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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, quarta-feira, 02 de setembro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/02-09-2026.htm
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Os últimos 5 emails enviados |
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DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
01-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/01-09-2026.htm 31-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/31-08-2026.htm 29-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/29-08-2026.htm 28-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/28-08-2026.htm 27-08-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/AGOSTO/27-08-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 9 - 1866 |
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(Copiado do site Febnet) |
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Montreuil-sur-mer. França. Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Fichier:Montreuil-sur-mer_par_brion_de_la_tour_1792.jpg
Montreuil-sur-Mer ( pronunciação francesa: [mɔtʁœj syʁ mɛʁ] ; Oeste Flamengo : Monsterole ) é uma sub-prefeitura no Pas-de-Calais departamento no norte da França . Ele está localizado no rio Canche , não muito longe de Étaples . O mar, porém, está agora a alguma distância. Leia mais: |
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Muralhas de Montreuil-sur-Mer Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Rempart_de_la_ville_de_Montreuil-sur-Mer.JPG |
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La gare de Montreuil-sur-Mer. Estação ferroviária de Montreuil-sur-Mer no início do século XX Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Gare_de_Montreuil-sur-Mer |
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Igreja da Abadia de Saint-Saulve em Montreuil-sur-Mer Imagem/fonte: http://www.wikipasdecalais.fr/index.php?title=%C3%89glise_abbatiale_Saint-Saulve_de_Montreuil-sur-Mer |
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Vista aérea da citadelle de Montreuil-sur-Mer (Pas-de-Calais) XIIIe –XIX e siècle Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Montreuil-sur-Mer_et_sa_citadelle.jpg |
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Chegada de um trem na estação de Berck-Plage.. Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Ligne_de_Berck-Plage_%C3%A0_Paris-Plage |
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Bonde puxado a cavalo de Dannes-Camiers a Sainte-Cécile (route de la Plage). Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Camiers |
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A antiga estação de Étaples por volta de 1870, margem direita do Canche, perto da ponte ferroviária |
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Novembro, Étaples. Óleo sobre tela de Walter Gay Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Colonie_artistique_d%27%C3%89taples |
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LEIA ARTIGO ATUAL DE ÉTAPLES, FRANÇA, QUE CITA O DR. JOSEPH CAILLEUX, COM ILUSTRAÇÃO, FALECIDO EM 1866 E OBJETO DA MATÉRIA DA REVISTA ESPÍRITA DE ALLAN KARDEC ACIMA REPRODUZIDA DA EDIÇÃO DE MAIO DE 1866. https://etaples-sur-mer.fr/les-conseils-de-la-mediatheque-pour-bien-utiliser-son-temps-libre-13/
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Este quadro de Pavel Fedotov mostra uma morte por cólera em meados do século XIX. Imagem/fonte: |
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Busto de Victor Hugo por Rodin Museu Rodin, Paris. Foto Ismael Gobbo |
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Victor Hugo Imagem/fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Victor_Hugo#mediaviewer/File:Victor_Hugo.jpg
Victor Hugo Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802 — Paris, 22 de maio de 1885) foi um romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras clássicas de fama e renome mundial. Leia mais: |
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As obras básicas do Espiritismo codificado por Allan Kardec. Imagem/fonte: http://www.guia.heu.nom.br/obras_basicas.htm
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Deus cria a rota, o homem constrói os caminhos |
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A rota cênica de Trollstigen, na Noruega, compreende um roteiro de natureza abundante, com vistas impressionantes de montanhas escarpadas, cachoeiras, fiordes profundos e vales verdejantes. Os nomes das montanhas imponentes dão uma ideia da sua majestade: o rei, a rainha, o bispo. Graças à engenhosidade humana, pode-se circular por uma estrada de cento e seis quilômetros de extensão, serpenteando as encostas. São onze curvas acentuadas. A possibilidade, desde a abertura da estrada, em 1936, de conduzir um automóvel por essa área íngreme se deve ao feito de habilidosos engenheiros e construtores. Admirados, chegamos a nos indagar: Estaria Deus desafiando a sua criatura a peregrinar por esses lugares tão extraordinários e parecendo inalcançáveis? Com certeza, Ele, o Senhor de tudo, tem exatamente a ciência do que pode o ser, que Ele criou à Sua imagem e semelhança. Transitando por essa estrada, não se sabe, verdadeiramente, o que mais elogiar. Se a natureza com suas belezas, que surpreendem a cada nova curva, nessa região inclinada, ou se a estrutura criada pelo homem. E nos pomos a pensar. Se podemos criar condições de viajar por regiões montanhosas, íngremes; se temos a capacidade de vencer abismos, unindo extremidades com pontes fenomenais, que não poderemos mais fazer? É então que nos damos conta de que não somos pessoas melhores somente porque ainda não direcionamos a nossa vontade para nossa intimidade. Ainda não acionamos nossa vontade para descobrir como vencer os abismos da intolerância, que nos levam a ficarmos distanciados dos nossos irmãos em humanidade. Também não cogitamos como poderemos vencer as diferenças, criando estradas de entendimento, a fim de que tenhamos menos conflitos por questões que nada mais são do que acidentes no caminho. Vencer o egoísmo, vencer os preconceitos. Eis metas que devemos perseguir. E, tenhamos certeza: isso é possível. Então, as fronteiras dos países mais nada serão que limites que nos dirão onde acaba um país e começa o outro. As línguas, as culturas, os costumes serão meros detalhes que, paulatinamente, venceremos. E somente nos enriqueceremos uns com o conhecimento da riqueza do outro. As reservas do solo, que tanto disputamos, poderão ser compartilhadas, trocadas, negociadas, de forma sadia, sem conflitos desonestos e agressivos. Seres imortais. Seres inteligentes da Criação. Somos nós. Sirvamo-nos desse potencial para a transformação deste mundo num oásis de paz, de progresso, de trabalho, de cooperação. Tão bom será quando todos nos dermos as mãos, trocando tecnologia, informações, alimentos, conhecimentos, em sadio comércio. Tão bom será quando aprendermos que aquele que habita além da fronteira é somente mais um irmão, filho do mesmo Deus, criado para o mesmo fim: a perfeição. Tenhamos em mente que se conseguimos superar os óbices do relevo, que nos desafiam, podemos, igualmente, superar os maus pendores e ideias equivocadas que vivem dentro de nós. Isso é possível. Tenhamos certeza. Redação do Momento Espírita.
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=5963&stat=0 ) |
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Descrição Estrada Trollstigen, Noruega, agosto de 2004. Duas curvas foram posteriormente redesenhadas. Data 7 de julho de 2006 Fonte Obra própria Autor Paweł Kuźniar (Jojo_1, Jojo) Permissão (Reutilização deste arquivo) GFDL. Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Trollstigen_Norway_2004.jpg |
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Na hora da crítica |
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Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Caminho Espírita. Lição nº 30. Página 71.
Salientamos a necessidade de moderação e equilíbrio, ante os momentos menos felizes dos outros; entretanto, há ocasiões em que as baterias da crítica estão assestadas contra nós. Junto de amigos, quanto de opositores, ouvimos objurgatórias e reprimendas e, não raro, tombamos mentalmente em revolta ou depressão. Azedume e abatimento, porém, nada efetuam de construtivo. Em qualquer dificuldade, irritação ou desânimo apenas obscurecem situações ou complicam problemas. Atingidos por acusação e censura, convém estabelecer minucioso auto-exame. Articulemos o intervalo preciso, em nossas atividades, a fim de orar e refletir, vasculhando o imo da própria alma. Analisemos, sem a mínima compaixão por nós mesmos, todos os acontecimentos que nos ditam a orientação e a conduta, sopesando, fatos e desígnios que motivaram as advertências em lide, com rigorosa sinceridade. Se o foro íntimo nos aponta falhas de nosso lado, tenhamos suficiente coragem a fim de repará-las, seja solicitando desculpas aos ofendidos ou diligenciando meios de sanar os prejuízos de que sejamos causadores. Entretanto, se nos identificamos atentos ao dever que a vida nos atribui, se intenção e comportamento nos deixam seguros, quanto ao caminho exato que estamos trilhando em proveito próprio e não em exclusivo proveito próprio, saibamos acomodar-nos à paz e à conformidade. E, embora, reclamação e tumulto nos cerquem, prossigamos adiante, na execução do trabalho que nos compete, sem desespero e sem mágoa, convencidos de que, acima do conforto de sermos imediatamente compreendidos, vige a tranquilidade da consciência, no cumprimento de nossas obrigações.
(Recebido em email do divulgador Antonio Sávio de Belo Horizonte, MG)
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Ilustração de François Chifflart (1825–1901) para La Conscience (por Victor Hugo ). Carvão sobre papel. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Conscience
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A Caridade. Tela de Arturo Michelena Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Caridade#/media/File:Arturo_Michelena_46.JPG
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Alegoria que ilustra Francisco Cândido Xavier psicografando mensagem ditada pelo seu espírito-guia Emmanuel. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Xavier#/media/File:Chico_Psicografia_Emmanuel.jpg
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Entre a justiça humana e a justiça divina, e outros destaques da RIE de setembro |
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ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/casaeditoraoclarim/?locale=pt_BR
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Visitas a ambientes sobre Humberto de Campos em Parnaíba |
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O escritor e jornalista Humberto de Campos (1886 - 1934) viveu parte da infância e adolescência em Parnaíba (Piauí). Na cidade existe a casa (1894) em que viveu com sua família e o histórico cajueiro por ele plantado. A Academia Parnaibana de Letras de mantém em sua dependência o Memorial Humberto de Campos. Na manhã do dia 31 de agosto, ocorreu a visita ao Memorial por Cesar Perri (de São Paulo), Samuel Aguiar (C.E. Caridade e Fé), Coronel Lucimar (FEPi, Teresina) e engenheiro Inácio, recepcionados pelo presidente da Academia José Luiz de Carvalho. O Memorial contém vários materiais de Humberto de Campos: fardão como membro da Academia Brasileira de Letras; máquina de datilografia, bengalas de final de vida, textos originais, livros originais, fotos e caricaturas, e, jornais de época do Rio de Janeiro. Na oportunidade o presidente da Academia gravou entrevista com Perri e Lucimar, que será introduzida em programa da Instituição. Os visitantes citados também estiveram na área do cajueiro, referência turística da cidade em área contigua a antiga residência onde viveu Humberto. O espírito Humberto de Campos e autor de várias obras psicografadas por Chico Xavier, algumas com o pseudônimo Irmão X. Na oportunidade em que Perri recebeu o diploma de Cidadão Honorário de Parnaíba, em 2018, foi lançado seu livro "Os frutos do cajueiro. Ações espíritas em Parnaíba", editado pelo C.E. Caridade e Fé.
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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*** POST para compartilhar nas redes sociais. |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST de hoje (com ilustração) que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
Para ler e meditar nesta 3ª feira: EU SOU (Cínthia Cortegoso) Como
nos sentimos é o que, de fato, seremos. Quando utilizamos a oração “eu sou”,
estamos simplesmente tornando mais verdadeiro o que falamos e pensamos sobre
nós mesmos. Acesse e leia o texto na íntegra: AS HIPOCRISIAS MORAIS (Juan Carlos Orozco) No Especial d’ O CONSOLADOR, o autor nos lembra que fingir o que não se é, dissimular a verdadeira personalidade ou as próprias intenções para alcançar determinados propósitos são atitudes características do hipócrita. Acesse e leia o texto na íntegra: https://www.oconsolador.com.br/ano20/989/especial.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e ótima semana.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha Portugal |
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Exmos Senhores OCS,
CCE
www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
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POST referente ao Blog de domingo (para divulgar) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
(Astolfo O. de Oliveira Filho) Mesmo no meio espírita, há quem pense e divulgue que a palavra “reencarnação” foi criada por Allan Kardec, assim como teria ocorrido com os vocábulos perispírito, espírita e Espiritismo. Tal ideia é, porém, equivocada. [...] Leia na íntegra clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/08/o-vocabulo-reencarnacao-nao-foi-criado.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo domingo.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Inauguração do Plenário Cesar Perri em Parnaíba |
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Em programa de palestra no Centro Espírita Caridade e Fé, em Parnaíba (litoral do Piauí), na noite do dia 29 de agosto houve a inauguração do Plenário Cesar Perri, em novas dependências deste Centro, que mantém muitas atividades na cidade. Com a presença de diretores das várias áreas, colaboradores e visitantes, houve o descerramento da placa pela presidente dra. Jeaninne Seligmann Soares com Perri, seguindo-se das manifestações do ex-presidente e atual vice, Samuel Cunha Aguiar; da presidente dra. Jeaninne; do Coronel José Lucimar de Oliveira, ex-presidente da Federação Espírita Piauiense, atual diretor e representando a Instituição. Os oradores relataram momentos da história do Centro e do movimento espírita de Parnaíba, com referências à atuação local e no Estado do homenageado. Destacaram suas contribuições durante 25 anos com presenças continuadas, iniciadas nos tempos em que foi diretor e presidente da Federação Espírita Brasileira, várias vezes com a participação da esposa Célia. Durante esse longo período, o homenageado foi agraciado com várias distinções: Medalha de Mérito Legislativo (2015), Medalha do Mérito Policial Militar do Estado (2018), Cidadão Honorário de Parnaíba (2018). No final da cerimônia, que também contou com apresentações musicais, Perri expressou sua surpresa, emoção e gratidão pela designação do Plenário; fez referência a Humberto de Campos, que residiu na cidade, e que foi a motivação para lançar o livro “Os frutos do cajueiro”, na cidade, em 2018; homenageou Bezerra de Menezes, como o cidadão do bem, pela data de seu nascimento; e fez análise sobre o contexto atual das sociedades espíritas inseridas no contexto social. Em seguida, Perri autografou seu livro “Emmanuel. Trajetória espiritual e atuação com Chico Xavier” (O Clarim), selecionado pelo Centro para a oportunidade. E houve um coquetel de confraternização. Informações sobre o Centro: Vídeo no Instagram do Centro: https://www.instagram.com/reel/DcqrqPyO-98/?igsi=MWF5dTJ1Mzh0Y3Fvcw==
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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[1005-JornalMundoMaior] NA TRAVESSIA DAS PROVAS. |
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NA TRAVESSIA DAS PROVAS. Conserva as diretrizes do bem e segue com Deus.
Age. Deus te inspira.
Cala-te. Deus falará por ti no idioma das circunstâncias.
Não temas. Deus está velando.
Trabalha e auxilia aos outros. Deus trabalha por ti.
Onde estiveres, recorda que Deus nos ama e guia sempre.
Em qualquer lugar em que te vejas, decerto precisarás de alguém ou alguém, nesse mesmo local, estará necessitando de ti. No livro:- PRONTO SOCORRO/Emmanuel/Chico Xavier. Magali Inês Brum - Colaboradora.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]]) |
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III Encontro Espírita das Águas Caxambu, MG |
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(Recebido em email de Domingos B. Rodrigues [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita – AGOSTO. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru,SP. Acesse abaixo: |
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CLIQUE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/08/Jornal-Momento-Esp-Agos-26.pdf
(Recebido de Leopoldo Zanardi)
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Agosto/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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*** POST referente ao Jornal O IMORTAL (para divulgar hoje) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Jornal O IMORTAL de agosto de 2026, que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza: VEJA OS DESTAQUES D’ O IMORTAL DE AGOSTO Está disponível na internet o jornal O IMORTAL de agosto, que traz como destaque uma entrevista com Jéssica Moliterno Genú, de Recife (PE). Palestrante e autora do livro “Administração DEScomplicada”, ela é psicanalista e atua também como Mentora de Carreiras e de Desenvolvimento Pessoal. Outro destaque da edição é uma matéria de Eliana Haddad a respeito da segunda edição do evento “O Novo Centro Espírita”, que trouxe a público muitas e diferentes atividades que as casas espíritas vêm realizando Brasil afora e no exterior. Para acessar, clique em https://www.jornaloimortal.com.br/Home
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e uma ótima semana. Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Resultados Parciais – PNE 2026 |
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✅Resultados Parciais – PNE 2026 Mais moderna, novo portal! Novas questões interessantes e instigantes. Participe! Para refletir, esclarecer e agir Participação atual de 18 estados. https://pesquisa.portalkardec.org.br/B43605E6
Ivan Franzolim WhatsApp: 55 (11) 98156-0030 http://franzolim.blogspot.com.br/
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Jornada da AME-SP debate o papel da espiritualidade na medicina contemporânea |
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Da evidência à prática: jornada da AME-SP debate o papel da espiritualidade na medicina contemporânea
Evento acontece em setembro, na nova sede da AME-Brasil, na capital paulista, e reunirá profissionais da Saúde, pesquisadores e estudantes para discutir experiências espirituais, neurociência, saúde mental e cuidado integral
São Paulo, 10 de junho de 2026 – A nova sede da AME Brasilserá palco, em 19 e 20 de setembro, da 14ª Jornada da AME-SP, evento que deve reunir médicos, psicólogos, enfermeiros e profissionais da Saúde para discutir o papel da espiritualidade na prática clínica contemporânea. No mesmo espaço e em conjunto ao evento acontece o 14º CondAME(Congresso Nacional do Departamento Acadêmico da AME-Brasil). Com o tema “A Dimensão Espiritual da Medicina – da Evidência à Prática”, ambos os encontrosserão uma preparação para o próximo Mednesp 2027, que acontece no ano que vem, no feriado do Corpus Christi, em Recife (PE), com promoção da AME-Brasil. Com 200 vagas para a Jornada e 100 para o CondAME – Congresso Nacional do Departamento Acadêmico da AME-Brasil –, o evento acontece na rua Valdemar Ferreira, 162, no Butantã, em São Paulo (SP), reforçando a nova sede da entidade como espaço permanente de formação, debate e produção de conhecimento na interface entre saúde, ciência e espiritualidade. “A proposta é discutir como a dimensão espiritual vem sendo incorporada, de forma cada vez mais consistente, às reflexões sobre cuidado, saúde mental, humanização da assistência e qualidade de vida de pacientes e profissionais da Saúde”, informa o psiquiatra Marcus Ribeiro, presidente da AME-SP. Ao longo de dois dias, a programação reunirá diferentes especialidades e abordagens para discutir desde evidências científicas até aplicações práticas no cotidiano clínico. Entre os temas em debate estão experiências espirituais não ordinárias, experiências de quase-morte, comunicação após a morte, memórias de vidas passadas, práticas de cuidado em instituições espíritas, florescimento humano, neurociência, gratidão, crescimento pós-traumático e o impacto emocional sobre profissionais da Saúde. A programação também dedica espaço ao debate sobre o cuidado de quem cuida — um dos temas mais urgentes no cenário contemporâneo da saúde. Questões como fadiga por compaixão, isolamento emocional, impotência diante do sofrimento e saúde espiritual dos profissionais serão abordadas sob diferentes perspectivas, incluindo Medicina, Psicologia e espiritualidade. Realizada simultaneamente ao CondAME, a Jornada também busca fortalecer o movimento médico-espírita entre estudantes e jovens profissionais, ampliando a integração entre formação acadêmica, pesquisa e prática assistencial. No sábado (19), os painéis abordarão a integração da espiritualidade nas diferentes áreas da Saúde, experiências de cuidado desenvolvidas em instituições espíritas e os impactos clínicos das chamadas experiências espirituais não ordinárias. Já no domingo (20), o foco estará no cultivo da saúde espiritual de profissionais da Saúde e nas contribuições das virtudes humanas — como esperança, amorosidade e gratidão — para o bem-estar físico e emocional. As inscrições para a 14ª Jornada da AME-SP e para o 14º CondAME já estã abertas. A programação completa pode ser consultada no site oficial do evento. São apoiadores do evento a Federação Espírita do Estado de São Paulo (Feesp), o Grupo Espírita Batuíra (GEB), Grupo Espírita CairbarSchutel, Instituto Espírita de Educação e a Fraternidade sem Fronteiras. Serviço 14ª Jornada da AME-SP + 14º CondAME Tema: A Dimensão Espiritual da Medicina – da Evidência à Prática Data: 19 e 20 de setembro de 2026 Endereço: Nova sede da AME Brasil, à rua Valdemar Ferreira, 162 – Butantã – São Paulo (SP) Programação e inscriçõesaqui
Proposta da AME A AME traz uma outra face da Medicina e propõe uma saúde baseada nos valores da alma, calcados no conhecimento da Doutrina dos Espíritos (Espiritismo), uma verdadeira revolução iniciada no século XIX pelo advento de O Livro dos Espíritos e continuada mais recentemente nas obras de André Luiz (psicografia de Chico Xavier). Esses trabalhos trouxeram para a Medicina, Psicologia e outras disciplinas da Saúde um conhecimento que desvenda um lado ainda desconhecido da etiopatogenia das doenças e a dimensão espiritual do ser humano.
Mais informações: Connectare Comunicação Cláudia Santos – [email protected] – (11) 97663-4001
(Recebido em email de Cláudia Santos [[email protected]]) |
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Solicitud de divulgação espírita Recebido em email de Ruben de los Santos do Uruguai |
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(Recebido de email de solicitud de divulgação espírita)
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Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta Março/Abril-2026. Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf
(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Revista Espírita na atualidade | O ensino espírita
CLIQUE AQUI: https://febnet.org.br/revista-espirita-na-atualidade-o-ensino-espirita/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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FERGS. Federação Espírita do Rio Grande do Sul Porto Alegre |
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FEC. Federação Espírita Catarinense Florianópolis |
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ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/fec.federacaoespiritacatarinense/?locale=pt_BR
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Desencarnação de Nestor João Masotti (21-06-1937 / 03-09-2014) |
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Nestor João Masotti
outubro/2014 - Por Antonio Cesar Perri de Carvalho. Desencarnou no Hospital Santa Lúcia, em Brasília, no dia 3 de setembro, ocorrendo o sepultamento na tarde do dia seguinte, no Cemitério Campo da Esperança. Nestor João Masotti foi o 15º presidente da Federação Espírita Brasileira – FEB. Nasceu em Pindorama, São Paulo, em 21 de junho de 1937, filho de Damiano Henrique Venâncio Masotti e Eloyda G. Masotti, ambos espíritas. Graduou-se em Odontologia, em Araraquara, e exerceu a profissão por menos de um ano em Tupã. Atuou profissionalmente como funcionário público fazendário em Fernandópolis e São Paulo. Sempre foi muito ativo no Movimento Espírita nas cidades citadas, integrando desde a mocidade espírita até a direção de centro espírita. Atuou em eventos regionais, interestaduais e nacional de juventudes espíritas. Foi presidente (1974-1982) e vice-presidente (1982-1986) da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, integrando o Conselho Federativo Nacional – CFN da FEB. A convite do presidente Francisco Thiesen, na Sede da FEB, em Brasília, exerceu cargos de diretor (1986-1990) e secretário geral do CFN, vindo depois a assumir a vice-presidência (1990-2001) e a presidência da FEB. Participou ativamente da implantação das Comissões Regionais do CFN da FEB. Exerceu o 21º mandato de presidente da FEB: 2001-2013, licenciando-se, para tratamento de saúde, em maio de 2012 e, em definitivo em março de 2013. No início de sua gestão como presidente procedeu à reforma e atualização da gráfica da FEB, a modernização das capas e formato dos livros. Durante seu mandato, foram realizados dois Congressos Espíritas Brasileiros (2007 e 2010); comemorações do Bicentenário de nascimento de Allan Kardec, com emissão de selo comemorativo pelos Correios (2004); Sesquicentenário de O Livro dos Espíritos com emissão de selo comemorativo pelos Correios (2017) e o Projeto Centenário de Chico Xavier (2010). Foram cunhadas medalhas pela Casa da Moeda em homenagem a Chico Xavier (2010); Sesquicentenário de O livro dos médiuns (2011); Centenário da Sede Histórica do Rio (2011). Durante sua gestão, o CFN da FEB aprovou: Atividade de Preparação de Trabalhadores Espíritas (2002), que gerou o curso Capacitação Administrativa da Casa Espírita; Campanha Construamos a Paz Promovendo o Bem! (2002); Plano de Trabalho para o Movimento Espírita Brasileiro (2007-2012); Campanha O Evangelho no Lar e no Coração (2008); Orientação aos Órgãos de Unificação (2009); Regimento Interno do CFN (2011). Simultaneamente aos seus encargos junto à FEB, juntamente com os ex-presidentes Francisco Thiesen e Juvanir Borges de Souza, trabalhou intensamente pela fundação do Conselho Espírita Internacional – CEI, o que se efetivou em 1992. Exerceu também o cargo de 1º. secretário e secretário-geral do CEI. Nesse último cargo, criou a TVCEI, a EDICEI, com livros traduzidos para vários idiomas, o Centro Administrativo do CEI em Brasília e promoveu Congressos Mundiais trienais na Guatemala (2001), em Paris (2004), em Cartagena de Índias (2007) e Valencia (2010). Participou de dois eventos na ONU, em New York: o Millennium World Peace Summit (2000) e da homenagem pelo Centenário de Chico Xavier (2010). Atuou em palestras, seminários e eventos em países das três Américas, Europa e África. Ao retornar para Brasília, em agosto de 2013, depois de mais de um ano em tratamento em São Paulo, participou de algumas reuniões mediúnicas e fez palestras na FEB. Foi homenageado, em vários momentos, pela presidência da FEB: embora à distância, na reunião do CFN, em 2012, com coleta de assinaturas em livro e placa de prata; em sua primeira aparição pública, após o início do tratamento de saúde, na passagem do Museu Espírita de São Paulo para a FEB (abril de 2013), inauguração de sua foto na Galeria dos Ex-Presidentes, no Espaço Cultural da FEB (novembro de 2013) e na abertura da Reunião Extraordinária do CFN – dia 23 de agosto de 2014, na FEB, oportunidade em que proferiu a prece de abertura. Foi sua última aparição pública.
Nestor abriu muitos caminhos e contribuiu enormemente para a difusão da mensagem espírita. Foto: Acervo FEB (Copiado de http://www.mundoespirita.com.br/?materia=desencarnacao-de-nestor-joao-masotti)
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Foto de Nestor João Masotti em seu gabinete na FEB/Brasilia poucos meses após assumir a Presidência. Foto: Ismael Gobbo |
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Nestor Masotti, Presidente da FEB, na exibição de Nosso Lar em São Paulo. Foto Ismael Gobbo |
Albert de Rochas(20-05-1837/ 02-09-1914) |
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Albert de Rochas Eugène Auguste Albert de Rochas d'Aiglun (Saint Firmin-en-Valgaudemar, (Hautes-Alpes), 20 de Maio de 1837 – Grenoble, 2 de Setembro de 1914) foi um engenheiro militar, historiador da ciência, pesquisador de fenômenos espíritas, escritor, tradutor e administrador da Escola Politécnica de Paris.
Biografia Nasceu em uma família de importância regional, que deteve o feudo d'Aiglum, perto do Digne, de meados do século XV, até ao advento da Revolução Francesa. Após ter concluído os estudos no Liceu de Grenoble, iniciou os estudos de Direito visando ingressar na magistratura, como o haviam feito o seu pai e seu avô, mas sem interesse pela área, voltou-se para outros estudos. Em 1856 obteve o prêmio de honra em Matemáticas especiais e, no ano seguinte, foi recebido na Escola Politécnica de Paris. Em 1861 ingressou no exército na qualidade de Tenente de Engenheiros; promovido a capitão por mérito (1864), tomou parte na Guerra Franco-Prussiana (1870-1871), vindo a ser nomeado comandante de batalhão (1880). Desejando maior liberdade para dedicar-se aos estudos científicos, deixou prematuramente o serviço militar activo (1889), ingressando na Escola Politécnica na qualidade de director civil, passando para a reserva com o posto de tenente-coronel. Os trabalhos militares e científicos do coronel de Rochas são consideráveis, tendo se destacado nesta última área. Profundo conhecedor de tudo o que havia sido escrito sobre as ciências psíquicas em sua época, dedicou-se à experimentação, tendo contribuído decisivamente para fazer a classificação do magnetismo animal entre as ciências puramente físicas. No campo do magnetismo e do espiritismo, estudou a polaridade, contribuiu para a actual classificação das fases do estado sonambúlico, observou sistemáticamente os fenômenos espíritas, pesquisou a exteriorização da sensibilidade e mostrou o mecanismo do desdobramento físico. Por meio de passes longitudinais, aplicados em alguns sensitivos, conseguia provocar neles a regressão da memória. Membro de várias sociedades científicas, foi oficial da Legião de Honra, da Instrução Pública, de São Salvador (Grécia), e das Ordens da São Maurício e São Lázaro (Itália); foi comendador das ordens de Sant'Ana (Rússia), do Mérito Militar (Espanha), de Medjidie (Turquia), de Nicham (Túnis), e do Dragão Verde (Anam).
Obras· Les Vallées vaudoises, étude de topographie et d'histoire militaires, Tanera, Paris, 1880 · Principes de la fortification antique. Précis des connaissances techniques nécessaires aux archéologues pour explorer les ruines des anciennes forteresse, Tanera, Paris, 1881 · La Science des philosophes et l'art des thaumaturges dans l'antiquité, G. Masson, Paris, 1882 · La Science dans l'antiquité. Les Origines de la science et ses premières applications, G. Masson, Paris, 1884 · Le Livre de demain, Raoul Marchand, Blois, 1884, imprimé sur 46 sortes de papiers différents, dont de nombreux papiers de couleurs. · Les Forces non définies, recherches historiques et expérimentales, G. Masson, Paris, 1887 · Le Fluide des magnétiseurs, précis des expériences du Bon de Reichenbach sur ses propriétés physiques et physiologiques, classées et annotées par le lieutenant-colonel de Rochas d'Aiglun, G. Carré, Paris, 1891 · Les États profonds de l'hypnose, Chamuel, Paris, 1892 · L'Envoûtement, documents historiques et expérimentaux, Chamuel, Paris, 1893 · Les États superficiels de l'hypnose, Chamuel, Paris, 1893 · L'Extériorisation de la sensibilité, étude expérimentale et historique, Bibliothèque Chacornac, Paris, 1895 · La Lévitation. Paris: Pierre-Gaëtan Leymarie, 1897. · Les Sentiments, la musique et le geste, H. Falque et F. Perrin, Grenoble, 1900 · Les Frontières de la science, Librairie des sciences psychologiques, Paris, 2 volumes, 1902-1904 · L'Extériorisation de la motricité, Bibliothèque Chacornac, Paris, 1906 · Vauban, sa famille et ses écrits, ses oisivetés et sa correspondance : analyse et extraits, Berger-Levrault, Paris, 2 volumes, 1910 · Les Vies successives, documents pour l'étude de cette question, Bibliothèque Chacornac, Paris, 1911 · La Suspension de la vie, Dorbon aîné, Paris, 1913
Artigos científicos · Les Pneumatiques de Héron d'Alexandrie - La Nature - n°421 - 25 juin 1881 · Les trépieds merveilleux d'Homère - La Nature - n°444 - 3 décembre 1881 · Les bénitiers à tirelire et à tourniquet dans les temples de l'ancienne Égypte - La Nature - n°460 - 23 mars 1882 · Comment nous sont parvenus les ouvrages scientifiques de l'antiquité - La Nature - n°463 - 15 avril 1882 · Les théâtres de marionnettes chez les Grecs - La Nature - n°464 - 22 avril 1882 · Les orgues hydrauliques - La Nature - n°481 - 19 aout 1882 · Le transport des grandes masses. Transport du piédestal de la statue de Pierre le Grand à Saint-Pétersbourg - La Nature - n°491 - 28 octobre 1882 · L'automate joueur d'échecs - La Nature - n°494 - 18 novembre 1882 · Le décapité buvant - La Nature - n°495 - 25 novembre 1882 · La catoptrique des Grecs - La Nature - n°498 - 16 décembre 1882 · Le joueur d'échecs de Robert Hondin - La Nature - n°503 - 20 janvier 1883 · Les origines de l'industrie - La Nature - n°505 - 3 février 1883 · Mesureur de liquides, système Héron - La Nature - n°507 - 17 février 1883 · Les origines de la machine à vapeur - La Nature - n°509 - 3 mars 1883 · Les instruments de géodésie dans l'antiquité - La Nature - n°511 - 17 mars 1883 · La tête qui parle et s'évanouit en fumée - La Nature - n°513 - 31 mars 1883 · La production du feu - La Nature - n°520 - 19 mai 1883 · La pompe à incendie dans l'antiquité - La Nature - n°522 - 2 juin 1883 · L'artillerie des Grecs - La Nature - n°523 - 9 juin 1883 · La science dans l'antiquité. Un jouet grec. La machine pneumatique et la fontaine de compression. Les hodomètres. Les théâtres à pivot de Curion. Les lampes perpétuelles. Les vases merveilleux - La Nature - n°525 - 23 juin 1883 · La science dans l'antiquité : Les hodomètres - La Nature - n°526 - 30 juin 1883 · La machinerie des temples antiques - La Nature - n°528 - 14 juillet 1883 · Le transport des grandes masses : transport d'un clocher - La Nature - n°540 - 6 octobre 1883 · Les miroirs ardents - Revue scientifique - 11 août 1883 · La trempe du bronze - Revue scientifique - 22 Septembre 1883 · Les savants de la Renaissance - La Nature - n°551 - 22 décembre 1883 · Les machines d'assaut - La Nature - n°553 - 5 janvier 1884 · Les savants de la Renaissance. Le Père Schott - La Nature - n°580 - 12 juillet 1884 · L'art industriel à Blois : fabrication de la faïence - La Nature - n°585 - 14 aout 1884 · Les horloges hydrauliques de l'antiquité - La Nature - n°587 - 30 aout 1884 · Les boulettes contre la faim et les conserves alimentaires chez les Grecs - La Nature - n°605 - 3 janvier 1885 · Crapaud trouvé vivant dans une pierre - La Nature - n°606 - 10 janvier 1885 · La suspension de la vie - La Nature - n°607 - 17 janvier 1885 · L'audition colorée' - La Nature - n°620 - 18 avril 1885 · Le rayon vert et l'équerre chromatique - La Nature - n°634 - 25 juillet 1885 · L'audition colorée - La Nature - n°644 - 3 octobre 1885 · Le truc des anciens oracles - La Nature - n°651 - 21 novembre 1885 · Le timbre et la couleur - La Nature - n°658 - 9 janvier 1886 · L'origine du langage - La Nature - n°668 - 20 mars 1886 · Le contraste des couleurs - La Nature - n°66ç - 27 mars 1886 · L'or alchimique - La Nature - n°674 - 1er. mai 1886 · L'expression des sentiments - La Nature - n°694 - 18 septembre 1886 · Une construction pélasgique contemporaine - La Nature - n°800 - 29 septembre 1888 · Cadran Lunaire - La Nature - n°830 - 27 avril 1889 · Les cosaques de l'Oural - La Nature - n°874 - 1 Mars 1890 · L'alpinisme d'hiver et les raquettes de neige - La Nature - n°884 - 10 Mai 1890 · Les origines de la machine à vapeur et de l'utilisation mécanique de la chaleur solaire - La Nature - n°917 - 27 décembre 1890 · Les races de pigeons voyageurs - La Nature - n°922 - 31 janvier 1891 · La notation des couleurs - La Nature - n°925 - 21 février 1891 · Le réseau de colombiers militaires en Europe - La Nature - n°941 - 13 juin 1891 · L'origine des grandes bibliothèques scietifiques de paris - La Nature - n°976 - 13 Février 1892 · La soupe au blé de Vauban - La Nature - n°982 - 26 Mars 1892 · Les coquilles de pèlerin - La Nature - n°1028 - 11 février 1893 · Charlet et l'enseignement du dessin aux ingénieurs - La Nature - n°1050 - 15 juillet 1893 · Les refuges souterrains de la gaul - La Nature - n°1053 - 5 août 1893 · Les uniformes de l'école polytechnique - La Nature - n°1078 - 27 janvier 1894 · Centenaire de l'école polytechnique - La Nature - n°1093 - 12 mai 1894 · Le sens des couleurs - La Nature - n°1145 - 11 Mai 1895 · Les pigeons voyageurs et la mer - La Nature - n°1150 - 15 juin 1895 · La vitesse des pigeons voyageurs - La Nature - n°1153 - 6 juillet 1895 · Le rire du chien - La Nature - n°1185 - 22 février 1896 · Le colonel Langlois et les panoramas - La Nature - n°1202 - 13 juin 1896 · Le Vieux Neuf. Les cuirassés en étoffe - La Nature - n°1234 - 12 juin 1897 · La mimique enseignée par l'hypnotisme - La Nature - n°1373 - 14 septembre 1899 · La musique et le geste - La Nature - n°1374 - 23 septembre 1899 · Les muscles expressifs de la face - La Nature - n°1391 - 20 janvier 1900 · Vauban - Revue scientifique - 1er. septembre 1900 · Une lettre inédite de Vauban - La Nature - n°1464 - 15 juin 1901 · La médaille française - La Nature - n°1431 - 16 mars 1901 · Les enseignes - La Nature - n°1519 - 3 juillet 1902 · Les rainures des chemins antiques - La Nature - n°1683 - 26 août 1905 Os artigos desta lista foram publicados indiferentemente sob os nomes de A. de Rochas ou M. D'Aiglun Lt-Colonnel de Rochas.
Bibliografia CARNEIRO, Victor Ribas. ABC do Espiritismo.
Ver também
(Copiado de https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_de_Rochas)
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Albert de Rochas d'Aiglun (1837-1914), oficial e administrador francês, escritor especializado em fenômenos paranormais. Imagem/fonte: |
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Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:StFirmin05-village-85.JPG
Em Saint Firmin nasceu Albert de Rochas |
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Os estados profundos da Hipnose. Coronel de Rochas D´Aiglun. Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k56027133.texteImage |
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Ilustrações do livro Os estados profundos da Hipnose. Autor: Coronel de Rochas D´Aiglun. Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k56027133/f10.image.texteImage |
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Figura constante da página 53 do livro “ L'extériorisation de la sensibilité” – Exteriorização da Sensibilidade, um estudo experimental de Albert de Rochas. Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5516173k/f68.item.texteImage.zoom
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Livro: Sentimentos, música e gesto. Albert de Rochas. Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k34135363.image |
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Dança árabe. Ilustração do livro Sentimentos, música e gesto. Albert de Rochas. página 167 Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k34135363/f193.image |
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Ilustração do livro Sentimentos, música e gesto. Albert de Rochas. página 205. La Marseillaise. Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k34135363/f193.image |
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Panorama de Grenoble (Aglomeração vista da Bastilha, teleférico de Grenoble, Place Saint-André, Hôtel de Lesdiguières do Jardim da Cidade e a Bastilha das margens do Isère). Imagens/autor: Simdaperce Copiado de https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Panorama_grenoble.png
Em Grenoble faleceu Albert de Rochas |
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José Martins Peralva (01-04-1918 – 03-09-2007) |
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José Martins Peralva https://www.uemmg.org.br/biografias/jose-martins-peralva
José Martins Peralva Sobrinho (ou Martins Peralva, como muitos o chamavam) nasceu em 1º de abril de 1918, em Buquim, cidade do sul de Sergipe. Embora não fosse mineiro, ele se alinha entre as figuras mais destacadas do Movimento Espírita de Minas Gerais. Era filho de Basílio Martins Peralva e Etelvina da Fonseca Peralva. Seu pai foi um dos pioneiros do Espiritismo em terras sergipanas; era espanhol de nascimento, tendo vindo para o Brasil aos 12 anos de idade, fixando residência em Passa Quatro, Sul de Minas. Ainda moço, transferiu-se para o nordeste do País, onde, como engenheiro prático e desenhista, construiu ramais de estradas de ferro ligando a Bahia à Sergipe. Em Buquim, tornou-se fazendeiro e conheceu moça de rara beleza e peregrinas virtudes, conhecida como Teté (Etelvina), com quem contraiu matrimônio. Martins Peralva iniciou-se no Espiritismo sob a assistência e orientação diretas de seu pai, excepcional médium curador, vigoroso polemista e excelente doutrinador. Acompanhando, desde os seis anos de idade, os trabalhos desenvolvidos com extraordinária segurança, presenciou em sua própria casa notáveis curas realizadas por intermédio de seu genitor. Teve a infância e a adolescência enriquecidas por fatos extraordinários e pelo contato com a Doutrina, o que lhe proporcionou formação espírita essencialmente baseada em Allan Kardec. Do ponto de vista material, sua adolescência foi extremamente difícil, pois perdeu o pai com apenas 13 anos, em 21 de maio de 1931, ficando a viúva Etelvina e seus filhos Edison, Eurídice e José em situação de pobreza. Lívio Pereira da Silva, admirável companheiro de Basílio Peralva, providenciou emprego para o filho mais velho, Edison, de 15 anos, que cercou a família de todo carinho. Apesar de ser o mais novo dos filhos, Martins Peralva assumiu o comando da casa e procurou logo trabalhar para obter o pão de cada dia. Seu primeiro emprego foi de balconista, na padaria de Ephrem Fernandes Fontes, parente pelo lado materno; o segundo, como office-boy do cartório de Heráclito Araújo Barros, também parente pelo lado materno; o terceiro, na cidade do Rosário do Catete, como apontador na construção do Grupo Escolar Senador Leandro Maciel, passando oito meses longe da mãe e irmãos, com apenas 15 anos de idade; o quarto, como apontador na conservação de estradas de rodagens, responsável pelo trecho Aracaju-Socorro-São Cristóvão, tendo de percorrer diariamente, a pé, cerca de 80 quilômetros (ida e volta), saindo de casa às 6 horas da manhã e retornando à noite, em trabalho realmente penoso para um adolescente franzino. Penalizada com a situação do filho, a senhora Teté vendeu a pequena casa em que moravam e pôde comprar-lhe uma bicicleta, com a qual passou a fazer o longo percurso. Toda essa luta era um estímulo para o compenetrado garoto que, com a morte do pai, tomara a si a direção do lar. Terminadas as obras no interior, passou a trabalhar, ainda como apontador, na reconstrução do prédio do Tesouro do Estado de Sergipe, sob as ordens do Dr. Josué Batista, trabalhando depois como fiscal de construções, reformas e limpeza de casas. Posteriormente, fez concurso público para o cargo de escriturário da Prefeitura Municipal de Aracaju, tendo sido aprovado e nomeado. Depois, por merecimento, ocupou os cargos de oficial administrativo e assistente da Procuradoria da Fazenda Municipal, sob direção do bacharel Mário de Araújo Cabral. Tendo-se revelado funcionário exemplar e capaz, granjeou a simpatia e confiança dos prefeitos, sendo escolhido para secretário particular dos prefeitos Carlos Firpo e José Garcez. Até sua aposentadoria, motivada por doença pulmonar, permaneceu servindo a todos os prefeitos seguintes como oficial de gabinete. Em 4 de fevereiro de 1938, com 20 anos, verificou-se o falecimento de sua mãe, Dona Teté, sobrevindo novas dificuldades. Os irmãos dispersaram-se e Martins Peralva, já com emprego certo na Prefeitura, permaneceu em Aracaju, passando a morar em república de rapazes, seus companheiros de futebol, esporte pelo qual era apaixonado e no qual iria destacar-se. Ingressou no Paulistano F. C., chegando a ser convocado para a seleção de Sergipe. Todavia, por motivo de saúde, não chegou a disputar os jogos daquele ano, abandonando a prática do futebol em plena forma como center-half (médio volante). Sua paixão pelo futebol era tão grande
que, aos 25 anos, tendo assumido a presidência da União Espírita
Sergipana, não deixou de comparecer, aos domingos, ao Campo Adolpho
Rollemberg e ao Campo do Palestra (onde hoje está o “Batistão”), para
defender as cores do Em agosto de 1942, sem família em Aracaju e morando em república, casou-se com Jupira Silveira, com quem teve três filhos: Ieda, nascida em Aracaju; Basílio e Alcione, nascidos em Belo Horizonte, os quais lhe deram cinco netos e quatro bisnetos. Em 1949, indo ao Rio de Janeiro representar Sergipe na Festa Nacional do Livro Espírita promovida por valorosos companheiros, entre os quais Leopoldo Machado, Arthur Lins de Vasconcelos e Carlos Imbassahy, estendeu sua viagem, após o encontro, a Minas Gerais, objetivando conhecer e abraçar Chico Xavier, rever Virgílio Pedro de Almeida, discípulo de seu pai na área espírita, e visitar um irmão de seu pai, residente em Belo Horizonte: José Martins Peralva. Seu primeiro contato com Chico Xavier ocorreu na noite de 13 de maio de 1949, em reunião do Centro Espírita Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo, sob grande emoção espiritual. Desse encontro com Chico Xavier nasceu-lhe, espontaneamente, o desejo de transferir a residência para Belo Horizonte. Voltando a Aracaju, trocou ideias com seu médico, Dr. Lourival Bonfim, que o considerava como filho, sendo orientado a mudar-se para a Capital Mineira, tida na época como cidade de clima ideal para a cura de problemas pulmonares. Desfazendo-se da casa própria que tinha na Capital Sergipana, ele e a esposa Jupira partiram para Belo Horizonte, levando consigo a filha Ieda de 6 anos, desembarcando no aeroporto da Pampulha, em 4 de setembro de 1949, para fixarem residência definitiva na Capital Mineira. Seu primeiro contato com o meio espírita ocorreu na União Espírita Mineira, levado por Virgílio Pedro de Almeida, passando a trabalhar com Maria Philomena Aluotto Berutto (Dona Neném), Camilo Chaves, Bady Elias Cury, Oscar Coelho dos Santos, Raul Pompéia, José Alves Neto, Efigênio Salles Vitor, dentre outros. Simultaneamente, abraçou tarefas doutrinárias no Centro Espírita Célia Xavier, ao lado de Virgílio Almeida, Ederlindo Sá Roriz, Aderbal Nogueira Lima, José Pedro Xavier, Arnon Lopes Moreno e Antônio Rodrigues. Quando chegou a Belo Horizonte em setembro de 1949, a Mocidade Espírita “O Precursor”, contava apenas seis meses de existência. Integrando-se ao movimento moço, foi um dos mentores da Mocidade. Foram também mentores Bady Raimundo Curi, Raul Pompéia, Virgílio Almeida e Maria Philomena Berutto. Em 1964, depois de participar do Centro Espírita Célia Xavier durante 15 anos ininterruptos, fixou-se na União Espírita Mineira, exercendo os cargos de 1º Secretário e, posteriormente, os de Vice-Presidente, Secretário de O Espírita Mineiro, Diretor do Departamento de Doutrina e Divulgação e Diretor-Executivo do Conselho Federativo Espírita de Minas Gerais. Ingressou na carreira bancária em 1º de abril de 1950 (sua data natalícia), recebendo, como presente de aniversário do seu amigo Virgílio Pedro de Almeida, o primeiro emprego em Belo Horizonte, no Banco Financial da Produção S/A. Como bancário por 35 anos ininterruptos, atuou como gerente dos bancos Bancos Belo Horizonte, Irmãos Guimarães, União Comercial, Itaú e Progresso, aposentando-se em 1985, pelo INSS. Martins Peralva foi membro do Conselho Geral e Secretário do Abrigo Jesus, sócio-efetivo do Hospital Espírita André Luiz e 2º Secretário do Centro Espírita Luz, Amor e Caridade. Em Minas Gerais, escreveu cinco obras evangélico-doutrinárias de reconhecido valor: Estudando a Mediunidade, Estudando o Evangelho, O Pensamento de Emmanuel, Mediunidade e Evolução, editadas pela FEB, e Mensageiros do Bem, editada pela União Espírita Mineira. Em 1963, apresentou na XVI Concentração de Mocidades Espíritas do Brasil Central e de São Paulo o trabalho intitulado “O Comportamento do Jovem em face do Problema Sexual”, que teve grande repercussão na época, quando o tema era ainda um tabu no meio espírita. Participaram desse trabalho, com exposições e debates orais, o médico de Uberlândia Ismael Ferreira de Rezende (parte científica), o sociólogo de Goiânia Múcio Melo Álvares (parte social) e Martins Peralva (parte religiosa). Em 15 de julho de 2003, a devotada esposa Jupira desencarna em Belo Horizonte. Martins Peralva referia-se sempre à amada com muito carinho e gratidão, pois dizia que ela, ainda bem jovem, ajudou-o a enfrentar o problema de sua saúde, concordando em desfazerem-se da casa própria que possuíam em Aracaju, dedicando-se inteiramente ao seu tratamento na Capital Mineira. Nos últimos anos, por efeito de pertinaz enfermidade, Martins Peralva viveu em sua residência sob cuidados médicos e o carinho dos familiares, afastado das lides doutrinárias em que despontou como lídimo expoente do Espiritismo. Desencarnou às 21h30 do dia 3 de setembro de 2007, aos 89 anos. O sepultamento do seu corpo ocorreu no dia seguinte, às 14h, no Cemitério da Colina, em Belo Horizonte. Como escritor e jornalista de rara competência, ficou também conhecido pelos artigos espíritas que publicava no Jornal O Estado de Minas. Pertenceu à Associação Sergipana de Imprensa, era associado ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) e à Associação Brasileira de Jornalistas e Escritores Espíritas (Abrajee), hoje Associação Brasileira de Divulgadores do Espiritismo (Abrade).
Fontes: - Subsídios fornecidos por Basílio Silveira Peralva, filho do biografado; - Jornal “O Espírita Mineiro”, nº 293. (Copiado de https://www.uemmg.org.br/biografias/jose-martins-peralva) |
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Chico Xavier e Martins Peralva. Foto copiada de Vinha de Luz. |
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Praça Raul Soares. Belo Horizonte, MG. Foto Ismael Gobbo
José Martins Peralva desencarnou em Belo Horizonteem 03 de setembro de 2007. |
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Imagem: Internet
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Kardec e Napoleão |
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Busto de Allan Kardec Cemitério Père Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Irmão X Logo após o 18 Brumário (9 de novembro de 1799) quando Napoleão se fizera o Primeiro-Cônsul da República Francesa, reuniu-se, na noite de 31 de dezembro de 1799, no coração da latinidade, nas Esferas Superiores, grande assembleia de Espíritos sábios e benevolentes, para marcarem a entrada significativa do novo século. Antigas personalidades de Roma imperial, pontífices e guerreiros das Gálias, figuras notáveis da Espanha, ali se congregavam à espera do expressivo acontecimento. Legiões dos Césares, com os seus estandartes, falanges de batalhadores do mundo gaulês e grupos de pioneiros da evolução hispânica, associados a múltiplos representantes das Américas, guardavam linhas simbólicas de posição de destaque. Mas não somente os latinos se faziam representados no grande conclave. Gregos ilustres, lembrando as confabulações da Acrópole gloriosa, israelitas famosos, recordando o Templo de Jerusalém, deputações eslavas e germânicas, grandes vultos da Inglaterra, sábios chineses, filósofos hindus, teólogos budistas, sacrificadores das divindades olímpicas, renomados sacerdotes da Igreja Romana e continuadores de Maomé ali se mostravam, como em vasta convocação de forças da ciência e da cultura da Humanidade. No concerto das brilhantes delegações que aí formavam, com toda a sua fulguração representativa, surgiam Espíritos de velhos batalhadores do progresso que voltariam à liça carnal ou que a seguiriam, de perto, para o combate à ignorância e à miséria, na laboriosa preparação da nova era da fraternidade e da luz. No deslumbrante espetáculo da Espiritualidade Superior, com a refulgência de suas almas, achavam-se Sócrates, Platão, Aristóteles, Apolônio de Tiana, Orígenes, Hipócrates, Agostinho, Fénelon, Giordano Bruno, Tomás de Aquino, S. Luís de França, Vicente de Paulo, Joana D’Arc, Teresa d’Avila, Catarina de Siena, Bossuet, Spinoza, Erasmo, Milton, Cristóvão Colombo, Gutenberg, Galileu, Pascal, Swedenborg e Dante Alighieri, para mencionar apenas alguns heróis e paladinos da renovação terrestre; e, em plano menos brilhante, encontravam-se, no recinto maravilhoso, trabalhadores de ordem inferior, incluindo muitos dos ilustres guilhotinados da Revolução, quais Luiz XVI, Maria Antonieta, Robespierre, Danton, Madame Roland, André Chenier, Bailly, Camille Desmoulins e grandes vultos como Voltaire e Rousseau. Depois da palavra rápida de alguns orientadores eminentes, invisíveis clarins soaram na direção do plano carnal e, em breves instantes, do seio da noite, que velava o corpo ciclópico do mundo europeu, emergiu, sob a custódia de esclarecidos mensageiros, reduzido cortejo de sombras, que pareciam estranhas e vacilantes, confrontadas com as feéricas irradiações do palácio festivo. Era um grupo de almas, ainda encarnadas, que, constrangidas pela Organização Celeste, remontavam à vida espiritual, para a reafirmação de compromissos. À frente, vinha Napoleão, que centralizou o interesse de todos os circunstantes. Era bem o grande corso, com os seus trajes habituais e com o seu chapéu característico. Recebido por diversas figuras da Roma antiga, que se apressavam em oferecer-lhe apoio e auxílio, o vencedor de Rivoli ocupou radiosa poltrona que, de antemão, lhe fora preparada. Entre aqueles que o seguiam, na singular excursão, encontravam-se respeitáveis autoridades reencarnadas no Planeta, como Beethoven, Ampère, Fulton, Faraday, Goethe, João Dalton, Pestalozzi, Pio VII, além de muitos outros campeões da prosperidade e da independência do mundo. Acanhados no veículo espiritual que os prendia à carne terrestre, quase todos os recém-vindos banhavam-se em lágrimas de alegria e emoção. O Primeiro-Cônsul da França, porém, trazia os olhos enxutos, não obstante a extrema palidez que lhe cobria a face. Recebendo o louvor de várias legiões, limitava-se a responder com acenos discretos, quando os clarins ressoaram, de modo diverso, como se se pusessem a voar para os cimos, no rumo do imenso infinito... Imediatamente uma estrada de luz, à maneira de ponte levadiça, projetou-se do Céu, ligando-se ao castelo prodigioso, dando passagem a inúmeras estrelas resplendentes. Em alcançando o solo delicado, contudo, esses astros se transformavam em seres humanos, nimbados de claridade celestial. Dentre todos, no entanto, um deles avultava em superioridade e beleza. Tiara rutilante brilhava-lhe na cabeça, como que a aureolar-lhe de bênçãos o olhar magnânimo, cheio de atração e doçura. Na destra, guardava um cetro dourado, a recamar-se de sublimes cintilações... Musicistas invisíveis, através dos zéfiros que passavam apressados, prorromperam num cântico de hosanas, sem palavras articuladas. A multidão mostrou profunda reverência, ajoelhando-se muitos dos sábios e guerreiros, artistas e pensadores, enquanto todos os pendões dos vexilários arriavam, silenciosos, em sinal de respeito. Foi então que o grande corso se pôs em lágrimas e, levantando-se, avançou com dificuldade, na direção do mensageiro que trazia o báculo de ouro, postando-se, genuflexo, diante dele. O celeste emissário, sorrindo com naturalidade, ergueu-o, de pronto, e procurava abraçá-lo, quando o Céu pareceu abrir-se diante de todos, e uma voz enérgica e doce, forte como a ventania e veludosa como a ignorada melodia da fonte, exclamou para Napoleão, que parecia eletrizado de pavor e júbilo, ao mesmo tempo: – Irmão e amigo, ouve a Verdade, que te fala em meu espírito! Eis-te à frente do apóstolo da fé, que, sob a égide do Cristo, descerrará para a Terra atormentada um novo ciclo de conhecimento... César ontem, e hoje orientador, rende o culto de tua veneração, ante o pontífice da luz! Renova, perante o Evangelho, o compromisso de auxiliar-lhe a obra renascente!... Aqui se congregam conosco lidadores de todas as épocas. Patriotas de Roma e das Gálias, generais e soldados que te acompanharam nos conflitos da Farsália, de Tapso e de Munda, remanescentes das batalhas de Gergóvia e de Alésia aqui te surpreendem com simpatia e expectação... Antigamente, no trono absoluto, pretendias-te descendente dos deuses para dominar a Terra e aniquilar os inimigos... Agora, porém, o Supremo Senhor concedeu-te por berço uma ilha perdida no mar, para que te não esqueças da pequenez humana e determinou voltasses ao coração do povo que outrora humilhaste e escarneceste, a fim de que lhe garantas a missão gigantesca, junto da Humanidade, no século que vamos iniciar. Colocado pela Sabedoria Celeste na condição de timoneiro da ordem, no mar de sangue da Revolução, não olvides o mandato para o qual foste escolhido. Não acredites que as vitórias das quais foste investido para o Consulado devam ser atribuídas exclusivamente ao teu gênio militar e político. A Vontade do Senhor expressa-se nas circunstâncias da vida. Unge-te de coragem para governar sem ambição e reger sem ódio. Recorre à oração e à humildade para que te não arrojes aos precipícios da tirania e da violência!... Indicado para consolidar a paz e a segurança, necessárias ao êxito do abnegado apóstolo que descortinará a era nova, serás visitado pelas monstruosas tentações do poder. Não te fascines pela vaidade que buscará coroar-te a fronte... Lembra-te de que o sofrimento do povo francês, perseguido pelos flagelos da guerra civil, é o preço da liberdade humana que deves defender, até o sacrifício. Não te macules com a escravidão dos povos fracos e oprimidos e nem enlameies os teus compromissos com o exclusivismo e com a vingança!... Recorda que, obedecendo a injunções do pretérito, renasceste para garantir o ministério espiritual do discípulo de Jesus que regressa à experiência terrestre, e vale-te da oportunidade para santificar os excelsos princípios da bondade e do perdão, do serviço e da fraternidade do Cordeiro de Deus, que nos ouve em seu glorificado sólio de sabedoria e de amor! Se honrares as tuas promessas, terminarás a missão com o reconhecimento da posteridade e escalarás horizontes mais altos da vida, mas, se as tuas responsabilidades forem menosprezadas, sombrias aflições amontoar-se-ão sobre as tuas horas, que passarão a ser gemidos escuros em extenso deserto... Dentro do novo século, começaremos a preparação do terceiro milênio do Cristianismo na Terra. Novas concepções de liberdade surgirão para os homens, a Ciência erguer-se-á a indefiníveis culminâncias, as nações cultas abandonarão para sempre o cativeiro e o tráfico de criaturas livres, e a religião desatará os grilhões do pensamento que, até hoje, encarceram as melhores aspirações da alma no inferno sem perdão!... Confiamos, pois, ao teu espírito valoroso a governança política dos novos eventos e que o Senhor te abençoe!... Cânticos de alegria e esperança anunciaram nos céus a chegada do século XIX e, enquanto o Espírito da Verdade, seguido por várias coortes resplandecentes, voltava para o Alto, a inolvidável assembleia se dissolvia... O apóstolo que seria Allan Kardec, sustentando Napoleão nos braços, conchegou-o de encontro ao peito e acompanhou-o, bondosamente, até religá-lo ao corpo de carne, no próprio leito. Em 3 de outubro de 1804, o mensageiro da renovação renascia num abençoado lar de Lião, mas o Primeiro-Cônsul da República Francesa, assim que se viu desembaraçado da influência benéfica e protetora do Espírito de Allan Kardec e de seus cooperadores, que retomavam, pouco a pouco, a integração com a carne, confiantes e otimistas, engalanou-se com a púrpura do mando, e, embriagado de poder, proclamou-se Imperador, em 18 de maio de 1804, ordenando a Pio VII viesse coroá-lo em Paris. Napoleão,
contudo, convertendo celestes concessões em aventuras sanguinolentas, foi
apressadamente situado, por determinação do Alto, na solidão curativa de
Santa Helena, onde esperou a morte, enquanto Allan Kardec, apagando a própria
grandeza, na humildade de um mestre-escola, muita vez atormentado e
desiludido, como simples homem do povo, deu integral cumprimento à divina
missão que trazia à Terra, inaugurando a era espírita-cristã, que,
gradativamente, será considerada em todo os quadrantes do orbe como a sublime
renascença da luz para o mundo inteiro. Do livro Cartas e Crônicas, de Irmão X, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. (Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano5/230/correiomediunico.html) |
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O céu. Foto Ismael Gobbo |
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A Escola de Atenas em afresco de Rafael Sanzio. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sanzio_01.jpg |
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François Fénelon *. Óleo sobre tela por Joseph Vivien. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fran%C3%A7ois_de_Salignac_de_la_Mothe-F%C3%A9nelon.PNG
François Fénelon, pseudônimo de François de Salignac de La Mothe-Fénelon (6 de agosto de 1651 - 7 de janeiro de 1715), também conhecido como ''o Cisne de Cambrai'', foi um teólogo católico, poeta e escritor francês, cujas ideias liberais sobre política e educação, esbarravam contra o "statu quo" da Igreja e do Estado dessa época. Pertenceu à Academia Francesa de Letras. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_F%C3%A9nelon
O espírito Fénelon participou da obra da Codificação do Espiritismo através de mensagens que constam das obras básicas, dentre elas “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, assinado por Allan Kardec.
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Retrato de Maria Antonieta executado na Conciergerie alguns dias antes de sua execução na guilhotina. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Conciergerie
A Conciergerie é o vestígio principal do antigo Palácio da Cidade ou Palácio de la Cité, que foi residência e sede do poder real francês do século X ao século XIV e que se estendia sobre o local em que hoje está o Palácio de Justiça de Paris. Atualmente, o edifício estende-se pelo Cais do Relógio, sobre a Ilha de la Cité, no 1º arrondissement de Paris. Foi convertido em prisão do Estado em 1392, após o abandono do palácio por Carlos V e seus sucessores. Leia mais: |
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Napoleão I em costume de coroação. Óleo sobre tela de François Gérard Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Francois_Gerard_-_Napoleon_Ier_en_costume_du_Sacre.jpg
Napoleão Bonaparte (em francês: Napoléon Bonaparte; Ajaccio, 15 de agosto de 1769 – Santa Helena, 5 de maio de 1821) foi um líder político e militar durante os últimos estágios da Revolução Francesa. Adotando o nome de Napoleão I, foi Imperador dos Franceses[1] de 18 de maio de 1804 a 6 de abril de 1814, posição que voltou a ocupar por poucos meses em 1815 (20 de março a 22 de junho). Sua reforma legal, o Código Napoleônico, teve uma grande influência na legislação de vários países. Através das guerras napoleônicas, ele foi responsável por estabelecer a hegemonia francesa sobre maior parte da Europa. Leia mais: |
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A coroação de Napoleão. Óleo sobre tela de Jacques-Louis David Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Coroa%C3%A7%C3%A3o_de_Napole%C3%A3o |
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Kardec criança. Imagem desenvolvida em computador por Marisa Cajado (Guarujá, SP) a partir de imagens conhecidas de Kardec em idade mais avançada. |
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Johann Heinrich Pestalozzi mestre de Kardec em Yverdum Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Heinrich_Pestalozzi
Johann Heinrich Pestalozzi (Zurique, 12 de janeiro de 1746 — Brugg, 17 de fevereiro de 1827) foi um pedagogista suíço e educador pioneiro da reforma educacional. Leia mais: |
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard_Rivail2.jpg
Hippolyte Léon Denizard Rivail (francês: [ʁivɑj]; Lyon, 3 de outubro de 1804 — Paris, 31 de março de 1869) foi um influente educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec (francês: [kaʁdɛk]),[1] notabilizou-se como o codificador[nota 1] do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada.[2][3][4] Leia mais: |
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Turista orando no sempre florido túmulo de Allan Kardec. Cemitério Pére Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
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Sarcófago de Napoleão Bonaparte em Les Invalides, Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus e o precursor |
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Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X Psicografia Francisco Cândido Xavier FEB
Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias. Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais. O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso – é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos. Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –, trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino. Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios. Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel. Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!” Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”. No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria! Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso. As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças. * Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita. Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas. Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos? Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”. Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo. João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade. O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos. Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.
Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.
(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)
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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte: |
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Jesus aos doze anos encontrado entre os doutores do templo. James Tissot Fonte da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo. |
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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus abençoa João Batista no deserto. Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG |
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Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
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Amor Infinito Caminhos retos |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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