Jesus Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, sexta-feira, 29 de agosto de 2025. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 6 - 1863 |
(Continuação da postagem anterior na próxima postagem)
(Texto copiado do site Febnet) |
Jean Ernest Reynaud Fonte: http://www2.assemblee-nationale.fr/sycomore/fiche/(num_dept)/11315 |
LEIA SOBRE JEAN ERNEST REYNAUD https://www.wikiwand.com/fr/Jean_Reynaud
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Correspondencia familiar de Jean Reynaud Acesse todo conteúdo aqui: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k2064793.image Correspondencia familiar de Jean Reynaud Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k2064793/f4.image |
Théodore Chassériau (francês, 1819-1856): retrato de Alphonse de Lamartine ; Dimensões e material da pintura: Grafite, aumentada em branco, em papel bege, 31,5 x 22,7 cm
Alphonse Marie Louis de Prat de Lamartine (Mâcon, 21 de outubro de 1790 — Paris, 28 de fevereiro de 1869) foi um escritor, poeta e político francês. Seus primeiros livros de poemas (Primeiras Meditações Poéticas, 1820 e Novas Meditações Poéticas, 1823) celebrizaram o autor e influenciaram o Romantismo na França e em todo o mundo. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alphonse_de_Lamartine |
Alphonse de Lamartine |
Retrato de uma senhora por Jean-Léon Gérôme, retrato de Mary Ann Elisa Birch. 1849. Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jean-L%C3%A9on_G%C3%A9r%C3%B4me-portrait_of_a_Lady-1849.jpg
Elisa de Lamartine, também chamanda Marianne de Lamartine, nascida como Mary Ann Elisa Birch (Languedoc segundo seu registro de casamento[1] ou em Londres segundo seu registro de óbito[2] 13 de março de 1790 – Paris, 24 de maio de 1863[3]) foi uma pintora e escultora francesa de origem britânica, esposa do poeta Lamartine.[4] |
Busto de Victor Hugo por Rodin Museu Rodin, Paris. Foto Ismael Gobbo |
O Frenologista. Franz Joseph Gall examinando a cabeça de uma menina bonita, enquanto três cavalheiros esperam na fila. Litografia colorida por EH, 1825. Possivelmente por Edward Hull. Imagem/fonte:
Frenologia (do Grego: φρήν, phrēn, “mente”; e λόγος, logos, “lógica ou estudo”) é uma teoria que reivindica ser capaz de determinar o caráter, características da personalidade, e grau de criminalidade pela forma da cabeça (lendo “caroços ou protuberâncias”). Desenvolvido por médico alemão Franz Joseph Gall por volta de 1800, e muito popular no século XIX, está agora desacreditada e classificada como uma pseudociência. A Frenologia contudo recebeu crédito como uma protociência por contribuir com a ciência médica com as déias de que o cérebro é o órgão da mente e áreas específicas do cérebro estão relacionadas com determinadas funções do cérebro humano. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Frenologia
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Representação do Fluido Magnético saindo pelas mãos de Mesmer Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fluido_magn%C3%A9tico#/media/File:Mesmer_e_o_fluido_Magn%C3%A9tico.JPG |
Passe Espírita. Representação do passista e do receptor sem participação direta de espíritos. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Passe_(espiritismo)#/media/File:Passe_esp%C3%ADrita.jpg |
Allan Kardec Lião (França): 03-10-1804 / Paris (França): 31-03-1869 Gravura cedida por Charles Kempf, Belfort, França. |
O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira |
CAPÍTULO VII ---------- Bem-aventurados os Pobres de espírito - o que se deve entender por pobres de espírito - Aquele que se eleva será rebaixado - Mistérios ocultos aos sábios e aos prudentes – Instruções dos Espíritos: O orgulho e a humildade - Missão do homem inteligente na Terra
Instruções dos Espíritos O orgulho e a humildade
12. Homens, por que vos queixais das calamidades que vós mesmos amontoastes sobre as vossas cabeças? Desprezastes a santa e divina moral do Cristo; não vos espanteis, pois, de que a taça da iniquidade haja transbordado de todos os lados. Generaliza-se o mal-estar. A quem incriminar, senão a vós que incessantemente procurais esmagar-vos uns aos outros? Não podeis ser felizes, sem mútua benevolência, mas como pode a benevolência coexistir com o orgulho? O orgulho, eis a fonte de todos os vossos males. Aplicai-vos, portanto, em destruí-lo, se não quiserdes perpetuar as suas funestas consequências. Tendes um só meio para isso, mas infalível: tomardes para regra invariável do vosso proceder a Lei do Cristo, lei que tendes repelido ou falseado em sua interpretação. Por que tendes em tão grande estima o que brilha e encanta os olhos, em vez daquilo que toca o coração? Por que fazeis do vício na opulência objeto das vossas adulações, enquanto só tendes um olhar de desdém para o verdadeiro mérito, que se oculta na obscuridade? Apresente-se em qualquer parte um rico debochado, perdido de corpo e alma, e todas as portas lhe serão abertas, todas as considerações voltam-se para ele, ao passo que mal se dignam saudar o homem de bem, que vive do seu trabalho. Quando a consideração dispensada aos outros é medida pelo peso do ouro que possuem ou pelo nome que usam, que interesse eles podem ter em se corrigirem de seus defeitos? Outra seria a situação, se a opinião geral fustigasse o vício dourado, tanto quanto o vício em andrajos, mas o orgulho é indulgente para tudo o que o lisonjeia. Século de cupidez e de dinheiro, dizeis. Sem dúvida, mas por que deixastes que as necessidades materiais sobrepujassem o bom senso e a razão? Por que cada um quer elevar-se acima de seu irmão? Hoje a sociedade sofre as consequências desse fato. Não esqueçais que tal estado de coisas é sempre um sinal de decadência moral. Quando o orgulho chega ao extremo, tem-se um indício de queda próxima, porque Deus sempre castiga os soberbos. Se por vezes deixa que subam, é para lhes dar tempo à reflexão e a que se emendem, sob os golpes que de vez em quando lhes desfere no orgulho para os advertir. Mas, em vez de se humilharem, eles se revoltam. Então, quando a medida está cheia, Deus a revira completamente, sendo-lhes a queda tão mais terrível, quanto mais alto hajam subido. Pobre raça humana, cujo egoísmo corrompeu todos os caminhos, toma novamente coragem, apesar de tudo. Em sua misericórdia infinita, Deus te envia poderoso remédio para os teus males, um inesperado socorro à tua miséria. Abre os olhos à luz: aqui estão as almas dos que já não vivem na Terra e que te vêm chamar ao cumprimento dos teus verdadeiros deveres. Eles te dirão, com a autoridade da experiência, quando as vaidades e as grandezas da vossa passageira existência são mesquinhas em face da eternidade. Dir-te-ão que, no Além, o maior é aquele que haja sido o mais humilde entre os pequenos deste mundo; que aquele que mais amou seus irmãos será também o mais amado no Céu; que os poderosos da Terra, se abusaram da sua autoridade, ver-se-ão obrigados a obedecer os seus servos; que, finalmente, a caridade e a humildade, irmãs que andam sempre de mãos dadas, são os títulos mais eficazes para se obter graça diante do Eterno.- Adolfo, bispo de Argel. (Marmande, 1862.)
------------------------------- Próximo: Instruções dos Espíritos Missão do homem inteligente na Terra
(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira) |
Adolfo, bispo de Argel. (1800- 1856) Imagem/fonte: https://textosespiritas.wordpress.com/2013/10/18/autores-da-revelacao-espirita-parte-6/
Antoine-Louis-Adolphe Dupuch Órfão aos 11 anos, foi criado pelo tio. Estudou no Liautard Institute em Paris, depois Collège Stanislas. Após a formatura, estudou direito e, em 1820, em Bordeaux formou-se como um advogado. Em 1822 ele entrou para o seminário de Issy em Paris e em 1825 em Saint-Sulpice para os sacerdotes ordenados. Depois disso, atuou em diversas funções pastorais e caritativas na Arquidiocese de Bordeaux. Por seu serviço durante a epidemia de cólera de 1835, ele foi condecorado com a Cruz da Legião de Honra. Em 1836, fundou um orfanato. Em 25 de Agosto de 1838 foi nomeado bispo de Argel. Em 31 de Dezembro, ele embarcou para a Argélia, a fim de assumir o controle da diocese de cerca de 20.000 a 60.000 soldados e colonos. https://pt.wikipedia.org/wiki/Antoine-Louis-Adolphe_Dupuch
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Alegoria do Orgulho. Criador: Lambert Corneliiz. Imagem copiada de https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Allegory_of_Pride_Met_DP888806.jpg
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Alusão da Soberba. Ilustração de CE Brock para a edição de 1895 do romance Orgulho e Preconceito de Jane Austen (Capítulo 18) Imagem copiada de https://commons.wikimedia.org/wiki/File:PrideandPrejudiceCH18.jpg
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O homem rico e Lázaro. Pintura de Fyodor Bronnikov Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fedor_Bronnikov_007.jpg
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Cena da Pesagem da Alma do morto (Psicostasia) em papiro egípcio. Museu Britânico, Londres, Reino Unido. Foto Ismael Gobbo
É a comprovação de que os egípcios acreditavam na imortalidade da alma e na lei de causa e efeito tão bem explicitadas pela doutrina cristã e pelo espiritismo.
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Jesus e o jovem rico. Pintura de Heinrich Hoffmann. Imagem/fonte : https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Hoffman-ChristAndTheRichYoungRuler.jpg
O Jovem Rico16 Eis que alguém se aproximou de Jesus e lhe perguntou: “Mestre, que farei de bom para ter a vida eterna?” 17 Respondeu-lhe Jesus: “Por que você me pergunta sobre o que é bom? Há somente um que é bom. Se você quer entrar na vida, obedeça aos mandamentos”. 18 “Quais?”, perguntou ele. Jesus respondeu: “‘Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não darás falso testemunho, 19 honra teu pai e tua mãe’[a] e ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’[b]”. 20 Disse-lhe o jovem: “A tudo isso tenho obedecido. O que me falta ainda?” 21 Jesus respondeu: “Se você quer ser perfeito, vá, venda os seus bens e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro nos céus. Depois, venha e siga-me”. 22 Ouvindo isso, o jovem afastou-se triste, porque tinha muitas riquezas. 23 Então Jesus disse aos discípulos: “Digo-lhes a verdade: Dificilmente um rico entrará no Reino dos céus. 24 E lhes digo ainda: É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus”. 25 Ao ouvirem isso, os discípulos ficaram perplexos e perguntaram: “Neste caso, quem pode ser salvo?” Leia mais: https://www.biblegateway.com/passage/?search=Mateus+19%3A16-30%2CLucas+18%3A18-30&version=NVI-PT
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Cristo Ensinando Humildade - Robert Scott Lauder Fonte: http://www.nationalgalleries.org/media_collection/6/NG%20221.jpg Autor: Robert Scott Lauder (1803–1869) wikidata:Q2158799. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Christ_Teacheth_Humility.jpg |
O Sermão das Bem-Aventuranças. Aquarela por James Tissot Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Beatitudes#/media/File:TissotBeatitudes.JPG
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Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com o fariseu Nicodemos disse-lhe o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-
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O Bom Samaritano. Óleo sobre tela por Eugène Delacroix. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Good_Samaritan_(Delacroix_1849).jpg
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard
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Exemplos que nos ensinam |
A natureza é grande mestra. Extasiamo-nos ao observar a engenhosidade de algumas espécies animais. O pássaro tecelão é um exemplo. Ele constrói seu ninho com duas entradas. Uma abertura mais óbvia, que parece ser a entrada principal, leva a uma câmara vazia ou a um bolsão raso dentro do ninho. O objetivo é enganar predadores, como cobras ou outros animais que tentariam alcançar os ovos ou filhotes. Ao entrar por essa passagem, o predador não encontra nada e, muitas vezes, desiste ou fica confuso. A entrada verdadeira é discreta, menor, camuflada ou difícil de ser percebida. O pássaro e seus filhotes conseguem se espremer por essa abertura menor, que leva diretamente ao coração do ninho. Alguns têm a capacidade de selar temporariamente essa entrada quando estão dentro. Isso pode nos conclamar a reflexões para nossa própria vida. Pensemos na porta falsa no ninho. Uma entrada que leva a um beco sem saída nos ensina que há formas diferentes e sábias de travar uma batalha, sem precisar de um confronto direto. Ante a calúnia que, como uma flecha, nos é desferida, muitas vezes nossa resposta imediata é tentar pegá-la no ar. Porém, podemos deixá-la, simplesmente, passar, sem lhe dar a força de nossa atenção. Não é ignorar o problema, mas negar-lhe o combustível. Quem nos fere com palavras tóxicas espera que elas nos atinjam, nos magoem, nos deixem arrasados. Então, ao invés de abrir a porta da nossa alma para elas, ofereçamos a outra porta, a da serenidade, da calma, da ausência de qualquer resposta, ostensiva ou emocional. O agressor não alcança o efeito desejado. Ele entra em um espaço onde não há nada a ser consumido. Preservemos nosso eu inviolável, nossa essência, nossos valores, nossa paz interior. Essa é a câmara mais sagrada. Aprendamos a proteger nossa autoestima e nosso senso de valor de influências externas corrosivas. A melhor defesa é o silêncio que se recusa a validar a mentira. O pássaro não anuncia sua entrada verdadeira. Ele somente a utiliza. Do mesmo modo, não precisamos justificar nossa verdade para quem se recusa a ouvi-la, nem provar nossa inocência para quem já nos condenou em sua mente. Nossa conduta e a verdade são as defesas mais robustas. Foquemos em nossa paz, em nossos propósitos, naquilo que nos edifica. A energia gasta em nos defendermos de cada palavra vazia é energia que podemos usar para construir nossa própria vida, nosso próprio florescimento. Se, acaso, alguém alcançar êxito danificando a obra a que nos dedicamos, tornemos a pensar no pássaro tecelão, que, com sua tenacidade, é capaz de reconstruir. Isso significa resiliência. Marcados por agressões, reconstruamos nossa fortaleza interior, reforcemos nossas defesas. Guardemos a certeza de que, a cada ataque superado, nos tornamos mais sábios e fortes. Que a engenhosidade do pássaro tecelão nos inspire a construir ninhos de paz em nossas almas, protegidos das tempestades verbais, e a voar livres, mesmo diante das adversidades. Redação do Momento Espírita
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7503&stat=0 ) |
Os pássaros tecelões são pássaros realmente maravilhosos que constroem ninhos incríveis. Infelizmente, muitas pessoas pensam que são itens decorativos e tentam roubá-los dessas aves. Data: 20 de julho de 2005, 11:39:00. Fonte: Trabalho próprio. Autor: Kalyan Varma. Imagem/fonte:
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Trabalhos. Óleo sobre tela por Ford Madox Brown. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Ford_Madox_Brown_-_Work_-_artchive.com.jpg
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O Semeador. Obra de arte de Lucio Fontana como uma tapa de antigo túnel por onde passava ferrovia. Parque Urquiza, Rosário Argentina. Foto Ismael Gobbo
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Saudando Allan Kardec |
Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Doutrina de Luz. Lição nº 13. Página 69.
"Quando vier, porém, o Espírito da Verdade, ele vos guiará em toda a Verdade". Jesus (João: 16-13.)
Não ignorava Jesus que a sua mensagem padeceria o assalto das trevas. Sabia que ao contato da poeira terrestre, converter-se-ia a fonte da sublime revelação em viciada corrente. Não desconhecia que os homens se lhe apropriariam do verbo santificante para situá-lo a serviço de paixões subalternas. Anteviu as multidões enganadas e sofredoras, para as quais não mais se multiplicaria o pão do amor puro, confundidas pela penúria e pela discórdia. Ele que rogara: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei", pressentia as guerras de ódio que se desencadeariam na Terra, em nome do Evangelho Renovador. E Ele que ensinara: "Perdoai setenta vezes sete", adivinhava que os homens acenderiam fogueiras de perseguição, trucidando-se reciprocamente, acreditando exaltar-Lhe a memória. Quase ao despedir-se dos companheiros simples e fervorosos que o seguiriam mais tarde até à dilaceração e ao sacrifício, percebeu que os cérebros vigorosos da sombra viriam nos passos do tempo senhorear-lhe o rebanho de corações singelos, estabelecendo entre eles dolorosa escravidão espiritual. Previu que o nevoeiro da perturbação humana lhe abafaria transitoriamente a Sementeira Divina e que, um dia, em Seu Nome, o forte oprimiria o fraco e o fraco revoltar-se-ia contra o forte, que muitos dos melhores trabalhadores do mundo coroar-se-iam de vaidade, à frente dos infelizes, e que os infelizes, sem exemplo para a regeneração necessária, desmandar-se-iam na loucura e na delinquência. Foi por isso que, em marcha inquietante para o supremo testemunho de lealdade a Deus, apiedou-se de quantos lhe estenderiam a Obra de Redenção e prometeu-lhes a vinda do Consolador "O Espírito da Verdade" que Lhe restabeleceria a esperança e aclararia a palavra. Dezenove séculos caíram na cinza das horas e, fiel ao compromisso assumido, enviou Jesus à Terra o Explicador Anunciado na Doutrina Espírita, cuja bandeira libertadora vem partindo as algemas da incompreensão e do fanatismo no campo da Humanidade. Eis porque, diante do primeiro centenário de "O Livros dos Espíritos", a chave sublime do Cristianismo Restaurado, reverenciamos Allan Kardec, o Apóstolo da Verdade e Mensageiro da Luz.
(Recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
Jesus em tela bordada por Alexandra Herrmann (imagem cedida por Oceano Vieira de melo)
(Colaboração recebido em email de Leopoldo Zanardi
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Alegoria que ilustra Francisco Cândido Xavier psicografando mensagem ditada pelo seu espírito-guia Emmanuel. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Xavier#/media/File:Chico_Psicografia_Emmanuel.jpg
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Preparação da execução de Jan Hus. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jan_Hus
Jan Hus ou João Huss (Husinec, 1369 — Constança, 6 de julho de 1415) foi um pensador e reformador religioso[1]. Ele iniciou um movimento religioso baseado nas ideias de John Wycliffe. O seus seguidores ficam conhecidos como os Hussitas. Ele foi executado em 1415 - foi queimado vivo e morreu cantando um cântico [cântico de Davi" Jesus filho de Davi tem misericórdia de mim] Um precursor do movimento protestante (ver: Reforma Protestante), a sua extensa obra escrita concedeu-lhe um importante papel na história literária checa. Também é responsável pela introdução do uso de acentos na língua checa por modo a fazer corresponder cada som a um símbolo único. Hoje em dia a sua estátua pode ser encontrada na praça central de Praga, a Praça da Cidade Velha, em checo Staroměstské náměstí. Na sua morte profetizou: “ podem matar o ganso, mas daqui a 100 anos Deus suscitará um cisne que não poderão queimar. (Isso foi 102 anos antes de Martinho Lutero apregoar na igreja de Wittenberg as 95 teses, que deu início a Grande Reforma Protestante. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jan_Hus
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Allan Kardec. Óleo sobre tela por Nair Camargo. Foto Ismael Gobbo. |
Nota: Emmanuel e a renascença do mundo |
O capítulo XX - “Renascença do mundo”, do livro "A Caminho da Luz”, foi focalizado por Cesar Perri no estudo virtual no dia 26 de agosto. A reunião foi dirigida por Pedro Nakano, com apoio técnico de Kátia Golinelli. Noventa participantes acessaram neste reinício da programação. É um programa anual do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo-CCDPE (São Paulo). Esse estudo é coordenado por Perri, como reuniões virtuais desenvolvidas às 3as feiras, 20 horas. Trata-se de estudo do livro de autoria do espírito Emmanuel, psicografia de Chico Xavier. Ficha de inscrição no link: http://bit.ly/A-Caminho-da-Luz
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
Nota: Moral estranha de “deixar pais...” |
Na reunião vespertina do dia 26 de agosto, no Grupo Espírita Casa do Caminho, São Paulo, Célia Maria Rey de Carvalho expôs sobre o tema “deixar pai, mãe e irmãos” (cap. 23 de “O Evangelho segundo o Espiritismo”). A reunião foi coordenada por Inês Bareia e contou com música ao vivo na abertura da reunião. Acesse pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=d5QsCElJlYA
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
Mednesp: altruísmo e compaixão no processo terapêutico (leia agora!) |
Olá! Bom dia! Tudo bem com você? Espero que sim!
Com o tema central “Servir para curar-se”, a Associação Médico-Espírita do Brasil reuniu em São Paulo mais de 1.800 pessoas no seu 17º Mednesp, congresso bianual que tem a participação de médicos, profissionais da saúde, pesquisadores e o público interessado em uma abordagem mais ampla e integral do cuidado humano. Leia agora: www.bit.ly/Mednesp2025
A apresentação e discussão de assuntos bastante atuais foram um verdadeiro convite ao desenvolvimento pessoal, colocando em pauta conhecimentos práticos voltados à promoção do bem-estar integral dos pacientes, como também à necessidade do acolhimento e da empatia em hospitais, consultórios e nas casas espíritas. “O Mednesp é uma porta de entrada da ciência nas casas espíritas e da espiritualidade nos consultórios médicos”, resume Conrado Santos, coordenador de comunicação do evento. “É um movimento de transformação mútua, onde o conhecimento científico se alia à vivência espiritual.” Saiba mais sobre esse evento, referência mundial em saúde e espiritualidade, e que vai além da medicina, mobilizando também educadores, terapeutas e religiosos: www.bit.ly/Mednesp2025 Acho que você vai gostar de ler também sobre as experiências dos profissionais de saúde no acolhimento e suas recomendações para as boas práticas na casa espírita.
Um abraço,
Editora Correio Fraterno
Av. Humberto de
Alencar Castelo Branco, 2955 - São Bernardo do Campo - SP - 09851.000
(Recebido em email de Editora Correio Fraterno [[email protected]]) |
[848-JornalMundoMaior] O SORRISO ESTÁ NA ALMA. |
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*O SORRISO ESTÁ NA ALMA.* Ninguém deve ter vergonha de sorrir. Seja o nosso sorriso como for, não nos privemos de manifestá-lo. Ele é um dos nossos maiores bens. Nosso sorrir não está nos dentes, está na alma. O rosto a expressar um sorriso é apenas uma consequência. Por isso, não reprimamos essas expressões, quando tivermos vontade. Mesmo que nosso sorriso não seja aquele que desejaríamos, semelhante ao de tantos atores e atrizes que invejamos, lembremos que ele é único. A beleza do sorriso está na sua autenticidade. Por isso, todo sorriso é belo por si só. Pensemos nisso. Contagiemos quem está a nossa volta com nosso sorriso de bom dia, de olá, ou com o simples sorrir de quem deseja ao outro que a vida lhe seja feliz. Sorrir é um ato de generosidade que não custa nada, mas pode enriquecer imensamente a vida de quem o recebe. Consequentemente, de quem o oferece. Podemos até sorrir para ninguém. Sorrir para a vida, sorriso de gratidão a Deus por fazermos parte de algo tão grande, parte da Sua criação. *Redação do Momento Espírita.*
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]] |
Palestras e Seminário com Jane M. Modena Bassi Araçatuba, SP |
(Recebido de Katia Calciolari) |
Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha Portugal |
Exms Senhores OCS,
As nossas mais cordiais saudações.
O
Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, vai levar a cabo uma palestra com
a profª Catarina Fernandes, no dia 29 de Agosto de 2025, 6ª feira, às
21h00.
Todas as palestras são colocadas no Youtube do CCE em http://bit.ly/29VcVMV
Cordialmente,
CCE
Tel: 938 466 898; 966 377 204; www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
Eventos Espíritas diversos no exterior Recebidos em email de Elsa Rossi |
CONGRESSO INTERNACIONAL ESPÍRITA JOANNA DE ÂNGELIS.
Junte-se a nós para um retiro espiritual transformador em Hertfordshire, perto de Londres!
Detalhes do Retiro: - Evento de 3 dias - 2 noites de hospedagem em quarto privativo com banheiro privativo - Todas as refeições incluídas: café da manhã, almoço, chá da tarde e jantar
Investimento: £400, pagáveis em 2 parcelas mensais de £200
Para se inscrever e saber mais: Clique aqui → www.internationalcongressjoanna.com A Coordenação do Evento escreve: Estamos felizes por compartilhar esta experiência enriquecedora com você!
EUROPA O QUE EU TENHO AQUI
(Recebido em email de Elsa Rossi [[email protected]]) |
Casa Editora O Clarim 40% de desconto + 15% com cupom para primeira compra |
ACESSE AQUI:
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Palestra no Núcleo Espírita Miramez Guarulhos, SP |
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Nota: Encontro Nacional em Campinas sobre “Justiça Divina segundo o Espiritismo” |
Campinas sediará o 20o Encontro Nacional da Liga de Pesquisadores do Espiritismo – ENLIHPE, nos dias 30 e 31 de agosto, na sede do Centro Espírita Allan Kardec (rua Irmã Serafina, 674). Com o tema central “Justiça Divina segundo o Espiritismo” serão apresentados trabalhos de pesquisa e desenvolvida palestra sobre “160 anos de O Céu e o Inferno”. Apoios institucionais: União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo e Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro. Inscrições: bit.ly/20enlihpe-inscricao (Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
Canelone. Aliança Espírita Varas da Videira. Departamento Casa da Caridade. Araçatuba, SP |
(Informação de Maderlene Yamada) |
Buscamos alcançar espíritas em todos os países - Ivan Franzolin |
Envie esta postagem para espíritas no exterior. Buscamos alcançar espíritas em todos os países. Desde já, nossos agradecimentos. Ivan Franzolin World Spiritist Survey Encuesta Espírita Mundial Inquérito Espírita Mundial Enquête Spirite Mondiale
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(Informação de Elsa Rossi) |
Projeto Germinar Acesse abaixo: |
Amigos. Nossa Claudia Werdine, fundadora dos SEMBRADORES DE LUZ, tem o prazer de partilhar com você o Projeto Germinar, lançado recentemente por Sembradores de Luz. Este projeto aborda como podemos estabelecer um grupo de apoio para gestantes no centro espírita. A gravidez é o início de uma nova reencarnação. Como centros espíritas, somos chamados a apoiar não só os espíritos que chegam, mas também os corações que os acolhem. Lançar este projeto é servir a vida, desde o início. Pode nos ajudar a divulgar https://www.instagram.com/reel/DMcdXWfx90D/?igsh=cXR4b3J5amtlODA3
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II Encontro Espírita das Águas 2025 Caxambú, MG |
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Jornal Momento Espírita - edição de julho Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP |
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Edição 122 da Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG |
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Golpes na Internet: certificados falsificados com o nome da FEB VEJA AQUI: https://www.febnet.org.br/portal/2025/08/28/golpes-nas-redes-sociais/ |
FEB DE PORTAS ABERTAS/ ESTUDO DAS OBRAS DE ALLAN KARDEC ACESSE AQUI: https://www.febnet.org.br/portal/2025/08/25/feb-de-portas-abertas-estudo-das-obras-de-allan-kardec/ |
Inscrições abertas para o 11º. Congresso Espírita Mundial e 1º. Congresso Espírita Mundial da Juventude ACESSE AQUI: https://www.febnet.org.br/portal/2025/08/22/inscricoes-abertas-11-cem-1cemj/
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Nascimento de Charles Robert Richet/ 26 de agosto de 1850 |
Charles Robert Richet (26 de agosto de 1850 – 4 de dezembro de 1935) viveu na França da segunda metade do século 19 à primeira do século 20. Médico fisiologista e cientista reconhecido em sua época, Richet desenvolveu aspectos da teoria metapsíquica, enquanto professor na Faculdade de Medicina de Paris. Realizou pesquisas ao lado de Gustavo Geley, Gabriel Delanne e Ernesto Bozzano. Por 24 anos foi editor do periódico Revue Scientifique, e a partir de 1917 co-editor do Journal de Physiologie et de Pathologie Générale. Em Milão, realizou investigação científica dos fenômenos mediúnicos realizados por Eusápia Palladino, publicados em 1893 nos Annales des Sciences Psychiques. Recebeu em 1913 o prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina por sua pesquisa em anafilaxia (termo criado por ele para definir um tipo de reação alérgica desenvolvida na aplicação de proteínas ou toxinas). Posteriormente, o trabalho tornou-se fundamental para outros achados na área de imunologia. Richet classificou os fenômenos metapsíquicos em dois grupos gerais: Fenômenos Subjetivos e Objetivos, classificação utilizada até os dias atuais. Os fenômenos subjetivos ocorrem exclusivamente na área psíquica, sem nenhuma ação dinâmica sobre os objetos materiais — anos antes, a estes fenômenos Allan Kardec os classificou como fenômenos inteligentes. Aos fenômenos objetivos, os estudos de Richet indicam que é o tipo de manifestação que envolve ação física sobre a matéria — na linguagem espírita, são caracterizados como fenômenos físicos). Leia mais sobre sua história: Biografia de Charles Robert Richet. Assista ao episódio da websérie Biografias da FEBtv com o pesquisador Samuel Magalhães:
(Copiado de https://www.febnet.org.br/portal/2025/08/26/nascimento-de-charles-robert-richet-26-de-agosto-de-1850-4/) |
Inscrições abertas para o 11º. Congresso Espírita Mundial e 1º. Congresso Espírita Mundial da Juventude |
Programe-se! Faltam 42 dias para o evento que reunirá pessoas de diversas partes do globo O Movimento Espírita irá se reunir para mais uma edição do Congresso Espírita Mundial, com a novidade do 1° Congresso da Juventude, ampliando os horizontes sobre a vida e o depois dela. Marcado para os dias 4 e 5 de outubro em Punta del Este, Uruguai, a programação inclui atividades em espanhol, inglês e português, dialogando com o tema “Vida depois da Vida”. Os desafios do nosso tempo alinhados aos ensinamentos do Cristo serão o ponto de partida para as mesas-redondas, palestras e reflexões apresentadas nos dois eventos. Os 160 anos do lançamento de O céu e o inferno e a celebração dos 100 anos do primeiro congresso espírita, realizado em 1925 em Paris, também fazem parte das apresentações, conectadas ao tema central. As inscrições podem ser realizadas na plataforma Eventbrite para residentes em outros países. Quem estiver no Uruguai, pode adquirí-lo em outro link disponível no site oficial do Congresso. Acesse 11cem.com para mais detalhes. Caravanas Em todo o país, congressistas buscam se organizar em caravanas para poder gerenciar suas viagens. A ação espontaneamente permite a experiência em grupo para o translado e estadia. Confira as possibilidades para descontos de passagens aéreas, reservas de hotéis e traslado: · 15% de desconto em passagens aéreas para o Uruguai por meio da SKY (www.skyairline.com). Ligue para +598 98 920 598 e solicite o código de desconto. · Reserva de hotéis com traslado gratuito até o local do Congresso estão disponíveis diretamente 11cem.com site do Congresso. Não perca esta chance de ter acesso a conteúdo e palestras de qualidade! Para mais informações, indicamos o contato +598 98 920 598. Galeria Clique na imagem para ampliar. Agende-se 11º
Congresso Espírita Mundial e 1º Congresso Espírita Mundial da Juventude
(Copiado de https://www.febnet.org.br/portal/2025/08/22/inscricoes-abertas-11-cem-1cemj/) |
FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
Clique
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FEESP- Federação Espírita do Estado de São Paulo São Paulo, capital |
Clique aqui: https://www.facebook.com/FEESPoficial/?locale=pt_BR
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USE- União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo São Paulo, capital |
Clique aqui: https://www.facebook.com/USESP/
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti – O Pensamento” - Vol 1 |
Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1 Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento WhatsApp- Editora 14 99164-6875
(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]]) |
Dr. Adolfo Bezerra de Menezes 29/08/1831 – 11/04/1900 |
Feliz aniversário, Muito obrigado por tudo, Deus te abençoe! Receba nossas homenagens e o pedido a Jesus e Maria para que o ilumine cada vez mais na abençoada tarefa de ajudar seus irmãos da Terra a avançarem na trilha do progresso espiritual.
Quadro retratando Dr. Bezerra de Menezes pela artista Nair Camargo, de São Paulo, SP. Foto Ismael Gobbo |
Dr. Adolfo Bezerra de Menezes |
Nascido na antiga Freguesia do Riacho do Sangue, hoje Solonópole, no Ceará, aos 29 dias do mês de agosto de 1831, e desencarnado no Rio de Janeiro, a 11 de abril de 1900. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, no ano de 1838, entrou para a escola pública da Vila do Frade, onde em dez meses apenas, preparou- se suficientemente até onde dava o saber do mestre que lhe dirigia a primeira fase de educação. Bem cedo revelou sua fulgurante inteligência, pois, aos onze anos de idade, iniciava o curso de Humanidades e, aos treze anos, conhecia tão bem o latim que ministrava, a seus companheiros, aulas dessa matéria, substituindo o professor da classe em seus impedimentos. Seu pai, o capitão das antigas milícias e tenente- coronel da Guarda Nacional, Antônio Bezerra de Menezes, homem severo, de honestidade a toda prova e de ilibado caráter, tinha bens de fortuna em fazendas de criação. Com a política, e por efeito do seu bom coração, que o levou a dar abonos de favor a parentes e amigos, que o procuravam para explorar- lhe os sentimentos de caridade, comprometeu aquela fortuna. Percebendo, porém, que seus débitos igualavam seus haveres, procurou os credores e lhes propôs entregar tudo o que possuía, o que era suficiente para integralizar a dívida. Os credores, todos seus amigos, recusaram a proposta, dizendo- lhe que pagasse como e quando quisesse. O velho honrado insistiu; porém, não conseguiu demover os credores sobre essa resolução, por isso deliberou tornar- se mero administrador do que fora sua fortuna, não retirando dela senão o que fosse estritamente necessário para a manutenção da sua família, que assim passou da abastança às privações. Animado do firme propósito de orientar- se pelo caráter íntegro de seu pai, Bezerra de Menezes, com minguada quantia que seus parentes lhe deram, e animado do propósito de sobrepujar todos os óbices, partiu para o Rio de Janeiro a fim de seguir a carreira que sua vocação lhe inspirava: a Medicina. Em novembro de 1852, ingressou como praticante interno no Hospital da Santa Casa de Misericórdia. Doutorou- se em 1856 pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, defendendo a tese "Diagnóstico do Cancro". Nessa altura abandonou o último patronímico, passando a assinar apenas Adolfo Bezerra de Menezes. A 27 de abril de 1857, candidatou-se ao quadro de membros titulares da Academia Imperial de Medicina, com a memória "Algumas Considerações sobre o Cancro encarado pelo lado do Tratamento". O parecer foi lido pelo relator designado, Acadêmico José Pereira Rego, a 11 de maio de 1857, tendo a eleição se efetuado a 18 de maio do mesmo ano e a posse a 1.o. de junho. Em 1858 candidatou- se a uma vaga de lente substituto da Secção de Cirurgia da Faculdade de Medicina. Por intercessão do mestre Manoel Feliciano Pereira de Carvalho, então Cirurgião- Mor do Exército, Bezerra de Menezes foi nomeado seu assistente, no posto de Cirurgião- Tenente. Eleito vereador municipal pelo Partido Liberal, em 1861, teve sua eleição impugnada pelo chefe conservador, Haddock Lobo, sob a alegação de ser médico militar. Objetivando servir o seu Partido, que necessitava dele a fim de obter maioria na Câmara, resolveu Bezerra de Menezes afastar- se do Exército. Em 1867 foi eleito Deputado Geral, tendo ainda figurado em lista tríplice para uma cadeira no Senado. Quando político, levantou- se contra ele, a exemplo do que ocorre com todos os políticos honestos, uma torrente de injúrias que cobriu o seu nome de impropérios. Entretanto, a prova da pureza da sua alma deu- se quando, abandonando a vida pública, foi viver para os pobres, repartindo com os necessitados o pouco que possuía. Corria sempre ao tugúrio do pobre, onde houvesse um mal a combater, levando ao aflito o conforto de sua palavra de bondade, o recurso da ciência de médico e o auxílio da sua bolsa minguada e generosa. Desviado interinamente da atividade política e dedicando- se a empreendimentos empresariais, criou a Companhia de Estrada de Ferro Macaé a Campos, na então província do Rio de Janeiro. Depois, empenhou- se na construção da via férrea de S. Antônio de Pádua, etapa necessária ao seu desejo, não concretizado, de levá- la até o Rio Doce. Era um dos diretores da Companhia Arquitetônica que, em 1872, abriu o "Boulevard 28 de Setembro", no então bairro de Vila Isabel, cujo topônimo prestava homenagem à Princesa Isabel. Em 1875, era presidente da Companhia Carril de S. Cristóvão. Retornando à política, foi eleito vereador em 1876, exercendo o mandato até 1880. Foi ainda presidente da Câmara e Deputado Geral pela Província do Rio de Janeiro, no ano de 1880. O Dr. Carlos Travassos havia empreendido a primeira tradução das obras de Allan Kardec e levara a bom termo a versão portuguesa de "O Livro dos Espíritos". Logo que esse livro saiu do prelo levou um exemplar ao deputado Bezerra de Menezes, entregando- o com dedicatória. O episódio foi descrito do seguinte modo pelo futuro Médico dos Pobres: "Deu- mo na cidade e eu morava na Tijuca, a uma hora de viagem de bonde. Embarquei com o livro e, como não tinha distração para a longa viagem, disse comigo: ora, adeus! Não hei de ir para o inferno por ler isto... Depois, é ridículo confessar- me ignorante desta filosofia, quando tenho estudado todas as escolas filosóficas. Pensando assim, abri o livro e prendi- me a ele, como acontecera com a Bíblia. Lia. Mas não encontrava nada que fosse novo para meu Espírito. Entretanto, tudo aquilo era novo para mim!... Eu já tinha lido ou ouvido tudo o que se achava no "O Livro dos Espíritos". Preocupei- me seriamente com este fato maravilhoso e a mim mesmo dizia: parece que eu era espírita inconsciente, ou, mesmo como se diz vulgarmente, de nascença". No dia 16 de agosto de 1886, um auditório de cerca de duas mil pessoas da melhor sociedade enchia a sala de honra da Guarda Velha, na rua da Guarda Velha, atual Avenida 13 de Maio, no Rio de Janeiro, para ouvir em silêncio, emocionado, atônito, a palavra sábia do eminente político, do eminente médico, do eminente cidadão, do eminente católico, Dr. Bezerra de Menezes, que proclamava a sua decidida conversão ao Espiritismo. Bezerra era um religioso no mais elevado sentido. Sua pena, por isso, desde o primeiro artigo assinado, em janeiro de 1887, foi posta a serviço do aspecto religioso do Espiritismo. Demonstrada a sua capacidade literária no terreno filosófico e religioso, quer pelas réplicas, quer pelos estudos doutrinários, a Comissão de Propaganda da União Espírita do Brasil, incumbiu- o de escrever, aos domingos, no "O Paiz" tradicional órgão da imprensa brasileira, a série de "Estudos Filosóficos", sob o título "O Espiritismo". O Senador Quintino Bocaiúva, diretor daquele jornal de grande penetração e circulação, "o mais lido do Brasil", tornou-se mesmo simpatizante da Doutrina Espírita. Os artigos de Max, pseudônimo de Bezerra de Menezes, marcaram a época de ouro da propaganda espírita no Brasil. De novembro de 1886 a dezembro de 1893, escreveu ininterruptamente, ardentemente. Da bibliografia de Bezerra de Menezes, antes e após a sua conversão do Espiritismo, constam os seguintes trabalhos: "A Escravidão no Brasil e as medidas que convém tomar para extingui- la sem dano para a Nação", "Breves considerações sobre as secas do Norte", "A Casa Assombrada", "A Loucura sob Novo Prisma", "A Doutrina Espírita como Filosofia Teogônica", "Casamento e Mortalha", "Pérola Negra", "Lázaro -- o Leproso", "História de um Sonho", "Evangelho do Futuro". Escreveu ainda várias biografias de homens célebres, como o Visconde do Uruguai, o Visconde de Carvalas, etc. Foi um dos redatores de "A Reforma", órgão liberal da Corte, e redator do jornal "Sentinela da Liberdade". Bezerra de Menezes tinha a função de médico no mais elevado conceito, por isso, dizia ele: "Um médico não tem o direito de terminar uma refeição, nem de perguntar se é longe ou perto, quando um aflito qualquer lhe bate à porta. O que não acode por estar com visitas, por ter trabalhado muito e achar- se fatigado, ou por ser alta hora da noite, mau o caminho ou o tempo, ficar longe ou no morro, o que sobretudo pede um carro a quem não tem com que pagar a receita, ou diz a quem lhe chora à porta que procure outro -- esse não é médico, é negociante de medicina, que trabalha para recolher capital e juros dos gastos de formatura. Esse é um desgraçado, que manda para outro o anjo da caridade que lhe veio fazer uma visita e lhe trazia a única espórtula que podia saciar a sede de riqueza do seu Espírito, a única que jamais se perderá nos vaivéns da vida." -- o0o -- Em 1883, reinava um ambiente francamente dispersivo no seio do Espiritismo brasileiro e os que dirigiam os núcleos espíritas do Rio de Janeiro sentiam a necessidade de uma união mais bem estruturada e que, por isso mesmo, se tornasse mais indestrutível. Os Centros, onde se ministrava a Doutrina, trabalhavam de forma autônoma. Cada um deles exercia a sua atividade em um determinado setor, sem conhecimento das atividades dos demais. Esse sentimento levou- os à fundação da Federação Espírita Brasileira. Nessa época já existiam muitas sociedades espíritas, porém, as únicas que mantinham a hegemonia de mando eram quatro: a "Acadêmica", a "Fraternidade", a "União Espírita do Brasil" e a "Federação Espírita Brasileira", entretanto, logo surgiram entre elas vivas discórdias. Sob os auspícios de Bezerra de Menezes, e acatando prescrições das importantes "Instruções" recebidas do plano espiritual pelo médium Frederico Júnior, foi fundado o famoso "Centro Espírita", o que, entretanto, não impediu que Bezerra desse a sua colaboração a todas as outras instituições. O entusiasmo dos espíritas logo se arrefeceu, e o velho seareiro se viu desamparado dos seus companheiros, chegando a ser o único freqüentador do Centro. A cisão era profunda entre os chamados "místicos" e "científicos", ou seja, espíritas que aceitavam o Espiritismo em seu aspecto religioso, e os que o aceitavam simplesmente pelo lado científico e filosófico. Em 1893, a convulsão provocada no Brasil pela Revolta da Armada, ocasionou o fechamento de todas as sociedades espíritas ou não. No Natal do mesmo ano Bezerra encerrou a série de "Estudos Filosóficos" que vinha publicando no "O Paiz". Em 1894, o ambiente mostrou tendências para melhora e o nome de Bezerra de Menezes foi lembrado como o único capaz de unificar o movimento espírita. O infatigável batalhador, com 63 anos de idade, assumiu a presidência da Federação Espírita Brasileira, cargo que ocupou até a sua desencarnação. Iniciava- se o ano de 1900, e Bezerra de Menezes foi acometido de violento ataque de congestão cerebral, que o prostrou no leito, de onde não mais se levantaria. Verdadeira romaria de visitantes acorria à sua casa. Ora o rico, ora o pobre, ora o opulento, ora o que nada possuía. Ninguém desconhecia a luta tremenda em que se debatia a família do grande apóstolo do Espiritismo. Todos conheciam suas dificuldades financeiras, mas ninguém teria a coragem de oferecer fosse o que fosse, de forma direta. Por isso, os visitantes depositavam suas espórtulas, delicadamente, debaixo do seu travesseiro. No dia seguinte, a pessoa que lhe foi mudar as fronhas, surpreendeu- se por ver ali desde o tostão do pobre até a nota de duzentos mil reis do abastado!... -- o0o -- Ocorrida a sua desencarnação, verdadeira peregrinação demandou sua residência a fim de prestar- lhe a última visita. No dia 17 de abril, promovido por Leopoldo Cirne, reuniram- se alguns amigos de Bezerra, a fim de chegarem a um acordo sobre a melhor maneira de amparar a sua família, tendo então sido formada uma comissão que funcionou sob a presidência de Quintino Bocaiúva, senador da República, para se promover espetáculos e concertos, em benefício da família daquele que mereceu o cognome de "Kardec Brasileiro". -- o0o -- Digno de registro foi um caso sucedido com o Dr. Bezerra de Menezes, quando ainda era estudante de Medicina. Ele estava em sérias dificuldades financeiras, precisando da quantia de cinqüenta mil réis (antiga moeda brasileira), para pagamento das taxas da Faculdade e para outros gastos indispensáveis em sua habitação, pois o senhorio, sem qualquer contemplação, ameaçava despejá- lo. Desesperado -- uma das raras vezes em que Bezerra se desesperou na vida -- e como não fosse incrédulo, ergueu os olhos ao Alto e apelou a Deus. Poucos dias após bateram- lhe à porta. Era um moço simpático e de atitudes polidas que pretendia tratar algumas aulas de Matemática. Bezerra recusou, a princípio, alegando ser essa matéria a que mais detestava, entretanto, o visitante insistiu e por fim, lembrando- se de sua situação desesperadora, resolveu aceitar. O moço pretextou então que poderia esbanjar a mesada recebida do pai, pediu licença para efetuar o pagamento de todas as aulas adiantadamente. Após alguma relutância, convencido, acedeu. O moço entregou- lhe então a quantia de cinqüenta mil réis. Combinado o dia e a hora para o início das aulas, o visitante despediu- se, deixando Bezerra muito feliz, pois conseguiu assim pagar o aluguel e as taxas da Faculdade. Procurou livros na biblioteca pública para se preparar na matéria, mas o rapaz nunca mais apareceu. No ano de 1894, em face das dissensões reinantes no seio do Espiritismo brasileiro, alguns confrades, tendo à frente o Dr. Bittencourt Sampaio, resolveram convidar Bezerra a fim de assumir a presidência da Federação Espírita Brasileira. Em vista da relutância dele em assumir aquele espinhoso encargo, travou- se a seguinte conversação: -- Querem que eu volte para a Federação. Como vocês sabem aquela velha sociedade está sem presidente e desorientada. Em vez de trabalhos metódicos sobre Espiritismo ou sobre o Evangelho, vive a discutir teses bizantinas e a alimentar o espírito de hegemonia. -- O trabalhador da vinha, disse Bittencourt Sampaio, é sempre amparado. A Federação pode estar errada na sua propaganda doutrinária, mas possui a Assistência aos Necessitados, que basta por si só para atrair sobre ela as simpatias dos servos do Senhor. -- De acordo. Mas a Assistência aos Necessitados está adotando exclusivamente a Homeopatia no tratamento dos enfermos, terapêutica que eu adoto em meu tratamento pessoal, no de minha família e recomendo aos meus amigos, sem ser, entretanto, médico homeopata. Isto aliás me tem criado sérias dificuldades, tornando- me um médico inútil e deslocado que não crê na medicina oficial e aconselha a dos Espíritos, não tendo assim o direito de exercer a profissão. -- E por que não te tornas médico homeopata? disse Bittencourt. -- Não entendo patavinas de Homeopatia. Uso a dos Espíritos e não a dos médicos. Nessa altura, o médium Frederico Júnior, incorporando o Espírito de S. Agostinho, deu um aparte: -- Tanto melhor. Ajudar- te- emos com maior facilidade no tratamento dos nossos irmãos. -- Como, bondoso Espírito? Tu me sugeres viver do Espiritismo? -- Não, por certo! Viverás de tua profissão, dando ao teu cliente o fruto do teu saber humano, para isso estudando Homeopatia como te aconselhou nosso companheiro Bittencourt. Nós te ajudaremos de outro modo: Trazendo- te, quando precisares, novos discípulos de Matemática... Grandes Vultos do Espiritismo
(Copiado do site http://www.universoespirita.org.br/historia/biografias/vulto_adolfo_bezerra.htm) |
Av. Passos vista da janela da sede histórica da FEB. Rio de Janeiro, RJ. Foto Ismael Gobbo |
Túmulo de Dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cemitério de São Francisco Xavier, também conhecido como Cemitério do Caju. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo |
Salve, Bezerra de Menezes! |
Segue avante o paladino Anunciando o Consolador, Como sublime sino Convidando ao Amor.
Bezerra prossegue no Além Sendo o servo do Senhor, Amparando com o Bem O coração sofredor.
Glória a ti, irmão paternal e bondoso, Sempre atento e generoso Em nome do Mestre Jesus.
Nesta hora da árdua transição Para a era da regeneração, És mensageiro da Luz.
Donizete Pinheiro 21.08.2013
(Recebido em email de Donizete Pinheiro, Marília, SP) |
Detalhe de um retrato pintado a óleo de Bezerra de Menezes, por Augusto Rodrigues Duarte ofertado como homenagem dos súditos portugueses residentes na Corte. |
Kardec e Napoleão |
Busto de Allan Kardec Cemitério Père Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Irmão X Logo após o 18 Brumário (9 de novembro de 1799) quando Napoleão se fizera o Primeiro-Cônsul da República Francesa, reuniu-se, na noite de 31 de dezembro de 1799, no coração da latinidade, nas Esferas Superiores, grande assembleia de Espíritos sábios e benevolentes, para marcarem a entrada significativa do novo século. Antigas personalidades de Roma imperial, pontífices e guerreiros das Gálias, figuras notáveis da Espanha, ali se congregavam à espera do expressivo acontecimento. Legiões dos Césares, com os seus estandartes, falanges de batalhadores do mundo gaulês e grupos de pioneiros da evolução hispânica, associados a múltiplos representantes das Américas, guardavam linhas simbólicas de posição de destaque. Mas não somente os latinos se faziam representados no grande conclave. Gregos ilustres, lembrando as confabulações da Acrópole gloriosa, israelitas famosos, recordando o Templo de Jerusalém, deputações eslavas e germânicas, grandes vultos da Inglaterra, sábios chineses, filósofos hindus, teólogos budistas, sacrificadores das divindades olímpicas, renomados sacerdotes da Igreja Romana e continuadores de Maomé ali se mostravam, como em vasta convocação de forças da ciência e da cultura da Humanidade. No concerto das brilhantes delegações que aí formavam, com toda a sua fulguração representativa, surgiam Espíritos de velhos batalhadores do progresso que voltariam à liça carnal ou que a seguiriam, de perto, para o combate à ignorância e à miséria, na laboriosa preparação da nova era da fraternidade e da luz. No deslumbrante espetáculo da Espiritualidade Superior, com a refulgência de suas almas, achavam-se Sócrates, Platão, Aristóteles, Apolônio de Tiana, Orígenes, Hipócrates, Agostinho, Fénelon, Giordano Bruno, Tomás de Aquino, S. Luís de França, Vicente de Paulo, Joana D’Arc, Teresa d’Avila, Catarina de Siena, Bossuet, Spinoza, Erasmo, Milton, Cristóvão Colombo, Gutenberg, Galileu, Pascal, Swedenborg e Dante Alighieri, para mencionar apenas alguns heróis e paladinos da renovação terrestre; e, em plano menos brilhante, encontravam-se, no recinto maravilhoso, trabalhadores de ordem inferior, incluindo muitos dos ilustres guilhotinados da Revolução, quais Luiz XVI, Maria Antonieta, Robespierre, Danton, Madame Roland, André Chenier, Bailly, Camille Desmoulins e grandes vultos como Voltaire e Rousseau. Depois da palavra rápida de alguns orientadores eminentes, invisíveis clarins soaram na direção do plano carnal e, em breves instantes, do seio da noite, que velava o corpo ciclópico do mundo europeu, emergiu, sob a custódia de esclarecidos mensageiros, reduzido cortejo de sombras, que pareciam estranhas e vacilantes, confrontadas com as feéricas irradiações do palácio festivo. Era um grupo de almas, ainda encarnadas, que, constrangidas pela Organização Celeste, remontavam à vida espiritual, para a reafirmação de compromissos. À frente, vinha Napoleão, que centralizou o interesse de todos os circunstantes. Era bem o grande corso, com os seus trajes habituais e com o seu chapéu característico. Recebido por diversas figuras da Roma antiga, que se apressavam em oferecer-lhe apoio e auxílio, o vencedor de Rivoli ocupou radiosa poltrona que, de antemão, lhe fora preparada. Entre aqueles que o seguiam, na singular excursão, encontravam-se respeitáveis autoridades reencarnadas no Planeta, como Beethoven, Ampère, Fulton, Faraday, Goethe, João Dalton, Pestalozzi, Pio VII, além de muitos outros campeões da prosperidade e da independência do mundo. Acanhados no veículo espiritual que os prendia à carne terrestre, quase todos os recém-vindos banhavam-se em lágrimas de alegria e emoção. O Primeiro-Cônsul da França, porém, trazia os olhos enxutos, não obstante a extrema palidez que lhe cobria a face. Recebendo o louvor de várias legiões, limitava-se a responder com acenos discretos, quando os clarins ressoaram, de modo diverso, como se se pusessem a voar para os cimos, no rumo do imenso infinito... Imediatamente uma estrada de luz, à maneira de ponte levadiça, projetou-se do Céu, ligando-se ao castelo prodigioso, dando passagem a inúmeras estrelas resplendentes. Em alcançando o solo delicado, contudo, esses astros se transformavam em seres humanos, nimbados de claridade celestial. Dentre todos, no entanto, um deles avultava em superioridade e beleza. Tiara rutilante brilhava-lhe na cabeça, como que a aureolar-lhe de bênçãos o olhar magnânimo, cheio de atração e doçura. Na destra, guardava um cetro dourado, a recamar-se de sublimes cintilações... Musicistas invisíveis, através dos zéfiros que passavam apressados, prorromperam num cântico de hosanas, sem palavras articuladas. A multidão mostrou profunda reverência, ajoelhando-se muitos dos sábios e guerreiros, artistas e pensadores, enquanto todos os pendões dos vexilários arriavam, silenciosos, em sinal de respeito. Foi então que o grande corso se pôs em lágrimas e, levantando-se, avançou com dificuldade, na direção do mensageiro que trazia o báculo de ouro, postando-se, genuflexo, diante dele. O celeste emissário, sorrindo com naturalidade, ergueu-o, de pronto, e procurava abraçá-lo, quando o Céu pareceu abrir-se diante de todos, e uma voz enérgica e doce, forte como a ventania e veludosa como a ignorada melodia da fonte, exclamou para Napoleão, que parecia eletrizado de pavor e júbilo, ao mesmo tempo: – Irmão e amigo, ouve a Verdade, que te fala em meu espírito! Eis-te à frente do apóstolo da fé, que, sob a égide do Cristo, descerrará para a Terra atormentada um novo ciclo de conhecimento... César ontem, e hoje orientador, rende o culto de tua veneração, ante o pontífice da luz! Renova, perante o Evangelho, o compromisso de auxiliar-lhe a obra renascente!... Aqui se congregam conosco lidadores de todas as épocas. Patriotas de Roma e das Gálias, generais e soldados que te acompanharam nos conflitos da Farsália, de Tapso e de Munda, remanescentes das batalhas de Gergóvia e de Alésia aqui te surpreendem com simpatia e expectação... Antigamente, no trono absoluto, pretendias-te descendente dos deuses para dominar a Terra e aniquilar os inimigos... Agora, porém, o Supremo Senhor concedeu-te por berço uma ilha perdida no mar, para que te não esqueças da pequenez humana e determinou voltasses ao coração do povo que outrora humilhaste e escarneceste, a fim de que lhe garantas a missão gigantesca, junto da Humanidade, no século que vamos iniciar. Colocado pela Sabedoria Celeste na condição de timoneiro da ordem, no mar de sangue da Revolução, não olvides o mandato para o qual foste escolhido. Não acredites que as vitórias das quais foste investido para o Consulado devam ser atribuídas exclusivamente ao teu gênio militar e político. A Vontade do Senhor expressa-se nas circunstâncias da vida. Unge-te de coragem para governar sem ambição e reger sem ódio. Recorre à oração e à humildade para que te não arrojes aos precipícios da tirania e da violência!... Indicado para consolidar a paz e a segurança, necessárias ao êxito do abnegado apóstolo que descortinará a era nova, serás visitado pelas monstruosas tentações do poder. Não te fascines pela vaidade que buscará coroar-te a fronte... Lembra-te de que o sofrimento do povo francês, perseguido pelos flagelos da guerra civil, é o preço da liberdade humana que deves defender, até o sacrifício. Não te macules com a escravidão dos povos fracos e oprimidos e nem enlameies os teus compromissos com o exclusivismo e com a vingança!... Recorda que, obedecendo a injunções do pretérito, renasceste para garantir o ministério espiritual do discípulo de Jesus que regressa à experiência terrestre, e vale-te da oportunidade para santificar os excelsos princípios da bondade e do perdão, do serviço e da fraternidade do Cordeiro de Deus, que nos ouve em seu glorificado sólio de sabedoria e de amor! Se honrares as tuas promessas, terminarás a missão com o reconhecimento da posteridade e escalarás horizontes mais altos da vida, mas, se as tuas responsabilidades forem menosprezadas, sombrias aflições amontoar-se-ão sobre as tuas horas, que passarão a ser gemidos escuros em extenso deserto... Dentro do novo século, começaremos a preparação do terceiro milênio do Cristianismo na Terra. Novas concepções de liberdade surgirão para os homens, a Ciência erguer-se-á a indefiníveis culminâncias, as nações cultas abandonarão para sempre o cativeiro e o tráfico de criaturas livres, e a religião desatará os grilhões do pensamento que, até hoje, encarceram as melhores aspirações da alma no inferno sem perdão!... Confiamos, pois, ao teu espírito valoroso a governança política dos novos eventos e que o Senhor te abençoe!... Cânticos de alegria e esperança anunciaram nos céus a chegada do século XIX e, enquanto o Espírito da Verdade, seguido por várias coortes resplandecentes, voltava para o Alto, a inolvidável assembleia se dissolvia... O apóstolo que seria Allan Kardec, sustentando Napoleão nos braços, conchegou-o de encontro ao peito e acompanhou-o, bondosamente, até religá-lo ao corpo de carne, no próprio leito. Em 3 de outubro de 1804, o mensageiro da renovação renascia num abençoado lar de Lião, mas o Primeiro-Cônsul da República Francesa, assim que se viu desembaraçado da influência benéfica e protetora do Espírito de Allan Kardec e de seus cooperadores, que retomavam, pouco a pouco, a integração com a carne, confiantes e otimistas, engalanou-se com a púrpura do mando, e, embriagado de poder, proclamou-se Imperador, em 18 de maio de 1804, ordenando a Pio VII viesse coroá-lo em Paris. Napoleão,
contudo, convertendo celestes concessões em aventuras sanguinolentas, foi
apressadamente situado, por determinação do Alto, na solidão curativa de
Santa Helena, onde esperou a morte, enquanto Allan Kardec, apagando a própria
grandeza, na humildade de um mestre-escola, muita vez atormentado e
desiludido, como simples homem do povo, deu integral cumprimento à divina
missão que trazia à Terra, inaugurando a era espírita-cristã, que,
gradativamente, será considerada em todo os quadrantes do orbe como a sublime
renascença da luz para o mundo inteiro. Do livro Cartas e Crônicas, de Irmão X, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. (Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano5/230/correiomediunico.html) |
O céu. Foto Ismael Gobbo |
A Escola de Atenas em afresco de Rafael Sanzio. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sanzio_01.jpg |
François Fénelon *. Óleo sobre tela por Joseph Vivien. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fran%C3%A7ois_de_Salignac_de_la_Mothe-F%C3%A9nelon.PNG
François Fénelon, pseudônimo de François de Salignac de La Mothe-Fénelon (6 de agosto de 1651 - 7 de janeiro de 1715), também conhecido como ''o Cisne de Cambrai'', foi um teólogo católico, poeta e escritor francês, cujas ideias liberais sobre política e educação, esbarravam contra o "statu quo" da Igreja e do Estado dessa época. Pertenceu à Academia Francesa de Letras. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_F%C3%A9nelon
O espírito Fénelon participou da obra da Codificação do Espiritismo através de mensagens que constam das obras básicas, dentre elas “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, assinado por Allan Kardec.
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Retrato de Maria Antonieta executado na Conciergerie alguns dias antes de sua execução na guilhotina. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Conciergerie
A Conciergerie é o vestígio principal do antigo Palácio da Cidade ou Palácio de la Cité, que foi residência e sede do poder real francês do século X ao século XIV e que se estendia sobre o local em que hoje está o Palácio de Justiça de Paris. Atualmente, o edifício estende-se pelo Cais do Relógio, sobre a Ilha de la Cité, no 1º arrondissement de Paris. Foi convertido em prisão do Estado em 1392, após o abandono do palácio por Carlos V e seus sucessores. Leia mais: |
Napoleão I em costume de coroação. Óleo sobre tela de François Gérard Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Francois_Gerard_-_Napoleon_Ier_en_costume_du_Sacre.jpg
Napoleão Bonaparte (em francês: Napoléon Bonaparte; Ajaccio, 15 de agosto de 1769 – Santa Helena, 5 de maio de 1821) foi um líder político e militar durante os últimos estágios da Revolução Francesa. Adotando o nome de Napoleão I, foi Imperador dos Franceses[1] de 18 de maio de 1804 a 6 de abril de 1814, posição que voltou a ocupar por poucos meses em 1815 (20 de março a 22 de junho). Sua reforma legal, o Código Napoleônico, teve uma grande influência na legislação de vários países. Através das guerras napoleônicas, ele foi responsável por estabelecer a hegemonia francesa sobre maior parte da Europa. Leia mais: |
A coroação de Napoleão. Óleo sobre tela de Jacques-Louis David Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Coroa%C3%A7%C3%A3o_de_Napole%C3%A3o |
Kardec criança. Imagem desenvolvida em computador por Marisa Cajado (Guarujá, SP) a partir de imagens conhecidas de Kardec em idade mais avançada. |
Johann Heinrich Pestalozzi mestre de Kardec em Yverdum Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Heinrich_Pestalozzi
Johann Heinrich Pestalozzi (Zurique, 12 de janeiro de 1746 — Brugg, 17 de fevereiro de 1827) foi um pedagogista suíço e educador pioneiro da reforma educacional. Leia mais: |
Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard_Rivail2.jpg
Hippolyte Léon Denizard Rivail (francês: [ʁivɑj]; Lyon, 3 de outubro de 1804 — Paris, 31 de março de 1869) foi um influente educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec (francês: [kaʁdɛk]),[1] notabilizou-se como o codificador[nota 1] do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada.[2][3][4] Leia mais: |
Turista orando no sempre florido túmulo de Allan Kardec. Cemitério Pére Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
Sarcófago de Napoleão Bonaparte em Les Invalides, Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
Amor Infinito O sublime convite |
(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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