Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita

São Paulo, SP, quinta-feira, 05 de fevereiro de 2026.

Compiladas por Ismael Gobbo

 

 

 

 

Notas

1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento.

2. Este e-mail é uma for

 

ma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes  diversas via e-mail  e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec.  Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.

 

3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).

 


 

Atenção

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Publicação em sequência

Revista Espírita – Ano 7 - 1864

 

 

 

 

 

 

(Continua na próxima postagem)

 

 

(Copiado do site Febnet)

Página do jornal La Vérité de 10 de abril de 1864.

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5811727k/f5.item

 

Página do jornal La Vérité de 10 de abril de 1864.

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5811727k/f6.item

 

 

A matéria do jornal espírita La Vérité de 10 de abril de 1864 cujas

páginas estão acima anexadas é objeto da publicação da Revista

Espírita de agosto de 1864 no alto  reproduzida.

 

A mendiga. Óleo sobre tela de Almeida Júnior. Coleção particular.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Almeida_J%C3%BAnior_-_A_mendiga.jpg

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/MARCO/06-03-2019_arquivos/image012.jpg

Allan Kardec, Codificador do Espiritismo.(Lião 03-10-1804 / Paris 31-03-1869)

Imagem/fonte: https://dialogos.files.wordpress.com/2007/02/allan-kardec-tratado-2.jpg

 

 

 

O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEBFederação Espírita Brasileira

 

 

CAPÍTULO XXIII

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Estranha moral

 

–  Odiar pai e mãe  – Abandonar pai, mãe e filhos – Deixar aos mortos o

Cuidado de enterrar seus mortos – Não vim trazer a paz, mas a divisão

 

Não vim trazer a paz, mas a divisão

 

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(CONTINUA)

 

 

        15. Infelizmente, os adeptos da nova doutrina não se entenderam quanto à interpretação das palavras do Mestre, veladas, na maior parte das vezes, pela alegoria e pelas figuras da linguagem. Daí surgirem numerosas seitas desde o início, pretendendo todas a posse exclusiva da verdade e não tendo bastado dezoito séculos para pô-las de acordo. Esquecendo o mais importante dos preceitos divinos, aquele que Jesus colocou como pedra angular do seu edifício e como condição expressa da salvação: a caridade, a fraternidade e o amor ao próximo, aquelas seitas anatematizaram-se reciprocamente, arremeteram-se umas contra as outras, as mais fortes esmagando as mais fracas, afogando-as em sangue, aniquilando-as nas torturas e nas chamas das fogueiras. Os cristãos, vencedores do paganismo, de perseguidos que eram, fizeram-se perseguidores. Foi com ferro e fogo que plantaram a cruz do Cordeiro sem mácula nos dois mundos. É fato constatado que as guerras de religião foram mais cruéis e fizeram mais vítimas do que as guerras políticas, e que em nenhuma outra guerra se praticaram tantos atos de atrocidade e de barbárie.

       Cabe a culpa à doutrina do Cristo? Não, decerto, pois ela condena formalmente toda violência. Disse Ele alguma vez a seus discípulos: Ide, matai, massacrai, queimai os que não crerem como vós? Não; o que, ao contrário, lhes disse, foi: “Todos os homens são irmãos e Deus é soberanamente misericordioso; amai o vossos inimigos; fazei o bem aos que vos persigam”.  Disse-lhes também: “Quem matar com a espada perecerá pela espada”. A responsabilidade, portanto, não cabe à doutrina de Jesus, mas aos que a interpretaram falsamente e a transformaram num instrumento a serviço de suas paixões; cabe aos que desprezaram estas palavras: “Meu Reino não é deste mundo”.

       Em sua profunda sabedoria, Jesus previa o que ia acontecer, mas essas coisas eram inevitáveis, porque decorriam da própria inferioridade da natureza humana, que não podia transformar-se repentinamente. Era preciso que o Cristianismo passasse por essa longa e cruel prova de dezoito séculos, para mostrar toda a sua força, porque, apesar de todo o mal cometido em seu nome, Ele saiu dela puro. Jamais esteve em causa. As censuras sempre recaíram sobre aqueles que abusaram dele. A cada ato de intolerância, sempre se disse: se o Cristianismo fosse mais bem compreendido e mais bem praticado, isso não teria acontecido.

      16. Quando Jesus diz: “Não creiais que Eu tenha vindo trazer a paz, mas sim a divisão”, seu pensamento era este:

      “Não creiais que a minha doutrina se estabeleça pacificamente; ela trará lutas sangrentas, tendo por pretexto o meu nome, porque os homens não me terão compreendido, ou não terão querido compreender-me. Os irmãos, separados por suas respectivas crenças, desembainharão a espada um contra o outro e a divisão reinará no seio de uma mesma família, cujos membros não partilhem da mesma crença. Vim lançar fogo à Terra para livrá-la dos erros e dos preconceitos, do mesmo modo que se põe fogo a um campo para destruir nele as ervas más, e tenho pressa de que o fogo se acenda para que a depuração seja mais rápida, visto que do conflito a verdade sairá triunfante. À guerra sucederá a paz; ao ódio dos partidos, a fraternidade universal; às trevas do fanatismo, a luz da fé esclarecida. Então, quando o campo estiver preparado, Eu vos enviarei o Consolador, o Espírito de Verdade, que virá restabelecer todas as coisas, isto é,  que dando a conhecer o sentido verdadeiro das minhas palavras, que os homens mais esclarecidos poderão enfim compreender, porá fim à luta fratricida que divide os filhos do mesmo Deus. Cansados, afinal, de um combate sem resultado, que traz consigo unicamente a desolação e a perturbação até o seio das famílias, os homens reconhecerão onde estão os seus verdadeiros interesses, com relação a este mundo e ao outro. Verão de que lado estão os amigos e os inimigos da tranquilidade deles. Todos então se obrigarão sob a mesma bandeira: a da caridade, e as coisas serão restabelecidas na Terra, de acordo com a verdade e os princípios que vos tenho ensinado”.

      17. O Espiritismo vem realizar, na época prevista, as promessas do Cristo. Entretanto, não o pode fazer sem destruir os abusos. Como Jesus, ele se defronta com o orgulho, o egoísmo, a ambição, a cupidez, o fanatismo cego, os quais, levados às suas últimas trincheiras, tentam barrar-lhe o caminho e lhe suscitam entraves e perseguições. Também ele, portanto, tem de combater, mas o tempo das lutas e das perseguições sanguinolentas já passou; são todas de ordem moral as que terá de sofrer, e o fim de todas elas se aproxima. As primeiras duraram séculos; estas durarão apenas alguns anos, porque a luz, em vez de partir de um único foco, jorra sobre todos os pontos do globo e abrirá mais depressa os olhos aos cegos.

      18. Essas palavras de Jesus devem, pois, entender-se com referência às cóleras que Ele previa que a sua doutrina suscitaria, aos conflitos momentâneos a que ia dar causa, às lutas que teria de sustentar antes de se estabelecer, como aconteceu aos hebreus antes de entrarem na Terra Prometida, e não como decorrentes de um desígnio premeditado de sua parte de semear a desordem e a confusão. O mal viria dos homens e não dele, que era como o médico que se apresenta para curar, mas cujos remédios provocam uma crise salutar, removendo os maus humores do doente.

 

 

Concluido o Capítulo XXIII 

Próximo

Capítulo XXIV

Não ponhais a candeia

Debaixo do alqueire

 

(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira)

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Cena retratando Jesus e a  transformação da água em vinho. Quadro  em igreja de Caná, Israel.

Foto Ismael Gobbo

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRNX7COf_3ale47oSsdF9oLV6uSbpVaDvHxooCyeJzUuaOc7fhjO3-GL9GPWkM93JjZXw0VCp0jnbaq67b3-KOg6lgAL-UnqQ8H92PtZEkL1eba7ITpkmOd6JpBkNROs3j1Qik-CkV5rnd/

São Lucas. Pintura de Simon Vouet.  Imagem/fonte:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Simon_Vouet--Saint_Luke--1622-1625--Philadelphia_Museum_of_Art.jpg

 

800px-The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel

O evangelista Mateus inspirado por um  anjo. Óleo sobre tela por Rembrandt.

Imagem/fontehttps://en.wikipedia.org/wiki/Authorship_of_the_Bible#/media/File:The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel.jpg

 

Descrição: Português: "Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá." Êxodo 20:12 (Versão Almeida Corrigida Fiel), ilustração de um cartão bíblico publicado pela Providence Lithograph Company Data: 1896 Fonte: http://thebiblerevival.com/clipart/1896/exod20.jpg Autor: Providence Lithograph Company Outras versões: Arquivo:Honor Your Father and Your Mother.jpg. Clique aqui:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Honor_Your_Father_and_Your_Mother_(crop).jpg

https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEiveXv-msSfi2S2CEgB9NTGeWBwWQeqCsPCPaxN1H6CL4-OyGtSEWWgXgchMz0kR3vLEtZhGBstKEQyX3P6NlHumYIk96y8bTYBsFTF0w-LhNa46QImUu5P93Hdq_FDjmz_YiJOAHjUlv40KKD6oAId3zsVNs6nqKSbAH-QVZ6hpDOgW4u5JouuNoq6Vg

 

Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner.

Imagem/fonte:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg

 

No diálogo de Jesus com Nicodemos, um fariseu, falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8) 

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEitNI-Y-SGYiflNvx9PyT6LUCzhMv_CH3PZzemPKQA8DlUH-Dj8e9vdm8kxzXNIzec-CaJkesn7l0eoZqbyyCvJ6Tg5UEImay0xMzN2XG6NSK76SCDDQ62Ig5-Y1Tr0xDpVBY7YXSVggIJK8hlhXLgkLTAK27-UT5OKBkRqpXYkhJ7Z-7GsP3jwW0zAFg

Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik

Imagem/fonte:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/NOVEMBRO/06-11-2019_arquivos/image037.jpg

Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo

Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard

 

 

 

As palavras corretas

 

 

Um suéter cinza, largado sobre a carteira vazia de Tommy, lembrava o menino desanimado que acabara de sair da sala do terceiro ano, com seus colegas.

Logo, os pais de Tommy, que haviam acabado de se separar, chegariam para uma reunião, convocada pela diretora para falar sobre o mau desempenho escolar e o comportamento insubordinado de seu filho. Nenhum deles sabia que a diretora havia chamado o outro.

Tommy, filho único, sempre fora feliz, gostava de cooperar e era ótimo aluno.

A responsável pela escola havia pensado, por alguns dias, em como poderia mostrar para aquele pai e aquela mãe, que as recentes notas insuficientes representavam a reação de uma criança magoada com a separação dos pais.

A mãe de Tommy entrou e se sentou em uma das cadeiras que havia perto da mesa da diretora. Em seguida, o pai chegou.

A pontualidade dos dois evidenciava sua preocupação. Eles se olharam com surpresa e irritação.

Enquanto a diretora fazia um relato do comportamento e do rendimento escolar de Tommy, rezava para encontrar as palavras capazes de ajudar aqueles pais a perceber o que estavam fazendo com o filho.

Mas as palavras não vinham.

Ela pensou, então, em lhes mostrar um dos trabalhos de Tommy, todo borrado, feito sem cuidado, achando que poderia lhes dar a dimensão da perturbação do menino.

Era uma folha de papel amarrotada e manchada de lágrimas, um dever de inglês. Ele escrevera dos dois lados da folha, sem atender a tarefa, apenas uma frase, escrita e reescrita.

Em silêncio, ela desamassou a folha e a entregou à mãe de Tommy. Ela a leu e, sem dizer palavra, entregou-a ao marido.

Primeiro, ele franziu as sobrancelhas, depois sua face se desanuviou. Ele ficou lendo por um tempo que pareceu uma eternidade.

Finalmente, dobrou o papel cuidadosamente e o colocou no bolso, estendendo a mão para a mulher. Ela enxugou as lágrimas e sorriu para o marido. A diretora tinha os olhos marejados, mas eles nem a notaram. Ele ajudou a esposa a colocar o casaco e saíram juntos.

À sua maneira, Deus fez aquela dedicada diretora encontrar as palavras corretas para reunir uma família. Ele a guiou até a folha do dever de Tommy, toda escrita com o angustiado desabafo do coração atribulado de um menino.

As palavras escritas foram: Querida mamãe... Querido papai... Eu amo vocês, eu amo vocês, eu amo vocês.

*   *   *

A união e o amor de um casal são todo o chão da confiança e das certezas e todo o céu da esperança e dos sonhos de uma criança.

O amor do casal é o gerador do núcleo familiar, e também seu alicerce mais importante.

As crianças precisam ser amadas, é certo, mas necessitam também fazer parte do amor dos pais entre si. Necessitam ser a extensão desse sentimento tão nobre.

Quando a reconciliação não for mais possível na instituição conjugal, os cuidados e a atenção aos filhos devem redobrar, para que as consequências do divórcio sejam minimizadas às crianças, evitando traumas e sofrimentos que podem permanecer para sempre.

Mesmo quando a união estiver ameaçada, nunca esqueçamos de que as palavras corretas ainda serão aquelas que expressem o amor.

Redação do Momento Espírita, com base no cap.
As palavras certas, de Jane Lindstrom, do livro
Histórias para aquecer o coração, v.2, de
 Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ed. Sextante.
Em 4.2.2026

 

 

(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=4046&stat=0)

 

 

Lição em Jerusalém

 

Pelo Espírito Pelo Espírito Irmão X (Humberto de Campos).

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Lázaro Redivivo. Lição nº 17. Página 85.

 

Muito significativa a entrada gloriosa de Jesus em Jerusalém, de que o texto evangélico nos fornece a informarão.

A cidade conhecia-o, desde a sua primeira visita ao Templo, e muita gente, quando de sua passagem por ali, acorria, pressurosa, a fim de lhe ouvir as pregações.

O povo judeu suspirava por alguém, com bastante autoridade, que o libertasse dos opressores.

Não seria tempo da redenção de Israel?

A raça escolhida experimentava severas humilhações.

O romano orgulhoso apertava a Palestina nos braços tirânicos.

Por isso, Jesus simbolizava a renovação, a promessa.

Quem operara prodígios iguais aos dele?

Profeta algum atingira aquelas culminâncias. A ressurreição de Lázaro, enfaixado no túmulo, com sinais evidentes de decomposição cadavérica, espantava os mais ilustres descendentes de Abraão. Nem Moisés, o legislador inesquecível, conseguira realização daquela natureza.

E o povo, naqueles dias de festa tradicional, se dispôs a homenageá-lo, em regra.

Receberia o profeta com demonstrações diferentes.

Mostraria aos prepostos de César que Jerusalém não renunciava aos propósitos de libertação, ciosa de sua autonomia, e, agora, mais que nunca, possuía um chefe político à altura dos acontecimentos.

Jesus, certamente, não atenderia às imposições dos sacerdotes e nem se submeteria ao suborno, ante as promessas douradas dos áulicos imperiais.

Em vista disso, quando o Mestre saiu de Betânia, a caminho da cidade, alinharam-se fileiras de populares, saudando-o festivamente.

Anciães de barbas encanecidas acompanhavam o coro dos jovens: - “Hosanas ao filho de David!”

As mulheres gritavam, entusiasticamente, amparando criancinhas a sustentarem, com graça, verdes ramos de palmeira.

Os discípulos, ladeando o Mestre, sentiam o efêmero júbilo rovocado pelo mentiroso incenso da multidão.

Os fiéis galileus, guindados inesperadamente ao cume da popularidade, inclinavam-se com desvanecimento, embriagados pelo triunfo.

De espaço a espaço, esse ou aquele patriarca fazia sinais a Pedro, Filipe ou João, convidando-os a se pronunciarem discretamente:

- Quando se manifestará o Messias?

Os interpelados assumiam atitude de orgulhosa prudência e respondiam, quase sempre, a mesma coisa:

- Estamos certos de que a homenagem de hoje é decisiva e o Messias dar-nos-á a conhecer o plano das nossas reivindicações.

Jesus agradecia aos manifestantes de Jerusalém com o olhar, mostrando, porém, melancólicos sorrisos.

Demonstrando compreender a situação, logo após, convocou os discípulos para uma reunião mais íntima, em que lhes diria algo de grave.

Interpelados por alguns amigos, Tiago e João, filhos de Zebedeu, informaram quanto ao anúncio do Mestre. Discutiria as questões do presente e do futuro, e, possivelmente, seria mais claro nas definições políticas da ação renovadora.

Por esse motivo, enquanto o Cristo e os companheiros tomavam a refeição frugal do cenáculo, verdadeira multidão apinhava-se, discreta, nas adjacências.

O povo aguardava informações do colégio apostólico, entre a ansiedade e a esperança.

Finda a reunião, e enquanto Jesus e Simão Pedro se demoravam em confidências, seis discípulos vieram, cautelosos, à via pública.

A fisionomia deles denunciava preocupações e desencanto.

Começaram os comentários, entre os intelectualistas de Jerusalém e os pescadores da Galiléia.

- Que disse o profeta? - perguntou o patriarca, chefe daquele movimento de curiosidade - Explicou-se, afinal?

- Sim - esclareceu Filipe com benevolência.

- E a base do programa de nossa restauração política e social?

- Recomendou o Senhor para que o maior seja servo do menor, que todos deveremos amar-nos uns aos outros.

- O sinal do movimento? - indagou o ancião de olhos lúcidos.

- Estará justamente no amor e no sacrifício de cada um de nós - replicou o Apóstolo, humilde.

- Dirigir-se-á imediatamente a César, fundamentando o necessário protesto?

- Disse-nos para confiarmos no Pai e crermos também nele, nosso Mestre e Senhor.

- Não se fará, então, exigência alguma? - exclamou o patriarca, irritado.

- Aconselhou-nos a pedir ao Céu o que for necessário e afirmou que seremos atendidos em seu nome - explicou Filipe, sem se perturbar.

Entreolharam-se, admirados os circunstantes.

- E a nossa posição? – resmungou o velho - Não somos o povo escolhido da Terra?

Muito calmo, o Apóstolo esclareceu:

- Disse o Mestre que não somos do mundo e por isso o mundo nos aborrecerá, até que o seu Reino seja estabelecido.

Espocaram as primeiras gargalhadas.

- Mas o profeta - continuou o israelita exigente - não assinou algum documento, nem se referiu a qualquer compromisso com as autoridades?

- Não - respondeu Filipe, sincero e ingênuo -, apenas lavou os pés dos companheiros.

Oh! para os filhos vaidosos de Jerusalém era demais.

Surgiram risos e protestos.

- Não te disse, Jafet? - falou um antigo fariseu ao patriarca. - Tudo isso é uma farsa.

Um moço pedante afiançou, depois de detestável risada:

- Muito boa, esta aventura dos pescadores!

Dentro de alguns minutos, via-se a rua deserta.

Desde essa hora, compreendendo que Jesus cumpria, acima de tudo, a Vontade de Deus, longe de qualquer disputa com os homens, a multidão abandonou-o.

Os discípulos, reconhecendo também que Ele desprezava todos os cálculos de probabilidade do triunfo político, retraíram-se, desapontados.

E, desde esse instante, a perseguição do Sinédrio tomou vulto e o Messias, sozinho com a sua dor e com a sua lealdade, experimentou a prisão, o abandono, a injustiça, o açoite, a ironia e a crucificação.

Essa, foi uma das ultimas lições d’Ele, entre as criaturas, dando-nos a conhecer que é muito fácil cantar hosanas a Deus, mas muito difícil cumprir-lhe a Divina Vontade, com o sacrifício de nós mesmos.



(Texto recebido em email do divulgador Antonio Sávio, Belo Horizonte, MG)

https://www.noticiasespiritas.com.br/2022/FEVEREIRO/11-02-2022_arquivos/image001.jpg

 

Jesus com os doutores do Templo. Óleo sobre tela de Paolo Veronese. Image/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Disputa_con_los_doctores_(El_Veron%C3%A9s)_grande.jpg

http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/AGOSTO/23-08-2018_arquivos/image013.jpg

A ressurreição de Lázaro em óleo sobre tela por Rembrandt.

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Rembrandt_Harmensz._van_Rijn_-_The_Raising_of_Lazarus_-_Google_Art_Project.jpg

 

 

Havia um homem chamado Lázaro. Ele era de Betânia, do povoado de Maria e de sua irmã Marta. E aconteceu que Lázaro ficou doente.
Maria, sua irmã, era a mesma que derramara perfume sobre o Senhor e lhe enxugara os pés com os cabelos.
Então as irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus: "Senhor, aquele a quem amas está doente".
Ao ouvir isso, Jesus disse: "Essa doença não acabará em morte; é para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por meio dela".
João 11:1-4

https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/11/1-4

 

 

 

O Espiritismo atribui o fenômeno da ressurreição de Lázaro a possível caso de

catalepsia, letargia ou morte aparente.

E também pode ser um dos casos da  Dupla Vista de Jesus

 

Entrada do Cristo em Jerusalém. Óleo sobre tela por Anthony van Dyck.  Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Entry_of_Christ_into_Jerusalem_by_Anthony_van_Dyck.jpg

 O beijo de Judas. Óleo sobre tela por Nicolai Wilhelm Marstrand

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Wilhelm_Marstrand,_Judaskysset,_udateret,_0122NMK,_Nivaagaards_Malerisamling.jpg

Jerusalém, Israel. Mesquita de Omar no local onde se situava o Templo. Foto Ismael Gobbo

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a7/Bernhard_Plockhorst_-_Good_Shephard.jpg

Bom Pastor. Obra de Bernhard Plockhorst

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bernhard_Plockhorst_-_Good_Shephard.jpg

 

 

 

Nota:

Frase de Jesus sobre escândalos na visão espírita

 

Na reunião vespertina do dia 03 de fevereiro no Grupo Espírita Casa do Caminho, em São Paulo, Célia Maria Rey de Carvalho proferiu palestra sobre o tema “escândalos”, com base em frase de Jesus “Ai do mundo por causa dos escândalos” analisada em “O Evangelho segundo o Espiritismo” (Cap. VIII). A reunião foi dirigida por Inês Bareia. Preliminarmente houve apresentação de violão e canto com Helson Lever Camilli.

Acesse pelo link:

https://www.youtube.com/watch?v=8R_NJ64SQuc

 

 

(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX)

 

 

[918-JornalMundoMaior]

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​O NAUFRÁGIO DE MUITOS INTERNAUTAS.

Nestes tempos de informações abundantes, de possibilidades infinitas, de tecnologia surpreendente, fazem-se necessários alguns cuidados. Cada dia fala-se, mais e mais, sobre a triunfal entrada da Humanidade na era do conhecimento.

 

Exalta-se a capacidade humana de estar vivendo, a partir deste momento, um período no qual o conhecimento será a primeira riqueza. Tudo é fonte para o conhecimento, e a principal delas é a internet.

 

É neste ponto que precisamos ir devagar com as coisas. Não se deve confundir informação com conhecimento. A internet, dentre as mídias contemporâneas, é a mais fantástica e estupenda ferramenta para acesso à informação.

 

No entanto, transformar informação em conhecimento exige, antes de tudo, critérios de escolha e seleção, dado que o conhecimento – ao contrário da informação – não é cumulativo, mas seletivo.

 

Seria como alguém que entra numa dessas grandes livrarias, sem saber muito bem o que deseja. Corre o risco de entrar em pânico, tendo a sensação de débito intelectual, sem ter clareza de por onde começar e imaginando que precisa ler tudo aquilo.

 

Faz-se fundamental o critério, isto é, saber o que se procura, para poder escolher, em função da finalidade que se tenha.

 

Os computadores e a internet têm um caráter ferramental que não pode ser esquecido. Ferramenta não tem objetivo em si mesmo. É instrumento para outra coisa, para outro fim.

 

O critério, o equilíbrio nos permitirão, assim, poder utilizar desse ferramental com sabedoria, na dosagem certa, no momento adequado.

 

Sem critérios seletivos, muitos ficam sufocados por uma ânsia precária de ler tudo, acessar tudo, ouvir tudo, assistir tudo. Esquecem-se de se perguntar: Eu quero isso para mim? Eu preciso disso? Para que serve? Aonde desejo ir?

 

Nos tempos de hoje, se não formos muito cuidadosos, corremos o risco de navegar na internet, e naufragar. Sêneca, sabiamente, já havia dito, que nenhum vento é a favor, para quem não sabe para onde ir.

                                                                           *  *  *

David Hume, afirmava: Por conhecimento, entendo a certeza que nasce da comparação de ideias. Para que nasça o conhecimento é necessário pensar, comparar, conectar ideias.

 

Nenhuma informação poderá ser tomada por verdade, por conhecimento, antes de amadurecer dentro da alma humana.

 

Sabedoria não se transmite. É preciso que nós mesmos a descubramos depois de uma caminhada que ninguém pode fazer em nosso lugar.

Redação do Momento Espírita.

www.momento.com.br

 

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(Recebido em email de

[email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]]

 

 

Campanha | Juntos pelo Esporte que Transforma

New Blog Post

 

CAMPANHA | Juntos pelo Esporte que Transforma

Posted by Creche Comunitária Meimei e Oficinas Mário Barbosa, 1

 

💙 Aqui, o esporte também educa, acolhe e transforma. Nas Oficinas do GEPAR, cada bola lançada é uma oportunidade de aprendizado, cada jogo ensina respeito, cooperação e autoestima. 🏀⚽ Nossas crianças e adolescentes se desenvolvem por meio do esporte, criando vínculos, disciplina e confiança para a vida. Esse trabalho só é possível porque existe uma rede de pessoas que acredita, participa e pertence a essa missão. Agora, precisamos de apoio para continuar oferecendo atividades esportivas com...

 

 

 

 

Copiado de https://geparpromocaointegral.org.br/so/f8Pmehw3u?languageTag=pt&cid=e88290f4-5f91-4ef9-a6ef-c667a09554bd

Email de Gepar [[email protected]]

 

 

ESTÁ DISPONÍVEL NA INTERNET O JORNAL “O IMORTAL” DE FEVEREIRO (se puder, divulgue)

Amigo(a) das lides espíritas:

Leia a edição de fevereiro do jornal O IMORTAL, que traz, entre muitos assuntos, uma entrevista com a pedagoga Milena Barbosa Juliatti, de Jundiaí (SP) e uma reportagem sobre O Novo Centro Espírita, promovido pela Editora Correio Fraterno.

O acesso ao jornal é livre e gratuito. Para acessar a edição, clique aqui: https://www.jornaloimortal.com.br/Home

Muito obrigado pela divulgação que puder fazer em sua Casa Espírita e junto a amigos e familiares.

Um forte abraço e ótima semana para todos os seus.

 


Astolfo O. de Oliveira Filho

Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden

86701-865 - Arapongas, PR

 

 

 

 

ACESSE SE E QUANDO QUISER:  

1. Blog Espiritismo Século XXI – http://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com.br/

2. Revista O Consolador - https://www.oconsolador.com.br/  

3. EVOC Editora - http://www.oconsolador.com.br/editora/evoc.htm  

4. Jornal O IMORTAL - http://www.jornaloimortal.com.br/Home

 

(Recebido em email de  Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

Jornal Momento Espírita. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo

 

ACESSE AQUI:

https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Jornal-Momento-Esp-fev-26_compressed.pdf

 

 

(Recebido em emails de [email protected]  e de Leopoldo Zanardi)

 

 

Palestra pública nesta sexta-feira 06-02-2026 no

Aliança Espírita Varas da Videira. Araçatuba, SP  

 

A palestra com início às 20 horas será proferida pelo orador  João Elias da Aliança Espírita “Varas da Videira”. O tema Cap XVI de O Evangelho segundo o Espiritismo.

https://www.noticiasespiritas.com.br/2024/JULHO/19-07-2024_arquivos/image035.jpg

Aliança Espírita “Varas da Videira”. Araçatuba, SP

https://www.noticiasespiritas.com.br/2024/JULHO/19-07-2024_arquivos/image036.jpg

 

Palestrante Espírita João Elias

da Aliança Espírita Varas da Videira”

 

 

ALIANÇA ESPÍRITA VARAS DA VIDEIRA

Rua Bernardino de Campos, 363

Centro

Araçatuba, SP

 

 

(Informação de João Elias)

 

 

Palestra na Sede da C.E. Maria Benta

Jabaquara, São Paulo, capital

 

 

 

 

 

Nota:

A nova era no pensamento espírita

 

Em palestra presencial e transmitida pela internet no dia 02 de fevereiro, Cesar Perri abordou o tema “A nova era”, comentando mensagens espirituais, em continuidade ao Capítulo I – Não vim destruir a Lei, de “O Evangelho segundo o Espiritismo”.

A reunião pública aconteceu no Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo de São Paulo, sendo uma série de palestras sobre essa obra de Allan Kardec. Em seguida há passes.

O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo localiza-se na Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista, São Paulo.

Acesse pelo link:

https://www.youtube.com/watch?v=p1ObIrWMbjM

 

 

(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX)

 

 

Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha

Portugal

 

 

Exms Senhores OCS,

 

As nossas mais cordiais saudações.

 

1 - O Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, vai levar a cabo uma conferência subordinada ao tema  "Inteligência emocional: que vantagem?" que será proferida por José Felipe, no dia 6 de Fevereiro de 2026, 6ª feira, às 21h00, com entrada livre e gratuita.

Posteriormente, teremos a Fluidoterapia (passe espírita) e o atendimento em privado.

 

2 - Todas as palestras são colocadas no Youtube do CCE em http://bit.ly/29VcVMV e todas as actividades são gratuitas.

  

      

Cordialmente,

 

       CCE

 

 

Tel: 938 466 898; 966 377 204;

www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected]

www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha

www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/ 

 

 

 

(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]])

 

 

Programação de palestras  Instituição Beneficente Nosso Lar fevereiro 2026. São Paulo, capital

Olá Ismael, espero que  esteja bem.

Segue em anexo a programação de palestras e do Café Cultural do mês de fevereiro de 2026.

 

Abraço fraterno,

Clodoaldo de Lima Leite 

Presidente Voluntário da IBNL

 

Ajuda-te (Casimiro Cunha)

 

"...Caridade, gentileza,

Auxílio, calma e perdão
São das preces mais sublimes
Em teu altar de oração..."

 

 

 

 

(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]])

 

 

Estudo sobre mediunidade ostensiva (2026)

Olá, Ismael,

 

Veja, por favor, a possibilidade de divulgar essa pesquisa. Desde já agradeço.

 

Você já deve nos conhecer da Pesquisa Nacional Espírita (PNE), realizada desde 2015. Estamos com nova pesquisa neste ano.

Se você é médium ostensivo, seu relato é muito importante. Estamos conduzindo o Estudo sobre Mediunidade 2026, que vai gerar indicadores e boas práticas para fortalecer o trabalho nas casas.

  • Confidencial e em conformidade com a LGPD
  • Questionário com núcleo comum + módulos por mediunidade
  • Duração: ~20 min (pode concluir depois, sem fechar a página)

👉 Responda aqui: https://forms.gle/iapcM2F7abmgiHfA8

Se não for o seu caso, poderia, por gentileza, repassar a médiuns ostensivos do seu Centro?

Agradecemos muito e ficamos à disposição para outras informações.

 

Abraço,

Ivan Franzolim

WhatsApp (11) 98156-0030

https://franzolim.blogspot.com/

[em nome da equipe de pesquisas da PNE]

 


 

Resultados iniciais

Tipos de Mediunidade

Qtd.

Part.

Psicofonia

108

39,6%

Psicografia

46

16,8%

Vidência

35

12,8%

Cura (sem cortes)

20

7,3%

Cura (com cortes)

0

0,0%

Audiência

20

7,3%

Desdobramento

24

8,8%

Psicometria

3

1,1%

Xenoglossia

0

0,0%

Musical

1

0,4%

Efeitos Físicos

4

1,5%

Psicopictografia

3

1,1%

Outras

9

3,3%

Respostas Recebidas

273

100,0%

Participantes

142

 

Mediunidades por pessoa

1,9

 

(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]])

 

 

Lançamentos | Pestalozzi, educador da humanidade e Por que voltamos

 

ACESSE AQUI:

https://www.oclarim.com.br/

 

 

Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Dezembro.2025 / Janeiro.2026

 

(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]])

 

 

Edição 125 da Folha Espírita Francisco Caixeta

Araxá, MG. Acesse abaixo:

 

 

ACESSE AQUI:

http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol125.pdf

 

(Informação de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]])

 

 

Site da Federação Espírita Brasileira

Brasília, DF

 

Clique aqui:
https://www.febnet.org.br/portal/

 

 

 

VOCÊ SABIA? SECRETOS PENSAMENTOS

Clique aqui:

https://www.febnet.org.br/portal/2026/02/04/voce-sabia-secretos-pensamentos/

 

 

 

FEESP- Federação Espírita do Estado de São Paulo

São Paulo, Capital

Clique aqui:
https://www.feesp.com.br/

 

 

 

USE- União das Sociedades Espírita do Estado de São Paulo

São Paulo Capital

 

Clique aqui:

https://usesp.org.br/

 

 

 

Abrigo Ismael

Araçatuba, SP

Quer ajudar o Abrigo e não sabe como?

Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!

 

(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)

 

 

 

Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti –

O Pensamento” - Vol 1

 

Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1

Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. 

https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento

WhatsApp- Editora

14 99164-6875

 

 

 

(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]])

             



 

 

Vicente Montepoliciano do Nascimento Júnior

(24-01-1880 / 04-02-1958)

 

vicente_montepoliciano

 

Nascido em 24 de janeiro de 1880, em Guaratuba, Paraná, desencarnou em 4 de fevereiro de 1958, em Curitiba, Capital do Estado do Paraná. Ainda jovem e com grandes pendores literários foi um dos fundadores da Federação Espírita do Paraná, representando, ao mesmo tempo, os Grupos Espíritas Allan Kardec e Luz nas Trevas, da cidade de Antonina.

 

Participou, como Vice-Presidente, da Diretoria Provisória, eleita ao ensejo da fundação da Federativa. Sempre em atividade, integrou a Comissão fiscal em 1906. Foi eleito Presidente em 20 de janeiro de 1907,  reeleito em dezembro do mesmo ano. De 1908 a 8 de janeiro de 1911, foi Secretário Geral e, em 1912 e 1913, eleito e reeleito Presidente.

 

Autor de um trabalho enviado ao Congresso alemão sobre mediunidade, foi um dos preparadores e participantes do Congresso Espírita reunido em Ponta Grossa, em 1915. Exerceu, também o cargo de Secretário Geral, de 17 de janeiro de 1915 a 14 de janeiro de 1917. Permaneceu no Conselho até 13 de julho de 1919 e sua última presença na Secretaria Geral foi em 1921.

 

Sua vida pública foi intensa e, entre outras funções de relevo, exerceu o cargo de Prefeito de Paranaguá.

 

Durante o longo período em que pertenceu aos quadros da Federação, especialmente como Secretário, muito realizou em favor da Causa Espírita.

 

Teve grande projeção no meio jornalístico paranaense e foi um gigante das letras nas colaborações que prestou durante sua existência.

 

Em 4.7.2013.


*   *   *

 

A revista trimestral do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, nº 13, de 1958, com trinta e seis páginas, foi toda dedicada a homenagear Vicente Nascimento Júnior, como era mais conhecido. Dessa revista foi retirada a seguinte biografia:

 

Vicente Nascimento Júnior

 

Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Paranaguá, da Academia Paranaense de Letras, do Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico do Paraná, do Centro de Letras e da Academia José de Alencar.

 

Vicente Nascimento Júnior, nascido na vila de São Luís de Guaratuba, mas criado e educado em Paranaguá. Nasceu a 24 de janeiro de 1880, filho do casal Vicente M. Nascimento e Maria Júlia da Silva Nascimento.

 

Faleceu em Curitiba a 4 de fevereiro de 1958. Frequentou escolas primárias: a da sua progenitora e a do Professor Alfredo Alves da Silva, onde prestou exames finais.

 

Começou a vida prática no comércio, inclusive na Capital do Estado, passando depois a exercer a sua atividade jornalística no Diário da Tarde, na A República, Tribuna (Redator Secretário) e Comércio do Paraná (como diretor). Iniciando sua vida pública, serviu como oficial de gabinete do Secretário da Agricultura. Mudando sua residência para Antonina, serviu como Secretário da Prefeitura e da Câmara e, nessa cidade, fundou seu primeiro jornal, O Município. Como funcionário estadual acompanhou a missão Yonosuke Yamada, que fundou a primeira colônia de japoneses em Cacatú, naquele município. Tendo alguns órgãos de imprensa combatido essa colonização, por julgarem inassimilável à sociedade brasileira, defendeu-a como fator de trabalho inteligente e produtivo, e sobre os aspectos etnográficos e sociológicos, logrando seus artigos serem reproduzidos numa revista de Tóquio, com a tiragem de um milhão de exemplares.

 

Retornando a Paranaguá, desempenhou cargos públicos municipais e integrou a redação do Diário do Comércio, por várias vezes. Ali fundou, com o Dr. Hugo Corrêa e Professor Manoel Viana, o Instituto Histórico e Geográfico de Paranaguá.

 

Por nomeação do Interventor Federal exerceu, em 1948, o cargo de Prefeito de Paranaguá, aposentando-se com trinta e três anos de grandes serviços ao Estado e municípios.

 

Sua produção literária foi vasta, estando dispersa em jornais, revistas e folhetos. Elevado a sócio honorário do Clube Literário, por serviços à cultura, do Rotary Clube de Paranaguá e de diversas outras instituições. De suas diversas publicações destacam-se Gabriel de Lara, estudando a individualidade desse bandeirante e 1º capitão-mor de Paranaguá e o drama histórico A conquista do Itiberê, em homenagem ao tricentésimo aniversário do município, em 1948.


*   *   *

Soneto dedicado a Vicente Nascimento Júnior, por Euclydes de Freitas Rocha, no início da década de 1950.

 

Nascimento Júnior

 

Quem o vê, assim, roupa em desalinho,

à cabeça inclinada um chapéu posto

no mais extravagante e arcaico gosto,

nem olha ao passo firme do velhinho

 

Seguindo, indiferente, o seu caminho...

No alquebrado e moreno e esguio rosto,

infinito saber na ideia exposto,

o indica um sábio, cujo pergaminho

nas páginas da imprensa tem honrado,

através pensamento inigualado,

descrevendo a existência parnaguara!

 

E qual Fernando Amaro, ou Cleto, ou Lara,

simbolizando a nossa excelsa glória,

ele é a história da nossa própria História!...

 

 

(Copiado do site http://www.feparana.com.br/biografia.php?cod_biog=275

 

 DSC06653

Praça e Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso (1768). Guaratuba, PR. Foto Ismael Gobbo

Em Guaratuba nasceu Vicente Montepoliciano do Nascimento Júnior em 24-01-1880

DSC00102

Praia e  Morro do Cristo, em Guaratuba, PR   Foto Ismael Gobbo

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Marco comemorativo do tricentenário de fundação de Paranaguá.  Foto Ismael Gobbo

Vicente Montepoliciano do Nascimento Júnior residiu na cidade onde teve papel de destaque.

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Paranaguá, PR. Foto Ismael Gobbo

Federação Espírita do Paraná

Prédio antigo da Federação Espírita do Paraná. Curitiba, PR.

www.feparana.com.br

 

 

Amor Infinito

Senhas Cristãs

 

 

(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]])

 

 

 

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