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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, segunda-feira, 02 de fevereiro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma for
ma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/FEVEREIRO/02-02-2026.htm
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Os últimos 5 emails enviados |
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DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
31-01-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/JANEIRO/31-01-2026.htm 30-01-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/JANEIRO/30-01-2026.htm 29-01-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/JANEIRO/29-01-2026.htm 27-01-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/JANEIRO/27-01-2026.htm 24-01-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/JANEIRO/24-01-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 7 - 1864 |
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(Copiado do site Febnet) |
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O Evangelho Segundo o Espiritismo. A primeira edição foi lançada por Allan Kardec aos Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Evangelho_segundo_o_Espiritismo
O Evangelho segundo o Espiritismo (em língua francesa L'Évangile Selon le Spiritisme) é um livro espírita francês. De autoria de Allan Kardec, foi publicado em Paris em 15 de abril de 1864. É uma das obras básicas do espiritismo, e dentre elas a que dá maior enfoque a questões religiosas, éticas e comportamentais do ser humano. Nela são abordados os Evangelhos canônicos sob a óptica da Doutrina Espírita, tratando com atenção especial a aplicação dos princípios da moral cristã e de questões de ordem religiosa como a da prece e da caridade. A obra contém "a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e sua aplicação às diversas circunstâncias da vida". (365ª edição da tradução brasileira). Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Evangelho_segundo_o_Espiritismo |
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“O Angelus”. Óleo sobre tela por Jean-François Millet. 1857/1859. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/The_Angelus_(painting)
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Velha orando. Óleo sobre tela por Theophile M. Lybaert. 1915. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Theophile_Lybaert_-_Old_Flanders.jpeg
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Jesus Cristo no Monte das Oliveiras. Óleo sobre tela de Rodolfo Amoedo. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus no Monte das Oliveiras. Obra de Vasilij G. Perov. Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Vasilij_Grigor%27evi%C4%8D_Perov#/media/File:Perow_gefsiman.jpg
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Entardecer no Monte das Oliveiras. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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Cristo no Mar da Galiléia. Óleo sobre tela por Jacopo Tintoretto. Imagem/fonte:
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O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira |
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CAPÍTULO XXIII ---------- Estranha moral
– Odiar pai e mãe – Abandonar pai, mãe e filhos – Deixar aos mortos o Cuidado de enterrar seus mortos – Não vim trazer a paz, mas a divisão
Abandonar pai, mãe e filhos
4. Aquele que houver deixado, pelo meu nome, sua casa, os seus irmãos, ou suas irmãs, ou seu pai, ou sua mãe, ou sua mulher, ou seus filhos, ou suas terras, receberá o cêntuplo de tudo isso e terá por herança a vida eterna. (MATEUS, 19:29.)
5. Então, disse-lhe Pedro: “Quando a nós, vês que tudo deixamos e te seguimos”. – Jesus lhe observou: “Digo-vos, em verdade, que ninguém deixará, pelo Reino de Deus, sua casa, ou seu pai, ou sua mãe, ou seus irmãos, ou sua mulher, ou seus filhos, que não receba, já neste mundo, muito mais, e no século vindouro a vida eterna”. (LUCAS, 18:28 a 30.)
6. Disse-lhe outro: “Senhor, eu te seguirei, mas permite que, antes, disponha do que tenho em minha casa”. – Jesus lhe respondeu: “Quem quer que, tendo posto a mão no arado, olhar para trás, não está apto para o Reino de Deus”. (LUCAS, 9:61 e 62.)
Sem discutir as palavras, deve-se aqui procurar o pensamento, que era, evidentemente, este: “Os interesses da vida futura prevalecem sobre todos os interesses e todas as considerações humanas”, porque esse pensamento está de acordo com a essência da doutrina de Jesus, ao passo que a ideia de uma renunciação à família seria a negação dessa doutrina. Não temos, aliás, sob os olhos a aplicação dessas máximas no sacrifício dos interesses e das afeições de família pela pátria? Censura-se um filho por deixar o pai, a mãe, os irmãos, a mulher e os filhos para marchar em defesa do seu país? Não se lhe reconhece, ao contrário, grande mérito em arrancar-se às doçuras do lar doméstico, das expansões de amizade para cumprir um dever? Há, pois, deveres que se sobrepõem a outros deveres. A lei não impõe à filha a obrigação de deixar os pais, para acompanhar o esposo? Multiplicam-se no mundo os casos em que são necessárias as mais penosas separações. Entretanto, nem pir isso as afeições se rompem. O afastamento não diminui o respeito nem a solicitude do filho para com os pais, nem a ternura destes em relação aos filhos. Vê-se, portanto, que mesmo tomadas ao pé da letra, excetuando o termo odiar, aquelas palavras não seriam uma negação do mandamento que prescreve ao homem honrar a seu pai e a sua mãe, nem do afeto paternal; com mais forte razão, não o seriam, se tomados segundo o espírito. Elas tinham por objetivo mostrar, através de uma hipérbole, quão imperioso é para a criatura o dever de ocupar-se com a vida futura. Aliás, tais palavras deviam ser pouco chocantes para um povo e numa época em que, como consequência dos costumes, os laços de família tinham menos força do que no seio de uma civilização moral mais adiantada. Esses laços, mais fracos nos povos primitivos, fortalecem-se com o desenvolvimento da sensibilidade e do senso moral. A própria separação é necessária ao progresso, tanto entre as famílias como entre as raças, pois elas degeneram se não houver cruzamento, se não se mesclarem umas com as outras. É uma Lei da Natureza, tanto no interesse do progresso moral, quanto no do progresso físico. Aqui, as coisas são consideradas apenas do ponto de vista terreno. O Espiritismo faz com que as vejamos de mais alto, ao nos mostrar que os verdadeiros laços de afeição são os do Espírito, e não os do corpo; que aqueles laços não se desfazem pela separação, nem mesmo pela morte do corpo; que se robustecem na vida espiritual, pela depuração do Espírito, verdade consoladora que dá à criatura uma grande força para suportar as vicissitudes da vida. (Cap. IV, item 18; cap. XIV, item 8.)29
------------------ 29N.E.: Ver Nota Explicativa, p. 375.
Próximo Deixar aos mortos o cuidado de enterrar seus mortos
(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira) |
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Cena retratando Jesus e a transformação da água em vinho. Quadro em igreja de Caná, Israel. Foto Ismael Gobbo
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São Lucas. Pintura de Simon Vouet. Imagem/fonte:
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O evangelista Mateus inspirado por um anjo. Óleo sobre tela por Rembrandt. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Authorship_of_the_Bible#/media/File:The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel.jpg
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Descrição: Português: "Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá." Êxodo 20:12 (Versão Almeida Corrigida Fiel), ilustração de um cartão bíblico publicado pela Providence Lithograph Company Data: 1896 Fonte: http://thebiblerevival.com/clipart/1896/exod20.jpg Autor: Providence Lithograph Company Outras versões: Arquivo:Honor Your Father and Your Mother.jpg. Clique aqui: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Honor_Your_Father_and_Your_Mother_(crop).jpg |
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Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com Nicodemos, um fariseu, falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8)
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Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard
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O canto do sabiá |
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Ele chega no alto do muro, todas as manhãs. Exceção daquelas de chuva torrencial. Nesses dias, somente aparece quando a chuva se vai. Ele se posta exatamente na direção da janela do escritório onde trabalho. Anda um pouco de um lado a outro. Parece olhar para mim. Na verdade, tenho certeza que me olha. E então, solta seu canto. É o meu companheiro sabiá. Não vem a esse local porque o alimento, considerando que é no meio do jardim, do outro lado da casa, que coloco a ração diária para ele e todos os pássaros que queiram. A maioria deles, habitando a árvore em frente à casa, há bastante tempo. Ou seja, desde que o pequeno arbusto se transformou em uma árvore alta, cheia de galhos e folhas. Árvore que tenho o cuidado de zelar toda vez que os funcionários da prefeitura vêm realizar a poda. Supervisiono o serviço, não permitindo que cortem galhos em excesso, em especial aqueles em que estão construídos os preciosos ninhos. Não sei se o sabiá sabe disso tudo. Nunca contei nada a ele. Mas quando ele vem cantar em frente à minha janela, eu o cumprimento: Oi, amiguinho, já chegou? Qual a sinfonia para hoje? E depois dele alegrar o meu coração, parte voando. Sei que não o verei mais até o dia seguinte. Alguns dirão que tudo isso é coincidência. Nada demais. Talvez o sabiá goste daquele pedaço de muro por algum motivo. Eu, sinceramente, acredito que se trata de gratidão de uma ave que se alimenta todos os dias, em meu jardim. Mais do que isso, eu vejo a manifestação Divina nesse pequenino ser. É Deus que me diz, com o seu canto, que sou Seu filho, uma pessoa importante nesta Terra. Por isso, ergo minha prece em gratidão e trabalho com o coração mais alegre, a mente mais desperta, os dedos mais ágeis. Quantos de nós recebemos, todos os dias, dádivas semelhantes e não nos damos conta? Que tal começarmos a prestar atenção? Deus tem maneiras simplesmente criativas de nos alcançar: na brisa que brinca em nossos cabelos, na chuva que cai, permitindo que a terra exale aquele seu perfume peculiar de quem recebeu uma dádiva e agradece. Ou talvez através de uma ave que cante em nossa janela ou nas proximidades. Deus a tudo preside e nada esquece. Prestemos mais atenção ao nosso entorno e descobriremos, todos os dias, inúmeros motivos para sermos gratos ao Pai que nos ama e manifesta isso de multiplicadas maneiras. * * * No ruído longínquo do mar, na paisagem solitária, nas águas que murmuram, no sono das florestas, na altivez das montanhas, Deus assinala a Sua presença. Na poesia das flores, nas calmas noites estreladas, no brilho da lua, podemos perceber a excelência do Autor Divino. Para a alma sensível, tudo respira e transpira Deus, o que levou o salmista Davi a escrever que os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Cerremos os olhos, paremos um pouco e nos permitamos sentir o suave toque de Deus em nossa alma, agora, enquanto morrem os acordes musicais... Redação do Momento Espírita, com
transcrição
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=5768&stat=0) |
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Descrição Parque da Independência, Museu do Ipiranga, São Paulo Data 26 de março de 2006, 22h59 Fonte SABIÁ-LARANJEIRA (Turdus rufiventris) Autor Dario Sanches de SÃO PAULO, BRASIL Imagem/fonte:
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Que fazemos do Mestre? |
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Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Vinha de Luz. Lição nº 100. Página 215.
"Que farei então de Jesus, chamado o Cristo?" Pilatos. Mateus, 27:22.
Nos círculos do Cristianismo, a pergunta de Pilatos reveste-se de singular importância. Que fazem os homens do Mestre Divino, no campo das lições diárias? Os ociosos tentam convertê-lo em oráculo que lhes satisfaça as aspirações de menor esforço. Os vaidosos procuram transformá-lo em galeria de exibição, através da qual façam mostruário permanente de personalismo inferior. Os insensatos chamam-no indebitamente à aprovação dos desvarios a que se entregam, à distância do trabalho digno. Grandes fileiras seguem-lhe os passos, qual a multidão que o acompanhava, no monte, apenas interessada na multiplicação de pães para o estômago. Outros se acercam d’Ele, buscando atormentá-lo, à maneira dos fariseus arguciosos, rogando "sinais do céu". Numerosas pessoas visitam-no, imitando o gesto de Jairo, suplicando bênçãos, crendo e descrendo ao mesmo tempo. Diversos aprendizes ouvem-lhe os ensinamentos, ao modo de Judas, examinando o melhor caminho de estabelecerem a própria dominação. Vários corações observam-no, com simpatia, mas, na primeira oportunidade, indagam, como a esposa de Zebedeu, sobre a distribuição dos lugares celestes. Outros muitos o acompanham, estrada a fora, iguais a inúmeros admiradores de Galiléia, que lhe estimavam os benefícios e as consolações, detestando-lhe as verdades cristalinas. Alguns imitam os beneficiários da Judéia, a levantarem mãos-postas no instante das vantagens, e a fugirem, espavoridos, do sacrifício e do testemunho. Grande maioria procede à moda de Pilatos que pergunta solenemente quanto ao que fará de Jesus e acaba crucificando-o, com despreocupação do dever e da responsabilidade. Poucos imitam Simão Pedro que, após a iluminação no Pentecostes, segue-o sem condições até a morte. Raros copiam Paulo de Tarso que se ergue, na estrada do erro, colocando-se a caminho da redenção, através de impedimentos e pedradas, até ao fim da luta. Não basta fazer do Cristo Jesus o benfeitor que cura e protege. É indispensável transformá-lo
em padrão permanente da vida, por exemplo e modelo de cada dia.
(Texto recebido em email do divulgador Antonio Sávio, Belo Horizonte, MG) |
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Natividade. Óleo no painel de Maerten de Vos. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Marten_de_vos_Nativity.jpg |
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Madona com a criança. Óleo no painel de Antonio da Correggio. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Correggio,_madonna_campori.jpg
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Sagrada Família. Quadro de Cândido Portinari. Paróquia Bom Jesus da Cana Verde. Batatais, SP. Foto Ismael Gobbo |
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Cristo no Mar da Galiléia. Óleo sobre tela por Jacopo Tintoretto. Imagem/fonte: |
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A conversão da Maria Madalena. Óleo sobre tela de Paolo Veronese. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Convers%C3%A3o_de_Maria_Madalena |
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Planície de Genesaré e o Lago da Galileia. Foto Ismael Gobbo
Genesaré (em hebraico: Genossar) é um kibutz na região norte de Israel, à margem do mar da Galileia. Localizado ao norte de Tiberíades na estrada 90, ela cai na jurisdição do Conselho Regional de Emek HaYarden. Em 2006 sua população era de 472 habitantes. A cidade é citada na bíblia no livro de Matheus 14.34 , quando Jesus andou sobre as águas antes de chegar a Genesaré e curar todos os enfermos. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Genesar%C3%A9
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Os fariseus questionando a Jesus. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:
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“Ecce Homo”. Pintura por Munkácsy Mihály Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Munk%C3%A1csy_Ecce_Homo_part.JPG
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Registro. Atividades do Projeto Chico Xavier na tarde deste sábado 31-01-2026. Araçatuba, SP |
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Após a prece de abertura as 16 horas várias pessoas vão ao local de alimentos e preparam para os inscritos da casa, outros preparam diversos alimentos para serem servidos aos presentes, inclusive o de jantar; evangelização para crianças e jovens. As crianças menores viram um vídeo sobre a vida de Chico Xavier e os maiores aprenderam sobre o passe. Palestra por Ricardo Antônio Dos Anjos. Fotos de Eliene Passos e de Émerson Gratão. Informação recebida de Émerson Gratão
Fotos acima de Émerson Gratão
fotos acima de Eliene Passos |
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Abrigo Ismael na manhã deste domingo 01-02-2026 Araçatuba, SP |
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Com início as 9 horas após a prece inicial de Osvaldo Generoso tema foi proferida pela oradora Laura Raffa, com o tema: “Leis morais””. Ao mesmo tempo evangelização para crianças e ao final houve a aplicação de Passe para os presentes. Prece de encerramento pelo Presidente Adair Anacleto. Fotos de Ismael Gobbo.
Prece de abertura pelo Ex Presidente Osvaldo Generoso
A oradora Laura Raffa da cidade de Guararapes, SP
Público presente no Abrigo Ismael Encerramento pelo Presidente Adair Anacleto |
Programação de palestras Instituição Beneficente Nosso Lar fevereiro 2026. São Paulo, capital |
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Olá Ismael, espero que esteja bem. Segue em anexo a programação de palestras e do Café Cultural do mês de fevereiro de 2026.
Abraço fraterno, Clodoaldo de Lima Leite Presidente Voluntário da IBNL
Ajuda-te (Casimiro Cunha)
"...Caridade, gentileza, Auxílio, calma e perdão
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
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Nota: A nova Era |
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No dia 02 de fevereiro, às 20 horas, Cesar Perri fará palestra presencial no Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo de São Paulo, com transmissão pela internet, sobre o tema “A nova era”, dando continuidade ao Capítulo I – Não vim destruir a Lei, de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. Trata-se de série de palestras sobre essa obra de Allan Kardec. Em seguida há passes. O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo localiza-se na Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista, São Paulo. Para acompanhar on line no dia 02/02: https://www.youtube.com/watch?v=p1ObIrWMbjM
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX)
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Palestra Semanal no Ceak-PenápolisPenápolis, SP |
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[917-JornalMundoMaior] VER. |
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VER. A visão não é exclusivamente dos olhos. Refletir é ver com a consciência. Imaginar é ver com o sentimento. Calcular é ver com o raciocínio. Recordar é ver com a memória.
Por isso mesmo, a visão é propriedade vasta e complexa do espírito que se amplia e se enriquece, constantemente, à medida que poderes e emoções se nos desenvolvem e aperfeiçoam.
Quem deseje realizar aquisições psíquicas de clarividência, com proveito, nos celeiros da vida, ilumine o próprio coração, a fim de que o entendimento em se exteriorizando, através de nossos sentidos, nos regenere o mundo interior, reajustando-nos o idealismo e equilibrando-nos os desejos, na direção do Bem Infinito.
Quem procura o “ lado melhor dos acontecimentos", a “parte mais nobre das pessoas” e a “expressão mais útil das coisas” está conquistando preciosos acréscimos da visão espiritual.
Enquanto nos confiamos às paixões perturbadoras, tateando nas trevas do egoísmo ou do ódio, varando o gelo da indiferença, atravessando o incêndio da incompreensão e do desvario ou vencendo os pântanos do desregramento e da intemperança, não poderemos senão ver superficialmente os problemas inquietantes e dolorosos que à Terra se ajustam.
Façamos luz no espírito e conseguiremos descobrir os horizontes da própria imortalidade. Todos enxergam alguma coisa na vida comum, entretanto, raros sabem ver.
Ajustemo-nos aos princípios do Vidente Divino, que soube contemplar as necessidades humanas, com amor e perdão, do alto da Cruz, e, por certo, começaremos, desde agora, a penetrar na claridade sublime de nossa própria ressurreição. No livro:- ALMA E LUZ.-Emmanuel/Chico Xavier. Magali Inês Brum-Colaboradora.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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Estudo sobre mediunidade ostensiva (2026) |
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Olá, Ismael,
Veja, por favor, a possibilidade de divulgar essa pesquisa. Desde já agradeço.
Você já deve nos conhecer da Pesquisa Nacional Espírita (PNE), realizada desde 2015. Estamos com nova pesquisa neste ano. Se você é médium ostensivo, seu relato é muito importante. Estamos conduzindo o Estudo sobre Mediunidade 2026, que vai gerar indicadores e boas práticas para fortalecer o trabalho nas casas.
👉 Responda aqui: https://forms.gle/iapcM2F7abmgiHfA8 Se não for o seu caso, poderia, por gentileza, repassar a médiuns ostensivos do seu Centro? Agradecemos muito e ficamos à disposição para outras informações.
Abraço, Ivan Franzolim WhatsApp (11) 98156-0030 https://franzolim.blogspot.com/ [em nome da equipe de pesquisas da PNE]
Resultados iniciais
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Lançamentos | Pestalozzi, educador da humanidade e Por que voltamos |
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ACESSE AQUI:
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Dezembro.2025 / Janeiro.2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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Correio Espírita - Jornal de janeiro de 2026 |
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Problemas com a mensagem? visualize no navegador.
(Recebido em email de Correio Espírita [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo |
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CLIQUE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Jornal-Momento-Esp-jan-26_compressed.pdf
(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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Edição 125 da Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG. Acesse abaixo: |
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ACESSE AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol125.pdf
(Informação de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
aqui:
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Palestra Pública na FEB/ Semana 1º a 7 de fevereiro Clique aqui: https://www.febnet.org.br/portal/2026/01/30/palestra-publica-na-feb-semana-1-a-7-de-fevereiro/
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Desencarnação de Marta Antunes: Uma trajetória de estudo e dedicação ao Espiritismo |
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“O Reino de Deus não está fora, está dentro de nós” – Marta Antunes de Oliveira de Moura. Esta compreensão e consciência sobre a caminhada espiritual permearam a trajetória de Marta, que desencarnou hoje, dia 29 de janeiro, em decorrência de um câncer. Natural de Pedra Azul (MG), nascida em 3 de maio de 1946, foi criada em um lar de tradição espírita e construiu uma caminhada pautada pelo estudo, pelo serviço e compromisso com a vivência no Espiritismo. Formada em Biologia e Biomedicina pela Universidade de Brasília (UnB), atuou na área da saúde coletiva, no diagnóstico laboratorial e na docência, se dedicando a uma trajetória na ciência, sempre aliada à Doutrina espírita. Integrante da Federação Espírita Brasileira (FEB) desde 1980, desempenhou com dedicação os cargos de diretora e vice-presidente da FEB, atuando, sobretudo, nas áreas de Mediunidade e Unificação. Por anos atuando na Área de Mediunidade do Conselho Federativo Nacional da FEB, estava atualmente como coordenadora e autora dos livros do projeto Evangelho Redivivo. Casada com Luiz Moura, diretor da Instituição, é mãe de três filhos e avó de oito netos. Médium aplicada, espírito resiliente e determinado, estudava com afinco, sempre em busca de exercer o melhor como espírita. Recebeu psicografias de nomes como Dias da Cruz, Yvonne Pereira, Bezerra de Menezes, Frederico Figner, Cairbar Schutel, desenvolvendo palestras, estudos, artigos como foco na Mediunidade que hoje estão espalhados e semeados pelo mundo. Com passos firmes em direção ao Cristo, sempre aplicada ao conhecimento, concedia entrevistas e realizava seminários sobre os mais variados temas. Colaborou ativamente com a revista Reformador, para onde escreveu artigos sobre variadas temáticas, entre elas: Cristo, células-tronco e nanotecnologia, Mozart, Chopin, violência doméstica, inteligência artificial, vida e morte, memórias e unificação. Nos deixou vasto material de estudo contribuindo com os livros “O atendimento espiritual pelo passe”, Estudos aprofundados da Doutrina Espírita e “Mediunidade: estudo e prática”, “Família, vida e paz”, “A prática mediúnica espírita”, bem como o nobre título “Chico Xavier, o obreiro do Senhor e Castro Alves, o apóstolo da liberdade”, todos pela FEB Editora. Sobre este último título, Marta, que teve oportunidade de conviver com Chico Xavier como nos revelou em participação no documentário e posterior série Chico para Sempre, falava com carinho e admiração de sua vivência com o médium, também mineiro: “São tantas histórias de uma pessoa de que guardamos a convivência, também com meus pais, meu esposo…mas sempre falo que o tipo é o protótipo do homem da humanidade do futuro”, destacando a vivência daquele que se dedicou de corpo e alma ao Espiritismo, e sendo exemplo à própria Marta em sua trajetória de dedicação e amor à Doutrina. Com serenidade e gratidão, despedimo-nos confiantes que a vida prossegue além da experiência terrena, amparada pelas leis Divinas que regem o progresso do Espírito, lembrando a referência de Marta a Emmanuel, em seu artigo “O que é morte”, publicado em Reformador de março de 2006: “É por esta razão que morrer significa penetrar mais profundamente no mundo de nós mesmos, consumindo longo tempo em despir a túnica de nossos reflexos menos felizes, metamorfoseados em região alucinatória decorrente do nosso monoideísmo na sombra, ou transferindo-nos simplesmente de plano, melhorando o clima de nossos reflexos ajustados ao bem, avançando em degraus consequentes para novos horizontes de ascensão e de luz.” Até breve e gratidão, amiga Marta, exemplo de luta, passos firmes, persistência e espírito dedicado. Que a Espiritualidade lhe ampare em uma passagem serena e de tanta luz. Aos familiares, queridos da FEB, nosso abraço fraterno com o carinho de sempre. O velório será amanhã, dia 30/1/26, das 8h30 às 10h30, na capela 6 do Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, seguido do sepultamento às 11h.
A existência é uma benção do
Criador, inicia no vir e termina no ir, no voltar à pátria Verdadeira, cujo
propósito é o desenvolvimento intelecto moral. Após esse período, retorna à
verdadeira vida uma amiga-irmã muito querida de todos nós que compartilhamos no
labor da Seara Divina experiências de aprendizado, de ajuda mútua, mas
sobretudo de servir. * Gratidão a nossa querida
irmã e amiga Marta pelo legado espírita que nos deixou. Que os bons
Espíritos, em especial Dias da Cruz e Bittencourt Sampaio a recebam no plano
Espiritual com as nossas vibrações amorosas. * Todo nosso carinho pela
querida amiga Marta, irmã, companheira de ideal espírita, incansável
trabalhadora, cuja inestimável contribuição está patente em todos os
materiais de estudo realizados pela FEB desde o ESDE até O Evangelho
Redivivo. Foi a pioneira a concluir um estudo do Novo Testamento à luz do
Espiritismo, incluindo o Apocalipse. Com certeza está amparada pelos
benfeitores amigos, alguns deles companheiros de trabalho nesta mesma
encarnação. Que Jesus a siga iluminando na nova etapa. Fica desde já o
registro da nossa saudade da querida amiga Marta! * O nosso agradecimento a nossa irmã Marta Antunes, companheira que nos ensinou muito com o seu exemplo de dedicação e compromisso ao trabalho com Jesus! Dedicou-se com afinco à nossa FEB, e contribuiu significativamente com o Movimento Espírita. Vibramos pela sua acolhida pelos benfeitores espirituais. Pela amizade, pela atenção e pelo carinho, a nossa gratidão! (Cirne de Araújo – vice-presidente da FEB) * Marta Antunes, a Martinha, como carinhosamente era chamada, foi acima de tudo uma querida amiga-irmã. Um exemplo de dedicação e trabalho no Bem, sempre com Jesus. Com ela, aprendemos a não desistir quando a prova se torna mais difícil. A empatia, o acolhimento, a sabedoria de um Espírito intelectual e pesquisador nos estimulou a aprender cada vez mais. Martinha deixou importante legado ao Movimento Espírita, notadamente na área de estudos, com as publicações dos livros do Estudo Sistematizado (ESDE), Estudo Aprofundado (EADE), Mediunidade (MEP), Evangelho Redivivo (ER). Nosso reconhecimento e gratidão à amada irmã, da qual nos despedimos com saudade!” (Geraldo Campetti Sobrinho, vice-presidente da FEB)
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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FERGS. Federação Espírita do Rio Grande do Sul Porto Alegre |
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FEC- Federação Espírita Catarinense Florianópolis |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti – O Pensamento” - Vol 1 |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1 Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento WhatsApp- Editora 14 99164-6875
(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]]) |
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Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier Boletim semanal – Ano XI. 1a semana de Fevereiro de 2026 |
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São Paulo: 472 anos e homenagem ao Apóstolo; A missão dos espíritas; Jesus e a fala para os simples, doutos e prudentes; As relações entre Moisés, Jesus e o espiritismo; Fortalecimento dos laços de família; Os pioneiros Linda e João Dias Almeida, de Biriguí; Espiritismo na fé
Artigo: - São Paulo: 472 anos e homenagem ao Apóstolo: https://grupochicoxavier.com.br/sao-paulo-472-anos-e-homenagens-ao-apostolo/
- A missão dos espíritas: https://grupochicoxavier.com.br/a-missao-dos-espiritas/
- Jesus e a fala para os simples, doutos e prudentes: https://grupochicoxavier.com.br/jesus-e-a-fala-para-os-simples-doutos-e-prudentes/
- As relações entre Moisés, Jesus e o espiritismo: https://grupochicoxavier.com.br/as-relacoes-entre-moises-jesus-e-o-espiritismo/ https://www.youtube.com/live/s3eIXU29gIY
- Fortalecimento dos laços de família: https://grupochicoxavier.com.br/fortalecimento-dos-lacos-de-familia/
Vídeos: -Os pioneiros Linda e João Dias Almeida, de Biriguí: https://grupochicoxavier.com.br/os-pioneiros-linda-e-joao-dias-almeida-de-birigui/ https://www.youtube.com/live/8XFBFepZOqs?si=quPFn0pncQn6jVbb
Mensagens: - Espiritismo na fé: https://grupochicoxavier.com.br/espiritismo-na-fe/
o0o
“Na comunidade dos trabalhadores fiéis a Jesus, agradecer significa aplicar proveitosamente as dádivas recebidas, tanto ao próximo, quanto a si mesmo” – Emmanuel.
(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap. 163. FEB)
o0o Com fraternal abraço, Equipe GEECX
(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]) |
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O Consolador. Revista Semanal de Divulgação Espírita. Londrina, PR. Acesse abaixo: |
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CLIQUE AQUI: http://www.oconsolador.com.br/ano19/959/principal.html
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O chamado de um sorriso |
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Sidney Fernandes A vida de Elias era simples. Porteiro de um prédio residencial há mais de vinte anos, conhecia pelo nome todos os moradores. Discreto, educado, prestativo, passava despercebido por muitos, mas não pelos olhos atentos do mundo espiritual.Naquela manhã de segunda-feira, o elevador travou no nono andar. Dona Celeste, viúva e idosa, começou a se agitar, apavorada. Tinha pânico de lugares fechados. Bateu nas paredes, gritou, implorou ajuda. O alarme soou e Elias correu ao painel de controle. Rapidamente, chamou a manutenção e, com calma, falou ao interfone: — Dona Celeste, sou eu, o Elias. Fique tranquila, já estamos resolvendo. Não vai demorar. Do outro lado, soluços. A senhora mal conseguia responder. Então, Elias resolveu subir as escadas, mesmo com os joelhos já cansados. Chegou à porta do elevador e bateu levemente. — Estou aqui, viu? Bata três vezes se estiver ouvindo. Três batidas. Ele sorriu. — Muito bem. Vamos conversar até tudo se resolver. A senhora lembra daquela receita de broa de milho que me prometeu? Pois hoje é o dia. Durante os dez minutos seguintes, Elias falou sobre bolos, tardes de sol, flores da primavera. Dona Celeste, pouco a pouco, respirava melhor. A voz de Elias lhe trazia uma segurança que não sabia explicar. Quando finalmente o elevador voltou a funcionar, ela foi recebida com palmas por outros moradores — mas correu direto para os braços do porteiro. — Você me salvou — sussurrou, emocionada. Elias, sem jeito, respondeu: — Foi só um elevador enguiçado, dona Celeste. Mas não era só isso. Era o medo da solidão, da morte, do abandono. E o que Elias fizera não foi técnico, foi espiritual. Inspirado por benfeitores invisíveis, naquele momento ele se tornara mais do que um porteiro: tornara-se o anjo necessário.A notícia se espalhou pelo prédio. Muitos passaram a olhar Elias com mais carinho. Recebia agora cumprimentos mais calorosos, doces no fim do expediente, cartões em datas especiais. Ele nunca mudou seu jeito. Continuava o mesmo Elias de sempre, mas agora sorria com mais frequência. Sabia que, ao seguir o impulso de escutar a voz do coração, havia se tornado um instrumento do bem.Porque o sorriso de um homem simples, no momento certo, pode ser a voz de Deus dizendo: “Estou aqui com você”.
(Recebido em email de Sidney Fernandes [email protected]) |
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Anália Franco (01-02-1853/ 20-01-1919) |
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Anália Emília Franco Bastos (Resende, 1 de fevereiro de 1853 — São Paulo, 20 de janeiro de 1919) foi professora, jornalista, poetisa, escritora e filantropa brasileira. Durante seus 62 anos de vida foi responsável por fundar mais de setenta escolas, 23 asilos para crianças órfãs, dois albergues, uma colônia regeneradora para mulheres, uma banda musical feminina, uma orquestra, um grupo dramático, além de diversas oficinas para manufatura em 24 cidades do interior e da capital. Na cidade de São Paulo, onde morou definitivamente a partir de 1898,[1] também fundou uma importante instituição de auxílio às mulheres, a Associação Feminina Beneficente e Instrutiva, em 1901,[2] que teve seu prédio tombado pelo Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo.[3] Mais tarde, em sua homenagem foi nomeado um bairro da zona leste de São Paulo, o Jardim Anália Franco. Além do seu trabalho social, também possuía uma extensa lista de produções literárias, como o livro "O Novo Manual Educativo", sobre o processo pedagógico; três romances: "A Égide Materna", "A Filha do Artista" e "A Filha Adotiva"; numerosas peças teatrais; e várias poesias, como "Hino a Deus", "Hino a Ana Nery"; "Hino a Jesus"; "Minha Terra" e outros. Em 1919, foi vítima da gripe espanhola de 1918,[1] que se espalhou durante a Primeira Guerra Mundial e chegou ao Brasil em meados de agosto daquele ano, e veio a falecer enquanto se preparava para viajar ao Rio de Janeiro para a criação de mais uma instituição, o Asilo Anália Franco, materializado depois de sua morte por seu marido, Francisco Antônio Bastos, com quem se casou em 1906.[4] BiografiaEm 1853 nasceu Anália Emília Franco, em uma família católica.[1] Filha do paulista Antônio Mariano Franco Junior e da pernambucana Teresa Emília de Jesus,[4] ela era a irmã mais velha do casal, tendo como irmãos: Antônio Mariano Franco e Ambrosina Franco.[1] Até completar oito anos de idade, morou em Resende, no Rio de Janeiro, cidade onde nasceu, e foi educada por sua mãe, que era professora.[1] No ano de 1861, mudou-se para o Estado de São Paulo com sua família, morando em diversas cidades, principalmente do interior, antes de fixar-se de vez na capital paulista, o que aconteceu apenas em 1898.[1] Em 1868, aos 15 anos, iniciou o magistério e, mais tarde, recebeu permissão para ser professora primária.[1] Na época, trabalhava como auxiliar de sua mãe, que também se dedicava a essa profissão. Em 1872, foi aprovada em um concurso de Câmara na capital, mas preferiu ficar no interior.[1] Essa decisão deu-se principalmente porque, no lugar, optou por abraçar uma causa social e compadecer-se de um problema que cresceu por conta da Lei do Ventre Livre,[1] aprovada em 28 de setembro de 1871. Com essa lei, tornavam-se livres todos os filhos de mulheres escravas nascidos a partir daquele ano, mas estes ficariam sob o domínio dos senhores de suas mães até os oito anos completos — o que resultava em abusos e descaso por parte dos fazendeiros, que não tinham interesse em cuidar dessas crianças por não terem nenhum retorno financeiro com isso. Diante dessa situação, Anália mobilizou-se e assumiu a causa desses desamparados, que eram expulsos das fazendas logo cedo e, muitas vezes, tornavam-se mendigos.[1] Assim, ela usava seu talento de escritora para redigir cartas para as mulheres fazendeiras, pedindo para que amparassem essas crianças abandonadas e necessitadas. Ao mesmo tempo, também criava um local para acolhê-las, a Casa Maternal.[1] Mais tarde, ela foi expulsa do local onde foi instalada essa Casa e decidiu ir para a cidade de São Paulo, onde criou outra escola pública e abrigo para crianças e deu início ao seu legado, conseguindo implantar mais dessas instituições pelo estado com o apoio do grupo de abolicionistas e republicanos.[1] Em 1888 e 1889, com o decreto da abolição da escravatura e a proclamação da República no Brasil, o trabalho de Anália avançou ainda mais e ela conseguiu construir dois colégios gratuitos para meninos e meninas. No mesmo ano, ela ainda criou uma revista própria, o "Álbum das Meninas" — após já ter feito contribuições a revistas femininas, como "A Família", "A Mensageira" e "O Eco das Damas"[4] — e foi também nesta época que fixou-se na capital paulista, passando a morar lá definitivamente.[1] Em 1901, fundou a Associação Feminina Beneficente e Instrutiva, de apoio às mulheres e crianças, que levou até o final de sua vida, em 1919. Contou com o apoio de vinte senhoras e inaugurou-o no dia 17 de novembro daquele ano. Com esse projeto, construiu ainda mais escolas maternais e primárias e criou o Albergue Diurno para os Filhos de Mães Jornaleiras, um dos braços da AFBI,[1] além de creches, bibliotecas, escolas noturnas, oficinas profissionalizantes, asilos, liceus, abrigos, centros de atendimento médico e oficinas.[4] Em 1902, inaugurou o Liceu Feminino, destinado a instruir e preparar professoras para a direção e a educação em suas escolas. Durante os cursos, publicou inúmeros livros, folhetos e tratados sobre a infância e o processo pedagógico, como O Novo Manual Educativo, que também tratava sobre a adolescência e juventude. Em 1903, passou a publicar uma revista mensal, A Voz Maternal. Em 1911, conseguiu adquirir, mesmo sem recursos financeiros, a Chácara Paraíso, 75 alqueires de terra que pertenciam ao padre Diogo Antônio Feijó, que se tornou regente do Império do Brasil de 1835 a 1837.[3] Nesse espaço, fundou a Colônia Regeneradora D. Romualdo, com o objetivo de regenerar centenas de mulheres consideradas "desviadas", como prostitutas ou que engravidavam "fora das convenções", por exemplo.[4] A expulsão da Casa MaternalO local onde foi instalada a Casa Maternal, a primeira escola pública criada por Anália Franco, foi oferecido por uma das fazendeiras a quem ela escrevia cartas pedindo ajuda pelas crianças, filhas de escravas, que estavam desamparadas.[1] A casa ficava em Jacareí, no norte do estado de São Paulo,[4] e tinha sido cedida gratuitamente pela proprietária, mas sob uma condição: "não misturar negros e brancos". Anália não aceitou a proposta e recusou a oferta, passando, portanto, a pagar um aluguel pela casa e recebendo qualquer criança nela, sem segregação ou distinção racial. Mesmo recebendo um pagamento por sua residência, a fazendeira não gostou da ousadia da professora e alegou que o local estava sendo transformado em um albergue. Recorrendo ao prestígio de seu marido, um coronel respeitado, a mulher conseguiu a remoção de Anália de lá.[1] Diante da situação, a professora resolveu ir para a cidade de São Paulo, onde alugou uma velha casa com seu próprio dinheiro e anunciou no Jornal Locall a existência do abrigo. A despesa custou a metade de seu salário, não sobrando o suficiente para a alimentação das crianças. Sendo assim, não hesitou em ir pessoalmente pedir esmolas nas ruas.[1] "O comportamento, insólito para a época, de uma professora espírita proteger negros, filhos de escravos, pedir esmolas pelas ruas em pleno regime monarquista, católico e escravocrata, gera um clima de antipatia e rejeição entre os moradores da região ante a figura daquela mulher considerada perigosa, e seu afastamento da cidade já é cogitado, quando surge um grupo de abolicionista e republicano a seu favor"[5] Importância socialApesar de viver em um período que as mulheres tinham pouco espaço na vida pública e pouca voz diante da sociedade, Anália destacou-se por seu trabalho e sua intensa luta por seus ideais, que eram considerados contrários ao pensamento da época escravocrata e segregacionista em que vivia.[4] No início, decidiu abraçar a causa abolicionista e dedicou grande parte da sua vida a atividades socioeducacionais voltadas às crianças, principalmente negras, filhas de escravas, abandonadas após a promulgação da Lei do Ventre Livre, em 1871.[1] Mais tarde, estendeu seus projetos às mulheres trabalhadoras, pobres ou marginalizadas pela sociedade, aos órfãos e aos necessitados, até seu falecimento em 1919.[4] Anália foi de muita importância para a defesa da igualdade étnica, à educação livre e popular, à alfabetização, à mudança no sistema de ensino e ao combate do patriarcalismo por meio da profissionalização e da possibilidade de participação da mulher em âmbito social, elevando-a a uma posição de igualdade perante os homens e dando-lhe autonomia.[4] Em suas produções literárias, sempre ressaltava a importância da educação para todos como uma forma de progresso ao Brasil e da libertação da mulher, para torná-la independente, principalmente quanto ao papel de mãe e esposa imposto pela sociedade, além de sempre declarar suas convicções sociais e políticas diante dos assuntos da época.[4] Outro diferencial dos projetos sociais de Anália Franco é que ela sempre buscava capacitar os atendidos e não acomodá-los. Portanto, buscava de todas as formas a educação, o ensino profissional e o desenvolvimento da possibilidade de aprender, crescer e construir uma vida própria. Assim, eles eram inseridos na sociedade, de forma que pudessem também participar dela. Isso fazia com que não houvesse apenas a formação teórica dessas pessoas, mas também uma transformação da realidade destes.[4] Revista Álbum das MeninasEm 30 de abril de 1898, Anália Franco criou sua própria revista, intitulada "Álbum das Meninas", publicação mensal literária e educativa voltada às jovens brasileiras.[4] O periódico, que funcionou até meados de 1901, mesma data da criação da Associação Feminina Beneficente e Instrutiva, contava com matérias jornalísticas, poesias e literatura, com romances publicados em episódios, por exemplo. Grande parte do conteúdo era produzido pela própria Anália, que também recebia a ajuda de outras colaboradoras.[4] O diferencial dessa revista para a época era a preocupação com a mulher pobre, negra e/ou marginalizada, que não eram retratadas em outros títulos, como em "A Mensageira", por exemplo. Além disso, o "Álbum das Meninas" também incentivava muito a leitura, o que podia despertar novos talentos femininos.[4] Inclusive, em alguns exemplares, ela faz um apelo direto aos pais, dizendo o quão importante é que eles invistam na educação de suas filhas e no ciclo escolar completo para que elas aprendam mais do que apenas ler e escrever, além de pedir para que as pessoas apoiem o ensino público. Para deixar ainda mais convincente, cita exemplos internacionais que tiveram sucesso, como as creches na França.[4] Em sua última publicação, na edição número 24, Anália escreveu um texto, sob o título de "A Nossa Apatia Mental", em que falava sobre como gostaria de contribuir para a educação, alfabetização, profissionalização e literatura. Assim, o periódico foi visto como um ensaio para o AFBI e uma divulgação de seus futuros projetos.[4] ReligiãoAnália Franco não atribuía caráter religioso em seus projetos, embora viesse de família católica e depois tenha se acreditado que ela seria espírita. A professora defendia a liberdade e a tolerância, já que recebia crianças e mulheres de todas as crenças em suas instituições.[6] Ainda assim, ela era perseguida por considerarem que ela fosse aliada ao espiritismo. Inclusive, jornais católicos da época não poupavam críticas ao seu trabalho, dizendo que era algo "perigoso para o sentimento religioso das crianças". Por outro lado, espíritas enalteciam seus projetos e ela ficou fortemente conhecida na comunidade por conta de sua caridade e amor ao próximo.[6] Ver também· História da educação no Brasil Referências1. ↑ Ir para:a b c d e f g h i j k l m n o p q r SANTANA, Rosemeire Siqueira (2012). «Tecendo os fios da memória: um breve ensaio biográfico sobre as educadoras Anália Franco, Neide Mesquita e Laura Amazonas» (PDF). São Cristóvão-SE. VI Colóquio Internacional "Educação e Contemporaneidade". Consultado em 20 de novembro de 2018 2. ↑ «.:FCC:.». www.fcc.org.br. Consultado em 20 de novembro de 2018 3. ↑ Ir para:a b «Lar Anália Franco: história de caridade preservada na região | Gazeta Virtual». www.gazetavirtual.com.br. Consultado em 20 de novembro de 2018 4. ↑ Ir para:a b c d e f g h i j k l m n o p Samantha, Lodi-Correa, (2009). «Anaália Franco e sua ação socioeducacional na transição do Império para a Republica (1868-1919)» 5. ↑ KISHIMOTO, Tizuko M. (1988). A pré-escola em São Paulo. São Paulo: Ed. Loyola. p. 54 6. ↑ Ir para:a b WANTUIL, Zêus. Grandes espíritas do Brasil. Rio de Janeiro: FEB Bibliografia· Paulo Alves Godoy. «Grandes vultos do Espiritismo» (PDF). FEESP Ligações externas
· «Programa de Rádio - Rádio USP» Parâmetro desconhecido
Anália Franco morreu em 1919 Data de publicação estimada como 1918 Data 2 de janeiro de 1918 Fonte https://www.uemg.org.br/biografias/analia-franco-bastos Autor Autor desconhecido
(Copiado de https://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%A1lia_Franco) |
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Túmulo de Anália Franco Bastos, no Cemitério da Consolação, São Paulo. Brasil. Fotos Ismael Gobbo
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Bittencourt Sampaio 01-02-1834 / 10-10-1895 |
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Francisco Leite de Bittencourt Sampaio
Francisco Leite de Bittencourt Sampaio (Laranjeiras, 1 de fevereiro de 1834 — Rio de Janeiro, 10 de outubro de 1895), foi um advogado, poeta, jornalista, político e espírita brasileiro. Mais conhecido pelo sobrenome Bittencourt Sampaio, na política foi deputado e presidente da província do Espírito Santo; foi ainda o primeiro diretor da Biblioteca Nacional a ostentar este título.[1] BiografiaEra filho do português Francisco Leite de Bittencourt Sampaio - que lhe era homónimo - e de D. Maria de Sant'Ana Leite Sampaio; iniciou o curso jurídico na Faculdade de Direito do Recife, concluindo-o na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, turma de 1859, havendo ali se destacado pela autoria da letra do Hino Acadêmico desta última instituição, musicada por Carlos Gomes.[1] Compositor e letrista também são autores de um clássico da música popular brasileira, a modinha Quem sabe, para canto e piano, ainda hoje uma das obras brasileiras do século XIX mais executadas. Homem público de grande projeção ao tempo do Segundo Reinado, foi presidente da então província do Espírito Santo e diretor da Biblioteca Nacional.[1] Foi membro fundador da Sociedade de Estudos Espíritas Deus, Cristo e Caridade (Rio de Janeiro, 23 de março de 1876), mais tarde denominada Sociedade Acadêmica Deus, Cristo e Caridade (1879).[1] Desgostoso com a situação na Sociedade Acadêmica Deus, Cristo e Caridade, a 21 de março de 1880 um grupo de dissidentes, entre os quais estavam Bittencourt Sampaio, Antônio Luís Sayão e o médium Frederico Júnior, fundaram o Grupo Espírita Fraternidade, sob a presidência de João Gonçalves do Nascimento, notável médium curador. Ainda neste ano, a 15 de julho, Sayão que tentara, sem êxito, recompor a antiga Sociedade Acadêmica Deus, Cristo e Caridade, fundou, com Frederico Júnior, João Gonçalves do Nascimento, Bittencourt Sampaio e outros, o Grupo dos Humildes, mais conhecido como "Grupo do Sayão" que, numa primeira fase, durante perto de um ano, realizou proveitosas reuniões. Mais tarde o grupo denominou-se "Grupo Ismael" e se integrou na Federação Espírita Brasileira, onde existe até os nossos dias.[2][1][3] Publicou várias obras, dentre elas Jesus perante a Cristandade e De Jesus para a Criança, esta última constituída por poemas de cunho moral.[1] Destacou-se ainda como médium receitista, ou seja, receitava homeopatia sob inspiração mediúnica. Conforme relatado no Livro Transição Planetária - ditado pelo espírito Manuel Philomeno de Miranda - pela mediunidade de Divaldo Pereira Franco - 2ª edição 2010, editora LEAL - Capítulo 20 - Páginas 209 a 221; o nobre espírito Bittencourt Sampaio é o Embaixador de Ismael ( Guia Espiritual do Brasil). Ver também· História do espiritismo no Brasil
(Texto copiado de http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Francisco-Leite-de-Bittencourt-Sampaio.pdf) |
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Francisco Leite de Bittencourt Sampaio Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bittencourt_Sampaio.jpg |
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Túmulo de Bittencourt Sampaio no Cemitério de São Joaõ Batista. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo |
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Rio de Janeiro, Brasil. Em primeiro plano o bairro de Botafogo com o Cemitério São João Batista no centro da foto; acima, Copacabana e, à esquerda, o Pão de Açucar. Foto a partir do Corcovado. Ismael Gobbo
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O Corcovado e o Cristo Redentor vistos do Cemitério São João Batista. Bairro de Botafogo. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo. |
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VEJA AQUI A LETRA E PARTITURA DO “HINO ACADÊMICO” LETRA DE BITTENCOURT SAMPAIO MÚSICA CARLOS GOMES http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI138905,91041-Hino+Academico
OUÇA O HINO: https://www.youtube.com/watch?v=wce4tYfXaoU
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Faculdade de Direito de São Paulo em 1880, foto de Jean Georges Renouleau (1845-1909). Imagem/fonte: |
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Estátua de Carlos Gomes na parte externa do Teatro Municipal. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo. |
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Prédio histórico da Federação Espírita Brasileira na cidade do Rio de Janeiro Imagem: Jornal Unificação, USE/SP, setembro/1960, pag. 5 |
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Francisco Peixoto Lins (Peixotinho) (01-02-1905 / 16-06-1966) |
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Nasceu na cidade de Pacatuba, Estado do Ceará, no dia 1.° de fevereiro de 1905, desencarnando na cidade de Campos, Estado do Rio de Janeiro, a 16 de junho de 1966, Seus pais foram Miguel Peixoto Lins e Joana Alves Peixoto. Bem cedo ficou órfão de pai è mãe e passou a conviver com seus tios maternos, em Fortaleza, Estado do Ceará, onde fez o curso primário. Em seguida matriculou-se no Seminário Católico, de acordo com o desejo de seus tios, que desejavam vê-lo seguir a carreira eclesiástica. No Seminário sofreu várias penas disciplinares, por manifestar a seus educadores dúvidas sobre os dogmas da Igreja. Observando as desigualdades humanas, tanto no campo físico como no social, ficou em dúvida no tocante à paternidade e bondade de Deus. Se todos eram seus filhos, por que tantas diversidades? Indagava. Por que razões insondáveis uns nascem fisicamente perfeitos e outros deformados? Uns portadores de virtudes angelicais e outros acometidos de mau caráter? Dizia então: "Se Deus existe, não é esse ser unilateral de que fala a religião católica." Desejava saber e inquiriria os seus confessores, os quais, diante das indagações arrojadas do menino, usavam o castigo e a penitência como corretivo. Aos 14 anos de idade desistiu do Seminário e, com a permissão dos tios, transferiu-se para o Estado do Amazonas, em busca de melhores dias, enfrentando os trabalhos árduos dos seringais. Ali trabalhou cerca de dois anos, resolvendo voltar para Fortaleza. Nessa fase de sua vida, nele se manifestaram os primeiros indícios de sua extraordinária mediunidade, sob a forma de terrível obsessão. Envolvido por espíritos menos esclarecidos, era tomado de estranha força física, tornando-se capaz de lutar e vencer vários homens, apesar de ter menos de 18 anos e ser fisicamente franzino. Esse estado anômalo acontecia a toda hora e Peixotinho, temendo consequências mais graves, deliberou não mais sair de casa. Ali ficou acometido de nova influenciação dos espíritos trevosos, ficando desprendido do corpo cerca de 20 horas, num estado cataléptico, quase chegando a ser sepultado vivo, pois seus familiares o tinham dado como desencarnado. Depois desse episódio, sofreu uma paralisia que o prostrou num leito de dor durante seis meses. Nessa fase, um dos seus vizinhos, membro de uma sociedade espírita de Fortaleza, movido de íntima compaixão pelos seus sofrimentos, solicitou permissão à sua família, para prestar-lhe socorro espiritual, com passes e preces. Ninguém em sua casa tinha conhecimento do Espiritismo e seus familiares também não atinavam com o verdadeiro estado do paciente, uma vez que o tratamento médico a que se submetia não lhe dava qualquer esperança de restabelecimento. O seu vizinho iniciou o tratamento com o Evangelho no Lar, aplicando-lhe passes e dando-lhe a beber água fluida. A fim de distrair-se, Peixotinho começou a ler alguns romances espíritas e posteriormente as obras da Codificação Kardequiana. Em menos de um mês apresentava sensível melhora em seu estado físico e progressivamente foi libertando-se da falsa enfermidade. Logo que conseguiu andar, passou a frequentar o Centro Espírita onde militava o grande tribuno Viana de Carvalho, que na época estava prestando serviço ao Exército Nacional em Fortaleza. A terrível obsessão foi a sua Estrada de Damasco. O conhecimento da lei da reencarnação veio equacionar os velhos problemas que atormentavam a sua mente, dirimindo todas as dúvidas que o Seminário não conseguira desfazer. Passou assim a compreender a incomensurável bondade de Deus, dando a mesma oportunidade a todos os seus filhos na caminhada rumo à redenção espiritual. Orientado pelo major Viana de Carvalho, Peixotinho iniciou o seu desenvolvimento mediúnico. Tornou-se um dos mais famosos médiuns de materializações e efeitos físicos. Por seu intermédio produziram-se as famosas materializações luminosas e uma série dos mais peculiares fenômenos, tudo dentro da maior seriedade e nos moldes preceituados pela Doutrina Espírita. Em 1926, foi convocado para o serviço militar e transferido para o Rio de Janeiro, sendo incluído em um batalhão do exército, na cidade fluminense de Macaé. Ali se dedicou com amor à prática do Espiritismo e, com um grupo de abnegados companheiros, fundou o Centro Espírita Pedro, instituição que por muito tempo se tornou a sua oficina de trabalho. Em 1933, consorciou-se com Benedita Vieira Fernandes, de cujo matrimônio tiveram vários filhos. Por força da sua carreira militar, foi transferido várias vezes, servindo em Imbituba, no Estado de Santa Catarina, Santos, no Estado de São Paulo, no antigo Distrito Federal e em Campos, no Estado de Rio de Janeiro. Onde chegava, procurava logo servir à causa espírita. No ano de 1945, na cidade do Rio de Janeiro, encontrou-se com vários confrades, dentre eles Antônio Alves Ferreira, velho companheiro no Grupo Espírita Pedro, de Macaé. Nessa época passou a freqüentar o Culto Cristão no Lar, realizado sistematicamente na residência daquele confrade. Posteriormente, unindo-se a Jacques Aboab e Amadeu Santos, resolveram fundar o Grupo Espírita André Luiz, que inicialmente funcionou na Rua Moncorvo Filho, n.° 27, onde se produziram, pela sua mediunidade, as mais belas sessões de materializações luminosas, as quais ensejaram ao Dr. Rafael Ranieri a oportunidade de lançar um livro com esse mesmo título. Peixotinho prestava também o seu valioso concurso como médium receitista e curador. No ano de 1948, encontrando-se pela primeira vez com o médium Francisco Cândido Xavier, na cidade de Pedro Leopoldo, teve a oportunidade de propiciar aos confrades, daquela cidade, belíssimas sessões de materializações e de assistência aos enfermos. Em 1949 foi transferido definitivamente para a cidade de Campos, onde participou dos trabalhos do Grupo Joana D'Arc. Fundou também o Grupo Espírita Araci, em homenagem ao seu guia espiritual. Peixotinho sofria de broncopneumonia, enfermidade que lhe causava muitos dissabores, porém ele suportava tudo com estoicismo, o mesmo podendo-se dizer das calúnias de que foi vítima, como são vítimas todos os médiuns sérios que se colocam a serviço do Evangelho de Jesus, dando de graça o que de graça recebem. Fonte: Personagens do espiritismo.
(Copiado de https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Francisco-Peixoto-Lins.pdf) |
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Peixotinho em 1952. Imagem/fonte: http://www.ceakitajuba.org.br/informe-se/personalidades/peixotinho
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Peixotinho e Chico Xavier no ano de 1953 Imagem/fonte: http://www.ceakitajuba.org.br/informe-se/personalidades/peixotinho
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Materialização do espírito Ana, aos 14/12/1953, através de ectoplasma liberado pelo médium Peixotinho Imagem/fonte: http://www.ceakitajuba.org.br/informe-se/personalidades/peixotinho
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Oradora e escritora Alcione Peixoto, filha de Peixotinho. (2011). Foto Ismael Gobbo |
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José Aparecido dos Santos e Ismael Gobbo com as irmãs Marisa e Alcione, filhas do médium Peixotinho. Aliança Espírita Varas da Videira, Araçatuba, SP (2011). Foto do acervo de Ismael Gobbo.
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Alcione Peixoto sendo entrevistada por Nelson Custódio (2011) |
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Homenagem |
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Amélia Izar Abujamra (30-01-1912 / 20-10-1995) |
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Amélia Izar Abujamra
(Texto copiado de |
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D. Amélia na Prefeitura. Imagem do livro Obra de Vultos. Volume II |
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Estação da Bocaina com seu aspecto original, nos anos 1920... ou 1930. Acervo A. C. Belviso. Imagem copiada de: http://www.estacoesferroviarias.com.br/b/bocaina.htm Dona Amélia Izar Abujamra nasceu na antiga São João da Bocaina-SP
VEJA FOTOS DE BOCAINA TERRA NATAL DE DONA AMÉLIA
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Milhem e dona Amélia na extrema direita. A partir da esquerda: Salim Pedro, a esposa Silvia e o filho Pedro Augusto, Sérgio Paulo e Solange. |
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Biografia: Cairbar Schutel 22-09-1868 / 30-01-1938 |
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A vida de Cairbar |
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Cairbar Schutel Foto “O Clarim”, Matão, SP
Cairbar Schutel nasceu no Rio de Janeiro a 22 de setembro de 1868. Era filho de Antero de Souza Schutel e de D. Rita Tavares Schutel. Frequentou o Colégio D. Pedro II. No Rio praticou em diversas farmácias e aos 17 anos veio para o Estado de São Paulo, exercendo sua profissão em Piracicaba, Araraquara e depois em Matão, onde residiu 42 anos. Foi um dos fundadores de Matão e seu primeiro Prefeito, trabalhando incansavelmente pelo progresso desta localidade, onde militou na política por alguns anos. Matão deve-lhe relevantes serviços. Católico romano por tradição, Cairbar Schutel muito fez pelo brilho dessa religião, com a sinceridade que caracterizou Saulo de Tarso. Mas como essa religião não respondia às perguntas íntimas que Cairbar fazia com respeito ao seu falecido pai, procurou outras fontes de informação fora da Igreja. Nesse tempo residiam em Matão seus amigos Calixto Prado e Quintiliano José Alves, que convidados por Cairbar Schutel, fizeram com ele sessões de tiptologia com a trípode pequena mesa com três pés). Foi então que, conhecendo que a vida continuava além do túmulo, estudou e abraçou o Espiritismo e dele se tornou um dos maiores propagandistas. Seu trabalho logo começou a aparecer: Fundou em 15 de julho de1905, o Centro Espírita Amantes da Pobreza*. Logo a seguir, a 15 de agosto desse ano, lançou à luz da publicidade "O Clarim", em formato pequeno, que logo se ampliou, atingindo sua tiragem a 10.000 exemplares nos últimos anos. Além disso fazia propaganda da doutrina por meio de boletins e panfletos, fazendo ainda palestras doutrinárias nas cidades circunvizinhas, inclusive programas radiofônicos na antiga PRD-4 de Araraquara. Sua atividade não parou. Assim foi que, a 15 de fevereiro de 1925, fundou A Revista Internacional de Espiritismo dedicada aos estudos dos fenômenos anímicos e espíritas. Este mensário conta com a colaboração de eminentes mentalidades mundiais, circulando não só entre as suas congêneres. Seu trabalho não se resumiu nessas duas publicações. Apareceram de sua brilhante pena, os seguintes livros: Espiritismo e Protestantismo, setembro de 1911; Histeria e Fenômenos Psíquicos , dezembro de 1911; O Diabo e a Igreja , dezembro de 1914; Médiuns e Mediunidades, agosto de 1923; Gênese da Alma, setembro de 1924; Materialismo e Espiritismo, dezembro de 1925; Fatos Espíritas e as Forças X..., maio de 1926; Parábolas e Ensinos de Jesus; janeiro de 1928; O Espírito do Cristianismo, fevereiro de 1930; A Vida no Outro Mundo , outubro de 1932; Vida e Atos dos Apóstolos, fevereiro de1933;Conferências Radiofônicas , setembro de 1937. Cairbar não dava só a sua inteligência em proveito do seu próximo. Oferecia o seu coração socorrendo os pobres e os enfermos com grande dedicação. Após curta enfermidade faleceu em Matão, dia 30 de janeiro de 1938, às 16:15 horas, o "Bandeirante do Espiritismo"- Cairbar Schutel.
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Colégio Pedro II e Igreja de São Joaquim (1856). O templo foi demolido na reforma de Pereira Passos (1904), para alargar a rua Estreita de São Joaquim e abrir a atual avenida Marechal Floriano. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%A9gio_Pedro_II#/media/File:Colegio_Pedro_II_(1856).jpg |
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Estação Central da Antiga Estrada de Ferro Dom Pedro II (Rio de Janeiro/Brasil). 1899. Imagem/fonte: |
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O menino Cairbar Schutel. Imagem do acervo de O Clarim. |
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Farmácia de Cairbar Schutel. Matão, SP. Foto O Clarim. |
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Cairbar Schutel na Farmácia. Crédito da foto - O Clarim, Matão, SP. |
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Equipamentos da farmácia de Cairbar Schutel. Foto Ismael Gobbo |
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Oficinas de O Clarim. Crédito da foto “O Clarim”, Matão, SP |
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Crianças na redação de O Clarim, Matão, SP. Foto O Clarim |
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Cairbar Schutel em seu carro. Foto do acervo de O Clarim. |
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Cairbar Schutel com os Volpe. Foto do acervo de O Clarim |
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Centro Espírita O Clarim. Foto do acervo de O Clarim |
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Cairbar Schutel em trabalho de Tiptologia. Foto do acervo de O Clarim |
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Cairbar Schutel um imortalista por excelência se deixava fotografar junto aos túmulos do cemitério. Foto do acerto de O Clarim. |
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Cairbar Schutel distribuindo jornais no Dia de Finados. Foto do acervo de O Clarim. |
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O túmulo singelo de Cairbar Schutel no cemitério de Matão, SP. Foto O Clarim. Há registros de que Cairbar Schutel se comunicou mediunicamente quando seu corpo ainda estava sendo velado. Pediu aos amigos que a lápide tumular trouxesse a legenda: “Vivi, vivo e viverei, porque sou imortal” |
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Fotos antigas de Araraquara: |
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Matão história e fotos: |
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Valsa: Saudades de Matão (Tonico e Tinoco) https://www.youtube.com/watch?v=y0Xa3qTX15s
Praça Tonico e Tinoco. São Manuel, SP. Foto Ismael Gobbo |
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Amor Infinito Senhas Cristãs |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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