Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita

São Paulo, SP, quarta-feira, 09 de setembro de 2026.

Compiladas por Ismael Gobbo

 

 

 

Notas

1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento.

2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes  diversas via e-mail  e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec.  Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.

 

3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).

 


 

Atenção

Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:     

                                  

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Os últimos 5 emails enviados     

 

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08-09-2026  https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/08-09-2026.htm

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Publicação em sequência

Revista Espírita – Ano 9 - 1866

 

Sem título

 

 

(Copiado do site Febnet)

 

LEIA MATÉRIA SOBRE

NECROLÓGIO DO DR. CAILLEUX

REVISTA ESPÍRITA, MAIO DE 1866.

http://www.noticiasespiritas.com.br/2020/SETEMBRO/01-09-2020.htm

 

DR. CAILLEUX FOI PRESIDENTE DO

GRUPO ESPÍRITA DE MONTREUIL-SUR-MER, FRANÇA.

 

 

LEIA ARTIGO ATUAL  DE ÉTAPLES, FRANÇA, QUE CITA  O DR. JOSEPH CAILLEUX, COM ILUSTRAÇÃO, FALECIDO EM 1866 E OBJETO DA MATÉRIA DA REVISTA ESPÍRITA DE ALLAN KARDEC DA EDIÇÃO DE MAIO DE 1866.

https://etaples-sur-mer.fr/les-conseils-de-la-mediatheque-pour-bien-utiliser-son-temps-libre-13/

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2020/FEVEREIRO/15-02-2020_arquivos/image012.jpg

Montreuil-sur-mer. França.

Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Fichier:Montreuil-sur-mer_par_brion_de_la_tour_1792.jpg

 

 

Montreuil-sur-Mer ( pronunciação francesa: [mɔtʁœj syʁ mɛʁ] ; Oeste Flamengo : Monsterole ) é uma sub-prefeitura no Pas-de-Calais departamento no norte da França . Ele está localizado no rio Canche , não muito longe de Étaples . O mar, porém, está agora a alguma distância.

Leia mais:

https://en.wikipedia.org/wiki/Montreuil,_Pas-de-Calais

 

 

 

 

O MÉDICO DR. JOSEPH CAILLEUX FOI PRESIDENTE DO

GRUPO ESPÍRITA DE MONTREUIL-SUR-MER.

File:Albert Lechat , la place de l'église à Montreuil-sur-Mer 1907.JPG

Aquarela. Praça da igreja de Montreuil-sur-Mer. Musée Roger Rodière. Foto/autor: Mortier.Daniel

Copiado de:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Albert_Lechat_,_la_place_de_l%27%C3%A9glise_%C3%A0_Montreuil-sur-Mer_1907.JPG

File:Ernest Pernelle, Vieille rue de la ville basse à Montreuil-sur-Mer.JPG

Rua antiga da cidade baixa em Montreuil-sur-Mer. Foto/autor: Mortier.Daniel

Copiado de:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Ernest_Pernelle,_Vieille_rue_de_la_ville_basse_%C3%A0_Montreuil-sur-Mer.JPG

800px-Fritz_Thaulow_-_The_Mills_at_Montreuil-sur-Mer,_Normandy_-_84.136_-_Minneapolis_Institute_of_Arts

Os moinhos em Montreuil-sur-Mer. Óleo sobre tela de Fritz Thaulow

Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Fichier:Fritz_Thaulow_-_The_Mills_at_Montreuil-sur-Mer,_Normandy_-_84.136_-_Minneapolis_Institute_of_Arts.jpg

 

Veja mais informações e fotos de Montreuil-sur-Mer

https://suitcasesandsandcastles.com/things-to-do-in-montreuil-sur-mer/

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgbY92Fdk3X8P0EufF1zu4ubVK5UYxA4hHe1JDEL0J_-pMqqVitUFow5_YlBGVOXo9UY5hsN1cQHilrRsDglzGQKg2slzbvkl-iZgKqwHZKJKfoIfvIyMRKqHyxB_G44R5utdM4guoQorZF/

Placa em avenida de Lião, França, homenageando Allan Kardec.

Foto Ismael Gobbo

 

 

 

 A doce Mãe de Jesus

 

Dia 8 de setembro é o dia dedicado à padroeira da capital paranaense: Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

A origem dessa denominação remonta ao século 15, envolvendo um português que vivia na freguesia de Carnide, em Lisboa.

Ninguém sabe ao certo como acabou prisioneiro e escravo na África. O que narram as tradições é que ele era devoto de Maria Santíssima, a quem orava, diariamente.

Pero Martins passou a ter sonhos com a Mãe de Jesus, que lhe falava do seu retorno à liberdade, o que veio a acontecer.

Encontrando, em sua cidade natal, próximo a uma fonte, uma imagem, a identificou como sendo da celeste Mãe.

E porque vira uma luz misteriosa no local onde estava a estátua, deu-lhe o nome de Nossa Senhora da Luz.

Na capital do Paraná, Curitiba, o culto agregou uma denominação e surgiu Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

É verdadeiramente incrível quando se fala a respeito da Mãe de Jesus descobrir que ela tem mais de mil e cem títulos.

Vão desde Mãe Santíssima, Virgem Maria, Rainha do céu, Santa Maria, a denominações específicas dos lugares onde, dizem, ela teria aparecido.

Assim temos Nossa Senhora de La Salete, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora de Guadalupe.

Segundo a tradição e registrado por escritores, desde os primeiros séculos, o povo cristão honra a Maria de Nazaré.

Possivelmente, uma das primeiras denominações que recebeu foi a de Mãe Santíssima.

Isso porque, em Éfeso, onde foi morar com João Evangelista, atendia aos doentes de toda sorte. Foi ali que surgiu a expressão da boca de um atendido, em forma de gratidão: És nossa Mãe Santíssima.

Imaginemos como tantos daqueles que tinham saudades de Jesus a buscavam, para ouvi-la contar do Seu nascimento, Sua infância, Sua missão.

Que mulher teve missão maior? Ser a mãe do único ser perfeito que a Terra já recebeu: nosso Mestre e Senhor.

Registramos seu exemplo de mãe devotada que oferece o filho ao mundo, para que Ele cumpra a missão para a qual viera.

Ela conhecia as escrituras. Como terá se sobressaltado seu coração, tantas vezes, com as notícias que lhe chegavam, dos inimigos da Boa Nova.

Daqueles que afirmavam querer prendê-lO, daqueles que diziam que Ele não era mais do que um louco. Quantas dores terá suportado aquele coração materno.

Sem falar na dor terrível de assistir, durante seis horas, à agonia do filho amado, supliciado na cruz.

Nossa mãe, mãe de toda a humanidade. Jesus no-la ofereceu, em Suas derradeiras horas de vida.

Filho, eis aí a tua mãe.

Não importa como a denominemos. Seu maior título é ter sido Mãe de Jesus.

E sua misericórdia se estende a todo o rebanho do Seu filho.

*   *   *

Portanto, neste dia, mais do que nunca, oremos a esse Espírito de alta envergadura moral para que abençoe a esta Terra.

Terra dos pinhais. Terra do Brasil. Terra do mundo.

Que a doce Mãe de Jesus se apiade das mães sofredoras, das que perdem seus filhos para os vícios, para a criminalidade.

Que ela abençoe todos os que padecem. Também os que a louvamos, em canções, em poesias, em dramatizações.

Que ela ouça as nossas preces de gratidão, Senhora da Luz. Terna Mãe de Jesus.

Redação do Momento Espírita.
Em 8.9.2026

 

(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=6364&stat=0)

Português: Memorial a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, em Curitiba, Paraná, Brasil. Dedicada ao padre da cidade, é uma escultura em bronze de uma imagem de Santa Medina de 2,5m e pesando 650 quilos, sobre um pedestal cilíndrico de 10m de altura. O molde em gesso foi feito pela artista plástica Maria Inês Di Bella e o projeto em bronze executado pelo Fundo Adalberto Baso. Da imagem, como as torres da Catedral Basílica de Curitiba.

Data 2008. Fonte Trabalho próprio Autor Kiko Correia

 

 

Edificação do Reino

 

Pelo Espírito Emmanuel.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Vinha de Luz. Lição nº 177. Página 371.

 

"O Reino de Deus está no meio de vós." Jesus. Lucas, 17:21.

 

Nem na alegria excessiva que ensurdece.

Nem na tristeza demasiada que deprime.

Nem na ternura incondicional que prejudica.

Nem na severidade indiscriminada que destrói.

Nem na cegueira afetiva que jamais corrige.

Nem no rigor que resseca.

Nem no absurdo afirmativo que é dogma.

Nem no absurdo negativo que é vaidade.

Nem nas obras sem fé que se reduzem a pedra e pó.

Nem na fé sem obras que é estagnação da alma.

Nem no movimento sem ideal de elevação que é cansaço vazio.

Nem no ideal de elevação sem movimento que é ociosidade brilhante.

Nem cabeça excessivamente voltada para o firmamento com inteira despreocupação do valioso trabalho na Terra.

Nem pés definitivamente chumbados ao chão do Planeta com integral esquecimento dos apelos do Céu.

Nem exigência a todo instante.

Nem desculpa sem-fim.

O Reino Divino não será concretizado na Terra, através de atitudes extremistas.

O próprio Mestre asseverou-nos que a sublime realização está no meio de nós. A edificação do Reino Divino é obra de aprimoramento, de ordem, esforço e aplicação aos desígnios do Mestre, com bases no trabalho metódico e na harmonia necessária.

Não te prendas excessivamente às dificuldades do dia de ontem, nem te inquietes demasiado pelos prováveis obstáculos de amanhã.

Vive e age bem no dia de hoje, equilibra-te e vencerás.

 

(Recebido em email do pesquisador e  divulgador Antonio Sávio, Belo Horizonte, MG)

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2020/JANEIRO/10-01-2020_arquivos/image057.jpg

A morte de Sócrates. Óleo sobre tela Jacques-Louis David.

https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Morte_de_S%C3%B3crates

 

A Morte de Sócrates (em francêsLa Mort de Socrate) é uma pintura óleo sobre tela pelo francês Jacques-Louis David, executada em 1787. A pintura foca-se em um assunto clássico, tal qual muitos de seus trabalhos da mesma década, neste caso, a história da execução de Sócrates conforme contada por Platão no Fédon.[1][2] Nesta história, Sócrates foi acusado de corromper a juventude de Atenas e introduzir falsos deuses, e portanto foi condenado a morrer tomando cicuta. Sócrates usa sua morte como uma lição final para seus pupilos, ao invés de fugir quando a oportunidade surgiu, e encara a morte calmamente.[1] O Fédon retrata a morte de Sócrates, e é também o quarto e último diálogo de Platão a detalhar os dias finais do filósofo, que é também detalhada em EutífronApologia de Sócrates, e Críton.

https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Morte_de_S%C3%B3crates

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/JULHO/04-07-2018_arquivos/image021.jpg

Flevit super illam ( Ele chorou por isso ). Óleo sobre tela  de Enrique Simonet,  1892.

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Enrique_Simonet_-_Flevit_super_illam_1892.jpg

 

 

De acordo com o capítulo 19 do Evangelho de Lucas , quando Jesus se aproxima de Jerusalém , ele olha para a cidade e chora sobre ela ( Lucas 19:41 ) (um evento conhecido como Flevit super illam em língua latina ), predizendo o sofrimento que aguarda o povo. cidade. O evento aconteceu no Monte das Oliveiras , no fundo do Segundo Templo.

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Enrique_Simonet_-_Flevit_super_illam_1892.jpg

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/MAIO/11-05-2019_arquivos/image012.jpg

The Rose Garden. Hyde Park.  Londres, Reino Unido.Foto Matheus Gobbo.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWHPb7b_EV0EGcavsHdqnOk2hsaGBOAc3ciiy8YwI7mbByVZg3DmJKV237waXPgtAQoahlPKdnS51w4MIWM3jNGBvQATSExEQmlY2i8QnL17TSVZODudFYXG7E6RZn17_wU3I95CIEbZ_-/

Episódio bíblico da Multiplicação dos pães e dos peixes. Óleo sobre tela de Juan de Flandes.

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Juan_de_Flandes,_%27Multiplicaci%C3%B3n_de_los_panes_y_los_peces%27,_Palacio_Real_de_Madrid.png

 

 

 

Visão cristã espírita da Santíssima Trindade

Mistério criado por homens e não por Deus

 

Obra publicada no O TEMPO/COLUNAS

Belo Horizonte, MG

Obra de  

José Reis Chaves

 

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2012/JANEIRO/28-01-2011_arquivos/image033.jpg

José Reis Chaves

Foto de Ismael Gobbo

 

Primeiramente, digo que, a exemplo de vários escritores e jornalistas, passarei a usar também a letra E maiúscula para redigir a palavra “Espírito”.

 

Com todo o respeito que merece a doutrina da Santíssima Trindade, e apesar de esta coluna já ter falado muito sobre essa questão, volto a esse assunto, respondendo a perguntas. E digo que não foi à toa que seus teólogos falaram e falam que ela é um mistério de Deus. Mas afirmo que é mistério criado por eles. E vou falar também sobre os Espíritos.

Deus não ensina nada usando uma linguagem difícil, mas fácil. O problema é que a doutrina, como já dissemos, é mesmo confusa. E os islâmicos têm essa questão trinitária como sendo o maior obstáculo para eles se aproximarem do cristianismo. E isso não seria um dos principais motivos para os teólogos cristãos apressarem a revisão de uma de suas doutrinas, quando muitos deles reconhecem que tal revisão é mesmo necessária?

Antes da instituição da doutrina da Santíssima Trindade no século IV, ou, mais precisamente, quando foi criado, oficialmente, o Espírito Santo no Primeiro Concílio Ecumênico de Constantinopla, em 381, já existiam no cristianismo os contatos com as almas ou Espíritos dos chamados mortos, na verdade, muito vivos, pois os Espíritos são imortais, sendo mortos apenas seus corpos, que estão voltando ao seu pó original no cemitério. O que até deu origem à conhecida afirmação bíblica “Tu és pó e ao pó voltarás” (Gênesis 3:19), celebrada nas conhecidas cerimônias católicas das Quartas-feiras de Cinzas, depois do Carnaval.

São João Evangelista, com a sua respeitada autoridade, nos ensina como devemos lidar com os Espíritos. Segundo ele, devemos examiná-los para sabermos se são bons, isto é, já bem evoluídos e que dizem, pois, verdades; e não darmos crédito a qualquer Espírito (Primeira Carta de João 4:1; e Números 11:26-29). 

E João acrescenta que, por causa dos Espíritos que não dizem verdades, o mundo já estava cheio de falsas profecias, numa demonstração clara de que as falsas profecias vêm mesmo dos espíritos maus, ou seja, ainda atrasados, enquanto as verdadeiras vêm de bons Espíritos, isto é, já bem evoluídos, mas não do próprio Deus, como os próprios autores da Bíblia assim pensavam, bem como todos os povos cristãos e judeus, o que ainda acontece muito até hoje.

Mais um detalhe: geralmente, os bons Espíritos são já bem velhos. No entanto, para chegarem a ser anjos, ainda vão ter que evoluir por muitas eternidades. E, para os espíritas, o Espírito Santo representa todo Espírito manifestante.

 

Com este colunista, professor de português e literatura aposentado, “O Espiritismo na Bíblia”, na TV Mundo Maior, e palestras e entrevistas em TVs (YouTube e Facebook). Seus livros estão também na Amazon, inclusive, os em inglês, e a tradução da Bíblia (Novo Testamento). Contatos: [email protected] e [email protected]

 

 

Obra recebida de José Reis Chaves

Copiado de:

https://www.otempo.com.br/opiniao/jose-reis-chaves/2026/9/7/visao-crista-espirita-da-santissima-trindade)

https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/JUNHO/27-06-2026_arquivos/image020.jpg

Artista Pieter de Grebber (cerca de 1600–1652/1653) wikidata:Q512817 Editar isto no Wikidata imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título Holandês: God nodigt Christus uit plaats te nemen aan zijn rechterhand Editar isto no Wikidata Deus convidando Cristo para sentar-se no trono à sua direita Tipo de objeto pintura Editar isto no Wikidata Gênero arte religiosa Editar isto no Wikidata Data 1645 Editar isto no Wikidata Técnica óleo sobre tela e sobre painel de álamo Editar isto no Wikidata Dimensões altura: 115 cm (45,2 pol.) Editar isto no Wikidata; largura: 133 cm (52,3 pol.) Edite isto no Wikidata Coleção Wikidata do Museu Catharijneconvent:Q1954426 Museu Bisschoppelijk Haarlem wikidata:Q61942636. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:De_Grebber-God_Inviting_Christ_to_Sit_on_the_Throne_at_His_Right_Hand.jpg

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEjKhFxVHebYp4HzknhFgRQWyC7o3CXruSn88fwhwRZsPpWI8RYeG6lYPAP7HgEIyLvHjkicPn0unc9GmDuK1sGqcw8UeDD4yAy_ga5hlMXMbN0Ymg22RuFGxngJcQOa21gjJ-PxSiF_yq-5Fx63iv26LtQLpPPH-mJQ-EtCcnrbMvtqdDOAxYSJV_Zcmg

Jesus falando com Nicodemos. Obra de William Brassey

Imagem/fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Nicodemus#/media/File:William_Brassey_Hole_Nicodemus.jpg

 

No diálogo de Jesus com Nicodemos falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8).

A Doutrina Espírita aprofundou o estudo da  reencarnação que Jesus mencionou para Nicodemos. 

 

 

 

Palestra virtual e presencial sobre egoísmo em Tocantins

 

O Centro Espírita Bezerra de Menezes, de Dianópolis (Tocantins), promoveu palestra virtual com Antonio Cesar Perri de Carvalho (São Paulo) sobre o tema “o egoísmo”, com base no Capítulo XI de “O Evangelho segundo o Espiritismo”.

A reunião na noite do dia 03 de setembro foi híbrida, sendo acompanhada presencialmente por frequentadores desse Centro de Dianópolis, acompanhando por uma tela montada.

Foi por Igo Mamede e Maria Rocha.

Acesse pelo link:

https://drive.google.com/file/d/1Pi3H-sVN6YuAxw30Rb604XtFVz9_sxi0/view?usp=drivesdk

 

 

(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX)

 

 

Benedita – “dama da caridade” – em nova e ampliada edição

 

O livro “Benedita Fernandes. A dama da caridade” está chegando em nova edição ampliada e atualizada. Contempla registros de momentos mais recentes e muito ricos de divulgação da obra de Benedita Fernandes e repercussões desta biografia: exposições, enredo premiado de Escola de Samba, música, poema, o filme fundamentado neste livro: “Benedita: uma heroína invisível. O legado da superação”, a web-TV Estação Dama da Caridade Benedita Fernandes, pinturas inspiradas na obra de Benedita, livro psicográfico com textos de sua autoria espiritual.

Trata-se de uma quarta edição, agora pelo Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo (CCDPE) e que será apresentada presencialmente em evento na sua sede em São Paulo, na manhã do dia 20 de setembro, domingo.

Essa obra de Antonio Cesar Perri de Carvalho teve uma primeira edição em 1982, com várias reimpressões, pela Uniao Municipal Espírita de Araçatuba, seguiram-se edições em 1987 pela RADHU (São Paulo) e em 2017 pela Cocriação (Araçatuba).

(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX)

 

 

Aliança Espírita Varas da Videira

Araçatuba, SP

 

 

 

 

 

(Recebido em email de Adriana Leite)

 

 

Vibração para os doentes

Aliança Espírita Varas da Videira

 

(Recebido em email de Adriana Leite)

 

 

Aliança Espírita Varas da Videira

Araçatuba, SP

 

 

 

(Recebido em email de Adriana Leite)

 

 

 

 

 

 

 

 

POST para compartilhar nas redes sociais.

Estimada(o) amiga(o).

Eis o POST de hoje (com ilustração) que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:

 

Para ler e meditar:

OS PERFEITOS CICLOS DA VIDA

(Cínthia Cortegoso)

A vida acontece em ciclos, e não em linhas retas a perder de vista. A cura também acontece em ciclos. Tudo, de alguma forma, está interligado. Há muita impaciência e ignorância (esta utilizada realmente como falta de conhecimento) quanto ao sábio andamento e normalmente nos queixamos de que a realização do “nosso desejo” está muito demorada.

Para acessar, clique em:  https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/09/os-perfeitos-ciclos-da-vida-cinthia.html

HOMO ECONOMICUS X HOMO SPIRITUALIS: DE QUEM PRECISAMOS MAIS?

(Anselmo Ferreira Vasconcelos)

É inegável que enfrentamos uma crise civilizatória de grandes proporções. Agravada, em boa medida, pela atuação do homo economicus, ela se torna ainda mais preocupante quando constatamos que dispomos de recursos suficientes para construir uma sociedade voltada ao bem-estar coletivo, mas, deliberadamente, não o fazemos.

Para acessar, clique em:  https://www.oconsolador.com.br/ano20/990/especial.html

 

 

Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e ótima semana.


Astolfo O. de Oliveira Filho

Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden

86701-865 - Arapongas, PR

 

(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

Correio Espírita - Jornal de setembro de 2026

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https://i.nitro.news/zimg/61f86d3414fd8f71b99eae3daac829c5/30eb544754eb26e79c1a570bc3b6b942.jpg

 

Jornal Correio Espírita de setembro de 2026

 

Olá

 

Destaques:

- Jesus, o amado Mestre da humanidade;

- Jogos de apostas destroem vidas e comprometem almas;

- Não seja solitário, seja solidário;

- Sobre o suicídio e o valor da vida;

- Ansiedade: o alerta silencioso do nosso tempo;

- Quando a justiça vira vingança;

- Nosso lar 3 - Vida eterna

Tudo isso e muito mais no Correio Espírita.

www.correioespirita.org.br

Assinaturas on-line, leia pelo site por apenas R$ 30,00 anuais.

 

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POST referente ao Blog de domingo (para divulgar)

 

 

 

Estimada(o) amiga(o).

Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:

 


QUEM FOI DANIEL DUNGLAS HOME?

(Astolfo O. de Oliveira Filho)

A pedido de uma leitora, lembramos neste texto alguns aspectos da vida e das faculdades mediúnicas de Daniel Dunglas Home, considerado, com inteira razão, um dos maiores médiuns de efeitos físicos da história do Espiritismo.

Nascido em Currie, perto de Edimburgo, na Escócia, em 15 de março de 1833, Home desencarnou em junho de 1886, aos 53 anos [...]

Leia na íntegra clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/09/quem-foi-daniel-dunglas-home-astolfo-o.html   

 

Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo domingo.

 

Astolfo O. de Oliveira Filho

Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden

86701-865 - Arapongas, PR

 

 

 

 

 

 

 

(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

Humberto de Campos: de Parnaíba para a notoriedade

 

Antonio Cesar Perri de Carvalho

Um dos mais conhecidos escritores brasileiros, Humberto de Campos Veras, nasceu em Miritiba – hoje Humberto de Campos - no Maranhão, aos 25 de outubro de 1886; desencarnou no Rio de Janeiro em 05/12/1934.

Na então Capital da República, Humberto de Campos tornou-se famoso como brilhante jornalista e cronista; suas páginas foram "colunas" em todos os jornais importantes do País. Dedicou-se inteiramente à arte de escrever. Ingressou na Academia Brasileira de Letras em 1919.Exerceu o mandato de deputado federal pelo seu Estado natal, tendo seus mandatos sucessivamente renovados até ser cassado com a Revolução de 1930.

            Escritor extremamente popular por atender a perguntas de missivistas e visitantes. Fez-se amado por todo o Brasil, especialmente na Bahia e São Paulo. Adotou vários pseudônimos, como o Conselheiro XX, que depois veio a ser adaptado para os livros espíritas, como Irmão X. Quando adoeceu, modificou completamente o estilo literário.

            A obra O menino livre de Miritiba. Humberto de Campos1, oferece excelente oportunidade para se conhecer o escritor Humberto de Campos, com base em seus livros como encarnado e como espírito pela psicografia de Chico Xavier, e ainda com lances sobre sua vida desde a infância. O autor Cláudio Bueno da Silva focaliza momentos da vida de Humberto de Campos e relaciona suas obras como encarnado com as escritas pela psicografia de Chico Xavier.

Cláudio Bueno da Silva destaca que Humberto de Campos sempre focalizou a questão da morte: “Eu sou, ordinariamente, um homem que tem medo da morte” e o dilema “a certeza de que os outros aqui ficam e o morto não sabe para onde vai”. Num crônica sobre Finados, anotou: “Parece que a Morte, neste momento, se acha confundida com a Vida”. De outra feita, registrou o medo de “ter a sua memória enterrada com seu corpo”, e, ainda “espiando a morte, conhecer o engano da vida”.1

O autor citado não considera Humberto de Campos um materialista clássico: “se dizia cético, é curiosa a sua insistência em tratar dos assuntos transcendentais, místicos, religiosos, cuidando da vida e da morte. [...] usava a ironia para disfarçar certo interesse recôndito. [...] O ceticismo em Humberto de Campos talvez não tivesse raízes tão profundas”. O autor destaca que as crônicas do livro Sombras que sofrem, publicado no ano da desencarnação de Humberto de Campos, em 1934, mostram este último “preocupado em ajudar o próximo com as melhores ‘armas’ de que dispunha e que manejava muito bem: as palavras e as ideias”.1

Com frequência, o escritor maranhense fazia referência a textos bíblicos e casos relacionados com a Judeia. Escreve crônicas em forma de parábolas, com fundo moral e instrutivo e enaltece a caridade. Em Mealheiro de Agripa adverte: “Homens ricos e poderosos que vos banqueteais sobre miséria de Lázaro, escutai, se tendes ouvidos, a palavra dos profetas”. Em Notas de um diarista, comenta versículos de Mateus (19, 16-24): “Bom Mestre, que boas obras devo praticar para conseguir a vida eterna?”1

            Fato interessante é queHumberto de Campos era amigo pessoal - de fazer visitas constantes -, do romancista Coelho Neto, maranhense e membro da Academia Brasileira de Letras. Soube que seu amigo quando se encontrava abatido era tratado, enquanto dormia, pela esposa e por uma doméstica que o “defumava com ervas prestigiosas”. Coelho Neto veio a se convencer do Espiritismo após um fato inusitado em que teve a certeza da sobrevivência espiritual de sua filha.

            Passadas mais de nove décadas da desencarnação, a notoriedade de Humberto de Campos aumentou com as obras “do lado de ”.

            Após o lançamento das primeiras obras assinadas por Humberto de Campos surgiu o rumoroso processo movido por seus familiares, reclamando direitos autorais, em 1944. Chico Xavier e a FEB ganharam a causa no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O assunto ganhou destaque na imprensa leiga da época e transformou-se no tema do livro A psicografia ante os Tribunais, de Miguel Timponi, editado pela FEB. Em função disso que passou a adotar o pseudônimo Irmão X.

            Algumas preocupações e focos desenvolvidos em textos pelo escritor Humberto de Campos são identificáveis e são ampliados nas obras psicografadas por Chico Xavier.

Como espírito escreveu diversas obras pela psicografia do médium Chico Xavier, doze publicadas pela FEB (entre 1937 e 1969): Crônicas de além-túmulo; Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho; Novas mensagens; Boa nova; Reportagens de além túmulo; Lázaro redivivo; Luz acima; Pontos e contos; Contos e apólogos; Contos desta e doutra vida; Cartas e crônicas; Estante da vida;pela Editora CEU: Relatos da vida (1988), e, pela Editora Boa Nova: Histórias e anotações (2010).

            Sempre admirador do notável literato, ficamos sensibilizados pelas repercussões de sua obra, depois de nossas continuadas visitas à cidade de Parnaíba (Piauí), onde há vários familiares pelo lado paterno. Na cidade, na rua com o nome dele, existe a casa onde ele residiu a partir de 1894, com sua genitora viúva dona Ana. Aliviveu alguns anos de sua meninice e plantou um cajueiro, muito citado em seus livros como encarnado.  O cajueiro, mais que centenário, originou um logradouro público e passou a ser um monumento vivo da cidade.

            Na sede da Academia Parnaibana de Letras, há o Memorial Humberto de Camposque contém vários materiais do escritor: fardão como membro da Academia Brasileira de Letras; máquina de datilografia, bengalas de final de vida, textos originais, livros originais, fotos e caricaturas, e, jornais de época do Rio de Janeiro.2

Em livro que ofertamos àquela comunidade em 2018, Os frutos do cajueiro. Ações espíritas em Parnaíba3, adotamoscomo símbolo os frutos do cajueiro, relacionando com o movimento espírita de Parnaíba, com marcantes obras sociais, e, em função de visitas, reunimos textos de nossas palestras e entrevistas em eventos espíritas em Parnaíba, pois sempre enfatizamos a repercussão de suas obras espirituais, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier; destacamos um retrato de Humberto de Campos com carinhosa dedicatória de sua genitora, Ana de Campos Veras, que ainda vivia naquela cidadeem 1938, endereçada a Chico Xavier – “dedicado intérprete espiritual de meu saudoso Humberto”.

            As obras de Humberto de Campos – de cá e de – merecem estudos em nossos dias!

Referências:

1.      Silva, Cláudio Bueno. O menino livre de Miritiba. Humberto de Campos. 1.ed. Araras: IDE. 2018. 319p.

2.      Entrevista na Academia Parnaibana de Letras. Acesso em 02/09/2026: https://youtu.be/Q00ddJ00AtE?is=t3v_hEfX4msJK_ZL

3.      Carvalho, Antonio Cesar Perri. Os frutos do cajueiro. Ações espíritas em Parnaíba.Parnaíba: Ed. Centro Espírita Caridade e Fé. 2018. 94p.

DE:

https://grupochicoxavier.com.br/humberto-de-campos-de-parnaiba-para-a-notoriedade/

 

Parnaíba Casa e Memorial Humberto de Campos

Capa Os frutos do Cajueiro

 

(Recebido de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX)

 

 

*** POST referente ao Blog (para divulgar hoje)


 

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7 DE SETEMBRO

Desde cedo aprendemos na escola que foi num dia como hoje, 7 de Setembro, que o Brasil se tornou independente de Portugal.

Teriam os benfeitores espirituais participado, numa ação invisível aos nossos olhos, dos eventos que levaram à independência do nosso país? [...]

Leia na íntegra clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/09/7-de-setembro-desde-cedo-aprendemos-na.html 

 

Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.

 

Astolfo O. de Oliveira Filho

Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden

86701-865 - Arapongas, PR

 

 

 

(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

APES : Programme activités spirites SEPTEMBRE 2026

APES: Programa de Atividades Espíritas - Setembro de 2026

Cher Madame, Cher Monsieur,

Le Centre Spirite APES, est une partie intégrante et statutaire de l'Association Parisienne d'Etudes Spirites - APES, se situant dans les orientations d'Allan Kardec inscrites dans ses œuvres, et qui forment le "corpus" de la Doctrine Spirite, a pour mission, d'une part étudier et diffuser ces orientations, et d'autre part, mettre en pratique cette étude pour apporter de l'Assistance Spirituelle à tous ceux qui la demandent par l'accueil fraternelle, la prière, la passe spirite, la fluidification d'eau, réunions d'études spirites, les séances médiumniques, etc ...

Ces pratiques spirites sont réalisées sous l'orientation de l'Esprit guide du Centre Spirite APES et selon l'éthique spirite : de l'écoute, de la bonne volonté, de la gratuité, sans aucun jugement, avec amour et respect de l'autre.

Fidèles à notre engagement d’approfondir ensemble de ces enseignements du Spiritisme dans un esprit sérieux, de réflexion et de fraternité, nous avons le plaisir de vous inviter aux Réunions Publiques d'Etude et d'Assistance Spirituelle (RPEAS).

Ces réunions se réalisent en distanciel, via plateforme ZOOM WORKPLACE, une fois par semaine en alternance :

·  une semaine le samedi après-midi de 15h à 17h,

·  la semaine suivante le vendredi soir de 20h à 22h,

·  ainsi de suite...

Nous espérons que cette organisation permettra à chacun de continuer à s’instruire, à échanger et à progresser dans la compréhension les principes, les concepts et l'éthique spirite, dans un climat de respect et d’élévation morale.

 

Veuillez trouver le programme de nos activités spirites de SEPTEMBRE 2026 en pièce jointe et sur http://www.apes-asso.fr

 

Pour assister à nos Réunions Publiques d'Etudes et d'Assistance Spirituelle (RPEAS) merci de prendre connaissance des modalités de participation ci-jointe.


Nous vous remercions pour votre fidélité et votre soutien, et nous nous réjouissons de vous retrouver prochainement lors de ces prochaines réunions hebdomadaires d’étude spirite.

 

Fraternellement,

 

Anita BECQUEREL

Présidente de l'APES

 

A.P.E.S. - Association Parisienne d'Etudes Spirites - Association loi 1901

Spiritisme : Construire aujourd'hui l'Homme de demain

> Réunions publiques hebdomadaires en distanciel (accès libre et gratuit) : un vendredi ou un samedi sur deux, alternativement (sauf jours fériés)

> Plus d'informations sur notre site internet http://www.apes-asso.fr ou par téléphone 07 82 09 71 58 ou par mail [email protected]

 

TRADUZIDO AO PORTUGUÊS POR GOOGLE

 

 

Prezada Senhora, Prezado Senhor,

 

O Centro Espírita APES é parte integrante e estatutária da Associação Parisiense de Estudos Espíritas (APES). Fundamentado nos ensinamentos de Allan Kardec, expressos em suas obras, que constituem o núcleo da doutrina espírita, sua missão é dupla: em primeiro lugar, estudar e disseminar esses ensinamentos e, em segundo lugar, colocar esse estudo em prática, oferecendo assistência espiritual a todos que a solicitam, por meio de um ambiente acolhedor, oração, orientação espírita, purificação da água, encontros de estudo espírita, sessões de mediunidade e muito mais.

 

Essas práticas espíritas são realizadas sob a orientação do Espírito do Centro Espírita APES e de acordo com a ética espírita: escuta, benevolência, generosidade, ausência de julgamento e amor e respeito ao próximo.

 

Fiéis ao nosso compromisso de explorar juntos os ensinamentos do Espiritismo em um espírito de seriedade, reflexão e comunhão, temos o prazer de convidá-los para nossos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS).

 

Estas reuniões são realizadas online, através da plataforma ZOOM WORKPLACE, uma vez por semana, em horários alternados:

• uma semana aos sábados à tarde, das 15h às 17h,

• na semana seguinte às sextas-feiras à noite, das 20h às 22h,

• e assim por diante...

Esperamos que este formato permita a todos continuar aprendendo, compartilhando e aprofundando sua compreensão dos princípios, conceitos e ética espírita, em uma atmosfera de respeito e elevação moral.

 

Segue em anexo a programação de nossas atividades espíritas para setembro de 2026, disponível em http://www.apes-asso.fr

 

Para participar de nossas Reuniões Públicas de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS), consulte as diretrizes de participação em anexo.

 

Agradecemos seu apoio e lealdade contínuos e esperamos vê-lo(a) em breve nestas próximas reuniões semanais de estudo espírita.

 

Fraternalmente,

 

Anita Becquerel

Presidente da APES

 

A.P.E.S. - Associação Parisiense de Estudos Espíritas - Organização sem fins lucrativos (sob a lei francesa de 1901)

Espiritismo: Construindo o Humano do Amanhã Hoje

> Encontros públicos online semanais (acesso livre e gratuito): em sextas-feiras ou sábados alternados (exceto feriados)

> Mais informações em nosso site http://www.apes-asso.fr ou pelo telefone +33 7 82 09 71 58 ou pelo e-mail [email protected]

 

 

 

 

 

 

 

 

(Recebido em email de Association Parisienne d'Etudes Spirites [[email protected]])

 

 

Palestra na Sede da C.E. Maria Benta

Jabaquara, São Paulo, capital

 

(Copiado de Amigos da Maria Benta)

 

 

Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha

Portugal

 

Exmos Senhores OCS, 


As nossas mais cordiais saudações. 

1 - O Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, vai levar a cabo uma conferência espírita  subordinada ao tema  "Espiritismo não é religião" que será proferida por José Lucas, no dia 11 de Setembro de 2026, 6ª feira, às 21h00.
Posteriormente, teremos a Fluidoterapia (passe espírita) e o atendimento em privado.

2 - Encontram-se abertas as inscrições (no CCE, no seu site e facebook) para o novo Curso de   Espiritismo bem como para a educação espírita infanto-juvenil a começarem em 26 de Setembro de 2026.

3 - Todas as palestras são colocadas no Youtube do CCE em http://bit.ly/29VcVMV e todas as    actividades são livres e gratuitas.

 


Cordialmente,

 

      CCE 

 


Tel: 938 466 898; 966 377 204;

www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha

www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/

 

 

 

 

(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]])

 

 

[1008-JornalMundoMaior] ASSUNTO DE LEI.

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ASSUNTO DE LEI.

Nunca prejudicarás a alguém sem prejudicar-te.

 

Nunca beneficiarás a essa ou aquela pessoa sem beneficiar a ti mesmo.

 

Através de nossas ações, sobre os outros, traçamos o próprio caminho.

 

Os companheiros de nossa estrada são fragmentos de que se nos constituirá o próprio futuro.

 

Esses apontamentos pertencem à Lei.

 

O remorso é um lampejo de Deus sobre o complexo de culpa que se expressa por enfermidade da consciência.

 

O sofrimento é a terapia de Deus destinada a erradicá-la.

No livro:- PRONTO SOCORRO/Emmanuel-Chico Xavier.

Magali Inês Brum - Colaboradora.

 

Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale (   )apagar meu endereço.   

 

 

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(Recebido em email de

[email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]])

 

 

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O ACASO NÃO EXISTE; A VIDA É CAUSAL, NÃO CASUAL

No Especial da edição 122, de 30 de agosto de 2009, da revista O Consolador, Angélica Reis esclarece por que o chamado acaso — assim como a sorte e o azar — não existe. Para acessar o artigo clique em https://www.oconsolador.com.br/ano3/122/especial.html

O vídeo que abre este texto apresenta, em poucos minutos, um resumo das ideias desenvolvidas no artigo. Tanto o vídeo quanto o podcast sobre o tema foram produzidos com o auxílio da inteligência artificial.

Leia na íntegra clicando em https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/09/o-acaso-nao-existe-vida-e-causal-nao.html

 

 

Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.

 

Astolfo O. de Oliveira Filho

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(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

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QUESTÕES DE LÍNGUA PORTUGUESA

(Astolfo O. de Oliveira Filho)

Com a forma verbal “seja” há duas expressões parecidas que, no entanto, apresentam um pormenor interessante: uma - ou seja - mantém sempre a forma; é, pois, invariável. A outra - qual seja - é variável. [...]

Para ler na íntegra clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/09/com-forma-verbal-seja-ha-duas.html

 

   

Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.

 

Astolfo O. de Oliveira Filho

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(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Setembro/2026

 

 

(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]])

 

 

 Jornal Momento Espírita - EDIÇÃO DE SETEMBRO

Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo:

 

CLIQUE AQUI:

https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Jornal-Momento-Esp-set-26_compressed.pdf

 

 

 

 

(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]] Bauru, SP)

 

 

POST para compartilhar nas redes sociais.

 

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Mensagens para ler e meditar nesta 5ª feira:

PAZ DE ESPÍRITO

(Emmanuel, autor espiritual)

Temos hoje, em toda parte da Terra, um problema essencial a resolver, a aquisição da paz de espírito, em que se desenvolvem todas as raízes da solução dos demais problemas que sitiam a alma. Que diretrizes, porém, adotar na obtenção de semelhante conquista? [...]

DEVER E REENCARNAÇÃO

(Cornélio Piresautor espiritual)

João vai nascer... Mas nas culpas,

Que lhe amargam na lembrança,

Roga um problema nervoso

Que lhe guarde a temperança [...]

Para ler ambas as mensagens na íntegra, clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/

 

Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e ótima semana.


Astolfo O. de Oliveira Filho

Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden

86701-865 - Arapongas, PR

 

 

(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

Palestras Nosso Lar setembro 2026

São Paulo, capital

Olá Ismael, paz e saúde!

Segue em anexo a programação do Departamento de Cultura Espírita da Instituição Beneficente Nosso Lar para o mês de setembro de 2026.

Muita paz a todos.

Abraço fraterno,
Clodoaldo de Lima Leite Presidente voluntário da IBNL 

 

"Eis que Deus te abençoa a cada instante, no ar que respiras, no pão que te nutre, no remédio que refaz, na palavra que anima, no socorro que alivia, na palavra que consola."

Emmanuel, livro Coragem, espíritos diversos, por Chico Xavier

 

 

 

 

 

(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]])

  

 

*** POST referente ao Jornal O IMORTAL (para divulgar hoje)

 

Estimada(o) amiga(o).

Eis o POST (com ilustração) relativo ao Jornal O IMORTAL de setembro de 2026, que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza: 

 

Está disponível na internet o jornal O IMORTAL de setembro, que traz como destaque uma entrevista com a jornalista Luci Aparecida Miranda, especialista em Jornalismo Digital e Mídias Sociais, radicada em Bragança Paulista-SP, onde colabora nos trabalhos da Casa da Bênção.

Outro destaque é uma reportagem sobre a inserção do jovem nos setores da casa espírita, de autoria de Stella Segatti, da equipe de coordenação da assistência social do Grupo Espírita Paulista (GEP), instituído para promover a união, o diálogo e o fortalecimento do movimento espírita.

Para acessar, clique em https://www.jornaloimortal.com.br/Home

 

Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e uma ótima semana.

Astolfo O. de Oliveira Filho

Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden

86701-865 - Arapongas, PR

 

 

 

(Recebido em email  de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

Entre a justiça humana e a justiça divina, e outros destaques da RIE de setembro

 

 

ACESSE AQUI:

https://www.facebook.com/casaeditoraoclarim/?locale=pt_BR

 

 

 

III Encontro Espírita das Águas

Caxambu, MG



(Recebido em email de Domingos B. Rodrigues [[email protected]])

 

 

Resultados Parciais – PNE 2026

Resultados Parciais – PNE 2026

Mais moderna, novo portal!

Novas questões interessantes e instigantes. Participe!

Para refletir, esclarecer e agir

Participação atual de 18 estados.

https://pesquisa.portalkardec.org.br/B43605E6

 


 

 

Ivan Franzolim

WhatsApp: 55 (11) 98156-0030

[email protected]

http://franzolim.blogspot.com.br/

 

 

(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]])

 

 

Jornada da AME-SP debate o papel da espiritualidade

na medicina contemporânea

Interface gráfica do usuário, Aplicativo, Site

Descrição gerada automaticamente

 

Da evidência à prática: jornada da AME-SP debate o papel da espiritualidade na medicina contemporânea

 

Evento acontece em setembro, na nova sede da AME-Brasil, na capital paulista, e reunirá profissionais da Saúde, pesquisadores e estudantes para discutir experiências espirituais, neurociência, saúde mental e cuidado integral

 

São Paulo, 10 de junho de 2026 – A nova sede da AME Brasilserá palco, em 19 e 20 de setembro, da 14ª Jornada da AME-SP, evento que deve reunir médicos, psicólogos, enfermeiros e profissionais da Saúde para discutir o papel da espiritualidade na prática clínica contemporânea. No mesmo espaço e em conjunto ao evento acontece o 14º CondAME(Congresso Nacional do Departamento Acadêmico da AME-Brasil). Com o tema “A Dimensão Espiritual da Medicina – da Evidência à Prática”, ambos os encontrosserão uma preparação para o próximo Mednesp 2027, que acontece no ano que vem, no feriado do Corpus Christi, em Recife (PE), com promoção da AME-Brasil.

Com 200 vagas para a Jornada e 100 para o CondAME – Congresso Nacional do Departamento Acadêmico da AME-Brasil –, o evento acontece na rua Valdemar Ferreira, 162, no Butantã, em São Paulo (SP), reforçando a nova sede da entidade como espaço permanente de formação, debate e produção de conhecimento na interface entre saúde, ciência e espiritualidade.

“A proposta é discutir como a dimensão espiritual vem sendo incorporada, de forma cada vez mais consistente, às reflexões sobre cuidado, saúde mental, humanização da assistência e qualidade de vida de pacientes e profissionais da Saúde”, informa o psiquiatra Marcus Ribeiro, presidente da AME-SP. Ao longo de dois dias, a programação reunirá diferentes especialidades e abordagens para discutir desde evidências científicas até aplicações práticas no cotidiano clínico.

Entre os temas em debate estão experiências espirituais não ordinárias, experiências de quase-morte, comunicação após a morte, memórias de vidas passadas, práticas de cuidado em instituições espíritas, florescimento humano, neurociência, gratidão, crescimento pós-traumático e o impacto emocional sobre profissionais da Saúde.

A programação também dedica espaço ao debate sobre o cuidado de quem cuida — um dos temas mais urgentes no cenário contemporâneo da saúde. Questões como fadiga por compaixão, isolamento emocional, impotência diante do sofrimento e saúde espiritual dos profissionais serão abordadas sob diferentes perspectivas, incluindo Medicina, Psicologia e espiritualidade.

Realizada simultaneamente ao CondAME, a Jornada também busca fortalecer o movimento médico-espírita entre estudantes e jovens profissionais, ampliando a integração entre formação acadêmica, pesquisa e prática assistencial.

No sábado (19), os painéis abordarão a integração da espiritualidade nas diferentes áreas da Saúde, experiências de cuidado desenvolvidas em instituições espíritas e os impactos clínicos das chamadas experiências espirituais não ordinárias. Já no domingo (20), o foco estará no cultivo da saúde espiritual de profissionais da Saúde e nas contribuições das virtudes humanas — como esperança, amorosidade e gratidão — para o bem-estar físico e emocional.

As inscrições para a 14ª Jornada da AME-SP e para o 14º CondAME já estã abertas. A programação completa pode ser consultada no site oficial do evento.

São apoiadores do evento a Federação Espírita do Estado de São Paulo (Feesp), o Grupo Espírita Batuíra (GEB), Grupo Espírita CairbarSchutel, Instituto Espírita de Educação e a Fraternidade sem Fronteiras.

Serviço

14ª Jornada da AME-SP + 14º CondAME

Tema: A Dimensão Espiritual da Medicina – da Evidência à Prática

Data: 19 e 20 de setembro de 2026

Endereço: Nova sede da AME Brasil, à rua Valdemar Ferreira, 162 – Butantã – São Paulo (SP)

Programação e inscriçõesaqui

 

Proposta da AME

A AME traz uma outra face da Medicina e propõe uma saúde baseada nos valores da alma, calcados no conhecimento da Doutrina dos Espíritos (Espiritismo), uma verdadeira revolução iniciada no século XIX pelo advento de O Livro dos Espíritos e continuada mais recentemente nas obras de André Luiz (psicografia de Chico Xavier). Esses trabalhos trouxeram para a Medicina, Psicologia e outras disciplinas da Saúde um conhecimento que desvenda um lado ainda desconhecido da etiopatogenia das doenças e a dimensão espiritual do ser humano.

 

Mais informações:

Connectare Comunicação

Cláudia Santos – [email protected] – (11) 97663-4001

 

(Recebido em email de Cláudia Santos [[email protected]])

 

 

Solicitud de divulgação espírita

Recebido em email de Ruben de los Santos do Uruguai

 

 

 

 

 

 

 

 

(Recebido de email de solicitud de divulgação espírita)

 

 

 

Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta

Março/Abril-2026. Araxá, MG

 

CLICAR AQUI:

http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf

 

 

(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]])

 

 

Site da Federação Espírita Brasileira

Brasília, DF

 

Clique aqui:
https://febnet.org.br/

 

 

CALENDÁRIO DE PALESTRAS SEMANAIS

CLIQUE AQUI:

https://febnet.org.br/palestra-publica-na-feb-semana-6-a-12-de-setembro/

 

 

 

FEP- Federação Espírita do Paraná

Curitiba

 

Clique aqui:
http://www.feparana.com.br/

 

 

 

 UEM. União Espírita Mineira

Belo Horizonte

 

CLIQUE AQUI:

https://www.facebook.com/uniaoespiritamineira/?locale=pt_BR

 

 

 

 FEEB. Federação Espírita do Estado da Bahia

Salvador

 

ACESSE AQUI:

https://feeb.org.br/

 



 

 

Abrigo Ismael

Araçatuba, SP

Quer ajudar o Abrigo e não sabe como?

Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!

 

(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)

 

   
 

 Carlos Imbassahy

(9-9-1884/ 4-8-1969)

 

http://www.feparana.com.br/...adm/topico/upload/images/imbassahy.jpg

 

 

Nascido em 9 de setembro de 1884, Carlos Imbassahy enfrentou galhardamente a passagem do século, vivendo até 1969, quando desencarnou antes de completar seus 85 anos de existência bem vivida.


Em 1901, era um jovem advogado que militava nos meios forenses, tendo sido nomeado por concurso público Promotor Público na comarca de Andaraí, uma cidade interiorana do seu estado natal, a Bahia.


A vida forense não lhe sorriu e, como conta, no livro Memórias Pitorescas do Meu Pai, o doutor Imbassahy se deparou com um Juiz ciumento, achando que todos cobiçavam sua distinta consorte e mais os políticos da região, todos armados e determinando a conduta dos demais.


Não podendo cumprir sua função, foi obrigado a largar a magistratura, vindo para o Rio de Janeiro, onde, ainda por concurso, ingressou na carreira de Estatístico do Ministério da Fazenda.


Foi aí que conheceu Amaral Ornelas, o grande poeta espírita, com o qual fez amizade e teve seus primeiros contatos com o estudo doutrinário.Não vamos repetir aqui o que o livro de suas memórias, já citado, narra.


Por essa época, já dedicado à literatura, havia escrito seu primeiro romance, intitulado Leviana e que era um pouco da sua própria história com a fantasia do literato, juntados outros fatos ao enredo, a fim de criar a trama romântica.


Como ainda não era espírita, o autor imprimiu no livro a sua já configurada tendência para o conhecimento dos estudos referentes à doutrina codificada por Kardec.


Assaz curioso tal fato e, posteriormente, ele próprio, já desencarnado, veio complementar a obra, dando-lhe as explicações espirituais que envolviam a trama. A segunda edição desse romance sairá com esse apêndice literário mediúnico.


Acumulando com as suas funções de funcionário público, o Dr. Imbassahy também exercia a profissão de jornalista, chegando a ser o Redator-chefe e Diretor da Revista da Estrada de Ferro, além de trabalhar na redação de jornais diários do Rio de Janeiro.


Foi assim que acabou sendo convidado para se tornar redator da revista Reformador, publicada pela Federação Espírita Brasileira (FEB), ocupando o cargo de secretário durante longos anos.


Junto com seu amigo Amaral Ornelas e com Bernardino Oliva da Fonseca Filho, o Bebé, grande médium psicógrafo, fundaram os três um Centro Espírita, em cuja presidência os mesmos se alternavam.


Todavia, suas atribuições não impedia que participasse ativamente do movimento espírita, onde foi lançado como orador pelo próprio Ornelas.


Adotou um estilo novo de expor, procurando alternar os ensinamentos doutrinários com assuntos leves e até mesmo jocosos, que fossem capazes de atrair a atenção dos seus ouvintes. Com isso, aos poucos, foi criando escola, apesar de combatido pelos mais austeros líderes do movimento espírita.


Mesmo pertencente à direção da revista editada pela FEB, ele ainda não tinha tido conhecimento dos trabalhos de J. B. Roustaing sobre o docetismo cristão que este autor tentara implantar no meio espírita de França e que a FEB resolvera seguir.


Foi quando um padre, em Juiz de Fora, resolveu atacar o Espiritismo. Os companheiros de Doutrina acharam por bem pedir socorro à FEB que, para atendê-los, indicou o Dr. Imbassahy. Este deveria comparecer àquela cidade para rebater as acusações do membro eclesiástico da Igreja.


Na hora em que embarcou, por ferrovia, para a aludida cidade, um dos diretores, para ajudá-lo, entrega-lhe os volumes traduzidos pela própria FEB, da obra de Roustaing, dizendo-lhe:


Imbassahy: aqui você encontrará tudo o que precisa par acabar com o padre!


E o enviado para combater o eclesiástico em Juiz de Fora aproveitou a viagem para estudar a obra que ainda não conhecia. Começou a lê-la. Sua razão, evidentemente, fê-lo estarrecer do conteúdo - ao qual considerou absurdo - daquela obra que tinha em mãos.


O principal tópico dos debates seria a ressurreição de Lázaro e quando Dr. Imbassahy leu as explicações dadas pela comunicação mediúnica à Sr.ª Collignon, ficou horrorizado, pensando no fiasco que faria se apresentasse aquilo como argumento para debate.


Foi seu primeiro contato e sua primeira decepção com Roustaing. Segundo ele, sua grande sorte foi a de que o Padre, no dia do debate, resolveu se ausentar da cidade e ele, magnanimamente, preferiu não abordar os temas em foco.


Como era muito amigo dos diretores da FEB, suas atribuições ante a revista, como jornalista, não sofreram qualquer abalo.


Os tempos se passam e desencarna o presidente Guillon Ribeiro. Elegem para substituí-lo um jovem militante roustainguista que tinha outra visão da Doutrina e que achava fundamental que todos os participantes dos cargos diretivos da Federação Espírita Brasileira fossem não apenas adeptos, mas militantes professos do roustainguismo. E, com isso, Dr. Imbassahy, praticamente, foi excluído do seu cargo e afastado, a bem da comunidade, do movimento federacionista.


Mas, à essa altura, seu lastro doutrinário e sua fama de escritor já lhe haviam coroado a carreira literária. Foi dessa forma que seus novos livros encontraram uma série de editores fora do contexto febiano para serem publicados.


E sua bagagem foi enriquecida com excelentes livros cujas edições esgotadas mereciam nova republicação.


Afastado da FEB, passou a ser um dos grandes expoentes, ao lado de seu querido amigo e conterrâneo Leopoldo Machado, o baluarte dos movimentos espíritas, que não tinham apoio daquela entidade.


Assim, foi orador oficial do Congresso Sul-americano de Espiritismo realizado no Rio de Janeiro, participou de todos os congressos de Escritores e Jornalistas Espíritas realizados no Brasil, até sua desencarnação, incrementou o movimento de jovens e teve importante participação junto ao I (e único) Congresso Brasileiro de Mocidades Espíritas. Enfim, destacou-se sobremodo pelo apoio que sempre deu às Semanas Espíritas e a quaisquer atividades doutrinárias que tivessem como escopo a difusão do Espiritismo.


Junto com sua esposa, participou do Teatro Espírita, encenando esquetes e pequenas peças ou entreatos durante Semanas Espíritas, escrevendo, até, uma comédia intitulada Firma Roscof e Cia, incentivando os jovens espíritas à arte pura e sadia, enfim, como literato, como jornalista e como expositor doutrinário, realizou uma obra gigantesca que, sem dúvida, deixou um marco indelével no século XX.


São inúmeros os casos pitorescos de sua vida, contados em livro e que merecem ser lidos por todos. Além de divertir, mostra a verve de um grande baluarte da Doutrina que soube aliar a difusão doutrinária com a arte, com sabedoria.


Dr. Alberto de Souza Rocha e o filho do Dr. Carlos reuniram numa obra uma série de documentos do Dr. Imbassahy que ainda não veio a lume porque nosso querido companheiro Alberto desencarnou antes de completar seu trabalho. São acervos do arquivo pessoal do grande escritor, com cartas particulares, inclusive uma endereçada a Wantuil de Freitas quando presidia a FEB, que é um libelo terrível contra o roustaingismo.


Não poderia falar do Dr. Imbassahy sem fazer uma especial referência à sua esposa, dona Maria, médium de excelentes predicados e que era seu braço forte, no incentivo e em tudo mais que uma companheira dedicada e apaixonada pode fazer por seu marido.


Discorrer sobre o casal, seria escrever outro livro.Dona Maria também era uma excelente comediante, só que nunca se dedicou à profissão, senão, participando ao lado do esposo em sua apresentações cênicas no meio espírita. Faziam um par impagável e juntaram-se ao Olympio Campos, outro excelente ator que, depois de crescido, órfão de pais, elegeu o casal para ser seus novos genitores. Os três juntos faziam as cenas de humor nas Semanas Espíritas de que participavam, mostrando que a arte sadia também tem lugar dentro do movimento espírita.


O casal Imbassahy teve um único filho, Carlos, meu marido e por quem se redobravam em cuidados, coisa comum de pais que têm filho único.


O neném, o menino, o rapaz, o adulto, o pai dos seus netos, para eles, era uma eterna criança. Tais os desvelos e cuidados que tinham, aliados à preocupação natural em tais casos.
Casaram-se tarde. Quando o filho nasceu, já tinham idade suficiente para conhecerem a vida, contudo, um filho é sempre um filho.


Dr. Imbassahy teve uma vida de glórias. De um comportamento espiritual exemplar, nunca faltou àqueles que lhe pediam ajuda. Certa vez, um pobre camundongo, fugindo à fúria dos seus perseguidores, procurando abrigo sob o salto de seu sapato, não foi denunciado, porque Dr. Imbassahy não teve coragem de delatar o roedor que procurou salvação junto a ele.


Foram inúmeros e sinceros os seus amigos. São casos altamente pitorescos os que envolvem o seu relacionamento com eles. Coisas curiosas que recomendam a leitura das suas memórias.


Finalmente, aos 84 anos, foi acometido de uma leucose aguda que, em pouco mais de seis meses, levou-o à sepultura. Seu enterro, em 4 de agosto de 1969, concorridíssimo, deixou uma lacuna dentro do movimento espírita. E, até hoje, ainda não se encontrou um substituto à altura para seu lugar.

Carmem Imbassahy

Fonte http://www.espiritnet.com.br/Biografias/biogimba.htm
Em 07.01.2009.

 (Copiado de http://www.feparana.com.br/topico/?topico=614)

 

 

Carlos Imbassahy

(09-09-1884 / 04-08-1969)

 

http://www.feparana.com.br/...adm/topico/upload/images/imbassahy.jpg

 

 

Nascido em 9 de setembro de 1884, Carlos Imbassahy enfrentou galhardamente a passagem do século, vivendo até 1969, quando desencarnou antes de completar seus 85 anos de existência bem vivida.


Em 1901, era um jovem advogado que militava nos meios forenses, tendo sido nomeado por concurso público Promotor Público na comarca de Andaraí, uma cidade interiorana do seu estado natal, a Bahia.


A vida forense não lhe sorriu e, como conta, no livro Memórias Pitorescas do Meu Pai, o doutor Imbassahy se deparou com um Juiz ciumento, achando que todos cobiçavam sua distinta consorte e mais os políticos da região, todos armados e determinando a conduta dos demais.


Não podendo cumprir sua função, foi obrigado a largar a magistratura, vindo para o Rio de Janeiro, onde, ainda por concurso, ingressou na carreira de Estatístico do Ministério da Fazenda.


Foi aí que conheceu Amaral Ornelas, o grande poeta espírita, com o qual fez amizade e teve seus primeiros contatos com o estudo doutrinário.Não vamos repetir aqui o que o livro de suas memórias, já citado, narra.


Por essa época, já dedicado à literatura, havia escrito seu primeiro romance, intitulado Leviana e que era um pouco da sua própria história com a fantasia do literato, juntados outros fatos ao enredo, a fim de criar a trama romântica.


Como ainda não era espírita, o autor imprimiu no livro a sua já configurada tendência para o conhecimento dos estudos referentes à doutrina codificada por Kardec.


Assaz curioso tal fato e, posteriormente, ele próprio, já desencarnado, veio complementar a obra, dando-lhe as explicações espirituais que envolviam a trama. A segunda edição desse romance sairá com esse apêndice literário mediúnico.


Acumulando com as suas funções de funcionário público, o Dr. Imbassahy também exercia a profissão de jornalista, chegando a ser o Redator-chefe e Diretor da Revista da Estrada de Ferro, além de trabalhar na redação de jornais diários do Rio de Janeiro.


Foi assim que acabou sendo convidado para se tornar redator da revista Reformador, publicada pela Federação Espírita Brasileira (FEB), ocupando o cargo de secretário durante longos anos.


Junto com seu amigo Amaral Ornelas e com Bernardino Oliva da Fonseca Filho, o Bebé, grande médium psicógrafo, fundaram os três um Centro Espírita, em cuja presidência os mesmos se alternavam.


Todavia, suas atribuições não impedia que participasse ativamente do movimento espírita, onde foi lançado como orador pelo próprio Ornelas.


Adotou um estilo novo de expor, procurando alternar os ensinamentos doutrinários com assuntos leves e até mesmo jocosos, que fossem capazes de atrair a atenção dos seus ouvintes. Com isso, aos poucos, foi criando escola, apesar de combatido pelos mais austeros líderes do movimento espírita.


Mesmo pertencente à direção da revista editada pela FEB, ele ainda não tinha tido conhecimento dos trabalhos de J. B. Roustaing sobre o docetismo cristão que este autor tentara implantar no meio espírita de França e que a FEB resolvera seguir.


Foi quando um padre, em Juiz de Fora, resolveu atacar o Espiritismo. Os companheiros de Doutrina acharam por bem pedir socorro à FEB que, para atendê-los, indicou o Dr. Imbassahy. Este deveria comparecer àquela cidade para rebater as acusações do membro eclesiástico da Igreja.


Na hora em que embarcou, por ferrovia, para a aludida cidade, um dos diretores, para ajudá-lo, entrega-lhe os volumes traduzidos pela própria FEB, da obra de Roustaing, dizendo-lhe:


Imbassahy: aqui você encontrará tudo o que precisa par acabar com o padre!


E o enviado para combater o eclesiástico em Juiz de Fora aproveitou a viagem para estudar a obra que ainda não conhecia. Começou a lê-la. Sua razão, evidentemente, fê-lo estarrecer do conteúdo - ao qual considerou absurdo - daquela obra que tinha em mãos.


O principal tópico dos debates seria a ressurreição de Lázaro e quando Dr. Imbassahy leu as explicações dadas pela comunicação mediúnica à Sr.ª Collignon, ficou horrorizado, pensando no fiasco que faria se apresentasse aquilo como argumento para debate.


Foi seu primeiro contato e sua primeira decepção com Roustaing. Segundo ele, sua grande sorte foi a de que o Padre, no dia do debate, resolveu se ausentar da cidade e ele, magnanimamente, preferiu não abordar os temas em foco.


Como era muito amigo dos diretores da FEB, suas atribuições ante a revista, como jornalista, não sofreram qualquer abalo.


Os tempos se passam e desencarna o presidente Guillon Ribeiro. Elegem para substituí-lo um jovem militante roustainguista que tinha outra visão da Doutrina e que achava fundamental que todos os participantes dos cargos diretivos da Federação Espírita Brasileira fossem não apenas adeptos, mas militantes professos do roustainguismo. E, com isso, Dr. Imbassahy, praticamente, foi excluído do seu cargo e afastado, a bem da comunidade, do movimento federacionista.


Mas, à essa altura, seu lastro doutrinário e sua fama de escritor já lhe haviam coroado a carreira literária. Foi dessa forma que seus novos livros encontraram uma série de editores fora do contexto febiano para serem publicados.


E sua bagagem foi enriquecida com excelentes livros cujas edições esgotadas mereciam nova republicação.


Afastado da FEB, passou a ser um dos grandes expoentes, ao lado de seu querido amigo e conterrâneo Leopoldo Machado, o baluarte dos movimentos espíritas, que não tinham apoio daquela entidade.


Assim, foi orador oficial do Congresso Sul-americano de Espiritismo realizado no Rio de Janeiro, participou de todos os congressos de Escritores e Jornalistas Espíritas realizados no Brasil, até sua desencarnação, incrementou o movimento de jovens e teve importante participação junto ao I (e único) Congresso Brasileiro de Mocidades Espíritas. Enfim, destacou-se sobremodo pelo apoio que sempre deu às Semanas Espíritas e a quaisquer atividades doutrinárias que tivessem como escopo a difusão do Espiritismo.


Junto com sua esposa, participou do Teatro Espírita, encenando esquetes e pequenas peças ou entreatos durante Semanas Espíritas, escrevendo, até, uma comédia intitulada Firma Roscof e Cia, incentivando os jovens espíritas à arte pura e sadia, enfim, como literato, como jornalista e como expositor doutrinário, realizou uma obra gigantesca que, sem dúvida, deixou um marco indelével no século XX.


São inúmeros os casos pitorescos de sua vida, contados em livro e que merecem ser lidos por todos. Além de divertir, mostra a verve de um grande baluarte da Doutrina que soube aliar a difusão doutrinária com a arte, com sabedoria.


Dr. Alberto de Souza Rocha e o filho do Dr. Carlos reuniram numa obra uma série de documentos do Dr. Imbassahy que ainda não veio a lume porque nosso querido companheiro Alberto desencarnou antes de completar seu trabalho. São acervos do arquivo pessoal do grande escritor, com cartas particulares, inclusive uma endereçada a Wantuil de Freitas quando presidia a FEB, que é um libelo terrível contra o roustaingismo.


Não poderia falar do Dr. Imbassahy sem fazer uma especial referência à sua esposa, dona Maria, médium de excelentes predicados e que era seu braço forte, no incentivo e em tudo mais que uma companheira dedicada e apaixonada pode fazer por seu marido.


Discorrer sobre o casal, seria escrever outro livro.Dona Maria também era uma excelente comediante, só que nunca se dedicou à profissão, senão, participando ao lado do esposo em sua apresentações cênicas no meio espírita. Faziam um par impagável e juntaram-se ao Olympio Campos, outro excelente ator que, depois de crescido, órfão de pais, elegeu o casal para ser seus novos genitores. Os três juntos faziam as cenas de humor nas Semanas Espíritas de que participavam, mostrando que a arte sadia também tem lugar dentro do movimento espírita.


O casal Imbassahy teve um único filho, Carlos, meu marido e por quem se redobravam em cuidados, coisa comum de pais que têm filho único.


O neném, o menino, o rapaz, o adulto, o pai dos seus netos, para eles, era uma eterna criança. Tais os desvelos e cuidados que tinham, aliados à preocupação natural em tais casos.
Casaram-se tarde. Quando o filho nasceu, já tinham idade suficiente para conhecerem a vida, contudo, um filho é sempre um filho.


Dr. Imbassahy teve uma vida de glórias. De um comportamento espiritual exemplar, nunca faltou àqueles que lhe pediam ajuda. Certa vez, um pobre camundongo, fugindo à fúria dos seus perseguidores, procurando abrigo sob o salto de seu sapato, não foi denunciado, porque Dr. Imbassahy não teve coragem de delatar o roedor que procurou salvação junto a ele.


Foram inúmeros e sinceros os seus amigos. São casos altamente pitorescos os que envolvem o seu relacionamento com eles. Coisas curiosas que recomendam a leitura das suas memórias.


Finalmente, aos 84 anos, foi acometido de uma leucose aguda que, em pouco mais de seis meses, levou-o à sepultura. Seu enterro, em 4 de agosto de 1969, concorridíssimo, deixou uma lacuna dentro do movimento espírita. E, até hoje, ainda não se encontrou um substituto à altura para seu lugar.

Carmem Imbassahy

Fonte http://www.espiritnet.com.br/Biografias/biogimba.htm
Em 07.01.2009.

 

 

(Copiado de http://www.feparana.com.br/topico/?topico=614)

https://www.noticiasespiritas.com.br/2022/AGOSTO/04-08-2022_arquivos/image065.jpg

Salvador, BA., vista do alto do Elevador Lacerda. Foto Ismael Gobbo

 

Na Bahia nasceu Carlos Imbassahy

https://www.noticiasespiritas.com.br/2019/AGOSTO/02-08-2019_arquivos/image016.jpg

Atracadouro de barcas em Niterói, RJ. Foto Ismael Gobbo

 

Carlos Imbassahy residiu em Niterói, RJ, cidade onde desencarnou.

 https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/SETEMBRO/09-09-2023_arquivos/image070.jpg

Amaral Ornellas.

Imagem copiada de:

http://escolajesuscristo1935.blogspot.com/2011/10/amaral-ornellas-o-poeta-do-evangelho.html

2017-08-22-PHOTO-00000078

Leopoldo Machado

https://www.febnet.org.br/blog/geral/noticias/efemeride-leopoldo-machado/

 

 

 

 Pedro Richard

(9-9-1853/ 25-10-1918)

 

https://www.noticiasespiritas.com.br/2024/SETEMBRO/09-09-2024_arquivos/image110.jpg

 

Foi uma das mais fortes e atraentes personalidades do Movimento Espírita. Sua vida foi de testemunho em favor do Evangelho deixado pelo Divino Mestre Jesus.

 

Pedro Richard nasceu, no dia 09 de setembro de 1853, na cidade de Macaé (RJ), filho de Pedro Richard e Dona Felismina Richard. Família modesta, mas de honorabilidade a toda prova. Órfão de pai aos nove anos de idade, tornou-se arrimo de sua mãe e de seus irmãos menores. Tinha adoração por sua genitora, que era de costumes austeros e de sentimentos elevados; era, aliás, carinhoso para a família.

 

Quando seu pai desencarnou, estava fazendo o Curso Primário, tendo que interromper os estudos para trabalhar numa casa comercial. Depois foi admitido como funcionário da Alfândega, melhorando assim seus rendimentos. Sério, consciente de suas responsabilidades, adquirira o hábito salutar de nada realizar sem muita reflexão. Seguia a risca os conselhos do seu genitor.

 

Pedro Richard contraiu núpcias com D. Mariana Campos Richard, natural de Angra dos Reis (RJ), e tiveram uma prole de seis filhos: Mário (desencarnado aos dois anos), Felismina, Pedro, Mário (2º), Izaura e Marta. Houve uma época em que D. Mariana teve que costurar para fora, e ajudar na manutenção do lar. Foram dias de muitas preocupações, porém não perderam a esperança de melhores dias. Isso não impediu de adotar uma criança necessitada: Francisco Antônio de Carvalho, que era parente longe de D. Mariana. Mais tarde o garoto foi motivo de muitas alegrias. Estudioso, aplicado, entrou para Escola Militar e se formou como Engenheiro Militar, honrando a dedicação dos pais adotivos. Chegou ao posto de Coronel do Exército e o que é mais importante, tornou-se o "patriarca" da família.

 

A desencarnação de Mário, o seu primogênito, levou-o ao Espiritismo. O casal não compreendia como, diante da bondade imensurável de Deus, uma criança pudesse sofrer tanto. Nesse tempo, conheceu um homem chamado Nascimento, pessoa caridosa e simples, médium. Por seu intermédio recebeu noções de como age a Justiça Divina, através da reencarnação, dando-nos oportunidade de quitar faltas passadas.

 

A vida de Pedro Richard foi de permanentes realizações. Era capacitado, inteligente, trabalhador, ativo e empreendedor. Formou uma firma de construções, com oficina de carpintaria, porém, para obter o registro de construtor era necessário apresentar declaração de um engenheiro civil, de que ele possuía capacidade para as funções.

 

Embora extremamente capacitado, faltava-lhe o título oficial para poder trabalhar. Recorreu a um velho amigo da Federação Espírita Brasileira, Abel Ferreira de Mattos, engenheiro civil de prestígio, que veio em seu auxílio. Venceu uma concorrência para executar obras do Exército. Esse trabalho lhe deu melhores condições de manter a família.

 

Indalício Mendes chamou-o de "Peregrino do Evangelho". Sua admiração por Dr. Bezerra de Menezes, "O Kardec Brasileiro", era ilimitada. Fê-lo fervoroso adepto do Evangelho, onde encontrava a bússola para os caminhos a palmilhar na Terra.

 

Pedro Richard tinha na prece o seu maior ponto de apoio. Desenvolveu sua mediunidade de cura, que fez dele instrumento dos Espíritos Superiores, no labor incansável na Seara do Cristo, para socorrer sofredores.

 

Foi considerado emissário para despertar criaturas que precisavam apenas de uma palavra para se melhorarem espiritualmente. Através de seus atos, de sua conduta e superioridade moral, tomaram-no como exemplo e renasceram para uma nova vida.

 

Era companheiro de Bezerra de Menezes, dos irmãos Sayão, de Maia de Lacerda, Leopoldo Cirne e outros. Foi um dos fundadores do "Grupo Ismael". Sua fé em Deus, Jesus e Maria Santíssima não tinha limites, e sua palavra tinha o poder de deixar na lembrança daqueles que o ouviam o alento da fé. Era a transmissão simples da mensagem encorajadora, com a seiva da verdade cristã. Foi um Semeador.

 

Pedro Richard regressou à Espiritualidade no dia 25 de outubro de 1918, no Rio de Janeiro, tendo deixado a Terra com a consciência tranqüila do dever cumprido.

 

No dia 12 de junho de 1936, no "Grupo Ismael" deu a seguinte mensagem:

 

- "Senhor!... Desdobra sobre meu eu Espiritual a luz da Tua misericórdia e deixa, Senhor, que desabroche, ainda agora, no meu coração de pecador, as açucenas perfumadas do Teu perdão e da Tua piedade paternal, para que eu seja incorporado às falanges radiosas que operam na Tua Casa, exibindo com meu esforço de espírito a mais clara e a mais sublime de todas as profissões de fé".

 

Antonio Lucena


 

Pedro Richard - Peregrino do Evangelho

 

Indalício Mendes

 

"É necessário haja equilíbrio entre a inteligência e a humildade, porquanto o que desvaira o Espírito é o julgar-se possuidor de alguma coisa." - Bezerra de Menezes.

 

"O iniciado na Doutrina Espírita precisa conhecê-la e interpretar-lhe os preceitos, aplicando-os a si mesmo para se constituir depois um evangelizador da palavra e recolher do seu esforço cem por um, segundo a promessa do Cristo de Deus." - Bittencourt Sampaio.

 

"O Evangelho é um compêndio de Leis Divinas, interpretadas pelos homens segundo a evolução intelectual e moral das gerações." - Pedro Richard.

 

Predispusemo-nos a enfocar, nas linhas que se seguem, sem preocupação cronológica, uma das mais fortes e atraentes personalidades do Espiritismo Cristão, cuja vida foi permanente testemunho de respeito e obediência aos preceitos evangélicos deixados por Jesus para o bem da Humanidade: Pedro Richard. Descrever-lhe a vida, quase sempre referta de preocupações e dificuldades, não constitui fácil tarefa. Foi um justo. Com esta frase poderíamos resumir toda uma longa história de devotamento exemplar ao Cristo de Deus, através do Espiritismo, que ele amou profundamente, sem, contudo, abeirar-se do fanatismo, ou do dogmatismo que denigre, via de regra, as melhores intenções.

 

O espírita realmente identificado com a Dou­trina e o Evangelho procura desligar-se, tanto quanto sua condição humana o permita, das gloríolas terrenas. Convicto, pela fé, pelo conhecimento prático e pelo estudo da palavra do Nazareno, da realidade indestrutível da Terceira Revelação, concentra sua atividade nos princípios éticos da Doutrina que espontaneamente aceitou, e intenta percorrer o caminho que o levará à Luz, com o coração a pulsar de amor puro pelo objetivo colimado, ainda que sinta a alma dolorida e os pés ensanguinhados pelas provações depuradoras, sem dúvida destinadas à redenção. Pedro Richard foi um homem seguro de si em suas convicções, sublimadas pelo sentimento cristão; externamente, a própria imagem da simplicidade, da brandura e do comprazimento. Jamais admitiu atitudes estudadas, nem deixou nunca de chamar a verdade ao testemunho, em situações que considerasse equivocas ou incompatíveis com a retidão determinada pela Doutrina, fosse qual fosse a eventualidade. Evitou sempre valorizar-se aos olhos de alguém, e jamais procurou ser outra coisa além do que realmente era: discípulo humilde, intransigentemente fiel ao Mestre de Nazaré.

 

Ocorrem-nos, neste passo, as palavras do valoroso Espírito Bittencourt Sampaio, a mera evocação da personalidade austera de Pedro Richard:

 

"As almas, pelo seu procedimento moral, devem ser como espelho, em que todos os seus atos se reflitam, O homem honesto, ainda que não professe crença alguma, deve sempre estar pronto à devassa da sua alma, devassa que a sua própria consciência, melhor do que ninguém, pode fazer."

 

Pedro Richard nasceu no dia 9 de setembro de 1853, na cidade de Macaé, Estado do Rio de Janeiro, filho de Pedro Richard e D. Felismina Richard, de família modesta, mas de grandes virtudes e, por isso mesmo, honorabilíssima. Órfão de pai aos nove anos de idade, teve de iniciar-se muito cedo no trabalho diário, tornando-se o amparo de sua mãe e de irmãos menores. Tinha enorme veneração por sua genitora, mulher de costumes austeros e de sentimentos elevados, dotada de tolerância e piedade.

 

Quando, ainda cedo, foi compelido ao trabalho, achava-se no curso primário de uma escola local. Teve, assim, de interromper os estudos, engajando-se numa casa comercial, a fim de ajudar a família, que era acossada por enormes e compreensíveis dificuldades, com a desencarnação do chefe. Mais tarde, o jovem Pedro Richard tornou-se funcionário da Alfândega, melhorando, embora muito pouco, a sua situação econômica. Estava já no torvelinho da vida terrena, encarando mui­to a sério suas responsabilidades e habituando-se a praticar, no dia-a-dia das lutas, as virtudes que os pais lhe haviam transmitido, como parte fundamental de sua educação. Adquirira o hábito salutar de nada fazer sem refletir, assim como a não se beneficiar em suas justas pretensões de progredir, se isso pudesse importar em sacrifício, direto ou indireto, de alguém. A probidade foi a herança que o pai amado lhe deixou ao desencarnar, e ele porfiava, como, de resto, toda a família, em não esquecer os exemplos daquele que fora exemplar chefe do grupo familial, exemplos que, por sua vez, transmitiu a seus descendentes.

 

Casou-se com D. Mariana Campos Richard, nascida em Angra dos Reis, Estado do Rio, dela tendo seis filhos; Mário, Felismina, Pedro, Mário, Isaura e Marta, todos também já desencarnados; os dois Mários e Marta quando ainda crianças. Defrontando sérios embaraços econômicos, não pôde ele evitar a ajuda dedicada da esposa, que costurava para fora. Dias terríveis foram aqueles, mas Pedro Richard e D. Mariana não perderam o ânimo e mantiveram a fé em que melhores dias viriam, por certo.

 

A luz da revelação

 

A morte do primogênito Mário, aos dois anos, após longo sofrimento, foi a bem dizer a porta que se abriu a Pedro Richard para o encontro com o Espiritismo. Não compreendia como, diante da bondade incomensurável de Deus, era permitido o sacrifício doloroso de uma criança, toda inocência, durante dias e noites de dores lancinantes, para o desfecho fatal, que tanto acabrunhara a todos. Buscava explicação para o que supunha tratar-se de uma incoerência. E essa explicação estava a caminho. Havendo conhecido um homem de nome Nascimento, pessoa caridosa e simples, veio Pedro Richard a saber tratar-se de um médium, isto é, de uma pessoa que tinha o dom de comunicar-se com Espíritos e de servir de instrumento às almas desencarnadas para praticar o bem. Depois de conversar com Nascimento, ele se sentiu bastante aliviado. Recebera a consolação de que precisava e, mais do que isso, uma explanação clara e objetiva do que é a Justiça Divina, que tem como ele­mento de purgação e progresso a reencarnação. Saíra da casa do médium com a face iluminada. Banhara-o a luz da revelação espírita! Começara a aprender o "porquê" da vida e da morte, da dor moral e do sofrimento físico. E ao desespero que amargurava o casal sucedeu a tranqüilidade dos que compreendem e, por compreenderem, crêem.

 

Por essa época, vivia dominado por preocupações crescentes com a manutenção da família. Dedicava-se a trabalhos incertos e pouco rendo­sos, mas trabalhava. Fosse o que fosse que surgisse, ele, resoluto e esperançoso, aceitava, não medindo esforços para atenuar a precária situação de sua vida. Sempre acreditara em Deus sempre reconhecera em Jesus a fonte de água pura, que mata a sede e reanima os desanimados e tinha Maria Santíssima como lenitivo para to­das as ocasiões amargurantes. Se a sua vida dependesse de fé, pensava consigo mesmo, haveria de transpor todas as barreiras que surgiam à sua frente. A pobreza não impediu que ele e a esposa adotassem uma criança necessitada, de nome. Francisco Antônio de Carvalho, que tinha distante parentesco com D. Mariana. Era o Chico.

 

O Chico

 

É bem certo o ditado; "Quem semeia flores não colhe pedras." Esse menino desamparado acolhido como filho igual aos outros no lar dE Pedro e Mariana, provaria, anos e anos mais tarde, que era também bom fruto de boa árvore. Já mais esqueceu o que fora feito por ele amorosamente e desencarnou quando desfrutava do posto de coronel do nosso Exército, com excelente folha de serviços. Mas, não nos precipitemos.

 

Com grande dificuldade, pois o dinheiro que conseguiam mal dava para o sustento da família Pedro e Mariana tratavam Francisco em pé de igualdade com os demais cinco (Mário havia desencarnado, lembremo-nos). Dessa forma, encaminharam-no, um dia, para a Escola Militar, de onde ele saiu como Engenheiro Militar, honrando dessa forma, a dedicação e o amor de seus pai adotivos.

 

O Chico, como era tratado na intimidade Francisco Antônio de Carvalho, permaneceu solteiro. Estava sempre atento às necessidades do pais adotivos. Pedro Richard e Mariana dedicavam-lhe grande amor. Seguindo os passos do velho Richard, foi ele, durante anos, Diretor da Federação Espírita Brasileira, pois comungava na mesma crença que se tornara comum naquela família exemplar. Depois da desencarnação de Pedro Richard, Francisco tornou-se o verdadeiro "patriarca" da família, seu conselheiro e amigo incondicional, até desencarnar.

 

Temos diante de nós, no instante em que escrevemos o que aqui fica, uma fotografia de Pedro Richard, o olhar firme e sereno, que nos foi cedida por seu neto, Pedro Richard, coronel do Exército e espírita militante, sobre a qual, em letra clara, se lê esta dedicatória simples e admiravelmente expressiva: "Ao meu bom filho e amigo Chico, 9-9-914."

 

Caridade instintiva

 

A caridade era virtude inata em Pedro Richard e D.Mariana. Daremos mais um exemplo. Sabendo de uma criança parda, de um ano de idade que se achava em péssimas condições orgânicas acolheram-na com o maior carinho, dispensando-lhe os cuidados indispensáveis.

 

O pai dessa menina, ébrio contumaz, esmolava, carregando­-a dentro de um saco. O infeliz, por certo, no lamentável estado em que ficava, nenhuma noção tinha do que fazia. Uma pretinha de tenra idade, encontrada doente, em deploráveis condições de higiene e em completo abandono, foi por eles recolhida e tratada com desvelo. Os anos passaram-se e aquela criancinha, filha do desditoso ébrio, cresceu e acompanhou a primeira filha do casal quando esta se casou, e, também, mais tarde, consorciou-se sob os auspícios da jovem patroa. A pretinha ficou boa, cresceu, revelando sempre muita dedicação a seus benfeitores e descendentes, até desencarnar, quando ainda vivia em casa de uma das filhas de Richard.

 

Vê-se que, desprovido de fortuna material, possuía o velho Richard aquela riqueza de que nos falam os Evangelhos, que a traça não corrói, nem excita a cobiça dos ladrões: a riqueza de sentimentos, distribuída generosamente com os desventurados.

 

Quem semeia o bem, colhe bênçãos.

 

Pai Nosso

 

Duma feita, possivelmente inspirado, traçou este "Pai Nosso", belo e simples: "Pai Nosso, que estais no Infinito, santificado seja o Vosso Nome. Venha a nós o Vosso Reino de Amor e Caridade, seja feita a Vossa Vontade, na Terra, no Espaço e em todos os mundos habitados. Dai-nos o pão da alma e do corpo, Senhor. Perdoai as nossas ofensas e dai-nos a graça de perdoar àqueles que nos ofenderem. Livrai-nos das tentações dos maus Espíritos e enviai-nos os bons para nos esclarecerem. Amo-vos, meu Deus, de toda a minh'alma e quero amar os meus semelhantes que, por Vosso Amor, são todos meus irmãos."

 

Vereda de espinhos

 

Atravessava Pedro Richard uma fase de dolorosas provações, com a coragem e resignação que lhe eram comuns. Não se queixava. Notava-se-lhe a fisionomia serena, mas sombreada de preocupações. O fato não constituía ensejo a que diminuís­sem o seu carinho, a sua atenção e a sua solicitude àqueles que, também experimentando dores físicas e morais, buscavam na sua palavra algum lenitivo. Sufocava suas amarguras e transformava-as em bálsamo para as amarguras alheias.

 

O fato deve ter, muito sutilmente, chegado ao conhecimento do companheiro José Luiz de Magalhães, dedicado servidor do Cristo e samaritano de alma sempre aberta à cooperação. Tanto assim é que ele, José Luiz, poeta nato, compôs este poema, partilhando dos sentimentos do amigo:

 

A Dor

 

No Calvário da dor, da regeneração

Tudo sofre na Terra em sua evolução.

Tudo renasce após, liberto da matéria,

De grau em grau subindo à perfeição sidérea.

A pedra, a água da fonte, o musgo inerte, a flor,

A fera e o homem - tudo, a tudo atinge a dor;

Da mutilada rocha os hialinos blocos

Que s'espargem no chão; névoa de brandos flocos

Por sobre o lago, o rio e o mar - toda a extensão

Das águas ao calor dos dias de verão:

Da árvore a seca flor; das feras o lamento;

E do homem que medita o augusto pensamento.

Lei do céu, lei da vida, inalterável lei!

Do átomo à estrela e do anjo à revoltada grei.

Lei sagrada! movendo os mundos no infinito,

Da nebulosa ao Sol e do éter ao granito;

Velando sem cessar por toda a criação:

Diamante, flor, criança, anjo na perfeição;

E do perdido céu a nós que aqui tombamos,

E que hoje o turvo olhar saudosos elevamos,

Na vida ignara e má (caídos pelo mal,

Caídos pelo orgulho) aponta maternal,

Na verdade, na luz e na ascensão sublime

Ao término da estrada a cruz que nos redime."

 

Richard e os descendentes

 

É preciso ainda enfatizar a noção de igualdade e amor com que Richard tratou os filhos todos. Dissemos, linhas atrás, algo sobre Chico, acolhido pela família de forma fidalga. Seria injusto se esquecêssemos de fazer uma referência, mesmo superficial, a Pedro Richard Filho, homônimo do venerando ancião de que nos estamos ocupando. Foi um digno seguidor do "velho", dando exemplos de devotamento e amor à Casa de Ismael. Cirurgião-dentista competente, prestou grandes serviços aos irmãos destituídos de recursos que se socorriam da Assistência aos Necessitados.

 

Não lhe mencionamos o nome, agora, somente por haver sido filho de Pedro Richard, mas por um dever de justiça, por isso que, seguindo os exemplos do pai, deu à Casa de Ismael seus melhores esforços, sem outro interesse além daqueles da solidariedade humana e da caridade pura e simples. Aliás, pormenor digno de nota os descendentes de Pedro Richard ainda hoje lhe honram a tradição moral e procuram viver seus exemplos, como espíritas militantes, no "Lar Pedro Richard": Pedro Richard Neto e Mário Richard. Há poucos meses desencarnou um outro de seus netos, também dedicado ao labor kardequiano: Jorge Richard, vitima de um atropelamento.

 

Responsável pela transcrição: Wadi Ibrahim

Fonte: Reformador - maio, 1977

 

(Copiado de

https://www.feparana.com.br/topico/?topico=700#:~:text=Foi%20uma%20das%20mais%20fortes,Richard%20e%20Dona%20Felismina%20Richard.)

 

 

https://www.noticiasespiritas.com.br/2024/SETEMBRO/09-09-2024_arquivos/image111.png

Trecho da Rua Presidente Sodré, quando ainda se chamava “Avenida Feliciano Sodré”, em Macaé, RJ

Arquivo Nacional Brasileiro Localização atual Correio da Manhã Número de acesso BR_RJANRIO_PH_0_FOT_06937_0131 Fonte/Fotógrafo Arquivo Nacional

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Trecho_da_Rua_Presidente_Sodr%C3%A9,_Maca%C3%A9_(RJ).tif?page=1

 

 

Pedro Richard nasceu em Macaé, RJ

Leia o texto acima

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Dr. Adolfo Bezerra de Menezes. Óleo sobre tela de Nair Camargo. Foto Ismael Gobbo

Dr. Bezerra é conhecido também por “Médico dos pobres.

 

Pedro Richard foi amigo de Bezerra de Menezes  

Leia o texto acima

https://www.noticiasespiritas.com.br/2024/SETEMBRO/09-09-2024_arquivos/image113.jpg

 

Rio de Janeiro, capital do Império do Brasil. Foto tirada no morro do Castelo, c.1865 Data cerca de 1865 Fonte Burgi, Sergio. Cadernos de fotografia brasileiros: Georges Leuzinger. 3. Rio de Janeiro: Instituto Moreira Salles, 2006 ISSN 16778502 (p.62) Autor Georges Leuzinger (1813-1892)

Imagem/fonte: 

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Rio_de_Janeiro_from_the_morro_do_Castelo_by_Leuzinger_1865.jpg

 

Pedro Richard muito trabalhou na Federação Espírita Brasileira

na cidade do Rio de Janeiro onde desencarnou  

Leia o texto acima

 

 

Kardec e Napoleão

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Busto de Allan Kardec

Cemitério Père Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo

 

Irmão X

Logo após o 18 Brumário (9 de novembro de 1799) quando Napoleão se fizera o Primeiro-Cônsul da República Francesa, reuniu-se, na noite de 31 de dezembro de 1799, no coração da latinidade, nas Esferas Superiores, grande assembleia de Espíritos sábios e benevolentes, para marcarem a entrada significativa do novo século.

Antigas personalidades de Roma imperial, pontífices e guerreiros das Gálias, figuras notáveis da Espanha, ali se congregavam à espera do expressivo acontecimento.

Legiões dos Césares, com os seus estandartes, falanges de batalhadores do mundo gaulês e grupos de pioneiros da evolução hispânica, associados a múltiplos representantes das Américas, guardavam linhas simbólicas de posição de destaque.

Mas não somente os latinos se faziam representados no grande conclave. Gregos ilustres, lembrando as confabulações da Acrópole gloriosa, israelitas famosos, recordando o Templo de Jerusalém, deputações eslavas e germânicas, grandes vultos da Inglaterra, sábios chineses, filósofos hindus, teólogos budistas, sacrificadores das divindades olímpicas, renomados sacerdotes da Igreja Romana e continuadores de Maomé ali se mostravam, como em vasta convocação de forças da ciência e da cultura da Humanidade.

No concerto das brilhantes delegações que aí formavam, com toda a sua fulguração representativa, surgiam Espíritos de velhos batalhadores do progresso que voltariam à liça carnal ou que a seguiriam, de perto, para o combate à ignorância e à miséria, na laboriosa preparação da nova era da fraternidade e da luz.

No deslumbrante espetáculo da Espiritualidade Superior, com a refulgência de suas almas, achavam-se Sócrates, Platão, Aristóteles, Apolônio de Tiana, Orígenes, Hipócrates, Agostinho, Fénelon, Giordano Bruno, Tomás de Aquino, S. Luís de França, Vicente de Paulo, Joana D’Arc, Teresa d’Avila, Catarina de Siena, Bossuet, Spinoza, Erasmo, Milton, Cristóvão Colombo, Gutenberg, Galileu, Pascal, Swedenborg e Dante Alighieri, para mencionar apenas alguns heróis e paladinos da renovação terrestre; e, em plano menos brilhante, encontravam-se, no recinto maravilhoso, trabalhadores de ordem inferior, incluindo muitos dos ilustres guilhotinados da Revolução, quais Luiz XVI, Maria Antonieta, Robespierre, Danton, Madame Roland, André Chenier, Bailly, Camille Desmoulins e grandes vultos como Voltaire e Rousseau.

Depois da palavra rápida de alguns orientadores eminentes, invisíveis clarins soaram na direção do plano carnal e, em breves instantes, do seio da noite, que velava o corpo ciclópico do mundo europeu, emergiu, sob a custódia de esclarecidos mensageiros, reduzido cortejo de sombras, que pareciam estranhas e vacilantes, confrontadas com as feéricas irradiações do palácio festivo.

Era um grupo de almas, ainda encarnadas, que, constrangidas pela Organização Celeste, remontavam à vida espiritual, para a reafirmação de compromissos.

À frente, vinha Napoleão, que centralizou o interesse de todos os circunstantes. Era bem o grande corso, com os seus trajes habituais e com o seu chapéu característico.

Recebido por diversas figuras da Roma antiga, que se apressavam em oferecer-lhe apoio e auxílio, o vencedor de Rivoli ocupou radiosa poltrona que, de antemão, lhe fora preparada.

Entre aqueles que o seguiam, na singular excursão, encontravam-se respeitáveis autoridades reencarnadas no Planeta, como Beethoven, Ampère, Fulton, Faraday, Goethe, João Dalton, Pestalozzi, Pio VII, além de muitos outros campeões da prosperidade e da independência do mundo.

Acanhados no veículo espiritual que os prendia à carne terrestre, quase todos os recém-vindos banhavam-se em lágrimas de alegria e emoção.

O Primeiro-Cônsul da França, porém, trazia os olhos enxutos, não obstante a extrema palidez que lhe cobria a face. Recebendo o louvor de várias legiões, limitava-se a responder com acenos discretos, quando os clarins ressoaram, de modo diverso, como se se pusessem a voar para os cimos, no rumo do imenso infinito...

Imediatamente uma estrada de luz, à maneira de ponte levadiça, projetou-se do Céu, ligando-se ao castelo prodigioso, dando passagem a inúmeras estrelas resplendentes.

Em alcançando o solo delicado, contudo, esses astros se transformavam em seres humanos, nimbados de claridade celestial.

Dentre todos, no entanto, um deles avultava em superioridade e beleza. Tiara rutilante brilhava-lhe na cabeça, como que a aureolar-lhe de bênçãos o olhar magnânimo, cheio de atração e doçura. Na destra, guardava um cetro dourado, a recamar-se de sublimes cintilações...

Musicistas invisíveis, através dos zéfiros que passavam apressados, prorromperam num cântico de hosanas, sem palavras articuladas.

A multidão mostrou profunda reverência, ajoelhando-se muitos dos sábios  e guerreiros, artistas e pensadores, enquanto todos os pendões dos vexilários arriavam, silenciosos, em sinal de respeito.

Foi então que o grande corso se pôs em lágrimas e, levantando-se, avançou com dificuldade, na direção do mensageiro que trazia o báculo de ouro, postando-se, genuflexo, diante dele.

O celeste emissário, sorrindo com naturalidade, ergueu-o, de pronto, e procurava abraçá-lo, quando o Céu pareceu abrir-se diante de todos, e uma voz enérgica e doce, forte como a ventania e veludosa como a ignorada melodia da fonte, exclamou para Napoleão, que parecia eletrizado de pavor e júbilo, ao mesmo tempo:

– Irmão e amigo, ouve a Verdade, que te fala em meu espírito! Eis-te à frente do apóstolo da fé, que, sob a égide do Cristo, descerrará para a Terra atormentada um novo ciclo de conhecimento...

César ontem, e hoje orientador, rende o culto de tua veneração, ante o pontífice da luz! Renova, perante o Evangelho, o compromisso de auxiliar-lhe a obra renascente!...

Aqui se congregam conosco lidadores de todas as épocas. Patriotas de Roma e das Gálias, generais e soldados que te acompanharam nos conflitos da Farsália, de Tapso e de Munda, remanescentes das batalhas de Gergóvia e de Alésia aqui te surpreendem com simpatia e expectação... Antigamente, no trono absoluto, pretendias-te descendente dos deuses para dominar a Terra e aniquilar os inimigos... Agora, porém, o Supremo Senhor concedeu-te por berço uma ilha perdida no mar, para que te não esqueças da pequenez humana e determinou voltasses ao coração do povo que outrora humilhaste e escarneceste, a fim de que lhe garantas a missão gigantesca, junto da Humanidade, no século que vamos iniciar.

Colocado pela Sabedoria Celeste na condição de timoneiro da ordem, no mar de sangue da Revolução, não olvides o mandato para o qual foste escolhido.

Não acredites que as vitórias das quais foste investido para o Consulado devam ser atribuídas exclusivamente ao teu gênio militar e político. A Vontade do Senhor expressa-se nas circunstâncias da vida. Unge-te de coragem para governar sem ambição e reger sem ódio. Recorre à oração e à humildade para que te não arrojes aos precipícios da tirania e da violência!...

Indicado para consolidar a paz e a segurança, necessárias ao êxito do abnegado apóstolo que descortinará a era nova, serás visitado pelas monstruosas tentações do poder.

Não te fascines pela vaidade que buscará coroar-te a fronte... Lembra-te de que o sofrimento do povo francês, perseguido pelos flagelos da guerra civil, é o preço da liberdade humana que deves defender, até o sacrifício. Não te macules com a escravidão dos povos fracos e oprimidos e nem enlameies os teus compromissos com o exclusivismo e com a vingança!...

Recorda que, obedecendo a injunções do pretérito, renasceste para garantir o ministério espiritual do discípulo de Jesus que regressa à experiência terrestre, e vale-te da oportunidade para santificar os excelsos princípios da bondade e do perdão, do serviço e da fraternidade do Cordeiro de Deus, que nos ouve em seu glorificado sólio de sabedoria e de amor!

Se honrares as tuas promessas, terminarás a missão com o reconhecimento da posteridade e escalarás horizontes mais altos da vida, mas, se as tuas responsabilidades forem menosprezadas, sombrias aflições amontoar-se-ão sobre as tuas horas, que passarão a ser gemidos escuros em extenso deserto...

Dentro do novo século, começaremos a preparação do terceiro milênio do Cristianismo na Terra.

Novas concepções de liberdade surgirão para os homens, a Ciência erguer-se-á a indefiníveis culminâncias, as nações cultas abandonarão para sempre o cativeiro e o tráfico de criaturas livres, e a religião desatará os grilhões do pensamento que, até hoje, encarceram as melhores aspirações da alma no inferno sem perdão!...

Confiamos, pois, ao teu espírito valoroso a governança política dos novos eventos e que o Senhor te abençoe!...

Cânticos de alegria e esperança anunciaram nos céus a chegada do século XIX e, enquanto o Espírito da Verdade, seguido por várias coortes resplandecentes, voltava para o Alto, a inolvidável assembleia se dissolvia...

O apóstolo que seria Allan Kardec, sustentando Napoleão nos braços, conchegou-o de encontro ao peito e acompanhou-o, bondosamente, até religá-lo ao corpo de carne, no próprio leito.

Em 3 de outubro de 1804, o mensageiro da renovação renascia num abençoado lar de Lião, mas o Primeiro-Cônsul da República Francesa, assim que se viu desembaraçado da influência benéfica e protetora do Espírito de Allan Kardec e de seus cooperadores, que retomavam, pouco a pouco, a integração com a carne, confiantes e otimistas, engalanou-se com a púrpura do mando, e, embriagado de poder, proclamou-se Imperador, em 18 de maio de 1804, ordenando a Pio VII viesse coroá-lo em Paris.

Napoleão, contudo, convertendo celestes concessões em aventuras sanguinolentas, foi apressadamente situado, por determinação do Alto, na solidão curativa de Santa Helena, onde esperou a morte, enquanto Allan Kardec, apagando a própria grandeza, na humildade de um mestre-escola, muita vez atormentado e desiludido, como simples homem do povo, deu integral cumprimento à divina missão que trazia à Terra, inaugurando a era espírita-cristã, que, gradativamente, será considerada em todo os quadrantes do orbe como a sublime renascença da luz para o mundo inteiro.
 

Do livro Cartas e Crônicas, de Irmão X, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.

(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano5/230/correiomediunico.html)

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O céu. Foto Ismael Gobbo

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A Escola de Atenas em afresco de Rafael Sanzio.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sanzio_01.jpg

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François Fénelon *. Óleo sobre tela por Joseph Vivien.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fran%C3%A7ois_de_Salignac_de_la_Mothe-F%C3%A9nelon.PNG

 

 

François Fénelon, pseudônimo de François de Salignac de La Mothe-Fénelon (6 de agosto de 1651 - 7 de janeiro de 1715), também conhecido como ''o Cisne de Cambrai'', foi um teólogo católicopoeta e escritor francês, cujas ideias liberais sobre política e educação, esbarravam contra o "statu quo" da Igreja e do Estado dessa época. Pertenceu à Academia Francesa de Letras.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_F%C3%A9nelon

 

O espírito Fénelon participou da obra da Codificação do Espiritismo através de mensagens que constam das obras básicas,

dentre elas “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, assinado por Allan Kardec.

 

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fe/Marie_Antoinette_Adult11.jpg/787px-Marie_Antoinette_Adult11.jpg

Retrato de Maria Antonieta executado na Conciergerie alguns dias antes de sua execução na guilhotina.

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Conciergerie

 

Conciergerie é o vestígio principal do antigo Palácio da Cidade ou Palácio de la Cité, que foi residência e sede do poder real francês do século X ao século XIV e que se estendia sobre o local em que hoje está o Palácio de Justiça de Paris. Atualmente, o edifício estende-se pelo Cais do Relógio, sobre a Ilha de la Cité, no 1º arrondissement de Paris. Foi convertido em prisão do Estado em 1392, após o abandono do palácio por Carlos V e seus sucessores.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Conciergerie

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/40/Francois_Gerard_-_Napoleon_Ier_en_costume_du_Sacre.jpg/490px-Francois_Gerard_-_Napoleon_Ier_en_costume_du_Sacre.jpg

 Napoleão I em costume de coroação. Óleo sobre tela de François Gérard

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Francois_Gerard_-_Napoleon_Ier_en_costume_du_Sacre.jpg

 

 

Napoleão Bonaparte (em francêsNapoléon BonaparteAjaccio15 de agosto de 1769 – Santa Helena5 de maio de 1821) foi um líder político e militar durante os últimos estágios da Revolução Francesa. Adotando o nome de Napoleão I, foi Imperador dos Franceses[1] de 18 de maio de 1804 a 6 de abril de 1814, posição que voltou a ocupar por poucos meses em 1815 (20 de março a 22 de junho). Sua reforma legal, o Código Napoleônico, teve uma grande influência na legislação de vários países. Através das guerras napoleônicas, ele foi responsável por estabelecer a hegemonia francesa sobre maior parte da Europa.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Napole%C3%A3o_Bonaparte

https://www.noticiasespiritas.com.br/2020/AGOSTO/26-08-2020_arquivos/image035.jpg

A coroação de Napoleão. Óleo sobre tela de Jacques-Louis David

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Coroa%C3%A7%C3%A3o_de_Napole%C3%A3o

http://www.noticiasespiritas.com.br/2014/ABRIL/15-04-2014_arquivos/image008.jpg

Kardec criança. Imagem desenvolvida em computador por Marisa Cajado

  (Guarujá, SP) a partir de imagens conhecidas de  Kardec em idade mais avançada.

http://www.noticiasespiritas.com.br/2017/OUTUBRO/03-10-2017_arquivos/image017.jpg

Johann Heinrich Pestalozzi mestre de Kardec em Yverdum

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Heinrich_Pestalozzi

 

Johann Heinrich Pestalozzi (Zurique12 de janeiro de 1746 — Brugg17 de fevereiro de 1827) foi um pedagogista suíço e educador pioneiro da reforma educacional.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Heinrich_Pestalozzi

 

 https://lh3.googleusercontent.com/blogger_img_proxy/AEn0k_uVqACkpHGPTXgN3mNIu-innSPCcqILYa9fBwPEzbSxrVSEwLUTiMzBH-VnB4mbysDeu9oNs62uv1Punb3L4t6TMVUq5UCESq1JDHAHoNEN08ijAnVku6BD_DENzpWhXQUSgDwjGfCn3DIwUH3uTmWtBEu-8qo=s0-d

Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo

Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard_Rivail2.jpg

 

Hippolyte Léon Denizard Rivail (francês: [ʁivɑj]Lyon3 de outubro de 1804 — Paris31 de março de 1869) foi um influente educadorautor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec (francês: [kaʁdɛk]),[1] notabilizou-se como o codificador[nota 1] do espiritismo (neologismo por ele criado).

Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada.[2][3][4]

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec

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Turista orando no sempre florido túmulo de Allan Kardec.

Cemitério Pére Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo

http://www.noticiasespiritas.com.br/2013/OUTUBRO/03-10--2013_arquivos/image011.jpg

Sarcófago de Napoleão Bonaparte em Les Invalides, Paris, França. Foto Ismael Gobbo

 

  

Jesus e o precursor

 

Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X

Psicografia Francisco Cândido Xavier

FEB

 

 

boaNova

Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias.

Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais.

O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso –  é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos.

Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –,  trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino.

Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios.

Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel.

Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!”

Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”.

No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria!

Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso.

As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças.

*

Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita.

Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas.

Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos?

Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”.

Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo.

João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade.

O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos.

Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.

 

Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.

 

(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)

 

 

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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte:

 https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bartolom%C3%A9_Esteban_Perez_Murillo_-_Holy_Family_with_the_Infant_St_John_-_WGA16368.jpg

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Jesus aos doze anos  encontrado entre os doutores do templo.  James Tissot

Fonte da imagem:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus

 

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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo.

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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:

 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Brooklyn_Museum_-_The_Youth_of_Jesus_(Jeunesse_de_J%C3%A9sus)_-_James_Tissot_-_overall.jpg

 

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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo.

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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo

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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo

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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo

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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em  Nazaré, Israel.

 Foto Ismael Gobbo

Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista

Jesus abençoa João Batista no deserto.

Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG

 Arquivo: Museu do Brooklyn - Jesus ensina o povo à beira-mar (Jésus enseigne le peuple près de la mer) - James Tissot - global.jpg

Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Brooklyn_Museum_-_Jesus_Teaches_the_People_by_the_Sea_(J%C3%A9sus_enseigne_le_peuple_pr%C3%A8s_de_la_mer)_-_James_Tissot_-_overall.jpg

 

 

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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]])

 

 

 

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