Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita

São Paulo, SP, terça-feira, 10 de março de 2026.

Compiladas por Ismael Gobbo

 

 

 

Notas

1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento.

2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes  diversas via e-mail  e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec.  Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.

 

3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).

 


 

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Publicação em sequência

Revista Espírita – Ano 7 - 1864

 

 

 

 

 

(Continua na próxima postagem)

 

 

 

(Copiado do site Febnet)

http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/JANEIRO/11-01-2018_arquivos/image010.jpg

Marcellin Jobard

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Marcellin_Jobard#/media/File:Portrait_JBAM_Jobard.jpg

 

Jean-Baptiste-Ambroise-Marcellin Jobard (17 de maio de 1792 - 27 de outubro de 1861) foi um litógrafo belga, fotógrafo e inventor de origem francesa. Fundador do primeiro estabelecimento litográfico belga significativo, primeiro fotógrafo na Bélgica, em 16 de setembro de 1839, diretor do Museu da Indústria de Bruxelas (Museu da Indústria de Bruxelas) de 1841 a 1861. (Wikipedia)

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2017/AGOSTO/11-08-2017_arquivos/image011.jpg

São João Evangelista em Patmos. Óleo sobre tela por Diego Velázquez

Imagem/fonte: 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Diego_Vel%C3%A1zquez_018_%28John_the_Evangelist_from_Patmos%29.jpg

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/MARCO/05-03-2019_arquivos/image012.jpg

Erasto de Paneas.

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Erasto_de_Paneas

ErastoOlimpasRodiãoSosípatroQuarto e Tércio.
c. 985, no Menológio de Basílio II.

 

Erasto (em grego : Ἔραστος , Erastos ), também conhecido como Erasto de Paneas , é uma pessoa no Novo Testamento . De acordo com a Epístola aos Romanos , Erasto era um administrador (em grego : οἰκονόμος , oikonomos ) em Corinto , um cargo político de alto status cívico. A palavra é definida como "o gerente do domicílio ou dos assuntos domésticos" ou, nesse contexto, "tesoureiro"; [1] A versão King James usa a tradução "chamberlain", enquanto a New International Versionusa "diretor de obras públicas". Uma pessoa chamada Erasto também é mencionada em 2 Timóteo e Atos , e essas menções são geralmente usadas para se referir à mesma pessoa.

De acordo com a tradição da Igreja Ortodoxa , Erasto está contado entre os Setenta Discípulos . Ele serviu como diácono e mordomo da Igreja em Jerusalém e depois de Paneas na Palestina. A Igreja lembra-se de São Erasto em 4 de janeiro entre os Setenta e em 10 de novembro.

Wikipédia

https://en.wikipedia.org/wiki/Erastus_of_Corinth

 

Restos arqueológicos do Templo de Pan escavado na rocha do Monte Hermon em  Banias. Israel. Foto Ismael Gobbo

Nas proximidades ficava a antiga cidade de Cesaréia de Filipe.

 

 

De acordo com a tradição da Igreja Ortodoxa , Erasto está contado entre os Setenta Discípulos . Ele serviu como diácono e mordomo da Igreja em Jerusalém e depois de Paneas na Palestina.

https://en.wikipedia.org/wiki/Erastus_of_Corinth

 

 

Banias (em árabe} pronuncia-se Panias) é um sítio arqueológico localizado no sopé do monte Hermon, nas colinas de Golã, a cerca de 150 km ao norte de Jerusalém e c. 60 km a sudoeste de Damasco. Ali havia uma cidade chamada, à época do Império RomanoCesareia de Filipe, situada junto às Fontes de Banias, uma das nascentes do rio Jordão.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Banias 

 

Uma das nascentes do Rio Jordão em Banias no Monte Hermon. Israel. Foto Ismael Gobbo

 

 

 

De acordo com a tradição da Igreja Ortodoxa , Erasto está contado entre os Setenta Discípulos . Ele serviu como diácono e mordomo da Igreja em Jerusalém e depois de Paneas na Palestina.

https://en.wikipedia.org/wiki/Erastus_of_Corinth

 

 

Banias (em árabe} pronuncia-se Panias) é um sítio arqueológico localizado no sopé do monte Hermon, nas colinas de Golã, a cerca de 150 km ao norte de Jerusalém e c. 60 km a sudoeste de Damasco. Ali havia uma cidade chamada, à época do Império RomanoCesareia de Filipe, situada junto às Fontes de Banias, uma das nascentes do rio Jordão.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Banias

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/NOVEMBRO/14-11-2019_arquivos/image015.jpg

Lamennais. [impressão] / H. Monnier; Montigneul, [gravador] Monnier, Henry 

Imagem/fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b10534540w.item

 

Depois da revolução de Julho de 1830, Lamennais, junto com Henri Dominique Lacordaire e Charles de Montalembert, além de um grupo entusiástico de escritores do Catolicismo Romano Liberal, fundou o jornal "L'Avenir". Neste periódico diário, defendia os princípios democráticos, a separação da Igreja do Estado, o que lhe criou embaraços tanto com a hierarquia eclesiástica francesa quanto com o governo do rei Luís Filipe de França.

Papa Gregório XVI desautorizou as opiniões de Lamennais na Encíclica "Mirari vos", em Agosto de 1831. Não houve uma citação específica a ele e nem a seu jornal, mas tão somente uma censura implícita a ambos. Inicialmente, Lamennais suspendeu a distribuição do jornal, submetendo-se; mais tarde deixou a Igreja e defendeu a própria posição na obra "Paroles d'un croyant" (Palavras de um crente), condenada explícitamente na Encíclica "Singulari nos", em Julho de 1834, sendo citados tanto o autor quanto a obra.

Incansável, ele se devotou à causa do povo, colocando sua pena a serviço do Republicanismo e do Socialismo. Escreveu obras como "O Livro do Povo" (1838), "Os afazeres de Roma" e "Esboço de uma Filosofia". Chegou a ser condenado à prisão mas, já em 1848 foi eleito para a Assembleia Nacional, aposentando-se em 1851.

Por ocasião de sua morte, não desejando se reconciliar com a Igreja, foi sepultado em uma cova de indigente.

Na obra O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, encontram-se mensagens atribuídas tanto a Lamennais quanto a Lacordaire. Também em O Livro dos Espíritos, obra espírita do mesmo autor, na questão 1009, pode-se encontrar uma mensagem atribuída a Lammenais.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lamennais

 

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/JANEIRO/11-01-2019_arquivos/image016.jpg

Paris vista do Cemitério Père Lachaise, à leste da cidade. Óleo sobre telapor  Louise-Joséphine Sarazin de Belmont

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Belmont_-_Paris_vu_des_hauteurs_du_P%C3%A8re_Lachaise.jpg

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/MAIO/20-05-2019_arquivos/image012.jpg

Página do jornal “Le Siècle” de 01-03-1854 noticiando a morte de Lamennais seu velório e enterro. Veja na segunda coluna “Nécrologie”..

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k7246967/f3.item.zoom

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/ABRIL/25-04-2019_arquivos/image074.jpg

François-Nicolas-Madeleine Morlot (1795-1862) foi um arcebispo católico francês de Paris

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fran%C3%A7ois-Nicolas-Madeleine_Morlot_-_Erzbischof_von_Paris.jpg

 

 

Biografia:

Nasceu já no final do chamado Período do Terror da Revolução Francesa e início do Diretório. Sua formação eclesiástica foi realizada no Seminário de Dijon. Sua ordenação presbiteral deu-se a 27 de maio de 1820, aos 24 anos, já sob o reinado de Luís XVIII.

Foi vigário da Catedral de Paris, vigário geral da Arquidiocese de Paris e cônego da catedral.

Foi indicado para ser bispo de Orléans no dia 10 de março de 1839, pelo rei Luís Filipe e confirmado pelo Papa Gregório XVI no dia 8 de julho do mesmo ano. Recebeu a ordenação episcopal no dia 18 de agosto de 1839, em Paris, pelas mãos de Alexis-Basile Menjaud, bispo de Nancy e Toul. Foi promovido à sé metropolitana de Tours em 27 de janeiro de 1843.

No pontificado de Pio IX foi criado Cardeal presbítero no consistório de 7 de março de 1853, recebendo o chapéu vermelho no dia 27 de junho de 1853, com o título dos Santos Nereu e Aquileu.

Sua eminência foi designado Arcebispo de Paris em 1857, sua entrada solene na Catedral de Paris deu-se a 25 de abril de 1857.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_Nicholas_Madeleine_Morlot

 

 

François-Nicolas-Madeleine Morlot (1795-1862) foi um arcebispo católico francês de Paris. Atuou na Catedral Notre-Dame.

É um dos partícipes da Codificação Kardequiana através de mensagens publicadas. Veja em O Evangelho Segundo o Espiritismo.

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/MAIO/07-05-2019_arquivos/image019.jpg

Catedral Notre Dame. Paris, Franca. Foto Ismael Gobbo

Vista de  Langres ( Haute-Marne , França). Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Langres

Em Langres nasceu François-Nicolas-Madeleine Morlot (1795-1862) foi um arcebispo católico francês de Paris

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Santo Agostinho. Óleo sobre tela de Antonio Rodríguez

Imagem/fonte:

 https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Antonio_Rodr%C3%ADguez_-_Saint_Augustine_-_Google_Art_Project.jpg

 

 

 

 

Agostinho de Hipona (em latimAurelius Augustinus Hipponensis[2]), conhecido universalmente como Santo Agostinho, foi um dos mais importantes teólogos e filósofos nos primeiros séculos do cristianismo,[3] cujas obras foram muito influentes no desenvolvimento do cristianismo e filosofia ocidental. Ele era o bispo de Hipona, uma cidade na província romana da África. Escrevendo na era patrística, ele é amplamente considerado como sendo o mais importante dos Padres da Igreja no ocidente. Suas obras-primas são De Civitate Dei ("A Cidade de Deus") e "Confissões", ambas ainda muito estudadas atualmente.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Agostinho_de_Hipona

 

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Estátua de S. João Maria Vianney, O Cura d’Ars. Catedral de Montevidéu, Uruguai.

Foto Ismael Gobbo

 

João Batista Maria Vianney (DardillyRódano8 de maio de 1786 — Ars-sur-Formans4 de agosto de 1859) foi um sacerdote francês, canonizado pela Igreja Católica.[1] Foi nomeado padroeiro dos Párocos em 23 de abril de 1928.[2] Também é conhecido como o Santo Cura de Ars.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Batista_Maria_Vianney

Dardilly, França, cidade onde nasceu S. João Maria Vianney, O Cura d’Ars.

Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Dardilly_-_Vue_d%27ensemble.jpg

http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/OUTUBRO/27-10-2018_arquivos/image008.jpg

Delphine de Girardin

Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/fa/Louis_Hersent_-_Delphine_de_Girardin.jpg

 

 

 

Delphine de Girardin

Ela nasceu em Aachen e batizou Delphine Gay . Sua mãe, a conhecida Madame Sophie Gay , criou-a no meio de uma brilhante sociedade literária. Sua prima era a escritora Hortense Allart . [1] Gay publicou dois volumes de miscelânea, Essais poetiques (1824) e Nouveaux Essais poétiques (1825). Uma visita à Itália em 1827, durante a qual ela foi entusiasticamente recebida pelos letrados de Roma e até coroada na capital, produziu vários poemas, dos quais o mais ambicioso foi Napoline (1833).

O casamento de Delphine em 1831 com Émile de Girardin abriu uma nova carreira literária. Os esboços contemporâneos que ela contribuiu de 1836 a 1839 para o La Presse , sob o nome de pluma de Charles de Launay , foram coletados sob o título de Lettres parisiennes (1843) e obtiveram um sucesso brilhante. Contes d'une ville fille a ses neveux (1832), La Canne de Monsieur de Balzac (1836) e Il ne faut pas jouer à la douleur (1853) estão entre os mais conhecidos de seus romances; e suas peças dramáticas em prosa e verso incluem L'École des journalistes (1840), Judith (1843),Cléopâtre (1847), Lady Tartuffe (1853), e as comédias de um ato, C'est la faute du mari (1851), La Joie fait peur (1854), Le Chapeau d'un horloger (1854) e Une Femme qui deteste filho mari , que não apareceu até depois da morte do autor, que ocorreu em Paris.

Madame Girardin exerceu considerável influência pessoal na sociedade literária contemporânea, e em sua sala de visitas encontravam-se frequentemente Théophile Gautier , Honoré de Balzac , Alfred de Musset e Victor Hugo . Seus trabalhos coletados foram publicados em seis volumes (1860-1861).

https://en.wikipedia.org/wiki/Delphine_de_Girardin

 

Delphine de Girardin foi uma contemporânea em vida de Allan Kardec e que,  depois

de desencarnada,   ditou  mensagens  através  de médiuns   que  foram     inseridas na

Revista Espírita, em O Livro dos Médiuns e em O Evangelho Segundo o Espiritismo.

http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/OUTUBRO/27-10-2018_arquivos/image009.jpg

Jornal “La Presse” de 01-07-1855 homenageia  Delphine de Girardin por ocasião de sua morte ocorrida no dia 29-06-1855.

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k4769982.item

http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/MAIO/11-05-2018_arquivos/image009.jpg

Mesmer e seus discípulos Joseph Philippe François Deleuze et Armand Marie Jacques de Chastenet de Puységur

Imagem/fonte:

 https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b9/Mesmer%2C_de_Puys%C3%A9gur_et_Deleuze.JPG

 

Franz Anton MesmerFriedrich Mesmer porém mais conhecido por Franz Mesmer ( /ˈmɛzmər/;[1] alemão: [ˈmɛsmɐ] Iznang23 de maio de 1734 — Meersburg5 de março de 1815) foi um médico suábio, linguista, advogadomúsico e fundador da teoria do magnetismo animal chamada Mesmerismo[2]. Devido às suas alegações parapsicológicas e outras consideradas pseudocientíficas [3] foi definido por alguns, um charlatão,[4][5][6][7][8][9] e ao mesmo tempo foi relatado como o percursor do primeiro movimento em larga escala a trazer atenção para o desenvolvimento do mundo acadêmico ocidental para os fenômenos paranormais[10][11] sendo assim muito respeitado por outros [12][13] .

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Anton_Mesmer

Detalhe da coluna mágica de Peter Lenk em Meersburg. Mostra o magnetizador Franz Anton Mesmer

em uma gaiola esférica com seus maiores oponentes.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Meersburg_-_Magische_S%C3%A4ule_010.jpg

Sepultura de Mesmer, no cemitério em Meersburg, Alemanha.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Franz_Anton_Mesmers_Grabstein_01_Gesamt.jpg

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Dólmen de Allan Kardec. O mais visitado e mais florido túmulo do Cemitério Pére Lachaise, em Paris, França.

Foto Ismael Gobbo

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Busto de Allan Kardec em seu túmulo no Cemitério Pére Lachaise. Paris, França. Foto Ismael Gobbo

 

 

O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEBFederação Espírita Brasileira

 

 

CAPÍTULO XXVIII

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Coletânea de preces espíritas

 

 

–  Preâmbulo –  Preces gerais – Preces para si mesmo  – Preces pelos outros

– Preces pelos que já não são da Terra – Preces pelos doentes e obsidiados

 

I- Preces gerais

Oração dominical

 

 

      VI. VI. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. 30

      Dá-nos, Senhor, a força de resistir à sugestão dos Espíritos maus, que tentem desviar-nos do caminho do bem, inspirando-nos maus pensamentos.

       Nós mesmos, porém, somos Espíritos imperfeitos, encarnados na Terra para expiar nossas faltas e melhorar-nos. A causa primeira do mal está em nós mesmos e os Espíritos maus apenas aproveitam os nossos pendores viciosos, nos quais nos entretêm para nos tentarem.

      Cada imperfeição é uma porta aberta à influência deles, ao passo que são impotentes e renunciam a toda tentação contra os seres perfeitos. Tudo o que possamos fazer para os afastar é inútil, se não lhes opusermos inabalável vontade no bem e absoluta renúncia ao mal. Portanto, é contra nós mesmos que precisamos dirigir os nossos esforços; só então os Espíritos maus naturalmente se afastarão, porque é o mal que os atrai, ao passo que o bem os repele. (Veja-se adiante: “Preces pelos obsidiados”.)

     Senhor, ampara-nos em nossa fraqueza; inspira-nos pela voz dos nossos anjos da guarda e pelos Espíritos bons, a vontade de nos corrigirmos de nossas imperfeições, a fim de fecharmos aos Espíritos impuros o acesso à nossa alma. (Veja-se adiante o item 11.)

     O mal não é obra tua. Senhor, porque a fonte de todo bem nada de mal pode gerar. Somos nós mesmos que criamos o mal, infringindo as tuas leis e pelo mau uso que fazemos da liberdade que nos concedeste. Quando os homens observarem tuas leis, o mal desaparecerá da Terra, como já desapareceu dos mundos mais adiantados.

     O mal não é uma necessidade fatal para ninguém e só parece irresistível aos que nele se comprazem. Se temos vontade de fazê-lo, também podemos ter a de praticar o bem. Por isso, ó meu Deus, pedimos a tua assistência e a dos Espíritos bons, a fim de resistirmos à tentação.

     VII. Assim seja.  

     Que seja da tua vontade, Senhor, que os nossos desejos se realizem!  Mas nos inclinamos diante da tua sabedoria infinita. Que em todas as coisas que nos escapam à compreensão se faça a tua santa vontade, e não a nossa, pois somente queres o nosso bem e sabes melhor do que nós o que nos convém.

     Dirigimos-te esta prece, ó Deus, por nós mesmos e também por todas as almas sofredoras, encarnadas ou desencarnadas, pelos nossos amigos  e inimigos, por todos os que reclamam a nossa assistência e, em particular, por N...

     Para todos suplicamos a tua misericórdia e a tua bênção.

     Nota- Aqui, podem formular-se os agradecimentos que se queiram dirigar a Deus e o que se deseja   

     pedir para si mesmo ou para outrem. (Vejam-se, adiante, as preces dos itens 26 e 27.)

          

    30 Nota de Allan Kardec: Algumas traduções dizem: Não nos induzas à tentação (et ne nos inducas in tentationem).  Essa expressão daria a entender que a tentação vem de Deus, que Ele, voluntariamente, impele os homens ao mal, ideia blasfematória que igualaria Deus a satanás, e que, portanto, não poderia estar na mente de Jesus. É, aliás, conforme à doutrina vulgar sobre o papel dos demônios. (Veja-se O céu e o inferno,  Primeira parte, cap. IX, Os demônios.).

Próximo

Reuniões espíritas

 

(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira)

 

Autor Josef August Untersberger (1864–1933) wikidata:Q1231330 Tipo de objeto pintura Descrição Cristo no Monte das Oliveiras. Técnica pintura Notas Josef Untersberger, artista austríaco costuma assinar suas pinturas como Giovanni. Fonte/fotógrafo próprio scan, 27/08/2013 19:45:55.

Imagem/fonte: https://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:Christ_on_the_Mount_of_Olives_by_Giovanni.jpg

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjY_HDoegehISMfSw4DYrcMCAm349QMNQPK_ZgXe3KHD8BlXmVStObEFEUAJckg4mJpM41_1dPOuR6qHV77gi2c0FpOCdhyphenhyphenC_ObzCIcJX4toWjsvXI1JIa8sba-Qn0TW7d86834J60u7ug7/

O Sermão da Montanha. Autor: Harold Copping.

Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Matthew_6:17

 

O evangelista Mateus

Rembrandt (1606–1669) wikidata:Q5598 s:en:Autor:Rembrandt Harmenszoon van Rijn q:en:Rembrandt imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título O evangelista Mateus e o anjo Pintura de tipo de objeto Edite isto no Wikidata Gênero arte religiosa Edite isto no Wikidata Pessoas retratadas Mateus, o Apóstolo Edite isto no Wikidata Data 1661 Óleo médio sobre tela Altura das dimensões: 96 cm (37,7 pol.); largura: 81 cm (31,8 pol.) Coleção Wikidata do Louvre-Lens:Q405543 (inventário).

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel.jpg

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/JUNHO/18-06-2019_arquivos/image012.jpg

Jesus orando no Getsêmani. Óleo de Heinrich Hofmann.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Christ_in_Gethsemane.jpg

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjTuTGDD_2RaNAaq2FJ1-EPKm1P_LlNg2BQqFac4fSHGwUVhxvsi6nVmgsF5rn7ETLsw15Z3oIzV2oGeUOimdJBuW61jNZjornCvw0RaYq-3EJAchnyU8ZSGbHDU9Tz5ikyvR38xjbeB9z2/

Apóstolo  Paulo. Óleo sobre tela de Jan Lievens. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jan_Lievens,_Painting_of_St_Paul,_ca._1627-29._Oil_on_canvas._Nationalmuseum_Sweden.jpg

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi3YCU4rYtTEXyH24SKT7nX-oyxGxV3NFE-ObEJR5OUmQ4KB1kDch0Tm8Q8qoeR7bAH95FcP1tO4qZe7AXPvw3kyhzV3OHYqkHK9FDzIH7LF76HyZDDAShASklLNdPjGv9wxUci0grGamZB/

Velha orando. Óleo sobre tela por Theophile M. Lybaert. 1915.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Theophile_Lybaert_-_Old_Flanders.jpeg

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOG0WVvZX143zm5BDBKiyoyp4SYnFck_EjCvR5KP7JrA2IBdI9rJ96a6CcsNqsxpjnShOduWNjv8yzlYQEvYSuTNk3_34GD8EI5CyZK_vXARt2sjW-9EXybp0fRWiccDG8Mi3WEfjnLDpW/

Prece do “Pai Nosso”. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/dc/Brooklyn_Museum_-_The_Lord%27s_Prayer_%28Le_Pater_Noster%29_-_James_Tissot.jpg

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNsJyqO-LVnW0b6wituU0_ydxTUUYsuOU6KqkfR3Rc7xybEN_th5OcGL11jJoQD3aVdz_1r4SxonNgoIBfuo-nzIUdUd9i5lfnP47LrNrtHaAQTRAO45-19Cv-rjEdvldr7kf7hKXlI0JG/

Jesus ensina o povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:

https://es.m.wikipedia.org/wiki/Archivo:Brooklyn_Museum_-_Jesus_Teaches_the_People_by_the_Sea_(J%C3%A9sus_enseigne_le_peuple_pr%C3%A8s_de_la_mer)_-_James_Tissot_-_overall.jpg

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEiveXv-msSfi2S2CEgB9NTGeWBwWQeqCsPCPaxN1H6CL4-OyGtSEWWgXgchMz0kR3vLEtZhGBstKEQyX3P6NlHumYIk96y8bTYBsFTF0w-LhNa46QImUu5P93Hdq_FDjmz_YiJOAHjUlv40KKD6oAId3zsVNs6nqKSbAH-QVZ6hpDOgW4u5JouuNoq6Vg

 

Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner.

Imagem/fonte:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg

 

No diálogo de Jesus com Nicodemos, um fariseu, falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8) 

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEitNI-Y-SGYiflNvx9PyT6LUCzhMv_CH3PZzemPKQA8DlUH-Dj8e9vdm8kxzXNIzec-CaJkesn7l0eoZqbyyCvJ6Tg5UEImay0xMzN2XG6NSK76SCDDQ62Ig5-Y1Tr0xDpVBY7YXSVggIJK8hlhXLgkLTAK27-UT5OKBkRqpXYkhJ7Z-7GsP3jwW0zAFg

Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik

Imagem/fonte:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/NOVEMBRO/06-11-2019_arquivos/image037.jpg

Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo

Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard

 

 

 

Não doeu nada

 

Pensando em sua morte, de maneira inspirada, escreveu uma poetisa brasileira:

Acho que morrer é assim:

Deus, me passa no pontilhão?

A pé ou no colo?

No colo.

Você fecha os olhos e quando abre já passou.

Não doeu nada.

*   *   *

Já pensamos, alguma vez, em como será o momento da nossa passagem?

Não gosto de pensar sobre isso! - Dizem uns.

Está muito longe ainda, sou jovem. - Falam outros.

Tenho medo de pensar, pois não sei, desconheço. - Afirmam ainda alguns.

A morte é um fenômeno natural. Podemos pensar como uma passagem sobre uma pequena ponte, um pontilhão, que apenas nos leva de um estado de vida para outro.

Do lado de cá, ficam as bagagens, as coisas, o nome, o corpo. Atravessamos nós e nossas conquistas, nossas memórias, nossos amores, nossos sonhos e tudo mais que diga respeito aos valores da alma.

Como se dará a passagem para cada um de nós?

Não há regras, pois tudo depende do estado espiritual de cada um.

Pode não doer nada? Pode sim. Tudo depende de como foi nossa história antes de chegar a esse momento.

Um excelente pesquisador e inquiridor francês, no século XIX, atreveu-se a entrevistar exatamente os habitantes desse outro mundo, o espiritual.

Indagando se seria dolorosa a separação da alma do corpo, recebeu a resposta de que o corpo quase sempre sofre mais durante a vida do que no momento da morte.

Inclusive, nos casos de morte natural, aquela que sobrevém pelo esgotamento dos órgãos, em consequência da idade, o homem deixa a vida sem o perceber. É uma lâmpada que se apaga por falta de óleo.

Talvez seja essa a sensação que a poetisa descreve, em seus versos de pura sensibilidade. A de saber que, quando abrirmos os olhos, já passou. Não doeu nada.

É possível que a separação da alma do corpo não seja instantânea. Poderá se alongar naqueles de vida bastante materialista e sensual.

Quanto mais tenhamos nos apegado à matéria, naturalmente será mais penoso nos desligarmos dela.

Assim, vemos a importância de nos prepararmos para o desligamento, para a partida.

Fundamental cultivar o desapego. Fundamental entender que tudo que temos não é nosso, mas nos foi emprestado.

Procurar entender que esse corpo que nos abrigou durante tanto tempo é uma vestimenta. Aprendemos a nos identificar com ele, chamá-lo de Eu.

Porém, lembremos de que o Eu é a essência e não a casca.

Desapegar das pessoas, no sentido de que não perderemos ninguém e ninguém nos perderá. Seguiremos caminhos distintos por um tempo, como numa viagem.

O amor não é perdido. As memórias não são perdidas. Tudo que construímos não se perde. Não nos preocupemos.

Se, mesmo assim, nesses momentos finais, bater aquela insegurança, oremos sinceramente, pedindo ajuda. Deus nos carrega no colo, quando precisamos.

Ele faz isso constantemente, sem percebermos. Com absoluta certeza, não nos deixará a sós, nesse momento tão importante da nossa partida.

Redação do Momento Espírita com base em trecho da
 obra 
Manuscritos de Felipa, de Adélia Prado, ed. Record,
 e na pt. 2, cap. 3, q. 154 de 
O Livro dos Espíritos, de
 Allan Kardec, ed. FEB.
Em 9.3.2026.

 

 

  (Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7591&stat=0)          

 

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiD34jI5EuaBHY8a31jfdBA5yd7eUZTArhdkSgjvu55ezqbuIzjR5A1DScC2rmIFGs8kQX1g4xPvpstaaADcox3XOQ4aXYstlfFYO4oKEdZGsrvpi0k4rpmc3dx6j1U0TtffbMldC-MBdcS/

Allan Kardec em óleo sobre tela de Nair Camargo- foto Ismael Gobbo.  O Livro dos Espíritos, lançado por Allan Kardec

aos 18 de abril de 1857, imagem Wikipédia.

 

 

Allan  Kardec, codificador do Espiritismo,   nasceu na cidade de Lião, França, em 3 de

outubro de  1804 e  desencarnou na  cidade de Paris, França, em 31 de março de 1869.

 

 

 

Mensagem ao semeador

 

Pelo Espírito Meimei.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Ideal Espírita. Lição nº 35. Página 92.

 

Semeador, despertaste aos clarões da aurora e começaste a semear...

A dura lavra exigia suor e, dia sobre dia, arroteaste o solo, calejando aos mãos, entre o orvalho da manhã e a luz das estrelas.

Diante do sacrifício, os mais amados largaram-te a convivência, sequiosos de reconforto...

Mas quando te viste a sós, sem ninguém que te quisesse as palavras, a natureza conversou contigo, em nome do Céu, e escutaste, surpreendido; as orações da semente, no instante de morrer abandonada para ser fiel à vida; ouviste as confidências das roseiras, escravizadas em gleba, cujas flores brilham nos salões, sem que lhes seja dado outro direito que não aquele de respirar, entre rudes espinhos; recolheste a história do trigo que te contou, ainda nos cachos de ouro, como seria triturado nos dentes agudos de implacáveis moinhos, a fim de servir na casa dos homens; e velhas árvores lascadas e sofredoras te fizeram sentir que Deus lhes havia ensinado, em silêncio, a protege r carinhosamente, as próprias mãos criminosas que lhes decepam os ramos...

Consolado e feliz, trabalhaste, semeador!

Um dia, porém, o campo surgiu engalanado de perfume e beleza e aparecem aqueles que te exigiram a colheita para a festa do mundo...

Choraste na separação das plantas queridas, entretanto, ninguém te viu as lágrimas escondidas entre as rugas do rosto.

Eras sozinho, perante as multidões que te disputavam os frutos e por não haver adestrado verbo primoroso de modo a defender-te, diante das assembléias, e porque a tua presença simples não oferecesse qualquer perspectiva de encanto social, os raros amigos de tua causa julgaram prudentes silenciar, envergonhados do rigor de tuas ásperas disciplinas e da pobreza de tua veste, mas Deus te impeliu à renovação e, conquanto despojado de teus bens mais humildes, procuraste outros climas e outras leiras, onde as tuas mãos quebrantadas e doloridas continuaram a semear...

Semeador dos terrenos do espírito, que te encaneceste na lavoura da luz, qual acontece ao cultivador paciente do solo, não te aflijas, nem desanimes...

Se tempestades sempre novas te vergastam a alma, continua semeando...

E, se banimentos e solidão devem constituir a herança transitória do teu destino, recorda o Divino Semeador que, embora piedoso e justo, preferiu a cruz por amor à verdade e prossegue semeando, mesmo assim, na certeza de que Deus te basta, porque tudo passa no mundo, menos Deus.

 

                  

(Texto recebido em email do pesquisador e  divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG)

http://www.noticiasespiritas.com.br/2021/ABRIL/17-04-2021_arquivos/image039.jpg

Estátua “O Semeador” (1896),  na Praça Rubén Darío, Buenos Aires, Argentina.

Obra do escultor belga Constantin-Emile Meunier. Foto Ismael Gobbo

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2021/ABRIL/17-04-2021_arquivos/image038.jpg

As respigadeiras. Óleo sobre tela por Léon Augustin Lhermitte.

Imagem/fonte:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:L%C3%A9on_Augustin_Lhermitte_-_Gleaning_Women_-_Google_Art_Project.jpg

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2016/MARCO/19-03-2016_arquivos/image018.jpg

Rosa. Cusco, Perú. Foto Ismael Gobbo

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2020/AGOSTO/13-08-2020_arquivos/image027.jpg

Ipê-amarelo. Foto Ismael Gobbo

 

Cristo na Cruz com a Madalena, a Virgem Maria e São João Evangelista Edite isso em Wikidata

Óleo sobre tela de Eustache Le Sueur. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Eustache_Le_Sueur_(1616-1655)_-_Christ_on_the_Cross_with_the_Magdalen,_the_Virgin_Mary_and_Saint_John_the_Evangelist_-_NG6548_-_National_Gallery.jpg

 

 

 

Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha

Portugal

 

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Exms Senhores OCS,

 

As nossas mais cordiais saudações.

 

1 - O Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, vai levar a cabo uma conferência subordinada ao tema  "Eu e os outros" que será proferida por José Felipe, no dia 13 de Março de 2026, 6ª feira, às 21h00, com entrada livre e gratuita.

Posteriormente, teremos a Fluidoterapia (passe espírita) e o atendimento em privado.

 

2 - Todas as palestras são colocadas no Youtube do CCE em http://bit.ly/29VcVMV e todas as actividades são gratuitas.

  

      

Cordialmente,

 

       CCE

 

 

Tel: 938 466 898; 966 377 204;

www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected]

www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha

www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/

 

 

(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]])

 

 

Interexistência no inédito “Entre vidas”

 

“Entre vidas – cá e lá” registra momentos e depoimentos do autor sobre uma dualidade entre a presente existência e o passado, enquadráveis no conceito de interexistência.

O autor Antonio Cesar Perri de Carvalho reside em São Paulo. Casado, professor titular aposentado e ex-Pró-Reitor da Universidade Estadual Paulista (UNESP).

Atua no movimento espírita desde 1964, foi presidente da FEB (Federação Espírita Brasileira) e da USE (União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo), foi membro da comissão executiva do CEI (Conselho Espírita Internacional).

Em São Paulo é colaborador do Grupo Espírita Casa do Caminho e do Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro.

No conjunto de fatos relatados, faz-se fundamentação em obras de Allan Kardec e psicográficas de Francisco Cândido Xavier sobre planejamento espiritual e influências dos Espíritos, e se relaciona experiência de vida com situações de interações entre as dimensões corpóreas e espirituais.

Comenta-se situações sugestivas de uma condição de ser interexistente. Os registros são ilustrados com percepções e informações espirituais hauridas em ações em instituições espíritas e inúmeras viagens a diversos países.

O livro é enriquecido com apresentações opinativas de lideranças espíritas com experiências nas áreas psíquica e espiritual: Vanessa Anseloni (Virgínia, EUA), Célio Trujillo Costa (Curitiba, PR) e Deusa Samú (São Paulo, SP).

Nessa nota da Casa Editora O Clarim informa-se que na pré-venda há um desconto exclusivo de 40%, com previsão de disponibilidade: 10/03/2026.

Link para informação e encomendas:

https://www.oclarim.com.br/entre-vidas-ca-e-la/p

 

(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX)

 

 

Emprego da riqueza na visão espiritual

 

O tema “emprego da riqueza” foi desenvolvido por Célia Maria Rey de Carvalho, ao comentar itens do Cap. 16 de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, na reunião pública matutina do dia 07 de março no Grupo Espírita Casa do Caminho, em São Paulo. A reunião foi coordenada por Rogério Ferraro. Esse Centro localizado na Vila Mariana, na capital paulista, mantém reuniões públicas e transmitidas pela internet, de 2ª a 6ª feira, às 14 e às 19 horas; aos sábados e domingos pela manhã.

Assista pelo link:

https://www.youtube.com/watch?v=ZyG0v-yhRFU&t=8s

(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX)

 

 

Casa Editora O Clarim

Pestalozzi, educador da humanidade

 

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(Informações em email de Casa Editora O Clarim [[email protected]])

 

 

APES : Programme d'Activités Spirites MARS 2026

APES: Programa de Atividades Espíritas - MARÇO DE 2026

Chère Madame, Chers Monsieur,

 

Le Centre Spirite APES, est une partie intégrante et statutaire de l'Association Parisienne d'Etudes Spirites - APES, se situant dans les orientations d'Allan Kardec inscrites dans ses oeuvres, et que forment le "corpus" de la Doctrine Spirite, a pour mission, d'une part étudier et diffuser ces orientations, et d'autre part, mettre en pratique cette étude pour apporter de l'Assistance Spirituelle à tous ceux qui la demandent par : l'accueil fraternelle, la prière, la passe spirite, la fluidification d'eau, réunions d'études spirites, les séances médiumniques, etc ...

Ces pratiques spirites sont réalisées sous l'orientation de l'Esprit guide du Centre Spirite APES et selon l'éthique spirite : de l'écoute, de la bonne volonté, de la gratuité, sans aucun jugement, avec amour et respect de l'autre.

Fidèles à notre engagement d’approfondir ensemble de ces enseignements du Spiritisme dans un esprit sérieux, de réflexion et de fraternité, nous avons le plaisir de vous inviter aux Réunions Publiques d'Etude et d'Assistance Spirituelle (RPEAS).

Ces réunions se réalisent en distanciel, via plateforme ZOOM WORKPLACE, une fois par semaine en alternance : une semaine le samedi après-midi de 15h à 17h, et la semaine suivante le vendredi soir de 20h à 22h, ainsi de suite.

Veuillez trouver en pièce jointe le programme d'activités spirites de MARS 2026

Pour assister les Réunions Publiques d'Etudes et d'Assistance Spirituelle (RPEAS) veuillez accéder les modalités de participation sur la page WEB de notre centre spirite APES : http://www.apes-asso.fr

Nous espérons que cette organisation expérimentale permettra à chacun de continuer à s’instruire, à échanger et à progresser dans la compréhension les principes, les concepts et l'éthique spirite, dans un climat de respect et d’élévation morale.

Pour plus d'information, contactez nous par téléphone 07 8209 7158 ou par mail : [email protected]

Nous vous remercions pour votre fidélité et votre soutien, et nous nous réjouissons de vous retrouver prochainement lors de ces prochaines réunions hebdomadaires d’étude spirite.

Fraternellement,

Anita Becquerel

Présidente de l'APES

A.P.E.S. - Association Parisienne d'Etudes Spirites - Association loi 1901
Spiritisme : Construire aujourd'hui l'Homme de demain.
Plus d'information par téléphone au 07 8209 7158 et
sur notre site internet
http://www.apes-asso.fr

TRADUZIDO PARA O PORTUGUÊS NO GOOGLE

Prezada Senhora, Prezado Senhor, O Centro Espírita APES é parte integrante e estatutária da Associação Parisiense de Estudos Espíritas (APES). Fundamentado nos ensinamentos de Allan Kardec, expressos em suas obras que formam o "corpus" da Doutrina Espírita, sua missão é dupla: em primeiro lugar, estudar e disseminar esses ensinamentos e, em segundo lugar, colocar esse estudo em prática, oferecendo Assistência Espiritual a todos que a solicitam por meio de: acolhimento fraterno, oração, espiritismo, purificação da água, encontros de estudo espírita, sessões de mediunidade, etc. Essas práticas espíritas são realizadas sob a guia do Espírito do Centro Espírita APES e de acordo com a ética espírita: escuta, benevolência, generosidade, sem julgamento e com amor e respeito ao próximo. Fiéis ao nosso compromisso de explorar juntos os ensinamentos do Espiritismo em um espírito de seriedade, reflexão e fraternidade, temos o prazer de convidá-los para nossos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS). Essas reuniões são realizadas online, através da plataforma ZOOM WORKPLACE, uma vez por semana, em horários alternados: uma semana no sábado à tarde, das 15h às 17h, e na semana seguinte na sexta-feira à noite, das 20h às 22h, e assim por diante. Segue em anexo a programação das atividades espíritas para março de 2026. Para participar dos Encontros Públicos de Estudo e Assistência Espiritual (RPEAS), acesse os detalhes de participação no site do nosso centro espírita, APES: http://www.apes-asso.fr Esperamos que esta organização experimental permita a todos continuar aprendendo, trocando ideias e progredindo na compreensão dos princípios, conceitos e ética espírita, em uma atmosfera de respeito e elevação moral. Para mais informações, entre em contato conosco pelo telefone +33 7 82 09 71 58 ou pelo e-mail: [email protected] Agradecemos sua fidelidade e apoio e esperamos vê-lo(a) em breve nestes próximos encontros semanais de estudo espírita. Fraternalmente, Anita Becquerel Presidente da APES A.P.E.S. - Associação Parisiense de Estudos Espíritas - Organização sem fins lucrativos (sob a lei francesa de 1901) Espiritismo: Construindo o Ser Humano do Amanhã Hoje. Mais informações pelo telefone +33 7 82 09 71 58 e em nosso site http://www.apes-asso.fr

(Recebido em email de Association Parisienne d'Etudes Spirites [[email protected]])

 

 

Casa Editora O Clarim

Matão, SP 

 

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[932-JornalMundoMaior] FELIZ DIA DAS MULHERES.

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MULHER.

 O seu ventre gera a vida,

Os seios dão alimento,

No colo a terna guarida,

Nos braços doce acalento...

 

Com a voz ensina a verdade,

Com as mãos aponta o caminho.

Seu coração de bondade

É pleno de santidade:

Santuário de carinho!

 

No rosto um sorriso aberto,

Um olhar pleno de luz

É um farol que conduz,

O rumo, o atalho mais certo.

 

No abraço, a terna acolhida,

O abrigo de toda hora...

A verdade, digo agora:

MULHER - és a própria vida!

 

E esse meu poema encerro,

Com um sentimento profundo

Acredite quem quiser:

Deus só deu sentido ao mundo

Depois que fez a Mulher!

Antônio Manuel Abreu Sardenberg.

 

Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale (   )apagar meu endereço.   

 

 

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(Recebido em email de

[email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]])

 

 

Jornal Momento Espírita. Edição de março de 2026.

Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP

 

ACESSE AQUI:

https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Jornal-Momento-Esp-Marco-26-oficial_compressed.pdf

 

 

 

 

(Recebido de Leopoldo Zanardi [[email protected]])

 

 

'O Advogado de Deus', estrelado

por Nicolas Prattes, ganha trailer oficial

‘O Advogado de Deus’, estrelado por Nicolas Prattes, ganha trailer oficial

Longa dirigido por Wagner de Assis stréia nos cinemas em 16 de abril

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Trailer oficial
Teaser

Acaba de ser divulgado o trailer oficial de O Advogado de Deus, novo filme do diretor Wagner de Assis, baseado no str-seller de Zíbia Gasparetto (autora de Ninguém é de Ninguém, também adaptado para o cinema) e Lucius, que stréia nos cinemas brasileiros em 16 de abril. Protagonizado por Nicolas Prattes, este drama de suspense espiritual tem como fio condutor a justiça – a dos homens e a de outros planos. Dirigido por Wagner de Assis (Nosso Lar 1 e 2), o longa reúne no elenco atores de diferentes gerações como Danilo Mesquita, Lorena Comparato, Leticia Braga, Lucas Letto, Beth Goulart, Augusto Madeira, Eucir de Souza, Henri Pagnoncelli e Gisele Fróes. Com produção da Cinética Filmes, coprodução da Sony Pictures International Productions e codistribuição da Sony Pictures e Film Connection, a obra narra uma história de amor e suspense, que envolve crimes do passado e do presente. Para conferir o trailer, clique aqui.

“Este filme traz uma concepção mais ampla de justiça ao propor a existência de outras vidas e realidades”, comenta o diretor Wagner de Assis. “E se a justiça dos homens falhar? Existe uma justiça divina?”, acrescenta.

Na história, Prattes interpreta Daniel, um advogado recém-formado que tem como objetivo de vida ajudar as pessoas. Ao lado de seu sócio e amigo de faculdade, Rubinho (Letto), ele se envolve em uma investigação para defender Alberto (Mesquita) em um caso que mescla um crime recente a desfechos mal resolvidos de uma vida passada. Em uma nova chance para corrigir problemas do passado, as vidas de Daniel e Alberto se interligam à de Lídia (Lorena Comparato) em busca de justiça, mesmo que tardia. 

“O Daniel é um advogado idealista e até cético. Mas, ao começar a ter intuições, sonhos premonitórios e reencontros com pessoas que fizeram parte de sua história no passado, ele passa por uma transformação e entra em uma batalha pessoal para fazer justiça, aqui na Terra mesmo”, completa Wagner. 

FICHA TÉCNICA:

Uma produção Cinética Filmes e Sony Pictures International Productions
Nicolas Prattes como Daniel
Danilo Mesquita como Alberto
Lorena Comparato como Lídia
Lucas Leto como Rubinho
Eucir de Souza como José Luiz Camargo
Leticia Braga como Lanira 
Henri Pagnoncelli como Antônio Camargo 
Gisele Froes como Alice de Almeida 
Augusto Madeira como Antônio de Almeida 
Helga Nemetik como Josefa 
Catarina Saibro como Juçara
Participação especial Beth Goulart como Maria Júlia Camargo
Direção de fotografia: Kika Cunha 
Som Direto: PC Azevedo 
Direção de arte: Clara Rocha 
Figurino: Pilar Salgado 
Produção de elenco: Viviane Avila 
Edição: Pedro Silveira 
Desenho de Som: PC Azevedo 
Trilha Sonora Original: Marcelo Manga 
Efeitos visuais: Zeca Esperança 
Produção executiva: Adriano Lírio 
Produção: Richard Ávila 
Produção, Roteiro e Direção: Wagner de Assis 

SINOPSE

Um drama cheio de suspense, romance e aquele olhar espiritual e sobrenatural é o gênero da história de O Advogado de Deus. A trama gira ao redor do jovem Daniel, recém-formado na faculdade de Direito, idealista, pragmático, em conflitos familiares por não concordar com a vida e os negócios do pai, o deputado federal Antonio. Ao lado do amigo desde a  faculdade, Rubinho, ele encontra no início de sua carreira uma causa que é muito mais do que apenas um processo jurídico: à sua frente, Daniel tem a possibilidade de atuar e interferir numa trama que diz respeito justamente à sua própria vida passada. Sem saber que terá que defender, nos interesses do novo cliente, o jovem Alberto, um inimigo de outra existência por conta de um triângulo amoroso que envolve a linda e desejada Lídia, ele começa a ter pesadelos recorrentes que o assustam, mas também abrem informações novas a respeito da possibilidade de vidas anteriores influenciarem no presente. A causa que Alberto vem buscar, uma usurpação de herança, envolve toda a família de Daniel e Lídia na esteira do tempo, com crimes passionais e destruição das famílias em fatos ocorridos há mais de 100 anos. Uma das mais afetadas é Maria Julia Camargo, mãe de Lidia, que traz do passado sofrimentos com o atual marido, o famoso médico Jose Luiz Camargo. É ela quem busca a ajuda de Daniel, ao lado da atuação do espírito do empresário Antonio Camargo. O desenrolar dos fatos mostra que Daniel vai precisar aprender a lidar com as leis humanas mas também com os códigos de leis divinas, que vão transformando-o durante a jornada e permitindo que os fatos trágicos de antes não se repitam. Só assim, ao advogar a partir dos novos conhecimentos espirituais, Daniel é o eixo que poderá libertar todos ao seu redor dos carmas adquiridos noutras existências. No fim, um novo tipo de defensor das leis nasce – decidido a trabalhar pelas leis da Terra, mas sem esquecer das leis de Deus. 

Sobre Wagner de Assis

Wagner de Assis, 53, carioca, é diretor, roteirista e produtor, jornalista e autor de livros. Responsável pelos longas A Cartomante, a série Nosso Lar 1 e 2, A Menina Índigo, Amor Assombrado, Kardec, Ninguém é de Ninguém, além os documentários Os Transgressores, Que Geração é essa?, A Face Oculta da Medicina, Rogai Por Nós. É autor da série para TV  ‘Rondon, o grande-chefe’ e colaborou na equipe de roteiristas das novelas como ‘Além do Tempo’ e ‘Espelho da Vida’, da TV Globo. É o responsável pela empresa Cinética Filmes, fundada em 1997.

Sobre a Cinética Filmes

A Cinética Filmes foi criada por Wagner de Assis em 1997. A produtora tem se destacado pela produção de filmes de longas-metragens e documentários. Dentre seus mais conhecidos projetos está a franquia NOSSO LAR, longas que alcançaram 4.060.000 espectadores em 2010 e 1.650.000 o segundo filme da série em 2024, marcando também a maior quinta-feira do cinema brasileiro da retomada e a 3ª maior bilheteria até o momento. A produtora também tem projetos em andamento como The Fox Sisters, em pós produção, e mais um filme da série Nosso Lar, além da franquia de Zibia Gasparetto. Amor Assombrado, A Menina Índigo, A Cartomante são outros longas desenvolvidos e produzidos pela empresa. 

Sobre a Sony Pictures

A Sony Pictures Entertainment (SPE) é uma subsidiária da Sony Corporation of America, uma subsidiária da japonesa Sony Corporation. As operações globais da SPE abrangem produção, aquisição e distribuição de filmes em cinema, home entertainment, televisão e mídias digitais; uma rede global de canais; operação de estúdio, desenvolvimento de novos produtos audiovisuais, serviços e tecnologias. Tudo isto representa a distribuição de entretenimento em mais de 140 países.
Com presença marcante no mercado nacional,  a Sony Pictures distribuiu  e/ou co-produziu no Brasil, 22 dos 25 filmes nacionais lançados na década de 90, momento da retomada. Em 2024, através do investimento em inúmeras produções, apostando em novos talentos e diferentes gêneros ao longo dos últimos anos, a Sony chega à marca de mais de 70 filmes nacionais distribuídos e/ou co-produzidos, entre eles: Deus é Brasileiro, O Auto da Compadecida, Carandiru, Cazuza, 2 Filhos de Francisco, Meu Nome Não é Johnny, Chico Xavier, Xingu, Tainá, Um Tio Quase Perfeito, Entre Irmãs, Kardec, Ninguém é de Ninguém, Vitória e o premiado Ainda Estou Aqui, primeiro filme brasileiro a ganhar o Oscar de Filme Internacional.

Sobre a Sony Pictures International Productions

A Sony Pictures International Productions é o braço de co-produção local da Sony Pictures, que lança mais de 30 filmes anualmente em 12 territórios pelo mundo.

Sobre a Film Connection Distribuidora

A Film Connection Distribuidora é uma empresa brasileira especializada na distribuição de longas-metragens nacionais, com atuação estratégica no circuito exibidor e em múltiplas janelas de exploração comercial. Com foco em inteligência de mercado e segmentação de público, a empresa desenvolve estratégias personalizadas de lançamento, incluindo definição de praças, número de cópias, posicionamento de campanha, coordenação de P&A e negociação com exibidores. Ao longo de sua trajetória, a Film Connection participou do lançamento de títulos que dialogam com diferentes nichos do público brasileiro, especialmente nas áreas de drama, espiritualidade e obras de temática social.

Entre todos os filmes distribuídos estão em destaque:

  • Casagrande, dirigido por Fellipe Barbosa, com trajetória destacada em festivais internacionais.
  • A Menina Índigo, dirigido por Wagner de Assis, com forte repercussão junto ao público espírita.
  • Chico Para Sempre, dirigido por Wagner de Assis, documentário biográfico voltado ao público espiritualista com excelente resultado em bilheteria.
  • Amor Assombrado, drama romântico lançado comercialmente no circuito nacional.

A distribuidora atua desde a estruturação do plano estratégico até a entrega técnica e comercial das obras. Com modelo de atuação baseado em parceria e transparência, a Film Connection reforça seu compromisso com o fortalecimento do cinema independente brasileiro e a ampliação do acesso do público a produções nacionais.

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(Recebido em email de Cinética Filmes [[email protected]])

 

 

Casa Editora O Clarim

Acesse abaixo:

 

Cultivamos uma vida digna?, e outros destaques da RIE de março

CLIQUE AQUI:

https://www.facebook.com/casaeditoraoclarim/?locale=pt_BR

 

 

 

Palestras Instituição Beneficente Nosso Lar- IBNL março 2026

Olá caro Ismael e amigos! Espero que todos estejam bem 😊

Encaminho em anexo a programação do Nosso Lar para o mês de março 2026.

Que seja um mês de construção e conquista da paz, de aprendizados e bons encontros para todos nós.

Abraço fraterno,

Clodoaldo de Lima Leite Presidente voluntário 

 


......."Examina os assuntos e as atitudes que a tua presença desperta nos outros. Com atenção, descobrirás a qualidade de tua sombra e, se te encontras interessado na aquisição de valores iluminativos com Jesus, será fácil descobrires as próprias deficiências e corrigi­las."

Livro Pão Nosso, espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.

 

 

 

 

 ☕ Café Cultural | Todo 1º Sábado do mês – Temas da Atualidade à Luz da Filosofia Espírita

✨ Tema: DEPENDÊNCIAS, BETS E AUTONOMIA NA ERA DIGITAL

Venha participar de uma manhã especial de roda de conversa, reflexão e convivência. Com café fresco, chá quentinho, bolo de fubá e outras delícias, vamos explorar como o mundo digital nos desafia com plataformas persuasivas, algoritmos e tendências como “Bets” - um tipo de dependência digital entre tantas outras - e como podemos lidar com elas de forma equilibrada, preservando nossa autonomia e escolhas.

📱 Como nossas emoções, hábitos e atenção são moldados por esse ambiente digital hiperconectado?

🌿 Que caminhos podemos trilhar para retomar controle sobre nosso tempo, decisões e bem-estar emocional, sem sermos reféns das distrações e armadilhas digitais?

Este é um encontro pensado com carinho para quem busca presença, reflexão e formas de viver com mais equilíbrio e liberdade na era digital.

🗓️ Quando? Sábado, 7 de março, 2026
⏰ Horário: 10h15
📍 Onde? Salão Fonte Viva (IBNL – Instituição Beneficente Nosso Lar – Praça Florence Nightingale, 79, Jardim da Glória | Vila Mariana)

Chegue, pegue sua xícara e sinta-se parte da roda.

(Se quiser trazer um bolo ou salgado, fique à vontade! ️)

 

 

 

 

 

 

 

(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]])

 

 

Folha Espírita Francisco Caixeta

Araxá, MG. Acesse abaixo:   

 

CLIQUE AQUI:

http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol126.pdf

 

 

 

 Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Fevereiro/2026

(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]])

 

 

52ª Campanha do canelone

Aliança Espírita Varas da Cideira. Araçatuba, SP   

 

 

🍝 52ª CAMPANHA DO CANELONE 🍝

Aliança Espírita Varas da Videira

Já pensou em saborear um canelone delicioso e ainda colaborar com uma causa do bem? 💛

Essa é a sua chance de unir solidariedade e sabor!

💰 Valor: R$ 50,00

💠 Chave Pix: 51.093.250/0001-54

📲 Faça o seu pedido:

Adriana: (18) 99686-2898

Inácia: (18) 99743-7329

🚚 Entrega:

🗓 Sábado, 21 de março

Das 11h30 às 13h

📍 Local:

CASA DA CARIDADE

Rua Péricles Pimentel Salgado, nº 1010 – BR Umuarama

 

(Informação de Casa da Caridade. Araçatuba, SP)

 

 

Site da Federação Espírita Brasileira

Brasília, DF

 

Clique aqui:
https://www.febnet.org.br/portal/

 

 

FEB DE PORTAS ABERTAS/ ESTUDO APROFUNDADO

DA DOUTRINA

Clique aqui:

https://www.febnet.org.br/portal/2026/03/09/feb-de-portas-abertas-estudo-aprofundado-da-doutrina/

 

 

FEP- Federação Espírita do Paraná

Curitiba

 

Clique aqui:
http://www.feparana.com.br/

 

 

 

 

 FEESP. Federação Espírita do Estado de São Paulo

São Paulo, capital

 

Clique aqui:
https://www.facebook.com/FEESPoficial/?locale=pt_BR

 

 

 

 

USE. União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo

São Paulo, capital

 

Clique aqui:

https://www.facebook.com/USESP/

 

 

 

Abrigo Ismael

Araçatuba, SP

Quer ajudar o Abrigo e não sabe como?

Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!

 

(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)

 

 

 

Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti –

O Pensamento” - Vol 1

 

Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1

Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. 

https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento

WhatsApp- Editora

14 99164-6875

 

 

 

(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]])

                                       

 

Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier

Boletim semanal – Ano XI. 2a semana de Março de 2026

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Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier

Boletim semanal – Ano XI

2a semana de Marçode 2026

 

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Associação Benedita Fernandes completa 94 anos; Do Cristianismo primitivo à Reforma; Casas espirituais e estados de alma; Relações no além túmulo e cuidados espirituais; Livro inédito em lançamento: Entre vidas. Cá e lá; Espiritismo pelo mundo em Centro de São Paulo; Amparo à gestação na visão espírita; Várias ações e divulgações na França; Tratamento de obsessões

 

Artigo:

- Associação Benedita Fernandes completa 94 anos:

https://grupochicoxavier.com.br/associacao-benedita-fernandes-completa-94-anos/

 

Estudo do Evangelho:

- Do Cristianismo primitivo à Reforma:

https://grupochicoxavier.com.br/do-cristianismo-primitivo-a-reforma/

 

- Casas espirituais e estados de alma:

https://grupochicoxavier.com.br/casas-espirituais-e-estados-de-alma/

 

- Relações no além túmulo e cuidados espirituais:

https://grupochicoxavier.com.br/relacoes-no-alem-tumulo-e-cuidados-espirituais/

https://www.youtube.com/live/2iW-oufeRR0

 

Notícias:

- Livro inédito em lançamento: Entre vidas. Cá e lá:

https://grupochicoxavier.com.br/livro-inedito-entre-vidas-ca-e-la/

 

- Espiritismo pelo mundo em Centro de São Paulo:

https://grupochicoxavier.com.br/espiritismo-pelo-mundo-em-centro-de-sao-paulo/

 

Vídeos:

- Amparo à gestação na visão espírita:

https://grupochicoxavier.com.br/amparo-a-gestacao-na-visao-espirita/

 

Bibliografia:

- Várias ações e divulgações na França:

https://grupochicoxavier.com.br/varias-acoes-e-divulgacoes-na-franca/

 

Mensagens:

- Tratamento de obsessões:

https://grupochicoxavier.com.br/tratamento-de-obsessoes/

 

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Veja o exemplo da fonte, que auxilia a todos, sem perguntar, e que nunca se detém até alcançar a grande comunhão com o oceano” – Meimei.

 

(Xavier, Francisco Candido. Pelo espírito Meimei. Pai nosso. Cap. 37, FEB)

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Com fraternal abraço,

Equipe GEECX

 

 

 

(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]  e do GEECX)

 

 

O Consolador. Revista Semanal de Divulgação Espírita.

Londrina, PR.  Acesse abaixo:

 

ACESSE AQUI:

http://www.oconsolador.com.br/ano19/964/principal.html

 

 

 

Yvonne do Amaral Pereira

(24-12-1906 / 09-03-1984)

 

https://www.noticiasespiritas.com.br/2016/MARCO/26-03-2016_arquivos/image036.jpg

Yvone do Amaral Pereira.

                https://pt.wikipedia.org/wiki/Yvonne_do_Amaral_Pereira#/media/File:Yvonne_do_Amaral_Pereira_foto.jpg

 

Yvonne Pereira nasceu a 24 de dezembro de 1906, num sítio nos arredores da Vila de Santa Teresa, município de Valença, Estado do Rio de Janeiro, na Cidade de Rio das Flores. Seu nascimento, segundo informações do próprio médico, aconteceu depois de um baile na residência de sua avó materna. Eram seus pais Manoel José Pereira, pequeno negociante, e Elizabetti de Amaral Pereira. Seus tetravós, portugueses de nascimento, assim como seu bisavô, judeus batizados e cristianizados em Portugal, emigraram para o Brasil, fugindo das perseguições dos inquisidores. Também descendia de índios brasileiros da tribo Goitacás, por parte da bisavó materna, encontrada perdida nas matas do Norte do Estado do Rio, com aproximadamente cinco anos de idade, durante uma caçada promovida por seu tetravô, rico fazendeiro português no Brasil. Teve 5 irmãos, todos mais moços, e um mais velho, filho do primeiro matrimônio da sua mãe. Manoel José Pereira, pai de Yvonne, não foi bom comerciante. Por três vezes, tentou manter um negócio e se arminou, uma vez que favorecia os fregueses em prejuízo próprio. Por isso, desistiu do comércio e foi ser funcionário público, situação em que desencarnou em janeiro de 1935. Devido à situação financeira de sua família, Yvonne foi criada em um ambiente pobre, lutando com inúmeras dificuldades. Com isso, ela aprendeu a viver modestamente, numa condição social humilde. Mesmo assim, seu pai, de coração muito generoso, hospedava, em sua casa, pessoas necessitadas, destituídas de recursos, e, até mesmo, mendigos, alguns dos quais foram sustentados por longo período. Tais experiências de vida, Yvonne considerou benéficas, pois a ajudaram a compreender as necessidades do próximo. Até os 10 anos de idade, ela viveu sob os cuidados da avó paterna, devido às possíveis anormalidades que se lhe apresentaram na infância e que, soube posteriormente, vieram de outras vidas. Após os 10 anos, passou a habitar com os pais, vivendo em várias localidades do Estado de Minas Gerais. Com a desencarnação dos pais, Yvonne Pereira voltou ao Estado do Rio de Janeiro, passando a viver com a irmã casada Amália Pereira Lourenço. Yvonne Pereira possuía o grau de instrução primário, o que lhe causou sérios problemas. Seu pai, funcionário público, não ganhava o suficiente para dar um curso completo à filha, além de, naquele tempo, serem raras as escolas secundárias no interior do Brasil. Ela sentia que tinha vocação para o magistério e a Literatura. Por isso tomou-se uma autodidata. Estudava sozinha até altas horas da madrugada. Eis o que ela mesma relata a respeito de uma fase de sua infância: "Lia tudo que me viesse à mão, geralmente leituras aproveitáveis. E assim muito aprendi. Aos 8 anos li o primeiro romance: era "Marieta e Estreia", romance espírita, clássico, com um trecho desenrolado na Espanha. (...). Daí em diante pus-me a ler outros, profanos, tais como "A Escrava Isaura", de Bernardo Guimarães; "Iracema" e "Ubirajara", de José de Alencar; "Elzira", de cujo autor já não me lembro; "Paulo e Virgínia", de Bernardin de Saint-Plerre; etc. e mais tarde livros espíritas e outros profanos, como "Werther", de Goethe, que aos 14 anos, e "Eurico, o Presbítero", de Alexandre Herculano, na mesma época. Porque fossem livros emprestados de outrem, eu os copiava todos, a mão, em cadernos de papei manilha, que eu mesma fazia, e os Ha de vez em quando. Minha mãe fechava os olhos a essa mania. Seu pai nunca soube, pois tudo isso eu ocultava dele, visto que ele não concordava em que eu lesse romances, devido a minha pouca Idade. Mas esse exercício foi excelente para mim, aprendi muito, tomei gosto peia literatura (...)." (REF0RMAD0R, fevereiro, 1982.) Aos doze anos de idade, já escrevia fluentemente sobre literatura, e de forma tão rápida que, mais tarde, veio a identificar como fenômenos de psicografia. O que conseguiu aprender além do primário foi um pouco de música com um professor, por sinal excelente, chegando a dedilhar o piano. Pelos mesmos motivos, entretanto, teve de renunciar a esse ideal. Daí dedicar-se às prendas domésticas, como acontecia com a maioria das jovens da sua época: pinturas, bordados, costuras, crochês, flores etc. Sua educação foi severa, afastada do convívio social, o que a fez viver em recolhimento. Se por um lado esse tipo de vida lhe favoreceu os dotes mediúnicos, por outro lado causou-lhe uma excessiva timidez, dificultando-lhe as tomadas de decisão quando, mais tarde, teve de viver sozinha. Yvonne Pereira nasceu em ambiente espírita. Seu pai se tornou espírita, embora não militante, bem antes do seu nascimento. Dele recebeu as primeiras lições de doutrina e prática de Espiritismo e do Evangelho, em reuniões semanais de estudo, nas quais se reunia com todos os filhos. Conta ela que, logo após seu nascimento, seu pai, irreverentemente, fez, a um médium seu conhecido, uma pergunta que, ainda hoje, muitas pessoas fazem: — "Perguntai aos Espíritos quem foi esta menina em outra existência..." O médium, atendendo ao pedido, concentrou-se por alguns minutos e deu a seguinte resposta: — "Ela teve uma existência em que foi camponesa na Bélgica... Seu passado foi tumultuoso..." Tal revelação foi confirmada mais tarde. Ao completar 12 anos de idade, recebeu de seu pai um exemplar de "O Evangelho segundo o Espiritismo" e outro de "O Livro dos Espíritos", ambos de Allan Kardec, e que se tornaram no decorrer da vida, seus livros preferidos, de toda a bibliografia espírita. Aos 13 anos de idade, conforme ela própria declara, Yvonne Pereira começou a participar de reuniões práticas de Espiritismo. Assistia a tudo, encantada com o que via e ouvia dos Espíritos, principalmente das mensagens do Espírito Bezerra de Menezes. Ela mesma assim se expressa a respeito da sua experiência ainda na adolescência; "Fiz, assim, um grande aprendizado de prática espírita desde a adolescência, o qual muito tem valido aos meus variados desempenhos na seara espírita." A mediunidade apresentou-se em minha vida ainda na infância, conforme relato em o livro "Recordações da Mediunidade". Com um mês de idade, ia sendo enterrada viva devido a um fenômeno de catalepsia, "morte aparente", que sofri, fenômeno que no decorrer de minha existência repetiu-se muitas vezes. Aos 5 anos eu já via Espíritos e com eles falava, e assim continuei até os dias presentes. (REFORMADOR, janeiro, 1982.) Na primeira vez que participou de uma reunião prática sentada à mesa, Yvonne Pereira recebeu uma mensagem do Espírito que se identificou pelo nome de Roberto de Canalejas, tratando sobre o tema suicídio. Este Espírito já lhe aparecia desde a primeira infância e com ela falava. A faculdade de desdobramento já se apresentava, também, nessa fase. A psicografia vem surgir mais tarde e, com ela, Yvonne Pereira trabalhou a vida inteira, ou seja, de 1926 a 1980, como receitista homeopata assessorada pelos Espíritos Bezerra de Menezes, Bittencourt Sampaio, Augusto Silva, Carlos Roberto de Canalejas, e outros cujos nomes nunca foram identificados. De acordo com a classificação de Allan Kardec em "O Livro dos Médiuns", Yvonne Pereira pertencia às categorias de: conselheiro, psicanalista, passista, de efeitos físicos e incorporação (falante). Esta última faculdade, dedicada aos casos de obsessão e de suicidas. Como médium de materialização luminosa, diversos fenômenos foram provocados, mesmo a sua revelia, em sessões de que participou como assistente. Este tipo de mediunidade não lhe interessou muito, não participando das mesmas em cabine ou com outra qualquer formalidade. Yvonne Pereira sempre seguiu as orientações dos livros básicos da Codificação e, também, os conselhos de seus guias espirituais. Entre os orientadores encarnados, ela destaca o eminente espírita de Barra Mansa, Zico Horta, que a instruiu no início de sua mediunidade. E foi através dessa tarefa, exercida sem interrupção, que ela, durante 54 anos e meio, exerceu o receituário e os passes de cura. Praticou a cura de obsidiados, não só em recintos espíritas em sessões preparadas, como, auxiliada por outros médiuns, na própria casa dos doentes. Amava os obsessores e era por eles respeitada. Sempre orou muito por eles. A respeito de sua forma de encarar o Espiritismo e a sua mediunidade, ela declara: Conservei-me sempre espirita e médium muito independente, jamais consenti que a direção dos núcleos onde trabalhei bitolasse e burocratizasse as minhas faculdades mediúnicas. Consagrei-as aos serviços de Jesus e apenas obedecia, irrestritamente, à Igreja do Alto, e com elas exercia a caridade a qualquer dia e hora em que fosse procurada pelos sofredores. Para isso aprofundei-me no estudo severo da Doutrina, a fim de conhecer o terreno em que caminhava e conservar com razão a minha independência. No entanto, observei a rigor o critério e os horários fixados pelos poucos centros onde servi, mas jamais me submeti à burocracia mantida por alguns. Se não me permitiam atender necessitados no centro, por isso ou por aquilo, em determinados dias, eu os atendia em qualquer outra parte, fosse em minha residência ou na deles, e assim consegui curas significativas, pois aprendi com o Evangelho e a Doutrina Espírita que não há hora nem dia para se exercer o bem. (REFORMADOR, janeiro, 1982.) Em certa época de sua vida, no Rio de Janeiro, Yvonne Pereira morou apenas com uma amiga em um pequeno apartamento no bairro Lins de Vasconcelos. Por esse tempo, ofereceu sua colaboração como espírita e médium a algumas instituições espíritas. Mas não foi aceita por nenhuma delas. Então, organizou o que denominou Posto Mediúnico, em sua própria residência, provendo-o de remédios homeopatas a sua própria custa. Passou a trabalhar sozinha. Fazia o culto do Evangelho do Lar diariamente, acompanhada de seus guias espirituais, uma vez que a companheira de apartamento abominava o Espiritismo. Além disso, aplicava injeções em doentes pobres, costurava para eles e fornecia-lhes medicamentos, tudo gratuitamente. Durante 8 anos desenvolveu este trabalho assistencial, principalmente com os moradores de uma favela próxima do bairro em que residia. Yvonne Pereira trabalhou como médium em vários centros: ainda bem jovem no Centro Espírita de Lavras (mais tarde Centro Espírita Augusto Silva), da cidade de Lavras, em Minas Gerais; no Grêmio Espírita de Beneficência, de Barra do Piraí, Estado do Rio de Janeiro; durante longo tempo na Casa Espírita, de Juiz de Fora, em Minas Gerais; durante dois anos no Centro Espírita Luiz Gonzaga, de Pedro Leopoldo; na União Espírita Suburbana, do Rio de Janeiro, antigo Estado da Guanabara. No ambulatório anexo desta última instituição, dirigido pelo Dr. Otávio Fernandes, serviu, ainda, como médium de atração de obsessores de indivíduos com perturbação psíquica caracterizada por assédio de Espíritos. Yvonne Pereira desenvolveu, igualmente, a mediunidade oratória. Como tal, esteve presente na tribuna espírita no local onde residia do ano de 1927 até o ano de 1971, afastando-se deste setor, segundo ela mesma declara, mas não explica a razão, por ordem dos mentores espirituais. Dedicou-se à produção de obras mediúnicas em livros, através de crônicas, contos, crônicas, novelas e romances. Além de reproduzir textos enviados pelos Espíritos, Yvonne Pereira produzia de sua própria lavra. Como jornalista, colaborou em vários jornais leigos e espíritas brasileiros, nesta última categoria com o pseudônimo de Frederico Francisco, numa homenagem ao seu amigo espiritual Frederico Francisco Chopin. Este Espírito, segundo ela mesma declara, já a visitava, mesmo antes de se aproximar da médium musical inglesa Rosemary Brown. Assim, ela colaborou em O Clarim, de Matão, São Paulo, no tempo de Cairbar Schutel, de quem foi grande amiga; em Luz e Verdade, de Lavras, este fundado por ela mesma e mais três amigos espíritas (Eduardo Gomes Teixeira Coelho, Antenor Barbosa, João Barbosa) e que os adversários do Espiritismo chamavam de Trevas e Mentiras, em REFORMADOR, órgão de divulgação da Federação Espírita Brasileira. Infelizmente, muitos artigos seus publicados na imprensa leiga se perderam. Ainda muito jovem, Yvonne Pereira não teve o devido cuidado de os colecionar. E em muitos jomais profanos ela colaborou, como: A Tribuna, da cidade de Lavras; O Cruzeiro, da cidade de Cruzeiro, Estado de São Paulo; A Coluna, de Campo Belo, Estado de Minas Gerais; Brasil Jornal e Jornal do Povo, de Barra do Piraí, Estado do Rio de Janeiro. Ainda em sua juventude, Yvonne Pereira recebeu sugestão dos Espíritos para se submeter, mediunicamente, ao Espírito Camilo Castelo Branco que queria dar uma importante mensagem sobre o suicídio e os suicidas. Segundo declaração da própria Yvonne Pereira, ela trouxera a incumbência de se prestar a esse trabalho, antes de reencarnar, pois se afinava com o problema por ter praticado esse ato tresloucado em vidas anteriores. Seria, portanto, uma forma de resgatar suas faltas. Camilo Castelo Branco escreveu, então, através da psicografia, o livro "Memórias de um Suicida", em 1926, mas só publicado, em 1ª. edição, 30 anos depois, ou seja, em princípios de 1956. Atualmente, essa obra é considerada um monumento da bibliografia mediúnica no Brasil. Pode ser considerada um tratado sobre suicídio na visão espírita. Além desse, recebeu, também: "Nas Telas do Infinito", dos Espíritos Bezerra de Menezes e Camilo Castelo Branco; "Amor e Ódio", do Espírito Charles, que afirmou ter sido seu pai em vida anterior; "A Tragédia de Santa Maria", romance brasileiro do Espírito Bezerra de Menezes; "Nas Voragens do Pecado", de Charles; "Devassando o Invisível", sob a assistência do Espírito Charles e a supervisão do Espírito Bezerra de Menezes; "Ressurreição e Vida", do Espírito Léon Tolstoi; "Dramas da Obsessão", do Espírito Bezerra de Menezes; "Recordações da Mediunidade", sob a assistência e supervisão do Espírito Bezerra de Menezes; "A Família Espírita", "Evangelho aos Simples", "A Lei de Deus", "Contos Amigos" e "O Livro de Eneida", sob a supervisão do Espirito Bezerra de Menezes e assistência dos Espíritos Charles e Léon Tolstoi; "O Drama da Bretanha" e "O Cavaleiro de Numiers", do Espírito Charles; "Sublimação", dos Espíritos Léon Tolstoi e Charles, e ainda, "Pontos Doutrinários", uma coletânea de cónicas publicadas em REFORMADOR. Sobre o processo de como se realizou a recepção das obras mediúnicas, explica Yvonne Pereira: A fim de receber esses livros, os romances principalmente, e também "Memórias de um Suicida", seus autores espirituais retiravam meu espírito do corpo material. Levavam-me com eles para o Além ou para o país em que se desenrolaria a ação: Portugal, Espanha, França, Alemanha, Rússia e também alguns ambientes do Mundo Invisível. Conheci, assim, algumas paisagens do Mundo Espiritual e países estrangeiros terrenos, onde a ação romântica se desenrolava, em diferentes épocas e séculos. Nesses locais, eu assistia à peça a ser escrita pelos autores espirituais, com todos os detalhes, sentia as emoções de todas as personagens, contemplava colorações belíssimas, via-me em todas as cenas, mas nada fazia ou dizia, e ouvia uma voz desconhecida a narrar o drama com uma precisão e um encanto Indescritíveis, mas sem ver o narrador, e ouvia ainda tudo quanto diziam as suas personagens. Assisti, dessa forma, à célebre "Matança dos Huguenotes", na França, no ano de 1572, com detalhes Inimagináveis por todos nós. Assisti a cenas da Inquisição de Portugal, no século XVI. Visitei castelos medievais e da Renascença. Penetrei o Palácio do Louvre, em Paris, como ele devia ser ao tempo de Catarina de Médicis. Periustrel os gelos da Rússia, conheci a vida de seus camponeses e o esplendor da nobreza ali existentes durante o Império. Conheci antros de miséria e dor de toda a parte. Penetrei regiões sombrias do astral Inferior e ambiências consoladoras do astral Intermediário etc., etc. Posso dizer que o Além-Túmulo se assemelha à nossa Terra, porém, mais belo nas regiões Intermediárias e boas. Nestas, tudo é agradável e belo, e artístico. Convivi, finalmente, com meus Guias Espirituais, como se eu fora também desencarnada, ou quase isso, e revi muitos trechos do passado histórico citados em meus livros, como se se tratasse do presente. Depois de todas essas visões os autores espirituais dos livros mostrados voltavam e os escreviam, e eu os transmitia com grande facilidade, porque já conhecia o enredo e os detalhes." (Anotações feitas pela médium em 30 de julho de 1973, e publicadas no REFORMADOR de fevereiro de 1982.) Enfim, por tudo o que realizou em sua vida de médium espírita, Yvonne Amaral Pereira pode ser considerada como uma das maiores médiuns sob todos os aspectos, dotada de valiosas faculdades sempre postas a serviço do Bem e dentro do bom senso. Exigente e desconfiada quando o fato se relacionava com o mundo espiritual, nunca aceitou nada à primeira vista, sem um exame dentro da lógica conforme preceitua a Doutrina Espírita. O matrimônio não fez parte de sua última programação terrena. No dia 9 de março de 1984, às 22 horas aproximadamente, desencarnou Yvonne Pereira no Hospital da Lagoa, no Rio de Janeiro, onde havia sido internada poucas horas antes. O sepultamento de seu corpo ocorreu no dia seguinte, 10 de março de 1984, às 16 horas, no Cemitério de Inhaúma. Ao ato, compareceram diversos confrades e amigos, entre os quais Juvanir Borges de Souza, vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, representando esta instituição e o seu presidente Francisco Thiesen. Na oportunidade, usaram da palavra César Augusto Lourenço Filho, seu sobrinho, e o representante da Federação Espírita Brasileira. Após, uma prece foi proferida pelo confrade Lauro de Oliveira São Thiago. (Fonte: As mulheres médiuns.)

 Texto copiado do site Febnet

https://www.febnet.org.br/portal/wp-content/uploads/2019/07/Yvonne-do-Amaral-Pereira-ok-3.pdf)

https://www.noticiasespiritas.com.br/2016/MARCO/26-03-2016_arquivos/image036.jpg

Yvone do Amaral Pereira. Image/fonte: 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Yvonne_do_Amaral_Pereira#/media/File:Yvonne_do_Amaral_Pereira_foto.jpg

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2022/MARCO/09-03-2022_arquivos/image069.jpg

Livro: “Memórias de um Suicida”. FEB Editora.

Acesse: https://www.febeditora.com.br/memorias-de-um-suicida

http://www.noticiasespiritas.com.br/2022/MARCO/09-03-2022_arquivos/image070.jpg

 

Matéria da revista Reformador de abril de 1984 informando sobre a desencarnação de

Dona Yvonne do Amaral Pereira ocorrida no dia 9 de março de 1984.

LEIA AQUI:

https://docvirt.com/docreader.net/DocReader.aspx?bib=revreform&pagfis=33672

  

Domingos Filgueiras

(10-03-1846 / 29-03-1906)

 


Nasceu Domingos de Barros Lima Filgueiras na cidade do Rio de Janeiro, a 10 de Março de 1846, dois anos antes que os Espíritos do Senhor dessem início, na cidade de Hydesvile (E.U. A. ), à maior revolução do século XIX.
Aos 10 de Abril de 1869, foi ele aceito como guarda da Alfândega da ex-Capital Federal, chegando mais tarde, por promoções sucessivas, de acordo com a lei, a 29 Comandante dos Guardas, posto que ocupou até a sua desencarnação...
Filgueiras naquele tempo já estava casado, visto que o fizera aos 19 anos de idade, com uma senhorinha meiga, carinhosa e dedicada, tal como seu espírito já formado idealizara. A Sra. Amélia Rosa Filgueira Lima deu à luz quatro filhos, que receberam educação esmerada, dentro dos princípios da moral espírita, e que souberam honrar o nome venerado do pai. Nomeá-les-emos segundo a ordem de nascimento: Carlos, que foi corretor de navios; Luísa, que se consorciou com um subdiretor do Telégrafo Nacional;
Otávio, que exerceu o cargo de escriturário da Alfândega de Santos; e, por fim, o Dr. Nestor Filgueiras Lima, subdiretor aposentado do Tesouro Nacional, espiritista culto e distinto.
A este senhor, que nos atendeu gentilmente em sua residência, é que devemos boa parte dos dados que aqui coordenamos, inclusive o retrato de seu pai.
Corre o tempo... Certo dia, apontam em Filgueiras faculdades mediúnicas.
Aconselho de um espírita, ele procura João do Nascimento, e é sob a direção deste médium muito conhecido que aquelas são desenvolvidas.
Posteriormente recebe a orientação de Bittencourt Sampaio, o eminente apóstolo  do Espiritismo. A modéstia, modéstia que, no dizer de um seu biógrafo, tocava as raias da mais infantil timidez, a humildade e a alma bondosa do exemplar funcionário público cativaram de imediato o sublime cantor de «A Divina Epopéia », que o prezou para sempre como um dos seus melhores discípulos.
Pouco depois, revela-se no médium a sua verdadeira missão, árdua, mas bela, qual a de beneficiar a saúde orgânica do próximo, indiretamente concorrendo para o despertamento espiritual de muitos.
Seus serviços de médium curador, receitista, como intermediário do Espírito do Dr. Francisco de Menezes Dias da Cruz, que fora professor catedrático na Faculdade de Medicina e que desencarnou em 1878, iniciou- os em 1886, prestando-os ininterruptamente até o fim de sua existência.
A princípio, apenas alguns consulentes paupérrimos o procuram, mas as curas conseguidas são tão extraordinárias, que o nome do médium ràpidamente se propala de boca em boca, e, em pouco tempo, o humilde medianeiro do Alto se vê quase que perseguido por multidões de todas as classes sociais, em todos os cantos em que aparecia, até mesmo no seu lar.

«E com que carinho e solicitude - informou um companheiro dele - a todos atendia!
Como se lhe iluminava o rosto de um largo sorriso de bondade e satisfação todas as vezes que um doente grave e desenganado pelos médicos lhe era confiado, e que de seu amoroso guia recebia animadores prognósticos! Ele compreendia que todo triunfo, em tal sentido conquistado, era um triunfo, não para ele, modesto e obscuro, de si mesmo nada podendo, mas para a Doutrina, que amava com enternecido carinho.
«Quantas vezes - continua quem de perto o conheceu - o vimos chorar de ternura e de reconhecimento, pelo êxito de uma cura dificílima! O seu amor pela Doutrina, porém, não era esse apego cego e fanático que tem muito de orgulho e pouco de verdadeira dedicação. Se ele se regozijava com as curas, como vitórias palpáveis para o Espiritismo, de que era apóstolo fiel, não o fazia menos pelo amoroso interesse que lhe mereciam, um por um, todos os seus doentes, cujas dores aliviadas eram também alívio para a sua
própria alma.»
Diariamente, como era seu costume, levantava-se às cinco da manhã, e já a essa hora o pequeno jardim de sua residência, à rua Álvaro (hoje rua Joaquim Távora) nº. 6 (Engenho Novo), recebia os primeiros necessitados que vinham pedir receitas, antes de o médium sair para o trabalho na Alfândega.
Sua fama chegou a tal ponto, que os doentes insistiam em procurá-la naquela repartição, a fim de obterem um lenitivo ou uma cura para as suas enfermidades.
Mais tarde, com a aquiescência do guarda-mar Luís da Gama Berquó, que havia também sido curado homeopàticamente pelo médium Filgueiras, a este foi autorizado servir-se de uma saleta, que não tinha uso algum, para, nos momentos de descanso, atender ao receituário de maior urgência. A simpatia e a estima em que o tinham os seus chefes permitiram, logo depois, que essa tolerância se estendesse até mesmo durante as horas do expediente de Filgueiras, desde, que isso não estorvasse as suas obrigações.
A coisa ia bem, quando o ajudante-inspetor José Joaquim Fernandes, que não cria em caridade de além - túmulo, se insurgiu contra tais liberdades, achando-as por demais abusivas.
A fim de evitar desentendimentos que poderiam prejudicar seu chefe e amigo, Filgueiras resolveu suspender o exercício de sua mediunidade na Alfândega.
Transcorre algum tempo... E eis que agora a peste bubônica grassa no Rio de Janeiro, duplicando, triplicando o trabalho dos médiuns. Um filho do citado ajudante-inspetor, posteriormente o distinto advogado doutor Carlos Fernandes, cai vitimado pelo terrível mal.
Médicos vários são chamados, mas tudo em vão... O doentinho caminha para a morte.
Quando José Joaquim Fernandes estava no auge do desespero, vem a ele um escriturário da Alfândega, o senhor Cahet, e em conversa lhe narra as curas verdadeiramente «milagrosas» obtidas pelo médium Filgueiras.

O incrédulo inspetor, de alma desesperançada, agarra - se então àquela última tábua de salvação que lhe apresentavam. Solicita do médium uma receita para o filho. E, logo à primeira medicação, o doente já desenganado entra em período de sensível melhora, os bubões desaparecem, e a convalescença se opera com estranha rapidez!
O inspetor, chocado profundamente com esse maravilhoso fato, não mais obstou, em sinal de gratidão, a que o médium continuasse distribuindo a caridade dentro da Alfândega, como antes o vinha fazendo. E apesar de todas as facilidades e liberdades que lhe foram concedidas para aquele mister, Filgueiras jamais excedeu os limites do direito e do justo.
A fama de suas curas crescia sempre, e o povo se encarregava de difundi-Ias.
Pedidos de receitas, às centenas, vinham de todos os lados do Brasil e de alguns países estrangeiros, contando-se entre a sua clientela altas personalidades do mundo político e social, muitas das quais tentaram remunerar-lhe os serviços, mas sempre encontravam pela frente a rejeição honesta, sem alarde, mas inabalável, firmada sobre a advertência contida no cap. 11, vers., 7 de Mateus: «De graça recebestes, de graça dai.»
Conta-se que por intermédio do Marechal Bittencourt, o «Marechal de Ouro», o próprio Prudente de Morais, na ocasião presidente da República do Brasil, foi consulente de Filgueiras. O fato se passou desta maneira: o Dr. Prudente de Morais achava-se muito doente, em tratamento com o Dr. Joaquim Murtinho.
Num certo dia, o enfermo piora sensivelmente, assustando os familiares, e, quando correm em busca do seu médico, sabem, então, que este se encontrava, no momento, em Petrópolis.
O Marechal Carlos Bittencourt, grande amigo do Presidente, enquanto enviava um mensageiro à procura do Dr. Murtinho, vai, aflito, no encalço do médium Filgueiras, já dele conhecido, e lhe pede uma receita urgente, em vista da gravidade do caso. Os remédios prescritos foram imediatamente ministrados ao doente. Só muitas horas depois chega o Dr. Murtinho, preocupadíssimo com as alarmantes notícias, e vai varando os quartos até chegar junto ao enfermo. Após examiná-lo, declarou sorrindo que tudo lhe parecia normal, ao mesmo tempo que numa folha de papel receitava dois produtos homeopáticos. O assombroso de tudo ocorreu aí: os medicamentos eram exatamente os mesmos que o Espírito do Dr. Dias da Cruz transmitira a Filgueiras!
O Sr. A. de Speyer, ministro da Rússia em Paris, conheceu nessa capital francesa um embaixador brasileiro, com quem faz amizade. Num dos tête-a-tête, Speyer falou-lhe de terrível nefrite que havia muito o segundo os médicos, de delicada operação cirúrgica.
Veio então à mente de Fígner, sem dúvida por inspiração do Alto, solicitar de Pedro Sayão uma receita mediúnica para o caso, daquelas que faziam verdadeiros milagres, conforme lhe contava esse amigo. Quem lha forneceu foi Filgueiras. O efeito foi assombroso. A doente, seja pela ação dos medicamentos prescritos, seja pela atuação direta do próprio Espírito de Dias da Cruz, ficou curada sem a menor intervenção dos médicos terrenos.

Este fato impressionou vivamente o espírito sincero de Fígner e levou-o, juntamente com outros fatos que logo se seguiram ao primeiro, ao estudo do Espiritismo e  à sua conseqüente conversão.
O que se passou com D. Abigail Lima, ela mesma no-lo contou por telefone, conforme o resumo a seguir.
D. Abigail achava-se casadinha de novo, com apenas 17 anos de idade, e era, como todos os seus familiares, católica praticante.
Nesse meio tempo uma sua irmã caí bem doente, e embalde os médicos procuram curá-la. O pai, em estado angustioso, é aconselhado a se dirigir ao médium Filgueiras, de quem se contavam coisas maravilhosas. Assim o faz, e de volta traz uma receita para a filha.
Sem que ninguém o soubesse, iniciou a medicação vinda do outro mundo.
Certo dia, Abigail, estando de visita à irmã enferma, cai de súbito, diante de todos, em transe inconsciente, e, pedindo um lápis, escreve uma receita médica.
Fato incompreensível para todos, menos para o pai, que fica, então, abismado com o que via, pois a receita assim obtida pela filha era cópia exata da que lhe fôra forneci da pelo médium Filgueiras. Este é cientificado do caso, e comparece ao local do belo acontecimento.
Pedindo à menina Abigail se concentrasse para ver se recebia psicogràficamente mais alguma coisa, ela responde que não compreendia o que ele desejava dizer com aquilo.
Recebendo a necessária explicação, portou-se Abigail conforme lhe foi ensinado, e, após algum tempo, declarava nada sentir, mas que vira ao lado do médium, um homem, cuja descrição confirmou ali a presença do Espírito do Dr. Dias da Cruz. Fora um meio de que este se servira para tocar mais fundo aquelas almas. Filgueiras aproveita a oportunidade para falar sobre Espiritismo e aconselha a menina a ler obras espíritas, prenunciando-lhe uma bela missão na Terra.
Abigail, naquele mesmo instante, sente-se irresistivelmente atraída para a Nova Revelação, mas o esposo impede por todos os meios a sua iniciação espírita.
Só mais tarde obtém o consentimento de seguir o que seu coração lhe indicava, e é por meio de «O Livro dos Espíritos», a ela fornecido por Pedro Richard, na Federação Espírita Brasileira, que finalmente ingressa nas fileiras espiríticas.
Filgueiras começou a prestar seus serviços mediúnicos no «Grupo Espírita Fraternidade», fundado em 1880. Esse precioso núcleo de trabalhadores da causa espiritista possuía uma secção para o tratamento de doentes, dirigi da pelo então prodigioso médium João Gonçalves do Nascimento. A convite de Bittencourt Sampaio, Filgueiras passou a fazer parte dos trabalhos mediúnicos da Sociedade, onde
condignamente desempenhou as suas tarefas, distinguindo-se tanto por sua assiduidade quanto por sua modéstia inalterável.

Além de se consagrar ao receituário mediúnico, que constituiu sua principal missão e onde se evidenciaram as excelentes qualidades de coração e de espírito que lhe sobejavam, Filgueiras também compartilhava os trabalhos experimentais, na qualidade de médium sonambúlico.
A pouco e pouco sua colaboração se estendeu a outras Associações espiritistas, e, mais tarde, depois de organizada, em 1890, a Assistência aos Necessitados na Federação Espírita Brasileira, com um serviço mediúnico à parte, ele e vários outros companheiros se transferiram da «Fraternidade», em decadência, para a Casa de Ismael. Ai, a princípio, não havia ainda a farmácia homeopática para distribuição gratuita de medicamentos aos mais necessitados, de sorte que muitas vezes era ele visto tirar do seu próprio bolso o dinheiro necessário para que alguns doentes, em estado de extrema miséria, pudessem mandar
aviar as receitas.
Inúmeros foram os médiuns que privaram com Filgueiras e que abnegadamente também exerciam na Federação Espírita Brasileira a mediunidade receitista.
Entre outros, podemos relembrar os nomes de: Pedro Richard, Dr. Maia Lacerda, Manuel José de Lacerda, José Inácio Pimentel, José Guimarães, Inácio Dias Pereira Nunes, Francisco Marques da Silva, Francisco Pereira Lima, Frederico Júnior, O trabalho era por vezes quase esmagador, mas o amparo do Alto se fazia 'sentir de maneira constante e salutar sobre aqueles obreiros da Caridade, e, para maior alegria destes mesmos, sobre os próprios doentes que vinham em busca da cura para os seus diferentes males.
Em 1905, as receitas fornecidas pela Federação atingiam o expressivo número de 146.589, ou seja, cerca de 470 por dia, excluídos os domingos, tendo sido aviadas gratuitamente, pela farmácia da Casa, um total de 101.645.1
Apesar de assoberbado com as constantes e sempre multiplicadas solicitações de almas aflitas, num trabalho extenuante que freqüentemente não lhe permitia sequer alimentar-se a horas certas, Filgueiras não se esquecia da esposa e dos filhos, aos quais votava extremado amor, jamais lhes faltando com sua atenção, seu carinho e sua palavra evangelizadora. Por isso mesmo, dentro do lar foi sempre respeitado e sobretudo querido, tendo deixado exemplos sem número de amor ao próximo.
Pela estatística acima, bem se vê que os médicos em geral não podiam andar muito satisfeitos com esse estado de coisas. A grita era grande, e a Saúde Pública, como de outras vezes, se viu obrigada a interferir no sentido de coibir, apoiada em determinados parágrafos da Lei, o receituário mediúnico.
Filgueiras, por ser um dos mais conhecidos e mais queridos pelo povo, era sempre o mais visado, informando- nos o «Reformador» de 1906 que o seu nome figurara em mais de um processo, por suposto exercício ilegal da Medicina, de todos, porém, saindo ilesa a sua reputação.
Essas perseguições chocavam profundamente o bondoso coração do médium, cujo retraimento e singeleza de hábitos não se harmonizavam com a publicidade que em torno desses casos se fazia.
1 “ Reformador” de 1906, págs. 91 e 92.

O último processo movido contra ele, «glorioso coroamento de seu tirocínio mediúnico», segundo palavras de Leopoldo Cirne, datou de 1905, e dele daremos um apanhado histórico:
No dia 15 de Abril do referido ano, a sede da Federação Espírita Brasileira, então estabelecida à rua do Rosário, 97, era inopinadamente invadida por verdadeiro batalhão de altos funcionários da Diretoria Geral da Saúde Pública, e ali lavraram contra o médium Domingos de Barros Lima Filgueiras um auto de infração do art. 250 e seus parágrafos do Regulamento Sanitário de 8 de Março de 1904 (veja-se «Reformador» de 1905, página 142).
Foi Filgueiras autuado como incurso no art. 156 do antigo Código Penal (exercício ilegal da Medicina), e a Federação foi intimada a pagar uma multa. A defesa do médium e da Casa ficou a cargo do então vice-presidente desta, o ilustrado Dr. Aristides Spínola.
Aquela invasão semi policial na verdade não tinha significado médico, por assim dizer; nada mais era que um revi de da Saúde Pública à vitória que a Federação acabara de obter em outro processo semelhante, em que a Justiça despronunciara a Casa de Ismael e julgara improcedentes as denúncias contra os acusados Leopoldo Cirne, presidente da FEB, e o médium curador Joaquim José Ferraz, que em 1898 havia também sido absolvido, em importante julgado, pelo eminente magistrado Dr. Francisco José Viveiros de Castro.
O processo instaurado contra Filgueiras teve o seu fim em Fevereiro de 1906. O Diário Oficial de 23 do mesmo mês publicava a longa e judiciosa sentença absolut6ria do acusado, proferida pelo meritíssimo Juiz dos Feitos da Saúde Pública, Dr. Elieser G.Tavares.
Entre as afirmações contidas nos numerosos considerados apresentados pelo esclarecido Juiz destacamos essas duas, que asseguraram, ante a lei então vigente, a legitimidade das curas pelo Espiritismo: «ainda quando a opinião que atribui aos espíritos a faculdade de curar, e de cujo pensamento é o médium o transmissor, não fosse rigorosamente científica, ela constituiria, em todo o caso, matéria de crença ou de fé religiosa, porque o Espiritismo é também uma religião.»
E, logo a seguir, esta outra:«é princípio constitucional que todos os indivíduos podem exercer pública e livremente o seu culto, tão somente condenáveis as práticas que ofendam a moral pública e as leis, não admitindo perseguição por motivos de crença ou de «função» religiosa. »
Aludindo a este sucesso, «Reformador», em artigo necrológico, juntava esse comentário: «Coube assim a Filgueiras a rara fortuna de ser o escolhido pela Providência para receber essa alta distinção de ser perseguido por amor do Cristo, e receber por fim das mãos de um magistrado verdadeiramente digno deste nome a sentença liberatória, que fechou com chave de ouro essa eternizada questão da medicina espírita.

«E nenhum outro médium tinha como Domingos Filgueiras direito a essa distinção; porque nenhum melhor que ele compreendeu e desempenhou com desinteresse, abnegação e humildade mais completas o papel de médium, isto é, de instrumento da caridade divina,de sacerdote do Cristo, que o foi exemplaríssimo.
Aos 29 de Março de 1906, com o organismo esgotado pelo excesso de trabalho, Domingos de Barros Lima Filgueiras, não podendo resistir a uma gripe intestinal, serenamente cerrava os olhos ao mundo e penetrava os pórticos da Espiritualidade.
O que foi a recepção dessa alma justa e cândida no outro lado da vida, é quase impossível descrever com palavras humanas. Cumpria-se nele a promessa de Jesus: «Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus .»
Em sessão ordinária do Grupo «Ismael», na Federação Espírita Brasileira, pouco após o desenlace do grande servidor do Cristo, o famoso médium Frederico Junior, em transe sonambúlico, descreve estar presenciando um dos quadros mais belos já vistos em sua existência de médium, e desenrolado nas regiões espirituais.
Anota, guiado pelo Espírito de Bittencourt Sampaio, a presença de uma multidão de iluminados servos do Senhor, e presidindo a grande assembléia, em plano mais alto, estava o glorioso Ismael. E' tudo uma festa de luz e harmonia! De repente, Frederico vê fender- se o espaço infinito e por uma estrada de flores baixam, à frente, os Espíritos de Dias da Cruz e Filgueiras, ladeados por Romualdo, Bezerra, Sayão, Geminiano, Lacerda, Silva, Santos, Isabel Sampaio e outros trabalhadores da Federação Espírita Brasileira.
Frederico (em Espírito, desprendido) dirige-se a Filgueiras: «Soubeste compreender bem a missão que escolheste. Tu dizes: «não sou digno.» E' nisso mesmo que consiste a tua grandeza. Estende como eu os olhos de teu espírito, que não foram velados pela morte, e olha essa multidão que te aguarda, neste mesmo recinto onde tantas lágrimas enxugaste. Por isso, ontem dizia o nosso Bittencourt: «Felizes daqueles que partem cobertos de bênçãos e saudades!» Dias da Cruz, Espírito eleito do Senhor, a ti também uma palma desta vitória. Incansável como ele te mostraste sempre em favor dos enfermos, daqueles que o procuravam.» Celina, etérea mensageira da Virgem, compareceu igualmente àquela festa-homenagem, e suas palavras ao recém-chegado da Terra, de grande beleza, são transmitidas por meio do médium Frederico:«Sim, aqui mesmo onde soubeste plantar as flores mais odorantes da caridade, aqui mesmo, onde a dor foi sempre apaziguada com o carinho do teu espírito devotado ao bem, aqui onde o infortúnio achou sempre guarida, nesta tenda onde todo faminto encontrou o pão, todo sequioso uma gota d’água, aqui mesmo vieram receber-te os mais altos Espíritos, abençoados pelo Senhor, e a mais humilde das servas de Maria. Sim, soubeste compreender tua missão na Terra, atravessando o teu cruciato de dores. Quando a contingência da matéria te levava quase à cegueira2, como que a lâmpada sagrada do teu espírito feria as pupilas de teus olhos, e tua alma se irradiava, dando os seus derradeiros lampejos àqueles que precisavam do teu conforto, das inspirações que recebias, para abater o sofrimento. Não chores. E' em nome de Maria que eu venho também saudar-te. Ela não pode ser estranha à apoteose que te prepararam neste dia da tua passagem. Anjos do Céu, Espíritos benditos, cantai hosanas! À Terra fica o que à Terra pertence. O Espírito de luz se evola, retempera-se e vai por um pouco descansar das suas fadigas, para começar de novo. «Repousa em paz - diz a minha Mãe -, cobra novas forças e volta, mais forte ainda, a fazer da Doutrina de meu Filho uma verdade no mundo que deixaste.»    Descansa por instantes, abençoado Espírito, no aroma dessas flores da Caridade, do Amor, que tu mesmo plantaste, embalsama todo o teu ser espiritual, e quando o Pai celestial de novo te chamar a nova jornada, que saibas como desta vez, rasgando os pés, escondendo lágrimas, chegar até ao fim, abençoado e cheio de saudades.»
Filgueiras, enternecido ante tais manifestações de carinho, não pôde conter as lágrimas da comoção, e de sua boca saíram apenas essas palavras, simples como ele: - «Eu não tenho o que dizer... Não fiz nada... não fiz nada.»  O fiel discípulo do Cristo recebia o prêmio de suas virtudes peregrinas, mas a sua grande e sincera humildade não lhe permitia compreender porque era cercado de tanta misericórdia do Senhor...
Rememorando aos nossos leitores fatos da vida deste diligente obreiro, cujo apanágio foi a caridade, temos em vista apresentar para a nossa edificação mais um exemplo de perseverança no Bem e no amor ao próximo, ou seja, um modelo de cristão, e felizes seremos se o pudermos imitar!
Fonte: Grandes espíritas do Brasil

 

 

(Texto copiado de https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Domingos-Filgueiras.pdf)

http://www.noticiasespiritas.com.br/2022/MARCO/10-03-2022_arquivos/image072.jpg

Ilha Fiscal na Baia de Guanabara, Rio de Janeiro, Brasil.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Afot3601.jpg

 

 

Na cidade do Rio de Janeiro nasceu o famoso médium espírita

Domingos Filgueiras aos 10 de março de 1846.

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2022/MARCO/10-03-2022_arquivos/image073.png

Leia na revista Reformador de Março de 1906 a notícia

da sentença proferida pelo juiz Eliezer g. Tavares com absolvição do médium

Domingos Filgueiras acusado pela Diretoria de Saúde Pública por

exercício ilegal da Medicina através da mediunidade de cura.

Acesse:

https://docvirt.com/docreader.net/DocReader.aspx?bib=revreform&pagfis=3204

 

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2022/MARCO/10-03-2022_arquivos/image074.png

 

Leia na revista Reformador de Março de 1906 a notícia

da desencarnação de Domingos Filgueiras

Acesse:

https://docvirt.com/docreader.net/DocReader.aspx?bib=revreform&pagfis=3228

 

     

 

Napoleão de Araújo

(10-03-1935 / 28-11-2003)

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2022/MARCO/10-03-2022_arquivos/image075.jpg

Napoleão Araújo

Site Feparana

 

Presidente: 1984 – 1985; 1989 – 1992; 1997 - 1998

 

Um exemplo de amor - José Virgílio Góes

 

Retornou à pátria espiritual no dia 28 de novembro último, o grande amigo de todos, NAPOLEÃO DE ARAUJO, o "Napo" (apelido que lhe deram seus familiares) - ou "o Coronel", como era chamado pelos carentes que, diariamente, pela manhã bem cedinho, compareciam à porta da sua casa, para a primeira refeição, o "café da manhã" preparado pelo Napoleão, para que pudessem começar o dia com uma alimentação, recebendo, como "sobremesa", palavras de carinho e de força, que brotavam do coração do "Coronel" - em nome do amor ao próximo - permitindo um colorido espiritual à substanciosa refeição; portanto, um homem bom, na verdadeira acepção do termo e de imensas virtudes, todas elas inclinadas para o bem. Verdadeiramente "um exemplo de amor"!...

 

Assim se apresenta Napoleão de Araujo, filho de Eduardo Schell Araujo e de Stella Araujo, nascido no dia 10 de março de 1935, na cidade de Ponta Grossa (terra de tantos brasileiros ilustres, berço de verdadeiros tarefeiros das lides espiritistas, infatigáveis obreiros do Senhor). Como esposa, Elci Cunha de Araújo (a saudosa Dona Elci, tanto quanto ele, por todos, amada), igualmente na pátria espiritual, antecedendo-o em dez meses, apenas e, como filhos consangüíneos, conseguimos anotar: Eduardo, Eleine, Elciane, Edson, Elisiane, Emanuel, Everli, Eloise, Eveline e Endel e, mais os "filhos do coração" - como ele mesmo os tratava (adotados): Eva, Leonilda, Sônia, Carlos, Lourenço e Ana, mais vinte e oito netos... talvez mais alguns que, por um lapso de memória, ora não conseguimos lembrar (pois que a todos tivemos a ventura de conhecer e com a maioria conviver, em alguns momentos de muita alegria, quando retornávamos de alguma atividade ou tarefa - quando possível -, no cumprimento da sua luminosa Agenda).

 

Vamos registrar aqui algumas das suas costumeiras atividades, que julgamos bastante interessantes realizadas por ele, com "a simplicidade que Deus lhe deu", qual sejam, a de juntar todos os seus filhos, colocá-los numa Kombi (bege) - naturalmente tendo ao seu lado a sua "fiel escudeira", a esposa, Elci - dirigir-se às favelas para cortar o cabelo das crianças (e de alguns adultos, pois que, em muitas ocasiões se apresentavam, desejosos do "retoque"), ocasião em que a "família da Kombi" - o "barbeiro" e seus "aprendizes" - era recebida com enorme alegria, em clima de festa.

 

Era quando Elci aproveitava para conversar com as mulheres, orientando-as sobre assuntos de interesse da família, assim como higiene, espiritualidade, relacionamento etc., além de trabalhos manuais para ocupação de forma útil, do tempo disponível, no lar.

 

Napoleão, por sua vez, depois de "pelar" muitas cabeças, passava a atender os homens, com eles dialogando. Mas o "passeio" - ou "treinamento" - dos filhos, não parava aí, pois, com freqüência os levava a Orfanatos, Asilos e Hospitais, para que - segundo o Eduardo (o seu filho mais velho) - " entendêssemos que o amor, quando se divide, se multiplica, gerando bênçãos e felicidade para todos..."

 

Vamos permitir que o Eduardo fale mais um pouco sobre seus pais:


"Eles queriam mostrar que o amor também poderia ser dividido com tudo que Deus criou. Ensinaram-nos a amar a natureza e a todos os seres vivos nos inúmeros piqueniques que fizemos na beira dos rios, cachoeiras e na mata virgem; nos ensinaram a amar e respeitar cada minúscula forma de vida pela expressão de Deus que elas representam. Afastar uma formiga com carinho, colocar uma aranha sobre o papel e levar para o jardim, cultivar uma horta, plantar uma árvore, uma roseira, uma jabuticabeira - mesmo sabendo que só dali uns quinze ou vinte anos alguém iria saborear seus frutos."

 

E suas lições de como dividir o amor para que ele se multiplicasse continuaram. Cada pessoa que trabalhava em sua casa, recebia, na sua, a visita da família Araujo (o casal e as crianças), pois queriam conhecer a sua moradia e condições de vida... Vimo-los, à época em que trabalhamos juntos, na Casa da Criança Francisco de Assis (lá pelos idos de 1968 até 1976) - se não me falha a memória - em várias ocasiões, Napoleão e Elci - embora com uma família que mais parecia um batalhão - arregaçarem as mangas, ajudando os seus "braçais" (as pessoas que trabalhavam em sua casa), para que pudessem conseguir um terreninho, depois, erguerem as suas casinhas (nessas ocasiões o casal sempre se fazia acompanhar dos filhos para que cada vez mais entendessem o significado do "amor que se multiplica").

 

O casal amigo ensinou a seus filhos a cuidar, com muito amor e carinho, de alguns parentes que, doentes, foram acolhidos em sua casa (entre os quais alguns deles podemos identificar, uma vez nos tornamos amigos deles, também: a vó Stella (mãe do Napoleão), o vô Eduardo (pai do Napoleão), o tio Antônio, o vô Maneco (pai da Elci) e o Carlinhos (seu sobrinho), todos dependentes de ajuda e incapazes de locomover-se pelos próprios meios; além de tantos outros que, durante alguma enfermidade recorreram ao "grande hospital de amor", assim denominada a casa da família Napoleão, nessas ocasiões...

 

"Mas" - complementa Eduardo "uma lição de amor ainda maior e mais sublime, estava por vir: Por mais de dez anos foi deixando a sua vida e carreira profissional de lado para cuidar de sua amada, a nossa mãe, que pouco a pouco, recebia novas provações e limitações. Primeiro a diabetes, depois a síndrome de Jogre (sem saliva e secreções no corpo todo), depois o câncer, a amputação da perna, a perda de uma vista.... E, ela foi nos mostrando a cada nova limitação, como superá-la, encontrando uma outra ocupação útil do tempo que ainda pudesse ajudar alguém. Ela partiu para o plano espiritual em janeiro último, tendo alguns dias antes proferido palestra num Centro Espírita e, com a agenda da sua Clínica de Psicologia, lotada".

 

Para aqueles que não sabem, Napoleão era Engenheiro e Professor da Universidade Federal do Paraná, quando o conhecemos, e a sua esposa, a nossa Elci, bem mais tarde, formou-se em Psicologia. (Na sua Clínica, "pagava" quem podia, uma vez sua atenção se voltava sempre e mais para o necessitado que recorria aos seus préstimos profissionais).

 

Será que se precisa dizer mais? Sim, pois nem sequer mencionamos algumas das suas inúmeras tarefas executadas, na condição de um grande e excepcional militante do Movimento Espírita!... Inúmeras e variadas tarefas, encargos e missões foram, pela Causa Maior, atribuídas ao competente Napoleão... No Centro Espírita, na Federação Espírita do Paraná... Em nível de Movimento Espírita Estadual...

 

Até transferir-se para o plano espiritual, foi o assíduo Assessor de Informática da FEP (o site da FEP muito deve à sua invejável competência e dedicação), Conselheiro do Conselho Federativo Estadual (o segundo de seus Membros mais antigo, por longos anos, portanto).

 

Estava vinculado à Sociedade de Estudos Espíritas "Francisco de Assis". Na Federação Espírita do Paraná, além de Conselheiro, Presidente de uma Região Federativa (1a. URE, com sede na Capital, antes do seu desdobramento, quando abrangia todas as regiões hoje sob a responsabilidade das URE’s Metropolitanas, 1ª e 3a. Região); na Federação (Conselho Diretor e/ou Diretoria Executiva), exerceu o cargo de Secretário Geral, de Presidente e de Vice Presidente, em várias ocasiões, a partir de 1981 a 1986 e de 1989 a 2000 (portanto, durante dezesseis anos), além de cargos de Assessoria da Presidência.

 

Até os seus últimos dias no corpo físico, deu a sua grande contribuição à Liga de Historiadores e Pesquisadores Espíritas. Registre-se, também o fato do seu grande desempenho em favor do Trabalho de Unificação do Movimento Espírita (Estadual e Nacional).

 

Na atual Diretoria da Federação estava no cargo de Diretor do Departamento de Apoio às URE´s e de Expansão do Movimento Espírita. Deixou sua "marca registrada" em quase todos os Departamentos e Serviços da Federação, entre as quais, na Livraria, no Jornal "Mundo Espírita", nas Obras Sociais e Assistenciais mantidas pela Federação.


Ressalte-se o respeito e o carinho com que tratava os funcionários da FEP (no que era correspondido). Napoleão foi ainda (e por certo há de continuar sendo) entusiasmado discípulo de Lázaro Luis Zamenhof, portanto, Esperantista.

 

Na qualidade de médium, tanto na psicofonia, quanto na psicografia, intermediou muitas e elevadas mensagens, especialmente nos momentos em que se faziam necessárias, por instrutivas.

 

"(...) Não há vidas sucessivas mas somente Vida, perene, continuada, dirigida para o progresso. Há sim sucessivos períodos de estágio necessário no corpo para burilarmos os nossos espíritos". (Guaracy Paraná Vieira - pequeno trecho de uma página, intitulada: "Que vida é essa?", psicografada por Napoleão de Araujo, em 31/03/93, no Centro de Estudos Espíritas "Francisco de Assis", em Curitiba,Pr.)

 

Outra pequena anotação, do mesmo autor espiritual, através da psicografia do Napoleão, ditada na mesma Sociedade Espírita, datada de 20/10/93: "Que morte é essa"? "(...) O corpo físico, pois, é um excelente veículo para que se efetue o progresso. Mas daí a termos supervalorizado o aspecto da separação do Espírito e do corpo não há maior validade. O homem esclarecido pela Doutrina dos Espíritos logo compreenderá este aspecto do fenômeno mais certo de ocorrer a cada ser encarnado"(...).

 

Em face do "espaço" que nos foi concedido, concluímos este sucinto "relato", guardando a certeza de que o nosso grande Napoleão, "um exemplo de amor" - como bem é definido pelos seus filhos - por certo estará sendo lembrado por muitos dos seus amigos, admiradores e beneficiados, em vários momentos e ocasiões, dado os seus grandes dotes de cultura, de sabedoria, de bondade e de companheirismo.

 

"Entre saber e fazer existe singular diferença; quase todos sabem, poucos fazem. - Aí reside, no campo do serviço cristão, a diferença entre a Cultura e a prática, entre Saber e fazer". (Emmanuel) Muito de acordo com o nosso estimado Napoleão, "o coronel"...

 

Para concluir a nossa breve e pequena homenagem, pedimos licença para transcrever trechos de uma crônica alusiva ao estimado amigo Napoleão, elaborada e apresentada pela nossa Conselheira Terezinha Colle, na Reunião do Conselho Federativo da FEP, realizada no dia 29 de novembro, último, cujo titulo é:

 

Quando parte um amigo

 

Hoje, nesta reunião do Conselho Federativo Estadual, há uma cadeira vazia...(...) Um amigo querido partiu....


Um companheiro muito caro aos nossos corações resolveu voltar para casa...

 

Amigo Napoleão, você se foi sem se despedir de nós, mas ficou sua lembrança indelevelmente gravada em cada canto desta Federativa, assinalada pelas muitas horas de trabalho aqui realizado...

 

Você se foi, mas deixou uma de suas marcas registrada: a jovialidade e a disposição de enfrentar as lutas, de bom humor.

 

Como bom combatente, ao fechar a mala e retornar para casa, você pôde dizer, como tantos outros:

 

"Meu dia de trabalho acabou. Mas não posso dizer: minha vida acabou. Meu dia de trabalho se iniciará de novo na manhã seguinte. O túmulo não é um beco sem saída, é uma passagem. Fecha-se ao crepúsculo e a aurora vem abri-lo novamente."

 

Receba, amigo querido, as flores perfumadas da nossa gratidão.


Receba o abraço de ternura dos amigos da Boa Lida.


E, pra não deixar de lado um toque de bom humor - também uma de suas características - vê se vai preparando aquele pãozinho caseiro especial, que só você sabe fazer, para nos receber, um dia, por essas bandas de lá...

 

"Entre saber e fazer existe singular diferença; quase todos sabem, poucos fazem. Aí reside, no campo do Serviço Cristão, a diferença entre a Cultura e a prática, entre Saber e fazer".

(Emmanuel)

 

O Napoleão, Napo, o "Coronel", sabia e fazia...


- Até breve, amigo!...

 

José Virgílio Góes

 

 

 

(Copiado de http://www.feparana.com.br/topico/?topico=577)

 

 

Provas voluntárias. O verdadeiro cilício.

 

26. Perguntais se é lícito ao homem abrandar suas próprias provas. Essa questão equivale a esta outra: É lícito, àquele que se afoga, cuidar de salvar-se? Àquele em quem um espinho entrou, retirá-lo? Ao que está doente, chamar o médico? As provas têm por fim exercitar a inteligência, tanto quanto a paciência e a resignação. Pode dar-se que um homem nasça em posição penosa e difícil, precisamente para se ver obrigado a procurar meios de vencer as dificuldades. O mérito consiste em sofrer, sem murmurar, as consequências dos males que lhe não seja possível evitar, em perseverar na luta, em se não desesperar, se não é bem-sucedido; nunca, porém, numa negligência que seria mais preguiça do que virtude. Essa questão dá lugar naturalmente a outra. Pois, se Jesus disse: “Bem-aventurados os aflitos”, haverá mérito em procurar, alguém, aflições que lhe agravem as provas, por meio de sofrimentos voluntários?  A isso responderei muito positivamente: sim, há grande mérito quando os sofrimentos e as privações objetivam o bem do próximo, porquanto é a caridade pelo sacrifício; não, quando os sofrimentos e as privações somente objetivam o bem daquele que a si mesmo as inflige, porque aí só há egoísmo por fanatismo.  Grande distinção cumpre aqui se faça: pelo que vos respeita pessoalmente, contentai-vos com as provas que Deus vos manda e não lhes aumenteis o volume, já de si por vezes tão pesado; aceitá-las sem queixumes e com fé, eis tudo o que de vós exige Ele. Não enfraqueçais o vosso corpo com privações inúteis e macerações sem objetivo, pois que necessitais de todas as vossas forças para cumprirdes a vossa missão de trabalhar na Terra. Torturar e martirizar voluntariamente o vosso corpo é contravir a Lei de Deus, que vos dá meios de o sustentar e fortalecer. Enfraquecê-lo sem necessidade é um verdadeiro suicídio. Usai, mas não abuseis, tal a lei. O abuso das melhores coisas tem a sua punição nas inevitáveis consequências que acarreta. Muito diverso é o que ocorre, quando o homem impõe a si próprio sofrimentos para o alívio do seu próximo. Se suportardes o frio e a fome para aquecer e alimentar alguém que precise ser aquecido e alimentado e se o vosso corpo disso se ressente, fazeis um sacrifício que Deus abençoa. Vós que deixais os vossos aposentos perfumados para irdes à mansarda infecta levar a consolação; vós que sujais as mãos delicadas pensando chagas; vós que vos privais do sono para velar à cabeceira de um doente que apenas é vosso irmão em Deus; vós, enfim, que despendeis a vossa saúde na prática das boas obras, tendes em tudo isso o vosso cilício, verdadeiro e abençoado cilício, visto que os gozos do mundo não vos secaram o coração, que não adormecestes no seio das volúpias enervantes da riqueza, antes vos constituístes anjos consoladores dos pobres deserdados. Vós, porém, que vos retirais do mundo, para lhe evitar as seduções e viver no insulamento, que utilidade tendes na Terra? Onde a vossa coragem nas provações, uma vez que fugis à luta e desertais do combate? Se quereis um cilício, aplicai-o às vossas almas, e não aos vossos corpos; mortificai o vosso Espírito, e não a vossa carne; fustigai o vosso orgulho, recebei sem murmurar as humilhações; flagiciai o vosso amor-próprio; enrijai-vos contra a dor da injúria e da calúnia, mais pungente do que a dor física. Aí tendes o verdadeiro cilício cujas feridas vos serão contadas, porque atestarão a vossa coragem e a vossa submissão à vontade de Deus. – Um anjo guardião. (Paris, 1863.)

 

(O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, FEB. Bem-aventurados os aflitos, Cap. V, 26)

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Espinheiro. Cafarnaum, Israel. Foto Ismael Gobbo

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Estátua – O menino do espinho. Autor desconhecido.  Cópia de original romana. Séc. I – III d.C.

Museu Nacional de Belas Artes. Santiago, Chile. Foto Ismael Gobbo

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A cura da filha de Jairo. Óleo sobre papel montado em tela de Paolo Veronese.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Paolo_Veronese_cat01c.jpg

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Pintura de Antonio da Firenze (século XV) retratando um penitente se autoflagelando aos pés de uma imagem de Cristo crucificado

Imagem/fonte: Trabalho próprio , sailko

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Antonio_da_firenze,_calvario_con_donatore,_dett_flagellante_(battuti_bianchi).JPG

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Estudo para Jesus em Cafarnaum (1885). Óleo sobre tela de Rodolpho Amoêdo

Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo. Foto Ismael Gobbo

 

 

Amor Infinito

Fenômenos Mediúnicos

 

 

(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]])

 

 

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