Jesus Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, segunda-feira, 01 de setembro de 2025. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 6 - 1863 |
(Continua na próxima postagem)
(Texto copiado do site Febnet) |
Imagem de Hippolyte Renaud, provavelmente da década de 1860, certamente antes de 1874. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/File:H_Renaud.jpg
Hippolyte Renaud Claude Hélène Hippolyte Renaud (1803-1874) [1] era um oficial de artilharia francês, socialista utópico e jornalista. Primeiros anos Hippolyte Renaud nasceu em 26 de maio de 1803 em Besançon, no sul da França, filho de um advogado. Ele estudou na École Polytechnique (1823-1825) e na Escola de Artilharia de Metz (a partir do outono de 1825). A École Polytechnique foi um viveiro de socialismo utópico na década de 1820. As idéias de Henri de Saint-Simon e Charles Fourier eram especialmente populares. [2] Entre os professores de Renaud na Polytechnique estava o matemático François Arago , cujo curso de 'Aritmética Social' (lidando com estatística e probabilidade) Renaud fez no verão de 1825 e transcreveu; a transcrição é publicada pela Bibliothèque de l'École Polytechnique. [3]Há alguma indicação de que Renaud esteve envolvido no movimento saint-simoniano antes de se tornar um fourierista. Em 1831, ele escreveu a Michel Chevalier (então um dos principais simonianos): "Para começar, sua teoria da história me impressionou e me penetrou com admiração", e solicitou que Chevalier continuasse enviando seu jornal. [4] Leia mais: https://en.wikipedia.org/wiki/Hippolyte_Renaud
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Destino do Homem nos Dois Mundos. Hippolyte Renaud http://omeka.appli.univ-poitiers.fr/omeka_bvps/collection/lareligionetlamorale |
Retrato de Edouard de Pompéry em traje beduíno Daguerreótipo montado em medalhão, sd Fonte: associação Ar Faou, E. Goffard. Fonte: http://www.charlesfourier.fr/spip.php?article1161
Leia artigo sobre Edpuard de Pompéry |
Detalhe do Monumento a Pierre Leroux (1903), de Alphonse Jean Dumilâtre (1844-1928), Boussac (França) Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:LerouxPierreStatueBoussac.jpg
Pierre Leroux (Bercy, 7 de abril de 1798 - abril de 1871), foi um filósofo e político francês. Filho de artesãos nasceu em Bercy, atualmente parte de Paris. Fundou o termo “socialismo” em 1831, mesmo ano em que rompeu com a igreja de São Simão. Entre suas principais obras está “Da plutocracia” de 1843. Defensor da classe operária e partidário de um socialismo e do feminismo, foi deputado na assembléia constituinte e na assembléia legislativa (1849). Leia mais: |
O Rio Sena e a Ponte de Bercy. Paris, França. Foto Ismael Gobbo. |
Busto de Allan Kardec. Praça Allan Kardec. Guarulhos, SP, Brasil. Foto Ismael Gobbo. |
O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira |
CAPÍTULO VIII ---------- Bem-aventurados os que têm puro o coração - Deixai vir a mim as criancinhas – Pecado por pensamento. Adultério - Verdadeira pureza. Mãos não levadas – Escândalos. Se a vossa mão é motivo de escândalo, cortai-a - Instruções dos Espíritos: Deixai vir a mim as criancinhas – Bem-aventurados os que têm os olhos fechados
Deixair vir a mim as criancinhas
1. Bem-aventurados os que têm puro o coração, porque verão a Deus. (MATEUS, 5:8.) 2. Apresentaram-lhe então algumas crianças, a fim de que Ele as tocasse; e, como seus discipulos afastassem com palavras ásperas os que as apresentavam, Jesus, vendo isso, zanguou-se e lhes disse: “Deixai que venham a mim as criancinhas, e não as impeçais, porque o Reino dos céus é para os que se assemelham a elas. Digo-vos, em verdade, que aquele que não receber o Reino de Deus como uma criança, nele não entrará”.- E, depois de as abraçar, abençoou-as, impondo-lhes as mãos. (MARCOS, 10: 13 A 16.)
3. A pureza de coração é inseparável da simplicidade e da humildade. Exclui toda ideia de egoísmo e de orgulho. É por isso que Jesus toma a infância como emblema dessa pureza, do mesmo modo que a tomou como o da humildade. Essa comparação poderia parecer injusta, considerando-se que o Espírito da criança pode ser muito antigo, e traz, ao renascer para a vida corpórea as imperfeições de que não se tenha despojado em suas precedentes existências. Só um Espírito chegado à perfeição nos poderia oferecer o tipo da verdadeira pureza. Mas a comparação é exata do ponto de vista da vida presente, porque a criancinha, não havendo ainda podido manifestar nenhuma tendência perversa, nos apresenta a imagem da inocência e da candura. Além disso, Jesus não disse de modo absoluto que o Reino dos céus é para elas, mas para os que se assemelham a elas. 4. Considerando-se que o Espírito da criança já viveu, por que não se mostra , desde o nascimento, tal qual é? Tudo é sábio nas obras de Deus. A criança necessita de cuidados delicados, que somente a ternura materna lhe pode dispensar, ternura que se acresce da fraqueza e da ingenuidade da criança. Para uma mãe, seu filho é sempre um anjo e assim deveria ser, para cativar a sua solicitude. Ela não poderia dispensar-lhe o mesmo devotamento se, em vez da graça ingênua, deparasse nele, sob traços infantis, um caráter viril e as ideias de um adulto e, ainda menos, se viesse a conhecer o seu passado. É necessário, aliás, que a atividade do princípio inteligente seja proporcional à fraqueza do corpo, que não poderia resistir a uma atividade muito grande do Espírito, como se vê em indivíduos muito precoces. É por isso que o Espírito, ao se aproximar da reencarnação, entra em estado de perturbação e perde pouco a pouco a consciência de si mesmo, ficando, por certo tempo, numa espécie de sono, durante o qual todas as suas faculdades permanecem em estado latente. É necessário que esse estado de transição para que o Espírito tenha um novo ponto de partida e para que esqueça, em sua existência terrestre, tudo aquilo que a possa entravar. Seu passado, no entanto, reage sobre ele; renasce melhor, mais forte, moral e intelectualmente, sustentado e secundado pela intuição que conserva da experiência adquirida. A partir do nascimento, suas ideias retomam gradualmente seu impulso, à medida que os órgãos se desenvolvem, podendo-se dizer que, no curso dos primeiros anos, o Espírito é verdadeiramente criança, porque as ideias que formam o fundo de seu caráter ainda estão adormecidas. Durante o tempo em que seus instintos se conservam sonolentos, ele é mais flexível e, por isso mesmo, mais acessível às impressões que podem modificar a sua natureza e fazê-lo progredir, o que torna mais fácil a tarefa imposta aos pais. O Espírito , pois, enverga temporariamente a túnica da inocência e, assim, Jesus está com a verdade, quando, a despeito da anterioridade da alma, toma a criança por símbolo da pureza e da simplicidade.
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Próximo: Pecado por pensamento. Adultério
(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira) |
Jesus Cristo e as crianças. Óleo sobre tela de Carl H. Bloch Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/44/Carl_Heinrich_Bloch_-_Suffer_the_Children.jpg
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Cristo Ensinando Humildade - Robert Scott Lauder Fonte: http://www.nationalgalleries.org/media_collection/6/NG%20221.jpg Autor: Robert Scott Lauder (1803–1869) wikidata:Q2158799. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Christ_Teacheth_Humility.jpg |
O Sermão das Bem-Aventuranças. Aquarela por James Tissot Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Beatitudes#/media/File:TissotBeatitudes.JPG
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Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com o fariseu Nicodemos disse-lhe o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard
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Esse saiu ao pai |
Em tempos idos, quando se queria dizer que um filho havia herdado certas características de um dos seus progenitores, dizia-se: Esse saiu ao pai. Saiu à mãe. Também se falava: Puxou a esse ou aquele. Se percebemos traços de teimosia na criança e temos alguém na família com tal rótulo, logo sai a expressão: Esse puxou fulano! E pai e mãe são sempre os mais votados. Será que herdamos traços da personalidade dos pais, dos familiares? Seria possível uma criança ainda pequena ser, por exemplo, extremamente ciumenta com suas coisas, porque sua mãe é assim ou era na sua infância? Seria possível um menino ser brigão na escola porque seu pai é do tipo valentão? As ciências tradicionais nos esclarecem a respeito das parecenças físicas. Como não é campo delas entrar na esfera do Espírito, precisamos buscar o que diz uma ciência específica. A ciência que trata da natureza, origem e do destino dos Espíritos. Ao estudar a questão da transmissão das parecenças morais dos pais aos filhos, os estudos da alma informam que o corpo deriva do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito. Entre os descendentes das raças apenas há consanguinidade. Isso demonstra que não existe hereditariedade moral, da mesma maneira que existe a hereditariedade biológica. Então, de onde vêm as parecenças morais que costuma haver entre pais e filhos? É ainda na fonte da Espiritualidade benfeitora que colhemos as ponderadas explicações: É que uns e outros são Espíritos simpáticos, que reciprocamente se atraíram pela analogia dos pendores. Isso quer dizer que essas similaridades que eventualmente encontramos são traços que eram de cada um desses Espíritos. E se constituem uma das razões de tornarem a se reunir numa mesma família. Habitualmente, nossas avaliações de parecido com este ou com aquele são rasas ou até em tom de brincadeira. Por vezes, comparamos traços que são comuns para a maioria de nós, Humanidade. Por exemplo, a probabilidade de dois ou mais ditos teimosos se reunirem num mesmo ambiente é bastante alta. É uma característica marcante da alma orgulhosa em crescimento. Outras vezes, o tempo de convívio com mãe e pai faz com que os filhos desenvolvam certo comportamento. Tudo fruto da educação. Consideremos que grande é a influência que exercem os pais sobre os filhos. Sua missão é contribuir para o progresso desses Espíritos, que lhes são confiados pelo Pai Celeste. Trata-se de uma tarefa que podemos chamar excelsa missão: conduzi-los para o bem, para as coisas edificantes. Lembremos que estamos, principalmente na família, com almas com as quais nos afinamos ou com as quais temos compromissos. Isso, por si só, já nos faz descobrir muitos traços em comum. Que essas parecenças nos sirvam para nos conhecer um pouco melhor, que sirvam como laboratório de autoconhecimento. E entendamos que, no estágio em que estagiamos, neste agora, todos estamos ainda bem parecidos. Redação do Momento Espírita, com base
na
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7504&stat=0 ) |
O Cristo na casa de seus pais. Óleo sobre tela de John Everett Millais Imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Millais_-_Christus_im_Hause_seiner_Eltern.jpg
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"Um pai e um filho". Autor: Andrei Osipovich Karelin Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Father_and_child.jpg
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Pescando. Óleo sobre tela por Almeida Júnior. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Almeida_J%C3%BAnior_-_Pescando,_1894.jpg
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Primeiros passos. Óleo sobre tela de Vincent van Gogh após Millet. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Vincent_van_Gogh_-_First_Steps,_after_Millet.jpg
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Cena de Família.em quadro de Almeida Júnior. Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
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Vinte modos |
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Pelo Espírito André Luiz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Opinião Espírita. Lição nº 29. Página 103. Estudos a questões relacionadas ao “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Capítulo VI, Item 8.
Modos com que nós, espíritas, perturbamos a marcha do Espiritismo: - Esquecer a reforma íntima. - Desprezar os deveres profissionais. - Ausentar-se das obras de caridade. - Negar-se ao estudo. - Faltar aos compromissos sem justo motivo. - Rogar privilégios. - Escapar deliberadamente dos sofredores para não prestar-lhes pequeninos serviços. - Colocar os princípios espíritas à disposição de fachadas sociais. - Especular com a Doutrina em matéria política. - Sacrificar a família aos trabalhos da fé. - Açambarcar muitas obrigações, recusando distribuir a tarefa com os demais companheiros ou não abraçar incumbência alguma, isolando-se na preguiça. - Afligir-se pela conquista de aplausos. - Julgar-se indispensável. - Fugir ao exame imparcial e sereno das questões que concernem à clareza do Espiritismo, acima dos interesses e das pessoas. - Abdicar do raciocínio, deixando-se manobrar por movimentos ou criaturas que tentam sutilmente ensombrar a área do esclarecimento espírita com preconceitos e ilusões. - Ferir os outros com palavras agressivas ou deixar de auxiliá-los com palavras equilibradas no momento preciso. - Guardar melindres. - Olvidar o encargo natural de cooperar respeitosamente com os dirigentes das instituições doutrinárias. - Lisonjear médiuns e tarefeiros da causa espírita. - Largar aos outros responsabilidades que nos competem.
(Recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
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Narciso. Óleo sobre tela de Caravaggio. Imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Michelangelo_Caravaggio_065.jpg.
Narcisismo Narcisismo é o amor de um indivíduo por si próprio ou por sua própria imagem, uma referência ao mito de Narciso Leia mais: |
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Um estudo para 'Cristo ensina humildade'. Óleo sobre tela de Robert Scott Lauder Imagem/fonte: https://www.wikidata.org/wiki/Q27960060 |
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Moeda de César em pintura de Domingos Sequeira. Imagem/fonte:
* Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E eles, ouvindo isto, maravilharam-se, e, deixando-o, se retiraram. Mateus 22: - 21-22.
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A parábola dos talentos. Gravura por Jan Luyken na Bíblia de Bowyer.. Imagem/fonte:
Porque isto é também como um homem que, partindo para
fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens. Leia mais: https://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/25/14-30
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“Ecce homo”. Pilatos apresenta Jesus à multidão. Óleo sobre tela por Antonio Ciseri. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Eccehomo1.jpg
Na Bíblia, a única referência à esposa de Pilatos se encontra em Mateus 27:19, em que ela manda uma mensagem a seu marido pedindo a ele que não condene Jesus Cristo à morte, dizendo:
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Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha Portugal |
Exms Senhores OCS,
As nossas mais cordiais saudações.
1 - O Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, vai levar a cabo uma palestra subordinada ao tema "Cirurgias mediúnicas", com Amélia Reis, no dia 5 de Setembro de 2025, 6ª feira, às 21h00. Posteriormente, teremos a Fluidoterapia (passe espírita) e o atendimento em privado.
2 - Estão abertas as inscrições para os cursos de espiritismo e de educação da mediunidade (gratuitos) pelo e-mail [email protected]
3 - Todas as palestras são colocadas no Youtube do CCE em http://bit.ly/29VcVMV
Cordialmente,
CCE
Tel: 938 466 898; 966 377 204; www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
Registro. Atividades do Projeto Chico Xavier na tarde deste sábado 30-08-2025. Araçatuba, SP |
Após a prece de abertura as 16 horas tudo se inicia: várias pessoas vão ao local de alimentos e preparam para os inscritos da casa, outros preparam diversos alimentos para serem servidos aos presentes, inclusive o de jantar; evangelização para crianças e jovens com dia do aniversariante do mês, aplicação de passes, palestra pelo orador da casa Ricardo Antonio dos Anjos e jantar/refeição a todos os presentes. Informações e fotos recebidas de Émerson Gratão. Fotos de Maria José Izique
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Informe Luz Espírita N° 280 - Sexta-feira, 29 de agosto, 2025 |
ACESSE AQUI: https://www.luzespirita.org.br/informe/informe.html
(Recebido em email de Domingos B. Rodrigues [[email protected]]) |
Nota: Palestra no Grupo Espírita Batuíra |
Na reunião pública domingueira do dia 24 de agosto, o Grupo Espírita Batuíra, de São Paulo, deu início à sua Feira do Livro com palestra de Pedro Nakano (do CCDPE, SP). O tema desenvolvido pelo expositor foi “a luz também luta”. Vários diretores do centro compuseram a mesa. Acesse pelo link: https://www.youtube.com/live/rFUewCgjnac?si=rev6FUNgikrKeXGn
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
Nota: Palestra sobre “Jesus, o timoneiro” e presença de Benedita Fernandes em Ipatinga |
Na programação da 46ª SEMANA ESPÍRITA DE IPATINGA – MG, na noite de 28 de agosto, Cesar Perri (de São Paulo) proferiu palestra sobre o tema JESUS, O TIMONEIRO DE SEMPRE, NOS CONDUZINDO: VIVÊNCIAS DE HOJE. O tema central do evento é “Valorização da Vida: Reflexo do Amor Divino”. Houve transmissão por internet. O programa com o visitante prossegue até sábado. Em seguida, José Francisco Gomes autografou suas obras mediúnicas, inclusive o livro recém editado “Desafios da educação”, pelo espírito Benedita Fernandes (Ed. Cocriação), que foi lançado em junho em Araçatuba (SP) com a presença do médium e de Perri como prefaciador. A Semana acontece nas dependências da Comunidade Espírita Joanna de Ângelis, Houve apresentações musicais no local e acontece uma Feira do Livro. O expositor Perri visitou a Comunidade Espírita Amor Luz e Esperança, dirigida por José Francisco, onde funciona a Escola Espírita de Evangelização Benedita Fernandes. Acesse pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=6AZj4yQNekA
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX)
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[849-JornalMundoMaior] SOBRE VIRTUDE. |
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*SOBRE VIRTUDE.* A virtude só se faz onde há tentação.(Emmanuel)
O bem só existe quando eu escolho, você só tem duas opções:- *Ceder ou não Ceder*, qual você quer escolher??
É muito fácil ser virtuoso longe da tentação, não é??
Ofereça um prato de milho cru ao homem, e um prato com brilhantes a um cavalo....agora inverta os pratos...nós somos tentados por aquilo que nos atrai.
Ser tentado é como fugir de um cachorro grande, morrendo de vontade de ser alcançado.(Chico Xavier).
Você tá fugindo, mas quer que ele te pegue, porque a tentação é algo que fala profundamente ao nosso mundo interior. *Jornal Mundo Maior.*
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]]) |
Mednesp: altruísmo e compaixão no processo terapêutico (leia agora!) |
Olá! Bom dia! Tudo bem com você? Espero que sim!
Com o tema central “Servir para curar-se”, a Associação Médico-Espírita do Brasil reuniu em São Paulo mais de 1.800 pessoas no seu 17º Mednesp, congresso bianual que tem a participação de médicos, profissionais da saúde, pesquisadores e o público interessado em uma abordagem mais ampla e integral do cuidado humano. Leia agora: www.bit.ly/Mednesp2025
A apresentação e discussão de assuntos bastante atuais foram um verdadeiro convite ao desenvolvimento pessoal, colocando em pauta conhecimentos práticos voltados à promoção do bem-estar integral dos pacientes, como também à necessidade do acolhimento e da empatia em hospitais, consultórios e nas casas espíritas. “O Mednesp é uma porta de entrada da ciência nas casas espíritas e da espiritualidade nos consultórios médicos”, resume Conrado Santos, coordenador de comunicação do evento. “É um movimento de transformação mútua, onde o conhecimento científico se alia à vivência espiritual.” Saiba mais sobre esse evento, referência mundial em saúde e espiritualidade, e que vai além da medicina, mobilizando também educadores, terapeutas e religiosos: www.bit.ly/Mednesp2025 Acho que você vai gostar de ler também sobre as experiências dos profissionais de saúde no acolhimento e suas recomendações para as boas práticas na casa espírita.
Um abraço,
Editora Correio Fraterno
Av. Humberto de
Alencar Castelo Branco, 2955 - São Bernardo do Campo - SP - 09851.000
(Recebido em email de Editora Correio Fraterno [[email protected]]) |
Palestras e Seminário com Jane M. Modena Bassi Araçatuba, SP |
(Recebido de Katia Calciolari) |
Eventos Espíritas diversos no exterior Recebidos em email de Elsa Rossi |
CONGRESSO INTERNACIONAL ESPÍRITA JOANNA DE ÂNGELIS.
(Recebido em email de Elsa Rossi [[email protected]]) |
Casa Editora O Clarim 40% de desconto + 15% com cupom para primeira compra |
ACESSE AQUI:
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Canelone. Aliança Espírita Varas da Videira. Departamento Casa da Caridade. Araçatuba, SP |
(Informação de Maderlene Yamada) |
Buscamos alcançar espíritas em todos os países - Ivan Franzolin |
Envie esta postagem para espíritas no exterior. Buscamos alcançar espíritas em todos os países. Desde já, nossos agradecimentos. Ivan Franzolin World Spiritist Survey Encuesta Espírita Mundial Inquérito Espírita Mundial Enquête Spirite Mondiale
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Agosto.2025 |
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(Informação de Elsa Rossi) |
Projeto Germinar Acesse abaixo: |
Amigos. Nossa Claudia Werdine, fundadora dos SEMBRADORES DE LUZ, tem o prazer de partilhar com você o Projeto Germinar, lançado recentemente por Sembradores de Luz. Este projeto aborda como podemos estabelecer um grupo de apoio para gestantes no centro espírita. A gravidez é o início de uma nova reencarnação. Como centros espíritas, somos chamados a apoiar não só os espíritos que chegam, mas também os corações que os acolhem. Lançar este projeto é servir a vida, desde o início. Pode nos ajudar a divulgar https://www.instagram.com/reel/DMcdXWfx90D/?igsh=cXR4b3J5amtlODA3
https://sembradoresluz.org/pt/projeto-germinar/ English https://www.instagram.com/reel/DL8QrZOh1Ve/?igsh=enV5Z2NtZ3U4NHBx
https://sembradoresluz.org/en/project-germinate/
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II Encontro Espírita das Águas 2025 Caxambú, MG |
(Recebido em email de Domingos B. Rodrigues [[email protected] por solicitação da nossa amiga Sonira Giosa (Poços de Caldas – MG). |
Jornal Momento Espírita - edição de julho Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP |
Acesse aqui: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Jornal-Momento-Esp-Julho-25-min.pdf
(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
Edição 122 da Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG |
ACESSE AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol122.pdf
(Informação recebida de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
Clique
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Palestra Pública na FEB/ Programação Semanal Semana 31 de agosto a 6 de setembro ACESSE AQUI:
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
Clique
aqui:
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CEERJ- Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, capital |
Clique aqui: https://www.facebook.com/CEERJOFICIAL/?locale=pt_BR
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FEEES- Federação Espírita do Estado do Espírito Santo Vitória |
Clique aqui: https://www.facebook.com/feeesoficial/
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti – O Pensamento” - Vol 1 |
Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1 Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento WhatsApp- Editora 14 99164-6875
(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]]) |
Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier Boletim semanal – Ano XI. 1a semana de Setembro de 2025 |
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Artigo:- Família: relações e visão espiritual: https://grupochicoxavier.com.br/familia-relacoes-e-visao-espiritual/
- Palestra em aniversário do “Lírios da Misericórdia”: https://grupochicoxavier.com.br/palestra-em-aniversario-do-lirios-da-misericordia/
- Emmanuel e a renascença do mundo: https://grupochicoxavier.com.br/emmanuel-e-a-renascenca-do-mundo/
Vídeos: - Palestra do Grupo Espírita Batuíra: https://grupochicoxavier.com.br/palestra-no-grupo-espirita-batuira/
- A moral estranha de “deixar pais”: https://grupochicoxavier.com.br/moral-estranha-de-deixar-pais/
Mensagem https://grupochicoxavier.com.br/em-familia-4/
o0o “O mal é incompatível com o bem e por “poucas letras” ou por “muitas”, desde que te alistes entre os aprendizes de Jesus, não te faltará o mundo inferior com o sarcasmo e a perseguição” – Emmanuel. (Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. cap. 49. FEB).
o0o Com fraternal abraço, Equipe GEECX
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
O Consolador. Revista Semanal de Divulgação Espírita. Londrina, PR. Acesse abaixo |
CLIQUE AQUI: http://www.oconsolador.com.br/ano19/938/principal.html
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Olympio Alves Lisboa (01-09-1873 / 16-12-1941) |
Olympio Alves Lisboa Imagem/fonte: Feparana
Presidente: 1920; 1922
Nascido em 1º de setembro de 1873, em Guarapuava-PR. Foi, por longo tempo, industrial e comerciante, tendo chegado por vezes ao exercício de funções públicas.
Ingressou nos quadros federativos como membro do Conselho Permanente em 13 de janeiro de 1918. Exerceu a Presidência de 11 de janeiro de 1920 a 9 de janeiro de 1921, posteriormente, de 8 de janeiro de 1922 a 14 de janeiro de 1923.
Foi incansável trabalhador e sempre pautou sua vida dentro dos preceitos cristãos. Desencarnou em 16 de dezembro de 1941, na cidade de Curitiba, após duras lutas enfrentadas, face às vicissitudes que a existência lhe reservou.
(Copiado de http://www.feparana.com.br/topico/?topico=578) |
Sede histórica da Federação Espírita do Paraná. Imagem/fonte: LEIA NO LINK |
Leôncio Correia (01-09-1865 – 19-06-1950) |
Leôncio Correia Registrou-se no Rio de Janeiro, no dia 19 de Junho de 1950, a desencarnação do venerando confrade Dr. Leôncio Correia, que fora presidente da Liga Espírita do Brasil, posteriormente Liga Espírita do Estado da Guanabara.
A imprensa diária tratou largamente da vida pública e literária do eminente brasileiro e primoroso poeta, cuja existência tanto engrandeceu as letras nacionais. Republicano histórico, tendo tomado parte na campanha abolicionista, começou a sua vida pública muito moço, no Paraná, seu Estado natal, onde se bateu pela implantação da República. Leôncio Correia era um dos poucos republicanos de 1889, por ocasião de sua morte. Foi deputado estadual no Paraná, de 1892 a 1897, deputado federal, diretor da Instrução Pública do Rio de Janeiro, diretor do Colégio Pedro II (Internato), diretor da Imprensa Nacional. Durante muito tempo lecionou História Universal na Escola Normal (hoje Instituto de Educação do Rio de janeiro), da qual foi, mais tarde, Diretor. Na política, na imprensa e na tribuna, foi sempre um defensor das liberdades públicas. Era formado em Direito, mas não abraçou a advocacia nem a magistratura. Ao lado de Machado de Assis, Olavo Bilac, Paula Ney e outras brilhantes figuras das letras, desenvolveu grande atividades literárias.
Inegavelmente, sua carreira literária é uma das mais fulgurantes e fecundas do Brasil. .Era membro da Academia Paranaense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, da Academia Carioca de Letras, da Federação das Academias de Letras, no Instituto Brasileiro de Cultura, e outras instituições literárias. Deixou diversos livros publicados, dentre os quais estes: "Barão do Serro Azul", "A Boêmia do Meu Tempo" (crônica), "Brasiliada" (poema)", "Evocações" (crônicas), "Frauta de Outono" (poesia), "Panóplias" (crônicas), "Perfis" (sonetos), "A Verdade Histórica sobre o 15 de Novembro", "Meu Paraná" (crônicas e versos), "Vultos e Fatos do Império e da República" (ensaio), "Parlendas e Palestras" (discursos), etc.
Foi pioneiro do Dia da Bandeira, pois em 1907, quando diretor da Instrução Pública, tornou obrigatório, nas escolas primárias, a Festa da Bandeira.
Como parte das comemorações do 1º Centenário do Estado do Paraná, o Governador Bento Munhoz da Rocha mandou editar as "Obras Completas" de Leôncio Correia, prefaciadas por nomes ilustres da nossa literatura, como Rodrigo Otávio Filho, Andrade Muricy, Othon Costa, etc, todos a enaltecerem, sob vários aspectos, a fecunda existência daquele paranaense inesquecível.
Tendo nascido em Paranaguá, Estado do Paraná, em 1º de Setembro de 1865, desencarnou pouco antes de completar 85 anos de idade.
Em sua homenagem, fundou-se na rua Jardim Botânico o Instituto Leôncio Correia, conceituado estabelecimento de ensino primário e admissão.
Cabe-nos, agora, tratar de Leôncio Correia como espírita. Em 1922 tomou parte no Congresso Espírita realizado no Rio de Janeiro. Pertenceu ao Conselho da Associação Espírita Obreiros do Bem, foi presidente da Liga Espírita do Brasil (atual Liga Espírita do Estado da Guanabara) no triênio 1939-1942. No dia 15 de Novembro de 1939, na Associação Brasileira de Imprensa, quando se comemorou o cinqüentenário da República Brasileira, Leôncio Correia ocupou a presidência de honra do 1º Congresso Brasileiro de Jornalistas Espíritas.
Por ocasião do 90º aniversário do poeta, Deolindo Amorim revelou, do homem espírita, esta página do passado:
"Estávamos no período crepuscular da ditadura. Não havia liberdade de imprensa, liberdade crítica, nem mesmo liberdade religiosa, porque as sociedades espíritas estavam sob fiscalização policial. Leôncio Correia era o presidente da então Liga Espírita do Brasil, enquanto éramos, como ainda hoje, o secretário-geral. Os diretores das sociedades espíritas eram obrigados a comparecer à Polícia Central para serem fichados, porque o regime era de arrocho, todas as formas de liberdade do pensamento estavam abafadas pela censura. Pois bem, Leôncio Correia, já velho, com sua expressão respeitável, não faltou ao cumprimento do dever, foi à repartição policial, e lá deixou as suas impressões digitais, na qualidade de presidente da Liga Espírita. O funcionário da Polícia, um tanto espantado, exclamou, com certo ar de estranheza: "Dr. Leôncio, por aqui? ! ... E Leôncio Correia, sem perder a sua serenidade imperturbável, respondeu humildemente: Que vou fazer, meu amigo? São ordens ..."
Além das fronteiras da Morte o poeta continua, vez por outra, a nos deleitar com suas magníficas produções. Uma delas está publicada no "Parnaso de Além-Túmulo ", obra mediúnica de Francisco Cândido Xavier. Não vamos transcrevê-las todas. Para encerrarmos esta singela biografia do saudoso companheiro, cujo centenário de nascimento foi festivamente lembrado, inclusive com a emissão, pelo D.C.T., de um selo comemorativo, --- Permita-nos o leitor reproduzir apenas um soneto do Espírito de Leôncio Correia, psicografado pelo referido médium e que foi estampado, em 1955, nas páginas do "Reformador":
RESSURREIÇÃO Triste viajante na floresta escura, Tateando na estrada erma e sombria, Alcancei a aflição do último dia, Esmagado na sombra da amargura...
Mas, além do pavor da sepultura, Eis que a paz novamente a graça da alegria, E, ave exalçando a graça da alegria, Embriaga-me a luz vibrante e pura!
Glória às dores da vida transitória!... Não traduzo o meu grito de vitória, Por mais que a minha fé se estenda e brade;
Cego que torna a ver, além do mundo, Canto somente a luz de que me inundo, Nos caminhos de sol da eternidade.
WANTUIL, Zêus. Grandes Espíritas do Brasil. FEB, 1ª edição. RJ
(Texto copiado de http://www.feparana.com.br/topico/?topico=679) |
Poeta Leôncio Correia. Fundo Documental: Agência Nacional. Domínio público / Acervo Arquivo Nacional Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia |
Leôncio Correia(01-09-1865 / 19-06-1950) |
Leôncio Correia (Paranaguá, 1 de setembro de 1865 - Rio de Janeiro, 19 de junho de 1950) foi um advogado, escritor, jornalista e político brasileiro. Filho de João Ferreira Correia e Carolina Pereira Correia, ficou órfão aos seis anos, já que seu pai faleceu, em 1865, aos 33 anos de idade. Logo acolhido pelos tios, personagens célebres do campo político local e nacional, tendo tido como patrono o Comendador Ildefonso Pereira Correia, principal empresário ervateiro do estado (do Paraná) e irmão do Senador Correia, alto funcionário do Império e com ampla inserção na Corte.[1] Exerceu os cargos de diretor da Instrução Pública do Rio Janeiro, diretor do colégio Dom Pedro II, diretor da Imprensa Nacional, diretor do Instituto de Educação do Rio de Janeiro, deputado federal e deputado estadual pelo Paraná. Leôncio Correia foi o pioneiro na homenagem ao Dia da Bandeira: em 1907, ainda diretor da Instrução Pública, tornou obrigatória nas escolas primárias a Festa da Bandeira. Apesar de ter sido formado em Direito por uma faculdade em Niterói, nunca chegou a exerceu a advocacia e a magistratura. Sempre foi um defensor da liberdade pública. Publicou diversos livros ao lado de Machado de Assis, Olavo Bilac e outros. Membro da Academia Paranaense de Letras, no Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, da Academia Carioca de Letras, da Federação das Academias de Letras, no Instituto Brasileiro de Cultura, e outras instituições literárias.
Religião Leôncio Correia era espírita. Em 1922 entrou para o Congresso Espírita no Rio de Janeiro. Pertenceu ao Conselho da Associação Espírita Obreiros do Bem, e se tornando presidente da Liga Espírita do Brasil (atual Liga Espírita do Estado da Guanabara). Além disso, foi presidente da Liga Espírita do Brasil - atual Liga Espírita do Estado da Guanabara - no triênio 1939-1942. No dia 15 de Novembro de 1939, na Associação Brasileira de Imprensa, quando se comemorou o cinquentenário do Brasil República, Leôncio Correia ocupou a presidência de honra do 1º Congresso Brasileiro de Jornalistas Espíritas. Mesmo sem ter condições de cumprir com seus deveres, Correia participava de tudo o que lhe cabia, foi até a Repartição Policial e deixando suas impressões digitais para serem marcadas como Presidente da Liga Espírita.[2]
Homenagens
Como parte das comemorações do 1º centenário do estado do Paraná, o então governador Bento Munhoz da Rocha mandou editar as Obras Completas de Leôncio Correia, prefaciadas por nomes ilustres como Rodrigo Otávio Filho, Andrade Muricy e Othon Costa, entre outros. Em Curitiba, há um colégio estadual, fundado em 1941, que leva o nome de Leôncio Correia. O projeto arquitetônico foi concebido no governo de Moysés Lupion que adotou a linguagem neocolonial e a clássica configuração em "U".[3]
Obras · Barão do Serro Azul · A Boêmia do Meu Tempo (crônica) · Brasiliada (poema) · Evocações (crônicas) · Frauta de Outono (poesia) · Panóplias (crônicas) · Perfis (sonetos) · A Verdade Histórica sobre o 15 de Novembro · Meu Paraná (crônicas e versos) · Vultos e Fatos do Império e da República (ensaio) · Parlendas e Palestras (discursos).
“O meu desejo sempre foi diariamente ouvir o nome do Paraná falado, criticado, caluniado, elogiado, combatido, defendido, motejado, engrandecido, malsinado, mas nunca esquecido![4”.
Referências
«Biografia». Rioeduca.net «Religião». Espiritismogi.com.br. Arquivado do original em 19 de janeiro de 2012 «Colégio Estadual Leôncio Correia». Ctaleonciocorreia.seed.pr.gov.br CORREIA, Leôncio.Poeta de amor. Prata de Casa,1957
Bibliografia
· "Esses moços do Paraná… Livre circulação da palavra nos albores da República"- Silvia Gomes Bento de Mello - 2008 · "Imprensa e Política no Paraná: Prosopografia dos redatores e pensamento republicano no final do século XIX" - Amélia Siegel Corrêa - 2006 · Galeria de ontem e de hoje – livro primeiro da galeria de ontem – David Carneiro – Editora Vanguarda, páginas 381 e 382. · Leoncio Correia, Poeta do Amor – Cláudio Murilo – Editora " Prata de Casa" Curitibana – 1957.
Ligações externas · «Religião». www.espiritismogi.com.br · «Biografia». www.rioeduca.net
(COPIADO DE https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia) |
Poeta Leôncio Correia. Fundo Documental: Agência Nacional. Domínio público / Acervo Arquivo Nacional Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia |
Fotografia originalmente pertencente a Olavo Bilac, com sua assinatura, em que intelectuais que participaram da fundação da Academia Brasileira de Letras encenam a "Lição de Anatomia", quadro do pintor holandês, Rembrandt. Da esquerda para a direita: Olavo Bilac, Leôncio Correia, Henrique Holanda, Pedro Rabelo, o doutor Pederneiras, Álvaro de Azevedo Sobrinho e Plácido Júnior. O autopsiado é Artur Azevedo, sendo o legista, que o opera com o sabre emprestado pelo oficial da ronda, Coelho Neto. Cerca de 1900. Autor: Olavo Bilac (1868-1918) Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia |
Selo postal brasileiro: o escritor Leôncio Correia (1865–1950). Autor: Governo do Brasil. Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia |
Livro de poemas de Leôncio Correia. Autor: Jessiksamara Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia |
Livros de Leôncio Correia. Autor: Jessiksamara Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Le%C3%B4ncio_Correia |
João Crivellini (14-02-1875 / 30-08-1955) |
João Crivellini
Nasceu em Trieste, Itália, possivelmente em 14 de fevereiro de 1875, filho de João Crivellini e Maria Crivellini. Emigrou para o Brasil em companhia do irmão Paolo, aqui desembarcando no porto de Santos-SP, ao que tudo indica, em 1888, com passaporte austríaco. Seu sobrenome aparece na grafia austríaca, Cribelicci, posteriormente corrigido para o original italiano Crivellini. Das lavouras de café da região foi para Ribeirão Preto, onde casou-se, em 19 de janeiro de 1895, com Marianna Bellini, filha de Ângelo Bellini e Pierina Foganello Bellini, ali exercendo a profissão de carpinteiro. Nasceram, pela ordem, os filhos: Luís, Humberto, Antônio, Rodolfo (meu pai), Urbano, Maria e Zaíra. Em 1924, transferiram-se para Araçatuba, onde João Crivellini construiu sua oficina com serraria, carpintaria e forjaria, na Rua Bernardino de Campos, 344, residindo em frente da oficina, numa casa de tábuas onde hoje é o “Varas da Videira”. Embora as filhas Maria e Zaíra se revelassem excelentes médiuns ainda jovens, não se sabe ao certo quando João Crivellini conheceu o Espiritismo; entretanto, na década de 1930, sua esposa Marianna e o filho Luís já freqüentavam os trabalhos espíritas na casa do Sr. Antônio Pagan e sua família, na antiga Rua Tietê. Numa dessas visitas, em 20 de dezembro de 1937, Marianna sentiu-se mal e veio a desencarnar, embora socorrida por vizinhos solícitos e pelo médico Dr. Yampei Kikuchi. João Crivellini somente retornou ao mundo espiritual dezoito anos mais tarde, em 30 de agosto de 1955. Era pessoa enérgica, carismática e simpática a quantos o rodeavam, cativando pelo exemplo. Em sua casa “O Evangelho Segundo o Espiritismo” , “ Livro dos Espíritos”, “O Livro dos Médiuns, “A Gênese”, “O Céu e o Inferno” e “Obras Póstumas”, de Allan Kardec, eram lidos e estudados por todos. Outras obras como “Deus na Natureza” e “Pluralidade dos Mundos Habitados”, de Camille Flamarion, “A Alma é Imortal”, de Gabriel Dellane, “Depois da Morte”, de Léon Denis, faziam parte do acervo familiar. Publicações do tipo “Revista Internacional do Espiritismo”, “O Reformador”, “Eu Sei Tudo”, “Pan”, assim como os jornais “O Clarim”, “A Nova Era” e o conhecidíssimo “Estadão” eram lidos com vivo interesse. A família Crivellini conheceu várias “novidades” tidas como espíritas, entretanto permaneceu fiel a Kardec, sua lógica e seu bom senso. Certa vez, o filho Antônio apareceu com um folheto em que se fazia a apologia da obra de Roustaing. Ali reunidos, o “velho” João, os filhos e o amigo de todos, Victor Bombonati, discutiam a teoria do “corpo fluídico” de Jesus e suas implicações. Em dado momento João Crivellini afirmou incisivo: “Isso é conversa de padres”. Ele não aceitava essa teoria, nem a da “queda dos anjos”de Pietro Ubaldi, nem o esoterismo de Ramatis. Segundo ele, a base, a fonte pura continuava com Kardec. A obra “A Velhice do Padre Eterno”, de Guerra Junqueiro, dá bem o tom do anticlericalismo do clã Crivellini e da impossibilidade de aceitar Roustaing com seu mal disfarçado catolicismo. João Crivellini possuía um alto senso de solidariedade e de caridade, que não ficava restrito às palavras. Tanto é verdade que ele e os filhos recolhiam das ruas próximas as pessoas obsedadas, amparando-as durante o tempo necessário ao seu restabelecimento. Algumas chegaram a morar por longo tempo no quartinho que havia nos fundos da oficina velha, bem como alguns pobres desvalidos, como seu Mathias, que tinham ali o seu cantinho para um repouso. Muitas vezes, ainda criança, nos idos de 1941/42, acompanhei meu avô e minha mãe Felícia, quando íamos ao Centro Espírita “Dr. Bezerra de Menezes”, no outro lado da cidade, na antiga Rua das Flores (que nós chamávamos de Rua dos Sapos). Ali, o Sr. Antônio Pagan e Ironi Rosa Protteti dirigiam os trabalhos, acompanhados de vários confrades espíritas. Lembro que, certa feita, a irmã Rosa, ainda uma jovem, mas cônscia de seus deveres e da conduta que deve nortear os espíritas, deu um solene puxão de orelhas nuns poucos confrades desatentos, que, ao invés de se prepararem para os trabalhos da noite, simplesmente brincavam com um besouro na entrada da casa espírita. No “Varas da Videira”, João Crivellini conviveu com um punhado de espíritas veneráveis: Francisco Martins Filho, Victor Bombonati, Pedro Noce, Ricieri Punhali, Francolino Ribeiro, Sálvio Costa, Paulo Noce, Valdomiro Matheus, seu filho Antônio, além de uma plêiade de senhoras tão abnegadas quanto anônimas; nos trabalhos da casa espírita: elas sempre foram maioria. Hoje, quando em pensamento retorno à infância, revejo, na esquina da Rua Bernardino de Campos com a Tabajaras, uma casa de tábuas pintada de rosa, onde nasci, em 11 de agosto de 1931. A Divina Providência e os Espíritos Superiores - entre eles Brogotá, - quiseram que aquele local abençoado se tornasse, mais tarde, a Aliança Espírita “Varas da Videira”, pelas mãos de João Crivellini e alguns abnegados seareiros de Jesus.
(Biografia elaborada por Gastão Crivelini) Copiado de: |
João Crivellini. |
Evangelização no fundo do terreno da família Crivellini antes da construção da sede da Aliança Espírita Varas da Videira. |
Aliança Espírita Varas da Videira em Construção. Inicio dos anos de 1950. |
Evangelizandos e evangelizadores diante da sede da Aliança Espírita Varas da Videira no início dos anos de 1950. |
Reunião com crianças, evangelizadores e dirigentes na Aliança Espírita Varas da Videira no inicio dos anos de 1950. |
Allan Kardec - Codificador do Espíritismo. Nasceu em Lião, França, aos 3 de outubro de 1804 Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard_Rivail2.jpg
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Frederico Pereira da Silva Júnior (1857 – 30-08-1914) |
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Frederico Pereira da Silva Júnior ((1857 – 30-08-1914)
O médium da primeira hora do Espiritismo no Brasil Paulo de Tarso Rocha e Ricardo Silva Há 100 anos, no dia 30 de agosto de 1914, no Rio de Janeiro, retornava ao plano espiritual Frederico Pereira da Silva Júnior, dedicado trabalhador da Federação Espírita Brasileira e valoroso médium, por meio do qual foram transmitidas importantes mensagens psicofônicas e psicográficas que muito auxiliaram os trabalhadores da Casa de Ismael naquela delicada fase inicial da implantação do Espiritismo no Brasil. Pedro Richard, notável servidor da Casa-Mãe do Espiritismo e amigo de Frederico Júnior durante 32 anos, em artigos publicados em Reformador nos anos de 1914 e 1916,1 afirma que a vida desse médium “foi muito mais acidentada e grandiosa do que a de Madame D’Esperance, contada por ela própria em seu livro No país das sombras”. Frederico Pereira da Silva Júnior nasceu em 1857, no Rio de Janeiro, e cresceu em meio a humildes operários, resistindo às tentações da vida boêmia, tão comuns àquela época. De personalidade dócil, era considerado um homem bom, querido por seus amigos e colegas de trabalho, sempre disposto a auxiliar. Estudou pouco e teve escassa formação cultural, mas possuía grande inteligência e, profissionalmente, trabalhou como servidor público da Repartição Geral dos Correios. Casou-se, ficou viúvo e tornou a consorciar-se. Teve filhos nos dois casamentos. Seu primeiro contato mais direto com o Espiritismo ocorreu em 1878, quando tinha 21 anos e resolveu visitar a Sociedade Espírita “Deus, Cristo e Caridade”, a convite de seu padrinho, na esperança de obter informações de uma pessoa querida. Uma vez lá, Frederico Júnior foi envolvido espiritualmente e atuou na reunião por meio da psicofonia sonambúlica, uma de suas várias especialidades mediúnicas, entre as quais também se incluíam a clarividência, a clariaudiência, a psicografia, os efeitos físicos e a mediunidade de cura. Após o despertar de suas faculdades psíquicas, atuou de 1878 a 1880 na Sociedade Espírita “Deus, Cristo e Caridade”, e, de 1880 a 1882, na Sociedade Espírita Fraternidade, mas exerceu a maior parte do seu mandato mediúnico no conhecido Grupo Ismael, da Federação Espírita Brasileira, no qual totalizou 34 anos de atividades ininterruptas, até sua desencarnação. Na Casa Máter do Espiritismo, conviveu estreitamente com os valorosos trabalhadores da primeira hora da implantação do Cristianismo Redivivo no Brasil, quais sejam, Bezerra de Menezes, Antônio Luiz Sayão, Francisco Leite de Bittencourt Sampaio e Pedro Richard, entre outros. Bezerra de Menezes, pela mediunidade preciosa de Yvonne Pereira, no livro A tragédia de Santa Maria,2 editado pela FEB, atesta os raros e preciosos dons psíquicos de Frederico Júnior: Por esse tempo, existia na capital do País um médium portador de peregrinas qualidades morais e vastos cabedais psíquicos, que dele faziam, sem contestação possível, um dos mais preciosos e eminentes intérpretes da Revelação Espírita no mundo inteiro, em todos os tempos. Encontrava-se ele no apogeu das suas atividades espíritas-cristãs, pois desde doze anos antes abrira aos ósculos da intervenção espiritual sua organização mediúnica, transmitindo do Invisível para o mundo objetivo caudais de luzes e bênçãos, de bálsamos e ensinamentos para quantos dele se aproximassem sequiosos de conhecimentos e refrigérios para as asperidades da existência. Chamava-se ele — Frederico Pereira da Silva Júnior, amplamente relacionado e mais conhecido com a singela abreviatura de — Frederico Júnior. Tão nobre obreiro da Seara Cristã repartia-se em múltiplas modalidades de serviços mediúnicos, dedicado e fraterno até à admiração, porquanto seus dons psíquicos, variados e seguros, obtinham também, do Além-túmulo, as mais lúcidas revelações, relatando para os interessados empolgantes realidades espirituais.2 As sinceras observações de Bezerra de Menezes decorreram da grande convivência que teve, quando encarnado, com Frederico Júnior, por meio do qual recebeu várias orientações espirituais de Ismael, de Celina, a emissária de Maria de Nazaré, e de outros Espíritos atuantes na implantação do Espiritismo no Brasil, entre eles Santo Agostinho. A estreita afinidade entre Bezerra de Menezes e Frederico Júnior facilitou, inclusive, que o inesquecível presidente da Federação Espírita Brasileira, 24 horas depois da sua desencarnação, utilizasse o referido medianeiro para, em reunião do Grupo Ismael, trazer suas impressões do retorno ao plano espiritual, consolando e incentivando os companheiros encarnados:3 Na noite de 12 de abril de 1900 às sete horas, houve a habitual sessão na Federação Espírita Brasileira. Então todos os que dela participavam ouviram, pela maravilhosa mediunidade sonambúlica de Frederico Pereira da Silva Júnior, a palavra querida do Espírito do nosso Bezerra de Menezes. Sua mensagem foi longa, e nela mais de uma vez, humildemente, agradeceu a Deus, a Jesus e à Virgem Santíssima as bênçãos divinas que misericordiosamente recebia na pátria espiritual, pois se considerava ainda muito pecador e, portanto, indigno desse sagrado amor de Jesus!3 Importante, ressaltar, nesta oportunidade, fato pouco conhecido pelos espíritas atuais: entre as várias comunicações de Allan Kardec, ditadas por meio da mediunidade segura de Frederico Júnior, há específica orientação aos trabalhadores do Movimento Espírita brasileiro, cuja relevância é reconhecida na obra Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho.4 Imprescindível ressaltar o trecho dessa obra, de autoria do Espírito Humberto de Campos, que focaliza o esforço de Ismael, o Anjo Guardião do Brasil, na unificação dos espíritas brasileiros: O abnegado mensageiro do Mestre, começando o movimento de organização nos primeiros dias de 1889, preparara o ambiente necessário para que todos os companheiros do Rio ouvissem a palavra póstuma de Allan Kardec, que, por meio do médium Frederico Júnior, forneceu as suas instruções aos espiritistas da capital brasileira, exortando-os ao estudo, à caridade e à unificação. Bezerra de Menezes, que já militava ativamente nos labores doutrinários, recebeu a palavra do Alto com a alma fremente de júbilo e de esperança, e considerou, no campo de suas meditações e de suas preces, a necessidade de se reunir a família espiritista brasileira sob o lábaro bendito de Ismael, a fim de que o mundo conhecesse o Cristianismo restaurado. […]4 Francisco Leite de Bittencourt Sampaio, notável trabalhador da Casa de Ismael e Espírito de elevada hierarquia, valeu-se de Frederico Júnior para, do Além, transmitir as belíssimas obras Jesus perante a cristandade, Do calvário ao apocalipse e De Jesus para as crianças, entre outras. Pedro Richard, nas páginas de Reformador dedicadas à biografia de Frederico Júnior, afirma que muitas e intensas foram as lutas enfrentadas por esse dedicado médium e trabalhador, “verdadeiro soldado de Jesus”, nas palavras do biógrafo. Este dedicado servidor da Casa de Ismael enfrentou grandes desafios com os quais defrontam os médiuns que se dedicam integralmente ao mandato mediúnico. Pode-se destacar, entre seus vários testemunhos pessoais, a resistência hercúlea às ideias suicidas que lhe assaltavam constantemente a mente. Todavia, em meio às severas provas que sofreu, Frederico Júnior contou sempre com o apoio inquestionável dos emissários do Plano Maior a lhe confortarem o coração sensível, seja por intermédio dos amigos incansáveis que o amparavam, como Pedro Richard e Bezerra de Menezes, seja pelas atividades caritativas em que sua alma se fortalecia ao amparar o próximo. Sua desencarnação é tocante. Em 30 de agosto de 1914, Frederico Júnior, que lutava há tempos contra a tuberculose, possuidor de fé inquebrantável, reúne os familiares e profere sentida prece dedicada a Maria de Nazaré. Ao terminar a oração, retorna ao plano espiritual, de forma serena. Ouçamos Pedro Richard:1 Após dolorosa enfermidade, Frederico Júnior, sem uma queixa e achando que justo era seu sofrimento, desencarnou. Deixou fotografado no éter um belo quadro que traduz bem a grandeza de seu espírito e a pureza de sua crença. Quero me referir ao que passou nos seus últimos momentos: Reunindo a família, ora ele próprio uma Ave Maria, e ao terminar a sublime prece, seus lábios emudecem; cerram-se as pálpebras e seu espírito ala-se aos páramos celestes. É assim que desencarnam os filhos de Maria.1 Como sói acontecer com os incansáveis trabalhadores de Jesus, Frederico Júnior prossegue, do Plano Maior, em amplas atividades ligadas à difusão do Cristianismo Redivivo, conforme se pode conferir no relato constante do livro Voltei, assinado pelo Espírito Irmão Jacob, editado pela FEB, no subcapítulo Assembleia de fraternidade.5 Em julho de 2011, na comemoração dos “150 de O livro dos médiuns”, realizada na Sede Histórica da FEB, na Avenida Passos, o médium Divaldo Franco relata a presença deste valoroso amigo espiritual junto a vários outros companheiros da seara. Sigamos seu exemplo de persistência, dedicação e amor, horando o lema de Ismael: “Deus, Cristo e Caridade”. REFERÊNCIAS: 1 - RICHARD, Pedro. Frederico Pereira a Silva Júnior. Reformador, ano 32, n. 18, p. 299 a 302, 16 set. 1914; n. 19, p. 318 a 320, 1º out. 1914. Ver também RICHARD, Pedro. As revelações são sucessivas e gradativas – pt. I, II, III e IV, Reformador, ano 34, n. 21, 22, 23 e 24, p. 348 a 350, 365 a 368, 380 a 383, 395 a 397, nov. dez. 1916; pt. V e VI, ano 35, n. 1 e 3, p. 24-25, 40 a 42, jan.-fev. 1917, respectivamente. 2 - PEREIRA, Yvonne A. A tragédia de Santa Maria. Pelo Espírito Bezerra de Menezes. 13. ed. 4. Reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2011. pt. 4, cap. Quando o céu se revela…, p. 247-248. 3 - SOARES, Sylvio B. Vida e obra de Bezerra de Menezes. 13. ed. 1. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010. p. 117. 4 - XAVIER, Francisco C. Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho. Pelo Espírito Emmanuel. 34. ed. 4. imp. Brasília: FEB, 2014. cap. 28, p. 171- 172. 5 - Voltei. Pelo Espírito Irmão Jacob. 28. ed. 7. imp. Brasília: FEB, 2013. p. 174. Reformador – Agosto de 2014 |
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Cidade do Rio de Janeiro em 1889. Origem: LAGO, Pedro Correa do. Coleção Princesa Isabel: Fotografia do século XIX. Capivara, 2008. Autor: Marc Ferrez Imagem/fonte: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Rio_de_janeiro_1889_01.jpg
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Frederico Pereira da Silva Júnior nasceu na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1857. Leia a Biografia acima. |
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Cemitério do Cajú. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo
Neste cemitério foi sepultado Frederico Pereira da Silva Júnior nascido na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1857 e nela desencarnado em 30-08-1914. Leia a Biografia acima. |
Aristides de Sousa Spínola (29-08-1850/ 9-07-1925) |
Aristides de Sousa Spínola[nota 1] (Caetité, 29 de agosto de 1850 — Rio de Janeiro, 9 de julho de 1925) foi um advogado, político, abolicionista e espírita brasileiro.
Biografia:
BiografiaAristides Spínola era filho do coronel Antônio de Sousa Spínola, de rica e tradicional família baiana, e de Constança Pereira. Cursou a Faculdade de Direito do Recife, colega de Castro Alves, Rui Barbosa, Plínio de Lima, sendo de todos o único a ser laureado. Após seu brilhante curso, foi nomeado pelo Imperador D. Pedro II presidente da província de Goiás. Desde cedo afeito à carreira política, por sucessivos mandatos ocupou uma cadeira no Congresso Nacional, como Deputado. Desta sua passagem pela política alguns episódios marcaram tanto que acabou tornando-se personagem do romance Sinhazinha, do Afrânio Peixoto. Converte-se, em fins do século XIX, ao Espiritismo, dedicando-se quase exclusivamente à causa, inclusive como advogado de médiuns, então perseguidos. Presidiu a Federação Espírita Brasileira (FEB), em diversas ocasiões.
Atuação espíritaAristides Spínola era, no dizer do médium Divaldo Franco, um espírito completista, dos que vinham para "completar uma missão". De fato, quando converte-se ao Espiritismo, o movimento espírita passa por grandes dificuldades, decorrentes da intolerância religiosa que sofria. Filia-se à Federação Espírita Brasileira em 1905, ano em que funda, na cidade natal, o Centro Psíquico de Caetité, hoje com seu nome. Na FEB acaba sendo eleito para a vice-presidência, até 1913. Em 1914 é eleito seu presidente por dois períodos consecutivos até 1917, quando novamente ocupa a vice-presidência. Foi, então, novamente eleito para o cargo maior da entidade de 1922 a 1924. No ano em que falece, ocupava pela terceira vez a vice-presidência. Sua bondade e desapego impressionou entre outros a Hermes Lima, este que viria a ser primeiro-ministro do Brasil e membro da Academia,. Governo de GoiásFoi presidente da província de Goiás, nomeado por carta imperial de 9 de janeiro de 1879, de 18 de março de 1879 a 28 de dezembro de 1880.[1][2] Homenagens· Aristides Spínola figura como personagem no romance Sinhazinha, de Afrânio Peixoto. · Em sua cidade natal dá nome ao Centro Espírita Aristides Spínola, fundado em 1905. · A Academia Caetiteense de Letras tem-no por Patrono em sua Cadeira número 4.
(Imagem/fonte: |
Vista parcial de Caetité Data 8/JUL/2018. Fonte Obra do próprio. Autor Leonardo Oliveira. Permissão (Reutilizar este arquivo) Predefinição:Leonardo Oliveira Outras versões VistaParcialdeCaetité.jpg Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Foto_panor%C3%A2mica_de_Caetit%C3%A9.jpeg |
A sede histórica da FEB- Federação Espírita Brasileira. Rio de Janeiro, RJ. Foto Ismael Gobbo
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Rio de Janeiro, Brasil. Lagoa Rodrigo de Freitas, Hipódromo da Gávea, à direita e Praia de Ipanema no alto. Foto desde o Corcovado. Ismael Gobbo
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A Baía de Guanabara (E), Praia de Copacabana (D) e Pão de Açucar no centro da foto vistos do Corcovado onde turistas visitam o belíssimo Cristo Redentor. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo. |
Amor Infinito Oração do dinheiro
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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