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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, sábado, 07 de fevereiro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma for
ma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/FEVEREIRO/07-02-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 7 - 1864 |
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(Copiado do site Febnet) |
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O famoso médium Daniel Dunglas Home. Imagem BNF/Gallica. Imagem/fonte: http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b53050325z
Daniel Dunglas Home "O Senhor Daniel Dunglas Home nasceu em 15 de março de 1833, perto de Edimbourg (Escócia). Tem, pois, hoje, 24 anos (artigo escrito por Allan Kardec em fevereiro de 1858). Descende da antiga e nobre família dos Douglas da Escócia, outrora soberana. É um jovem de talhe mediano, louro, cuja fisionomia melancólica nada tem de excêntrico; é de compleição muito delicada, de costumes simples e suaves, de um caráter afável e benevolente sobre o qual o contato das grandezas não lançou nem arrogância e nem ostentação.
Leia mais: https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Daniel-Dunglas-Home.pdf
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Arcos de Constantino (E) e de Tito. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo
Leia: Arco de Constantino: https://pt.wikipedia.org/wiki/Arco_de_Constantino Arco de Tito: https://pt.wikipedia.org/wiki/Arco_de_Tito |
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Vista de Roma com o Panteão no centro. Foto Ismael Gobbo. |
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Panteão de Roma. Roma, Itália. Fotos: Ismael Gobbo.
Panteão. Roma. Obra encomendada por Marco Vipsânio Agripa durante o reinado do Imperador Augusto. Foi reedificado pelo Imperador Públio Élio Adriano que colocou a legenda/homenagem a Agripa encimando o famoso e melhor conservado moumento da antiguidade romana. Abrigava milhares de deuses. Fotos Ismael Gobbo
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Interior do Panteão. Roma, Itália. Óleo sobre tela de Giovanni Paolo Panini. Imagem/fonte: |
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Mapa da cidade de St-Jean d'Angely / Dolivet, del Dolivet, Charles (designer). Estilista |
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Porto de Bordéus (em francês Bordeaux). Óleo sobre tela por Claude-Joseph Vernet. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Vernet-port-Bordeaux.jpg
A cidade francesa de Bordeaux (Bordéus em português) teve papel muito destacado na história do Espiritismo nascente.
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Página do jornal La Vérité de 10 de abril de 1864. Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5811727k/f5.item |
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Capa da Revista: Anais do Espiritismo na Itália. 1883. Turim. Fonte: http://www.iapsop.com/archive/materials/annali_dello_spiritismo_in_italia/ |
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O Livro dos Médiuns, lançado por Allan Kardec em janeiro de 1861. |
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Pluralidade dos mundos habitados.Camille Flammarion Acesse a edição em francês aqui: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k246240/f5.image.texteImage |
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Camille Flammarion em seu observatório de Juvisy-sur-Orge (1880) Imagem/fonte: |
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Sessão espírita na casa de Camille Flammarion (França, 25-11-1898) Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Camille_Flammarion#/media/File:Eusapia-Palladino-levitation--table.jpg |
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Jornal L´Echo de Paris do dia 05-06-1925 de Paris anuncia a morte de Camille Flammarion ocorrida em 03-06-1925. |
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Funeral de Camille Flammarion (26-02-1842 / 03-06-1925) 6/6/25, observatório Juvisy, funeral de Camille Flammarion: [foto da imprensa] / [Agence Rol] Imagem/fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b53147823b.item |
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Túmulo de Allan Kardec no Cemitério Père Lachaise. Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
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Allan Kardec. Óleo sobre tela por Nair Camargo. Foto Ismael Gobbo. |
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O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira |
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CAPÍTULO XXIV ---------- Não ponhais a candeia debaixo do alqueire
– Candeia sob o alqueire. Por que Jesus fala por parábolas – Não procureis os gentios – Não são os que gozam de saúde que precisam de médico – Coragem da fé – Carregar sua cruz. Quem quiser salvar a vida, perdê-la-á
Candeia sob o alqueire. Por que Jesus fala por parábolas
(Continuação)
5. Se, pois, em sua previdente sabedoria, a Providência não revela as verdades senão gradualmente, sempre as desvenda à medida que a Humanidade está amadurecida para recebê-las. Ela as mantém de reserva, e não sob o alqueire. Os homens, porém, ao se apoderarem das verdades, quase sempre as ocultam do vulgo com o intento de o dominarem. São esses os que, verdadeiramente, colocam a luz debaixo do alqueire. É por isso que quase todas as religiões têm tido seus mistérios, cujo exame proíbem. Todavia, ao passo que essas religiões iam ficando para trás, a Ciência e a inteligência avançaram e romperam o véu misterioso. Havendo-se tornado adulto, o vulgo quis penetrar o fundo das coisas e eliminou de sua fé o que era contrário à observação. Não podem existir mistérios absolutos e Jesus está com a razão quando diz que nada há secreto que não venha a ser conhecido. Tudo o que se acha oculto será descoberto um dia e o que o homem não pode ainda compreender na Terra lhe será sucessivamente desvendado, em mundos mais adiantados, quando se houver purificado. Aqui na Terra ele ainda se encontra em pleno nevoeiro. 6. É de perguntar-se: que proveito o povo podia tirar dessa multidão de parábolas, cujo sentido lhe era oculto? Note-se bem que Jesus somente se exprimiu por parábolas sobre as partes de certo modo abstratas da sua Doutrina. Mas, tendo feito da caridade para com o próximo e da humildade condições básicas da salvação, tudo o que disse a esse respeito é inteiramente claro, explícito e sem ambiguidade. Assim devia ser, porque era a regra de conduta, regra que todos tinham de compreender para poderem observá-la. Era o essencial para a multidão ignorante, à qual Ele se limitava a dizer: “Eis o que é preciso fazer para ganhar o Reino dos céus”. Sobre as outras partes, Ele desenvolvia o seu pensamento apenas aos discípulos. Por serem eles mais adiantados, moral e intelectualmente, Jesus pôde iniciá-los no conhecimento de verdades mais abstratas. Foi por isso que Ele disse: Aos que já têm, ainda mais se dará. Cap. XVIII, item 15.) Entretanto, mesmo com os apóstolos, conservou-se impreciso acerca de muitos pontos, cuja completa compreensão ficava reservada aos tempos futuros. Foram esses pontos que deram margem às mais diversas interpretações, até que a Ciência, de um lado, e o Espiritismo, de outro, revelassem as novas Leis da Natureza, tornando compreensível o seu verdadeiro sentido. 7. Hoje, o Espiritismo projeta luz sobre uma porção de pontos obscuros. Entretanto, não a lança inconsideradamente. Em suas instruções, os Espíritos procedem com admirável prudência. Só abordam as diversas partes já conhecidas da Doutrina de modo gradual e sucessivo, deixando as outras partes para serem reveladas à medida que se for tornando oportuno fazê-las sair da obscuridade. Se a houvessem apresentado completa desde o início, ela só se teria mostrado acessível a reduzido número de pessoas; teria mesmo assustado as que não se achassem preparadas para recebê-lo, prejudicando assim a sua propagação. Se, pois, os Espíritos ainda não dizem tudo ostensivamente, não é porque haja na Doutrina mistérios reservados a alguns privilegiados, nem porque eles coloquem a candeia debaixo do alqueire, mas porque cada coisa tem de vir no momento oportuno. Os Espíritos deixam que cada ideia tenha tempo para amadurecer e propagar-se, antes que apresentem outra, a fim de que os acontecimentos tenham tempo de preparar a sua aceitação.
Próximo Não procureis os gentios \
(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira) |
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Jesus ensina o povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:
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Cena retratando Jesus e a transformação da água em vinho. Quadro em igreja de Caná, Israel. Foto Ismael Gobbo
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Jesus curando dez leprosos. Pintura de Gebhard Fugel. Imagem/fonte:
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São Lucas. Pintura de Simon Vouet. Imagem/fonte:
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O evangelista Mateus inspirado por um anjo. Óleo sobre tela por Rembrandt. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Authorship_of_the_Bible#/media/File:The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel.jpg
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Descrição: Português: "Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá." Êxodo 20:12 (Versão Almeida Corrigida Fiel), ilustração de um cartão bíblico publicado pela Providence Lithograph Company Data: 1896 Fonte: http://thebiblerevival.com/clipart/1896/exod20.jpg Autor: Providence Lithograph Company Outras versões: Arquivo:Honor Your Father and Your Mother.jpg. Clique aqui: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Honor_Your_Father_and_Your_Mother_(crop).jpg |
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Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com Nicodemos, um fariseu, falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8)
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Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard
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A lealdade ignorada |
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Uma das mais belas qualidades humanas é a lealdade. Quanta grandeza em saber reconhecer um benefício com gestos de fidelidade. Mas não é isso o que vemos sempre pelo mundo. Muito pelo contrário. O mais frequente é encontrarmos por toda parte o desamor como pagamento àqueles que estendem a mão em auxílio ao próximo. Quantas vezes vemos amizades e famílias desfeitas, boas lembranças esquecidas. Tudo em nome da deslealdade, que nada mais é do que uma forma de ingratidão. Assim, vale a pena refletirmos sobre a natureza do que é desleal. Quem agiria assim? Quem seria capaz de pagar um benefício com uma traição? E por que razão faria isso? Vamos responder por partes. Desleal costuma ser a maior parte da Humanidade em algum momento da vida. Dificílimo é encontrar alguém que sempre age corretamente, que pauta seus atos pela extrema correção, em todas as ocasiões. Por outro lado, as razões que levam à deslealdade são sempre baseadas no egoísmo. O egoísta não se preocupa com o bem-estar do outro. Para ele, seus interesses vêm em primeiro lugar. Por isso, o egoísta não se envergonha em atraiçoar aquele que lhe estendeu mão amiga. Movido por interesses financeiros, por orgulho ou vaidade, não hesita em dar as costas para um amigo ou um ser querido. E o que é alvo de um gesto de deslealdade o que deve fazer? Antes de tudo cabe não julgar. O desleal é alguém doente. Não um doente do corpo, mas um doente da alma, a quem nos cabe perdoar. Perdoar? Sim, perdoar. Costumamos afastar de nosso dia a dia a prática do perdão. Falamos tanto em perdão e enaltecemos seu valor na hora da provação. Mas, basta que alguém nos fira, para imediatamente esquecermos tudo o que costumamos falar sobre a necessidade de perdoar o próximo. É uma conveniência. Assim, diante da deslealdade, recordemos Jesus, que nos ensina a não resistir ao mal. É o Cristo que nos convida a pagar o mal com o bem, a oferecer a outra face, a perdoar constantemente. O valor do perdão é maior quanto mais grave é a deslealdade. Quando o desleal é uma alma querida, a quem sempre oferecemos o melhor em termos de amizade. Uma fórmula preciosa para esses instantes é recorrer à prece. A oração balsamiza a alma, acalma o coração, ilumina os dias. Se o coração do que é agredido está sereno, ele está liberto. E o outro? Ah, a questão não é mais entre um e outro. A questão é entre Deus e cada um de nós. O outro? A questão é entre ele e Deus. De nossa parte, devemos nos preocupar única e exclusivamente com a nossa consciência perante as Leis Divinas. Se estamos em paz, tudo está bem. Isto, acredite, é também um exercício de desapego. Não contabilizar benefícios faz parte da essência da verdadeira caridade. Se fizemos um bem a alguém, devemos fazê-lo por amor a Deus, pelo prazer de ser bom, pela alegria de ver os outros felizes. Fazer o bem simplesmente, sem esperar recompensa, sem aguardar retribuição. Foi isso o que Jesus nos ensinou. Pense nisso! Redação do Momento Espírita.
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1635&stat=0) |
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Jesus curando o cego perto de Jericó. Óleo no painel de Eustache Le Sueur. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus_curando_o_cego_perto_de_Jeric%C3%B3
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Episódio bíblico da Multiplicação dos pães e dos peixes. Óleo sobre tela de Juan de Flandes. Imagem/fonte:
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Jesus e os amigos |
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Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Caminho, Verdade e Vida. Lição nº 86. Página 187.
"Ninguém tem maior amor que este: de dar alguém a vida pelos seus amigos." - Jesus. (João, 15:13).
Na localização histórica do Cristo, impressiona-nos a realidade de sua imensa afeição pela Humanidade. Pelos homens, fez tudo o que era possível em renúncia e dedicação. Seus atos foram celebrados em assembléias de confraternização e de amor. A primeira manifestação de seu apostolado verificou-se na festa jubilosa de um lar. Fez companhia aos publicanos, sentiu sede da perfeita compreensão de seus discípulos. Era amigo fiel dos necessitados que se socorriam de suas virtudes imortais. Através das lições evangélicas, nota-se-lhe o esforço para ser entendido em sua infinita capacidade de amar. A última ceia representa uma paisagem completa de afetividade integral. Lava os pés aos discípulos, ora pela felicidade de cada um... Entretanto, ao primeiro embate com as forças destruidoras, experimenta o Mestre o supremo abandono. Em vão, seus olhos procuram a multidão dos afeiçoados, beneficiados e seguidores. Os leprosos e cegos curados por suas mãos haviam desaparecido. Judas entregou-o com um beijo. Simão, que lhe gozara a convivência doméstica, negou-o três vezes. João e Tiago dormiram no Horto. Os demais preferiram estacionar em acordos apressados com as acusações injustas. Mesmo depois da Ressurreição, Tomé exigiu-lhe sinais. Quando estiveres na "porta estreita", dilatando as conquistas da vida eterna, irás também só. Não aguarde os teus amigos. Não te compreenderiam; no entanto, não deixes de amá-los. São crianças. E toda a criança teme e exige muito.
(Texto recebido em email do divulgador Antonio Sávio, Belo Horizonte, MG) |
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“Bodas de Caná” em gigantesco quadro de Paolo Veronese. Museu do Louvre, Paris, França. Foto Ismael Gobbo.
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"Jesus chamando Zaqueu, o publicano, para entretê-lo em sua casa" . Óleo sobre tela de . William Brassey Hole Imagem copiada de
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A última ceia. Obra de Pascal-Adolphe-Jean Dagnan-Bouveret Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/File:BouveretLastSupper.jpg |
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Jesus lavando os pés dos discípulos. Óleo sobre tela de Jacopo Tintoretto Imagem: |
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Oração no horto por Giovanni Bellini. . Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Giovanni_Bellini_-_Orazione_nell%27orto.jpg |
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Judas recebendo trinta moedas de prata por trair Jesus . Óleo sobre tela de János Pentelei Molnár. 1909. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Thirty_pieces_of_silver
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Jesus crucificado. Óleo em painel por Eugène Delacroix. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Eug%C3%A8ne_Delacroix_Christ_on_the_Cross_(sketch)_1845.jpg
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A incredulidade de S. Tomé. Óleo sobre tela por Caravaggio. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Tom%C3%A9#/media/File:Caravaggio_-_The_Incredulity_of_Saint_Thomas.jpg |
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Palestra no Centro Espírita Allan Kardec Lucélia, SP |
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(Recebido em email de edson-luis Silva [[email protected]]) |
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Nota: Filme sobre Benedita Fernandes será exibido em São Paulo |
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O Centro Espírita Irmãos da Nova Era, localizado no bairro Santo Amaro, em São Paulo exibirá o filme “Benedita. Uma heroína invisível. O legado da superação”, produzido por Lalucci Filmes e dirigido por Sirlei Nogueira. Trata-se da primeira exibição após a desencarnação do diretor Sirlei. Dia 22/02/2026 – 16 horas; Endereço: Rua Gen. Roberto Alves de Carvalho Filho, 522 - Santo Amaro – São Paulo. (Informações para exibições do filme: [email protected])
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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Nota: Confraternização na Casa do Caminho |
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No final da tarde do dia 05 de fevereiro, houve um momento de confraternização da equipe mediúnica coordenada por Alcina Ribas, no jardim interno do Grupo Espírita Casa do Caminho, em São Paulo. Houve a comemoração de aniversários de participantes dessa equipe: Viviane, Elizabeth, Laura, Maria Luiza, Marcelly e Célia Pucci. Antes, nessa tarde houve a tradicional reunião pública, seguida das reuniões dos grupos mediúnicos. De: https://www.facebook.com/gloria.martinsmiranda
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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Correio Espírita - Jornal de fevereiro de 2026 |
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[919-JornalMundoMaior] AVE MARIA. |
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AVE MARIA. Ave Maria! Senhora Do amor que ampara e redime, Ai do mundo se não fora A vossa missão sublime!
Cheia de graça e bondade, É por vós que conhecemos A eterna revelação Da vida em seus dons supremos.
O Senhor sempre é convosco, Mensageira da ternura, Providência dos que choram Nas sombras da desventura.
Bendita sois vós, Rainha! Estrela da Humanidade, Rosa mística da fé, Lírio puro da humildade!
Entre as mulheres sois vós A Mãe das mães desvalidas, Nossa porta de esperança, E Anjo de nossas vidas!
Bendito o fruto imortal Da vossa missão de luz, Desde a paz da Manjedoura, Às dores, além da Cruz.
Assim seja para sempre, Oh! Divina Soberana, Refúgio dos que padecem Nas dores da luta humana.
Ave Maria! Senhora Do amor que ampara e redime, ai do mundo se não fora, A vossa missão sublime! Espírito Amaral Ornelas/Chico Xavier.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]]) |
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Pesquisa: Estudo sobre mediunidade ostensiva (2026) |
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Olá! Você já deve nos conhecer da Pesquisa Nacional Espírita (PNE), realizada desde 2015. Estamos com nova pesquisa neste ano. Se você é médium ostensivo, seu relato é muito importante. Estamos conduzindo o Estudo sobre Mediunidade 2026, que vai gerar indicadores e boas práticas para fortalecer o trabalho nas casas.
👉 Responda aqui: https://forms.gle/iapcM2F7abmgiHfA8 Se não for o seu caso, poderia, por gentileza, repassar a médiuns ostensivos do seu Centro? Agradecemos muito e ficamos à disposição para outras informações.
Abraço, Ivan Franzolim WhatsApp (11) 98156-0030 https://franzolim.blogspot.com/ [em nome da equipe de pesquisas da PNE]
Alguns dados iniciais. Principais mediunidades: Psicofonia (41%), Psicografia (17%), Vidência (12%), Desdobramento (8%), Audiência (7%), Cura sem cortes (6%), Efeitos Físicos (2%), Psicopictografia (1,5%); Sexo feminino (73%); Alimentação: Omnívoro - se alimenta de tudo (83%); Psicofonia: Consciente (54%), Inconsciente (1%), Semiconsciente (45%).
PMed 2026 - Resultados iniciais
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Casa Editora O Clarim Matão, SP |
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ACESSE AQUI: https://www.oclarim.com.br/vampiros-no-amor/p
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Campanha | Juntos pelo Esporte que Transforma |
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Email de Gepar [[email protected]] |
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ESTÁ DISPONÍVEL NA INTERNET O JORNAL “O IMORTAL” DE FEVEREIRO (se puder, divulgue) |
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Amigo(a) das lides espíritas: Leia a edição de fevereiro do jornal O IMORTAL, que traz, entre muitos assuntos, uma entrevista com a pedagoga Milena Barbosa Juliatti, de Jundiaí (SP) e uma reportagem sobre O Novo Centro Espírita, promovido pela Editora Correio Fraterno. O acesso ao jornal é livre e gratuito. Para acessar a edição, clique aqui: https://www.jornaloimortal.com.br/Home Muito obrigado pela divulgação que puder fazer em sua Casa Espírita e junto a amigos e familiares. Um forte abraço e ótima semana para todos os seus.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo |
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ACESSE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Jornal-Momento-Esp-fev-26_compressed.pdf
(Recebido em emails de [email protected] e de Leopoldo Zanardi) |
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Palestra na Sede da C.E. Maria Benta Jabaquara, São Paulo, capital |
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Programação de palestras Instituição Beneficente Nosso Lar fevereiro 2026. São Paulo, capital |
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Olá Ismael, espero que esteja bem. Segue em anexo a programação de palestras e do Café Cultural do mês de fevereiro de 2026.
Abraço fraterno, Clodoaldo de Lima Leite Presidente Voluntário da IBNL
Ajuda-te (Casimiro Cunha)
"...Caridade, gentileza, Auxílio, calma e perdão
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
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Lançamentos | Pestalozzi, educador da humanidade e Por que voltamos |
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ACESSE AQUI:
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Dezembro.2025 / Janeiro.2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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Edição 125 da Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG. Acesse abaixo: |
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ACESSE AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol125.pdf
(Informação de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
aqui:
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FEB ABRE INSCRIÇÕES PARA OS ESTUDOS DOUTRINÁRIOS NOS DIAS 7 E 8 DE FEVEREIRO Clique aqui: https://www.febnet.org.br/portal/2026/02/05/estudos-doutrinarios-feb-2026/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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CEERJ- Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, capital |
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Federação Espírita do Estado do Espírito Santo Vitória |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti – O Pensamento” - Vol 1 |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1 Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento WhatsApp- Editora 14 99164-6875
(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]]) |
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(06-02-1837 / 22-11-1897) |
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Júlio César Leal. Foi presidente da FEB Imagem/fonte: https://www.febnet.org.br/portal/2019/06/10/presidentes/
Júlio César Leal
(Copiado de https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Julio-Cesar-Leal.pdf) |
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Joaquim Carlos Travassos (1839/ 06-02-1915) |
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Os Travassos existem de norte a sul do Brasil, acreditando-se serem descendentes longínguos de três irmãos portugueses que, perseguidos durante a dominação espanhola, se refugiaram em terras brasileiras. Um destes irmãos localizou-se na Ilha Grande (Estado do Rio de Janeiro), e possivelmente é ele o tronco do qual muito mais tarde, após várias gerações, surgiria, em 1839, Joaquim Carlos Travassos, que nasceu no município de Angra dos Reis, na Fazenda da Longa (Ilha Grande) , de propriedade de seus pais, Cel. Pedro José Travassos e D. Emília Rita Travassos.
A família era composta de sete irmãos: quatro homens e três mulheres. Todos receberam boa educação, e Joaquim, ao término dos estudos preparatórios, ingressou na antiga Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, com cerca de dezessete anos. Estudou com afinco e dedicação as dezoito cadeiras do curso, e à 30 de Agosto de 1862 apresentava sua tese à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, sustentando-a com brilhantismo.
Aos 27 de Novembro de 1862, na presença de Suas Majestades Imperiais, conferia-se o grau de doutor aos novos doutorandos, entre ele o Dr. Joaquim Carlos Travassos.
Em 1862 ou 1863, contraía ele núpcias com Srta. Maria Antônia de Oliveira, que deu à luz duas filhas.
Aceitara as idéias espíritas numa época em que, de Kardec, só se achavam traduzidos para o português dois opúsculos: "O Espiritismo na sua expressão mais simples"e "Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita". Os livros básicos da Codificação eram estudados no próprio francês de origem, língua, aliás, que todas as pessoas cultas obrigatoriamente deviam saber. Antes de ser espírita, Travassos, de acordo naturalmente com a crença de seus pais, dizia-se católico. Entretanto, era, em verdade, um livre pensador, desprendido de dogmas e voltado para a Verdade, acrescentando que uma compreensão superior da vida o impedia de cair nas garras do fanatismo, seja religioso, científico ou político.
Não sabemos o motivo que o levara a ingressar no Espiritismo, mas foi pelo estudo ponderado das obras de Kardec e de outros autores, que ele, em pouco tempo, se tornou fervoroso adepto da Terceira Revelação. Tanto o francês quanto o inglês eram línguas que Travassos lia e traduzia com perfeição, e isto muito lhe facilitou o conhecimento da Doutrina.
Uniu-se a outros estudiosos dos fenômenos espíritas, formando-se um grupo de criteriosos e cultos observadores, grupo que coexistia com outros espalhados pelo País. Não havia ainda, no Rio de Janeiro, uma associação central que orientasse a propaganda e estabelecesse a união entre os poucos espíritas existentes. Somente a 2 de Agosto de 1873 se erigiu uma sociedade nesses moldes, a segunda em todo o território nacional, tomando o nome de " Grupo Espírita Confúcio ".
Sua primeira Diretoria, da qual o Dr. Joaquim Carlos Travassos fora secretário geral, ficou assim constituída : Dr. Siqueira Dias, presidente; Doutor da Silva Netto, vice-presidente; Sr. Eugênio Boulte, 2º secretário; Sr. Marcondes Pestana, 3º secretário Dr. Bittencourt Sampaio, Mme. Perret Collard e Mme. Rosa Molteno, membros do Conselho Fiscal.
Todos os adeptos cultos sentiam a necessidade urgente de serem traduzidos para o vernáculo as obras fundamentais de Kardec. O povo não conhecia o francês e a disseminação do Espiritismo encontrava, por isso mesmo, sérios embaraços. Além do mais, estavam surgindo vários grupos, onde os seus componentes mal conheciam os princípios mais elementares da Doutrina, tudo isto por falta de obras espíritas na língua nacional.
Travassos examinou todo este estado de coisas, e resolveu empreender a árdua tarefa de traduzir do francês as obras capitais de Allan Kardec.
Portanto, é a Travassos que o Brasil espirita deveu a primeira tradução das principais obras do Codificador, ou sejam: O Livro dos Espíritos, com o pseudônimo de Fortúnio, traduzido da 20ª edição francesa, sem data de publicação; O Livro dos Médiuns, em 1875, traduzido da 12ª edição francesa, sem o nome do tradutor; O Céu e o Inferno, em 1875, traduzido da 4ª edição francesa, sem o nome do tradutor; O Evangelho segundo o Espiritismo, em 1876, traduzido da 16ª edição francesa, sem o nome do tradutor.
A modéstia e a simplicidade de Travassos, qualidades que nos foram confirmadas por ilustre pessoa que com ele privou, impediram que o seu nome aparecesse. Todas essas quatro obras foram dadas à luz por intermédio da Editora B. L. Garnier, que igualmente, pelo muito que fez a prol da propaganda do Espiritismo pelo livro, merece a nossa admiração e o nosso reconhecimento.
Não foi tão somente a tradução das obras kardequianas a magna e importantíssima contribuição que Joaquim Carlos Travassos trouxe ao Espiritismo nascente no Brasil. A ele deve-se, também, o Doutor Adolfo Bezerra de Menezes. Logo que "O Livro dos Espíritos" saiu do prelo, o Dr. Travassos ofereceu ao seu grande amigo Bezerra, a quem sinceramente admirava, um exemplar da obra. E foi esta que atraiu o então ilustre político para a Doutrina Espírita.
Com o advento da República, Travassos foi eleito senador na primeira Legislatura do Estado do Rio de Janeiro. Os Anais do Senado desse Estado (1891) registram os fatos ocorridos durante o curto período de existência dessa Casa Legislativa. A 1ª sessão preparatória realizou-se em 27 de Julho de 1891, e a sessão de instalação ocorreu a 4 de Agosto do mesmo ano, sob a presidência do Senador Demerval da Fonseca. Travassos, na falta do Presidente, assumiu a presidência nas sessões de 28 de Julho e de 15 de Setembro, e por várias vezes atuou como 1º e 2º secretário.
Na sessão ordinária de 28 de Agosto de 1891, o nosso ilustre biografado apresenta um projeto de lei regulamentando a colonização e a imigração no Brasil, já declarando, naquele tempo, num longo e belo discurso, que a imigração é necessária, urgente, mas que seja posta em prática "sem empirismo e com todo o cuidado, a fim de que não venha a causar-nos maiores males futuros". Entra numa bem argumentada exposição no que diz respeito à seleção do imigrante colonizador, e o seu verbo se desdobra em páginas cheias de vibração e sabedoria, nelas revelando o coração de um brasileiro que pulsa com força e carinho pelos problemas nacionais.
Este bem elaborado trabalho recebeu elogios de um dos homens mais competente na matéria, naquela época: o Visconde de Taunay, então presidente da Sociedade de Imigração do Brasil.
Após a queda do marechal Deodoro da Fonseca, subiu à Presidência da República Floriano Peixoto, que depôs todos os governadores que aderiram ao golpe de 3 de Novembro de 1891. O governo Portella, do Estado do Rio, caiu e o Congresso fluminense foi extinto. Travassos, contrário ao procedimento do "Marechal de Ferro", abandonou a política, retirando-se à vida privada. Desde então dedicou todas as suas energias, com sinceridade e entusiasmo, aos estudos de pecuária e de agricultura, relacionando-os à economia do País, por compreender que o desenvolvimento do Brasil depende em larga escala da boa solução desses problemas. A última parte da vida de Travassos foi acidentada e cheia de percalços. Basta dizer que no Rio de Janeiro, em menos de quinze anos, residiu nas ruas de São Carlos, José Bonifácio, Frei Caneca, Benjamim Constant (junto à Igreja Positivista), e cremos que na Praça Niterói . Em 1913 mudou-se para a rua Correia Dutra, onde, à 1 hora e 35 minutos da madrugada do dia 6 de Fevereiro de 1915, desencarnava com a idade de 76 anos, vitimado pela arteriosclerose.
(Texto copiado de http://www.feparana.com.br/topico/?topico=659) |
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Dr. Joaquim Carlos Travassos. Tradutor das obras básicas do Espiritismo para o português, Joaquim Carlos Travassos presentou Dr. Bezerra de Menezes com um exemplar de O Livro dos Espíritos. Bezerra se tornaria um dos principais e mais conhecidos vultos do Espiritismo no Brasil. |
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Sede histórica da FEB. Rio de Janeiro. Foto Ismael Gobbo |
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Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (antigo prédio na Praia Vermelha) Imagem copiada de https://divulgandoadoutrinaespirita.wordpress.com/2015/02/ |
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Dr. Adolfo Bezerra de Menezes Óleo sobre tela de Nair Camargo. Foto Ismael Gobbo |
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Auta de Souza (12-09-1876 – 07-02-1901) |
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Auta de Souza (1876 – 1901) |
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Auta de Souza https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Auta_de_souza.jpg
Auta de Souza nasceu em Macaíba, pequena cidade do Rio Grande do Norte, em 12 de setembro de 1876; educou-se no colégio "São Vicente de Paula", em Pernambuco, sob a direção de religiosas francesas; e faleceu em 7 de fevereiro de 1901, na cidade de Natal. Uma biografia simples como os seus versos e o seu coração... Ela não conheceu os obstáculos que encheram de tormento a existência de Marcelline Desborde-Valmore. Desde muito cedo, porém, sentiu todo o horror da morte. Aos quatorze anos, quando lhe apareceram os primeiros sintomas do mal que a vitimou, não havia senão sombras em seu espírito; era já órfã de pai e mãe, tendo assistido ao espetáculo inesquecível do aniquilamento de um irmão devorado pelas chamas, numa noite de assombro. Assim, desde a infância, o destino lhe apareceu como um enigma sem a possibilidade de outra decifração que o luto. Salvaram-na do desespero a fé religiosa e o resignado exemplo da ignorada heroína para quem escreveu o soneto A minha Avó, publicado neste volume. Horto é, pois, a história de uma grande dor. Formou-o a autora recordando, sentindo, penando. Em casa, o luto sucessivo; no colégio, as litanias da Igreja; mais tarde, no campo, onde passou o melhor tempo da atormentada existência, a paisagem triste do sertão nos longos meses de seca, a compaixão. A primeira edição do Horto, publicada em 1900, esgotou-se em dois meses. O livro foi recebido com elogios pela melhor crítica do país; leram-no os intelectuais com avidez; mas a verdadeira consagração veio do povo, que se apoderou dele com devoto carinho, passando a repetir muitos de seus versos ao pé dos berços, nos lares pobres e, até, nas igrejas, sob a forma de "benditos" anônimos. Auta, sem pensar e sem querer, reproduzira a lápis, na chaise longue onde a prostrara a doença, as emoções mais íntimas de nossa gente: encontrará no próprio sofrimento a expressão exata do sofrimento alheio. E antes de finar-se ouviu da boca de centenas de infelizes muitos dos versos que traçara com os olhos lacrimosos, não raro para esquecer o desgosto de se sentir vencida em plena mocidade. Não teve cultura literária vasta. Recordando cenas da meninice, vejo-a neste momento, aos oito anos, curvada sobre as paginas da História de Carlos Magno, outrora muito popular nas fazendas do Norte, livro cheio de façanhas inverossímeis, sem medida, sem arte, escrito no pior dos estilos, - mas delicioso para quem o conheceu na infância. Lia-o Auta no campo, os olhos ingenuamente maravilhados, para o mais ingênuo dos auditórios, composto de mulheres do povo e de velhos escravos, todos filhos d'esse formoso sertão que exerceu em seu espírito tão salutar influência Depois, chegou a vez das Primaveras, de Casimiro de Abreu. Um pouco mais tarde, no colégio, não leu outra cousa que os compêndios de estudo e as obras de prêmio, de feição religiosa e sentimental. Nesse tempo, o seu livro predileto foi um romance profundamente triste, Tebsima, episódio lendário da primeira Cruzada. Ao sair do internato, onde aprendera bem as línguas francesa e inglesa e adquirira boas noções de música e de desenho, começou a ler alguns autores brasileiros, especialmente Gonçalves Dias e Luiz Murat. Estes dois grandes sonhadores, porém, não tiveram ação decisiva sobre seu espírito. Não sei mesmo como ela, que detestava a feitura clássica de certos estilos, podia ler com satisfação crescente o poeta dos Tymbiras. Nunca me explicou também o motivo por que os versos tumultuosos de Luiz Murat constituíam verdadeiro encanto para a sua alma tão meiga, tão cheia de religiosa ternura. Nos últimos anos, as horas que podia dispensar ao convívio dos autores, consagrava-as aos místicos, a Th. de Kempis, a Lamartine, a S. Theresa de Jesus. A estes, associava Marco Aurélio, cujos Pensamentos muito concorreram para aumentar a tolerância e a simpatia com que encarava os seres e as cousas. Tal é a história da sua formação intelectual. Pode-se, entretanto, dizer sem exagero que o sofrimento foi o seu melhor guia. A influência das Irmãs de "São Vicente "Não vês? Minh'alma é como a pena branca 0"Que o vento amigo da poeira arranca '"E vai com ela assim, de ramo em ramo, "Para um ninho gentil de gaturamo... "Leva-me, ó coração, como esta pena "De dor em dor até à paz serena." A tormenta se desfizera ao pé do túmulo; e do naufrágio em que se abismou esta singular existência, resta o Horto, livro de uma santa." HENRIQUE CASTRICIANO Paris, 4 de Agosto de 1910. Extraida da 3ª edição do livro HORTO, 1936) Auta de Souza (do livro Auta de Souza) Nasceu em Macaíba, então Arraial, depois cidade do Rio Grande do Norte a 12 de setembro de 1876, era magrinha, calada, de pele clara, um moreno doce à vista como veludo ao tato. Era filha de ELOI CASTRICIANO DE SOUZA, desencarnado aos 38 anos de idade e de Dona HENRIQUETA RODRIGUES DE SOUZA, desencarnada aos 27 anos, ambos tuberculosos. Antes dela ter completado 3 anos ficou órfã de mãe e aos 4 anos de pai. A sua existência, na terra foi assinalada por sofrimentos acerbos. Muito cedo conheceu a orfandade e ainda menina, aos dez anos, assistiu a morte de seu querido irmão IRINEU LEÃO RODRIGUES DE SOUZA, vitimado pelo fogo produzido pela explosão de um lampião de querosene, na noite de 16 de fevereiro de 1887. Auta de Souza e seus quatro irmãos foram criados em Recife no velho sobrado do Arraial, na grande chácara, pela avó materna Dona SILVINA MARIA DA CONCEIÇÃO DE PAULA RODRIGUES, vulgarmente chamada Dindinha e seu esposo FRANCISCO DE PAULA RODRIGUES, que desencarnou quando Auta tinha 6 anos. Antes dos 12 anos, foi matriculada no Colégio São Vicente de Paulo, no bairro da Estância, onde recebeu carinhosa acolhida por parte das religiosas francesas que o dirigiam e lhe ofereceram primorosa educação: Literatura, Inglês, Música, Desenho e aprendeu a dominar também o Francês, o que lhe permitiu ler no original: Lamartine, Victor Hugo, chateubriand, Fénelon. De 1888 a 1890, a jovem Auta estuda, recita, verseja, ajuda as irmãs do Colégio, aprimora a beleza de sua fé, na leitura constante do Evangelho. Aos 14 anos, ainda no Educandário Estância, em 1890, manifestaram-se os primeiros sintomas da enfermidade que lhe roubou, em plena juventude, o viço e foi a causa de sua morte, ocorrida na madrugada de 7 de fevereiro de 1901 - Quinta-feira à uma hora e quinze minutos, na cidade de Natal, exatamente com 24 anos, 4 meses e 26 dias de idade. Os médicos nada puderam fazer e Dindinha retornou com todos para a terra Norte-Rio Grandense. Ei-los todos em Macaíba. Foi sepultada no cemitério do Alecrim e em 1906, seus restos mortais foram transladados para o jazigo da família, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Macaíba, sua terra natal. O forte sentimento religioso e mesmo a doença não impediram de ter uma vida absolutamente normal em sociedade. Era católica, mas não submissa ao clero. Ela não se macerou, não sarjou de cilícios a pele, não jejuou e jamais se enclastou. Era comunicativa, alegre, social. A religiosidade dela era profunda, sincera, medular, mas não ascética, mortificante, mística. Seu amor por Jesus Cristo, ao Anjo da Guarda, não a distanciaram de todos os sonhos das donzelas: Amor, lar, missão maternal. Com 16 anos, ao revelar o seu invulgar talento poético, enamorou-se do jovem Promotor Público de Macaíba, João Leopoldo da Silva Loureiro, com a duração apenas de um ano e poucos meses. Dotada de aguda sensibilidade e imaginação ardente dedicava ao namorado amor profundo, mas a tuberculose progredia e seus irmãos convenceram-na a renunciar. A separação foi cruel, mas apenas para Auta. O Promotor não demonstrou a menor reação.... É verdade que gostava de ouvi-la nas festas caseiras a declamar com sua belíssima voz envolvente, aveludada e com ela dançar quadrilhas, polcas e valsas, mas não era o homem indicado para amar uma alma tão deli cada e sonhadora como Auta de Souza. Faltava-lhe o refinamento espiritual para perceber o sentimento que extravasava através dos olhos meigos da grande Poetisa. Essa sucessão de golpes dolorosos, marcou profundamente sua alma de mulher, caracterizada por uma pureza cristalina, uma fé ardente e um profundo sentimento de compaixão pelos humildes, cuja miséria tanto a comovia. Era vista lendo para as crianças pobres, para humildes mulheres do povo ou velhos escravos, as páginas simples e ingênuas da "História de Carlos Mágno", brochura que corria os sertões, escrita ao gosto popular da época. A orfandade da Poetisa ainda criança, o desencarne trágico de seu irmão, a moléstia contagiosa e a frustração no amor, esses quatro fatores amalgamados à forte religiosidade de Auta, levaram-na a compor uma obra poética singular na História da Literatura Brasileira "Horto", seu único livro, é um cântico de dor, mas, também, de fé cristã. A primeira edição do Horto saiu do prelo em 20 de Junho de 1900. O sofrimento veio burilar a sua inata sensibilidade, que transbordou em versos comovidos e ternos, ora ardentes, ora tristes, lavrados à sombra da enfermidade, no cenário desolador do sertão de sua terra. Em 14 de novembro de 1936, houve a instalação da Academia Norte-Rio Grandense de Letras, com a poltrona XX, dedicada a Auta de Souza. Livre do corpo, totalmente desgastado pela enfermidade, Auta de Souza, irradiando luz própria, lúcida e gloriosa alçou vôo em direção à Espiritualidade Maior. Mas a compaixão que sempre sentira pêlos sofredores fez com que a poetisa em companhia de outros Espíritos caridosos, visitasse, constantemente a crosta da terra. Foi através de Chico Xavier, que ela, pela primeira vez revelou sua identidade, transmitindo suas poesias enfeixadas em 1932, na primeira edição do "PARNASO DE ALÉM TÚMULO", lançado pela Federação Espírita Brasileira. Em sua existência física, Auta de Souza foi a AVE CATIVA que cantou seu anseio de liberdade; o coração resignado que buscou no Cristo o consolo das bemaventuranças prometidas aos aflitos da terra. Além do túmulo, é o pássaro liberto e feliz que, tornado ao ninho dos antigos infortúnios, vem trazer aos homens a mensagem de bondade e esperança, o apelo à FÉ e a CARIDADE, indicando o rumo certo para a conquista da verdadeira vida.
(Texto copiado de http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2016/02/Auta-de-Souza.pdf) |
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Auta de Souza |
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Avenida Jundiaí no cruzamento com a BR-304, na entrada de Macaíba - Rio Grande do Norte, Brasil. Foto de: Marcos Elias de Oliveira Júnior. Copiada de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Avenida_Jundia%C3%AD_-_Maca%C3%ADba,_RN.JPG |
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