Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita

São Paulo, SP, terça-feira, 06 de janeiro de 2026.

Compiladas por Ismael Gobbo

 

 

 

 

Notas

1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento.

2. Este e-mail é uma for

 

ma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes  diversas via e-mail  e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec.  Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.

 

3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).

 


 

Atenção

Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui:     

                                  

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Publicação em sequência

Revista Espírita – Ano 7 - 1864

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Copiado do site Febnet)

Montreuil-sur-mer. França.

Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Fichier:Montreuil-sur-mer_par_brion_de_la_tour_1792.jpg

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/JULHO/13-07-2019_arquivos/image010.jpg

A ilustração de Botticelli do Inferno de Dante mostra bajuladores insinceros rastejando nos excrementos

no segundo buraco do oitavo circulo. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Sycophancy

Um detalhe em afresco do inferno na igreja medieval St. Nicolas na vila de Raduil, Bulgária

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Hell-fresco-from-Raduil.jpg

Jornal La Vérité de 20 de março de 1864. Lião, França.

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5811724b

Página do jornal La Vérité de 20 de março de 1864

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5811724b/f5.image

 

Mencionada por Allan Kardec na

Revista Espírita de julho de 1864 transcrita nesta postagem. Veja na coluna da esquerda.

 

Página do jornal La Vérité de 20 de março de 1864

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k5811724b/f5.image

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/MARCO/26-03-2018_arquivos/image007.jpg

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Cenas do filme “Nosso Lar” gentilmente cedidas por Wagner de Assis.

Luz e trevas. Foto Ismael Gobbo.

https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEjfIj1mzF8MLl33flLPT-EPjTcFfSIjkn5OdD9d2hkObxb93_f87mkLHytLpVhGcdN7tvBVZG5NhBiSmFdWsDp57Cm059gWXqBcX8Gvxp_xTlfKUgx9PC668gu1v1enRcJu6Hnh3GYsiU39wShOnz8CixuXNE2MoXNdEDc_XbuZN05KmqnPkLhDKaQ3tQ

Allan Kardec em idade de 15 anos. Imagem desenvolvida em computador por Marisa Cajado

  (Guarujá, SP) a partir de imagens conhecidas de  Kardec em idade mais avançada.

 

 

 

O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEBFederação Espírita Brasileira

 

 

CAPÍTULO XXI

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Haverá falsos cristos

e falsos profetas

 

–  Conhece-se a árvore pelo seu fruto – Missão dos profetas – Prodígios

dos falsos profetas – Não creiais em todos os Espíritos – Instruções dos

Espíritos: Os falsos profetas  – Características do verdadeiro profeta

– Os falsos profetas da erraticidade – Jeremias e os falsos profetas

 

Prodígios dos falsos profetas

 

         5. “Levantar-se-ão falsos cristos e falsos profetas, que farão grandes prodígios e coisas de espantar, a ponto de seduzirem os próprios escolhidos”. Essas palavras dão o verdadeiro sentido do termo prodígio. Na acepção teológica, os prodígios e os milagres são fenômenos excepcionais, fora das Leis da Natureza. Como as Leis da Natureza são obras exclusivas de Deus, Ele pode, sem dúvida, derrogá-las, se lhe apraz, mas o simples bom senso diz que não é possível que Ele tenha dado a seres inferiores e perversos um poder igual ao seu, nem, ainda menos, o direito de desfazer o que Ele tenha feito. Jesus não pode ter consagrado semelhante príncípio. Se, portanto, de acordo com o sentido que se atribui a essas palavras, o Espírito do mal tem o poder de fazer prodígios tais que os próprios escolhidos se deixam enganar, o resultado seria que, podendo fazer o que Deus faz, os prodígios e os milagres não são privilégio exclusivo dos enviados de Deus e nada provam, pois nada distingue os milagres dos santos dos milagres do demônio. Deve-se, pois, procurar um sentido mais racional para aquelas palavras.

      Aos olhos do vulgo ignorante, todo fenômeno cuja causa é desconhecida passa por sobrenatural, maravilhoso e miraculoso; uma vez encontrada a causa, reconhece-se que o fenômeno, por mais extraordinário que pareça, não passa da aplicação de uma Lei da Natureza. Assim, o círculo dos fatos sobrenaturais se restringe à medida que o da Ciência se alarga. Em todos os tempos houve homens que exploraram, em proveito de suas ambições, de seus interesses e do seu anseio de dominação, certos conhecimentos que possuíam, a fim de alcançarem o prestígio de um suposto poder sobre-humano, ou de uma pretensa missão divina. São esses os falsos cristos e os falsos profetas. A difusão das luzes lhes destrói o crédito, razão pela qual o número deles diminui à medida que os homens se esclarecem. O fato de operar o que certas pessoas consideram prodígios não constitui, pois, sinal de uma missão divina, já que pode resultar de conhecimentos que cada um pode adquirir ou de faculdades orgânicas especiais, que o mais indigno pode possuir tão bem, quanto o mais digno. O verdadeiro profeta se reconhece por características mais sérias e exclusivamente morais.    

 

Próximo

Não creiais em todos os Espíritos

 

(Copiado de O Evangelho segundo o Espiritismo. Por Allan Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. FEB – Federação Espírita Brasileira)

 

Signorelli - Anticristo e o diabo

Descrição Português: Anticristo com o diabo, dos Feitos do Anticristo Data: cerca de 1501 Fonte [1] Autor Luca Signorelli (1450–1523) wikidata:Q7031 q:it:Luca Signorelli. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Signorelli-Antichrist_and_the_devil.jpg

 

 

Simeão no Templo. Óleo sobre tela de Rembrandt.  Descrição Apresentação de Jesus no Templo. Coleção Nationalmuseum. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Rembrandt_-_Circumcision_-_WGA19111.jpg

http://www.noticiasespiritas.com.br/2017/MARCO/14-03-2017_arquivos/image014.jpg

Espinheiro. Cafarnaum, Israel. Foto Ismael Gobbo

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/DEZEMBRO/03-12-2018_arquivos/image017.jpghttps://www.noticiasespiritas.com.br/2021/JULHO/27-07-2021_arquivos/image016.jpg

Figueira em Cesaréia, Israel. Fotos  Ismael Gobbo.

http://www.noticiasespiritas.com.br/2017/OUTUBRO/16-10-2017_arquivos/image009.jpg

O Mar Mediterrâneo em Cesaréia, Israel. Foto Ismael Gobbo.

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLMvs3Rk9g3w94x2ostEy57zcDrv9WCWcDg6Ny536nqL5E38TXiZO06BJ5OYuYf-VrE0J4LhTaDe7xDGFLKN_kH9zpqFxstdi5euFCb3KHfeX_KerZG31l0_o9nWLu05uVkBNX4ajHbFdE/

Agricultura na Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhtLrgO0q3yYO6q5IesEfKKwy0or5WEULN9Cf3NLvYvz7B8oUyFqx72Kq0TuhClliW7N0b8dSzlFbAcedRBZTUSRzXUhdigpygDnX2QKq-LbboYjq-qt3bsjjwPyoeNsUUfLG89a-2OZyFe/

Plantações e sistema de irrigação às margens do Mar da Galiléia em Cafarnaum, Israel. Foto Ismael Gobbo.

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O evangelista Mateus inspirado por um  anjo. Óleo sobre tela por Rembrandt.

Imagem/fontehttps://en.wikipedia.org/wiki/Authorship_of_the_Bible#/media/File:The_Evangelist_Matthew_Inspired_by_an_Angel.jpg

 

São Lucas Evangelista.

Obra do Artista Vladimir Borovikovsky.  Data 1804-1809 Óleo médio sobre papelão

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:St_Luke_the_Evangelist.jpg

https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEjfdfuOaSvKx9njYBgzMdJiOSg5M_jHnk-Tpqrbd5I1YIihZfqiAgUrjqURvHqKQmaANYfE_gDp1I2eaJkWndKiPtr1DDPsAcR5kFHtCi8MP1Xh5DDZNDVvBwNGeEZb7SMvtm_fJOBHt10AkUoo4p2TpQPxyWWfKq0AVZjYhLUR36Um9H1i6uxUF4egVQ

São Marcos escreve seu Evangelho sob o ditado de São Pedro. Óleo sobre tela de Pasquale Ottino

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Pasquale_Ottini

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEitNI-Y-SGYiflNvx9PyT6LUCzhMv_CH3PZzemPKQA8DlUH-Dj8e9vdm8kxzXNIzec-CaJkesn7l0eoZqbyyCvJ6Tg5UEImay0xMzN2XG6NSK76SCDDQ62Ig5-Y1Tr0xDpVBY7YXSVggIJK8hlhXLgkLTAK27-UT5OKBkRqpXYkhJ7Z-7GsP3jwW0zAFg

Sermão da Montanha. Pintura de Henrik Olrik

Imagem/fonte:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sankt_Matthaeus_Kirke_Copenhagen_altarpiece_detail1.jp

 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOG0WVvZX143zm5BDBKiyoyp4SYnFck_EjCvR5KP7JrA2IBdI9rJ96a6CcsNqsxpjnShOduWNjv8yzlYQEvYSuTNk3_34GD8EI5CyZK_vXARt2sjW-9EXybp0fRWiccDG8Mi3WEfjnLDpW/

Prece do “Pai Nosso”. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/dc/Brooklyn_Museum_-_The_Lord%27s_Prayer_%28Le_Pater_Noster%29_-_James_Tissot.jpg

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/NOVEMBRO/06-11-2019_arquivos/image037.jpg

Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo

Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard

 

 

 

O oceano seria menor

 

 Aquele dia tinha tudo para ser mais uma jornada comum na vida de Santiago Gori, taxista argentino de quarenta e nove anos.

Ele pegou uma corrida de quatro quarteirões e deixou um casal de aposentados em seu destino, na cidade de La Plata, a sessenta quilômetros de Buenos Aires.

Mais uma corrida ruim. - Pensou ele. Em seguida, pegou outra passageira, que o avisou que havia uma mala no banco de trás.

Após deixá-la em seu destino, Santiago abriu a maleta, e viu um monte de dinheiro. Mais precisamente, cento e trinta mil pesos. O equivalente a uns setenta mil reais.

Paramos a narrativa aqui para refletir e perguntar: O que você faria no lugar do taxista? O que passaria em sua cabeça? Qual seria sua atitude?

*   *   *

Vejamos como ele resolveu:

Santiago Gori, imediatamente, ao vislumbrar todo aquele dinheiro, pensou: Mas isso não é meu!

Seu próximo passo foi devolver a pequena fortuna aos verdadeiros donos, o casal que ele tinha transportado antes.

O casal, aliviado, em retribuição, concedeu apenas um Você é um santo!

Porém, a história não terminaria aí, e ficaria mais interessante.

Sensibilizados pela história de Santiago, dois publicitários criaram espontaneamente uma campanha em prol do taxista.

Pretendiam arrecadar exatamente a mesma quantia devolvida por ele.

A iniciativa foi um sucesso e Santiago, o taxista generoso, recebeu o equivalente a cento e trinta mil pesos.

*   *   *

Vale a pena analisar o fato sob vários aspectos.

Primeiro, sem dúvida, a honestidade e generosidade do taxista. São pessoas assim que mantêm neste mundo a decência e a honradez.

Em segundo, a comoção que causou nas pessoas, a ponto de dois estranhos terem espontaneamente se envolvido numa proposta inusitada.

Destaca-se a generosidade dos dois publicitários, mas também a de cada um que, sabendo da história, resolveu dar sua contribuição.

Foram todas contribuições anônimas, que buscavam premiar a atitude nobre daquele homem.

Percebamos o potencial do bem neste mundo. Fala-se tanto do poder do mal, como ele arrasta e seduz os seres, mas se esquece de que o bem tem potência muito superior.

Se resolvêssemos, muitos de nós, investir no bem, em atos nobres, em campanhas, perceberíamos quanto poderíamos transformar este mundo radicalmente.

Alguns já começaram. Levantaram suas bandeiras destemidas e desprendidas e trouxeram sua contribuição.

Anônimos do trabalho voluntário que se doam, sem alarde, sem exigir nada em troca. Doam-se, pois já têm dentro de si a bondade que os faz atuantes na comunidade onde vivem.

Anônimos de gestos nobres como este lembrado há pouco, que já têm dentro de si a naturalidade do bem.

Madre Teresa de Calcutá, um nobre exemplo de trabalhadora do bem, certa feita afirmou:

Sei que meu trabalho é uma gota no oceano, mas sem ele o oceano seria menor.

Pensemos... Pensemos sobre nossas atitudes, sobre as gotas de amor que já podemos depositar sobre o oceano da vida.

Redação do Momento Espírita, inspirado em narração
 da 
Revista Vida simples, de junho de 2009.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 9, ed. FEP.
Em 3.1.2026

 

 

(Copiado dehttps://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=2372&stat=0

)

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjle3kzVXWEhf9IBj-rSxGF8iJAPMTcMD-0hbzKxR12ygr-cZLA_hhqP56KmwptBwBi3ersl4IHiLquVqSgqs1_vMzEAYX3_qYJdfXVb9kwo9rcXhjTUP4ZT4MJ6Gx5DOklqu1-ShWPjnng/

Estátua de Madre Teresa de Calcutá. Catedral Metropolitana de São Sebastião.  Rio de Janeiro, Brasil.

Foto Ismael Gobbo

 

Anjezë Gonxhe Bojaxhiu M.C. (Skopje26 de agosto de 1910 — Calcutá5 de setembro de 1997), conhecida como Madre Teresa de Calcutá ou Santa Teresa de Calcutá, foi uma religiosa católica de etnia albanesa naturalizada indiana, fundadora da congregação das Missionárias da Caridade, cujo carisma é o serviço aos mais pobres dos pobres[2] por meio da vivência do Evangelho de Jesus Cristo. Em 2015, a congregação fundada por ela contava com mais de 5 mil membros em 139 países.[3] Por seu serviço aos pobres, tornou-se conhecida ainda em vida pelo codinome de "Santa das Sarjetas".

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Madre_Teresa_de_Calcut%C3%A1

 

 

 

 

 

Onde está o essencial?

 

A mulher entrou no consultório do psicoterapeuta e se sentou. Antes de começar a falar, já chorava.

Quando finalmente conseguiu parar de soluçar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou há dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas não consigo esquecer.

Ele é um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem-vestidos e penteados, com as mochilas às costas, na hora de ir para a escola.

Sempre tive a refeição pronta quando ele chegava, não importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que não gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.

Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse pó sobre os móveis. Sempre tive o máximo de cuidado com os lençóis para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.

E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escritório, se apaixonou por ela e me deixou.

O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que é que você deu de você para ele?

Ela não entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, babá dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.

*   *   *

Naturalmente, ter a casa arrumada, lençóis limpos, crianças alinhadas e prontas é importante. Mas não é tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros.

Uma refeição pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.

Mas o carinho de uma esposa não se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.

Mais importante do que a casa sem pó, é um sorriso e um abraço de ternura quando os dois se encontram.

Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem-dispostos sobre os móveis, é uma mão que aperta a outra com força.

É a companhia agradável de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terrível.

Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego mútuo.

Amar é dar-se, é confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e vão se tornando independentes.

*   *   *

Lembre-se: o mais importante são as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se não houver pessoas para partilhar com você?

Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, não se canse de amar.

Olhe para as pessoas. Preste atenção nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com você do mesmo teto, pois são as que mais necessitam do seu amor.

Redação do Momento Espírita, com base no cap.
 
É aí que está a luz (A busca do ser), do livro
 
Vivendo, amando e aprendendo, de
Leo Buscaglia, ed. Nova Era.
Em 5.1.2026

 

(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3492&stat=0)

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiz7RjbicR4dAZNwNCTkXI88lvTdEMq2Yn6qseaQTEMSh7lSiOHF8B6SO65i0aB5LZlbuSoCaAzH0jB0MFZanMobLqjOjKFYYATuZGdT0IEWxyJaXEg4G6RHlOP5crtwuTZU1LcK_jBixx6/


Casal feliz. Óleo  no painel de Jan Steen.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jan_Steen_-_Merry_Couple_-_WGA21719.jpg

 

 

O grande missionário

 

Pelo Espírito Pelo Espírito Irmão X (Humberto de Campos).

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Crônicas de Além Tumulo. Lição nº 21 Página 125.

 

28 de Dezembro de 1936

Como as demais criaturas terrenas, o grande missionário de Lião, que se chamou Hippolyte Rivail, ou Allan Kardec, foi também catalogado, em 3 de outubro de 1804, nas estatísticas humanas, retomando um organismo de carne para cumprimento de sua maravilhosa tarefa.

Cento e trinta e dois anos são passados sobre o acontecimento e o apóstolo francês é lembrado, carinhosamente, na memória dos homens.

Professor dedicado ao seu grandioso ideal de edificar as almas, discípulo eminente de Pestalozzi, Allan Kardec trazia, desde o início de sua mocidade, a paixão pelas utilidades das coisas do espírito.

Suas obras didáticas estão cheias de amor a esse apostolado.

Até depois de 50 anos, sua palavra confortadora e sábia dirigiu-se às escolas, seus fosfatos foram consumidos nos mais nobres labores do intelecto, em favor da formação da juventude; suas mãos de benfeitor edificaram o espírito da infância e da mocidade de sua pátria.

Sua vida de homem está repleta de grandes renúncias e sublimes dedicações.

Nunca os insultos e as ações dos traidores lhe entibiaram o ânimo de soldado do bem.

Os espíritos das estradas do mundo não lhe trucidaram o coração temperado no aço da energia espiritual e no ouro das convicções sadias que lhe povoaram toda a existência.

Recordando a beleza perfeita dos planos intangíveis, que vinha de deixar para cumprir na Terra a mais elevada das obrigações de um missionário, sob as vistas amoráveis de Jesus, Allan Kardec fez da sua vida um edifício de exemplos enobrecedores, esperando sempre a ordem do Mestre Divino para que suas mãos intrépidas tomassem a charrua das ações construtoras e edificantes.

Só depois de 50 anos sua personalidade adquiriu a precisa preponderância e sua atividade, o desdobramento necessário, prestigiando-se a sua tarefa na codificação do Espiritismo, que vinha trazer à humanidade uma nova luz para a solução do amargo problema do destino e da dor.

Ninguém como ele compreendeu tanto a necessidade da intervenção das forças celestes para que as conquistas do pensamento humano, sintetizadas no surto das civilizações, não se perdessem na noite dos materialismos dissolventes.

Ele sentiu, refletindo as poderosas vibrações do Alto, que os seus contemporâneos preparavam a extinção de toda a crença e de toda a esperança que deveriam fortalecer o espírito humano, nas dolorosas transições do século XX.

As especulações filosóficas e científicas de Comte, Virchow, Buchner e Moleschot, aliadas ao sibaritismo dos religiosos, teriam eliminado fatalmente a fé da Humanidade no seu glorioso porvir espiritual, em todos os setores da civilização do Ocidente, se o missionário de Lião não viesse trazer aos homens a cooperação da sua renúncia e dos seus abençoados sacrifícios.

Quando Jesus desceu um dia à Terra para oferecer às criaturas a dádiva da sua vida e do seu amor, seus passos foram precedidos pelos de João Batista, que aceitara a dolorosa tarefa de precursor, experimentando todos os martírios no deserto.

O Consolador prometido à Terra pelo coração misericordioso do Divino Mestre, e que é o Espiritismo, teve o sacrifício de Allan Kardec - o precursor da sua gloriosa disseminação no peito atormentado das criaturas humanas.

Seu retiro não foi a terra brava e estéril da Judéia, mas o deserto de sentimentos das cidades tumultuosas; no burburinho das atividades dos homens, no turbilhão das suas lutas, ele experimentou na alma, muitas vezes, o fel do apodo e do insulto dos malevolentes e dos ingratos.

Mas, sua obra aí ficou como o roteiro maravilhoso do país abençoado da redenção. Espíritos eminentes foram ao mapa de suas atividades para conhecerem melhor o caminho.

Flammarion se embriaga no perfume ignorado dessas terras misteriosas do novo conhecimento, descobertas pela sua operosidade de instrumento do Senhor, e apresenta ao mundo as suas novas teorias cosmológicas, enchendo a fria matemática astronômica de singular beleza e suave poesia. Sua obra - “Lês Forces Naturelles Inconnues” é um caminho aberto às indagações científicas que teriam mais tarde, com Reichet, amplos desenvolvimentos. Gabriel Delanne e Leon Denis se inflamam de entusiasmo diante das obras do mestre e ensaiam a filosofia espiritualista, inaugurando uma nova época para o pensamento religioso, alargando as perspectivas infinitas da ciência universal.

E, desde os meados do século que passou, a figura de Kardec se eleva cada vez mais no conceito dos homens.

O interesse do mundo pela sua obra pode ser conhecido pelo número de edições de seus livros, e, na hora que passa, cheia de nuvens nos horizontes da Terra e de amargas apreensões no seio de suas criaturas, nenhuma homenagem há, mais justa e mais merecida, do que essa que se prepara em todos os recantos onde a consoladora doutrina do Espiritismo plantou a sua bandeira, como preito de admiração ao ilustre e benemérito codificador.

O Brasil evangélico deve orgulhar-se das comemorações que levará a efeito, lembrando a personalidade inconfundível do grande missionário francês, porque a obra mais sublime de Allan Kardec foi a reedificação da esperança de todos os infortunados e de todos os infelizes do mundo, no amor de Jesus Cristo.

Conta-se que logo após a sua desencarnação, quando o corpo ainda não havia baixado ao Père-Lachaise (1) para descansar à sombra do dólmen dos seus valorosos antepassados, uma multidão de Espíritos veio saudar o mestre no limiar do sepulcro.

Eram antigos homens do povo, seres infelizes que ele havia consolado e redimido com suas ações prestigiosas, e, quando se entregavam às mais santas expansões afetivas, uma lâmpada maravilhosa caiu do céu sobre a grande assembléia dos humildes, iluminando-a com uma luz que, por sua vez, era formada de expressões do seu “Evangelho segundo o Espiritismo”, ao mesmo tempo em que uma voz poderosa e suave dizia do Infinito:

- “Kardec, regozija-te com a tua obra! A luz que acendeste com os teus sacrifícios na estrada escura das descrenças humanas vem felicitar-te nos pórticos misteriosos da Imortalidade... O mel suave da esperança e da fé que derramaste nos corações sofredores da Terra, reconduzindo-os para a confiança na minha misericórdia, hoje se entorna em tua própria alma, fortificando-te para a claridade maravilhosa do futuro. No céu estão guardados todos os prantos que choraste e todos os sacrifícios que empreendeste... Alegra-te no Senhor, pois teus labores não ficaram perdidos. Tua palavra será uma bênção para os infelizes e desafortunados do mundo, e ao influxo de tuas obras a Terra conhecerá o Evangelho no seu novo dia!”...

Acrescenta-se, então, que grandes legiões de Espíritos eleitos entoaram na Imensidade um hino de hosanas ao homem que organizara as primícias do Consolador para o planeta terreno e que, escoltado pelas multidões de seres agradecidos e felizes, foi o mestre, em demanda das esferas luminosas, receber a nova palavra de Jesus.

Kardec! eu não te conheci e nem te poderia entender na minha condição de homem perverso da Terra, mas recebe, no dia em que o mundo lembra, comovido, a tua presença entre os homens, o preito da minha amizade e da minha admiração.

 

(1) Pequeno engano do cronista, pois que o corpo foi sepultado primeiramente no Cemitério de Montmartre. A trasladação dos despojos para o dólmen do Père-Lechaise fez-se um ano depois. (Nota da Editora – FEB).

 

 

(Texto recebido em email do divulgador Antonio Sávio, Belo Horizonte, MG)

http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/NOVEMBRO/21-11-2018_arquivos/image027.jpg

Pregação de São João Batista. Óleo sobre tela de Rembrandt.

Imagem/fonte:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Rembrandt_Harmensz._van_Rijn_-_Preaching_of_Saint_John_the_Baptist_-_Gem%C3%A4ldegalerie_Berlin.jpg

http://www.noticiasespiritas.com.br/2020/OUTUBRO/27-10-2020_arquivos/image028.jpg

O Batismo de Cristo. Óleo sobre carvalho de Maarten van  Heemskerck van Veen

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Heemskerck_Baptism_of_Christ.jpg

http://www.noticiasespiritas.com.br/2021/JANEIRO/09-01-2021_arquivos/image013.jpg

Cristo pregando em Cafarnaum. Óleo sobre tela de Maurycy Gottlieb

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Gottlieb_Christ_preaching_at_Capernaum.jpg

 

 

Cafarnaum (em grego clássicoKαφαρναουμromaniz.: Kapharnaoum; em hebraico: כפר נחום; romaniz.: Kephar Nachûm , lit. "aldeia" ou "vila de Naum") é uma cidade bíblica que ficava na margem norte do Mar da Galileia, próxima de Betsaida (terra natal de Simão Pedro) e Corozaim.

Muito perto passava a importante Via Maris (Estrada do Mar), que ligava o Egito à Síria e ao Líbano e que passava por Cesareia Marítima.

Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cafarnaum

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/MAIO/22-05-2019_arquivos/image013.jpg

Placa em homenagem a Allan Kardec oferecida pelos espíritas franceses. Lião, França. Próximo ficava a casa

onde Kardec nasceu aos 3 de outubro de 1804. Foto Ismael Gobbo

 image001

Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo

Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard_Rivail2.jpg

image014

Cemitério Montmartre. Paris, França. Nele Allan Kardec foi sepultado em cova simples aos 2 de

Abril de 1869. Posteriormente seus despojos foram transferidos para o Cemitério Pére Lachaise.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Monmartre_Cemetery.JPG

image015

Entrada principal do Cemitério Pére Lachaise na Boulevard de Ménilmontant. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

image013

Cemitério Père Lachaise em 1815. No canto superior direito o túmulo de Heloise e Abelard.

Imagem/fonte:

https://fr.wikipedia.org/wiki/Cimeti%C3%A8re_du_P%C3%A8re-Lachaise#/media/File:Courvoisier_-_View_of_Pere_Lachaise_Cemetery_from_the_Entrance.jpg

 

image014 (1)

Túmulo concebido em forma de Dólmen druida do Codificador do Espiritismo Allan Kardec.

Cemitério Père Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

 

 

Jornal Momento Espírita. Centro Espírita Amor e Caridade. Bauru, SP. Acesse abaixo

 

CLIQUE AQUI:

https://ceac.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Jornal-Momento-Esp-jan-26_compressed.pdf

 

 

 

(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]])

 

 

Edição 125 da Folha Espírita Francisco Caixeta

Araxá, MG. Acesse abaixo:

 

 

ACESSE AQUI:

http://www.espiritacaixeta.org.br/folha/Fol125.pdf

 

(Informação de Folha Espírita Francisco Caixeta [[email protected]])

 

 

Registro. Atividades do Projeto Chico Xavier na tarde deste sábado 03-01-2026. Araçatuba, SP

 

Após a prece de abertura as 16 horas várias pessoas vão ao local de alimentos e preparam para os inscritos da casa, outros preparam diversos alimentos para serem servidos aos presentes, inclusive o de jantar;  evangelização para crianças e jovens. Palestra de Ricardo Antonio dos Anjos . Fotos de Maria José Izique 

 

 

 

 

 

Informações recebidas de  Émerson Gratão.

 

 

 Abrigo Ismael na manhã deste domingo 04-01-2026

 Araçatuba, SP 

 

Com início as 9 horas após a prece inicial foi proferida pela oradora da casa Flávia Canalonga . Ao mesmo tempo evangelização para crianças e ao final houve a aplicação de Passe para os presentes.  Informação recebida de Nadir. 

 

 

Foto de Fábio Cruz

 

 

 

Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha

Portugal

 

 

Exms Senhores OCS,

 

As nossas mais cordiais saudações.

 

1 - O Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, vai levar a cabo uma conferência subordinada ao tema  "O poder do pensamento".

Esta conferência será proferida pela convidada Leonor Leal (de Alcobaça), no dia 9 de Janeiro de 2026, 6ª feira, às 21h00 e, está integarda na comemoração do 23º aniversário do Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha. 
Posteriormente, teremos a Fluidoterapia (passe espírita) e o atendimento em privado.

 

2 - Todas as palestras são colocadas no Youtube do CCE em http://bit.ly/29VcVMV e todas as actividades são gratuitas.

  

      

Cordialmente,

 

       CCE

 

 

Tel: 938 466 898; 966 377 204;

www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: [email protected]

www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha

www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/ 

 

 

(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [[email protected]])

 

 

Um abraço do além

 

Sidney Fernandes

O tempo corria apressado no aeroporto daquela grande cidade brasileira. Olavo Dias, homem de bem e trabalhador espírita, caminhava entre os passageiros. Estava prestes a viajar. Tudo certo para o embarque. Faltava apenas se apresentar no balcão.

Nesse instante, sentiu braços fortes em um abraço súbito. Era Noel. Malvestido, o mesmo rosto humilde de anos atrás, quando se conheceram em uma confeitaria.

Naquele dia distante, Olavo o vira ser acusado de roubo de pães. Interveio afirmando que era seu empregado, salvando-o da humilhação. Noel depois confessou o furto e sua triste situação: filhos com fome, doente e sem trabalho. Olavo levou ajuda, visitou sua casa, ofereceu consolo e dignidade. Tornaram-se amigos, ligados pela caridade.

Agora, no aeroporto, o reencontro parecia casual. Mas Noel tinha uma missão: impedir que Olavo embarcasse. Entre palavras de gratidão, o tempo passou. Quando Olavo se deu conta e tentou seguir, o voo já havia partido.

Mais tarde, veio a notícia: o avião sofrera um acidente, sem sobreviventes. Atônito, Olavo buscou Noel para agradecê-lo. Voltou à antiga casa em São Paulo. Foi atendido pela esposa de Noel. A resposta o surpreendeu: “O Noel? Ele faleceu há dois meses.”

Seria possível? Um sonho? Uma visão? Mas Olavo sabia o que vivera. Sentira o abraço, ouvira a voz, reconhecera o olhar grato daquele a quem ajudara. E agora, fora salvo.

A espiritualidade, invisível aos olhos materiais, age com sabedoria. A bondade retorna a quem a pratica, como eco além da matéria. O gesto fraterno de Olavo abriu portas no além.

Noel voltou para retribuir, como instrumento de misericórdia. E Olavo, salvo por um amigo do outro lado da vida, pôde refletir sobre os desígnios da Providência.

O bem, quando sincero e desinteressado, se transforma em luz, escudo e proteção. Não se perde. Apenas aguarda o tempo de florescer.

REFERÊNCIA: Texto adaptado da página Dois meses antes, do livro “Almas em Desfile”, de Hilário Silva, psicografia de Francisco Cândido Xavier – FEB.

 

 

(Recebido em email de [email protected])

 

 

[905-JornalMundoMaior] FELIZ ANO NOVO.

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FELIZ ANO NOVO.

Neste ano, que apenas esboça a sua presença, que está amanhecendo agora, nos ofertando o céu azul de novas possibilidades de progresso e crescimento, agradeçamos a Deus.

 

Agradeçamos pela vida, pela saúde, pelo lar, pelos familiares, pelos amigos. Pelo que tivermos. Mesmo que seja somente a presença dedicada de um cão.

 

Novo ano. Tempo de agradecer. Tempo de começar a executar o nosso novo plano de vida.

 

Um plano que nos diga que, a partir de agora, colocaremos em prática a nossa mais especial qualidade: Ser humano.

 

Humano, de humanidade, de amante da paz, da fraterna convivência, do auxílio solidário.

 

Que a era da humildade e da renúncia se instale na Terra em definitivo. O tempo é agora. E a decisão é sua, é nossa.

 

Que olhemos para o mundo e enxerguemos irmãos nossos em todas as terras.

 

Que as dificuldades de relacionamento recebam a brisa suave da compreensão e do perdão.

 

Recordemos o verdadeiro objetivo de nossas existências:- Aprender a amar e amar cada vez melhor.

 

Jesus amou sem limites e ainda permanece no leme do planeta em transformação.

ANO NOVO!! NOVO ANO !! SEJAMOS FELIZES.

 

Se você gostou, repasse. Ou escreva para [email protected], faça sua sugestão ou crítica ou assinale (   )apagar meu endereço.   

 

 

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(Recebido em email de

[email protected]; em nome de; jornal_mundomaior@ hotmail.com [[email protected]])

 

 

Editorial e Novo artigo publicado no JEE

 Caros Leitores do Jornal de Estudos Espíritas (JEE),

-

O JEE acaba de publicar o artigo "Análise crítica da edição brasileira da obra Socialismo e Espiritismo, publicada pela Casa Editora O Clarim", de autoria de Marco Milani. O artigo analisa a tradução para o português da obra acima, capítulo por capítulo, visando esclarecer as diferenças para o original em francês. Em particular, o artigo adentra a importante e delicadíssima questão do pensamento político de Denis, mostrando que a versão em português não é 100% fiel ao pensamento dele. E o artigo faz isso de um modo bem fraterno, com total respeito à liberdade de pensamento dos Leitores. O objetivo do artigo é mostrar o pensamento original de Leon Denis que, por sua vez, demonstra afinidade com a Doutrina Espírita.  

-

Se o assunto te interessou, o link para o acesso gratuito ao artigo é: 

https://doi.org/10.22568/jee.v14.artn.010201 

-

O artigo pode ser lido no browser ou baixado para o seu computador, celular ou tablet (clique em PDF na janela que se abrir). Embora o acesso seja gratuito, os direitos autorais são do autor. Portanto, qualquer reprodução, em parte ou em todo, requer sua autorização.

-

Se gostar do artigo ajude a divulgar; se o artigo for útil à suas pesquisas, cite-o

-

Como citar:  M. Milani, Jornal de Estudos Espíritas 14, 010201 (2026). DOI: 10.22568/jee.v14.artn.010201.
Como divulgar: Compartilhe este link:  https://doi.org/10.22568/jee.v14.artn.010201 

O JEE também publicou seu editorial 2026 analisando o tema "elitismo" em torno de estudos e pesquisas espíritas. O link de acesso, igualmente gratuito, é:

https://doi.org/10.22568/jee.v14.artn.010101 

-

Se tiver interesse ou souber de quem tem interesse em receber notícias sobre novas publicações do JEE, envie ou peça ao interessado enviar um e-mail para [email protected] solicitando cadastro do seu e-mail. Se, igualmente, não desejar mais receber mensagens e notícias do JEE, por favor, responda a este e-mail solicitando remoção do seu endereço. Não é necessário justificar.

-

O JEE é um periódico dedicado à publicação de artigos de pesquisa espíritas, sérios, científicos e/ou filosóficos, que valorizam Kardec e a Doutrina Espírita como teoria capaz de descrever e explicar os fenômenos psíquicos. Se um artigo é aceito para publicação no JEE, mesmo sobre assunto controverso, o Leitor pode confiar que o conteúdo não é apenas interessante ou sensato, mas principalmente bem fundamentado na Doutrina.  

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Excelentes estudos a todos!

Alexandre Fontes da Fonseca

 

--

Editor - Jornal de Estudos Espíritas

https://sites.google.com/site/jeespiritas/

ISSN: 2525-8753

 

(Recebido em email de Jornal de Estudos Espíritas [[email protected]])

 

 

CORREIO FRATERNO

NOVEMBRO/DEZEMBRO 2025

 

 

 

 

 

 

(Recebido em email de Izabel Vitusso [[email protected]])

 

 

A compaixão pela multidão, e outros destaques da RIE de dezembro. Acesse abaixo:

 

CLIQUE AQUI:

https://assinaturas.oclarim.com.br/revistas/rie-dezembro-2025/

 

 

 

 

Casa Editora O Clarim

Acesse abaixo:

 

ACESSE:

https://www.oclarim.com.br/

 

 

 

 

ESTÁ DISPONÍVEL NA INTERNET O JORNAL

 “O IMORTAL” DE DEZEMBRO (se puder, divulgue)

Amigo(a) das lides espíritas:

Leia a edição deste mês que traz, entre várias matérias, uma entrevista com Juliano Pimenta Fagundes, de Goiânia (GO), e uma reportagem sobre o Hospital Espírita João Marchesi, de Penápolis (SP).

O acesso ao jornal é livre e gratuito. Para acessar a edição, clique aqui: https://www.jornaloimortal.com.br/Home

Muito obrigado pela divulgação que puder fazer em sua Casa Espírita e junto a amigos e familiares.

Um forte abraço e ótima semana para todos os seus.

 


Astolfo O. de Oliveira Filho

Av. Saíra Prateada, 62 - Condomínio Golden Garden

86701-865 - Arapongas, PR

 

 

 

 

ACESSE SE E QUANDO QUISER:  

1. Blog Espiritismo Século XXI – http://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com.br/

2. Revista O Consolador - https://www.oconsolador.com.br/  

3. EVOC Editora - http://www.oconsolador.com.br/editora/evoc.htm  

4. Jornal O IMORTAL - http://www.jornaloimortal.com.br/Home

(Recebido em email de  Astolfo Olegário Oliveira Filho [[email protected]])

 

 

Jornal AGENDA CRISTÃ - Rancharia (SP) - Novembro.2025


(Recebido em email de Francisco Atilio Arcoleze [[email protected]])

 

 

Site da Federação Espírita Brasileira

Brasília, DF

 

Clique aqui:
https://www.febnet.org.br/portal/

 

Em defesa da vida, rumo à paz/ Influência da matéria

Clique aqui:

https://www.febnet.org.br/portal/2026/01/04/em-defesa-da-vida-rumo-a-paz-influencia-da-materia/

 

 

FEP- Federação Espírita do Paraná

Curitiba

Clique aqui:
http://www.feparana.com.br/

 

 

 

 UEP- União Espírita Paraense

Belém

 

Clique aqui:

https://www.facebook.com/uniaoespiritaparaense/?locale=pt_BR

 

 

 

 

FEAP- Federação Espírita do Amapá

Macapá

 

Clique aqui:

https://www.facebook.com/federacaoespiritadoamapa/?locale=pt_BR

 

 

 

Abrigo Ismael

Araçatuba, SP

Quer ajudar o Abrigo e não sabe como?

Doando sua nota fiscal paulista, você estará ajudando nossas vovós. Faça a doação on line de seu cupom fiscal para o Abrigo Ismael! É fácil, rápido, você ajuda a entidade e ainda tem 2,5 vezes mais chances de ser sorteado!

 

(Copiado de https://web.facebook.com/abrigoismael/?locale=pt_BR&_rdc=1&_rdr)

 

 

 

Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti –

O Pensamento” - Vol 1

 

Reflexão, extraída do livro “Richard Simonetti - O Pensamento” - Vol.1

Organizado por Álvaro Pinto de Arruda. 

https://www.editoraceac.com.br/loja/produto/o-pensamento

WhatsApp- Editora

14 99164-6875

 

 

 

(Recebido em email de Tânia Simonetti [[email protected]])

    

 

Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier

Boletim semanal – Ano XI. 1a semana de Janeirode 2026

 

GEECX_LogoOriginal.png

Grupo de Estudos Espíritas Chico Xavier

Boletim semanal – Ano XI

1a semana de Janeirode 2026

 

GEECX_LogoOriginal.png

 

Recordações de datas marcantes; Entrevistas sobre o livro Movimento Espírita Internacional; Carta de Ano Novo; Sob a tempestade

 

Artigo:

- Recordações de datas marcantes:

https://grupochicoxavier.com.br/recordacoes-de-datas-marcantes/

Vídeos:

- Entrevistas sobre o livro Movimento Espírita Internacional:

https://grupochicoxavier.com.br/entrevistas-sobre-o-livro-movimento-espirita-internacional/

- USE-SP:https://www.youtube.com/live/n6EVKDoRvhk?si=xi7_CXdHMA8YVyZX

- Espiritismo em Kardec:

https://www.youtube.com/watch?v=8oqHEXQQgfI&t=1s

- Blog Bruno Tavares: https://www.youtube.com/watch?v=CJG3bx3C-f8&t=10s

 

Mensagens:

- Carta de Ano Novo:

https://grupochicoxavier.com.br/carta-de-ano-novo-11/

 

- Sob a tempestade:

https://grupochicoxavier.com.br/sob-a-tempestade/

 

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“Ninguém espera sejamos remédio a toda angústia e rio a toda sede, entretanto, à frente da sombra e da secura que atormentam os homens, cada um de nós pode ser a consolação do raio de luz e a bênção do copo d’água” – Emmanuel.

 

(Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Livro da esperança. Cap. Em favor da alegria. FEB)

 

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Com fraternal abraço,

Equipe GEECX

 

 

 

 

(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [[email protected]] e do GEECX)

 

 

O Consolador. Revista Semanal de Divulgação Espírita

Londrina, PR. Acesse abaixo:

 

CLIQUE AQUI:

http://www.oconsolador.com.br/ano19/955/principal.html

 

 

 

 

HOMENAGEM

 

 

Emília Santos

(01/01/1896 – 26/09/1964)

 

https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/JANEIRO/03-01-2023_arquivos/image035.jpg

Emília Santos

Imagem do arquivo de Ismael Gobbo

 

Biografia elaborada por: Antonio Cesar Perri de Carvalho

Emília Santos nasceu em 01/01/1896, na cidade de Santa Maria da Vitória, BA, e desencarnou aos 26/09/1964, em Araçatuba, SP. Era filha de João Luiz dos Santos e Joana Ferreira de Souza e manteve-se solteira.

Em Araçatuba, assinou a ata de fundação da Aliança Espírita “Varas da Videira”, em 1943. Na mesma época, tornou-se colaboradora de Benedita Fernandes, na Associação das Senhoras Cristãs. Após a desencarnação desta, em 1947, passou a ser colaboradora mediúnica assídua do Centro Espírita “Amor e Caridade”, na vizinha e muito próxima cidade de Birigüi.

Emília Santos vendia confecções para mesa, cama e vestimentas, em sua residência e, muitas vezes, a domicílio, utilizando as tradicionais charretes que eram típicas em Araçatuba. Era extremamente caridosa. Atendia muitas pessoas que a procuravam em Araçatuba, atrás de uma palavra de conforto, de orientação e em busca de um passe. Tinha por hábito realizar peregrinações semanais, distribuindo lanches a famílias carentes. Durante os anos 50, organizava lanches por ocasião da data natalícia de seu pai (“dia de São João”) e no Natal, distribuindo-os em casas assistenciais, cadeia e Santa Casa de Araçatuba.

João Luiz dos Santos, pai de Emília Santos, viveu no século ­passado no interior da Bahia, onde foi ligado à política. Era o espírito comunicante mais freqüente pela mediunidade de sua filha. Como se dizia naquela ­época, era o mentor. Naturalmente, esteve envolvido na orientação do grupo que se formou e que originou as instituições logo citadas.

Em alguns momentos de sua vida, procurou dar aulas de Espiritismo para crianças. Há artigos esporádicos de sua autoria na imprensa espírita, como “Amor Fraternal”, no “Mensageiro do Órfão”, de São Manoel, de 15/10/1943.

Tivemos a oportunidade de conhecê-la no decorrer do ano de 1958, na residência do casal Irma e Francisco Martins Filho. Aos 30 de dezembro de 1959, juntamente com Rolando Perri Cefaly deu início, em sua residência, ao Grupo de Estudos Evangélicos “João Luiz dos Santos”, funcionando às sextas-feiras. Àquela época lia-se com muito interesse cada novo livro psicográfico de Chico Xavier que era lançado. Acompanhado de minha genitora e tios, tive oportunidade, ainda criança, de freqüentar essas reu­niões desde o início. Ao final, habitualmente ela servia um jantar de confraternização.

Aos 7 de outubro de 1960 foi uma das fundadoras – juntamente com Rolando Perri Cefaly, Josefina Perri Cefaly de Carvalho, Walter Perri Cefaly e Pedro Perri – da Instituição “Nosso Lar”, no Jardim Planalto em Araçatuba, exercendo o cargo de vice-presidente. Esta Instituição foi inaugurada em 1961 e, no ano seguinte, teve um desdobramento em outro bairro, a Casa Transitória. Nas duas dependências, atuava no atendimento de pessoas necessitadas, atuava como médium psicofônica e passista e ministrava aulas de evangelização. Deu início às Aulas de Moral Cristã Neio Lúcio, funcionando aos domingos pela manhã, antes da reunião pública da Instituição “Nosso Lar”. Estimulou a fundação da Mocidade Espírita “Irma Ragazzi Martins”. Nestas duas últimas atividades é que iniciamos, por convite dela, nossas ações espíritas.

Após a sua desencarnação foi homenageada, tendo seu nome designado a Casa da Sopa “Emília Santos”, inaugurada na data de seu aniversário no ano de 1966. Durante a campanha para a edificação desta obra assistencial, foi impresso o opúsculo “Gotas Espirituais”, compilação de frases espíritas, preparado pelo sr. José Rubens Braga da Silva.

Na mesma época, a antiga rua “R” onde se localiza a Instituição “Nosso Lar’, no Jardim Planalto, também recebeu seu nome.

 (*) Ver também biografia de Rolando Perri Cefaly

 

(Copiado de:  http://www.universoespirita.org.br/catalogo/literatura/textos/ISMAEL%20GOBI/obras_de_vultos/emilia_santos.htm)

https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/JANEIRO/03-01-2023_arquivos/image036.jpg

Dona Emília Santos, na extrema direita,  com dirigentes e colaboradoras da

Associação das Senhoras Cristãs, fundada por dona  Benedita Fernandes (1883-1947).

Foto por volta do ano 1950. Acervo da Associação das Senhoras Cristãs Benedita Fernandes.

https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/JANEIRO/03-01-2023_arquivos/image037.jpg

Quadro de dona Emília Santos. Óleo sobre tela José Rosa de Almeida (“Maklé). Foto: Ismael Gobbo.

https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/JANEIRO/03-01-2023_arquivos/image038.jpg

Dona Emilia Santos ministrando aula de evangelização no Catecismo “Neio Lúcio” em 1962. Ao

lado de dona Emilia o Sr. Abilio Fernandes da Silva.  Foto do acervo da Instituição Nosso Lar.

https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/JANEIRO/03-01-2023_arquivos/image039.jpg

Dona Emilia Santos na Instituição Nosso Lar acompanhando a distribuição de sopa que era servida

 logo após o término das palestras das 10 hs.  Foto do acervo da Instituição Nosso Lar.

https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/JANEIRO/03-01-2023_arquivos/image040.jpg

Instituição Nosso Lar. Abílio Fernandes da Silva, Paulinho Perri, Rolando Perri

Cefaly, D. Emilia Santos; d. Bebé e a filha Antonieta. Arquivo da Instituição Nosso Lar..

 

https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/JANEIRO/03-01-2023_arquivos/image041.png

Mocidade Espírita “Irma Ragazzi Martins” na Instituição Nosso Lar. Ano de 1966.

Foto do acervo da Instituição Nosso Lar

https://www.noticiasespiritas.com.br/2023/JANEIRO/03-01-2023_arquivos/image042.jpg

Inauguração da Casa da Sopa Emília Santos no ano de 1966.

Foto do acervo da Instituição Nosso Lar.

 

 

José Júlio Reilly Algodoal

(27-05-1935/ 02-01-2024)

 

https://www.noticiasespiritas.com.br/2025/JANEIRO/03-01-2025_arquivos/image066.jpg

 

 

Nasceu em Taiaçu, SP, em 27 de maio de 1935, filho de João de Souza Algodoal e Leonor Milanese Algodoal.

Concluiu o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva, SP, em 1956, como aspirante, e depois de estágio, promovido a 2º Tenente do Exército; a Faculdade de Direito da USP (São Paulo), em 1958 e Pedagogia na Faculdade Estadual de Filosofia, Cências e Letras, de Paranaguá, em 1973.

 

Exercendo a advocacia, mediante concurso, ingressou, como advogado, no Quadro Único do Pessoal da Prefeitura de Paranaguá.

 

Foi professor fundador da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Paranaguá, atualmente FAFIPAR, na qual obteve licenciatura em Padagogia, em 1974.


Teve formação religiosa católica, iniciando estudos da Doutrina Espírita, a partir de 1960, orientado pelo médico Dr. Isao Hudihara, de Londrina, que, habitualmente, hospedava Divaldo Franco, naquela localidade.

Passando a residir em Paranaguá, em 1962, logo integrou-se no Movimento Espírita. Ocupou, por diversas vezes, a presidência dos Centros Espíritas Paz e Luz e Dr. Leocádio.

Dirigiu, durante dez anos, o então existente Lar Infantil Hercília de Vasconcellos, unidade assistencial da Federação Espírita do Paraná.

Em Curitiba, participou, como voluntário, em atividades no Centro de Estudos Espíritas Francisco de Assis; no Centro Espírita Luz Eterna; na Sociedade Espírita Os Mensageiros da Paz; na Casa Espiritualista Cristã Obreiros da Paz.

Durante anos, na qualidade de voluntário, prestou serviços à FEP, na regularização dos seus títulos de propriedade, sendo assessor jurídico da Diretoria Executiva.

Também voluntário na Escola Profissional Maria Ruth Junqueira.

Demonstrando habilidades como carpinteiro artesanal, auxiliado por funcionários da Escola, confeccionou, para o Centro de Educação Infantil Bezerra de Menezes, cadeiras e mesas para utilização das crianças. Para as Conferências Estaduais Espíritas, realizadas anualmente, pela FEP, confeccionou mesas e mostruários.

 

Ao desencarnar, em 2 de janeiro de 2024, em Curitiba, exercia a presidência da Fundação Pró-Hansen

 

 

(Copiado de https://www.feparana.com.br/topico/?topico=2917)

 

 

 

Edgar Cayce

(18-03-1877 / 03-01-1945)

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Edgar Cayce

https://en.wikipedia.org/wiki/Edgar_Cayce#

 

Edgar Cayce (/ˈkeɪsiː/; 18 de março de 1877 – 3 de janeiro de 1945) foi um clarividente americano que afirmava diagnosticar doenças e recomendar tratamentos para enfermidades enquanto dormia.[1] Durante milhares de sessões transcritas, Cayce respondia a perguntas sobre uma variedade de assuntos, como cura, reencarnação, sonhos, vida após a morte, vidas passadas, nutrição, Atlântida e eventos futuros. Cayce se descreveu como um cristão devoto e negou ser um espiritualista ou se comunicar com espíritos. Cayce é considerado um fundador e uma fonte principal de muitas crenças características do movimento da Nova Era.[2]

Como clarividente, Cayce colaborou com uma variedade de indivíduos, incluindo o osteopata Al Layne, o homeopata Wesley Ketchum, o impressor Arthur Lammers e o corretor de Wall Street Morton Blumenthal. Em 1931, Cayce fundou uma organização sem fins lucrativos, a Association for Research and Enlightenment.[3] Em 1942, uma biografia popular e altamente simpática de Cayce intitulada There is a River foi publicada pelo jornalista Thomas Sugrue.[4]

Texto copiado de https://en.wikipedia.org/wiki/Edgar_Cayce#

Leia mais:  https://en.wikipedia.org/wiki/Edgar_Cayce#

(Tradução pelo Google)

 

 

 

Ernest W. Oaten

(1875/ 03-01-1952)

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MATÉRIA COPIADA DE UNIFICAÇÃO

file:///C:/Users/Ismael/Documents/152-1965-Unificacao-Nov%20(1).pdf   

 

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Vejam mais belas matérias sobre Ernest W. Oaten

https://croydonspiritualistchurch.org.uk/hear-the-voice-of-former-snu-president-ernest-w-oaten/

 

 
 

Alexandre Aksakof

(27-05-1832 / 04-01-1903

 

Alexandre Aksakof nasceu na Rússia, no seio de nobre família, cujos membros ocuparam sempre lugar de destaque na literatura e nas ciências. Começou seus estudos no Liceu Imperial de São Petersburgo - instituição da antiga nobreza da Rússia - e uma vez concluídos dedicou-se ao estudo da Filosofia e da Religião, tendo para isso que aprender o hebraico e o latim, visando um melhor entendimento da obra grandiosa de Swedenborg. Após estudar com afinco cursos e ramos da Filosofia, escreveu a primeira obra em francês no ano de 1852 sobre Swedenborg: "Uma exposição metódica do sentido espiritual do Apocalipse, segundo o Apocalipse revelado". Em 1854, caindo em suas mãos a obra de Andrew Davis: "Revelações da Natureza Divina", Aksakof abriu novos horizontes às suas aspirações e tendências intelectuais, reconhecendo um mundo espiritual de cuja realidade não mais duvidava. Para fazer um completo estudo fisiológico e psicológico do homem, matriculou-se em 1855 como estudante da Faculdade de Medicina de Moscou, onde ampliaria os seus conhecimentos de Física, Química e Matemática, ao mesmo tempo em que acompanhava, passo a passo, o desenvolvimento espírita na Europa e na América. Para isso ele revolvia livrarias e pedia de qualquer lugar as obras que não se encontravam nas livrarias de sua terra. A partir de 1855 ele inicia a tradução para o russo de todas as obras de Allan Kardec, Hare, Edmonds, Dale Owem, William Crookes, "Relatório da Sociedade Dialética de Londres", e a fundação de periódicos como o "Psychische Studien", de Lípsia, uma das melhores revistas sobre Espiritismo. A obra de Aksakof não se restringiu apenas a escrita. Criou adeptos entre pessoas de talento reconhecido, muitos deles cientistas, que, através de experiências feitas com médiuns famosos como Dunglas Home, levou a Rússia a formar a primeira comissão de caráter puramente científico para o estudo dos fenômenos espíritas. Para essa comissão, Aksakof mandou vir da França e da Inglaterra os médiuns que participariam das experiências. Como resultado, por haver fugido das condições pré-estabelecidas, tal comissão chegou a conclusões errôneas sobre o Espiritismo, saindo como relatório conclusivo o livro "Dados para estabelecer um juízo sobre o Espiritismo", onde afirmava a falsidade dos fenômenos observados. Aksakof contestou a comissão com um outro livro intitulado: "Um momento de preocupação científica". A seguir, o valente russo voltou as suas baterias verbais contra o célebre "filósofo do inconsciente" Von Hartmann, publicando uma obra volumosa, a mais completa que se conhece sobre o assunto versado "Animismo e Espiritismo", que mais o fortaleceria como eminente cientista e pesquisador nato. Homem de brilhante posição social, ele consagrou-se durante 25 anos ao serviço do Estado, alcançando vários títulos, tais como: conselheiro secreto do Czar, conselheiro da corte, conselheiro efetivo do Estado, e outros que não são mais que um prêmio aos bons serviços prestados por ele à sua pátria. Verdadeiro sábio, raras vezes se acham reunidas tanta inteligência, tanta erudição a um critério imparcial. Jamais se deixou arrastar pelos entusiasmos das suas convicções; nunca perdeu a serenidade em seus juízos, e, no meio da sua fé, tão ardente e sincera, não esqueceu o raciocínio frio que lhe fez compreender quais podem ser as causas dos fenômenos que observava, o que o colocou acima dessa infinidade de fanáticos que não estudando, não experimentando, e aceitam como bom tudo quanto se lhes querem fazer crer. Polemista temível e escritor delicado, os trabalhos de Aksakof levam a convicção ao espírito; e tal sinceridade se vê em suas obras que, lendo-as, sente-se a necessidade de crer nelas. Alie-se a isto um caráter bondoso e uma vontade de ferro, que não se demove frente aos obstáculos, assim como a uma paixão imensa pelo ideal que o leva a percorrer a Europa para fazer experiências, e ter-se-á uma idéia superficial a respeito do investigador incansável, dotado de uma alma varonil e de um talento primoroso. Nunca permaneceu ocioso; seus artigos abundavam nos periódicos espíritas, e não há pessoa medianamente ilustrada que não conheça alguma das suas célebres experiências com os médiuns Home, Slade, d'Esperance, ou algum de seus estudos acerca de fantasmas e formas materializadas. Assim foi Aksakof, o maior de todos os soldados da grande Rússia, um soldado que combatia idéias, ideal com ideal, desonra com honra, preconceitos com dignidade. Fonte: Revista ICESP, ano 4, nº 16, 4º trimestre/2005 - Dr. Paulo Toledo Machado.

 

(Texto copiado de https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Alexandre-Aksakof.pdf)

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Alexandre Aksakof. (1832- 1903).  Foto de Vezenberg & Co., São Petersburgo. Reprodução fotográfica de uma litografia.

Foto:  Divisão de Impressos e Fotografias da Biblioteca do Congresso. Biblioteca do Congresso dos EUA.

Imagem copiada de https://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandre_Aksakof

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Universidade Imperial de São Petersburgo (primeira metade do século 19). Cerca de 1840.

Imagem/fonte:

https://ru.wikipedia.org/wiki/%D0%98%D0%BC%D0%BF%D0%B5%D1%80%D0%B0%D1%82%D0%BE%D1%80%D1%81%D0%BA%D0%B8%D0%B9_%D0%A1%D0%B0%D0%BD%D0%BA%D1%82-%D0%9F%D0%B5%D1%82%D0%B5%D1%80%D0%B1%D1%83%D1%80%D0%B3%D1%81%D0%BA%D0%B8%D0%B9_%D1%83%D0%BD%D0%B8%D0%B2%D0%B5%D1%80%D1%81%D0%B8%D1%82%D0%B5%D1%82

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Professor Aksakof realizando experimento de observação na médium Eusapia, em Milão, em 1892

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandre_Aksakof

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Retrato e assinatura de Alexandre Aksakof publicado na página 3 do seu livro: Animisme et Spiritisme, Paris, 1906.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:AlexandreAksakof.jpg

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Livro Animismo e Espíritismo. Edição em Francês. BNF Gallica

Acesse aqui: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k54891892.texteImage 

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Vista na ponte Hermitage em direção ao Rio Neva . Litografia , 1820. São Petesburgo, Rússia.

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Hermitage_Bridge

 

 

Alexandre Aksakof faleceu em

São Petesburgo em 04-01-1903

 

  

 

 

Ruy Holzmann

(04-01-1910/ 10-09-1944)

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Filho do Maestro russo Jacob Holzmann e Maria Joanna Guimarães de Paula, nasceu em Ponta Grossa (PR), em 4 de janeiro de 1910, irmão gêmeo de Rubens Holzmann, dentista desencarnado em 10 de setembro de 1944, em Tibagi (PR), em desastre aéreo.

 

Foi aluno do famoso Padre Lux, no Colégio (Grupo Escolar) São Luiz. Pelas dificuldades naturais da época, jamais conseguiu cursar o Ginásio e nem ao menos fazer o exame permitido pelo famoso Art. 91. Após quatro meses de estudo da Escrituração Mercantil, sem direito a diploma, começou a trabalhar em 1º de Abril de 1924. A 19 de dezembro de 1938, ingressou, através de concurso público, no Banco do Brasil S.A., em Presidente Prudente (SP), depois Ponta Grossa (PR), União da Vitória (PR), Irati (PR), Londrina (PR), aposentando-se, como Subgerente da agência de Ponta Grossa, em fevereiro de 1970.

 

Autodidata, tornou-se, entre outras coisas, profundo conhecedor da língua portuguesa, celebrizando-se pelo livro de sua autoria Contos de lá e de cá, considerado um clássico pelos entendidos, cuja edição de 5.000 exemplares se esgotou em pouco tempo.

 

Espírita-cristão dedicou-se largamente à prática da caridade em vários campos, inclusive no de curas e no receituário gratuito da homeopatia, frutos de suas notáveis faculdades psíquicas.

 

Orador e escritor de extensos recursos, falava e escrevia escorreita e elegantemente, de improviso, em quaisquer situações, sobre praticamente qualquer assunto. Grande conhecedor do Novo Testamento, distinguiu-se, sobremaneira pelas palestras realizadas em vários cantos do país. Falava e escrevia, correntemente, os idiomas francês e inglês. Conheceu os Estados Unidos e vários países da Europa.

 

Casou-se, em 25 de junho de 1931, com a ibitinguense Amélia Zinézzi Holzmann, com quem teve os seguintes filhos: Norma, casada com Altino Alves Cordeiro; Licurgo, casado com Marília Corrêa Holzmann; Alcyone, casado com Yvanyr Therezinha Marchezini Holzmann; Lineu, casado com Eva Holzmann; Alceste, Mabel e Márcia, somando mais de 45 descendentes, entre netos, bisnetos, trinetos e tataranetos, todos espíritas.

 

Após a aposentadoria, Ruy transferiu-se para Curitiba, onde continuou servindo, gratuita e desinteressadamente aos necessitados, na Sociedade Espírita Capa dos Pobres, até que um infarto do miocárdio deitou por terra, na véspera do Natal de 1971, ainda no pleno vigor de suas faculdades, o gigante de quase dois metros de altura e - dizer do Dr. Alexandre Sech - 120 quilos de espiritualidade. Foi sepultado no Cemitério Municipal da sua querida cidade natal, por vontade expressa antes de sua morte.

 

O orador espírita Divaldo Pereira Franco disse que sempre considerou muito Álvaro Holzmann, mas teve uma enorme surpresa ao entrevistar-se com o espírito Ruy: o que no Álvaro era temperamento, no Ruy eram virtudes cultivadas!

 

Quando Divaldo foi distinguido com o título de cidadão honorário de Ponta Grossa, fez uma notável palestra em que revelou profundos conhecimentos sobre a cidade, desde seus primórdios. Perguntado por um vereador como poderia saber tudo aquilo, informou, alto e bom som, que fora inspirado pelo espírito de Ruy Holzmann.

 

Pela Lei 9170, de 14.10.1997, firmada pelo Prefeito Cássio Taniguchi, seu nome foi dado a uma rua do bairro Santa Cândida, em Curitiba, como justa homenagem a quem tanto serviu aos seus irmãos...

 

Licurgo Holzmann

 

 

(Copiado de https://www.feparana.com.br/topico/?topico=555)

 

 

Ivan Dutra
(10-11-1934/ 04-01-2004)

 

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Na pequena cidade mineira de Ubá (MG), que foi berço do grande compositor Ary Barroso, numa família humilde, nasceu Ivan Dutra, no dia 10 de novembro de 1934. Um dos oito filhos do casal Lindolfo e Odete Dutra, já em berço espírita para que, desde tenra idade, recebesse a devida orientação, porque seus pais se preocupavam com a formação espiritual dos seus filhos.
Desde os primeiros tempos na escola primária, o menino mostrou uma capacidade para aprender e gravar na memória os ensinamentos, as datas, os números, destacando-se entre os alunos mais estudiosos. Decorava fatos e datas com precisão.
Ainda muito jovem, aos 12 anos de idade, dava aula de matemática para os colegas e com o que ganhava podia comprar algumas coisas de que necessitava. Estudioso, já conhecido pelos professores, viu que não poderia continuar seus estudos e foi então que, aconselhado por amigos de seus pais, apresentou-se no melhor colégio de Juiz de Fora – o Granbery, que também era escola particular, para fazer um teste e ter direito a uma bolsa gratuita de estudos. Ivan Dutra passou no teste e iniciou seus estudos naquela instituição, tendo de manter sempre a melhor avaliação no aproveitamento da escola.
Aos dezoito anos foi transferido no trabalho, de São Paulo para Bauru, onde começou a participar ativamente do movimento espírita jovem naquele Estado. Frequentava a mocidade espírita e lá colaborava com campanhas, trabalho de evangelização infantil e voluntariado no Albergue Noturno.
Na década de 60, sua atuação na Doutrina Espírita consistia de trabalhos no departamento de mocidades da USE de São Paulo, em cujas reuniões, segundo seu amigo paulista, Milton Felipele, servia como contraponto aos polemistas, contribuindo, com o senso de reconciliação, sem irritações ou ideias personalistas, e sempre com conversa afável, gestos leves, sorriso contagiante e, sobretudo, com muita calma. Como disse Felipele: Ele tinha a qualidade de um líder, possuía uma vasta cultura e demonstrava essa competência como professor; esse fato nele era natural. Reencarnou para ensinar, ou melhor, para ajudar os que queriam aprender e sabia transmitir conhecimento.
Formou-se em 1960 em Direito e, para exercer a profissão, transferiu-se para Santo Anastácio, no Estado de São Paulo. Já casado, iniciou seu trabalho na advocacia sem deixar de participar do movimento espírita, trabalhando nos dois centros espíritas da cidade e conquistando muitos amigos. Num Centro, ele se dedicava à evangelização de adolescentes de 12 e 13 anos e, na outra casa espírita, trabalhava com jovens, tendo fundado com companheiros uma creche, que atendia 70 crianças, ajudando, assim, as mães carentes.
Trabalhou dedicadamente num Lar de Meninos. Não era uma instituição espírita, mas era uma obra benemérita, e assim o jovem advogado se entregou de coração ao trabalho de ajudar. Foram dez anos vividos na cidade de Santo Anastácio, que lhe conferiram o título de Cidadão Anastaciano pelos trabalhos prestados à comunidade.
Por necessidade da profissão, transferiu-se para Tupã, onde prosseguiu seu trabalho de advogado e também a nova atividade de professor na Faculdade de Direito, Economia e Administração. A cidade, que já tinha um trabalho espírita consolidado pela dedicação de muitos companheiros espíritas, abriu suas portas e, assim, mais uma vez, Ivan se associou aos trabalhadores espíritas para participar dos trabalhos de estudo da Doutrina e de assistência social, acrescidos de evangelização com jovens.
Nesta época, ministrava aulas na Faculdade de Direito de Presidente Prudente, que agora eram dadas em Tupã, Marília e Lucélia. Por ser extremamente dedicado e eficiente, graduou-se ainda em Economia, Pedagogia e Administração, fazendo, nesta última, mestrado e doutorado na USP, buscando assim corresponder à confiança que lhe era depositada, o que retornou para ele com as homenagens que recebeu no transcorrer dos anos de seu trabalho, agradecimentos de alunos reconhecidos por sua capacidade na área e dedicação.
De Tupã foi para Rolândia, onde trabalhou no movimento espírita como colaborador do Centro Espírita Emmanuel e do Lar Espírita André Luiz, ajudando os meninos daquele lar e criando o hábito de realizar o Culto do Evangelho nos lares espíritas.
Pouco depois, por força do trabalho, mudou-se para Apucarana, onde retomou a atividade de orientador da mocidade espírita, colaborou nos trabalhos de estudos e de reuniões da casa espírita, no trabalho de atendimento a menores carentes que eram assistidos pela instituição conhecida como Recanto da Criança Allan Kardec. Ali, os menores engraxates, catadores de papel e outros recebiam refeição, orientação de saúde e moral.
Ainda em Rolândia foi um dos fundadores da AREC − Associação Rolandense de Ensino e Cultura, criada em 1974, que se tornou a mantenedora da Faculdade de Ciências Contábeis e Administrativas de Rolândia, a FACCAR, sendo ele presidente da AREC nesse ano.
Por motivo de doença, mudou-se para Londrina em busca de melhores recursos de saúde e continuou seu trabalho como professor na UEL e como “trabalhador” na casa espírita, ao mesmo tempo em que se tornou voluntário do Dispensário Irmã Scheilla, departamento da SEPS, da qual com o tempo veio a ser o presidente.
Fundou em Londrina, juntamente com outros sócios, o INBRAPE – Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas Sócio-Econômicas, em 1986,
 uma instituição voltada para a geração e disseminação do conhecimento, e sempre trabalhou ativamente no movimento espírita local, como palestrante, participante de grupos mediúnicos e de estudos. Fez parte do Conselho e foi vice-presidente do Centro Espírita Nosso Lar, entre tantas outras atividades que exercia.
Com outros companheiros desmembrou o Dispensário Irmã Scheilla da SEPS, que passou então a constituir-se numa entidade autônoma com o nome de Núcleo Espírita Irmã Scheilla. Esta entidade desenvolve, há mais de 15 anos, importantes tarefas na área de assistência, com programa de socialização e profissionalização de jovens de periferia e assistência às suas famílias.
Cativava a todos com seu sorriso, sua calma, sempre pronto a ouvir, a aproveitar uma ideia que muitas vezes não era a ideal, mas que podia ser sutilmente melhorada, e, humildemente, ele foi se tornando o amigo, o companheiro, tratando sempre bem, desde um simples necessitado até um grande empresário, com serenidade, paciência e uma palavra amiga.
Ivan era, antes de tudo, um professor, título que aceitava com alegria e humildade; mas seus ensinos não ficavam limitados às quatro paredes de uma sala de aula, ensinando também na convivência com a família, com os amigos e os companheiros de ideal espírita. Na família, ele dedicava profundo amor à esposa, aos três filhos e à filha, tudo fazendo para torná-los felizes e parte integrante de sua vida, de seu trabalho, de seus estudos. A família cresceu e ele ainda conheceu os 13 netos e as duas bisnetas.
A dedicação do professor sempre foi total, fazendo do projeto a razão de seu trabalho feito com amor e desprendimento. Nunca faltava o conselho amigo, o sorriso franco que abria as portas para a confiança e melhor convivência com os jovens pupilos do Núcleo. E, assim, muitos jovens foram integrados à sociedade através do trabalho digno, promovido pelo Núcleo.
Em sua vida profícua escreveu livros na área profissional, como: Economia Contemporânea e Elementos da Economia, adotados nas faculdades. Escreveu três livros voltados à educação dos jovens. Em fevereiro de 2000, lançou Sementes para um Mundo Melhor, que são relatos reais do trabalho com as famílias de periferia e os resultados obtidos e de como vale a pena semear princípios cristãos; em 2002, Contos da Juventude, um livro voltado aos jovens, suas preocupações e problemas; e, por fim, o último livro, que foi organizado por ele em 2003: Novos Contos da Juventude – histórias elaboradas pelos próprios voluntários do Núcleo Espírita Irmã Scheilla de Londrina, de leitura muito útil para os jovens e também para pais e mães que se preocupam em dar a seus filhos uma orientação segura e embasada nos ensinamentos de Jesus, sendo eles da periferia ou não.
Seus livros, palestras e, principalmente, seus atos foram voltados a ensinar e estimular a prática do bem. Educador em seu sentido mais amplo, sempre se dedicou aos jovens, muito especialmente aos da periferia de Londrina. Sua influência marcou a história da beneficência social da cidade, sempre conciliando sua influência benigna e competência, que pode ser sentida nos quatro cantos da cidade, em grupos de voluntários que atuam nos jardins São Jorge, João Turquino, Maracanã, Pacaembu, Campos e Leonor.
Desencarnou em 4 de janeiro de 2004, passando para a outra dimensão, ou seja, para a vida espiritual, deixando-nos grandes exemplos e maravilhosas lições de vida e profundas saudades.  

 

 

(Copiado de https://www.oconsolador.com.br/linkfixo/biografias/ivandutra.html)

 

 

Henri Bergson

(18-10-1859 / 04-01-1941)

 

Henri Bergson (Paris18 de outubro de 1859 — Paris, 4 de janeiro de 1941) foi um filósofo e diplomata francês, laureado com o Nobel de Literatura de 1927.[1]

Conhecido principalmente por Ensaios sobre os dados imediatos da consciênciaMatéria e MemóriaA evolução criadora e As duas fontes da moral e da religião, sua obra é de grande atualidade e tem sido estudada em diferentes disciplinas - cinemaliteraturaneuropsicologiabioética, entre outras. Bergson procurou construir uma "metafísica positiva" e fazer da filosofia uma ciência baseada na intuição como um método, cujos resultados viriam da experiência e seriam tão rigorosos quanto as ciências baseadas na inteligência, como a matemática. Ao contrário de Platão e René Descartes, que usavam a geometria como modelo para fazer da metafísica uma ciência, Bergson adotou a biologia, a psicologia e a sociologia como fundamentos de seu pensamento filosófico.[2]

 

LEIA MAIS:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Bergson

 

https://www.noticiasespiritas.com.br/2022/JANEIRO/06-01-2022_arquivos/image040.jpg

Filósofo francês Henri Bergson (1859-1941)

Imagem da Biblioteca do Congresso dos EUA

Copiada de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Bergson

 

http://www.noticiasespiritas.com.br/2021/JANEIRO/30-01-2021_arquivos/image017.jpg

Vista de Paris, França,  com  Les Invalides no centro. Foto Ismael Gobbo.

Paris, França. Terra natal do filósofo francês Henri Bergson

 

 

 

Prece de Cáritas

 

Deus, nosso Pai, que sois todo poder e bondade, daí forças aqueles que passam pela provação, daí luz àqueles que procuram a verdade, ponde no coração do homem a compaixão e a caridade!

Deus! Dai ao viajor a estrela guia, ao aflito a consolação, ao doente o repouso.

Pai! Daí ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, à criança o guia, ao órfão o pai.

Senhor! Que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criastes.

Piedade, Senhor, para aquelas que Vos não conhecem, esperança para aqueles que sofrem.

Que a Vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda a parte a paz, a esperança e a fé!

Deus! Um raio, uma centelha do Vosso amor pode iluminar a terra; deixai-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita e todas as lágrimas secarão, todas as dores se acalmarão. Um só coração, um só pensamento subirá até Vós como um grito de reconhecimento e de amor.

Como Moisés sobre a montanha, nós Vos esperamos com os braços abertos, oh! Bondade, oh! Beleza, oh! Perfeição, e queremos de alguma sorte merecer a Vossa misericórdia.

Deus, daí-nos força, ajudai o nosso progresso, a fim de subirmos até Vós; daí-nos a caridade pura, a humildade; daí-nos a fé e a razão, daí-nos a simplicidade, que fará de nossas almas o espelho onde se há de refletir a Vossa Divina Imagem!

Que assim seja!

 

Confira o Áudio:

https://radioriodejaneiro.digital/oracao/prece-de-charitas-emissora-da-fraternidade/#.YaUik1Bv_IU

 

 

 

(Copiado de https://radioriodejaneiro.digital/oracao/prece-de-charitas-emissora-da-fraternidade/#.YaUik1Bv_IU)

http://www.noticiasespiritas.com.br/2017/OUTUBRO/23-10-2017_arquivos/image049.jpg

Santa Irene de Tessalônica.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Irene_of_Thessaloniki.jpg

 

 

Segundo consta da Revista Espírita 1862, pags. 84/85, 3ª. Edição, FEB, o espírito que assina Cárita, ou Cáritas, declinou ter sido Santa Irene.

Santa Irene foi martirizada em Tessalônica à época do imperador Diocleciano, grande perseguidor dos cristãos.

Também suas irmãs Ágape e Quiônia pereceram pelo mesmo motivo: não renunciaram à fé no Cristo.

 

Arquivo: CF Nuvolone Martirio de Santa Irene Louvre.jpg

O martírio de Santa Irene. Óleo sobre tela de Carlo Francesco Nuvolone. Museu do Louvre, Paris, França.

Santa Irene é relacionada a Cárita, martirizada à época do imperador Diocleciano.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:CF_Nuvolone_Martirio_de_Santa_Irene_Louvre.jpg

 

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Restos arqueológicos da cidade antiga. Ao fundo o Arco de Galério. Tessalônica, Grécia. Foto Ismael Gobbo.

Na cidade de Tessalônica foram martirizadas as três  cristãs irmãs:  Irene, Ágape e Quiônia.

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Busto do imperador Diocleciano

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Diocletian_Bueste.JPG

 

 

 

Jesus e o precursor

 

Livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos/Irmão X

Psicografia Francisco Cândido Xavier

FEB

 

 

boaNova

Após a famosa apresentação de Jesus aos doutores do Templo de Jerusalém, Maria recebeu a visita de Isabel e de seu filho, em sua casinha pobre de Nazaré. Depois das saudações habituais, do desdobramento dos assuntos familiares, as duas primas entraram a falar de ambas as crianças, cujo nascimento fora antecipado por acontecimentos singulares e cercado de estranhas circunstâncias.

Enquanto o patriarca José atendia às últimas necessidades diárias de sua oficina humilde, entretinham-se as duas em curiosa palestra, trocando carinhosamente as mais ternas confidências maternais.

O que me espanta – dizia Isabel com caricioso sorriso –  é o temperamento de João, dado às mais fundas meditações, apesar da sua pouca idade. Não raro, procuro-o inutilmente em casa, para encontrá-lo, quase sempre, entre as figueiras bravas, ou caminhando ao longo das estradas adustas, como se a pequena fronte estivesse dominada por graves pensamentos.

Essas crianças, a meu ver – respondeu-lhe Maria, intensificando o brilho suave de seus olhos –,  trazem para a Humanidade a luz divina de um caminho novo. Meu filho também é assim, envolvendo-me o coração numa atmosfera de incessantes cuidados. Por vezes, vou encontrá-lo a sós, junto das águas, e, de outras, em conversação profunda com os viajantes que demandam a Samaria ou as aldeias mais distantes, nas adjacências do lago. Quase sempre, surpreendo-lhe a palavra caridosa que dirige às lavadeiras, aos transeuntes, aos mendigos sofredores... Fala de sua comunhão com Deus com uma eloquência que nunca encontrei nas observações dos nossos doutores e, contentemente, ando a cismar, em relação ao seu destino.

Apesar de todos os valores da crença – murmurou Isabel, convicta –, nós, as mães, temos sempre o espírito abalado por injustificáveis receios.

Como se se deixasse empolgar por amorosos temores, Maria continuou: – Ainda há alguns dias, estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeiras, e a facilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas, que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou a todos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo: vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos de pureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, em particular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para a perdição de muitos poderosos em Israel.

Com a prima a lhe escutar atentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, após ligeira pausa: – Ciente desse aviso, procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suas valiosas relações com as autoridades do templo. Pensei na sua infância desprotegida e receio pelo seu futuro. Eleazar prometeu interessar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré, experimentei singular multiplicação dos meus temores. Conversei com José, mais detidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparo conveniente para a vida!... Entretanto, no dia que se seguiu às nossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pela manhã, e me interpelou: “Mãe, que queres tu de mim? Acaso não tenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!”

Altamente surpreendida com a sua pergunta, respondi-lhe, hesitante: Tenho cuidado por ti, meu filho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida... Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meu íntimo, ponderou ele: “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”.

No mesmo dia, embora soubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na sua presença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu, com humildade, o admitisse em seus trabalhos. Desde então, como se nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e a do esforço próprio – concluiu a palavra materna com singeleza —, ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e a enxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria!

Isabel lhe escutava atenta a narrativa, e, depois de outras pequenas considerações materiais, ambas observaram que as primeiras sombras da noite desciam na paisagem, acinzentando o céu sem nuvens. A carpintaria já estava fechada e José buscava a serenidade do interior doméstico para o repouso.

As duas mães se entreolharam, inquietas, e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças.

*

Nazaré, com a sua paisagem, das mais belas de toda a Galileia, é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casas pequeninas, suas lojas singulares se agrupam numa ampla concavidade em cima das montanhas, ao norte do Esdrelon. Seus horizontes são estreitos e sem interesse; contudo, os que subam um pouco além, até onde se localizam as casinholas mais elevadas, encontrarão para o olhar assombrado as mais formosas perspectivas. O céu parece alongar-se, cobrindo o conjunto maravilhoso, numa dilatação infinita.

Maria e Isabel avistaram seus filhos, lado a lado, sobre uma eminência banhada pelos derradeiros raios vespertinos. De longe, afigurou-se-lhes que os cabelos de Jesus esvoaçavam ao sopro caricioso das brisas do alto. Seu pequeno indicador mostrava a João as paisagens que se multiplicavam a distância, como um grande general que desse a conhecer as minudências dos seus planos a um soldado de confiança. Ante seus olhos surgiam as montanhas de Samaria, o cume de Magedo, as eminências de Gelboé, a figura esbelta do Tabor, onde, mais tarde, ficaria inesquecível o instante da Transfiguração, o vale do rio sagrado do Cristianismo, os cumes de Safed, o golfo de Khalfa, o elevado cenário do Pereu, num soberbo conjunto de montes e vales, ao lado das águas cristalinas.

Quem poderia saber qual a conversação solitária que se travara entre ambos?

Distanciados no tempo, devemos presumir que fosse, na Terra, a primeira combinação entre o amor e a verdade, para a conquista do mundo. Sabemos, porém, que, na manhã imediata, em partindo o precursor na carinhosa companhia de sua mãe, perguntou Isabel a Jesus, com gracioso interesse: – Não queres vir conosco? Ao que o pequeno carpinteiro de Nazaré respondeu, profeticamente, com inflexão de profunda bondade: “João partirá primeiro”.

Transcorridos alguns anos, vamos encontrar o Batista na sua gloriosa tarefa de preparação do caminho à verdade, precedendo o trabalho divino do amor, que o mundo conheceria em Jesus-Cristo.

João, de fato, partiu primeiro, a fim de executar as operações iniciais para grandiosa conquista. Vestido de peles e alimentando-se de mel selvagem, esclarecendo com energia e deixando-se degolar em testemunho à Verdade, ele precedeu a lição da misericórdia e da bondade.

O Mestre dos mestres quis colocar a figura franca e áspera do seu profeta no limiar de seus gloriosos ensinos e, por isso, encontramos em João Batista um dos mais belos de todos os símbolos imortais do Cristianismo. Salomé representa a futilidade do mundo, Herodes e sua mulher o convencionalismo político e o interesse particular. João era a verdade, e a verdade, na sua tarefa de aperfeiçoamento, dilacera e magoa, deixando-se levar aos sacrifícios extremos.

Como a dor que precede as poderosas manifestações da luz no íntimo dos corações, ela recebe o bloco de mármore bruto e lhe trabalha as asperezas para que a obra do amor surja, em sua pureza divina. João Batista foi a voz clamante do deserto. Operário da primeira hora, é ele o símbolo rude da verdade que arranca as mais fortes raízes do mundo, para que o reino de Deus prevaleça nos corações. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade do amor, a luta para que se desfaçam as sombras do caminho, João é o primeiro sinal do cristão ativo, em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer em si mesmo o santuário de sua realização com o Cristo. Foi por essa razão que dele disse Jesus: “Dos nascidos de mulher, João Batista é o maior de todos”.

 

Do cap. 2 do livro Boa Nova, do Espírito de Humberto de Campos, obra psicografada pelo médium Chico Xavier.

 

(Texto copiado do site http://www.oconsolador.com.br/ano4/156/correiomediunico.html)

 

 

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Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.Imagem/fonte:

 https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bartolom%C3%A9_Esteban_Perez_Murillo_-_Holy_Family_with_the_Infant_St_John_-_WGA16368.jpg

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Jesus aos doze anos  encontrado entre os doutores do templo.  James Tissot

Fonte da imagem:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus

 

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A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo.

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A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:

 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Brooklyn_Museum_-_The_Youth_of_Jesus_(Jeunesse_de_J%C3%A9sus)_-_James_Tissot_-_overall.jpg

 

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Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo.

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Monte Tabor. Região da Galiléia, Israel. Foto Ismael Gobbo

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Vista panorâmica de cima do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo

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Igreja no topo do Monte Tabor em cujo interior há cenas da Transfiguração de Jesus. Israel. Foto Ismael Gobbo

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Cena do batismo de Jesus em detalhe da porta de ingresso da Basílica da Anunciação em  Nazaré, Israel.

 Foto Ismael Gobbo

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Jesus abençoa João Batista no deserto. Imagem/fonte:

 https://it.wikipedia.org/wiki/Dipinti_del_Moretto#/media/File:Moretto,_cristo_che_benedice_il_battista.JPG

 Arquivo: Museu do Brooklyn - Jesus ensina o povo à beira-mar (Jésus enseigne le peuple près de la mer) - James Tissot - global.jpg

Jesus ensino ao povo à beira-mar. Guache sobre grafite em papel tecido cinza. Obra de James Tissot. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Brooklyn_Museum_-_Jesus_Teaches_the_People_by_the_Sea_(J%C3%A9sus_enseigne_le_peuple_pr%C3%A8s_de_la_mer)_-_James_Tissot_-_overall.jpg

 

 

Amor Infinito

Resposta da Caridade

 

 

(Recebido em email de Leopoldo Zanardi [[email protected]])

 

 

 

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