|
Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, sábado, 07 de novembro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
|
|
|
Notas |
|
1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
|
|
Atenção |
|
Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/NOVEMBRO/07-11-2026.htm
No Blogonde é postado diariamente: http://ismaelgobbo.blogspot.com.br/
Ou no Facebook:https://www.facebook.com/ismael.gobbo.1
|
.-
|
Os últimos 5 emails enviados |
|
DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
06-11-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/NOVEMBRO/06-11-2026.htm 05-11-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/NOVEMBRO/05-11-2026.htm 04-11-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/NOVEMBRO/04-11-2026.htm 03-11-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/NOVEMBRO/03-11-2026.htm 02-11-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/NOVEMBRO/02-11-2026.htm
|
|
Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 10 - 1867 |
|
(Copiado do site Febnet) |
|
|
|
Charles Fourier. Estampa Couturier, Philibert Léon (1823-1901). Lithographe Imagem/fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b530064983.item
Charles Fourier François Marie Charles Fourier (Besançon, 7 de Abril de 1772 – Paris, 10 de Outubro de 1837) foi um socialista francês da primeira parte do século XIX, um dos pais do cooperativismo. Foi também um crítico ferino do economicismo e do capitalismo de sua época, e adversário da industrialização, da civilização urbana, do liberalismo e da família baseada no matrimônio e na monogamia. O caráter jovial com que Fourier realizou algumas de suas críticas fez dele um dos grandes satíricos de todos os tempos. Propôs a criação de unidades de produção e consumo — as falanges ou falanstérios — baseadas em uma forma de cooperativismo integral e auto-suficiente, assim como na livre perseguição do que chamava paixões individuais e seu desenvolvimento, o que constituiria um estado que chamava harmonia. Neste sentido antecipa a linhagem do socialismo libertário dentro do movimento socialista, mas também em linhas críticas da moral burguesa e cristã, restritiva do desejo e do prazer — neste sentido, sendo também um dos precursores da psicanálise.[1] Em 1808 Fourier já argumentava abertamente a favor da igualdade de gênero entre homens e mulheres, apesar da palavra feminismo só ter surgido em 1837.[2] Entusiastas de suas ideias estabeleceram comunidades intencionais nas três Américas. O Falanstério do Saí em Santa Catarina e a Colônia Cecília no Paraná foram experiências práticas inspiradas por Fourier no Brasil, assim como La Réunion no Texas e a Falange Norte-americana em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Biografia Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Fourier
|
|
Charles Fourier Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c2/Fourier.gif |
|
Leia sobre “História do Espiritismo no Brasil” https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_espiritismo_no_Brasil
|
|
O belga Jean-Baptiste-Ambroise-Marcellin Jobard (17 de maio de 1792 - 27 de outubro de 1861) foi um litógrafo belga, fotógrafo e inventor de origem francesa. Amigo e admirador de Allan Kardec. https://en.wikipedia.org/wiki/Marcellin_Jobard#/media/File:Portrait_JBAM_Jobard.jpg
Quando da morte de Jobard, Allan Kardec comentou no número de dezembro de 1861 da Revista Espírita: "Nenhum jornal do nosso conhecimento falou desta que tinha sido uma das características mais marcantes dos últimos anos de sua vida: sua completa adesão à Doutrina Espírita, cuja causa havia abraçado com entusiasmo". Tendo O Livro dos Espíritos sido publicado em abril de 1857, Jobard anuncia sua crença em carta endereçada a Kardec e publicada na Revista de julho de 1858. A resposta de Kardec, que está publicada no mesmo número, afirma que "a adesão tão clara e tão franca de um homem do valor do Sr. Jobard é, incontestavelmente, uma preciosa conquista que todos os partidários da Doutrina Espírita aplaudirão". A sua dedicação às ideias espíritas rendeu-lhe o título de presidente honorário da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, a primeira e então mais importante instituição espírita do mundo. (Wikipedia)
|
|
ACESSE AQUI: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5740382p.texteImage#
|
|
Copiado de: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5740382p/f27.item.texteImage
|
|
Rosas em “El Rosedal”, Buenos Aires, Argentina. Foto Laura Emilia Michelin Gobbo. |
|
Allan Kardec, Codificador do Espiritismo. Imagem/fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b8529782x
|
|
Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k61186735 Edição de 1º. de fevereiro de 1866 |
|
Vista panorâmica de Catania Etna Vulcões Sicilia Itália Castielli CC0. Autor: Castielli Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Catania-Etna-Sicilia-Italy-Castielli_CC0_HQ1.JPG |
|
Este quadro de Pavel Fedotov mostra uma morte por cólera em meados do século XIX. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pandemia_de_c%C3%B3lera_de_1846%E2%80%931860
Pandemia de cólera de 1846-1860 A terceira pandemia de cólera (1846-60) foi o terceiro grande surto de cólera com origem na Índia no século XIX e que se alastrou muito para além das suas fronteiras. Investigadores da UCLA acreditam que o surto pode ter começado em 1837 e durado até 1863.[1] Na Rússia, mais de um milhão de pessoas morreram de cólera. Entre 1853 e 1864, a epidemia em Londres ceifou mais de 10.000 vidas e houve mais de 23.000 mortes em toda a Grã-Bretanha. Esta pandemia foi a que provocou mais mortos no século XIX.[2] Como nas pandemias que a precederam, a cólera espalhou-se desde o delta do rio Ganges na Índia e provocou um número elevado de mortes nas populações da Ásia, da Europa, da África e da América do Norte. Considera-se que 1854 foi o pior ano da pandemia, uma vez que 23.000 pessoas morreram de cólera na Grã-Bretanha. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pandemia_de_c%C3%B3lera_de_1846%E2%80%931860
|
|
|
|
Ação ponderada |
|
Pequena análise do comportamento humano nos permite perceber o quanto somos capazes de muito reagir e de pouco agir. Basta uma pequena rusga no trânsito, alguém que altere a voz em uma discussão, e a reação acontece. Ou ainda, que alguém nos trate rispidamente, ou que falte com a polidez para conosco para que desencadeie uma imediata reação em nós. Reagimos de maneira impulsiva, algumas vezes, até violenta, e, consequentemente, impensada. Reagimos, de súbito, para logo mais percebermos que poderíamos ter agido diferente. Qual animal ferido ou acuado, reagimos para nos defender, sem analisar, refletir ou pensar. Assim se dá porque vinculados a comportamentos ancestrais, trazemos o ímpeto de reagir, por impulso, por instinto, sem raciocinar. E, somente depois, a razão nos convida a avaliarmos as consequências do que foi dito, ou a maneira como nos comportamos. Por outro lado, somos sempre vítimas de nossas reações, enquanto a ação nos permite tomar a atitude que escolhemos, o procedimento que achamos mais adequado. Se a reação é instintiva, a ação é racional e reflexiva. Se ao reagir não nos damos conta ou não nos apercebemos do estrago que podemos causar, o agir é analisado e pensado. Dessa forma, se percebemos que nossa reação gera muito mais dificuldades e problemas do que soluções e tranquilidade, é hora de trocarmos a reação pela ação. Por exemplo, se fazemos silêncio quando alguém nos dirige impropérios, é a ação da paz que foi nossa opção. Fácil seria revidar na mesma moeda, reagir da mesma forma. Desafiador é evitar a armadilha da reação e, lucidamente, optar pela clareza da ação. Se alguém nos aborda de maneira grosseira, e respondemos com gentileza, paciência e calma, é a ação da nossa compreensão para com o outro. Talvez fosse mais fácil, pela força do hábito, nos comportarmos com reciprocidade, devolvendo a grosseria que recebemos. Porém, o grande desafio é deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerará sempre melhores resultados, posto que é fruto do equilíbrio e da reflexão. E a transformação do nosso comportamento acontecerá paulatinamente e será o resultado da disciplina no pensar, que gera o hábito da reflexão, culminando pelo desarmar de nossas atitudes. Portanto, já não mais vítima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada. Que a análise e reflexão de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a reação ceda lugar a ações, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade. * * * Quando reagimos, revidando ofensas, agressões, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu. A partir daí, mantemos uma interdependência psíquica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos malsãos, que somente nos prejudicam, física e espiritualmente. Optemos sempre pela ação ponderada e gozemos de saúde, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequência ou da maldade. Façamos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes bênçãos. Redação do Momento Espírita.
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=4175&stat=0) |
|
Descrição Identificação Título(s): Paciência (Patientia). Pacientia (título na obra) Tipo de objeto: gravura Número de inventário: RP-P-OB-10.853 Referência de catálogo: Bartsch 138. Pauli (Hans Sebald Beham) 141-2(6). Hollstein German 141-2(6) Inscrições / Marcas: marca de colecionador, no verso, centro inferior, carimbada: Lugt 2228a Descrição: Uma mulher alada, personificando a Paciência (Patientia), está sentada com um cordeiro nos braços, enquanto o diabo observa, esfregando as mãos. Dois anjos colocam uma coroa de louros sobre a cabeça da virtude personificada. Produção Autor: gravador: Hans Sebald Beham (indicado na obra), a partir de desenho próprio: Hans Sebald Beham (indicado na obra) Local de produção: Frankfurt am Main Data: 1540 Características físicas: gravura Material: papel Técnica: gravura (processo de impressão) Dimensões: marca da matriz: A 105 mm × L 70 mm Assunto Tema: Paciência; 'Patienza' (Ripa) Aquisição e direitos Aquisição: desconhecida Direitos autorais: Domínio público Data: 1540 Fonte: http://hdl.handle.net/10934/RM0001.COLLECT.31198 Autor: Rijksmuseum. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Geduld_(Patientia)_Pacientia_(titel_op_object),_RP-P-OB-10.853.jpg |
|
Veneno livre |
|
Pelo Espírito Irmão X (Humberto de Campos). Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Cartas e Crônicas. Lição nº 18. Página 81.
Pede você que os espíritos desencarnados se manifestem sobre o álcool, sobre os arrasamentos do álcool. Muito difícil, entretanto, enfileirar palavras e definir-lhe a influência. Basta lembrar que a cobra, nossa velha conhecida, cujo bote comumente não alcança mais que uma só pessoa, é combatida a vara de ferro, porrete, pedra, armadilha, borralho, água fervente e boca de fogo, vigiada de perto pela gritaria dos meninos, pela cautela das donas de casa e pela defesa do serviço municipal, mas o álcool, que destrói milhares de criaturas, é veneno livre, onde quer que vá, e, em muitos casos, quando se fantasia de champanhe ou de uísque, chega a ser convidado de honra, consagrando eventos sociais. Escorrega na goela de ministros com a mesma sem-cerimônia com que desliza na garganta dos malandros encarapitados na rua. Endoidece artistas notáveis, desfibra o caráter de abnegados pais de família, favorece doenças e engrossa a estatística dos manicômios; no entanto, diga isso num banquete de luxo e tudo indica que você, a conselho dos amigos mais generosos, será conduzido ao psiquiatra, se não for parar no hospício. Ninguém precisa escrever sobre a aguardente, tenha ela o nome de vodca ou de suco de cana, cerveja, rum ou conhaque, de vez que as crônicas vivas, escritas por ela mesma, estão nos próprios consumidores, largados à bebedeira, nos crimes que a imprensa recama de sensacionalismo, nos ataques da violência e nos lares destruídos. E se comentaristas de semelhantes demolições devem ser chamados à mesa redonda da opinião pública, é indispensável sejam trazidos à fala as vítimas de espancamento no recinto doméstico, os homens e as mulheres de vida respeitável que viram a loucura aparecer de chofre no ânimo de familiares queridos, as crianças transidas de horror ante o desvario de tutores inconscientes e, sobretudo, os médicos encanecidos no duro ofício de aliviar os sofrimentos humanos. Qual! Não acredite que nós, pobres inteligências desencarnadas, possamos grafar com mais vigor os efeitos da calamidade terrível que escorre, de copinho a copinho. É por isso talvez que as tragédias do alcoolismo são, quase sempre, tratadas a estilete de sarcasmo. E creia você que a ironia vem de longe. Consta do folclore israelita, numa história popular, fartamente anotada em vários países por diversos autores, que Noé, o patriarca, depois do grande dilúvio, rematava aprestos para lançar à terra ainda molhada a primeira vinha, quando lhe apareceu o Espírito das Trevas, perguntando, insolente : - Que desejas levantar, agora? - Uma vinha - respondeu o ancião, sereno. - O sinistro visitante indagou quanto aos frutos esperados da plantação. - Sim - esclareceu o bondoso velho -, serão frutos doces e capitosos. As criaturas poderão deliciar-se com eles, em qualquer tempo, depois de colhidos. Além disso, fornecerão milagroso caldo que se transformará facilmente em vinho, saboroso elixir capaz de adormecê-las em suaves delírios de felicidade e repouso... - Exijo sociedade nesta lavoura! – gritou Satanás, arrogante. Noé, submisso, concordou sem restrições e o Gênio do Mal encarregou-se de regar a terra e adubá-la, para o justo cultivo. Logo após, com a intenção de exaltar a crueldade, o parceiro maligno retirou quatro animais da arca enorme e passou a fazer a adubagem e a rega com a saliva do bode, com o sangue do leão, com a gordura do porco e com o excremento do macaco. À vista disso, quantos se entregam ao vício da embriaguez apresentam os trejeitos e os berros sádicos do bode ou a agressividade do leão, quando não caem na estupidez do porco ou na momice dos macacos. Esta é a lenda; entretanto, nós, meu amigo, integrados no conhecimento da reencarnação, estamos cientes de que o álcool, intoxicando temporariamente o corpo espiritual, arroja a mente humana em primitivos estados vibratórios, detendo-a, de maneira anormal, na condição de qualquer bicho.
(Texto recebido em email do divulgador Antonio Sávio, Belo Horizonte, MG) |
|
Cobra Cascavel em serpentário do Instituto Butantan em São Paulo, Brasil. Fotos Ismael Gobbo |
|
Dr. Vital Brasil e auxiliar extraindo veneno no ano de 1940. Painel exposto no Instituto Butantan, São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo. |
|
"O progresso do bêbado", 1846, demonstrando como o alcoolismo pode levar à pobreza, ao crime e, eventualmente, ao suicídio. https://en.wikipedia.org/wiki/Suicide#/media/File:The_Drunkard%27s_Progress_1846.jpg · Passo 1. Um copo com um amigo. · Passo 2. Um copo para manter o frio fora. · Etapa 3. Um copo demais. · Passo 4. Bêbado e desregrado. · Etapa 5. A cimeira alcançada. Companheiros joviais. Um bêbado confirmado. · Etapa 6. Pobreza e doença. · Passo 7. Esquecido por amigos. · Passo 8. Desespero e crime. · Passo 9. Morte por suicídio
|
|
A cólera do alcoólico. Pastel sobre tela do Professor Humberto Viggiano. Foto Ismael Gobbo Quadro exposto no Museu Penitenciário Paulista. São Paulo, Brasil. |
|
Ideais de Ressocialização. Imagens expostas no Museu Penitenciário Paulista. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo. |
|
Influências espirituais focalizadas em entrevista |
|
Stela Martins, de São Carlos, entrevistou Cesar Perri em transmissão no dia 04 de novembro. No bate papo, sob um tema geral “influências dos espíritos”, ela focalizou duas obras do entrevistado: “Entre vidas. Cá e lá” (O Clarim, 2026) e “Benedita Fernandes. A dama da caridade” (reedição CCDPE-SP, 2026). No primeiro livro o autor traz depoimentos pessoais e no último, o caso de superação de Benedita Fernandes. Trata-se do programa Livreiro Espírita do canal Renovando Consciências, que focaliza autores e os entrevista para estimular uma boa conversa sobre literatura espírita. Acesse pelo link: https://www.youtube.com/live/uFhTmAIB1oo?is=Zv3eG5qBAbTsTyvb
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
|
PNE 2026 – Encerramento adiado para 02/11/2026 (23:59hs) |
|||||||||||||||
PNE2026-30OUT-20261030181034 [email protected]
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
|
[1035-JornalMundoMaior] DISCUSSÕES. |
|
Curta o Jornal Mundo Maior no facebook:- www.facebook.com/jornalmundomaior Acesse o site do Jornal Mundo Maior e leia outras mensagens:- www.jornalmundomaior.com.br JORNAL MUNDO MAIOR ESTÁ NO WATSAPP clique no link e participe do nosso grupo:- https://chat.whatsapp.com/JqtroYousqNKuK5mmgBino
DISCUSSÕES. Hora de aborrecimento ou desagrado – tempo de silêncio e de oração.
Esclarecer, analisar, observar, anotar, mas toda vez que o azedume apareça, mesmo de longe, deixar a conversação ou o entendimento para depois. Discutir, no sentido de questionar ou contentar, é o mesmo que atirar querosene à fogueira.
Sempre que nos adentramos na irritação, a tomada de nosso pensamento se liga, de imediato, para as áreas da perturbação ou da sombra.
Saibamos tolerar os dissabores e contratempos da vida, arredando-os do cotidiano, como quem alimpa um campo minado.
Aceitemos a reclamação alheia, paguemos o prejuízo que nos seja possível resgatar sem maior sacrifício e esqueçamos a frase impensada ou o gesto de desconsideração tantas vezes involuntários com que nos hajam ferido.
Nunca valorizar ocorrências desagradáveis ou futilidades que pretendam tisnar-nos o otimismo.
Há quem diga que da discussão nasce a luz. É provável seja ela, em muitos casos, um fator de discernimento, quando manejada por espíritos de elevada compreensão; no entanto, em muitos outros, nada mais faz que apoiar a discórdia e apagar a luz. No Livro:- ALMA E CORAÇÃO. Emmanuel/Chico Xavier.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
--
(Recebido em email de [email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]]) |
|
Programação Instituição Beneficente Nosso Lar novembro 2026 São Paulo, capital |
|
Olá Ismael, olá amigos seguidores desta importante mídia. Espero que todos estejam bem. Segue em anexo a programação do Departamento de Cultura Espírita da Instituição Beneficente Nosso Lar para o mês de novembro de 2026. Muita paz a todos. Abraço fraterno,
"Toque de amor
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
|
Jornal Momento Espírita - EDIÇÃO DE NOVEMBRO Centro Espírita Amor e Caridade, Bauru, SP. Assesse abaixo: |
|
ACESSE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/11/Jornal-Momento-Esp-nov-26.pdf
(Recebido em email do amigo Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
|
Edição 130 da Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG |
|
CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol130.pdf
|
|
POST sobre o jornal O IMORTAL de novembro (se puder, por favor divulgue). |
|
Amigo(a) espírita, boa tarde. Peço que divulgue em suas redes sociais e pelo celular o post abaixo, relativo à edição de novembro do jornal O IMORTAL disponível desde ontem na internet:
Se ainda não leu, veja – entre inúmeras matérias – alguns dos destaques do jornal O IMORTAL deste mês: 1. Quanto mais pessoas dispostas a servir, mais pessoas alcançamos Frase do entrevistado deste mês, o jovem Bruno Pontes Fuentes, de Londrina-PR, coordenador do projeto “Novos Mensageiros”, iniciativa voltada à divulgação da Doutrina Espírita nas redes sociais e ao acolhimento fraterno. 2. A parceria entre Chico e Herculano para contextualizar o Espiritismo Título do artigo em que Eliana Haddad comenta como se iniciou a parceria entre Chico Xavier e Herculano Pires que deu origem à série “Na Era do Espírito”, composta pelos livros Chico Xavier pede licença, Na Era do Espírito, Astronautas do Além e Diálogo dos vivos. 3. Mãos entrelaçadas Nome dado ao Editorial desta edição que reitera que precisamos ser unidos e fraternos e nos adverte de que o Brasil, nação escolhida por Jesus para ser o coração do mundo e a Pátria do Evangelho, necessita pacificar seu povo. Acesse gratuitamente a edição clicando em https://www.jornaloimortal.com.br/
Obrigado pela colaboração e um forte abraço.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
Herculano Pires, Chico Xavier e Waldo Vieira
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
|
Casa Editora O Clarim Em que perseveramos?, e outros destaques da RIE de novembro |
|
ACESSE AQUI:
(Recebido de Casa Editora O Clarim [[email protected]]) |
|
GEPAR INFORMES | NOVEMBRO 2026 |
|
ACESSE AQUI:
(Recebido email de GEPAR [[email protected]]) |
|
Resenha: Obra de Vultos – Volume 3 – 2026 |
|
Obra de Vultos, surge em seu Volume 3, com organização de Ismael Gobbo. Contém 38 biografias de destacados lidadores do movimento espírita de Araçatuba, Birigui, Guararapes, Penápolis e Ilha Solteira. Redigimos o Prefácio dessa obra. O organizador Ismael, integra as amizades iniciadas desde a fundação da Mocidade Espírita Irma Ragazzi Martins, na Instituição Nosso Lar, Araçatuba (SP), nos idos de 1964, e de continuadas trocas de mensagens em função do Boletim de Notícias do Movimento Espírita que ele edita semanalmente. Em geral, fomos contemporâneos e conhecemos vários dos vultos focalizados que atuaram nas cidades da região Noroeste do Estado de São Paulo. Entre os homenageados, encontram-se a minha genitora, Bebé; Joana, genitora de minha esposa Célia; a marcante figura de Linda Dias de Almeida; Auzília Chessa Gobbo, genitora de Ismael; vários parceiros dos nossos tempos de residência e atuação direta em Araçatuba e, o mais recente, o dinâmico Sirlei Nogueira. Os autores das biografias são parentes ou amigos dos homenageados. Anotações tão queridas para os autores dos capítulos, com preito de homenagem e gratidão a esse conjunto de espíritos desencarnados. Embora em breves linhas, cada anotação representa muito esforço e dedicação que marcaram as trajetórias corpóreas. Há ilustrações. As publicações anterioresforam editadas há algum tempo: Obra de vultos – Volume 1 (1999) e Obras de vultos – Volume 2 (2000), também reunindo biografias de lidadores daquela região. Obra de Vultos- Volume 3, tem sido lançada, desde final de setembro de 2026, em instituições espíritas de Araçatuba e região, com a presença do organizador Ismael. Comparecemos em uma delas, dia 11/10/26, na União Espírita Paz e Caridade. O exemplar pode ser adquirido em: - União Espírita Paz e Caridade – Rua Marcílio Dias 129 – Araçatuba; - Aliança Espírita Varas da Videira – Rua Bernardino de Campos, 363 - Araçatuba; encomendas pelo fone/zap: 18 – 99686-2898.
(Antonio Cesar Perri de Carvalho) DE: https://grupochicoxavier.com.br/obra-de-vultos-volume-3-2026/
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX) |
|
Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
|
📚💚 OBRA DE VULTOS – VOLUME 3 | 2026 💛
Uma obra que reúne histórias inspiradoras de espíritos ilustres que contribuíram para o movimento espírita em nossa região, trazendo exemplos de dedicação, amor ao próximo e trabalho em favor do bem. ✨📖
Adquira seu exemplar por apenas R$ 30,00 e prestigie essa importante obra!
🏡 À venda no Abrigo Ismael 📍 Rua Marcílio Dias, 129 – Araçatuba/SP 📞 Informações: (18) 3623-3408
Cada gesto de apoio fortalece nossa missão de acolher e cuidar de nossas idosas com carinho e dignidade. ❤️
Adquira o seu e faça parte dessa história! 📚
(Recebido em email de Adair Anacleto) |
|
Obra de Vultos 3 Compras na Aliança Espírita Varas da Videira. Araçatuba, SP |
|
(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
|
Atividades da casa. Aliança Espírita Varas da Videira e Casa da Caridade. Araçatuba, SP |
|
(Recebido em email de Adriana Leite [[email protected]]) |
|
Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Outubro/2026 |
|
|
(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
|
|
ACESSE AQUI: |
|
|
Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
|
Clique
aqui:
|
|
Filme As Irmãs Fox será exibido gratuitamente na Federação Espírita Brasileira, em Brasília, com a presença do diretor Wagner de Assis
CLIQUE AQUI: https://febnet.org.br/as-irmas-fox-na-feb/
|
|
FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
|
Clique
aqui:
|
|
FERJ. Federação Espírita do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, capital |
|
CLIQUE AQUI: https://www.facebook.com/ferj.org/
|
|
FEEES. Federação Espírita do Estado do Espírito Santo Vitória |
|
ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/feeesoficial/?locale=pt_BR
|
|
Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
|
Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
|
|
HOMENAGEM
|
|
|
Adalberto da Silva Braga (6/11/1913 – 25/2/1975) |
|
|
Adalberto da Silva Braga Imagem do Livro Obra de Vultos, volume 1.
Biografia elaborada por: Maria Teresa da Silva Braga Nasceu em Santana dos Olhos d’Água, SP, em 6 de novembro de 1913; caçula da numerosa família de Alfredo da Silva Braga e de Ana Garcia Braga. De origem humilde, estudou até o quarto ano primário e começou a trabalhar, muito jovem, como ajudante de farmácia, em Jardinópolis, SP. Dedicou-se, mais tarde, entretanto, às atividades na lavoura e pecuária. Mudou-se para Araçatuba, onde se casou, em 16 de fevereiro de 1939, com dona Sebastiana da Silva Braga, companheira valorosa, exemplo de amor e dedicação à família, que sempre o auxiliou em todas as suas iniciativas. Além dos quatro filhos: Áurea, Maria Teresa, Sílvio e Adalberto, o casal tomou para si a educação de uma sobrinha, Cleonice. Católico de nascimento, conheceu o Espiritismo aos 35 anos de idade, por ocasião do desencarne do seu pai, quando encontrou, nos postulados espíritas, o esclarecimento e a consolação de que tanto estava necessitado. Na época, em 1948, passou a fazer parte do Grupo Espírita Pagan, situado na Rua Tietê, hoje Rua Rintaro Takahashi, dirigido pelo senhor Antônio Pagan, um dos pioneiros espíritas da cidade de Araçatuba. Tornou-se, então, fervoroso adepto da Doutrina Espírita, passando a estudar sistematicamente as obras da Codificação, as de André Luiz e as demais obras subsidiárias. Pai amoroso, Adalberto da Silva Braga sempre se preocupou em transmitir aos seus filhos os princípios básicos da Doutrina Espírita que lhes ensejassem a consagração à obra do bem. Era médium receitista, dom que procurou cultivar sem esmorecimento para auxiliar aos necessitados ou quem quer que fosse. Calmo e afável, caracterizava-se pelo carinho e atenção com que acolhia a todos os que o procuravam. Pertenceu ao quadro associativo de diversas entidades locais, dentre elas o Centro Espírita “Dr. Bezerra de Menezes”, um dos mais antigos da cidade. Filiou-se também à Mocidade Espírita de Araçatuba – MEA, entidade autônoma que reunia jovens e adultos de vários núcleos espíritas locais e que veio intensificar o movimento espírita de Araçatuba. Como membro dessa entidade, era participante entusiasta da campanha “Auta de Souza” pelas ruas da cidade e das concentrações de Mocidades Espíritas realizadas periodicamente. Na Aliança Espírita “Varas da Videira”, foi Presidente de fevereiro de 1958 a fevereiro de 1960 e, a seguir, membro do Conselho Fiscal até agosto de 1962. Em 05/06/58, participou da assembléia de fundação da União Assistencial Espírita de Araçatuba – UAEA, entidade que procurou congregar todas as sociedades locais, reconhecidamente espíritas, com a finalidade de prestar assistência social unificada, indistintamente, a todos os necessitados. Em seguida, passou a fazer parte da Comissão Diretora da referida entidade, juntamente com: Dr. Orlando Ayrton de Toledo, Sálvio Costa e Dr. Alfredo Yarid Filho. Em 05/07/58, foi eleito o primeiro Presidente da União Assistencial Espírita de Araçatuba, tendo como abnegados companheiros de diretoria: Milhem Abujamra, Vice-Presidente; Dr. Orlando Ayrton de Toledo, Primeiro-Secretário; Aurélio Luiz de Oliveira, Segundo-Secretário; Aurino Ribeiro de Novaes, Primeiro-Tesoureiro; César Eduardo Cecatto, Segundo-Tesoureiro; Dr. Alfredo Yarid Filho, Procurador. Pouco depois, inicia-se, no final da Avenida da Saudade, a construção do Lar Espírita de Menores, que seria também dirigido pela UAEA, cuja finalidade básica era acolher meninos desamparados com idade máxima de três anos. Em agosto de 1964, Adalberto da Silva Braga vê concretizado seu ideal com a inauguração da referida Instituição, que, por mais de três décadas, desempenhou papel relevante no amparo ao menor carente, buscando assisti-lo em todos os aspectos. Desencarnou em Mogi das Cruzes, SP, às 02h30m do dia 25 de fevereiro de 1975, vítima de insuficiência cardíaca cardioangiosclerose, sendo sepultado em Araçatuba, às 08h do dia 26 de fevereiro. Assim, aos sessenta e um anos, Adalberto da Silva Braga retorna à pátria espiritual, verdadeira pátria de todos nós, deixando-nos a saudade e o exemplo marcante de perseverança no trabalho útil, abnegação e amor ao próximo.
Maria Teresa da Silva Braga, desencarnada no dia 03 de março de 2021 |
|
|
Adalberto da Silva Braga Imagem do Livro Obra de Vultos, volume 1.
|
|
|
Obras do Lar Espírita de Menores. Imagem do livro: Obra de Vultos, volume 1. |
|
|
Quadro de Jesus em óleo sobre tela executado por Maria Teresa da Silva Braga, filha de Adalberto da Silva Braga cuja biografia está acima postada. Quadro exposto na Aliança Espírita “Varas da Videira” Foto: Ismael Gobbo. Maria Teresa da Silva Braga, desencarnada no dia 03 de março de 2021 |
|
|
Quadro de Jesus sendo pintado em parede por Maria Teresa da Silva Braga, filha de Adalberto da Silva Braga cuja biografia está acima postada. Exposto na Casa da Caridade, departamento da Aliança Espírita “Varas da Videira” Fotos Ismael Gobbo Maria Teresa da Silva Braga, desencarnada no dia 03 de março de 2021 |
|
|
HOMENAGEM
|
|
|
|
José Carlos Carvalho |
|
|
|
José Carlos Carvalho Imagem do livro Obra de Vultos, 2.
Biografia
elaborada por José Carlos Carvalho, filho de Antônio Carlos e Dona Francisca Ferreira Martins, nasceu em União-MG, em 06 de novembro de 1906. Veio para Araçatuba, por volta de 1924, para trabalhar na derrubada de matas, quando foi ajustado pelo empreiteiro de mão-de-obra Laurindo, um desses conhecidos “gatos”, que arregimentava trabalhadores temporários. Os acertos com os contratados, como ocorreu com José Carlos, se dava no momento da descida dos trens e, posteriormente, eram levados para as fazendas que se abriam ao longo da noroeste, em troca de cama, comida e minguadas remunerações, isto quando as recebiam. No caso do nosso biografado, assim como ocorreu com a maioria dos trabalhadores contratados por Laurindo, decorridos mais de noventa dias, nada receberam, até porque Laurindo, misteriosamente desapareceu. O trabalho, além de penoso, era extremamente insalubre, exigindo o convívio permanente com o espectro da maleita, doença insidiosa que ceifava a vida de grande número de trabalhadores, tanto pela falta de remédios como pela ausência quase total de cuidados médicos. José Carlos foi uma dessas vítimas. Trazido para Araçatuba, foi deixado na própria estação ferroviária, de onde, por não ter dinheiro algum, acabou indo para um cômodo da cadeia pública, onde recebeu de alguém, ao que parece um preso, uma importância em dinheiro de aproximadamente cinco contos de réis, com a finalidade de lhe amenizar os sofrimentos.. O óbolo generoso permitiu-lhe ir para o hotel de Dona Rita, na rua Quinze de Novembro, perto da estação, onde ficou por uma noite e caiu de febre. Conduzido ao Hospital Francisco Barbosa, da NOB, foi atendido pelo enfermeiro José Guiomar e pelo Dr. Arlindo Raposo de Melo, que passaram a lhe tratar à base das injeções chamadas de 914. Logo que melhorou, passou a prestar serviços no próprio hospital, ajudando nos serviços de limpeza e de funerária por vários meses. Quando saiu do nosocômio, continuou trabalhando por mais algum tempo com o Dr. Raposo, até alcançar a sua cura definitiva. Reabilitado fisicamente, foi admitido na agência Chevrolet, cujo proprietário era o Sr. João Camargo. Na oficina, que se situava onde localiza-se a agência da Nossa Caixa Nosso Banco, trabalhou como lavador de carros. Depois de alguns anos, deixou esse serviço para se iniciar na profissão de motorista de caminhão, puxando café do Córrego do Elísio para a cidade. Seu trabalho seguinte foi com o Sr. João Vasconcelos, que tinha uma lenhadora na rua Olavo Bilac, onde hoje está situado o Supermercado Botinho, como motorista, puxando lenha do mato para ser vendida na cidade através de carroças. Ali permaneceu por vários anos, morando em quartinho edificado nos fundos da lenhadora. Quando João Vasconcelos comprou uma “jardineira” que fazia o trajeto entre Araçatuba e Valparaiso e, mais tarde, chegou até as Alianças, José Carlos Carvalho foi chamado a servir como motorista da empresa. Em 1927, voltou para a oficina Chevrolet, agora como mecânico, e, em 1928 passou a trabalhar como motorista de praça, usando o carro do patrão, Sr. João Camargo que, após algum tempo, acabou por fechar a oficina. No dia 3 de dezembro de 1931, casou-se com Maria Rister, filha de Carlos Rister e Luiza Borella. Dessa união nasceram os seus sete filhos: Enídia, Enedina, Hélio, Edinei, Eunice, Edson e Edno, sendo que os dois últimos já são desencarnados. A esposa Maria Rister desencarnou em 2 de dezembro de 1974. Além dos sete filhos, o casal tomou para si a educação de duas sobrinhas: Fátima, casada e residente em São Paulo e Edinamar, casada, morando em Cuiabá-MT. Como seu último emprego na condição de empregado, trabalhou na oficina mecânica do sr. João Geraldi, estabelecida no início da rua Floriano Peixoto, esquina com a praça Rui Barbosa, onde permaneceu por longo período. Ao sair da oficina, em 1934, reiniciou como motorista de praça, agora com carro próprio, ao lado de companheiros de profissão como os Srs. Leobino e Sebastião Pereira, no ponto da Praça Rui Barbosa, bem no início da Rua Oswaldo Cruz.
A Vida Espírita No movimento espírita, José Carlos teve uma participação bastante ativa. No ano de 1950, fez parte do Grupo Espírita Fraterno de Estudos Evangélicos, fundado por João Antônio e D. Yolanda e outros companheiros como Adalberto da Silva Braga, Heitor de Oliveira, João e Luíza Neves e Raul Lino. Freqüentou o grupo espírita liderado por “Manoel Caneca”, na casa daquele e de Dona “Nina”, no Bairro Santana, junto com Dona Maria Luzia da Silva Pires; D. Maria de Souza, mãe da primeira e já falecida; D. Edwiges Luciana de Farias Cesário; Rosa Tagliacol da Silva; Maria Joana da Costa; Benedita de Oliveira; Ambrósia Alves Pereira ; Braulina Tereza da Conceição e Dolores Garcia. No Abrigo Ismael, departamento da União Espírita “Paz e Caridade”, dedicado à assistência de velhinhas internadas, a trajetória de José Carlos foi longa e profícua, trabalhando por mais de 35 anos em diversos setores e nas mais diversas atividades, entre as quais: reuniões de estudos doutrinários, aplicação de passes e variado trabalho assistencial, onde conheceu os seus primeiros companheiros no Espiritismo: Srs. Adalberto da Silva Braga e Francisco Graton. Teve estreita convivência com outros grandes espíritas de Araçatuba, como Joaquim Castilho, Brasil Nogueira, Lauro Bittencourt e Francisco Martins Filho. Quando a diretoria do Abrigo Ismael resolveu criar uma farmácia para oferecer às internas e aos inúmeros necessitados que batiam à porta da casa, amostras grátis de medicamentos prescritos pelos médicos, José Carlos e Francisco Graton formaram uma dupla perfeita para percorrer os consultórios médicos em busca daqueles remédios. Esse trabalho, que de início era realizado pelo Sr. Francisco Graton, em uma charrete, logo passou a ser desenvolvido por ele e José Carlos, agora no automóvel deste último, facilitando-lhes enormemente o meritório trabalho. Freqüentou o Abrigo até começo de 1998, quando, tendo se agravado antigo problema auditivo, sentiu-se impossibilitado para prosseguir no trabalho junto àquela casa que tão generosamente o acolheu e ele, de forma desprendida e amorosa, tanto ajudou. Mas, ainda assim, já com as forças físicas combalidas pela idade e pela doença, continuou a ler as obras da codificação com o mesmo interesse e entusiasmo e pregando, como sempre o fez e exemplificou, os princípios da caridade e de amor incondicional ao próximo. O companheiro Celso Souto, que conviveu no Abrigo com o Sr. José Carlos, tem lembranças interessantes daquele valoroso seareiro. Uma delas diz respeito à atividade de aplicação de passes, na qual José Carlos denotava características muito peculiares. Diz-nos Celso: “Zé Carlos conseguia junto àqueles que atendia ao ministrar passes, identificar detalhes que, aos demais, eram invisíveis. Parecia estranho!. Homem de limitadíssima cultura, já envolto em uma surdez que veio para ficar, superava-se ao aplicar passe e, por incrível que pareça, quando atendia as pessoas, era capaz de ouvir até os sussuros, se alguém os balbuciasse...” Outro episódio lembrado por Celso é antigo, quando José Carlos nem espírita era, mas já tinha as faculdadades mediúnicas em franco desabrochar: “... Certa feita, revelou-me que, quando era recém-chegado a Araçatuba, precisou ir ao encontro de uma pessoa, lá pelos lados do Bairro São João. Caminhava pela Rua Tupinambás, uma rua muito deserta naquela época, e no trecho por onde andava, viu-se meio perdido e sentiu certo temor. Iniciou uma prece e prosseguiu caminhando, quando, repentinamente surge-lhe a poucos metros, simpática moça, de bonitos traços, que lhe perguntou: “Procuras por alguém? “. Surpreso, respondeu-lhe que procurava uma pessoa para tratar de trabalho, pronunciando seu nome. De imediato, a jovem indicou-lhe o caminho e a casa que ficava nas proximidades. Após lhe agradecer, dirigiu-se confiante para o local, porém, andando alguns passos, olhou para trás e não a viu mais! Este episódio em muito lhe marcou. Veio a entendê-lo depois de muito tempo, ao entregar-se ao Espiritismo e tornar-se um valoroso trabalhador”. Materialmente de classe média, José Carlos era extremamente rico sob o aspecto moral, uma herança que deixa aos filhos, netos e bisnetos, os quais, em momento algum, deixarão de sentir orgulho do pai, avô e bisavô que na Terra conheceram. Viveu até os 92 anos, perfeitamente lúcido e respeitado pelos familiares e conhecidos. Faleceu na Santa Casa de Araçatuba, às 15 h, do dia 06 de outubro de 1999, tendo sido sepultado no Cemitério Parque “Jardim da Luz”.
(Copiado de: http://www.universoespirita.org.br/catalogo/literatura/textos/ISMAEL%20GOBI/obras_de_vultosII/jose_carlos_carvalho.htm ) |
|
|
|
José Carlos Carvalho Imagem copiada do livro Obra de Vultos, volume 2. |
|
|
|
José Carlos Carvalho, sentado à frente com familiares. Imagem copiada do livro Obra de Vultos, volume 2, |
|
|
|
Carro de boi. Imagem do acervo da Câmara Municipal de Araçatuba. |
|
|
|
Panorama do centro de Araçatuba com a Praça Rui Barbosa e a Estação Ferroviária da NOB ao fundo. Foto do acervo da Câmara Municipal de Araçatuba. |
|
|
|
Francisco Gratão, amigo muito próximo de José Carlos Carvalho no trabalho junto à União Espírita Paz e Caridade e seu departamento Abrigo Ismael. Uma das atividades que desenvolviam era a arrecadação de amostras grátis de medicamentos junto aos consultórios médicos para distribuir na farmácia do Abrigo Ismael. Imagem copiada do livro Obra de Vultos, volume 1. |
|
|
|
Sr. Manoel Clemente Gonçalves e dona Maria Bogalho Gonçalves * Imagem do acervo da Associação das Senhoras Cristãs.
* Foram dois trabalhadores muito próximos de dona Benedita Fernandes na Associação das Senhoras Cristãs e também participaram da União Espírita Paz e Caridade e seu departamento Abrigo Ismael
Leia a biografia de Manoel Clemente Gonçalves: |
|
|
|
Fachada da União Espírita Paz e Caridade e Abrigo Ismael na década de 1960. Imagem do arquivo da União Espírita Paz e Caridade. |
||
|
Luar. Foto: Ismael Gobbo |
|
Deus
Eurípedes Barsanulfo (Texto copiado na internet do site http://www.forumespirita.net/fe/poesia/deus-euripedes-barsanulfo/)
|
|
The Rose Garden. Hyde Park. Londres, Reino Unido.Foto Matheus Gobbo. |
|
Crepúsculo em Auriflama, SP. Foto Ismael Gobbo |
|
Jesus e o precursor |
|
Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X Psicografia Francisco Cândido Xavier FEB
Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias. Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais. O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso – é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos. Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –, trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino. Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios. Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel. Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!” Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”. No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria! Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso. As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças. * Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita. Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas. Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos? Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”. Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo. João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade. O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos. Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.
Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.
(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)
|
|
Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte: |
|
Jesus aos doze anos encontrado entre os doutores do templo. James Tissot Fonte da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
|
|
A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
|
A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
|
|
Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo. |
|
Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo |
|
Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo |
|
Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo |
|
Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo |
|
Jesus abençoa João Batista no deserto. Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG |
|
Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
|
Amor Infinito Caminhos retos |
|
(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
|
Em absoluto respeito à sua privacidade, caso não mais queira receber este Boletim Diário de notícias do movimento espírita, envie-nos um email solicitando a exclusão do seu endereço eletrônico de nossa lista. Nosso endereço: [email protected]
|