Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita

São Paulo, SP, segunda-feira, 28 de setembro de 2026.

Compiladas por Ismael Gobbo

 

 

 

Notas

1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento.

2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes  diversas via e-mail  e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec.  Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.

 

3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).

 


 

Atenção

Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:     

                                  

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Publicação em sequência

Revista Espírita – Ano 9 - 1866

 

 

 

 

 

(Continua na próxima postagem)

 

(Copiado do site Febnet)

File:Davenport brothers sketch.png

Irmãos Davenport

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Davenport_brothers

 

Ira Erastus Davenport (17 de setembro de 1839 - 8 de julho de 1911) [1] e William Henry Davenport (1 de fevereiro de 1841 - 1 de julho de 1877), [1] conhecidos como irmãos Davenport , eram mágicos americanos no final do século XIX. , filhos de um policial de Buffalo , Nova York . Os irmãos apresentaram ilusões de que eles e outros afirmavam ser sobrenaturais .

Leia mais:

https://en.wikipedia.org/wiki/Davenport_brothers

 

File: The Davenport brothers (1869) (14596596818) .jpg

Os irmãos Davenport

Imagem copiada de

 https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Davenport_brothers_(1869)_(14596596818).jpg

 

File:Davenport brothers cabinet sketch.png

Gabinete dos irmãos Davenport

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Davenport_brothers

 

Arquivo: Os irmãos Davenport (1869) (14596724187) .jpg

Os irmãos Davenport. Biblioteca do Congresso.

Imagem copiada de https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Davenport_brothers_(1869)_(14596724187).jpg

 

File:The Davenport brothers (1869) (14780096231).jpg

Os irmãos Davenport. Biblioteca do Congresso.

Imagem copiada de https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Davenport_brothers_(1869)_(14780096231).jpg

 

File:The Davenport brothers (1869) (14783244005).jpg

Os irmãos Davenport. Biblioteca do Congresso

Imagem copiada de https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Davenport_brothers_(1869)_(14783244005).jpg

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2020/JULHO/06-07-2020_arquivos/image017.jpg

Todos os espíritas, espíritos agressores e outros médiuns esmagados pela queda do guarda-roupa dos irmãos Davenport

Fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Fr%C3%A8res_Davenport

 

File:Charlesrogier.jpg

Charles Rogier.

Ministro dos Negócios Estrangeiros da Bélgica

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Rogier

 

Charles Latour Rogier (Saint-Quentin, 17 de agosto de 1800 – Saint-Josse-ten-Noode, 27 de maio de 1885) foi um estadista e líder belga, durante a revolução belga de 1830.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Rogier

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPu58FgS6l32NKT1ENV6_8Ah1Om7-B8UNbkL50gTAYFdMnILD21H0Z-aH9qkaMWrTWivD9GqnXdz6i-d0lgLLIaVI-0IrF9dMg4ij2InWRdLHwlNn2_rPqyPLyEWwlaB18DCSqalFhBr_T/

Busto de Allan Kardec. Praça Allan Kardec. Guarulhos, SP, Brasil. Foto Ismael Gobbo.

 

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/91/Brussels_floral_carpet_B.jpg/1280px-Brussels_floral_carpet_B.jpg

Tapete floral na Grand Place em Bruxelas, Bélgica. Imagem/autor: Wouter Hagens

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Brussels_floral_carpet_B.jpg

Cima_da_Conegliano,_God_the_Father (3)

Artista Atribuído a Cima da Conegliano (1459–1517) wikidata:Q8453 q:it:Cima da Conegliano imagem da obra de arte listada no parâmetro de título desta página Título português: Deus Pai Editar isso no Wikidata Tipo de objeto pintura Editar isso no Wikidata Gênero arte sacra Editar isso no Wikidata Pessoas retratadas Deus, o Pai Editar isso no Wikidata Dados cerca de 1510-1517 Técnica Óleo sobre madeira Editar isso no Wikidata Dimensões altura: 31,7 cm Editar isso no Wikidata; largura: 40,6 cm Editar isso no Wikidata Coleção [Expandir] Wikidata da Galeria Courtauld: Q12110695. Imagem/fonte:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cima_da_Conegliano,_God_the_Father.jpg

 

 

A fonte e o copo

 

Conta-se que um viajante atravessava uma região árida, muito quente, quando encontrou uma pequena fonte de água cristalina, um verdadeiro oásis no deserto escaldante.

Sedento, aproximou-se para beber. Observou intrigado que ao lado da fonte havia vários copos. Alguns eram de cristal, outros de prata, de ouro. Vários eram simples recipientes de barro, enquanto outros se mostravam desgastados pelo tempo.

Enquanto saciava sua sede, pôde assistir a cenas curiosas. Havia pessoas que chegavam até a fonte e, em vez de satisfazer a sede, punham-se a discutir qual era o melhor copo.

Algumas exaltavam o brilho do cristal. Outras admiravam a beleza da prata. Havia quem desprezasse os copos mais simples.

E, ocupados em comparar recipientes, muitos chegavam a se esquecer de se servir da água preciosa.

*   *   *

Essa narrativa nos convida a uma reflexão sobre a vida. Com frequência, valorizamos excessivamente os recipientes e nos esquecemos dos seus conteúdos.

Admiramos títulos, posições sociais, recursos materiais, aparências e reconhecimento. Julgamos as pessoas pelas vestes que usam, pelos cargos que ocupam ou pelas conquistas que exibem. Sem perceber, transformamos tudo que nos é exterior no centro de nossa atenção.

Entretanto, o que sustenta a vida não é o copo. É a água.

Da mesma forma, o que sustenta o Espírito não são as aparências, mas os valores que cultivamos no íntimo.

O amor, a honestidade, a bondade, a capacidade de servir e a disposição para o bem são as verdadeiras riquezas da alma.

O Mestre da Boa Nova evidenciou essa verdade de maneira profunda ao dialogar com a mulher samaritana junto ao poço de Jacó.

Naquela ocasião, afirmou: Aquele que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna.

O Mestre não falava da água que sacia o corpo, mas da renovação interior que alimenta o Espírito. Ele nos convidava a buscar algo mais profundo do que as satisfações passageiras do mundo.

Por vezes, acreditamos que seremos felizes quando conquistarmos determinado cargo, quando alcançarmos reconhecimento ou quando obtivermos mais recursos.

De fato, tudo isso pode ser útil e legítimo. O problema surge quando passamos a confundir os recipientes com a fonte.

Há pessoas que possuem copos magníficos e continuam sedentas. Outras dispõem de recipientes simples, mas carregam uma serenidade que nada consegue abalar. A diferença está naquilo que alimenta suas almas.

Importante recordarmos que estamos na Terra para desenvolver virtudes e crescer espiritualmente. Ao final da jornada, não levaremos os copos que acumulamos pelo caminho.

Permanecerá conosco apenas a água que conseguimos transformar em amor, aprendizado e serviço ao próximo.

Talvez seja tempo de olhar menos para os recipientes e voltar nossa atenção para a fonte.

Afinal, a verdadeira felicidade não está naquilo que mostramos ao mundo, mas naquilo que permitimos que Deus faça brotar dentro de nós.

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita, com transcrição
 do 
Evangelho de João, cap.4, vers. 14.
Em 26.9.2026

 

(Copiado de   https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7716&stat=0 )

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEhXnWr4J3sFGw_uJTNZD_wbfTiNgYnqUi12QdYIzUEN8Cm3Ilvbci88JUoMk13D3YKprxUkmEuERJIX8Rf6U0F2EEPFKDjj_cIiXxSxxj-66hWe0FezoTi2zRFaovLPoQnAL0lIFEn2LAYDYYp2jQ_OEJ7BRuIwoBNBcXt9Xz8G-hv2MPxvqwx9ab92ag

Cristo e a mulher samaritana. Quadro de Léonard Lagard, séc. XIX.

Igreja de São Boaventura, Lião, França. Foto Ismael Gobbo

 

Deus Pai com a mão direita erguida em bênção

Autor Girolamo dai Libri (1474–1555) wikidata:Q1440424 q:it:Girolamo dai Libri Descrição Inglês: Deus Pai com a mão direita erguida em bênção Data antes de 1555 Técnica ponta de chumbo (?), pena e tinta castanha com aguada, realces em branco sobre papel de tom creme preparado (?) e colado em painel de madeira Dimensões total (luneta): 7 x 8,1 cm (2 3/4 x 3 3/16 pol.) Coleção National Gallery of Art wikidata:Q214867 Fonte/Fotógrafo National Gallery of Art, Washington, D. C., coleção online. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:God_the_Father_with_His_Right_Hand_Raised_in_Blessing.jpg

 

 

 

Teu recanto

 

 

Pelo Espírito Emmanuel.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro Encontro Marcado. Lição nº 19. Página 67.

Tema: Influência Individual.

 

Quando se te fale de paz e felicidade no mundo, reporta-te ao serviço que a vida te confiou.

Efetivamente, não podes acionar alavancas que determinem tranquilidade e ordem para milhões de pessoas; no entanto, é justo assegures a harmonia de teu recanto.

Seja ele uma casa de vastas dimensões, um pequeno apartamento ou apenas um ângulo de quarto estreito, esse é o teu mundo pessoal que povoas mecanicamente com as tuas forças mentais consubstanciadas naquilo que sentes e sonhas.

É razoável coloques nele o que possuas de melhor.

A limpeza digna e os pensamentos nobres,  os planos de ventura e os anseios de progresso.

Aí conviverás com as meditações e as páginas que te levantem o espírito aos planos mais elevados e pronunciarás as palavras escolhidas do coração para ajudar e abençoar.

Nessa faixa de espaço, recolherás as impressões menos felizes dos outros em torno da vida, de modo a reformulá-las sensatamente com o verbo otimista e edificante de que dispões, aperfeiçoando e abrilhantando as ideias e opiniões que te procurem a convivência.

Embalsamarás esse lugar pequenino com as vibrações de tuas preces, nelas envolvendo os amigos e adversários, endereçando a cada um deles a tua mensagem de entendimento e concórdia, daí saindo, de sol a sol, a fim de espalhares o melhor de ti mesmo, a benefício dos semelhantes, a começar do reto cumprimento das tuas obrigações.

Toda vez que venhas a escutar comentários alarmantes, acerca das convulsões da terra ou dos problemas cruciantes da humanidade, reporta-te ao teu recanto e recomeça nele, cada dia, o serviço do bem.

Todos possuímos situação particular, perante a Providência Divina, tanto quanto possuímos exato lugar à frente do Sol.

Considera a importância da tarefa em tuas mãos para o engrandecimento da vida.

Tudo o que existe de grande e de belo, bom e útil, vem originalmente do Criador por intermédio de alguma criatura, em alguma parte.

Examina o que sentes, pensas e fazes, no lugar em que vives.

Teu recanto - tua presença.

Onde estiveres, estás produzindo algo, diante do próximo e diante de Deus.

 

 (Texto recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG)

http://www.noticiasespiritas.com.br/2021/MAIO/22-05-2021_arquivos/image016.jpg

Os pobres gratos. Óleo sobre tela de Henry Ossawa Tanner 

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Thankful_Poor,_1894._Henry_Ossawa_Tanner.jpg

 

https://www.noticiasespiritas.com.br/2021/ABRIL/14-04-2021_arquivos/image016.jpg

Uma família feliz. Óleo sobre tela de Eugenio Zampighi

Imagem/fonte:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Eugenio_Zampighi_-_A_happy_family.jpg

 

File:Sir John Everett Millais 002.jpg

Jesus em casa com a família. Óleo sobre tela de Sir John Everett Millais. Imagem: http://en.wikipedia.org/wiki/File:Sir_John_Everett_Millais_002.jpg

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/NOVEMBRO/07-11-2019_arquivos/image015.jpg

Alegoria que ilustra Francisco Cândido Xavier psicografando mensagem ditada pelo seu espírito-guia Emmanuel.

Imagem/fonte:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Xavier#/media/File:Chico_Psicografia_Emmanuel.jpg

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEgTR8Bj-L-k-S-yUV-pBWt6U87b5DZ1LH7xDExV3YVU0zjgHceoTUybR_CYzYiz-m4stta3RxEkEahq15_7G318coK7dLm4UtF8DDYWq9x81mWcEmbBfi8jjgTqm-hzEERij6vQuVPKzRB2sy15U9MFHZUNxCQuymrzbrcOxm6-xQkeWHeObJbEeWkhDQ

A obra mostra Jesus Cristo  como Salvador do mundo , e faz parte do Apostolado pintado por El Greco que está guardado no Museu de El Greco em Toledo, Espanha. 

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:El_Greco_-_Christ_as_Saviour_-_Google_Art_Project.jpg

 

 

 

COMO ESCOLHEMOS VIVER?

 


Sidney Fernandes


A história registra, com dolorosa frequência, tragédias que interrompem muitas vidas em poucos minutos. Mudam os cenários, variam as causas, mas a perplexidade humana permanece a mesma.
Diante dessas ocorrências, somos levados a refletir sobre a fragilidade da existência e, principalmente, sobre a maneira como utilizamos o tempo que nos foi concedido.
A vida não se resume à experiência física. Cada pessoa traz sua própria história, seus afetos, suas experiências, suas conquistas e dificuldades. Cada um de nós carrega os méritos e deméritos que construímos durante a vida.
Essa compreensão nos conduz a uma reflexão importante: não escolhemos todas as circunstâncias que encontramos, mas podemos escolher a maneira como vivemos e reagimos ao que nos acontece.
Podemos enfrentar dificuldades com coragem, cultivar serenidade nos momentos de incerteza e conservar a esperança quando as coisas não acontecem como desejávamos. Podemos escolher entre alimentar ressentimentos ou buscar o perdão, permanecer presos ao passado ou abrir espaço para novos começos.
Quantas vezes deixamos para depois aquilo que poderia ser feito hoje? Adiamos uma reconciliação, uma declaração de afeto ou a oportunidade de estar ao lado de alguém. A vida não nos garante que teremos sempre uma nova ocasião.
Os sentimentos verdadeiros não desaparecem com as mudanças da existência. O amor construído entre as pessoas permanece como vínculo capaz de unir corações, mesmo quando a presença física deixa de ser possível.
Essa perspectiva não elimina a saudade nem diminui a dor das separações, mas pode oferecer esperança. Permanecem as lembranças, os ensinamentos, o carinho e, para quem possui fé, a confiança de que a vida prossegue sob outras condições.
Talvez seja essa uma das grandes lições dos acontecimentos dolorosos: olhar menos para aquilo que não podemos controlar e mais para aquilo que está ao nosso alcance.
Não podemos determinar quanto tempo viveremos, nem prever todas as circunstâncias que encontraremos. Podemos, entretanto, decidir que tipo de pessoa desejamos ser enquanto caminhamos.
Podemos viver com mais gratidão, valorizar as pessoas, fazer o bem sem esperar reconhecimento e deixar, por onde passarmos, um pouco mais de paz do que encontramos.
A vida não nos pede perfeição. Pede aprendizado. Todos cometemos erros e atravessamos momentos de fraqueza. O importante é não desistir da possibilidade de melhorar. Sempre existe espaço para uma mudança de atitude, uma palavra de amor ou um novo começo.
No final, talvez a pergunta mais importante não seja quanto tempo teremos, mas como utilizaremos o tempo que temos. Enquanto houver vida, haverá oportunidade de amar, perdoar, aprender, ajudar, reconciliar e recomeçar.
E talvez seja justamente aí que esteja a maior esperança: independentemente do que já vivemos, ainda podemos escolher, a partir de agora, como queremos continuar nossa jornada.

 

(Recebido em email de Sidney Fernandes 4.8 [[email protected]])

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUrTFi6lVtYl7PX7AyORerUkLN_sI9XPQ0mOFEcmBoGNtiPD2fnpSekLWIDmZESh18EgBHNdaXViYgkG88A-2s-tjcSSCsEirV7F3YSvdvslHSIdfvz2c_ZUiZo99g6HV5L9dwm8Ys0CpM/

Jesus ensina o povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:

https://es.m.wikipedia.org/wiki/Archivo:Brooklyn_Museum_-_Jesus_Teaches_the_People_by_the_Sea_(J%C3%A9sus_enseigne_le_peuple_pr%C3%A8s_de_la_mer)_-_James_Tissot_-_overall.jpg

 

 

 

Registro. Atividades do Projeto Chico Xavier na tarde deste sábado 26-09-2026. Araçatuba, SP

 

Após a prece de abertura as 16 horas várias pessoas vão ao local de alimentos e preparam para os inscritos da casa, outros preparam diversos alimentos para serem servidos aos presentes, inclusive o de jantar;  evangelização para crianças e jovens. Palestrante Maria José Izique. Dia de distribuição de bolos, doces e cachorro quente.  Fotos abaixo de: Émerson Gratão

Informações e fotos recebidas de Émerson Gratão

 

 

 

 Abrigo Ismael na manhã deste domingo 27-09-2026

 Araçatuba, SP 

 

Com início às 9 horas, após a prece de abertura por Celso Luis Souto a palestra foi proferida pela oradora Maria de Lourdes Caravanti, excelente oradora da cidade de Araçatuba, SP,    que desenvolveu o tema: “Amar o próximo como a si mesmo”, do Capítulo XI de O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec.    No mesmo horário acontecia a Evangelização para as crianças. Ao final, o encerramento com prece da oradora.A seguir  Rita de Cássia Zucon falou sobre a venda do livro “Obra de Vultos 3, com 38 personalidades espíritas  já desencarnadas  de Araçatuba e região. A seguir a aplicação do passe aos presentes. 

Texto e fotos de Ismael Gobbo

 

 

 

 

 

 

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O PORQUÊ DA MUDANÇA DE TEMPERAMENTO DO JOVEM AO FINAL DA ADOLESCÊNCIA

(Astolfo O. de Oliveira Filho)

Um leitor, surpreso com a mudança de temperamento que se verifica em alguns jovens no final da chamada adolescência, pergunta-nos se o Espiritismo oferece alguma explicação para esse fenômeno.

Sim. O assunto é tratado com clareza em O Livro dos Espíritos [...]

Leia na íntegra clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/09/o-porque-da-mudanca-de-temperamento-do.html 

   

Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.

 

Astolfo O. de Oliveira Filho

Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden

86701-865 - Arapongas, PR

(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

*** POST referente ao Blog (para divulgar hoje)

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QUESTÕES DE LÍNGUA PORTUGUESA

(Astolfo O. de Oliveira Filho)

Qual é o texto correto?

1.      Nosso neto vai com nós à praia.

2.      Nosso neto vai conosco à praia.

A construção correta é a segunda:

- Nosso neto vai conosco à praia.

[...]

Para ler na íntegra clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/2026/09/qual-e-o-texto-correto-1.html 

   

Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.

 

Astolfo O. de Oliveira Filho

Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden

86701-865 - Arapongas, PR

 

 

(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

Benedita Fernandes: filme e livro em Centro de São Paulo

Na noite do dia 24 de setembro, o Núcleo Espírita Segue a Jesus, no Parque Peruche, São Paulo, contou com a presença de Cesar Perri para apresentação do filme “Benedita. Legado da Superação”. No final, autografou seu livro “Benedita Fernandes. A dama da caridade”, a 4ª edição, atualizada e ampliada, há dias lançado pelo CCDPE-SP (https://ccdpe.org.br/ccdpe/produto/benedita-fernandes-a-dama-da-caridade).

Entre os presentes uma das pioneiras do Núcleo. A reunião foi coordenada pelo presidente, Edgard Soares da Silva, e Sílvia Fabrício de Campos, diretora de divulgação e de eventos.

Informações sobre o Núcleo:

https://segueajesus.org.br/

 

(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e GEECX)

 

 

GEPAR

 Piratininga, Niterói.

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ÊXODO 

(2º volume de Introdução ao Pentateuco Mosaico)

Publicado pela EVOC – Editora Virtual O Consolador, o foco do e-book é o Êxodo, segundo livro da Bíblia, que relata a história da libertação do povo de Israel da servidão no Egito. Nele tem prosseguimento a história dos israelitas desde a morte de José até a edificação do tabernáculo. 

O e-book pode ser lido ou baixado, sem nenhum custo, bastando aos interessados clicar em https://www.oconsolador.com.br/editora/101a150/Exodo.pdf

O vídeo que abre este texto apresenta, em poucos minutos, um resumo do conteúdo do e-book. Tanto o vídeo quanto o podcast sobre o tema foram produzidos com o auxílio da inteligência artificial.

 

Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e um ótimo dia.

 

Astolfo O. de Oliveira Filho

Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden

86701-865 - Arapongas, PR

 

 

(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

[1017-JornalMundoMaior] REAL DESTAQUE.

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REAL DESTAQUE.
É possível estejas nos teus dias mais difíceis de provação. Não desesperes, nem esmoreças.

A inconformidade, quase sempre, apenas perturba. Desânimo não auxilia.

Em plena crise, entra na ponte do trabalho e orienta-te no rumo da própria renovação. Não te desgarres da paciência.

Aceita as dificuldades em derredor de teus passos e aceita-te, tal qual és, na tarefa para a execução da qual a Sabedoria da Vida te formou a existência em que te encontras.

Aperfeiçoamento da alma é feito de erros e acertos. Onde acertes, insiste no avanço.

Onde erres, corrige as situações ou corrige-te, reconhecendo a condição de humanidade em que ainda te vês.

Chegará um dia em que todos reconheceremos que em qualquer parte da vida, todo destaque real pertence a Deus.
No livro:- PRONTO SOCORRO/Emmanuel/Chico Xavier.

Magali Inês Brum - Colaboradora.

 

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(Recebido em email de

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Palestra no C.E. Maria Benta

Jabaquara, São Paulo, capital

 

(Copiado de Jorge Lira Rezala)

 

 

Vibração para os doentes

Aliança Espírita Varas da Videira

 

(Recebido em email de Adriana Leite)

 

 

Correio Espírita - Jornal de setembro de 2026

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Jornal Correio Espírita de setembro de 2026

 

Olá

 

Destaques:

- Jesus, o amado Mestre da humanidade;

- Jogos de apostas destroem vidas e comprometem almas;

- Não seja solitário, seja solidário;

- Sobre o suicídio e o valor da vida;

- Ansiedade: o alerta silencioso do nosso tempo;

- Quando a justiça vira vingança;

- Nosso lar 3 - Vida eterna

Tudo isso e muito mais no Correio Espírita.

www.correioespirita.org.br

Assinaturas on-line, leia pelo site por apenas R$ 30,00 anuais.

 

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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Setembro/2026

 

 

(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]])

 

 

 Jornal Momento Espírita - EDIÇÃO DE SETEMBRO

Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo:

 

CLIQUE AQUI:

https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Jornal-Momento-Esp-set-26_compressed.pdf

 

 

 

 

(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]] Bauru, SP)

 

 

Palestras Nosso Lar setembro 2026

São Paulo, capital

Olá Ismael, paz e saúde!

Segue em anexo a programação do Departamento de Cultura Espírita da Instituição Beneficente Nosso Lar para o mês de setembro de 2026.

Muita paz a todos.

Abraço fraterno,
Clodoaldo de Lima Leite Presidente voluntário da IBNL 

 

"Eis que Deus te abençoa a cada instante, no ar que respiras, no pão que te nutre, no remédio que refaz, na palavra que anima, no socorro que alivia, na palavra que consola."

Emmanuel, livro Coragem, espíritos diversos, por Chico Xavier

 

 

 

 

 

(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]])

  

 

*** POST referente ao Jornal O IMORTAL (para divulgar hoje)

 

Estimada(o) amiga(o).

Eis o POST (com ilustração) relativo ao Jornal O IMORTAL de setembro de 2026, que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza: 

 

Está disponível na internet o jornal O IMORTAL de setembro, que traz como destaque uma entrevista com a jornalista Luci Aparecida Miranda, especialista em Jornalismo Digital e Mídias Sociais, radicada em Bragança Paulista-SP, onde colabora nos trabalhos da Casa da Bênção.

Outro destaque é uma reportagem sobre a inserção do jovem nos setores da casa espírita, de autoria de Stella Segatti, da equipe de coordenação da assistência social do Grupo Espírita Paulista (GEP), instituído para promover a união, o diálogo e o fortalecimento do movimento espírita.

Para acessar, clique em https://www.jornaloimortal.com.br/Home

 

Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e uma ótima semana.

Astolfo O. de Oliveira Filho

Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden

86701-865 - Arapongas, PR

 

 

 

(Recebido em email  de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

Entre a justiça humana e a justiça divina, e outros destaques da RIE de setembro

 

 

ACESSE AQUI:

https://www.facebook.com/casaeditoraoclarim/?locale=pt_BR

 

 

 

Resultados Parciais – PNE 2026

✅Resultados Parciais – PNE 2026

Mais moderna, novo portal!

Novas questões interessantes e instigantes. Participe!

Para refletir, esclarecer e agir

Participação atual de 18 estados.

https://pesquisa.portalkardec.org.br/B43605E6

 


 

 

Ivan Franzolim

WhatsApp: 55 (11) 98156-0030

[email protected]

http://franzolim.blogspot.com.br/

 

 

(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]])

 

 

Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta

Março/Abril-2026. Araxá, MG

 

CLICAR AQUI:

http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf

 

 

(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]])

 

 

Site da Federação Espírita Brasileira

Brasília, DF

 

Clique aqui:
https://febnet.org.br/

 

 

 

Palestra Pública na FEB | Semana 27 de setembro a 3 de outubro

 

CLIQUE AQUI:

https://febnet.org.br/palestra-publica-na-feb-semana-27-de-setembro-a-3-de-outubro/

 

 

 

FEP- Federação Espírita do Paraná

Curitiba

 

Clique aqui:
http://www.feparana.com.br/

 

 

 

FEEAC. Federação Espírita do Acre  

Rio Branco

 

CLIQUE AQUI:

https://www.facebook.com/feeacre/?locale=pt_BR

 

 

 

FERO. Federação Espírita de Rondônia

Pôrto Velho

 

ACESSE AQUI:

https://www.facebook.com/ferobr/?locale=pt_BR

 



 

 

Abrigo Ismael

Araçatuba, SP

Quer ajudar o Abrigo e não sabe como?

Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!

 

(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)

 

        

 

Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier

Boletim semanal – Ano XII. 5a semana de Setembro de 2026

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Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier

Boletim semanal – Ano XII

5a semana de Setembro de 2026

 

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Divulgação e ensino de Espiritismo na atualidade; O aparente contraste em palavras de Jesus; A fé no lar; Evento especial comfilme e livro sobre Benedita Fernandes – a “dama da caridade”; Gestão e sustentabilidade do Centro Espírita; Diálogos sobre temas da relação mundos espiritual e corpóreo; Cura do ódio

 

Artigo:

- Divulgação e ensino de Espiritismo na atualidade:

https://grupochicoxavier.com.br/divulgacao-e-ensino-de-espiritismo-na-atualidade/

 

Estudo do Evangelho:

-O aparente contraste em palavras de Jesus:

https://grupochicoxavier.com.br/o-aparente-contraste-em-palavras-de-jesus/

 

- A fé no lar:

https://grupochicoxavier.com.br/a-fe-no-lar/

 

Vídeos:

-Evento especial com filme e livro sobre Benedita Fernandes – a “dama da caridade”:

https://grupochicoxavier.com.br/evento-especial-com-filme-e-lancamento-de-livro-sobre-benedita-fernandes-a-dama-da-caridade/

 

 

-Gestão e sustentabilidade do Centro Espírita:

https://grupochicoxavier.com.br/gestao-e-sustentabilidade-do-centro-espirita/

 

- Diálogos sobre temas da relação mundos espiritual e corpóreo:

https://grupochicoxavier.com.br/dialogos-sobre-temas-da-relacao-mundos-espiritual-e-corporeo/

 

 

Mensagens:

- Cura do ódio:

https://grupochicoxavier.com.br/cura-do-odio/

 

o0o

 

“Ora e vigia. Ama e espera. Serve e renuncia” – Emmanuel.

 

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Pão nosso. Cap.180. FEB)

 

 

o0o

Com fraternal abraço,

Equipe GEECX

 

 

 

 

 

 

(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX)

 

 

 O Consolador. Revista Semanal de Divulgação Espírita.

Londrina, PR. Acesse abaixo:

 

CLIQUE AQUI:

https://www.oconsolador.com.br/ano20/993/principal.html

 

 

Estimada(o) amiga(o).

Eis o POST (com ilustrações) relativo à revista O CONSOLADOR, que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:

 

Está no ar a nova edição da revista O CONSOLADOR. Além de inúmeros artigos e matérias de grande interesse, esta edição traz os seguintes destaques:

Entrevista com Sonia Mara Gualtieri Valim Zilli, de São João da Boa Vista-SP, coordenadora de Educação Espírita no Grupo da Fraternidade Espírita Irmão Joseph, de sua cidade.

Especial de autoria do escritor e educador Marcus De Mario, do Rio de Janeiro-RJ, a respeito do tema “O amor e a educação”.

Matéria especial de Erika Silveira sobre o espetáculo teatral O Espiritismo é Obra de Jesus, que vem sendo apresentado no Teatro Mooca, em São Paulo-SP.

Acesse clicando em https://www.oconsolador.com.br/ano20/993/principal.html        

 

Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e ótima semana.


Astolfo O. de Oliveira Filho

Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden

86701-865 - Arapongas, PR

 

 

(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

Epes Sargent

(27-09-1813 / 30-12-1880

 

 

Nascido no dia 27 de setembro de 1813, na cidade de Gloucester, Massachusetts, Estados Unidos, e desencarnado a 30 de dezembro de 1880. Era filho do mestre-de-navios Epes Sargent e de Hannah Dane Coffin e pertencia à linhagem de William Sargent, a quem o governo havia concedido a posse de terras na região de Gloucester, no ano de 1678. Seus ancestrais foram John Winthroup e Joseph Dudley, antigos governantes da colônia inglesa de Massachusetts. Transferindo seu domicílio de Gloucester para Roxbury, nas vizinhanças de Boston, no ano de 1818, o genitor de Epes Sargent ali se dedicou ao comércio, no que não foi muito feliz, retornando à sua antiga cidade, onde se dedicou novamente à pesca, como fazia anteriormente. Esse descontrole financeiro, no entanto, não afetou o aculturamento dos filhos, principalmente por ver em Epes Sargent um jovem superdotado de inteligência. Por isso matriculou-o na "Escola Latina de Boston", onde ele revelou invulgar tendência para a literatura, tendo-se graduado em 1829. Nessa época visitou a Rússia em companhia de seu pai. Atingindo a idade dos trinta anos, fez parte do corpo redatorial de importantes periódicos editados na época. Posteriormente tornou-se correspondente político do "Boston Daily Atlas", em Washington. Na capital norte-americana, teve a oportunidade de contrair a amizade de numerosos políticos, especialmente de membros do Partido Liberal Whig, aproveitando o ensejo para publicar, em 1848, o seu notável livro "A Vida e os Serviços Públicos de Henry Clay". Logo a seguir lançou a obra "A Noiva de Gênova" e a tragédia "Velasco", escrita também em 1837 e lançada em 1839. Nessa época partiu para Nova Iorque, onde permaneceu durante oito anos, trabalhando no célebre jornal "The New York Mirror", fazendo parte, logo a seguir, no "The New World" e do "New Monthly Magazine". Não demorou muito e lançou o seu próprio jornal "Sargenfs New Monthly Standard", que teve vida efêmera. Retornando a Boston, em 1847, participou do corpo redatorial de numerosos órgãos publicitários, dentre eles o "Boston Evening Transcript", "The School Monthly", "The Knickerbocker Magazine" e "The Atlantic Monthly". Justamente no ano em que regressou a Boston, deu à publicidade o seu melhor volume de versos, intitulado "Canções do Mar, com outros Poemas". Sargent casou-se a 10 de maio de 1848, com Elisabeth W. Weld, de Roxbury, não tendo tido descendentes diretos. As suas atividade  no campo educacional foram de grande relevância. Escreveu uma quantidade apreciável de obras destinadas a estudantes e professores, tendo mesmo sido catalogado como educador emérito, tornando-se famoso em toda a América do Norte, na segunda metade do século passado. A sua obra "The Standard Speaker", publicada em Filadélfia no ano de 1852, alcançou mais de sessenta edições. De 1852 a 1873 escreveu numerosos compêndios e manuais de instrução, os quais foram largamente adotados nos colégios e escolas dos Estados Unidos. Paralelamente publicou, no ano de 1858, outra coleção de "Poemas", com 300 páginas e, em 1870, a narrativa em versos, com o título "The Women who dared", sem contar outras obras de inquestionável valor. Em 1859 traduziu e publicou no jornal "The Press", o escrito de Tomás Celano, notável escritor franciscano, sob o título "Dies Irae". Além do elevado número de obras por ele divulgadas, deve-se acrescentar que muitos dos seus escritos foram publicados anonimamente, deixando por isso de ser registrados em enciclopédias. Nos últimos vinte ou trinta anos de sua fértil existência, Epes Sargent se interessou pelo Espiritismo, estudando-o profundamente após ter sido um dos que combateram e repudiaram os insólitos fenômenos ocorridos em Hydesville e Rochester, por meio das médiuns Leah, Margareth e Katherine Fox. Manteve correspondência epistolar com numerosos dirigentes espíritas dos Estados Unidos e da Europa. Escreveu elevado número de artigos para as publicações que então se ocupavam da matéria. Foram também de sua autoria as seguintes obras versando sobre Espiritismo: "Revelações do Grande Mistério Moderno — Pranchetas, com teorias sobre as mesmas" (Boston, 1869), "Prancheta, ou o Desespero da Ciência face ao Espiritismo" (Boston e Londres, 1869), "A Prova Palpável da Imortalidade" (Boston, 1875). Nessa última obra, ele descreve os fenômenos de materialização e tece comentários, analisando o Espiritismo em face da Teologia, da Moral e da Religião. Finalmente, escreveu a sua obra mais importante: "Bases Científicas do Espiritismo" (Boston, 1880), tratado de inegável valor sobre o aspecto científico da doutrina. Em 1868 havia contraído uma afecção brônquica de que nunca mais ficou livre. No ano de 1872 visitou a Europa, permanecendo algum tempo no sul da França. Como que pressentindo o seu próximo desenlace, pois sua saúde se agravava continuamente, trabalhou de forma intensa no afã de terminar "The Scientific Basis of Spiritualism". Finalmente foi acometido de um câncer na boca, o qual se propagou rapidamente, impedindo sua manifestação oral e debilitando sua saúde. No dia 30 de dezembro de 1880, seu Espírito partiu rumo à verdadeira pátria, consciente de ter desempenhado relevante obra na face da Terra. Epes Sargent foi um homem dotado de talento fora do comum. Sua operosidade foi das mais marcantes, tendo merecido de Edgar Allan Poe, que havia tomado conhecimento dos seus escritos anteriores a 1849, as seguintes palavras: "É um dos mais preeminentes membros da extensíssima família Americana - a dos homens de engenho, talento e tato."

Fonte: Personagens do Espiritismo.

 

 

(Texto copiado de https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Epes-Sargent.pdf)

 

Descrição: Frontispício de Epes Sargent (1813–1881). Data por volta de 1870https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/SETEMBRO/27-09-2023_arquivos/image065.jpg

Fonte Arquivo Hulton / Imagens Getty [1] proveniência do item: [2] imagem: [3]

Autor desconhecido. Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/File:Epes_Sargent_frontispiece.png

https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/SETEMBRO/27-09-2023_arquivos/image066.jpg

 

Descrição: Sargent's School Monthly Masthead de janeiro de 1858. Data por volta de 1858

Fonte:Sargent's School Monthly do Google Livros [1] proveniência do item: página de título [2]

imagem: Página um [3]   Autor Epes Sargent (editor)

Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sargent%27s_School_Monthly_masthead.jpg  

https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/SETEMBRO/27-09-2023_arquivos/image067.jpg

 Retrato de Edgar Allan Poe, provavelmente tirado em junho de 1849 em Lowell, Massachusetts por um fotógrafo desconhecido. O retrato, conhecido como daguerreótipo "Annie", foi entregue a Annie L. Richmond, amiga de Poe

Copiado de: . https://pt.wikipedia.org/wiki/Edgar_Allan_Poe

                                  

 

Juvêncio de Araújo Figueiredo

(27-09-1865 / 06-04-1927)

 

Nascido a 27 de setembro de 1865, em Coqueiros, Florianópolis, Estado de Santa Catarina, e desencarnado a 6 de abril de 1927, na mesma cidade. Juvêncio de Araújo Figueiredo foi um infatigável servidor da Doutrina Espírita, devendo- se a ele grande parte dos trabalhos de divulgação que foram realizados no Estado de S. Catarina. Iniciou sua vida como tipógrafo, passando posteriormente a colaborar em vários jornais, tanto de sua terra como de outros pontos do país. Poeta mavioso, teve a honra de fazer parte de um grupo de beletristas, do qual faziam parte Cruz e Souza, Santos Lostada, Oscar Rosas, Virgí1io Várzea, Horácio de Carvalho e outros. Em 1904, escreveu "Ascetérios". Logo após produziu alguns trabalhos inéditos, tais como "Praias" e "Novenas de Maio." Foi companheiro e amigo predileto do genial Cruz e Souza, fazendo parte da Academia Catarinense de Letras, onde ocupava o número 17. No exercício de funções públicas, foi secretário da Municipalidade, em São José, naquele Estado, galgando posteriormente o elevado cargo de secretário da Assembléia Legislativa, em Florianópolis. Araújo Figueiredo foi um dos mais notáveis médiuns espíritas, podendo- se mesmo dizer que foi uma das raras jóias da mediunidade, pois, além das incalculáveis possibilidades que os Espíritos do Senhor nele encontravam para suavizar as dores dos alquebrantados da alma e do corpo, era dotado de notável poder de análise e de discernimento. A sua mediunidade era das mais seguras, pois, como médium meticuloso e amante da verdade, tudo submetia ao crivo da razão e da lógica. Correm por centenas os fatos produzidos por seu intermédio, principalmente as extraordinárias curas que conseguia realizar. Era também de se admirar as revelações que fazia a respeito daqueles que chegavam até a sua casa, atraídos meramente por curiosidade sobre os fenômenos que se produziam por seu intermédio. Araújo Figueiredo viveu na Terra 62 anos, grande parte dos quais destinados à difusão do Espiritismo. Os que tiveram a oportunidade de conhecer ou conviver com esse grande seareiro, médium e conselheiro, puderam sentir o quanto vale um homem que tem dons de Espírito e que os coloca a serviço do seu próximo. (Dados biográficos extraídos do "Boletim Espírita", de Florianópolis) Fonte: Grandes Vultos do Espiritismo.

 

Texto copiado de:

https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Juvencio-de-Araujo-Figueiredo.pdf

https://www.noticiasespiritas.com.br/2022/ABRIL/06-04-2022_arquivos/image053.jpg

Juvêncio de Araújo Figueiredo 

Imagem copiada de http://apoesiadobrasil.blogspot.com/2012/07/araujo-figueiredo-1865-1927.html

LEIA MAIS NO LINK

 https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/SETEMBRO/27-09-2023_arquivos/image069.jpg

Florianópolis bairros do continente - Bom Abrigo, Coqueiros, Estreito, Itaguaçu e pontes.

Foto aérea de 2004 por Marcos Souza. Liberada para uso geral. Imagem/fonte:  https://pt.wikipedia.org/wiki/Coqueiros_(Florian%C3%B3polis)

 

https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/SETEMBRO/27-09-2023_arquivos/image070.jpg

Pintura de João da Cruz e Sousa (1861 - 1898), poeta brasileiro Data por volta de 1898 Fonte http://www.vidaslusofonas.pt/cruz_e_sousa.htm Autor Mauricio Jobim (seu amigo).

Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Cruz_e_Sousa.jpg

 

 

 

Cosme Mariño – O Kardec Argentino

(27-09-1847 / 18-08-1927)

 

Cosme Mariño

(1847 – 1927) Argentina – el Kardec argentino

Cosme Mariño

Fue un hombre clave para la divulgación del Espiritismo en el Río de la Plata, especialmente en la Argentina. Se lo denominó "El Kardec Argentino". Su lucha fue más prolongada y más violenta que la de Kardec. Tuvo que trabajar medio siglo para conquistar y consolidar las posiciones que nos legó. Fue agredido no solamente de palabra y por escrito, sino también con un arma de fuego. Sin embargo, nada lo hizo desanimar, nada lo intimidó, porque fue un gran misionero consciente de su poder, seguro del valor inmenso de la idea que defendía con riesgo de su propia vida.

Nació en Buenos Aires, capital de la República Argentina, el día 27 de septiembre de 1847, y desencarnó el 18 de agosto de 1927. El padre era militar (oficial de artillería) y la madre atendía el hogar, realizando en ocasiones tareas de costura. En un “hogar pobre, pero honrado”, según sus propias palabras, fue educado dentro de los principios de la Religión Católica y, ya desde temprana edad, se sintió inclinado hacia la vida sacerdotal. Pensó que ese sería el camino para ejercer su necesidad de servir al prójimo. Cursó sus primeros estudios en la iglesia de San Nicolás y luego un año de latín en el Convento de San Francisco. Comprendió entonces que su vocación no pasaba por la formación sacerdotal. De segundo a cuarto año continuó con los Estudios Preparatorios de la Universidad (actual ciclo secundario) y en 5º año pasó al Colegio Nacional, recién fundado por el presidente Bartolomé Mitre. Ingresó seguidamente a la Facultad de Derecho.

Alrededor de los 20 años de edad escribió sus primeros ensayos y artículos literarios, publicados en periódicos de la época, tales como “El Inválido Argentino”, órgano de la Sociedad Protectora de Inválidos, centro nuevo de atracción para sus inquietudes espirituales. Allí inició el contacto con otro joven, José C. Paz, lo que selló su inclinación hacia el periodismo.

En el año 1869, la Argentina estaba en un proceso de evolución. Domingo Faustino Sarmiento era el presidente de la República. Mariño, junto con su amigo José C. Paz, fundan el diario “La Prensa”. Paz tenía 27 años de edad y Mariño 22. No tenían dinero para afrontar esta empresa, por lo que emitieron acciones entre sus amigos y se lanzaron a un periodismo sano, informando con claridad y altura de miras. Digamos de paso que el diario “La Prensa” de aquella época inaugural, en poco se parecía a la empresa editorial que fue después. Mariño se dedicó en cuerpo y alma a esta actividad, y no tenía tiempo ni para dormir en su casa. Lo hacía en cualquier rincón de la imprenta. Al año siguiente, su hermano mayor, Gervasio, viendo que la situación era insostenible, pagó la deuda y le pidió a Cosme que abandone la actividad. Comenzó así a desempeñarse como procurador en un estudio de Buenos Aires.

En 1871 participa activamente en la lucha para vencer la epidemia de fiebre amarilla que asoló a la ciudad de Buenos Aires. Se contagió, pero logró sobrevivir. Fue condecorado con la Cruz de Hierro, junto con la impresión de carteles con su nombre y el agradecimiento de todos los porteños. Recibió también una medalla de oro por su valor y espíritu de servicio. Por el renombre adquirido y lo avanzado de su carrera universitaria fue obteniendo una importante clientela en asuntos judiciales (estancieros del sur de la provincia de Buenos Aires), lo cual incidiría favorablemente en su profesión de allí en adelante.

En 1872, con veinticinco años, Cosme se suma como secretario en el Comité de Ayuda a Chile, presidido por el rector de la Universidad Nacional. Chile sufría una terrible epidemia de viruela. Con la dinámica que le impone consigue mandar mucho dinero al país vecino. La Municipalidad de Santiago de Chile y la Junta de Lazaretos de dicho país le otorgaron medallas de oro, en reconocimiento a su desinteresado apoyo. Cursaba el último año de Derecho, mas el examen de la última materia no fue nunca rendido porque de allí en más sus múltiples actividades, profesionales y después también espíritas, lo absorberían totalmente.

En 1873 viajó a Chascomús - ciudad que se encuentra a cien kilómetros de la Capital Federal- a pedir en matrimonio a Mercedes Milani. Vuelve a Buenos Aires para los preparativos. Regresa a esa ciudad, se casa en 1874 y se muda a Dolores.

Mercedes Milani era descendiente de fundadores de Chascomús. Cosme Mariño la conoció cuando ella apenas tenía 16 años de edad. Una circunstancia fortuita hizo que la pareja, tiempo después, se encontrara de nuevo en Buenos Aires, iniciándose un breve idilio que concluyó con el casamiento. Tuvieron seis hijos. La unión duró sólo 18 años, hasta la desencarnación de Mercedes en 1892.

Además de criar a sus hijos, este matrimonio bien avenido, en forma bondadosa y desinteresada, tomó a su cargo seis niños más, huérfanos y abandonados, que vivieron bajo el techo de su hogar, como hijos propios.

El día previo a su partida se despide de su amigo de la infancia, el Dr. Aristóbulo del Valle, entonces Ministro de Gobierno de la provincia de Buenos Aires, quien lo designa representante del gobierno ante los Tribunales del Sur de la provincia de Buenos Aires, con sede en Dolores, que acababan de ser creados. Integra una comisión para inspeccionar las obras de la Casa de Justicia y Cárceles y le otorga Del Valle igualmente el cargo de Juez de Paz, a ejercer desde 1875. Llevaba Mariño, además, cartas de recomendación de destacados estudios jurídicos de la Capital. Instaló en Dolores su propio estudio de procurador (período 1874-1879) y, de esta manera, consiguió asegurar su situación económica.

Tomó a su cargo ad honorem la presidencia de la Comisión del Hospital San Roque, que se hallaba entre las más precarias. Con su dinamismo, carisma y capacidad puso el hospital en condiciones de funcionamiento y sin deudas.

También, en dicho plazo, fue nombrado miembro de la Comisión del Consejo Escolar, que ocupó desinteresadamente, aportando ideas y recursos. Donó incluso unos terrenos propios, para que se estableciera una escuela.

En cierta ocasión, Cosme Mariño llama al ingeniero Rafael Hernández, para una mensura de campos. Terminan hablando de Espiritismo. Así es como Rafael inicia a Cosme en la lectura de los textos de Allan Kardec, iniciándose una amistad que perdura por muchos años, convirtiéndose en decididos y valiosos compañeros en sonadas actuaciones a favor del Espiritismo.

Las reuniones espíritas se realizaban en casa del Dr. Pedro Bourel. Se vinculaban a este hecho, los nombres de Justo Ortiz, Enrique Becker, Felipe Aristegui, Alejandro Villabrile. Pero quien representaba un papel preponderante en este grupo era, ni más ni menos que el ingeniero Rafael Hernández, el fundador de varias ciudades de la provincia de Buenos Aires, político de nota, senador, diputado; además, hermano del ilustre autor del “Martín Fierro”, don José Hernández.

En 1879, Mariño regresa a Buenos Aires, para trabajar en uno de los estudios jurídicos más importantes de la Capital, con los doctores Aristóbulo del Valle y Mariano Demaría. En 1895, ingresa al Banco Nacional de Préstamos como jefe de la Oficina Jurídica.

Volviendo al año 1879, Mariño ingresa a la Sociedad Constancia, la primera sociedad espírita fundada en Buenos Aires en 1877. En poco tiempo forma parte del cuadro directivo y se convierte en el director de la Revista Constancia, pionera dentro de los periódicos espíritas, (período 1881-1927). En 1881 fue nombrado vicepresidente y, al hacerse cargo del puesto, propone la realización de conferencias públicas e internas, convirtiéndose en su principal gestor y organizador. También funda una biblioteca social, para brindar adecuada ilustración a los adeptos que sólo ingresaban atraídos por el fenómeno. En 1883, la Asamblea General lo confirma en el puesto de presidente y la Sociedad empieza a adquirir un nuevo ritmo.

Desde su lugar de periodista se enfrentó a grandes polémicas a favor de las ideas espíritas. Hizo campañas contra curanderos y falsos médiums, que asumían indebidamente el título de espiritistas. Fue perseguido y desacreditado por ello. Los jesuitas fueron sus más violentos enemigos, difamándolo en público. Él siempre respondió con altura, elegancia y sobre todo, con mucho conocimiento.

En 1892 fue víctima de un atentado. Una fanática religiosa lo atacó con un arma de fuego, hiriéndolo, pero sin mayores consecuencias. Era una época de mucho fanatismo e intolerancia religiosa.

Escribió varios libros y muchos artículos periodísticos, todos de gran valor:

• Espiritismo (1881)
• El Espiritismo ante la Ciencia (1882)
• Catecismo de moral y religión (1883)
• Lo ideal es lo real (1893) drama.
• Guía para la formación y sostenimiento de grupos y sociedades espiritistas. (1894)
• Bases que podrían servir para fundar una asociación y partido liberal (1895).
• El Espiritismo al alcance de todos (1902)
• Instantáneas (1907)
• Pruebas concluyentes de la existencia del alma (1909)
• Cartas de Julia (1911) (Traducción)
• Concepto espírita del socialismo (1913)
• Memorias de un hombre mediocre (1918) (1924)
• Las Primeras Golondrinas (1922) novela
• El Espiritismo en la Argentina (1924) publicado en 1932.

El 14 de junio de 1900, se funda la Confederación Espiritista Argentina (CEA), que agrupa a la mayoría de las sociedades espíritas de la Argentina hasta nuestros días, y Cosme Mariño asume la presidencia.

Fue vicepresidente de la Sociedad Protectora de Niños Desvalidos, actuó para derogar la pena de muerte, y en 1925 inauguró El Asilo Centenario, en la localidad de Villa Lynch (prov. de Buenos Aires), destinado a niños huérfanos.

Cosme Mariño tuvo una actuación de casi 50 años en el Espiritismo. Fue presidente de la C.E.A., presidente permanente de la sociedad “Constancia” (1883-1927), director de la Revista de esa institución, escritor, periodista, orador y director de sesiones mediúmnicas. Sus amistades íntimas fueron grandes personajes de la política, el arte y la literatura. Se relacionó con don Pancho Sierra, quien de paso por la Capital se acercó hasta la Sociedad Constancia, asistiendo a algunas sesiones y posteriormente haciéndose socio. Se escribía con Amalia Domingo Soler y con espíritas de todo el mundo. Era afable, sencillo en su forma de ser, tanto como enérgico y decidido cuando había que defender una posición en la que se apoyaba por su saber y su moral.

“El móvil de cuanto he hecho y podido exteriorizar, fue siempre altruista. Cuando he creído que una idea era buena, he tratado siempre de prestigiarla y propagarla dentro de mis limitadas aptitudes. Jamás me detuve ante una consideración egoísta o de mero interés personal, cuando con la sinceridad que me caracterizaba he llegado a descubrir una idea o una doctrina que pudiese servir para el progreso moral de la humanidad. Como es público y notorio, he sacrificado toda consideración personal y utilitaria, y hasta el buen concepto que pudiese inspirar a los demás, cuando he vislumbrado un camino más recto y seguro de llegar a la verdad, porque considero que la verdad, sinceramente sentida y practicada, es lo único que hace amar la vida, por su dedicación al propio progreso individual y colectivo” (Cosme Mariño – “Memorias de un hombre mediocre”).

Fuente consultada:
CESAR BOGO, “El Líder” Cosme Mariño: su vida – su obra.
SCHULTE, Etel. “Espiritismo, Sendero de luz”
MARIÑO, COSME. “Memorias de un hombre mediocre”.

 

 

(Texto copiado do site da Confederação Espírita Argentina http://www.ceanet.com.ar/cosme-marino/)

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Imagem/fonte: https://pt.scribd.com/document/97615050/Cosme-Marino-El-Espiritismo-en-La-Argentina

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Rio da Prata e Buenos Aires, Argentina. Foto Ismael Gobbo

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Obelisco. Buenos Aires, Argentina. Foto Ismael Gobbo.

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Árvores. Buenos Aires, Argentina. Foto Ismael Gobbo.

 

 

 

Textos em espanhol

 

Assim nasceu a CEA- Confederação Espírita Argentina

 

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                                   Antonio Ugarte              Cosme Mariño

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ASÍ NACIÓ LA CEA

por César Bogo(*)

 

         En 1880, don Antonio Ugarte, hombre probo e íntegro, fundó en la ciudad de Buenos Aires, junto con su esposa, doña Rosa Basset (excelente médium), una sociedad espírita a la cual denominó entonces Congregación Doctrinal La Fraternidad (…).

 

         Ugarte tenía una idea fija, la de nuclear a las instituciones espíritas en una organización central de fuerza cohesiva. Trabajó febrilmente para contagiar su entusiasmo y su idea, tratando de encontrar colaboradores entre sus pares y amigos. En una compleja serie de reuniones se fueron barajando conceptos y proyectos que, poco a poco, por una razón u otra se frustraron, quedando sin efecto momentáneamente (…).

 

         Ugarte insiste, no descansa en su acción. Piensa, y con suma razón, que el ideal espírita es sublime, y que no puede ser malogrado como se hace desde distintos ángulos. Los pequeños núcleos denominados espiritistas proliferan. Los curanderos que se asignan a sí mismos dicho título son vuelta a vuelta un tema de las crónicas policiales. Estafan la credulidad pública y se proclaman, con desparpajo, espiritistas. Ciertas adivinas, que pregonan una sarta inicua de supercherías, se anunciaban con volantes profusamente distribuidos por toda la ciudad: “espiritistas diplomadas en París”. Era ineludiblemente necesario hacer algo para que los sanos esfuerzos de los idealistas desinteresados y nobles no entraran en la bancarrota (…).

         En vista de estas evidentes falencias, registradas en el movimiento espírita argentino, la Sociedad “Constancia”, bajo la presidencia de Cosme Mariño y la ayuda valiosa de Ovidio Rebaudi, había formado una comisión especial que tenía a su cargo atender las inquietudes de las entidades en proceso de formación, a las que se proveía de elementos de estudio: libros, folletos y revistas con artículos explicativos que en un modo muy sui géneris iba cumpliendo una buena faz de la acción centralizadora (…).

 

         Llegado diciembre de 1890, luego de una serie de cabildeos que comenzaron en 1889, Ugarte lanza el proyecto de fundación de una Federación, para aglutinar sociedades bien constituidas y ponerse todas de acuerdo en la defensa de los valores prístinos del ideal espírita. A tal propósito, ya se había ensayado formar lo que se denominó “Centro de Propaganda”, en donde se reunía a los delegados de diversos centros con el fin de cambiar ideas sobre puntos básicos doctrinales, modo de interpretación y formas de preparar campañas de propaganda. Uno de estos fallidos centros lo presidió Manuel Sáenz Cortés, y otro, Ovidio Rebaudi, y tuvieron por punto de reunión la casa de la calle Andes (hoy José E. Uriburu) nº 444. Estos propósitos fracasaron, unos tras otros, pues los actores no estaban preparados para una acción conjunta de tal naturaleza.

 

         Ugarte no desmaya, no obstante, y funda en el seno de “La Fraternidad” una Sociedad de Beneficencia, que estuvo formada por damas de todas las sociedades -y aún sin este requisito- que quisieran trabajar en una acción conjunta de ayuda a los desvalidos. Para ello se organiza un bazar, al que personas voluntarias envían objetos para ser rematados en un acto público. Se lleva a cabo la obra, que sólo duró alrededor de un año, para fenecer luego por falta de colaboración.

 

         En 1891, en su intento por dar curso a su idea, pese a las oposiciones, resuelve Ugarte volcar todas las posibilidades efectivas de la sociedad “La Fraternidad”, con todos sus recursos, en el mecanismo federativo que logró poner en funciones. La Federación Espírita Argentina tuvo vida, pues. Hasta la revista de la institución pasó a ser íntegramente el órgano de la federación. Al cumplir “La Fraternidad” su 11º aniversario, no puede hacer la fiesta grande que en estos casos y hasta entonces se acostumbraba realizar, por estar contribuyendo con todas sus fuerzas y bagajes a la tal organización federativa. Este organismo logra reunirse por un tiempo, tres veces por mes, los días 9, 19 y 29, en Brandsen 1565. Allí ha establecido su sede. Es el domicilio de Manuel Sáenz Cortés. Esta es la ocasión antes expuesta en que este idealista toma la dirección de la revista (…).

 

         A fines de 1899, Ugarte vuelve a la carga con su idea de una federación, y se logra integrar una comisión con Ovidio Rebaudi, Modesto Rodríguez Freire, Juan Canter, Cosme Mariño y él. Las reuniones se realizan en la sede de “La Fraternidad”. Se logra por fin reunir a los delegados de 11 sociedades, que empiezan a responder a la idea central, y el 14 de junio de 1900 queda constituida la Confederación Espiritista Argentina, ya con 16 representaciones de Capital e Interior. Resulta electo presidente don Cosme Mariño, y se pone en marcha el primer intento serio de organización federativa. No cabe aquí señalar todos los problemas que este logro llevó implícitos. La fortaleza moral, la dedicación y constancia de Ugarte tuvieron por fin su concretización.

 

Primera Mesa Directiva de la CEA:

Presidente: Cosme Mariño.

Vicepresidente Primero: Antonio Ugarte.

Vicepresidente Segundo: Luis González.

Secretario General: Ignacio Ferraro.

Prosecretario Primero: Emilio Becher.

Prosecretario Segundo: Pedro Serié.

Prosecretario Tercero: Antonio Turco.

Prosecretario Cuarto: Martín Castiarena.

Tesorero: Isidro Fernández.

Protesorero: Vicente Fischetti.

 

         (*) César Bogo: Periodista, escritor y dirigente espírita argentino; Presidente de la CEA (1955-1959). Párrafos extraídos de sus libros Una larga trayectoria institucional: Historia de la CEA, CEA, Buenos Aires, 1984; y Perfil de un arquetipo: Antonio Ugarte, CEA, Buenos Aires, 1970.

 

 

 

 

*  BREVE RESEÑA de la FUNDACIÓN de la CONFEDERACION ESPIRITISTA ARGENTINA *  

 

 

A raíz de la venida de Don Justo de Espada a nuestro suelo -producida aproximadamente entre 1869 y 1870-, caballero éste oriundo de Málaga, España, se tuvo noticias de la aparición del espiritismo y su difusión en Europa.

Vinculado de inmediato con importantes comerciantes y profesionales de la ciudad, Justo de Espada organiza el primer grupo de experimentación, que realizaba sus sesiones en los altos de la farmacia de uno de los miembros, ubicada en la esquina de Corrientes y Carlos Pellegrini, precisamente frente a la Iglesia de San Nicolás, que por entonces estaba emplazada en el lugar aproximado en que hoy se erige el Obelisco.  Los fenómenos de efectos físicos -característicos de la primera etapa de la expansión del espiritismo en el mundo- eran “sumamente convincentes”, aunque por lo general de índole frívola, y se reproducían a una velocidad vertiginosa (golpes, levitaciones, desplazamientos, comunicación con el alfabeto por medio de golpes, etc.). Atraídos por esta novedad, los grupos de investigación se multiplicaron en poco tiempo, pero también hubo entre los curiosos quienes notaron que los fenómenos “eran indicio seguro de que en ellos existía un principio inteligente, una verdad cubierta aún por velos misteriosos, para cuya aclaración se imponía el estudio, conjuntamente con la observación metódica”.

A partir de allí, se generó una manifiesta división: por un lado se alinearon los exclusivamente interesados en el “entretenimiento social”, y por otra parte estaban aquellos impulsados por las derivación científica, filosófica y religiosa de los asombrosos hechos, quienes se fueron aglutinando y dieron lugar a la aparición de las primeras instituciones serias, cuyo objetivo era el estudio de la doctrina espírita.

En 1877, la única sociedad existente en Buenos Aires era “Constancia”, debida a la iniciativa de un grupo teórico-práctico cuyo creador fue el profesor de lenguas Ángel Scarnicchia. Por su parte, Antonio Ugarte y su esposa Rosa Basset, fundan en abril de 1880 “La Fraternidad”.

Para 1888, por contraposición a estos grupos serios, ya estaban en auge los mal denominados espiritistas, que con tal título realizaban toda clase de manejos turbios y se presentaban como curanderos, arregladores de desinteligencias, con un marcado desprestigio para los empeñados en dar a conocer la filosofía surgida con la obra de Allan Kardec. Eran impostores que explotaban la credulidad e ingenuidad del pueblo, especulando con los réditos seguros que les producían las predicciones y la adivinación.  Los sensatos, los espíritas bien intencionados, ante esta situación experimentaban la honda necesidad de crear un frente común para combatirlos debidamente.

Por iniciativa de Antonio Ugarte, se concretó en 1888 la Federación Espiritista Argentina. Su primera Comisión Directiva se conformó en 1890 y tuvo a Antonio Ugarte como Presidente. En febrero de 1891, la revista de “La Fraternidad” pasa a ser el órgano periodístico de la Federación, dirigido por Manuel Sáenz Cortés. Observamos que la Federación fue creada antes que hubiera instituciones dispuestas a afiliarse, lo que revela la inspiración superior de la que era efectivo vehículo ese noble hombre.

Ese mismo año se inicia el diálogo con el Presidente de la Sociedad “Constancia”, Cosme Mariño, aunque recién en noviembre de 1899 se produce la primera reunión preparatoria en el local de “La Fraternidad”. Las palabras de Ugarte en ese momento trasmitieron claramente su maduro pensamiento:

“Uno de los más grandes males que tiene el espiritismo por dentro, consiste en la existencia de agrupaciones que se llaman espiritistas y que lo único que consiguen es desprestigiar la idea, por las mistificaciones y obsesiones de que son objeto: sea porque se introducen en esos Centros individuos guiados por intereses personales y egoístas, sea porque quienes los han fundado carecen de las experiencias y conocimientos necesarios para llevar a buen puerto una empresa de tal magnitud, erizada de dificultades; estas agrupaciones hacen un mal grave a la causa, que es indudable, porque con los escándalos que provocan y con las prácticas ridículas a que se entregan, hacen creer a los profanos que el espiritismo se reduce a un engaño manifiesto, y a una mistificación que concluye en la locura o la alucinación.”

En marzo de 1900 se discutieron las Bases del proyecto de la Confederación, y finalmente se llega a la reunión definitiva, el 14 de junio de 1900, en la cual estuvieron representadas 15 instituciones, a saber:  “La Fe”, “Nueva Providencia”, “Fraternidad”, “Porvenir”, “La Aurora”, “La Salvación”, “Juana de Arco”, “Allan Kardec”, “Constancia”, “Sáenz Cortés”, “Amor Fraterno”, “Paz y Trabajo”, “Fe y Caridad”, “Luz del Desierto” y “Amor Universal”. Por unanimidad fue aceptada la proposición del Presidente en cuanto a que quedara constituida la Confederación Espiritista Argentina.

De todas ellas han perdurado 3 en la Capital: “Constancia”, “La Fraternidad” y “Providencia”; y 1 en Pehuajó: “Sáenz Cortés”.

El 29 de junio de 1900 se da forma al cuerpo directivo en el cual surge Cosme Mariño como Presidente, Antonio Ugarte y Luis González como Vicepresidente 1º y 2º respectivamente, e Ignacio Ferraro como Secretario General. Los otros cargos fueron ocupados por los Sres. Emilio Becher, Pedro Serié, Antonio Turco, Martín Castiarena, Isidro Fernández y Vicente Fischetti.

Eran sus propósitos:

“...estrechar los vínculos de unión y confraternidad de todas las sociedades espiritistas; velar por la buena marcha y armonía de las sociedades confederadas y por la unidad de miras y propósitos, tratando que todos se encuadren dentro de los principios generalmente aceptados por el moderno espiritismo; combatir por todos los medios las prácticas originadas por un fanatismo inconsulto y los errores manifiestos por la ignorancia o la falta de experiencias para dirigir los Centros; resolver los puntos dudosos que se sujeten a su criterio por los Centros confederados...; hacer la propaganda del moderno espiritismo por todos los medios legítimos; dar conferencias sobre cuestiones controvertidas, para la mayor ilustración... y al objeto de uniformar en lo posible las ideas sobre cuestiones de vital importancia...”

 

 

(Textos fornecidos por Gustavo N. Martínez, Presidente de la CEA, repassados  em email por MARTA GAZZANIGA [[email protected]])

 

 

Curiosidades da Codificação

 

 

 

"Com a minha gratidão, remeto-lhe o livro anexo, bem como a sua história, rogando-lhe, antes de tudo, prosseguir em suas tarefas de esclarecimento da Humanidade, pois tenho fortes razões para isso... "

 

UMA CARTA PARA O SR. ALLAN KARDEC - Allan Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita, naquela triste manhã de abril de 1860, estava exausto, acabrunhado.
Fazia frio.
Muito embora a consolidação da Sociedade Espírita de Paris e a promissora venda de livros, escasseava o dinheiro para a obra gigantesca que os Espíritos Superiores lhe haviam colocado nas mãos.
A pressão aumentava...
Missivas sarcásticas avolumavam-se à mesa.
Quando mais desalentado se mostrava, chega a paciente esposa, Madame Rivail - a doce Gabi -, a entregar-lhe certa encomenda, cuidadosamente apresentada.
O professor abriu o embrulho, encontrando uma carta singela. E leu.
"Sr. Allan Kardec:
Respeitoso abraço.
Com a minha gratidão, remeto-lhe o livro anexo, bem como a sua história, rogando-lhe, antes de tudo, prosseguir em suas tarefas de esclarecimento da Humanidade, pois tenho fortes razões para isso.
Sou encadernador desde a meninice, trabalhando em grande casa desta capital.
Há cerca de dois anos casei-me com aquela que se revelou minha companheira ideal. Nossa vida corria normalmente e tudo era alegria e esperança, quando, no início deste ano, de modo inesperado, minha Antoinette partiu desta vida, levada por sorrateira moléstia.
Meu desespero foi indescritível e julguei-me condenado ao desamparo extremo.
Sem confiança em Deus, sentindo as necessidades do homem do mundo e vivendo com as dúvidas aflitivas de nosso século, resolvera seguir o caminho de tantos outros, ante a fatalidade...
A prova da separação vencera-me, e eu não passava, agora, de trapo humano.
Faltava ao trabalho e meu chefe, reto e ríspido, ameaçava-me com a dispensa.
Minhas forças fugiam.
Namorara diversas vezes o Sena e acabei planeando o suicídio. "Seria fácil, não sei nadar"- pensava.
Sucediam-se noites de insônia e dias de angústia. Em madrugada fria, quando as preocupações e o desânimo me dominaram mais fortemente, busquei a ponte Marie.
Olhei em torno, contemplando a corrente... E, ao fixar a mão direita para atirar-me, toquei um objeto algo molhado que se deslocou da amurada, caindo-me aos pés.
Surpreendido, distingui um livro que o orvalho umedecera.
Tomei o volume nas mãos e, procurando a luz mortiça do poste vizinho, pude ler, logo no frontispício, entre irritado e curioso:
"Esta obra salvou-me a vida. Leia-a com atenção e tenha bom proveito. - A. Laurent."
Estupefato, li a obra - "O Livro dos Espíritos" - ao qual acrescentei breve mensagem, volume esse que passo às suas mãos abnegadas, autorizando o distinto amigo a fazer dele o que lhe aprouver."
Ainda constava da mensagem agradecimentos finais, a assinatura, a data e o endereço do remetente.
O Codificador desempacotou, então, um exemplar de "O Livro dos Espíritos" ricamente encadernado, em cuja capa viu as iniciais do seu pseudônimo e na página do frontispício, levemente manchada, leu com emoção não somente a observação a que o missivista se referira, mas também outra, em letra firme:
"Salvou-me também. Deus abençoe as almas que cooperaram em sua publicação. - Joseph Perrier."
Após a leitura da carta providencial, o Professor Rivail experimentou nova luz a banhá-lo por dentro...
Aconchegando o livro ao peito, raciocinava, não mais em termos de desânimo ou sofrimento, mas sim na pauta de radiosa esperança.
Era preciso continuar, desculpar as injúrias, abraçar o sacrifício e desconhecer as pedradas...
Diante de seu espírito turbilhonava o mundo necessitado de renovação e consolo.
Allan Kardec levantou-se da velha poltrona, abriu a janela à sua frente, contemplando a via pública, onde passavam operários e mulheres do povo, crianças e velhinhos...
O notável obreiro da Grande Revelação respirou a longos haustos, e, antes de retomar a caneta para o serviço costumeiro, levou o lenço aos olhos e limpou uma lágrima..."

(Hilário Silva - O Espírito da Verdade, 52, FEB)

 

(Texto copiado do site Rede Amigo Espírita)

 

 

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Ponte Marie, Paris, França. Foto Lucas Gobbo

 

 

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O rio Sena e a ponte Marie. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

 

 

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O Livro dos Espíritos em edição de 1860.

 Imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_dos_Esp%C3%ADritos#/media/File:Le_Livre_des_Esprits_2.jpg

 

 

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Square D´Ajaccio com a Torre Eiffel ao fundo. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

 

 

  

Jesus e o precursor

 

Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X

Psicografia Francisco Cândido Xavier

FEB

 

 

boaNova

Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias.

Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais.

O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso –  é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos.

Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –,  trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino.

Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios.

Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel.

Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!”

Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”.

No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria!

Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso.

As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças.

*

Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita.

Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas.

Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos?

Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”.

Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo.

João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade.

O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos.

Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.

 

Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.

 

(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)

 

 

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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte:

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Jesus aos doze anos  encontrado entre os doutores do templo.  James Tissot

Fonte da imagem:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus

 

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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo.

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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:

 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Brooklyn_Museum_-_The_Youth_of_Jesus_(Jeunesse_de_J%C3%A9sus)_-_James_Tissot_-_overall.jpg

 

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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo.

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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo

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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo

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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo

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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em  Nazaré, Israel.

 Foto Ismael Gobbo

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Jesus abençoa João Batista no deserto.

Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG

 Arquivo: Museu do Brooklyn - Jesus ensina o povo à beira-mar (Jésus enseigne le peuple près de la mer) - James Tissot - global.jpg

Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Brooklyn_Museum_-_Jesus_Teaches_the_People_by_the_Sea_(J%C3%A9sus_enseigne_le_peuple_pr%C3%A8s_de_la_mer)_-_James_Tissot_-_overall.jpg

 

 

Amor Infinito

Caminhos retos    

 

 

(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]])

 

 

 

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