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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, segunda-feira, 09 de fevereiro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma for
ma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/FEVEREIRO/09-02-2026.htm
No Blogonde é postado diariamente: http://ismaelgobbo.blogspot.com.br/
Ou no Facebook:https://www.facebook.com/ismael.gobbo.1
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Os últimos 5 emails enviados |
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DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
07-02-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/FEVEREIRO/07-02-2026.htm 06-02-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/FEVEREIRO/06-02-2026.htm 05-02-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/FEVEREIRO/05-02-2026.htm 04-02-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/FEVEREIRO/04-02-2026.htm 03-02-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/FEVEREIRO/03-02-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 7 - 1864 |
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(Continua na próxima postagem)
(Copiado do site Febnet) |
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Le Siécle de 21 de junho de 1864 com a matéria “Revista musical”, objeto da matéria da Revista Espírita de setembro de 1864, acima reproduzida. |
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Le Siécle de 21 de junho de 1864 com a continuação da página 1 da matéria “Revista musical”, objeto da matéria da Revista Espírita de setembro de 1864, acima reproduzida. Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k729858m/f2.item |
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Louis Jourdan. Louis Jourdan (1810-1881), retrato de Nadar, 1860. Bibliothèque nationale de France, gabinete des estampes (Na 237/261). Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Louis_Jourdan_Nadar_vers_1860.jpg
Louis Jourdan (1810-1881) é um editor de jornal e jornalista francês perto de doutrinas phalansterian e Saint-Simonian . Ele colaborou com muitas revistas e fundou com Moïse Polydore Millaud Le Journal des Actionnaires , depois de ter criado com ele primeiro o Journal des Docks . Leia mais: https://fr.wikipedia.org/wiki/Louis_Jourdan_(%C3%A9diteur)
A MATÉRIA DO LE SIÉCLE DE 21 DE JUNHO DE 1864 PUBLICADA NAS PÁGINAS 1 E 2 INTITULADA “REVISTA MUSICAL” E OBJETO DA MATÉRIA DA REVISTA ESPÍRITA DE SETEMBRO DE 1864, ACIMA REPRODUZIDA, É ASSINADA POR LOUIS JOURDAN.
Embora o Espiritismo em seus primeiros dias tenha sofrido críticas levianas como as do Sr. Émile Deschanel, que já repassamos, não deixou de receber palavras respeitosas do jornalista Louis Jourdan.
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Vista de Melun em 1650 por Israel Silvestre. Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Melun
Melun (pronunciado: [ m ə l œ ] ) é um comuna francesa localizado no departamento de Sena e Marne na região Ile-de-France . É a sede da prefeitura e a terceira cidade mais populosa do departamento, depois de Chelles e Meaux e antes de Pontault-Combault . Seus habitantes são chamados a Melunais (ES) (raramente Melunois ou Melodunois ). Leia mais: |
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A estação de Melun no início do século XX. França. Imagem/fontte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Melun#/media/Fichier:Amiard_-_MELUN_-_La_Gare.JPG |
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Psiquiatra francês Philippe Pinel (1745-1826) liberando lunáticos de suas cadeias no asilo Bicêtre em Paris. Pintura a óleo de Charles Louis Mullet. Imagem/fonte:
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Uma mulher em uma cela acolchoada. 1889. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Padded_cell
Uma célula acolchoada é uma célula de um hospital psiquiátrico com almofadas nas paredes. O estofamento é uma tentativa de impedir que os pacientes se machuquem, batendo a cabeça (ou outras partes do corpo) na superfície dura das paredes. Na maioria dos casos, a colocação de um indivíduo em uma célula acolchoada é involuntária. Outros nomes usados são "sala de borracha", sala de reclusão, sala de descanso, sala de descanso, sala silenciosa ou sala de segurança pessoal. [1] Leia mais: |
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Prisioneiros Exercitando. Óleo sobre tela por Vincent van Gogh Prisioneiros Exercitando , também conhecido como Rodada de Prisioneiros , (Depois de Gustave Doré ) Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Vincent_Willem_van_Gogh_037.jpg |
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Fotos de Shows no Carandiru. Museu Penitenciário Paulista. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo. |
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Allan Kardec, Codificador do Espiritismo. (Lião, 03-10-1804 / Paris, 31-03-1869) Imagem/fonte: https://dialogos.files.wordpress.com/2007/02/allan-kardec-tratado-2.jpg
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O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira |
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CAPÍTULO XXIV ---------- Não ponhais a candeia debaixo do alqueire
– Candeia sob o alqueire. Por que Jesus fala por parábolas – Não procureis os gentios – Não são os que gozam de saúde que precisam de médico – Coragem da fé – Carregar sua cruz. Quem quiser salvar a vida, perdê-la-á
Não procureis os gentios
8. Jesus enviou seus doze apóstolos, depois de lhes ter dado as seguintes instruções: Não procureis os gentios e não entreis nas cidades dos samaritanos. Ide, antes, em busca das ovelhas perdidas da casa de Israel; e, nos lugares onde fordes, pregai, dizendo que o Reino dos céus está próximo. (MATEUS, 10:5 a 7.)
9. Em muitas circunstâncias, Jesus dá provas de que suas vistas não se circunscrevem ao povo judeu, mas que abrangem a Humanidade inteira. Se, pois, diz a seus apóstolos para não procurarem os pagãos, não é que desdenhe da conversão deles, o que seria pouco caridoso, mas porque os judeus, que acreditavam na unidade de Deus e esperavam o Messias, estavam preparados, pela lei de Moisés e pelos profetas, a receber a sua palavra. Como aos pagãos faltasse a própria base, tudo estava por fazer e os apóstolos não se achavam ainda bastante esclarecidos para tão pesada tarefa. Foi por isso que lhes disse: ”Ide em busca das ovelhas transviadas de Israel”, isto é, ide semear em terreno já lavrado. Jesus sabia que a conversão dos gentios se daria a seu tempo. Mais tarde, com efeito, os apóstolos foram plantar a cruz no centro mesmo do paganismo. 10. Essas palavras podem ser aplicadas aos adeptos e aos propagadores do Espiritismo. Os incrédulos sistemáticos, os zombadores obstinados, os adversários interessados são para eles o que eram os gentios para os apóstolos. Que os espíritas, a exemplo dos apóstolos, procurem, primeiramente, fazer prosélitos entre os homens de boa vontade, entre os que desejam a luz, nos quais se encontra um germe fecundo e cujo número é grande, sem perderem tempo com os que não querem ver, nem ouvir, e tanto mais resistem, por orgulho quanto mais for a importância que se pareça ligar à sua converão. Mais vale abrir os olhos a cem cegos que desejam ver claro, do que a um só que se compraza na treva, pois assim estaremos aumentando, em maior proporção, o número dos sustentadores da causa. Deixar os outros em paz não é dar mostra de indiferença, mas de boa política. Chegará a vez deles, quando estiverem dominados pela opinião geral e ouvirem a mesma coisa incessantemente repetida à sua volta. Aí, julgarão que aceitam a ideia voluntariamente, por impulso proprio, e não por pressão de outrem. Depois, há ideias que são como as sementes: não podem germinar antes da estação apropriada, nem em terreno não preparado. É por isso que se deve esperar o tempo propício e cultivar primeiramente as que germinam, para não acontecer que as outras abortem, em virtude de um cultivo intenso demais. Na época de Jesus, e em consequência das ideias acanhadas e materiais então em curso, tudo era circunscrito e localizado. A casa de Israel era um pequeno povo; os gentios eram outros pequenos povos circunvizinhos. Hoje, as ideias se universalizam e se espiritualizam. A luz nova não constitui privilégio de nenhuma nação; para ela não existem barreiras, tem o seu foco em toda a parte e todos os homens são irmãos. Mas também os gentios já não são um povo, mas uma opinião que se encontra em toda parte e da qual a verdade triunfa pouco a pouco, como o Cristianismo triunfou sobre o paganismo. Já não são combatidos com armas de guerra, mas com a força da ideia.
Próximo Não são os que gozam de saúde que precisam de médico
(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira) |
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Jesus ensina o povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:
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Cena retratando Jesus e a transformação da água em vinho. Quadro em igreja de Caná, Israel. Foto Ismael Gobbo
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Jesus curando dez leprosos. Pintura de Gebhard Fugel. Imagem/fonte:
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São Lucas. Pintura de Simon Vouet. Imagem/fonte:
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O evangelista Mateus inspirado por um anjo. Óleo sobre tela por Rembrandt. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Authorship_of_the_Bible#/media/File:The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel.jpg
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Descrição: Português: "Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá." Êxodo 20:12 (Versão Almeida Corrigida Fiel), ilustração de um cartão bíblico publicado pela Providence Lithograph Company Data: 1896 Fonte: http://thebiblerevival.com/clipart/1896/exod20.jpg Autor: Providence Lithograph Company Outras versões: Arquivo:Honor Your Father and Your Mother.jpg. Clique aqui: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Honor_Your_Father_and_Your_Mother_(crop).jpg |
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Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg
No diálogo de Jesus com Nicodemos, um fariseu, falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8)
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Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard
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O que herdam de nós os filhos? |
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Afinal, quem são nossos filhos, o que representam em nossas vidas e o que representamos nós nas vidas deles? O que herdam de nós ao nascer? O estudioso Hermínio Miranda afirma que longe de respostas claras e objetivas, ou, pelo menos, de hipóteses orientadoras, o que observamos, no dia a dia das lutas e alegrias da vida, é diferente. Uma coletânea de ideias preconcebidas e cristalizadas que, de tão repetidas, assumiram status de verdades inquestionáveis. Verdades que vamos aceitando meio desatentos, sem procurar examiná-las em profundidade. Dizemos que Marcos puxou o jeito enérgico da mãe, que Mônica herdou a inteligência do pai, ou o gosto da tia pelas artes plásticas, ou, ainda, o temperamento da avó Adelaide. A primeira coisa a desaprender com relação às crianças é que elas não herdam características psicológicas, como inteligência, dotes artísticos, temperamento, bom ou mau gosto, simpatia ou antipatia, doçura ou agressividade. Cada ser é único, em sua estrutura psicológica, preferências e inclinações. Somente características físicas são transmitidas geneticamente: cor da pele, dos olhos, dos cabelos, tendência a essa ou àquela conformação física. Entra ainda a predisposição a essa ou àquela enfermidade, ou a uma saúde mais estável, traços fisionômicos e coisas dessa ordem. Pais inteligentíssimos podem ter filhos medíocres, tanto quanto pais aparentemente pouco dotados podem ter filhos geniais. Pessoas pacíficas geram filhos turbulentos e vice-versa. Pais desarmonizados produzem crianças excelentes, equilibradas e sensatas. Qualquer um de nós poderá citar pelo menos uma dúzia de exemplos de seu conhecimento para testemunhar a exatidão dessas afirmativas. Por isso, repetimos, cada criança é única, é diferente. Embora possam ter certas características em comum ou muito semelhantes, cada uma delas é um universo próprio, como que individualizado. Até mesmo gêmeos univitelinos, ou seja, gerados a partir do mesmo ovo, trazem diferenças fundamentais de temperamento e caráter. Diferenças que os identificam com precisão, como indivíduos perfeitamente autônomos e singulares. Definamos, portanto, um importante aspecto: os pais produzem apenas o corpo físico dos filhos, não o Espírito deles. É fundamental que compreendamos que nossos filhos são Espíritos. São almas que trazem sua própria bagagem psicológica milenar, e que nascem em nosso lar por necessidade. Necessidade de crescer, de aprender. Necessidade de corrigir equívocos; de ser referência, exemplo, em um ninho doméstico despedaçado; necessidade de amar e serem amados. * * * Os laços do sangue não criam forçosamente os liames entre os Espíritos. O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, porquanto o Espírito já existia antes da formação do corpo. Não é o pai quem cria o Espírito de seu filho. Ele mais não faz do que lhe fornecer o invólucro corpóreo, cumprindo-lhe, no entanto, auxiliar o seu desenvolvimento intelectual e moral, para fazê-lo progredir. Redação do Momento Espírita, com base
no cap. 2 do livro
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3863&stat=0) |
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O Escritor Hermínio Correa de Miranda. Arquivo de Ismael Gobbo
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O discípulo ambicioso |
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Pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos). Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Lázaro Redivivo. Lição nº 48. Página 249.
Quando Judas, obcecado pela ambição, procurou avistar-se com Caifás, no Sinédrio, trazia a cabeça incendiada de sonhos fantásticos. Amava o Mestre - pensava, presunçoso -, entretanto, competia-lhe cuidar dos interesses d’Ele. A vaidade absorvia-o. A paixão pelas riquezas transitórias empolgava-lhe o espírito. Despreocupado das necessidades próprias, intentava resolver os problemas do Senhor, perante as forças políticas do tempo. Valer-se-ia da influência prestigiosa dos sacerdotes, movimentaria Jerusalém, tomaria o cetro do povo israelita, em obediência às tradições dos reis e juízes do passado e, logo que fosse consolidado o poder, restituiria a Jesus a direção, a honra, a chefia... O Mestre ensinava a concórdia, a tolerância, a paciência e a esperança, mas, como efetuar as reformas necessárias, através de simples atitudes idealistas? E o discípulo, em atitude de homem escravizado à ilusão, aguardava Caifás, que não se fez esperar muito tempo. Na sala enorme, iniciaram discreta conversação. O sumo-sacerdote, após abraçá-lo com fingida simpatia, observou, em tom cordial: - Com que então o Templo tem a felicidade de contar com a sua valiosa colaboração! - Ah! sim, é verdade - exclamou o leviano aprendiz, sentindo-se envaidecido. Caifás, consciente da própria importância na administrarão de Jerusalém, voltou a dizer: - Precisávamos de alguém, com bastante coragem, para salvar o Messias Nazareno. - Oh! Sim - disse Judas, contente -, compreendo a situação. - De fato - prosseguiu o chefe do Templo - necessitamos de um rei que nos restaure a liberdade política e, em boa hora, os galileus nos oferecem tal oportunidade. Aliás, tenho muito prazer em tratar com a sua pessoa, homem providencial na realização, que não perde tempo com palavras ociosas. Tentei abordar indiretamente outros homens daqueles que acompanham o Nazareno, porém, todos eles, ao que me pareceu, são esquivos e indecisos. Creia, no entanto - e elevou muito o diapasão de voz, impressionando o interlocutor pela, segurança verbal -, creia, porém, que o seu gesto, anuindo aos nossos propósitos, apressará a vitória do Messias, conferindo elevados títulos aos seus companheiros. Terão eles destacada posição de domínio e sentar-se-ão na assembléia mais alta do povo escolhido. É tempo de libertarão e, certo, Jesus é o rei que Jeová nos envia. Judas não cabia em si mesmo, tal o contentamento que lhe tornava o coração. Preocupado, no entanto, com a situação do Profeta, a quem tanto devia, perguntou, humilde: - E o Mestre? Dissimulou Caifás os sentimentos sinistros que lhe vagavam na alma e respondeu em voz quase doce: - Compreenderá, certamente, a necessidade das medidas aparentemente rigorosas. O Mestre, por exemplo, segundo o plano estabelecido, será preso, por uma questão de segurança pessoal. Será detido, a fim de que se coloque a salvo de qualquer incidente desagradável, enquanto nos valeremos da grande aglomeração de patriotas na cidade para proclamar a nossa independência. Liquidada a vitória inicial, com a submissão das autoridades romanas, coroaremos o Messias, que ostentará o cetro do poder. O discípulo exultava. Conhecedor antigo dos efeitos da lisonja nos corações indisciplinados e invigilantes, Caifás continuou: - O meu prestimoso amigo, até que se resolva a situação em definitivo, chefiará os companheiros e receberá as homenagens que lhe são devidas. Tomará o lugar do Messias, provisoriamente, e ditará ordens, até que ele próprio, com a garantia desejável, possa assumir o poder. Satisfeitíssimo, o visitante indagou: - E que devo fazer inicialmente? O sacerdote perspicaz respondeu com naturalidade: - Não temos tempo a perder. Formaremos a documentação necessária. - Como devo fazer? - perguntou ainda o aprendiz enganado. - Chamarei as testemunhas - esclareceu o sumo sacerdote - e, perante nós, responderá afirmativamente a todas as interrogações que lhe forem dirigidas. Não precisará informar-se quanto a particularidade alguma. Bastará responder “sim” a todas as perguntas formuladas. Posso dispor de sua lealdade? Judas não hesitou. Estava decidido a seguir as instruções, de modo incondicional. Mais alguns minutos e organizou-se pequena assembléia, com juízes e testemunhas. Dois escribas perfilaram-se para fixar as declarações. Formada a reunião, o sumo sacerdote chamou o denunciante e iniciou o interrogatório: - É discípulo de Jesus, o Nazareno? Confiante, Judas respondeu: - Sim. - Vem fazer declarações ao Sinédrio, como judeu convicto da santidade da lei? - Sim. - Afirma que o Messias Nazareno pretende ser o rei de Israel? - Sim. - Assegura que ele promete a revolução contra o poder de César e a autoridade de Antipas? - Sim. - É verdade que Ele odeia os romanos? - Sim. - Deseja, de fato, aproveitar a Páscoa, para começar a rebelião? - Sim. - Declarará a emancipação política de Israel, imediatamente? - Sim. - Promete lutar contra quaisquer obstáculos para derrubar as combinações políticas existentes entre Roma e esta província, no sentido de coroar-se rei? - Sim. De posse das declarações comprometedoras, Caifás interrompeu o inquérito, mandou que Judas esperasse na ante-sala e iniciou providências junto de romanos e judeus, para que Jesus fosse preso, imediatamente, como agitador político e explorador da confiança pública. Em breves horas, um grupo de soldados postava-se nas vizinhanças do Templo, à espera da ordem final, e Caifás, compensando Judas com algum dinheiro, fez-lhe sentir a necessidade de sua orientação na prisão inicial do Messias, assegurando que, em breve tempo, se cumpriria a redenção de Israel. O discípulo invigilante foi à frente de todos e encaminhou a triste ocorrência. E, quando os fatos marcharam noutro rumo, debalde o Iscariote procurou avistar-se com as autoridades, tão pródigas em promessas de poderes fascinantes. Findo o processo de humilhações, encarceramento, martírio e condenação de Jesus, o aprendiz infiel conseguiu encontrar o sumo sacerdote e alguns intérpretes da lei antiga, em animada conversação no Sinédrio. Em lagrimas, Judas rogou que fosse interrompida a tragédia angustiosa da cruz, e sentindo, tarde embora, que fora vítima da própria ambição, devolveu as moedas de prata, exclamando, de joelhos: - Socorrei-me!... Cometi um crime, traindo o sangue inocente!... A vaidade perdeu-me, tende compaixão de mim!... Os interpelados, porém, como velhos representantes da ironia humana, responderam simplesmente: - Que nos importa? Isso é
contigo... (Texto recebido em email do divulgador Antonio Sávio, Belo Horizonte, MG) |
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Judas Iscariotes. Óleo sobre tela de Eilifi Peterssen. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Peterssen-JudasIscariot.jpg
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Judas recebendo trinta moedas de prata por trair Jesus . Óleo sobre tela de János Pentelei Molnár. 1909. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Thirty_pieces_of_silver |
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Judas devolvendo as trinta moedas de prata. Painel de óleo em carvalho por Rembrandt. Imagem/fonte: |
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Cristo diante da Caifás. Óleo sobre tela de Matthias Stom https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Mattias_Stom,_Christ_before_Caiaphas.jpg |
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Registro. Atividades do Projeto Chico Xavier na tarde deste sábado 07-02-2026. Araçatuba, SP |
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Após a prece de abertura as 16 horas várias pessoas vão ao local de alimentos e preparam para os inscritos da casa, outros preparam diversos alimentos para serem servidos aos presentes, inclusive o de jantar; evangelização para crianças e jovens.. Palestra por Ricardo Antônio Dos Anjos. Fotos de Eliene Passos e de Émerson Gratão. Informação recebida de Émerson Gratão
Fotos acima de Émerson Gratão
Fotos acima de Eliene Passos
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Abrigo Ismael na manhã deste domingo 08-02-2026 Araçatuba, SP |
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Com início as 9 horas após a prece inicial de Fábio Cruz, palestra pelo orador da cidade de Guararapes, SP, José Celso Victorelli com o tema: “Coragem de ser Feliz””. Ao mesmo tempo evangelização para crianças e ao final houve a aplicação de Passe para os presentes. Prece de encerramento por Rita de Cassia Zucon. Fotos de Ismael Gobbo.
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[920-JornalMundoMaior] PROEZA. |
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PROEZA. Existe na paciência determinado ápice, às vezes, pouco lembrado.
Efetivamente, é com a paciência que se ouvem acusações indébitas, sem reações violentas, que suportamos as vicissitudes da existência, sem nos queixarmos; que se toleram as ironias e os sarcasmos dos adversários gratuitos; que se atravessam com serenidade os espinheirais da incompreensão que se desenvolvem nos entes mais caros; que se aguentam injúrias e pedradas do desequilíbrio e da ignorância que ainda governam muita gente no mundo.
A paciência, em verdade, é a força que nos assegura a calma e o discernimento nas horas amargas; no entanto, é justo lembrar que tão só na paciência encontramos a proeza de saber alguém humilhar-se e esquecer-se, chorar e sofrer, perseverar no bem e sustentar-se na luz do amor ao próximo, apesar de todas as vicissitudes da vida e continuar trabalhando e servindo sem reclamar. No livro:- LUZ E VIDA-Emmanuel/Chico Xavier. Magali Inês Brum - Colaboradora.
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Pesquisa: Estudo sobre mediunidade ostensiva (2026) |
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Olá! Você já deve nos conhecer da Pesquisa Nacional Espírita (PNE), realizada desde 2015. Estamos com nova pesquisa neste ano. Se você é médium ostensivo, seu relato é muito importante. Estamos conduzindo o Estudo sobre Mediunidade 2026, que vai gerar indicadores e boas práticas para fortalecer o trabalho nas casas.
👉 Responda aqui: https://forms.gle/iapcM2F7abmgiHfA8 Se não for o seu caso, poderia, por gentileza, repassar a médiuns ostensivos do seu Centro? Agradecemos muito e ficamos à disposição para outras informações.
Abraço, Ivan Franzolim WhatsApp (11) 98156-0030 https://franzolim.blogspot.com/ [em nome da equipe de pesquisas da PNE]
Alguns dados iniciais. Principais mediunidades: Psicofonia (41%), Psicografia (17%), Vidência (12%), Desdobramento (8%), Audiência (7%), Cura sem cortes (6%), Efeitos Físicos (2%), Psicopictografia (1,5%); Sexo feminino (73%); Alimentação: Omnívoro - se alimenta de tudo (83%); Psicofonia: Consciente (54%), Inconsciente (1%), Semiconsciente (45%).
PMed 2026 - Resultados iniciais
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Correio Espírita - Jornal de fevereiro de 2026 |
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[919-JornalMundoMaior] AVE MARIA. |
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AVE MARIA. Ave Maria! Senhora Do amor que ampara e redime, Ai do mundo se não fora A vossa missão sublime!
Cheia de graça e bondade, É por vós que conhecemos A eterna revelação Da vida em seus dons supremos.
O Senhor sempre é convosco, Mensageira da ternura, Providência dos que choram Nas sombras da desventura.
Bendita sois vós, Rainha! Estrela da Humanidade, Rosa mística da fé, Lírio puro da humildade!
Entre as mulheres sois vós A Mãe das mães desvalidas, Nossa porta de esperança, E Anjo de nossas vidas!
Bendito o fruto imortal Da vossa missão de luz, Desde a paz da Manjedoura, Às dores, além da Cruz.
Assim seja para sempre, Oh! Divina Soberana, Refúgio dos que padecem Nas dores da luta humana.
Ave Maria! Senhora Do amor que ampara e redime, ai do mundo se não fora, A vossa missão sublime! Espírito Amaral Ornelas/Chico Xavier.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]]) |
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Casa Editora O Clarim Matão, SP |
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ACESSE AQUI: https://www.oclarim.com.br/vampiros-no-amor/p
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Campanha | Juntos pelo Esporte que Transforma |
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Email de Gepar [[email protected]] |
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ESTÁ DISPONÍVEL NA INTERNET O JORNAL “O IMORTAL” DE FEVEREIRO (se puder, divulgue) |
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Amigo(a) das lides espíritas: Leia a edição de fevereiro do jornal O IMORTAL, que traz, entre muitos assuntos, uma entrevista com a pedagoga Milena Barbosa Juliatti, de Jundiaí (SP) e uma reportagem sobre O Novo Centro Espírita, promovido pela Editora Correio Fraterno. O acesso ao jornal é livre e gratuito. Para acessar a edição, clique aqui: https://www.jornaloimortal.com.br/Home Muito obrigado pela divulgação que puder fazer em sua Casa Espírita e junto a amigos e familiares. Um forte abraço e ótima semana para todos os seus.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo |
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ACESSE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Jornal-Momento-Esp-fev-26_compressed.pdf
(Recebido em emails de [email protected] e de Leopoldo Zanardi) |
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Palestra na Sede da C.E. Maria Benta Jabaquara, São Paulo, capital |
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Programação de palestras Instituição Beneficente Nosso Lar fevereiro 2026. São Paulo, capital |
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Olá Ismael, espero que esteja bem. Segue em anexo a programação de palestras e do Café Cultural do mês de fevereiro de 2026.
Abraço fraterno, Clodoaldo de Lima Leite Presidente Voluntário da IBNL
Ajuda-te (Casimiro Cunha)
"...Caridade, gentileza, Auxílio, calma e perdão
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
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Lançamentos | Pestalozzi, educador da humanidade e Por que voltamos |
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ACESSE AQUI:
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Dezembro.2025 / Janeiro.2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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Edição 125 da Folha Espírita Francisco Caixeta Araxá, MG. Acesse abaixo: |
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ACESSE AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol125.pdf
(Informação de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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NASCIMENTO DE FRANCISCO VIEIRA PAIM PAMPLONA/ 8 DE FEVEREIRO DE 1872 Clique aqui:
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Nascimento de Francisco Vieira Paim Pamplona/ 8 de fevereiro de 1872 |
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Francisco Vieira Paim Pamplona (8 de fevereiro de 1872, Sampaio-RJ, 4 de março 1955, Rio de Janeiro) não era visto à frente dos espíritas, mas sempre em meio aos espíritas. Seu nome não aparecia nos jornais e eram escassos os informes a respeito de sua vida. Sua voz não se ouvia nas tribunas, mas, em sua longa carreira doutrinária, ensinava por meio do exemplo. Foi presidente, por vários anos, do Asilo de órfãos “Anália Franco” e continuou sempre como membro do seu conselho administrativo. Fazia parte também do conselho da Maternidade “Casa da Mãe Pobre”. Emérito educador, fundou em 1923, com o Dr. Eurico da Cunha Rabelo, diretor do Instituto Rabelo, o Colégio Maria de Nazaré, onde usavam métodos racionais e naturais, consoante modernos processos pedagógicos com orientação espírita, atentando sempre para a tolerância religiosa. Na Federação Espírita Brasileira foi chamado a prestar serviços em muitos postos, inclusive o de presidente em 1927 e 1928. Posteriormente foi membro nesta mesma casa do Conselho Fiscal e do Conselho Superior, funções que exerceu até à desencarnação. Leia mais sobre sua história: Biografia de Francisco Paim Pamplona.
(Copiado de https://www.febnet.org.br/portal/2026/02/08/nascimento-de-francisco-vieira-paim-pamplona-8-de-fevereiro-de-1872/) |
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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CEERJ- Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, capital |
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Federação Espírita do Estado do Espírito Santo Vitória |
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti – O Pensamento” - Vol 1 |
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Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1 Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento WhatsApp- Editora 14 99164-6875
(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]]) |
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O Consolador. Revista Semanal de Divulgação Espírita. Londrina, PR. Acesse abaixo: |
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ACESSE AQUI: http://www.oconsolador.com.br/ano19/960/principal.html
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Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier Boletim semanal – Ano XI. 2a semana de Fevereiro de 2026 |
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A sacralização dos cargos; A nova era no pensamento espírita; Frase de Jesus sobre escândalos na visão espírita; Filme sobre Benedita Fernandes será exibido em São Paulo; Espiritismo: das obras básicas, as vivências e visão de futuro; Contexto histórico e elaboração de “O Evangelho segundo o Espiritismo”; Confraternização na Casa do Caminho; Visita e ações no Centro de Cultura e Documentação – CCDPE; Monturo
Artigo: https://grupochicoxavier.com.br/a-sacralizacao-dos-cargos/
- A nova era no pensamento espírita: https://grupochicoxavier.com.br/a-nova-era-no-pensamento-espirita/
- Frase de Jesus sobre escândalos na visão espírita: https://grupochicoxavier.com.br/frase-de-jesus-sobre-escandalos-na-visao-espirita/
Notícias: - Filme sobre Benedita Fernandes será exibido em São Paulo: https://grupochicoxavier.com.br/filme-sobre-benedita-fernandes-sera-exibido-em-sao-paulo/
- Espiritismo: das obras básicas, as vivências e visão de futuro: https://grupochicoxavier.com.br/espiritismo-das-obras-basicas-as-vivencias-e-visao-de-futuro/
- Contexto histórico e elaboração de “O Evangelho segundo o Espiritismo”:
- Confraternização na Casa do Caminho: https://grupochicoxavier.com.br/confraternizacao-na-casa-do-caminho-3/
- Visita e ações no Centro de Cultura e Documentação - CCDPE: https://grupochicoxavier.com.br/visita-e-acoes-do-centro-de-cultura-e-documentacao-ccdpe/
Mensagens: - Monturo: https://grupochicoxavier.com.br/monturo/
o0o
“[...] emitindo vibrações santificantes, expulsarão a treva e a maldade, e serão facilmente conhecidos, entre os homens espantados, porque falarão sempre na linguagem nova do sacrifício e da paz, da renúncia e do amor.” –Emmanuel.
(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap. 174. FEB)
o0o Com fraternal abraço, Equipe GEECX
(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]) |
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Uma caixa mágica |
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Uma garota de 14 anos está sentada em
frente a uma mesa redonda e segura uma cesta em cuja parte inferior está
encaixado um lápis. Ela está, aparentemente, desenhando espirais, que se
transformam em letras e palavras, criteriosamente analisadas por vários
homens elegantes que a cercam. Ela estranha a seriedade daqueles senhores e,
de vez em quando, ri, descontraidamente. Assim como ela, que se chama Julie,
e sua irmã, Caroline, 16 anos, da família Baudin, também se dedicam Ruth
Japhet e Aline Carlotti, ambas com 20 anos, à nobre arte de escrever, sob a
inspiração dos mortos. Fiquemos com Richard Simonetti: (Recebido em email de [email protected]) |
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Allan Kardec. Óleo sobre tela por Nair Camargo. Foto Ismael Gobbo.
Allan Kardec, codificador do Espiritismo, nasceu na cidade de Lião, França, em 3 de outubro de 1804 e desencarnou na cidade de Paris, França, em 31 de março de 1869.
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Richard Simonetti e público no lançamento de seu 60º. Livro “Amor de Provação” na Livraria Saraiva no Center Norte dia 25/06/2016. Fotos: Ismael Gobbo Richard Simonetti grande escritor desencarnou em 3 de outubro de 2018 |
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ENTREVISTA COM HERMINIO MIRANDA EM CAXAMBÚ-MG. PUBLICADA NA FOLHA ESPÍRITA, SÃO PAULO, MARÇO/2003 (POR ISMAEL GOBBO) |
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HERMINIO MIRANDA EM CAXAMBÚ, MG O respeitado escritor Hermínio Miranda tem cerca de 40 Livros
publicados. Seus direitos autorais dedicou-os às obras assistenciais - da
FEB, do Lar Emmanuel (Correio Fraterno do ABC), do Caminho da Redenção, do
Centro Espírita Amantes da Pobreza (O Clarim), do Centro Espírita Léons
Denis, e da favela à qual, ele próprio, presta assistência. Na mocidade,
escreveu ficção, foi premiado em concursos literários e recebeu crítica
lisonjeira de Eloy Pontes ( O Globo), Monteiro Lobato e Agripino Griecco
(estes dois em carta ao
HERMINIO MIRANDA AO COMPUTADOR.
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O GRANDE VULTO DO ESPIRITISMO HERMINIO MIRANDA DESENCARNOU EM 8 DE JULHO DE 2013
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Biografia de Jacques Aboab (15-04-1889- 05-02-1969) |
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Nasceu em Constantinopla, atual Istambul, capital da Turquia, no dia 15 de abril de 1889. Desencarnou no Rio de Janeiro em 05 de fevereiro de 1969. Judeu de nascimento viveu sua infância na Argélia, ao norte da África. Na adolescência transferiu-se para a França, onde se dedicou na faina de vendedor ambulante, percorrendo todo aquele país, desde a Bretanha ao Midi e do Atlântico à Lorena, ganhando duramente a vida nessa laboriosa tarefa. Ainda como vendedor ambulante, percorreu vários países da Europa e do Oriente próximo, principalmente a Grécia e o Egito. Posteriormente viajou para a América do Sul, estando em vários países. Finalmente fixou-se definitivamente no Brasil, e com o seu espírito nômade, percorreu todo o país, repetindo aqui a sua experiência da França, no constante labor pela sobrevivência. Com seu baú de miudezas, ia de porta em porta. Nessas andaças conheceu a Doutrina Espírita, em Recife-PE. Com o convite de amigos visitou a "Casa dos Espíritas de Pernambuco", o seu primeiro contato com a Doutrina, fazendo-se adepto sincero e fervoroso. Transferindo-se para o Rio de Janeiro-RJ, frequentou os Centros Espíritas, levando sua palavra e sua fé imorredoura nas promessas de Jesus, que amou com toda a sua alma. Alguns anos depois, fundou o Grupo Espírita André Luiz. Logo começou a ser solicitado como orador de Semanas Espíritas, confraternizações e outros acontecimentos. Viajou por vários estados do Brasil levando a sua palavra evangelizada. Onde quer que se organizasse uma Semana Espírita, lá estava o Jacques, como ave canora, com sua ternura e seu amor. Como espírita deixou uma folha enorme de serviços prestados. Fundou várias instituições, trabalhou e cooperou eficientemente, na certeza absoluta da imortalidade da alma, dando tudo de si. Muito se destacou na tarefa de pregador, pela sua maneira dócil e interpretativa dos textos e parábolas evangélicas, vivendo-as com sentimento sem igual, prendendo a atenção da assistência que acorria em massa para ouvi-lo. O médium Peixotinho trabalhou por vários anos ao seu lado, no Grupo Espírita André Luiz, com a sua mediunidade de efeitos físicos, produzindo materializações e curas. Foi diretor da Maternidade Casa da Mãe Pobre, respeitável instituição que mereceu todo o seu trabalho e dedicação. Possuidor de liderança, seus atos condiziam com os ensinamentos pregados. Muitos o chamavam de papai Jacques, tal o respeito e a admiração que sua figura infundia na alma de seus amigos, principalmente da mocidade pela qual era muito querido e estimado. Amigo de nossa Escola e de Clóvis Tavares, tendo-a visitada por diversas vezes.
Texto baseado no Livro Personagens do Espiritismo, de Antônio de Souza Lucena e Paulo Alves Godoy - Edições FEESP. Comissão da Mémória da Escola Jesus Cristo 10:57 Marcadores: Benfeitor(a) espiritual, Biografia
(Texto copiado de http://escolajesuscristo1935.blogspot.com/2011/04/jacques-aboab-um-amigo-sincero.html) |
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(Foto - Jacques Aboab ao lado de Chico Xavier, em Pedro Leopoldo-MG, na década de 50) Foto copiada de http://escolajesuscristo1935.blogspot.com/2011/04/jacques-aboab-um-amigo-sincero.html
Jacques Aboab nasceu em Constantinopla
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Um cartão postal, de 1905, refere-se à cidade como Constantinopla, e ao centro da cidade como Istambul. Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Names_of_Istanbul#/media/File:Constantinople_late_19th_century.jpg
Jacques Aboab nasceu em Constantinopla
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Istambul* com seus inumeráveis minaretes vista do topo da Torre de Gálata. Foto Ismael Gobbo.
* Antiga Constantinopla.
Jacques Aboab nasceu em Constantinopla
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Catedral de Santa Sofia, em Istambul, Turquia. A cidade de Istambul também foi chamada Bizâncio e Constantinopla. Em primeiro plano comércio na Praça Sultanahmet. Foto Ismael Gobbo
Jacques Aboab nasceu em Constantinopla
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Rio de Janeiro, Brasil. Lagoa Rodrigo de Freitas, Hipódromo da Gávea, à direita e Praia de Ipanema no alto. Foto desde o Corcovado. Ismael Gobbo
Jacques Aboab nascido em Constantinopla residiu no Rio de Janeiro onde desencarnou.
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Francisco Vieira Paim Pamplona (08-02-1872 / 04-03-1955) |
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Francisco Vieira Paim Pamplona Imagem: Reformador, Abril/1955. Febnet
Francisco Vieira Paim Pamplona, nasceu no dia 8 de fevereiro de 1872, no Morro do Paim, de propriedade de seu pai, que deu o nome ao lugar, em Sampaio (Guanabara) e, depois, a uma rua no mesmo bairro. Nas terras cariocas passou sua existência, tornando-se espírita e ganhando o respeito de quantos tiveram a oportunidade de conhecê-lo. Seus contemporâneos retratam-no como homem de tenacidade inquebrável, fruto talvez da disciplina de sua vida e de sua educação, desenvolvida na Marinha Brasileira. Nos últimos anos de sua vida, caracterizada por um esforço intenso de servir, Paim Pamplona orgulhava-se de ter o seu nome como o n° 1 no quadro dos sócios vivos da Federação Espírita Brasileira. Era o mais antigo de todos e, igualmente, um dos mais dedicados a ela. Ignora-se de que maneira se fez espírita, todavia o fato de ter começado a freqüentar a FEB ainda quando era um jovem Guarda-Marinha, permite ajuizar que adquiriu a convicção espírita em sua primeira mocidade. Considerando sagrados os seus deveres, desde os mínimos aos máximos, não foi de espantar a sua ininterrupta ascenção na Marinha, até alcançar o posto máximo, isto é, o de Almirante. A alta patente, entretanto, não afetou o seu espírito de humildade modelar, a sua generosidade singela e espontânea, que passava quase despercebida num mundo onde se alardeia muito e em que a exemplificação autêntica se torna escassa. Jamais se impacientava, nunca se aborrecia nem punha em evidência sua autoridade, sua energia acima do vulgar. Além de suas funções na Marinha, foi professor no Colégio Militar, como lente de Geografia; fundou e dirigiu, no Engenho Novo, o "Colégio Nacional". Nos trabalhos doutrinários exerceu com abnegação as mais diversas funções. Na Federação Espírita Brasileira, foi chamado a prestar serviços em muitos postos, inclusive ao de Presidente nos exercícios de 1927 e 1928. Posteriormente, membro, nesta mesma casa, do Conselho Fiscal e do Conselho Superior, funções que exerceu até à desencarnação. Foi Presidente, por vários anos, do Asilo de órfãos "Anália Franco", e continuou sempre como membro do seu conselho administrativo. Era também, membro do conselho da Maternidade "Casa da Mãe Pobre". Em sua longa carreira doutrinária, ensinava através do exemplo. Não era visto à frente dos espíritas, mas sempre em meio dos espíritas Seu nome não aparecia nos jornais e são escassos os informes a respeito de sua vida. Sua voz não se ouvia nas tribunas. É mérito educador, criou em 1923, com o Dr. Eurico da Cunha Rabelo, diretor do Instituto Rabelo, o Colégio Maria de Nazaré, no qual se usaram de métodos racionais e naturais, consoante os mais modernos processos pedagógicos, e sob orientação espírita, observando-se, porém, a mais completa tolerância religiosa. Esse estabelecimento de ensino, destinado apenas a meninas, funcionou por algum tempo à rua Ibituruna, na Guanabara. Em 4 de março 1955, em sua residência à Avenida Maracanã, n.° 411, desencarnou com 83 anos de idade, o Almirante Reformado Francisco Vieira Paim Pamplona, deixando viúva a senhora D. Eleusina Paim Pamplona, mais conhecida, carinhosamente, pelo nome de Biosa, com quem foi casado durante 57 anos, bem como três filhos e três filhas: 0 Coronel Silvio Paim Pamplona, srs. Arnaldo Paim Pamplona, alto funcionário Federal Darcy Paim Pamplona, engenheiro mecânico, e sras. Elza, Milza e Marina, todas casadas e numerosos netos. O velho instrumento de suas atividades materiais foi sepultado no Cemitério de S. Francisco Xavier, em 5 de março de 1955. O Professor Newton de Barros fez o seu elogio fúnebre em discurso vibrante, apresentando as despedidas dos servidores do Espiritismo ao seu modelar companheiro. Diante de um público das mais versas expressão de crença e descrença, aquela despedida se tornou edificante propaganda do ideal espírita que orientou a vida de Paim Pamplona. Assim desapareceu da superfície da Terra um homem que, em 83 anos de existência, ocupando posições de comando, exercendo autoridade, nunca teve um desafeto. Fonte: Revista Internacional de Espiritismo – março/ 1972.
(Copiado de https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Francisco-Vieira-Paim-Pamplona.pdf) |
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(Copiado de https://www.febnet.org.br/portal/wp-content/uploads/2019/07/Paim-Pamplona.pdf) |
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Sede histórica da FEB. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo |
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Escada na sede histórica da FEB. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo |
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Av. Passos vista da janela da sede histórica da FEB. Ao fundo a Praça Tiradentes. Rio de Janeiro. Foto Ismael Gobbo |
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Salão na sede histórica da FEB. Rio de Janeiro. Foto Ismael Gobbo |
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Corina Novelino (12-08-1912/ 10-02-1980) |
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Corina Novelino Copiado de O Consolador
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Colégio Allan Kardec. Sacramento, MG. Eurípedes Barsanulfo, á frente, e alunos. Imagem/fonte: http://www.casadamaepobre.org/wp/euripedes-barsanulfo/
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Colégio Allan Kardec em Sacramento, MG. Foto: Ismael Gobbo |
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Busto de Eurípedes Barsanulfo no Colégio Allan Kardec em Sacramento, MG. Foto Ismael Gobbo |
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Quartinho de Eurípedes. Sacramento, MG. Foto Ismael Gobbo
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Abibe Isfer (10-02-1896/ 09-04-1986) |
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Presidente: 1978 – 1981
Nasceu em 10 de fevereiro de 1896, na antiga capital federal - Rio de Janeiro. Seus pais, Jorge Antonio Isfer e Shaid (Rosa) Antonio Isfer, transferiram-se para a terra dos pinheirais, instalando-se, inicialmente, na Rua das Flores. Por força das circunstâncias, mudaram para a cidade do Tietê, interior do Estado de São Paulo, mandando o filho para casa de parentes, em Rio Negro (PR), onde fez seus estudos.
Mais tarde, seus pais instalaram casa de comércio em geral, no bairro do Portão (em Curitiba), quando então, servindo o exército, com 20 anos, Abibe consorciou-se com Ana Elvira Moletta, de cuja união advieram os filhos: Leony Isfer, Lizette Isfer, Alice Isfer, Jorge Laerte Isfer, Lysis Isfer (desencarnado), Luyr Isfer e Lício Isfer.
Guarda-livros (contador/técnico em contabilidade) formado dedicou-se, profissionalmente, ao comércio, trabalhando, anteriormente (5 anos) como guarda-livros da Cerâmica Klentz, na Fazendinha e, posteriormente, com seu irmão Manoel Antonio Isfer (Marum) organizou uma cerâmica, na Vila Guaíra, que não obteve sucesso pela má qualidade do barro.
Em 1938, na Rua Voluntários da Pátria, 112, instalou-se com escritório no ramo securitário, atividade que exerceu até seus últimos dias. Foi representante de nove seguradoras, entre as quais a Home Insurance Company, na qual granjeou muita confiança e simpatia. Com membros da família pertenceu a Piratininga Cia. de Seguros Gerais e Cia. de Seguros Aliança Brasileira, com escritório na Praça Zacarias, em Curitiba.
No campo espírita, pode-se afirmar que a curiosidade pelas chamadas, na época, experiências do copo, produzidas por sua esposa e amigas, aproximaram-no do Espiritismo.
Sua esposa desencarnou em 3 de dezembro de 1936, quando a primogênita completava dezoito anos e a caçula contava com três anos. Esposo dedicado, com apenas quarenta anos, manteve a fidelidade esponsalícia assumida até o fim da existência terrena, dedicando-se, com extremado carinho e amor, aos filhos queridos, responsabilidades profissionais e à maravilhosa doutrina que abraçou.
Ligou-se à Federação Espírita do Paraná - FEP, à qual, durante mais de quatro decênios dedicou expressiva parcela de sua laboriosa vida, tendo sido um dos mais entusiastas e assíduos integrantes de seus órgãos diretivos. Companheiro de João Ghignone, Arthur Lins de Vasconcellos, Honório Melo e tantos outros, esteve à frente de todas as iniciativas pertinentes no campo doutrinário, em sua extensa rede de sociedades espíritas e, principalmente, ligado estreitamente a todas as obras sociais de natureza variada, como albergues noturnos, hospital pisiquiátrico, colégio, creches, lares.
Foi, praticamente, membro permanente do Conselho Federativo da FEP.
Como vice-presidente, companheiro inseparável de João Ghignone, em seus quarenta e cinco anos de presidência, assumiu o primeiro posto em razão da desencarnação daquele, em 8 de junho de 1978, sendo eleito em seguida para o período de fevereiro de 1979 a janeiro de 1981 para a presidência.
Findo o mandato, passou a integrar o quadro de Presidentes Honorários, ao lado de Arthur Lins de Vasconcellos.
Entretanto, a sua atividade pontificava no campo da mediunidade, mercê do coração totalmente voltado à caridade. Durante mais de quarenta anos compareceu, diariamente, a sessões de receituário, passes e curas no velho casarão da FEP, atual Sede Histórica. Paralelamente, dava assistência mediúnica aos internos do Hospital Psiquiátrico Bom Retiro, atual Hospital Espírita de Psiquiatria Bom Retiro, que a solicitavam. Pessoalmente, dirigia e dava assistência paternal com carinho e dedicação inexcedível às meninas do Lar Icléia. Sua residência estava sempre de portas abertas aos necessitados, não regateando atendimento. Assim como Minas Gerais teve o querido Eurípedes Barsanulfo, o Paraná teve o inesquecível Abibe Isfer.
Desencarnou em 9 de abril de 1986.
No relicário das condições atingidas, de modo meticuloso, pelo espírito, através das tempestades ou das primaveras do seu trânsito pelos ciclos da vida total, deparamos uma a ser considerada sublime.
O desgaste sofrido por esse termo, nos aferimentos nem sempre de escrupulosa dosagem, leva-nos a advertir, de imediato, estar, ele, aplicado sob auréola de emoção toda especial, de convicção reconfortante e de justiça que transcende quaisquer dentre os apanágios a fascinarem as migalhas constitutivas da compleição deste articulista. É, na verdade, condição de tal magnitude a de ser intermediário, intérprete, recorporificação, de quantos ex-viventes já usufruindo o mundo mais além da delimitação tida como a morte.
Ter o dom da sintonização mediúnica, conseguir funcionar como médium - tal a qualificação espírita - não é, todavia, a gratuidade de uma graça advinda de mandão antropomórfico aquinhoando a ou b, num bocejante insuflar recreativo. É conquista do Espírito, é fruto de sensibilização alcançada nas trajetórias desta e de outras vidas. Nada tem a ver com os recursos materiais e é, muito ao contrário, expressão de sutileza, de predisposição, enfim, de vitórias imarcescíveis. Surge, persiste, se aprimora, no volume de existirem imanências da própria perfeição maior, - que é a de atributos acima das enganosas características terrenas.
Aliás, a mediunidade é, desde há muitíssimo, um fato respeitável, primordial, dentre as inumeráveis outras evidências da verdade espírita. Serve-a toda uma torrente de milhares de obras idôneas, e confirmam-na diuturnas e exuberantes demonstrações. Destas se prevalecem, até em casos de curas importantíssimas, os mesmos que não podem proclamá-la real e benemérita, pois estão ameaçados pela intolerância do fanatismo religioso. Não mais se necessita de doutrinações doutas nem de testemunhos colhidos em variadas origens. É o nítido que se nos apresenta, invulnerável e eficaz. São comuns os impactos comprobatórios e a crônica dos feitos mediúnicos extravasa-se como um dos capítulos mais impressionantes da história da evolução espiritual e científica.
Ocorre, nos nossos tempos, um ajuste de contas, um esplêndido resultado daquelas dúvidas e interrogações surgidas desde quando Kardec, nos meados do século XIX, realizou a codificação das centenas de mensagens exaradas por inteligências sediadas no incognoscível. O Livro dos Espíritos (1857), O Livro dos Médiuns (1861), O Evangelho segundo o Espiritismo (1864) e toda uma literatura séria e fundamentada, dele e de outros notáveis autores, são monumentos de sabedoria, desafiando as aragens, os sofismas, as deturpações impelidas inutilmente contra os seus paredões gloriosos. Brilhantes e insuperáveis detentores da cultura perfeita vieram estruturando a chamada Terceira Revelação.
Não deixemos, também, de apurar sentido a respeito das circunstâncias a envolverem o funcionamento da mediunidade, e entre essas, como essenciais, desde os primórdios das explanações kardecistas e de todos os outros experimentadores, está indicado o rigoroso cultivo da virtude, da triagem de pensamentos puros, do desapego a vanglórias ou autovalorizações, da total negativa a retribuições pecuniárias ou outras, enfim, está o calor da misericórdia, baseado com extremos irreversíveis na culminância mais viva do amor, que é a caridade. Essas as linhas mestras da imponderável mas estupenda sintonia. Falhadas as mesmas, rompe-se a potência do merecimento, impossibilita-se o apoio buscado pelos comunicantes ou guias.
Com essa impoluta moldura, poderão ser insculpidos no geral, os abnegados da comunicabilidade espírita. Em nosso meio, temo-los do mais seguro procedimento. Alcançamos deslumbrar-nos de como se sobrepõem a todas as tragédias desta crosta de expiações. E é de retaliar-nos a afetividade e de alvoroçar o nosso senso de justiça, quando algum desses médiuns é colhido pela fatalidade do desaparecimento físico.
Um deles, tão autêntico e prodigioso como os que mais o sejam ou hajam sido em todo o mundo, deixou-nos a 9 de abril: Abibe Isfer. Dos seus noventa anos completados em fevereiro, durante muito mais de meio século ele os encheu com a prática perfeitíssima, indormida, surpreendente, de uma fé enflorescida do mais irrestrito amor ao próximo. A caridade era a sua flama. Sua naturalidade era a reta em que a exercia. Jamais o viram em posturas de blasonamento, jamais contava dos impossíveis perpetrados. No decorrer de quarenta anos compareceu diariamente a sessões de receituários, passes e curas na Federação Espírita do Paraná, instituição onde foi o irrepreensível companheiro de João Ghignone e de tantos outros líderes. Em sua residência, estava sempre pronto a atender, a qualquer hora do dia ou da noite.
No excelente Ensaio Histórico da Federação Espírita do Paraná, concebido em 1982, pelo ex-presidente e jornalista Honório Melo para comemorar o 80º aniversário da entidade, encontramos Abibe Isfer como um dos mais entusiastas e assíduos integrantes dos órgãos diretivos. Desde a década de 40, quando ainda restrita a FEP, foi sempre um dos primeiros escolhidos. Com referência ao ano de 1972, assim já podia expressar-se Honório Melo, pois nos últimos vinte anos, graças, principalmente, aos legados daquele primoroso cristão, que foi Lins de Vasconcellos (1981-1952), tudo pudera ser feito com maior amplitude:
A administração da FEP, com sua grande rede de sociedades espíritas que lhe são federadas e de obras sociais de várias naturezas, como albergue, hospital psiquiátrico, colégio, creches-lares etc., continuou tendo à frente de sua Diretoria o confrade João Ghignone, e como companheiro imediato o confrade Abibe Isfer.
Mais além: Com a desencarnação de João Ghignone (1889-1978), presidente durante quarenta e cinco anos. Abibe Isfer, o infatigável batalhador nos campos administrativos e mediúnicos, passa a ocupar a presidência e, após um período eletivo de fevereiro de 1979 a janeiro de 1981, deixa o comando e passa a integrar o quadro de presidentes honorários, ao lado de Arthur Lins de Vasconcellos.
Cite-se, mais, haver Abibe Isfer sido um fervoroso aficcionado da obra assistencial e educacional do Lar Icléa(Depto. da FEP), onde gerações de meninas órfãs têm recebido todos os atendimentos de um verdadeiro ninho doméstico. A elas proporcionava paternais atenções, inclusive no ensino das artes, tendo tido a satisfação de ver uma das ex-alunas fundar uma Academia Musical. Os domingos, Abibe Isfer os dedicava a levar as órfãzinhas a passeio, e todos os intervalos das suas ocupações de agente-de-seguro, exercidas até o fim da vida, pertenciam a quantos necessitassem dos seus socorros de médium ultrassensível, pois a grandeza moral e a sua inflexível aplicação da doutrina espírita o categorizavam como excelso realizador do Cristianismo.
Vale-nos, nestes últimos dados, a boa vontade com que nos acolheu uma das médiuns cooperadoras de Abibe Isfer, por trinta anos, a digníssima senhorita Nancy Westphalen Corrêa. Toda Curitiba, porém, e todos os recantos de nosso Estado, podem recordar os feitos daquele genuíno apóstolo de cujos serviços tanto se utilizaram as insondáveis mas positivíssimas energias do bem, realizando, com toda inteireza, a magnitude da caridade autêntica.
Valfrido Piloto (da Academia Paranaense de Letras) Em 19.12.2013.
(Copiado de http://www.feparana.com.br/topico/?topico=566) |
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Abib Isfer. Imagem/fonte: http://www.mundoespirita.com.br/?materia=abibe-isfer-o-homem-de-bem LEIA TEXTO ABIB ISFER- O HOMEM DE BEM -NO LINK E VEJA MAIS FOTOS
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Cidade do Rio de Janeiro em 1889. Foto/autor: Marc Ferrez Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Rio_de_janeiro_1889_01.jpg
Abib Isfer nasceu na cidade do Rio de Janeiro aos 10 de fevereiro de 1896. |
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William Fletcher Barret (10-02-1844 / 26-05-1925) |
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William Fletcher Barret Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/William_F._Barrett
Sir William Fletcher Barrett (10 de fevereiro de 1844 em Kingston, Jamaica - 26 de maio de 1925) foi um físico e parapsicólogo inglês.
VIDA
Ele nasceu na Jamaica, onde seu pai, William Garland Barrett, que era um naturalista amador, ministro congregacionalista e membro da London Missionary Society, dirigia uma estação para salvar escravos africanos.[3] Lá ele morava com sua mãe, Martha Barrett, nascida Fletcher, e um irmão e uma irmã. A família voltou para sua Inglaterra natal em Royston, Hertfordshire em 1848, onde nasceu outra irmã, a reformadora social Rosa Mary Barrett. Em 1855 eles se mudaram para Manchester e Barrett foi então educado na Old Trafford Grammar School.[4] Barrett estudou química e física no Royal College of Chemistry e tornou-se mestre em ciências no London International College (1867–9) antes de se tornar assistente de John Tyndall no Royal Institution (1863–1866).[4] Ele então lecionou na Escola Real de Arquitetura Naval.[4] Em 1873 tornou-se professor de Física Experimental no Royal College of Science da Irlanda. Desde o início da década de 1880, ele morou com sua mãe, irmã e dois empregados domésticos em uma residência em Kingstown (agora Dún Laoghaire). Barrett descobriu Stalloy (ver Permalloy), uma liga de silício-ferro usada em engenharia elétrica e também trabalhou muito com chamas sensíveis e seus usos em demonstrações acústicas.[4] Durante seus estudos de metais e suas propriedades, Barrett trabalhou com W. Brown e R. A. Hadfield. Ele também descobriu o encurtamento do níquel através da magnetização em 1882.[4] Quando Barrett desenvolveu catarata em seus últimos anos, ele também começou a estudar biologia com uma série de experimentos destinados a localizar e analisar com sucesso agentes causadores dentro dos olhos. O resultado desses experimentos foi uma máquina chamada entoptiscópio.[4] Ele foi eleito membro da Royal Society em junho de 1899 [5] e também membro da Royal Society de Edimburgo e da Royal Dublin Society. Ele foi nomeado cavaleiro em 1912. Ele se casou com Florence Willey em 1916.[4] Ele morreu em casa, 31 Devonshire Place, em Londres.[1] O último livro de Barrett, Christian Science: An Examination of the Religion of Health foi concluído e publicado após sua morte em 1926 por sua irmã Rosa M. Barrett.
PESQUISA PSÍQUICA
Barrett se interessou pelo paranormal na década de 1860, depois de ter uma experiência com o mesmerismo. Barrett acreditava ter sido testemunha de transferência de pensamento e na década de 1870 ele estava investigando poltergeists.[4] Em setembro de 1876, Barrett publicou um artigo descrevendo o resultado dessas investigações e em 1881 ele publicou relatos preliminares de seus experimentos adicionais com transferência de pensamento na revista Nature.[4] A publicação causou polêmica e, na esteira disso, Barrett decidiu fundar uma sociedade de indivíduos afins para ajudar a aprofundar sua pesquisa. Barrett realizou uma conferência entre 5 e 6 de janeiro de 1882 em Londres. Em fevereiro, a Society for Psychical Research (SPR) foi formada.[6] Barrett era um membro cristão e espiritualista da SPR.[6] Apesar de ter fundado a sociedade, Barrett só foi realmente ativo por um ano e, em 1884, fundou a Sociedade Americana de Pesquisa Psíquica.[4] Ele se tornou presidente da sociedade em 1904 e continuou a enviar artigos para seu jornal.[4] De 1908 a 14, Barrett foi ativo na Seção de Dublin da Society for Psychical Research, um grupo que atraiu muitos membros importantes, incluindo Sir John Pentland Mahaffy, T.W. Rolleston, Sir Archibald Geikie e Lady Augusta Gregory.[7] No final do século 19, as Irmãs Creery (Mary, Alice, Maud, Kathleen e Emily) foram testadas por Barrett e outros membros da SPR que acreditavam que elas tinham habilidades psíquicas genuínas, no entanto, as irmãs mais tarde confessaram a fraude ao descrever suas método de códigos de sinal que eles utilizaram.[8] Barrett e os outros membros da SPR, como Edmund Gurney e Frederic W. H. Myers, foram facilmente enganados.[9] Como um crente na telepatia, Barrett denunciou a leitura muscular de Stuart Cumberland e outros mágicos como "pseudo" leitores de pensamento.[10] Barrett ajudou a publicar o livro de Frederick Bligh Bond, Gate of Remembrance (1918), baseado em supostas escavações psíquicas na Abadia de Glastonbury. Barrett endossou as reivindicações do livro e testemunhou a sinceridade de Bond.[11] No entanto, arqueólogos e céticos profissionais acharam as afirmações de Bond duvidosas.[12][13] Em 1919, Barrett escreveu a introdução do livro da médium Hester Dowden, Voices from the Void.
RADIESTESIA Barrett tinha um interesse especial em bastões de adivinhação e em 1897 e 1900 publicou dois artigos sobre o assunto em Proceedings of the SPR.[4] Ele foi co-autor do livro The Divining-Rod (1926), com Theodore Besterman.[14] Barrett rejeitou qualquer teoria física para radiestesia, como a radiação.[14] Ele concluiu que a resposta ideomotora era responsável pelo movimento da haste, mas em alguns casos o inconsciente do rabdomante podia captar informações por meio da clarividência.[15][16]
RECEPÇÃO Barrett atraiu críticas de pesquisadores e céticos por ser excessivamente crédulo por endossar médiuns espíritas e não detectar truques que ocorreram na sala de sessão. Por exemplo, o autor Ronald Pearsall escreveu que Barrett foi levado a acreditar no espiritismo por truques mediúnicos.[17] O cético Edward Clodd criticou Barrett por ser um pesquisador incompetente para detectar fraudes e afirmou que suas crenças espiritualistas eram baseadas em pensamento mágico e superstição primitiva.[18] Outro cético, Joseph McCabe, escreveu que Barrett "fala bobagens das quais deveria se envergonhar", pois não entendia bem de truques de mágica e não conseguiu detectar a fraude da médium Kathleen Goligher.[19] A pesquisadora psíquica Helen de G. Verrall deu ao livro de Barrett Psychical Research uma crítica positiva, descrevendo-o como um "relato claro e cuidadoso de algumas das principais realizações da pesquisa psíquica por alguém que participou dessas realizações e fala em grande parte do ponto de vista pessoal". conhecimento e observação."
COPIADO DE LEIA MAIS NESTE LINK https://en.wikipedia.org/wiki/William_F._Barrett
TRADUÇÃO ATRAVÉS DO GOOGLE.
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Rua de Kingston, Jamaica, em 1891. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Valentine_and_Sons_-_Street_View_1,_Kingston,_Jamaica,_1891.jpg
Em Kingston, Jamaica, nasceu William F. Barret. |
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“Deathbed Visons” (Visões no Momento da Morte) . Obra de Sir William Barret
VEJA MAIS IMAGENS DE WILLIAM BARRETT |
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Altivo Ferreira (09-11-1924 / 09-02-2005) |
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Altivo Ferreira Fonte: Feparana
Nasceu em Colina, Estado de São Paulo, no dia 9 de novembro de 1924, sendo seus pais Nelson Ferreira de Araújo e Maria da Glória Ferreira, ambos espíritas.
Altivo
Ferreira
Maria
Helena Marcon
(Copiado de http://www.feparana.com.br/topico/?topico=541#:~:text=Era%20um%20idealista.,prim%C3%A1rio%20em%20sua%20terra%20natal.) |
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A estação de Colina, provávelmente nos anos 1930. (Autor desconhecido) Copiado de http://www.estacoesferroviarias.com.br/c/colina.htm
Altivo Ferreira nasceu em Colina, Estado de São Paulo, no dia 9 de novembro de 1924, sendo seus pais Nelson Ferreira de Araújo e Maria da Glória Ferreira, ambos espíritas. Leia a biografia nesta postagem. https://www.noticiasespiritas.com.br/2022/FEVEREIRO/09-02-2022.htm |
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Amor Infinito Senhas Cristãs |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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