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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, sábado, 31 de janeiro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma for
ma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 7 - 1864 |
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(Copiado do site Febnet) |
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Annecy. Século XVI. gravura antiga por Claude Chastillon (1159 / 60-1616) Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Annecy-XVIe.jpg |
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Possuídos de Morzine. Quadro que descreve a cerimônia de confirmação de 1864 em Morzine. O bispo de Annecy molestado pelas mulheres da comunidade "possuído por demônios". Encontro 1864 Pintura em ferro de Laurent Baud (1827-1907) Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Poss%C3%A9d%C3%A9es_de_Morzine.jpg
Possuído de Morzine: O possuido de Morzine é o nome dado a um fenômeno coletivo de posse , chamada mal de Morzine , que teve lugar NO XIX th século da cidade de Morzine em Haute-Savoie .
História Por cerca de treze anos, de 1857 a 1870, dezenas de mulheres morzinas foram acometidas de convulsões , alucinações e ataques sonambúlicos . Eles disseram que estavam possuídos por demônios. O Dr. Augustin Constans, inspetor geral dos manicômios e um dos médicos que examinaram os pacientes, descreveu esses fatos como "uma epidemia de histero-demonopatia". A psiquiatria contemporânea poderia chamar essas crises de " histeria de conversão ". Este caso teve, numa época em que a psiquiatria era uma especialidade gagueira, uma grande publicidade. As revistas científicas ecoaram os fatos 1 , 2 , 3 , Joseph Arthaud , médico alienista do asilo Vinatier em Bron, especialmente para examinar os Morzinoises. Magnetizadores e espiritualistas também se mudou 4 , 5 "O espírita Allan Kardec 6 foi para Morzine antes de ser reprimido pelos gendarmes. Leia mais: https://fr.wikipedia.org/wiki/Poss%C3%A9d%C3%A9es_de_Morzine
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“Os possessos de Morzine” Acesse aqui: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k3397777x/f9.image |
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Loucas do Salpétrière (Pátio dos Deficientes Mentais) ou Folles de la Salpétrière (Cour des agitées) Litografia de Armand Gautier Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Gautier_-_Salpetriere.JPG
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Aquarela de James Tissot ilustrando o episódio em que Jesus cura um “endemoniado”, com os porcos se precipitando mar. Imagem/fonte:
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A mulher cananéia (ou siro-fenícia) pede a Cristo para curar sua filha possuída; ela aponta para um cachorro, ao qual ela se compara. Gravura por P. del Po depois de Annibale Carracci. Imagem/fonte:
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O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira |
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CAPÍTULO XXIII ---------- Estranha moral
– Odiar pai e mãe – Abandonar pai, mãe e filhos – Deixar aos mortos o Cuidado de enterrar seus mortos – Não vim trazer a paz, mas a divisão
Odiar pai e mãe
1. Uma grande multidão marchava com Jesus. Voltando-se para o povo, Ele disse: “Se alguém vem a mim e não odeia27 a seu pai e a sua mãe, a sua mulher e a seus filhos, a seus irmãos e irmãs, mesmo a sua própria vida, não poderá ser meu discípulo. E quem quer que não carregue a sua cruz e me siga, não pode ser meu discípulo. Assim, aquele dentre vós que não renunciar a tudo o que tem não pode ser meu discípulo. (LUCAS, 14:25 a 27; 33.) 2. “Aquele que ama a seu pai ou a sua mãe, mais do que a mim, não é digno de mim; aquele que ama a seu filho ou a sua filha, mais do que a mim, não é digno de mim. (MATEUS, 10:37.)
3. Certas palavras, aliás muito raras, atribuídas ao Cristo, contrastam de maneira tão estranha com a sua linguagem habitual que, instintivamente, repelimos o seu sentido literal, sem que a sublimidade da sua doutrina sofra qualquer dano. Escritas depois de sua morte, visto que nenhum dos Evangelhos foi redigido enquanto Ele vivia, é de se supor que, em casos como este, o fundo do seu pensamento não foi bem expresso, ou, o que não é menos provável, o sentido primitivo, ao passar de uma língua para outra, pode ter sofrido alguma alteração. Bastaria que um erro fosse cometido uma vez, para que os copiadores o repetissem, como acontece frequentemente com relação aos fatos históricos. O termo odiar, nesta frase de Lucas: Se alguém vem a mim e não odeia a seu pai e a sua mãe, está nesse caso. Ninguem teria a ideia de atribuí-la a Jesus. Será, pois, supérfluo discuti-la e, ainda menos, tentar justificá-la. Dever-se-ia, primeiro, saber se Ele a pronunciou e, em caso afirmativo, se, na língua em que se exprimia, a palavra em questão tinha o mesmo valor que na nossa. Nesta passagem de João: “Aquele que odeia sua vida, neste mundo, a conserva para a vida eterna”, é certo que ela não exprime a ideia que lhe atribuímos. A língua hebraica não era rica e continha muitas palavras com várias significações. Tal é, por exemplo, aquela que, no Gênesis, designa as fases da Criação, e que também servia para expressar simultaneamente um período qualquer de tempo e a revolução diurna. Daí, mais tarde, a sua tradução pelo termo dia e a crença de que o mundo foi obra de seis vezes vinte e quatro horas. Tal, também, a palavra com que se designava um camelo e um cabo, porque os cabos eram feitos de pelos de camelo. Esta a razão de a haverem traduzido pelo termo camelo, na alegoria do buraco de uma agulha. (Ver capítulo XVI, item 2.)28 É necessário, aliás, levar-se em consideração os costumes e o caráter dos povos, pela influência que exercem sobre o gênio particular de seus idiomas. Sem esse conhecimento, escapa o sentido verdadeiro de certas palavras. De uma língua para outra, o mesmo termo se reveste de maior ou menor energia. Em uma pode ser uma injúria ou uma blasfêmia, e em outra ser uma palavra insignificante, conforme a ideia que surgira. Na mesma língua, algumas palavras perdem seu valor com o passar dos séculos. É por isso que uma tradução rigorosamente literal nem sempre exprime perfeitamente o pensamento e que, para ser exata, deve empregar, às vezes, não termos correspondentes, mas outros equivalentes ou perífrases. Estas notas encontram aplicação especial na interpretação das Santas Escrituras e, em particular, dos Evangelhos. Se não se tiver em conta o meio em que Jesus vivia, fica-se exposto a equívocos sobre o valor de certas expressões e de certos fatos, em consequência do hábito que se tem de assimilar os outros a si próprio. Em todo caso, é preciso afastar o termo odiar da sua acepção moderna, como contrária ao Espírito do ensino de Jesus. (Veja-se também o cap. XIV, item 5 e seguintes.)
27 N.T.: As traduções de J. Ferreira de Almeida, Antônio Pereira de Figueiredo e Matos Soares substituem, com grande acerto, o verbo odiar pelo verbo aborrecer, consagrando sentido mais adequado ao pensamento de Jesus e à lógica da Codificação Espírita. 28 Nota do Sr. Pezzani: Non odit, em latim Kaï ou miseï em grego, não quer dizer odiar, mas amar menos. O que o verbo grego miseïn exprime, o verbo hebreu, do qual Jesus deve ter se servido, o exprime melhor ainda. Esse verbo não significa apenas odiar, mas também amar menos, não amar igualmente, tanto quanto a um outro. No dialeto siríaco, do qual, dizem, Jesus usava com mais frequência, essa significação é ainda mais acentuada. É nesse sentido que foi dito no Gênesis (29:30 e 31): “E Jacó amou também mais a Raquel do que a Lia, e Jeová, vendo que Lia era odiada.....”É evidente que o verdadeiro sentido aqui é: menos amada. Assim se deve traduzir. Em muitas outras passagens hebraicas e, sobretudo, siríacas, o mesmo verbo é empregado no sentido de não amar tanto quanto a outro, de sorte que seria contrassenso traduzi-lo por odiar, que tem outra acepção bem determinada. O texto de Mateus, aliás, afasta toda a dificuldade.
Próximo Abandonar pai, mãe e filhos
(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira) |
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São Lucas. Pintura de Simon Vouet. Imagem/fonte:
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O evangelista Mateus inspirado por um anjo. Óleo sobre tela por Rembrandt. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Authorship_of_the_Bible#/media/File:The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel.jpg
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Descrição: Português: "Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá." Êxodo 20:12 (Versão Almeida Corrigida Fiel), ilustração de um cartão bíblico publicado pela Providence Lithograph Company Data: 1896 Fonte: http://thebiblerevival.com/clipart/1896/exod20.jpg Autor: Providence Lithograph Company Outras versões: Arquivo:Honor Your Father and Your Mother.jpg. Clique aqui: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Honor_Your_Father_and_Your_Mother_(crop).jpg |
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Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com Nicodemos, um fariseu, falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8)
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‘ O Mar Mediterrâneo em Cesaréia, Israel. Foto Ismael Gobbo.
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Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard
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Amor fraternal |
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Os que nascemos em uma mesma família estamos unidos pelos laços de sangue que, no entanto, não configuram laços de amor necessariamente. Não é raro irmãos terem ciúme e inveja uns dos outros, criando dificuldades de relacionamento. Ou chegarem mesmo à agressão, à usurpação dos direitos e bens uns dos outros. Contudo, quando os laços afetivos existem, é comovedor observar a dedicação de alguns irmãos. Soubemos da história de uma garotinha de cinco anos de idade. Seu irmãozinho, de oito anos, foi diagnosticado com leucemia. Exames, internamentos, quimioterapia. Tudo o que a medicina oferece aos portadores dessa enfermidade. Certo dia, a mãe tomou a menina entre seus braços e explicou que o irmão ficaria num hospital, durante algum tempo. Ele precisava de um tratamento especial. Explicou também que, quando ele voltasse, ela não se assustasse porque, por causa do tratamento, ele teria perdido todo seu cabelo. Recomendou que ela não risse ou fizesse brincadeiras quando visse a carequinha do irmão. A menina ouviu com atenção e ficou calada. A mãe acreditou que ela não havia entendido bem. Dias depois, os pais foram buscar o garoto no hospital. Quando o carro chegou na frente da casa, a garotinha olhou pela janela do primeiro andar e sorriu. Seu irmão estava de volta. Na cabeça, um boné vermelho. Correu para o banheiro, tomou a tesoura de sua mãe e concretizou o plano que estava em sua cabecinha, desde a conversa com a mãe. Pouco depois, desceu as escadas aos pulos. Abriu a porta no exato momento em que o irmão chegava. Ela o olhou por um segundo. Então, estendeu para ele as mãozinhas cheias de seus próprios cabelos. Ele olhou para a irmãzinha e viu que ela trazia os cabelos desalinhados, mostrando que os havia cortado, do jeito que pudera. Um lado mais curto do que o outro, as franjas tortas como se fossem degraus de uma escada mal construída. Ela não disse nada. Nem ele. Os pais observavam, atônitos. Então, o garoto tomou nas suas mãos os cabelos que a irmã lhe oferecia e, com um sorriso largo, tirou o próprio boné e colocou na cabecinha dela. Depois, ajoelhou-se e ambos se abraçaram longa e demoradamente. * * * Amor fraternal é a mais fundamental espécie de amor. É a que alicerça todos os tipos de amor. Se desenvolvemos a capacidade de amar a um irmão consanguíneo, não podemos deixar de amar, na sequência, a todos os demais irmãos. O amor fraternal é o amor entre iguais. Iguais por sermos todos Espíritos, filhos do mesmo Pai. Iguais, na Terra, por estarmos na condição humana. Se pensarmos nas diferenças de talento, inteligência, conhecimento, veremos que são pequenas se compararmos com a identidade essencial, comum a todos nós. O amor é uma força ativa no homem. Uma força que irrompe pelas paredes que o separam de seus semelhantes. Que o une aos outros. Que o estimula a dar-se, numa extraordinária experiência de vitalidade e de alegria. Redação do Momento Espírita, a partir
de cenas do vídeo
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1438&stat=0) |
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Ir e ensinar |
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Do livro “Fonte Viva” - Editora FEB Ditado pelo espírito Emmanuel Psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier.
“Portanto, ide e ensinai...” Jesus (Mateus, 28:19)
Estudando a recomendação do Senhor aos discípulos — ide e ensinai —, é justo não olvidar que Jesus veio e ensinou. Veio da Altura Celestial e ensinou o caminho de elevação aos que jaziam atolados na sombra terrestre. Poderia o Cristo haver mandado a lição por emissários fiéis... poderia ter falado brilhantemente esclarecendo como fazer... Preferiu, contudo, para ensinar com segurança e proveito, vir aos homens e viver com eles, para mostrar-lhes como viver no rumo da perfeição. Para isso, antes de tudo, fez-se humilde e simples na Manjedoura, honrou o trabalho e o estudo no lar e, em plena atividade pública, foi o irmão providencial de todos, amparando a cada um, conforme as suas necessidades. Com indiscutível acerto, Jesus é chamado o Divino Mestre. Não porque possuísse uma cátedra de ouro... Não porque fosse o dono da melhor biblioteca do mundo... Não porque simplesmente exaltasse a palavra correta e irrepreensível... Não porque subisse ao trono da superioridade cultural, ditando obrigações para os ouvintes... Mas sim porque alçou o próprio coração ao amor fraterno e, ensinando, converteu-se em benfeitor de quantos lhe recolhiam os sublimes ensinamentos. Falou-nos do Eterno Pai e revelounos, com o seu sacrifício, a justa maneira de buscá-Lo. Se te propões, desse modo, cooperar com o Evangelho, recorda que não basta falar, aconselhar e informar. “Ide e ensinai”, na palavra do Cristo, quer dizer “ide e exemplificai para que os outros aprendam como é preciso fazer.”
Texto copiado em: http://bvespirita.com/Fonte%20Viva%20(psicografia%20Chico%20Xavier%20-%20espirito%20Emmanuel).pdf) |
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Adoração dos pastores. Pintura de Gerard van Honthorst. Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/38/Gerard_van_Honthorst_001.jpg
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Jesus aos doze anos com os doutores do Templo. Óleo no painel de Albrecht Durer. Imagem/fonte:
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Nosso Salvador sujeito a seus paisem Nazaré. Óleo sobre tela 1847. Foto de uma pintura de John Rogers Herbert. Copiado de : https://en.wikipedia.org/wiki/John_Rogers_Herbert
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Cristo no deserto. Óleo sobre tela de Ivan Ivan Kramskoi Imagem/fonte:
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O Sermão das Bem-aventuranças em aquerela por James Tissot. Imagem/fonte: |
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Nota: Fortalecimento dos laços de família |
Na tarde do dia 29 de novembro, em reunião pública do Grupo Espírita Casa do Caminho, em São Paulo, Cesar Perri comentou itens do Cap. IV de “O Evangelho segundo o Espiritismo” sobre fortalecimento dos laços de família ao longo de vidas sucessivas.A reunião foi aberta por Célia Maria Rey de Carvalho e encerrada pelo presidente Régis Lang. Esse Centro localizado na Vila Mariana, na capital paulista, mantém reuniões públicas e transmitidas pela internet, de 2ª a 6ª feira, às 14 e às 19 horas; aos sábados e domingos pela manhã. Acesse pelo link:https://www.youtube.com/watch?v=mnMJLObHnPQ
(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]) |
[916-JornalMundoMaior] TUDO PASSA. |
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TUDO PASSA. Tudo passa…Todas as coisas na Terra passam. Os dias de dificuldade passarão…Passarão, também, os dias de amargura e solidão.
As dores e as lágrimas passarão. As frustrações que nos fazem chorar… Um dia passarão. A saudade do ser querido que está longe, passará.
Os dias de tristeza…Dias de felicidade…São lições necessárias que, na Terra, passam, deixando no espírito imortal as experiências acumuladas.
Se, hoje, para nós, é um desses dias, repleto de amargura, paremos um instante. Elevemos o pensamento ao Alto e busquemos a voz suave da Mãe amorosa, a nos dizer carinhosamente: ‘isto também passará’
E guardemos a certeza pelas próprias dificuldades já superadas que não há mal que dure para sempre, semelhante a enorme embarcação que, às vezes, parece que vai soçobrar diante das turbulências de gigantescas ondas.
Mas isso também passará porque Jesus está no leme dessa Nau e segue com o olhar sereno de quem guarda a certeza de que a agitação faz parte do roteiro evolutivo da Humanidade e que um dia também passará.
Ele sabe que a Terra chegará a porto seguro porque essa é a sua destinação.
Assim, façamos a nossa parte o melhor que pudermos, sem esmorecimento e confiemos em Deus, aproveitando cada segundo, cada minuto que, por certo, também passará.
Tudo passa…exceto Deus. Deus é o suficiente! Redação do Momento Espírita. www.momento.com.br
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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Estudo sobre mediunidade ostensiva (2026) |
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Olá, Ismael,
Veja, por favor, a possibilidade de divulgar essa pesquisa. Desde já agradeço.
Você já deve nos conhecer da Pesquisa Nacional Espírita (PNE), realizada desde 2015. Estamos com nova pesquisa neste ano. Se você é médium ostensivo, seu relato é muito importante. Estamos conduzindo o Estudo sobre Mediunidade 2026, que vai gerar indicadores e boas práticas para fortalecer o trabalho nas casas.
👉 Responda aqui: https://forms.gle/iapcM2F7abmgiHfA8 Se não for o seu caso, poderia, por gentileza, repassar a médiuns ostensivos do seu Centro? Agradecemos muito e ficamos à disposição para outras informações.
Abraço, Ivan Franzolim WhatsApp (11) 98156-0030 https://franzolim.blogspot.com/ [em nome da equipe de pesquisas da PNE]
Resultados iniciais
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Lançamentos | Pestalozzi, educador da humanidade e Por que voltamos |
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ACESSE AQUI:
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Dezembro.2025 / Janeiro.2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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Correio Espírita - Jornal de janeiro de 2026 |
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Problemas com a mensagem? visualize no navegador.
(Recebido em email de Correio Espírita [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo |
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CLIQUE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Jornal-Momento-Esp-jan-26_compressed.pdf
(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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Edição 125 da Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG. Acesse abaixo: |
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ACESSE AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol125.pdf
(Informação de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
aqui:
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DESENCARNAÇÃO DE MARTA ANTUNES: UMA TRAJETÓRIA DE ESTUDO E DEDICAÇÃO AO ESPIRITISMO Clique aqui:
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Desencarnação de Marta Antunes: Uma trajetória de estudo e dedicação ao Espiritismo |
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“O Reino de Deus não está fora, está dentro de nós” – Marta Antunes de Oliveira de Moura. Esta compreensão e consciência sobre a caminhada espiritual permearam a trajetória de Marta, que desencarnou hoje, dia 29 de janeiro, em decorrência de um câncer. Natural de Pedra Azul (MG), nascida em 3 de maio de 1946, foi criada em um lar de tradição espírita e construiu uma caminhada pautada pelo estudo, pelo serviço e compromisso com a vivência no Espiritismo. Formada em Biologia e Biomedicina pela Universidade de Brasília (UnB), atuou na área da saúde coletiva, no diagnóstico laboratorial e na docência, se dedicando a uma trajetória na ciência, sempre aliada à Doutrina espírita. Integrante da Federação Espírita Brasileira (FEB) desde 1980, desempenhou com dedicação os cargos de diretora e vice-presidente da FEB, atuando, sobretudo, nas áreas de Mediunidade e Unificação. Por anos atuando na Área de Mediunidade do Conselho Federativo Nacional da FEB, estava atualmente como coordenadora e autora dos livros do projeto Evangelho Redivivo. Casada com Luiz Moura, diretor da Instituição, é mãe de três filhos e avó de oito netos. Médium aplicada, espírito resiliente e determinado, estudava com afinco, sempre em busca de exercer o melhor como espírita. Recebeu psicografias de nomes como Dias da Cruz, Yvonne Pereira, Bezerra de Menezes, Frederico Figner, Cairbar Schutel, desenvolvendo palestras, estudos, artigos como foco na Mediunidade que hoje estão espalhados e semeados pelo mundo. Com passos firmes em direção ao Cristo, sempre aplicada ao conhecimento, concedia entrevistas e realizava seminários sobre os mais variados temas. Colaborou ativamente com a revista Reformador, para onde escreveu artigos sobre variadas temáticas, entre elas: Cristo, células-tronco e nanotecnologia, Mozart, Chopin, violência doméstica, inteligência artificial, vida e morte, memórias e unificação. Nos deixou vasto material de estudo contribuindo com os livros “O atendimento espiritual pelo passe”, Estudos aprofundados da Doutrina Espírita e “Mediunidade: estudo e prática”, “Família, vida e paz”, “A prática mediúnica espírita”, bem como o nobre título “Chico Xavier, o obreiro do Senhor e Castro Alves, o apóstolo da liberdade”, todos pela FEB Editora. Sobre este último título, Marta, que teve oportunidade de conviver com Chico Xavier como nos revelou em participação no documentário e posterior série Chico para Sempre, falava com carinho e admiração de sua vivência com o médium, também mineiro: “São tantas histórias de uma pessoa de que guardamos a convivência, também com meus pais, meu esposo…mas sempre falo que o tipo é o protótipo do homem da humanidade do futuro”, destacando a vivência daquele que se dedicou de corpo e alma ao Espiritismo, e sendo exemplo à própria Marta em sua trajetória de dedicação e amor à Doutrina. Com serenidade e gratidão, despedimo-nos confiantes que a vida prossegue além da experiência terrena, amparada pelas leis Divinas que regem o progresso do Espírito, lembrando a referência de Marta a Emmanuel, em seu artigo “O que é morte”, publicado em Reformador de março de 2006: “É por esta razão que morrer significa penetrar mais profundamente no mundo de nós mesmos, consumindo longo tempo em despir a túnica de nossos reflexos menos felizes, metamorfoseados em região alucinatória decorrente do nosso monoideísmo na sombra, ou transferindo-nos simplesmente de plano, melhorando o clima de nossos reflexos ajustados ao bem, avançando em degraus consequentes para novos horizontes de ascensão e de luz.” Até breve e gratidão, amiga Marta, exemplo de luta, passos firmes, persistência e espírito dedicado. Que a Espiritualidade lhe ampare em uma passagem serena e de tanta luz. Aos familiares, queridos da FEB, nosso abraço fraterno com o carinho de sempre. O velório será amanhã, dia 30/1/26, das 8h30 às 10h30, na capela 6 do Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, seguido do sepultamento às 11h.
A existência é uma benção do
Criador, inicia no vir e termina no ir, no voltar à pátria Verdadeira, cujo
propósito é o desenvolvimento intelecto moral. Após esse período, retorna à
verdadeira vida uma amiga-irmã muito querida de todos nós que compartilhamos
no labor da Seara Divina experiências de aprendizado, de ajuda mútua, mas
sobretudo de servir. * Gratidão a nossa querida
irmã e amiga Marta pelo legado espírita que nos deixou. Que os bons
Espíritos, em especial Dias da Cruz e Bittencourt Sampaio a recebam no plano
Espiritual com as nossas vibrações amorosas. * Todo nosso carinho pela
querida amiga Marta, irmã, companheira de ideal espírita, incansável
trabalhadora, cuja inestimável contribuição está patente em todos os
materiais de estudo realizados pela FEB desde o ESDE até O Evangelho
Redivivo. Foi a pioneira a concluir um estudo do Novo Testamento à luz do Espiritismo,
incluindo o Apocalipse. Com certeza está amparada pelos benfeitores amigos,
alguns deles companheiros de trabalho nesta mesma encarnação. Que Jesus a
siga iluminando na nova etapa. Fica desde já o registro da nossa saudade da
querida amiga Marta! * O nosso agradecimento a nossa irmã Marta Antunes, companheira que nos ensinou muito com o seu exemplo de dedicação e compromisso ao trabalho com Jesus! Dedicou-se com afinco à nossa FEB, e contribuiu significativamente com o Movimento Espírita. Vibramos pela sua acolhida pelos benfeitores espirituais. Pela amizade, pela atenção e pelo carinho, a nossa gratidão! (Cirne de Araújo – vice-presidente da FEB) * Marta Antunes, a Martinha, como carinhosamente era chamada, foi acima de tudo uma querida amiga-irmã. Um exemplo de dedicação e trabalho no Bem, sempre com Jesus. Com ela, aprendemos a não desistir quando a prova se torna mais difícil. A empatia, o acolhimento, a sabedoria de um Espírito intelectual e pesquisador nos estimulou a aprender cada vez mais. Martinha deixou importante legado ao Movimento Espírita, notadamente na área de estudos, com as publicações dos livros do Estudo Sistematizado (ESDE), Estudo Aprofundado (EADE), Mediunidade (MEP), Evangelho Redivivo (ER). Nosso reconhecimento e gratidão à amada irmã, da qual nos despedimos com saudade!” (Geraldo Campetti Sobrinho, vice-presidente da FEB)
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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aqui:
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FEEGO. Federação Espírita do Estado de Goiás Goiânia |
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FEETINS- Federação Espírita do Estado do Tocantins Palmas |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti – O Pensamento” - Vol 1 |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1 Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento WhatsApp- Editora 14 99164-6875
(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]]) |
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Homenagem |
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Amélia Izar Abujamra (30-01-1912 / 20-10-1995) |
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Amélia Izar Abujamra
(Texto copiado de |
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D. Amélia na Prefeitura. Imagem do livro Obra de Vultos. Volume II |
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Estação da Bocaina com seu aspecto original, nos anos 1920... ou 1930. Acervo A. C. Belviso. Imagem copiada de: http://www.estacoesferroviarias.com.br/b/bocaina.htm Dona Amélia Izar Abujamra nasceu na antiga São João da Bocaina-SP
VEJA FOTOS DE BOCAINA TERRA NATAL DE DONA AMÉLIA
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Milhem e dona Amélia na extrema direita. A partir da esquerda: Salim Pedro, a esposa Silvia e o filho Pedro Augusto, Sérgio Paulo e Solange. |
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Biografia: Cairbar Schutel 22-09-1868 / 30-01-1938 |
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A vida de Cairbar |
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Cairbar Schutel Foto “O Clarim”, Matão, SP
Cairbar Schutel nasceu no Rio de Janeiro a 22 de setembro de 1868. Era filho de Antero de Souza Schutel e de D. Rita Tavares Schutel. Frequentou o Colégio D. Pedro II. No Rio praticou em diversas farmácias e aos 17 anos veio para o Estado de São Paulo, exercendo sua profissão em Piracicaba, Araraquara e depois em Matão, onde residiu 42 anos. Foi um dos fundadores de Matão e seu primeiro Prefeito, trabalhando incansavelmente pelo progresso desta localidade, onde militou na política por alguns anos. Matão deve-lhe relevantes serviços. Católico romano por tradição, Cairbar Schutel muito fez pelo brilho dessa religião, com a sinceridade que caracterizou Saulo de Tarso. Mas como essa religião não respondia às perguntas íntimas que Cairbar fazia com respeito ao seu falecido pai, procurou outras fontes de informação fora da Igreja. Nesse tempo residiam em Matão seus amigos Calixto Prado e Quintiliano José Alves, que convidados por Cairbar Schutel, fizeram com ele sessões de tiptologia com a trípode pequena mesa com três pés). Foi então que, conhecendo que a vida continuava além do túmulo, estudou e abraçou o Espiritismo e dele se tornou um dos maiores propagandistas. Seu trabalho logo começou a aparecer: Fundou em 15 de julho de1905, o Centro Espírita Amantes da Pobreza*. Logo a seguir, a 15 de agosto desse ano, lançou à luz da publicidade "O Clarim", em formato pequeno, que logo se ampliou, atingindo sua tiragem a 10.000 exemplares nos últimos anos. Além disso fazia propaganda da doutrina por meio de boletins e panfletos, fazendo ainda palestras doutrinárias nas cidades circunvizinhas, inclusive programas radiofônicos na antiga PRD-4 de Araraquara. Sua atividade não parou. Assim foi que, a 15 de fevereiro de 1925, fundou A Revista Internacional de Espiritismo dedicada aos estudos dos fenômenos anímicos e espíritas. Este mensário conta com a colaboração de eminentes mentalidades mundiais, circulando não só entre as suas congêneres. Seu trabalho não se resumiu nessas duas publicações. Apareceram de sua brilhante pena, os seguintes livros: Espiritismo e Protestantismo, setembro de 1911; Histeria e Fenômenos Psíquicos , dezembro de 1911; O Diabo e a Igreja , dezembro de 1914; Médiuns e Mediunidades, agosto de 1923; Gênese da Alma, setembro de 1924; Materialismo e Espiritismo, dezembro de 1925; Fatos Espíritas e as Forças X..., maio de 1926; Parábolas e Ensinos de Jesus; janeiro de 1928; O Espírito do Cristianismo, fevereiro de 1930; A Vida no Outro Mundo , outubro de 1932; Vida e Atos dos Apóstolos, fevereiro de1933;Conferências Radiofônicas , setembro de 1937. Cairbar não dava só a sua inteligência em proveito do seu próximo. Oferecia o seu coração socorrendo os pobres e os enfermos com grande dedicação. Após curta enfermidade faleceu em Matão, dia 30 de janeiro de 1938, às 16:15 horas, o "Bandeirante do Espiritismo"- Cairbar Schutel.
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Colégio Pedro II e Igreja de São Joaquim (1856). O templo foi demolido na reforma de Pereira Passos (1904), para alargar a rua Estreita de São Joaquim e abrir a atual avenida Marechal Floriano. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%A9gio_Pedro_II#/media/File:Colegio_Pedro_II_(1856).jpg |
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Estação Central da Antiga Estrada de Ferro Dom Pedro II (Rio de Janeiro/Brasil). 1899. Imagem/fonte: |
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O menino Cairbar Schutel. Imagem do acervo de O Clarim. |
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Farmácia de Cairbar Schutel. Matão, SP. Foto O Clarim. |
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Cairbar Schutel na Farmácia. Crédito da foto - O Clarim, Matão, SP. |
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Equipamentos da farmácia de Cairbar Schutel. Foto Ismael Gobbo |
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Oficinas de O Clarim. Crédito da foto “O Clarim”, Matão, SP |
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Crianças na redação de O Clarim, Matão, SP. Foto O Clarim |
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Cairbar Schutel em seu carro. Foto do acervo de O Clarim. |
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Cairbar Schutel com os Volpe. Foto do acervo de O Clarim |
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Centro Espírita O Clarim. Foto do acervo de O Clarim |
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Cairbar Schutel em trabalho de Tiptologia. Foto do acervo de O Clarim |
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Cairbar Schutel um imortalista por excelência se deixava fotografar junto aos túmulos do cemitério. Foto do acerto de O Clarim. |
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Cairbar Schutel distribuindo jornais no Dia de Finados. Foto do acervo de O Clarim. |
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O túmulo singelo de Cairbar Schutel no cemitério de Matão, SP. Foto O Clarim. Há registros de que Cairbar Schutel se comunicou mediunicamente quando seu corpo ainda estava sendo velado. Pediu aos amigos que a lápide tumular trouxesse a legenda: “Vivi, vivo e viverei, porque sou imortal” |
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Fotos antigas de Araraquara: |
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Matão história e fotos: |
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Valsa: Saudades de Matão (Tonico e Tinoco) https://www.youtube.com/watch?v=y0Xa3qTX15s
Praça Tonico e Tinoco. São Manuel, SP. Foto Ismael Gobbo |
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Amor Infinito O futuro genro |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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