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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, sexta-feira, 11 de setembro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/11-09-2026.htm
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Os últimos 5 emails enviados |
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10-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/10-09-2026.htm 09-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/09-09-2026.htm 08-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/08-09-2026.htm 07-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/07-09-2026.htm 05-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/05-09-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 9 - 1866 |
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(Copiado do site Febnet) |
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Artista Pieter de Grebber (cerca de 1600–1652/1653) wikidata:Q512817 Editar isto no Wikidata imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título Holandês: God nodigt Christus uit plaats te nemen aan zijn rechterhand Editar isto no Wikidata Deus convidando Cristo para sentar-se no trono à sua direita Tipo de objeto pintura Editar isto no Wikidata Gênero arte religiosa Editar isto no Wikidata Data 1645 Editar isto no Wikidata Técnica óleo sobre tela e sobre painel de álamo Editar isto no Wikidata Dimensões altura: 115 cm (45,2 pol.) Editar isto no Wikidata; largura: 133 cm (52,3 pol.) Edite isto no Wikidata Coleção Wikidata do Museu Catharijneconvent:Q1954426 Museu Bisschoppelijk Haarlem wikidata:Q61942636. Imagem/fonte:
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Santo Agostinho e sua mãe Santa Mônica. Óleo sobre tela de Ary Scheffer. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Saint_Augustine_and_Saint_Monica.jpg
Agostinho de Hipona (em latim: Aurelius Augustinus Hipponensis[2]), conhecido universalmente como Santo Agostinho, foi um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo,[3] cujas obras foram muito influentes no desenvolvimento do cristianismo e filosofia ocidental. Ele era o bispo de Hipona, uma cidade na província romana da África. Escrevendo na era patrística, ele é amplamente considerado como sendo o mais importante dos Padres da Igreja no ocidente. Suas obras-primas são De Civitate Dei ("A Cidade de Deus") e "Confissões", ambas ainda muito estudadas atualmente. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_de_Hipona
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Uma pintura de Goya, com São Francisco Bórgia, fazendo um exorcismo. Óleo sobe tela por volta de 1788. Imagem/fonte: |
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Jesus curando uma mulher enferma no sábado. Aquarela de James Tissot Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:HealWomanSabbath.jpg
De acordo com o Evangelho, Jesus estava ensinando em uma das sinagogas no sábado e havia uma mulher aleijada por um espírito por dezoito anos. Ela estava curvada e não conseguia se endireitar. Quando Jesus a viu, ele a chamou para frente e disse a ela: "Mulher, você está livre de sua enfermidade." Então ele colocou as mãos sobre ela e imediatamente ela se endireitou e louvou a Deus. Leia mais: |
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São Mateus e o anjo. Óleo sobre tela por Rembrandt. Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7f/Rembrandt_Harmensz._van_Rijn_049.jpg |
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Alegoria que ilustra Francisco Cândido Xavier psicografando mensagem ditada pelo seu espírito-guia Emmanuel. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Xavier#/media/File:Chico_Psicografia_Emmanuel.jpg |
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Joana D’Arc. Quadro de Jules Bastien Lepage Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Jules_Bastien-Lepage#/media/File:BastienLepage_Jules_Joan_Of_Arc.jpg |
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Lúcia Santos e os primos, Jacinta e Francisco Marto, os três meninos que teriam presenciado aparições na Cova de Iria, em Fátima, Portugal.. Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c9/ChildrensofFatima.jpg |
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Jesus e a Samaritana. Óleo sobre tela de Annibale Carracci. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Annibale_Carracci_-_The_Samaritan_Woman_at_the_Well_-_WGA4446.jpg |
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Rosas em “El Rosedal”, Buenos Aires, Argentina. Foto Laura Emilia Michelin Gobbo |
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Rosa do deserto. Foto Ismael Gobbo |
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Busto de Allan Kardec. Praça Allan Kardec. Guarulhos, SP, Brasil. Foto Ismael Gobbo. |
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Jesus falando com Nicodemos. Obra de William Brassey Imagem/fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Nicodemus#/media/File:William_Brassey_Hole_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com Nicodemos falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8). A Doutrina Espírita aprofundou o estudo da reencarnação que Jesus mencionou para Nicodemos. |
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Copo meio cheio |
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Certamente já ouvimos algo ligado à analogia do copo meio cheio ou copo meio vazio. É comum que identifiquemos a atitude de enxergar o copo meio vazio com o pessimismo, enquanto enxergar o copo meio cheio é atribuído aos otimistas. A comparação não é antiga. Os registros nos mostram a expressão sendo utilizada na metade do século 20, primeiramente falando em tanques de combustível. Logo depois, falou-se em garrafa e depois em copo, quando um economista, enfim, afirmou que um otimista é aquele que olha para o copo e o vê meio cheio. A analogia é inteligente, pois trata de como cada um escolhe ver a mesma realidade, o mesmo copo, a mesma quantidade de líquido. Isso fala de como somos ou de como estamos em determinado momento. A filosofia tratou questões com essa maestria. Na visão de alguns como o filósofo Epicteto, a realidade é dividida entre o que podemos e o que não podemos controlar. Dessa maneira, olhar para a metade cheia é focar no controle da própria mente e fazê-la perceber que há água para se beber. O Espiritismo, por sua vez, nos mostra um otimismo maduro, sem visão fantasiosa e sem esconder a realidade. Diante de um mundo difícil, a Doutrina dos Espíritos nos ensina, por exemplo, que o mal é transitório. Ensina que ser otimista não é fechar os olhos para o charco, para o lado ruim da vida, mas ter a sensibilidade de perceber que a água corre cantando por ele, isto é, que, apesar de tudo, as dificuldades nos ensinam a crescer. Otimismo é estímulo para o trabalho, vigor para a luta, saúde para a doença das paisagens espirituais, e luz para as densas trevas que se demoram em vitória momentânea. Alguns viciamos tanto em lamentar pelo copo meio vazio que nos esquecemos de que há água! E que podemos bebê-la. Esquecemos de agradecer pelo líquido salvador que está à nossa disposição. Por isso, de nada adianta ficarmos vivendo de lamentos, destacando tristezas e desencantos, vendo apenas o que nos falta. Precisamos enxergar o que temos, o que já conquistamos, sabendo que a existência é uma oportunidade única - não porque tenhamos só uma encarnação - mas, porque essa oportunidade, do jeito que está organizada, da maneira que se configurou para nós, não se repetirá. Viver sempre esperando o que ainda não temos é armadilha letal que drena nossas forças e sempre resulta em frustração. * * * O otimismo real fundamenta-se na fé inabalável nas leis divinas. Quem sabe que o Pai governa o universo não se desespera com o nevoeiro passageiro da tarde. O pessimismo é uma deserção do dever de ser feliz. Sorrir diante do obstáculo é um ato de coragem que atrai o socorro do Alto. Leveza diante das dificuldades. Calma perante os desafios. Já somos maduros o suficiente para sabermos entender os acontecimentos e extrair deles o melhor possível. Assim, da próxima vez que olharmos o copo com água e tivermos que fazer a escolha, pensemos bem e bebamos a água que a vida nos oferece, com gratidão e disposição para prosseguir. Redação do Momento Espírita
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7706&stat=0) |
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O *Enchiridion* de Epicteto esboçado em versos latinos (Oxford, 1715) Artista William Sonmans (1650–1708) wikidata:Q18811422 Michael Burghers (–1727) wikidata:Q6828935 Autor Frontispício desenhado por “Sonnem”. (?, canto inferior esquerdo) e gravado por “MB” (canto inferior direito). O artista é provavelmente William Sonmans (Sunman). O gravador é Michael Burghers. (Burgers gravou outros retratos de Sonmans neste período). Imagem digitalizada pela Biblioteca John Adams da Biblioteca Pública de Boston. Imagem ligeiramente melhorada por Aristeas. Descrição Português: Retrato imaginário de Epicteto. Frontispício gravado da tradução latina (ou versificação) de Edward Ivie do Enchiridon de Epicteto, impresso em Oxford em 1715. Título original do livro: "Epicteti Enchiridion Latinis versibus adumbratum. Per Eduardum Ivie A. M. Ædis Christi Alumn. […] Oxoniæ, Theatro Sheldoniano, MDCCXV. […]" A assinatura é um epigrama da Anthologia Palatina (VII 676) e diz: Δοῦλος Ἐπίκτητος γενόμην, καὶ σῶμ’ ἀνάπηρος, καὶ πενίην Ἶρος, καὶ φίλος ἀθανάτοις. “Eu era Epicteto, o escravo, e não tinha todos os membros sãos, e era pobre como Irus, e amado pelos deuses.” (Irus é o mendigo da Odisséia.). Data: 1715. Imagem/fonte: |
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Cima da Conegliano, Deus Pai Artista Atribuído a Cima da Conegliano (1459–1517) wikidata:Q8453 q:it:Cima da Conegliano imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título português: Deus Pai Editar isso no Wikidata Tipo de objeto pintura Editar isso no Wikidata Gênero arte sacra Editar isso no Wikidata Pessoas retratadas Deus, o Pai Editar isso no Wikidata Dados cerca de 1510-1517 Técnica Óleo sobre madeira Editar isso no Wikidata Dimensões altura: 31,7 cm Editar isso no Wikidata; largura: 40,6 cm Editar isso no Wikidata Coleção [Expandir] Wikidata da Galeria Courtauld: Q12110695. Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cima_da_Conegliano,_God_the_Father.jpg |
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Idiotia |
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Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Encontro Marcado. Lição nº 52. Página 157. Tema: Lesões cerebrais irreversíveis.
Surge, aqui e ali, quem pergunte por eles, os tiramos que ensoparam o mundo de lágrimas, conhecidos por lamentáveis fazedores de guerra. Apropriavam-se da autoridade e comandavam o extermínio das cidades que se lhes rendiam sem restrições; passavam, quais ciclones pestilentos, incendiando sítios prósperos, aniquilando homens dignos, abatendo enfermos, desrespeitando mulheres, empalando fugitivos ou decepando os braços de crianças inermes; apareciam por empreiteiros da demolição e do sarcasmo, organizando o cativeiro de povos livres ou formando, em nome da prepotência, as inquisições políticas, nas quais o abuso do poder consagrava a felonia e a traição por bases de governança, a fim de que os quadrilheiros das trevas operassem, impunes; salientavam-se por mandantes dos choques de violência em que os fracos eram irremediavelmente impelidos à queda ou espoliados sem remissão... Entretanto, nas seges purpuradas e nos palácios faustosos em que transitavam sorridentes, na direção do sepulcro, repontavam, sem que eles mesmos percebessem, as maldições dos sacrificados, o choro das viúvas e dos órfãos, os gritos de horror dos perseguidos quando traspassados pelos últimos golpes, as chamas das fogueiras destruidoras, o sofrimento dos mutilados, as pragas dos feridos agonizantes largados à ventania da noite, o sangue dos campos recobertos de cadáveres insepultos, o frio das necrópoles encharcadas de pranto, o infortúnio dos lares vazios, o protesto das escolas arrasadas, a dor silenciosa dos templos derruídos, os adeuses e os soluços dos mortos. E ao deixarem o corpo físico, muitas vezes com as honras tributadas aos grandes chefes, no próprio catafalco resplendente de lumes, de permeio com os cânticos e as orações, nos quais se lhe homenageavam os restos, passaram a escutar, terrificados e indefesos, o vozerio de condenação e a algazarra do desespero com que eram recebidos em novo nível de consciência. Atormentados, então, por muitas das vítimas que não lhes desculpavam a crueldade, humilhados e desditosos, suplicaram da Providência Divina a própria internação provisória em celas de esquecimento e renasceram na esfera do raciocínio deformado e entenebrecido. Quando passes diante de um irmão torturado por lesões cerebrais irreversíveis, não lhe voltes o rosto, nem recorras à eutanásia inconsciente. Quase sempre, o companheiro situado na provação temporária da idiotia é um gênio fulgurante, reencarnado na sombra, a estender-te o pensamento aflito e mudo, necessitado de compaixão.
(Texto recebido em email do divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
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Cristãos sendo usados como tochas humanas na perseguição sob Nero. Óleo sobre tela de Henryk Siemiradzki. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Siemiradski_Fackeln.jpg |
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Nero infante. Museu do Louvre, Paris, França. Foto Ismael Gobbo. |
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Mártires cristãos no Coliseu. Pintura por Konstantin Flavitsky Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Konstantin_Flavitsky_-_Christian_Martyrs_in_Colosseum.jpg |
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A última oração dos mártires cristãos. Óleo sobre tela por Jean-Léon Gérôme. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Christian_Martyrs_Last_Prayer.jpg |
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O idiota. Óleo sobre tela por Evert Larock. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/File:Larock-The_Idiot.jpg |
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Asilo para idiota do estado de Siracusa na avenida de Wilbur em Siracusa, New York aproximadamente 1855 Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Syracuse_State_School
Leia mais aqui: https://en.wikipedia.org/wiki/Syracuse_State_School
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“O Idiota” em francês. Obra de Fiodor DostoïevskiAcesse: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5809955s
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Fiódor Dostoiévski, fotografado em 1879, aos 58 anos de idade Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fi%C3%B3dor_Dostoi%C3%A9vski
Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski[nota 1][nota 2] (Moscou/Moscovo, 11 de novembro de 1821 - São Petersburgo, 28 de janeiro de 1881)[1][2][3][4][nota 3] foi um escritor, filósofo e jornalista do Império Russo. É considerado um dos maiores romancistas e pensadores da história, bem como um dos maiores "psicólogos" que já existiram (na acepção mais ampla do termo, como investigadores da psiquê).[5][6][7] Após o término de sua formação acadêmica como engenheiro, Dostoiévski trabalhou integralmente como escritor, produzindo romances, novelas, contos, memórias, escritos jornalísticos e escritos críticos. Além disso, atuou como editor em revistas próprias, como preceptor e participou de atividades políticas. Suas obras mais importantes foram as literárias, onde abordou, entre outros temas, o significado do sofrimento e da culpa, o livre-arbítrio, o cristianismo, o racionalismo, o niilismo, a pobreza, a violência, o assassinato, o altruísmo, além de analisar transtornos mentais, muitas vezes ligados à humilhação, ao isolamento, ao sadismo, ao masoquismo e ao suicídio. Pela retratação filosófica e psicológica profunda e atemporal dessas questões, seus escritos são comumente chamados de romances filosóficos e romances psicológicos.[7][8] Leia mais: |
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A Revista Visão DuBEM chega à sua 29ª edição! |
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Na edição do dia 27 de agosto, o tema central é: OS BENS DA TERRA: O PAPEL DO DINHEIRO E DA RIQUEZA; A partir do Capítulo XVI de O Evangelho segundo o Espiritismo — "Não se pode servir a Deus e a Mamon", esta edição da Revista Visão DuBEM convida à reflexão sobre uma questão que atravessa a existência humana: TER E SER - As parábolas dos Talentos e do Mau Rico, a história de Zaqueu, a utilidade providencial da fortuna, a desigualdade das riquezas, o desprendimento dos bens terrenos e a verdadeira propriedade são alguns dos temas apresentados por Allan Kardec e pelos Espíritos. Os colunistas ampliam essa discussão: 📖 César Perri fala sobre a transitoriedade dos bens terrenos e aquilo que realmente levamos conosco quando deixamos a vida física: nossas virtudes e valores. 📱 André Siqueira aborda o poder da comunicação e sua influência sobre o crescimento do vício em jogos on-line, lembrando a responsabilidade pessoal diante da sedução do ganho fácil. 🎰 Bárbara Bezerra mostra os impactos das apostas on-line, as famosas BETs, sobre as famílias. 💿 Francisco Cardec resgata a história da herança recebida por Chico Xavier de Frederico Figner, pioneiro das gravações de discos no Brasil. 💰 Marco Milani compara diferentes concepções políticas e econômicas sobre propriedade privada e utilização da fortuna com a abordagem muito mais ampla proposta pela Doutrina Espírita. ⚖️ Geraldo Campetti, vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, dá continuidade à série sobre as Leis Morais. 🔎 Astrid Sayegh propõe uma reflexão filosófica sobre a verdade. 🍷 Roberto Beletati aborda a relação entre o consumo de álcool e os casos de câncer. DIA 11 DE SETEMBRO: peça teatral "Há dois mil anos" Uma edição para pensar sobre aquilo que possuímos, aquilo que fazemos com o que possuímos e, principalmente, aquilo que estamos construindo dentro de nós. Venha conferir o que nossos colunistas prepararam e refletir conosco sobre os bens da Terra, a riqueza e os desafios de conciliar o TER com o SER. 🌟 Canal DuBEM – Web-TV Espírita, há 14 anos divulgando a Doutrina Espírita e promovendo a Arte Espírita! #CanalDuBEM #RevistaVisãoDuBEM #29Edição #OsBensDaTerra #TerESer #Prosperidade #Dinheiro #Riqueza #Espiritismo #DoutrinaEspírita #AllanKardec #OEvangelhoSegundoOEspiritismo #DuBEMRecords
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(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e de GEECX) |
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“Pelos caminhos da vida: memórias e reflexões” – digital (eBook) |
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Em “Pelos caminhos da vida: memórias e reflexões”, Antonio Cesar Perri de Carvalho revisita as experiências que marcaram sua trajetória pessoal, familiar, profissional e espírita, analisada de forma interativa. Partindo das origens familiares, da infância e da juventude em Araçatuba, acompanha a formação dos valores que orientaram suas escolhas e seu envolvimento precoce com o Espiritismo. Ao longo de seis décadas, suas recordações alcançam a educação, a vida acadêmica, a constituição da família e a atuação em instituições como a União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, a Federação Espírita Brasileira e o Conselho Espírita Internacional. O relato percorre iniciativas de divulgação, encontros nacionais e internacionais, convivências com importantes personalidades espíritas e episódios decisivos nos bastidores do movimento federativo. Suas memórias formam um testemunho histórico sobre o movimento espírita brasileiro. Como escritor, articulista e expositor, dedica-se ao estudo e à divulgação do Espiritismo, com atenção especial à história do movimento espírita, à gestão de instituições, à família, à educação e às obras de Allan Kardec, Emmanuel e Chico Xavier. Ao longo de sua trajetória, produziu mais de uma centena de publicações, entre livros e artigos, participou de congressos e seminários no Brasil e no exterior e conviveu com importantes personalidades espíritas; reúne experiências de várias décadas de atuação profissional e espírita, registrando acontecimentos, aprendizados e reflexões construídos ao longo de sua existência. O livro conta com prefácios gerais de André Marouço e Divaldo Pereira Franco; para cada uma das Partes: Ismael Gobbo, Manuel Felipe Menezes da Silva Júnior e Hélio Ribeiro Loureiro. A 1ª. edição, impressa, foi editada pela Cocriação (Araçatuba, 2021), já esgotada e agora disponível apenas em forma de eBook-Kindle, edição do Centro de Cultura Documentação e Pesquisa do Espiritismo de São Paulo, disponibilizada pela Amazon. Link para acesso na AMAZON: https://www.amazon.com.br/dp/B0HHHF2HHP
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e de GEECX) |
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*** POST para compartilhar nas redes sociais |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST de hoje (com ilustração) que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
APOIO DIVINO (Emmanuel, autor espiritual) Seja onde seja, recorda que Deus está sempre em nós e agindo por nós. Para assegurar-nos, quanto a isso, bastar-nos-á a prática da oração, mesmo ligeira ou inarticulada, que desenvolverá em nós outros a convicção da presença divina, em todas as faixas da existência. [Leia mais em https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/] RETALHOS DA VERDADE (Chiquito Morais, autor espiritual) Verdade lembra diamante Que o Senhor aprimorasse. O mundo possui o todo, Cada país – uma face. [Leia mais em https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/]
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e ótima semana.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em emails de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Cabine Virtual 'The Fox Sisters', novo filme do diretor de 'Nosso Lar' |
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Aviso de cabine de imprensa virtual "The Fox Sisters"
Olá, você está convidado/a para a cabine de imprensa virtual de “The Fox Sisters”, novo filme escrito, dirigido e produzido por Wagner de Assis, diretor da franquia Nosso Lar. O longa acompanha a história real das irmãs Leah, Maggie e Kate Fox, consideradas pioneiras do Espiritualismo Moderno, em uma trama que combina drama histórico, suspense e elementos sobrenaturais. Ambientado nos Estados Unidos do século XIX, o filme revisita os acontecimentos iniciados em Hydesville, em 1848, quando as irmãs passaram a ser associadas a fenômenos que despertaram o interesse do público e deram origem a um movimento que se espalhou por diferentes partes do mundo. “The Fox Sisters” aborda a investigação desses fenômenos, o embate entre ciência e crença e os conflitos vividos pelas três mulheres diante da repercussão de suas experiências. Filmado entre Brasil e Estados Unidos, com elenco internacional, o longa marca a primeira produção em inglês de Wagner de Assis e estreia nos cinemas brasileiros em 24 de setembro, com distribuição da Cinética Filmes. O link para a cabine ficará disponível das 13h de 10/09 (quinta-feira) até às 23h30 de 11/01 (sexta-feira). Para realizar o credenciamento e ter mais informações sobre a sessão, acesse AQUI. O credenciamento estará aberto até 17h de 09/09 (quarta-feira).
(Recebido em email de João Vitor Braga - Atômica Lab [[email protected]]) |
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[1009-JornalMundoMaior] ANTE A LUZ DA VERDADE. |
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ANTE A LUZ DA VERDADE. "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." Jesus (João, 8:32)
A palavra do Mestre é clara e segura.
Não seremos libertados pelos "aspectos da verdade" ou pelas "verdades provisórias" de que sejamos detentores no círculo das afirmações apaixonadas a que nos inclinemos.
Penetrá-la é compreender as obrigações que nos competem. Discerni-la é renovar o próprio entendimento e converter a existência num campo de responsabilidade para com o melhor.
Conhecer, portanto, a verdade é perceber o sentido da vida. E perceber o sentido da vida é crescer em serviço e burilamento constantes.
Observa, desse modo, a tua posição diante da Luz. Quem apenas vislumbra a glória ofuscante da realidade, fala muito e age menos. Quem, todavia, lhe penetra a grandeza indefinível, age mais e fala menos. No Livro:- FONTE VIVA. Emmanuel/Chico Xavier.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em emails de [email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]]) |
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Aliança Espírita Varas da Videira Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite) |
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Vibração para os doentes Aliança Espírita Varas da Videira |
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(Recebido em email de Adriana Leite) |
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Aliança Espírita Varas da Videira Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite) |
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POST para compartilhar nas redes sociais. |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST de hoje (com ilustração) que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
OS PERFEITOS CICLOS DA VIDA (Cínthia Cortegoso) A vida acontece em ciclos, e não em linhas retas a perder de vista. A cura também acontece em ciclos. Tudo, de alguma forma, está interligado. Há muita impaciência e ignorância (esta utilizada realmente como falta de conhecimento) quanto ao sábio andamento e normalmente nos queixamos de que a realização do “nosso desejo” está muito demorada. Para acessar, clique em: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/09/os-perfeitos-ciclos-da-vida-cinthia.html HOMO ECONOMICUS X HOMO SPIRITUALIS: DE QUEM PRECISAMOS MAIS? (Anselmo Ferreira Vasconcelos) É inegável que enfrentamos uma crise civilizatória de grandes proporções. Agravada, em boa medida, pela atuação do homo economicus, ela se torna ainda mais preocupante quando constatamos que dispomos de recursos suficientes para construir uma sociedade voltada ao bem-estar coletivo, mas, deliberadamente, não o fazemos. Para acessar, clique em: https://www.oconsolador.com.br/ano20/990/especial.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e ótima semana.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
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Correio Espírita - Jornal de setembro de 2026 |
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APES : Programme activités spirites SEPTEMBRE 2026 APES: Programa de Atividades Espíritas - Setembro de 2026 |
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Cher Madame, Cher Monsieur, · une semaine le samedi après-midi de 15h à 17h, · la semaine suivante le vendredi soir de 20h à 22h, · ainsi de suite... Nous espérons que cette organisation permettra à chacun de continuer à s’instruire, à échanger et à progresser dans la compréhension les principes, les concepts et l'éthique spirite, dans un climat de respect et d’élévation morale.
Veuillez trouver le programme de nos activités spirites de SEPTEMBRE 2026 en pièce jointe et sur http://www.apes-asso.fr
Pour assister à nos Réunions Publiques d'Etudes et d'Assistance Spirituelle (RPEAS) merci de prendre connaissance des modalités de participation ci-jointe.
Fraternellement,
Anita BECQUEREL Présidente de l'APES
A.P.E.S. - Association Parisienne d'Etudes Spirites - Association loi 1901 Spiritisme : Construire aujourd'hui l'Homme de demain > Réunions publiques hebdomadaires en distanciel (accès libre et gratuit) : un vendredi ou un samedi sur deux, alternativement (sauf jours fériés) > Plus d'informations sur notre site internet http://www.apes-asso.fr ou par téléphone 07 82 09 71 58 ou par mail [email protected]
TRADUZIDO AO PORTUGUÊS POR GOOGLE
Prezada Senhora, Prezado Senhor,
O Centro Espírita APES é parte integrante e estatutária da Associação Parisiense de Estudos Espíritas (APES). Fundamentado nos ensinamentos de Allan Kardec, expressos em suas obras, que constituem o núcleo da doutrina espírita, sua missão é dupla: em primeiro lugar, estudar e disseminar esses ensinamentos e, em segundo lugar, colocar esse estudo em prática, oferecendo assistência espiritual a todos que a solicitam, por meio de um ambiente acolhedor, oração, orientação espírita, purificação da água, encontros de estudo espírita, sessões de mediunidade e muito mais.
Essas práticas espíritas são realizadas sob a orientação do Espírito do Centro Espírita APES e de acordo com a ética espírita: escuta, benevolência, generosidade, ausência de julgamento e amor e respeito ao próximo.
Fiéis ao nosso compromisso de explorar juntos os ensinamentos do Espiritismo em um espírito de seriedade, reflexão e comunhão, temos o prazer de convidá-los para nossos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS).
Estas reuniões são realizadas online, através da plataforma ZOOM WORKPLACE, uma vez por semana, em horários alternados: • uma semana aos sábados à tarde, das 15h às 17h, • na semana seguinte às sextas-feiras à noite, das 20h às 22h, • e assim por diante... Esperamos que este formato permita a todos continuar aprendendo, compartilhando e aprofundando sua compreensão dos princípios, conceitos e ética espírita, em uma atmosfera de respeito e elevação moral.
Segue em anexo a programação de nossas atividades espíritas para setembro de 2026, disponível em http://www.apes-asso.fr
Para participar de nossas Reuniões Públicas de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS), consulte as diretrizes de participação em anexo.
Agradecemos seu apoio e lealdade contínuos e esperamos vê-lo(a) em breve nestas próximas reuniões semanais de estudo espírita.
Fraternalmente,
Anita Becquerel Presidente da APES
A.P.E.S. - Associação Parisiense de Estudos Espíritas - Organização sem fins lucrativos (sob a lei francesa de 1901) Espiritismo: Construindo o Humano do Amanhã Hoje > Encontros públicos online semanais (acesso livre e gratuito): em sextas-feiras ou sábados alternados (exceto feriados) > Mais informações em nosso site http://www.apes-asso.fr ou pelo telefone +33 7 82 09 71 58 ou pelo e-mail [email protected]
(Recebido em email de Association Parisienne d'Etudes Spirites [[email protected]]) |
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Palestra na Sede da C.E. Maria Benta Jabaquara, São Paulo, capital |
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(Copiado de Amigos da Maria Benta) |
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Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha Portugal |
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Exmos Senhores OCS,
CCE
www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Setembro/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita - EDIÇÃO DE SETEMBRO Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo: |
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CLIQUE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Jornal-Momento-Esp-set-26_compressed.pdf
(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]] Bauru, SP) |
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Palestras Nosso Lar setembro 2026 São Paulo, capital |
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Olá Ismael, paz e saúde! Segue em anexo a programação do Departamento de Cultura Espírita da Instituição Beneficente Nosso Lar para o mês de setembro de 2026. Muita paz a todos. Abraço fraterno,
"Eis que Deus te abençoa a cada instante, no ar que respiras, no pão que te nutre, no remédio que refaz, na palavra que anima, no socorro que alivia, na palavra que consola." Emmanuel, livro Coragem, espíritos diversos, por Chico Xavier
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
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*** POST referente ao Jornal O IMORTAL (para divulgar hoje) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Jornal O IMORTAL de setembro de 2026, que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
Está disponível na internet o jornal O IMORTAL de setembro, que traz como destaque uma entrevista com a jornalista Luci Aparecida Miranda, especialista em Jornalismo Digital e Mídias Sociais, radicada em Bragança Paulista-SP, onde colabora nos trabalhos da Casa da Bênção. Outro destaque é uma reportagem sobre a inserção do jovem nos setores da casa espírita, de autoria de Stella Segatti, da equipe de coordenação da assistência social do Grupo Espírita Paulista (GEP), instituído para promover a união, o diálogo e o fortalecimento do movimento espírita. Para acessar, clique em https://www.jornaloimortal.com.br/Home
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e uma ótima semana. Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Entre a justiça humana e a justiça divina, e outros destaques da RIE de setembro |
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ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/casaeditoraoclarim/?locale=pt_BR
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III Encontro Espírita das Águas Caxambu, MG |
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(Recebido em email de Domingos B. Rodrigues [[email protected]]) |
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Resultados Parciais – PNE 2026 |
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✅Resultados Parciais – PNE 2026 Mais moderna, novo portal! Novas questões interessantes e instigantes. Participe! Para refletir, esclarecer e agir Participação atual de 18 estados. https://pesquisa.portalkardec.org.br/B43605E6
Ivan Franzolim WhatsApp: 55 (11) 98156-0030 http://franzolim.blogspot.com.br/
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Jornada da AME-SP debate o papel da espiritualidade na medicina contemporânea |
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Da evidência à prática: jornada da AME-SP debate o papel da espiritualidade na medicina contemporânea
Evento acontece em setembro, na nova sede da AME-Brasil, na capital paulista, e reunirá profissionais da Saúde, pesquisadores e estudantes para discutir experiências espirituais, neurociência, saúde mental e cuidado integral
São Paulo, 10 de junho de 2026 – A nova sede da AME Brasilserá palco, em 19 e 20 de setembro, da 14ª Jornada da AME-SP, evento que deve reunir médicos, psicólogos, enfermeiros e profissionais da Saúde para discutir o papel da espiritualidade na prática clínica contemporânea. No mesmo espaço e em conjunto ao evento acontece o 14º CondAME(Congresso Nacional do Departamento Acadêmico da AME-Brasil). Com o tema “A Dimensão Espiritual da Medicina – da Evidência à Prática”, ambos os encontrosserão uma preparação para o próximo Mednesp 2027, que acontece no ano que vem, no feriado do Corpus Christi, em Recife (PE), com promoção da AME-Brasil. Com 200 vagas para a Jornada e 100 para o CondAME – Congresso Nacional do Departamento Acadêmico da AME-Brasil –, o evento acontece na rua Valdemar Ferreira, 162, no Butantã, em São Paulo (SP), reforçando a nova sede da entidade como espaço permanente de formação, debate e produção de conhecimento na interface entre saúde, ciência e espiritualidade. “A proposta é discutir como a dimensão espiritual vem sendo incorporada, de forma cada vez mais consistente, às reflexões sobre cuidado, saúde mental, humanização da assistência e qualidade de vida de pacientes e profissionais da Saúde”, informa o psiquiatra Marcus Ribeiro, presidente da AME-SP. Ao longo de dois dias, a programação reunirá diferentes especialidades e abordagens para discutir desde evidências científicas até aplicações práticas no cotidiano clínico. Entre os temas em debate estão experiências espirituais não ordinárias, experiências de quase-morte, comunicação após a morte, memórias de vidas passadas, práticas de cuidado em instituições espíritas, florescimento humano, neurociência, gratidão, crescimento pós-traumático e o impacto emocional sobre profissionais da Saúde. A programação também dedica espaço ao debate sobre o cuidado de quem cuida — um dos temas mais urgentes no cenário contemporâneo da saúde. Questões como fadiga por compaixão, isolamento emocional, impotência diante do sofrimento e saúde espiritual dos profissionais serão abordadas sob diferentes perspectivas, incluindo Medicina, Psicologia e espiritualidade. Realizada simultaneamente ao CondAME, a Jornada também busca fortalecer o movimento médico-espírita entre estudantes e jovens profissionais, ampliando a integração entre formação acadêmica, pesquisa e prática assistencial. No sábado (19), os painéis abordarão a integração da espiritualidade nas diferentes áreas da Saúde, experiências de cuidado desenvolvidas em instituições espíritas e os impactos clínicos das chamadas experiências espirituais não ordinárias. Já no domingo (20), o foco estará no cultivo da saúde espiritual de profissionais da Saúde e nas contribuições das virtudes humanas — como esperança, amorosidade e gratidão — para o bem-estar físico e emocional. As inscrições para a 14ª Jornada da AME-SP e para o 14º CondAME já estã abertas. A programação completa pode ser consultada no site oficial do evento. São apoiadores do evento a Federação Espírita do Estado de São Paulo (Feesp), o Grupo Espírita Batuíra (GEB), Grupo Espírita CairbarSchutel, Instituto Espírita de Educação e a Fraternidade sem Fronteiras. Serviço 14ª Jornada da AME-SP + 14º CondAME Tema: A Dimensão Espiritual da Medicina – da Evidência à Prática Data: 19 e 20 de setembro de 2026 Endereço: Nova sede da AME Brasil, à rua Valdemar Ferreira, 162 – Butantã – São Paulo (SP) Programação e inscriçõesaqui
Proposta da AME A AME traz uma outra face da Medicina e propõe uma saúde baseada nos valores da alma, calcados no conhecimento da Doutrina dos Espíritos (Espiritismo), uma verdadeira revolução iniciada no século XIX pelo advento de O Livro dos Espíritos e continuada mais recentemente nas obras de André Luiz (psicografia de Chico Xavier). Esses trabalhos trouxeram para a Medicina, Psicologia e outras disciplinas da Saúde um conhecimento que desvenda um lado ainda desconhecido da etiopatogenia das doenças e a dimensão espiritual do ser humano.
Mais informações: Connectare Comunicação Cláudia Santos – [email protected] – (11) 97663-4001
(Recebido em email de Cláudia Santos [[email protected]]) |
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Solicitud de divulgação espírita Recebido em email de Ruben de los Santos do Uruguai |
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(Recebido de email de solicitud de divulgação espírita)
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Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta Março/Abril-2026. Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf
(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
aqui:
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DIA MUNDIAL DE PREVENÇÃO AO SUICÍDIO CLIQUE AQUI: https://febnet.org.br/orai-aos-suicidas-dia-mundial-de-prevencao-ao-suicidio/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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Clique
aqui:
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FEES. Federação Espírita do Estado de Sergipe Aracaju |
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CLIQUE AQUI: https://www.facebook.com/federacaoespiritadesergipe/
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FEEAL. Federação Espírita do Estado de Alagoas Maceió |
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ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/feealagoas/?locale=pt_BR
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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(12-09-1876 – 07-02-1901) |
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Auta de Souza https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Auta_de_souza.jpg
Auta de Souza nasceu em Macaíba, pequena cidade do Rio Grande do Norte, em 12 de setembro de 1876; educou-se no colégio "São Vicente de Paula", em Pernambuco, sob a direção de religiosas francesas; e faleceu em 7 de fevereiro de 1901, na cidade de Natal. Uma biografia simples como os seus versos e o seu coração... Ela não conheceu os obstáculos que encheram de tormento a existência de Marcelline Desborde-Valmore. Desde muito cedo, porém, sentiu todo o horror da morte. Aos quatorze anos, quando lhe apareceram os primeiros sintomas do mal que a vitimou, não havia senão sombras em seu espírito; era já órfã de pai e mãe, tendo assistido ao espetáculo inesquecível do aniquilamento de um irmão devorado pelas chamas, numa noite de assombro. Assim, desde a infância, o destino lhe apareceu como um enigma sem a possibilidade de outra decifração que o luto. Salvaram-na do desespero a fé religiosa e o resignado exemplo da ignorada heroína para quem escreveu o soneto A minha Avó, publicado neste volume. Horto é, pois, a história de uma grande dor. Formou-o a autora recordando, sentindo, penando. Em casa, o luto sucessivo; no colégio, as litanias da Igreja; mais tarde, no campo, onde passou o melhor tempo da atormentada existência, a paisagem triste do sertão nos longos meses de seca, a compaixã A primeira edição do Horto, publicada em 1900, esgotou-se em dois meses. O livro foi recebido com elogios pela melhor crítica do país; leram-no os intelectuais com avidez; mas a verdadeira consagração veio do povo, que se apoderou dele com devoto carinho, passando a repetir muitos de seus versos ao pé dos berços, nos lares pobres e, até, nas igrejas, sob a forma de "benditos" anônimos. Auta, sem pensar e sem querer, reproduzira a lápis, na chaise longue onde a prostrara a doença, as emoções mais íntimas de nossa gente: encontrará no próprio sofrimento a expressão exata do sofrimento alheio. E antes de finar-se ouviu da boca de centenas de infelizes muitos dos versos que traçara com os olhos lacrimosos, não raro para esquecer o desgosto de se sentir vencida em plena mocidade. Não teve cultura literária vasta. Recordando cenas da meninice, vejo-a neste momento, aos oito anos, curvada sobre as paginas da História de Carlos Magno, outrora muito popular nas fazendas do Norte, livro cheio de façanhas inverossímeis, sem medida, sem arte, escrito no pior dos estilos, - mas delicioso para quem o conheceu na infância. Lia-o Auta no campo, os olhos ingenuamente maravilhados, para o mais ingênuo dos auditórios, composto de mulheres do povo e de velhos escravos, todos filhos d'esse formoso sertão que exerceu em seu espírito tão salutar influência Depois, chegou a vez das Primaveras, de Casimiro de Abreu. Um pouco mais tarde, no colégio, não leu outra cousa que os compêndios de estudo e as obras de prêmio, de feição religiosa e sentimental. Nesse tempo, o seu livro predileto foi um romance profundamente triste, Tebsima, episódio lendário da primeira Cruzada. Ao sair do internato, onde aprendera bem as línguas francesa e inglesa e adquirira boas noções de música e de desenho, começou a ler alguns autores brasileiros, especialmente Gonçalves Dias e Luiz Murat. Estes dois grandes sonhadores, porém, não tiveram ação decisiva sobre seu espírito. Não sei mesmo como ela, que detestava a feitura clássica de certos estilos, podia ler com satisfação crescente o poeta dos Tymbiras. Nunca me explicou também o motivo por que os versos tumultuosos de Luiz Murat constituíam verdadeiro encanto para a sua alma tão meiga, tão cheia de religiosa ternura. Nos últimos anos, as horas que podia dispensar ao convívio dos autores, consagrava-as aos místicos, a Th. de Kempis, a Lamartine, a S. Theresa de Jesus. A estes, associava Marco Aurélio, cujos Pensamentos muito concorreram para aumentar a tolerância e a simpatia com que encarava os seres e as cousas. Tal é a história da sua formação intelectual. Pode-se, entretanto, dizer sem exagero que o sofrimento foi o seu melhor guia. A influência das Irmãs de "São Vicente "Não vês? Minh'alma é como a pena branca 0"Que o vento amigo da poeira arranca '"E vai com ela assim, de ramo em ramo, "Para um ninho gentil de gaturamo... "Leva-me, ó coração, como esta pena "De dor em dor até à paz serena." A tormenta se desfizera ao pé do túmulo; e do naufrágio em que se abismou esta singular existência, resta o Horto, livro de uma santa." HENRIQUE CASTRICIANO Paris, 4 de Agosto de 1910. Extraida da 3ª edição do livro HORTO, 1936) Auta de Souza (do livro Auta de Souza) Nasceu em Macaíba, então Arraial, depois cidade do Rio Grande do Norte a 12 de setembro de 1876, era magrinha, calada, de pele clara, um moreno doce à vista como veludo ao tato. Era filha de ELOI CASTRICIANO DE SOUZA, desencarnado aos 38 anos de idade e de Dona HENRIQUETA RODRIGUES DE SOUZA, desencarnada aos 27 anos, ambos tuberculosos. Antes dela ter completado 3 anos ficou órfã de mãe e aos 4 anos de pai. A sua existência, na terra foi assinalada por sofrimentos acerbos. Muito cedo conheceu a orfandade e ainda menina, aos dez anos, assistiu a morte de seu querido irmão IRINEU LEÃO RODRIGUES DE SOUZA, vitimado pelo fogo produzido pela explosão de um lampião de querosene, na noite de 16 de fevereiro de 1887. Auta de Souza e seus quatro irmãos foram criados em Recife no velho sobrado do Arraial, na grande chácara, pela avó materna Dona SILVINA MARIA DA CONCEIÇÃO DE PAULA RODRIGUES, vulgarmente chamada Dindinha e seu esposo FRANCISCO DE PAULA RODRIGUES, que desencarnou quando Auta tinha 6 anos. Antes dos 12 anos, foi matriculada no Colégio São Vicente de Paulo, no bairro da Estância, onde recebeu carinhosa acolhida por parte das religiosas francesas que o dirigiam e lhe ofereceram primorosa educação: Literatura, Inglês, Música, Desenho e aprendeu a dominar também o Francês, o que lhe permitiu ler no original: Lamartine, Victor Hugo, chateubriand, Fénelon. De 1888 a 1890, a jovem Auta estuda, recita, verseja, ajuda as irmãs do Colégio, aprimora a beleza de sua fé, na leitura constante do Evangelho. Aos 14 anos, ainda no Educandário Estância, em 1890, manifestaram-se os primeiros sintomas da enfermidade que lhe roubou, em plena juventude, o viço e foi a causa de sua morte, ocorrida na madrugada de 7 de fevereiro de 1901 - Quinta-feira à uma hora e quinze minutos, na cidade de Natal, exatamente com 24 anos, 4 meses e 26 dias de idade. Os médicos nada puderam fazer e Dindinha retornou com todos para a terra Norte-Rio Grandense. Ei-los todos em Macaíba. Foi sepultada no cemitério do Alecrim e em 1906, seus restos mortais foram transladados para o jazigo da família, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Macaíba, sua terra natal. O forte sentimento religioso e mesmo a doença não impediram de ter uma vida absolutamente normal em sociedade. Era católica, mas não submissa ao clero. Ela não se macerou, não sarjou de cilícios a pele, não jejuou e jamais se enclastou. Era comunicativa, alegre, social. A religiosidade dela era profunda, sincera, medular, mas não ascética, mortificante, mística. Seu amor por Jesus Cristo, ao Anjo da Guarda, não a distanciaram de todos os sonhos das donzelas: Amor, lar, missão maternal. Com 16 anos, ao revelar o seu invulgar talento poético, enamorou-se do jovem Promotor Público de Macaíba, João Leopoldo da Silva Loureiro, com a duração apenas de um ano e poucos meses. Dotada de aguda sensibilidade e imaginação ardente dedicava ao namorado amor profundo, mas a tuberculose progredia e seus irmãos convenceram-na a renunciar. A separação foi cruel, mas apenas para Auta. O Promotor não demonstrou a menor reação.... É verdade que gostava de ouvi-la nas festas caseiras a declamar com sua belíssima voz envolvente, aveludada e com ela dançar quadrilhas, polcas e valsas, mas não era o homem indicado para amar uma alma tão deli cada e sonhadora como Auta de Souza. Faltava-lhe o refinamento espiritual para perceber o sentimento que extravasava através dos olhos meigos da grande Poetisa. Essa sucessão de golpes dolorosos, marcou profundamente sua alma de mulher, caracterizada por uma pureza cristalina, uma fé ardente e um profundo sentimento de compaixão pelos humildes, cuja miséria tanto a comovia. Era vista lendo para as crianças pobres, para humildes mulheres do povo ou velhos escravos, as páginas simples e ingênuas da "História de Carlos Mágno", brochura que corria os sertões, escrita ao gosto popular da época. A orfandade da Poetisa ainda criança, o desencarne trágico de seu irmão, a moléstia contagiosa e a frustração no amor, esses quatro fatores amalgamados à forte religiosidade de Auta, levaram-na a compor uma obra poética singular na História da Literatura Brasileira "Horto", seu único livro, é um cântico de dor, mas, também, de fé cristã. A primeira edição do Horto saiu do prelo em 20 de Junho de 1900. O sofrimento veio burilar a sua inata sensibilidade, que transbordou em versos comovidos e ternos, ora ardentes, ora tristes, lavrados à sombra da enfermidade, no cenário desolador do sertão de sua terra. Em 14 de novembro de 1936, houve a instalação da Academia Norte-Rio Grandense de Letras, com a poltrona XX, dedicada a Auta de Souza. Livre do corpo, totalmente desgastado pela enfermidade, Auta de Souza, irradiando luz própria, lúcida e gloriosa alçou vôo em direção à Espiritualidade Maior. Mas a compaixão que sempre sentira pêlos sofredores fez com que a poetisa em companhia de outros Espíritos caridosos, visitasse, constantemente a crosta da terra. Foi através de Chico Xavier, que ela, pela primeira vez revelou sua identidade, transmitindo suas poesias enfeixadas em 1932, na primeira edição do "PARNASO DE ALÉM TÚMULO", lançado pela Federação Espírita Brasileira. Em sua existência física, Auta de Souza foi a AVE CATIVA que cantou seu anseio de liberdade; o coração resignado que buscou no Cristo o consolo das bemaventuranças prometidas aos aflitos da terra. Além do túmulo, é o pássaro liberto e feliz que, tornado ao ninho dos antigos infortúnios, vem trazer aos homens a mensagem de bondade e esperança, o apelo à FÉ e a CARIDADE, indicando o rumo certo para a conquista da verdadeira vida.
(Texto copiado de http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2016/02/Auta-de-Souza.pdf) |
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Auta de Souza |
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Avenida Jundiaí no cruzamento com a BR-304, na entrada de Macaíba - Rio Grande do Norte, Brasil.
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Avenida_Jundia%C3%AD_-_Maca%C3%ADba,_RN.JPG
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Imagem de Natal, Capital do Rio Grande do Norte em 1903. Autor: Virgilio Cardoso de Oliveira. Copiada de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Natal_RN_1903.jpg |
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Kardec e Napoleão |
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Busto de Allan Kardec Cemitério Père Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Irmão X Logo após o 18 Brumário (9 de novembro de 1799) quando Napoleão se fizera o Primeiro-Cônsul da República Francesa, reuniu-se, na noite de 31 de dezembro de 1799, no coração da latinidade, nas Esferas Superiores, grande assembleia de Espíritos sábios e benevolentes, para marcarem a entrada significativa do novo século. Antigas personalidades de Roma imperial, pontífices e guerreiros das Gálias, figuras notáveis da Espanha, ali se congregavam à espera do expressivo acontecimento. Legiões dos Césares, com os seus estandartes, falanges de batalhadores do mundo gaulês e grupos de pioneiros da evolução hispânica, associados a múltiplos representantes das Américas, guardavam linhas simbólicas de posição de destaque. Mas não somente os latinos se faziam representados no grande conclave. Gregos ilustres, lembrando as confabulações da Acrópole gloriosa, israelitas famosos, recordando o Templo de Jerusalém, deputações eslavas e germânicas, grandes vultos da Inglaterra, sábios chineses, filósofos hindus, teólogos budistas, sacrificadores das divindades olímpicas, renomados sacerdotes da Igreja Romana e continuadores de Maomé ali se mostravam, como em vasta convocação de forças da ciência e da cultura da Humanidade. No concerto das brilhantes delegações que aí formavam, com toda a sua fulguração representativa, surgiam Espíritos de velhos batalhadores do progresso que voltariam à liça carnal ou que a seguiriam, de perto, para o combate à ignorância e à miséria, na laboriosa preparação da nova era da fraternidade e da luz. No deslumbrante espetáculo da Espiritualidade Superior, com a refulgência de suas almas, achavam-se Sócrates, Platão, Aristóteles, Apolônio de Tiana, Orígenes, Hipócrates, Agostinho, Fénelon, Giordano Bruno, Tomás de Aquino, S. Luís de França, Vicente de Paulo, Joana D’Arc, Teresa d’Avila, Catarina de Siena, Bossuet, Spinoza, Erasmo, Milton, Cristóvão Colombo, Gutenberg, Galileu, Pascal, Swedenborg e Dante Alighieri, para mencionar apenas alguns heróis e paladinos da renovação terrestre; e, em plano menos brilhante, encontravam-se, no recinto maravilhoso, trabalhadores de ordem inferior, incluindo muitos dos ilustres guilhotinados da Revolução, quais Luiz XVI, Maria Antonieta, Robespierre, Danton, Madame Roland, André Chenier, Bailly, Camille Desmoulins e grandes vultos como Voltaire e Rousseau. Depois da palavra rápida de alguns orientadores eminentes, invisíveis clarins soaram na direção do plano carnal e, em breves instantes, do seio da noite, que velava o corpo ciclópico do mundo europeu, emergiu, sob a custódia de esclarecidos mensageiros, reduzido cortejo de sombras, que pareciam estranhas e vacilantes, confrontadas com as feéricas irradiações do palácio festivo. Era um grupo de almas, ainda encarnadas, que, constrangidas pela Organização Celeste, remontavam à vida espiritual, para a reafirmação de compromissos. À frente, vinha Napoleão, que centralizou o interesse de todos os circunstantes. Era bem o grande corso, com os seus trajes habituais e com o seu chapéu característico. Recebido por diversas figuras da Roma antiga, que se apressavam em oferecer-lhe apoio e auxílio, o vencedor de Rivoli ocupou radiosa poltrona que, de antemão, lhe fora preparada. Entre aqueles que o seguiam, na singular excursão, encontravam-se respeitáveis autoridades reencarnadas no Planeta, como Beethoven, Ampère, Fulton, Faraday, Goethe, João Dalton, Pestalozzi, Pio VII, além de muitos outros campeões da prosperidade e da independência do mundo. Acanhados no veículo espiritual que os prendia à carne terrestre, quase todos os recém-vindos banhavam-se em lágrimas de alegria e emoção. O Primeiro-Cônsul da França, porém, trazia os olhos enxutos, não obstante a extrema palidez que lhe cobria a face. Recebendo o louvor de várias legiões, limitava-se a responder com acenos discretos, quando os clarins ressoaram, de modo diverso, como se se pusessem a voar para os cimos, no rumo do imenso infinito... Imediatamente uma estrada de luz, à maneira de ponte levadiça, projetou-se do Céu, ligando-se ao castelo prodigioso, dando passagem a inúmeras estrelas resplendentes. Em alcançando o solo delicado, contudo, esses astros se transformavam em seres humanos, nimbados de claridade celestial. Dentre todos, no entanto, um deles avultava em superioridade e beleza. Tiara rutilante brilhava-lhe na cabeça, como que a aureolar-lhe de bênçãos o olhar magnânimo, cheio de atração e doçura. Na destra, guardava um cetro dourado, a recamar-se de sublimes cintilações... Musicistas invisíveis, através dos zéfiros que passavam apressados, prorromperam num cântico de hosanas, sem palavras articuladas. A multidão mostrou profunda reverência, ajoelhando-se muitos dos sábios e guerreiros, artistas e pensadores, enquanto todos os pendões dos vexilários arriavam, silenciosos, em sinal de respeito. Foi então que o grande corso se pôs em lágrimas e, levantando-se, avançou com dificuldade, na direção do mensageiro que trazia o báculo de ouro, postando-se, genuflexo, diante dele. O celeste emissário, sorrindo com naturalidade, ergueu-o, de pronto, e procurava abraçá-lo, quando o Céu pareceu abrir-se diante de todos, e uma voz enérgica e doce, forte como a ventania e veludosa como a ignorada melodia da fonte, exclamou para Napoleão, que parecia eletrizado de pavor e júbilo, ao mesmo tempo: – Irmão e amigo, ouve a Verdade, que te fala em meu espírito! Eis-te à frente do apóstolo da fé, que, sob a égide do Cristo, descerrará para a Terra atormentada um novo ciclo de conhecimento... César ontem, e hoje orientador, rende o culto de tua veneração, ante o pontífice da luz! Renova, perante o Evangelho, o compromisso de auxiliar-lhe a obra renascente!... Aqui se congregam conosco lidadores de todas as épocas. Patriotas de Roma e das Gálias, generais e soldados que te acompanharam nos conflitos da Farsália, de Tapso e de Munda, remanescentes das batalhas de Gergóvia e de Alésia aqui te surpreendem com simpatia e expectação... Antigamente, no trono absoluto, pretendias-te descendente dos deuses para dominar a Terra e aniquilar os inimigos... Agora, porém, o Supremo Senhor concedeu-te por berço uma ilha perdida no mar, para que te não esqueças da pequenez humana e determinou voltasses ao coração do povo que outrora humilhaste e escarneceste, a fim de que lhe garantas a missão gigantesca, junto da Humanidade, no século que vamos iniciar. Colocado pela Sabedoria Celeste na condição de timoneiro da ordem, no mar de sangue da Revolução, não olvides o mandato para o qual foste escolhido. Não acredites que as vitórias das quais foste investido para o Consulado devam ser atribuídas exclusivamente ao teu gênio militar e político. A Vontade do Senhor expressa-se nas circunstâncias da vida. Unge-te de coragem para governar sem ambição e reger sem ódio. Recorre à oração e à humildade para que te não arrojes aos precipícios da tirania e da violência!... Indicado para consolidar a paz e a segurança, necessárias ao êxito do abnegado apóstolo que descortinará a era nova, serás visitado pelas monstruosas tentações do poder. Não te fascines pela vaidade que buscará coroar-te a fronte... Lembra-te de que o sofrimento do povo francês, perseguido pelos flagelos da guerra civil, é o preço da liberdade humana que deves defender, até o sacrifício. Não te macules com a escravidão dos povos fracos e oprimidos e nem enlameies os teus compromissos com o exclusivismo e com a vingança!... Recorda que, obedecendo a injunções do pretérito, renasceste para garantir o ministério espiritual do discípulo de Jesus que regressa à experiência terrestre, e vale-te da oportunidade para santificar os excelsos princípios da bondade e do perdão, do serviço e da fraternidade do Cordeiro de Deus, que nos ouve em seu glorificado sólio de sabedoria e de amor! Se honrares as tuas promessas, terminarás a missão com o reconhecimento da posteridade e escalarás horizontes mais altos da vida, mas, se as tuas responsabilidades forem menosprezadas, sombrias aflições amontoar-se-ão sobre as tuas horas, que passarão a ser gemidos escuros em extenso deserto... Dentro do novo século, começaremos a preparação do terceiro milênio do Cristianismo na Terra. Novas concepções de liberdade surgirão para os homens, a Ciência erguer-se-á a indefiníveis culminâncias, as nações cultas abandonarão para sempre o cativeiro e o tráfico de criaturas livres, e a religião desatará os grilhões do pensamento que, até hoje, encarceram as melhores aspirações da alma no inferno sem perdão!... Confiamos, pois, ao teu espírito valoroso a governança política dos novos eventos e que o Senhor te abençoe!... Cânticos de alegria e esperança anunciaram nos céus a chegada do século XIX e, enquanto o Espírito da Verdade, seguido por várias coortes resplandecentes, voltava para o Alto, a inolvidável assembleia se dissolvia... O apóstolo que seria Allan Kardec, sustentando Napoleão nos braços, conchegou-o de encontro ao peito e acompanhou-o, bondosamente, até religá-lo ao corpo de carne, no próprio leito. Em 3 de outubro de 1804, o mensageiro da renovação renascia num abençoado lar de Lião, mas o Primeiro-Cônsul da República Francesa, assim que se viu desembaraçado da influência benéfica e protetora do Espírito de Allan Kardec e de seus cooperadores, que retomavam, pouco a pouco, a integração com a carne, confiantes e otimistas, engalanou-se com a púrpura do mando, e, embriagado de poder, proclamou-se Imperador, em 18 de maio de 1804, ordenando a Pio VII viesse coroá-lo em Paris. Napoleão,
contudo, convertendo celestes concessões em aventuras sanguinolentas, foi
apressadamente situado, por determinação do Alto, na solidão curativa de
Santa Helena, onde esperou a morte, enquanto Allan Kardec, apagando a própria
grandeza, na humildade de um mestre-escola, muita vez atormentado e
desiludido, como simples homem do povo, deu integral cumprimento à divina
missão que trazia à Terra, inaugurando a era espírita-cristã, que,
gradativamente, será considerada em todo os quadrantes do orbe como a sublime
renascença da luz para o mundo inteiro. Do livro Cartas e Crônicas, de Irmão X, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. (Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano5/230/correiomediunico.html) |
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O céu. Foto Ismael Gobbo |
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A Escola de Atenas em afresco de Rafael Sanzio. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sanzio_01.jpg |
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François Fénelon *. Óleo sobre tela por Joseph Vivien. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fran%C3%A7ois_de_Salignac_de_la_Mothe-F%C3%A9nelon.PNG
François Fénelon, pseudônimo de François de Salignac de La Mothe-Fénelon (6 de agosto de 1651 - 7 de janeiro de 1715), também conhecido como ''o Cisne de Cambrai'', foi um teólogo católico, poeta e escritor francês, cujas ideias liberais sobre política e educação, esbarravam contra o "statu quo" da Igreja e do Estado dessa época. Pertenceu à Academia Francesa de Letras. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_F%C3%A9nelon
O espírito Fénelon participou da obra da Codificação do Espiritismo através de mensagens que constam das obras básicas, dentre elas “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, assinado por Allan Kardec.
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Retrato de Maria Antonieta executado na Conciergerie alguns dias antes de sua execução na guilhotina. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Conciergerie
A Conciergerie é o vestígio principal do antigo Palácio da Cidade ou Palácio de la Cité, que foi residência e sede do poder real francês do século X ao século XIV e que se estendia sobre o local em que hoje está o Palácio de Justiça de Paris. Atualmente, o edifício estende-se pelo Cais do Relógio, sobre a Ilha de la Cité, no 1º arrondissement de Paris. Foi convertido em prisão do Estado em 1392, após o abandono do palácio por Carlos V e seus sucessores. Leia mais: |
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Napoleão I em costume de coroação. Óleo sobre tela de François Gérard Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Francois_Gerard_-_Napoleon_Ier_en_costume_du_Sacre.jpg
Napoleão Bonaparte (em francês: Napoléon Bonaparte; Ajaccio, 15 de agosto de 1769 – Santa Helena, 5 de maio de 1821) foi um líder político e militar durante os últimos estágios da Revolução Francesa. Adotando o nome de Napoleão I, foi Imperador dos Franceses[1] de 18 de maio de 1804 a 6 de abril de 1814, posição que voltou a ocupar por poucos meses em 1815 (20 de março a 22 de junho). Sua reforma legal, o Código Napoleônico, teve uma grande influência na legislação de vários países. Através das guerras napoleônicas, ele foi responsável por estabelecer a hegemonia francesa sobre maior parte da Europa. Leia mais: |
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A coroação de Napoleão. Óleo sobre tela de Jacques-Louis David Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Coroa%C3%A7%C3%A3o_de_Napole%C3%A3o |
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Kardec criança. Imagem desenvolvida em computador por Marisa Cajado (Guarujá, SP) a partir de imagens conhecidas de Kardec em idade mais avançada. |
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Johann Heinrich Pestalozzi mestre de Kardec em Yverdum Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Heinrich_Pestalozzi
Johann Heinrich Pestalozzi (Zurique, 12 de janeiro de 1746 — Brugg, 17 de fevereiro de 1827) foi um pedagogista suíço e educador pioneiro da reforma educacional. Leia mais: |
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard_Rivail2.jpg
Hippolyte Léon Denizard Rivail (francês: [ʁivɑj]; Lyon, 3 de outubro de 1804 — Paris, 31 de março de 1869) foi um influente educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec (francês: [kaʁdɛk]),[1] notabilizou-se como o codificador[nota 1] do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada.[2][3][4] Leia mais: |
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Turista orando no sempre florido túmulo de Allan Kardec. Cemitério Pére Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
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Sarcófago de Napoleão Bonaparte em Les Invalides, Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus e o precursor |
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Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X Psicografia Francisco Cândido Xavier FEB
Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias. Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais. O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso – é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos. Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –, trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino. Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios. Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel. Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!” Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”. No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria! Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso. As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças. * Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita. Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas. Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos? Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”. Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo. João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade. O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos. Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.
Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.
(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)
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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte: |
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Jesus aos doze anos encontrado entre os doutores do templo. James Tissot Fonte da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo. |
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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus abençoa João Batista no deserto. Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG |
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Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
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Amor Infinito Caminhos retos |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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