Notícias do Movimento Espírita

São Paulo, SP, segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Compiladas por Ismael Gobbo

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Editoração: Ismael Gobbo, São Paulo, SP.

Envio: Ismael Gobbo (SP) e Wilson Carvalho Júnior, Araçatuba (SP)

 

 

Notas

1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento.

2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes  diversas e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec.  Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.  O trabalho é totalmente gratuito e conta com ajuda de colaboradores voluntários (Ismael Gobbo).

 

 

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14-10-2015     http://www.noticiasespiritas.com.br/2015/OUTUBRO/14-10-2015.htm

13-10-2015     http://www.noticiasespiritas.com.br/2015/OUTUBRO/13-10-2015.htm

 

 

 

 

Publicação em sequência

O Livro dos Espíritos

 

 

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(Texto Copiado do site Febnet)

O disco solar  entre os chifres da deusa Ísis, ou Hathor.

Templo de Isis em Filé, Egito. Foto Ismael Gobbo

O templo de Ámon, na atual Luxor, está circundado pelo moderno. Do outro lado do Nilo

estão as famosas necrópoles da antiga Tebas.   Foto Ismael Gobbo

Faraó Ramses II entre os deuses. Calcáreo pintado da 19ª. Dinastia, cerca de 1275 a.C.

Proveniente de pequeno templo construído por Ramsés II em Abidos, Egito. Museu do Louvre, Paris. Foto Ismael Gobbo

O deus Osíris entre seus filhos Hórús, com cabeça de Falcão e um rei. Granito da 20ª. Dinastia. 1186- 1069 a.C.

Museu do Louvre, Paris, foto Ismael Gobbo

Artêmis, deusa grega da caça, cultuada como  Diana pelos  romanos.

Mármore I- II séc. d.C. Museu do Louvre, Paris. Foto Ismael Gobbo.

 

 

 

 

 

 

Encontro Fraterno com Divaldo Franco 2015

Praia do Forte, BA

 

 

 

 

16 de outubro – manhã

“Somente com a irrestrita confiança em Deus, é que se pode esperar e alcançar a plenitude”. (Divaldo Franco)

Na manhã primaveril de 16 de outubro, no salão Garcia D’Ávila, do Hotel Iberostar Praia do Forte, teve continuidade o tradicional Encontro Fraterno com Divaldo Franco, edição 2015. O arauto do Evangelho e da Paz, apresentou o tema, O Pensamento Divino e a Criação.

Preparando o ambiente, Diego Carneiro Oliveira, exímio violoncelista, executou belas páginas musicais. Foram lançados, nessa oportunidade, três novos títulos pela Editora LEAL. São eles: Perturbações Espirituais, de Manoel Philomeno de Miranda; Renove-se, de Marco Prisco; e Segue em Harmonia, de Joanna de Ângelis, com comentários de Suely Caldas Schubert. Essas obras, psicografadas por Divaldo Franco, foram publicadas para marcar os 150 anos de lançamento de o livro O Céu e o Inferno, uma das obras básicas da Doutrina Espírita.

Repassando o conhecimento produzido por vários filósofos, desde a antiguidade, Divaldo apresentou uma verdadeira aula sobre o pensamento filosófico que tem procurado responder basicamente três questões: 1º) o que é a vida? 2º) qual a razão da vida? e 3º) de onde viemos e para onde vamos?

Perpassando o pensamento filosófico de Sócrates, Platão e Aristóteles, entre outros, o exímio professos Divaldo Franco destacou o entendimento sobre a reencarnação, a existência de um Deus único, que está em tudo e em todos. Por outro lado os filósofos Leucipo, Lucrécio e Demócrito apregoavam que tudo se resumia na existência do átomo, do vácuo e do movimento, que cessando qualquer um deles, a vida já não poderia mais existir. Assim, de um lado o idealismo, de outro atomismo.

Jesus demonstrou, e o cristianismo dos primeiros trezentos anos vivenciou com ímpeto o pensamento transcendente. Após esse período o cristianismo começou a empalidecer, aprofundando-se em contendas e disputas cada vez mais de cunho material, de poder temporal no período da Idade Média. E para que não se perdesse a mensagem do Cristo, de seu pensamento cósmico, reencarnaram naquele período de sombras densas expoentes de várias expressões do conhecimento humano.

Demonstrando que o século XVII representou um marco histórico de mudanças profundas do pensamento humano, Divaldo apresentou suscintamente as teorias de Pierre Gassendi, John Locke, Thomas Hobbes, Johannes Kleper, Galileu Galilei, Nicolau Copérnico, entre outros, destacando que esses formavam uma verdadeira plêiade de arcanjos que reencarnaram para retirar a humanidade da Terra das trevas da ignorância.

O materialismo começou a ganhar corpo com Arthur Schopenhauer, Friedrich Nietzsche e outros próceres da revolução francesa, que com suas teorias afirmavam não mais necessitar de Deus para explicar a vida. No advento do império napoleônico nasceu Hippolyte Léon Denizard Rivail, em 03 de outubro de 1804, para trazer, mais tarde, a doutrina que levantaria um pouco mais o véu dos intrigados desígnios de Deus, sob a orientação de Espíritos Nobres.

Em sua magistral aula sobre o Pensamento Divino e sua criação, Divaldo apresentou o desenrolar da criação, desde o macrocosmo até o microcosmo, passando pelo homem e seu corpo denso. A ciência ainda possui muitas indagações, conforme publicações oficiais, como por exemplo: qual a matéria que se constitui a consciência; de que é feito o pensamento? Ao homem, disse Divaldo, é necessário fazer a grande viagem para dentro de si mesmo, autodescobrindo-se, vivendo integralmente a plenitude.

Com pensamentos de Joanna de Ângelis, de Albert Einstein, de Pierre Laplace, e outros, Divaldo frisou a Lei do Amor, a lei moral, como uma grande onda de energia que se autoexpande, passando informações sobre o criacionismo, o evolucionismo, e outras teorias. Mais tarde, Dean Hamer e seus estudos na área da genética humana lançou mais luzes sobre as indagações que ainda permanecem nesse campo.

Ideia alguma pode nos dar uma noção de Deus, somente a luz pode nos levar a essa noção divina. O Evangelho de Jesus é um poema de doçura, atendendo aos conflitos que os seres humanos possuem em relação a Deus. Voltando a Einstein, esse afirmou em uma carta a sua filha, confessando que não fora um bom pai e nem mesmo um bom marido, que o amor é a força mais poderosa do Universo, ao lado da gravidade, do eletromagnetismo, da força quântica forte e da força quântica fraca.

Encaminhando-se para o final, Divaldo narrou os fatos que se desenrolaram com o Eben Alexander III, neurocirurgião americano de renome, que viveu uma experiência de quase morte. A Doutrina Espírita, a partir de 1857, apresentou o estudo da história da criação da vida. Outros pesquisadores apresentam inumeráveis razões para se acreditar em Deus, sob vários aspectos. A busca por respostas adequadas prossegue.

    Texto: Paulo Salerno

    Fotos: Jorge Moehlecke

 

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TEXTO EM ESPANHOL TRADUZIDO POR

MARTA GAZZANIGA

 

Divaldo Franco - Encuentro Fraterno 2015 -
16 de octubre por la mañana

Solamente con la ilimitada confianza en Dios, se puede esperar y alcanzar la plenitud. (Divaldo Franco)

Durante la mañana primaveral del 16 de octubre, en el salón Garcia D’Ávila del Hotel Iberostar Praia do Forte, prosiguió el tradicional Encuentro Fraterno con Divaldo Franco, edición 2015. El pregonero del Evangelio y de la Paz, expuso el tema El pensamiento divino y la creación.

Para preparar el ambiente, Diego Carneiro Oliveira, eximio violoncelista, interpretó hermosas páginas musicales. Se lanzaron en esa oportunidad, tres nuevos títulos de la Editora LEAL, que son: Perturbaciones espirituales, de Manoel Philomeno de Miranda; Renuévese, de Marco Prisco; y Sigue en armonía, de Joanna de Ângelis, con comentarios de Suely Caldas Schubert. Esas obras, psicografiadas por Divaldo Franco, fueron publicadas para conmemorar los 150 años del lanzamiento del libro El Cielo y el Infierno, una de las obras básicas de la Doctrina Espírita.

En un repaso del conocimiento producido por varios filósofos, desde la antigüedad, Divaldo desarrolló una verdadera lección sobre el pensamiento filosófico, que ha tratado de responder básicamente a tres cuestiones: 1º) ¿Qué es la vida? 2º) ¿Cuál es la razón de la vida? y 3º) ¿De dónde venimos y hacia dónde vamos?

Al trasmitir el pensamiento filosófico de Sócrates, de Platón y de Aristóteles, entre otros, el eximio profesor Divaldo Franco destacó los conceptos de la reencarnación y de la existencia de un Dios único, que está en todo y en todos. Por otro lado, los filósofos Leucipo, Lucrecio y Demócrito pregonaban que todo se resumía a la existencia del átomo, del vacío y del movimiento, y que si cesara alguno de ellos, la vida ya no podría existir. De tal modo, se hallaba por un lado el idealismo, y por el otro el atomismo.

Jesús lo demostró, y el Cristianismo de los primeros trecientos años experimentó con ímpetu el pensamiento trascendente. A continuación de ese período, el Cristianismo comenzó a declinar, al introducirse en contiendas y disputas que tenían cada vez más carácter material, relacionadas con el poder temporal, durante el período de la Edad Media. Y para que no se perdiese el mensaje del Cristo, su pensamiento cósmico, reencarnaron en aquel período de sombras densas, representantes de diversas expresiones del conocimiento humano.

Poniendo en evidencia que el siglo XVII constituyó un marco histórico para cambios profundos en el pensamiento de la humanidad, Divaldo expuso sucintamente las teorias de Pierre Gassendi, John Locke, Thomas Hobbes, Johannes Kepler, Galileo Galilei y Nicolás Copérnico, entre otros, destacando que ellos constituían una verdadera pléyade de arcángeles, que habían reencarnado para sacar a la humanidad de la Tierra de las tinieblas de la ignorancia.

El materialismo comenzó a tomar cuerpo con Arthur Schopenhauer, con Friedrich Nietzsche y otros próceres de la Revolución Francesa, quienes con sus teorías afirmaban que ya no necesitaban a Dios para explicar la vida. Con el advenimiento del Imperio Napoleónico nació Hippolyte Léon Denizard Rivail, el 03 de octubre de 1804, para aportar más tarde la Doctrina que levantaría algo más aún, el velo de los intrigantes designios de Dios, con la orientación de Espíritus preclaros.

En su magistral clase sobre el Pensamiento divino y su creación, Divaldo presentó el desarrollo de la creación, desde el macrocosmos hasta el microcosmos, pasando por el hombre y su cuerpo denso. La ciencia conserva aún muchas preguntas, de conformidad con publicaciones oficiales, como por ejemplo: ¿Cuál es la materia de que está constituida la conciencia? ¿De qué está hecho el pensamiento? Al hombre -expresó Divaldo- le es necesario efectuar el gran viaje hacia adentro de sí mismo, para autodescubrirse y vivir integralmente la plenitud.

Con pensamientos de Joanna de Ângelis, de Albert Einstein, de Pierre Laplace y otros, Divaldo citó la Ley del Amor, la Ley moral, como una gran onda de energía que se autoexpande, trasmitiendo informaciones sobre el creacionismo, el evolucionismo, y otras teorías. Más tarde, Dean Hamer y sus estudios en el área de la genética humana, arrojó más luz sobre las cuestiones que aún subsisten en ese campo.

Ninguna idea puede darnos una noción de Dios; solamente la Luz nos puede conducir a esa noción divina. El Evangelio de Jesús es un poema de dulzura, que atiende los conflictos que los seres humanos tienen en relación con Dios. Volviendo a hacer alusión a Einstein, expresó que en una carta dirigida a su hija, el sabio confesó que no había sido un buen padre ni tampoco un buen marido; que el amor es la fuerza más poderosa del universo, equiparable a la de la gravedad, al electromagnetismo, a la fuerza cuántica intensa y a la fuerza cuántica débil.

Encaminándose hacia el final, Divaldo narró los acontecimientos que se desarrollaron en relación con Eben Alexander III, un renombrado neurocirujano norteamericano, que tuvo una experiencia de casi muerte. La Doctrina Espírita, a partir de 1857, expuso el estudio acerca de la historia de la creación de la vida. Otros investigadores presentan numerosas razones para creer en Dios, desde diversos aspectos. La búsqueda de respuestas adecuadas continúa.

 

    Texto: Paulo Salerno

    Fotos: Jorge Moehlecke

 

 

 

 

 

 

 Registro. Encontro Fraterno com Divaldo Franco 2015

Praia do Forte, BA

 

 

 

 

 

Encontro Fraterno com Divaldo Franco 2015

16 de outubro – Tarde e Noite

Para desenvolver o tema: O Ser Humano perante Si Mesmo, apresentou-se o casal psicoterapeuta Íris e Cláudio Sinoti. Íris, narrando o caso de um moço indiano e que estava estudando medicina no Brasil, perdeu toda a sua família em um terremoto ocorrido em sua cidade natal. Não lhe restava mais nenhum estímulo para continuar a vida. Ante a catástrofe, então, ocorreu-lhe perguntar-se: O que Deus quer de mim? Qual a lição que devo aprender? Transferindo essas indagações ao público, Íris Sinoti questionou: O que nos sustentaria se acontecesse tais fatos com nós?

Muitos desejam alcançar a transcendência, a plenitude, porém, o caminho para tal exige abnegação e coragem para enfrentar a própria responsabilidade, assumindo as suas faltas, os seus sentimentos de culpa, deixando de se tornar vítima, não atribuindo aos outros o resultado de suas ações.

Assumir-se, significa ter coragem para olhar-se no espelho de si mesmo e ver ali refletida a imagem de quem realmente é, não fugindo da realidade da vida para tornar-se doente, egocentrista. Existe em cada ser humano um ser angelical, que já está presente na intimidade, basta a realização do autodescobrimento e esse ser angelical se apresentará. Não há como alcançar a transcendência sem esforço em se melhorar. Para tal é necessário estabelecer o equilíbrio, a perfeita sintonia entre o Ego e o Self.

Todos estão obrigados a colherem o que foi plantado, sem isso não será possível alcançar a transcendência. Deve conhecer-se verdadeiramente, pois que a criatura humana é herdeira de si mesma. Não transforme a sua vida em algo complicado, por descuido, por não gostar de si mesmo, transferindo a responsabilidade para os outros. É imperioso que cada um assuma seus próprios atos, ou a falta deles. Ninguém sobe uma montanha sem passar pelo sopé.

É importante saber que a sombra é a porta para o Self. Não há como encontrar o ser luminoso que se é, sem passar pelo processo do trabalho persistente em ser melhor moralmente, psicologicamente, a cada dia. Há os que acreditam que a felicidade não é para este mundo, não se permitem serem felizes, por que não aprenderam a se sentirem felizes, assim, vão adiando fruírem a felicidade.

Todos podem ser felizes. Contudo, é imperioso saber que a felicidade não está presente nos bens materiais, no sucesso que o mundo apresenta, isso não garante a plenitude, a transcendência. Íris fez outra provocação aos participantes: Você está servindo a Deus, ou a Mamon; ao Ego, ou aos Self?

As perturbações psicológicas devem ser enfrentadas com coragem e resignação. É tarefa para todo momento tornar-se cada vez mais consciente. Todos podem ser diferentes, realizando ações de forma diferente das anteriores, não voltando a cometer os mesmos enganos, por repetir práticas que já identificou inadequadas.

Finalizando, Íris Sinoti indagou: Qual é o seu objetivo na vida? Assinalou que se deve devolver a vida tudo o que a vida te propiciou. Com gratidão, o público aplaudiu-a calorosamente.

Cláudio Sinoti, dando continuidade ao tema, abordou a questão de o homem poder encarar o espelho de si mesmo para encontrar o Deus que habita o íntimo do ser, descobrindo a sua própria realidade. Deve, também, indagar-se sobre o que precisa ser realizado no mundo através de si mesmo.  Quando a criatura se vê sem saída, sem solução, por que a situação não é favorável, transfere tudo para os outros, não se dando conta dos próprios equívocos, projetando o erro, que é interno, no outro, nas circunstâncias.

É necessário reconhecer que a sombra possui uma parte luminosa. Sob as sombras habita o ser iluminado que ainda não se autodescobriu. Um esforço deve ser realizado no sentido de conseguir ler cada dia de forma diferente, saindo da rotina. Deus está na intimidade da alma humana, porém, em alguns casos Ele está soterrado por imperfeições e desejos não contemplados.

Cláudio, fazendo uma provocação, perguntou: o que há de errado no mundo, e o que cada um pode fazer para mudar? A vida do ser humano está conectada a Deus, contudo, geralmente ele O busca de maneira tortuosa. Encontrar Deus, encontrar-se a si mesmo, transformando-se a si mesmo, fazendo-se melhor e exercitando o amor, libertando o Deus interno. Assim, Cláudio finalizou sua elucidativa exposição sobre O Ser Humano perante Si Mesmo.

           

Divaldo Franco no período noturno do dia 16 de outubro

A apresentação artística, que a todos maravilhou, propiciando uma harmonia inefável, esteve sob a responsabilidade de Eliseo e Guilherme Baldovino ao piano, e o barítono Maurício Virgens.

Continuando com o tema: O Ser Humano perante Si Mesmo, Divaldo Franco, que vem renunciando-se a si mesmo, em prol de seu semelhante, destacou que o dia que estava transcorrendo foi dedicado a busca de Deus, e a melhor maneira de fazê-lo é interiorizar-se. Com isso, apresentou algumas propostas desenvolvidas por Deepak Chopra, um médico indiano, residente nos Estados Unidos da América. Destacou o formidável orador que o Espírito é de natureza transcendental, fazendo parte da trilogia: Deus, Espírito e Matéria.

Para demonstrar a natureza transcendente do ser humano, Divaldo frisou a existência de um mundo sutil, de sensibilidade, que deve ser descoberto pelos que desejam transcender, que ilustrando, citou uma afirmativa da Benfeitora Joanna de Ângelis que diz: As flores são os autógrafos que Deus colocou em Sua obra para que todos saibam que Ele é o autor. Para ser percebida essas particularidades é necessário que a criatura humana alcance um estágio sutil muito particular, tal como ocorre com a transcendência dos artistas, escritores, pintores e outros.

Aplicando a técnica do riso, Divaldo levou o público a muitos momentos de legítima descontração. Elencou vários indícios de um mundo sutil, alcançado pelos indivíduos, em graus diferentes de percepção, como por exemplo: Você teve um momento “eureca”?, ou, você teve um pensamento que se tornou realidade?, ou, você sente que está sendo guiado? ou, você mantém a mente aberta? Com esses e outros indícios de sutileza, o orador de escol foi conduzindo o público para as reflexões importantes para que seja alcançada a plenitude, a transcendência.

Confiar e desconfiar, foi uma dualidade apresentada visando auxiliar na descoberta de cada um a respeito de suas certezas ou incertezas, diagnosticando-se se já atingiu o nível sutil, ou se ainda se acha nas zonas do ego, da persona. Aprofundando o tema, Divaldo, sempre jovial e alegre, contagiando o público com sua leveza em apresentar o assunto, apresentou as sete estratégias para entrar no mundo sutil, como segue, sinteticamente:

1º Dia: seja generoso; 2º Dia: dê e receba amor; 3º Dia: abra a mão; 4º Dia: encontre a sua fonte de realização; 5º Dia: ative o seu poder de cura; 6º Dia: eleve as suas expectativas; e 7º Dia: Deixe rolar. Cabe a cada um penetrar no mundo sutil, alcançar a plenitude. Finalizando a magistral exposição, Divaldo recitou o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, e o público, em gratidão, aplaudiu-o generosamente. O ambiente transcendia e as pessoas em verdadeiro enlevo, tocadas pelo verbo amoroso do Embaixador da Paz e da Bondade, foram se retirando, levando consigo os bálsamos da felicidade, da saúde e da plenitude.

    Texto: Paulo Salerno

    Fotos: Jorge Moehlecke

 

TEXTO EM ESPANHOL TRADUZIDO POR

MARTA GAZZANIGA

 

DIVALDO FRANCO - ENCUENTRO FRATERNO 2015
16 de octubre - Tarde y noche

Para desarrollar el tema El Ser humano ante Sí mismo, se presentó el matrimonio constituido por los psicoterapeutas Íris y Cláudio Sinoti. Íris narró el caso de un joven hindú que estaba estudiando medicina en el Brasil, cuando perdió a toda su familia en un terremoto ocurrido en su ciudad natal. No le quedaba ningún estímulo para continuar viviendo. Ante esa catástrofe, a él se le ocurrió preguntarse: ¿Qué es lo que Dios quiere de mí? ¿Cuál es la lección que debo aprender? Trasladando esas cuestiones al público, Íris Sinoti preguntó: ¿Qué nos sostendría, si tales acontecimientos nos tocaran a nosotros?

Muchos desean alcanzar la trascendencia, la plenitud, pero el camino hacia ella exige abnegación y coraje para enfrentar la propia responsabilidad, asumiendo las faltas, los sentimientos de culpa, y dejando de convertirse en víctima, sin atribuir a los otros el resultado de las propias acciones.

Asumirse significa tener coraje para mirarse en el espejo de sí mismo, y ver allí reflejada la imagen de quien realmente se es, sin huir de la realidad de la vida para convertirse en un enfermo egocentrista. Existe en cada ser humano un ser angelical, que ya está presente en el interior, y alcanza con la realización del autodescubrimiento para que ese ser angelical se presente. No se puede alcanzar la trascendencia sin el esfuerzo para mejorar. Para ello, es necesario establecer el equilibrio, la perfecta sintonía entre el Ego y el Self.

Todos están obligados a cosechar lo que han plantado; si así no lo hicieran no les será posible alcanzar la trascendencia. Deben conocerse verdaderamente, pues la criatura humana es heredera de sí misma. No transforme su vida en algo complicado por descuido, por no gustar de sí mismo, transladando la responsabilidad a los otros. Es imperioso que cada uno asuma sus propios actos, o la falta de ellos. Nadie sube a una montaña si no pasa por la base.

Es importante saber que la sombra es la puerta para el Self. No se puede hallar al ser luminoso que se es, sin pasar por el proceso del trabajo persistente para ser mejor moralmente, psicológicamente, cada día. Hay quienes suponen que la felicidad no es de este mundo; no se permiten ser felices porque no han aprendido a sentirse felices, y de tal modo postergan el disfrutar la felicidad.

Todos pueden ser felices. Sin embargo, es imperioso saber que la felicidad no está presente en los bienes materiales, en el éxito que el mundo ofrece: eso no garantiza la plenitud, la trascendencia. Íris planteó otro desafío a los participantes: ¿Usted está sirviendo a Dios o a Mamon; al Ego o al Self?

Las perturbaciones psicológicas se deben afrontar con coraje y resignación. Se trata de una tarea de cada momento el volverse cada vez más conciente. Todos pueden ser diferentes, en la medida que realicen acciones diferentes de las anteriores, y no volviendo a cometer las mismas equivocaciones, por el hecho de repetir conductas que ya han identificado como inadecuadas.

Para finalizar, Íris Sinoti preguntó: ¿Cuál es su objetivo en la vida? Destacó que se debe devolver a la vida todo lo que la vida nos ha dispensado. Con gratitud, el público la aplaudió cálidamente.

Cláudio Sinoti, para dar continuidad al tema, abordó la cuestión relativa a que el hombre puede mirarse en el espejo de sí mismo, para encontrar al Dios que habita en la intimidad de su ser, de modo de descubrir su propia realidad. Debe, también, preguntarse acerca de qué es necesario que se realice en el mundo a través de él mismo. Cuando la criatura se ve sin salida, sin solución, porque la situación no es favorable, transfiere todo a los otros, sin darse cuenta de sus propias equivocaciones, proyectando el error -que es interno- en el otro o en las circunstancias.

Es necesario reconocer que la sombra posee un aspecto luminoso. Bajo las sombras habita el ser iluminado que aún no se ha descubierto a sí mismo. Se debe realizar un esfuerzo en el sentido de interpretar el significado de cada día de forma diferente, para salir de la rutina. Dios está en la intimidad del alma humana, pero en algunos casos Él está tapado por las imperfecciones y los deseos que no han sido contemplados.

Cláudio, a modo de provocación, preguntó: ¿Qué hay equivocado en el mundo, y qué es lo que cada uno puede hacer para cambiarlo? La vida del ser humano está conectada con Dios; sin embargo, generalmente el ser humano busca a Dios de manera tortuosa. Encontrar a Dios, encontrarse a sí mismo, transformándose a sí mismo, haciéndose mejor y ejercitando el amor, liberando al Dios interno. De ese modo, Cláudio finalizó su esclarecedora exposición sobre El Ser humano ante sí mismo.

           

DIVALDO FRANCO en el período nocturno

Día 16 de octubre

 

La presentación artística, que a todos maravilló, propiciando una armonía inefable, estuvo bajo la responsabilidad de Eliseo y Guilherme Baldovino al piano, y el barítono Maurício Virgens.

Dando continuidad al tema El Ser humano ante sí mismo, Divaldo Franco, que ejercita la renuncia a sí mismo en favor de su semejante, destacó que el día que estaba transcurriendo había sido dedicado a la búsqueda de Dios, y que la mejor manera de hacerlo es a través de la introspección. Con eso, presentó algunas propuestas desarrolladas por Deepak Chopra, um médico hindú que reside en los Estados Unidos de Norteamérica. Destacó, el magnífico orador, que el Espíritu es de naturaleza trascendental, y forma parte de la trilogía: Dios, Espíritu y Materia.

Para demostrar la naturaleza trascendente del ser humano, Divaldo aludió a la existencia de un mundo sutil, de sensibilidad, que debe ser descubierto por aquellos que desean trascender. Al respecto, a modo de ilustración citó una expresión de la Benefactora Joanna de Ângelis que dice: Las flores son los autógrafos que Dios colocó en Su obra para que todos sepan que Él es el autor. Para percibir esas particularidades es necesario que la criatura humana alcance un nivel de sutileza muy particular, así como ocurre con la trascendencia de los artistas, los escritores, los pintores y otros.

Aplicando la técnica de la risa, Divaldo condujo al público a muchos momentos de legítima descontracción. Hizo referencia a diversos indicios de un mundo sutil, alcanzado por los individuos en grados diferentes de percepción, como por ejemplo: ¿Tuvo usted un momento eureka?, ó ¿Tuvo usted un pensamiento que se convirtió en realidad?, ó ¿Siente usted que está siendo guiado? ó ¿Mantiene usted la mente abierta? Con esos y otros indicios de sutileza, el distinguido orador fue conduciendo al público a reflexiones importantes para que se llegue a alcanzar la plenitud, la trascendencia.

Confiar y desconfiar, fue una dualidad presentada tendiendo a auxiliar al descubrimiento de cada uno, con respecto a sus certezas o incertidumbres, de modo de diagnosticar si ya alcanzó el nivel sutil o si aún se encuentra en las zonas del ego, de la persona. Profundizando los conceptos, Divaldo -siempre jovial y alegre-, contagiando al público con su sencillez para exponer el tema, presentó las siete estrategias para entrar en el mundo sutil, según sigue, sintéticamente:

1er. día: sea generoso; 2º día: dé y reciba amor; 3er. día: abra la mano; 4º día: encuentre su fuente de realización; 5º Día: active su poder de curación; 6º día: eleve sus expectativas; y 7º día: Deje fluir. Le cabe a cada uno penetrar en el mundo sutil, alcanzar la plenitud. Finalizando la magistral exposición, Divaldo recitó el Poema de la Gratitud de Amélia Rodrigues, y el público, por gratitud, lo aplaudió generosamente. El ambiente era trascendente y las personas, en una verdadera elevación, conmovidas por la palabra amorosa del Embajador de la Paz y la Bondad, se fueron retirando, llevando con ellas los bálsamos de la felicidad, la salud y la plenitud.

 

    Texto: Paulo Salerno

    Fotos: Jorge Moehlecke

 

 

 

 

 

 

 

 

 Homenagem a Edson Audi

Matéria do jornal Correio Fraterno

 

 

 

 

 

 1º. Encontro Estadual do APSE de 2015

São Paulo, SP

 

Caros companheiros de ideal Espírita:

 

Contamos com  a sua  presença e participação no 1o. Encontro Estadual do APSE de 2015 e pedimo-lhes divulgar este convite a todos os Espíritas interessados no trabalho de assistência e promoção humana.

 

Abaixo a  pauta do Encontro.

 

1.O que é o APSE

2.Manual e Regimento Interno

3.Lei 13.019/14

4.Debate: Plano de Ação para o APSE

 

Segue, em anexo, o cartaz de divulgação, bem como a respectiva ficha de inscrição, que poderá ser enviada pela internet para a [email protected], pelo correio ou entregue pessoalmente na sede da USE:

Rua Dr. Gabriel Piza, 433 – Santana

CEP 02036-011 - São Paulo / SP

A/C Cilene

 

As inscrições são gratuitas e estão abertas até dia 20 deste mês.

 

Fraternalmente,

 

Neyde Schneider

Diretora APSE

 

USE - União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo
(11) 2950-6554 | [email protected] | www.usesp.org.br

 

 

 

 

 

 

(Informação recebida em email de João Marchesi Neto)

 

 

 

 

 Palestras programadas para o Centro Espírita Fé e Amor

Fazenda Santa Maria. Conquista/Sacramento, MG 

 

 

 

(Informações recebidas em email de [email protected]; em nome de; Caderno de Mensagens [[email protected]])

 

 

 

A SEOB divulga a campanha nacional de

Combate ao Câncer de Mama. São Carlos, SP

 

Bom Dia pessoal!!

 

Uma semana iluminada para [email protected]!!

 

A SEOB divulga a campanha nacional de Combate ao Câncer de Mama e, em parceria com o Ambulatório Oncológico da Santa Casa de São Carlos, promove uma palestra em nossa Casa Espírita!!! Ajude-nos com a divulgação e vamos participar, aprender e difundir o conhecimento que pode salvar vidas!!!

 

Vejam:

 

Outubro Rosa 2015

 

 Abraços fraternos!!

 SEOB

 

(Informação em email de [email protected])

 

 

 

 Palestras Comemorativas no Centro Espírita Flora Luz

Americana, SP

 

 

(Informação recebida em email de Clayton Prado [[email protected]])

 

 

 

 

 

 

 

 Palestras com Dr. José Henrique Rubim de Carvalho

Além Paraíba, MG

 

 

 

(Informações recebidas em email de Giovana Campos)

 

 

 

 

 Informações do Light and Peace Spiritist Centre

Adelaide, Austrália

 

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http://www.lightandpeace.org/

 

 

 

 

 

 

Leia a nova edição da Resenha Espírita online nº 125

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 Revista eletrônica semanal “O Consolador”

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 Atualizações da home page do Grupo Chico Xavier

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 Acesse: “O Mensageiro” da “Comunhão Espírita de Brasília”

Brasília, DF

 

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 Yakissoba Beneficente em prol da Casa do Caminho

Macaé, RJ

 

(Informação recebida em email de Renê Magalhães [[email protected]])

 

 

 

 

 

 Alegria e vida

 

 

A Humanidade terrena passa por momentos difíceis, complicados, jamais imaginados pelas gerações presentes.

Muitos se perguntam por onde anda a alegria de viver, frente à triste realidade que enfrentamos.

Quanto mais o homem tem progredido científica e tecnologicamente, sua alegria parece distante ou impossível.

As conquistas realizadas pelo ser humano, nessas últimas décadas, no micro e no macrocosmo, fazem com que um sentimento de poder passe a lhe alimentar o ego.

Perceber que pode penetrar, desvendar e manipular o mundo microscópico, é motivo de muito orgulho.

Olhar para os astros, e se sentir conhecedor dos meios de alcançar alguns, aproximar-se de outros, analisá-los através de suas potentes aparelhagens, fá-lo vaidoso.

Essas descobertas propiciam que a criatura comece a se sentir um tanto quanto criador, pois que não tem outra visão da realidade da vida.

E, apesar de todas essas conquistas, não sente a verdadeira alegria.

*   *   *

Quando o homem se entender como filho de Deus, herdeiro dessa Inteligência Suprema do Universo e Causa Primeira de tudo o que existe, mudará sua maneira de ser.

Quando conceber que é um Espírito imortal, de que nada sabe, frente ao muito a aprender, deixará de lado seu tolo orgulho.

Quando se aceitar como alguém que precisa de muita conquista, na direção do bem, diminuirá a vaidade que o acomete.

*   *   *

Necessário se faz um mergulho na realidade: enquanto vivermos apenas em busca de conquistas na área material, estaremos trilhando somente a linha horizontal da vida.

Ao buscarmos o crescimento, também na linha vertical, nos aprimorando na conquista das virtudes, da ética, do sentimento moral, a alegria nos visitará.

Alguém poderá argumentar como podemos falar em alegria, em meio a tanto sofrimento existente no planeta.

Então, pensemos: ao nos dispormos a viver a vida com alegria, precisamos olhar as situações com outros óculos. Por exemplo, o sofrimento faz mal, no entanto, não é um mal, porque oferece os recursos valiosos para a aquisição do bem permanente.

Logo, ter alegria não impede a aproximação do sofrimento, pois que ele faz parte de nosso processo de evolução.

Ao compreender esse fato, não abandonamos a alegria, até por poder aprender com a dor, e evoluir para Deus.

Quando o amor não está presente no sentimento, a alegria não floresce, porque permanece sombreada pelas dúvidas e suspeitas.

As pessoas dizem querer a alegria, a felicidade, mas não conseguem adquiri-las, por mais as persigam.

A alegria não é encontrada em mercados ou farmácias, mas no coração, que sente e ama.

Sempre que possível expressemos a alegria de viver.

Se já encontramos Jesus, melhor razão temos para a alegria, porque envoltos na Luz do mundo, nenhuma sombra ameaça.

Alegremo-nos com a vida que desfrutamos, e agradeçamos sempre a glória de saber e de amar, para agir com acerto.

A vida com alegria é, em si mesma, um hino de louvor a Deus.

Redação do Momento Espírita, com base na mensagem 
Viver com alegria, pelo Espírito Joanna de Ângelis, 
psicografia de Divaldo Pereira Franco, na manhã de 29.5.2009, 
no G-19, em Zurique, Suíça.
Em 17.10.2015.

 

(Texto copiado do site Feparana)

Tarantela. Óleo sobre tel de Henrique Bernardelli.

Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo.

 

 

 

 

 

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