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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, quarta-feira, 01 de abril de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Os últimos 5 emails enviados |
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31-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/31-03-2026.htm 30-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/30-03-2026.htm 28-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/28-03-2026.htm 27-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/27-03-2026.htm 26-03-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/MARCO/26-03-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 8 - 1865 |
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(Continua na próxima postagem)
(Copiado do site Febnet) |
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Livro de André Pezzani: A pluralidade das existências da alma: de acordo com a doutrina da pluralidade dos mundos. Acesse a edição em francês aqui: |
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Visita de Nicodemos a Jesus. Óleo sobre tela de John La Farge. Imagem/fonte:
E havia entre os fariseus um homem,
chamado Nicodemos, príncipe dos judeus. |
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Sócrates e Platão, precursores da idéia cristã e do Espiritismo difundiram a Reencarnação. Museu do Louvre, Paris. Foto Ismael Gobbo
Sócrates e Platão foram precursores das idéias cristãs e do Espiritismo. Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo” logo na Introdução faz um “Resumo da Doutrina de Sócrates e de Platão”
Leia sobre Sócrates https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates Leia sobre Platão: |
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A Pluralidade dos Mundos Habitados de Camille Flammarion Acesse edição em francês aqui: |
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Camille Flammarion em seu observatório de Juvisy-sur-Orge (1880) Imagem/fonte:
Nicolas Camille Flammarion, mais conhecido como Camille Flammarion (Montigny-le-Roi, 26 de fevereiro de 1842 — Juvisy-sur-Orge, 3 de junho de 1925), foi um astrônomo, pesquisador psíquico e divulgador científico francês. Importante pesquisador e popularizador da astronomia, recebeu notórios prêmios científicos e foi homenageado com a nomenclatura oficial de alguns corpos celestes. Sua carreira na pesquisa e popularização de fenômenos paranormais também é bastante notória.[1][2][3][4] Seu irmão Ernest Flammarion foi o fundador das Edições Flammarion[5]. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Camille_Flammarion
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Retrato de Charles Bonnet (1720-1793), naturalista suíço https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Bonnet
Charles Bonnet (Genebra, 13 de março de 1720 – 20 de maio de 1793) foi um biólogo e filósofo suíço. Foi um dos principais expoentes da ideia da Scala naturæ e autor de importantes descobertas biológicas como a partenogénese. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Bonnet
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Buste de Pierre-Simon Ballanche par Jean-Marie Bonnassieux, musée des Beaux-Arts de Lyon Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Pierre-Simon_Ballanche
Pierre-Simon Ballanche (4 de agosto de 1776 - 12 de junho de 1847) foi um escritor francês e filósofo contra - revolucionário , que elaborou uma teologia do progresso que possuía considerável influência nos círculos literários franceses no início do século XIX. Ele foi o nono membro eleito para ocupar o assento 4 da Academia Francesa em 1842. Leia mais: |
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Charles Fourier. Estampa Couturier, Philibert Léon (1823-1901). Lithographe Imagem/fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b530064983.item
François Marie Charles Fourier (Besançon, 7 de Abril de 1772 – Paris, 10 de Outubro de 1837) foi um socialista francês da primeira parte do século XIX, um dos pais do cooperativismo. Foi também um crítico ferino do economicismo e do capitalismo de sua época, e adversário da industrialização, da civilização urbana, do liberalismo e da família baseada no matrimônio e na monogamia. O caráter jovial com que Fourier realizou algumas de suas críticas fez dele um dos grandes satíricos de todos os tempos. Propôs a criação de unidades de produção e consumo - as falanges ou falanstérios - baseadas em uma forma de cooperativismo integral e auto-suficiente, assim como na livre perseguição do que chamava paixões individuais e seu desenvolvimento, o que constituiria um estado que chamava harmonia. Neste sentido antecipa a linhagem do socialismo libertário dentro do movimento socialista, mas também em linhas críticas da moral burguesa e cristã, restritiva do desejo e do prazer - neste sentido, sendo também em um dos precursores da psicanálise.[1] Em 1808 Fourier já argumentava abertamente em favor da igualdade de gênero entre homens e mulheres, apesar da palavra feminismo só ter surgido em 1837.[2] Entusiastas de suas ideias estabeleceram comunidades intencionais nas três Américas. O Falanstério do Saí em Santa Catarina e a Colônia Cecília no Paraná foram experiências práticas inspiradas por Fourier no Brasil, assim como La Réunion no Texas e a Falange Norte-americana em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Fourier
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Jean Reynaud (1806- 1863) por Mne J, Reynaud (1863). Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Reynaud,_Jean.jpg
Jean Ernest Reynaud (Lyon, 14 de fevereiro de 1806 – 28 de junho de 1863, Paris) foi um filósofo francês. Leia mais: |
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Estátua de Pierre Leroux Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_Leroux
Pierre Leroux (Bercy, 7 de abril de 1798 - abril de 1871), foi um filósofo e político francês. Filho de artesãos nasceu em Bercy, atualmente parte de Paris. Fundou o termo “socialismo” em 1831, mesmo ano em que rompeu com a igreja de São Simão. Entre suas principais obras está “Da plutocracia” de 1843. Defensor da classe operária e partidário de um socialismo e do feminismo, foi deputado na assembléia constituinte e na assembléia legislativa (1849). Leia mais: |
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Henri Martin (1810 - 1883), historiador francês, político e acadêmico. Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Martin,_Henri,_par_Eug%C3%A8ne_Pirou,_BNF_Gallica.jpg
Henri Martin (Saint-Quentin, 20 de fevereiro de 1810 — Passy, 14 de dezembro de 1883) foi um historiador, ensaísta, escritor e político francês. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Martin_(historiador)
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Retrato imaginário de Homero executado em mármore do Monte Pentélico, Grécia. Séc. I- II d.C. Encontrado em Roma. Exposto no Museu do Louvre, Paris. Foto Ismael Gobbo
Homero (em grego: Ὅμηρος, transl. Hómēros) foi um poeta épico da Grécia Antiga, ao qual tradicionalmente se atribui a autoria dos poemas épicos Ilíada e Odisseia. Os gregos antigos geralmente acreditavam que Homero era um indivíduo histórico, mas os estudiosos modernos são céticos: nenhuma informação biográfica de confiança foi transmitida a partir da antiguidade clássica,[1] e os próprios poemas manifestamente representam o culminar de muitos séculos de história contadas oralmente e um bem desenvolvido sistema já muitas vezes usado de composição poética. De acordo com Martin West, "Homero" não é "o nome de um poeta histórico, mas um nome fictício ou construído".[2] Para o historiador e filósofo Richard Tarnas, Homero - independentemente da polêmica sobre sua existência histórica - foi "uma personificação coletiva de toda a memória grega antiga".[3] Homero teria nascido em Esmirna, atual Turquia, ou em alguma ilha do mar Egeu e vivido no século VIII a.C. Mas a sua origem é tão controversa que oito cidades disputam a honra de terem sido a terra natal do poeta.[4] Leia mais: |
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Busto de Allan Kardec. Praça Allan Kardec. Guarulhos, SP, Brasil. Foto Ismael Gobbo. |
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O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira |
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CAPÍTULO XXVIII ---------- Coletânea de preces espíritas
– Preâmbulo – Preces gerais – Preces para si mesmo – Preces pelos outros – Preces pelos que já não são da Terra – Preces pelos doentes e obsidiados
III- Preces pelos outros
Ação de graças por um benefício concedido a outrem
44. PREFÁCIO. Aquele que não é dominado pelo egoísmo alegra-se com o bem que acontece ao seu próximo, mesmo quando não o tiver solicitado pela prece. 45. PRECE. Meu Deus, sê bendito pela felicidade concedida a N... Espíritos bons, fazei que ele veja nisso um efeito da bondade de Deus. Se o bem que lhe aconteceu é uma prova, inspirai-lhe o pensamento de fazer bom uso dele e de não se envaidecer, a fim de que esse bem não se converta em prejuízo no futuro. A ti, gênio que me proteges e desejas a minha felicidade, afasta do meu coração todo sentimento de inveja ou de ciúme.
Próximo III-Preces pelos outros Pelos nossos inimigos e pelos que nos querem mal
(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira) |
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Deus convidanto Cristo Pieter de Grebber, Deus convidando Cristo a sentar-se no trono à sua direita (detalhe), 1645. Óleo sobre tela, 115 x 133 cm. Museu Catharijneconvent, Utrecht. Fonte: https://www.wga.hu/art/g/grebber/inviting.jpg Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:GodInvitingChristDetail.jpg |
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Jesus orando no Getsêmani. Óleo de Heinrich Hofmann. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Christ_in_Gethsemane.jpg
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“Ai de vocês, Escribas e Fariseus”. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:
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Autor Andrea Pozzo (1642–1709) wikidata:Q380103 s:en:Author:Andrea Pozzo q:it:Andrea Pozzo Tipo de objeto pintura Descrição Anjo da guarda Data cerca de 1685 Técnica pintura Fonte/Fotógrafo [1] Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Guardian-Angel-1685-94-Andrea-Pozzo.jpg |
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O evangelista Mateus Rembrandt (1606–1669) wikidata:Q5598 s:en:Autor:Rembrandt Harmenszoon van Rijn q:en:Rembrandt imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título O evangelista Mateus e o anjo Pintura de tipo de objeto Edite isto no Wikidata Gênero arte religiosa Edite isto no Wikidata Pessoas retratadas Mateus, o Apóstolo Edite isto no Wikidata Data 1661 Óleo médio sobre tela Altura das dimensões: 96 cm (37,7 pol.); largura: 81 cm (31,8 pol.) Coleção Wikidata do Louvre-Lens:Q405543 (inventário). Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel.jpg |
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O Livro dos Médius, lançado por Allan Kardec em janeiro de 1861.
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O grande médium Francisco Cândido Xavier psicografando no Centro Espírita Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo, MG. Imagem/fonte: http://professorricardovieira.blogspot.com.br/2014/04/biografia-de-chico-xavier.html
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Autor Josef August Untersberger (1864–1933) wikidata:Q1231330 Tipo de objeto pintura Descrição Cristo no Monte das Oliveiras. Técnica pintura Notas Josef Untersberger, artista austríaco costuma assinar suas pinturas como Giovanni. Fonte/fotógrafo próprio scan, 27/08/2013 19:45:55. Imagem/fonte: https://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:Christ_on_the_Mount_of_Olives_by_Giovanni.jpg |
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O Sermão da Montanha. Autor: Harold Copping. Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Matthew_6:17
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Apóstolo Paulo. Óleo sobre tela de Jan Lievens. Imagem/fonte:
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Velha orando. Óleo sobre tela por Theophile M. Lybaert. 1915. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Theophile_Lybaert_-_Old_Flanders.jpeg
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Prece do “Pai Nosso”. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Jesus ensina o povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:
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Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com Nicodemos, um fariseu, falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8)
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Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard
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Convidando à vida |
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A mãe de Elizabeth morrera quando seus onze filhos eram ainda pequenos e o pai passou a dirigir a família com rigor. De saúde delicada, Elizabeth vivia confinada em um sofá. Isso lhe garantia direito a cuidados especiais, como ter um quarto somente para si e estar ao abrigo das fúrias do pai. Aos vinte anos, ela publicou seu primeiro livro de poesia. O pai gostava de ter um gênio doméstico. Algo que ele podia exibir, desde que continuasse sob sua autoridade controladora. No século XIX, um poeta não precisava frequentar salões para ser lido. Bastava enviar manuscritos a editores, manter correspondência e ter críticos interessados. Elizabeth fazia tudo por cartas, de sua própria casa. O poeta Robert Browning começou a escrever para ela como admirador de seus poemas. As cartas viraram amor intenso. Eles se encontraram às escondidas e, dois dias depois, ele lhe mandou uma carta transbordante de paixão. Vencendo os receios dela, ele conseguiu arrancá-la de seu quarto de doente e se casaram, em segredo, numa cerimônia discreta em Londres. Pouco depois, ela fugiu com o marido para a Itália, levando apenas o essencial. O pai jamais a perdoou e devolveu todas as cartas que ela lhe enviou, sem abri-las. O mais surpreendente é que, longe do pai, Elizabeth recuperou a saúde. Passou a andar, viajar, socializar e escrever com mais vigor. Muitos biógrafos veem nisso um forte componente psicológico - a libertação emocional foi tão poderosa quanto qualquer remédio. Ela tinha quarenta anos e Robert era seis anos mais jovem. Ele, literalmente, a convidou a viver. Ela se tornou uma mulher engajada em temas políticos e sociais. Em sua poesia, abordou a opressão dos italianos pelos austríacos, o trabalho infantil nas minas e fábricas da Inglaterra e a escravidão, entre outras injustiças sociais. Embora isso tenha diminuído sua popularidade, Elizabeth continuou sendo ouvida e reconhecida em toda a Europa. Ela morreu em 1861, nos braços de Robert, em Florença. Ele nunca mais se casou. * * * Uma história de amor. Sobretudo um convite a viver. Robert era dessas pessoas maravilhosas e inesquecíveis, que convidam a viver. Pessoas desse naipe nos estimulam a desenvolver e aperfeiçoar tudo o que somos e tudo o que podemos ser. O convite à vida é o convite ao crescimento, a que sejamos nós mesmos e gozemos a bênção de estarmos vivos. Vivemos quando somos honestos com nós próprios, autênticos nos nossos sentimentos e fiéis às nossas convicções. Vivemos quando amamos, quando nos interessamos pela vida dos outros, quando nos damos e preocupamos. Vivemos quando construímos e criamos, temos esperança, sofremos e nos alegramos. O mais importante é nos darmos conta de que podemos ser a pessoa que estimula outros a uma existência vibrante, cheia de esperança e amor. Podemos imitar aquele Mestre que foi ao encontro dos pescadores no mar da Galileia e lhes estendeu o mais audacioso convite: Vinde e vos farei pescadores de homens. Todos conhecemos o resultado maravilhoso das suas adesões ao convite. Redação do
Momento Espírita, com base
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7608&stat=0) |
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Quadro “A Pesca Milagrosa”. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Ricos |
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Pelo Espírito André Luiz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Endereços da Paz. Lição nº 11. Página 39.
Riqueza, na essência, é o aproveitamento real das oportunidades que a vida nos oferece em nome do Senhor. O homem afortunado pode ser o rico da benemerência. O homem pobre pode ser o rico de esforço. A pessoa robusta pode ser o rico de serviço. A pessoa doente pode ser o rico de resignação. O moço pode amealhar o tesouro da força bem dirigida. Quem amadureceu na experiência pode organizar valioso patrimônio de ponderações edificantes. A mulher pode tornar-se um modelo de abnegação. O homem pode converter-se numa coluna de heroísmo. A criatura cercada de obstáculos pode enriquecer-se de virtudes excelsas. Fortuna, de modo algum, será apenas metal ou papel amoedado. É, sobretudo, valor do espírito, bênção da alma, luz do coração. Deus não criou a pobreza. O homem, sim, quando perturba a marcha das Leis Divinas que governam a vida e abusa das graças que recebe, empobrece-se de oportunidades de progresso e gera para ele próprio a escassez, a dor, o remorso, a enfermidade e a expiação que o consomem, por largo tempo, sem destruí-lo, no purgatório necessário da regeneração. (Texto recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
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Parábola do rico insensato. Óleo em painel de carvalho por Rembrandt Imagem/fonte:
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Parábola de Lázaro e do homem rico. Óleo no painel. Oficina de Domenico Fetti. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Parable_of_Lazarus_and_the_Rich_Man_sc134.jpg
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O jovem rico foi embora triste. Guache sobre grafite sobre papel trançado cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
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Jesus curando dez leprosos. Pintura de Gebhard Fugel. Imagem/fonte:
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Três condições sobre vida imortal |
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Antonio Cesar Perri de Carvalho Neste ano, na passagem de março para abril, rememoramos três condições relacionadas com a vida imortal. Dia 31 de março assinala a desencarnação de Allan Kardec ocorrida no ano de 1869, em Paris. Suas obras e ações consolidam a certeza na imortalidade da alma, destacando-se o livro “O céu e o inferno” que contém dezenas de mensagens espirituais, obtidas principalmente na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas e por ele analisadas com o critério de “estados de alma”. No seu túmulo no Cemitério de PéreLachaise, em Paris, está gravada frase sintética e profunda: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, esta é a lei”. No dia 02 de abril de 1910, nasceu Francisco Cândido Xavier, em Pedro Leopoldo (MG). Médium natural desde os cinco anos de idade, passou a psicografar aos 17 anos de idade. Em sua longa existência, e de 75 anos de atividades mediúnicas, Chico Xavier psicografou cerca de 450 livros, assinados por centenas de espíritos desencarnados. Destaca-se a série do espírito André Luiz, iniciada com o livro “Nosso Lar”, descrevendo as atividades dos espíritos desencarnados e suas relações com os encarnados. Na rotina dos atendimentos públicos de Chico Xavier, em Pedro Leopoldo e depois em Uberaba, ele acolheu centenas de famílias angustiadas pela “perda” de entes queridos, oportunidades em que ele psicografou inúmeras mensagens chamadas de “cartas familiares”. Os familiares que as recebiam identificavam o familiar desencarnado. Há muitos estudos sobre estas cartas, comprovando a identidade do espírito comunicante. Entre esses livroshá títulos muito sugestivos, como: “Amor sem adeus”, “Viajaram mais cedo”, “Correio do além”, “Caravana do amor”, “Claramente vivos” e muitos outros. E na tradição da chamada “semana santa”, há o dia de “aleilua”, seguida da crença na ressurreição! Após a crucificação, Jesus apareceu onze vezes num período de 40 dias. No passado e em registros antigos e tradicionais chamam de “ressurreição”, palavra inadequada e que não expressa a realidade, pois não há condições de reviver um corpo comprovadamente morto. Kardec analisa a questão e as opções em seu livro “A gênese”, esclarecendo que foram casos de “aparição”, e, sabidamente há aparições espirituais que chegam a dar condições de tangibilidade, e, as comprovadas materializações pesquisadas por acadêmicos no início no século XX. Jesus deu mostras de imortalidade! Exatamente as demonstrações de imortalidade de Jesus é que asseguraram condições para se chamar atenção pelos seus ensinos e exemplos nos primeiros tempos de disseminação do cristianismo primitivo. Por quê a reincidência em ritos religiosos representando Jesus “morto”???Jesus vive! Na obra inaugural de Kardec – “O livro dos espíritos” -, Jesus é considerado “o único espírito e perfeito que habitou a Terra”. Jesus é o “Sol das almas”, “caminho, verdade e vida”! DE: https://grupochicoxavier.com.br/tres-condicoes-sobre-vida-imortal/
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX) |
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Livre-arbítrio e evolução é tema em São José dos Campos |
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O Centro Espírita Divino Mestre, de São José dos Campos, promoveu palestra na manhã do dia 29 de março por Cesar Perri (de São Paulo), exposição vinculada ao tema central da Semana Espírita da cidade: "Livre-Arbítrio e Evolução: A Jornada do Espírito Rumo à Luz". Este Centro completou há pouco 87 anos de fundação. O expositor foi recepcionado por Aparecido José Orlando, ex-presidente da USE-SP, dirigentes do Centro anfitrião e, Rodolfo Collevatti, presidente da USE Intermunicipal de São José dos Campos. Informações: https://www.facebook.com/CEDivinoMestre/
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX) |
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Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha. Portugal Conferência pública - "A indulgência na Humanidade" |
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Exms Senhores OCS,
As nossas mais cordiais saudações.
1 - O Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, vai levar a cabo uma conferência espírita subordinada ao tema "A indulgência na Humanidade" que será proferida pela Enfª Sílvia Borges, no dia 3 de Abril de 2026, 6ª feira, às 21h00, com entrada livre e gratuita. Posteriormente, teremos a Fluidoterapia (passe espírita) e o atendimento em privado.
2 - Todas as palestras são colocadas no Youtube do CCE em http://bit.ly/29VcVMV e todas as actividades são gratuitas.
Cordialmente,
CCE
Tel: 938 466 898; 966 377 204; www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
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Palestras na Aliança Espírita Varas da Videira. 03 e 05/04/2026 Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de (Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]])) |
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[941-JornalMundoMaior] AO IRMÃO AFASTADO. |
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AO IRMÃO AFASTADO. Dizes-te, por vezes, sob desalento e cansaço e que já não consegues abraçar qualquer tarefa na seara do bem.
Entretanto, no íntimo, a voz da consciência te convida a olvidar desenganos, apagar ressentimentos, varrer amarguras e renovar a própria existência.
Qualquer desilusão é apelo à realidade e toda vez em que nos reconhecemos em desacerto, isso é sinal de que estamos progredindo em discernimento.
Não permitas que a ideia de fracasso anule os créditos de tempo, em tuas mãos. Não abandones a certeza de que podes trabalhar e servir, auxiliar e melhorar, renovar e reconstruir.
Se o desânimo te congelou os ideais, acende a chama da esperança, no próprio coração e reinicia a cooperação, nas obras construtivas, das quais te afastaste, impensadamente.
Se paraste na trilha do progresso, retoma a própria marcha, em demanda ao alvo por atingir. Não acredites em derrota e nem te admitas incapaz de ser útil.
Se a Divina Providência não acreditasse em tua capacidade de elevação e refazimento, já teria cassado as tuas possibilidades de serviço na Terra.
Pensa na vida imortal e oferece uma nova oportunidade a ti mesmo, procurando reaprender e recomeçar. No livro :-AMIGO.- Emmanuel/Chico Xavier. Magali Inês Brum - Colaboradora.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de USE SP [[email protected]]) |
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Correio Espírita - Feliz Páscoa |
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Campanha de Páscoa GEPAR |
🐰Campanha de Páscoa GEPARCreche Comunitária Meimei e Oficinas Mário Barbosa
A Páscoa é tempo de amor, partilha e esperança. E você pode ajudar a tornar essa data ainda mais especial para as nossas crianças. 🍫✨
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(Recebido em email de Gepar [[email protected]]) |
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Março/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]])
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21º Encontro Amigos da Boa Nova: Jesus e o Espiritismo São Paulo, capital |
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Vem aí o 21º Encontro Amigos da Boa Nova, o aguardado evento anual realizado pela FEAL-Fundação Espírita André Luiz. Dia 25 de abril em São Paulo, com o tema: “Jesus e o Espiritismo: uma jornada de educação moral e espiritual”.
Um encontro especial com grandes nomes do Espiritismo dedicado ao aprendizado e reflexão sobre Jesus e o Espiritismo.
Um grande time de palestrantes:
William Sanches, Dr. Paulo Fructuoso; Irmã Eliana; Del Mar Franco; Roseli Aparecida , André Gandolfo, Dr. Aldeniz Leite, Thiago Ariel.
E ainda uma palestra especial sobre o livro O Espiritismo é Obra de Jesus, com o autor Lucas Sampaio.
Participe! 25/04/2026, das 9h às 16h30 Teatro APCD – Rua Voluntários da Pátria, 547, Santana - São Paulo, SP - Em frente ao metrô Tietê.
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(Recebido em email de Erika Silveira - FEAL [[email protected]]) |
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Pesquisa 2026 mapeia mediunidade espírita no Brasil |
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Olá, Você já deve nos conhecer pela Pesquisa Nacional Espírita (PNE), realizada desde 2015. Estamos com nova pesquisa neste ano. Se você é médium ostensivo, seu relato é muito importante. Estamos conduzindo o Estudo sobre Mediunidade 2026, que vai gerar indicadores e boas práticas para fortalecer o trabalho nas casas.
👉 Responda aqui: https://forms.gle/iapcM2F7abmgiHfA8 Se não for o seu caso, poderia, por gentileza, repassar a médiuns ostensivos do seu Centro? Agradecemos muito e ficamos à disposição para outras informações.
Abraço, Ivan Franzolim WhatsApp (11) 98156-0030 https://franzolim.blogspot.com/ [em nome da equipe de pesquisas da PNE]
Alguns dados iniciais. Sexo feminino (72%); Alimentação: Omnívoro - se alimenta de tudo (83%); Vegetariano e Vegano (11,9%) Psicofonia: Consciente (54%), Inconsciente (1%), Semiconsciente (45%). Escolaridade Superior e acima (76%); Conhecimento sobre Espiritismo: Básico (13%); Conhecimento sobre mediunidade: Básico (17%)
PMed 2026 - Resultados em 10/03/2026
Ivan Franzolim WhatsApp: 55 (11) 98156-0030 http://franzolim.blogspot.com.br/
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Casa Editora O Clarim Pestalozzi, educador da humanidade |
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ACESSE AQUI:
(Informações em email de Casa Editora O Clarim [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita. Edição de março de 2026. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP |
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ACESSE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Jornal-Momento-Esp-Marco-26-oficial_compressed.pdf
(Recebido de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG. Acesse abaixo: |
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CLIQUE AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol126.pdf
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
aqui:
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REVISTA ESPÍRITA NA ATUALIDADE/ ATENÇÃO. CUIDADO NAS REUNIÕES MEDIÚNICAS Clique aqui:
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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Clique aqui:
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Federação Espírita Amazonense Manaus |
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Clique aqui: https://www.facebook.com/feamazonas/?locale=pt_BR
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FER. Federação Espírita Roraimense Boa Vista |
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Clique aqui: https://www.facebook.com/comunicafer/?locale=pt_BR
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti – O Pensamento” - Vol 1 |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1 Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento WhatsApp- Editora 14 99164-6875
(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]]) |
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José Martins Peralva (01-04-1918/ 03-09-2007) |
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José Martins Peralva https://www.uemmg.org.br/biografias/jose-martins-peralva
José Martins Peralva Sobrinho (ou Martins Peralva, como muitos o chamavam) nasceu em 1º de abril de 1918, em Buquim, cidade do sul de Sergipe. Embora não fosse mineiro, ele se alinha entre as figuras mais destacadas do Movimento Espírita de Minas Gerais. Era filho de Basílio Martins Peralva e Etelvina da Fonseca Peralva. Seu pai foi um dos pioneiros do Espiritismo em terras sergipanas; era espanhol de nascimento, tendo vindo para o Brasil aos 12 anos de idade, fixando residência em Passa Quatro, Sul de Minas. Ainda moço, transferiu-se para o nordeste do País, onde, como engenheiro prático e desenhista, construiu ramais de estradas de ferro ligando a Bahia à Sergipe. Em Buquim, tornou-se fazendeiro e conheceu moça de rara beleza e peregrinas virtudes, conhecida como Teté (Etelvina), com quem contraiu matrimônio. Martins Peralva iniciou-se no Espiritismo sob a assistência e orientação diretas de seu pai, excepcional médium curador, vigoroso polemista e excelente doutrinador. Acompanhando, desde os seis anos de idade, os trabalhos desenvolvidos com extraordinária segurança, presenciou em sua própria casa notáveis curas realizadas por intermédio de seu genitor. Teve a infância e a adolescência enriquecidas por fatos extraordinários e pelo contato com a Doutrina, o que lhe proporcionou formação espírita essencialmente baseada em Allan Kardec. Do ponto de vista material, sua adolescência foi extremamente difícil, pois perdeu o pai com apenas 13 anos, em 21 de maio de 1931, ficando a viúva Etelvina e seus filhos Edison, Eurídice e José em situação de pobreza. Lívio Pereira da Silva, admirável companheiro de Basílio Peralva, providenciou emprego para o filho mais velho, Edison, de 15 anos, que cercou a família de todo carinho. Apesar de ser o mais novo dos filhos, Martins Peralva assumiu o comando da casa e procurou logo trabalhar para obter o pão de cada dia. Seu primeiro emprego foi de balconista, na padaria de Ephrem Fernandes Fontes, parente pelo lado materno; o segundo, como office-boy do cartório de Heráclito Araújo Barros, também parente pelo lado materno; o terceiro, na cidade do Rosário do Catete, como apontador na construção do Grupo Escolar Senador Leandro Maciel, passando oito meses longe da mãe e irmãos, com apenas 15 anos de idade; o quarto, como apontador na conservação de estradas de rodagens, responsável pelo trecho Aracaju-Socorro-São Cristóvão, tendo de percorrer diariamente, a pé, cerca de 80 quilômetros (ida e volta), saindo de casa às 6 horas da manhã e retornando à noite, em trabalho realmente penoso para um adolescente franzino. Penalizada com a situação do filho, a senhora Teté vendeu a pequena casa em que moravam e pôde comprar-lhe uma bicicleta, com a qual passou a fazer o longo percurso. Toda essa luta era um estímulo para o compenetrado garoto que, com a morte do pai, tomara a si a direção do lar. Terminadas as obras no interior, passou a trabalhar, ainda como apontador, na reconstrução do prédio do Tesouro do Estado de Sergipe, sob as ordens do Dr. Josué Batista, trabalhando depois como fiscal de construções, reformas e limpeza de casas. Posteriormente, fez concurso público para o cargo de escriturário da Prefeitura Municipal de Aracaju, tendo sido aprovado e nomeado. Depois, por merecimento, ocupou os cargos de oficial administrativo e assistente da Procuradoria da Fazenda Municipal, sob direção do bacharel Mário de Araújo Cabral. Tendo-se revelado funcionário exemplar e capaz, granjeou a simpatia e confiança dos prefeitos, sendo escolhido para secretário particular dos prefeitos Carlos Firpo e José Garcez. Até sua aposentadoria, motivada por doença pulmonar, permaneceu servindo a todos os prefeitos seguintes como oficial de gabinete. Em 4 de fevereiro de 1938, com 20 anos, verificou-se o falecimento de sua mãe, Dona Teté, sobrevindo novas dificuldades. Os irmãos dispersaram-se e Martins Peralva, já com emprego certo na Prefeitura, permaneceu em Aracaju, passando a morar em república de rapazes, seus companheiros de futebol, esporte pelo qual era apaixonado e no qual iria destacar-se. Ingressou no Paulistano F. C., chegando a ser convocado para a seleção de Sergipe. Todavia, por motivo de saúde, não chegou a disputar os jogos daquele ano, abandonando a prática do futebol em plena forma como center-half (médio volante). Sua paixão pelo futebol
era tão grande que, aos 25 anos, tendo assumido a presidência da União
Espírita Sergipana, não deixou de comparecer, aos domingos, ao Campo
Adolpho Rollemberg e ao Campo do Palestra (onde hoje está o “Batistão”), para
defender as cores do Em agosto de 1942, sem família em Aracaju e morando em república, casou-se com Jupira Silveira, com quem teve três filhos: Ieda, nascida em Aracaju; Basílio e Alcione, nascidos em Belo Horizonte, os quais lhe deram cinco netos e quatro bisnetos. Em 1949, indo ao Rio de Janeiro representar Sergipe na Festa Nacional do Livro Espírita promovida por valorosos companheiros, entre os quais Leopoldo Machado, Arthur Lins de Vasconcelos e Carlos Imbassahy, estendeu sua viagem, após o encontro, a Minas Gerais, objetivando conhecer e abraçar Chico Xavier, rever Virgílio Pedro de Almeida, discípulo de seu pai na área espírita, e visitar um irmão de seu pai, residente em Belo Horizonte: José Martins Peralva. Seu primeiro contato com Chico Xavier ocorreu na noite de 13 de maio de 1949, em reunião do Centro Espírita Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo, sob grande emoção espiritual. Desse encontro com Chico Xavier nasceu-lhe, espontaneamente, o desejo de transferir a residência para Belo Horizonte. Voltando a Aracaju, trocou ideias com seu médico, Dr. Lourival Bonfim, que o considerava como filho, sendo orientado a mudar-se para a Capital Mineira, tida na época como cidade de clima ideal para a cura de problemas pulmonares. Desfazendo-se da casa própria que tinha na Capital Sergipana, ele e a esposa Jupira partiram para Belo Horizonte, levando consigo a filha Ieda de 6 anos, desembarcando no aeroporto da Pampulha, em 4 de setembro de 1949, para fixarem residência definitiva na Capital Mineira. Seu primeiro contato com o meio espírita ocorreu na União Espírita Mineira, levado por Virgílio Pedro de Almeida, passando a trabalhar com Maria Philomena Aluotto Berutto (Dona Neném), Camilo Chaves, Bady Elias Cury, Oscar Coelho dos Santos, Raul Pompéia, José Alves Neto, Efigênio Salles Vitor, dentre outros. Simultaneamente, abraçou tarefas doutrinárias no Centro Espírita Célia Xavier, ao lado de Virgílio Almeida, Ederlindo Sá Roriz, Aderbal Nogueira Lima, José Pedro Xavier, Arnon Lopes Moreno e Antônio Rodrigues. Quando chegou a Belo Horizonte em setembro de 1949, a Mocidade Espírita “O Precursor”, contava apenas seis meses de existência. Integrando-se ao movimento moço, foi um dos mentores da Mocidade. Foram também mentores Bady Raimundo Curi, Raul Pompéia, Virgílio Almeida e Maria Philomena Berutto. Em 1964, depois de participar do Centro Espírita Célia Xavier durante 15 anos ininterruptos, fixou-se na União Espírita Mineira, exercendo os cargos de 1º Secretário e, posteriormente, os de Vice-Presidente, Secretário de O Espírita Mineiro, Diretor do Departamento de Doutrina e Divulgação e Diretor-Executivo do Conselho Federativo Espírita de Minas Gerais. Ingressou na carreira bancária em 1º de abril de 1950 (sua data natalícia), recebendo, como presente de aniversário do seu amigo Virgílio Pedro de Almeida, o primeiro emprego em Belo Horizonte, no Banco Financial da Produção S/A. Como bancário por 35 anos ininterruptos, atuou como gerente dos bancos Bancos Belo Horizonte, Irmãos Guimarães, União Comercial, Itaú e Progresso, aposentando-se em 1985, pelo INSS. Martins Peralva foi membro do Conselho Geral e Secretário do Abrigo Jesus, sócio-efetivo do Hospital Espírita André Luiz e 2º Secretário do Centro Espírita Luz, Amor e Caridade. Em Minas Gerais, escreveu cinco obras evangélico-doutrinárias de reconhecido valor: Estudando a Mediunidade, Estudando o Evangelho, O Pensamento de Emmanuel, Mediunidade e Evolução, editadas pela FEB, e Mensageiros do Bem, editada pela União Espírita Mineira. Em 1963, apresentou na XVI Concentração de Mocidades Espíritas do Brasil Central e de São Paulo o trabalho intitulado “O Comportamento do Jovem em face do Problema Sexual”, que teve grande repercussão na época, quando o tema era ainda um tabu no meio espírita. Participaram desse trabalho, com exposições e debates orais, o médico de Uberlândia Ismael Ferreira de Rezende (parte científica), o sociólogo de Goiânia Múcio Melo Álvares (parte social) e Martins Peralva (parte religiosa). Em 15 de julho de 2003, a devotada esposa Jupira desencarna em Belo Horizonte. Martins Peralva referia-se sempre à amada com muito carinho e gratidão, pois dizia que ela, ainda bem jovem, ajudou-o a enfrentar o problema de sua saúde, concordando em desfazerem-se da casa própria que possuíam em Aracaju, dedicando-se inteiramente ao seu tratamento na Capital Mineira. Nos últimos anos, por efeito de pertinaz enfermidade, Martins Peralva viveu em sua residência sob cuidados médicos e o carinho dos familiares, afastado das lides doutrinárias em que despontou como lídimo expoente do Espiritismo. Desencarnou às 21h30 do dia 3 de setembro de 2007, aos 89 anos. O sepultamento do seu corpo ocorreu no dia seguinte, às 14h, no Cemitério da Colina, em Belo Horizonte. Como escritor e jornalista de rara competência, ficou também conhecido pelos artigos espíritas que publicava no Jornal O Estado de Minas. Pertenceu à Associação Sergipana de Imprensa, era associado ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) e à Associação Brasileira de Jornalistas e Escritores Espíritas (Abrajee), hoje Associação Brasileira de Divulgadores do Espiritismo (Abrade).
Fontes: - Subsídios fornecidos por Basílio Silveira Peralva, filho do biografado; - Jornal “O Espírita Mineiro”, nº 293. (Copiado de https://www.uemmg.org.br/biografias/jose-martins-peralva) |
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Chico Xavier e Martins Peralva. Foto do acervo de Geraldo Lemos Neto).
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Praça Raul Soares. Belo Horizonte, MG. Foto Ismael Gobbo
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Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Fundada em Paris no dia 1º. de abril de 1858 |
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A extensão por assim dizer universal que a cada dia tomam as crenças espíritas fazia vivamente desejar-se a criação de um centro regular de observações; essa lacuna acaba de ser preenchida. A Sociedade, cuja formação temos o prazer de anunciar, composta exclusivamente de pessoas sérias, isentas de prevenções e animadas do sincero desejo de serem esclarecidas, contou, desde o início, entre seus associados, com homens eminentes por seu saber e posição social. Ela é chamada – disso estamos convencidos – a prestar incontestáveis serviços à comprovação da verdade. Seu regulamento orgânico lhe assegura uma homogeneidade sem a qual não há vitalidade possível; baseia-se na experiência dos homens e das coisas e no conhecimento das condições necessárias às observações que são o objeto de suas pesquisas. Vindo a Paris, os estrangeiros que se interessarem pela Doutrina Espírita encontrarão, assim, um centro ao qual poderão dirigir-se para obter informações, e onde poderão também comunicar suas próprias observações. Allan Kardec
(Copiado de: https://www.febnet.org.br/portal/2020/04/01/fatos-e-personalidades-fundacao-da-sociedade-parisiense-de-estudos-espiritas/) |
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Palays Royal, Paris, França. No interior do edifício doe século XVII, na Galeria de Valois, funcionou por um ano a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Foto Ismael Gobbo |
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Galeria de Valois no Palacio Royal onde funcionou a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas durante um ano: 01-04-1858 a 01-04-1859 Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Galerie_de_Valois_February_29,_2012.jpg
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Imagens/fonte:
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Amor Infinito Nossa vida mental |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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