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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, quarta-feira, 04 de novembro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/NOVEMBRO/04-11-2026.htm
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03-11-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/NOVEMBRO/03-11-2026.htm 02-11-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/NOVEMBRO/02-11-2026.htm 31-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/31-10-2026.htm 30-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/30-10-2026.htm 29-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/29-10-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 10- 1867 |
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(Continua na próxima postagem)
(Copiado do site Febnet) |
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Acesse aqui: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k108111d/f3.item
Charles Barbara , nascido em Orléans em5 de março de 1817e morreu em Paris em19 de setembro de 18661 , é um escritor francês. Leia mais: https://fr.wikipedia.org/wiki/Charles_Barbara
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Pont Royal em 1850. Paris, França Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Paris-PontRoyal-1850.jpg
Pont Royal História ......... Em 1632, o empresário Pierre Pidou dirigiu a construção de uma ponte de pedágio de madeira que se chamaria Pont Sainte-Anne (em homenagem a Anne da Áustria ) ou Pont Rouge (devido à sua cor). Ele foi projetado para substituir a balsa das Tulherias, à qual a rue du Bac ( bac que significa balsa em francês) deve seu nome. A balsa oferecia travessias desde 1550. Frágil, esta ponte de quinze arcos seria reparada pela primeira vez em 1649, totalmente refeita dois anos depois, queimada em 1654, inundada em 1656, totalmente reconstruída em 1660, sustentada em 1673 e finalmente levado por uma enchente em fevereiro de 1684. Madame de Sévigné relataram que este último incidente causou a perda de oito arcos da ponte. Leia mais: https://en.wikipedia.org/wiki/Pont_Royal
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Rio Sena com a Ponte Royal e Museu D´Orsay. Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
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Pierre Jules Théophile Gautier Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d6/Th%C3%A9ophil_Gautier_1856_Nadar.jpg
Théophile Gautier Pierre Jules Théophile Gautier (francês: [pjɛʁ ʒyl teofil ɡotje]; Tarbes, 31 de agosto de 1811 — Paris, 23 de outubro de 1872) foi um escritor, poeta, jornalista e crítico literário francês. Enquanto Gautier foi um ardente defensor do Romantismo, sua obra é difícil de classificar e continua a ser um ponto de referência para muitas tradições literárias posteriores, como parnasianismo, simbolismo, modernismo e decadentismo. Ele foi amplamente valorizado por escritores tão diversos como Balzac, Baudelaire, os irmãos Goncourt, Flaubert, Proust e Oscar Wilde Leia mais: |
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Spirite de Théophile Gautier. 1866. Acesse aqui: |
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Le Siècle. A Dupla Vista. Élie Berthet Acesse aqui: |
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Elie Berthet (1815- 1891) photographié par Etienne Carjat http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b84386399/f18.item Copiado de https://gallica.bnf.fr/blog/27032014/elie-berthet-1815-1891?mode=desktop
Élie Berthet (8 de junho de 1815 - 3 de fevereiro de 1891) foi uma romancista francesa. Berthet nasceu em Limoges . Um escritor prolífico, ele escreveu mais de 100 romances sobre Paris, questões criminais, o mundo pré-histórico e outros assuntos. Seu Les Houilleurs de Polignies teria sido uma das inspirações para o Germinal de Zola . [1] Ele morreu, aos 75 anos, em Paris. Leia mais: https://en.wikipedia.org/wiki/%C3%89lie_Berthet
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Retrato de Joseph-Xavier Boniface dit Saintine (Paris, 1798– Paris, 1865), en 1838. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:X.B.Saintine-1838.jpg
Xavier Boniface Saintine (10 de julho de 1798 - 21 de janeiro de 1865) foi um dramaturgo e romancista francês . Leia mais: https://en.wikipedia.org/wiki/X._B._Saintine
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Edgar Allan Poe , junho de 1849. Daguerreótipo "Annie", dado à amiga de Poe, Sra. Annie L. Richmond; provavelmente tirada em junho de 1849 em Lowell, Massachusetts, fotógrafo desconhecido. https://pt.wikipedia.org/wiki/Edgar_Allan_Poe
Edgar Allan Poe (nascido Edgar Poe; Boston, em Massachusetts, nos Estados Unidos, 19 de janeiro de 1809 — Baltimore, em Maryland, nos Estados Unidos, 7 de outubro de 1849) foi um autor, poeta, editor e crítico literário estadunidense, integrante do movimento romântico em seu país.[1][2] Conhecido por suas histórias que envolvem o mistério e o macabro, Poe foi um dos primeiros escritores norte-americanos de contos e é, geralmente, considerado o inventor do gênero ficção policial, também recebendo crédito por sua contribuição ao emergente gênero de ficção científica.[3] Ele foi o primeiro escritor americano conhecido por tentar ganhar a vida através da escrita por si só, resultando em uma vida e carreira financeiramente difíceis.[4] Leia mais: |
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Retrato de Honoré de Balzac https://mg.wikipedia.org/wiki/Honor%C3%A9_de_Balzac
Honoré de Balzac dia mpanoratra, mpanoratra tantara tsangana, mpanao asa soratra, mpanoratra tantara lava mizaka ny zom-pirenen'i Frantsa teraka ny 20 Mey 1799 tao Tours ary maty ny 18 Aogositra 1850 tao Paris |
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Página de título de Honoré de Balzac 's Seraphita (1835). https://en.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9raph%C3%AEta
Seraphita ( pronunciação francesa: [seʁafita] ) é um romance francês de Honoré de Balzac com temas de androginia . Foi publicado na Revue de Paris em 1834. Em contraste com o realismo da maioria das obras mais conhecidas do autor, a história investiga o fantástico e o sobrenatural para ilustrar temas filosóficos. Leia mais: |
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Louis Lambert, seguido de Séraphita, de MH de Balzac. Novas edições revisadas e corrigidas Acesse aqui: |
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George Sand. (1804-1876). Escritora e memorialista francesa. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/George_Sand
George Sand é o pseudônimo de Amandine Aurore Lucile Dupin, baronesa de Dudevant (Paris, 1 de Julho de 1804 — Nohant, 8 de Junho de 1876), aclamada romancista e memorialista francesa, considerada a maior escritora francesa. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Sand
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Consuelo. Obra de George Sand. Acesse aqui: |
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Consuelo. Página de “Oeuvres illustrées de George Sand” Acesse aqui: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k107433h/f259.item.texteImage |
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Obra de George Sand. A Condessa de Rudolstadt Jeanne. Acesse aqui: |
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Aurélien Scholl Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Aur%C3%A9lien_Scholl
Antoine Aurélien Scholl , nascido em Bordéus em14 de julho de 1833e morreu em Paris 9 ª o16 de abril de 19021 , é jornalista , dramaturgo , colunista e romancista francês . Ele descansa no cemitério Chartreuse em Bordeaux 2 . Leia mais: https://fr.wikipedia.org/wiki/Aur%C3%A9lien_Scholl
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Aurélien Schol Imagem/fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b530659703 |
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Novos Mistérios de Paris. Aurélien Scholl Acesse aqui: |
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1ª. Página de Folhetin do Petit Journal do dia 23 de outubro de 1866. Matéria de Aurélien Scholl “Os Novos Mistérios de Paris” Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k589442s.item Continua na 2ª. Página https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k589442s/f2.item
Contém a matéria mencionada por Allan Kardec na Revista Espírita de janeiro de 1867 transcrita nesta postagem. |
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Rio Sena e Ponte Marie. Paris, França. Museu D´Orsay. Óleo sobre tela de Stanilas Lépine. 1868. Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Pont_Marie |
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Rio Sena e Ponte Marie. Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
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Jardins do Museu Rodin e ao fundo igreja de Les Invalides. Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
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Vista externa do Museu Rodin. Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
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Allan Kardec em óleo sobre tela de Nair Camargo- foto Ismael Gobbo. O Livro dos Espíritos, lançado por Allan Kardec aos 18 de abril de 1857, imagem Wikipédia.
Allan Kardec, codificador do Espiritismo, nasceu na cidade de Lião, França, em 3 de outubro de 1804 e desencarnou na cidade de Paris, França, em 31 de março de 1869.
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Tornando-se claro |
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Quantas vezes, durante um simples dia, nos servimos da palavra claro? Quando afirmamos que faremos o que nos pedem, que estaremos presentes na reunião marcada, sintetizamos com Claro. Se nos questionam sobre a veracidade de um fato, dizemos: Claro, como sinônimo de afirmação imediata. Esse vocábulo tem mais de sessenta significados. E o convite que a vida nos faz vai além da superfície dos dicionários e das nossas conversas rotineiras. É para que possamos, na intimidade do nosso ser, dia após dia, nos tornarmos claros. Trata-se de um processo contínuo de libertação e de despertar. É permitir que a luz do entendimento dissipe, com suavidade, as sombras que ainda habitam o nosso mundo interior. É compreender que somos Espíritos imortais, viajantes do universo, fadados à perfeição. Nossas asas espirituais não foram forjadas para a gaiola do comodismo ou da pequenez. Ser claro é expandir os horizontes, sem as barreiras que nós mesmos nos impomos. É realizar o trabalho silencioso de limpar a vidraça do próprio coração. É retirar, com a flanela do perdão, o pó do ressentimento, a fuligem da mágoa e a espessa teia de aranha do egoísmo. Dessa maneira, a luz do amor poderá nos atravessar e iluminar o próximo. Não significa ter a presunção de possuir todas as respostas do universo, mas abrigar a fé inabalável de que o leme de nossa vida está em boas mãos. Ser claro é confiar na pedagogia divina, sabendo que cada lágrima e cada sorriso são lições perfeitamente desenhadas para o nosso burilamento moral. É permitir que o rio da bondade flua através de nós, sem as pesadas pedras do orgulho a barrar a correnteza. É nos tornarmos instrumento dócil da paz, um canal desobstruído por onde a misericórdia flui, facilitando a jornada daqueles que caminham ao nosso lado. É perdoar a nós mesmos. Compreender que o erro cometido foi apenas o degrau áspero e doloroso que nos ensinou a subir. Ser claro é recusar carregar o peso esmagador de um passado que não pode ser alterado, utilizando, em vez disso, suas duras lições para retificar o presente. Tornar-se claro é, sobretudo, adotar uma postura íntima de coragem e de renovação. É tomar a decisão consciente de não alimentar os monstros da ansiedade e do pavor, criados pelas ilusões da nossa mente. * Enfrentemos as situações, por mais desafiadoras, com a serenidade de quem sabe que toda tempestade é passageira. Não estamos sós. O Criador do universo, em Seu amor incondicional, sustenta cada um de nossos passos. Ele sussurra coragem na brisa suave da manhã, oferece consolo no silêncio repousante da noite e derrama bênçãos de recomeço a cada novo amanhecer. Aceitemos esse inadiável convite. Retiremos, um a um, os véus que nos encobrem e deixemos brilhar a centelha divina que trazemos guardada no peito. Tornemo-nos claros como a água pura da fonte, claros como a verdade que liberta, claros como o amanhecer que triunfa, invariavelmente, sobre a mais escura e longa das noites. Redação do Momento Espírita, com base
no cap.
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7739&stat=0) |
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Deus convidando Cristo para sentar-se no trono à sua direita Artista Pieter de Grebber (cerca de 1600–1652/1653) wikidata:Q512817 Editar isto no Wikidata imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título Holandês: God nodigt Christus uit plaats te nemen aan zijn rechterhand Editar isto no Wikidata Deus convidando Cristo para sentar-se no trono à sua direita Tipo de objeto pintura Editar isto no Wikidata Gênero arte religiosa Editar isto no Wikidata Data 1645 Editar isto no Wikidata Técnica óleo sobre tela e sobre painel de álamo Editar isto no Wikidata Dimensões altura: 115 cm (45,2 pol.) Editar isto no Wikidata; largura: 133 cm (52,3 pol.) Edite isto no Wikidata Coleção Wikidata do Museu Catharijneconvent:Q1954426 Museu Bisschoppelijk Haarlem wikidata:Q61942636. Imagem/fonte:
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Todos que O conheceram |
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Ana, a avó de Jesus, lembrando do nascimento do primogênito de sua filha Maria, contava, emocionada: Sei que, quando Ele nasceu, foi visitado por homens do Oriente. Eram persas que vieram com suas caravanas. Quando entraram na casa em que se encontravam Maria e seu filho, tiraram ouro de suas bolsas, além de mirra e incenso, e colocaram tudo aos pés do bebê. Depois, caíram de joelhos e oraram num idioma estranho. Partiram ao raiar do dia, seguindo por outros caminhos, soubemos depois, porque foram avisados em sonho de que não deveriam informar ao rei Herodes onde se encontrava o Menino. Antes, porém, disseram: Vimos a luz de nosso Deus nos olhos do Pequeno e o sorriso de nosso Deus em Seus lábios. Pedimos que nosso Deus O proteja, e Ele protegerá a todos nós. Em seguida, montaram em seus camelos, e se foram, retornando aos locais de suas origens. Maria parecia mais maravilhada e surpresa com Seu primogênito do que alegre. Ficava um bom tempo olhando para o Filho, e então virava o rosto para a janela e fitava o céu, à distância, como se estivesse tendo visões. O Menino cresceu em corpo e Espírito, e era diferente das outras crianças. Arredio e obstinado, eu não conseguia controlá-lO. Mesmo assim, Ele era amado por todo mundo em Nazaré, e, no fundo, eu sabia porquê. Muitas vezes, Ele pegava da nossa comida para dar aos transeuntes, ou entregava a outras crianças os doces que eu lhe dera, antes mesmo de prová-los. Subia nas árvores do pomar para colher os frutos, mas nunca com a intenção de comê-los Ele mesmo. Quando apostava corrida com os outros meninos, por ser mais veloz, demorava-se, para deixar que eles chegassem antes. E, às vezes, quando eu O levava para a cama, falava: "Diz para a minha mãe e para os outros que só o Meu corpo dormirá. Meu Espírito estará com eles, até que o Espírito deles venha a Mim de manhã." E Ele disse muitas outras coisas maravilhosas na infância, mas estou velha demais para lembrar. Dizem-me que não O verei mais. Mas, como posso acreditar no que eles dizem? Ainda ouço Sua risada e o som de Seus passos, correndo pela casa. E sempre que beijo minha filha no rosto, Sua fragrância regressa a meu coração, e é como se Seu corpo preenchesse meus braços. * * * Todos que O conheceram levaram algo para sempre em suas almas. Ainda hoje os poetas buscam explicar o inexplicável, procuram encaixar nas palavras o que era grande demais até para os sentimentos. Se você O tivesse encontrado, já imaginou como seria? Se tivesse a chance de ser um dos visitantes do primeiro dia, como os pastores; ou dos magos de distantes terras, posteriormente, que presente lhe entregaria? E nos dias de hoje, o que você poderia oferecer para homenagear a comemoração da Sua chegada a este mundo? Tudo que é do mundo certamente é passageiro... Então, o que poderia ser? Alguns já lhe entregamos o coração; outros, o serviço; e dizem que alguns poucos, raríssimos, conseguiram presenteá-lO, todos os dias, com o amor em servir. E você? Redação do Momento Espírita, com base
no cap.
Escute o áudio deste texto http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=6823&stat=0
(Copiado do site Feparana) |
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Santa Ana, a Virgem e o Menino Jesus brincando com um cordeiro. Obra de Leonardo da Vinci. Imagem/autor: Crijam |
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A Jornada dos Magos. Guache sobre grafite sobre papel trançado cinza James Tissot. Imagem/fonte:
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Apresentação do Menino ao Templo. Óleo sobre tela de Ludovico Carracci. Museu Nacional de Arte da Catalunha. Barcelona, Espanha. Foto Ismael Gobbo
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O encontro do salvador no Templo. Óleo sobre tela de William Holman Hunt Imagem/fonte:
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Zaqueu no Sicômoro aguardando a passagem de Jesus. Aquarela de James Tissot Imagem/fonte:
Zaqueu (em grego: Ζακχαῖος - "Zakchaios"; em hebraico: זכי, - "puro", "justo"[1]), era o responsável pela coleta de impostos em Jericó segundo Lucas 19:1-10. Os coletores de impostos eram odiados pelos seus compatriotas judeus, que os viam como traidores trabalhando para o Império Romano. Por conta da lucrativa produção e exportação do bálsamo estar centralizada em Jericó, a posição de Zaqueu era muito cobiçada pelas riquezas que prometia[2][3]. No relato, ele chegou antes da multidão que estava ali para se encontrar com Jesus, que passava por Jericó a caminho de Jerusalém. Descrito como um homem de baixa estatura, Zaqueu então subiu numa figueira para que pudesse ver Jesus. Quando Ele chegou ao lugar, olhou para os ramos e chamou Zaqueu pelo nome, pedindo-lhe que descesse, pois pretendia visitar a sua casa. A multidão ficou chocada, pois Jesus, um judeu, estava disposto a ser o hóspede de um publicano. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Zaqueu
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Estátua de Khalil Gibran na bela cidade de Vinã Del Mar, Chile. Foto Ismael Gobbo
Gibran Khalil Gibran, também conhecido como Khalil Gibran (جبران خليل جبران بن ميکائيل بن سعد; em siríaco: ܓ̰ܒܪܢ ܚܠܝܠܓ̰ܒܪܢ; Bsharri, 6 de dezembro de 1883 – Nova Iorque, 10 de abril de 1931) foi um ensaísta, filósofo liberal,[1] prosador, poeta, conferencista e pintor de origem libanesa. Seus livros e escritos, de simples beleza e espiritualidade, são reconhecidos e admirados para além do mundo árabe.[2]
Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Khalil_Gibran
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Jornal Momento Espírita - EDIÇÃO DE NOVEMBRO Centro Espírita Amor e Caridade, Bauru, SP. Assesse abaixo: |
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ACESSE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/11/Jornal-Momento-Esp-nov-26.pdf
(Recebido em email do amigo Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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Edição 130 da Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol130.pdf
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Ação e transmissão do pensamento |
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Na noite do dia 02 de novembro, Cesar Perri abordou o tema “qualidades da prece e transmissão do pensamento”, como base em itens do Capítulo XXVII de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, e focalizando em ações práticas. Outros trechos serão desenvolvimentos em próximas reuniões. Trata-se do estudo semanal oferecido pelo Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo-CCDPE, em São Paulo, presencial e transmitida pela internet, às 2as feiras, 20 horas. Em seguida há passes. O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo localiza-se na Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista, São Paulo. Acesse pelo link: https://www.youtube.com/live/9dsXtFf9n3U?si=wmKIeP8dbCeO-Od_
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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POST sobre o jornal O IMORTAL de novembro (se puder, por favor divulgue). |
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Amigo(a) espírita, boa tarde. Peço que divulgue em suas redes sociais e pelo celular o post abaixo, relativo à edição de novembro do jornal O IMORTAL disponível desde ontem na internet:
Se ainda não leu, veja – entre inúmeras matérias – alguns dos destaques do jornal O IMORTAL deste mês: 1. Quanto mais pessoas dispostas a servir, mais pessoas alcançamos Frase do entrevistado deste mês, o jovem Bruno Pontes Fuentes, de Londrina-PR, coordenador do projeto “Novos Mensageiros”, iniciativa voltada à divulgação da Doutrina Espírita nas redes sociais e ao acolhimento fraterno. 2. A parceria entre Chico e Herculano para contextualizar o Espiritismo Título do artigo em que Eliana Haddad comenta como se iniciou a parceria entre Chico Xavier e Herculano Pires que deu origem à série “Na Era do Espírito”, composta pelos livros Chico Xavier pede licença, Na Era do Espírito, Astronautas do Além e Diálogo dos vivos. 3. Mãos entrelaçadas Nome dado ao Editorial desta edição que reitera que precisamos ser unidos e fraternos e nos adverte de que o Brasil, nação escolhida por Jesus para ser o coração do mundo e a Pátria do Evangelho, necessita pacificar seu povo. Acesse gratuitamente a edição clicando em https://www.jornaloimortal.com.br/
Obrigado pela colaboração e um forte abraço.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
Herculano Pires, Chico Xavier e Waldo Vieira
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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CONHEÇA E, SE PUDER, DIVULGUE A EDIÇÃO DESTA SEMANA DE O CONSOLADOR |
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Amigo(a) das lides espíritas, Leia a revista O CONSOLADOR desta semana, que nos apresenta os seguintes destaques: Entrevista - O psicólogo e escritor espírita Chrystian Barroso Chaves, de Juiz de Fora-MG, fala à revista, entre outros assuntos, sobre sua iniciação no Espiritismo. Especial - Paulo Neto apresenta-nos a última parte de “Nosso Lar: significativos indícios de sua realidade”. Internacional - Com o seminário "A vida não acaba aqui!”, a ACEMI, de Vale de Cambra, celebrou seu 20º aniversário. Acesse gratuitamente a edição clicando em https://www.oconsolador.com.br/ano20/998/principal.html Se puder divulgar a Revista em sua casa espírita e compartilhá-la com familiares e amigos, sua colaboração será muito valiosa para ampliar o alcance da mensagem. Desde já, por sua atenção, nosso sincero agradecimento. Forte abraço e excelente semana para todos os seus.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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*** POST referente ao Blog de domingo (para divulgar). |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
(Astolfo O. de Oliveira Filho) Há quase dez anos, exatamente no dia 29 de novembro de 2016, um avião que transportava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, caiu a poucos quilômetros da cidade. Encerradas as operações de busca e resgate, as autoridades colombianas confirmaram o saldo da tragédia: seis feridos e 71 mortos. [...] Leia na íntegra clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/11/nossos-mortos-queridos-continuam-vivos.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo domingo.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha Portugal |
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Exmos Senhores OCS,
CCE
www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
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Casa Editora O Clarim Em que perseveramos?, e outros destaques da RIE de novembro |
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ACESSE AQUI:
(Recebido de Casa Editora O Clarim [[email protected]]) |
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*** POST referente ao Blog (para divulgar hoje) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
QUESTÕES DE LÍNGUA PORTUGUESA (Astolfo O. de Oliveira Filho) A expressão “Era uma vez”, muito usada nos contos infantis, é invariável, isto é, não importa qual seja seu complemento. Assim, é correto dizermos: Era uma vez uma rainha muito má. Era uma vez três porquinhos. Era uma vez uma linda princesa. Era uma vez sete anões. [...] Para ler na íntegra clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/10/tres-observacoes-que-podem-interessar.html (Emmanuel, autor espiritual) Rogando amparo ao Senhor, não olvides a prestação de amparo a ti mesmo. Deus confere ao lavrador a luz do sol, a bênção da chuva e o fator do vento, mas não lhe dispensa o próprio suor, no trato da sementeira, para que a colheita lhe surja às mãos por recurso divino. [...] Para ler na íntegra clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/10/ajuda-te-emmanuel-autor-espiritual.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
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[1033-JornalMundoMaior] CARTÕES DE PAZ. |
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CARTÕES DE PAZ. Cada Espírito é um canal de bênçãos em se mantendo ligado às Leis do Criador. Lembre-se: você pode espalhar compreensão e otimismo.
Não se sabe de benefício algum que o desânimo tenha realizado. Siga em frente, criando simpatia e amizade, esperança e cooperação.
Felicidade é um fruto que se colhe da felicidade que se semeia. Plante amor e paz e a vida lhe trará farta colheita de paz e amor.
Quando a provação lhe apareça, terá surgido o seu momento mais importante para comunicar fé e coragem aos companheiros.
Quando o sofrimento desponte na estrada de alguém, estará você obtendo o instante dourado de auxiliar.
Haja o que houver, distribua confiança e bom-ânimo, porque a alegria é talvez a única dádiva que você é capaz de ofertar sem possuir.
Evite amargura e desespero, porque todos estamos seguindo ao encontro do júbilo imperecível.
Se você não acredita que Deus é plenitude de paz e amor, alegria e luz, pense que a Terra poderá envolver-se nas sombras da noite, mas haverá sempre no Céu a fatalidade do alvorecer. No Livro:- BUSCA E ACHARÁS. André Luiz/ Chico Xavier.
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GEPAR INFORMES | NOVEMBRO 2026 |
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Resenha: Obra de Vultos – Volume 3 – 2026 |
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Obra de Vultos, surge em seu Volume 3, com organização de Ismael Gobbo. Contém 38 biografias de destacados lidadores do movimento espírita de Araçatuba, Birigui, Guararapes, Penápolis e Ilha Solteira. Redigimos o Prefácio dessa obra. O organizador Ismael, integra as amizades iniciadas desde a fundação da Mocidade Espírita Irma Ragazzi Martins, na Instituição Nosso Lar, Araçatuba (SP), nos idos de 1964, e de continuadas trocas de mensagens em função do Boletim de Notícias do Movimento Espírita que ele edita semanalmente. Em geral, fomos contemporâneos e conhecemos vários dos vultos focalizados que atuaram nas cidades da região Noroeste do Estado de São Paulo. Entre os homenageados, encontram-se a minha genitora, Bebé; Joana, genitora de minha esposa Célia; a marcante figura de Linda Dias de Almeida; Auzília Chessa Gobbo, genitora de Ismael; vários parceiros dos nossos tempos de residência e atuação direta em Araçatuba e, o mais recente, o dinâmico Sirlei Nogueira. Os autores das biografias são parentes ou amigos dos homenageados. Anotações tão queridas para os autores dos capítulos, com preito de homenagem e gratidão a esse conjunto de espíritos desencarnados. Embora em breves linhas, cada anotação representa muito esforço e dedicação que marcaram as trajetórias corpóreas. Há ilustrações. As publicações anterioresforam editadas há algum tempo: Obra de vultos – Volume 1 (1999) e Obras de vultos – Volume 2 (2000), também reunindo biografias de lidadores daquela região. Obra de Vultos- Volume 3, tem sido lançada, desde final de setembro de 2026, em instituições espíritas de Araçatuba e região, com a presença do organizador Ismael. Comparecemos em uma delas, dia 11/10/26, na União Espírita Paz e Caridade. O exemplar pode ser adquirido em: - União Espírita Paz e Caridade – Rua Marcílio Dias 129 – Araçatuba; - Aliança Espírita Varas da Videira – Rua Bernardino de Campos, 363 - Araçatuba; encomendas pelo fone/zap: 18 – 99686-2898.
(Antonio Cesar Perri de Carvalho) DE: https://grupochicoxavier.com.br/obra-de-vultos-volume-3-2026/
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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📚💚 OBRA DE VULTOS – VOLUME 3 | 2026 💛
Uma obra que reúne histórias inspiradoras de espíritos ilustres que contribuíram para o movimento espírita em nossa região, trazendo exemplos de dedicação, amor ao próximo e trabalho em favor do bem. ✨📖
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🏡 À venda no Abrigo Ismael 📍 Rua Marcílio Dias, 129 – Araçatuba/SP 📞 Informações: (18) 3623-3408
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(Recebido em email de Adair Anacleto) |
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Obra de Vultos 3 Compras na Aliança Espírita Varas da Videira. Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Atividades da casa. Aliança Espírita Varas da Videira e Casa da Caridade. Araçatuba, SP |
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(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
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Correio Espírita - Jornal de outubro de 2026 |
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Outubro/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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ACESSE AQUI: |
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Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta Março/Abril-2026. Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf
(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
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Filme As Irmãs Fox será exibido gratuitamente na Federação Espírita Brasileira, em Brasília, com a presença do diretor Wagner de Assis
CLIQUE AQUI: https://febnet.org.br/as-irmas-fox-na-feb/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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Clique
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FERGS. Federação Espírita do Rio Grande do Sul Porto Alegre |
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CLIQUE AQUI: https://www.facebook.com/federacaoespiritars/?locale=pt_BR
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FEC. Federação Espírita Catarinense Florianópolis |
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ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/fec.federacaoespiritacatarinense/?locale=pt_BR
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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HOMENAGEM
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Manoel Clemente Gonçalves |
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Manoel Clemente Gonçalves Foto do acervo da Associação das Senhoras Cristãs Benedita Fernandes Biografia elaborada
por O popular “Manoel Caneca”, como era conhecido o senhor Manoel Clemente Gonçalves, nasceu no dia 23 de novembro de 1894, em Fortaleza de Coimbra, Mato Grosso. No ano de 1918, veio para São Paulo, a fim de trabalhar na Estrada de Ferro Noroeste do Brasil - N.O.B - , ingressando na mesma em 1º de maio desse mesmo ano, exercendo, a partir daí, a função de maquinista de primeira classe. Foi um dos maquinistas pioneiros na travessia do Rio Paraná, a caminho do Estado de Mato Grosso, indo até Corumbá. Naqueles tempos, a locomotiva que trafegava pelo país ainda era a antológica “Maria Fumaça”, que exigia em seu quadro de condutores, além do maquinista, o heróico “foguista”, que ateava lenha na caldeira. “Manoel Caneca”, portanto, trabalhou quase toda a sua vida como condutor de “Maria Fumaça”. Em Araçatuba, conheceu Dona Maria Bogalho, nascida em 31 de março de 1900, na cidade de Jundiaí. Casaram-se em 31 de outubro de 1944 e passaram a residir na Rua Benedita Fernandes, nº 122, onde permaneceram até o último dia de suas vidas. No ano de 1932, Dona Maria Bogalho Gonçalves, que era conhecida como “Dona Nina”, estava ao lado de Dona Benedita Fernandes para a fundação da Associação das Senhoras Cristãs de Araçatuba, uma entidade assentada nos princípios espíritas constituída por um orfanato e um manicômio. Dona Nina trabalhava no orfanato, sendo diretora por muitos anos, enquanto Manoel Caneca ajudava no sanatório (manicômio), onde dirigia trabalhos espíritas que se desenvolviam no local. Antônio César Perri de Carvalho, em “O Espiritismo em Araçatuba”, pág. 13, deixa interessante registro do casal naquela grandiosa instituição fundada por Benedita Fernandes: “Aos 30 de março de 1935, Cairbar Schutel divulgou a formação da nova diretoria da “Associação das Senhoras Cristãs”: Presidente: Benedita Fernandes; Secretário: Manoel Clemente Gonçalves; Tesoureiro: D. Maria Bogalho Gonçalves...” Posteriormente, ele passou a realizar trabalhos espíritas em sua própria residência, todas as segundas-feiras, à noite. Mas o que notabilizou o Senhor Manoel Caneca, no bairro Santana e até em bairros vizinhos, foi a sua índole caridosa, pois ele era um especialista em homeopatia e possuía um pequeno laboratório, onde manipulava seus medicamentos homeopáticos. Esses remédios eram dados gratuitamente a seus pacientes, em sua grande parte constituído de crianças, embora também atendesse os adultos. “Seu Caneca” também era conhecido como “benzedor”, pois ministrava “passes magnéticos” a muitos que o procuravam, isso quando não conjugava os “passes” com os remédios homeopáticos. Em 8 de maio de 1957, “Seu Caneca” se aposentou pela N.O.B., depois R.F.F.S.A - Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima -, aos 63 anos de idade. Após muitos anos como militante espírita e digno representante do “dar a alguém, sem olhar a quem”, no dia 3 de novembro de 1986, o seu “Caneca” deixou este mundo, mas ficou na lembrança de todos aqueles que, de uma forma ou de outra, foram beneficiados pelo seu coração generoso. Dona Nina não resistiu muito à ausência de seu “velho”, e no dia 11 de julho de 1990, também veio a falecer, deixando um vazio no coração dos parentes e de todos aqueles que aprenderam a amá-la e admirá-la. “Seu Caneca” e Dona Nina deixaram o filho José Pereira, o “Zezinho do Caneca”, a nora Matilde Pereira, quatro netos e seus bisnetos, todos eles residentes no endereço que foi morada da família a vida inteira.Convém lembrar que nosso biografado foi vereador da 1ª Legislatura da Câmara Municipal de Araçatuba, e, como tal, foi homenageado pela mesma, ao ter seu nome a denominar a Rua Dez do bairro Manoel Pires. Essa honraria lhe foi prestada através do Decreto Legislativo nº 09, de 3 de fevereiro de 1992. Fizeram parte do grupo espírita do Senhor “Manoel Caneca” muitas pessoas. Dentre as mais próximas e duradouras, podemos enumerar: Dona Maria Luzia da Silva Pires, Dona Maria de Souza ( mãe da primeira, já falecida), Dona Edwiges Luciana de Farias Cesário, Dona Rosa Tagliacol da Silva, Dona Maria Joana da Costa , Dona Benedita de Oliveira, Dona Ambrósia Alves Pereira, Senhor José Carlos de Carvalho, Dona Braulina Tereza da Conceição e Dona Dolores Garcia.
(Copiado de: http://www.universoespirita.org.br/catalogo/literatura/textos/ISMAEL%20GOBI/obras_de_vultosII/manoel_clemente_goncalves.htm) |
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O casal Manoel Clemente Gonçalves e dona Maria Bogalho Gonçalves Imagem do acervo da Associação das Senhoras Cristãs Benedita Fernandes |
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Locomotiva antiga. Arquivo da Câmara Municipal de Araçatuba. *
* O Sr. Manoel Clemente Gonçalves foi maquinista de locomotivas a vapor conhecidas como “Maria fumaça” na EFNO B por muitas décadas no trajeto entre Araçatuba e Corumbá. Vide biografia acima. |
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Estação e páteo de manobras da NOB em Araçatuba. Foto do arquivo da Câmara Municipal de Araçatuba.
* O Sr. Manoel Clemente Gonçalves foi maquinista de locomotivas a vapor conhecidas como “Maria fumaça” na EFNO B por muitas décadas no trajeto entre Araçatuba e Corumbá. Vide biografia acima. |
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Vista da cidade de Corumbá, Mato Grosso do Sul. Correio da Manhã. Foto do Acervo do Arquivo Nacional. Imagem copiada de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Vista_da_cidade_de_Corumb%C3%A1,_Mato_Grosso_do_Sul.tif
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Foto antiga mostrando a famosa rua Marechal Deodoro. Araçatuba, SP. Imagem do arquivo da Câmara Municipal de Araçatuba |
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Dona Benedita Fernandes, na extrema esquerda de pé, fundadora da Associação das Senhoras Cristãs, tendo ao seu lado o casal Maria Bogalho e Manoel Clemente Gonçalves, membros da primeira diretoria da Associação da qual foi a primeira presidente. Na extrema direita de pé um amigo. A foto mostra sentados doentes mentais em tratamento. Foto do acervo da Associação das Senhoras Cristãs Benedita Fernandes.
Leia biografias de Benedita Fernandes |
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O Sr Manoel Clemente Gonçalves (“Manoel Caneca”) de terno branco e gravata à frente tendo à sua esquerda a esposa Maria Bogalho Gonçalves (Dona Nina). Casa da Criança no Abrigo João de Deus fundado por dona Benedita Fernandes. Foto do acervo da Associação das Senhoras Cristãs Benedita Fernandes. Araçatuba, SP |
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Dona Benedita Fernandes com as crianças do Abrigo João de Deus visitando a Aliança Espíritas Varas da Videira, na rua Silva Jardim no dia 27 de junho de 1943. Dona Maria Bogalho logo atrás de dona Benedita. Imagem copiada do livro Obra de Vultos, volume 1. |
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Pedro Álvarez y Gasca (04-11-1913 / 12-03-1981) |
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Pedro Álvarez y Gasca Imagem da internet
O professor Pedro Álvarez y Gasca nasceu na cidade de Moroléon, Estado de Guanajuato em 4 de novembro de 1913.
Foi o sexto filho do matrimônio constituído pela senhora sua mãe, Maria Gasca de Alvarez, mestre de escola e Dom Primitivo Alvarez, farmacêutico originário de Michoacán.
Seus primeiros anos de estudo primário e secundário realizou-os na cidade de Morelia, Michoacán, com muito esforço pois, desde seu nascimento, na época da revolução, seu organismo foi débil e enfermiço; à diferença de outras crianças que gostavam dos jogos ativos, ele buscava a quietude e, em outras ocasiões, o isolamento.
Mas não se pense que ele era triste; seu caráter era afável e bondoso e costumava, em muitas ocasiões, fazer brincadeiras ingênuas ou perspicazes a seus companheiros. Como era muito observador das pessoas, fazia-lhes versos sérios ou jocosos. Os "dias dos mortos" eram propícios para escrever galhofas e com muita agudeza crítica escreveu alguns muitos simpáticos que eram levados à imprensa da cidade e logo reproduzidos no periódico local. Na época, o irmão Pedrito contava com dez anos de idade.
Ao terminar sua instrução secundária, ampliou seus estudos tomando aulas de biologia e dos idiomas: inglês, francês e alemão; (português estudou mais tarde, quando adulto), assim como de música, com o professor Eugenio Escalante com quem aprendeu tocar bandolim, banjo e violino. O estudo da História da Arte e História Pré-hispânica e Colonial, apaixonou-o muito e, posteriormente, constituiu, ao longo de sua vida, sua vocação principal.
O esforço pela superação o realizava, apesar da deficiente saúde que padecia. Seus pais e familiares sempre estavam preocupados por ele, levando-o a consultas com vários médicos, sem encontrar esperanças satisfatórias.
Certo dia, desesperado por não encontrar alívio, aceitou que seu irmão José o levasse a um Centro Espírita da cidade de Morelia; nesse Centro encontrou seu alívio através de curas fluídicas que lhe foram proporcionadas pelo Espírito do Dr. Enrique G. de la Garza. Este acontecimento determinou sua conversão ao Espiritismo.
O irmão Pedrito tinha uma importante missão a cumprir, missão que se perfilou desde seus primeiros anos de vida e, com a recuperação de sua saúde a revelação de seu destino. A formação religiosa católica-cristã que recebeu em sua infância no lar, contribuiu no desenvolvimento de sua sensibilidade e, por conseqüência, na compreensão do conteúdo moral e espiritual do Espiritismo. Dizia o irmão Pedro: "O Espiritismo chegou a mim sem causar-me assombro. Desde o primeiro momento, aceitei-o de forma muito natural e foi-me fácil sua compreensão. Comecei a estudar nos livros de Allan Kardec e descobri, desde então, a causa de todos os meus padecimentos."
Nesse tempo, Pedrito contava com vinte anos de idade e encontrava-se trabalhando como Ajudante Administrativo na Casa de Morelos, convertida, mais tarde, em Museu. Era o ano de 1933.
Três anos depois, em 1936, seu irmão José, que então se encontrava no México, convidou o irmão Pedrito a mudar-se para essa capital pois era-lhe oferecida uma nomeação como Etnólogo na Direção de Monumentos Coloniais da Secretaria de Educação Pública.
No ano de 1945, o irmão Pedro contraiu matrimônio na cidade de Morelia, com a Srta. Juana Sánchez Hernández.
Tanto o irmão Pedrito como o irmão José, na época, já tinham uma formação espírita muito sólida; freqüentavam Centros e eram convidados a proferir conferências; lembramo-nos, precisamente, do irmão Pedrito quando, no mês de novembro de 1941, na então Sociedade Heliosóphica "Amigos de la Verdad", que se localizava na rua Protásio Tagle, 45, em Tacubaya, D.F., participou de um ciclo de conferências que incluiu uma semana, na qual participaram os irmãos Alfredo Lorenz, Dom Ramón Guzmán, Dom Rufino Juanco, José Alvarez e Gasca perante um numeroso auditório, sustentando brilhante conferência.
Em 1950, restabeleceu-se a "Central Espírita Mexicana" com o irmão Rufino Juanco, colaborando destacados espíritas do interior como Dom Mariano Salem, de Tampico; Agustín P. Carranza e Dom Benjamin Salazar, da Ciudad Juarez; Dom Rosendo Ramirez, Dom Agustín Pérez, Miguel Lezama, Aristeo e Angel Calva, de Tlaxcala; o professor Jesús Garcia Lucio, de Tampico e muitos mais. Nesta etapa de reorganização da C.E.M., o irmão Pedrito manifestou seu empenho e ampla colaboração. Recordamos, com muita emoção as reuniões que, mensalmente, se realizavam no "Salón de Actos de la Escuela de Comercio y Administración" que, na época se encontravam na Cidadela, época importante que reuniu os esforços que, posteriormente, deram início à atual "Central Espírita Nacional Mexicana", protocolada perante a Secretaria do Governo.
Amparo Morgado Estrada Dados extraídos da revista
Alborada nº 68 e 69, abril e julho de 1981, México.
(Copiado do site Feparana http://www.feparana.com.br/topico/?topico=697) |
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Igreja de São João Batista na praça principal de Moroléon. Imagem/autor: Moroleón, Gto. Mexico Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Morole%C3%B3n |
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Enchendo jarros de água em uma fonte em Morelia, México. 1906. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Morelia |
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Luar. Foto: Ismael Gobbo |
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Deus
Eurípedes Barsanulfo (Texto copiado na internet do site http://www.forumespirita.net/fe/poesia/deus-euripedes-barsanulfo/)
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The Rose Garden. Hyde Park. Londres, Reino Unido.Foto Matheus Gobbo. |
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Crepúsculo em Auriflama, SP. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus e o precursor |
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Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X Psicografia Francisco Cândido Xavier FEB
Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias. Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais. O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso – é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos. Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –, trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino. Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios. Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel. Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!” Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”. No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria! Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso. As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças. * Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita. Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas. Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos? Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”. Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo. João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade. O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos. Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.
Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.
(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)
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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte: |
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Jesus aos doze anos encontrado entre os doutores do templo. James Tissot Fonte da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo. |
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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus abençoa João Batista no deserto. Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG |
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Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
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Amor Infinito Caminhos retos |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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