Notícias do Movimento Espírita

São Paulo, SP, sábado, 10 de maio de 2014

Compiladas por Ismael Gobbo

Agradecemos àqueles que gentilmente repassam este email

Parcerias

 

 

http://ismaelgobbo.blogspot.com.br/

www.abrade.com.br         http://www.redeamigoespirita.com.br/

 

 

 

Nota 1

Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento.

 

 

Nota 2

Este email é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes  diversas e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec.  Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas. (Ismael Gobbo)

 

 

Atenção

Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui: http://www.noticiasespiritas.com.br/2014/MAIO/10-05-2014.htm

 

 

Abaixo os links dos  últimos emails de Noticias enviados

 

Se você não recebeu algum deles é só clicar na data correspondente:

 

09-05-2014   http://www.noticiasespiritas.com.br/2014/MAIO/09-05-2014.htm

08-05-2014   http://www.noticiasespiritas.com.br/2014/MAIO/08-05-2014.htm

07-05-2014   http://www.noticiasespiritas.com.br/2014/MAIO/07-05-2014.htm  

06-05-2014   http://www.noticiasespiritas.com.br/2014/MAIO/06-05-2014.htm

05-05-2014   http://www.noticiasespiritas.com.br/2014/MAIO/05-05-2014.htm

 

 

 

 

Nota: Todas as notícias deste e de emails anteriores estão postadas no blog: http://ismaelgobbo.blogspot.com . O trabalho é totalmente gratuito e desenvolvido com o concurso de colaboradores voluntários.  

 

 

DIA DAS MÃES

Salve o “Dia das Mães” - 11 de maio de 2014

 

                 Neste domingo o calendário brasileiro assinala a data alusiva  ao “Dia das Mães”.  Trata-se de evento oficializado pelo Decreto no. 21.366, de 5 de maio de 1932, publicado no Diário Oficial, Seção 1, aos 9 de maio de 1932, com sanção do Presidente Getúlio Vargas. Embora a primeira comemoração oficial no Brasil tenha acontecido em  8 de maio de 1932, há registro de que ocorreu evento alusivo ao Dia das Mães  no dia 12 de maio de 1918, na Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, RS.

                 Nos Estados Unidos, embora a comemoração tenha acontecido anteriormente em alguns locais,  a oficialização a nível nacional se deu depois da  recomendação do Congresso que culminou com o decreto do Presidente Woodrow Wilson em maio de 1914. No país a  data  é  comemorada no segundo domingo de maio. A partir da iniciativa americana muitos países adotaram a tradição.

                O Dia das Mães tanto é comemorado  no segundo domingo de maio, caso do Brasil,  como em outras datas e locais conforme se pode verificar nos quadros abaixo colhidos na Wikipedia.  

                Queremos externar às mães,  estejam elas encarnadas ou desencarnadas, o nosso abraço respeitoso,  rogando a Deus, a Jesus, e a Maria, Sua mãe,   envolva a todas em clima de muita paz, saúde e prosperidade espiritual.  (Ismael Gobbo)                                         

 

 

DATAS COMEMORATIVAS DO DIA DAS MÃES EM DIVERSOS PAÍSES

 

 

Datas fixas (*)

 

 

Dias variáveis no mês (*)

 

 

 

Dias variáveis no ano (*)

 

 

Fonte dos quadros acima:

(*) http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_das_M%C3%A3es

Acesso em 07-05-2014, 10hs

 

O DIA DAS MÃES NO BRASIL

Decreto do Presidente

Getulio Vargas

Decreto nº 21.366, de 5 de Maio de 1932

Declarando que o segundo domingo de maio é consagrado às mães

O Chefe do Governo Provisório da República dos Estados Unidos do Brasil:

     Considerando que varios dias do ano já foram oficialmente consagrados à lembrança e à comemoração de fatos e sentimentos profundamente gravados no coração humano;

     Considerando que um dos sentimentos que mais distinguem e dignificam a espécie humana é o de ternura, respeito e veneração, que evoca o amor materno;

     Considerando que o Estado não pode ignorar as legítimas imposições da conciência coletiva, e, embora não intervindo na sua expressão, e do seu dever reconhecê-las e prestar o seu apoio moral a toda obra que tenha por fim cultuar e cultivar os sentimentos que lhes imprimem, força afetiva de cultura e de aperfeiçoamento humano,

DECRETA: 

     Art. 1º O segundo domingo de maio é consagrado às mães, em comemoração aos sentimentos e virtudes que o amor materno concorre para despertar e desenvolver no coração humano, contribuindo para seu aperfeiçoamento no sentido da bondade e da solidariedade humana. 

     Art. 2º Revogam-se as disposições em contrário.

Rio de Janeiro, 5 de maio de 1932, 111º da Independência e 44º da República.

GETULIO VARGAS
Francisco Campos

 

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial da União - Seção 1 de 09/05/1932



Publicação:

§     Diário Oficial da União - Seção 1 - 9/5/1932, Página 8818 (Publicação Original)

 

 

Fonte: http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1930-1939/decreto-21366-5-maio-1932-559485-publicacaooriginal-81718-pe.html

 

 

O DIA DAS MÃES NOS ESTADOS UNIDOS

 

Decreto do Presidente

Woodrow Wilson

 

 

Imagem: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/24/President_Woodrow_Wilson%27s_Mother%27s_Day_Proclamation_of_May_9%2C_1914_%28Presidential_Proclamation_1268%29._-_NARA_-_299965.jpg

 

 

Anna Jarvis

 

Anna Jarvis  (1864-  1948) americana que se movimentou

 para que  fosse instituída a comemoração do  Dia das Mães  

Imagem: http://en.wikipedia.org/wiki/Anna_Jarvis

Acessada em 08/05/2014. 10 hs.

 

 

DIA DAS MÃES

Divaldo Franco escreve às  quintas-feiras, quinzenalmente,

 no jornal  A Tarde

 

Jornal A Tarde, edição de  08/05/2014

DIA DAS MÃES

 

Todo os dias pertencem às mães. Nada obstante, em 1905, quando desencarnou a genitora de Anna Jarvis, uma americana da Virgínia, ela entrou em depressão, e as amigas resolveram ajudá-la a superar a perda. Em 1907 ela criou um memorial em homenagem à genitora e teve a ideia de criar o Dia das Mães. A ideia espalhou-se e terminou por tomar conta de toda a América do Norte a partir de 26 de abril de 1910.

Com o tempo universalizou-se, sensibilizando a opinião da sociedade que passou a reservar um dia no ano para homenagear esse ser especial que representa a docilidade, a mansidão, o sacrifício e a dedicação infinita.

Existem, sim, mães que não conseguiram vivenciar a grandeza da missão terrena, tornando-se negligentes, indiferentes e até mesmo perversas. Mas constituem exceção. Todos mantemos recordações inapagáveis da convivência com a mãezinha na infância, na adolescência e mesmo as buscamos com ternura na idade adulta. 

Elas são os anjos tutelares da vida humana, sempre dispostas ao esforço até super-humano em favor da felicidade dos filhos. Não poucas renunciam à própria alegria de viver, aos prazeres, a fim de cuidar dos rebentos carnais com que a Divindade lhes honra a existência luminosa. Com a divulgação contínua desse sentimento de gratidão que devem ter todos os filhos, lentamente, o que deveria ser um verdadeiro culto de amor transformou-se em lucrativo empreendimento de frivolidade, retirando-lhe o de que mais belo existia no ideal de Anna Jarvis.

A celebração da data que, no Brasil, é comemorada no segundo domingo de maio, reveste-se de festividade externa, da doação de presentes de fácil aquisição, de exibição de mercado, sem a companhia do amor que deve ser a razão principal da efeméride. É lamentável a ocorrência, porque destituída de significado. O amor é a mai dignificante dádiva que se deve conceder a esse nobre ser, sem a preocupação de oferecer-lhe as coisas materiais, embora também se possa assim proceder.

Divaldo P. Franco 

 

 

(Colaboração recebida em email de Lucas Milagre)

 

Foto: Dona Anna Franco (Mãe de Divaldo)

 

Divaldo Pereira Franco

 

 

 

 

DIA DAS MÃES

Dia das Mães

 

 

Colaboração recebida de

Leopoldo Zanardi, Bauru, SP

 

 

 

 

 

DIA DAS MÃES

De Mel à Maria, a nossa homenagem!

 

 

Jô Andrade

Barra Bonita, SP

www.clubedobem.net.br

 

 

 

Olhando a céu aberto em mais um dia que se inicia, um sol dourado irradiando raios de vida, confesso que fico emocionada... E neste belíssimo cenário, lembrei-me da proximidade do Dia Das Mães e que precisava escrever algo que remetesse aos leitores a reflexão sobre a atriz principal da data, a protagonista da vida.

Tenho um prazer enorme em observar o mundo, as paisagens, as pessoas, os animais e os acontecimentos que tenho possibilidade de conhecer.

Dias atrás observando mais uma vez o nosso cotidiano, constatei uma cena que merece ser relatada acerca do instinto maternal, mesmo nos seres que antecedem a humanidade.

Mel, uma belíssima cachorrinha branca, com seu filhote, no jardim defronte de nossa residência, tomando sol e guardando a casa, teve seu momento interrompido com a chegada de um dos carros da família, abrindo o portão com acionamento automático. Esperávamos que com o barulho do portão e do automóvel, ela saísse correndo, mas teve reação contrária.

Ela, um animal doce, brincalhona e simpática (demonstra sempre estar feliz e de bem com a vida), se ergue rapidamente com o pequeno peito estufado, como que se enfrentasse o carro que estava para entrar pelo caminho, onde estavam mãe e filho sentados.

Em pé, olhando sempre para o carro, numa postura corajosa, apanha seu filhote pela pele do pescoço e tira seu cachorrinho do suposto perigo, levando-o para o quintal interno da casa. Vemos nesta atitude seu instinto maternal, defendendo e protegendo seu filhote. Em nenhum momento vimos nela a vontade em fugir do perigo sozinha.

Prosseguimos daí nossa reflexão voltada para as mulheres, que desde sua tenra idade, desde criança, menininha ainda, já demonstra o afloramento do instinto maternal em suas brincadeiras. Cresce um pouco e na adolescência e juventude, vemos em seus comportamentos, na maioria das jovens, atitudes que demonstram carinho especial para com as crianças. É nesta fase que inicia o sonho de terem em seus braços um pequenino ser, um querido filhinho.

Torna-se mulher e fica mais acentuado o desejo de ter a possibilidade de gerar um filho dentro de si. Vemos como foco reservado somente para as fêmeas, sejam elas animais ou humanas, a procriação, a criação torna-se real e passam a serem mães.

Mãe admira, mãe tem afeto, mãe dá carinho, oferece amor sem nenhum pedido de troca ou retribuição. E quando o filho não retribui o que lhe ofereceu, ela chega até esconder tal situação para que os outros não tenham conhecimento e nem façam críticas. Ela oferece e dá tudo o que tem de melhor para seus descendentes. É um ser diferente e tem este amor que é muito intenso.

Seguindo adiante, lembro-me da história da Matriarca Universal, a nossa Mãe Maior, Maria de Nazaré, a Mulher Divina que fora presenteada em ser mãe do Mestre Jesus.

Maria de Nazaré é a referência de mãe, de mulher grande e forte.

Para nós, o natural da vida é o de que pais devessem morrer antes dos filhos, entendemos que esta condição seria a mais correta, onde os mais velhos é que deveriam partir antes.

Porém, no caso de nossa Mãe Maria, ocorreu também de forma contrária. Ela acompanhou e vivenciou os flagelos dos sofrimentos de seu amado filho Jesus.

Ela permaneceu ao lado do Filho, desde a condenação injusta e equivocada, desde o início do sofrimento do seu primogênito, até seu último suspiro. Acompanhou-O durante todo o suplício, ficou aos seus pés orando para que seu sofrimento fosse diminuído com sua presença e com suas palavras de amor, de conforto e de consolação.

Nossa Mãe querida, além de falar e tentar confortar seu Filho, com sua presença consolou a mãe de Dimas, um dos ladrões que fora crucificado ao lado de Jesus. Ela encontrou tempo e espaço naquele momento de dor,para oferecer carinho para a outra mãe que também sofria.

Maria sabia que seu Filho era diferente dos demais, mas entristeceu em demasia pelo sofrimento e separação de seu amado Filho, tal quais outras mães que experimentaram situação semelhante.

Enfim, mãe é uma mulher que tem uma forma diferente de amar e de conduzir a educação de seus filhos. É um amor diferente dos demais amores que sentimentos. Amor de mãe é diferente de amor de mulher para com seu marido, de amor de irmã, de amor de filha, de prima, de tia, de avó e de amiga. É um sentimento que dói e cala a alma das mães quando seus filhos sofrem.

Em O Livro dos Espíritos, na resposta da questão 385, encontramos: “... considera o amor que uma mãe consagra a seus filhos, como o maior amor que um ser possa votar a outro”.

Tenho certeza que a grande maioria das mães, se pudessem, trocaria de lugar com seus filhos, na hora do sofrimento dos mesmos.

Sentem-se reconhecidas quando agradam ou elogiam seus filhos. Quando falamos bem de seus filhos, adoçamos o coração dessas mães.

E para finalizar, reconhecemos a grande importância maternal na vida das mulheres e vemos a evolução dos seres, na condição de fêmeas, desde a vida animal, relatada em nossa história pela doce Mel, a compreensão do crescimento do Espírito na condição de mulher e até alcançar o Ser Superior da Matriarca Mundial, nossa Mãe Maria. Assim como aprendemos, novamente em O Livro dos Espíritos, na questão 540: “É assim que tudo serve, que tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou por ser átomo”. Morrendo e nascendo muitas vezes é que avançamos nesta evolução.

Às todas as Mães, todo carinho e reconhecimento!

Feliz Dias das Mães!!!

 

 

(Texto recebido em email de Roosevelt A. Tiago)

Cachorrinha branca. Madrid, Espanha.

Foto Ismael Gobbo

 

 

 

 

DIA DAS MÃES

Coração de Mãe

 

“O amor tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo sofre”

Paulo (I Coríntios,13:7)

 

         Coração de mãe tudo sofre, tudo perdoa, tudo entende...

            Regozija-se nos momentos felizes e sangra nos momentos de dor.

            É doce e terno quando necessita estender amor e paz, mas é firme quando precisa corrigir.

Acalenta os corações sofridos e angustiados que lhe busquem o aconchego, apazigua as almas aflitas e desesperançadas de todos aqueles a quem muito ama, porém, é enérgico quando precisa educar.

            Sabe ser forte quando as adversidades surgem no próprio viver, mas desmorona interiormente quando acontecem na vida dos filhos, aos quais dedica tanto amor! Sorri, se eles estão felizes e chora, às ocultas, quando a dor os atinge.

Se adoecem, esquece de si para velar-lhes à cabeceira, mas quando a saúde se lhes retorna, não deixa de agradecer a Deus pela graça da cura, mesmo que nada tenham feito por merecer.

Coração de mãe é forte e frágil ao mesmo tempo. É seguro e firme quando as necessidades assim o exigem, mas se sensibiliza diante de pequeninos gestos de amor e carinho que deles receba.

Coração de mãe sabe acolher com o mesmo afeto e ternura a todos os  filhos, mesmo aqueles que se mostrem rebeldes ou que tenham nascido do ventre de outras mães.

Se crianças, renuncia aos próprios prazeres e necessidades, para dedicar-se de alma e coração a amparar e orientar esses pequeninos seres que lhes foram confiados por Deus.

            Mas tudo sabe compreender e aceitar, quando os filhos já crescidos buscam outros rumos na vida, e não os que para eles tenha sonhado.

            Sofre calada e, no seu silêncio interior, muito consegue vibrar e orar  pela felicidade de todos. Mas, se um dia, pela vontade de Deus algum dos seus filhos queridos, prematuramente, vier a desencarnar, saberá buscar na fé, a força e a coragem que lhe falta para sublimar a própria dor.

Cada coração de mãe que, mesmo cansado e sofrido se esmera em amor e ternura, reflete um pouquinho da grandiosidade e doçura do imaculado coração de Maria, mãe de Jesus e de todas as mães! 

 

 

(Mensagem assinada pelo espírito irmã Maria do Rosário psicografada por Lúcia Cominatto, São Paulo, SP)

 

(Texto recebido em email de Lucia Cominatto)

Quadro simbolizando Maria e o menino Jesus exposto na Basílica da Anunciação

Catedral de Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo

 

 

DIA DAS MÃES

Mãezinha do coração

 

 

Lucy Dias Ramos

Juiz de Fora, MG

 

 

Em muitas famílias, existe alguém que se destaca como referência pelos seus gestos, seus valores morais, tornando-se o ponto de equilíbrio para todos, o exemplo a ser seguido, a pessoa na qual confiamos e buscamos nos momentos de decisões importantes ou nas agruras do caminho...

Em minha família este alguém foi minha irmã que chamávamos, carinhosamente, de Mariinha...

Passados mais de cinco décadas de sua partida para o mundo espiritual, ainda a recordo nos momentos de reflexões, quando oro e a saudade aflora com maior intensidade... 

Lembrar sua permanência conosco enseja sentimentos de ternura e gratidão a Deus...

E quando a recordo e escrevo sobre sua vida, sinto-me motivada a buscar em meu mundo íntimo, nos arquivos seletivos de minha memória, lembranças que o tempo não conseguiu apagar...

Nesta evocação, procuro sentar calmamente e permanecer em silêncio, esvaziando a mente das preocupações atuais, deixando o pensamento fluir, rebuscando lembranças que me façam reviver momentos de intensa felicidade, de paz e amor...

Ficar mais profundamente diante de mim mesma e recompor traço a traço, as linhas de seu rosto, de seu corpo, de suas mãos diáfanas, de seus cabelos negros caindo suavemente sobre os ombros...

Fixar os olhos na contemplação mais demorada dos seus olhos com um brilho invulgar que penetrava o âmago de meu ser, vasculhando-me a alma como a descobrir meus anseios, meus medos e sustentar-me nesta nova existência, guiando-me os primeiros passos com solicitude e amor...

Deixar que a inspiração direcione minhas mãos ao escrever sobre você, que marcou minha alma com o cinzel da bondade, da esperança com promessas de paz sob as luzes do Evangelho de Jesus, levando-me a compreender, desde muito cedo, que deveria seguir o caminho do bem, com abnegação, renúncia e humildade...

Recordar suas mãos a sustentar-me logo nos primeiros anos de vida, infundindo em meu ser a confiança para que eu caminhasse sem receio, desde que seguisse o roteiro sublimado do dever, da responsabilidade e nunca usasse minha liberdade para ferir alguém ou magoar a quem cruzasse meu caminho e assim mantivesse em harmonia meu mundo íntimo...

Emocionada recordo você, irmã querida e mãezinha do coração, todos os dias de minha vida que já se faz longa, na qual procurei seguir seus conselhos, suas orientações, suas palavras de incentivo para prosseguir destemida, vencendo os óbices da caminhada, sem perder a fé e a alegria de viver...

Desde as primeiras recordações de minha infância, sua figura se acentua em minhas lembranças e a vejo em cuidados preservando-me de perigos, conduzindo-me pelos caminhos do mundo, com segurança e certeza de que os objetivos poderão ser alcançados, desde que saibamos delinear com precisão nossos projetos de vida, conscientes de nossa responsabilidade como espíritas.

Sendo a irmã mais velha, cuidou de mim como se fosse mãe prestativa e amorosa...

E sua presença amiga se fez presente, em momentos que recordo com emoção e muita gratidão a Deus por nos ter concedido a bênção de sua companhia, durante a vida terrena e posteriormente no mundo espiritual sempre nos orientando e mostrando o sentido existencial, a importância dos deveres assumidos, amparando-nos em momentos de dor para que não nos entregássemos ao desalento.

Mostrando-me desde a infância que o Espiritismo era o fanal que nos conduziria com maiores possibilidades de êxito no cumprimento da programação espiritual nesta nova oportunidade do renascimento físico, incutiu em minha mente que não haveria alternativa para mim, senão abraçar com coragem e fé esta abençoada doutrina e esforçar-me sempre para cumprir meus deveres não me deixando ser vencida pela amargura ou desencanto quando o acicate das dores morais chegasse, lanhando meu espírito, porque a dor é educadora e formadora de nossos melhores caracteres em função do progresso moral aqui na Terra.

Você partiu para o mundo espiritual com apenas 36 anos...

Mas que vida profícua no bem e nos gestos de amor que distribuía a todos que se acercavam de você!

Sua ternura era mesclada de energia para que não nos desviássemos do caminho do bem e nos alertava sempre dos perigos das ilusões da vida, das facilidades materiais que proporcionam aos que se descuidam dos valores do espírito e apressados buscam o poder, a glória...

Foi com você, querida mãezinha, que aprendi as primeiras noções de espiritualidade, ressaltando a grandeza da vida nas coisas simples e abençoadas da Natureza, nos momentos de meditação, na contemplação do amanhecer e na ternura que invade nosso coração quando, ao entardecer, a luz vai se diluindo na sombra da noite, convidando-nos à prece de gratidão a Deus.

Sei que no mundo espiritual continua seu labor cuidando de crianças e jovens como educadora que sempre foi... Já tivemos muitos encontros, durante as horas de sono físico, quando em desdobramento posso ir vê-la e nos falamos como outrora, das responsabilidades da vida terrena, das belezas excelsas da dimensão espiritual, renovamos nossas esperanças e refazemos nossas energias para novos embates e lutas até que possamos permanecer juntas novamente...

Falar da saudade, decorridas tantas décadas, parece inadmissível para os que desconhecem a força do amor quando alguém parte e deixa em nosso coração um sentimento inexplicável de carência do que vivenciamos um dia...

Com a proximidade do Dia das Mães, sua presença se fez mais intensa em meu coração saudoso... Receba meu ósculo de gratidão e amor!

 

 

(Texto recebido em email de Lucy Dias Ramos)

 

Dona Benedita Fernandes, no centro da foto, não teve filhos biológicos mas se dedicou a cuidar de

crianças e doentes mentais em Araçatuba, SP . Gostava muito de passear com os internos do

orfanato que dirigia. Aqui ela faz uma viagem com os pequeninos a Mato Grosso.

Foi um dos grandes vultos do movimento espirita brasileiro.

 

 

DIA DAS MÃES

Nunca deixe de alertar

 

Orson Peter Carrara

Matão, SP

 

 

Um dos grandes desafios dos pais está na educação dos filhos, está no conviver com a imaturidade própria de cada idade e nos estágios próprios de crescimento intelecto-moral de nossa natural condição humana.


Cada idade tem seu desafio próprio e mesmo na maturidade estamos todos às voltas com dificuldades e permanentes aprendizados.
A condição de pai e mãe nos impõe, antes que um direito, o dever de alertar sobre os perigos a que estão expostos os filhos, nas diferentes situações de convivência. É verdade que todos somos individualidades, com vontades próprias e visões distintas. Mesmo assim, a experiência dos anos é fio condutor dos relacionamentos.


Parece-nos, pois, oportuno, lembrar que é sempre é bom alertar. O alerta de hoje é bastão de segurança nos desafios que enfrentam.
Conheço um caso de uma garota que hoje afirma à mãe:


- Obrigado, mãe, por ter me aberto os olhos, por ter insistido em alertar-me. Se eu voltar ao mesmo comportamento, por favor me interne porque estarei desequilibrada.... Hoje enxergo o precipício a que estava me expondo.


É normal que os filhos não ouçam os pais até por uma questão de autoafirmação. Muitas vezes por teimosia e na maioria das ocasiões pelo amadurecimento que ainda não veio. E já sabemos, até por experiência, que só vivendo mesmo para aprender devidamente.

Mas, na condição de pais e educadores, temos o dever de alertar.


Sem agressão, é claro. Mas temos que esclarecer, tentar abrir os olhos, para não sermos chamados no futuro de omissos ou relapsos.

A experiência de vida, o acúmulo dos anos que passam e os testes difíceis de cada desafio fornecem amadurecimento. Mas não temos o direito de impor, especialmente depois que atingiram a maioridade, embora tenhamos o dever de alertar.

Por isso, pai e mãe, nunca deixemos de alertar.
O alerta está na orientação, nos exemplos que podem ser trazidos, na convivência sadia que podemos construir e, claro, o melhor alerta está no comportamento que adotamos em nossa própria conduta pessoal. É o exemplo, mais que as palavras, que ficam. Somente eles convencem. E o exemplo exige disciplina, vigilância constante, dedicação ao esforço de exemplificar e ensinar.

Palavras vazias, sem exemplificação, caem no esquecimento. Palavras carregadas de sentimento, esculpidas no exemplo, essas sim ficam para sempre. E, embora, muitas vezes, pareçam estar no vazio, são sementes que um dia frutificarão, ainda que à custa de decepções e sofrimentos.

Não somos pais por acaso. Nossos filhos nos foram entregues para que os orientemos na vida. Para que os conduzamos através de exemplos e de condutas éticas, dignas.

O compromisso educacional dos pais é gigantesco. É verdade também que muitas vezes nos falta também a maturidade e que igualmente nos vemos desafiados sem saber que rumo tomar, até por inexperiência. É verdade corrente que não somos exemplos, nem possuímos virtudes extraordinárias, pois estamos todos em permanentes aprendizados – o que nos leva à situação de que muitas vezes realmente não sabemos como agir.
Isso, todavia, não nos isenta da função de educar, encaminhar, exemplificar, o que, naturalmente, exige o esforço do aprendizado em nós mesmos.

Desafio tremendo, não é mesmo?!

Mas isso não é sinônimo de pessimismo. Antes é estimulo de crescimento. 
Olhemos, pois, os filhos como pérolas emprestadas a quem devemos cuidar e guardar com todo carinho. E isso sem sufocá-los, sem tentar que sejam como nós mesmos e ao mesmo tempo, com o dever de ajudá-los a vencerem igualmente os naturais desafios da vida humana. Tarefa árdua, mas altamente compensadora.

 

(Texto recebido em email de Orson Peter Carrara)

Ficheiro:Sir John Everett Millais 002.jpg

Jesus na casa dos pais. Óleo sobre tela de John Everett Millais

Imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Sir_John_Everett_Millais_002.jpg

Acesso em 08/05/2014, às 17 hs

 

 

DIA DAS MÃES

Rogativa materna

 

  "Deus nos reúna em seu infinito Amor para que o Dia das Mães, em toda parte, seja o Dia da Bênção".

 

 

 Em homenagem às mães, trazemos ao prezado leitor esta bela página de Meimei, psicografada por Francisco Cândido Xavier, e que faz parte do livro Família (edições CEU).

 

 

  Meus filhos,

  Não me perguntem por aquilo que mais desejo.

  Agradeço as flores e as lembranças preciosas, entretanto, se algo posso pedir, rogo a vocês para serem retos e bons. 

  Ouço-lhes, aflita, as palavras de cansaço e desilusão! Vocês falam em tédio e angústia, desânimo e desconforto como se o trabalho não mais nos favorecesse! 

  Ah!, meus filhos, Deus colocou vocês em meu carinho, como colcheta as flores na erva, mas pergunto a mim mesma se terei falhado na devoção com que os recebi!... 

  Desculpem-me se não lhes dei ternura bastante  a fim de que se desenvolvessem para alegria do mundo que nos cabe servir...

  Às vezes, suponho que, ao beijá-los, como sendo as criaturas melhores da Terra, talvez não lhes tenha feito notar que os filhos das outras mães são também tutelados da Providência Divina!

   Perdoem-me se não lhes inclinei o sentimento ao dever e à fraternidade, mas creiam que as lágrimas me sulcaram o rosto e as aflições me alvejaram os cabelos de tanto pensar no modo certo de lhes fazer felizes!

   Perdoem-me se não pude arrancar a minha alma do corpo a fim de doar-lhes coragem e paciência! 

   Mas se é verdade que sou fraca, temos o Céu por nós.

   Vocês querem que eu tenha o meu dia...

 Sim, filhos do meu coração, espero por vocês, de braços abertos, a fim de orarmos juntos, rogando a Deus nos reúna em seu infinito Amor, para que o Dia das Mães, em toda parte, seja o dia da bênção.  

 

Meimei

 

 

(Colaboração recebida de Raymundo Rodrigues Espelho, Campinas, SP)

 

Praia em Biarritz., 1913.  Óleo sobre tela de Paul Michel Dupuy (1869 – 1949)

Pinacoteca do Estado de São Paulo. Foto Ismael Gobbo

 

 

 

FEB – Campanha 150 anos de O Evangelho Segundo o Espiritismo

 

Acesse aqui:

http://www.febnet.org.br/blog/geral/divulgacao/campanha-150-anos-de-o-evangelho-segundo-o-espiritismo/

 

 

 

 

 

Registro. Roteiro Europa 2014 com Divaldo Pereira Franco

Dublin, Irlanda

 

08  de maio de 2014

 

A cidade de Dublin, na Irlanda, recebeu na noite desta quinta-feira dia 08 maio, de braços abertos, o retorno do Semeador de Estrelas, Divaldo Pereira Franco.

Com o salão de conferências do Hotel Bewley’s lotado, Divaldo abordou a temática dos Quatro Gigantes da Alma, que são eventos de vida, causadores da depressão. Referindo-se a Rotina, a Ansiedade, a Solidão e ao Medo, demostrou com maestria como a criatura humana se permite perturbar com os fatores externos, levando com frequência o indivíduo a adotar condutas patológicas. Estimulando aos presentes , apresentou-lhes a proposta de que se reserve alguns momentos diários para a reflexão, a vida íntima, o cultivo de bons pensamentos, a busca pelo silêncio interior.

Finalizando sugeriu que contemplemos a beleza da vida, afinal, a natureza é um espelho que reflete Deus e nós não somos o que apresentamos, estamos nesta fase, viajando para a imortalidade.

Após responder a diversas perguntas elaboradas pelos presentes, Divaldo foi aplaudido de pé pela Jubilosa plateia que já o aguarda para o ano vindouro, com grandes expectativas.

  Texto e fotos: Ênio Medeiros

 

   Abraços,

           Jorge Moehlecke

 

 

 

 

Seminário com Divaldo Pereira Franco

Viena, Áustria

 

 

(Informação recebida em email de Elsa Rossi)

 

 

 

ESDE – Reunião de Monitores

São Paulo

 

Ficha de Inscrição – Reunião de Monitores ESDE  na USE-SP

 

 

Nome do participante:

Endereço completo:

Cidade:

Estado:

Fone com DDD:

e-mail:

Função na casa espírita que frequenta:

Atua em ou participa de algum grupo de ESDE?

Já participou de treinamentos ou cursos do ESDE? Quando e onde?

Nome da Instituição:

Endereço e bairro:

Cidade:

Estado:

Fone com DDD:

e-mail:

Site:

 

 

Ficha de Inscrição – Reunião de Monitores ESDE  na USE-SP

Nome do participante:

Endereço completo:

Cidade:

Estado:

Fone com DDD:

e-mail:

Função na casa espírita que frequenta:

Atua em ou participa de algum grupo de ESDE?

Já participou de treinamentos ou cursos do ESDE? Quando e onde?

Nome da Instituição:

Endereço e bairro:

Cidade:

Estado:

Fone com DDD:

e-mail:

Site:

 

(Informação recebida em email de Fatima Antunes)

 

 

 

Programação de palestras no “Tio Zeca” e “Vovó Jerônima

Lourdes, SP

 

Caro Ismael, encaminho a programação do mes espírita do Centro de Estudos Tio Zeca, anexo à Entidade Assistencial Casa Vovó Jerônima, em Lourdes-SP:

04/junho: ISMAEL ÂNGELO CINTRA

11/junho: MARCO ANTÔNIO DE SOUZA

18/junho: EDUARDO ALEXANDRE GEUMARO

25/junho: OSVALDO MAGRO FILHO

 

Vovó Jerônima Cândida de Jesus  e o esposo  Tio Zeca (José Ângelo Rodrigues).

Mentores espirituais do Centro de Estudos e  da Entidade Assistencial em Lourdes, SP

Arquivo de Ismael Gobbo

 

(Informação recebida em email de Alfredo Querino da Silva)

 

 

 

8º Encontro de Comunicação Social Espírita do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro, RJ

 

Caros Irmãos,

 

Como é de conhecimento de todos, no período de 28/05 a 01/06/2014, Haroldo Dutra Dias estará realizando uma série de palestras/seminários no Estado do Rio de Janeiro.

 

Encerrando o ciclo de estudos no Estado do Rio de Janeiro, que tem como um dos seus objetivos fortalecer as áreas/diretorias/depto de Comunicação Social Espírita nos CEU (Conselho Espírita de Unificação) e IEA (Instituição Espírita Adesa), no dia 1o de junho de 2014, estaremos realizando, no Teatro Popular de Niterói - Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n - Centro - Niterói, o 8o Encontro Estadual de Comunicação Social Espírita do RJ.

 

O evento visa aprofundar o conceito de Comunicação Social Espírita através do apostolado de Paulo de Tarso como o grande divulgador da Boa Nova.

 

O público alvo são os tarefeiros da Área/Depto de Comunicação Social Espírita dos CEU e IEA.

 

Para que o nosso objetivo seja alcançado, estamos reservando para cada CEU, três ingressos.

 

Solicitamos também, uma contribuição de R$ 20,00 por pessoa para cobrirmos as despesas da locação do espaço e materiais/equipamentos necessários.

 

No dia do evento, os participantes receberão um CD - 7 Minutos com Emmanuel, produzido pelo Instituto SER - Sócio-Organização de Espiritualidade e Religiosidade, por cortesia do CEERJ.

 

Para aqueles que tiverem interesse em participar do evento, favor encaminhar uma relação com os nomes e respectivos CEU para comunica@ceerj.org.br até do dia 14/05/2014.

 

A contribuição e retirada de ingressos deverão ser feitos no IEBM - Instituto Espírita Bezerra de Menezes - Rua Coronel Gomes Machado, 140, Centro, Niterói, Rio de Janeiro | Telefone: (21) 2620-3663.

 

Os ingressos só serão liberados após o envio dos nomes por email.

 

 

Fraternalmente,

 

Regina Mercadante

 

--

Regina Mercadante - Diretora

 

 

Área de Comunicação Social Espírita - ACSE

Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ

Rua dos Inválidos, 182 - Centro/RJ- 20231-040
Telef: (21) 2224-1244 / 2224-1553
Fax..: (21) 2224-1244
www.ceerj.org.br

comunica@ceerj.org.br

facebook.com/ceerjoficial

facebook.com/jovemespiritaceerj

youtube.com/tvceerjoficial

@ceerjoficial

 

 

(Informação recebida em email de Renê Adolfo de Magalhâes Gomes [reneadolfo@demagalhaesgomes.com.br])

 

 

 

Seminário com Ismael Batista da Silva

São João da Boa Vista, SP

 

 

(Informação recebida em email de jpbertoldo [jpbertoldo@uol.com.br])

 

 

 

Palestra no C.E. Capitão Vendramini vai abordar o tema Mãe

Três Corações, MG

 

 

(Informação recebida em email de Centro Espírita Capitão Vendramini [cevendramini@gmail.com])

 

 

 

Palestra pública no C.E. Allan Kardec

Penápolis, SP

 

Centro Espírita "Allan Kardec"
AV. LUIZ OSORIO 1262 PENAPOLIS

nova frente CEAK.JPG

CONVITE PARA PALESTRA.

DIA 12/05/14 – SEGUNDA-FEIRA AS 20:00 HORAS.

PALESTRANTE:- SUZEL HECHT PIZZO VALENTE.

Suzel Valente.jpg

TEMA:- “VINDE A MIM TODOS OS QUE ESTAIS CANSADOS E SOBRECARREGADOS, E, EU VOS ALIVIAREI”.

 

OBS.:- A transmissão dos passes inicia às 19:30 horas.

 

 

(Informação recebida em email de João Marchesi Neto)

 

 

 

Show do Dia das Mês no C.E. Mariano Dias

Penápolis, SP

 

 

(Informação recebida em email de João Marchesi Neto)

 

 

 

Palestra com Manolo Quesada no LELA

Diadema, SP

PALESTRA MENSAL

31/05/2014 - SÁBADO - HORÁRIO: 18 HORAS

(SALÃO JOÃO DE DEUS)

TEMA: "LEVANTA E ANDA"

PALESTRANTE: "MANOLO QUESADA"

PARTE MUSICAL: "MV SOM"

PEDIMOS, SE POSSÍVEL, A DOAÇÃO

DE ALIMENTOS NÃO PERECÍVEL E/OU MATERIAL

DE HIGIENE PESSOAL EM PROL DA TRASITÓRIA CASA DO CAMINHO

Divulgação LELA/TCC

Lar Espírita Luz e Amor

Rua Castro Alves, 165, Diadema, SP - Telefone: (011)4056-2003

Informamos que esta notícia e outras relativas ao LELA e à TCC já estão

disponíveis nos Sites do LELA e da TCC, no Blog do "Em Foco" e no Perfil do LELA no Facebook:

http://www.luzeamor.org

http://www.transitoriacasadocaminho.org.br

http://lelaetcc.wordpress.com

https://www.facebook.com/emfoco

Veja também as palestras mensais e reportagens de nossos eventos no canal do LELA no Youtube:

http://www.youtube.com/channel/UCJjwufTmBGOKGxBs8Co1r1A?feature=watch

 

(Informação recebida em email de Divulgação Luz e Amor [divulgacaoluzeamor@pappiadvogados.com.br])

 

 

 

Seminário no C.E. Caminho de Damasco vai abordar o tema Sexualidade e Espiritismo. São Paulo, SP

 

 

(Informação recebida em emails  de Regina Bachega e de Reginaldo Malfati - CECD [presidente@caminhodedamasco.org.br])

 

 

 

1ª. Feira de Orquídeas da Arniqueira

Águas Claras, DF

 

 

(Informações recebidas em email de Alexandre Magno [alexandre@febos.org])

 

 

 

Noticia do SEI – Serviço Espírita de Informações

Rio de Janeiro, RJ

 

Acesse aqui:

http://boletimsei.blogspot.com.br/2014/05/diga-nao-descriminalizacao-das-drogas.html

 

 

 

 

DIA DAS MÃES

Diálogo entre mães

 

 

O filho de Mary veio passar em casa a semana de férias da Universidade. Sentia-se cansado e estava pálido. Perdera a vitalidade.

Preocupada, ela o levou ao médico, que diagnosticou uma forma rara de câncer. Incurável.

Quando Mary ouviu o diagnóstico, o filho já voltara para a faculdade. Ela subiu os degraus da entrada de sua casa, abriu a porta com violência e uivou com todas as suas forças.

Gritando de revolta, correu de quarto em quarto abrindo as janelas com ímpeto e dando socos no ar. O marido tentou acalmá-la, sem resultado.

Assustado, ele telefonou para um terapeuta que vinham consultando juntos e correu com o telefone até o quarto onde Mary gritava diante da janela aberta.

Mary, o terapeuta está ao telefone.

Ao ouvir isso, ela tornou a gritar: O terapeuta? Fale você com o terapeuta. Eu vou falar com Deus.

Ela precisou de toda a sua raiva, força de vontade e energia para atravessar os quatorze meses que se seguiram.

Tudo foi tentado. Em vão. O câncer avançou com fúria, transformando o filho numa sombra de si mesmo, até que, finalmente, ele morreu nos braços da mãe.

Tinha apenas vinte anos. Todo aquele amor materno não fora capaz de lhe impedir a morte. Mary sentiu que sua vida se fora com o filho. Passou vários meses entorpecida. Inconsolável.

Cerca de dois anos mais tarde, Mary foi com seu irmão a um templo religioso. Sem conseguir orar, ela se sentou. De repente, a dor que estava congelada em seu coração encontrou palavras e ela perguntou em voz alta:

Como a senhora conseguiu, Maria? Como conseguiu renunciar a seu filho? Como conseguiu encontrar uma maneira de continuar vivendo depois que ele morreu? Onde descobriu alguma esperança de conforto?

Com lágrimas descendo pelo rosto, ela disse para a mãe de Jesus tudo que lhe ia na alma. Contou como seu filho era jovem, como ele se esquecia de comer, como não sabia lavar direito as próprias roupas.

Ele precisava de uma mãe, disse, em lágrimas. Ele ainda precisa de uma mãe. Não posso compreender, mas o entrego aos Seus cuidados.

Virou-se de costas e saiu do local. Dois dias depois, enquanto dirigia para o trabalho, ela se surpreendeu cantarolando.

Com o passar do tempo, devagarinho, foi conseguindo aliviar seu coração.

A mãe de Jesus ouvira sua prece de dor e a atendera. Com a certeza de que seu filho estava sob os cuidados de Maria, seu coração se acalmou e ela recobrou a tranquilidade.

*   *   *

Por mais terrível se te apresente a situação, segue adiante.

Nunca estás sozinho.

Vão-se umas pessoas. Outras chegam. Não te amargures com as que partem. Não te entusiasmes com as que chegam.

As criaturas passam como veículos vivos: têm um destino e não as podes deter.

Por isso, não desejes reter ao teu lado quem já cumpriu sua missão. Permite-lhe a libertação.

E se a dor da saudade te parecer intensa, lembra-te de orar e entrega o que partiu ao Pai de todos nós, que é Deus.

E nunca te permitas sentir revolta ou solidão. Porque, mesmo que não percebas, Deus permanece sempre contigo.

 

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Mary, do livro
As bênçãos do meu avô, de Rachel Naomi Remen, ed. Sextante
e no cap. 13, do livro 
Filho de Deus, pelo Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 7.5.2014.

 

 

(Texto copiado do site Feparana)

Pietà de Michelangelo. Basílica de S. Pedro no Vaticano, Itália. Foto Ismael Gobbo

 

 

 

Editoração e envio: Ismael Gobbo, São Paulo,  SP. Gislaine Pascoal Yokomizo e Leonardo Yokomizo, Jacareí, SP

 

 

Em absoluto respeito à sua privacidade, caso não mais queira receber este boletim de notícias do movimento espírita, envie-nos um email solicitando a exclusão do seu endereço eletrônico de nossa lista. Nosso endereço: igobi@uol.com.br