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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, quinta-feira, 01 de outubro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/01-10-2026.htm
No Blogonde é postado diariamente: http://ismaelgobbo.blogspot.com.br/
Ou no Facebook:https://www.facebook.com/ismael.gobbo.1
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Os últimos 5 emails enviados |
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DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
30-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/30-09-2026.htm 29-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/29-09-2026.htm 28-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/28-09-2026.htm 26-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/26-09-2026.htm 25-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/25-09-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 9 - 1866 |
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(Continua na próxima postagem)
(Copiado do site Febnet) |
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Atividades holandesas na costa das Maurícias, bem como a primeira representação publicada de um pássaro dodô , à esquerda, 1601 Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Mauritius#/media/File:Het_Tweede_Boeck.jpg
Maurícia ( / m ə r do
ɪ ʃ ( i ) ə s , m ɔː - / ( escutar ) Leia mais: https://en.wikipedia.org/wiki/Mauritius#/media/File:Het_Tweede_Boeck.jpg
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Hipódromo de “Champ de Mars”. Port Louis. 1880. Artista: Numa Desjardins. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Numa_Desjardins_Champ_de_Mars_Port_Louis_1880.jpg |
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Retrato de Luis XV Rei da França (1710-1774). Pintura de Louis Michel van Loo. Imagem/fonte: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Louis_XV;_Buste.jpg
Port Louis Port Louis já estava em uso como porto em 1638. Em 1736, sob o governo francês , tornou-se o centro administrativo das Maurícias e uma grande parada de reprovisionamento de navios franceses durante sua passagem entre a Ásia e a Europa, ao redor do Cabo da Boa Esperança . [3] O porto é nomeado em homenagem ao rei Luís XV . Durante este período de colonização francesa, as Maurícias eram conhecidas como Ile de France. Leia mais: https://en.wikipedia.org/wiki/Port_Louis
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Duque e Duquesa da Cornualha e York nas Maurícias, 1901 Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Mauritius |
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Port Louis. Catedral de Saint Louis. Autor: Karsten Ratzke. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Port_Louis,_Saint_Louis_Cathedral.jpg |
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Mercado na rue Mouffetard perto da église Saint-Médard em Paris em 1910. Foto de Eugène Atget Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/%C3%89glise_Saint-M%C3%A9dard_de_Paris |
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A sonâmbula. Óleo sobre tela por John Everett Millais. Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a7/John_Everett_Millais%2C_The_Somnambulist.jpg |
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Museu D´Orsay na margem esquerda do rio Sena. Paris, França. Foto Ismael Gobbo. |
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Leia sobre Dr. John W. Hughes, condenado à morte por enforcamento nos links:
http://www.executedtoday.com/2018/02/09/1866-dr-john-hughes-cleveland-bigamist/
https://www.nlm.nih.gov/exhibition/murderpamphlets/pamphlets9.html
https://www.wikitree.com/wiki/Hughes-21500
https://collections.nlm.nih.gov/bookviewer?PID=nlm:nlmuid-101480844-bk#page/1/mode/2up
http://www.clevelandmemory.org/speccoll/bellamy/chapt3.html
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Busto de Allan Kardec. Praça Allan Kardec. Guarulhos, SP, Brasil. Foto Ismael Gobbo. |
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Artista Atribuído a Cima da Conegliano (1459–1517) wikidata:Q8453 q:it:Cima da Conegliano image of artwork listed in title parameter on this page Título inglês: God the Father Edite isso no Wikidata Tipo de objeto de pintura Edite isso no Wikidata Gênero arte sacra Edite isso no Wikidata Pessoas retratadas Deus, o Pai Edite isso no Wikidata Data cerca de 1510-1517 Técnica Óleo sobre madeira Edite isso no Wikidata Dimensões altura: 31,7 cm Edite isso no Wikidata; largura: 40,6 cm Edite isso no Wikidata Coleção [Expandir]Courtauld Gallery wikidata:Q12110695. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cima_da_Conegliano,_God_the_Father.jpg
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Abraço de filho |
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Abraço de filho deveria ser receitado por médico. Há um poder de cura no abraço que ainda desconhecemos. Abraço cura ódio. Abraço cura ressentimento. Cura cansaço. Cura tristeza. Quando abraçamos soltamos amarras. Perdemos por instantes as coisas que nos têm feito perder a calma, a paz, a alma... Quando abraçamos baixamos defesas e permitimos que o outro se aproxime do nosso coração. Os braços se abrem e os corações se aconchegam de uma forma única. E nada como o abraço de um filho... Abraço de Eu amo você. Abraço de Que bom que você está aqui. Abraço de Ajude-me. Abraço de urso. Abraço de Até breve. Abraço de Que saudade! Quando abraçamos, a felicidade nos visita por alguns segundos e não temos vontade de soltar. Quando abraçamos somos mais do que dois, somos família, somos planos, somos sonhos possíveis. E abraço de filho deveria, sim, ser receitado por médico pois rejuvenesce a alma e o corpo. Estudos já mostram, com clareza, os benefícios das expressões de carinho para o sistema imunológico, para o tratamento da depressão e outros problemas de saúde. O abraço deixou de ser apenas uma mera expressão de cordialidade ou convenção para se tornar veículo de paz e símbolo de uma nova era de aproximação. Se a alta tecnologia - mal aproveitada - nos afastou, é o abraço que irá nos unir novamente. Precisamos nos abraçar mais. Abraços de família, abraços coletivos, abraços engraçados, abraços grátis. Caem as carrancas, ficam os sorrisos. Somem os desânimos, fica a vontade de viver. O abraço apertado nos tira do chão por instantes. Saímos do chão das preocupações, do chão da descrença, do chão do pessimismo. É possível amar de novo, semear de novo. É possível renascer. E os abraços nos fazem nascer de novo. Fechamos os olhos e quando voltamos a abri-los podemos ser outros, vivendo outra vida, escolhendo outros caminhos. Nada melhor do que um abraço para começar o dia. Nada melhor do que um abraço de Boa noite. E, sim, abraço de filho deveria ser receitado por médico, várias vezes ao dia, em doses homeopáticas. Mas, se não resistirmos a tal orientação, nada nos impede de algumas doses únicas entre essas primeiras, em situações emergenciais. Um abraço demorado, regado pelas chuvas dos olhos, de desabafo, de tristeza ou de alívio. Um abraço sem hora de terminar, sem medo, sem constrangimento. Medicamento valioso, de efeitos colaterais admiráveis para a alma em crescimento. * * * Mas, se os braços que desejamos abraçar estiverem distantes? Ou não mais presentes aqui? O que fazer? Aprendamos a abraçar com o pensamento. O pensamento e a vontade criam outros braços e nossos amores se sentem abraçados por nós da mesma forma. São forças que ainda conhecemos pouco e que nos surpreenderão quando as tivermos entendido melhor. Abraços invisíveis a olho nu, mas muito presentes e consoladores para os sentidos do Espírito imortal, que somos todos nós. Redação do Momento Espírita.
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3344&stat=0)
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Jesus encontrado no Templo. Guache sobre grafie em papel tecido cinza por James Tissot. Imagem/fonte:
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Desequilíbrios |
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Pelo Espírito Albino Teixeira. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Ideal Espírita. Lição nº 97. Página 227.
O início das grandes obsessões é semelhante à pequenina brecha no açude que por vezes não passa de pedra desconjuntada ou de fenda oculta. Os desequilíbrios da alma começam igualmente de quase nada, principalmente por atitudes e sentimentos aparentemente compreensíveis, mas que, em muitas ocasiões, se deslocam no rumo de ásperas consequências. Desconfiança. Dúvida. Irritação. Desânimo. Ressentimento. Impulsividade. Invigilância. Amargura. Tristeza sem nexo. Grito de cólera. Discussão sem proveito. Conversa vã. Visita inútil. Distração sem propósito. Na represa, ninguém pode prever os resultados da brecha esquecida. No caso da obsessão, porém, que, no fundo, se define por assunto de consciência, é imperioso que todos nós venhamos a reconhecer que, em toda e qualquer crise de fome, não é o pão que procura a boca.
(Texto recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
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Jesus curando uma mulher enferma no sábado. Aquarela de James Tissot Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:HealWomanSabbath.jpg
De acordo com o Evangelho, Jesus estava ensinando em uma das sinagogas no sábado e havia uma mulher aleijada por um espírito por dezoito anos. Ela estava curvada e não conseguia se endireitar. Quando Jesus a viu, ele a chamou para frente e disse a ela: "Mulher, você está livre de sua enfermidade." Então ele colocou as mãos sobre ela e imediatamente ela se endireitou e louvou a Deus. Leia mais: https://en.wikipedia.org/wiki/Jesus_healing_an_infirm_woman
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Dona Benedita Fernandes, de pé, à esquerda. Se curou de uma obsessão com ajuda do Espiritismo e se dedicou integralmente a cuidar de crianças e doentes mentais. Foto do arquivo do Hospital Benedita Fernandes. Araçatuba, SP.
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Alegoria que ilustra Francisco Cândido Xavier psicografando mensagem ditada pelo seu espírito-guia Emmanuel. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Xavier#/media/File:Chico_Psicografia_Emmanuel.jpg
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Programação Instituição Beneficente Nosso Lar - outubro 2026 São Paulo, capital |
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Olá Ismael! Segue em anexo a programação do Departamento de Cultura Espírita da Instituição Beneficente Nosso Lar - IBNL para o mês de outubro. Muita paz a todos. Abraço fraterno,
"Plantemos alegremente, Sob a fé que não descansa, Bondade, paz, otimismo, Consolação e esperança". Casimiro Cunha Sublime Sementeira: Evangelização Espírita Infantojuvenil, ed. FEB, 2012, p.141/143.
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
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Divulgar claramente |
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Na noite do dia 28 de setembro, o tema “não coloqueis a candeia debaixo do alqueire”, do Capítulo XXIV de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, foi desenvolvido por Cesar Perri, esclarecendo o significado das palavras e a simbologia com a interpretação de divulgação. Trata-se do estudo semanal oferecido pelo Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo-CCDPE, em São Paulo, presencial e transmitida pela internet, às 2as feiras, 20 horas. Em seguida há passes. O Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, de São Paulo localiza-se na Alameda dos Guaiases, 16 – Indianópolis/Planalto Paulista, São Paulo. Acesse pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=GjxJnrby__c
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX) |
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*** POST para compartilhar nas redes sociais |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST de hoje (com ilustração) que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
(Cínthia Cortegoso) Normalmente nem percebemos as inumeráveis bênçãos diárias. Estamos distraídos e ansiosos demais por mais um desejo material e individualista a ser cumprido. Quando realizamos algo, em questão de muito pouco tempo, já queremos outra suposta realização. [...] (Albino Teixeira) Anote as lições do cotidiano. Leia na íntegra ambas as matérias clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e ótima semana.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Casa Editora O Clarim Lançamentos |
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Bom dia, Ismael. Tudo bem?
Seguem artes dos lançamentos, para compartilhar com a sua rede.
Link para ambos: https://www.oclarim.com.br/off
(Recebido em email de Cássio - Casa Editora O Clarim [[email protected]]) |
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Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha Portugal |
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Exmos Senhores OCS,
CCE
www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected] www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]]) |
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CONHEÇA E, SE PUDER, DIVULGUE A EDIÇÃO DESTA SEMANA DE O CONSOLADOR |
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Amigo(a) das lides espíritas, Está no ar a nova edição da revista O CONSOLADOR. Além de inúmeros artigos e matérias de grande interesse, esta edição traz os seguintes destaques: Entrevista com Sonia Mara Gualtieri Valim Zilli, de São João da Boa Vista-SP, coordenadora de Educação Espírita no Grupo da Fraternidade Espírita Irmão Joseph, de sua cidade. Especial de autoria do escritor e educador Marcus De Mario, do Rio de Janeiro-RJ, a respeito do tema “O amor e a educação”. Matéria especial de Erika Silveira sobre o espetáculo teatral O Espiritismo é Obra de Jesus, que vem sendo apresentado no Teatro Mooca, em São Paulo-SP. Acesse clicando em https://www.oconsolador.com.br/ano20/993/principal.html Se puder divulgar a Revista em sua casa espírita e compartilhá-la com familiares e amigos, sua colaboração será muito valiosa para ampliar o alcance da mensagem. Desde já, por sua atenção, nosso sincero agradecimento. Forte abraço e excelente semana para todos os seus.
Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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POST referente ao Blog (para divulgar hoje). |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
(Astolfo O. de Oliveira Filho) Um leitor, surpreso com a mudança de temperamento que se verifica em alguns jovens no final da chamada adolescência, pergunta-nos se o Espiritismo oferece alguma explicação para esse fenômeno. Sim. O assunto é tratado com clareza em O Livro dos Espíritos [...] Leia na íntegra clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/09/o-porque-da-mudanca-de-temperamento-do.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
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*** POST referente ao Blog (para divulgar hoje) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
(Astolfo O. de Oliveira Filho) Qual é o texto correto? 1. Nosso neto vai com nós à praia. 2. Nosso neto vai conosco à praia. A construção correta é a segunda: - Nosso neto vai conosco à praia. [...] Para ler na íntegra clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/09/qual-e-o-texto-correto-1.html
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
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GEPAR Piratininga, Niterói. |
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ACESSE AQUI: |
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*** POST referente ao Blog de sábado (para divulgar). |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Blog que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
ÊXODO (2º volume de Introdução ao Pentateuco Mosaico) Publicado pela EVOC – Editora Virtual O Consolador, o foco do e-book é o Êxodo, segundo livro da Bíblia, que relata a história da libertação do povo de Israel da servidão no Egito. Nele tem prosseguimento a história dos israelitas desde a morte de José até a edificação do tabernáculo. O e-book pode ser lido ou baixado, sem nenhum custo, bastando aos interessados clicar em https://www.oconsolador.com.br/editora/101a150/Exodo.pdf O vídeo que abre este texto apresenta, em poucos minutos, um resumo do conteúdo do e-book. Tanto o vídeo quanto o podcast sobre o tema foram produzidos com o auxílio da inteligência artificial.
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.
Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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[1017-JornalMundoMaior] REAL DESTAQUE. |
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Curta o Jornal Mundo Maior no facebook:- www.facebook.com/jornalmundomaior Acesse o site do Jornal Mundo Maior e leia outras mensagens:- www.jornalmundomaior.com.br JORNAL MUNDO MAIOR ESTÁ NO WATSAPP clique no link e participe do nosso grupo:- https://chat.whatsapp.com/JqtroYousqNKuK5mmgBino
REAL DESTAQUE. Magali Inês Brum - Colaboradora.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]]) |
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Vibração para os doentes Aliança Espírita Varas da Videira |
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(Recebido em email de Adriana Leite) |
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Correio Espírita - Jornal de setembro de 2026 |
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Problemas com a mensagem? visualize no navegador.
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Setembro/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita - EDIÇÃO DE SETEMBRO Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo: |
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CLIQUE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Jornal-Momento-Esp-set-26_compressed.pdf
(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]] Bauru, SP) |
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*** POST referente ao Jornal O IMORTAL (para divulgar hoje) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Jornal O IMORTAL de setembro de 2026, que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
Está disponível na internet o jornal O IMORTAL de setembro, que traz como destaque uma entrevista com a jornalista Luci Aparecida Miranda, especialista em Jornalismo Digital e Mídias Sociais, radicada em Bragança Paulista-SP, onde colabora nos trabalhos da Casa da Bênção. Outro destaque é uma reportagem sobre a inserção do jovem nos setores da casa espírita, de autoria de Stella Segatti, da equipe de coordenação da assistência social do Grupo Espírita Paulista (GEP), instituído para promover a união, o diálogo e o fortalecimento do movimento espírita. Para acessar, clique em https://www.jornaloimortal.com.br/Home
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e uma ótima semana. Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Resultados Parciais – PNE 2026 |
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✅Resultados Parciais – PNE 2026 Mais moderna, novo portal! Novas questões interessantes e instigantes. Participe! Para refletir, esclarecer e agir Participação atual de 18 estados. https://pesquisa.portalkardec.org.br/B43605E6
Ivan Franzolim WhatsApp: 55 (11) 98156-0030 http://franzolim.blogspot.com.br/
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta Março/Abril-2026. Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf
(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Revista Espírita na atualidade | Nem todo Espírito é o que diz
CLIQUE AQUI: https://febnet.org.br/revista-espirita-na-atualidade-nem-todo-espirito-e-o-que-diz/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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FEEGO. Federação Espírita do Estado de Goiás Goiânia |
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CLIQUE AQUI: https://www.facebook.com/feego.oficial/?locale=pt_BR
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FEETINS. Federação Espírita do Estado de Tocantins Palmas |
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ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/feetins/?locale=pt_BR
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Irma de Castro Rocha (MEIMEI) |
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Irma de Castro Rocha nasceu na cidade de Mateus Leme, Minas Gerais, às 7h30 da manhã do dia 22 de outubro de 1922. Filha do agente ferroviário Adolfo Castro e de Mariana Castro, teve quatro irmãos: Carmem, Ruth, Danilo e Alaíde. Aos dois anos de idade, sua família transferiu-se para Itaúna/MG, e aos cinco anos, ficou órfã de pai. Sua infância foi a de uma criança pobre, mas era extremamente modesta e de espírito elevado. Desde criança, era diferente de todos pela sua beleza física e por sua inteligência notável. Era alegre, comunicativa, espirituosa, espontânea e cativava a todos que com que convivia. Irma cursou com facilidade o ensino primário, matriculando-se, para dar sequência aos seus estudos, na Escola Normal de Itaúna (atual Colégio Estadual). Sua vida seria marcada pela moléstia que sempre a perseguia desde a infância (nefrite crônica), que se manifestou mais acentuadamente na época em que cursava com brilhantismo o 2º Ano Normal. Era considerada a primeira aluna da classe, mas teve que abandonar os estudos. Muito inteligente e ávida de conhecimentos, foi apurando sua cultura através de boa leitura, importante fonte de refinamento do seu espírito. Na flor de seus 17 anos, Irma de Castro tornou-se uma bela morena clara, alta, com 1,70m de altura e cabelos negros, ondulados e compridos, grandes olhos negros bastante expressivos e vivazes. Aos 20 anos, mudou-se com sua irmã Alaíde para Belo Horizonte. Foi onde conheceu Arnaldo Rocha (então ateu), de quem se tornou grande amiga e, no futuro, esposa. Casaram-se na igreja de São José, matriz de Belo Horizonte, em 10 de junho de 1942. Na saída da igreja, o casal e os convidados viveram uma cena inesquecível. Depararam-se com um mendigo, arrastando-se pelo chão, sujo, maltrapilho e malcheiroso. Este pediu-lhes uma esmola e Meimei, inesperadamente, volta-se para o andarilho; sensibilizada pela sua condição, ela lhe diz que nada têm, pois acabam de sair da cerimônia de casamento. A noiva, então, entrega o buquê ao pedinte e beija-lhe a testa. Os olhos dela ficaram marejados de lágrimas. APELIDO A carinhosa expressão familiar foi adotada pelo casal Arnaldo Rocha e Irma de Castro Rocha a partir da leitura que fizeram do livro Momentos de Pequim, do escritor sino-americano Lin Yutang. Ao final do livro, encontram o significado para o verbete Meimei: “Noiva Querida” ou “A Bem-Amada”, que a irmã Ruth preferia adaptar para “Amor Puro”. Este apelido ficara em segredo entre o casal, mas, após o desencarne da esposa, esta passa a tratar o seu ex-consorte por “Meu Meimei”. LIGAÇÃO COM ARNALDO Irma de Castro Rocha não foi espírita na acepção da palavra, pois foi criada na Religião Católica. Ela o era, porém, pela prática de alguns princípios da Doutrina Codificada por Allan Kardec, tais como caridade, benevolência, mediunidade, além de uma conduta moral ilibada. Meimei tinha mediunidade clarividente, conversava com os espíritos e relembrava cenas do passado. Segundo Arnaldo Rocha, era comum vê-la, por exemplo, lendo um livro e, de repente, ficar com o olhar perdido no tempo. Nesses instantes, Arnaldo olhava-a de lado e pensava: “Está delirando”. Algumas vezes, ela afirmava: “Naldinho, vejo cenas, e nós estamos dentro delas; aconteceu em determinada época na cidade...”. Arnaldo, à época materialista, não sabendo como lidar com esses assuntos, cortava o diálogo, afirmando: “Deixa isso de lado, pois quem morre deixa de existir”. Apesar do pouco tempo de casados, o casal foi muito feliz. Ela tinha muito ciúme do seu “cigano”. Esse cuidado por parte dela era devido ao passado complicado do marido. De acordo com Chico Xavier, Meimei vinha auxiliando Arnaldo na caminhada evolutiva há muitos séculos, por isso a sua acuidade em adocicar os momentos mais difíceis e alegrar ainda mais os instantes de ventura. A amizade entre o casal, projetando juras de eterno amor, teve início por volta do século VIII a.C. Um general do império Assírio e Babilônico, de nome Beb Alib, ficou conhecendo Mabi, bela princesa, salvando-a da perseguição de um leão faminto. Foi Meimei quem relatou a história, confirmada depois por Chico Xavier e traduzida, inconscientemente, pelo escritor e ex-presidente da União Espírita Mineira, Camilo Rodrigues Chaves, no livro Semíramis. Essas reminiscências de Meimei eram tão comuns que, além desse fato contido no livro citado, há, também, uma referência à personagem Blandina (Meimei), no livro “Ave, Cristo!”. Segundo relato de Arnaldo, Chico passou um determinado capítulo do livro para que ele avaliasse. À medida que lia, lágrimas escorriam por suas faces. Ao final da leitura, Arnaldo disse para Chico: “Já conheço esse trecho!”. Chico arrematou: “Meimei lhe contou, né?”. Nesse romance de Emmanuel, Blandina teria sido filha de Taciano Varro (Arnaldo Rocha), definindo a necessidade do reencontro de corações com vista à evolução espiritual. ENFERMIDADE E DESENCARNE Logo após o casamento, Meimei apresentou problemas nas amídalas - coisa que lhe era peculiar na infância. Ao operar-se, ficou um pequeno pedaço da amídala, que originou todo o seu drama. Seu organismo passou a ser minado pela infecção e todo tratamento foi inútil. Vieram complicações renais (nefrite), que depois se transformaram em glomerulonefrite, pressão alta e necrose nos rins, além de perturbações hipertensivas arterial e craniana. Motivado pelo estado hipertensivo de deslocamento das pupilas-cristalino e, com a marcha da enfermidade, Meimei ia perdendo a visão. Nos dias em que precederam o seu desencarne já estava completamente cega. Em seus derradeiros dias de vida terrena, ela começou a ter visões. Falava da avó Mariana, que vinha visitá-la e que em breve iria levá-la para viajar pela Alba dos céus. Depois de muitos anos veio, a confirmação através de Chico Xavier. Arnaldo recebe do médium amigo, em primeira mão, o livro Entre a Terra e o Céu, ditado por André Luiz, no qual encontra uma trabalhadora do Mundo Espiritual, Blandina, vivendo no Lar da Bênção, junto com sua Vovó Mariana, cuidando de crianças. Em determinado trecho, Blandina revela um pouco da sua vida terrena junto ao consorte amado. Memei desencarnou na madrugada de 1º de outubro de 1946, com 24 anos, após acordar vomitando sangue, devido a um edema agudo de pulmão. O marido sai desesperado em busca de médico, pois não tinham telefone e, ao voltar, encontra o corpo físico da amada sem vida. PÓS-DESENCARNE Arnaldo Rocha, agora viúvo, continuava a não acreditar em Deus. Foi convidado a uma sessão espírita a que compareceu com muito esforço e descrença. Ao retornar, sua mãe lhe emprestou “O Livro dos Espíritos”, que leu desordenada e desatenciosamente. Seu irmão deu-lhe o livro “O Problema do Ser do Destino e da Dor”, de Léon Denis, que leu em conjunto com o livro de sua mãe. Passou a se interessar pelos temas, sem, no entanto acreditar em Deus. Passando a viajar permanentemente a Pedro Leopoldo, berço da simplicidade da família Xavier, recebeu de Meimei, sua querida esposa, as mais belas missivas através da psicografia e da clarividência de Chico Xavier. Arnaldo tornou-se espírita e fundou o Centro Espírita Meimei. O jovem incauto e materialista recebeu consolo para suas dores; presentes do céu foram materializados para dirimir sua solidão; pelas evidências do sobrenatural, incentivos nasceram para o estudo da Doutrina Espírita, surgindo, por consequência, novos amigos que indicaram ao jovem viúvo um caminho diferente das conquistas na Terra. Trabalhador e conselheiro da União Espírita Mineira desde 1946, Arnaldo Rocha foi inseparável amigo de Chico Xavier. Organizador dos livros “Instruções Psicofônicas” e “Vozes do Grande Além” (FEB).
Fontes: “O Espírita Mineiro”, nº 295; www.viafanzine.jor.br/meimei.htm
(Copiado de https://www.uemmg.org.br/biografias/irma-de-castro-rocha-meimei)
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De pé: Zeca Machado e
Zilica, Waldo Vieira, Chico Xavier, Nair Machado com a criança no colo, http://www.vinhadeluz.com.br/site/noticia.php?id=1741
Arnaldo Rocha, esposo de Irma de Castro Rocha (MEIMEI) desencarnou em 29 de outubro de 2012.
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HOMENAGEM
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Judith Machareth (12-07-1907 / 02-10-1964) |
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Judith Machareth Imagem do livro Obra de Vultos, volume 2.
Biografia elaborada
por
Judith Machareth, filha de Américo Machareth e Dolores Barbosa Machareth, ambos fluminenses, nasceu em Melo Barreto, no Estado de Minas Gerais, em 12 de julho de l907. Teve os seguintes irmãos: Milton, Carmem, ambos desencarnados, Maria Izabel “Belinha” e Napoleão. Sua infância foi muito alegre; era criança muito ativa e, como filha mais velha, sempre procurava orientar seus irmãos. Fez o primário inicialmente em Cataguazes-MG, terminando-o em Leopoldina-MG. Cursou o secundário, como era chamado o curso que hoje compreende da 5ª à 8ª série, em Manhumirim-MG, no Ginásio Bom Jesus, onde recebeu, no ano de 1923, medalha de Honra ao Mérito pela sua aplicação nos estudos. Iniciou o curso Normal, atualmente Magistério, em Manhumirim, mas não o terminou por motivo de mudança para Monte Azul Paulista-SP, onde não havia esse curso. Veio para Araçatuba em 1928, lecionando em Frutal, hoje Guararapes. Em 1929, foi nomeada pela Câmara Municipal e pelo Prefeito de Araçatuba, Edgard Jardim Bastos, professora do Córrego do Roberto. No ano de 1930, o mesmo prefeito a nomeia professora do Bairro Baguaçu, que, concomitantemente, lecionou na Água Limpa, um núcleo japonês, durante quatro anos. Pediu exoneração em 1933, indo para o Rio de Janeiro, onde lecionou na Academia Nacional do Comércio e no Ginásio Santa Tereza, tendo se destacado pelos seus dotes pedagógicos, conforme atestado do diretor, Sr. Alcides Rosa. Voltou para Araçatuba em 1934, lecionando no Colégio Teuto-Brasileiro, nas disciplinas de Português, Geografia e História do Brasil. No mesmo ano, foi nomeada professora e diretora da Escola Tupi, da Loja Maçônica Tupi, onde permaneceu até o ano de 1958. Passou a dirigir sua própria escola em 1959, o Externato Américo, onde trabalhou até 15 de setembro de 1964, dezessete dias antes de sua desencarnação. Vitimada por um aneurisma cerebral, veio a desencarnar em 2 de outubro de 1964, em São Paulo, no Hospital Beneficência Portuguesa, onde foi internada para tratamento, todavia não houve tempo para operá-la. Seu corpo foi trasladado para Araçatuba e sepultado no Cemitério da Saudade. Durante sua vida corporal, alfabetizou centenas de crianças, hoje médicos, professores, engenheiros, dentistas, contadores e outras profissões. Atualmente, existe uma rua no Bairro Jardim TV, em Araçatuba, com seu nome, atribuído pela Lei nº 1195, de 22/12/1965. Estes dados até aqui registrados mostram a pessoa trabalhadora, eficiente professora, responsável. Mas o que poucas pessoas têm conhecimento é do seu trabalho como militante espírita. O objetivo desta biografia é exatamente tornar mais conhecida esta criatura naquilo que ela representa para o Movimento Espírita de nossa cidade. Ao mesmo tempo que lecionou em tantas escolas, não descuidou de seu trabalho espiritual, destacando-se pela sua extremada dedicação. No ano de 1948, participou das primeiras reuniões visando à fundação da Aliança Espírita “Varas da Videira”, encontros estes que eram realizados na residência do Sr. Antônio Crivellini, ao lado de outros conhecidos trabalhadores como: Francisco Martins Filho, Irma Ragazzi Martins, Victor Bombonati e Izabel Grandizioli. Foi evangelizadora em várias Casas Espíritas: Aliança Espírita “Varas da Videira”, Centro Espírita “Bezerra de Menezes” e “Casa da Criança”, no atual Sanatório Benedita Fernandes. Além da evangelização infantil, colaborava em várias outras atividades das instituições a que pertenceu, praticando a caridade indistinta e desinteressada para com todos aqueles que por seu caminho viessem a cruzar. Colaboradora e amiga pessoal de D. Benedita Fernandes, de Rolando Perri Cefaly e vários outros espíritas militantes como ela, deixou seu nome indelevelmente ligado ao movimento espírita de Araçatuba. De semblante meigo, mas enérgico, deixou a todos que a conheceram e aos seus familiares o exemplo de vida saudável, correta e sobretudo de desvelado amor ao próximo.
(Copiado de: http://www.universoespirita.org.br/catalogo/literatura/textos/ISMAEL%20GOBI/obras_de_vultosII/judith_macharet.htm) |
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Judith Machareth Imagem do livro Obra de Vultos, volume 2. |
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Judith Machareth, a última da direita, com grupo dos primeiros professores de Araçatuba, em 1931. Imagem do livro Obra de Vultos, volume 2. |
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Dona Benedita Fernandes, sentada no centro da foto, com colaboradores. Atrás de Dona Benedita, de blusa branca, a professora Judith Machareth. Foto do ano de 1947 do acervo do Hospital Benedita Fernandes. |
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A “Casa da criança” * fundada por dona Benedita Fernandes. Foto do ano de 1946. Araçatuba, SP. Imagem do arquivo do Hospital Benedita Fernandes.
* A professora Judith Machareth ministrou aulas de Evangelização na “Casa da Criança” .
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Curiosidades da Codificação |
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Ponte Marie, Paris, França. Foto Lucas Gobbo
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O rio Sena e a ponte Marie. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.
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O Livro dos Espíritos em edição de 1860. Imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_dos_Esp%C3%ADritos#/media/File:Le_Livre_des_Esprits_2.jpg
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Square D´Ajaccio com a Torre Eiffel ao fundo. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.
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Jesus e o precursor |
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Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X Psicografia Francisco Cândido Xavier FEB
Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias. Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais. O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso – é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos. Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –, trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino. Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios. Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel. Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!” Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”. No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria! Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso. As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças. * Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita. Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas. Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos? Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”. Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo. João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade. O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos. Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.
Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.
(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)
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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte: |
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Jesus aos doze anos encontrado entre os doutores do templo. James Tissot Fonte da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo. |
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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus abençoa João Batista no deserto. Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG |
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Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
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Amor Infinito Caminhos retos |
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(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]]) |
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