filho, Andrade Muricy e Othon Costa, entre outros. Em Curitiba, há um colégio estadual, fundado em 1941, que leva o nome de Leôncio Correia. O projeto arquitetônico foi concebido no governo de Moysés Lupion que adotou a linguagem neocolonial e a clássica configuração em "U".[3]
Obras · Barão do Serro Azul · A Boêmia do Meu Tempo (crônica) · Brasiliada (poema) · Evocações (crônicas) · Frauta de Outono (poesia) · Panóplias (crônicas) · Perfis (sonetos) · A Verdade Histórica sobre o 15 de Novembro · Meu Paraná (crônicas e versos) · Vultos e Fatos do Império e da República (ensaio) · Parlendas e Palestras (discursos).
“O meu desejo sempre foi diariamente ouvir o nome do Paraná falado, criticado, caluniado, elogiado, combatido, defendido, motejado, engrandecido, malsinado, mas nunca esquecido![4”.
Referências
«Biografia». Rioeduca.net «Religião». Espiritismogi.com.br. Arquivado do original em 19 de janeiro de 2012 «Colégio Estadual Leôncio Correia». Ctaleonciocorreia.seed.pr.gov.br CORREIA, Leôncio.Poeta de amor. Prata de Casa,1957
Bibliografia
· "Esses moços do Paraná… Livre circulação da palavra nos albores da República"- Silvia Gomes Bento de Mello - 2008 · "Imprensa e Política no Paraná: Prosopografia dos redatores e pensamento republicano no final do século XIX" - Amélia Siegel Corrêa - 2006 · Galeria de ontem e de hoje – livro primeiro da galeria de ontem – David Carneiro – Editora Vanguarda, páginas 381 e 382. · Leoncio Correia, Poeta do Amor – Cláudio Murilo – Editora " Prata de Casa" Curitibana – 1957.
Ligações externas · «Religião». www.espiritismogi.com.br · «Biografia». www.rioeduca.net
(COPIADO DE https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia) |
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Poeta Leôncio Correia. Fundo Documental: Agência Nacional. Domínio público / Acervo Arquivo Nacional Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia |
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Fotografia originalmente pertencente a Olavo Bilac, com sua assinatura, em que intelectuais que participaram da fundação da Academia Brasileira de Letras encenam a "Lição de Anatomia", quadro do pintor holandês, Rembrandt. Da esquerda para a direita: Olavo Bilac, Leôncio Correia, Henrique Holanda, Pedro Rabelo, o doutor Pederneiras, Álvaro de Azevedo Sobrinho e Plácido Júnior. O autopsiado é Artur Azevedo, sendo o legista, que o opera com o sabre emprestado pelo oficial da ronda, Coelho Neto. Cerca de 1900. Autor: Olavo Bilac (1868-1918) Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia |
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Selo postal brasileiro: o escritor Leôncio Correia (1865–1950). Autor: Governo do Brasil. Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia |
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Livro de poemas de Leôncio Correia. Autor: Jessiksamara Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia |
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Livros de Leôncio Correia. Autor: Jessiksamara Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia |
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João Crivellini (14-02-1875 / 30-08-1955) |
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João Crivellini
Nasceu em Trieste, Itália, possivelmente em 14 de fevereiro de 1875, filho de João Crivellini e Maria Crivellini. Emigrou para o Brasil em companhia do irmão Paolo, aqui desembarcando no porto de Santos-SP, ao que tudo indica, em 1888, com passaporte austríaco. Seu sobrenome aparece na grafia austríaca, Cribelicci, posteriormente corrigido para o original italiano Crivellini. Das lavouras de café da região foi para Ribeirão Preto, onde casou-se, em 19 de janeiro de 1895, com Marianna Bellini, filha de Ângelo Bellini e Pierina Foganello Bellini, ali exercendo a profissão de carpinteiro. Nasceram, pela ordem, os filhos: Luís, Humberto, Antônio, Rodolfo (meu pai), Urbano, Maria e Zaíra. Em 1924, transferiram-se para Araçatuba, onde João Crivellini construiu sua oficina com serraria, carpintaria e forjaria, na Rua Bernardino de Campos, 344, residindo em frente da oficina, numa casa de tábuas onde hoje é o “Varas da Videira”. Embora as filhas Maria e Zaíra se revelassem excelentes médiuns ainda jovens, não se sabe ao certo quando João Crivellini conheceu o Espiritismo; entretanto, na década de 1930, sua esposa Marianna e o filho Luís já freqüentavam os trabalhos espíritas na casa do Sr. Antônio Pagan e sua família, na antiga Rua Tietê. Numa dessas visitas, em 20 de dezembro de 1937, Marianna sentiu-se mal e veio a desencarnar, embora socorrida por vizinhos solícitos e pelo médico Dr. Yampei Kikuchi. João Crivellini somente retornou ao mundo espiritual dezoito anos mais tarde, em 30 de agosto de 1955. Era pessoa enérgica, carismática e simpática a quantos o rodeavam, cativando pelo exemplo. Em sua casa “O Evangelho Segundo o Espiritismo” , “ Livro dos Espíritos”, “O Livro dos Médiuns, “A Gênese”, “O Céu e o Inferno” e “Obras Póstumas”, de Allan Kardec, eram lidos e estudados por todos. Outras obras como “Deus na Natureza” e “Pluralidade dos Mundos Habitados”, de Camille Flamarion, “A Alma é Imortal”, de Gabriel Dellane, “Depois da Morte”, de Léon Denis, faziam parte do acervo familiar. Publicações do tipo “Revista Internacional do Espiritismo”, “O Reformador”, “Eu Sei Tudo”, “Pan”, assim como os jornais “O Clarim”, “A Nova Era” e o conhecidíssimo “Estadão” eram lidos com vivo interesse. A família Crivellini conheceu várias “novidades” tidas como espíritas, entretanto permaneceu fiel a Kardec, sua lógica e seu bom senso. Certa vez, o filho Antônio apareceu com um folheto em que se fazia a apologia da obra de Roustaing. Ali reunidos, o “velho” João, os filhos e o amigo de todos, Victor Bombonati, discutiam a teoria do “corpo fluídico” de Jesus e suas implicações. Em dado momento João Crivellini afirmou incisivo: “Isso é conversa de padres”. Ele não aceitava essa teoria, nem a da “queda dos anjos”de Pietro Ubaldi, nem o esoterismo de Ramatis. Segundo ele, a base, a fonte pura continuava com Kardec. A obra “A Velhice do Padre Eterno”, de Guerra Junqueiro, dá bem o tom do anticlericalismo do clã Crivellini e da impossibilidade de aceitar Roustaing com seu mal disfarçado catolicismo. João Crivellini possuía um alto senso de solidariedade e de caridade, que não ficava restrito às palavras. Tanto é verdade que ele e os filhos recolhiam das ruas próximas as pessoas obsedadas, amparando-as durante o tempo necessário ao seu restabelecimento. Algumas chegaram a morar por longo tempo no quartinho que havia nos fundos da oficina velha, bem como alguns pobres desvalidos, como seu Mathias, que tinham ali o seu cantinho para um repouso. Muitas vezes, ainda criança, nos idos de 1941/42, acompanhei meu avô e minha mãe Felícia, quando íamos ao Centro Espírita “Dr. Bezerra de Menezes”, no outro lado da cidade, na antiga Rua das Flores (que nós chamávamos de Rua dos Sapos). Ali, o Sr. Antônio Pagan e Ironi Rosa Protteti dirigiam os trabalhos, acompanhados de vários confrades espíritas. Lembro que, certa feita, a irmã Rosa, ainda uma jovem, mas cônscia de seus deveres e da conduta que deve nortear os espíritas, deu um solene puxão de orelhas nuns poucos confrades desatentos, que, ao invés de se prepararem para os trabalhos da noite, simplesmente brincavam com um besouro na entrada da casa espírita. No “Varas da Videira”, João Crivellini conviveu com um punhado de espíritas veneráveis: Francisco Martins Filho, Victor Bombonati, Pedro Noce, Ricieri Punhali, Francolino Ribeiro, Sálvio Costa, Paulo Noce, Valdomiro Matheus, seu filho Antônio, além de uma plêiade de senhoras tão abnegadas quanto anônimas; nos trabalhos da casa espírita: elas sempre foram maioria. Hoje, quando em pensamento retorno à infância, revejo, na esquina da Rua Bernardino de Campos com a Tabajaras, uma casa de tábuas pintada de rosa, onde nasci, em 11 de agosto de 1931. A Divina Providência e os Espíritos Superiores - entre eles Brogotá, - quiseram que aquele local abençoado se tornasse, mais tarde, a Aliança Espírita “Varas da Videira”, pelas mãos de João Crivellini e alguns abnegados seareiros de Jesus.
(Biografia elaborada por Gastão Crivelini) Copiado de: |
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João Crivellini. |
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Evangelização no fundo do terreno da família Crivellini antes da construção da sede da Aliança Espírita Varas da Videira. |
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Aliança Espírita Varas da Videira em Construção. Inicio dos anos de 1950. |
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Evangelizandos e evangelizadores diante da sede da Aliança Espírita Varas da Videira no início dos anos de 1950. |
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Reunião com crianças, evangelizadores e dirigentes na Aliança Espírita Varas da Videira no inicio dos anos de 1950. |
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Allan Kardec - Codificador do Espíritismo. Nasceu em Lião, França, aos 3 de outubro de 1804 Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard_Rivail2.jpg
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Frederico Pereira da Silva Júnior (1857 – 30-08-1914) |
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Frederico Pereira da Silva Júnior ((1857 – 30-08-1914)
O médium da primeira hora do Espiritismo no Brasil Paulo de Tarso Rocha e Ricardo Silva Há 100 anos, no dia 30 de agosto de 1914, no Rio de Janeiro, retornava ao plano espiritual Frederico Pereira da Silva Júnior, dedicado trabalhador da Federação Espírita Brasileira e valoroso médium, por meio do qual foram transmitidas importantes mensagens psicofônicas e psicográficas que muito auxiliaram os trabalhadores da Casa de Ismael naquela delicada fase inicial da implantação do Espiritismo no Brasil. Pedro Richard, notável servidor da Casa-Mãe do Espiritismo e amigo de Frederico Júnior durante 32 anos, em artigos publicados em Reformador nos anos de 1914 e 1916,1 afirma que a vida desse médium “foi muito mais acidentada e grandiosa do que a de Madame D’Esperance, contada por ela própria em seu livro No país das sombras”. Frederico Pereira da Silva Júnior nasceu em 1857, no Rio de Janeiro, e cresceu em meio a humildes operários, resistindo às tentações da vida boêmia, tão comuns àquela época. De personalidade dócil, era considerado um homem bom, querido por seus amigos e colegas de trabalho, sempre disposto a auxiliar. Estudou pouco e teve escassa formação cultural, mas possuía grande inteligência e, profissionalmente, trabalhou como servidor público da Repartição Geral dos Correios. Casou-se, ficou viúvo e tornou a consorciar-se. Teve filhos nos dois casamentos. Seu primeiro contato mais direto com o Espiritismo ocorreu em 1878, quando tinha 21 anos e resolveu visitar a Sociedade Espírita “Deus, Cristo e Caridade”, a convite de seu padrinho, na esperança de obter informações de uma pessoa querida. Uma vez lá, Frederico Júnior foi envolvido espiritualmente e atuou na reunião por meio da psicofonia sonambúlica, uma de suas várias especialidades mediúnicas, entre as quais também se incluíam a clarividência, a clariaudiência, a psicografia, os efeitos físicos e a mediunidade de cura. Após o despertar de suas faculdades psíquicas, atuou de 1878 a 1880 na Sociedade Espírita “Deus, Cristo e Caridade”, e, de 1880 a 1882, na Sociedade Espírita Fraternidade, mas exerceu a maior parte do seu mandato mediúnico no conhecido Grupo Ismael, da Federação Espírita Brasileira, no qual totalizou 34 anos de atividades ininterruptas, até sua desencarnação. Na Casa Máter do Espiritismo, conviveu estreitamente com os valorosos trabalhadores da primeira hora da implantação do Cristianismo Redivivo no Brasil, quais sejam, Bezerra de Menezes, Antônio Luiz Sayão, Francisco Leite de Bittencourt Sampaio e Pedro Richard, entre outros. Bezerra de Menezes, pela mediunidade preciosa de Yvonne Pereira, no livro A tragédia de Santa Maria,2 editado pela FEB, atesta os raros e preciosos dons psíquicos de Frederico Júnior: Por esse tempo, existia na capital do País um médium portador de peregrinas qualidades morais e vastos cabedais psíquicos, que dele faziam, sem contestação possível, um dos mais preciosos e eminentes intérpretes da Revelação Espírita no mundo inteiro, em todos os tempos. Encontrava-se ele no apogeu das suas atividades espíritas-cristãs, pois desde doze anos antes abrira aos ósculos da intervenção espiritual sua organização mediúnica, transmitindo do Invisível para o mundo objetivo caudais de luzes e bênçãos, de bálsamos e ensinamentos para quantos dele se aproximassem sequiosos de conhecimentos e refrigérios para as asperidades da existência. Chamava-se ele — Frederico Pereira da Silva Júnior, amplamente relacionado e mais conhecido com a singela abreviatura de — Frederico Júnior. Tão nobre obreiro da Seara Cristã repartia-se em múltiplas modalidades de serviços mediúnicos, dedicado e fraterno até à admiração, porquanto seus dons psíquicos, variados e seguros, obtinham também, do Além-túmulo, as mais lúcidas revelações, relatando para os interessados empolgantes realidades espirituais.2 As sinceras observações de Bezerra de Menezes decorreram da grande convivência que teve, quando encarnado, com Frederico Júnior, por meio do qual recebeu várias orientações espirituais de Ismael, de Celina, a emissária de Maria de Nazaré, e de outros Espíritos atuantes na implantação do Espiritismo no Brasil, entre eles Santo Agostinho. A estreita afinidade entre Bezerra de Menezes e Frederico Júnior facilitou, inclusive, que o inesquecível presidente da Federação Espírita Brasileira, 24 horas depois da sua desencarnação, utilizasse o referido medianeiro para, em reunião do Grupo Ismael, trazer suas impressões do retorno ao plano espiritual, consolando e incentivando os companheiros encarnados:3 Na noite de 12 de abril de 1900 às sete horas, houve a habitual sessão na Federação Espírita Brasileira. Então todos os que dela participavam ouviram, pela maravilhosa mediunidade sonambúlica de Frederico Pereira da Silva Júnior, a palavra querida do Espírito do nosso Bezerra de Menezes. Sua mensagem foi longa, e nela mais de uma vez, humildemente, agradeceu a Deus, a Jesus e à Virgem Santíssima as bênçãos divinas que misericordiosamente recebia na pátria espiritual, pois se considerava ainda muito pecador e, portanto, indigno desse sagrado amor de Jesus!3 Importante, ressaltar, nesta oportunidade, fato pouco conhecido pelos espíritas atuais: entre as várias comunicações de Allan Kardec, ditadas por meio da mediunidade segura de Frederico Júnior, há específica orientação aos trabalhadores do Movimento Espírita brasileiro, cuja relevância é reconhecida na obra Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho.4 Imprescindível ressaltar o trecho dessa obra, de autoria do Espírito Humberto de Campos, que focaliza o esforço de Ismael, o Anjo Guardião do Brasil, na unificação dos espíritas brasileiros: O abnegado mensageiro do Mestre, começando o movimento de organização nos primeiros dias de 1889, preparara o ambiente necessário para que todos os companheiros do Rio ouvissem a palavra póstuma de Allan Kardec, que, por meio do médium Frederico Júnior, forneceu as suas instruções aos espiritistas da capital brasileira, exortando-os ao estudo, à caridade e à unificação. Bezerra de Menezes, que já militava ativamente nos labores doutrinários, recebeu a palavra do Alto com a alma fremente de júbilo e de esperança, e considerou, no campo de suas meditações e de suas preces, a necessidade de se reunir a família espiritista brasileira sob o lábaro bendito de Ismael, a fim de que o mundo conhecesse o Cristianismo restaurado. […]4 Francisco Leite de Bittencourt Sampaio, notável trabalhador da Casa de Ismael e Espírito de elevada hierarquia, valeu-se de Frederico Júnior para, do Além, transmitir as belíssimas obras Jesus perante a cristandade, Do calvário ao apocalipse e De Jesus para as crianças, entre outras. Pedro Richard, nas páginas de Reformador dedicadas à biografia de Frederico Júnior, afirma que muitas e intensas foram as lutas enfrentadas por esse dedicado médium e trabalhador, “verdadeiro soldado de Jesus”, nas palavras do biógrafo. Este dedicado servidor da Casa de Ismael enfrentou grandes desafios com os quais defrontam os médiuns que se dedicam integralmente ao mandato mediúnico. Pode-se destacar, entre seus vários testemunhos pessoais, a resistência hercúlea às ideias suicidas que lhe assaltavam constantemente a mente. Todavia, em meio às severas provas que sofreu, Frederico Júnior contou sempre com o apoio inquestionável dos emissários do Plano Maior a lhe confortarem o coração sensível, seja por intermédio dos amigos incansáveis que o amparavam, como Pedro Richard e Bezerra de Menezes, seja pelas atividades caritativas em que sua alma se fortalecia ao amparar o próximo. Sua desencarnação é tocante. Em 30 de agosto de 1914, Frederico Júnior, que lutava há tempos contra a tuberculose, possuidor de fé inquebrantável, reúne os familiares e profere sentida prece dedicada a Maria de Nazaré. Ao terminar a oração, retorna ao plano espiritual, de forma serena. Ouçamos Pedro Richard:1 Após dolorosa enfermidade, Frederico Júnior, sem uma queixa e achando que justo era seu sofrimento, desencarnou. Deixou fotografado no éter um belo quadro que traduz bem a grandeza de seu espírito e a pureza de sua crença. Quero me referir ao que passou nos seus últimos momentos: Reunindo a família, ora ele próprio uma Ave Maria, e ao terminar a sublime prece, seus lábios emudecem; cerram-se as pálpebras e seu espírito ala-se aos páramos celestes. É assim que desencarnam os filhos de Maria.1 Como sói acontecer com os incansáveis trabalhadores de Jesus, Frederico Júnior prossegue, do Plano Maior, em amplas atividades ligadas à difusão do Cristianismo Redivivo, conforme se pode conferir no relato constante do livro Voltei, assinado pelo Espírito Irmão Jacob, editado pela FEB, no subcapítulo Assembleia de fraternidade.5 Em julho de 2011, na comemoração dos “150 de O livro dos médiuns”, realizada na Sede Histórica da FEB, na Avenida Passos, o médium Divaldo Franco relata a presença deste valoroso amigo espiritual junto a vários outros companheiros da seara. Sigamos seu exemplo de persistência, dedicação e amor, horando o lema de Ismael: “Deus, Cristo e Caridade”. REFERÊNCIAS: 1 - RICHARD, Pedro. Frederico Pereira a Silva Júnior. Reformador, ano 32, n. 18, p. 299 a 302, 16 set. 1914; n. 19, p. 318 a 320, 1º out. 1914. Ver também RICHARD, Pedro. As revelações são sucessivas e gradativas – pt. I, II, III e IV, Reformador, ano 34, n. 21, 22, 23 e 24, p. 348 a 350, 365 a 368, 380 a 383, 395 a 397, nov. dez. 1916; pt. V e VI, ano 35, n. 1 e 3, p. 24-25, 40 a 42, jan.-fev. 1917, respectivamente. 2 - PEREIRA, Yvonne A. A tragédia de Santa Maria. Pelo Espírito Bezerra de Menezes. 13. ed. 4. Reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2011. pt. 4, cap. Quando o céu se revela…, p. 247-248. 3 - SOARES, Sylvio B. Vida e obra de Bezerra de Menezes. 13. ed. 1. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010. p. 117. 4 - XAVIER, Francisco C. Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho. Pelo Espírito Emmanuel. 34. ed. 4. imp. Brasília: FEB, 2014. cap. 28, p. 171- 172. 5 - Voltei. Pelo Espírito Irmão Jacob. 28. ed. 7. imp. Brasília: FEB, 2013. p. 174. Reformador – Agosto de 2014 |
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Cidade do Rio de Janeiro em 1889. Origem: LAGO, Pedro Correa do. Coleção Princesa Isabel: Fotografia do século XIX. Capivara, 2008. Autor: Marc Ferrez Imagem/fonte: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Rio_de_janeiro_1889_01.jpg
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Frederico Pereira da Silva Júnior nasceu na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1857. Leia a Biografia acima. |
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Cemitério do Cajú. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo
Neste cemitério foi sepultado Frederico Pereira da Silva Júnior nascido na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1857 e nela desencarnado em 30-08-1914. Leia a Biografia acima. |
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Aristides de Sousa Spínola (29-08-1850/ 9-07-1925) |
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Aristides de Sousa Spínola[nota 1] (Caetité, 29 de agosto de 1850 — Rio de Janeiro, 9 de julho de 1925) foi um advogado, político, abolicionista e espírita brasileiro.
Biografia:
BiografiaAristides Spínola era filho do coronel Antônio de Sousa Spínola, de rica e tradicional família baiana, e de Constança Pereira. Cursou a Faculdade de Direito do Recife, colega de Castro Alves, Rui Barbosa, Plínio de Lima, sendo de todos o único a ser laureado. Após seu brilhante curso, foi nomeado pelo Imperador D. Pedro II presidente da província de Goiás. Desde cedo afeito à carreira política, por sucessivos mandatos ocupou uma cadeira no Congresso Nacional, como Deputado. Desta sua passagem pela política alguns episódios marcaram tanto que acabou tornando-se personagem do romance Sinhazinha, do Afrânio Peixoto. Converte-se, em fins do século XIX, ao Espiritismo, dedicando-se quase exclusivamente à causa, inclusive como advogado de médiuns, então perseguidos. Presidiu a Federação Espírita Brasileira (FEB), em diversas ocasiões.
Atuação espíritaAristides Spínola era, no dizer do médium Divaldo Franco, um espírito completista, dos que vinham para "completar uma missão". De fato, quando converte-se ao Espiritismo, o movimento espírita passa por grandes dificuldades, decorrentes da intolerância religiosa que sofria. Filia-se à Federação Espírita Brasileira em 1905, ano em que funda, na cidade natal, o Centro Psíquico de Caetité, hoje com seu nome. Na FEB acaba sendo eleito para a vice-presidência, até 1913. Em 1914 é eleito seu presidente por dois períodos consecutivos até 1917, quando novamente ocupa a vice-presidência. Foi, então, novamente eleito para o cargo maior da entidade de 1922 a 1924. No ano em que falece, ocupava pela terceira vez a vice-presidência. Sua bondade e desapego impressionou entre outros a Hermes Lima, este que viria a ser primeiro-ministro do Brasil e membro da Academia,. Governo de GoiásFoi presidente da província de Goiás, nomeado por carta imperial de 9 de janeiro de 1879, de 18 de março de 1879 a 28 de dezembro de 1880.[1][2] Homenagens· Aristides Spínola figura como personagem no romance Sinhazinha, de Afrânio Peixoto. · Em sua cidade natal dá nome ao Centro Espírita Aristides Spínola, fundado em 1905. · A Academia Caetiteense de Letras tem-no por Patrono em sua Cadeira número 4.
(Imagem/fonte: |
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Vista parcial de Caetité Data 8/JUL/2018. Fonte Obra do próprio. Autor Leonardo Oliveira. Permissão (Reutilizar este arquivo) Predefinição:Leonardo Oliveira Outras versões VistaParcialdeCaetité.jpg Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Foto_panor%C3%A2mica_de_Caetit%C3%A9.jpeg |
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A sede histórica da FEB- Federação Espírita Brasileira. Rio de Janeiro, RJ. Foto Ismael Gobbo
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Rio de Janeiro, Brasil. Lagoa Rodrigo de Freitas, Hipódromo da Gávea, à direita e Praia de Ipanema no alto. Foto desde o Corcovado. Ismael Gobbo
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A Baía de Guanabara (E), Praia de Copacabana (D) e Pão de Açucar no centro da foto vistos do Corcovado onde turistas visitam o belíssimo Cristo Redentor. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo. |
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Dr. Adolfo Bezerra de Menezes 29/08/1831 – 11/04/1900 |
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Feliz aniversário, Muito obrigado por tudo, Deus te abençoe! Receba nossas homenagens e o pedido a Jesus e Maria para que o ilumine cada vez mais na abençoada tarefa de ajudar seus irmãos da Terra a avançarem na trilha do progresso espiritual.
Quadro retratando Dr. Bezerra de Menezes pela artista Nair Camargo, de São Paulo, SP. Foto Ismael Gobbo |
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Dr. Adolfo Bezerra de Menezes |
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Nascido na antiga Freguesia do Riacho do Sangue, hoje Solonópole, no Ceará, aos 29 dias do mês de agosto de 1831, e desencarnado no Rio de Janeiro, a 11 de abril de 1900. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, no ano de 1838, entrou para a escola pública da Vila do Frade, onde em dez meses apenas, preparou- se suficientemente até onde dava o saber do mestre que lhe dirigia a primeira fase de educação. Bem cedo revelou sua fulgurante inteligência, pois, aos onze anos de idade, iniciava o curso de Humanidades e, aos treze anos, conhecia tão bem o latim que ministrava, a seus companheiros, aulas dessa matéria, substituindo o professor da classe em seus impedimentos. Seu pai, o capitão das antigas milícias e tenente- coronel da Guarda Nacional, Antônio Bezerra de Menezes, homem severo, de honestidade a toda prova e de ilibado caráter, tinha bens de fortuna em fazendas de criação. Com a política, e por efeito do seu bom coração, que o levou a dar abonos de favor a parentes e amigos, que o procuravam para explorar- lhe os sentimentos de caridade, comprometeu aquela fortuna. Percebendo, porém, que seus débitos igualavam seus haveres, procurou os credores e lhes propôs entregar tudo o que possuía, o que era suficiente para integralizar a dívida. Os credores, todos seus amigos, recusaram a proposta, dizendo- lhe que pagasse como e quando quisesse. O velho honrado insistiu; porém, não conseguiu demover os credores sobre essa resolução, por isso deliberou tornar- se mero administrador do que fora sua fortuna, não retirando dela senão o que fosse estritamente necessário para a manutenção da sua família, que assim passou da abastança às privações. Animado do firme propósito de orientar- se pelo caráter íntegro de seu pai, Bezerra de Menezes, com minguada quantia que seus parentes lhe deram, e animado do propósito de sobrepujar todos os óbices, partiu para o Rio de Janeiro a fim de seguir a carreira que sua vocação lhe inspirava: a Medicina. Em novembro de 1852, ingressou como praticante interno no Hospital da Santa Casa de Misericórdia. Doutorou- se em 1856 pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, defendendo a tese "Diagnóstico do Cancro". Nessa altura abandonou o último patronímico, passando a assinar apenas Adolfo Bezerra de Menezes. A 27 de abril de 1857, candidatou-se ao quadro de membros titulares da Academia Imperial de Medicina, com a memória "Algumas Considerações sobre o Cancro encarado pelo lado do Tratamento". O parecer foi lido pelo relator designado, Acadêmico José Pereira Rego, a 11 de maio de 1857, tendo a eleição se efetuado a 18 de maio do mesmo ano e a posse a 1.o. de junho. Em 1858 candidatou- se a uma vaga de lente substituto da Secção de Cirurgia da Faculdade de Medicina. Por intercessão do mestre Manoel Feliciano Pereira de Carvalho, então Cirurgião- Mor do Exército, Bezerra de Menezes foi nomeado seu assistente, no posto de Cirurgião- Tenente. Eleito vereador municipal pelo Partido Liberal, em 1861, teve sua eleição impugnada pelo chefe conservador, Haddock Lobo, sob a alegação de ser médico militar. Objetivando servir o seu Partido, que necessitava dele a fim de obter maioria na Câmara, resolveu Bezerra de Menezes afastar- se do Exército. Em 1867 foi eleito Deputado Geral, tendo ainda figurado em lista tríplice para uma cadeira no Senado. Quando político, levantou- se contra ele, a exemplo do que ocorre com todos os políticos honestos, uma torrente de injúrias que cobriu o seu nome de impropérios. Entretanto, a prova da pureza da sua alma deu- se quando, abandonando a vida pública, foi viver para os pobres, repartindo com os necessitados o pouco que possuía. Corria sempre ao tugúrio do pobre, onde houvesse um mal a combater, levando ao aflito o conforto de sua palavra de bondade, o recurso da ciência de médico e o auxílio da sua bolsa minguada e generosa. Desviado interinamente da atividade política e dedicando- se a empreendimentos empresariais, criou a Companhia de Estrada de Ferro Macaé a Campos, na então província do Rio de Janeiro. Depois, empenhou- se na construção da via férrea de S. Antônio de Pádua, etapa necessária ao seu desejo, não concretizado, de levá- la até o Rio Doce. Era um dos diretores da Companhia Arquitetônica que, em 1872, abriu o "Boulevard 28 de Setembro", no então bairro de Vila Isabel, cujo topônimo prestava homenagem à Princesa Isabel. Em 1875, era presidente da Companhia Carril de S. Cristóvão. Retornando à política, foi eleito vereador em 1876, exercendo o mandato até 1880. Foi ainda presidente da Câmara e Deputado Geral pela Província do Rio de Janeiro, no ano de 1880. O Dr. Carlos Travassos havia empreendido a primeira tradução das obras de Allan Kardec e levara a bom termo a versão portuguesa de "O Livro dos Espíritos". Logo que esse livro saiu do prelo levou um exemplar ao deputado Bezerra de Menezes, entregando- o com dedicatória. O episódio foi descrito do seguinte modo pelo futuro Médico dos Pobres: "Deu- mo na cidade e eu morava na Tijuca, a uma hora de viagem de bonde. Embarquei com o livro e, como não tinha distração para a longa viagem, disse comigo: ora, adeus! Não hei de ir para o inferno por ler isto... Depois, é ridículo confessar- me ignorante desta filosofia, quando tenho estudado todas as escolas filosóficas. Pensando assim, abri o livro e prendi- me a ele, como acontecera com a Bíblia. Lia. Mas não encontrava nada que fosse novo para meu Espírito. Entretanto, tudo aquilo era novo para mim!... Eu já tinha lido ou ouvido tudo o que se achava no "O Livro dos Espíritos". Preocupei- me seriamente com este fato maravilhoso e a mim mesmo dizia: parece que eu era espírita inconsciente, ou, mesmo como se diz vulgarmente, de nascença". No dia 16 de agosto de 1886, um auditório de cerca de duas mil pessoas da melhor sociedade enchia a sala de honra da Guarda Velha, na rua da Guarda Velha, atual Avenida 13 de Maio, no Rio de Janeiro, para ouvir em silêncio, emocionado, atônito, a palavra sábia do eminente político, do eminente médico, do eminente cidadão, do eminente católico, Dr. Bezerra de Menezes, que proclamava a sua decidida conversão ao Espiritismo. Bezerra era um religioso no mais elevado sentido. Sua pena, por isso, desde o primeiro artigo assinado, em janeiro de 1887, foi posta a serviço do aspecto religioso do Espiritismo. Demonstrada a sua capacidade literária no terreno filosófico e religioso, quer pelas réplicas, quer pelos estudos doutrinários, a Comissão de Propaganda da União Espírita do Brasil, incumbiu- o de escrever, aos domingos, no "O Paiz" tradicional órgão da imprensa brasileira, a série de "Estudos Filosóficos", sob o título "O Espiritismo". O Senador Quintino Bocaiúva, diretor daquele jornal de grande penetração e circulação, "o mais lido do Brasil", tornou-se mesmo simpatizante da Doutrina Espírita. Os artigos de Max, pseudônimo de Bezerra de Menezes, marcaram a época de ouro da propaganda espírita no Brasil. De novembro de 1886 a dezembro de 1893, escreveu ininterruptamente, ardentemente. Da bibliografia de Bezerra de Menezes, antes e após a sua conversão do Espiritismo, constam os seguintes trabalhos: "A Escravidão no Brasil e as medidas que convém tomar para extingui- la sem dano para a Nação", "Breves considerações sobre as secas do Norte", "A Casa Assombrada", "A Loucura sob Novo Prisma", "A Doutrina Espírita como Filosofia Teogônica", "Casamento e Mortalha", "Pérola Negra", "Lázaro -- o Leproso", "História de um Sonho", "Evangelho do Futuro". Escreveu ainda várias biografias de homens célebres, como o Visconde do Uruguai, o Visconde de Carvalas, etc. Foi um dos redatores de "A Reforma", órgão liberal da Corte, e redator do jornal "Sentinela da Liberdade". Bezerra de Menezes tinha a função de médico no mais elevado conceito, por isso, dizia ele: "Um médico não tem o direito de terminar uma refeição, nem de perguntar se é longe ou perto, quando um aflito qualquer lhe bate à porta. O que não acode por estar com visitas, por ter trabalhado muito e achar- se fatigado, ou por ser alta hora da noite, mau o caminho ou o tempo, ficar longe ou no morro, o que sobretudo pede um carro a quem não tem com que pagar a receita, ou diz a quem lhe chora à porta que procure outro -- esse não é médico, é negociante de medicina, que trabalha para recolher capital e juros dos gastos de formatura. Esse é um desgraçado, que manda para outro o anjo da caridade que lhe veio fazer uma visita e lhe trazia a única espórtula que podia saciar a sede de riqueza do seu Espírito, a única que jamais se perderá nos vaivéns da vida." -- o0o -- Em 1883, reinava um ambiente francamente dispersivo no seio do Espiritismo brasileiro e os que dirigiam os núcleos espíritas do Rio de Janeiro sentiam a necessidade de uma união mais bem estruturada e que, por isso mesmo, se tornasse mais indestrutível. Os Centros, onde se ministrava a Doutrina, trabalhavam de forma autônoma. Cada um deles exercia a sua atividade em um determinado setor, sem conhecimento das atividades dos demais. Esse sentimento levou- os à fundação da Federação Espírita Brasileira. Nessa época já existiam muitas sociedades espíritas, porém, as únicas que mantinham a hegemonia de mando eram quatro: a "Acadêmica", a "Fraternidade", a "União Espírita do Brasil" e a "Federação Espírita Brasileira", entretanto, logo surgiram entre elas vivas discórdias. Sob os auspícios de Bezerra de Menezes, e acatando prescrições das importantes "Instruções" recebidas do plano espiritual pelo médium Frederico Júnior, foi fundado o famoso "Centro Espírita", o que, entretanto, não impediu que Bezerra desse a sua colaboração a todas as outras instituições. O entusiasmo dos espíritas logo se arrefeceu, e o velho seareiro se viu desamparado dos seus companheiros, chegando a ser o único freqüentador do Centro. A cisão era profunda entre os chamados "místicos" e "científicos", ou seja, espíritas que aceitavam o Espiritismo em seu aspecto religioso, e os que o aceitavam simplesmente pelo lado científico e filosófico. Em 1893, a convulsão provocada no Brasil pela Revolta da Armada, ocasionou o fechamento de todas as sociedades espíritas ou não. No Natal do mesmo ano Bezerra encerrou a série de "Estudos Filosóficos" que vinha publicando no "O Paiz". Em 1894, o ambiente mostrou tendências para melhora e o nome de Bezerra de Menezes foi lembrado como o único capaz de unificar o movimento espírita. O infatigável batalhador, com 63 anos de idade, assumiu a presidência da Federação Espírita Brasileira, cargo que ocupou até a sua desencarnação. Iniciava- se o ano de 1900, e Bezerra de Menezes foi acometido de violento ataque de congestão cerebral, que o prostrou no leito, de onde não mais se levantaria. Verdadeira romaria de visitantes acorria à sua casa. Ora o rico, ora o pobre, ora o opulento, ora o que nada possuía. Ninguém desconhecia a luta tremenda em que se debatia a família do grande apóstolo do Espiritismo. Todos conheciam suas dificuldades financeiras, mas ninguém teria a coragem de oferecer fosse o que fosse, de forma direta. Por isso, os visitantes depositavam suas espórtulas, delicadamente, debaixo do seu travesseiro. No dia seguinte, a pessoa que lhe foi mudar as fronhas, surpreendeu- se por ver ali desde o tostão do pobre até a nota de duzentos mil reis do abastado!... -- o0o -- Ocorrida a sua desencarnação, verdadeira peregrinação demandou sua residência a fim de prestar- lhe a última visita. No dia 17 de abril, promovido por Leopoldo Cirne, reuniram- se alguns amigos de Bezerra, a fim de chegarem a um acordo sobre a melhor maneira de amparar a sua família, tendo então sido formada uma comissão que funcionou sob a presidência de Quintino Bocaiúva, senador da República, para se promover espetáculos e concertos, em benefício da família daquele que mereceu o cognome de "Kardec Brasileiro". -- o0o -- Digno de registro foi um caso sucedido com o Dr. Bezerra de Menezes, quando ainda era estudante de Medicina. Ele estava em sérias dificuldades financeiras, precisando da quantia de cinqüenta mil réis (antiga moeda brasileira), para pagamento das taxas da Faculdade e para outros gastos indispensáveis em sua habitação, pois o senhorio, sem qualquer contemplação, ameaçava despejá- lo. Desesperado -- uma das raras vezes em que Bezerra se desesperou na vida -- e como não fosse incrédulo, ergueu os olhos ao Alto e apelou a Deus. Poucos dias após bateram- lhe à porta. Era um moço simpático e de atitudes polidas que pretendia tratar algumas aulas de Matemática. Bezerra recusou, a princípio, alegando ser essa matéria a que mais detestava, entretanto, o visitante insistiu e por fim, lembrando- se de sua situação desesperadora, resolveu aceitar. O moço pretextou então que poderia esbanjar a mesada recebida do pai, pediu licença para efetuar o pagamento de todas as aulas adiantadamente. Após alguma relutância, convencido, acedeu. O moço entregou- lhe então a quantia de cinqüenta mil réis. Combinado o dia e a hora para o início das aulas, o visitante despediu- se, deixando Bezerra muito feliz, pois conseguiu assim pagar o aluguel e as taxas da Faculdade. Procurou livros na biblioteca pública para se preparar na matéria, mas o rapaz nunca mais apareceu. No ano de 1894, em face das dissensões reinantes no seio do Espiritismo brasileiro, alguns confrades, tendo à frente o Dr. Bittencourt Sampaio, resolveram convidar Bezerra a fim de assumir a presidência da Federação Espírita Brasileira. Em vista da relutância dele em assumir aquele espinhoso encargo, travou- se a seguinte conversação: -- Querem que eu volte para a Federação. Como vocês sabem aquela velha sociedade está sem presidente e desorientada. Em vez de trabalhos metódicos sobre Espiritismo ou sobre o Evangelho, vive a discutir teses bizantinas e a alimentar o espírito de hegemonia. -- O trabalhador da vinha, disse Bittencourt Sampaio, é sempre amparado. A Federação pode estar errada na sua propaganda doutrinária, mas possui a Assistência aos Necessitados, que basta por si só para atrair sobre ela as simpatias dos servos do Senhor. -- De acordo. Mas a Assistência aos Necessitados está adotando exclusivamente a Homeopatia no tratamento dos enfermos, terapêutica que eu adoto em meu tratamento pessoal, no de minha família e recomendo aos meus amigos, sem ser, entretanto, médico homeopata. Isto aliás me tem criado sérias dificuldades, tornando- me um médico inútil e deslocado que não crê na medicina oficial e aconselha a dos Espíritos, não tendo assim o direito de exercer a profissão. -- E por que não te tornas médico homeopata? disse Bittencourt. -- Não entendo patavinas de Homeopatia. Uso a dos Espíritos e não a dos médicos. Nessa altura, o médium Frederico Júnior, incorporando o Espírito de S. Agostinho, deu um aparte: -- Tanto melhor. Ajudar- te- emos com maior facilidade no tratamento dos nossos irmãos. -- Como, bondoso Espírito? Tu me sugeres viver do Espiritismo? -- Não, por certo! Viverás de tua profissão, dando ao teu cliente o fruto do teu saber humano, para isso estudando Homeopatia como te aconselhou nosso companheiro Bittencourt. Nós te ajudaremos de outro modo: Trazendo- te, quando precisares, novos discípulos de Matemática... Grandes Vultos do Espiritismo
(Copiado do site http://www.universoespirita.org.br/historia/biografias/vulto_adolfo_bezerra.htm) |
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Av. Passos vista da janela da sede histórica da FEB. Rio de Janeiro, RJ. Foto Ismael Gobbo |
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Túmulo de Dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cemitério de São Francisco Xavier, também conhecido como Cemitério do Caju. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo |
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Salve, Bezerra de Menezes! |
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Segue avante o paladino Anunciando o Consolador, Como sublime sino Convidando ao Amor.
Bezerra prossegue no Além Sendo o servo do Senhor, Amparando com o Bem O coração sofredor.
Glória a ti, irmão paternal e bondoso, Sempre atento e generoso Em nome do Mestre Jesus.
Nesta hora da árdua transição Para a era da regeneração, És mensageiro da Luz.
Donizete Pinheiro 21.08.2013
(Recebido em email de Donizete Pinheiro, Marília, SP) |
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Detalhe de um retrato pintado a óleo de Bezerra de Menezes, por Augusto Rodrigues Duarte ofertado como homenagem dos súditos portugueses residentes na Corte. |
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Kardec e Napoleão |
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Busto de Allan Kardec Cemitério Père Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Irmão X Logo após o 18 Brumário (9 de novembro de 1799) quando Napoleão se fizera o Primeiro-Cônsul da República Francesa, reuniu-se, na noite de 31 de dezembro de 1799, no coração da latinidade, nas Esferas Superiores, grande assembleia de Espíritos sábios e benevolentes, para marcarem a entrada significativa do novo século. Antigas personalidades de Roma imperial, pontífices e guerreiros das Gálias, figuras notáveis da Espanha, ali se congregavam à espera do expressivo acontecimento. Legiões dos Césares, com os seus estandartes, falanges de batalhadores do mundo gaulês e grupos de pioneiros da evolução hispânica, associados a múltiplos representantes das Américas, guardavam linhas simbólicas de posição de destaque. Mas não somente os latinos se faziam representados no grande conclave. Gregos ilustres, lembrando as confabulações da Acrópole gloriosa, israelitas famosos, recordando o Templo de Jerusalém, deputações eslavas e germânicas, grandes vultos da Inglaterra, sábios chineses, filósofos hindus, teólogos budistas, sacrificadores das divindades olímpicas, renomados sacerdotes da Igreja Romana e continuadores de Maomé ali se mostravam, como em vasta convocação de forças da ciência e da cultura da Humanidade. No concerto das brilhantes delegações que aí formavam, com toda a sua fulguração representativa, surgiam Espíritos de velhos batalhadores do progresso que voltariam à liça carnal ou que a seguiriam, de perto, para o combate à ignorância e à miséria, na laboriosa preparação da nova era da fraternidade e da luz. No deslumbrante espetáculo da Espiritualidade Superior, com a refulgência de suas almas, achavam-se Sócrates, Platão, Aristóteles, Apolônio de Tiana, Orígenes, Hipócrates, Agostinho, Fénelon, Giordano Bruno, Tomás de Aquino, S. Luís de França, Vicente de Paulo, Joana D’Arc, Teresa d’Avila, Catarina de Siena, Bossuet, Spinoza, Erasmo, Milton, Cristóvão Colombo, Gutenberg, Galileu, Pascal, Swedenborg e Dante Alighieri, para mencionar apenas alguns heróis e paladinos da renovação terrestre; e, em plano menos brilhante, encontravam-se, no recinto maravilhoso, trabalhadores de ordem inferior, incluindo muitos dos ilustres guilhotinados da Revolução, quais Luiz XVI, Maria Antonieta, Robespierre, Danton, Madame Roland, André Chenier, Bailly, Camille Desmoulins e grandes vultos como Voltaire e Rousseau. Depois da palavra rápida de alguns orientadores eminentes, invisíveis clarins soaram na direção do plano carnal e, em breves instantes, do seio da noite, que velava o corpo ciclópico do mundo europeu, emergiu, sob a custódia de esclarecidos mensageiros, reduzido cortejo de sombras, que pareciam estranhas e vacilantes, confrontadas com as feéricas irradiações do palácio festivo. Era um grupo de almas, ainda encarnadas, que, constrangidas pela Organização Celeste, remontavam à vida espiritual, para a reafirmação de compromissos. À frente, vinha Napoleão, que centralizou o interesse de todos os circunstantes. Era bem o grande corso, com os seus trajes habituais e com o seu chapéu característico. Recebido por diversas figuras da Roma antiga, que se apressavam em oferecer-lhe apoio e auxílio, o vencedor de Rivoli ocupou radiosa poltrona que, de antemão, lhe fora preparada. Entre aqueles que o seguiam, na singular excursão, encontravam-se respeitáveis autoridades reencarnadas no Planeta, como Beethoven, Ampère, Fulton, Faraday, Goethe, João Dalton, Pestalozzi, Pio VII, além de muitos outros campeões da prosperidade e da independência do mundo. Acanhados no veículo espiritual que os prendia à carne terrestre, quase todos os recém-vindos banhavam-se em lágrimas de alegria e emoção. O Primeiro-Cônsul da França, porém, trazia os olhos enxutos, não obstante a extrema palidez que lhe cobria a face. Recebendo o louvor de várias legiões, limitava-se a responder com acenos discretos, quando os clarins ressoaram, de modo diverso, como se se pusessem a voar para os cimos, no rumo do imenso infinito... Imediatamente uma estrada de luz, à maneira de ponte levadiça, projetou-se do Céu, ligando-se ao castelo prodigioso, dando passagem a inúmeras estrelas resplendentes. Em alcançando o solo delicado, contudo, esses astros se transformavam em seres humanos, nimbados de claridade celestial. Dentre todos, no entanto, um deles avultava em superioridade e beleza. Tiara rutilante brilhava-lhe na cabeça, como que a aureolar-lhe de bênçãos o olhar magnânimo, cheio de atração e doçura. Na destra, guardava um cetro dourado, a recamar-se de sublimes cintilações... Musicistas invisíveis, através dos zéfiros que passavam apressados, prorromperam num cântico de hosanas, sem palavras articuladas. A multidão mostrou profunda reverência, ajoelhando-se muitos dos sábios e guerreiros, artistas e pensadores, enquanto todos os pendões dos vexilários arriavam, silenciosos, em sinal de respeito. Foi então que o grande corso se pôs em lágrimas e, levantando-se, avançou com dificuldade, na direção do mensageiro que trazia o báculo de ouro, postando-se, genuflexo, diante dele. O celeste emissário, sorrindo com naturalidade, ergueu-o, de pronto, e procurava abraçá-lo, quando o Céu pareceu abrir-se diante de todos, e uma voz enérgica e doce, forte como a ventania e veludosa como a ignorada melodia da fonte, exclamou para Napoleão, que parecia eletrizado de pavor e júbilo, ao mesmo tempo: – Irmão e amigo, ouve a Verdade, que te fala em meu espírito! Eis-te à frente do apóstolo da fé, que, sob a égide do Cristo, descerrará para a Terra atormentada um novo ciclo de conhecimento... César ontem, e hoje orientador, rende o culto de tua veneração, ante o pontífice da luz! Renova, perante o Evangelho, o compromisso de auxiliar-lhe a obra renascente!... Aqui se congregam conosco lidadores de todas as épocas. Patriotas de Roma e das Gálias, generais e soldados que te acompanharam nos conflitos da Farsália, de Tapso e de Munda, remanescentes das batalhas de Gergóvia e de Alésia aqui te surpreendem com simpatia e expectação... Antigamente, no trono absoluto, pretendias-te descendente dos deuses para dominar a Terra e aniquilar os inimigos... Agora, porém, o Supremo Senhor concedeu-te por berço uma ilha perdida no mar, para que te não esqueças da pequenez humana e determinou voltasses ao coração do povo que outrora humilhaste e escarneceste, a fim de que lhe garantas a missão gigantesca, junto da Humanidade, no século que vamos iniciar. Colocado pela Sabedoria Celeste na condição de timoneiro da ordem, no mar de sangue da Revolução, não olvides o mandato para o qual foste escolhido. Não acredites que as vitórias das quais foste investido para o Consulado devam ser atribuídas exclusivamente ao teu gênio militar e político. A Vontade do Senhor expressa-se nas circunstâncias da vida. Unge-te de coragem para governar sem ambição e reger sem ódio. Recorre à oração e à humildade para que te não arrojes aos precipícios da tirania e da violência!... Indicado para consolidar a paz e a segurança, necessárias ao êxito do abnegado apóstolo que descortinará a era nova, serás visitado pelas monstruosas tentações do poder. Não te fascines pela vaidade que buscará coroar-te a fronte... Lembra-te de que o sofrimento do povo francês, perseguido pelos flagelos da guerra civil, é o preço da liberdade humana que deves defender, até o sacrifício. Não te macules com a escravidão dos povos fracos e oprimidos e nem enlameies os teus compromissos com o exclusivismo e com a vingança!... Recorda que, obedecendo a injunções do pretérito, renasceste para garantir o ministério espiritual do discípulo de Jesus que regressa à experiência terrestre, e vale-te da oportunidade para santificar os excelsos princípios da bondade e do perdão, do serviço e da fraternidade do Cordeiro de Deus, que nos ouve em seu glorificado sólio de sabedoria e de amor! Se honrares as tuas promessas, terminarás a missão com o reconhecimento da posteridade e escalarás horizontes mais altos da vida, mas, se as tuas responsabilidades forem menosprezadas, sombrias aflições amontoar-se-ão sobre as tuas horas, que passarão a ser gemidos escuros em extenso deserto... Dentro do novo século, começaremos a preparação do terceiro milênio do Cristianismo na Terra. Novas concepções de liberdade surgirão para os homens, a Ciência erguer-se-á a indefiníveis culminâncias, as nações cultas abandonarão para sempre o cativeiro e o tráfico de criaturas livres, e a religião desatará os grilhões do pensamento que, até hoje, encarceram as melhores aspirações da alma no inferno sem perdão!... Confiamos, pois, ao teu espírito valoroso a governança política dos novos eventos e que o Senhor te abençoe!... Cânticos de alegria e esperança anunciaram nos céus a chegada do século XIX e, enquanto o Espírito da Verdade, seguido por várias coortes resplandecentes, voltava para o Alto, a inolvidável assembleia se dissolvia... O apóstolo que seria Allan Kardec, sustentando Napoleão nos braços, conchegou-o de encontro ao peito e acompanhou-o, bondosamente, até religá-lo ao corpo de carne, no próprio leito. Em 3 de outubro de 1804, o mensageiro da renovação renascia num abençoado lar de Lião, mas o Primeiro-Cônsul da República Francesa, assim que se viu desembaraçado da influência benéfica e protetora do Espírito de Allan Kardec e de seus cooperadores, que retomavam, pouco a pouco, a integração com a carne, confiantes e otimistas, engalanou-se com a púrpura do mando, e, embriagado de poder, proclamou-se Imperador, em 18 de maio de 1804, ordenando a Pio VII viesse coroá-lo em Paris. Napoleão,
contudo, convertendo celestes concessões em aventuras sanguinolentas, foi
apressadamente situado, por determinação do Alto, na solidão curativa de
Santa Helena, onde esperou a morte, enquanto Allan Kardec, apagando a própria
grandeza, na humildade de um mestre-escola, muita vez atormentado e
desiludido, como simples homem do povo, deu integral cumprimento à divina
missão que trazia à Terra, inaugurando a era espírita-cristã, que,
gradativamente, será considerada em todo os quadrantes do orbe como a sublime
renascença da luz para o mundo inteiro. Do livro Cartas e Crônicas, de Irmão X, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. (Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano5/230/correiomediunico.html) |
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O céu. Foto Ismael Gobbo |
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A Escola de Atenas em afresco de Rafael Sanzio. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sanzio_01.jpg |
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François Fénelon *. Óleo sobre tela por Joseph Vivien. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fran%C3%A7ois_de_Salignac_de_la_Mothe-F%C3%A9nelon.PNG
François Fénelon, pseudônimo de François de Salignac de La Mothe-Fénelon (6 de agosto de 1651 - 7 de janeiro de 1715), também conhecido como ''o Cisne de Cambrai'', foi um teólogo católico, poeta e escritor francês, cujas ideias liberais sobre política e educação, esbarravam contra o "statu quo" da Igreja e do Estado dessa época. Pertenceu à Academia Francesa de Letras. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_F%C3%A9nelon
O espírito Fénelon participou da obra da Codificação do Espiritismo através de mensagens que constam das obras básicas, dentre elas “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, assinado por Allan Kardec.
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Retrato de Maria Antonieta executado na Conciergerie alguns dias antes de sua execução na guilhotina. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Conciergerie
A Conciergerie é o vestígio principal do antigo Palácio da Cidade ou Palácio de la Cité, que foi residência e sede do poder real francês do século X ao século XIV e que se estendia sobre o local em que hoje está o Palácio de Justiça de Paris. Atualmente, o edifício estende-se pelo Cais do Relógio, sobre a Ilha de la Cité, no 1º arrondissement de Paris. Foi convertido em prisão do Estado em 1392, após o abandono do palácio por Carlos V e seus sucessores. Leia mais: |
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Napoleão I em costume de coroação. Óleo sobre tela de François Gérard Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Francois_Gerard_-_Napoleon_Ier_en_costume_du_Sacre.jpg
Napoleão Bonaparte (em francês: Napoléon Bonaparte; Ajaccio, 15 de agosto de 1769 – Santa Helena, 5 de maio de 1821) foi um líder político e militar durante os últimos estágios da Revolução Francesa. Adotando o nome de Napoleão I, foi Imperador dos Franceses[1] de 18 de maio de 1804 a 6 de abril de 1814, posição que voltou a ocupar por poucos meses em 1815 (20 de março a 22 de junho). Sua reforma legal, o Código Napoleônico, teve uma grande influência na legislação de vários países. Através das guerras napoleônicas, ele foi responsável por estabelecer a hegemonia francesa sobre maior parte da Europa. Leia mais: |
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A coroação de Napoleão. Óleo sobre tela de Jacques-Louis David Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Coroa%C3%A7%C3%A3o_de_Napole%C3%A3o |
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Kardec criança. Imagem desenvolvida em computador por Marisa Cajado (Guarujá, SP) a partir de imagens conhecidas de Kardec em idade mais avançada. |
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Johann Heinrich Pestalozzi mestre de Kardec em Yverdum Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Heinrich_Pestalozzi
Johann Heinrich Pestalozzi (Zurique, 12 de janeiro de 1746 — Brugg, 17 de fevereiro de 1827) foi um pedagogista suíço e educador pioneiro da reforma educacional. Leia mais: |
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard_Rivail2.jpg
Hippolyte Léon Denizard Rivail (francês: [ʁivɑj]; Lyon, 3 de outubro de 1804 — Paris, 31 de março de 1869) foi um influente educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec (francês: [kaʁdɛk]),[1] notabilizou-se como o codificador[nota 1] do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada.[2][3][4] Leia mais: |
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Turista orando no sempre florido túmulo de Allan Kardec. Cemitério Pére Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
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Sarcófago de Napoleão Bonaparte em Les Invalides, Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus e o precursor |
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Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X Psicografia Francisco Cândido Xavier FEB
Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias. Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais. O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso – é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos. Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –, trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino. Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios. Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel. Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!” Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”. No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria! Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso. As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças. * Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita. Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas. Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos? Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”. Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo. João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade. O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos. Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.
Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.
(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)
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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte: |
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Jesus aos doze anos encontrado entre os doutores do templo. James Tissot Fonte da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo. |
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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus abençoa João Batista no deserto. Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG |
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Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
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Amor Infinito Caminhos retos |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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