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Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, sábado, 03 de outubro de 2026. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
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1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:
https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/03-10-2026.htm
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Os últimos 5 emails enviados |
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DATA ACESSE CLICANDO NO LINK
02-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/02-10-2026.htm 01-10-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/OUTUBRO/01-10-2026.htm 30-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/30-09-2026.htm 29-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/29-09-2026.htm 28-09-2026 https://www.noticiasespiritas.com.br/2026/SETEMBRO/28-09-2026.htm
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 9 - 1866 |
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(Copiado do site Febnet) |
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Émile Gaboriau (1832 - 1873), romancista francês, um dos primeiros escritores de ficção policial. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89mile_Gaboriau
Émile Gaboriau[1] (9 de Novembro, 1832 - 28 de Setembro, 1873), foi um escritor francês. Foi um dos pioneiros da ficção policial tendo criado o detetive Mounsieur Lecoq. https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89mile_Gaboriau
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Página do Le Petit Journal de 14 de maio de 1866 onde se encontra o episódio narrado por Émile Gaboriau, na 3ª. coluna, e comentado por Allan Kardec na Revista Espírita de setembro de 1866 transcrito nesta postagem. A página do jornal foi copiada de https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k589292w/f2.item |
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A feira Saint-Romain na praça Saint-Vivien. Rouen, França. Óleo sobre tela de Robert Antoine Pinchon. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Rouen |
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Praça Saint-Pierre. Caen, França. Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Place_Saint-Pierre_(Caen) |
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As obras básicas do Espiritismo codificado por Allan Kardec. Imagem/fonte: http://www.guia.heu.nom.br/obras_basicas.htm
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Zaqueu no Sicômoro aguardando a passagem de Jesus. Aquarela de James Tissot Imagem/fonte:
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Acolhendo nossas emoções |
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Há dias em que perdemos o controle das nossas emoções. Num instante de frustração, num acesso de fúria diante dos desafios do cotidiano, tomamos atitudes impulsivas que nos custam a paz. A literatura contemporânea nos presenteia com uma história belíssima e profunda, que ilustra exatamente essa nossa condição humana. Ela nos apresenta o pequeno Yuki, que, num dia comum, dominado pela raiva descontrolada, faz algo impensado: joga a própria chave de casa diretamente no ralo do esgoto. Assim que a chave desaparece na escuridão, o fogo da ira se apaga, dando lugar a um sentimento frio e pesado: a culpa. Sem a chave, ele não tem como voltar para o seu refúgio, para a sua casa. Quantas vezes nós mesmos fazemos exatamente isso? Dominados pela impaciência, atiramos pelo ralo as chaves da nossa tranquilidade doméstica e ferimos aqueles que mais amamos. Mas o jovem Yuki toma uma atitude corajosa. Percebendo o erro, ele decide descer pela escada do ralo para encarar as profundezas e recuperar o que perdeu. E é aqui que a história toma um rumo poético e revelador para todos nós. Ao chegar ao subsolo, ele não encontra um lugar feio, assustador ou cheio de monstros, como se poderia imaginar. Ele encontra o país do lodo, um reino subterrâneo denso, feito de terra, raízes e antigas memórias. Ele é recebido pela guardiã daquele mundo: a princesa lamacenta, uma figura monumental, feita inteiramente de lama, mas profundamente acolhedora. Em vez de dar uma bronca ou punir o garoto pelo seu ato de fúria, ela o recebe com imensa empatia e ternura. Ela lhe explica que a lama, que representa as nossas emoções confusas e difíceis, faz parte de todo ser humano. Com doçura, ela se oferece para guiá-lo naquela jornada pelo subsolo misterioso, ajudando-o a encontrar a chave perdida. Que lição magnífica para aqueles que somos tão duros conosco mesmos. Eis aqui um convite certeiro para o autoconhecimento. Quando descemos aos nossos próprios porões psíquicos, logo após um erro, costumamos nos condenar com extrema severidade, nos culpamos e nos maltratamos como se fôssemos seres imperdoáveis. No entanto, o que precisamos encontrar lá no fundo da nossa alma é a nossa princesa lamacenta, ou seja, o nosso próprio olhar de autocompaixão e entendimento. Precisamos compreender que a nossa lama interior - nossos medos, nossas inseguranças e nossas revoltas - é composta da terra das nossas experiências e das raízes do nosso passado milenar. Como nos ensina a Espiritualidade maior, não fomos criados perfeitos. Estamos em plena construção da nossa consciência imortal, aprendendo através das próprias quedas. Assim, quando tropeçarmos nas nossas emoções e perdermos a chave da nossa paz, não nos desesperemos, nem nos castiguemos com crueldade. Desçamos corajosamente aos nossos sentimentos. Encaremos a nossa lama com a luz da empatia e do perdão para conosco mesmo. Acolhamos nossas emoções difíceis, aprendamos com elas, resgatemos a chave da nossa renovação íntima e, serenamente, voltemos para casa. Voltemos para o aconchego do nosso coração. Redação do Momento Espírita com base
no (Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7719&stat=0) |
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VEJA FOTOS AQUI:
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Caridade |
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Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Viajor. Lição nº 16. Página 81.
Caridade é, sobretudo, amizade. Para o faminto - é o prato de sopa fraterna. Para o triste- é a palavra consoladora. Para o mau - é a paciência com que nos compete auxiliá-lo. Para o desesperado - é o auxílio do coração. Para o ignorante - é o ensino despretensioso. Para o ingrato - é o esquecimento. Para o enfermo - é a visita pessoal. Para o estudante - é o concurso no aprendizado. Para a criança - é a proteção construtiva. Para o velho - é o braço irmão. Para o inimigo - é o silêncio. Para o amigo - é o estímulo. Para o transviado - é o entendimento. Para o orgulhoso - é a humildade. Para o colérico - é a calma. Para o preguiçoso - é o trabalho. Para o impulsivo - é a serenidade. Para o leviano - é a tolerância. Para o deserdado da Terra - é a expressão de carinho. Caridade é o Amor, em manifestação incessante e crescente. É o sol de mil faces, brilhando para todos, e o gênio de mil mãos, amparando, indistintamente, na obra do bem, onde quer que se encontre, entre justos e injustos, bons e maus, felizes e infelizes, porque, onde estiver o Espírito do Senhor aí se derrama a claridade constante dela, a benefício do mundo inteiro.
(Texto recebido em email do pesquisador e divulgador Antonio Sávio, de Belo Horizonte, MG) |
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A criança doente. Óleo sobre tela de Arturo Michelena.Imagem/fonte: https://pt.wikibooks.org/wiki/Ficheiro:El_ni%C3%B1o_enfermo_1886_-_Arturo_Michelena.jpg
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Muito doente. Pintura de Franz Defregger Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Defregger_Schwer_erkrankt.JPG
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Os órfãos. Óleo sobre tela por Nikolaos Gyzis. Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Fichier:Nikolaos_Gyzis_-_The_Orphans.jpg
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A Madona da Caridade. Óleo sobre tela de El Greco Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:GRECO_Caridad.jpg |
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Jovem dando esmola a um velho. Óleo sobre tela de Jan Steen. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jan_Steen_-_Young_Girl_Giving_Alms_to_an_Old_Man.jpg |
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Jan Gniewosz, Distribuindo refeições em Sanok, 24 de outubro de 1847. Imagem/fonte:
Leia sobre Sanok, Polônia. https://pt.wikipedia.org/wiki/Sanok
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Alegoria que ilustra Francisco Cândido Xavier psicografando mensagem ditada pelo seu espírito-guia Emmanuel. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Xavier#/media/File:Chico_Psicografia_Emmanuel.jpg
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3 de outubro Repercussões sobre Kardec:logradouros, filmes e eventos |
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Antonio Cesar Perri de Carvalho Momentos diversificados de homenagens a Allan Kardec são assinalados em eventos, filmes, periódicos e livros espíritas. Conhecido pelo pseudônimo Kardec,Hippolyte Léon Denizard Rivail nasceu em Lyon a 03 de outubro de 1804. Nunca lá residiu e foi criado com a família em Bourg en Bresse e Saint Denis les Bourg, próximas a Lyon; estudou em Yverdon (Suíça) com Pestalozzi e atuou como professor em Paris, onde depois veio a executar seu papel como Codificador do Espiritismo. Por ocasião das evocações sobre sua data de nascimento e durante o mês de outubro, no Brasil há continuados eventos em homenagem a Kardec. Na França, anualmente há um encontro nacional tradicional. Neste ano a “Jornada Kardec 2026”, acontece no dia 03 de outubro, na cidade Le Passage d’Agen, localizada entre Toulouse e Bordeaux. Em Lyon há monumento em homenagem a Kardec, próximo ao local onde ele nasceu, à rua Sala; estivemos presentes na inauguração em 2005. Registro histórico é seu túmulo no Cemitério PèreLachaise, em Paris, dos mais visitados e florido com renovações diárias. Inúmeros logradouros públicos têm seu nome em nosso país. Identificamos cerca de 20 praças Allan Kardec: várias cidades do Estado de São Paulo, como Guarulhos, Ribeirão Preto, Santos, Bauru, Piracicaba e, entre outras, nossa terra natal Araçatuba; ruas e avenidas com o nome do Codificador em centenas cidades do Brasil, inclusive na Capital Paulista. Há vários filmes e documentários sobre o vulto, disponíveis nos canais por assinatura. O filme “Kardec”, dirigido por Wagner de Assis, fundamenta-se no livro Kardec(de Marcel Souto Maior, Editora Record). Divulgou nas telas dos cinemas os momentos iniciais do trabalho e das lutas de Kardec. O documentário “Em busca de Kardec”, produzido por diretor francófono, exibe entrevistas com os antropólogos franceses; dirigentes e lideranças da França e do Brasil, destacando a proliferação do espiritismo em nosso país. ARevue Spirite, fundada por Kardec, editada por Le MouvementSpiriteFrancophone, exibe o desenvolvimento atual do espiritismo em nações francofônicas;O editor Jean-Paul Evrard define o objetivo: “a Revue Spirite seguindo a linha traçada por Allan Kardec”. Mantém a edição e divulgação de obras de Kardec, Léon Denis, Camille Flammarion, Gabriel Delanne e de outros autores da atualidade. No entanto, marcante é a disseminação dos livros de Kardec editados em nosso país, cada um deles com milhões de exemplares. Sem dúvida é o autor francês mais editado no Brasil Fontes: Carvalho, Antonio Cesar Perri. Pelos caminhos da vida. Memórias e reflexões. Araçatuba: Cocriação. 2021; São Paulo: CCDPE; edição eBook Kindle na Amazon. Carvalho, Antonio Cesar Perri; Kempf, Charles; Rossi, Elsa. Movimento espírita internacional. Origens, ideais, experiências. São Paulo: CCDPE. 2025; edição eBook Kindle na Amazon. De: https://grupochicoxavier.com.br/repercussoes-sobre-kardec-logradouros-filmes-e-eventos/
(Recebido em email de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]]) |
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RELEMBRANDO KARDEC |
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Ismael Gobi
O calendário espírita assinala, para o próximo 31 de março, exatos 157 anos da desencarnação de Hyppolyte Léon Denizard Rivail, nosso querido Allan Kardec, insigne codificador da doutrina espírita. Sua passagem desta para a outra vida se deu na manhã de 31 de março de 1869, entre onze e doze horas, na rua Sainte-Anne, 59, passagem Sainte-Anne, no momento em que atendia a um caixeiro de livraria. Vitimado pela ruptura de um aneurisma, teve morte instantânea. Nas últimas horas de sua existência, ultimava preparativos de mudança para a Villa Ségur, 39, onde, a partir de 1º de Abril de 1869, fixaria sua residência e o escritório de redação da "Revue Spirite". O féretro de Kardec, com mais de mil pessoas, saiu em direção ao Cemitério Montmartre, no dia 2 de abril, ao meio dia. Seu corpo foi inumado em uma cova simples. Discursaram: o vice-presidente da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, Sr. Levent, o célebre astrônomo Camille Flamarion, que fez um relato da veneranda existência do codificador, Alexandre Delanne e E. Muller. A morte de Kardec foi noticiada pelos jornais de Paris, de diversas outras cidades francesas e pela imprensa do exterior. CEMITÉRIO PÈRE LACHAISE Os amigos e a viúva de Kardec, Srª Amélie Gabrielle Boudet, pouco tempo depois, resolveram prestar-lhe homenagem encomendando projeto de um túmulo em forma de dólmen, onde seria colocado seu busto. Esse tipo de construção, muito difundido em territórios da Europa e do Oriente, era comum nas Gálias, onde, segundo informes dos espíritos superiores, o codificador do espiritismo estivera encarnado séculos antes, ostentando o nome Allan Kardec, pseudônimo adotado para assinar as obras que codificou. Para tanto, foi escolhido o Cemitério Père Lachaise, uma enorme área verde de Paris com 44 hectares, cinco mil árvores e 50 essências diferentes, anteriormente um parque de jesuítas em estilo francês, que foi transformado em um cemitério-jardim e hoje se inscreve entre as indicadas atrações turísticas da cidade. O desenho foi do Sr. Sebille e o peso das pedras totaliza mais de trinta toneladas. O busto foi executado em bronze pelo escultor francês Charles-Romain Capellaro. Em 29 de março de 1870, os despojos de Kardec foram exumados e transferidos para o Père-Lachaise. A inauguração do belo dólmen se deu às duas horas da tarde do dia 31. Na comovente solenidade, falaram os eminentes vultos do espiritismo da França: Levent, Desliens, Leymarie e Guilbert. A pedra que encima o túmulo, pesando seis toneladas, traz uma legenda que bem sintetiza os postulados da doutrina espirita: "Nascer, viver, morrer, renascer de novo e progredir continuamente, tal é a Lei". O TÚMULO MAIS VISITADO Como dissemos, o cemitério Père-Lachaise é referência turística, ao lado de outros grandes cemitérios de Paris, como Montparnasse e Montmartre. Todavia, nenhum deles tem a fama do Père Lachaise, onde estão sepultadas personalidades famosas, expoentes das ciências, filosofia, religião, política, pintura, escultura, cinema, teatro, literatura, que desencarnaram em Paris, especialmente no século passado, aquele em que Kardec viveu. Os que visitam Paris, a capital mundial do turismo, têm no famoso cemitério um grande desafio: o de tentar localizar o maior número possível de notáveis que constam no mapa do cemitério, entre elas as de Allan Kardec, Alfred de Musset, Auguste Comte, Camille Pissarro, Edith Piaf, Claude Bernard, Maria Callas, Oscar Wilde, Théodore Géricault, Frédéric Chopin, Vivant Denon, Gay Lussac, Samuel Hahnemann, Honoré de Balzac, Jean-François Champollion, Jim Morrison, Louis Viscont, Vincenzo Bellini, Luigi Cherubini, Gustave Doré, Molière, La Fontaine, Marcel Proust, Sarah Bernhardt, Simone Signoret, Georges Bizet, Amedeo Modigliani, e dezenas e dezenas de outros vultos de destaque. E um dos túmulos mais visitados é o de Kardec. Ali, quando se permanece por algum tempo, é possível contatar com pessoas de diversos países, muitos dos quais fazendo suas preces com a mão postada sobre o lado esquerdo do busto do codificador, que apresenta, devido a isso, uma superfície mais polida e brilhante. Tanto o dólmen de Kardec, como as sepulturas de outros dois grandes vultos do espiritismo francês - Gabriel Delanne e Pierre-Gaetan Leymarie -, no Père Lachaise, estão permanentemente cobertas de flores frescas. Com relação ao de Kardec assim se expressa Jacques Barozzi, autor do "Guide des Cimetières Parisiens": "Fondateur de la doctrine du spiritisme et auteur du Livre des esprits. Sa tombe est la plus visitée et la plus fleurie du Père-Lachaise".("Fundador da doutrina do espiritismo e autor do Livro dos Espíritos. Seu túmulo é o mais visitado e o mais florido do Père-Lachaise". PEQUENA SÍNTESE BIOGRÁFICA Hippolyte-Léon Denizard Rivail (Allan Kardec) nasceu em Lyon, França, em 3 de outubro de 1804, filho de Jean-Baptiste Antoine Rivail e Jeanne Louise Duhamel. Em 1815, sua mãe o conduz ao Instituto Pestalozzi, em Yverdon, para os primeiros estudos. A escola de Pestalozzi era uma das mais famosas da época, recebendo alunos de diversos países. Ali, os meninos estudavam disciplinas de ciências exatas e humanas, segundo o método Pestalozziano, que incluía a auto-avaliação, sem atribuição de notas, recompensas ou lista de classificação, e os alunos que mais se destacavam eram aproveitados para lecionar, o que aconteceu com Denizard Rivail. Em 1822, o jovem Rivail deixa Yverdon e se estabelece em Paris, onde se dedica ao magistério e escreve diversas obras de cunho educacional. Seu primeiro livro - "COURS Pratique et Théorique D'ARITHMÉTIQUE" -, segundo o método de Pestalozzi, foi lançado em 1824, quando tinha apenas 18 anos. Foi premiado em 1831 pela Academia Real de Arras, da qual era membro, pelo seu trabalho sobre a questão: "Qual o sistema de estudos mais de harmonia com as necessidades da época?" Em 6 de fevereiro de 1832, casa-se com Amélie-Gabrielle Boudet, normalista e professora de Letras e Belas-Artes. Ministrou, no período de 1835 a 1840, em sua própria casa, diversos cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia comparada e Astronomia. Escreveu, dentre outras obras importantes: "Plano proposto para melhoramento da Instrução pública" (1828), "Gramática francesa clássica"(1831), "Soluções racionais das questões e problemas de Aritmética e de Geometria"(1846), "Programa dos cursos usuais de Química, Física, Astronomia, Fisiologia", que lecionava no Liceu Polimático, "Ditados especiais sobre as dificuldades ortográficas" (1849). O ESPIRITISMO No final de 1854, quando já tinha cinqüenta anos, o amigo Fortier lhe fala pela primeira vez dos fenômenos espiríticos que pululavam por Paris, sobretudo os fenômenos das mesas girantes. Responde ao amigo "Só acreditarei quando o vir e quando me provarem que uma mesa tem cérebro para pensar, nervos para sentir e que possa tornar-se sonâmbula. Até lá, permita que eu não veja no caso mais do que um conto da carochinha". Todavia, a partir daí começa a se interessar pelo assunto. Entre 1855 e 1856, participou de muitas reuniões, analisou vários cadernos de mensagens que os amigos lhe apresentaram e, em 18 de abril de 1857, lança a obra básica da codificação "O Livro dos Espíritos", assinando-a, como já assinalamos, com o pseudônimo Allan Kardec. O Livro dos Espíritos, que é dividido em quatro livros: AS CAUSAS PRIMEIRAS; MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS; LEIS MORAIS E ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES, devidamente ampliados, fizeram surgir as outras quatro obras do pentateuco kardequiano: A GÊNESE( janeiro de 1868); O LIVRO DOS MÉDIUNS (janeiro de 1861); O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO (1864) e O CÉU E O INFERNO (agosto de 1865). Além disso, lançou o livro "O QUE É O ESPIRITISMO", em 1859; a REVISTA ESPÍRITA, em 1º de janeiro de 1858 e fundou em Paris, em 1º de abril de 1858, a SOCIEDADE PARISIENSE DE ESTUDOS ESPÍRITAS. KARDEC, UM ESPÍRITO DE ESCOL As reverências que devemos a Kardec não estão moldadas pelo fanatismo; ao contrário, o respeito que lhe devotamos estriba-se no sincero apreço, consideração e estima que granjeou ao longo de sua existência imaculada, onde, segundo os historiadores e escritores sérios, jamais se vislumbrou um único arranhão, desde o nascimento, na famosa Lyon, até seu descenso, na celebrada Paris. Foi um gênio preparado desde a mais tenra idade em todos os ramos do conhecimento, absorvendo brilhantemente os postulados da pedagogia de Pestalozzi, base para o desempenho eficiente dos trabalhos da codificação do Espiritismo, uma empreitada árdua que lhe exigiu trabalho diuturno, paciência, abnegação, coragem e perseverança continua. O Espiritismo não está personificado em nenhum homem. É obra dos Espíritos Superiores, cuja falange, dirigida pelo Espírito de Verdade, encontrou em Allan Kardec o seu mais abnegado missionário, o esteio na Terra para implementação da nova ordem prometida por Jesus. Embora tenha contado com o concurso dos médiuns para recepção das mensagens, Kardec foi aquele que ordenou, de forma a tornar facilitado o estudo das verdades espirituais difundidas pelo Espiritismo, transformando em Código as dezenas de brochuras que recebeu dos amigos que o convidaram a participar das sessões espíritas em Paris. Isto significa dizer que Kardec não se prestou a mero papel de "office boy" dos espíritos, levando ao livreiro uma obra pronta para publicação. Kardec usou seu talento para colocar em ordem as mensagens recebidas; elaborou as perguntas cujas respostas encontrava naquelas orientações superiores; refazia-as pacientemente até que se ajustassem ao comando superior; enfim, não seria para qualquer um a missão de codificar uma doutrina como o Espiritismo, lançando o "Livro dos Espíritos", sua obra basiliar, em apenas dois anos (1855-1857), dominando todo seu conteúdo por antecipação, justamente para poder, pelo método da codificação, tornar a obra dos espíritos fácil e inteligível a todos que buscam seus venerandos ensinos. O bom-senso é uma das características mais apreciadas em Allan Kardec. Sempre ponderado, disse tudo aquilo que era necessário e nada daquilo que não devia dizer, embora o soubesse, deferindo ao tempo o surgimento das informações adicionais que o amadurecimento estava a recomendar. Foi humilde, usou o pseudônimo Allan Kardec para não ensejar dúvidas de que o Espiritismo é realmente obra dos Espíritos e não uma concepção humana de Hyppolyte Léon Denizard Rivail, o professor e homem de ciência respeitado, honrado e competente, pinçado pelos amigos de Paris como o estudioso melhor preparado ao estudo dos fundamentos desta doutrina que abalou o mundo, derrotando o materialismo e provando, de forma irretorquível e insofismável: a imortalidade da alma; a reencarnação; a comunicabilidade dos Espíritos; a sublimidade da lei de causa e efeito; a inexorável obrigatoriedade do palmilhar pelas sendas do progresso, sempre em marcha ascensional e a necessidade da prática reiterada da lei de amor e caridade, valioso passaporte à conquista da felicidade que nunca se acaba. Kardec, obrigado pelo seu exemplo. Que possamos, no dia a dia, lutar para seguir suas pegadas luminosas. Que Jesus, o Mestre de todos nós, o recompense por tudo. Ajuda-nos, Kardec, a honrar a divisa de Cristãos-Espíritas que portamos no peito, inspira-nos na boa obra, única forma que temos para homenagear convenientemente a ti e a Jesus. Obras consultadas: OBRAS PÓSTUMAS (Allan Kardec); ALLAN KARDEC (Zeus Wantuil e Francisco Thiesen); "LES JARDINS DE PARIS" (Prefeitura de Paris); "GUIDE DES CIMETIÈRES PARISIENS" (Jacques Barozzi).
Allan Kardec, Codificador do Espiritismo. Óleo sobre tela por Nair Camargo, São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo Allan Kardec - Nasceu em Lião, França, aos 3 de outubro de 1804
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Ilustração artística retratando Allan Kardec e sua esposa Amelie Gabrielle Boudet. Do acervo do CEI-Conselho Espírita Internacional. Apresentada em 2004 no Congresso Espírita Mundial Imagem copiada de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9lie_Gabrielle_Boudet#mediaviewer/File:A._Kardec_et_A._Boudet.jpg
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Vista de Paris com o Panteão no centro. Foto Ismael Gobbo.
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LEIA MAIS SOBRE AMÉLIE E KARDEC http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/NOVEMBRO/15-11-2019.htm http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/OUTUBRO/03-10-2019.htm
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ANTE A FAMÍLIA MAIOR (Emmanuel, autor espiritual) Se podes transportar as dificuldades que te afligem num corpo robusto e razoavelmente nutrido, reflete naqueles nossos irmãos da família maior que a penúria vergasta. Diante deles, não permitas que considerações de natureza inferior te cerrem as portas do sentimento. [...] ROMANCE (Júlia Cortines Laxe, autora espiritual) No vetusto solar da longínqua Provença, Ao pajem disse a dama, ante pálida lua: – “Nunca te esquecerei!... Sou tua, sempre tua!...” No outro dia, porém, deu-lhe escárnio e descrença. Para ler ambos os textos na íntegra, clique aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/
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[1018-JornalMundoMaior] ORAÇÃO DIANTE DA PALAVRA. |
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𝐎𝐑𝐀ÇA𝐎 𝐃𝐈𝐀𝐍𝐓𝐄 𝐃𝐀 𝐏𝐀𝐋𝐀𝐕𝐑𝐀. Senhor! Deste-me a palavra por semente de luz. Auxilia-me a cultivá-la.
Não me permitas envolvê-la na sombra que projeto. Ensina-me a falar para que se faça o melhor.
Ajuda-me a lembrar o que deve ser dito e a lavar da memória tudo aquilo que a tua bondade espera se lance no esquecimento.
Em qualquer conversação, inspira-me o conceito certo que se ajuste à edificação do bem, no momento exato, e faze-me vigilante para que o mal não me use, em louvor da perturbação.
Não me deixes emudecer, diante da verdade, mas conserva-me em tua prudência, a fim de que eu saiba dosar a verdade em amor, para que a compaixão e a esperança não esmoreçam, junto de mim.
Traze-me o coração ao raciocínio, sincero sem aspereza, brando sem preguiça, fraterno sem exigência e deixa, Senhor, que a minha palavra te obedeça a vontade, hoje e sempre. No livro:- CAMINHO ESPÍRITA. Meimei/Chico Xavier.
Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale ( )apagar meu endereço.
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(Recebido em email de [email protected]; em nome de; Jornal Mundo Maior [[email protected]]) |
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Comunicado - Federação Espírita Brasileira e as eleições |
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Palestra no próximo Domingo na União Espírita Paz e Caridade/ Abrigo Ismael. Araçatuba, SP |
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(Informação recebida de Adair Anacleto) |
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Palestra no C.E. Maria Benta Jabaquara, São Paulo, capital |
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(Copiado de Jorge Lira Rezala) |
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A CHARRUA - 115ª EDIÇÃO Acesse abaixo: |
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Caríssimos, bom dia! Segue a 115º edição do nosso periódico A CHARRUA. Nos ajudem a divulgá-lo repassando para os seus contatos. Desde de já agradecemos e desejamos a todos muita paz!
Um forte abraço.
(Recebido em email de Antonio Barbosa [[email protected]])
ACESSE AQUI:
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Gepar. Confira nosso Informe Especial de Outubro |
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ACESSE AQUI:
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Programação Instituição Beneficente Nosso Lar - outubro 2026 São Paulo, capital |
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Olá Ismael! Segue em anexo a programação do Departamento de Cultura Espírita da Instituição Beneficente Nosso Lar - IBNL para o mês de outubro. Muita paz a todos. Abraço fraterno,
"Plantemos alegremente, Sob a fé que não descansa, Bondade, paz, otimismo, Consolação e esperança". Casimiro Cunha Sublime Sementeira: Evangelização Espírita Infantojuvenil, ed. FEB, 2012, p.141/143.
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [[email protected]]) |
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*** POST para compartilhar nas redes sociais |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST de hoje (com ilustração) que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
(Cínthia Cortegoso) Normalmente nem percebemos as inumeráveis bênçãos diárias. Estamos distraídos e ansiosos demais por mais um desejo material e individualista a ser cumprido. Quando realizamos algo, em questão de muito pouco tempo, já queremos outra suposta realização. [...] (Albino Teixeira) Anote as lições do cotidiano. Leia na íntegra ambas as matérias clicando aqui: https://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com/
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e ótima semana.
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(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Casa Editora O Clarim Lançamentos |
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Bom dia, Ismael. Tudo bem?
Seguem artes dos lançamentos, para compartilhar com a sua rede.
Link para ambos: https://www.oclarim.com.br/off
(Recebido em email de Cássio - Casa Editora O Clarim [[email protected]]) |
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GEPAR Piratininga, Niterói. |
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ACESSE AQUI: |
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Vibração para os doentes Aliança Espírita Varas da Videira |
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(Recebido em email de Adriana Leite) |
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Correio Espírita - Jornal de setembro de 2026 |
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Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Setembro/2026 |
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(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]]) |
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Jornal Momento Espírita - EDIÇÃO DE SETEMBRO Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo: |
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CLIQUE AQUI: https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Jornal-Momento-Esp-set-26_compressed.pdf
(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]] Bauru, SP) |
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*** POST referente ao Jornal O IMORTAL (para divulgar hoje) |
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Estimada(o) amiga(o). Eis o POST (com ilustração) relativo ao Jornal O IMORTAL de setembro de 2026, que lhe peço divulgar pelo WhatsApp e nas redes sociais que você utiliza:
Está disponível na internet o jornal O IMORTAL de setembro, que traz como destaque uma entrevista com a jornalista Luci Aparecida Miranda, especialista em Jornalismo Digital e Mídias Sociais, radicada em Bragança Paulista-SP, onde colabora nos trabalhos da Casa da Bênção. Outro destaque é uma reportagem sobre a inserção do jovem nos setores da casa espírita, de autoria de Stella Segatti, da equipe de coordenação da assistência social do Grupo Espírita Paulista (GEP), instituído para promover a união, o diálogo e o fortalecimento do movimento espírita. Para acessar, clique em https://www.jornaloimortal.com.br/Home
Obrigado por sua colaboração, um grande abraço e uma ótima semana. Astolfo O. de Oliveira Filho Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden 86701-865 - Arapongas, PR
(Recebido em email de Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]]) |
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Resultados Parciais – PNE 2026 |
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✅Resultados Parciais – PNE 2026 Mais moderna, novo portal! Novas questões interessantes e instigantes. Participe! Para refletir, esclarecer e agir Participação atual de 18 estados. https://pesquisa.portalkardec.org.br/B43605E6
Ivan Franzolim WhatsApp: 55 (11) 98156-0030 http://franzolim.blogspot.com.br/
(Recebido em email de Ivan Franzolim [[email protected]]) |
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Edição 127 da Folha Espírita Francisco Caixeta Março/Abril-2026. Araxá, MG |
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CLICAR AQUI: http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol127.pdf
(Recebido em email de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]]) |
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Site da Federação Espírita Brasileira Brasília, DF |
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Clique
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Comunicado – Federação Espírita Brasileira e as eleições
CLIQUE AQUI: https://febnet.org.br/comunicado-federacao-espirita-brasileira-e-as-eleicoes/
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FEP- Federação Espírita do Paraná Curitiba |
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Clique
aqui:
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FERGS. Federação Espírita do Rio Grande do Sul Porto Alegre |
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CLIQUE AQUI: https://www.facebook.com/federacaoespiritars/?locale=pt_BR
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FEC. Federação Espírita Catarinense Florianópolis |
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ACESSE AQUI: https://www.facebook.com/fec.federacaoespiritacatarinense/?locale=pt_BR
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Abrigo Ismael Araçatuba, SP |
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Quer ajudar o Abrigo e não sabe como? Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!
(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)
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Novo artigo publicado no JEE |
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Caros Leitores do Jornal de Estudos Espíritas (JEE), - Todos sabemos que Sir William Crookes não apenas foi um físico e cientista brilhante, reconhecido e renomado, mas também, um pesquisador sério e honesto ao ponto de aceitar o desafio de investigar fenômenos de efeitos físicos que o Espiritismo descreve e explica. - Mas o que nós, espíritas, pouco conhecemos, é o contexto no qual Crookes vivenciou tais oportunidades. Conhecemos muito pouco sobre a sua vida e seu trabalho. - Pois o JEE acaba de publicar o artigo "William
Crookes, a Pesquisa do Invisível e o Espiritismo – 1ª Parte", de autoria
do amigo e pesquisador, Ricardo A. Terini, de São Paulo. Nesta que é a 1a
parte de um longo e proveitoso estudo sobre Crookes, Terini apresenta um
resumo das suas principais contribuições científicas e já introduz o leitor a
respeito de suas investigações e publicações em torno dos fenômenos
espiritualistas, com foco, nessa parte, nos estudos - Se o assunto te interessou, o link para o acesso gratuito ao artigo é: https://doi.org/10.22568/jee.v14.artn.010203 - O artigo pode ser lido no browser ou baixado para o seu computador, celular ou tablet (clique em PDF na janela que se abrir). Embora o acesso seja gratuito, os direitos autorais são do autor. Portanto, qualquer reprodução, em parte ou em todo, requer sua autorização. - Se gostar do artigo ajude a divulgar; se o artigo for útil à suas pesquisas, cite-o. - Como citar: R. A. Milani, Jornal de
Estudos Espíritas 14, 010203 (2026). DOI:
10.22568/jee.v14.artn.010203. - Se tiver interesse ou souber de quem tem interesse em receber notícias sobre novas publicações do JEE, envie ou peça ao interessado enviar um e-mail para [email protected] solicitando cadastro do seu e-mail. Se, igualmente, não desejar mais receber mensagens e notícias do JEE, por favor, responda a este e-mail solicitando remoção do seu endereço. Não é necessário justificar. - O JEE é um periódico dedicado à publicação de artigos de pesquisa espíritas, sérios, científicos e/ou filosóficos, que valorizam Kardec e a Doutrina Espírita como teoria capaz de descrever e explicar os fenômenos psíquicos. O JEE também publica artigos sobre aspectos históricos do Espiritismo ou do movimento espírita, bem como assuntos de interesse espírita, contanto que sejam bem fundamentados. Se um artigo é aceito para publicação no JEE, mesmo sobre assunto controverso, o Leitor pode confiar que o conteúdo não é apenas interessante ou sensato, mas principalmente bem fundamentado na Doutrina. - Excelentes estudos a todos! Alexandre Fontes da Fonseca
-- Editor - Jornal de Estudos Espíritas https://sites.google.com/site/jeespiritas/ ISSN: 2525-8753
(Recebido em email de Jornal de Estudos Espíritas [[email protected]]) |
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Luar. Foto: Ismael Gobbo |
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Deus
Eurípedes Barsanulfo (Texto copiado na internet do site http://www.forumespirita.net/fe/poesia/deus-euripedes-barsanulfo/)
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The Rose Garden. Hyde Park. Londres, Reino Unido.Foto Matheus Gobbo. |
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Crepúsculo em Auriflama, SP. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus e o precursor |
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Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X Psicografia Francisco Cândido Xavier FEB
Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias. Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais. O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso – é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos. Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –, trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino. Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios. Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel. Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!” Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”. No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria! Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso. As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças. * Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita. Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas. Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos? Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”. Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo. João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade. O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos. Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.
Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.
(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)
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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte: |
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Jesus aos doze anos encontrado entre os doutores do templo. James Tissot Fonte da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo. |
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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:
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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo. |
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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo |
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Jesus abençoa João Batista no deserto. Imagem/fonte: https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG |
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Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte: |
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